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É certeza que as Ferrari não tem este recurso? Embora eu ache que não é obrigação do piloto verificar isto, gostaria de saber se o Rubinho tinha como ver o nível do combustível ou não.
Outra coisa, meu sonho é ainda ver o Rubinho em outra equipe de ponta, pois não tenho o menor prazer em torcer pelos italianos da Ferrari, uma equipe que enoja os brasileiros. Só os engulo porque admiro muito o Barrichello.
Marcelo Barros Martins, Sorocaba-SP Creio que o piloto só visualiza o nível de combustível do seu carro via telemetria, Marcelo, e esta, pelo que informou a Ferrari, não estava funcionando no carro de Rubinho.
Abraços (EC)
PARABÉNS PELO SITE.
VCS NÃO ACHAM QUE A FERRARI DEIXOU O RUBINHO SEM GAS SÓ PARA ELE NÃO ABRIR MUITO DO SCHUMACHER NA PONTUAÇÃO. EU ACHO QUE TEM MUITA LÓGICA, SHUMI É 1º PILOTO E MANDA NA EQUIPE.
ROBERTO CONDE, MANAUS
Esses dias estava lendo sobre a pane no carro
do Rubinho em Interlagos e me ocorreu um negócio. No entanto, até onde sei os pilotos podem ver "on-board" o quanto ainda tem em seus tanques. Isso confere? Caso positivo, por que nenhum dos iluminados da Ferrari perguntou ao Rubinho o quanto ainda tinha de corda no carro? E por que o brasileiro não abriu o bico que estava ficando sem gás? Peter Marx, São Paulo Creio que os carros não têm medidor de nível do
tanque, Peter.
Caros Edu e Panda Sérgio Baumgarten, Curitiba Creio que a diferença de acerto mais importante seja a altura
do carro em relação ao solo. Em pista molhada, você
tem de levantar ao carro, sob risco do patim de madeira que existe sobre
os carros "surfar" em poças maiores. A altura pode
ser aumentada a partir de regulagens ou com troca de molas e amortecedores.
Ede
Olá! Aí vão algumas dúvidas fresquinhas: 1 - Cadê os 107% que atormentavam o Yoong? 2 - A garrafa de champanhe fez uma boa corrida pra ficar estacionada no podium em terceiro lugar? 3 - Quem foi o louco que escolheu pneus intermediários pra Interlagos? 4 - Por que a corrida não foi interrompida logo após a porrada da Jaguar (sem o Hans, o Alonso teria virado farinha)? 5 - Quem não conseguir tempo nem na sexta e nem no sábado larga do box ou assiste a corrida dos camarotes? Fernando Rejani Miyazaki, São Bernardo do Campo (SP)
Edu, boa tarde!
Olá pessoal ! Primeiramente parabéns pelo site que está bacana(só falta dar uma melhorada no lay-out). Como fã de automobilismo e principalmente como brasileiro, quero deixar minha opinião registrada: _ Novas regras Tudo bem, o espetáculo melhorou, mas quem quer espetáculo?? Eu quero é corridas de verdade, sem influências alheias. O que acontece hoje é que a F1 se transformou em uma Indy piorada... Banir eletrônica acho válido, mas as novas regras penalizam e muito o piloto, pois o mesmo, fica imensamente dependente da equipe e de sua respectiva estratégia. Está na hora de Mosley e cia., tomarem medidas, senão Indy por Indy, que assistamos a americana, que pelo menos é mais autentica. _Novos pilotos brasileiros Meu Deus, que saudade de antigamente!!!!! Para quem já teve Emerson, Piquet, Senna, está simplesmente catastrófico ver Pizzonia tomando pau de Mark Webber (que nunca fez nada em lugar nenhum), Da Matta apanhando de Panis (que apesar de rapidissimo, está com 36 anos e quase gagá). Apesar dos 2 terem alguns defensores, quem realmente entende de automobilismo, sabe e sabe bem, que o piloto quando é bom, chega e senta a bota, sem conversa fiada, desculpa de não conhecer circuito ou outras bobagens. Será que o Schumacão conhecia Spa quando ele colocou a Jordan em 7o no grid em sua estréia? Ou mesmo quando ele aposentou Piquet nas corridas seguintes na Bennetton? Será que Senna precisou treinar para dar cacete em seus companheiros de equipe em seu ano de estréia e de ridicularizar Prost naquela maravilhosa corrida sob chuva em Mônaco/84(em uma equipe nanica)?? Será que Piquet ficou com medo de ter Lauda já campeão do mundo como companheiro de equipe ou tratou de aprender rápido e superá-lo mostrando para o mundo seu talento, inclusive derrotando Reutmann, de quem já tinha sido até mesmo mecânico na luta pelo título de 81? É pessoal, como vcs podem ver, o piloto quando é bom, chega e já bota para derreter, sem conversa mole e outras frescuras. Pelo que estou vendo, nem Pizzonia nem Da Matta, terminarão a temporada, pois com estes resultados ridículos, podem e com certeza serão despedidos. Chefes de equipes querem pilotos rápidos, não pilotos lentos que terminem corridas... Resta esperar o Nelsinho e ver o que acontece, pois este tem escola boa, agora F1 é diferente, o piloto tem que realmente ter colhões(seu pai tinha e muito, vide Spa 86,com Senna). Bem para finalizar, deixo uma indignação: Heidfeld, entrou na F1 em 2000 pela Prost. Em 2001, foi para a Sauber e teve como companheiro Raikkonem, de quem cansou de superar (apesar de achar Raikkonem um verdadeiro talento). Em 2002, em seu terceiro ano na categoria e em seu segundo ano na Sauber, teve Massa com companheiro. Massa tanto deu quanto tomou pau em treinos. Já em corridas, apesar de algumas bobagens, que inclusive evidenciam seu arrojo (lembram o tanto de cagada que Senna fazia em seu começo de carreira???), sempre foi mais rápido que Heidfeld, e mesmo assim Peter achou melhor dispensá-lo. Raikkonem, está fazendo grande sucesso na McLarem e Heidfeld, com certeza também faria se estivesse em uma equipe melhor. Agora digo, será que Massa não teria um desempenho condizente
se tivesse uma nova chance??? Um abraço e até a próxima ! Corrêa, Alfenas - M.G.
Oi! O Rubinho Barrichelo vencendo o Schumacher neste últimos tempos
mostra o que? Ramsés da Silva Mesquita, Imperatriz-MA
Olá, adoro este site, sou um visitante
assíduo, sempre estou aprendendo com voces. Tenho uma pergunta
que tenho visto nos sites de Fórmula-1, até no site oficial
da F-1 eu li, sobre o Ralf Schumacher e o Antonio Pizzonia estarem com
a corda no pescoço. Uma coisa é inegável, Celso. Quem contratou Pizzonia
já não está mais na Jaguar e um jovem piloto brasileiro
poderia muito bem ser o bode expiatório de uma equipe que precisa
cumprir muitas promessas nas próximas corridas.
Será que estou ficando maluco ou os outros é que estão errados... Explico: Austrália: Chuva, Safety-Car, Defletor da Ferrari caindo. Por mais que queiram afirmar o contrário, que os números
mostram o contrário, a Ferrari ainda é a equipe a ser
batida.
Sobre a Mclaren Concordo q a McLaren tá aproveitando melhor o novo regulamento,
mas não quer dizer q ele não seja competente pq se ela
consegue levar vantagem com as falhas da outras equipes algum mérito
tem, não só ela como seus pilotos, e merecem tds as vitórias
q obtiveram.
Se o Barrichello não tivesse pane seca, ele iria parar na volta de nº 45 e iria voltar atrás do Fisichella e Raikkonen, terminando em terceiro. Não sei porque estão falando que esse novo regulamento está equilibrando o campeonato. O Schumacher só não ganhou na Austrália porque o assoalho soltou. Ele estava em 1º quando teve que parar no box. O Schumacher só não ganhou na Malásia porque ele parou duas vezes mais que o resto, pela batida e pelo pênalti. Ele perdeu com essas duas paradas mais de 1 minuto. O Schumacher só não ganhou no Brasil porque rodou. Se ele não rodasse, iria passar o Coulthard e ficaria em 1º e mesmo ocorrendo a batida no final, se provava que ganharia a corrida. O novo regulamento não provoca que o assoalho se solte do carro, não provoca que o piloto bate na 2ª curva e tome pênalti e nem provoca que o piloto rode. Um abraço
Escrevo por que quero que explique melhor o termo "pequenino"
ao se referir ao Coulthard (Coluna de 9/4).
Edu e Panda, Gostaria que vcs me explicassem o que está acontecendo com a Mclaren esse ano. O que foi feito no carro? Ela aprendeu a aproveitar melhor os pneus ??? Comprei o DVD de 4 Rodas sobre os mais belos carros de F1, vale a pena adquiri-lo pois podemos ver muitas máquinas lindas que fizeram história nas pistas. Só não gostei do documentário dos destaques aos pilotos ingleses (documentário inglês) e de não ter visto o carro da Mclaren de 88 que venceu 15 das 16 corridas daquele ano e deu o título ao Ayrton. Pena que ele não tenha ganhado naquele ano Mônaco e Monza tbém... Será que um dia poderemos ver algumas dessas máquinas dos anos 70 , 80 e 90 aqui no Brasil ??? Um abraço, Fernando, São Paulo
Desde 1990 o GP Brasil de F1 deixou o asfalto abrasivo e o calor de Jacarepaguá para voltar a ser disputado em Interlagos. Como tenho apenas 25 anos, a minha única lembrança (não muito nítida) do autódromo de São Paulo antes da sua "castração" é de uma ou outra corrida de STOCK CARS, transmitidas pela Bandeirantes (?), portanto nada sei a respeito de como a F1 corria lá ou se era uma pista que promovia algum equilíbrio entre os competidores (se é que alguma o faz). Entretanto, posso afirmar que prefiro Jacarepaguá, se for para comparar com o atual Interlagos. Não acho o autódromo carioca muito superior ao moderno circuito paulista, apenas o suficiente para merecer mais um GP que o seu rival. Ao que parece, uma das grandes lástimas do novo Interlagos é que, em troca de um S no final da reta dos boxes, que até se presta muito bem à função de ponto de ultrapassagem, acabou-se com a curva do Sol e com a do Laranja. Se, pelo menos o "misto" do antigo autódromo fosse mantido, Interlagos ainda poderia se gabar de ser um desafio para os pilotos da F1. É claro que os custos de se fazer uma corrida numa pista de 8 km, incluindo transmissão, segurança e manutenção durante o ano foram as justificativas de 1990. À luz da tecnologia atual, o modo como o autódromo foi adulterado parece dever-se mais à ma vontade dos brasileiros em arcar com a manutenção de todo o circuito que a uma real impossibilidade de se fazer preservar a maior parte do antigo Interlagos como uma pista moderna e segura. Afinal, poder-se-ia propor soluções alternativas ao desastre, como por exemplo: 1) A construção de um muro colado à parte externa da pista em todo o anel externo, assim como nos ovais americanos. 2) a transferência dos boxes para a reta oposta de modo a aumentar a largura da atual reta de chegada, criando uma área de escape interna, também como nos ovais americanos. 3) A construção de um S antes da antiga curva três, único ponto onde o risco de um choque frontal com o muro externo seria exagerado. 4) Transformar a subida da curva do lago (que voltaria a ser a entrada
da reta oposta) num hairpin, dada a impossibilidade de se fazer uma
grande área de escape entre a reta oposta e a reta que se segue
à curva 2. Pablo Habibe Figueiredo, São Luis-MA
Gosto muito do site, desde o primeiro momento que o vi. Já mandei algumas outras perguntas. Depois da corrida de Interlagos, li em uma coluna, que Barrichello abandonou cerca de 71 corridas das 160 (senão são esses os números, são algo parecido) que correu. A coluna, indicava que Barrichello era um piloto bom, mas que "destruía" os carros. Gostaria de saber a opinião de vocês do GPTOTAL !! Abraço Bruno Giovanotti Dorsch, Vitória-ES Não considero Rubinho um destruidor de carros, Bruno, e creio que ninguém, em sã consciência possa dizer isso, o que não significa que, às vezes, como quase todos os pilotos, ele erra a mão e força demais ou erra de maneira crassa, como aconteceu na Austrália. Abraços (EC)
Oi Tenho uma curiosidade muito grande em saber de vocês: Por que vocês tem tanta raiva das novas regras? Realmente algumas acho meio que absurdo, como não poder reabastecer entre o treino e a corrida, mas as outras não vejo problema algum. Por exemplo, no último domingo, acho q TODOS teriam saído com pneus intermediários de qualquer forma, com todos os tipos de pneus a disposição. A pontuação precisava mudar, é a mesma já faz tempo. Os treinos com um carro por vez também acho interessante. Então, qual a o problema nas novas regras? João Carlos B. Viana Obs: Na minha opinião, a temporada 97 foi a melhor dos anos 90, pois 4 equipes diferentes venceram, 5 pilotos diferentes venceram, houve uma acirrada guerra de pneus, corridas em que pilotos de equipes minúsculas venceram e um final de campeonato histórico.
Edu Abraços, Júlio Lima, Belo Horizonte
Parece que já vimos esse filme! 1994 - um piloto incontestável, estava num carro insuperável, com 150% de chances e apostas de que ganharia o título, que passearia como os campeões de 1992 e 1993, com este mesmo carro. De repente descobriram que o carro estava um pouco ultrapassado mas ainda era o melhor e mais competitivo.O piloto, já experiente, tetracampeão prévio, se atrapalhou, junto com a sua equipe, com a própria ansiedade e as mudanças do regulamento da FIA, para confirmar o favoritismo. Do outro lado surgiu um jovem bom piloto, com muita sorte, frio, calculista, preciso, num carro em evolução, de uma equipe que faz tudo para ganhar e foi ganhando corridas, e se tornou campeão. Infelizmente ajudado pela fatalidade de San Marino 2003 - Um piloto incontestável, estava num carro insuperável, com 200% de chances e apostas de que ganharia o título, que passearia como nos anos anteriores, com os ótimos carros da sua equipe tão organizadada. De repente descobriram que o carro foi alcançado pelos outros, mas ainda era o melhor e mais competitivo; o piloto, já experiente, hexacampeão prévio, se atrapalhou, junto com a sua equipe, com a própria ansiedade e as mudanças do regulamento da FIA, para confirmar o favoritismo. Do outro lado surgiu um jovem bom piloto, com muita sorte, frio, calculista, preciso, num carro em evolução, de uma equipe que faz tudo para ganhar e esta ganhando e pontuando sempre... Pelo amor de Deus, por Ímola ser a próxima etapa isso fica meio mórbido, não desejo em hipótese ou gravidade alguma a tragédia de Senna ao bom Schumacher, nem mesmo uma pane seca, e acho que a a Ferrari e o Alemão devem olhar para o passado e aprender. Tambem vejo nesta temporada outras forças que não haviam em 1994, como Barrichelo, Couthard, Montoya, Ralf e as Renaults e tambem prefiro que aprendendo com o passado previnam apenas uma tragédia, mas que seja outro piloto o campeão mundial. Celso, Salvador
Caros Edu/Panda, Concordo com o Bob Sharp. Dizer que o que aconteceu com o Barrichello
no Brasil foi azar é acreditar que a Ferrari tem uma estrutura
e telemetria inferiores a qualquer equipe de Fórmula Renault
brasileira. Aliás, essa corrida fez lembrar os GPs de Silverstone 75 e Interlagos 77, que você tão bem descreve em seu livro, pelo ridículo das situações e saídas de pista. De qualquer modo, o brasileiro só venceria a prova no caso de a mesma ter sua distância integral. Rômulo, Fortaleza
Olá pessoal do GPTotal: Uma coisa que me intrigou neste GP do Brasil
foi uma fumaça que vi sair do do motor do carro de Barichello
no momento em que ele abandonou a corrida. Pensei que o carro tinha
tido algum problema no motor mas depois veio a explicação
que ele havia ficado sem gasolina. Um abraço. Diego Dal-Toé Ramos, Criciúma Diego
Olá amigos do GPTotal. Gostaria de esclarecer uma dúvida. Quando a Ferrari disse que em um dado momento perdeu a telemetria do carro do Rubinho, isto se referiu aos mostradores do volante do Rubinho também, como por exemplo, o nível de combustível? O volante dele "apagou"? Rádio? Se o volante não "apagou", o Rubinho não teria condições de ver que o combustível estava no fim? Um grande abraço a todos! João, Valinhos Olá João
Edu E me confirme uma coisa: o E. Fittipaldi não foi campeão na lotus com um modelo evoluído? Aquele forte abraço
Engraçado que todos criticaram o GP Brasil, mas é incrível
que as equipes tenham trazido apenas o composto intermediário
para chuva. Gregório Castellar Pinheiro, São Paulo
Amigos do GPTotal Tudo isso provocando uma certa quantidade de erros de todos os tipos, de pilotos, dirigentes, chefes de equipe, organizadores etc. De todos os acidentes, alguns impressionantes, como o do Alonso, o que me chamou muita atenção e chegou a causar um certo frio na espinha, foi a rodada do Shummy, que passou a poucos metros daquele trator, guincho, colheitadeira, sei lá como chama aquilo. Já que "americanizaram" tanto a F1, não dava pro Safety Car ficar mais algumas voltas na pista, até que aquele trambolho fosse retirado daquele ponto da pista? Aqueles dois "córregos" que atravessam a curva do
Sol(?) em dia de muita chuva é tão tradicional quanto
o Autódromo, não deveria surpreender tanta gente assim.
Que fique a lição para os próximos GPs. Este ano os anjos da guarda dos pilotos felizmente estavam todos de plantão em Interlagos e tiveram muito trabalho, mas e no ano que vem, como será? Abraços Romeu, São Paulo PS.: Olavo, que estava no inicio da fila dos autógrafos do Emerson,
(eu estava no fim)também concordo que o novo livro é bem
melhor do que o Voando sobre Asas de 73, que o Emerson autografou no
finado Comind do Shopping Iguatemi.
Desculpe-me o Luiz Fernando Ramos, mas não concordo com a colocação que faz sobre, caso o Rubinho fizesse a sua parada de box, ainda assim não ganharia a prova. Poderia não ter havido a interrupção. Alguém sabia do futuro ??? Um forte abraço !!!
Olá GPTotal !!! Quero parabenizar ao site por ser um dos melhores do ramo, e especialmente ao Luis Fernando Ramos pela excelente análise do GP do Brasil. Concordo em gênero, número e grau. Agora é esperar que nas 13 etapas seguintes o Rubens possa comfirmar a sua boa fase e quem sabe ser campeão. O Rubens merece por ser um piloto competente. Embora muitos achem o contrário.O GP do Brasil já passou agora é acelerar rumo San Marino. Um forte abraço a todos do GP Total. Paulo César de O. Pedra Jr., Campos dos Goitacazes
Absolutamente precisas e pertinentes as observações do
Bob Sharp, como bem diz o seu nome, sobre o GP Brasil. Sei não, com todo esse bumbo (o Montezemolo já tá protestado), se não dermos um jeito logo vamos perder o GP , porque esses problemas são muito graves. Menção especial "Christine, o carro assassino" para a Jordan, que detonou a suspensão na reta (ou primeiro ou nada !) e que se auto-imolou no boxe em protesto quando ficou sabendo que o Fisi não era o primeiro. Só faltou ligar o rádio. Essa Jordan me dá arrepios. Victor Lagrotta, São Paulo
Caros amigos Tudo bem, eles não tinha o pneu adequado para a corrida, e isso se deve ao novo regulamento. No entanto acho um exagero dizer que por causa disso a corrida foi ruim. Digo isso porque no GP da Bélgica de 98 todos se lembram do acidente que envolveu metade dos carros, e naquela ocasião os pneus eram apropriados. Também me lembro de Mônaco, acho que 96 ou 97, vitória de Olivier Panis, onde me parece que nem meia dúzia de carros terminaram a prova, e ali também usavam pneus adequados. Enfim, nem se precisa um conhecimento profundo de corridas para se
fazer uma constatação obvia: Monopostos não tem
a mesma flexibilidade de carros de turismo, que em categorias como o
BTCC correm mais da metade das provas debaixo de chuva torrencial, e
portanto se a chuva for muito forte, no caso de categorias de fórmula,
os pneus não fazem milagres, como mostra os exemplos que citei
e talvez outros das quais não me lembro. Além do mais não devemos esquecer da má fama do
asfalto de Interlagos, que em condições normais já
é considerado por muitos pilotos como ruim, o que dizer então
debaixo daquele aguaceiro. Enfim, acho sinceramente que o que aconteceu em Interlagos foi coisa de corrida, que já aconteceu no passado e mesmo que o regulamento mude vai acontecer uma vez ou outra no futuro. O Regulamento precisa ser repensado, mas não foi o vilão de domingo. No mais parabéns pelo ótimo site, que tem sido um deleite
para todos os amantes do automobilismo.
É o seguinte: para mim a melhor fase do automobilismo brasileiro
foi aquela do final dos anos 60 e início dos 70. Mais uma vez, parabéns pelo Site. Jovino, Brasília
Caros Panda, Edu, Tite, Bob, Luís e leitores do GPTotal Estamos assistindo a um momento crucial da Fórmula-1. Sabe-se que ela entrou definitivamente em crise no ano passado, e agora segue um pacote de emergência tão "legítimo" quanto criar cotas para as vagas em universidades, em vez de resolver os verdadeiros problemas. Não gostei nada do GP do Brasil. Acho ridículo imaginar que limitar o número e os tipos de pneus possa gerar economia. Olha só o prejuízo com tantos carros batidos porque não tinham pneus para chuva. De que adianta falar tanto em segurança diante de um absurdo desses? Que outra categoria no mundo correria naquelas condições sem pneus de chuva? Não, me perdoem, mas se eu gosto tanto de F1 é porque
ela sempre foi o máximo, e se havia competição,
ela era nivelada lá em cima. Nunca concordei com a redução
na largura dos carros, dos pneus, e depois com os frisos, reabastecimento...
Mudanças que tornaram o carro mais veloz e menos estável,
que transformaram corrida em classificação, e classificação
em corrida. Agora, uma coisa é certa: com tanta desordem, será interessante acompanhar o desenrolar desse campeonato. Por quê? 1- Schumacher tem, pela primeira vez em vários anos, uma pontuação para descontar, e a pressão novamente sobre os ombros. Ainda acredito que ele seja o favorito, mas terá que lutar como um leão, como nos tempos de 95. Essa nova pontuação prejudica demais quem abandona, e favorece muito quem chega em segundo ou terceiro. Se Raikkonem se preocupar em completar o máximo de corridas, será difícil descontar a vantagem. 2- Rubens está amadurecendo. Não apenas está forte como piloto, acertando bem o carro e traçando a estratégia, como está muito mais equilibrado em suas declarações, e, aparentemente, em suas emoções. Nunca esteve tão próximo de Michael, sendo capaz mesmo de o superar em ocasiões cada vez menos raras. O pega com David foi o melhor momento do ano até aqui. 3- Kimi é uma real ameaça ao recorde de Émerson, com chances de se tornar o mais jovem campeão mundial se ninguém tratar logo de lhe ensinar boas maneiras. Evoluiu muito do ano passado (quando não andou bem) para este. Estou com um besouro atrás da orelha com a Ferrari. Esta pane seca me lembrou algo ocorrido no GP da Europa de 1999, quando a mesma equipe Ferrari deixou um certo Irvine sem uma das rodas num reabastecimento, quanto este se atreveu a lutar por um título aguardado por vinte anos após o acidente de Schumacher. Não posso afirmar que houve sabotagem. Nem tenho convicção nenhuma. Apenas acho que ninguém em sua sã consciência pode colocar a mão no fogo pela Ferrari. Afinal, Rubinho ia abrir vários pontos no campeonato. E aí? Não consigo imaginar Schumacher parando nas mesmas condições por pane seca. E se não existe mais ordem por rádio... Interlagos ficou devendo. Drenagem precária, guindaste em área de escape, comissários chutando peças da pista, direção branda após acidente de Webber, etc... Em meio a isso tudo, estou com Rubinho e não abro! Abraços Márcio, Nova Friburgo
Amigos, Teorias conspiratórias Existem fatos que por mais que os seus autores neguem em público, a verdade fica evidente pelos resultados. O caso clássico é o Lucy in the Sky with Diamonds dos Beatles. John Lennon morreu afirmando que as iniciais do título da música (LSD) nunca teve nada a ver com drogas, que foi inspirado num desenho feito pelo seu filho Sean. Agora analisando a letra que fala de pés de tangerina, céus de marmelada, olhos caleidoscópicos é impossível não associar a música ao LSD. O que isso tem a ver com F1? Analisemos esta temporada e a passada.
Os problemas do Rubinho só terminaram quando o alemão
estava na frente dele na pontuação, numa situação
consolidada diante da equipe. Mesmo assim teve que dar passagem quando
a situação já estava favorável ao Michael.
Os seus resultados somente foram expressivos com o campeonato do alemão
assegurado. Bom, vejamos se como vai ficar a teoria nos próximos capítulos. []'s Olavo, S.Paulo
Cara GPTotal, Todo mundo fala que o Barrichelo foi o grande perdedor, mas estão
errado, p/ mim foi o Coulthard. Abraços, Ricardo Simone, Cubatão
OLHA, TODO MUNDO TÁ FALANDO SOBRE O BARRICHELO, E EU TAMBÉM QUERO DEIXAR A MINHA OPINIÃO. EU SEMPRE TORCI PRA UM BRASILEIRO CHEGAR E DAR UM "BANHO"
NOS GRINGOS MAS O BARRICHELO SE SUBMETE A ESTE HIPÓCRITAS. BOM,
O BARRICHELO NA MINHA OPINIÃO É UM INCOMPETENTE COMPLETO.
NÃO VAI GANHAR NADA NA FÓRMULA 1. Alisson Fernando Cardoso, Curitiba - PR
Caro Eduardo Até Quando ??? Nada a comentar sobre o Barrichelo, pilotou uma barbaridade e faltou sorte, mas sorte também é preciso e ponto. Agora, até quando esta vergonha chamada GP Brasil - Interlagos ?? 1 - Nas tomadas aéreas, se nota vários claros de terra sem grama.Será que nossa "competente" prefeita não conhece um bom jardineiro ? 2 - As ondulações da pista são inacreditáveis, será que ninguem consegue resolver isto ?? 3 - Um "maloqueiro" como fiscal de pista chuta restos de carro para todo o planeta ver. Onde está o treinamento e a educação?. 4 - Uma máquina enorme dentro da pista no sol, mais parecia uma guilhotina pronta para fatiar alguém. (Foi muita sorte !!) 5 - Uma drenagem "a la Marta ", que lembrou em muito a da marginal no mês de janeiro. Sugestão : Vamos devolver para o Rio, talvez façam menos feio lá fora. Abraço
Eu concordo com o Bob Sharp. Muito estranha e suspeita a pane seca
do Barrichello. Parece proposital mesmo. Robson Heringer, BH
Esta é 2ª vez que escrevo para o GPTotal. Volto a escrever
pois é incrivel como mutiliram a Formula Um. Em vez de fazerem
um regulamento em que nivelassem as equipes, tanto no aspecto técnico
quanto financeiro, inventaram um monte de coisas que se de um lado trouxeram
emoções novas de volta por outro lado simplesmente só
premia quem realmente não foi o melhor da corrida. Fernando Eduardo Macedo Marques, Niterói
Amigos do GPTotal. Deixo aqui minhas considerações sobre o GP Brasil 2003. 1 - A transmissão realizada pela TV Globo foi a pior dos últimos tempos (dificilmente conseguiamos ver a difernça entre os principais líderes nas primeiras voltas), os cortes eram horríveis, quando mostravam uma luta de posições, cortava-se a imagem e mostravam outros pilotos, só para citar uns exemplos. 2 - perguntar não ofende: o Alonso pode ser bastante rápido ou louco suficientemente para arriscar tudo, ou será que a Renault não o avisou sobre bandeira amarela no circuito em virtude do acidente do Webber? 3 - o que foi aquele incêndio no carro do fisichella? 4 - Se a Jordan, Jaguar ou Minardi vencessem essa prova maluca, o regulamento mudaria na segunda feira subsequente ao GP. 5 - Mais uma vez problemas de combustível tiram Barrichello da prova (lembram do GP da bélgica de 2001, do GP da Hungria em 1996 e do GP da Europa em 1993?) 6 - Eles estão de volta: Rubinho (Dede), Todd (Didi), Schumacher (Zacarias) e Brown (Mussum). OS TRAPALHÕES... com esse time vc é o palhaço... um abraço a todos... Alessandro Ribeiro, Natal-rn
E ae Edu, e ae Panda Se vcs acham que o novo regularmento é uma merda (eu também estou começando a achar, porque está visívelmente favorecendo a McLaren). Na opinião de vocês, como deveria ser o regularmento (desde que tenha mais competitividade)? Pedro Henrique Accioli Cardoso, São Paulo-SP Pedro antes de responder quero deixar bem claro que não me considero dono da verdade. Portanto, considere o que vou escrever não como uma "salvação", mas como uma receita diferente da que foi tentada pela FIA. Eu, se pudesse distribuir cartões de visita com o cargo "Presidente da FIA", mexeria em muito pouca coisa em relação ao que era no ano passado. O mais importante não foi feito: eliminar essa ridícula restrição a 12 equipes por ano e a caução de US$ 48 milhões para qualquer nova equipe poder entrar na F 1. Essas duas medidas já estimulariam a entrada de novas equipes. Também eliminaria a multa de US$ 1 milhão por evento a que não comparecessem: ao menos no primeiro ano, elas poderiam comparecer a um número mínimo de GPs selecionados, podendo assim diminuir seus custos na temporada de estréia. Obrigaria ainda os fabricantes de motor a fornecer equipamento (mesmo que versões anteriores) para pelo menos duas equipes - isto, porém, a FIA já deve tornar obrigatório nos próximos anos. Também seria uma boa idéia limitar os testes particulares de todas as equipes, oferecendo em troca os "testes de sexta" que atualmente só são feitos pela Renault, Jaguar, Jordan e Minardi. Achei boa a eliminação da eletrônica a longo prazo. E mudaria o sistema de pontuação. Nada contra deixar oito pontuando, mas manteria uma proporção semehante à que era praticada no ano passado, que valorizava mais as vitórias. Estas são as idéias que lembrei agora. Devo estar esquecendo de outras, mas acho que já dá para ter uma boa noção de como eu faria. Abraços. (LAP)
Caro Panda
Olá pessoal Gostaria de fazer uma observação: no GP do Brasil, Barrichello deu show. Conseguiu uma pole na raça diante de seu público e fez uma belíssima prova. Realmente, só faltou a vitória, que seria praticamente certa, já que Coulthard, depois de ultrapassado, foi ficando para trás e Raikkonen, mesmo sem parar novamente, estava muito lento em relação a Barrichello.
Para se ter uma idéia, a melhor volta da prova, de Barrichello, foi 1'22'032. A segunda melhor volta, de Frentzen, foi 1'23'089, mais de um segundo de desvantagem. Raikkonen, em sua melhor volta, virou em 1'24'104. Apenas isso já diz como seria o provável término da prova.
Além disso, assim como no ano passado inteiro, mostrou-se um piloto maduro. Ao lado de Europa/93 e Alemanha/00, considero esta prova uma das melhores de sua carreira.
Quem errou de forma clara foi a Ferrari: mesmo sem telemetria, não é nada difícil calcular a quantidade de combustível usada pelo piloto por volta e prever quanto lhe resta de combustível. Já sobre Schumacher, errou, é verdade, como muitos outros. Mas acho que não há motivos para desespero. A Ferrari ainda nem estreou a F-2003-GA, que, pelos testes, aparenta ser um carro imbatível.
Sobre o acidente de Alonso, ele vinha acelerando como um louco. Parece que nem viu as bandeiras amarelas. Foi um dos mais espetaculares acidentes de Interlagos que já pesenciei. Os outros foram o de Michael Andretti e Gerhard Berger na largada em 1993 e o de Jos Vestappen e outros três pilotos que nem me lembro mais quem são na Reta Oposta em 1994.
Para completar, mudando um pouco de assunto, na transmissão da corrida, Reginaldo Leme comentou que a altitude influencia no consumo de gasolina. Isso realmente é verdade? Se a F-1 corresse atualmente em Cidade do México, como seria o consumo em comparação a outros circuitos? Até a próxima
William Lopes Machado, Brasília-DF
Após este abandono de Rubinho aqui em Interlagos, fiquei com a dúvida se os carros de F1 possuem um marcador de combustível ou isto tudo depende da telemetria?
Vécio Peixoto de Sousa, Natal/RN
Abraços. (LAP)
Olá pessoal, Estou escrevendo pra reclamar da FIA que determinou esse negócio de só um tipo de pneu de chuva por corrida.
Tudo bem que seja um só tipo de pneu, mas então deveriam banir o pneu intermediário. Para mim é claro como água que ninguém nunca vai levar para pista nenhuma um pneu de chuva de verdade. Vão sempre contar que em um GP de chuva forte os pilotos vão fazer abaixo-assinado pra não largar. Nessa eu estou com o Villeneuve e não abro. Se os pilotos não querem correr com chuva é melhor ir pras corridas de camelo no deserto. Pelo menos vão ficar sequinhos lá. Essa frescura de não largar com muita chuva é coisa de piloto covarde que nunca viu as corridas de Mônaco/84, Silverstone/88, Canadá/89, Austrália/89 ou Donnington/93. E olha que alguns destes corajosos homens da velocidade até estavam nesta última. Abraços, e desculpem esta raiva incontida. Júlio Lima, Belo Horizonte
PANE SECA DE RUBINHO...
achei que foi o mesmo problema hidráulico que o tirou do GP do ano passado. Coisa estranha, mesmo. Será que dentro do carro o piloto não tem nenhum indicador de combustível, como nos inocentes carrinhos de passeio???
Se a equipe sabia havia várias voltas que a telemetria do carro não estava chegando, poderia simplesmente deixar o Rubinho esperto e adotar uma tática segura para os pit stops... Fazer do alemão seu guia seria complicado, porque as corridas seriam diferentes e são pilotos diferentes. Logo a Ferrari??? Tá esquisito. []s
Ainda sobre o GP do Brasil. Acho equivocada a limitação de tipos de pneu para cada GP. Ontem ficou bem claro o quanto isso interferiu na corrida, pois a Bridgestone estava com o intermediário e a Michellin com o biscoito.
Durante a transmisão, deu para perceber que o repórter quando mostrou uma coluna de pneus, tratava-se do Potenza intermediário da Bridgestone, pelo tipo de sulcos, todos na diagonal externa partindo do centro do pneu, na parada de boxes das McLarens também ficou nítido que corriam com o Michellin bicoito, onde os sulcos que expulsam a água da pista, possuem as mesmas ranhunras diagomais do centro para fora, porém tambem apresentavam sulcos horizontais que definem o desenho que apelidou o pneu de biscoito. Qual era a decisão certa? Impossível saber, pelo visto como não voltou a chover a Bridgestone teria a vantagem, como bem mostrou Rubinho enquanto a pista secava e ele fazia as melhores voltas, claro que já estava leve sem gasolina, mas devemos considerar que o Fisichella pressionou a McLarem do Raikkonem quando a pista estava mais seca ainda, a Jordan também estava de Bridgestone intermediário, portanto a surra que todos anunciam da Michellin na Bridgestone neste início de temporada tem muito a ver com as pataquadas da FIA para "equilibrar" o campeonato.
Ontem a Bridgestone tinha tudo para se dar melhor. Podem até dizer que no sábado a Michellin arrebentou e que a Bridgestone teve a pole graças a Barrichello; quanto a este fato concordo, mas lembremos que no sábado a temperatuda da pista estava perto dos 38 graus, condições ideais para a Michelin, uma vantagem discutível que só existe praticamente em um ou dois GP's (Malásia, Brasil e talvez Espanha).
Um abraço
Caros colegas, "É tão novo quanto...". Três vitórias da McLaren, duas de Raikkonen, é, sim, tão ou mais novo do que 15 vitórias em 17 corridas da Ferrari em 2002. "É tão novo quanto...". Dezessete pilotos com pontos em três etapas é tão ou mais novo do que apenas dez, no mesmo número de corridas, em 2002. "É tão novo quanto...". Circunstâncias como os carros de Pizzonia e da Matta são, como o próprio adjetivo caracteriza, "circunstâncias", assim como foi a chuva torrencial em Interlagos, assim como foram outras chuvas em outras pistas, em outras temporadas, e são "tão novas quanto" qualquer outra em 53 anos de Fórmula 1.
Se vocês não querem competição, disputas, acidentes e coisas relacionadas DIRETAMENTE com o ESPORTE Fórmula 1 (que, como outros esportes, são sujeitos a regulamentos e mudanças - vide vôlei, basquete etc.), façam como sugere um tricampeão de Fórmula 1 brasileiro: vamos instituir uma competição de quem chupa picolé mais rápido. Sugiro aos "bradadores-de-plenos-pulmões-do-regulamento-novo-que-é-uma-bosta" que corram à padaria mais próxima e comprem os seus picolés. Isso é empolgação e é "tão novo quanto" tomar água quando se está com sede ou fazer uma bostinha quando se está com dor de barriga.
Daniel Faria, Brasília - DF
NA TEMPORADA DA NEGA MALUCA,
Amigos, em especial o Romeu Nardini, Realmente muitos de nós temos infindáveis histórias
do GP Brasil. Vc lembrou muito bem do Emerson, eu também estive
no FNAC pegando o autógrafo do responsável por toda esta
empolgação da F1. A corrida deste ano foi muito especial, deu para ver como pequenas mudanças do clima e ajustes internos do carro funcionam. Novamente eu senti que ainda existe um certo amadorismo no Brasil,
pequenos detalhes que levam os gringos a desprezarem o nosso GP (aonde
quer que seja). Aquele trator na curva do Sol me deixou totalmente perplexo.
Como aquilo poderia estar ali em plena corrida! Já pensaram se
o Schumacher tivesse entrado debaixo da máquina! Com relação aos rios atravessando a pista, eu acredito
que elas são imprevisíveis e servem para que no ano seguinte
sejam corrigidos. Esses "rios" não são exclusividade
de Interlagos. O Rubinho, não tenho muito que dizer. Novamente foi o vencedor
moral (junto com o Fisico), a pane seca ali estava evidente, não
sei se havia alguma movimentação nos boxes p/ o reabastecimento. Viva Interlagos! Viva o clima de São Paulo ! Longa vida GP Brasil. []'s
Será que se não acabasse a gasolina o Rubinho ganhava a corrida mesmo? Não sei se a segunda parada seria antes do término da corrida, pois se ele parasse na volta 45 (ele abandonou na volta 46), ele ia voltar atrás do Raikkonen e Fisichella (com tanque mais cheio, e os dois estava com tanque quase vazio), não sei se ele passaria os dois antes do término. Obs: O Ralph Firman rodou tanto nos treinos, será que ele não danificou a suspensão nas suas dezenas de rodadas? Não sei se nos treinos, ele chegou a bater nos pneus, muro, etc... Será que dá p/ saber qual volta que o Kimi, Fisichella iriam parar? Nelmo Prates, São Paulo
Primeiramente, parabéns pelo site. Barrichelo já havia feito um abastecimento... Mesmo assim, realmente ele abandonou por pane seca???????? Haroldo Lúcio Pinto, Sabará - MG
Edu - A F1 queria se parecer com as corridas americanas em espetáculo?
Pois conseguiu, Só faltava o Fisichella ganhar com a Jordan (Coitado, ele até
comemorou). E, graças a Deus, o nível de segurança
que os carros atingiram realmente foi espetacular. Há 10 anos,
com o visto em Interlagos, seria bem possível acontecer um funeral - Fazia uns 3 anos, mais ou menos, que o alemão não abandonava.
Ele pareceu - Volto a bater numa tecla: será que o motor Ferrari tem se
revelado um beberrão - A Michelin, até agora, está parecendo encurralar a
Bridgestone como um gato - Que belo carro a Renault! Disputa com o da McLaren o título
de o mais consistente - Dê um carro bom ao Mark Webber e ele vai dar trabalho. - Kimi Raikkonen... Até agora, está correndo como quer, e se não tivesse passado da velocidade máxima permitida nos boxes em Albert Park estaria com 30 pontos em 30... Fez uma corrida cerebral em Interlagos e ia ganhar, porque o Fisichella precisaria reabastecer e ele deu a impressão de se deixar ultrapassar logo antes dos acidentes sabendo que o Jordan estava leve, para seguir tranquilo depois. Está pronto para o novo regulamento: sempre rápido nos
treinos, é sempre rápido Se a F2003 não pôr ordem em Maranello, e, principalmente, se o novo McLaren for tão bom quanto o atual, o garoto é sério candidato a papar o título. - Essa situação, Raikkonen com 26 pontos, e Schumacher e Barrichello com 8 cada um, pode prejudicar o brasileiro, pois a Ferrari pode concentrar esforços no alemão para reverter o quadro contra a McLaren. Ele não vai permitir, até mesmo por contrato, que o Rubinho tome sua folhinha de ouro dentro da equipe. Que seja o jovem Kimi... []s Alexei, Belo Horizonte
CARÍSSIMOS COMPANHEIROS DA REDAÇÃO, AGUARDANDO A CONSIDERAÇÃO DE VOCÊS A RESPEITO,
Mais uma vez parabéns pelo site e
gostaria de saber porque a McLaren teve essa grande evolução
da temporada de 2002 para a de 2003. Ivan Eilert, Porto Alegre Você tem todos os motivos para estar surpreso, Ivan. Eu e o resto
do mundo também estamos. Três corridas, três vitórias?
Creio que nem o pessoal da McLaren sonhava com isso.
A prefeitura de São Paulo gasta tanto dinheiro na reforma do autódromo de Interlagos, com certeza deve contar com boa equipe de engenheiros e técnicos porcos em planejamento e topografia, tão estúpidos que não conseguem construir um sistema simples de vazão para água e deveriam ser os responsabilizados pelos danos causados ao espetáculo de F1 deste domingo. Samuel Silva, São Paulo
Caros Amigos Panda & Eduardo: esta não é uma carta pergunta mas somente um desabafo
no que acredito ser o site mais inteligente na internet a respeito do
esporte, principalmente porque mostra a nova geração que
não teve a oportunidade de conhecer o que realmente era uma F1
de verdade, não este circo farsante, atual. Infelizmente os aficionados tem que se conscientizar que a Fórmula
1 MORREU em sua essência, que é simplesmente ridículo
largarem 20 carros/clones e que se não morreu ainda fisicamente,
como evento em breve acontecerá. Hoje prefiro assistir as corridas de Kart - pelo menos são maquinas e pilotos de verdade, Por enquanto ! Salve o GPTotal Abraços Jean Carlo Szepilovski, São Paulo
A Ferrari errou nos cálculos com relação ao momento
de chamar o Rubinho para o reabastecimento, pois logo após a
parada do Rubinho, vimos a Willians e McLaren chamando os seus pilotos
para os box. Gerson Borini, Campinas - SP
Fico pensando aqui com meus botões: o Schumacher é o
melhor piloto em atividade... ok. Abraços José Benedito Vizioli Libório, Piracicaba - SP
Olá, adoro este site, não deixo
de acessa-lo todos os dias. Celso Miki Hirose, Atibaia Confesso que não sei Celso, mas parece que alguns trechos mais
críticos do autódromo foram recapeados.
Quando a Fia promoveu alterações no regulamento do mundial
de Fórmula 1, todos disseram que era bom, pois promoveria um
maior equilíbrio no campeonato e outras bobagens desse tipo. E pior, o que se viu neste domingo de Grande Prêmio Brasil, é de um disparate e de um absurdo inominável. O vencedor da prova de fato seria o Giancarlo Fisichela, afinal a ultrapassagem ocorreu na volta anterior ao acidente do Webber, mas inexplicavelmente a vitória foi atribuída a um piloto da McLaren numa clara demonstração de que manda quem tem dinheiro, ou será que se a situação fosse inversa, se o Fisichela estivesse na frente e o Haikkonen tivesse passado na mesma situação, o resultado seria alterado? É senhores, a FIA continua velhaca e começo a perder o meu interesse na Fórmula 1 e olha que sou extremamente fanático pela categoria. Mas ninguém se indignou, ninguém defendeu a Jordan e ninguém defendeu o Fisichela. Alan Nogueira, Rio de Janeiro-RJ
TOTAL IRRESPONSABILIDADE DOS DIRIGENTES DA FORMULA 1!
SEMANA DIFÍCIL. E vocês do GPTotal, estão exagerando este ano. É falando sobre 31 anos de GP, de Jim Clark, (um dos meus ídolos juntamente com Surtees, Gurney e Bandini), do velho Autódromo de Interlagos, de Pavan “Jacaré” (não tem nada com F1, mas não há quem não se lembre da figura), enfim, fazendo com que a toda hora, eu tenha que entrar no site pra ver se tem mais “coisa”. E aí vem aquelas lembranças dos GPs anteriores. E fico muito feliz lembrando que também participei de algumas aventuras parecidas com aquelas vividas por vocês. Assisti vários GPs ao vivo, desde 1972. Também estava na arquibancada, quando o Emerson com a suspensão traseira quebrada, surgiu na curva do café, “abanando” de um lado para o outro da pista, deixando a vitória de mão beijada para o Reutemann. Aquela corrida não valia nada, mas presentear logo o argentino! Também dormi muito em arquibancada, tomei muita chuva, sol,
estilhaços de garrafas de cerveja, e memoráveis banhos
de caminhão pipa. Acompanhei as vitórias do Emerson, me
emocionei em 75 com o Pace, que precisava muito daquela vitória. Junto com uma meia dúzia de “débeis mentais”
como eu, descobrimos que junto à curva do lago havia um tubolão
enorme da qual saia uma grande quantidade de água. Foi uma festa.
Aquilo é que era “Big Brother”. Domingo após
a corrida, cheguei em casa com 39 graus de febre e um misto de gripe
e insolação. Mas muito feliz com mais uma vitória
do Emerson. Vi Lauda, Regazzone, Hunt, G.Hill, Merzário etc.
Os Gps voltaram para São Paulo dizem, graças a uma tal
Dona Erundina, não sei. Mas o nosso circuito estava irremediavelmente
mutilado, destruído, criminosamente alterado. Hoje 5ª feira, 3 de abril, estou voltando da Fnac, onde Emerson Fittipaldi esteve autografando o seu novo livro "Uma vida em alta velocidade", em depoimentos a Peter Golenbock. Afinal Emerson é um dos responsáveis por esse meu vício
incurável.
Boa tarde Minha corrida inesquecível foi, sem dúvida, o GP Brasil em 93, com a vitória do Ayrton Senna. Foi aquele Grande Prêmio em que a torcida invadiu a pista, como nunca se tinha visto, quebrando todas as regras de disciplina e segurança. É difícil definir aquela cena, que refletiu bem o encantamento do povo por seu maior ídolo." Senna não pôde nem terminar a volta da vitória. Não me lembro de isso ter acontecido na Fórmula 1. Senna foi arrancado do carro e literalmente carregado nos braços da torcida. Um forte abraço
Que saudades do antigo Interlagos, aquilo sim é que era pista
(coluna do Luis Fernando Ramos).
O Primeiro Grande Prêmio a gente nunca esquece. Como tudo que é pela primeira vez é inesquecível.
No primeiro GP Brasil em 1972 estava com 13 anos quase 14. Eu era o
caçula da turma que foi assistir a corrida. Todo o pessoal estava
no 4o do ginasial e eu no 2o. Estava na turma graças ao amigo
Márcio, também fanático por corridas e em especial
por motores. Descemos no portão 2, o irmão mais velho de um dos caras da nossa turma não tinha comprado ingresso ainda, e ai tivemos a grande dica. Não era necessário comprar ingresso para ver a corrida ! O cara se separou da gente ainda fora do autódromo e dali a pouco ele aparece já dentro do autódromo saindo de um banheiro... Nos instalamos nas arquibancadas exatamente no inicio da faixa de entrada dos boxes. Seriam horas de espera, apenas quebrado pelo warm-up. O primeiro ronco que veio dos boxes foi uma ovação. E começaram os treinos. Estava vendo ali os Formula 1s ao vivo ! O grito do motor ecoando no retão, lá longe, dava um arrepio de emoção. De cara passa o Henri Pescarollo com um March (modificado pelo Willians) preto, bem perto do muro dando uma impressão de maior velocidade (o que depois veriamos que ele não era dos mais rápidos). Aquele cara me deixou impressionado ! Depois vieram os Lotus 72 JPS, coisa linda, as Brabhans, coisa feia, as Marchs. Depois dos treinos, teriamos mais algumas horas de tédio, quebrado pelo precioso Walk-Talk do nosso amigo Márcio. Coisa rara na época no Brasil. Descobriu-se que os fiscais de pista usavam a mesma freqüência, e ai começou a farra. Era uma esculhambação... - Alô, a sua mãe está bem ? O pessoal fazia a maior festa com os radiozinhos (era um par). A vitória veio quando a vozinha anasalada do locutor anunciou por aquelas caixinhas acústicas que ficavam pendurados nos postes (eram uns 4 ou 5 altofalantezinhos de 5 polegadas): - Atenção, solicitamos que as pessoas que estão com intercomunicadores não o utilizem pois estão atrapalhando o trabalho dos nossos fiscais. Vitóra ! eles pediram arrego. A largada foi marcante, todos os motores roncando ao mesmo tempo, mesmo
sendo uma dúzia de carros ! O Emerson abriu e foi embora, afinal
nem o Stewart nem as Ferrari estavam ali. E o Luizinho (Luis Pereira
Bueno) com a March Bolinha lá atrás, cada vez mais atrás. A volta foi outra aventura... Pegamos o ônibus de volta ao centro da cidade. As ruas estavam todas congestionadas. O ônibus lotado, e nada de ir p/ frente. O motorista parece que conhecia um atalho, saímos da av. Interlagos, passamos por algumas ruas de terra e paramos novamente...Para se ter uma idéia a corrida tinha terminado as três e meia, e as seis horas estava comendo dentro do ônibus o último pão (a seco sem queijo nem presunto) porque ainda não tinhamos conseguido chegar à ponte do Socorro ! Cheguei em casa, moido, lá pelas oito e meia, satisfeito mas chateado pelo Emerson, afinal nem tudo pode ser 100% bom na primeira vez. []'s Olavo, São Paulo
Lamentável que os jornalistas brasileiros nunca desceram a lenha
na Jordan e na Jaguar, pois anos atrás eles simularam um roubo
de pneus e a Jaguar de notebook. Abraço Nelmo Prates
Há dois erros no Especial GP Brasil 1983. Paulo Leonardo Noronha, Recife
Eduardo, Acho que sempre fomos vizinhos na caixa d`água (Coluna do Edu
de 31/3). Era o ponto onde brigávamos para estar de C-14 de ré
em cima da calçada que dá pro primeiro lance da arquibancada.
Calço na suspenção para aguentar 10/12 moleques.
Pessoal Vou a Interlagos desde 1994 e vejo cada ano o Autódromo melhor e todos dizem que existem muitos autódromos "lixo" no mundial. De verdade, como é Interlagos como pista e estrutura em relação aos outros circuitos ??? Essas colocações e criticas são reais e necessárias ??? Obrigado Fernando, São Paulo
Como vai Pandini?
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