1979 ou 2003?

Taí Panda. Você foi revirar o baú e eu fui obrigado a rever aquelas três
voltas inesquecíveis em Dijon. E as comparações estão de volta.

Vinte e poucos anos depois e ainda dá arrepio de ver como se disputavam
posições nas pistas e não nos boxes. Somos obrigados a voltar ao velho
assunto: as regras da F-1, que mudam para satisfazer uma minoria, que com certeza nunca colocou a bunda num carro de corridas.

1979: Corridas disputadas sem paradas para reabastecimento, sem troca de pneus, sem estratégias mirabolantes. A única estratégia era pé na tábua. Na dúvida? Acelere mais. Entre outras coisas, os carros não tinham controle de tração, não tinham cambio automático, os pneus não tinham os ridículos sulcos. Telemetria? Quem? Como? Entre os pilotos, era pura raça, competitividade, arrojo, determinação, e principalmente "braço".

Se pensarmos que naquela disputa, Arnoux tinha um carro turbo em pleno
início de desenvolvimento, com todos os problemas de um carro novo,
"brigando" daquela forma com uma Ferrari que tinha um motorzão e um piloto da qualidade e da capacidade do Villeneuve, vamos chegar a conclusão que o que temos hoje não é Formula 1.

Estamos convivendo com pilotos que se contentam com as posições que
conseguiram, geralmente com as paradas dos adversários, por quebras,
acidentes ou "pataquadas" protagonizadas por mecânicos, borracheiros ou
mangueiras rebeldes durante os pitstops. Realmente é só um desfile de
milionárias e sofisticadas máquinas. Competição nenhuma. Emoção zero.
Com certeza, hoje, os valorosos e zelosos dirigentes da FIA iam tomar os
pontos dos pilotos, legitimamente ganhos na pista em nome da segurança.

Atualmente temos quem "vibre" com uma ultrapassagem do Montoya sobre o Schumacher e acham emocionante. Tolinhos, não perceberam que estamos vivendo a época de chupar bala sem tirar o papel da embalagem. Ah! Sem esquecer que em 1979 as pistas eram outras, a contagem de pontos eram outras e o regulamento não era essa merda.

Abraços

Romeu, São Paulo

Caramba, Romeu! Eu achava que estava azedo demais em relaçao à F 1 atual, mas acho até que ainda sou bonzinho com ela (apesar de achar que o regulamento atual é uma merda).

Infelizmente, as tais regras novas não agradam a uma minoria. Tem muita
gente (principalmente as que não entendem de automobismo) que adorou. Hoje, a regra é "o e$petáculo pelo e$petáculo", em detrimento da técnica. Ou seja: o automobilismo, criado para ver quem é o carro/piloto mais rápido, transformou-se em "espetáculo". O que vale é a "emoção".

Assisti sábado a um pedaço da corrida da Nascar. Emocionante... para quem não entende nada de automobilismo. Convenhamos, colocar 40 "banheiras" americanas num ovalzinho de uma milha (ou duas, não importa) é realmente garantia de que vai haver grupos de carros e porradas. Alguém disparou na frente? Não tem problema, sempre recorre-se a uma bandeira amarela sob um pretexto qualquer. Isso ficou muito claro quando um piloto rodou e voltou, sem tocar em ninguém nem afetar a corrida: sacaram bandeira amarela e foram quatro ou cinco voltas nisso, apenas para juntar todo mundo, dar tempo à TV de mostrar a rodada em todos os ângulos e permitir ao público presente no autódromo comprar um cachorro-quente e uma cerveja. Técnica? Para quê? O que vale é o "espetáculo".

Ridículo. Como diria o Frejat, do Barão Vermelho, na música "Nunca existiu
pecado": "Nesse buraco negro eu não caio..."

Mas teve algo engraçado. O Gabriel assiste corridas e fitas antigas comigo e pergunta "de quem é" cada um dos carros que aparecem no vídeo (ele já fala direitinho Nelson Piquet, Riccardo Patrese, Elio de Angelis, Eliseo Salazar, Gilles Villeneuve, Alain "Pôst", Michele Alboreto e "Paquiti" Tambay).

Durante a corrida da Nascar, ele começou a perguntar de quem eram aqueles carros - e eu sou completamente ignorante a respeito. Como ele não se contentava com meus "Eu não sei", comecei a inventar nomes ou citar os poucos pilotos de Nascar que eu conhecia, indistintamente. Saiu até "William Shakespeare".

Abraços (LAP)


Boas aceleradas a todos,

venho aqui reafirmar posições de alguns comentários sobre o Sr. Irritante
Bueno... No ano passado alguém ouviu ele falar da Petrobras????? ah claro zé mané, a empresa não patrocinava o carro do filho dele.....mas que falta de
ombridade e caráter...cadê a ética????

E a corrida...bem mostra mais uma vez o quanto o Schumacher tem estrela e competência....já que não tinha carro para ganhar...chegou em terceiro...e o bebê chorão do Ruizinho Barrichelo.....meu amigo lhe falta
motivação...tesão....e todos os ãos de plantão......pegue o boné meu
cara-pálida....e se aposenta, este ano vc não ganha uma...sabe por que? veja o que fez as Williams.. que dizer Montoia, decidiu parar quando quis...

Se vc tivesse feito isso no GP Brasil...quem sabe não teria ganho......se vc
tivesse dividido com garra as freadas quando esteve lado a lado do shumi
este ano (igual o Montoia fez).....quem sabe não estaria na briga.....são
pequenos gestos que fazem a difença.....

Abraços a todos e me perdoem o azedume...é que aguentar um Galvão e Rubinho no Domingo é dose......

Abraços

João Sette, São Paulo


Olá amigos do GPTotal,

Quero deixar registrado minha opinião sobre o GP da França. Alguém disse que esse GP foi chato? Isso foi porque não viu a Nascar ao vivo. Aquilo lá é tão sonífero que só americano pra aguentar...

Daniel Médici, São Paulo


Olá Edu e Cia.

Neste final de semana fiquei completamente afastado da F1.

Parece que nada de interessante perdi. Pelos comentários tivemos mais uma corrida sem maiores emoções. Resolvi aceitar um convite (na verdade uma intimação) para assistir às provas do campeonato catarinense de velocidade em pistas de terra.
Foi um final de semana como há muito tempo não havia tido. Pura emoção.

Se neste tipo de competição nem de perto se chega à tecnologia da F1, em muito se ultrapassa em emoção, vibração, disputas e animação a F1. Tivemos neste final de semana a etapa realizada na cidade de São Bento do Sul.
Tem-se lá um circuito de aproximadamente 2.500 m de extenção, piso de terra, com uma reta de cerca de 500 m, curvas acentuadas, subidas, descidas, em resumo, um circuito muito interessante.

O bom mesmo foram as disputas: carro grudado em carro, entrando colados e de lado em curvas, (estilo Bird Clemente), derrapagens, capotagens. Estiveram competindo duas categorias: Marcas (novatos, graduados A e graduados B) formada na realidade unicamente por veículos Gol e Stock Car (A e B) formada por opalas e omegas com motor 4.100.

Posso garantir que a vibração e a emoção que nos invade, é muito superior à que a fórmula tem conseguido nos dar. Para quem gosta de ver uns bons pegas e ao mesmo tempo passar boas horas em um lugar muito bonito uma boa receita é assistir às provas do campeonato catarinense de automobilismo no autódromo Rio Represo em São Bento do Sul. É um lugar maravilhoso, você instala sua barraca em uma floresta de pinheiros, recebe madeira para fazer uma fogueira à noite, há pontos para tomada de energia elétrica, banheiros simples mas higiênisados, pessoal jovem zoando a noite inteira (o som não para)em suma, uma senhora festa.Deu para matar a saudade das Mil Milhas da década de 60, quando também se
podia acampar em qualquer ponto de Interlagos.

Com certeza, no ano de 2004 estarei lá nas duas etapas (Março e Julho) e
portando uma filmadora e uma boa máquina fotográfica. Toda aquela festa
merece um bom registro. Podes crer, vale a pena passar um final de semana lá.

+++

Acho que nunca mais teremos a oportunidade de ver uma disputa tão
emocionante quanto à de Villeneuve e Arnoux no GP de França de 1979.

Aquilo foi simplesmente fantástico. Se Schumacher e Montoya tivessem visto aquela disputa, talvez tivessem aprendido algo mais e não teriam batido, mesmo que de leve, no GP da Europa. Não creio que quem veja atualmente, pela primeira vez, o vídeo daquela prova, venha a ter a mesma emoção que tivemos quando assistimos tudo aquilo ao vivo.

Quem assistir ao video agora estará sem o fator surpresa, sem o fator
torcida, sem o fator ansiedade pelo desfecho. Foi sem sombra de dúvida, a
melhor disputa na F1 dos últimos 30 anos.

Um abraço.

Ingo Hofmann, Joinville, S/C, Brasil


Eu detesto me tornar repetitivo, mas senão vejamos. Se o GP da França, que teve exatamente uma hora e meia de duração, tivesse mais umas vinte voltas (cerca de meia hora), poderíamos ter tido uma corrida de Formula 1, e não uma de Formula 3 inglesa; os resultados poderiam ser substancialmente diferentes e conquistados de maneira diversa.

Apesar dos reabastecimentos (enquanto instituição), Schumacher teria tido tempo de ir buscar o segundo lugar, na pista, dada a queda no desempenho de Montoya, que, por sua vez, poderia nem ter chegado ao final, se a corrida tivesse mais vinte voltas e, essas mesmas vinte voltas poderiam ter dado uma chance a mais para Barrichelo fazer alguma coisa, quem sabe? Tudo que eu acabei de escrever não passa de especulação, mas é inegável que vinte voltas a mais não só poderiam mudar o resultado do(s) GP(s), como poderiam mudar todo o planejamento das equipes.

Se confirmada a fragilidade de seus motores, a Renaut poderia ser rebaixada a condição de time médio, tendo de correr com o "freio de mão puxado" para chegar até o fim das corridas; A própria Mclaren poderia cair nessa armadilha se problemas como o de Raikonen em Nurburgring viessem a se tornar crônicos. Quanto a Ferrari e Williams, só com mais umas vinte voltas por GP é que nos vamos saber se seus motores e conjuntos são realmente confiáveis e, no caso dos italianos, beberrões.

Peço mais uma vez desculpas se eu estiver sendo chato, mas me parece que os Gps de F1, da maneira como são disputados, não representam mais um desafio aos atuais carros F1 e o tipo de piloto que se da bem graças ao presente formato da F1 (o Schumacher é o maior exemplo disso) não pode, pelo menos por mim, ser considerado detentor de todas as qualidades de um verdadeiro piloto de F1. Hoje em dia, qualidades como ser um bom acertador (para uma corrida inteira e não sprints de vinte voltas), saber levar um carro até o fim de maneira rápida e competitiva, saber ultrapassar e controlar o carro em condições difíceis, como se fazia antigamente quando se tentava fazer toda a prova sem parar, chegando ao final com pouco combustível e pneus na lona.

Antigamente haviam os pilotos bons de treino, mas que não sabiam acertar o carro para a corrida, haviam os que, independente de como acertavam os seus carros, não sabiam andar abaixo do limite, davam show e quase sempre ficavam no meio do caminho, haviam os que largavam mais atrás, acertavam o carro para tentar chegar ao fim sem parar nos boxes, confiando nas quebras dos outros e torcendo para que os seus pneus agüentassem e, entre outros tipos, haviam os gênios capazes de fazer tudo isso e mais um pouco (como Piquet, Proust e até o Senna). Schumacher pode até ser o melhor piloto da atual F1, mas ele é fruto de uma F1 que esta deixando as corridas cada vez mais parecidas com os treinos classificatórios, como eram antes do limite das doze voltas. Ele e Weber são efeitos colaterais numa F1 doente e condenada a ser um campeonato que, na melhor das hipóteses, pode ser competitivo, mas
será disputado em corridas chatíssimas. Morte ao reabastecimento e mais
voltas, por favor !!!!!!!!!!


Pablo Habibe Figueiredo, São Luis


Impossível não lembrar neste momento da atual temporada, de 1986. Já vinha com esse pensamento desde o Canadá, hoje o grandeprêmio.com.br noticiou que Patrick Head comentou algo a respeito.

No nível que as Williams chegaram, estão fazendo o que as F2002 faziam o ano passado, claro que têm Michael Schumacher para alcançar, mas tenho certeza que se houvesse preferência por piloto seria mais fácil, e que realmente um pode roubar pontos do outro e facilitar as coisas para o Hexa do Schummi.

De qualquer forma devemos enaltecer esse comportamento da Williams em favorecer a competição. Isso se este procedimento fizer parte apenas de um comportameto que privilegia o purismo da competição do automobilismo, o que é meio difícil de se acreditar quando falamos de cartolas da F1.

De qualquer forma a tarefa da Williams, é mais difícil que das outras
equipes, pois teria de optar por Ralf ou Montoya, pilotos que se equivalem.
Prefiro o colombiano, mas o Ralf esta muito consistente e na frente no
campeonato. Bem não podemos esquecer que o Kimmi esta um osso duro de roer.

Gostaria de saber de voces outra coisa, será que nos circuitos da Hungria e de Indianápolis, as Williams vão continuar tão superiores perante as outras equipes? Em Mona e na Inglaterra eu acho que sim. No Japão o braço ainda importa, aí o Schummi leva uma boa vantagem pela experiência.

Qual a expectativa de vantagem para cada fabricante de pneu nas próxinmas
corridas ?

Tambem acredito que a Ferrari tem cacife para reagir, assim como a
Bridgestone.

No final das contas, o que temos é a Mclarem economizando um lançamento de carro para esta temporada, utilizando o chassi do ano passado, pois com certeza este novo bico de tamanduá (definição do Flávio Gomes), deverá ser o carro da temporada de 2004, com as evoluções que fizerem obviamente.

Taí, nova idéia para o Mosley, já que ele procura desesperadamente por
medidas que segurem os gastos - obrigar as equipes a correrem dois
campeonatos com o mesmo chassi.

Um abraço a todos

Celso, Salvador

Difícil fazer qualquer previsão sobre as próximas corridas, Celso.

Creio que na Inglaterra e Alemanha uma virada da Ferrari seja pouco provável dadas as condições prováveis de calor e pouco tempo para se buscar novos compostos para os Bridgestone. Creio que Hungria terá um papel fundamental no campeonato, sendo a grande chance de Michael Schumacher bater a oposição.
Daí para frente para mim pe uma grande ingócnita pois espero que a Ferrari e Bridgestone reajam à crise atual.

Mas note que continuo achando difícil para a dupla da Williams entrar na
briga pelo título. Assim, o desfecho do campeonato dependerá em grande parte do que Kimi Raikkonen será capaz de fazer nas próximas corridas.

Abraços (EC)

Gostaria de perguntar aos editores do Site, principalmente ao Pandini, onde é que está o Schumacher?

É muito fácil ser considerado o melhor piloto do mundo quando se está num carro infinitamente melhor do que os outros e, principalmente, quando a equipe trabalho para somente um piloto.

E veja, que a evolução da Willians, não é lá grande coisa. Basta algum piloto ter um carro em condições de brigar pela ponta, que toda aquele favoritismo, aquele lenga lenga em torno do Schumacher, começa a se esvaziar.

Torço para o Schumacher, mas o Ralf, que não é lá grandes coisas, mas porque tem um carro em condições de brigar pela ponta, e já tem condições de até ser campeão. Um piloto que estava até meio desprezado pela equipe, e agora está de fato na briga pelo título. Torço para que a fórmula um volte a ser aquela formula um competitiva, que todos nós ao longo dos anos, costumamos a ver na TV.

Um abraço para todos.

Jovino, Brasília-DF

Tomando as dores do Panda, pergunto a você, Jovino: onde está o Rubinho?

Com carro e pneus longe de seres aquilo tudo, Schumacher está liderando o campeonato enquanto o Rubinho já já vai ser ameaçado pelo Webber. É com um carro ruim nas mãos que se conhece um bom piloto. Outro exemplo é Senna e Berger em 81. Senna ganhou as primeiras corridas do ano e Berger nenhuma. Aliás o mesmo Berger quando sentou no Benetton 95 de Schumacher não acreditou que aquele carro havia sido campeão do mundo.

Abraços (EC)


Boa noite,

Além de assinar embaixo sobre o que foi dito sobre a corrida, algumas observações:

- O Galvão agora passou da conta. Só porque a transmissão da F-1 é patrocinada pela Petrobrás agora ele arruma uma brecha pra mencioná-la na transmissão... Alguém já reparou? Tudo bem que a Petrobrás tem o seu mérito, mas o papo de que a Petrobrás fez uma gasolina "mais densa", que faz o carro consumir menos, não me caiu bem nos ouvidos. (Alguém poderia explicar se isso é possível?)

- Uma sugestão pra dar mais emoção nas corridas: Em caso de não ter previsão de chuva durante a prova, um caminhão-pipa seria colocado em cada curva, despejando água na pista periodicamente.

- Provou-se que o Schumacher pode ser muito bom, mas precisa de um carro muuuuito bom... a Ferrari nova não chega a ser um cheque sem fundo, no máximo um pré-datado. Mas ele não conseguiu superar as Williams.

Heraldo Oliveira, Santos – SP

Heraldo

só para colocar mais pimenta ainda em seu comentário sobre o Galvão: quem é que patrocina a equipe de stock cars onde correm os dois filhos delezinho? Começa com Pe e termina com Brás...

Legal a sugestão do caminhão. A decisão de jogar água ou não na pista poderia ser tomada por um sistema de telefonemas pagos, tipo Big Brother. O dinheiro arrecadado iria para a Minardi parar de reclamar da vida

Abraços (EC)

Olá pessoal do GP Total

Mas que corridinha chata, hein? Mas convenhamos? Uma corrida ganha pela Ralf só poderia ser chata mesmo. Não vou com a cara do alemãozinho, acho ele rápido, fez uma corrida perfeita, parecia um relógio, sempre andando mais rápido que todo, mas não tem saco para passar ninguém.

A primeira coisa que ele fala quando chega numa pista é : “Essa pista é muito difícil de se passar”, “É impossível fazer ultrapassagens aqui” e coisas desse tipo. Mas tenho que admitir que ele fez um corridão mereceu vencer, mas mesmo que ele repita todo esse desempenho na Inglaterra, ainda não vou mudar de opinião.


Schumacher, o Michael, fez uma corrida eficiente, dentro das suas limitações (de pneus). E depois de tantos anos, é até engraçado falar da Ferrari como uma equipe em dificuldades e será até interessante prestar atenção em Michael fazer corridas como ele fazia no meio dos anos 90, quando não tinha o melhor carro, mas tinha o melhor braço.

De resto, não dá para dizer muita coisa. Montoya fez uma corrida “Barrichello - versão 2002”, com um melhor conjunto, mas não tendo como acompanhar um Schumacher da vida.

As McLarens parecem ter perdido todo o fôlego e como a nova e misteriosa McLaren não vai estrear na Inglaterra, é melhor começaram a preparar Kimi a ser campeão em 2004, se o carro ajudar.

Os brasileiros fizeram uma corrida muito discreta. Rubens está sobre pressão e precisa mostrar serviço, mas largar em oitavo e rodar na primeira volta não o ajudaram muito.

Cristiano da Matta fez uma corrida discreta, mas não apanhou feio do companheiro como Antônio “O que estou fazendo aqui na F1” Pizzônia.


Pôxa vida! Já se passaram 10 corridas e ele não chegou aos pés do desempenho do Webber, e quando ele andou perto do australiano (mesmo assim, de 3 a 4 décimos mais lento...), foi por que tinha menos combustível e quando a quantidade de combustível ficou parecido, o australiano permaneceu onde estava, enquanto o amazonense caia pelas tabelas.

E por mais que tenha sido atrapalhado pela equipe no segundo pit, ele perdeu no máximo 3 segundos e ele acabou na décima posição, a quilômetros do companheiro. Acho melhor ele voltar para a selva, talvez ele fique melhor por lá...

Mesmo com essa corrida que mais pareceu um desfile em alta velocidade, nada poderia estragar meu fim de semana, pois conheci uma garota maravilhosa e na hora em que sempre mando minha opinião para cá, estava num cinema com ela. Desculpa F1, mas estava ocupado para me preocupar com você...

Até a próxima!

João Carlos B.Viana, Fortaleza-CE

Boa sorte com a garota. São os votos do amigos amigos do GPTotal

Caros,

alguns comentários sobre o GP da França:

1) Ralf correu como gente grande e venceu, merecidamente;

2) Montoya até que tentou acompanhar o ritmo, mas não deu. No final, ainda teve de brigar com o carro para manter a segunda posição;

3) Schumacher, como se não bastasse ser um baita piloto, ainda tem sorte. Ganhou nos pits as posições de Raikonnen e Coulthard e abriu um pouquinho no campeonato;

4) Raikonnen: a equipe jogou fora a chance de encostar na briga pelo campeonato;

5) Rubinho: está na hora de se aposentar. Depois de um pífio oitavo lugar, ainda roda na primeira volta. Se as Renaults não quebram, nem ponto fazia.

Em uma das corridas mais chatas do ano (fora o Rubinho brigando com o Villeneuve pelo décimo lugar, teve alguma disputa na pista?), a certeza de que as Williams entraram de vez na briga pelo Mundial de Construtores
(acho que levam, porque têm dois pilotos, enquanto McLaren e Ferrari têm um só) e esquentaram o Mundial de Pilotos. Agora, uma dúvida: o Ralf vai afinar se tiver de brigar com o irmão mais velho pelo título na última corrida?

Um abraço a todos.

Renato Müller, São Paulo

AGORA QUEM DÁ BOLA NA FÓRMULA 1 É A EQUIPE WILLIAMS!!!

Quem diria, depois de um início em que estava fadado ao fracasso completo, a equipe Williams, agora, é a grande favorita da temporada 2003.

E tudo está funcionando perfeitamente: o chassi equilibrado de Frank Williams, o motor superpotente alemão da BMW, os pneus eficientes da Michelin e a gasolina brasileiríssima da Petrobrás. Portanto é um carro que se assemelha, e muito, ao F2002, que cansou de ganhar no ano passado; e se a Ferrari e a McLaren não acordarem logo, continuaremos ouvindo nos finais de corridas, os hinos da Alemanha, pro Ralf Schumacher ou da
Colômbia, pro Montoya.

E não será surpresa nenhuma, se, no dia 12 de outubro, vemos o Ralf Schumacher ou o Montoya ser campeão do mundo de pilotos, no lugar do fantástico Michael Schumacher e a Williams ser campeão de construtores, no lugar da Ferrari. Porque, parafraseando o hino do Santos, na Fórmula 1, agora, quem dá a bola é a Williams!!!

Eduardo Gomes Ceresso, Sâo Paulo - SP

A corrida foi bem diferente do que eu esperava (como podem ver eu "apostei" que Raikkonen levaria)... aliás, foi bem diferente.

Sinceramente, eu nutro enorme antipatia pelo Ralf desde aquele treino em que ele prejudicou o Barrichello (me ajudem a lembrar q GP foi) e sempre o julguei uma "sombra" do Schumy... mas ele está fazendo eu "rever" meus
conceitos: ultimamente, desde Mônaco ele tem sido o piloto em melhor fase; 3 poles nas últimas 4 corridas, além de 2 vitórias...

Acho q agora a briga vai ficar realmente boa, com 3 pilotos em condições reais de levar o caneco. E Montoya corre por fora. Barrichello ainda tem condições "matemáticas" de ser campeão, mas sinceramente... Estou me
decepcionando cada vez mais com o garoto, que rodada podre... (eu sempre falei bem dele, mas não tá dando mais!)

Outra coisa feia do GP foi o problema do Coulthard nos boxes, hein?! O Schumacher chegou ao pódio com méritos, fez a sua tradicional estratégia, volta rápida pós volta rápida... e podia até ter chego em segundo, mas as Williams estão comendo soltas!!! Abraços

Marcel Pilatti, Curitiba

Panda

Acabo de ver o treino e parece que Williams/BMW acertaram a mão mesmo. Se prevalecer a lógica, o campeonato embola, já que McLaren também está na parada e eu pergunto: Cosa facciamo? Será que a Ferrari
não tem um motor 2003 e 1/2 pra botar nos carros? Será que os pneus não melhoram? O Alemão parece estar tirando tudo que o carro tem e mais um pouco.

Pergunto então: Qual o seu palpite? E o Edú, sócio do BAR (segundo ele), acha o quê? Parece que a coisa vai ficar interessante.

Um abraço do

Alexandre, São Paulo

Oi, Alexandre

Meu palpite é que, no frigir dos ovos, o alemão vai fazer a diferença e conquistar o sexto título. Agora, que mágica a Ferrari vai fazer para ajudar o Schumacher, eu não tenho idéia...

Abraços (LAP)

Nem eu, Alexandre... Acho que a Ferrari vai ter um verão dos diabos com estes pneus quadrados. Mas acho que, graças à regra de pontuação, vai ser difícil para os Williams-boys descontarem a diferença e brigarem pelo
campeonato, que deve ser decidido entre Kimi e Schumacher.

Abraços (EC)


Caros amigos da velocidade, vou passar o resultado do GP da França:

1 - Schumacher (o mais velho lógico) vai ganhar a corrida no box.
2 - Kimi Raikkonen vai perder a liderança, depois da volta 25 nos box's
3 - Schumacher (o outro) chegou em terceiro por que não teve capacidade nem política de passar o irmão mais
velho
4 - Barrichello. Não conseguiu passar a Willians por que tem mais motor que a Ferrari (só a dele)
5 - Alonso Mais uma prova em que a emoção só tem dois nomes: o outro é Montoya.
6 - Coulthard Decepção do David e dos motores Mercedes, vamos esperar o carro novo.
7 - Fisichella Este Italiano se estivesse numa equipe grande seria o maestro
8 - da Matta Pela torcida...

Estefânio Nunes, Salto