Parabéns amigos pelo sucesso da festa de lançamento do livro do Flávio Gomes.


Na verdade foi muito além do que um simples lançamento, foi um momento único em que os nomes ganharam rostos. Os Gepetos de carteirinha estavam ali como se conhecessem há anos (o que não deixa de ser uma verdade virtual).


Obrigado ao Edu e ao Panda pela cordial acolhida, e espero que eventos como este se repitam e que a Editora GPTotal seja plena se sucessos.

[]'s
Olavo, São Paulo

 

Amigo Flávio,

É engraçado eu estar escrevendo para lhe pedir que não se esqueça autografar o seu livro para mim (agora, antes de picar a mula para Melbourne), pois acabo de chegar da sua Noite de Autógrafos e pior: fui o primeiro a chegar e a lhe dar um abraço, só que conheci pessoalmente o Panda e o Edu e começamos um papo legal; depois chegaram outros GPTOTALmaníacos e quando dei por mim tinha que voltar para Congonhas; e a fila para pegar o seu autógrafo tava maior que a de um tal de "Schumi", quando ele está bonzinho e dá autógrafos. De qualquer maneira Flávio, parabéns pela festa, que estava bonita.

Parabéns também pros amigos GEPETO'S, Alessandra, Panda e Edu, pois vocês são mentores, incentivadores e editores do Boto. Prazer grande em conhecê-los pessoalmente. Obrigado também pela acolhida, o que não poderia ser diferente pelo Site que vocês nos disponibilizam.

Abraços à todos,

Caíque, Rio de Janeiro

E ai galera

Será que o Rubinho briga pelo titulo este ano?

Clayton Sales, S Paulo

Oi Clayton

Nuvens de mistério cobrem a Austrália, Malásia e Bahrein. Ninguém sabe ao certo se Bridgestone, Michelin e os fabricantes de motores já conseguiram apurar seus produtos a ponto de durarem uma ou duas corridas.

O panorama dos treinos é mais confuso do que em anos anteriores. De certeza, só que Williams e Bar não começaram bem e o intervalo entre as provas iniciais mais a distância das bases européias podem tornar acertos muito mais complicados.

Quanto à Ferrari, ela começa com o carro de 2004 acertado para o novo regulamento. Tudo indica que os Renault e McLaren são melhores. Serão mesmo? E, em caso positivo, a Ferrari irá recuperar um eventual terreno perdido nas provas européias, com a competência habitual?

E quanto ao Rubinho: é impressão minha ou ele tem testado menos o carro do que Schumacher? O brasileiro se adaptará bem a uma forma de pilotagem onde eventuais erros, como travadas de roda, por exemplo, serão punidos de forma impiedosa, já que os pneus têm de agüentar treinos e corridas?

Por tudo isso e algumas coisas mais, meu caro, é que não arrisco nenhum palpite sobre o desempenho de Rubinho em 2005.

Abraços (EC)

 

Por que não vou torcer para a Williams (Coluna da Alessandra de 21/1)

Porque não sinto a menor empatia, nem pelo Heidfeld e nem pelo Webber. Nada contra, mas...

Em 2005 minha torcida vai se concentrar inteiramente na McLaren.

Leonardo Delarete Pimenta, Belo Horizonte

 

Alessandra

torci muito para o Pizzonia pegar a segunda vaga da Willians, mas fatores extraterrestres impediram.

Mesmo assim, tenho uma simpatia muito grande pelo Nick e estou torcendo por ele, mesmo porque, sempre o achei mais piloto do que o Haikonem, como você mesmo salientou o alemão deu um banho no Filandês e se não fosse os mesmos fatores extraterrestres, acredito que hoje o Nick seria uma grande estrela da formula 1.


Acho que ele mostrou a cara, mesmo naquela pressão imposta pelo tal do vestibular contra o Pizzonia, demonstrou ser uma pessoa sensata, não usando das mesmas armas que o Webber usou contra o Pizzonia, chegando mesmo a elogiar o brasileiro como sendo uma boa pessoa e não precisando desqualificar o seu adversário para poder se impor.

///

Edu

Você tem toda a razão ao afirmar que a Williams está morrendo (Coluna de 14/2), pois me parece que eles estão totalmente perdidos. Quando poderiam assumir o Pizzonia como titular preferiram outros e depois fizeram aquele vestibular e confirmaram o Nick como titular.

Agora o Sr. Williams vem a público dizer que o Pizzônia é muito bom e não quer deixar ele ir para a Formula Mundial. Se ele é tão bom assim porque não está titular ou será que caíram na realidade de que o carro é bem ruim e estão com medo de perder o test driver.

Jovino, Brasília-DF

 

Respondendo ao Carlos Alberto, lembro de cabeça que o Gary e o David Brabham se aventurarm na F-1, se não me engano na escuderia criada pelo pai, já decadente no início dos anos 90 (na mesma época da Giovana Amati).

Luciano Balarotti, Curitiba

 

Lendo a carta do ilustre colega "sem assinatura", que diz sabiamente "felizmente encontramos um herói diferente dos demais brasileiros que corriam com um Formula 1. O Ayrton era do bem e nunca escondeu isso de ninguém, tanto a brasileiro ou não", fico a divagar sobre o espírito malévolo e cruel, as vezes sádico e comedor de criancinhas de Emerson, Piquet, JC Pace e Rubinho, entre outros.

Realmente Senna era um exemplo único, ímpar, de bom-caratismo, benevolência, humildade, honradez e esportividade. Nossos outros "heróis" brasileiros nem chegavam perto...

O caro colega "sem assinatura",
com certeza, só deve assistir jogos narrados pelo Galvão, deve ter votado no Eurico Miranda e só usa esponjas de aço Bom-Bril, certo?

Pedro Sartorio, Cachoeiro

Edu, como vai?

Dá uma olhada nas fotos que achei navegando pela internet, me chamando a atenção essas belezinhas aí de baixo da Interseries e CanAm.

Um abraço!

Loreno Menegotto Jr., Belo Horizonte



Comecei a acompanhar as corridas do Ayrton Senna desde o seu início. Como já foi comentados por muitos, felizmente encontramos um herói diferente dos demais brasileiros que corriam com um Formula 1. O Ayrton era do bem e nunca escondeu isso de ninguém, tanto a brasileiro ou não.

Nas corridas que ele entrava para correr, ele demonstrava entre a sua habilidade como corredor, mostrava também uma garra de ganhar uma corrida a atrás da outra, não que ele fosse "fominha", mas para dar prazer aos brasileiros que com certeza estavam esperando-o aos domingos pela manhã, a tarde ou de madrugada, não importando com horário.

Muitos desses telespectadores terão uma historia para contar como a minha:

"Aos domingos eu ia a feira do automóvel no Anhembi para comprar o comprar um carro, e eu havia combinado com o meu cunhado, de irmos somente após a corrida do Ayton Senna, o que acontece e nesse dia consegui comprar um carro da GM (Chevete), na cor branca, onde quando chegamos a feira, demos de cara com o carro, cujo proprietário também havia deixado de ir a feira após a corrida, onde de alguma forma, o Ayton indiretamente me ajudou nesse sentido".

E assim foram todos esses anos em que o Ayton correu pelo mundo, nos dando espetáculos e orgulho em sermos brasileiro, mas que infelizmente tivemos mais uma vez ficarmos órfão de um campeão e exemplo de cidadania. Se fosse falar tudo que penso do Ayton, ficaria até amanhã digitando.

Um abraço a todos e obrigado pela oportunidade de pelo menos expressar a minha opinião, uma vez que eu não conheci pessoalmente, mas valeu a pena mesmo assim, pelo menos existiu uma pessoa que nos deu dignidade e força em continuar em frente

Um abraço.

(Sem assinatura), São Paulo


A Alessandra está certa quando diz (Coluna de 21/2): "Heidfeld foi seguidamente mais rápido que o finlandês nos treinos e terminou o campeonato à sua frente."

Das 17 corridas Heidfeld largou na frente em 10 e Haikkonen em 7 e Nick fez 12 pontos contra 9 de Raikkonen.

Porém, devemos levar em consideração que o finlandês estava em sua primeira temporada na F-1 e ainda não conhecia os circuitos e havia dirigido bem menos um carro de F-1. Portanto, considero que houve um empate técnico entre os 2, não podemos acreditar friamente em números.

Vinicius Teixeira, Barueri

 

UMA COMPARAÇÃO POSSÍVEL

Luciano Balarotti, Curitiba

Após tanta polêmica a respeito da opção da Williams em deixar Pizzonia apenas como piloto de testes em 2005, resolvi mergulhar nas estatísticas para tentar descobrir se houve mesmo uma injustiça tão grande assim. Como já foi falado muito na experiência de Heidfeld e sobre seu bom desempenho quando enfrentou Kimi Raikkonenn na Sauber, parti para um outro tipo de comparação.

Peguei o número de provas disputadas por Pizzonia - 15 - e comparei seus resultados com os obtidos pelos demais pilotos brasileiros em suas primeiras 15 provas também. Utilizei para pontuação o sistema atual, para evitar que os corredores mais recentes tivessem vantagens.

Acho que a lista dá uma boa noção sobre a qualidade dos pilotos, com as devidas ressalvas pela diferença das equipes de cada um nessas corridas. Fator que colocou Nelson Piquet lá em baixo na tabela, e não no topo junto com Senna e Emerson. O Bi-campeão, aliás, é um exemplo de estréia bem sucedida na Fórmula Um.

Analisando retrospectivamente, é possível notar que alguns pilotos que sofreram severas críticas foram muito bem em suas primeiras corridas, como é o caso de Gugelmin, Christian Fittipaldi, Massa e Matta. Seguem abaixo os resultados e um breve histórico das 15 primeiras provas (quando disputadas) de cada piloto.

Emerson Fittipaldi. Outros tempos. Em 1970 estreou de cara na Lotus, equipe que fez o campeão daquele ano. Foram seis provas, com vitória nos Estados Unidos (em sua quinta corrida), 4o lugar na Alemanha e 8o na Inglaterra. Nas nove primeiras corridas de 71 marcou um 2o lugar na França, dois 3os na França e na Inglaterra, um 5o em Mônaco, um 7o no Canadá e um 8o na Itália. 43 pontos.

Ayrton Senna. Fez 15 corridas em seu primeiro ano na categoria, pela Toleman. Além do histórico 2o lugar em Mônaco, chegou em 3o na Inglaterra e em Portugal, 6o na África do Sul e Bélgica, e 7o no Canadá. 24 pontos (contando pela metade os de Mônaco).

Felipe Massa. As 15 primeiras provas foram pela Sauber. 5o lugar na Espanha, 6o na Malásia e na Europa, 7o na Alemanha e na Hungria, e 8o em San Marino foram os melhores resultados. 15 pontos.

Maurício Gugelmin. Suas 15 primeiras provas foram no ano de estréia, 88, pela então promissora March. Não fez feio: 4o lugar na Inglaterra, 5o na Hungria, 7o na Espanha, 8o na França, Alemanha e Itália. 14 pontos.

Cristiano da Matta - As 15 primeiras corridas foram pela Toyota, em 2003. Os 6os lugares na Espanha e na Alemanha, e 7os na Inglaterra e no Japão foram seus melhores resultados. 10 pontos.

Christian Fittipaldi. As 15 primeiras corridas foram pela Minardi, que na época era bem melhor que hoje, apesar de ser uma equipe pequena. 13 foram em 92, quando não conseguiu vaga no grid em três provas e chegou em 6o lugar no Japão e em 8o em Mônaco. As duas restantes foram em 93, com direito a um excelente 4o lugar na África do Sul. 9 pontos.

Wilson Fittipaldi. Suas 15 primeiras corridas foram pela Brabham, que vivia um momento de estiagem entre os períodos vitoriosos de meados dos anos 60 e começo dos 80. Em 72 esteve em dez corridas, tendo como melhores desempenhos os 7os lugares na Espanha e na Alemanha, e o 8o na França. Nas cinco primeiras provas de 73 conquistou um 6o lugar na Argentina, primeiro de seus três pontos na carreira (no mesmo ano conquistou um 5o lugar na Alemanha). 8 pontos.

Chico Landi. Seis provas na era romântica da F-1. Em 51, com uma Ferrari, não concluiu a prova da Itália. Em 52, foi 8o na Itália e 9o na Holanda, com uma Maserati. Com o mesmo carro correu na Suíça e Itália no ano seguinte, sem concluir as corridas. Em 56, ainda de Maserati, conquistou o 4o lugar na Argentina. 7 pontos.

José Carlos Pace. As 15 primeiras corridas foram por Williams, que era bem fraquinha na época, e Surtess, que também não era lá essas coisas. Em 72, em 11 provas pelo time de Frank, conseguiu um 5o lugar na Bélgica, e um 6o na Espanha. Não completou nenhuma das quatro primeiras provas na Surtess, em 73 (durante o ano melhorou bastante e conseguiu um 3o, um 4o, um 7o e um 8o). 7 pontos.

Hernando da Silva Ramos. Correu apenas sete vezes com carros da Gordini. Em 55 foram três provas, com um 8o lugar na Holanda. Em 56, em quatro corridas conquistou o 5o lugar em Mõnaco e o 8o na França. 6 pontos.

Rubens Barrichello. As 15 primeiras corridas foram em 93, pela Jordan, que na época não era a "Minardi amarela" como é hoje e ocupava uma posição intermediária. Conseguiu um 5o lugar no Japão e um 7o na França. 6 pontos.

Antônio Pizzonia. Estreou pela metida a besta Jaguar em 2003 e foi dispensado após a 11a corrida. Até então, conseguiu apenas um 9o lugar na Áustria e dois 10os (Europa e França). As outras quatro provas foram pela Williams, substituindo o Schumacher ruim de braço em 2004. Nessas obteve três 7os lugares; Alemanha, Hungria e Itália. Resultados que não agradaram tanto assim a cúpula da equipe. 6 pontos.

Nelson Piquet. Em 78 fez apenas cinco provas em três equipes: Ensign, com um McLaren privado, e na Brabham. Nas dez primeiras provas de 79, já como titular da equipe de Eclestone, conseguiu os 7os lugares na África do Sul e em Mônaco, e o 8o na etapa do Oeste dos Estados Unidos. 5 pontos.

Roberto Pupo Moreno. O cigano das pistas teve algumas passagens na F-1. A primeira, foi péssima. Em 82 substituiu Mansell na Lotus em apenas uma prova, e não conseguiu lugar no grid. Voltou ao final de 87, em duas corridas pela pobre AGS e mesmo assim conquistou um histórico 6o lugar no Japão (onde em 90 obteve seu melhor resultado, um 2o lugar na dobradinha com Piquet pela Benetton). Completou as 15 primeiras corridas em 89, pela fraquíssima Coloni, não terminou nenhuma e sequer conseguiu vaga no grid em nove delas. 3 pontos.

Ricardo Zonta. Chegou a 15 corridas em sua segunda temporada na BAR (perdeu algumas corridas da primeira, em 99, devido a seu acidente nos treinos do GP Brasil). Dessas, o melhor resultado foi o 6o lugar na Austrália, em 2000. 3 pontos.

Ingo Hoffman. Apenas seis provas como segundo piloto da Fittipaldi, sem almejar grandes colocações. Em 76, não conseguiu vaga no grid em três das quatro tentativas. Em 77, não terminou na Argentina e foi 7o colocado no Brasil. 2 pontos.

Chico Serra. 15 primeiras provas pela então pré-falimentar Fittipaldi, em 81 e 82. Conseguiu um ótimo 7o lugar na estréia, no GP Oeste dos Estados Unidos. Mas ficou fora do grid em oito provas. 2 pontos.

Luciano Burti - Correu exatas 15 vezes. As cinco primeiras pela Jaguar, em 2000 e 2001, ano em que conseguiu um 8o lugar na Austrália. As outras dez foram na Prost, também em 2001, com mais um 8o lugar, no Canadá. 2 pontos.

Pedro Paulo Diniz. As 15 primeiras provas foram pela medíocre Forti, pior até do que a Minardi de hoje. Não conseguiu lugar no grid em duas, não completou sete mas conquistou um 7o lugar na Austrália. 2 pontos.

Enrique Bernoldi. Todas as suas 29 corridas foram pela Arrows no fim da vida. As 15 primeiras foram em 2001, tendo como melhor resultado o 8o lugar na Alemanha. 1 ponto.

Alex Dias Ribeiro. Estreou em 76, pela Hesketh, disputando apenas uma corrida: 12o lugar no GP da Costa Oeste dos Estados Unidos. Atingiu 15 corridas em sua segunda temporada, pela March. Não conseguiu vaga no grid em sete provas, mas garantiu o 8o lugar na Alemanha. 1 ponto.

Ricardo Rosset. As 15 primeiras provas foram pela decadente Arrows em 96. O melhor resultado foi um 8o lugar na Hungria. Posição que repetiria apenas mais uma vez, no Canadá, em 98, já pela Tyrrell. 1 ponto.

Raul Boesel - 15 primeiras corridas em uma das diversas fases da March, das piores, em 1982: Não conseguiu vaga no grid em cinco e teve como melhor resultado o 8o lugar na Bélgica. 1 ponto.

Gino Bianco - 4 corridas em 1952 com uma Maserati de escuderia privada. Não terminou três e foi 18o na Inglaterra. Sem pontos.

Luis Pereira Bueno - Correu apenas uma vez, no GP Brasil, com Surtess e teminou em 12o. Sem pontos.

Tarso Marques. Fez 24 corridas pela fraca Minardi. Duas em 96, que não terminou, dez em 97, com um 10o lugar na Inglaterra como melhor resultado. Nas três primeiras de 2001 teve como melhor marca o 9o lugar no Brasil. Sem pontos.

Frit D'Orey. Apenas três provas em 59, com Maseratti e Tec-Mec, sem completar nenhuma. Sem pontos.

Grande Abraços

Luciano Balarotti, Curitiba

 


Olá meus caros,

Muito legal a coluna do Castilho sobre Carlos Pace (em 17/2).

Lembro que eu torcia muito por ele naquela época pois, todas as atenções eram para Emerson e ele ficava sempre num segundo plano.

O curioso é que, apesar de que em varias ocasiões surgiram comentários sobre Pace, nunca foi dito que ele foi o único brasileiro que disputou corridas da Can Am. Foi com um Shadow-Chevrolet em 1972 e, se não me engano, inclusive terminou em quarto lugar na prova de Edmonton, no Canadá. Aquilo teve muito mérito pois, os poderosos Porsche-turbo 917 dominavam a categoria sem piedade.

Segundo parece, Don Nichols, patrão da equipe, estava tão satisfeito com o trabalho do brasileiro, que lhe ofereceu contrato para seguir com eles em 1973, inclusive na equipe de formula 1 que eles estavam preparando.

Abraços,

Manuel Blanco, Valencia - Espanha


Salve, mestres do GPTotal...

Maravilhosa a idéia do Castilho de fazer uma coluna lembrando do grande Pace; é sempre bom lembrar dos grandes valores que já tivemos, ainda mais quando a naturalidade e sinceridade eram características fundamentais para um esportista - muito diferente dos "pilotos pré-fabricados" que temos hoje em dia...

Só pegando o gancho dado pelo Max, parece que o apelido Moco vinha de "ouvidos moucos", porque o Pace não era de dar muita trela para os assuntos que não o interessavam... isso confere ??

Grande abraço

Fabio, Itu

E ai Gepetos?

Sou do um forista do Fórum Downforce e em uma das pastas de dicussão, surgiu uma dúvida sobre a história que escrevo abaixo:

"O ano de 1956 foi marcado por uma briga intensa de Moss e Fangio.
Os antigos amigos de equipe agora eram rivais. Depois de Le Mans em 1955, ao fim da temporada a Daimler anunciou: Mercedes estava fora do automobilismo. Alegou que já tinha dados suficientes para a produção de vários anos. Fangio então assinou com a Ferrari, enquanto Moss ficou na Maserati.

O ano seguiu com uma briga dos dois e com Peter Collins seguindo de perto. Até que chegamos a última corrida: Gp da Itália, no circuito assassino de Monza. Stirling Moss pela Maserati, Fangio e Collins pela Ferrari, disputavam o título.

As chances de Collins eram menores, mas ainda assim existiam.
Durante a corrida Moss partiu na liderança sem ter muitos problemas, já Fangio fazia uma corrida atípica e vinha batendo por todos os cantos do circuito, castigando sua Lancia Ferrari ao ponto de não ter mais condições de continuar.

Ao abandonar o carro, a Ferrari deu a ordem de equipe: Luigi Musso, também Italiano, que também corria pela Ferrari (a equipe tinha 3 ou 4 pilotos se não estou enganado) deveria parar e ceder o carro a Fangio.
Musso ignorou a ordem de equipe e seguiu a corrida enquanto Fangio observava o título escorrendo por entre seus dedos. Musso veio para os boxes e mesmo tendo feito sua parada, não trocou de carro com o Fangio e seguiu em frente na corrida.

Pelo jeito Fangio iria perder o título e Moss seria campeão. Peter Collins, que disputava o título passou pelos boxes e viu Fangio. Então entendeu o que acontecia e que Luigi Musso ignorava as ordens. Então Collins veio e cedeu o carro a Fangio que numa estrondosa corrida, chegou em 2o lugar, perdendo para Stirling Moss, mas conseguindo os pontos para ser campeão mundial pela 4a vez.

Eu não sei como era a pontuação da época, mas sei que isso aí que aconteceu. Mas enfim..

O curioso da história é que Luigi Musso não cedeu o carro, acho que a ordem de equipe foi para ele pelo fato dele não estar disputando o título. Em momento algum Peter Collins recebeu ordem da Ferrari para ceder o carro ao Fangio, ele foi e cedeu o carro gentilmente por livre e espontânea vontade.

Como já se sabe, Collins disse que era muito novo e poderia ganhar outros títulos. Em 1958 Collins faleceu, se não me falha a memória."

Pergunta: a história é realmente esta? Se não, qual é a versão "correta" para este fato????

Um abraço!!!

Sérgio "LL" Balbino, São Paulo

É exatamente isso, Sérgio.

Muitas pessoas gostam de colorir a história destacando o "cavalheirismo", a "esportividade" e outras qualidades que a F 1 tinha em eras passadas (é o que essas pessoas acham) e que não existem mais hoje. Realmente, o ambiente na F 1 era outro, bem diferente do atual. Mas poder econômico, puxadas de tapete e manobras aéticas (para não dizer sem ética) sempre existiram.

Para ser campeão, Collins precisaria derrotar Moss, e a certa altura da corrida percebeu que não conseguiria fazer isso. E aí Collins preferiu parar e ceder o carro a Fangio, dividindo com o argentino os pontos marcados pelo carro pilotado por ambos e garantindo o título mundial para a Ferrari.

Havia mais do que cavalheirismo ou espírito de equipe nessa atitude. Ao abdicar da possibilidade de ser campeão do mundo (não exatamente remota mas absolutamente incerta, pois ela só existiria se Moss quebrasse ou tivesse algum problema), Collins se livrou do estigma de perder o título para Moss e também de possíveis responsabilidades que lhe seriam imputadas pela derrota da Ferrari.

Esta tese não é minha: a explicação acima foi dada em várias das publicações que já li a respeito dessa história. E a mim parece absolutamente verossímil. Por isso, a reproduzi aqui.

Sobre as "pilotagens em dupla" da F 1, use nossa ferramenta de busca para encontrar artigo referente, publicado há alguns meses na seção "Pergunte ao GPtotal".

Abraços (LAP)

1) Qual o endereço para a noite de autógrafos do Flavio Gomes e será possível adquirir o livro na hora ?

2) Há alguma emissora de TV que transmitirá o evento completo de F1 deste ano (os treinos de sábado/domingo ?

Obrigado

Denis, São Paulo

Oi Denis

Anote o endereço: Pizzaria Forno Brasil, Alameda dos Anapurus, 1 419, em Moema, São Paulo. O livro estará à venda no local e, claro, poderá ser autografado pelo Flavio. Se preferir comprar pelo site, basta clicar no banner no alto da página.

A transmissão dos treinos de sábado pela Globo está garantida mas a emissora ainda não definiu como procederá em relação aos de domingo. Se não estou fazendo confusão com o relógio, os treinos de domingo rolariam por volta das 3h da madrugada, horário brasileiro, e em pleno horário nobre nas corridas asiáticas.

O mais provável é que a Globo abra a transmissão uns dez minutos antes da largada e passe um compacto do treino do domingo, enquanto ele durar...

Abraços (EC)

 

Nota dez para sua visão sobre Rubens, Luis Fernando (Coluna de 19/2).

Sempre leio suas colunas e todas são de uma coerência sem tamanho. Parabéns e vamos esperar uma 'zebra'!

José Carlos Medeiros Junior, Recife

 

Amigos,

Quero parabenizar Castilho pela coluna de 17/2.

Quando Pace morreu, tinha quase 4 anos. Cresci vendo F1 e quando me "enturmei" mais no assunto é de Pace a minha maior curiosidade e "lamento".

Adoraria vê-lo correr. Sempre tive curiosidade em saber mais de sua pilotagem. Provavelmente teríamos mais um campeão do mundo, caso Moco não tivesse sucumbido naquele acidente. Emerson disse q Moco foi o Campeão que o Brasil não conheceu e acredito nisso. Que pena, que pena...

E quero saber quem é a figura q pensou q Pace fosse italiano. Isso é digno de demissão COM justa causa! Animal esse cara.

Atenciosamente,

Marcelo Ferreira – Jacarepaguá

 

Castilho

Gostei da sua coluna, mas permanece uma dúvida. Por quê "Moco" ?

Abraço,

Max, Salvador

 

Ola pessoal do GPTotal!


Em primeiro lugar queria dar os parabéns por lembrar da morte do Moco. (mais uma que aprendi).


Em segundo por falar sobre o primeiro motociclista que correu uma corrida de motovelocidade. (vocês são d+)

Pergunto: em que ano começou e o ano que terminou o GP da Holanda de F-1? E se hoje teria condições desse GP ser realizado?

Desde já eu agradeço!!

UM ABRAÇO!!!

José Jurandir Brito de Lima Junior, Ferraz de Vasconcelos

Olá José Jurandir

O GP da Holanda teve trinta edições, todas em Zandvoort. Anote os anos: 52, 53, 55, de 58 a 71 e de 73 a 85.

A pista ainda existe e sedia o desafio internacional de F3. Para receber um GP certamente teria de ser reformada e, o principal, alguém teria de se entender com o senhor Bernie Ecclestone e pagar-lhe os milhões exigidos de incautos que querem organizar GPs.

Abraços (EC)

 

Ricardo Divila,


é ótimo poder contar com profissionais que possuem as informações corretas no momento certo, como nos casos dos pneus sem ar da Michelin (role esta página para baixo). E estou aguardando a continuação da sua coluna.

Aproveitando, bem-vindo o nosso novo colega de site, Carlos Arturo (Paraguai). Este rally com fuscas deve ser muito interessante e divertido.

Este site esta cada vez melhor.

Ricardo, Campinas

 

Edu,

concordo com você sobre a "morte" da Williams (coluna de 14/1). O velho Frank e seu sócio Patrick Head parecem não ter mais o mesmo entusiasmo pela F-1.


O meu medo é que esse seja o destino da categoria. Esse regulamento ridículo (melhor definido pelo Panda como uma m...) é um atraso de vida. O sistema de classificação é a idéia mais ridícula que eu já vi.


Finalmente, parabéns a você e a toda equipe do GPTotal pelo lançamento do livro do Flávio. Nós, fãs do site, estaremos acompanhando todas as novidades. Apenas lamento não poder participar do lançamento, pois estarei trabalhando no horário.

Um abraço,


Humberto

 

Olá grande Edu, Como vai? Tudo bem?

Espero que sim! Olha só, por mais que eu goste e pesquise sobre F-1, sempre há dúvidas que pairam sobre minha mente. Talvez voce possa me ajudar à esclarecer algumas delas, não? Vamos lá:

1-) Qual motor a equipe Brabham utilizou na temporada de 69, quando Jacky Ickx perdeu o título para Jackie Stewart?

2-) A equipe Leyton House retirou-se da F-1 em 92 por causa de um escândalo financeiro no Japão. É verdade que Ron Dennis à comprou? Que destino ele deu à equipe?

3-) Qual o real motivo pelo qual a F.I.A. desqualificou Nelson Piquet e Keke Rosberg do G.P.Brasil-82?

4-) Por quê a Minardi trocou os excelentes Michelin, pelos razoáveis Bridgestone?

5-) A imprensa britânica diz que Tom Walkinshaw possui uma fortuna incalculável!!! Então por que a Arrows faliu?

6-) A Audi estaria interessada numa parceria com a Minardi. Verdade ou boato?

7-) Pra terminar, uma pergunta fácil: Quem foi melhor - SENNA ou PROST?

Quebre sua cabeça e responda todas minhas indagações, certo?

Desde já, obrigadão do Leandrão! Fui...

Aí vão as suas respostas, Leandro

1) Ford Cosworth. A Brabham foi a segunda ou terceira equipe a ter estes motores.

2) desconheço a compra da Leyton House por Ron Dennis. Pelo que lembro, a equipe foi liquidada pela Justiça inglesa para a quitação de dívidas deixadas pelo antigo dono, um japonês dono da empresa que deu nome à equipe, e que faliu espetacularmente, sendo, inclusive, preso por conta do escândalo.

3) Foram desclassificados por infligirem o regulamento de peso mínimo dos carros. O embrulho todo se deu por conta das caixas d´água para refrigeração dos freios, um truque barato para fazer seus carros correrem uns 20 kg abaixo do regulamento. Temos mais material sobre isso aqui no site. Use, por favor, nossa ferramenta de busca.

4) Não sei dizer.

5) De fato, Tom era normalmente listado entre os cinco mais ricos da F1 mas nem por isso os seus negócios se comunicam: uma empresa pode ir mal e a outra bem e ninguém é obrigado a colocar o próprio dinheiro na empresa. À propósito, não sei se os demais negócios de Tom também não entraram em parafuso.

6) Muito se falou da entrada da Audi na F1 a partir dos seus investimentos em Le Mans mas os dirigentes da empresa sempre descartaram esta alternativa por considerarem-na muito arriscada e cara. O tempo comprovou as negativas e hoje a empresa reduziu sensivelmente seus investimentos em competição.

7) Minha antipatia por Alain Prost é tamanha que sou capaz até de considerar Rubinho melhor do que ele...

Abraços (EC)

 

Tempos atrás, li em algum lugar que foi Tazio Nuvolari quem inventou a derrapagem controlada - meio que pra conseguir pilotar aqueles carrões de sua época - e no tal texto havia uma descrição de como ele fazia a manobra.

Pois não consigo mais encontrá-lo. Já procurei na ferramenta da busca do GPTotal, encontrei Nuvolaris às pencas mas não que preciso. Como sei que tem fã daquele italiano por aí achei que poderiam de ajudar.

Marcos Staskoviak, Francisco Beltrão

Pois é, Marcos. A ferramenta de busca às vezes deixa a gente na mão e estamos pensando num índice mais completo dos temas abordados aqui no site.

Não lembro deste texto aludido por você e acho que as derrapagens controladas são anteriores à entrada do Tazio no automobilismo, em 1920 ou 21, mesmo porque eram comuns nestes tempos corridas sobre terra.

Mas este Tazio era tão especial que pode sim ter sido ele quem aperfeiçoou a derrapagem controlada, feita com o uso simultâneo de acelerador e freio e até mesmo freio de mão.

Abraços (EC)

 

Prezados Amigos do GPTOTAL :

Hoje, 18/2/2005, li no também excelente site F1 na Web, que os desmandos politicos no Rio de Janeiro, já começaram a render seus frutos, ou seja, perdemos o GP de Moto Velocidade, para Istambul na Turquia !


Tenho lido Artigos muito justos de leitores que manifestam-se a respeito do " silencio da imprensa em geral" quanto aos absurdo que o esporte a motor, sofre em nosso " Brasil Varonil" e particularmente, não é de hoje que percebo este descaso.


O Autódromo de Jacarepaguá no Rio de Janeiro é mortalmente desfigurado, e a imprensa ( principalmente a TV ) noticia com entusiasmo o Pan! Como se não bastasse, coloca matérias ( pelo menos às que ví )em que Dirigentes e/ ou Representantes da FIM " elogiam " as obras no Autódromo do Rio, só que curiosamente " falam por eles" posto que, " abafam " suas palavras"com o "Pretexto" da tradução, em que os ditos Dirigentes / Representantes, se "Rasgam em elogios" às modificações ( ainda prefiro assassinato ) do Autódromo de Jacarepaguá.


Porém , o curioso é que, "apesar dos aludidos elogios " perdemos o nosso gp de motos! Como pode ser isto ? Aplaudem, mas não querem usufruir? será que "aplaudiram" mesmo ?


E já que estamos falando em morte, ( no caso e até agora ) do
Autódromo de Jacarépaguá, não poderia deixar de registrar minha
consternação, pelo falecimento de ADÚ CELSO, maior representante nosso ( pelo menos até agora ) do motociclismo de competição, e também, presença marcante no automobilsmo de competição, onde competiu de Fórmula Super Vê ( Também conhecida com Fórmula VW 1.600) e a também extinta,Fórmula 2 Brasil.


Entre tantos,é este um grande motivo de luto para todos nós, amantes da velocidade, seja ela sobre 4 ou 2 Rodas. Mas confortado por minhas convicções pessoais, "sei " que o Grande e querido ADÚ, está bem,
pois foi alguém que deixou boas obras no mundo da velocidade e certamente, em sua vida pessoal, embora eu não tenha tido o previlégio
de conhece-lo pessoalmente.


Por derradeiro, família GPTotal, penso que mais importante do que
discutir " quem foi o melhor piloto" devemos antes de mais nada lutar e muito pelo automobilismo de competição e o esporte a motor em geral, fazendo uma grande campanha para salvar nossos autódromos, mesmo que com muitas das suas carências (falta de segurança, asfalto ruim, etc, etc, etc), pois como diz um grande amigo meu, " Antes fanho, do que sem nariz " !

Um grande abraço à família GPTotal. Atenciosamente,

Paulo C. Winckler, Porto Alegre

Saudações amigos do GPTotal


Só pra ilustrar o que dois amigos leitores disseram sobre o Ayrton Senna na Benetton em 94, esta tinha acertado com J.J. Lehto pra correr no segundo carro, mas o finlandês sofrera um grave acidente em Silvertone nos testes de janeiro, (corrijam-me se eu estiver errado), perdeu a asa traseira, teve muitos problemas nas costas, meses depois Pedro Lamy sofria um acidente semelhante também em Silverstone, sendo substituído no por Alessandro Zanardi. Por esse motivo a Benetton chamou o até então piloto de F-3 Jos Verstappen pra correr enquanto Lehto se recuperava.


Nas duas primeiras aparições, Verstappen logo mostrou pra que veio: capotou no Brasil (acidente que envolveu também Martin Brundle com Mclaren e Eddie Irvine, de Jordan, e rendeu punição ao irlandês, ta certo, não foi culpa do holandes desta vez...), e em Aida, ele saia dos boxes quando rodou sozinho e foi parar na caixa de brita, tirando sorrisos sarcásticos do mecânicos da Ferrari.

Lehto voltou em San Marino, classificou-se em 5º nos treinos, mas ai teve aquele acidente da largada, com o mesmo Pedro Lamy, premeditando o final que todo mundo conhece, a cabeça do finlandês deve ter ficado a mil pensando o que ele estava fazendo lá. Tão abalado ficou que na corrida seguinte classificou-se em 17º e terminou a corrida em 7º, uma volta atrás de seu companheiro Schumacher.

Só na Espanha ele andou bem até quebrar o motor, depois no Canadá, novo fracasso até que na França foi substituído por Verstappen de novo, que conseguia resultados tão insignificantes quanto os de Lehto. Na Alemanha teve até aquele problema no reabastecimento, em que a bomba que injeta o combustível estourou, e o carro do holandês pego fogo com ele lá dentro, e a FIA confirmou aquilo que suspeitava, que a Benetton tinha retirado o filtro da bomba.

Vertappen foi 3º na Hungria, corrida seguinte. Viveu no inferno e no céu naquele mês. Fora isso, a equipe tinha usado um controle de largada na França, e o Schumacher foi desclassificado na Inglaterra depois que tomou bandeira preta, só não lembro pq ele tomou bandeira preta, e, na Bélgica ele ganhou mas novamente foi desclassificado pq a placa de madeira do seu carro estava com menos de 1mm, então a FIA o puniu com 2 corridas de gancho e ai, Lehto voltou no carro numero 5 do alemão ( a quem diga que aquele não que o Lehto correu não era o mesmo carro que Schumacher corria, pode ser, no visual ele era mesmo diferente, pois Schumacher usava varias tarjas vermelhas pra diferencia, e o carro de Lehto nessas 2 corridas não usou essas tarjas), e o finlandês conseguiu ficar atrás do Verstappen na classificação na Itália e em Portugal, terminou só na Itália e em Portugal quebrou. Foi sacado da Benetton depois disso.

Ainda em 94, o Briatore comprou a Ligier, "puxou" o Johnny Hebert pra correr no carro azul em Jerez, e em Suzuka o inglês já estava correndo no carro numero 6. Lehto foi parar na Sauber de novo, substituindo o Wendlinger, que sofrera um serio acidente em Mônaco, e foi substituído, até então, pelo Andrea deCesaris, ídolo do Verstappen.


Quanto piloto correu na Benetton em 94, pra quem queria Senna, mas o Lehto tinha feito uma boa temporada em 93, pela Sauber, claro, que não da pra comparar, mas seria interessante vê-lo em condições normais correndo junto com Schumacher, não acham?


Espero não ter sido muito chato com esta carta muito longa. Abraços

Eric, Santo André

Edu e Panda

Aproveitando o clima prévio do GP da Austrália respondam-me o seguinte:

1 - Salvo engano, Alan Jones retornou à Fórmula 1 duas vezes após a sua aposentadoria, mas as dúvidas levam-me a indagar: ele realmente substitui Chico Serra em Long Beach 1983 ou isso é só uma lenda?

2 - Depois de Long Beach em 1983 ele só retornou à Fórmula 1 ao volante da equipe Beatrice, na qual disputou os campeonatos de 1985 e 1986, estou certo?

3 - Aliás qual o nome que consta como o usado por essa equipe criada por Carl Haas em meados de 1984 e que disputou provas de Fórmula 1 nos anos seguintes: Beatrice (como afirmam alguns), Lola (para outros) ou Haas/Force (uma terceira opção)?

4 - Quais dos filhos de Jack Brabham chegaram à Fórmula 1?

5 - O que é feito hoje do circuito de Adelaide?

6 - A mudança de circuito de Adelaide para Melbourne eu até entendo, mas por que mudaram até a data da corrida?

Valeu e até a próxima!

Carlos Alberto Alves de Carvalho - Teresina/PI

Olá Carlos Alberto

1 - Não lembrava nada desta corrida perdida em 83 no meio do currículo de Alan Jones, piloto pelo qual nutro apenas um pouco menos de antipatia do que por Alain Prost.

Jones, de fato, esteve presente no GP dos Estados Unidos em Long Beach, segunda corrida do Mundial de 83, pilotando um Arrows, mas não sei explicar as circunstâncias que o levaram até lá.

Serra, em 83, correu os GPs do Brasil (primeira corrida do ano), França, San Marino e Mônaco (as três corridas seguintes a Long Beach) pela equipe, cedendo o lugar, logo depois, para o estreante Thierry Boutsen, e nunca mais disputando um GP. Vamos aguardar pela ajuda dos leitores para esclarecer este caso.

2 – É isso aí.

3 – Lola-Haas

4 – Não sei lhe dizer ao certo. Jack tem três filhos e é provável que os três tenham, ao menos, testado um Fórmula 1. Um deles (não lembro o primeiro nome) disputou alguns GPs naquela fase de pré-classificação. De qualquer forma, nenhum conseguiu um ponto sequer na categoria.

5 e 6 – não sei dizer, ao certo. Como Adelaide era um circuito urbano, creio que ainda está lá mas não sei se é usado para outras provas. Quanto à data da corrida, creio que o interesse maior foi de Bernie Ecclestone e não dos australianos.

Abraços (EC)

Olá amigos do GPTOTAL !!

Por favor, gostaria que vocês contassem um pouco mais a respeito do acidente que vitimou Paul Warwick. Muito obrigado

Marcos Pacini, Santo André

Fico devendo, Marcos. Vamos aguardar pela ajuda dos leitores

Abraços (EC)

Luís Fernando Ramos,

Interessante a sua coluna (18/1). Só faltou você dizer que o Rubens corre mais que o alemão, só que na boca.

[]´s

Edu, SP

Olá GePeTos

A coluna do Castilho (17/3), falando um pouco sobre o Moco, é uma das muitas coisas que me fazem entrar neste site todos os dias. Como é bom saber que tem pessoas voltadas para o esporte automobilístico que lembrem deste que foi sem sombra de dúvidas o piloto brasileiro com mais chances de chegar ao título. Certamente chegaria, se tivesse em suas mãos um carro melhor.

Conheço muitos que comparam Barrichello com Pace, mas isso é uma besteira dita por quem não entende de automobilismo ou está cego pela Ferrari. O Moco era um piloto ousado, batalhador, e acima de tudo um vencedor, pois apesar de sua única vitória, venceu em uma época em que o que importava era o talento do piloto, e não a tecnologia do carro.

Parabéns pela coluna!

Elton da Costa dos Santos, Passo Fundo-RS

Fui torcedor fanático do Moco e senti sua morte como se fosse de uma pessoa próxima. Foi um grande esportista brasileiro e sua memória merece ser melhor tratada.

Infelizmente a grande imprensa nacional está tratando do automobilismo com descaso, haja vista o que aconteceu com o autódromo do Rio, que vai ser desfigurado sem merecer uma reportagem sequer, em qualquer jornal, que ao menos levantasse a discussão do tema.

Mas também acho que nós, brasileiros, não sabemos manter nossas tradições, damos pouca ou nenhuma importância à nossa história e seria capaz de apostar que, se indagássemos os rapazes do kart ou das categorias de base do nosso automobilismo, poucos saberiam dizer quem foi o Moco, ou que importância ele teve para nós, como esportista e ídolo. Acho que tive sorte de vê-lo pilotar e seu estilo era "show".

Onde ele estiver, aqui vai meu abraço e meu muito obrigado por também ter sido um dos grandes animadores de muitas manhãs de domingo.

Luiz Formighieri, Curitiba

Vendo a foto da belíssima Brabham de Jose Carlos Pace na coluna do Castilho uma curiosidade me veio a tona. Aerodinamicamente os Formula 1 atuais são bastante diferentes daqueles dos anos 70/80.

Com a tecnologia atual seria possível o aproveitamento estético e aerodinâmico da Brabham de Moco e qual seria seu rendimento nas pistas? Poderia ser um carro vencedor?

Fernando Eduardo Macedo Marques, Niterói

Creio que não, Fernando. Além das questões de regulamento, os carros daquela época ainda não incorporavam os conhecimentos de aerodinâmica desenvolvidos nos últimos anos e que dão tanta importância às laterais e fundo do carro.

Abraços (EC)

Como sou português gostava de saber a vossa opinião sobre o Tiago Monteiro como novo piloto da Jordan?

José Ferreira

Oi José,

Como fã de carteirinha da sua terra, espero que o Tiago Monteiro tenha sucesso na Fórmula 1. Claro que o prognóstico é dos piores: os primeiros testes mostraram que o EJ15 é um enorme abacaxi pintado de amarelo, lento demais para aspirar a algo maior do que terminar à frente das Minardis.

Assim, a tarefa do Tiago neste ano será andar melhor que seu companheiro, o também estreante Narain Karthikeyan. O prognóstico para isso é bom, já que no ano passado ele andou melhor que o colega na Nissan World Series.

Juro que vou ficar na torcida!

Abraços (LFR)

Considerações sobre a Fórmula 1

Se a Bridgestone não ficar esperta, vai acabar acontecendo o que Max Mosley tanto quer: uma única fornecedora de pneus. Pelo que se vem ouvindo por parte da Ferrari, eles não estão satisfeitos com os compostos, e com isso podem estar perdendo muito terreno para as rivais. Dizem que a Bridgestone banca a Ferrari. Talvez ela devesse bancar a Minardi e a Jordan, senão vai acabar ficando só com a GP2.

Parece que a GPWC está conseguindo seduzir as equipes, principalmente as que não são apoiadas por nenhuma fabrica, já com promessas para 2006. Imagine a Minardi-Mercedes, Jordan(Midland)-Renault e a Red Bull-BMW. Acho que Bernie Ecclestone já começa a ficar preocupado com a movimentação, pois, ao que parece, a Ferrari vai ter que colocar 20 carros na pista a partir de 2008, conforme diz o Pacto de Concórdia que ela prolongou até 2012.

As outras nove equipes não parecem estar muito preocupadas com a tradição da equipe de Maranello. Para completar, se a nova categoria quiser, poderá ater usar o nome Fórmula 1, F-1, Fórmula Um, Formula One, tudo que lembre a categoria "rival", pois Bernie Ecclestone só tem direito a estes nomes sob as asas da FIA.

Por ultimo, uma boa surpresa que tem acontecido é que a Red Bull vem ficando constantemente na frente de muitas equipes de ponta durante os treinos, principalmente a Williams. Dia 17/02 em Barcelona os dois carros da Red Bull ficaram na frente das Williams e tem ficado até na frente da BAR. Como o carro é o que começou a ser desenvolvido pela Jaguar, talvez a Ford se retirou precipitadamente, quando talvez começaria a acertar a mão.

Luiz Eduard, Pará de Minas - MG

Estimados Senhores do GPTotal

Simplesmente fantástico este site sobre o maravilhoso mundo da Fórmula 1, que tive o prazer e privilégio de conhecê-lo há poucas horas. Excelente equipe editorial. Sem dúvida o melhor do gênero das Américas. Parabéns!!!

Bem, surgiram ao longo das décadas excelente pilotos (sobretudo brasileiros e europeus), agora, com relação às equipes, as melhores são as inglesas e japonesas (Williams/ McLaren/ Bar/ Toyota). Engenheiros, os melhores são os ingleses e sul-africanos. MOTORES são BMW/ Honda/ Mercedes-Benz, e pneus, os michelin.

Ah, com todo o respeito pela Ferrari, mas atualmente sua equipe técnica é de origem britânica, o piloto principal alemão...

Um forte abraço,

Ivan Flávio, Belém-Pa

Parece que a Ferrari está começando a andar igual às outras equipes apenas com o carro transformado para o novo regulamento...

Quando colocar a F2005 na pista, só vai faltar aquela mãozinha balançando no aerofólio traseiro dando "tchauzinho galera".

Abraços a todos

Luís Sérgio, Brasília

Você acha interessante a criação de uma categoria rival à F-1, que tenha o comando de montadoras, participação de equipes e, eventualmente, de pilotos da própria F-1?

Será que é bom para a publicidade da Fórmula-1 — e conseqüentemente para os patrocinadores das equipes — o novo sistema de classificação?

Será que foi boa a decisão de dividir a sessão em duas partes, a primeira no sábado à tarde e a segunda no domingo pela manhã, quatro horas antes da largada, com a colocação no grid determinada pela soma dos tempos?

Eu diria que a mudança é um avanço do ponto de vista técnico. Os pilotos terão seis voltas rápidas a seu dispor, três em cada sessão. E isso é um enorme salto de qualidade em termos de espetáculo. Infinitamente mais interessante que a classificação do ano passado, em que tudo se apostava, como nas roletas dos cassinos, em uma única volta de tudo ou nada.

Renato Monteiro Kloss — Curitiba, Paraná

Fala Renato,

não gosto, por princípio, da idéia de quebrar a categoria em duas. A Cart se meteu a besta e olha o que deu...

E não gosto e nunca vou gostar da nova classificação por um motivo muito simples: ele quebra com o passado.

Abraço (EC)

Olá GePeTos!!!

Gostaria que me falassem um pouco do piloto alemão Stefen Bellof, que para muitos, seria certamente o primeiro alemão a conquistar o campeonato mundial de Fórmula 1.

Alguns dizem que seus desempenhos eram comparados ao de Senna, e que certamente assumiria em 1985, com 1 ano de carreira, o cockpit da Mc'Laren ou da Brabham. Bellof largou em último no GP de Mônaco de 1984, e assim como Senna, fez ultrapassagens brilhantes áté terminar em 3º, atrás de Prost e Senna. Por que pouca gente lembra disso? Bellof era melhor que Senna, teria realmente sido campeão mundial?!

Uma curiosidade: Tanto Bellof quanto Senna, morreram prematuramente em acidentes automobilísticos, Bellof na Bélgica (01/09/1985) e Senna em San Marino (01/05/1994) usando macacões semelhantes e com o mesmo patrocínio, a Rothmans. Outra curiosidade, muitos dizem que os autríacos é que são azarados na F1, mas os alemães tambem perderam dois pilotos considerados futuros campeões em acidentes: Wolfgang von Trips e Stefan Bellof.

Elton da Costa dos Santos, Passo Fundo-RS

Oi Elton

Temos bastante material sobre o Bellof já publicado aqui no GPTotal. Use, por favor, nossa ferramenta de busca.

Abraços (EC)

Caro Panda,

Antes de mais nada, gostaria apenas de lamentar a morte de Adú Celso (Coluna do Panda de 16/2), por ser o pioneiro do Brasil no motociclismo, e também a desativação de A1-Ring, aquele circuito austríco que já teve não sei quantos nomes. Era um dos meus traçados prediletos.

///

Ao Alexandre Galvão

Achei bem legal sua última carta, aqui neste espaço. O GPTotal já faz parte de todos nós por ser um espaço em que podemos conhecer cada vez mais o esporte que amamos. Tenha sorte e estude bastante!

Eu, por exemplo, já quebrei a cara em dois vestibulares da Universidade de Brasília (UnB). No meio do ano haverá outro e eu estarei lá, persistindo para me formar em uma outra área: engenharia mecatrônica, um dos cursos mais concorridos e que também tem tudo a ver com esportes a motor. Não estranhe o fato de haver vestibular no meio do ano: na UnB, há um a cada semestre. E, sem querer ser muito pretensioso, talvez algum dia, depois de formado, eu trabalhe no mundo do automobilismo. Seria demais se fosse possível, não é verdade? Mas ao menos tentarei.

Enquanto isso, vou estudando, escrevendo alguns manuscritos de possíveis novas canções, tentando arranjar uns quatro gatos pingados da vida e fazer solos de guitarra por aí. Não tenho ídolos, mas nunca deixarei de admirar Nalbert (do vôlei), Greg Moore, Linkin Park, Kurt Cobain, Mari (do vôlei feminino), Shingo Yabuki (personagem de The King of Fighters. Um pouco infantil ,não?), Samuelle Papi (jogador italiano de vôlei) Émerson, Moco, Piquet, Senna, Rubinho, Gptotal ...

Um grande abraço

Willian Lopes Machado, Brasília-DF

Sim Pandini, efetivamente foi eu aquele cara que teve participacoes em quasi todas elas, como copiloto(navegante), auxilio, chefe de equipe é expectador....Mas tem um dato curioso;.. Somos dois Carlos Knopfelmacher na verdade, ...Um é Carlos Luis K.(47, piloto debutante em 77) e o outro que sou eu Carlos Arturo K.(46, navegante debutante en 78). legau né?...

O TranschacoRally ainda e uma festa aqui no Paraguay, esse ano teve a sua XXXI edicao na qual nao asisti, acho que por culpa da edade jejejeje, ou pelo cansanco dos 28 anos consecutivos que ja fui e gracas a eso tamben tive a oportunidade de competir contra sues coterraneos como Mario Figuereido, helmut Altheim. Luis Costa, Claudio Mader( meu colega) todo eles en fuscas(radiadores de oleo e tudo) e pumas naquela epoca; Depois conheci e fiz amizade com Rinaldo Valera, Alvaro(paraguaio) Candido que moro muitos anos en Py, e Paulo Lemos, todos eles exelentes pilotos alen do Edio Fischter que asisti varias veces no mundial de Cordoba Ar.

Muito bem, acho que ja é muita historia, ....... Achei muito legal de sua parte, a consideracao que teve conmigo....
Hoje ainda mexo com automobilismo, mais proficionalmente como reparador(muito cara de pau.....),chefes de equipe ou Engenharia de corrida nas categorias tuismo(terra),Rally ou Kart....

E como alguma vez o Wilsinho F. diz;..O automobilismo é como uma cachaca que flue pelas mias veias........E assim que sinto este mundo dos "Fierros"...
Agora foi Eu quem tentou escribir no seu idioma, mais acho que a ultima, pessima!!..... nei na epoca que estive estudando Engenharia Eletronica 82/85 em Sao Paulo-SP aprendi direito a gramatica portuguesa além do tempo que ja se passou né ?

Bom, um grande abrazo Luiz, tambien para Edu y colaboradores, ..El sitio Web es fantastico..
En primer lugar un saludo por estas fiestas que pasaron y por supuesto deseando un 2005 de lo mejor con buen automovilismo en lo que va del anho.

Bueno ahora a lo que interesa y contándote un poco de la historia familiar nuestra en automovilismo para sacar algunas dudas. El mayor de todos en la parentela es Carlos Alberto González Maya Knopfelmacher, hijo de mi Hermana que siempre fue mi piloto hasta cuando murió en un accidente de pista( Noviembre de1987 en formula Nacional), mi ídolo.....
Después viene Carlos Luis K. Domínguez, hijo de mi Hermano también piloto ya aposentado totalmente....Y yo C.A.K. C el tío más fanático que aun continua de alguna forma.....Bueno para no aburrir paro por aquí...espero aclare algo...

Como me has pedido fotografías, estoy enviándote algunas que antiguas y algunos recortes de periódicos locales que pude scanear....

Las 2.. 1ras. fotos son del año que yo debute y en una de las fotos esta CLK de poncho(ese año fue auxilio) Mi piloto Carlos Alberto no figura en esas, en la siguiente, una publicacion del 80 donde aparezco empujando en un barrial de un complicado tramo del 1979. la sgte.es del 80 que corri en un Mitsubishi junto a Carlos Luis K y es en la llegada dela carrera en Aratiri, nuestro pequeno autodromo.
Las dos sgtes fue cuando incurcione por unica vez como piloto el anho
1891...siguen publicaciones del 81 y 82.
Suponiendo que puedan llegarte estas imagenes, estoy usando este correocaknopfel@gmail.com
Ahhhh, disculpa la forma que fue scananeada pues no manejo nada este tema y mi hijo no estaba para ayudar a mejorarlo.

Estas son mas actuales y una foto como preparador de un Opel Corsa para un Chileno en el 2000..
Mi ultimo Rally del Chaco fue en el 2000 con el campeon de esa temporada en 1600 Gr. A con opel corsa Marcos Peroni..

Un abrazo

Carlos Arturo Knopfelmacher, Paraguay


Pandini, parabéns pela lembrança do Adu Celso.

É bom o pessoal do GPTotal saber que nós tivemos ídolos também no motociclismo, e que nos anos 70 torcíamos por um brasileiro chamado Adu Celso.

Fernando Eduardo Macedo Marques, Niterói


É Panda, além da tristeza pela morte do Adú, o que me deixou mais chateado foi a falta de uma notinha de jornal, um comentário na TV. Só fiquei sabendo ao ler o anúncio da missa de 7º dia, em um obituário de jornal.

Realmente as preocupações brasileiras, principalmente em épocas carnavalescas são outras.

Além da tradicional falta de memória do brasileiro, temos que conviver também com a falta de respeito e reconhecimento para com alguém que, além de obter grandes resultados no motociclismo brasileiro, enfrentou entraves burocráticos, dificuldades e obstáculos para representar e elevar o nome do Brasil no exterior.

Tem nada não, Adú. Que você seja muito bem recebido nas "pistas lá de cima".

Tchau, a gente se vê!

Romeu Nardini, São Paulo

Excelente a reportagem sobre ADU, realmente vivemos em País que não tem memória.

Quanto ao Nelson, realmente este é uma pessoa que só fala a verdade, ao seu modo, porém não fez média com patrocinadores, repórter e outros.

Parabéns pela lisura desta coluna.

José Nillo Zangrandi, São Paulo


Buenas! Povo, duas perguntas rapidinhas:

1. O Françês Patrick Pons que está na foto com o Adu é parente do Sito, hoje chefe do Barros ?

2. O número 4 que o Barros usa é uma homenagem ao Adu? Pois vi várias fotos dele, Adu, com este número.

Abraço !

André Testa, Blumenau - SC


Olá, André. Vamos lá: 1) Nenhum parentesco entre o francês Patrick Pons e o espanhol Alfonso "Sito" Pons. 2) Nunca ouvi falar disso. Na verdade, Barros só "adotou" o 4 recentemente. Lembro-me que em 1999 Barros era número 5, em 2000 número 10, e só depois disso ele passou a ser o 4. Abraços. (LAP)


Essa pergunta vai para o Luís Fernando Ramos:

Como acontece normalmente a evolução de um piloto até o World Rall Championship? Quais são as "categorias-base" e que caminho normalmente segue um piloto que chega ao mundial de rally? E com que idade (em média) cada etapa é cumprida? Se um piloto brasileiro se interessasse por levar adiante uma carreira internacional nessa modalidade, que caminho seria o mais indicado para ele seguir?

Obrigado e um abraço a todos!

João Luiz Kula, Joinville – SC

Oi João.

Não há exceção aqui: todos os pilotos que disputam a atual temporada em uma equipe de fábrica do WRC foram campeões do certame nacional em seus países de origem. Isto inclui também Stéphane Sarrazin que, apesar de ter feito toda sua carreira em monopostos e debandado para o rali há dois anos, sagrou-se campeão francês no ano passado.

Às vezes, o salto ocorre diretamente do campeonato nacional para o WRC. Em outros casos, como nos da dupla da Citroën (Sébastien Loeb e François Duval), o caminho inclui uma ou duas temporadas no WRC Junior, a categoria menor que acompanha o circo principal em oito das 16 etapas, como se fosse uma espécie de GP2 do Mundial de Rali.

Para um brasileiro, porém, eu indicaria outro caminho. O único não-europeu nos times oficiais neste ano é o australiano Chris Atkinson, estreante da Subaru. Nos anos anteriores, todos os nomes eram do velho continente. Para um brazuca, o ideal seria conseguir o apoio de um bom patrocinador (que esteja disposto a despejar muito dinheiro), passar um ou dois anos no WRC Production (o Grupo N, para carros com preparação limitada) ganhando experiência e comprar uma vaga em alguma equipe privada que dispute o WRC.

Se o sujeito tiver muito talento, pode até atrair o interesse do pessoal das fábricas. Mas tem de estar correndo lá, sob as barbas deles. Por isso a necessidade do patrocinador. Vale lembrar o exemplo do Klever Kolberg: há anos é parceiro da Petrobras e, se nunca vai lutar pela vitória no Dacar, ao menos se mostra competitivo e já foi algumas vezes top ten, o que já é de se tirar o chapéu. Uma parceria como essa poderia funcionar no WRC com resultados parecidos. No Brasil, o que não falta é piloto bom. Falta mais investimento neles, isso sim. (LFR)


Sobre o pega de Gileneuve e Arnoux, esse eu vi pela televisão, lembro perfeitamente daquela insanidade (no bom sentido), e com certeza é uma das cenas mais espetaculares da F1, senão a maior delas.

Outro pega sensacional foi o de Emerson com Jackie Stwart em Mônaco, acho que em 1972, e essa foi a primeira corrida de F1 que assisti, ainda garoto. Logo me interessei pelo esporte.

Dá saudade do tempo em que o feeling do piloto ainda fazia a diferença, e esse pega mostra exatamente isso. Andar lado a lado numa curva, hoje não mais existe. E falo isso com conhecimento de causa, pois tenho um Kart e sei bem o que é automobilismo puro, nas palavras de Senna.

Hoje, apenas assisto as corridas por mero hábito, sem qualquer tipo de emoção, que é coisa do passado e artigo de luxo.

Aproveitando, gostaria de saber se algum dos amigos tem as corridas de Senna em DVD. Meu e-mail para contato é renerib@ig.com.br.

René Ribeiro, Salvador — Bahia


Grandes amigos do GP Total.

A dúvida que eu tenho é sobre a temporada de 1997. Edu, Panda e demais amigos, tenho visto constantemente em vários anuários que o Ferrari F-310 B guiados por Michael Schumacher e Eddie Irvine, que foi um carro projetado pelo John Barnard.

E ainda tenho visto que o Benetton B197 também foi projetado pelo Ross Brawn.

Essas informações procedem?

Um abraço a todos!

Leonardo Gabriel, Brasília-DF


Olá, Leonardo. Procedem, pois a saída de Barnard e a chegada de Ross Brawn, Rory Byrne e cia. só aconteceu no começo de 1997, quando os carros da Ferrari e Benetton já estavam prontos ou quase isso.

Abraços. (LAP)


Amigos,

Depois de uma longa ausência de minha expressão neste site, "venho por meio desta" expor:

#1 - SENNA NA PENSKE: O próprio Senna disse que aceitou o teste oferecido por Emerson pq queria pressionar Ron "Deus" Dennis pelo fato do impasse do contrato para 1993.

#2 - EMERSON NA FERRARI: já vi uma entrevista q Emerson explica como foi essa sondagem. Ele diz que um dia visitando Lauda no hospital, a Ferrari chegou com um contrato para ele assinar. Emerson ficou p... e nem quis ver o tal papel.

Atenciosamente,

Marcelo Ferreira - Jacarepaguá - RJ, Rio de Janeiro

 


Caro Panda e Edu.

A respeito da pergunta sobre a nova roda Michelin "Tweel", posso confirmar que é verdadeira, e já roda em testes...

Já havia discutido com a Michelin sobre o novo conceito no ano passado, quando de uma visita ao centro de pesquisas em Clermond Ferrand.

É uma idéia muito interessante, que está apenas no começo de desenvolvimento, mas promete enormes vantagens. Quanto à questão de variar a portabilidade do pneu em função da pressão de ar, opção não possível na versão atual do Tweel, isso vai contra a filosofia do projeto, que é de eliminar ar e a possibilidade de furos, especialmente na versão militar, que será uma das primeiras comercializadas.

Essa função será controlada pela dimensão e layout dos raios. A coisa mais interessante para a competição é a possibilidade de separar a rigidez lateral da vertical, fatores que no pneu convencional são estreitamente ligados... Ora o que se quer é máxima rigidez lateral, para uma resposta rápida aos inputs do volante, e rigidez vertical suficientemente mole para garantir a melhor aderência e conformidade com o chão.

No momento, o único problema é que a resistência ao rolamento ainda é cerca de 5% mais alta que o radial, o que acarreta um consumo maior, cerca de 1%... mas para a aplicação militar não é um problema.

Abraços.

Ricardo Divila

http://www.michelinman.com/difference/releases/pressrelease01102005a.html



Estou enganado ou a Bridgestone ainda não acertou a fórmula dos pneus para esta temporada? Acho que é impossível a Ferrari estar andando tão mal nos testes pré-temporada, mesmo com um chassi de 2004. Ou seria um blefe pra amolecer as outras equipes a assinarem o novo pacto de concórdia (Porque pra mim além da questão da grana as outras equipes estão fartas de apanhar da Ferrari e isso também alimenta a GPWC)?

Evandro, São Paulo


Amigos, o Rodrigo Vila Verde Rodrigues, de São José dos Campos, conseguiu expressar de forma mais técnica, ainda que bem didática, o que eu tinha vislumbrado mas não conseguia expressar sobre o "pneu sem ar".

Abraço,

Orlando Caetano Filho, Belo Horizonte


Edu:

Em relação às perdas dos campeões nos anos seguintes de seus títulos pela Williams, conforme dito na sua última coluna, acredito que a grande perda foi Piquet, pois com ele, além dele próprio, a Williams perdeu a Honda. Em relação a Mansell, Prost e Hill, acredito não terem sido grandes perdas, pois Mansell saiu para a entrada de Prost, que saiu para a entrada de Senna. Hill para a entrada de Villeneuve. Em todos esses casos, a troca (em minha opinião) foi para melhor, tanto que mesmo com as substituições a Williams fez o campeão do ano seguinte, com exceção de Senna, que não foi por uma fatalidade. Parabéns pelo site, está cada vez melhor. Abraços.

Ricardo Vicentin de Oliveira, Araçatuva


Caro Panda e Edu

A respeito da Coluna do Edu de 14/2, citando a nova roda Michelin "Tweel", posso confirmar que e verdadeira, e já roda em testes...

Já havia discutido com a Michelin sobre o novo conceito no ano passado, quando de uma visita ao centro de pesquisas em Clermond Ferrand. Eh uma idéia muito interessante, que esta apenas no começo de desenvolvimento, mas promete enormes vantagens.

Quanto a questão de variar a portabilidade do pneu em função da pressão de ar, opção não possível na versão atual do Tweel, isso vai contra a filosofia do projeto, que eh de eliminar ar e a possibilidade de furos , especialmente na versão militar, que sera uma das primeiras comercializadas. Essa função será controlada pela dimensão e layout dos raios.

A coisa mais interessante para a competição eh a possibilidade de separar a rigidez lateral da vertical, fatores que no pneu convencional são estreitamente ligados... Ora, o que se quer e máxima rigidez lateral para uma resposta rápida aos inputs do volante, e rigidez vertical suficientemente mole para garantir a melhor aderência e conformidade com o chão.

No momento, o único problema eh que a resistência ao rolamento ainda eh cerca de 5% mais alto que o radial, o que acarreta um consumo maior, cerca de 1%... mas para a aplicação militar não eh um problema.

Abraços

Ricardo Divila

Edu,

essa idéia da Michelin não é nova... Na I Guerra Mundial, os alemães, na falta de borracha, botavam pneus de metal no carro.

Abcs!

Rafael Moreira, Rio de Janeiro

 

Corrigindo uma informação do Luiz Alberto:

O piloto acidentado em Spa e socorrido por Ayrton Senna foi Alessandro Zanardi, e não Eric Comas. Zanardo sofreu um forte acidente com um Lotus em 1993. Seus ferimentos não foram sérios, mas Zanardi precisou ficar afastado das pistas pelo resto do ano. Retornou às corridas pela Formula Indy, vencendo dois campeonatos mundiais.

Abraços a todos pelo maravilhoso site e pela interatividade com os leitores — uma das melhores já conseguidas na imprensa brasileira!

Renato Aloizio de Oliveira Gimenes, Belém – Pará

Renato,

não houve engano de minha parte. Em 1992, Comas bateu e ficou inconsciente dentro do carro parado na pista. Senna parou seu carro e foi socorrer Comas. No acidente de Zanardi, em 1993, Senna acabou rodando, saindo da pista e parando logo atrás do carro de Zanardi porque vinha rápido demais e se deparou com outro carro (creio que o de Michael Andretti) que estava lento por causa do acidente.

Abraços. (LAP)

Olá, moçada...

Estive fuçando em um site sobre Stefan Bellof (www.stefanbellof.de) e, de
acordo com as notícias sobre seu acidente fatal, a impressão mais forte é a
de que Jacky Ickx concorreu, pelo menos, com grande imprudência no
acontecimento, ainda mais quando se vêem as fotos e a dinâmica do acidente.

Gostaria de saber de vocês se Ickx chegou a sofrer alguma acusação nesse
sentido, bem como se ele mesmo chegou a declarar algo sobre o acontecido.

Grandes abraços

Fabio, Itu

Oi Fábio

Não sei dos detalhes, apenas que os dois entraram lado a lado na Eau Rouge,
disputando posição numa corrida de Sport-Protótipos.

Vamos aguardar pela ajuda dos leitores

Abraços (EC)

Caro Alexandre Galvão,

Acabo de ler o que você escreveu no GPTotal e confesso que fiquei emocionado. Com certeza, acaba de nascer um futuro grande jornalista.

Que bom que o GPTotal e todos nós, que de uma certa forma participamos deste maravilhoso site, também tivemos culpa em você ter contraído este maravilhoso vírus do automobilismo.

Quanto aos ídolos, também tenho os meus, e o rock and roll faz parte da minha vida. Quando o Eric Clapton esteve em Brasília, consegui chegar perto dele no hotel em que estava hospedado. Fiquei mais branco do que já sou e não consegui falar nada. Coisas da vida.

Abraços.

Jovino, Brasília-DF

Para Alexandre Galvão.

Cara, acho que você escolheu a profissão certa. Gostei muito do seu texto. Sugestão: você não precisa ficar sem conhecer o pessoal do GPTo, acho que um estágio, parceria, apoio, pesquisa, especiais, eles estariam abertos. Sucesso na nova empreitada.

Ricardo, Campinas

TROCA DE PASSE EM MESA DE BAR (Parte 2/2)

Marcelo Jardim

Dando sequência ao bate papo num bar em Barcelona, entre o decano jornalista Reginaldo Leme e a atual trupe de brasileiros presentes na Fórmula 1... (Para ler a primeira parte deste artigo, role a página para baixo)

Reginaldo Leme - Bem, agora que vocês estão mais à vontade, eu gostaria que me dissessem qual foi a melhor e a pior experiência vivida por cada um de vocês na Fórmula 1 ?

Pizzonia – Melhor... melhor, não me lembro bem. Talvez foi ver a Jaguar fechar as portas. Quanto a pior... caramba, foram tantas. Mas olha..., depois de ver o Niki Lauda ser mandado embora da Jaguar e sentir ali que minha carreira tinha subido no telhado e ver depois o Webber contratado como titular da Williams, eu pensei que nada de pior poderia acontecer comigo. E não é que acabou acontecendo...

Massa – A minha melhor experiência foi sem dúvida participar de um evento promocional da Petronas num enorme parque de diversões na Malásia. Eu e Heidfeld nos divertimos a beça na montanha-russa, no trem fantasma e no carrossel. A pior foi no ano passado, quando eu me perdi da minha mãe num shopping em Shangai, no GP da China. Fomos nos encontrar horas depois no hotel. Foi terrível, não foi mãe ?!

Mãe do Massa – Foi sim filhão, muito...

Bernoldi – Pessoal, como é que eu posso ter melhores momentos quando terminei minha primeira temporada disputando os últimos lugares com a Minardi e sem marcar nenhum ponto ?! E no meio da minha segunda temporada a equipe fecha e eu fico a pé ?! Como é que eu posso ter melhores momentos quando meu chefe é um sujeito chamado Tom Walkinshaw ?! Como ?!

Barrichello – Bem, a melhor vocês podem achar que foi a minha primeira vitória em Hockenhein-00, mas na verdade a melhor experiência ainda está por vir... será a tão esperada vitória em Interlagos que eu tinha prometido desde 1995 ao povo brasileiro. Eu sinto que ela está cada vez mais próxima. A pior... a pior...são tantas... pode ser aquele final de semana terrível em Imola-94, ou a falta de gasolina em Donnington-93 e em Interlagos-03, ou aquele segundo lugar miserável na Stewart em 97, quando era para eu ganhar e não o Herbert, ou aquela palhaçada na Austria-02, ou...

Novamente a assessora de imprensa da Ferrari chama atenção do brasileiro, para ele tomar cuidado com o que diz...

Zonta – Minha melhor experiência foi justamente o ano sabático que eu dei da Fórmula 1 e fui campeão da Telefonica World Series. Até agora me pergunto porque eu voltei para este circo. E a pior experiência foi ter conhecido a dupla Pollock e Villeneuve.

Reginaldo Leme – Está bom... indo para perguntas mais amenas, qual é a pista que vocês mais gostam de pilotar, que vocês sentem que tem a melhor performance ?!

Pizzonia – Barcelona e Jerez de la Fronteira. Na verdade, são as únicas que eu conheço direito.

Massa – Eu adoro a Nurburgring antiga, que eu corro todos os dias no meu Play Station. Estou a cinco meses jogando e ainda não consegui decorar toda a pista.

Bernoldi – A que eu mais gosto é a de Mônaco, pois me faz lembrar 2001, que eu segurei o Coulthard lá atrás, por quase 40 voltas. Até hoje eu me divirto lembrando disto. Aliás, por onde anda esse cara ?!

Zonta – Enrique, não importa por onde ele anda, mas sim quem é o empresário dele... Bem quanto as pistas, as que eu prefiro são Paul Ricard e Barcelona... Não precisa nem dizer porque.

Barrichello – A que eu mais gosto é a pista de kart das 500 Milhas da Granja Viana, pois é a única que eu consigo ganhar alguma coisa.

Reginaldo Leme – Bacana...E se vocês tivessem que escolher, na história, um carro para pilotar, um carro dos sonhos que te permitisse chegar ao título, qualquer carro, qual vocês escolheriam ?!

Barrichello – a Ferrari que o Michael foi campeão em 2002. Queria muito conhecer aquele carro...

A assessora de imprensa da Ferrari interrompe o brasileiro, pedindo para ele tomar cuidado com o que diz...

Zonta - a Ferrari que o Michael foi campeão em 2002, mas sem o Michael no time.

Bernoldi – a McLaren que o Senna foi campeão em 1988, mas sem o Senna e nem o Prost na equipe.

Pizzonia – a Williams deste ano, mas sem o Webber na equipe.

Massa – sem dúvida o Mach 5 do Speed Racer.

Reginaldo Leme – Imagina vocês podendo ver o futuro. O que cada um gostaria de estar fazendo, por exemplo, daqui a uns cinco anos ?!

Zonta – Difícil imaginar, mas daqui a uns cinco anos meu sonho era ter largado a F1 de vez, e conseguir uma vaga de piloto de testes em qualquer equipe da Stock Car V8.

Bernoldi – O que eu queria mesmo era ser comentarista da Globo, junto com meu amigo Luciano Burti. Inclusive a Globo poderia contratar alguns ex-pilotos de F1 para as transmissões de domingo. Vocês podem imaginar o time: eu, Burti, Tarso Marques, Diniz, Boesel, Moreno, Christian, etc, etc...

Pizzonia – Reginaldo, como é que eu posso saber o que eu vou fazer daqui a cinco anos, se eu não sei nem o que eu vou fazer daqui a um mês ?!

Barrichello – Na verdade, a minha aposentadoria está muito longe... Eu nem penso nisso. Mas quando ela chegar eu gostaria muito de fazer o que eu mais sonho: dar sequência aquele seriado americano “Frasier”, como ator principal.

Massa – Gostaria muito de estar correndo ainda na Sauber. Mas caso não dê, seria bacana se eu voltasse para a Ferrari para eu aprender e amadurecer mais um pouco como piloto de testes e poder reencontrar o Luca Badoer.

Reginaldo Leme – Agora uma curiosidade. Para vocês, qual foi a maior piloto de todos os tempos ?!

Barrichello – Pessoal..., vou ficar com dois: Senna, porque ele sempre foi meu ídolo, e principalmente porque foi me visitar no hospital em Imola, quando me acidentei em 94, e, claro, Schumacher, por razões óbvias.

Bernoldi – Embora não tenha visto correr ao vivo, para mim o maior de todos foi o Emerson, simplesmente porque ele tornou tudo isso possível para nós aqui sentados. Detalhe, não só na F1 como também na Indy.

Massa – Sem sombra de dúvida é o Corredor X, o irmão mais velho do Speed Racer.

Zonta – Se a Fórmula 1, como todo esporte, se mede por resultados, então não há dúvida de que Schumacher é o maior de todos os tempos.

Pizzonia – Pelo estilo despretensiosamente arrojado, pela sua personalidade, por ser, para mim, o último dos românticos e principalmente por ser tricampeão numa época em que corriam Lauda, Villeneuve, Prost, Pironi, Rosberg, Mansell e Senna, sem dúvida o maior piloto foi Nelson Piquet.

Reginaldo Leme – Bem, para terminar, queria que cada um deixasse uma mensagem ou uma frase para o Brasil.

Bernoldi – Pessoal, não me deixem só !!!

Massa – Gostaria de dar um beijo p’ro papai, p’ra mamãe e p’ra você !!

Barrichello – Brasileiros, podem confiar em mim. Este ano vai...

Pizzonia – Webber, o mundo gira e eu ainda te pego na curva.

Zonta – Tem coisas que só acontecem com o Botafogo e comigo...

Reginaldo Leme – Bem pessoal, gostaria muito de agradecer mais uma vez a presença de todos e desejar boa sorte a todos vocês. O meu muito obrigado e até a próxima temporada.

Forte abraço,

Marcelo Jardim

Sensacional a contribuição do Marcelo Jardim no relato do encontro entre o Reginaldo Leme e os nossos pilotos. Faltou só aparecer o Luciano Burti pra demitir o Reginaldo e assumir a entrevista.

Parabéns, meu velho.

Leonardo Cortez

Oi Pessoal do GPTotal

Já que está proibido trocar os pneus, nenhuma equipe construiria um tanque maior (talvez de 225 litros) e fazendo uma classificação e corrida sem paradas e algumas corridas parando? (Isso não deixaria a dúvida: Vão parar ou não?)

Rodrigo, Rio de Janeiro

Oi Rodrigo

Que tenha sido divulgado pela imprensa, nenhuma equipe construiu carros com tanque de gasolina tão grandes, capazes de dispensar os pit stops. O que li é que os tanques, de forma geral, são um pouco maiores do que no ano passado, de forma a permitir GPs com uma única parada.

A experiência indica que, como no caso das opções aerodinâmicas, a melhor estratégia de paradas para reabastecimento serão rapidamente definidas, talvez já no primeiro GP do ano.

Abraços (EC)

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