| Parabéns amigos pelo sucesso da festa de lançamento do livro do Flávio Gomes.
[]'s
Amigo Flávio,
É engraçado eu estar escrevendo para lhe pedir que não se esqueça autografar o seu livro para mim (agora, antes de picar a mula para Melbourne), pois acabo de chegar da sua Noite de Autógrafos e pior: fui o primeiro a chegar e a lhe dar um abraço, só que conheci pessoalmente o Panda e o Edu e começamos um papo legal; depois chegaram outros GPTOTALmaníacos e quando dei por mim tinha que voltar para Congonhas; e a fila para pegar o seu autógrafo tava maior que a de um tal de "Schumi", quando ele está bonzinho e dá autógrafos. De qualquer maneira Flávio, parabéns pela festa, que estava bonita.
Parabéns também pros amigos GEPETO'S, Alessandra, Panda e Edu, pois vocês são mentores, incentivadores e editores do Boto. Prazer grande em conhecê-los pessoalmente. Obrigado também pela acolhida, o que não poderia ser diferente pelo Site que vocês nos disponibilizam.
Abraços à todos,
Caíque, Rio de Janeiro
E ai galera
Será que o Rubinho briga pelo titulo este ano? Clayton Sales, S Paulo
Oi Clayton Nuvens de mistério cobrem a Austrália, Malásia e Bahrein. Ninguém sabe ao certo se Bridgestone, Michelin e os fabricantes de motores já conseguiram apurar seus produtos a ponto de durarem uma ou duas corridas.
O panorama dos treinos é mais confuso do que em anos anteriores. De certeza, só que Williams e Bar não começaram bem e o intervalo entre as provas iniciais mais a distância das bases européias podem tornar acertos muito mais complicados.
Quanto à Ferrari, ela começa com o carro de 2004 acertado para o novo regulamento. Tudo indica que os Renault e McLaren são melhores. Serão mesmo? E, em caso positivo, a Ferrari irá recuperar um eventual terreno perdido nas provas européias, com a competência habitual?
E quanto ao Rubinho: é impressão minha ou ele tem testado menos o carro do que Schumacher? O brasileiro se adaptará bem a uma forma de pilotagem onde eventuais erros, como travadas de roda, por exemplo, serão punidos de forma impiedosa, já que os pneus têm de agüentar treinos e corridas?
Por tudo isso e algumas coisas mais, meu caro, é que não arrisco nenhum palpite sobre o desempenho de Rubinho em 2005.
Abraços (EC)
Por que não vou torcer para a Williams (Coluna da Alessandra de 21/1) Porque não sinto a menor empatia, nem pelo Heidfeld e nem pelo Webber. Nada contra, mas... Em 2005 minha torcida vai se concentrar inteiramente na McLaren. Leonardo Delarete Pimenta, Belo Horizonte
Alessandra
torci muito para o Pizzonia pegar a segunda vaga da Willians, mas fatores extraterrestres impediram.
Mesmo assim, tenho uma simpatia muito grande pelo Nick e estou torcendo por ele, mesmo porque, sempre o achei mais piloto do que o Haikonem, como você mesmo salientou o alemão deu um banho no Filandês e se não fosse os mesmos fatores extraterrestres, acredito que hoje o Nick seria uma grande estrela da formula 1.
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Edu Você tem toda a razão ao afirmar que a Williams está morrendo (Coluna de 14/2), pois me parece que eles estão totalmente perdidos. Quando poderiam assumir o Pizzonia como titular preferiram outros e depois fizeram aquele vestibular e confirmaram o Nick como titular.
Agora o Sr. Williams vem a público dizer que o Pizzônia é muito bom e não quer deixar ele ir para a Formula Mundial. Se ele é tão bom assim porque não está titular ou será que caíram na realidade de que o carro é bem ruim e estão com medo de perder o test driver. Jovino, Brasília-DF
Respondendo ao Carlos Alberto, lembro de cabeça que o Gary e o David Brabham se aventurarm na F-1, se não me engano na escuderia criada pelo pai, já decadente no início dos anos 90 (na mesma época da Giovana Amati). Luciano Balarotti, Curitiba
Lendo a carta do ilustre colega "sem assinatura", que diz sabiamente "felizmente encontramos um herói diferente dos demais brasileiros que corriam com um Formula 1. O Ayrton era do bem e nunca escondeu isso de ninguém, tanto a brasileiro ou não", fico a divagar sobre o espírito malévolo e cruel, as vezes sádico e comedor de criancinhas de Emerson, Piquet, JC Pace e Rubinho, entre outros. Realmente Senna era um exemplo único, ímpar, de bom-caratismo, benevolência, humildade, honradez e esportividade. Nossos outros "heróis" brasileiros nem chegavam perto... O caro colega "sem assinatura", Pedro Sartorio, Cachoeiro
Edu, como vai? Dá uma olhada nas fotos que achei navegando pela internet, me chamando a atenção essas belezinhas aí de baixo da Interseries e CanAm. Um abraço! Loreno Menegotto Jr., Belo Horizonte
Nas corridas que ele entrava para correr, ele demonstrava entre a sua habilidade como corredor, mostrava também uma garra de ganhar uma corrida a atrás da outra, não que ele fosse "fominha", mas para dar prazer aos brasileiros que com certeza estavam esperando-o aos domingos pela manhã, a tarde ou de madrugada, não importando com horário. Muitos desses telespectadores terão uma historia para contar como a minha: "Aos domingos eu ia a feira do automóvel no Anhembi para comprar o comprar um carro, e eu havia combinado com o meu cunhado, de irmos somente após a corrida do Ayton Senna, o que acontece e nesse dia consegui comprar um carro da GM (Chevete), na cor branca, onde quando chegamos a feira, demos de cara com o carro, cujo proprietário também havia deixado de ir a feira após a corrida, onde de alguma forma, o Ayton indiretamente me ajudou nesse sentido". E assim foram todos esses anos em que o Ayton correu pelo mundo, nos dando espetáculos e orgulho em sermos brasileiro, mas que infelizmente tivemos mais uma vez ficarmos órfão de um campeão e exemplo de cidadania. Se fosse falar tudo que penso do Ayton, ficaria até amanhã digitando. Um abraço a todos e obrigado pela oportunidade de pelo menos expressar a minha opinião, uma vez que eu não conheci pessoalmente, mas valeu a pena mesmo assim, pelo menos existiu uma pessoa que nos deu dignidade e força em continuar em frente Um abraço.
Das 17 corridas Heidfeld largou na frente em 10 e Haikkonen em 7 e Nick fez 12 pontos contra 9 de Raikkonen. Porém, devemos levar em consideração que o finlandês estava em sua primeira temporada na F-1 e ainda não conhecia os circuitos e havia dirigido bem menos um carro de F-1. Portanto, considero que houve um empate técnico entre os 2, não podemos acreditar friamente em números. Vinicius Teixeira, Barueri
Muito legal a coluna do Castilho sobre Carlos Pace (em 17/2). Lembro que eu torcia muito por ele naquela época pois, todas as atenções eram para Emerson e ele ficava sempre num segundo plano. O curioso é que, apesar de que em varias ocasiões surgiram comentários sobre Pace, nunca foi dito que ele foi o único brasileiro que disputou corridas da Can Am. Foi com um Shadow-Chevrolet em 1972 e, se não me engano, inclusive terminou em quarto lugar na prova de Edmonton, no Canadá. Aquilo teve muito mérito pois, os poderosos Porsche-turbo 917 dominavam a categoria sem piedade. Segundo parece, Don Nichols, patrão da equipe, estava tão satisfeito com o trabalho do brasileiro, que lhe ofereceu contrato para seguir com eles em 1973, inclusive na equipe de formula 1 que eles estavam preparando. Abraços, Manuel Blanco, Valencia - Espanha
Maravilhosa a idéia do Castilho de fazer uma coluna lembrando do grande Pace; é sempre bom lembrar dos grandes valores que já tivemos, ainda mais quando a naturalidade e sinceridade eram características fundamentais para um esportista - muito diferente dos "pilotos pré-fabricados" que temos hoje em dia... Só pegando o gancho dado pelo Max, parece que o apelido Moco vinha de "ouvidos moucos", porque o Pace não era de dar muita trela para os assuntos que não o interessavam... isso confere ?? Grande abraço Fabio, Itu
E ai Gepetos? Sou do um forista do Fórum Downforce e em uma das pastas de dicussão, surgiu uma dúvida sobre a história que escrevo abaixo: "O ano de 1956 foi marcado por uma briga
intensa de Moss e Fangio. O ano seguiu com uma briga dos dois e com Peter Collins seguindo de perto. Até que chegamos a última corrida: Gp da Itália, no circuito assassino de Monza. Stirling Moss pela Maserati, Fangio e Collins pela Ferrari, disputavam o título. As chances de Collins eram menores, mas ainda
assim existiam. Ao abandonar o carro, a Ferrari deu a ordem
de equipe: Luigi Musso, também Italiano, que também corria
pela Ferrari (a equipe tinha 3 ou 4 pilotos se não estou enganado)
deveria parar e ceder o carro a Fangio. Pelo jeito Fangio iria perder o título e Moss seria campeão. Peter Collins, que disputava o título passou pelos boxes e viu Fangio. Então entendeu o que acontecia e que Luigi Musso ignorava as ordens. Então Collins veio e cedeu o carro a Fangio que numa estrondosa corrida, chegou em 2o lugar, perdendo para Stirling Moss, mas conseguindo os pontos para ser campeão mundial pela 4a vez. Eu não sei como era a pontuação da época, mas sei que isso aí que aconteceu. Mas enfim.. O curioso da história é que Luigi Musso não cedeu o carro, acho que a ordem de equipe foi para ele pelo fato dele não estar disputando o título. Em momento algum Peter Collins recebeu ordem da Ferrari para ceder o carro ao Fangio, ele foi e cedeu o carro gentilmente por livre e espontânea vontade. Como já se sabe, Collins disse que era muito novo e poderia ganhar outros títulos. Em 1958 Collins faleceu, se não me falha a memória." Pergunta: a história é realmente esta? Se não, qual é a versão "correta" para este fato???? Um abraço!!! Sérgio "LL" Balbino, São Paulo É exatamente isso, Sérgio. Muitas pessoas gostam de colorir a história destacando o "cavalheirismo", a "esportividade" e outras qualidades que a F 1 tinha em eras passadas (é o que essas pessoas acham) e que não existem mais hoje. Realmente, o ambiente na F 1 era outro, bem diferente do atual. Mas poder econômico, puxadas de tapete e manobras aéticas (para não dizer sem ética) sempre existiram. Para ser campeão, Collins precisaria derrotar Moss, e a certa altura da corrida percebeu que não conseguiria fazer isso. E aí Collins preferiu parar e ceder o carro a Fangio, dividindo com o argentino os pontos marcados pelo carro pilotado por ambos e garantindo o título mundial para a Ferrari. Havia mais do que cavalheirismo ou espírito de equipe nessa atitude. Ao abdicar da possibilidade de ser campeão do mundo (não exatamente remota mas absolutamente incerta, pois ela só existiria se Moss quebrasse ou tivesse algum problema), Collins se livrou do estigma de perder o título para Moss e também de possíveis responsabilidades que lhe seriam imputadas pela derrota da Ferrari. Esta tese não é minha: a explicação acima foi dada em várias das publicações que já li a respeito dessa história. E a mim parece absolutamente verossímil. Por isso, a reproduzi aqui. Sobre as "pilotagens em dupla" da F 1, use nossa ferramenta de busca para encontrar artigo referente, publicado há alguns meses na seção "Pergunte ao GPtotal". Abraços (LAP)
1) Qual o endereço para a noite de autógrafos do Flavio Gomes e será possível adquirir o livro na hora ? 2) Há alguma emissora de TV que transmitirá o evento completo de F1 deste ano (os treinos de sábado/domingo ? Obrigado Denis, São Paulo
Oi Denis
Anote o endereço: Pizzaria Forno Brasil, Alameda dos Anapurus,
1 419, em Moema,
A transmissão dos treinos de sábado pela Globo está garantida mas a emissora ainda não definiu como procederá em relação aos de domingo. Se não estou fazendo confusão com o relógio, os treinos de domingo rolariam por volta das 3h da madrugada, horário brasileiro, e em pleno horário nobre nas corridas asiáticas.
O mais provável é que a Globo abra a transmissão uns dez minutos antes da largada e passe um compacto do treino do domingo, enquanto ele durar...
Abraços (EC)
Nota dez para sua visão sobre Rubens, Luis Fernando (Coluna de 19/2).
Sempre leio suas colunas e todas são de uma coerência sem tamanho. Parabéns e vamos esperar uma 'zebra'! José Carlos Medeiros Junior, Recife
Amigos, Quero parabenizar Castilho pela coluna de 17/2.
Quando Pace morreu, tinha quase 4 anos. Cresci vendo F1 e quando me "enturmei" mais no assunto é de Pace a minha maior curiosidade e "lamento".
Adoraria vê-lo correr. Sempre tive curiosidade em saber mais de sua pilotagem. Provavelmente teríamos mais um campeão do mundo, caso Moco não tivesse sucumbido naquele acidente. Emerson disse q Moco foi o Campeão que o Brasil não conheceu e acredito nisso. Que pena, que pena... E quero saber quem é a figura q pensou q Pace fosse italiano. Isso é digno de demissão COM justa causa! Animal esse cara. Atenciosamente, Marcelo Ferreira – Jacarepaguá
Castilho
Gostei da sua coluna, mas permanece uma dúvida. Por quê "Moco" ? Abraço, Max, Salvador
Ola pessoal do GPTotal!
Pergunto: em que ano começou e o ano que terminou o GP da Holanda de F-1? E se hoje teria condições desse GP ser realizado? Desde já eu agradeço!! UM ABRAÇO!!! José Jurandir Brito de Lima Junior, Ferraz de Vasconcelos
Olá José Jurandir O GP da Holanda teve trinta edições, todas em Zandvoort. Anote os anos: 52, 53, 55, de 58 a 71 e de 73 a 85.
A pista ainda existe e sedia o desafio internacional de F3. Para receber um GP certamente teria de ser reformada e, o principal, alguém teria de se entender com o senhor Bernie Ecclestone e pagar-lhe os milhões exigidos de incautos que querem organizar GPs.
Abraços (EC)
Ricardo Divila,
Aproveitando, bem-vindo o nosso novo colega de site, Carlos Arturo (Paraguai). Este rally com fuscas deve ser muito interessante e divertido. Este site esta cada vez melhor. Ricardo, Campinas
Edu,
concordo com você sobre a "morte" da Williams (coluna de 14/1). O velho Frank e seu sócio Patrick Head parecem não ter mais o mesmo entusiasmo pela F-1.
Um abraço,
Olá grande Edu, Como vai? Tudo bem?
Espero que sim! Olha só, por mais que eu goste e pesquise sobre F-1, sempre há dúvidas que pairam sobre minha mente. Talvez voce possa me ajudar à esclarecer algumas delas, não? Vamos lá:
1-) Qual motor a equipe Brabham utilizou na temporada de 69, quando Jacky Ickx perdeu o título para Jackie Stewart?
2-) A equipe Leyton House retirou-se da F-1 em 92 por causa de um escândalo financeiro no Japão. É verdade que Ron Dennis à comprou? Que destino ele deu à equipe?
3-) Qual o real motivo pelo qual a F.I.A. desqualificou Nelson Piquet e Keke Rosberg do G.P.Brasil-82?
4-) Por quê a Minardi trocou os excelentes Michelin, pelos razoáveis Bridgestone?
5-) A imprensa britânica diz que Tom Walkinshaw possui uma fortuna incalculável!!! Então por que a Arrows faliu?
6-) A Audi estaria interessada numa parceria com a Minardi. Verdade ou boato?
7-) Pra terminar, uma pergunta fácil: Quem foi melhor - SENNA ou PROST?
Quebre sua cabeça e responda todas minhas indagações, certo?
Desde já, obrigadão do Leandrão! Fui...
Aí vão as suas respostas, Leandro 1) Ford Cosworth. A Brabham foi a segunda ou terceira equipe a ter estes motores.
2) desconheço a compra da Leyton House por Ron Dennis. Pelo que lembro, a equipe foi liquidada pela Justiça inglesa para a quitação de dívidas deixadas pelo antigo dono, um japonês dono da empresa que deu nome à equipe, e que faliu espetacularmente, sendo, inclusive, preso por conta do escândalo.
3) Foram desclassificados por infligirem o regulamento de peso mínimo dos carros. O embrulho todo se deu por conta das caixas d´água para refrigeração dos freios, um truque barato para fazer seus carros correrem uns 20 kg abaixo do regulamento. Temos mais material sobre isso aqui no site. Use, por favor, nossa ferramenta de busca.
4) Não sei dizer.
5) De fato, Tom era normalmente listado entre os cinco mais ricos da F1 mas nem por isso os seus negócios se comunicam: uma empresa pode ir mal e a outra bem e ninguém é obrigado a colocar o próprio dinheiro na empresa. À propósito, não sei se os demais negócios de Tom também não entraram em parafuso.
6) Muito se falou da entrada da Audi na F1 a partir dos seus investimentos em Le Mans mas os dirigentes da empresa sempre descartaram esta alternativa por considerarem-na muito arriscada e cara. O tempo comprovou as negativas e hoje a empresa reduziu sensivelmente seus investimentos em competição.
7) Minha antipatia por Alain Prost é tamanha que sou capaz até de considerar Rubinho melhor do que ele...
Abraços (EC)
Tempos atrás, li em algum lugar que foi Tazio Nuvolari quem inventou a derrapagem controlada - meio que pra conseguir pilotar aqueles carrões de sua época - e no tal texto havia uma descrição de como ele fazia a manobra.
Pois não consigo mais encontrá-lo. Já procurei na ferramenta da busca do GPTotal, encontrei Nuvolaris às pencas mas não que preciso. Como sei que tem fã daquele italiano por aí achei que poderiam de ajudar. Marcos Staskoviak, Francisco Beltrão
Pois é, Marcos. A ferramenta de busca às vezes deixa a gente na mão e estamos pensando num índice mais completo dos temas abordados aqui no site.
Não lembro deste texto aludido por você e acho que as derrapagens controladas são anteriores à entrada do Tazio no automobilismo, em 1920 ou 21, mesmo porque eram comuns nestes tempos corridas sobre terra.
Mas este Tazio era tão especial que pode sim ter sido ele quem aperfeiçoou a derrapagem controlada, feita com o uso simultâneo de acelerador e freio e até mesmo freio de mão.
Abraços (EC)
Prezados Amigos do GPTOTAL : Hoje, 18/2/2005, li no também excelente site F1 na Web, que os desmandos politicos no Rio de Janeiro, já começaram a render seus frutos, ou seja, perdemos o GP de Moto Velocidade, para Istambul na Turquia !
Um grande abraço à família GPTotal. Atenciosamente, Paulo C. Winckler, Porto Alegre
Saudações amigos do GPTotal
Lehto voltou em San Marino, classificou-se em 5º nos treinos, mas ai teve aquele acidente da largada, com o mesmo Pedro Lamy, premeditando o final que todo mundo conhece, a cabeça do finlandês deve ter ficado a mil pensando o que ele estava fazendo lá. Tão abalado ficou que na corrida seguinte classificou-se em 17º e terminou a corrida em 7º, uma volta atrás de seu companheiro Schumacher.
Só na Espanha ele andou bem até quebrar o motor, depois no Canadá, novo fracasso até que na França foi substituído por Verstappen de novo, que conseguia resultados tão insignificantes quanto os de Lehto. Na Alemanha teve até aquele problema no reabastecimento, em que a bomba que injeta o combustível estourou, e o carro do holandês pego fogo com ele lá dentro, e a FIA confirmou aquilo que suspeitava, que a Benetton tinha retirado o filtro da bomba.
Vertappen foi 3º na Hungria, corrida seguinte. Viveu no inferno e no céu naquele mês. Fora isso, a equipe tinha usado um controle de largada na França, e o Schumacher foi desclassificado na Inglaterra depois que tomou bandeira preta, só não lembro pq ele tomou bandeira preta, e, na Bélgica ele ganhou mas novamente foi desclassificado pq a placa de madeira do seu carro estava com menos de 1mm, então a FIA o puniu com 2 corridas de gancho e ai, Lehto voltou no carro numero 5 do alemão ( a quem diga que aquele não que o Lehto correu não era o mesmo carro que Schumacher corria, pode ser, no visual ele era mesmo diferente, pois Schumacher usava varias tarjas vermelhas pra diferencia, e o carro de Lehto nessas 2 corridas não usou essas tarjas), e o finlandês conseguiu ficar atrás do Verstappen na classificação na Itália e em Portugal, terminou só na Itália e em Portugal quebrou. Foi sacado da Benetton depois disso.
Ainda em 94, o Briatore comprou a Ligier, "puxou" o Johnny Hebert pra correr no carro azul em Jerez, e em Suzuka o inglês já estava correndo no carro numero 6. Lehto foi parar na Sauber de novo, substituindo o Wendlinger, que sofrera um serio acidente em Mônaco, e foi substituído, até então, pelo Andrea deCesaris, ídolo do Verstappen.
Eric, Santo André
Edu e Panda Aproveitando o clima prévio do GP da Austrália respondam-me o seguinte: 1 - Salvo engano, Alan Jones retornou à Fórmula 1 duas vezes após a sua aposentadoria, mas as dúvidas levam-me a indagar: ele realmente substitui Chico Serra em Long Beach 1983 ou isso é só uma lenda? 2 - Depois de Long Beach em 1983 ele só retornou à Fórmula 1 ao volante da equipe Beatrice, na qual disputou os campeonatos de 1985 e 1986, estou certo? 3 - Aliás qual o nome que consta como o usado por essa equipe criada por Carl Haas em meados de 1984 e que disputou provas de Fórmula 1 nos anos seguintes: Beatrice (como afirmam alguns), Lola (para outros) ou Haas/Force (uma terceira opção)? 4 - Quais dos filhos de Jack Brabham chegaram à Fórmula 1? 5 - O que é feito hoje do circuito de Adelaide? 6 - A mudança de circuito de Adelaide para Melbourne eu até entendo, mas por que mudaram até a data da corrida? Valeu e até a próxima! Carlos Alberto Alves de Carvalho - Teresina/PI
Olá Carlos Alberto 1 - Não lembrava nada desta corrida perdida em 83 no meio do currículo de Alan Jones, piloto pelo qual nutro apenas um pouco menos de antipatia do que por Alain Prost.
Jones, de fato, esteve presente no GP dos Estados Unidos em Long Beach, segunda corrida do Mundial de 83, pilotando um Arrows, mas não sei explicar as circunstâncias que o levaram até lá.
Serra, em 83, correu os GPs do Brasil (primeira corrida do ano), França, San Marino e Mônaco (as três corridas seguintes a Long Beach) pela equipe, cedendo o lugar, logo depois, para o estreante Thierry Boutsen, e nunca mais disputando um GP. Vamos aguardar pela ajuda dos leitores para esclarecer este caso.
2 – É isso aí.
3 – Lola-Haas
4 – Não sei lhe dizer ao certo. Jack tem três filhos e é provável que os três tenham, ao menos, testado um Fórmula 1. Um deles (não lembro o primeiro nome) disputou alguns GPs naquela fase de pré-classificação. De qualquer forma, nenhum conseguiu um ponto sequer na categoria.
5 e 6 – não sei dizer, ao certo. Como Adelaide era um circuito urbano, creio que ainda está lá mas não sei se é usado para outras provas. Quanto à data da corrida, creio que o interesse maior foi de Bernie Ecclestone e não dos australianos.
Abraços (EC)
Olá amigos do GPTOTAL !! Por favor, gostaria que vocês contassem um pouco mais a respeito do acidente que vitimou Paul Warwick. Muito obrigado Marcos Pacini, Santo André
Fico devendo, Marcos. Vamos aguardar pela ajuda dos leitores Abraços (EC)
Luís Fernando Ramos,
Interessante a sua coluna (18/1). Só faltou você dizer que o Rubens corre mais que o alemão, só que na boca.
[]´s
Edu, SP
Olá GePeTos
A coluna do Castilho (17/3), falando um pouco sobre o Moco, é uma das muitas coisas que me fazem entrar neste site todos os dias. Como é bom saber que tem pessoas voltadas para o esporte automobilístico que lembrem deste que foi sem sombra de dúvidas o piloto brasileiro com mais chances de chegar ao título. Certamente chegaria, se tivesse em suas mãos um carro melhor.
Parabéns pela coluna!
Elton da Costa dos Santos, Passo Fundo-RS
Fui torcedor fanático do Moco e senti sua morte como se fosse de uma pessoa próxima. Foi um grande esportista brasileiro e sua memória merece ser melhor tratada. Infelizmente a grande imprensa nacional está tratando do automobilismo com descaso, haja vista o que aconteceu com o autódromo do Rio, que vai ser desfigurado sem merecer uma reportagem sequer, em qualquer jornal, que ao menos levantasse a discussão do tema. Mas também acho que nós, brasileiros, não sabemos manter nossas tradições, damos pouca ou nenhuma importância à nossa história e seria capaz de apostar que, se indagássemos os rapazes do kart ou das categorias de base do nosso automobilismo, poucos saberiam dizer quem foi o Moco, ou que importância ele teve para nós, como esportista e ídolo. Acho que tive sorte de vê-lo pilotar e seu estilo era "show". Onde ele estiver, aqui vai meu abraço e meu muito obrigado por também ter sido um dos grandes animadores de muitas manhãs de domingo. Luiz Formighieri, Curitiba
Vendo a foto da belíssima Brabham de Jose Carlos Pace na coluna do Castilho uma curiosidade me veio a tona. Aerodinamicamente os Formula 1 atuais são bastante diferentes daqueles dos anos 70/80. Com a tecnologia atual seria possível o aproveitamento estético e aerodinâmico da Brabham de Moco e qual seria seu rendimento nas pistas? Poderia ser um carro vencedor?
Fernando Eduardo Macedo Marques, Niterói
Creio que não, Fernando. Além das questões de regulamento, os carros daquela época ainda não incorporavam os conhecimentos de aerodinâmica desenvolvidos nos últimos anos e que dão tanta importância às laterais e fundo do carro.
Abraços (EC)
Como sou português gostava de saber a vossa opinião sobre o Tiago Monteiro como novo piloto da Jordan?
José Ferreira
Oi José,
Como fã de carteirinha da sua terra, espero que o Tiago Monteiro tenha sucesso na Fórmula 1. Claro que o prognóstico é dos piores: os primeiros testes mostraram que o EJ15 é um enorme abacaxi pintado de amarelo, lento demais para aspirar a algo maior do que terminar à frente das Minardis.
Assim, a tarefa do Tiago neste ano será andar melhor que seu companheiro, o também estreante Narain Karthikeyan. O prognóstico para isso é bom, já que no ano passado ele andou melhor que o colega na Nissan World Series.
Juro que vou ficar na torcida!
Abraços (LFR)
Considerações sobre a Fórmula 1 Se a Bridgestone não ficar esperta, vai acabar acontecendo o que Max Mosley tanto quer: uma única fornecedora de pneus. Pelo que se vem ouvindo por parte da Ferrari, eles não estão satisfeitos com os compostos, e com isso podem estar perdendo muito terreno para as rivais. Dizem que a Bridgestone banca a Ferrari. Talvez ela devesse bancar a Minardi e a Jordan, senão vai acabar ficando só com a GP2. Parece que a GPWC está conseguindo seduzir as equipes, principalmente as que não são apoiadas por nenhuma fabrica, já com promessas para 2006. Imagine a Minardi-Mercedes, Jordan(Midland)-Renault e a Red Bull-BMW. Acho que Bernie Ecclestone já começa a ficar preocupado com a movimentação, pois, ao que parece, a Ferrari vai ter que colocar 20 carros na pista a partir de 2008, conforme diz o Pacto de Concórdia que ela prolongou até 2012. As outras nove equipes não parecem estar muito preocupadas com a tradição da equipe de Maranello. Para completar, se a nova categoria quiser, poderá ater usar o nome Fórmula 1, F-1, Fórmula Um, Formula One, tudo que lembre a categoria "rival", pois Bernie Ecclestone só tem direito a estes nomes sob as asas da FIA. Por ultimo, uma boa surpresa que tem acontecido é que a Red Bull vem ficando constantemente na frente de muitas equipes de ponta durante os treinos, principalmente a Williams. Dia 17/02 em Barcelona os dois carros da Red Bull ficaram na frente das Williams e tem ficado até na frente da BAR. Como o carro é o que começou a ser desenvolvido pela Jaguar, talvez a Ford se retirou precipitadamente, quando talvez começaria a acertar a mão. Luiz Eduard, Pará de Minas - MG
Estimados Senhores do GPTotal Simplesmente fantástico este site sobre o maravilhoso mundo da Fórmula 1, que tive o prazer e privilégio de conhecê-lo há poucas horas. Excelente equipe editorial. Sem dúvida o melhor do gênero das Américas. Parabéns!!! Bem, surgiram ao longo das décadas excelente pilotos (sobretudo brasileiros e europeus), agora, com relação às equipes, as melhores são as inglesas e japonesas (Williams/ McLaren/ Bar/ Toyota). Engenheiros, os melhores são os ingleses e sul-africanos. MOTORES são BMW/ Honda/ Mercedes-Benz, e pneus, os michelin. Ah, com todo o respeito pela Ferrari, mas atualmente sua equipe técnica é de origem britânica, o piloto principal alemão... Um forte abraço, Ivan Flávio, Belém-Pa
Parece que a Ferrari está começando a andar igual às outras equipes apenas com o carro transformado para o novo regulamento... Quando colocar a F2005 na pista, só vai faltar aquela mãozinha balançando no aerofólio traseiro dando "tchauzinho galera". Abraços a todos Luís Sérgio, Brasília
Você acha interessante a criação de uma categoria rival à F-1, que tenha o comando de montadoras, participação de equipes e, eventualmente, de pilotos da própria F-1? Será que é bom para a publicidade da Fórmula-1 — e conseqüentemente para os patrocinadores das equipes — o novo sistema de classificação? Será que foi boa a decisão de dividir a sessão em duas partes, a primeira no sábado à tarde e a segunda no domingo pela manhã, quatro horas antes da largada, com a colocação no grid determinada pela soma dos tempos? Eu diria que a mudança é um avanço do ponto de vista técnico. Os pilotos terão seis voltas rápidas a seu dispor, três em cada sessão. E isso é um enorme salto de qualidade em termos de espetáculo. Infinitamente mais interessante que a classificação do ano passado, em que tudo se apostava, como nas roletas dos cassinos, em uma única volta de tudo ou nada.
Renato Monteiro Kloss — Curitiba, Paraná
Fala Renato, não gosto, por princípio, da idéia de quebrar a categoria em duas. A Cart se meteu a besta e olha o que deu... E não gosto e nunca vou gostar da nova classificação por um motivo muito simples: ele quebra com o passado. Abraço (EC)
Olá GePeTos!!! Gostaria que me falassem um pouco do piloto alemão Stefen Bellof, que para muitos, seria certamente o primeiro alemão a conquistar o campeonato mundial de Fórmula 1. Alguns dizem que seus desempenhos eram comparados ao de Senna, e que certamente assumiria em 1985, com 1 ano de carreira, o cockpit da Mc'Laren ou da Brabham. Bellof largou em último no GP de Mônaco de 1984, e assim como Senna, fez ultrapassagens brilhantes áté terminar em 3º, atrás de Prost e Senna. Por que pouca gente lembra disso? Bellof era melhor que Senna, teria realmente sido campeão mundial?! Uma curiosidade: Tanto Bellof quanto Senna, morreram prematuramente em acidentes automobilísticos, Bellof na Bélgica (01/09/1985) e Senna em San Marino (01/05/1994) usando macacões semelhantes e com o mesmo patrocínio, a Rothmans. Outra curiosidade, muitos dizem que os autríacos é que são azarados na F1, mas os alemães tambem perderam dois pilotos considerados futuros campeões em acidentes: Wolfgang von Trips e Stefan Bellof. Elton da Costa dos Santos, Passo Fundo-RS
Oi Elton Temos bastante material sobre o Bellof já publicado aqui no GPTotal. Use, por favor, nossa ferramenta de busca.
Abraços (EC)
Caro Panda, Antes de mais nada, gostaria apenas de lamentar a morte de Adú Celso (Coluna do Panda de 16/2), por ser o pioneiro do Brasil no motociclismo, e também a desativação de A1-Ring, aquele circuito austríco que já teve não sei quantos nomes. Era um dos meus traçados prediletos.
///
Ao Alexandre Galvão Achei bem legal sua última carta, aqui neste espaço. O GPTotal já faz parte de todos nós por ser um espaço em que podemos conhecer cada vez mais o esporte que amamos. Tenha sorte e estude bastante! Eu, por exemplo, já quebrei a cara em dois vestibulares da Universidade de Brasília (UnB). No meio do ano haverá outro e eu estarei lá, persistindo para me formar em uma outra área: engenharia mecatrônica, um dos cursos mais concorridos e que também tem tudo a ver com esportes a motor. Não estranhe o fato de haver vestibular no meio do ano: na UnB, há um a cada semestre. E, sem querer ser muito pretensioso, talvez algum dia, depois de formado, eu trabalhe no mundo do automobilismo. Seria demais se fosse possível, não é verdade? Mas ao menos tentarei. Enquanto isso, vou estudando, escrevendo alguns manuscritos de possíveis novas canções, tentando arranjar uns quatro gatos pingados da vida e fazer solos de guitarra por aí. Não tenho ídolos, mas nunca deixarei de admirar Nalbert (do vôlei), Greg Moore, Linkin Park, Kurt Cobain, Mari (do vôlei feminino), Shingo Yabuki (personagem de The King of Fighters. Um pouco infantil ,não?), Samuelle Papi (jogador italiano de vôlei) Émerson, Moco, Piquet, Senna, Rubinho, Gptotal ... Um grande abraço
Willian Lopes Machado, Brasília-DF
Sim Pandini, efetivamente foi eu aquele cara que teve participacoes em
quasi todas elas, como copiloto(navegante), auxilio, chefe de equipe é
expectador....Mas tem um dato curioso;.. Somos dois Carlos Knopfelmacher
na verdade, ...Um é Carlos Luis K.(47, piloto debutante em 77)
e o outro que sou eu Carlos Arturo K.(46, navegante debutante en 78).
legau né?... Bueno ahora a lo que interesa y contándote un poco de la historia
familiar nuestra en automovilismo para sacar algunas dudas. El mayor de
todos en la parentela es Carlos Alberto González Maya Knopfelmacher,
hijo de mi Hermana que siempre fue mi piloto hasta cuando murió
en un accidente de pista( Noviembre de1987 en formula Nacional), mi ídolo..... Como me has pedido fotografías, estoy enviándote algunas
que antiguas y Las 2.. 1ras. fotos son del año que yo debute y en una de las
fotos esta CLK de poncho(ese año fue auxilio) Mi piloto Carlos
Alberto no figura en esas, en la siguiente, una publicacion del 80 donde
aparezco empujando en un barrial de un complicado tramo del 1979. la sgte.es
del 80 que corri en un Mitsubishi junto a Carlos Luis K y es en la llegada
dela carrera en Aratiri, nuestro pequeno autodromo. Un abrazo Carlos Arturo Knopfelmacher, Paraguay
Pandini, parabéns pela lembrança do Adu Celso. É bom o pessoal do GPTotal saber que nós tivemos ídolos também no motociclismo, e que nos anos 70 torcíamos por um brasileiro chamado Adu Celso. Fernando Eduardo Macedo Marques, Niterói
Realmente as preocupações brasileiras, principalmente em épocas carnavalescas são outras. Além da tradicional falta de memória do brasileiro, temos que conviver também com a falta de respeito e reconhecimento para com alguém que, além de obter grandes resultados no motociclismo brasileiro, enfrentou entraves burocráticos, dificuldades e obstáculos para representar e elevar o nome do Brasil no exterior. Tem nada não, Adú. Que você seja muito bem recebido nas "pistas lá de cima". Tchau, a gente se vê! Romeu Nardini, São Paulo
Excelente a reportagem sobre ADU, realmente vivemos em País que não tem memória. Quanto ao Nelson, realmente este é uma pessoa que só fala a verdade, ao seu modo, porém não fez média com patrocinadores, repórter e outros. Parabéns pela lisura desta coluna. José Nillo Zangrandi, São Paulo
1. O Françês Patrick Pons que está na foto com o Adu é parente do Sito, hoje chefe do Barros ? 2. O número 4 que o Barros usa é uma homenagem ao Adu? Pois vi várias fotos dele, Adu, com este número. Abraço !
Como acontece normalmente a evolução de um piloto até o World Rall Championship? Quais são as "categorias-base" e que caminho normalmente segue um piloto que chega ao mundial de rally? E com que idade (em média) cada etapa é cumprida? Se um piloto brasileiro se interessasse por levar adiante uma carreira internacional nessa modalidade, que caminho seria o mais indicado para ele seguir? Obrigado e um abraço a todos! João Luiz Kula, Joinville – SC Oi João. Não há exceção aqui: todos os pilotos que disputam a atual temporada em uma equipe de fábrica do WRC foram campeões do certame nacional em seus países de origem. Isto inclui também Stéphane Sarrazin que, apesar de ter feito toda sua carreira em monopostos e debandado para o rali há dois anos, sagrou-se campeão francês no ano passado. Às vezes, o salto ocorre diretamente do campeonato nacional para o WRC. Em outros casos, como nos da dupla da Citroën (Sébastien Loeb e François Duval), o caminho inclui uma ou duas temporadas no WRC Junior, a categoria menor que acompanha o circo principal em oito das 16 etapas, como se fosse uma espécie de GP2 do Mundial de Rali. Para um brasileiro, porém, eu indicaria outro caminho. O único
não-europeu nos times oficiais neste ano é o australiano
Chris Atkinson, estreante da Subaru. Nos anos anteriores, todos os nomes
eram do velho continente. Para um brazuca, o ideal seria conseguir o apoio
de um bom patrocinador (que esteja disposto a despejar muito dinheiro),
passar um ou dois anos no WRC Production (o Grupo N, para carros com preparação
limitada) ganhando experiência e comprar uma vaga em alguma equipe
privada que dispute o WRC.
Outro pega sensacional foi o de Emerson com Jackie Stwart em Mônaco, acho que em 1972, e essa foi a primeira corrida de F1 que assisti, ainda garoto. Logo me interessei pelo esporte. Dá saudade do tempo em que o feeling do piloto ainda fazia a diferença, e esse pega mostra exatamente isso. Andar lado a lado numa curva, hoje não mais existe. E falo isso com conhecimento de causa, pois tenho um Kart e sei bem o que é automobilismo puro, nas palavras de Senna. Hoje, apenas assisto as corridas por mero hábito, sem qualquer tipo de emoção, que é coisa do passado e artigo de luxo. Aproveitando, gostaria de saber se algum dos amigos tem as corridas de Senna em DVD. Meu e-mail para contato é renerib@ig.com.br. René Ribeiro, Salvador — Bahia
A dúvida que eu tenho é sobre
a temporada de 1997. Edu, Panda e demais amigos, tenho visto constantemente
em vários anuários que o Ferrari F-310 B guiados por Michael
Schumacher e Eddie Irvine, que foi um carro projetado pelo John Barnard. Um abraço a todos! Abraços. (LAP)
Depois de uma longa ausência de minha expressão neste site, "venho por meio desta" expor: #1 - SENNA NA PENSKE: O próprio Senna disse que aceitou o teste oferecido por Emerson pq queria pressionar Ron "Deus" Dennis pelo fato do impasse do contrato para 1993. #2 - EMERSON NA FERRARI: já vi uma entrevista q Emerson explica como foi essa sondagem. Ele diz que um dia visitando Lauda no hospital, a Ferrari chegou com um contrato para ele assinar. Emerson ficou p... e nem quis ver o tal papel. Atenciosamente, Marcelo Ferreira - Jacarepaguá - RJ, Rio de Janeiro
Evandro, São Paulo
Abraço, Orlando Caetano Filho, Belo Horizonte
Em relação às perdas dos campeões nos anos seguintes de seus títulos pela Williams, conforme dito na sua última coluna, acredito que a grande perda foi Piquet, pois com ele, além dele próprio, a Williams perdeu a Honda. Em relação a Mansell, Prost e Hill, acredito não terem sido grandes perdas, pois Mansell saiu para a entrada de Prost, que saiu para a entrada de Senna. Hill para a entrada de Villeneuve. Em todos esses casos, a troca (em minha opinião) foi para melhor, tanto que mesmo com as substituições a Williams fez o campeão do ano seguinte, com exceção de Senna, que não foi por uma fatalidade. Parabéns pelo site, está cada vez melhor. Abraços. Ricardo Vicentin de Oliveira, Araçatuva
Corrigindo uma informação do Luiz Alberto: O piloto acidentado em Spa e socorrido por Ayrton Senna foi Alessandro Zanardi, e não Eric Comas. Zanardo sofreu um forte acidente com um Lotus em 1993. Seus ferimentos não foram sérios, mas Zanardi precisou ficar afastado das pistas pelo resto do ano. Retornou às corridas pela Formula Indy, vencendo dois campeonatos mundiais. Abraços a todos pelo maravilhoso site e pela interatividade com os leitores — uma das melhores já conseguidas na imprensa brasileira! Renato Aloizio de Oliveira Gimenes, Belém – Pará Renato, não houve engano de minha parte. Em 1992, Comas bateu e ficou inconsciente dentro do carro parado na pista. Senna parou seu carro e foi socorrer Comas. No acidente de Zanardi, em 1993, Senna acabou rodando, saindo da pista e parando logo atrás do carro de Zanardi porque vinha rápido demais e se deparou com outro carro (creio que o de Michael Andretti) que estava lento por causa do acidente. Abraços. (LAP)
Olá, moçada... Estive fuçando em um site sobre Stefan
Bellof (www.stefanbellof.de) e, de Gostaria de saber de vocês se Ickx chegou
a sofrer alguma acusação nesse Grandes abraços Fabio, Itu Oi Fábio Não sei dos detalhes, apenas que os dois entraram lado a lado
na Eau Rouge, Vamos aguardar pela ajuda dos leitores Abraços (EC)
Caro Alexandre Galvão, Acabo de ler o que você escreveu no GPTotal e confesso que fiquei emocionado. Com certeza, acaba de nascer um futuro grande jornalista. Que bom que o GPTotal e todos nós, que de uma certa forma participamos deste maravilhoso site, também tivemos culpa em você ter contraído este maravilhoso vírus do automobilismo. Quanto aos ídolos, também tenho os meus, e o rock and roll faz parte da minha vida. Quando o Eric Clapton esteve em Brasília, consegui chegar perto dele no hotel em que estava hospedado. Fiquei mais branco do que já sou e não consegui falar nada. Coisas da vida. Abraços. Jovino, Brasília-DF
Para Alexandre Galvão. Cara, acho que você escolheu a profissão certa. Gostei muito do seu texto. Sugestão: você não precisa ficar sem conhecer o pessoal do GPTo, acho que um estágio, parceria, apoio, pesquisa, especiais, eles estariam abertos. Sucesso na nova empreitada. Ricardo, Campinas
Sensacional a contribuição do Marcelo Jardim no relato do encontro entre o Reginaldo Leme e os nossos pilotos. Faltou só aparecer o Luciano Burti pra demitir o Reginaldo e assumir a entrevista. Parabéns, meu velho. Leonardo Cortez
Oi Pessoal do GPTotal Rodrigo, Rio de Janeiro Oi Rodrigo Que tenha sido divulgado pela imprensa, nenhuma equipe construiu carros com tanque de gasolina tão grandes, capazes de dispensar os pit stops. O que li é que os tanques, de forma geral, são um pouco maiores do que no ano passado, de forma a permitir GPs com uma única parada. A experiência indica que, como no caso das opções aerodinâmicas, a melhor estratégia de paradas para reabastecimento serão rapidamente definidas, talvez já no primeiro GP do ano. Abraços (EC)
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