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1974 - o bi, apesar da Ferrari
O fato é que ele trocou e fez
muito bem, pois 74 foi um ano péssimo para Lotus, assim como
os seguintes. O campeonato foi divertido e cheio de alternativas: em
15 corridas, houve sete vencedores diferentes, nenhum deles com mais
de três vitórias, pilotando para cinco equipes, todas com
chances reais no campeonato. Para Emerson ganhou fácil no Brasil e depois na Bélgica e Canadá. A última corrida do ano,
em Watkins Glen, nos Estados Unidos, Emerson e Regazzoni somam 52 pontos
e Scheckter 45. As 1975 - o último ano competitivo
O McLaren de Emerson praticamente
não mudou em 75. Ele ganhou na Argentina e na Inglaterra, sua
última vitória na Fórmula 1. Chegou em 2º
no Brasil, O GP da Inglaterra foi uma das corridas
mais loucas de todos os tempos. Dezesseis pilotos bateram - doze na
última volta. Dezenove pilotos fizeram
Emerson termina o ano em 2º no campeonato, 19,5 pontos atrás de Lauda. Entre 72 e 75, conquistou dois títulos e dois vice. Ganhou 14 GPs e honrou a Fórmula 1 com sua elegância e esportividade. No ano seguinte, mergulharia no inferno chamado Copersucar.. 1976 - começa a aventura Copersucar
Não foi, em absoluto, uma atitude de negócios, como se insinuou vários vezes, o que levou Emerson à equipe. Ele certamente ganharia muito mais fora dela. Além do que, era evidente que ele e seu irmão Wilsinho estavam dispostos a investir tudo o que pudessem ganhar na própria equipe. Além disso, Emerson parecia desmotivado em apenas disputar o campeonato pela McLaren ou outra equipe qualquer. Ganhar um terceiro título não parece tão importante para quem ganhou dois - ganhe-os e verá você também.
Era arriscado construir um carro naquela altura ainda que houvesse um grande estímulo à criação de novas equipes, dada a rápida expansão e profissionalização da Fórmula 1. Os desenvolvimentos aerodinâmicos aconteciam em grande quantidade, culminando com a criação do efeito solo. Olhando em retrospecto, as chances de insucesso de um projetistas eram muito grandes. Aproximadamente nos mesmo período
de vida da Copersucar-Fittipaldi, muitas outras tentativas sólidas
e bem intencionadas forma feitas e encerradas sem qualquer resultados.
Por exemplo: Alfa Romeo, ATS, Ensign, Hesketh, Lola, March, Parnelli,
Penske, Shadow, Surtees, Theodore e Wolf, para citar apenas as mais
regulares e duradouras. Em diferentes escalas, todas fracassaram. Ricardo Divila construiu um novo carro para a estréia de Emerson, o FD 04, sem dúvida o carro mais belo da temporada. Em Interlagos, na abertura do campeonato, as coisas parecem ir bem. Emerson é o 5º no grid, um segundo mais rápido do que Moco, com Brabham. Larga bem e chega a ocupar o 3º lugar por alguns momentos mas termina a primeira volta em 8º. Daí em diante, o motor falha intermitentemente e ele se arrasta até o final, chegando em 13º, a três voltas de Niki Lauda, num prenúncio do que seriam os anos seguintes. O inferno se revela plenamente na África do Sul: 22º no grid e 17º na corrida, 8 voltas atrasado. O carro, segundo Emerson, tinha uma "completa falta de grip em todos os lugares". Nas corridas seguintes, fios de esperança e decepção pesada se alternam: 6º em Long Beach, numa corrida onde apenas dez carros chegaram ao final. Não consegue classificar-se para o GP da Espanha. Em Mônaco, chega em 6º, depois de fazer o 7º tempo no grid. Abandona na Suécia e França. Consegue um novo 6º na Grã Bretanha e... mais nada. Nem no ano que estreara na Fórmula 1, Emerson fizera tão pouco assim. O acidente de Lauda em Nurburgring,
na metade final da temporada, rende a Emerson um convite para substituí-lo.
Emerson nem se interessou pelos detalhes: simplesmente não concebia
a hipótese de abandonar a própria equipe, mesmo para realizar
um sonho de infância: "Você entende que o Chico Landi
me carregou no colo e o Ferrari com o qual ele correu fora comprado
com ajuda do meu pai ? Era um sonho correr pela Ferrari mas eu não
podia mais me permitir pensar naquilo", lembra Emerson. 1977 - Novas esperanças em amarelo
O F5 estréia na Bélgica
e volta a rotina: nas dez corridas seguintes, apenas um 4º na Holanda.
Na Alemanha, Emerson falha na classificação pela segunda
vez na sua carreira e haveria um terceira,
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