Gostaria de dar os parabéns, o site esta ótimo.

Jorge André, São Gonçalo


Saudações

Vi a reportagem com a foto da Renault pilotada pelo Piquet (Pergunte ao GPTotal)...

Então resolvi brincar um pouco

Um abraço....

Paulo



A título de curiosidade fiz as contas de como terminaria o mundial de acordo com a idéia do Ingo Hofmann, de Joinville, que propôs que se atribuísse 1 ponto ao 1o colocado, 2 aos 2o, e assim por diante, ficando o título com quem fizesse menos pontos. Em números absolutos, quem menos teria pontos seria o Marc Gene, que correu apenas uma vez e fez 5 pontos com seu 5o lugar. Da mesma forma o Sato teria somente 6 pontos.

Para evitar essa distorção, atribuí 20 pontos a cada piloto que deixou de participar de uma etapa (pontuação semelhante à do último colocado). Dessa forma cheguei aos seguintes números (entre parentêses os pontos obtidos nas corridas disputadas e a soma dos atribuídos por corridas perdidas) que apenas confirmam o título do alemão queixudo:

1o – Schumacher – 68 pontos;
2o – Raikkonen – 94;
3o – Montoya – 99;
4o – R. Schumacher – 121 (101 + 20);
5o – Barrichello – 127;
6o – Alonso – 132;
7o – Coulthard – 143;
8o – Trulli – 159;
9o – da Matta – 172;
10o – Buton – 173;
11o – Webber – 175;
12o – Heidfeld – 184;
13o – Panis – 212;
14o – Frentzen – 214;
15o – Fisichella – 216;
16o – Villeneuve – 220 (200 + 20);
17o – Verstapen – 223;
18o – Firman – 239 (199 + 40);
19o – Wilson – 243;
20o – Pizzonia – 253 (153 + 100);
21o – Kiesa – 304 (64 + 240);
22o – Gene – 305 (5 + 300);
23o – Sato – 306 (6 + 300);
24o – Baungarten – 307 (27 + 280).


Luciano Balarotti, Curitiba


Parabéns pela paciência, Luciano. Muito legal.

Confesso que fiquei curioso mas não tive c...lhão nem tempo de fazer todas as contas que você deve ter feito. Muito obrigado, e creio que este agradecimento pode ser dado em nome de todos os leitores do GPTotal.

Reparei um aspecto cruel desse sistema: a não participação em um GP significa uma lambada de 20 pontos - e não simplesmente aquilo que o piloto deixa de marcar. Eu, particularmente, já achava estranho e a colocação dos pontos da ausência entre entre parênteses (tanto + 20) me deu essa certeza.

A título de curiosidade: até uma certa época (até o início dos anos 1980, com certeza), o Campeonato Brasileiro de Kart tinha uma pontuação idêntica. O campeonato acontecia em um único final de semana, com duas ou três baterias. Cada bateria era, na prática, uma etapa, com contagem por pontos perdidos: 0 pp para o vencedor, 2 para o segundo colocado e etc. Os treinos classificatórios definiam o grid de largada para a primeira bateria, e da segunda em diante o grid era definido pelo resultado da bateria anterior.

Pois bem. Segundo o Luca Bassani, fotógrafo de corridas e muito amigo do Gil de Ferran, houve um ano em que o Gil fez a pole position, mas levou uma traulitada na primeira volta da primeira bateria e ficou por ali mesmo. Resultado: 30 e tantos pontos perdidos, logo de cara. Segunda bateria: Gil se recupera e vence. Terceira bateria: Gil sai na pole e vence. Final do campeonato: Gil em décimo e qualquer coisa na classificação final, devido aos pontos perdidos da primeira bateria...

Minha opinião: esse sistema de pontuação é um lixo, ainda que a classificação final apurada por você tenha ficado praticamente a mesma em que terminou o campeonato de 2003. Repare que, de importante, inverteram-se apenas as colocações do Ralf e do Barrichello, ainda que o alemão tenha arcado com os 20 pontos da ausência de Monza.

Abração. (LAP)


Amigos,

tenho acompanhado um crescimento muito grande de uma categoria que sempre encheu meus olhos mas nao de muitos no brasil, a WRC, ou Mundial de Rally.

Adoro a categoria, e o novo regulamento aumentou mais ainda o bolo que sempre acontece por la, a duas provas do campeonato ninguem sabe quem vai ser o campeão, e Carlos Sainz agora eh o lider do campeonato, sem ter liderado o mesmo em nenhum momento. Isso sem duvida chama a atenção dos telespectadores, alem do que a transmissão é sensacional, muito melhor do
que a da formula 1. As imagens passam muita emoção. Não sei porque no Brasil não tem uma atenção muito grande, acho que é porque não tem nenhum piloto daqui correndo por lá, e seria uma coisa muito interessante ter um piloto sulamericano em uma das equipes grandes, que so tem o pessoal europeu correndo.

Agora chegando onde eu queria...

Será que Bernie Eclestone não esta vendo isso tudo acontecer ?
Os jogos de computador e videogame lançam cada vez mais jogos com licença das fábricas. È muito massa vc ver um carro que pode ter na garagem correr no meio do mato e cheio de lama, ou rebaixado em um monte de estradinha sinuosa. já os jogos de formula 1 não apresentam novidades a muito tempo. Na europa a popularidade das provas de rally (li isso em algum lugar que não me
recordo) tem tido mais audiencia do que a F1.

Já presenciamos a FIA matando diversos campeonatos interessantes porque tomavam interesse do publico na F1. Sera que eles vao matar tambem o WRC?

Tomara que não, pois eu nutro grande simpatia por aqueles carros, aqueles caras, acho que é tudo mais acessivel... è um campeonato onde o publico fica de junto da curva onde os carros passam, isso é empolgante, Os carro quebram de junto das pessoas e o se pode ver de perto seu idolo trocando um pneu, ou se enfiando embaixo do carro para ver a suspensão, alem do mais, as batidas são lindas (quando nao causam vitimas eh claro)

É uma coisa a se pensar... tomara que não acabe pois é simplismente espetacular...

Um abraço a todos,

Rosalvo Neto , Salvador


Faço um convite aqui a todos vcs e qquer um que queira conhecer o automobilismo na sua raiz!! Nada de ajudas eletrônicas, nada de dinheiro falando mais alto. Apenas o prazer de correr. "Máquinas projetas precariamente, executadas precariamente mas com a engenhosidade dos tempos remotos! Disputas metro a metro, acidentes espetaculares!

É o GP da Poli, agora, sábado dia 8 de novembro. Os carrinhos de rolimã mais rápidos estarão disputando mais um GP na rua do Matão, Cidade Universitária. É a Indy 500 do rolimã!! Começa de manhanzinha, com a vistoria, depois descida de reconhecimento. Depois, ao molde do novo sistema de classificação da F1, duas descidas solitárias, valendo o melhor tempo (o Max provavelmente já compareceu e copiou...). Daí p/ frente, descidas eliminatórias com até 12 carrinhos por grid. Eu estarei competindo pelo 8o ou 9o ano consecutivo e tentando alguma coisa....

Apareçam no "hospitality center" de minha "escuderia" (na realidade, uma árvore, devidamente reservada chegando-se cedo..). E com certeza, as equipes maiores os receberão como convidados ilustres com churrasco e muita cerveja. A minha equipe é pequena. Só tem uma térmica com tang.

Abraços

Claudio Habara, SP


Respondendo ao Fabio de sampa

1- O piloto que morreu em laguna seca foi o uruguaio Gonssalo Rodrigues que
foi rival de Zonta e Montoya na f-3000

2- O lançamento do BRAHMA SPORT TEAM da cart foi feito em plena avenida av. vieira souto na praia de ipanema com direito a Raul Boesel dando cavalo de pau e simulação de pit-stop (fantastico)

Ricardo Andrade, RJ



Lendo as últimas opiniões dos leitores, resulvi fazer um "apanhado" das opiniões:


- O piloto uruguaio que morreu quando corria pela equipe Penske se chamava GONZALO RODRIGUEZ, e o acidente foi no circuito de LAGUNA SECA, na curva/chicane chamada SACA-ROCHA. O carro saiu da pista e parou com as rodas para cima. Consta que o mesmo acabou por afundar na areia, agravando em muito as conseqüências do acidente. Foi nesta curva que ALEX ZANARDI
realizou uma das mais belas ultrapassagens que já vi, sobre o piloto BRIAN HERTA.

- A Penske realmente desenvolveu um câmbio semi-automático, mas por razões de US$, a CART proibiu o seu uso.

- O período que se seguiu ao final da temporada de 92 e início de 93 da F1 foi uma das coisas mais deprimentes que vi neste esporte ao longo dos anos.
De todos os envolvidos, só restou dizer algo: - LAMENTÁVEL!

- Em relação ao GP do Japão, muito se comenta se o Kimi fosse o 1o., o Barrichello 2o. e o Schumacher o 9o.
Se fosse o dono da equipe, claro que arrumaria uma forma de meu piloto ser campeão. Desde que ele não não tire um adversário da prova, tudo bem.
Aos que vão criticar o que disse, procurem saber o que aconteceu em 1964.
Penso que pior que isso é o piloto jogar deliberadamente o seu carro contra um adversário como forma de ganhar um campeonato.

- Hélio Castro Neves fez um teste pela TOYOTA, foi muito bem por sinal, até recebeu um convite para ser seu piloto de testes. O teste aconteceu em LE CASTELLET.

- Quanto ao PANDA, está ficando popular entre as "VIÚVAS" em cara!


Têm muitas coisas no universo da F1 que simplesmente não chega ao "ouvido" do grande público. Infelizmente, nós brasileiros, somos vítimas de uma cobertura com muita baixa qualidade de informação, além de ser tendenciosa.
UM HORROR!


Muitas pessoas, algumas até muito importantes, verdadeiros formadores de opiniões, embarcam nesta onda de CONSPIRAÇÕES, SACANAGENS, PUXADAS DE TAPETE, etc... Como já foi dito anteriormente neste site, a FAMOSA SÍNDROME DE COITADINHO DO BRASILEIRO. Se ganha é uma festa, caso contrário, é roubado, sacaneado... coisas do tipo. Querem exemplos: SENNA 89, 92 e 93;
COPAS DE 66, 78 e 98.

É uma pena essas pessoas não ficarem sabendo os detalhes que cercam certos ambientes, certamente muitos poderiam rever ou até mudar seus pontos de vista.

- Nestes anos percebi uma diferença de comportamento entre SENNA e SCHUMACHER. Neste caso, caso esteja enganado, gostaria que o LAP e o EC me corrigissem.
Quando o SENNA tinha um problema na equipe, como ficou evidente no meio da temporada de 91, depois em 92 e 93, ele simplesmente vinha até a imprensa e detonava a todos (engenheiros, mecânicos, técnicos, sobrou até pro RON DENNIS).
Já o SCHUMACHER tem uma maior preocupação em poupar, pelo menos aos olhos do grande público, esse pessoal acima citado (excessão ao RON DENNIS).
Me parece que prefere manter o assunto "dentro da garagem".
Também enaltece como poucos o trabalho de todos da equipe.
Estou certo em minha análise?

Paulo C. Cicarello, Birigüi - SP


Paulo, eu concordo com a sua análise final. Alguns vão dizer que é porque eu gosto do Schumacher e não do Senna, mas f...-se. Fatos são fatos. Abraços.
(LAP)


Com relação à pergunta de Fábio Rodrigues de SP, o último piloto a ter um acidente fatal foi Gred Moore, no ultimo Gp do ano de 1999, quando este já tinha um contrato assinado com a Penske e seria comapnheiro de Gil para 2000. O canadense morreu no Gp de Fontana 500, quando seu carro capotou por umas 6 vezes. Este acidente deu-lhe a outro brasileiro, Hélio Castroneves, a chance para ser de uma equipe de ponta em 2000.


O leitor Fábio Rodrigues mencionou que o último piloto que morrera era um mexicano, mas de fato foi um Uruguaio. Seu nome era Gonçalo Rodrigues. Este morreu no gp de Laguna Seca.

Outro assunto: No regulamento da FIA, o grid de largada pode ter no máximo 22 carros, ou seja, 11 equipes. O que vemos são 22.
Será que a FIA não se interessa em dar apoio à alguém que queira entrar para completar esse grid?


Será também que não há nenhuma montadora com interesses reais em estar na f1, visto que a categoria é um grande negócio para a indústria automobilística?

Um abraço a todos vcs. Parabéns, Panda.

Reinaldo Cavicchio Júnior, Jundiaí


Prezado Edu

Com relação à pergunta 2 do Fabio Henrique Rodrigues, de SP,o primeiro nome do piloto uruguaio que morreu em 99 na F-Cart, em Laguna Seca, era Gonzalo.
Gonzalo Rodriguez.
Abraços

Salvador Costa, Rio de Janeiro


Qual o motivo da briga entre Senna e Irvine no Gp do Japão de 1993? Houve discussão ?, quais as consequências? Mais algum piloto de envolveu ?

Salvador, Salvador

Irvine teria segurado Senna, quando este foi por uma volta no então estreante. Temos mais sobre este caso aqui no site; use a nossa ferramenta de busca.

Abraços (EC)


Caro Edu,

Se você puder me responder, gostaria de saber se vocês tem idéia se ainda existe o Fitti Porsche, que foi pilotado pelos irmaões Fittipali na década de 70.

Assisti a muitas provas aqui em Brasília com a participação desse carro. Sei que ele estava aqui em Brasília na década de 80, me parece com alguém aqui de Sobradinho, quando havia provas denominadas "corrida do Batom", pilolado por mulheres. Sei que esse carrinho participou de várias competições e depois nunca mais o vi. Será que ainda existe. Se você souber algo ou tiver fotos, por favor me responda.

Jovino, Brasília-DF

Não sei lhe dizer nada sobre o Fitti Porsche. vamos ver se algum leitor nos ajuda.

Abraços (EC)


Caros amigos do GPTotal

Concordo inteiramente com o Salvador Costa. Sempre tive a opinião de que Rubinho é um mala que cumpre ordens de modo acintoso, escancarando para a mídia e a torcida que está cumprindo ordens e deixando mal a equipe. A Williams e a McLaren fazem jogo de equipe sim, sempre fizeram, só que tratam essa questão com hipocrisia.
Este ano, aliás, estava todo mundo histericamente exigindo que as duas fizessem jogo de equipe (em favor de Montoya e de Kimi)para derrotar o alemão anticristo. Só a Ferrari é que não pode, aí cai o mundo.

Abraços

Roberto Ferrari Borba, Porto Alegre


Sobre a média de idade dos pilotos de F1, o Panis é considerado velho pq tem 37, assim como o Frentzen; Porém, lembro que a antiga F-Indy tinha vários pilotos cinquentões, como o Mario Andretti, que chegou a competir ao lado do filho Michael,

Gostaria que comentassem sobre isso;

Francisco P. Filho, Recife - PE

Só o que posso dizer, Francisco, é que as corridas americanas são menos exigentes em termos físicos do que a F1. Por isso há tão poucos coroas na categoria.

Abraços (EC)


Alguem aqui ja assistiu corrida do Fangio, Nuvolari e mais alguns finados citados como melhores que Senna(finado),Schumacher, Piquet ou sao todos apenas palpiteiros??

Quem vai poder dizer algo sobre quem é melhor, foi quem viu todas as epocas de perto, é ridiculo todo mundo aqui com 20, 30 anos de média de idade, saber se Senna era melhor que Tazio Nuvolari ou Fangio!

A F1 tem q ser dividida em eras! Tipo mesozoica, cenozoica e tal!

Adriano, Foz


Edu,

Lendo sua última coluna sobre o final da temporada, gostaria de dizer que concordo plenamente com você. Para todo amante do automobilismo esse período entre o final de uma temporada e início da outra é muito chato, pois não há muito o que acompanhar a não ser reprises do que já passou.

Em relação ao Schumacher se dar bem ou não sem a eletrônica dos carros acho que ele acabaria se adaptando, mas com certeza, os campeonatos que ele ganhou não teriam sido fáceis, pois certamente ele enfrentaria mais quebras do que de costume.

Já em relação ao jogo de equipe da Ferrari, não acho que seriam puritanos a ponto de evitar que o Schumacher fosse hexa pilotando uma Ferrari apenas para garantir um campeonato de equipes. Como todos sabem, sempre nos lembramos quais foram os campeões mundiais e quais equipes e depois é que vamos checar que foi o campeão de construtores. Logo, para o ego do baixinho, acredito que o importante seria o hexa.

Para terminar, gostaria de mandar uma mensagem para o Panda: sempre leio seus comentários e respostas que dá sobre o que acha e deixa de achar. Por favor, continue assim, pois é muito melhor ler um comentário vendo o que realmente o comentarista quer escrever do que ler ou ouvir filosofia barata.

Parabéns pelo site.

Abraços,

Fernando M. Ferreira, São Paulo


Bem, ao amigo que escreveu - e bem - sobre o teste do Senna na Indy: o motor Ford Zetec-R só foi utilizado pela Benetton em 1994. Na verdade, o nome Zetec batizava uma linha de motores de rua da Ford Europa, lançada na ocasião. Em 1993, Benneton e McLaren usavam o mesmo bloco, a grande e fundamental diferença foi a de que o motor da Benneton sempre era o mais atualizado.

O nome Zetec ainda foi utilizado nos anos que se seguiram a 1994, se não me engano, pela Sauber de 1995, quando esta perdeu os motores Ilmor.

Victor Serrão, Niterói, RJ


Caros amigos,

A interessante questao de que teria acontecido se o Michael, para ser campeao, precisasse que o Rubens saisse dos lugares que dao direito a pontos, parece ter dividido o pessoal entre os que pensam que haveria ordens ao Barrichello para que parasse, e os que pensam que nao. Eu sou dos que pensam que a ordem de parar seria dada,inclusive acho que a Ferrari é até possivel que tivesse alguma reticência mas, nao tenho duvida de que a influência da Phillip Morris teria sido decisiva para dar tal ordem.

Faz anos que a tabagista apresenta grande empenho em bater o recorde do J.M. Fangio e nao tem poupado nem esforços nem dinheiro no objetivo, pois isso lhe proporcionaria uma publicidade quase perpétua. Com este recorde no poder de um de seus pilotos, temos que,a partir de agora, cada vez que o assunto apareça na televisao, em revistas, em livros ou seja onde for, certamente lá vai aparecer uma fotografia do Michael com a marca Marlboro bem grande no seu carro ou no seu macacao e, isto é especialmente importante tendo em conta as presentes, e futuras, restriçoes sobre a publicidade do tabaco em muitos paises, pois esta é uma forma de garantir um retorno, praticamente, permanente ao seu investimento. Vejam bem que, aqui mesmo, cada vez que aparece algo sobre a Lotus, temos lá a propaganda da JPS, apesar de que faz mais de vinte anos daquele patrocinio. A Lotus já nao existe mas, a JPS continua beneficiando-se daquele investimento.

Acho que este foi um dos motivos que impulsavam a Phillip Morris no seu grande interesse de que um de seus pilotos fosse quem tivesse tal privilégio de aparecer nos anais da historia, arrastando consigo a imagem da empresa.
Inclusive, vale lembrar que isto já tinha sido tentado antes com o Prost mas, o Senna acabou estragando a jogada, batendo o francês nas pistas com licença de Ron Dennis e sua politica de dar liberdade aos pilotos, coisa que teve como consequência que, ao termino do contrato de patrocinio da Marlboro com a McLaren, tal contrato nao fosse renovado e, depois de mais de vinte anos trabalhando juntos, a tabagista abandonou a equipe britânica para dar seus milhoes à Ferrari.

Se a McLaren era uma das grandes equipes da F1 com o dinheiro da
Marlboro, imaginem o que esse dinheiro podia fazer na Ferrari, que sempre foi a equipe com mais alto orçamento da F1 : fazer que a Ferrari fosse ainda mais grande. Agora a verba à disposiçao da equipe do "cavallino rampante" era descomunal; acredito que até maior que a receita nacional de muitos paises, e assim tudo era mais facil para eles, e inalcançavel para os outros.Além disso, e só para garantir o sucesso do objetivo, o Michael, em todo momento, teve preferência absoluta dentro da equipe. Assim a Marlboro
teria o seu almejado campeao e a Ferrari, também, e justo num momento delicado do grupo FIAT.

Sim, acho que o Barrichello teria recebido a ordem de parar. Eu a teria dado sem duvidar, e voces ?

Grande abraço,

manuel blanco, valencia - espanha


Olá, tenho duas curiosidades, meio sem sentido, mas que me "intrigam"...

1) Por que antigamente o 2o e o 3o colocados tinham posições contrárias no pódio?

2) Por que foi "aolido" o sinal verde nas largadas? hoje as luzes apenas se apgam. até logo.

Fernando Costa, Santos

Fernando:

1) Não sabemos.

2) Sabemos. O sistema atual permite ao piloto saber exatamente quando será dada a largada: acende uma, duas, três, quatro, cinco, e quando todas apagam está dada a largada. No anterior, não havia um tempo exato entre a mudança da luz vermelha para a verde: costumava ser entre cinco e dez segundos, mas poderia ser três ou quinze. O sistema atual eliminou margem para dúvidas.

Abraços. (LAP)


Gosto muito do GPTotal. Sempre que possivel procuro acompanhar tudo o que se refere ao automobilismo.

O tempo passa, mas quando mais novo não perdia uma corrida de Formula Um na TV e colecionava as revistas 4Rodas e Auto esporte. Por isso vi grandes pilotos em atividade. Emerson,N.Lauda, Jody Schekter, Ronnie Peterson, Clay Regazzoni, Mario Andretti, JAmes Hunt, Gilles Villenueve, Jack Ickx, etc.

Nem todos foram campeões mas todos foram idolatrados como grandes pilotos.
Meu idolo maior na Formula Um, foi Nelson Piquet.

Acompanhei sua carreira pelos jornais e revistas. Sempre adimirei seu jeito de guiar e de ser. Senna foi muito bom, mas tenho uma opinião que a Formula
Um começou a ficar sem graça quando "casamentos" como a Maclaren/Honda, Willians/Renault,Maclaren/Mercedes, etc criaram dois tipos de categoria: a da equipe imbatível e dos demais participantes. Antes havia equilibrio, inclusive permitindo que equipes médias vencessem corridas e até campeonatos, como a Tyrrel e a Brabham.

O Senna não participou desta época. Quando surgiu a Maclaren/Honda a Formula Um só era interessante pois havia um brasileiro vencendo. Essa tendencia ainda persiste, por isso digo que o Schumacher por exemplo jamais teve um adversário de verdade. O Hakkinen foi imbatível pois a sua McLren/Mercedes
era imbatível. O Alemão não tinha carro para fazer frente. Quando teve um Ferrari a sua altura, ficou imbatível.

Pergunto: qual foi a equipe que fez um carro competitivo para brigar com o Alemão e a Ferrari? Quem era a equipe que fez frente as Maclarens/Honda ou as Wiliians/Renault. Estas equipes em alta não tiveram adversários. felizes foram aqueles que guiram para elas nestas fases. Não é o regulamento que é uma m. A Formula Um não tem mais equipes niveladas por cima.O que falta é equilibrio.Outra coisa, não gosto de comparações entre quem era melhor o Schumacher ou Senna, Prost ou Lauda dos anos 70, etc e etc.São épocas diferentes e a Formula Um de hoje não gosta de equilibrio de forças.Nos anos 90, depois da morte de Senna, não houve ninguém para se comparar ao Alemão, que se conquistou tudo por dois motivos: ele sempre foi disparadamente melhor que os outros e teve um carro muito melhor que os outros.Alcançou por méritos, sim, mas quem deveria ser seu grande adversário, não viveu para isso.

O Piquet foi para mim um genio, pois venceu num esporte em que até para começar voce precisa de muito dinheiro. Como ele não tinha apoio da familia no inicio, seu talento era e foi a sua maior arma. Daí minha predileção por ele. Para terminar, que tal lembrar a experiencia de brasileiros que tentaram a sorte na Formula Um como o Mauricio Gulgemim, Raul Boesel, Alex Dias Ribeiro, Roberto Moreno, Chico Serra, Ingo Hoffman, mas que não obtiveram o sucesso que esperavam ter na categoria.

Grato pelo espaço.

Fernando Eduardo Macedo Marques, Niterói


Putz! Essa foto de Hill, Clark e Stewart formando a primeira fila da Tasman Series (Pergunte ao GPTotal) me deu água na boca...

Fiquei imaginando como deve ter sido a corrida. É uma pena não poder recuperar essas corridas em vídeo...

Muito legal a idéia de reproduzir os campeões do torneio. Valeu por mais essa aula.

Mais uma coisa: na lista de recordes reproduzida no último " Friends" tem ao menos um que está errado. Não fiquei conferindo, mas este me saltou aos olhos. Refere-se ao percentual de poles por corrida de Fangio, que é maior do que os 50% lá reproduzidos. Fangio fez 29 poles em 51 Gps - portanto, quase 57%.

Senna chegou muito próximo dos 50% antes da temporada de 92 (chegou a ter 56 poles em 113 corridas), mas a média caiu com as cadeiras elétricas de 92 e 93. Números significativos...

Abraços,

Márcio, Nova Friburgo - RJ

Fala Márcio

Consegui poucos detalhes sobre a corrida de Warwick Farm 67: Sei que ela aconteceu no dia 19 de fevereiro e que Clark chegou em 2o lugar com um Lotus 33. Fica o desafio para os amigos leitores.

Abraços (EC)


Olá Panda, Edu e todo o pessoal do GPTotal!

Acho que Gil de Ferran tomou a mais sábia decisão de sua carreira ao sair da IRL e seus carros "moedores de pilotos". Acho que nem nos anos 70 se viu tantos acidentes graves e a morte de Tony Renna quarta-feira serviu para mostrar que a IRL se preocupou tanto na promoção da categoria que se esqueceu da segurança dos pilotos.

Desde o começo desta temporada a média é de quase 1 grave acidente por fim de semana e a omissão da categoria viu uma tragédia finalmente acontecer, vitimando um jovem e promissor piloto americano. Depois dos acidentes de Mario Andretti e Dan Wheldon em Indianapolis nada foi feito para mudar uma tendência dos carros de alçarem vôo. Mesmo com o espetacular acidente de
Kenny Brack em Fort Worth, nada feito. Esta aí o resultado. Pelas imagens que eu vi, o carro de Renna simplesmente voou e bateu na grade de proteção com violência tamanha que atingiu até as arquibancadas.

E o pior é que a categoria ainda tem pilotos maluquinhos como Tomas Scheckter, que provocou o acidente de Brack, e Tora Takagi, esse provocou o acidente de Felipe Giaffone. Se a categoria não mudar logo, próximo ano também será recheado de acidentes como nesta temporada e o problema não é só no carro, mas também nos circuitos, pois a IRL está correndo cada vez mais
nos "ovais-NASCAR".

A temporada 2003 da Indy foi preocupante, principalmente por contar com vários brasileiros, e se nada acontecer, mais tragédias poderão acontecer.

Joao Carlos B.Viana, Fortaleza-CE



Olá amigos do GPTotal!

Gostaria de deixar aqui minha revolta contra a mídia brasileira que prefere mais mostrar um jogador de futebol idiota qualquer rebolando em campo, do que nos informar sobre o terrível acidente de Tony Renna,ocorrido quarta-feira, 12:20 no horário de Brasília.

Sei que a Irl é praticamente uma categoria nula no Brasil e que nínguem aqui iria se preocupar com um piloto "qualquer",isso é revoltante.

Aproveitando também,essa triste ocasião, gostaria de fazer as seguintes perguntas sobre tal categoria:

1-Quando Emerson Fittipaldi foi pra Indy,ele deu algum depoimento elogiando a segurança dos carros?Pergunto isto,pois ao meu ver esses carros deviam ser muito mais seguros do que os F1 dos anos 70 que Emerson guiou.

2-Quem foi um piloto que morreu em 99 na CART quando sua Penske caiu pra fora da pista?Se não me engano era um mexicano?

3 - Navegando pela rede,encontrei algumas fotos em que a Penske do Gil de Ferran,aparece com câmbio estilo "borboleta", porque então essa configuração não foi adotada por outras equipes?

Para fechar, gostaria de informar que este Domingo,26 Montoya estará com sua Williams no sambodromo do Anhembi fazendo demonstrações de largada,alguma vez aqui no Brasil foi feito evento similar?

Abraços.

Fabio Henrique Rodrigues, São Paulo

Olá Fabio

1 - Emerson fez sim declarações sobre as boas condições de segurança da Indy ainda que não seja capaz de precisá-las a você. Afinal, Emerson sempre foi um excelente relações públicas.

2 - É o Rodrigues (perdão mas me escapou o primeiro nome dele), um uruguaio que correu na F3000.

3 - Não sei lhe informar.

Abraços (EC)


E se fosse atribuido ao piloto o número de pontos igual ao de sua posição de chegada em cada corrida, pontuando inclusive os que abandonaram a prova por qualquer razão.

Assim o vencedor receberia um ponto, o segundo colocado 2 pontos, e assim por diante até chegarmos ao primeiro a abandonar a prova. Seria campeão o piloto que menos pontos somar na temporada.

Alguém se habilita em fazer as contas para ver como ficaria o campeonato de 2003?

Ingo Hofmann, Joinville



Brilhante LF Ramos.

Pena que para ser presidente de qualquer coisa da face da Terra
é necessário o dom (??!!) de dormir tranqüilo prometendo algo
impossível...Portanto devido ao seu alto grau de honestidade, vc
felizmente não seria eleito ném para ser síndico do seu prédio...!!

Um abraço..!!

Horacio ms Neto, SP


Recentemente li a pergunta de Ricardo Fuzaro sobre o teste que Ayrton Senna realizou com o Penske de Émerson Fittipaldi.

Gostaria de adicionar o seguinte, à resposta dada pelo Edu. O teste ocorreu em dezembro de 1992 no Firebird International Raceway, no estado norte-americano do Arizona. O FIR é um complexo recreativo de aluguel, dedicado a várias modalidades de esporte a motor sobre asfalto e também sobre água. Atualmente conta com uma escola de pilotagem, abriga eventos corporativos, e recebe regularmente competições da NHRA (National Hot Rod Association - ou basicamente a associação que controla o campeonato norte-americano de dragster). O circuito tem quatro configurações, sendo que somente o East Track, de apenas 1.92 km, é certificado pela CART. Foi no East Track que Ayrton deu cerca de 25 voltas, e em seguida deu declarações à imprensa indicando sua satisfação com o teste. O brasileiro não perdeu a chance de criticar a FIA, ao não poupar elogios à ausência de dispositivos eletrônicos nos carros da Indy.

Agora, qual a história por trás da realização desse teste? Ao final de 1992, Ayrton Senna era o reflexo da infelicidade. Ele havia tido uma temporada difícil, à bordo de um McLaren nada competitivo. Foi obrigado a assistir Nigel Mansell conquistar o título com várias etapas de antecipação atrás do volante do fantástico Williams FW14B. O problema era que o panorama para 1993 não era nada animador. De um lado, Senna estava implicando com a FIA
por causa dos aparatos eletrônicos, e seu suposto efeito nocivo à
competitividade dos carros. Verdade seja dita, a bronca era porque Senna não tinha os tais aparatos em seu carro. Além disso, Senna culpava Ron Dennis por ter sido duplamente incompetente. Primeiro por não ter conseguido os motores Renault para 93, permitindo que eles fossem parar na mãos da coadjuvante Ligier, graças a uma patriotada francesa, e entregues à dupla de ases, Brundle e Blundell. Segundo, por não ter um plano de contingência que
garantisse os Ford Zetec-R, a segunda força da época. Os demais propulsores eram todos muito fracos, incluindo os Ford-cliente (Ford HB, que a McLaren acabou usando), Lamborghini, Hart e os desatualizados Honda, preparados pela Mugen.

Diante desse cenário, o piloto ficou com três opções. Correr de
McLaren-Calhambeque, correr na Indy (por qual equipe não se sabe, já que a Penske tinha contratos firmes com Fittipaldi e Tracy), ou parar por um ano, esperar Prost sair da Williams, e aí sim voltar pela equipe de Frank e Patrick. Porém, uma análise da situação revelou que tanto uma mudança "estratégica" para a Indy, quanto um ano sabático não eram alternativas sadias. Senna estava envolvido em muitos contratos e uma mudança tão brusca desagradaria muita gente, além de extremamente cara (em decorrências das
multas contratuais que teriam que ser pagas). Portanto, a única solução lógica, mesmo a total contragosto do brasileiro, foi continuar com a McLaren.

Já sabendo de tudo isso, restou a Senna fazer pressão em duas frentes, para melhorar suas chances no campeonato de 1993: contra a FIA, com o propósito de banir ou reduzir o uso da eletrônica nos carros; e contra a Benetton e a Ford, para tentar obter o Zetec-R. Com a FIA não se conseguiu nada. Todavia,
Senna tinha esperança em ganhar os motores na conversa (como já havia feito ao levar a Honda para a Lotus em 87, e para a McLaren em 88). Por que com a Benetton? Porque a equipe detinha exclusividade sobre o cobiçado Ford Zetec-R. Ayrton apelou para Flavio Briatore, então chefe da equipe, que se recusou a discutir. Em seguida, o piloto foi diretamente à cúpula da Ford. A lógica era simples e um belo argumento de marketing: caso liberassem o
Zetec-R, poderiam ter em suas mãos alguém capaz de lhes dar um título mundial. Rumores indicam que a Philip Morris esteve envolvida nas negociações, se dispondo a pagar quaisquer multas contratuais. A Ford fez ouvidos moucos e alegou não ter condições de atender duas equipes com o Zetec. A McLaren restou o fraco Ford HB, e o resultado todo mundo assistiu pela TV.

Rápidas:

- No campeonato de construtores de 1993, A McLaren Ford-HB terminou o campeonato com 84 pontos, 61 pontos a frente da Ligier-Renault e 12 pontos a frente da Benetton Ford Zetec-R. No campeonato de pilotos, Ayrton Senna bateu Michael Schumacher e Riccardo Patrese da Benetton, e também Martin Brundle e Mark Blundell da Ligier-Renault.

- A resposta do Edu dá a entender que Senna e Dennis trabalharam juntos na farsa da Indy. No entanto, relatos indicam que a relação entre ambos estava para lá de azeda. Sennis trabalhou para si, o que aliás não é nenhuma novidade.

- Roger Penske não permitiu o teste no Arizona por ser bonzinho. Ter Ayrton Senna pilotando seus carros era um ótimo tipo de publicidade. Ademais, a boa relação entre os dois pilotos brasileiros caiu como uma luva para o papel de relações-públicas de Fittipaldi, e o fato da Philip Morris patrocinar as duas equipes poupou vários conflitos contratuais. Tudo foi concatenado no melhor estilo de "business" da F1.

- Essa não foi a primeira farsa armada por Ayrton Senna para forçar uma barra e obter vantagens competitivas para si. Se não estou enganado, pouco antes de assinar com a McLaren para 1988, em 87 Senna visitou a sede da Ferrari, reuniu-se com o comendador por algumas horas, e por fim deu umas voltas a bordo de uma Ferrari Testarossa. Catimba ao melhor estilo, e vantagens para ambos: Senna pressionou Dennis e a Honda, e Enzo ganhou endosso publicitário grátis para suas máquinas vermelhas.

Peter Marx, São Paulo



Pessoal do GPtotal,

À respeito do teste de Senna com o Penske do Emerson, outras informações: O teste foi em um circuito misto de Indianapólis (outro, não é o da Fórmula 1!!!!!!) Roger não quis testar em um oval, porque Senna com certeza iria desrespeitar a média de novatos (Dahhhhhhhhhhhh). Senna reclamou do banco, muito inclinado, mas depois que macânicos acertaram a posição, Senna quebrou o recorde de pista. Gostaria também de fazer uma pergunta: Quando foi criado o volante eletrônico dos Fórmula 1 e qual foi o primeiro carro a usar?

Rodrigo Vieira Farias, Rio de Janeiro

Olá Rodrigo

não sei lhe responder com certeza mas acho que foi John Barnard quem introduziu os volantes multifunções na Ferrari no começo dos anos 90.

Abraços (EC)


Essa vai pro Claudio Habara!

Supondo que a corrida estivesse com o Kimi em primeiro, e o Barrichello em segundo, e o Schumacher em nono, creio que poderiam acontecer as seguintes situações:

1- Um drive trough para um dos carros da Willians por alguma coisa como passar por cima de alguma faixa ou algo do gênero.
2- Um dos carros da frente quebra... (Schumacher sempre tem muita sorte).
3-Schumacher espera o Kimi chegar nele pra dar uma volta e joga o carro... Ou então, segura o Kimi desrespeitando a bandeira amarela para que o Rubens chegue no Kimi e faça o trabalho sujo.
4- O carro do Barrichello quebra (todo mundo sabe que dá pra fazer isso dos boxes).
5- Ou o alemão ia partir pra cima do oitavo... do sétimo, do sexto...

Do jeito que o Schumacher é uma combinação de fatores, eu não dúvido que todos os fatores se juntariam!

Schumacher partiria que nem um louco para cima do oitavo, do sétimo, do sexto... um dos carros da Willians que porventura estivesse na frente seria punido, Barrichello tentaria ultrapassar kimi, e ambos se tocariam... Barrichello vai pro box.. e 3 voltas depois o motor estoura (superaquece por ficar mto tempo parado).

Com isso Schumacher conquista o seu enésimo título mundial.

E enquanto continuar assim, não tem pra mais ninguém.. O cara mistura sorte (de tudo quanto é tipo, politicagem da Fia, e quando precisa ele anda bem, faz lambança quando pressionado, mas a sorte dele sempre compensa).

Outro assunto: É bem provável que a Penske compre a Jordan.

Segundo o Téo José o Roger Penske não vai precisar colocar muuito dinheiro (diga-se de passagem que dinheiro não é problema pra ele). A Red Bull procura um time com apelo nos EUA e diga se de passagem que dinheiro não é problema pra Red Bull também. Roger Penske é um dos sócios da Ilmor... A Mercedes é uma das outras sócias. O jogo de interesses por aí é bem grande...

1) Penske- Leva a marca dele pro mundo, as empresas do grupo Penske faturam cerca de U$S 6 Bilhões por ano.. só que o nome Penske não é conhecido fora dos EUA (só conhecemos aqui por causa da Penske Racing, que é só uma das empresas do grupo). Seria interessante pra ele, ter mais divulgação no mundo todo. (Obs. aqui no Brasil, o grupo Penske transporta os veículos da
Ford feitos em Camaçari pra SP).

2) Mercedes Benz- Entra com os motores, deixando a Jordan na mão de uma pessoa de confiança (Mr. Penske tem alguns negócios com eles). Além do que, não correria riscos de a VW comprar a estrutura da Jordan pra entrar na F1 rapidamente. A Jordan até pouco tempo atrás era razoavelmente competitiva, portanto a estrutura física da equipe não deve ser ruim. Para a equipe não
ser um fracasso total, a Mercedes vai fazer troca de tecnologia entre a McLaren e a Jordan/Penske. Transformando a Jordan Penske numa espécie de Sauber melhorada (com mto mais dinheiro).

3)Red Bull- precisa de uma equipe "americana" assim como já tem na IRL, os custos são altos, mas é uma estratégia de marketing. E para montar uma equipe que pareça americana para os americanos mesmo sem ser americana (vai ser meio alemão, meio inglesa) nada melhor do que colocar o nome Penske. Se não me engano a fábrica de chassis da Penske tem uma grande estrutura e se não estou enganado, fica na inglaterra (pelo menos o André Ribeiro falou
isso). Embora a sede da Penske fique próxima de Nazareth nos EUA. Juntando as duas fábricas... a da Jordan e a da Penske... pode sair alguma coisa útil.

4)Nick Heidfeld- Haviam rumores de que iria para a Jordan, é piloto da Mercedes... Não preciso falar mais nada.

5)Gil de Ferran- Conhecido nos EUA... e tem a vantagem de que se aposenta em no máximo 3 anos. Poderia ceder seu lugar a um piloto americano (assim como aconteceu na IRL).

6)Hélio Castroneves- Também conhecido nos EUA, mas demora muito a se aposentar e deixar a vaga pra algum americano formado as pressas pra ir pra F1.

Tenho a impressão de que o Gil prefere abrir mão da Jordan/Penske para que o Hélio possa ir pra F1... Já que o tempo que o Gil tem pela frente é pequeno, pra tornar a Jordan Penske grande... (obs. ela nunca será uma equipe grande... é só um Team McLaren Mercedes "B") Nesse caso, Gil seria uma espécie de Alan McNish... estrearia aos 35 anos com um carro pífio... E iria
embora rapidinho...

Eu acho que é isso... Tem bastante interesse por ai, não acham?! E o Téo José nem precisa ser vidente pra confirmar... deve ter ligado tudo isso... ter feito uns 3 telefonemas e confirmou td... (Obs. ele tem uma amizade mto grande com o Gil... provavelmente o Gil é a fonte "secreta" dele";

O que vocês acham disso?!?!

Mudando de assunto, sobre quem perguntou a respeito do formulário perguntar a data de nascimento, é pro Panda mandar cartão de Aniversário para nós!!!! (risos)!

Rafael Marin Palacio, Santo André SP

Olá Rafael

minha avó já contava histórias da equipe Jordan quando queria me fazer dormir rápido para poder jogar tranca com as amigas...

Este Eddie Jordan me transmite a mesma impressão dos dirigentes dos times de futebol brasileiros: é um cachorro com um osso todo corroído, velho e embolorado na boca mas não o larga de jeito nenhum, a não ser que alguém seja insensato o bastante para pagar-lhe cash três vezes o valor da empresa.
E não me consta que Roger Penske seja bobo.

Abraços (EC)


Eu andei lendo de novo as cartas dos leitores, até por que eu estava tentando tirar a dúvida da Lota T 70 e T210 e acho que voces tem razão, minha memória me traiu, acho que a Lola do Emerson era T210. Então eu vi que um leitor perguntou sobre o campeonato de Formula 2 aqui no Brasil em que o Emerson não pontuava. Não sei se voces já conseguiram a resposta, mas eu me
lembro que como o Emerson já havia vencido seguidamente os campeonatos brasileiros de Formula Ford em 1970, Formula 3 em 1971 e o primeiro de Formula 2, também em 1971, em 72 decidiram que ela Hors-concours, até por que ele já era campeão mundial de Formula 1. Então ele participou mas não pontuou.

Outro leitor cita a Ferrari branca e Azul de John Surtees em 1964. Eu li que (talvez pelos motivos politicos que voces citaram na resposta) ele inscreveu uma Ferrari de equipe particular pintada nas cores do seu capacete (braco com aquela listra azul), mas apenas nas duas ultimas corridas do campeonato (USA e Mexico) e conseguiu ser campeão na última corrida, chegando em segundo.

Quanto à Ferrari amarela, que foi ideia de outro leitor, me lembrei de uma história que ouvi a respeito de Chico Landi, que foi convidado a correr de Ferrari e só não correu por que insistiu em pintá-la de amarelo, as cores do Brasil e o comendador se recusou. Eu não sei se esta história é verdade, mas, se hoje em dia ninguém deixaria de correr num carro, principalmente uma Ferrari, por que está pintada desta ou daquela cor, é provável que nos anos 40 isto fosse possível. Não havia este profissionalismo e o mundo vivia o
pós guerra.

Apenas curiosidade. Um abraço

Victor Andrade, São Paulo


Olá a todos,

Não estou aqui pra defender ninguém, não sou pago para isso e nem tenho regalia nenhuma por isso. Mas acho ridículo as críticas feitas ao Panda por sua preferência ao Piquet, ou por falar mal do Senna.

Acho que não tem nada a ver uma coisa com a outra e não interpreto suas críticas assim. Acho apenas que ele fala/conta o que sabe sobre o Senna e o Piquet. Cada um que pense o que quiser. A única coisa que acontece, e isso ele deixa bem claro, é sua preferência pelo Piquet. Mas nunca proibiu ninguém de torcer ou exaltar os feitos do Senna. O problema está no fato de que os sennistas ficam putos da vida quando lêem que seu ídolo também fazia merda. Eles não admitem que o Senna era uma pessoa, pensam que ele era Deus.
O Prost uma vez disse que uma coisa é você acreditar em Deus, outra é pensar que é Deus.

Outra coisa que achei ridícula, foi a carta do Flávio Araújo. Gostei
muito da resposta do Panda dizendo que o Flávio é idiota, duvido que o próprio Flávio pensou que estava chamando a si mesmo de idiota... huahauha!

Então Panda, continue assim, sendo escrachado como era o Piquet e se divertindo. Pois se Piquet curtiu a vida, em grande parte ele deve isso ao seu jeito descompromissado de ser. Só pra finalizar este assunto, se alguém se incomoda com o que está escrito aqui no GPtotal, que não apareça mais aqui.

Agora vamos falar do que interessa, Fórmula 1!

Ontem estava falando com meu primo e ele dizia que acreditava muito no Montoya. E eu disse que o Montoya foi endeusado muito rápido, sem ter provado nada. Em sua terceira corrida, aqui no Brasil em 2001, ultrapassou o Schumacher daquela forma. OOOOOHHHHHH! disseram todos. Enfim alguém para peitar o alemão. Só que depois daquilo, Schumacher ganhou mais 3 títulos, 24
corridas e Montoya apenas 3. Ah, mas o carro do alemão é isso, é aquilo..... balela. Só digo uma coisa: Com um carro inferior, o Schumacher atropelou o "mentalmente forte" e com um carro superior como em 2001 e 2002 destruiu a todos. Schumacher tem adversários sim, mas faz parecer que não pela sua superioridade.

Ainda sobre a ultrapassagem no Brasil, se fosse o contrário, o
Schumacher ultrapassando o Montoya, todos diriam que o alemão jogou sujo e empurrou o colombiano pra fora, como disseram em 2002 por muito menos. Assim como disseram que o Raikkonen segurou o Schumacher no braço, na Austrália este ano, se fosse o contrário diriam que o alemão jogou o carro pra cima do
Raikkonen de propósito. Tanto é que os defletores da Ferrari se soltaram.
Aliás, aquela corrida seria mais uma vitória maiúscula do alemão este ano...
Mas não, todos acharam bonito o finlandes fazer o que fez. Então, quando forem reclamar das punições da FIA e dizer que usam dois pesos e duas medidas, lembrem de todas as situações. Apesar disso, acho que nestes dois casos, foram ultrapassagens normais e ninguém merecia punição assim como Montoya não merecia em Indianápolis este ano. A FIA mete o dedo em tudo.
Deixem as corridas serem corridas e não jogos de xadrês!

Apoio a candidatura do Luis Fernando!!!

Quem teve paciência de ler até aqui é um herói!
Abraços!

José Angelo Petit Neto, Florianópolis - SC


ai pessoal?

Eu me lembro muito bem da transmissão do treino oficial de 6ªfeira para o GP Brasil de 94 (ainda existia classificação 6ª feira) e enquanto o H.H.Frentzen vinha em sua volta com a Sauber-Mercedes, o Galvão disse algo tipo assim " O ano passado a equipe se chamava apenas Sauber, esse ano que veio a Mercedes virou Sauber-Mercedes, quando começar a vencer uma corrida
vai virar Mercedes-Sauber e quando ganhar um campeonato vai virar só Mercedes e a cor vai mudar de preto (entao cor da Sauber) para prateado, e o piloto sem duvida vai ser o Schumacher, disso ninguem tem a menor duvida na F1".

Bem, o engraçado de tudo isso é que no ano seguinte a Mercedes foi para a McLaren e pouco tempo depois pintou seu carro de prateado e hoje está quase a ponto de ser totalmente comprada pela Mercedes. Schumacher que na época ainda era ligado á montadora, apesar de ter opcao de ir para a equipe parceira da Mercedes, vai para a Ferrari. E a Sauber, (esquecida no inicio
da história) não venceu, não conquistou nada e hoje é raticamente uma especie de quintal da Ferrari,além de ser uma equipe mediocre.

Eu gostaria que voces comentassem isso, pois é incompreensível e
interessante essa mudança de panoramas, espero nao ter dito nada errado. mas se eu disse, me corrija por favor. Valeu!!

Outro assunto: podemos chegar à algumas conclusões sobre 2003:

1- A Toyota nao evoluiu aquilo tudo que estao dizendo por ai, tanto que ficou apenas a frente de Jordan e Minardi. Muito rapido nos treinos, mas pessimos nas corridas!De repente em Silverstone depois de um pit-stop, Cristiano da Matta que vinha suportando a pressão de Raikkonen, vai se arrastando na pista segurando no braço a 7ª posicao.Tem q melhorar muito.

2- A Jordan comeca a apresentar os mesmos sintomas que provocaram o fim de equipes como Arrows e Prost. Ta com os dias contados.

3- Por pior que seja a Minardi ainda é uma boa. Incrivel ninguem perceber isso. As duas maiores revelaçoes do ano ja sentaram nos cockpits de Paul Stodard. Alonso e Webber. Ah, e por que nao dizer do Gené?

4-Rubinho fez uma grande temporada, mas é inutil esperar algo melhor que isso.Pelomenos enquanto estiver na Ferrari.

5-Todos discutem a aposentadoria do Schumacher. Menos o proprio Schumacher. Por isso acho que ele nao ira se aposentar tao cedo.

6-Não da para saber se Montoya, Raikkonen ou Alonso serão novos campeoes ou serão novos "Alesis".

7-Que o regulamento é realmente aquilo que o Panda vive dizendo.

Bruno Oliveira, Salvador

Em relação à parceria Sauber-Mercedes, existia de fato, a perspectiva descrita pelo Galvão. Mas era uma perspectiva e não uma certeza e estas inexistem no mundo dos negócios. Num dado momento, a Mercedes vislumbrou a possibilidade de entrar na McLaren (que nesta altura fabricava um carro de rua com motor BMW e que havia sido deixada na mão pela Honda...), foi lá,
negociou e largou a Sauber.

Por essas e outras, dou toda a razão ao Max Mosley (e que Deus me perdoe por isso): as montadoras nunca devem dominar as equipes de F1, sob risco de comprometer a continuidade do esporte.

Abraços (EC)


Caros Panda e Roberto Ferrari Borba,

Honestamente eu não sabia que o Nigel Roebuck era uma espécie de "nazista inglês", mas ainda assim eu vejo uma boa dose de razão no que ele fala. Só para corrigir: ele menciona textualmente que Nuvolari, por exemplo, não saberia nem ligar a Ferrari de Schumacher, por causa dos computadores. Enfim, como eu mesmo disse no e-mail, é bom poder ler opiniões conflitantes... Para colocar lenha na fogueira, entretanto, só diria que colocar Damon Hill, Jacques Villeneuve e Mika Hakkinen no mesmo nível de Caracciola e Rosemeyer (adversários de Nuvolari) Ascari e Moss (adversários de Fangio), Fittipaldi e Peterson (adversários de Stewart), e Piquet e Prost (adversários de Senna) me parece meio forçado.

Schumacher inegavelmente é um dos maiores de todos os tempos, disparado o melhor de sua geração, mas enfrentou adversários mais fracos que os anteriormente citados, sem dúvida. Isso tira os méritos dele? Só tira se você quiser chamá-lo de "melhor de todos os tempos" baseado nos seus excepcionais números...

Sou capaz de apostar que o próprio Schumacher adoraria ter duelado com Senna em 1994, mas se Senna não estava lá, o que ele poderia fazer? Parar de correr porque assim não tem graça? Claro que não: ele só poderia ganhar, e foi isso que ele fez, o tempo todo desde então. Um grande abraço,

Rafael Rangel Giovanini, Belo Horizonte-MG

Olá, Rafael.

Já que o negócio é colocar lenha na fogueira... Pelo menos um dos "fracos" adversários de Schumacher, chamado Mika Hakkinen, meteu tempo em Senna na primeira vez em que andaram juntos na McLaren, e andou na frente do brasileiro enquanto este se manteve na pista. Isto aconteceu em Estoril, em 1993. Eu estava lá e ouvi o próprio Senna ressaltar as qualidades do Hakkinen na entrevista que deu aos jornalistas depois do treino.

Abraços. (LAP)


Companheiros,

muito se fala sobre os chassis da IRL e F-Cart, cujos os preços são mais atraentes para aqusição,construção de um carro para competição... Enfim..para montar uma equipe nestas categorias o custo seria de US$ 10 MM.

Mas minha indagação é a seguinte: estes chassis não são construidos na Inglaterra em fabricas que também fornecem para F3000, F-3, e F-1 onde o custo é muito maior? Chassis Dallara, Reynard, etc.. são de fabricação italiana e inglesa? Uma boa matéria para colocar no GP total..

Wellinghton Rocha de Lemos, Rio de Janeiro

Creio que os chassis IRL, em sua maioria, são construídos nos EUA,
Wellinghton. Já os da Cart vêm da Inglaterra. Mas a questão dos custos tem mais a ver com pesquisa do que com construção propriamente dita. Já ouvi gente dizendo que os chassis da Cart (creio que o mesmo vale para IRL) são como chassis de F1 de cinco anos atrás da F1.

Grande abraço (EC)



Prezados Edu e Panda

Não lhes parece que toda a polêmica da ordem de equipe da Ferrari na Austria 2002 foi decorrente da forma como a coisa foi conduzida pela Ferrari (direta e tardia, no final da corrida...) e da maneira com que foi realizada pelo Barrichello (que agiu de forma a não deixar a menor dúvida, para qualquer habitante do planeta, a respeito da determinação da equipe...)

Afinal, registramos este ano algumas inversões de posição - entre
Coulthard e Raikkonen, inclusive - com uma discrição tão britânica que, aparentemente, ninguém notou... (a mais recente na memória ocorreu em Suzuka, onde, via "mudança na estratégia de pit-stops", Coulthard, visivelmente mais rápido, reapareceu dos reabastecimentos atrás de Raikonnen, que lutava para ser campeão mundial).

Não sei não, mas Frank Williams e Ron Dennis me pareceram meio hipócritas neste final de campeonato...

Abraços

Salvador Costa, Rio de Janeiro


Olá pessoal,

Gostaria de fazer algumas considerações sobre a última coluna do Luiz Fernando:

1) neste ano tivemos oito vencedores de cinco equipes diferentes. Tudo bem, eu sei que a da Jordan foi uma tremenda sorte mas, fazer o quê?, vai ficar nas estatísticas.

2) o último campeonato decidido na última etapa foi em 1999, Japão, Hakkinen sobre Irvine. O título de 2000 foi decidido na penúltima etapa, Japão, Schumacher sobre Hakkinen. O último GP daquele ano foi na Malásia, também vencido por Schumacher.

3) não concordo com a opinião do Luiz Fernando e dos demais colunistas do site de que o sujeito que ganha seis corridas tem que ganhar o título sobre o que ganha apenas uma. O campeonato é de pontos e não de vitórias. Diversas vezes já vimos pilotos com mais vitórias perder títulos para pilotos com menos vitórias, mesmo quando a pontuação valorizava mais o primeiro lugar.
Piquet venceu "apenas" três em 1987, mas foi muito mais regular que Mansell, inclusive conseguindo uma série de 6 ou 7 segundos lugares consecutivos. Nem por isso acho que o título deveria ter mudado de mãos.

4) esta não tem nada a ver com a coluna: por que vocês pedem a data de nascimento da gente? Vão liberar fotos das namoradas dos pilotos peladas?

Grande abraço,

Júlio Lima, Belo Horizonte



Estou escrevendo apenas para dizer que o último texto de Luis Fernando Ramos ficou muito bom.

É só, obrigado,

João Victor, São Paulo


Caros,

vi duas opiniões no site que me chamaram a atenção pela sensatez acima do normal (e olha que o site já é um fórum de discussão brilhante): a primeira é a coluna do Luis Fernando comentando o regulamento deste ano e a segunda, a opinião de um leitor (desculpe, não lembro quem foi) falando sobre o porquê da nova pontuação.

Começando pelo final, acho que a prova cabal de que o próprio pessoal do meio achou a pontuação ums m... veio do Eddie Jordan, quando condenou a pontuação de 2003. Ele, sem dúvida, foi o maior prejudicado, já que teria conseguido um 5o lugar no campeonato e ficou em 8o, ultrapassado por Jaguar, Toyota e BAR, que cansaram de ficar em sétimo e oitavo nas corridas e abocanhar pontinhos.

Sobre a carta a respeito do regulamento, foram parágrafos de grande lucidez: quais foram os pontos principais de mudança do regulamento? Eles surtiram efeito positivo? Se não, porque? A conclusão acabe sendo: O REGULAMENTO É UMA M...!!!!!!!

Já que o novo regulamento também não é grande coisa, tenho duas sugestões aos senhores da FIA (fazer um regulamento que torne o campeonato mais competitivo não vale, é claro):

1) Fazer um convênio com São Pedro para que chova em todos os treinos e assim embolar bastante o grid. O convênio pode ser estendido para a corrida, para que chova quando o Schumacher assumir a ponta e tiver acabado de passar pelos boxes. Assim, ele cai para último e começa tudo de novo;


2) Fechar um acordo com a CBF para que os especialistas em regulamentos esdrúxulos do futebol brasileiro fiquem responsáveis pelo regulamento da F-1. Depois de 15 corridas, os oito primeiros no campeonato se classificam para um mata-mata, em corridas de ida e volta. Os demais disputam uma repescagem em três corridas para definir outros quatro classificados. Todos são divididos então em três grupos de quatro pilotos, que correm entre si em turno e returno. Vão sendo eliminados os perdedores até que sobram só seis
pilotos, que disputam a final se não houver nenhum recurso que tire pontos por escalação irregular de pilotos, mecânicos e chefes de equipe ou uso irregular de porcas, parafusos e afins.

Bom, é melhor parar por aqui. Vai que o Bernie e o Max costumam ler o GPTotal e acham isso uma boa idéia....

Renato Müller, São Paulo



Prezado Luis Fernando Ramos,

Ninguem aguenta mais ler comentários sobre a mudança do regulamento da F1/2003. Quando eu li seu texto, pude perceber o quanto é amador e oportunista suas críticas. É muito fácil falar mal quando já se sabe do resultado, e convenhamos não foi assim tão desastroso. Para cada argumento contra o novo regulamento, pode ser dado 2 ou 3 a favor.

E por favor, estas críticas ao Bernie ou ao Mosley soam patéticas... Vc acha que entende mais de F1 do que eles, que respiram o dia-a-dia há décadas ?! Suas colocações são típicas de torcedor de televisão, e nada mais.

Abraços,

Marcelo, Rio de Janeiro


Caros amigos do GPTotal

Acabo de ler uma notícia sobre o forte acidente sofrido por Tony Renna, em seu primeiro teste pela Chip Ganassi, em Indy. As informações são desencontradas ainda, mas já li que o piloto poderia ter morrido no acidente. Torço para esta informação esteja completamente errada.

Esta informação me fez escrever no msm instante para vcs. Quando os americanos vão se tocar que precisam rapidamente reforçar a segurança de seus carros? Os chassis que entraram em uso neste ano são verdadeiras cadeiras elétricas! Não que fossem mais seguros antes, mas o numero de acidentes que representam grandes riscos à vida dos pilotos aumentaram muito neste ano. Só como exemplo, cito o ultimo: o grande acidente sofrido por
Kenny Brack agora na ultima corrida. Com certeza ele viu Deus bem de perto... E o que sofreu Mario Andretti? Tudo bem que ele saiu intacto do carro, mas como pôde ele ter decolado da pista daquela maneira? Sei que vocês sabem pouco da categoria, mas gostaria de saber a opinião do site sobre tudo isso.

Renan, Santos, SP

E Tony não sobreviveu, Renan, segundo informações do
www.grandepremio.com.br. (EC)


A questão levantada pelo Claudio Habara teria, para mim, uma solução clara, sem interferência aparente da cúpula Ferrarista.

Vamos apenas recapitular a hipotética classificação no Japão mencionada pelo leitor faltando 5 voltas para o fim:

1. Raikkonen
2. Barrichello (mais de 15 seg. atrás)
3. Montoya
4. Ralf
5. Qquer outro
6. Qquer outro
7. Qquer outro
8. Qquer outro
9. Michael Schumacher

Na minha modesta opinião, Ralf tentaria a qualquer custo ultrapassar o Montoya... Todos nós vimos a "habilidade" do alemãozinho na chicane, e duvido muito que ele desviasse do companheiro de equipe como desviou do irmão em uma disputa mais apertada. Iriam os dois para fora, e that's all, folks!

Com os títulos de construtores e pilotos de bandeja para a Ferrari, o Patrick Head poderia tardiamente perceber a besteira que fez mantendo o Ralf na equipe, mesmo trabalhando para o irmão, o que por tabela o fez perder o Montoya para a McLaren.

Cá entre nós: o melhor dessa história seria a vaga que se abriria para Barrichello na Williams.

Abraços a todos,

Alexander Grünwald, Rio de Janeiro/ RJ


Meu caro Panda.

Em nenhum momento quero mudar a sua opiniao sobre se o Piquet era melhor que o Senna. Isso nao é problema meu, o que não concordo é que você ao invés de transcrever as glorias do seu piloto preferido fica tentando criar uma imagem que o Senna era um bandido. Li nas reportagens antigas voce mandar os leitores aguardarem um site EU Odeio Senna.

Acho que este nao é comportamento de quem nao tem nada contra o outro. Eu sou fã de carteirinha do saudoso tricampeão, mas falo de suas vitórias e conquistas e não desmereço a dos outros. E se não citei o episodio do Senna nao gosta de mulher, que mesmo que fosse verdade não era da nossa conta, é porque todos já conheciam. AH! Se você diz que o Piquet só fala a verdade me explique por que ele negou quando convocado diante de um tribunal?

ABS:

PS: EDU Sou seu fã. Esta semana o Claudio Carsughi disse que o melhor de todos os tempos foi o Nuvolari e não Senna, Clark, Piquet ou Shummi. vc concorda?

Igor Lacerda, Joao Pessoa

Meu caro Igor

nesta questão de quem é melhor, sou como minha finada avó, que dizia gostar de todos os netos igual... Mas que o velho Nivola era páreo para Senna & Cia, isso era.

Abraços (EC)


Olá amigos,

Ao Falvio de Faveri posso dizer que, em referência à potencia real dos motores de F1, este parece ser um segrêdo bastante bem guardado mas, durante as transmisoes das corridas, o Marc Gené acompanha os comentaristas e sempre dá algumas informaçoes técnicas.

Em concreto, no caso dos motores, lembro ele ter dito que, no GP da Hungria, os BMW rendiam 930 cv, porém o mais interessante que ele disse é que o Mario Theissen, por primeira vez, tinha admitido que os seus motores já superavam os 1000cv, mas que nao podiam ser usados porque a Williams ainda nao tinha um chassi capaz de digerir tanta potencia.

manuel blanco, valencia - espanha


Caros,

vi duas opiniões no site que me chamaram a atenção pela sensatez acima do normal (e olha que o site já é um fórum de discussão brilhante): a primeira é a carta comentando o regulamento deste ano e a segunda, a opinião de um leitor (desculpe, não lembro quem foi) falando sobre o porquê da nova pontuação.

Começando pelo final, acho que a prova cabal de que o próprio pessoal do meio achou a pontuação ums m... veio do Eddie Jordan, quando condenou a pontuação de 2003. Ele, sem dúvida, foi o maior prejudicado, já que teria conseguido um 5o lugar no campeonato e ficou em 8o, ultrapassado por Jaguar, Toyota e BAR, que cansaram de ficar em sétimo e oitavo nas corridas e abocanhar pontinhos.

Sobre a carta a respeito do regulamento, foram parágrafos de grande lucidez: quais foram os pontos principais de mudança do regulamento? Eles surtiramefeito positivo? Se não, porque? A conclusão acabe sendo: O REGULAMENTO É UMA M...!!!!!!!

Já que o novo regulamento também não é grande coisa, tenho duas sugestões aos senhores da FIA (fazer um regulamento que torne o campeonato mais competitivo não vale, é claro):

1) Fazer um convênio com São Pedro para que chova em todos os treinos e assim embolar bastante o grid. O convênio pode ser estendido para a corrida, para que chova quando o Schumacher assumir a ponta e tiver acabado de passar pelos boxes. Assim, ele cai para último e começa tudo de novo;

2) Fechar um acordo com a CBF para que os especialistas em regulamentos esdrúxulos do futebol brasileiro fiquem responsáveis pelo regulamento da F-1. Depois de 15 corridas, os oito primeiros no campeonato se classificam para um mata-mata, em corridas de ida e volta. Os demais disputam uma repescagem em três corridas para definir outros quatro classificados. Todos são divididos então em três grupos de quatro pilotos, que correm entre si em turno e returno. Vão sendo eliminados os perdedores até que sobram só seis
pilotos, que disputam a final se não houver nenhum recurso que tire pontos por escalação irregular de pilotos, mecânicos e chefes de equipe ou uso irregular de porcas, parafusos e afins.

Bom, é melhor parar por aqui. Vai que o Bernie e o Max costumam ler o GPTotal e acham isso uma boa idéia....

Renato Müller, São Paulo


Panda, só pra completar a história do Piquet com o Salazar... (Pergunte ao GPTotal)

Isso foi contado pelo próprio Piquet em uma entrevista à revista VIP Exame (faz tempo hein!) enquanto se recuperava do acidente em Indianápolis, 92.

Dizia ele que depois do acidente, dos tapas e das coisas acalmarem, ele e o Salazar voltaram aos boxes. Porém não voltaram juntos (até porque, suponho que o Piquet não queria ver o chileno nem pintado de ouro!). De repente, uma kombi (uma kombi mesmo, foi o que disse Piquet) passou para pegar o Piquet. Desses carros de resgate que levam o piloto de volta, ainda mais num circuito como o da Alemanha, comprido como era. Para surpresa de Piquet, lá dentro estava Salazar. Achando aquilo um desaforo, Piquet colocou o sujeito para fora da kombi pois achava que aquele cara merecia voltar aos boxes à pé. O motorista da kombi, achando que Piquet estava louco, saiu do carro para buscar Salazar. Piquet não contou tempo; pulou para o banco do motorista, deu a partida e foi embora. E deixou os dois à pé!

Digam agora, que não estão faltando "Piquet's" no circo... Como eram bons os tempos das loucuras, não?

Abraços

José Angelo Petit Neto, Florianópolis - SC

Nem fale, Angelo.

Dá saudade dos tempos em que era possível ver um F 1 de perto nos boxes. Hoje, só réplicas em estandes de feiras e exposições.

Abraços. (LAP)



Sobre o incidente Piquet/Salazar, recordo de uma entrevista com o Piquet, se não me engano no Bate Bola da ESPN Brasil, ou um outro programa desses, na qual o Nelson contou que após seu acidente em Indianápolis, depois de oparado e já em estado mais estável no hospital, recebeu a visita do chileno, que foi tirar uma com o brazuca, na amizade, e que riram bastante do acontecimento de 82 nessa ocasião.

Sérgio Júnior, Vila Velha



Essa, o Piquet contou em uma coluna ou sei lá onde que li. Logo após o acidente e as gentilezas oferecidas ao chileno, Piquet andou em direção a Ostkurve e lá esperou espumando o fim da prova. O chileno, nem sinal dele por perto. A pista era 2a maior do calendário (quase 7 km)e o acidente foi exatamente no meio da pista, que penetrava na Floresta Negra. Ou seja, para voltar seguindo no sentido da pista, 3km, seguindo na "contra mão", 3km.

Fim de corrida, eis que surge uma van vindo na "contra mão" da pista. O motorista atende ao sinal de Piquet para parar. Este sobe e se senta ao lado do motorista que havia iniciado o trajeto de volta para os boxes. Alguns metros a frente, lá está Salazar, que também acena pedindo carona. Piquet ordena "Não pare!". Obviamente, o motorista argumenta que não pode fazer isso, que suas ordens são recolher a todos na pista. Ao parar, Piquet não pensa duas vezes. Abre a porta e empurra o infeliz motrista para fora, deixando-o junto com Salazar para trás. E Piquet volta sozinho aos boxes "roubando" a van de serviço.

Abraços

Claudio Habara, São Paulo


Qualquer um que dê bola aos comentários do LAP é um grande idiota. Ninguém discorda que o cara entende muito da história da F-1, mas suas opinioões são totalmente incoerentes. Vejamos: ele disse que Montoya não é mais seu piloto favorito porque, após o GP de Monza, irritado com Zsolt Baumgartner, o colombiano não quis pronunciar o sobrenome do húngaro alegando que era muito complicado. Panda achou isso uma grande falta de respeito de um piloto para seu colega. Pois bem: se isso é uma falta de respeito para com um colega, o que podemos dizer de um piloto que joga seu carro para cima dos colegas tentando tirá-los da disputa e que uma vez quase matou o compatriota Frentzen, após uma saída de box?! Considerando-se as duas atitudes, acho que não se comparam em termos de desrespeito. Alguém duvida que não rola um sentimento estranho do Pandinha em relação ao alemão?

Em tempo: sempre gostei de piloto cafajeste. Acho que a cafajestice é um atributo indispensável a um piloto que queira se dar bem. Não confio em pilotos certinhos, que estão sempre sorrindo para a imprensa e sempre falam bem da equipe e dos companheiros. Eles afinam na hora da decisão. Por gostar de pilotos cafajestes, sempre admirei Piquet. Depois que ele enferrujou passei a torcer para Senna, que também foi um grande cafajeste. Quando Schumacher despontou passei a torcer por ele, pois vi que ali estava um dos maiores cafajestes que já haviam surgido na F-1. Mas depois de sucessivas coças para Hill e Villeneuve e, principalmente, depois de apanhar feio do Hakkinen, o piloto mais sem graça da história, perdi a paciência com o alemão. Hoje não vejo graça nenhuma em sua tocada. Não tem agressividade. Ele pilota como se estivesse dirigindo um táxi, bem ao estilo de Prost. Infelizmente esse é o melhor jeito que existe para se ganhar um título, por isso os pilotos mais aguerridos tendem a continuar se dando mal. Para resumir: as atitudes citadas de Montoya e Schumacher têm meu apoio por tudo o que acabei de explicar. Não sou hipócrita de ficar criticando qualquer piloto apenas para defender o meu. Nenhum comentarista deveria fazer isso. A imparcialidade é uma grande virtude nesse meio. Por isso, qualquer ser com mais de dois neurônios já percebeu que o senhor LAP está aí apenas para defender sua paixão alemã. Não se atrevam a criticar Schumacher e tampouco elogiar seus rivais. No mais, quem for bobo que continue levando a sério as opiniões do LAP.

Cordias Saudações,

Flávio Araújo

P.S: tenho certeza que, se tiver coragem de publicar isso, o LAP dará sua respostas usuais, carregadas de ironia. Não tem problema. Eu adoro ironia.


Pelo jeito, Flávio, você se importa muito com o que escrevo - do contrário, nem mandaria esta longa carta. Então, segundo suas próprias palavras, você é um idiota. Mas obrigado por dizer que entendo muito da história da F 1.

Abraços. (LAP)


Ahn...Essa pergunta é bastante inútil, mas rendeu muita discussão lá no escritório:

Se no Japão, a classificação fosse a seguinte faltando 5 voltas para o fim:

1. Raikkonen
2. Barrichello (mais de 15 seg. atrás)
3. Montoya
4. Ralf
5. Qquer outro
6. Qquer outro
7. Qquer outro
8. Qquer outro
9. Michael Schumacher

Detalhe: se a corrida termina assim, a Ferrari fatura construtores e perde pilotos. Se manda Barrichello simular uma pane ou mesmo dar passagem ao alemão, Ferari perde construtores mas leva pilotos.

Qual seria a decisão da cúpula ferrarista? Sei que o "se" não existe, mas seria uma situação no mínimo curiosa. Será que os tifosi aceitariam uma atitude dessas?

Queria saber a opinião especializada.

Abraços

Claudio Habara, São Paulo


Eu aceitaria, Cláudio. Ou você acha que a McLaren não faria algo parecido para ter seu piloto como campeão?

Abraços. (LAP)

Acho que a Ferrari não tiraria Rubinho da prova, Claudio, independentemente do fato do brasileiro aceitar ou não uma ordem da equipe.

Creio - e torço pra estar certo - que a lição da Áustria 02 foi bem
aprendida. Como discutimos à exaustão a época, jogos de equipe eram tão antigos quanto o automobilismo. Eram. A opinião pública mundial reprovou o jogo de equipe, quer isso agrade quer desagrade velhos automobilistas de pele cascuda como eu, você, Panda ou Bob. Como marca mundial, a Ferrari vive de credibilidade que, você deve saber, é algo que pode se perder num instante nos dias de hoje. Uma armação como a descrita por você arranharia a
última jóia da coroa dos Agnelli e isso eles não vão permitir - toc, toc, toc -, inclusive por motivos eminentemente financeiros, mesmo a um preço tão alto. Espero também que Schumacher tenha compreendido isso e, caso o box seja insensato o bastante para fazê-lo, ele tenha juízo e frieza para recusar o presente.

Abraços (EC)


Sensacional o site Gptotal especialmente as matérias sobre Le Mans provas pelas quais sou apaixonado.

Walter Moreira Mendes Filho, São Paulo



Estava lendo a coluna do Marcel Pilatti, "Sou testemunha de um mestre", de 20/10/2003, sobre Michael Schumacher e também queria falar um pouco sobre ele.

Não sou um torcedor de Schumacher e, na atual F-1, ele não é o meu piloto predileto. Prefiro sofrer e comemorar os triunfos de Rubens Barrichello. Não está nem na minha lista dos melhores pilotos, que contem Juan Manuel Fangio, Jim Clark, Graham Hill, Nélson Piquet e Ayrton Senna. Mas devo reconhecer: o alemão é o melhor piloto que eu já vi. As estatísticas soam ao seu favor. Dificilmente, alguém conseguirá derrubar os seus recordes.

Quando estreou no GP da Bélgica de 91, eu ainda não acompanhava F-1. Tenho algumas recordações de 92 e 93, mas não dava muita importância. Meu pai costumava gravar as corridas, principalmente por causa de Senna, mas ele perdeu esse hábito após a morte do brasileiro. Não tenho mais as corridas daquela época gravadas, mas elas me fizeram recordar algumas coisas. Só passei a ser telespectador assíduo de F-1 após a morte de Senna e logo me
simpatizei pelo Damon Hill.

Após ganhar seis das sete primeiras corridas de 1994, o título parecia já ter dono: Michael Schumacher. Mas tudo começou a mudar a partir do momento em que surgiram denúncias de que o carro do alemão era irregular. Não sei se esse foi o motivo, mas ele foi desclassificado em dois GPs ( Inglaterra e Bélgica ) e foi suspenso por mais dois GPs ( Itália e Portugal ), permitindo
a aproximação de Hill na luta pelo título. Ganhou o GP da Europa , em Jerez, e foi derrotado pelo inglês no Japão.

Nessa corrida, Hill bateu Schumacher na chuva, onde o alemão é praticamente imbatível. Foi uma das melhores corridas de Hill na minha opinião, só perdendo para Hungria/97. A decisão foi para a Austrália e todos sabem o desfecho dessa história. Foi lamentável ver Hill, um dos meus pilotos prediletos, perder o título daquela forma.

No ano seguinte, Schumacher foi soberano e não deu nenhuma chance aos adversários. Hill, o único capaz de batê-lo, errou demais durante todo o ano, principalmente nos GPs do Brasil, Inglaterra, Alemanha, Itália e Europa. Na Inglaterra e Itália, Schumacher e Hill se envolveram em acidentes por equívoco do inglês nas duas situações. Garantiu o título no GP do Pacífico, em Aida, no Japão. O ápice do alemão na temporada foi, sem dúvida,
a vitória no GP da Bélgica. Após largar em 16º, Schumacher fez sua melhor corrida na F-1 batendo Hill, com pneus para pista molhada, de slick na chuva depois de uma disputa inesquecível.

Em 1996, correu pela Ferrari. Pela declaração de Willi Weber, seu
empresário, ele não queria assumir o compromisso com a equipe de Maranello porque "não queria correr por um carro que ele era acostumado a ultrapassar". Só aceitou correr pela Ferrari porque era "o resto". E já no primeiro ano, o carro apresentou evolução: permitiu a ele conquistar quatro poles e três vitórias num ano dominado pelos carros da Williams. Em 1997, tem todas as chances de conquistar o título, mas as joga fora ao jogar o carro em cima de Villeneuve da mesma forma ridícula como fez com Hill em 1994. Até o terceiro título, foi um longo caminho: foi derrotado por Hakkinen em 98 e viu suas chances em 99 ruírem ao quebrar a perna em
Silverstone, ficando fora de seis corridas. Destaco o GP da Malásia, o GP de sua volta após meses de recuperação, onde fez a pole colocando quase 1s em Irvine, segundo do grid, e fez o que quis na corrida até dar a vitória de presente a Irvine nas voltas finais.

Já em 2000, a glória do tri-campeonato finalmente chega. Após um ano difícil, começou a garantir o título em Monza, exatamente como este ano, após ter sido humilhado por Hakkinen em Spa-Francorchamps. A partir de então, assistimos ao domínio de um único homem. Já são seis títulos, quatro consecultivos. Ele próprio já disse que pararia quando chegasse alguém capaz de batê-lo na pista. Há uma geração muito forte vindo por aí. Mas não acredito nisso. Ele ainda tem forças e, principalmente, talento para
continuar. Quase todos os números lhe pertencem. E é com um pouco de lamentação que vejo as pessoas dizerem que ele nunca teve adversários na carreira. Onde ficam nessa história as Williams de 94 e 97? E as Mclarens de 98, 99 e 2000? Será que Hakkinen nunca foi capaz de bater o alemão? Alguém se lembra dos GPs de Luxemburgo de 98 e Bélgica de 2000? É claro que algumas
atitudes são obscuras em sua carreira como em Austrália/94, Europa/97 e Áustria/02, mas isso é quase nada se comparada com uma carreira tão brilhante. Schumacher conquistou respeito, admiração e consideração de quem acha que ninguém ganha seis títulos apenas por pura sorte. Até eu que não fã dele aprendi a admirá-lo.

Aprendi a reconhecer que, apesar de não ser meu piloto predileto, por quem eu torço de verdade, ele é o melhor piloto que eu já vi.

Um abraço para todos

william lopes machado, Brasília-DF



Para Marcel autor do último Friends:

Muito legal o seu texto, mas vc não acha q elogiou demais o Schumacher para um fã de Senna? Queria acrescentar algumas passagens nos fatos que mancharam a carreira do alemão:

1) França 92 - larga logo atrás de Senna e destrói a traseira do McLaren; relargada, e a vítima foi Patrese;
2) San Marino 94 - comemora a vitória; coisa repuganante não só pela morte de senna, mas tb pela de ratzenberger, e pelos terríveis acidentes de Barrichello, JJ Lehto e Lamy
3) Não sei que GP de 95 - dá uma porrada no carro de Hill, como na Austrália um a no antes;
4) Malásia 99 - sem chances de ser campeão, obstrui Hakkinen para "ajudar" seu companheiro Irvine (felizmente eles perderiam o título)
5) Irregularidades na Benetton em 94;
6) Reforço o que vc já havia citado: lembro que em Donnington-93, ele tb tomou volta de Senna, e foi ultrapassado pôr Rubinho na 1a volta; França 2000, inclusive, o Coulthard mostrou o dedo do meio pra ele; e a volta q tomou esse ano?
7) Como o leitor Claudio se referiu, não sei quanto a Piquet, mas Senna não se classificou para um GP, o 5o de sua carreira, e tomou volta uma vez na Toleman, e uma na JPS, se não me engano... mas na McLaren não!!!!!

Fernando Costa, Santos



Essa vai para o nosso companheiro Claudio Habara:

1- Para mim, a Benetton sempre foi italiana (Edu e Panda saberão mais) além do nome, acionistas e Briatore - o que não é pouca coisa, e a menção à França, é mais pela Renault que qualquer coisa.

2) manchas na carreira do alemão: acidentes como o citado de Magny Cours (se aquilo foi acidente, não sei nada de corridas) ultrapassagem sofrida por Hakkinen (que ultrapassagem!!!) ou tomar uma volta do vencedor da corrida não é exagero quando se trata de um Hexa Campeão, e no auge de sua forma.

3) Ninguém bateu, e nunca vai bater as marcas de Pelé (como havia dito).
Edson fez 1300 gols, e ninguém chegou a 900 ainda. Acredito que os prováveis 2 jogadores a quem vc se referiu, tenham sido Friedenrich e Di Stefano. "El Tigre" como o primeiro era conhecido, teria feito algo em torno de 1500 gols... mas em jogos oficiais, não chegou a 600. Enquanto Alfredo terminou a carreira com 899.

4) e, realmente, somos todos testemunha de um mestre.

Marcel, Curitiba


Edu,

esta semana reli seu livro "Pela glória e pela pátria".

Notei que você classificou o Schumacher, já no final de 93, como alguém que já quebrara a barreira da vitória. Mesmo tendo vencido menos (apenas 2 vezes até então) que o Patrese e outros mais. Você farejou um pouco do que estava por vir?

Aliás, você acha que Alonso, Raikkonen e Montoya já quebraram a barreia da vitória? Aproveito para pedir uma nova edição do livro, excelente e que merece uma atualização, alguma chance?

abraço

Emilio, Brasilia

Nenhum mérito próprio, Emilio.

O talento de Schumacher era facilmente visível desde os seus primeiros GPs ainda que, por algum motivo, não tenha me impressionado tanto seu temporal na estréia na Bélgica e ninguém me convence de que não foi ele e seu pezinho pesado quem quebrou aquela famosa embreagem do Jordan (aliás, está aí um
prato cheio para quem quer jogar pedra no alemão: será que ele se sairia tão bem na F1 sem os câmbios automáticos?)

Para mim, melhor do que a estréia, foi o fato de ele rapidamente ter se firmado numa equipe média grande e começado a conquistar pontos e boas posições de largada, independentemente das condições do carro, conhecimento de pista, companheiro de equipe etc.

Sobre os três jovens, é fácil definir a situação de Alonso - não quebrou - e Kimi - decididamente quebrou a barreira da vitória. Já sobre Montoya, tenho minhas dúvidas e, provavelmente, uma certa implicância.

Depois daquela ultrapassagem sobre Schumacher no Brasil 2001, Montoya parecia deter todos as credenciais, inclusive um carro bastante decente, para se tornar um rival à altura do alemão. Mas não rolou, como diria minha filha. Outros momentos de brilho aconteceram mas a consistência nunca veio.
Você nunca sabe quando é dia de Montoya e quando não é e isso, meu caro, não rima com barreira da vitória. Montoya, hoje, sequer pode se considerar o principal piloto da Williams - e olho no Ralf que se algum dia conseguir suplantar o complexo de irmãozinho mais novo pode deixar o colombiano para trás.

Sobre meu livro, estou negociando no momento a sua reedição. Quem sabe em breve tenha boas notícias para leitores gentis e atenciosos como você.

Grande abraço (EC)


Gostaria apenas de escarecer que a Lola que o Emerson Fittipaldi ganhou a Copa Brasil no final de 1970 e início de 1971 em Interlagos era a Lola T70 e não a T210 como foi dito pelo Olavo de SP, mas que só constatei agora, eu não tinha conhecimento desta coluna.

Estou procurando os resultados e os pilotos que correram o primeiro torneio internacional de Formula Ford no Brasil, vencido por Emerson Fittipaldi, que inaugurou o autodromo de Interlagos (após a reforma)na prova final e que teve provas em Recife e Fortaleza, alguém pode me ajudar?

Obrigado

Victor Andrade, São Paulo

Olá, Victor.

Obrigado por escrever, mas não houve engano do leitor. A Lola de Emerson era realmente a T210, com carroceria aberta, e que depois foi vendida ao piloto José Renato "Tite" Catapani. Havia também uma Lola T70 (cabine fechada) que foi pilotada pelo Wilsinho. Talvez isso tenha motivado a confusão.

De qualquer maneira, por favor escreva sempre.

Abraços. (LAP)


Prezado Panda

É admirável seu conhecimento sobre fatos/história da F1.

No entanto, não pude deixar de constatar uma certa agressividade de sua parte ao responder ao Igor, de João Pessoa, que em nenhum momento foi agressivo com você. Percebo que você critica tanto os "sennistas", que de fato muitas vezes exageram determinadas coisas, mas você tem demonstrado, principalmente nessa última mensagem um radicalismo talvez maior até do que quem contesta suas preferências. Chega a ser engraçado que você contestou até uma frase que uma criança disse, sendo que o Igor apenas ilustrou um fato, não utilizou como argumento de que "Senna é melhor que fulano". Aliás, em nenhum momento isso consta na mensagem. Engraçado também que você pergunta o porque dele não citar a história que, em outras palavras, o Piquet chamou o Senna de veado - fato conhecido por todos - mas a intenção da mensagem era citar dois fatos não muito conhecidos, como na abertura da mesma.

Creio que perde-se tempo realmente, ao tentar mudar a opinião das pessoas, porém, o que foi visto na mensagem não foi nada tentando mudar sua opinião.

Acho difícil que seja publicada essa mensagem, e creio que se for publicada você me dê uma paulada, como tem se percebido nas mensagens que batem de frente com sua opinião, mas fica o recado.

Abraço a todos, e em que pese preferências pessoais, continuem o ótimo trabalho.

João Mauro, São Paulo

Olá, João.

Como você vê, sua mensagem está aqui, publicada. Tem duas coisas que gosto aqui no GPTotal: a liberdade de crítica dos leitores e a liberdade de resposta dos colunistas e articulistas.

Escreva sempre. Abraços. (LAP)


Se fosse possível gostaria de saber a real potencia de todos os f1 na temporada de 2003, ficam gostaria de ver qual a diferença de todos os carros e seus devidos motores.

Grato

Flávio de Fáveri da Silva, Florianópolis-SC

Não tenho este dado à mão, Flávio, ainda que tenha curzado com ele em alguns momentos da temporada. Em linhas gerais você tem BMW, Ferrari e McLaren (nesta ordem) acima dos 900 cavalos, com Renault vindo logo a seguir. Quem sabe algum leitor possa nos enviar a potência de cada usina, indicando fonte e corrida - sim, porque este dado muda de corrida para corrida.

Abraços (EC)


Muito tem se falado sobre o porquê desta temporada ter sido tão competitiva.

Novo regulamento? Crescimento de McLaren e Williams? Um pouco disso tudo, mas ninguém mencionou o clima. Sim, o clima. Acho que em nenhuma temporada que me lembre, nunca o clima influenciou tanto os resultados das corridas como este ano. Quando não foi a chuva que caiu nos treinos ou na corrida, foi o calor excessivo que teve influência nos resultados das corridas.

Vejamos: Choveu nos fins de semana da Austrália (corrida), Brasil
(pré-classificação e corrida), Áustria (corrida), Canadá( pré-classificação), França (pré-classificação), Europa (pré-classificação), Estados Unidos(pré-classificação e corrida) e Japão (classificação). O calor muito forte, que favorecia os pneus Michelin, aconteceu na Malásia, Europa, França, Alemanha e Hungria. Ou seja, em 11 das 16 etapas, o clima foi um fator determinante para o fracasso ou a glória para um ou outro piloto.

Essa constatação aumenta ainda mais o valor do título de Schumacher, pois nas corridas "normais", Schummy venceu três: San Marino, Espanha e Itália.
Montoya venceu em Monte Carlo e Rubinho na Inglaterra. Isso quer dizer que em condições ditas "normais", a Ferrari e Schumacher ainda eram superiores aos demais

Joao Carlos B.Viana, Fortaleza-CE


Saudações

Sobre o episódio Piquet x Salazar (Pergunte ao GPTotal), vale ressaltar que na época a chicane onde ocorreu o acidente tinha um formato bem diferente da utilizada na última corrida do antigo Hockenhein.

Esta corrida foi vencida por Patrick Tambay, que substituira Gilles
Villeneuve, conseguindo assim a sua primeira vitória na F1.

Em relação a história do motor, o próprio Piquet afirmou numa coluna que tinha no Estadão que estava numa festa, tenho dúvida se era na Alemanha (foi no período que o Piquet fez algumas corridas com o MACLAREN/BMW), quando um técnico da BMW disse que na época, quando chegaram na fábrica, desmontaram o
motor e descobriram que não durariam mais que duas voltas.

Segundo o próprio Piquet, sua reação foi de procurar um celular com alguém e descobrir o número do telefone do Salazar e se desculpar com ele.

Piquet disse ainda que a caminhada de volta aos boxes era muito longa e que um fiscal o levaria com uma perua. Só que o mesmo também queria que o Salazar fosse junto. Resultado: O Piquet deixou os dois e voltou para os boxes, de perua, sozinho...

Quem viu pela tv, apesar de achar que o Piquet perdeu a corrida, foi uma das cenas mais engraçadas da F1.

Paulo C. Cicarello, Birigüi - SP


Prezados amigos do GP Total !
Sei que ninguém aqui tem o poder de adivinhar o futuro, mas sei que vcs têm um bom palpite. Vamos ao assunto sem enrolar:

Na sua opinião, a Ferrari em 2004 vai fazer o que tem feito no início dos últimos anos que é usar o carro antigo no início de cada temporada ??? Ou não, mesmo o F 2003-GA sendo um bom carro, porém sem o mesmo domínio do F2001 e do F2002, a Ferrari vai iniciar 2004 com um carro novo ?

Ou ela vai seguiu o exemplo da McLaren vai prometer um carro novo em cada corrida e no fim vai usar o F 2003-GA em toda a temporada 2004 ???


Minha opnião:

Eu acho que a Ferrari não vai se arriscar e já vai estrear 2004 com um carro novo !

O F 2003-GA mesmo tendo 7 vitórias, não acredito muito que seja usado em 2004, pois ele tomou muito couro em 2003. Tanto é que a 1ª vez desde que Barrichello e Schumacher são companheiros de equipe da Ferrari, eles não fizeram nenhuma dobradinha em 2003. Logo eles, que são a dupla com o maior número de bobradinhas da F1, com 15 ocorrências.

Em 2000, a Ferrari venceu 10 corridas e mesmo assim, iniciou 2001 com um carro novo, não vejo porque ser diferente no ano que vem.


Leonardo Gabriel


Amigos do GPTotal,

O ano de 2003 foi bastante interessante. Há muito tempo não tínhamos um mundial tão disputado. McLaren, Williams e Ferrari, Schumacher, Montoya e Raikkonen, Bridgestone e Michelin... competição em todos os níveis, levando a uma nova expectativa.

No entanto, teve uma coisa que me chamou mais a atenção do que tudo isso. o regulamento de m... que Pandini denunciou ao longo do ano.

Eu fiquei pensando qual seria a utilidade para fazerem um negócio tão esdrúxulo como esse regulamento. E aí, me veio algumas possíveis respostas.

1 - O Modelo de treinos: é uma m..., sem dúvida, mas para os dirigentes das pequenas equipes, sedentos por patrocinadores, é um super-outdoor. Imagine:
quando é que a Minardi ou a Jordan vão ter, cada uma, 5 minutos de espaço na TV. Assim, essas equipes mostram, durante uns 10, 15 minutos, os espaços em branco de seus carros, apenas para dizer: "invistam, ganharão 5 minutos por transmissão na exibição de sua marca e de seus produtos". Pra mim, é coisa
do Ecclestone, para manter o quórum da Fórmula-1.

2 - o sistema de pontuação. É um sistema que destoa de toda a história da Fórmula-1. Mas, imagine a sensação de falsidade que ele passa. A Jaguar, nesse ano, marcou 17 pontos, e ficou com a sétima colocação do mundial. Nada mais enganoso. Se prevalecesse o antigo sistema, a equipe inglesa ficaria com míseros 3 pontos. E o que significa ter 17 pontos, na sétima colocação.
Para os marqueteiros da Jaguar, é uma questão de mostrar para patrocinadores que eles são uma equipe média, com potencial de grande. Vão lembrar vários casos de equipes média, que com 15 a 20 pontos em campeonatos passados, puderam, posteriormente, demonstrar evolução e retorno garantido para patrocinadores.

Reforça ainda mais essa falsa impressão o fato de que Mark Webber, largando com pouquíssima gasolina, estava frequentemente nas 3 primeiras filas. É claro, quando não era permitido o reabastaecimento e a pontuação era só para os seis primeiros, isso seria impossível para a ex-equipe de Pizzonia.
Agora, dá pra enganar bem mais.

Um abraço

Fábio Metzger, São Paulo


 

Afinal quem é o mais jovem campeão da Fórmula 1? É o nosso Fittipaldi ou o Schumacher? Cada lugar diz uma coisa diferente!

Silvia Akemi, São Vicente

Emerson, sem discussão, Silvia.

Ele nasceu em 12 de dezembro de 46 e tornou-se campeão em 10 de setembro de 72. Tinha, portanto, 25 anos mais 9 meses, por aí. Já Schumacher nasceu em em 3 de janeiro de 69 e tornou-se campeão depois de abalrar Damon Hill em 14 de novembro de 94, aos 25 anos mais dez meses etc.

Aqueles que mais se aproximaram dos dois Foi Niki lauda e Jacques
Villeneuve. Ambos tinham 26 anos quando conquistaram seus primeiros títulos.

Abraços (EC)


Oi LAP !!

Naquela mensagem enorme que eu havia te enviado sobre a eterna busca pelo melhor, você fez uma menção ao Ascari sobre estranhamente não ser citado entre os grandes pilotos de todos os tempos.

Eu infelizmente não tive o privilégio de ver o Ascari correr, mas pelo os artigos que eu tenho lido, o cara era muito rápido, talentoso e competente e calou a boca dos seus críticos em 1953 quando afirmavam que só foi campeão
em 1952 pois Fangio não estava competido e ele, Ascari tinha o melhor carro.

Mas quem tem o mínimo de entendimento de F1, não pode falar de F1 sem falar de Ascari.

Um abraço,

Leonardo Gabriel, Brasília-DF


Caros,

surge agora a história de que o Roger Penske poderia comprar a Jordan e botar o Gil de Ferran para pilotar lá no ano que vem.

Meus comentários a respeito:

1) Acho pouco provável que o Penske fosse criar a estrutura técnica que seria necessária para manter suas duas equipes (a da IRL e a da Jordan)

2) Isso seria um cheque sem fundo e um enorme arranhão na imagem de Penske, Tony George e quem mais bancasse isso. Basta ver o quanto as equipes de ponta investem por ano e quanto a Jaguar já torrou de dinheiro na F-1 para
andar somente à frente de Jordan e Minardi.

3) Será que o Gil de Ferran toparia tirar o pijama para gramar na F-1 com um carro inviável? Difícil...

Em suma, a idéia parece ser interessante, já que uma equipe americana abriria novos caminhos econômicos para a categoria. Mas é como todos os boatos bem feitos surgem: a partir de uma premissa verossímil.

Abraços.

Renato Müller, São Paulo


1 - Algumas observações e dúvidas sobre o texto do Marcel (Friends 20/10).

Eu acho que a equipe Benetton corria com inscrição inglesa. E na prática era realmente. De italiano só o nome, acionistas e o Briatore.

Quanto a listas de "manchas" na carreira do alemão, incluir a disputa de Donnington, incidentes como o citado de Magny Cours, a ultrapassagem sofrida por Hakkinen ou tomar uma volta do vencedor da corrida, creio eu, é um
exagero. Assim, utilizando o mesmo critério, todos os grandes campeões terão suas trajetórias cheias de "manchas". Tanto campeão cansou de tomar volta ou ultrapassagens espetaculares.

Só para citar, temos os 2 últimos brasileiros campeões mundiais que em pelo menos uma prova sequer conseguiram tempo para largar. Por último, não sei quem faz as estatísticas do futebol nem como são feitas, mas o recorde de
gols de Pelé, do meu Santos, já foi batido faz um tempo, por 2 jogadores.
Não sei se é verdade, mas... obviamente isso não importa.

Ah..esqueci... concordo plenamente: "somos testemunha de um mestre". Que sorte!! Um dia vou poder contar que vi para quem não teve a sorte de ver.

2 - Aguardo o circuito de Shangai com ansiedade por um detalhe que li faz alguns meses.

O projeto, do alemão Hermann Tilke prevê a utilização de poliestireno (se não me engano é esse plástico...) como "base para a pista". Não entendi bem, mas aparentemente o maluco, conforme a notícia que li, vai acabar com os
estoques de toda a Ásia e substituir o asfalto por plástico. É isso mesmo?
Ou eu bebi? Ou quem escreveu a notíca bebeu? Se for isso mesmo, teremos algo totalmente inédito em qualquer tipo de corridas desde a Copa Vanderbilt (nela se corria em um oval feito com as curvas em madeira) no início do
século.

3 - E o Schumacher não tem jeito. Fico feliz em poder dizer que nunca torci pelo alemão, mas que vi a história sendo escrita. Vi cada título e com certeza, o maior vencedor de todos os tempos. Somos todos privilegiados de
poder vê-lo em ação, mas tem muita gente aí que não consegue entender o tamanho dessa sorte.

Abraços

Claudio Habara, São Paulo


 

Olá, não fui chamado mas irei meter o bedelho assim mesmo...

em relação a carta do João de Leme-sp, a formação do Divilla conta até o 3º de engeharia mecânica na FEI, suponho que ele tenha largado a faculdade para ir a Europa junto com Wilsinho em 69 ou 70! Porém cumpre informar que ele já
deu aula na pós graduação em faculdades na Inglaterra.

Quanto a pergunta do Romulo de Fortaleza-CE -

1º - os carros :
fd-01 de 1975 depois de solucionados os problemas iniciais, o maior defeito eram as curvas de baixa velocidade!
fd-02 e fd-03 de 1975- se davam melhor neste aspecto.

fd-04 de 1976- começou muito bem, porém a mudança dos pneus Goodyear e da abolição das tomadas o carro ficou sem aderência sufciente. O interessante é que o desenvolvimento deste carro para 1977 feito pelo Maurice Phillipe
começou muito bem e de forma arrebatadora o ano, que se perdeu com o advento do f-5

f-5 de 1977 - nos testes em interlagos com wilsinho ao volante se comportou muito bem, porém emerson não gostou desta cópia do ensign, deu muitos problemas mecanicos, mas serviu de base pro f-5A de 1978

f-5A de 1978 - o melhor carro construído, as asas funcionaram muito bem deixando o carro bem estavel, mesmo tendo o desenvolvimento parado a partir do gp da inglaterra (por causa do f6) ele se comportou muito em no final da
temporada.

f-6 de 1979 - bom esse nunca se comportou bem, nem deu chance para um melhor desenvolvimento do f-6A, Wilsinho o definiu assim ao fazer curvas -era tão mole que parecia uma banana amassada!

f-6A de 1979- estenderam a asa, reforçaram a estrutura, modificaram o bico dando mais sustentação, mas não tinha jeito, ao contrario do f-5, este não conseguiu melhor desenvolvimento

f-7 de 1980 - conforme anunciado este era um desenvolvimento do Wolf WR7/9 de 1979 com algumas modificações, comportou-se bem no 1º semestre dando 2 pódiuns e marcando 9 pontos com emerson e keke, porém emerson não gostava muito do carro!

f-8 de 1980 - última esperança de emerson enquanto piloto, apesar da esperança inicial, por ser um projeto básico sem chance de dar errado, não foi rápido o suficiente.

f8C/D de 1981 - chegou a esboçar ser um carro melhor desenvolvido (vide o 4º lugar de keke na africa do sul, depois invalidado), porém a falta de grana impediu qualquer chance de desenvolvimento.

f-9 de 1982 - sem grana, sem tempo e apenas com 3 gp´s disputados sequer dá para fazer uma analise deste carro sem novidades.

Quanto a 2º indagação do Rômulo, na minha opinião o começo do fim se deu em 1981 quando a perda de um patrocinador forte (como a Skol) tranformaram a equipe de média para pequena, é claro que quando Eduardo Correa se refere aos motores turbo e aos carros asa ser o começo do fim, acho que se refere aos gastos que uma equipe tinha, a f-1 havia chegado num patamar em que a grana passava a ser mais decisivo do que a criatividade do projetista e a
competência de pilotos e equipes, infelizmente a equipe fittipaldi viveu justamente a transição de duas eras da f-1.

3º tópico Constância a partir depois da temporada de 1978, suponho que tenha acontecido no 1º semestre de 1980, com dois pódiuns e 9 pontos marcados...

4º tópico - a equipe teve várias fases, tomando por base o ano atual da f-1 (2003) consigo (pessimamente) compará-lo assim -

de 1975 - 1976 -Toyota, aprendendo, alguns bons resultados, mas apredendo na base do sofrimento

1977 - 1978 - BAR e Sauber, Jaguar - equipe média, alguns bons resultados, altos e baixos numa mesma temporada

1979 - situação atípica, o desenho do carro estragou tudo!

1980 - BAR, Sauber, Jaguar - equipe média novamente, alguns resultados bons sem empolgar

1981- Jordan - começo bom, porém se com dinheiro a f-1 já difícil, sem dinheiro então....

1982 - Minardi - sem dinheiro a coisa ficou inviável difícil

Gustavo Giroti, São Paulo



Vou acender um pouqunho mais a rivalidade Senna X Piquet sem no entanto apontar se este ou aquele foi melhor.

Lembro de dois episodios que fizeram que o odio entre os dois aumentassem. Numa das biografias do Senna, o escritor, que não lembro o nome, fala de uma visita do então líder da F3 inglesa aos boxes da brabham para conhecer um dos seus ídolos (isso mesmo) e Ayrton não foi recebido pelo então campeão mundial. Ao sair da pista ele profetizava: "Um dia venço esse filho da p..". Já em 1986, durante o GP da inglaterra em Brands Hatch, Senna já fora da prova assiste a corrida e declara ao repórter da Rede Globo que estava torcendo por Piquet. Ao ser informado, o piloto da Williams retruca: "Ele estava torcendo para eu bater". isto eu sei porque tenho gravdas todas as reportagem ´pós gps feitas pelo fantástico.

fazendo um search pelo site, li muita coisa a respeito de Senna E Piquet e não pude deixar de observar o ódio que o Panda tem pelo saudoso tricampeão; Meu caro Panda como jornalista você tem que saber que os problemas pessoais não podem ser levados para a sua escrita. Um pouco de respeito pela carreira do Senna, mesmo que ele não tenha sido respeitoso com vc fora dela.

PS: Tenho a reportagem do GP de Monaco de 1993, vencido brilhantemente por Senna, quando um garotinho de oito anos, que não fala português se aproxima e pede um autografo ao piloto. O Roberto Cabrini pergunta, porque ele qqueria o autografo do brasileiro e a resposta é enfática: "because he is the best". O nome do garotinho: Nelson Angelo Piquet

Igor, Joao Pessoa

Igor, acho que você confunde um pouco as coisas. Primeiro: não tenho ódio por Senna, embora ele sabidamente não esteja entre meus pilotos preferidos. Segundo: também nunca tive problemas profissionais com Senna. Cobri vários GPs de F 1 no Brasil e no exterior entre 1991 e 1995, e Senna nunca foi desrespeitoso comigo (nem eu com ele). Agora, se a minha opinião sobre certas atitudes de Senna não te agrada, o problema é seu, não meu. Terceiro: "the best" entre quem, meu amigo? Ele deixou claro se é "the best" de todos os tempos ou entre os que estavam correndo? Parece que não. Então, não atribua intenções a um garoto de oito anos, certo?

Por último, você menciona os diálogos. Quem aprecia Piquet sabe que ele não tem papas na língua e releva tudo isso - da mesma maneira como vocês, sennistas, acham que todas as sujeiras de Senna dentro e fora das pistas foram legítimas. Então, eu vou te contar uma historinha. Em 1988, durante uma coletiva, perguntaram a Senna a razão de ele ter ficado "na toca" durante alguns meses e ele respondeu: "Foi para o tricampeão (Piquet) ter espaço na imprensa". Ao contar o que havia dito para Galvão Bueno, seguido de um comentário jocoso, Galvão respondeu: "Eu acho é que você se estrepou" (isto está na entrevista de Galvão à Playboy, em 1994).

Senna cutucou a onça com vara curta e a resposta de Piquet, em tom debochado, foi a conhecida "Ele desapareceu para não ter que explicar por que não gosta de mulher".

Por que você não comenta isso?

Para você que sabe tanto: eu me lembro perfeitamente da reportagem do Fantástico, citada por você, e posso informá-lo que não foi no GP da Inglaterra, mas no da Itália de 1986.


Por último, um aviso a você e outros leitores. Se achas que vai fazer minha opinião mudar contando um monte de coisas que já sei, pode desistir. Curta o seu piloto preferido e eu vou curtir o meu.

Abraços. (LAP)


Caros amigos do GPTotal

Essa vai para o Rafael Rangel Giovanini, e gostaria também da opinião do Panda.

Li os comentários do Nigel Roebuck na Autosport, sobre os quais tenho as seguintes considerações:

1. Independente de Schumi ser ou não de fato o melhor de todos os tempos, um inglês jamais dará o braço a torcer a um alemão vencendo em uma equipe italiana. Quem achar que não é o caso não conhece a história e a cultura da Europa. Seria como esperar que um brasileiro admitisse que Maradona é melhor do que Pelé. O Nigel se traiu direitinho quando disse que os melhores de todos os tempos seriam Stirling Moss e Jim Clark.

2. Dizer que outros pilotos tiveram adversários e que Schumi corre contra ninguém é um argumento recorrente de seus críticos, que no afã de diminuir o alemão nem se dão conta do sofisma que criaram: como toda comparação é obviamente relativa, se Senna, Prost, ou quem mais seja, tinham adversários, é porque não eram tão superiores assim dentro da turma, ao passo que se Schumi corre contra ninguém (o que para mim não é verdade), é justamente por ser tão superior a média. Discutir se Schumi pegou uma entresafra de talentos ou se sua superioridade é que produziu essa impressão é a história do ovo e da galinha. Ademais, afimar que entre os grandes adversários que Senna e Prost tiveram que enfrentar estão Berger e Alboreto ... Essa parte tive que reler, pois não acreditava em meus olhos.

3. Os comentários do Nigel são cheios de contradições. Ele afirma que Schumi erra muito, até concordo, mas ele mesmo afirma que um dos dois melhores de todos os tempos seria Stirling Moss (o outro seria Jim Clark), um emérito batedor, que nunca foi campeão por causa disso, que teve que abandonar o automobilismo por causa disso, e que pegou fama de azarado porque será? Ele também afirma que Schumi cede sob pressão (ao ler isso lembrei-me dos GP´s da Itália e dos EUA deste ano e pensei: imagina se não cedesse), mas sabem o que diziam de Jim Clark (o outro ídolo desse senhor)? Que só sabia pilotar na ponta, que não sabia correr vindo de trás, etc.; isso não lembra alguma coisa?

4. Ele afirma que Schumi não tem que se preocupar com nada devido à eletrônica embarcada. De todas as críticas, a que achei mais simplória foi essa. Todos os pilotos correm com eletônica embarcada, porque não o vencem?

Enfim, caro amigo Rafael, achei a crítica do Nigel Roebuck bastante tendenciosa e sem acrescentar nada de novo a já longa lista de argumentos da tribo dos anti-Schumi.

Abraços

Roberto Ferrari Borba, Porto Alegre

Olá, Roberto.

Esclareço que não li o artigo do Nigel Roebuck e por isso vou basear meus comentários unicamente em cima daquilo que você comentou. Antes, porém, uma importante observação. Nigel Roebuck publica alguns artigos bastante interessantes, mas é preconceituoso e xenófobo. Ele é um dos jornalistas ingleses que se recusam a vir para o Brasil por achar que aqui é selvagem, terceiro mundo e etc. Não está totalmente errado, mas parece se esquecer que problemas existem em absolutamente todos os lugares do planeta. Ali mesmo, na querida Grã-Bretanha de Roebuck, existe um número nada desprezível de cidadãos da Irlanda do Norte que não tem nenhum orgulho de ser súdito de Sua Majestade, a rainha Elizabeth.

Vamos aos comentários sobre os tópicos apontados pelo Roberto:

1) É por aí mesmo. A imprensa especializada inglesa, em geral, adora transmitir a seus leitores um ufanismo barato, como o que é praticado - por outras razões - aqui no Brasil. Lá, a tendência é explorar a Grã-Bretanha como centro da F 1. É verdade que a maior parte das equipes e fornecedores estão lá, mas se a F 1 fosse uma "categoria eminentemente inglesa", como a Autosport chegou a publicar certa vez, não teria toda a dimensão mundial que possui;

2) Também concordo com o Roberto. Volto a perguntar: se Senna tivesse vencido todos os campeonatos que planejava de 1994 em diante, seria sabe contra quem? Contra Hakkinen, Hill e o próprio Schumacher, considerados amebas motorizadas pelos "anti-Schumacher" e por alguns sennistas. Será que falariam que esses títulos de Senna "não teriam valor porque Senna não tinha adversários"? Acho que não.

Inveja é um dos sentimentos mais tristes que um ser humano pode ter.

3) Todo piloto tem pontos fortes e fracos. O de Schumacher, realmente, é a tendência a cometer erros quando está sob pressão intensa. Mas seus detratores não lembram das vezes em que ele NÃO erra, assim como esquecem que seus pilotos preferidos também têm em seu currículo muitas corridas medíocres.

Senhores, lembrem de uma frase de Gil de Ferran: "Os maiores pilotos de todos os tempos perderam muito mais corridas do que ganharam".

4) Faço minhas as suas palavras, Roberto. E é bom lembrar que Jim Clark, com toda sua habilidade para controlar derrapagens e tudo o mais, poderia se atrapalhar inteiro com aqueles dez ou doze botõezinhos que acionam uma infinidade de comandos existente no volante de um F 1 de hoje. Cada época tem suas próprias dificuldades, coisa que o experiente Nigel Roebuck deve ter se esquecido.

Abraços. (LAP)


Caros Edu e Panda:

Vou ser meio saudosista dessa vez:

Hoje ( domingo, 19/10 ), resolvi acessar o co-irmão de vocês, e também excelente grandepremio.com, unindo minhas duas paixões: automobilismo e música.

Como sabem começei a acompanhar a F1 em 1981, ( GP do Brasil ), sendo que mais ou menos na mesma época meu interesse pela música também aflorou. Ao rever as fotos do bi-campeonato do Piquet em 1983 tocar, enquanto relembrava aqueles bons tempos, arquivos em mp3 das músicas em que ouvia no fuscão 71 do meu pai naquela época ( na qual as rádios ainda não tocavam baboseiras do tipo " to nem aí ", etc. ).

Ao ouvir aqueles grandes sons tipo Journey, Styx, Blue Oyster Cult, Rush, Yes, Triumph, Def Leppard; dentre tantos outros, veio a tona uma época na qual eu ainda sonhava. Hoje em dia ainda curto demais o automobilismo e a música ( acabei de ser aprovado p/ o curso de licenciatura em música, sendo que desde os 16 anos sou guitarrista amador ), mas o quadro atual não se compara ao daquela época. Doces 13 anos de idade.

Para finalizar: O Panda tem cara de gosta de sertanejo, e o Edu tá mais pra Jazz, ou será que eu tô errado?

José Everson de Abreu, Vitória - ES


AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Everson, por favor, NÃO ME OFENDA!!!!!!!!!! Jamais repita que eu gosto de sertanejo, pois é um dos tipos de música que mais odeio - especialmente essas duplas esganiçadas e chorosas que grassaram nos últimos dez, quinze anos.

Meu gosto musical pode ser definido em MPB (acho a sigla tremendamente restritiva, mas por enquanto é a única que conheço para definir o tipo de música que gosto), rock e pop dos anos 60 a 80 (neste último depende muito mais da música do que do conjunto).

Quanto ao Edu, o negócio dele é rock.

Conclusão: você deve tocar bem, mas sua capacidade de adivinhar o gosto musical dos colunistas do site está abaixo de zero.

Abraços. (LAP)


Aí galera do GP TOTAL, gostaria de saber um pouco sobre como foram extintas as equipes Benneton, Stewart e Prost.

Gostei muito do site de vocês. Vocês têm o melhor acervo de história da F1 que já li.

Mauro de Bias Almeida, Belford Roxo

Olá, Mauro.

É simples: a Benetton mudou de nome ao ser comprada pela Renault, a Stewart idem ao ser comprada pela Ford, que a rebatizou de Jaguar (há quem diga que a equipe sempre foi da Ford e que Stewart era apenas um testa-de-ferro para não compromenter a marca em um possível fracasso, mas esta é outra história...) e a Prost faliu.

Abraços. (LAP)


Gostaria de lhes fazer a seguinte pergunta relacionada aos bastidores da F-1 :

Lendo a coluna do Zampa na Racing, obtive uma informação, que apesar de acompanhar o automobilismo a anos nunca tinha ouvido falar.
Ele diz que o Rubens não é muito bem quisto na Willians, a começar pela mulher do Patrick Head; Betise Assunção, brasileira e ex-assessora de imprensa do Ayrton.

Gostaria de saber o porquê desta suposta "antipatia", já que o Rubens, pelo que eu saiba, sempre se deu bem com o Ayrton, no pouco tempo de convivêcia que os dois tiveram na F-1.

Mauricio Camargo Soares, Barretos

Não temos detalhes a respeito, Maurício.

O Zampa é quem poderia explicar melhor o caso. Mas o fato de Barrichello se dar bem com Senna não tem nada a ver com o relacionamento dele com a cúpula da Williams, concorda?

Abraços. (LAP)


Estava revendo uma revista Grid e me deparei com um acidente em Indianapolis em 1995 do desconhecido (pelo menos pra mim) Stan Fox. O que aconteceu com ele depois do acidente, se recuperou? pois pela imagem as pernas do piloto ficaram expostas, coisa muito bizarra. um abraço

Robson Heringer, Belo Horizonte


Olá, Robson.

Stan Fox recuperou-se, mas não a ponto de voltar a correr. Morreu em 2000 ou 2001, em um acidente de estrada na Nova Zelândia.

Abraços. (LAP)


Caros amigos,

muito tem-se ( temos ) criticado o Barrichello pela sua atitude submisa na Ferrari e, gostaria de dar o meu ponto de vista ao respeito.

Todas as criticas feitas ao Rubens, tem como origem o nosso desejo de que ele fosse campeao mundial, e acho que foi esse desejo o que acabou afetando o nosso juizo.

Sinceramente creio que o Rubens faz tempo que soube que nao seria campeao ( porque nao podia ou porque nao o deixariam, tanto faz ), mas o problema é que nós continuavamos pensando que sim. Nesta vida, poucas vezes
temos o que queremos ou esperamos, e é dificil aceitar isto, é muito duro mesmo. O Rubens deve ter pasado momentos dificeis quando percebeu que nao poderia alcançar o seu sonho de ser campeao, e, perante o sobho frustrado,
resignou-se e, com grande valentia, aceitou o seu papel secundário na Ferrari, mesmo sabendo que isso nao sería comprendido no seu proprio pais, e que o faría objeto de duras criticas.

Agora somos nós os que devemos acordar do nosso sonho e valoriza-lo na sua justa medida, e nao em menos porque esperavamos mais. A verdade é que, na sua condiçao de segundo piloto, o trabalho feito pelo Rubens é realmente
admirável, pois poden-se contar com os dedos duma mao os pilotos que desempenharam este papel com tanta eficiência quanto ele, e é possivel que sobrassem varios dedos.

O Schumacher e a Ferrari tem muito que reconhecer ao Rubens por todo o excelente trabalho feito por ele nestes anos. O Rubens tem sido uma espécie de muleta para o alemao pois, cada vez que este fraquejava, podia apoiar-se
no Barrichello, quem sempre estava la quando o Michael o necessitava.

Em quanto à Ferrari, parece que eles só davam equipamento de primeira classe ( igual ao do Michael ) ao Rubens quando o Michael nao se mostrava competitivo; como se a sua filosofia fosse algo assim como " Bom, se o
alemao nao pode ganhar, deixemos que ganhe o brasileiro antes que o faça outro "

Sim amigos, acho que temos sido injustos com o Rubens só porque nos sentiamos decepcionados com ele, mas já é hora de abrir os olhos e reconhecer o grande piloto que temos a sorte de desfrutar.

um abraço

manuel blanco, valencia - espanha


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