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LA RONDE INFERNALE |
15/12/04 |
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Há tempos eu vinha amadurecendo a idéia de escrever
uma coluna sobre a 24 Horas de Le Mans de 1969. Naquele ano, a clássica
corrida francesa teve o final mais emocionante de sua história,
com as últimas horas de prova acontecendo em ritmo de GP e
uma intensa disputa pela vitória se estendendo até a
bandeirada. O
impulso final para finalmente colocar na tela as emoções
de Le Mans 1969 foi um filme de cerca de 40 minutos, “La Ronde
Infernale”, produzido pela Castrol. Trata-se de uma verdadeira
reportagem sobre a 24 Horas de Le Mans de 1969, com entrevistas
e comentários técnicos. Boa parte do que você
vai ler a seguir vem das informações dessa fita. Mas
é claro que acrescentei outras informações
e detalhes que tornam ainda mais empolgante a história desta
corrida.
A 24 Horas de Le Mans integrava o Campeonato
Internacional de Marcas (o nome “Campeonato Mundial de Marcas”,
pelo qual ficou mais conhecido, só seria adotado em 1972).
O prestígio desse campeonato era idêntico ao da Fórmula
1, a ponto de atrair grandes fabricantes e pilotos
de altíssimo nível, incluindo os melhores da Fórmula
1. Cabe lembrar que naqueles tempos os pilotos corriam em vários
campeonatos no mesmo ano: era a única forma de garantir um
rendimento razoável. Salários milionários,
desses que em um ano garantem um resto de vida tranqüilo para
quem o ganha, são muito comuns na F 1 de hoje mas eram inexistentes
na década de 60.
A 24 Horas de Le Mans seria a oitava das dez
etapas do campeonato de Marcas de 1969. A Porsche já havia
garantido o título, pois vencera cinco das sete etapas realizadas
até então. Mas mesmo ela vivia um período de
transição. O carro que a levara ao título era
o 908, equipado com motor de 3 litros com 8 cilindros contrapostos
(configuração também chamada de ‘boxer”
ou “flat”). Para ganhar competitividade no ano seguinte,
a Porsche havia construído um novo carro, o 917, equipado
com motor de 5 litros e 12 cilindros contrapostos. O começo
do desenvolvimento do 917 teve vários percalços, alguns
até engraçados, e era nesse estágio que o 917
se encontrava naquela altura. Pouco tempo, tornou-se praticamente
invencível.
Também estavam inscritas em Le Mans
equipes oficiais da Ferrari, Matra, Alpine e Lola. Mas os maiores
adversários dos Porsche eram os Ford GT 40 (motor V8 de 5
litros), especialmente os pertencentes à equipe John Wyer
Automotive Engine – alguns preferiam chamá-la de Gulf
Wyer, o nome do patrocinador (uma petrolífera) e o sobrenome
do dono da equipe. A missão das duplas Jacky Ickx/Jackie
Oliver e David Hobbs/Mike Hailwood era manter a invencibilidade
da Ford, que desde 1966 vencera todas as edições de
Le Mans.
Para
a Porsche o desafio seria outro: depois de mais de uma década
conquistando vitórias nas subcategorias, a marca trabalhava
intensamente para ganhar a corrida pela primeira vez na classificação
geral. A equipe oficial tinha cinco carros e era comandada por Rico
Steinemann, um jornalista suíço que se transformara
em piloto e conquistara o segundo lugar na 24 Horas de Le Mans de
1968, guiando um Porsche 907. Logo depois, Steinemann foi convidado
para chefiar a equipe de competições da Porsche e
abandonou o cockpit. As duplas Hans Herrmann/Gerard Larrousse, Rudi
Lins/Willy Kauhsen e Udo Schütz/Gerhard Mitter correriam com
os 908 LH (langheck, “cauda longa”, numa referência
ao formato da traseira), enquanto Vic Elford/Richard Attwood e Rolf
Stommelen/Kurt Ahrens correriam com modelos 917 LH. Como os 917
ainda precisavam de muitas horas de pista para resistir a uma corrida
de 24 horas, a aposta da Porsche era nos 908, bem mais desenvolvidos.
Havia ainda dois Porsche inscritos por equipes particulares: um
908/2L (cauda longa e cabine aberta) para Jo Siffert/Brian Redman
e um 917 K (de “kurz”, curto) comprado por um pouco
conhecido piloto inglês, John Woolfe.
O 917, em seu começo, era muito rápido
mas bastante instável e difícil de dirigir –
e Woolfe, que recebera seu carro apenas duas semanas antes de Le
Mans, percebeu logo isso. Seu companheiro de equipe, Digby Martland,
era - como Woolfe - um piloto amador, que corria apenas por diversão.
Nos treinos livres, Martland deu duas voltas, rodou, voltou aos
boxes e comunicou que não iria participar da 24 Horas de
Le Mans. Para substitui-lo, Woolfe chamou o experiente piloto alemão
Herbert Linge, que conseguiu o décimo melhor tempo nos treinos.
Antes da corrida, uma polêmica. A Porsche
havia criado para os 908 e 917 um sistema
de aletas (pequenas asas) articuladas com as suspensões.
Nas retas, elas atuavam como spoilers. Nas curvas, o movimento das
suspensões mudava o grau de inclinação das
aletas, deixando-as mais baixas no lado externo (reduzindo a pressão
aerodinâmica) e mais altas no interno (proporcionando maior
pressão e, conseqüentemente, tração para
as rodas do lado interno). A Porsche percebeu logo que isso não
daria nenhuma grande vantagem, mas encheu-se de brios quando a FIA
proibiu o sistema. Conseguir a liberação do sistema
transformou-se em ponto de honra. Para provar que o 917 seria inguiável
sem as aletas, Stommelen fez uma demonstração assustadora
para os representantes da FIA, o público e os jornalistas.
Chegou-se a um acordo: as aletas seriam admitidas, mas nos 908 elas
deveriam ser fixas. Horas depois da tal demonstração,
Stommelen contou a Elford que havia conduzido o 917 de maneira absolutamente
errática – apenas para se divertir e dar mais argumentos
à Porsche em sua batalha contra a FIA.
Nos treinos, os Porsche conseguiram os cinco
melhores tempos, com o 917 de Stommelen/Ahrens sendo o mais rápido
(3min22s9). O melhor carro de outra marca foi a Ferrari 312P de
Pedro Rodriguez/David Piper. Os Ford GT 40 de John Wyer ficaram
apenas em 14º e 15º lugares. Tempos de treinos e ordem
de largada, porém, têm importância reduzida em
uma corrida de 24 horas – e mais ainda com a “largada
Le Mans”, em que os carros ficavam de um lado da pista, encostados
no box (na época, em qualquer autódromo, a separação
entre a área de rodagem do box e a pista propriamente dita
limitava-se a uma faixa pintada no asfalto) e os pilotos no outro.
Às 14 horas do dia 14 de junho de 1969,
todos os pilotos escalados para largar estavam a postos. O diretor
de prova começou então a subir a bandeira da França
e, ao abaixá-la, deu o sinal para que todos os pilotos corressem
para seus carros. Ickx enfrentou um pequeno problema e, quando finalmente
conseguiu dar a partida, todos os outros carros já haviam
desaparecido à sua frente. Pouco antes do final da primeira
volta, John Woolfe bate em um muro a 210 km/h. O Porsche 917 K pega
fogo e Woolfe morre a caminho do hospital.
Os
Porsche 917 LH de Stommelen e Elford disparam na frente, mas na
segunda volta Elford pára rapidamente no box: a porta do
917 não estava bem fechada. A vantagem sobre os demais era
tão grande e a parada foi tão rápida que Elford
volta em terceiro lugar, atrás de Siffert. Logo depois, o
917 recupera a posição.
Com quatro horas de corrida, o 908/2L de Siffert/Redman
lidera com boa vantagem sobre o 917 de Elford/Attwood. Mas logo
depois o câmbio começa a ter problemas que vão
obrigar Siffert/Redman a abandonar a corrida. Elford/Attwood assumem
a liderança. Duas horas depois, Herrmann/Larrousse perdem
quase meia hora nos boxes por problemas na suspensão do 908.
O carro cai para o décimo lugar.
Na metade da prova – ou seja, por volta
das duas horas da manhã –, a Porsche está nos
três primeiros lugares: Elford/Attwood lideram com o 917,
seguidos pelos 908 de Mitter/Schutz e Lins/Kauhsen. Mais uma hora
de corrida e o carro de Mitter/Schutz bate forte ao tentar ultrapassar
o GT 40 retardatário de Hobbs/Hailwood. Schutz, que estava
ao volante, nada sofre, mas o carro está fora da corrida.
Ao amanhecer, o panorama é o mesmo:
Elford/Attwood lideram com cinco voltas de vantagem sobre o 908
de Lins/Kauhsen. O Ford GT 40 de Ickx/Oliver está em terceiro,
mas não ameaça o segundo colocado. E em quarto aparece
o 908 de Herrmann/Larrousse. A única novidade é o
abandono do 917 de Stommelen/Ahrens. O carro, que desde o começo
da prova vinha tendo problemas diversos, parou de vez por causa
de um vazamento de óleo.
Faltam menos de três horas para o final
da prova e poucos duvidam que a Porsche finalmente vai conseguir
sua primeira vitória na classificação geral
da 24 Horas de Le Mans. Mas o experiente Rico Steinemann sabia que
não podia considerar a corrida ganha. E se preocupa com a
queda de ritmo do 917, que passa a rodar 10 segundos mais lento
que o tempo estabelecido horas antes para poupar o equipamento.
O ambiente no box da Porsche fica ainda mais tenso quando o 908
de Lins/Kauhsen entra no box, com o câmbio travado. Não
há o que fazer: o carro é retirado da corrida. Logo
depois, exatamente às 10h59, Attwood, ainda líder,
encosta o 917 no box – também por problema no câmbio,
sem possibilidade de conserto. Os alto-falantes anunciam o abandono
da dupla líder e o público das arquibancadas localizadas
na reta dos boxes se levanta para, de pé, aplaudir os dois
pilotos durante vários minutos.
Começa
então uma nova corrida. O Ford GT 40, com Ickx ao volante,
assume a liderança. Dez minutos depois, o belga pára
no box e Herrmann passa à frente, até parar para abastecer,
trocar pneus e dar lugar a Larrousse. Os dois carros iniciam uma
batalha épica pela vitória e se alternam na liderança.
Teoricamente, o Porsche 908 LH, mais ágil e veloz, poderia
facilmente superar o Ford GT 40. Mas aquele carro tinha problemas
que nem mesmo pilotos experientes e rápidos como Herrmann
e Larrousse poderiam anular por completo. Para compensar o tempo
perdido no começo da corrida, os dois pilotos passaram a
andar o mais forte possível. Depois de quase 24 horas de
corrida e 18 de funcionamento no limite, o motor se ressentia do
esforço e perdera potência, atingindo 400 rpm a menos
do que antes. John Wyer, por sua vez, decide que Ickx guiará
até o final da prova, sem alternar com Oliver. Com isso,
não apenas aproveitaria mais a capacidade do piloto belga
(já nessa época reconhecido como um dos melhores do
mundo) como evita uma eventual perda de tempo durante uma ou duas
voltas, necessárias para Oliver “sentir” o carro
e encontrar o ritmo da corrida.
Faltando menos de uma hora e meia para a bandeirada,
Ickx faz seu último abastecimento. Duas voltas depois, Larrousse
pára no box para encher o tanque e entregar o 908 a Herrmann.
O alemão sai logo atrás de Ickx e começa a
se aproximar. Mais duas voltas e Herrmann vê uma luz vermelha
acender no painel: as pastilhas de freio estavam no fim. O piloto
alemão simplesmente segue adiante: naquelas circunstâncias,
parar para trocar as pastilhas era algo fora de cogitação.
Faltando menos de uma hora, Ickx e Herrmann
trocam seguidamente de posição e chegam a percorrer
lado a lado longos trechos do traçado de 13,8 km. A maioria
do público presente a Le Mans passa a torcer pelo Porsche:
afinal, um de seus pilotos é o francês Larrousse. Para
acrescentar ainda mais emoção, o Ford GT 40 de Hobbs/Hailwood
passa a disputar diretamente o terceiro lugar com a Matra-Simca
MS 650 da dupla Jean-Pierre Beltoise/Piers Courage.
A três voltas da bandeirada, Herrmann
lidera, mas Ickx percebe as dificuldades do 908 nas frenagens e
o ultrapassa na chicane antes da reta dos boxes. Os dois carros
vão andar juntos até Ickx receber a bandeirada. Hailwood/Hobbs
completam a festa de John Wyer ao terminarem na frente da Matra
de Beltoise/Courage.
O futuro, porém, recompensou a todos
os protagonistas da grande disputa. Em 1970, Rico Steinemann levou
a Porsche à vitória em Le Mans, com Herrmann/Attwood
conduzindo um 917K. Seria a primeira das 16 vitórias da marca
na 24 Horas de Le Mans. Em 1973 e 1974, seria a vez de Larrousse
vencer a corrida, pilotando uma Matra. Logo depois, pendurou o capacete
e assumiu o cargo de diretor esportivo da Renault, que ocupou até
fundar sua equipe de Fórmula 1 no final de 1986. E Ickx,
que infligiu à Porsche a derrota mais amarga de sua história,
foi contratado da marca alemã nos anos 70 e 80. Por ela,
venceu quatro edições da 24 Horas de Le Mans. Seu
recorde pessoal, de seis vitórias nessa prova, só
foi igualado em 2004, pelo dinamarquês Tom Kristensen.
+++
Esta é minha última coluna do
ano. A todos os nossos leitores, colunistas, colaboradores e amigos,
desejo boas festas e um ano de 2005 pleno de saúde, felicidade
e sucesso.
Luiz
Alberto Pandini |
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| “Caro jornalista,
não seja tolo!” |
13/12/04 |
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Ainda estou na dúvida em relação à veracidade
de um e-mail que recebi em 1o de dezembro, depois da publicação
da minha última coluna, onde
apelava para que Bernie Ecclestone cedesse às grandes montadoras.
Assinado apenas com um “B.E.”, o e-mail respondia às
minhas indagações e provocações ao chefão
da Fórmula 1. Seria apenas uma piada ou uma resposta do destinatário
das minhas súplicas?
Na dúvida,
decidi partilha-lo com os leitores e deixar que cada um tire as
próprias conclusões.
Caro jornalista
Não seja tolo!
Você
pede o impossível. Quer que eu abra mão de tudo o
que conquistei e entregue a Fórmula 1 embalada em papel de
presente para as montadoras que, em termos históricos, acabam
de chegar? E você tem a coragem de me pedir isso logo depois
do papelão da Ford, que virou as costas para a categoria
sem qualquer aviso prévio, só porque vem acumulando
prejuízos?
Pois vá sonhando - você e as montadoras.
Não vou abrir mão de nada, não vou ceder nada,
não vou dar nada a ninguém.
Você pode pensar que eu estou sendo ganancioso.
Desculpe a franqueza, mas isso é típico de quem fica
de fora, olhando pessoas que, como eu, transformam as coisas. Você
acha mesmo que fiz tudo isso só pela grana? Acha que já
não tenho o suficiente para eu, minhas filhas, netos, bisnetos
e tataranetos? Acha que me abalo até cantos remotos do planeta
como este horrível Interlagos só porque quero subir
naquela ridícula lista dos mais ricos do mundo?
Será possível que você
e os que me criticam não são capazes de ver que, no
exato momento em que virar as costas, tudo o que a Fórmula
1 conquistou vai começar a ruir? Você não entende
que só eu sou capaz de manter esta operação
incrivelmente complexa funcionando bem e no horário? Que
há literalmente milhares de detalhes a serem resolvidos,
das acomodações dos convidados aos painéis
de publicidade, dos controles de segurança às instalações
para a imprensa (aliás, nunca lhe ocorreu reclamar do conforto
que oferecemos para você e seus colegas trabalharem, não?).
Você reclama que faturo US$ 2 bilhões
e fico com US$ 1,5 bilhão, deixando o resto para as equipes.
Pois você sabe quanto elas ganhavam antes de eu organizar
a Fórmula 1? Uns trocados dos donos dos autódromos.
Estes US$ 2 bilhões não existiam antes que eu começasse
a trabalhar neles. Se existem hoje foi porque eu corri atrás
de cada dólar. Ensinei aos donos de autódromo o lugar
deles, arranquei centavo por centavos das redes de TV, dos patrocinadores,
dos fornecedores e dos licenciados que vendem estes cacarecos com
marcas das equipes. E agora você quer que eu abra mão
deste dinheiro e o entregue para as equipes?
Logo elas, que nunca tiveram que esquentar
a cabeça porque sempre tiveram a
minha cabeça para esquentar, inclusive quando o dinheiro
acabava no meio da temporada e vinham chorar no meu ombro. Você
tem idéia de quantas equipes ajudei? E não venha me
dizer que elas estão gastando demais. Não sou quem
as força a torrar milhões e milhões de dólares
nos salário dos pilotos e engenheiros. Não sou eu
quem as força a construir túneis de vento. Se querem
torrar dinheiro como se ele desse em árvores, que o consiga
por conta própria. Ocorre a você gastar R$ 1 milhão
por mês no GPTotal e depois apelar para seu vizinho, querendo
que ele pague as suas contas? Pois é exatamente isso que
as montadoras estão querendo.
Mas deixe elas pensarem que estou encurralado.
De noite, dou risada e lembro daquele pessoalzinho ridículo
da Cart que, há uns dez anos, achou que podia comigo. Olha
só ao que eles estão reduzidos hoje.
Fique você sabendo que tenho nas mãos
os contratos com todas as grandes redes de TV e todos os autódromos
mais importantes do mundo. As montadoras querem organizar um campeonato
de Fórmula 1? Pois quero ver eles terem de se arranjar com
o autódromo de Jacarepaguá ou, aqui na Inglaterra,
com Donington, porque Interlagos e Silverstone, assim como Mônaco,
Bahrein, Malásia etc. etc. estão na minha mão,
com contratos bem amarrados por muitos anos ainda.
E
quero ver quem vai transmitir as corridas porque as grandes emissoras
do mundo, todas elas, também têm contrato assinado
comigo.
Enquanto isso, o que as montadoras têm?
Três equipes – Ferrari, McLaren e Renault –, um
motor – o BMW (porque a Williams nunca disse que estava alinhada
com as montadoras) – e um contrato com uma empresa que disse
ser capaz de organizar o campeonato para eles ainda que nunca tenha
feito nada parecido. Pois eu também sou capaz de construir
um foguete e ir até a Lua.
E mais: estes bancos otários que hoje
têm 75% da minha empresa podem sonhar que vão tomar
a administração da Fórmula 1 das minhas mãos.
Eles sabem que meu contrato com a Fia, que me deu a organização
do campeonato por 100 anos, contém uma cláusula pela
qual ela pode rompe-lo a qualquer momento caso o controle da minha
empresa mude de mãos.
Os bancos, as montadoras, as equipes e você
e seus amigos jornalistas pensam que são espertos. Pobres
tolos! Acho que foi um compatriota seu quem disse: “vocês
vão ter de me engolir”.
Pois é...
B.E.
///
Não sei, sinceramente se o GPTotal está
violando algum tipo de direito autoral ao disponibilizar as maravilhosas
imagens do GP da França de 79. Se estamos, nossas sinceras
desculpas; se não estamos, que grande bobeira a nossa de
não ter disponibilizado o download antes!
O filme circula pela internet já há
muitos anos, tendo ganhado uma versão mais caprichada. É
esta a versão que vocês encontram em nossa home page.
O combate é empolgante não só
pelas manobras mirabolantes de Gilles Villeneuve mas
também pelo fato de terem sido feitas em um momento em que
os carros estavam literalmente caindo aos pedaços, desgastados
por 300 km de corrida (note que Villeneuve estava com problemas
sérios de pneus, o que pode ser comprovado pela maneira como
o seu Ferrari balança a traseira nas saídas de curvas,
o motor V12 acelerado impiedosamente pelo canadense).
É uma batalha em quatro atos:
1o ato: Arnoux passa Villeneuve na Curva Villeroy,
uma ultrapassagem sem maiores atrativos não fosse a férrea
resistência do canadense, tentando manter-se por fora.
2o ato: o troco de Villeneuve na volta seguinte,
na mesma curva, naquela que é, provavelmente, a mais bela
travada de pneus da história. Notem que o canadense não
entrou na reta colado em Arnoux, que o procura pelo retrovisor de
forma desesperada. Teria Arnoux sido enganado por Villeneuve, que
se escondeu atrás dele? Teria o francês achado que
a distância que conquistara era o bastante para inibir uma
tentativa de ultrapassagem, sentido-se dispensado de adotar uma
trajetória defensiva?
3o ato: a revanche de Arnoux. Aqui, o notável
é a força de Villeneuve mantendo-se por fora na Villeroy
que, certamente, estava repleta de detritos. Há leis da física
que foram flagrantemente violadas por Villeneuve nesta manobra,
assim como em algumas seguintes. Creio que até mesmo Arnoux
se assustou com a manobra e se sentiu inibido em ser mais agressivo
na tomada da curva, como se pensasse: Villeneuve não vai
conseguir segurar o carro e eu vou ganhar a posição
sem risco nenhum.
4o
ato: os dois saem da Villeroy desequilibrados, Villeneuve segurando
o seu Ferrari de forma inexplicável por dentro da primeira
da série de curvas intituladas Sablières, Arnoux saindo
com as quatro rodas fora da pista. A tomada para a pequena reta
que dá acesso à curva Parabólica decide a corrida.
Ainda procurando o equilíbrio, Arnoux resiste como pode a
uma ultrapassagem, empurrando Villeneuve para as bordas da pista.
Mas o poder de recuperação do canadense é todo
um compêndio de pilotagem: ele apruma o Ferrari, acelera fundo,
pensa em passar Arnoux por fora mas nota que o francês, por
qualquer motivo, vacila e erra feio na tomada da Parabólica.
Assim, ele dirige o Ferrari por dentro e liquida a fatura. Uma possibilidade
para o erro de Arnoux: os motores turbo, ainda em sua fase inicial
de desenvolvimento, demoravam a responder à aceleração
(era preciso, antes “encher” o turbo). Talvez Arnoux
tenha deixado cair muito a rotação de seu motor em
meio àquelas manobras loucas.
Nunca tive grandes simpatias pelo francês
mas aprendi a admira-lo quando reclamou, anos atrás, que
os pilotos contemporâneos não se emocionavam mais com
a Fórmula 1. “No meu tempo”, disse ele, “quando
os mecânicos apertavam o cinto, nossos corações
disparavam pois sabíamos que o que iríamos fazer nos
momentos seguintes era algo muito, muito especial”.
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Serei eu, oh Senhor, merecedor de todas as
alegrias que o Santos F.C. reserva aos seus torcedores?
Boa semana a todos
Eduardo
Correa |
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EM DUBAI, COM KATAYAMA
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10/12/04 |
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| PARA
VER OS MELHORES E PIORES DE 2004 NA OPINIÃO DOS LEITORES,
ROLE A PÁGINA PARA BAIXO
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Olá, amiguinhos. Estou em Dubai, nos Emirados Árabes,
escrevendo de um mega hotel 7 estrelas que é coisa de cinema
gringo. Desculpem, mas o teclado não tem acentos...
Vim para cá a
convite da Yokohama, fabricante de pneus, para acompanhar o lançamento
dos pneus Advan de altíssima performance. Testamos carros
do naipe do Mercedes 600 SL e Porsche Cayenne.
O
mais legal foi encontrar um ex-piloto de F 1 de quem sou fã
de carteirinha: Ukio Katayama – ele mesmo, que era zoado pelo
Galvao Bueno e que ganhou minha idolatria porque tambem é
escalador que nem eu. Ou melhor, muito melhor do que eu, já
que o cara, com 1m60 de altura e uns 55 kg, já fez altas
montanhas, tipo Everest. Para minha sorte, eu recebi uma revista
de bordo da Varig com uma foto de escalada no Rio de Janeiro. Dei
de presente pro Katayama San e emendei um convite pro cara vir ao
Brasil fazer o Pão de Açúcar comigo. O japa
pirou nas fotos e me deu seu e-mail pessoal pra gente trocar infos
sobre escalada.
Katayama hoje corre de esporte-protótipo
pela equipe Red in Black, da fábrica Yokohama, e eu ganhei
uma miniatura do carro dele.
Vocês não têm noção
do que é esse nanico. Vocês sabiam que ele é
voluntário em uma associação tipo APAE e leva
pessoas com deficiências físicas para trekkings nas
montanhas?
Pois além disso ele tambem é
super bem humorado e disse ser fã de carteirinha do
Ayrton Senna. Já do Barrichello ele disse que a única
coisa que aprendeu foi falar "cara de bunda". Para vocês
verem a diferença... Conversamos apenas sobre escalada e
nem sequer lembro por qual equipe de F 1 ele correu. Ele brincou
dizendo que subiu o Everest só para pegar o celular, ligar
para o Michael Schumacher e dizer "Olha, agora eu sou maior
do que você!".
Ah, ele também deu um show no videogame
PlayStation2 com uns carros de corrida.
É bom que o público brasileiro
conheça esta história porque os jornalistas da TV
Globo só sacanearam com o cara. Katayama é gentil,
humilde, educado e não tem nada de braço duro.
Quando eu chegar no Brasil, dia 12 de dezembro,
vou mandar as fotos ao lado dele e com a revista de escalada na
mão.
Abracos
| Geraldo Tite
Simões, diretamente de Dubai |
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OS MELHORES E PIORES
DE 2004 - 7ª PARTE
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10/12/04 |
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O melhor
Sem dúvida o Michael Schumacher, mostrando que ainda esta
em forma, para ser campeão
O pior
As mudanças de regulamento, que até agora não
conseguiram o que queriam, acabar com a hegemônia da Ferrari
Christiane, Recife
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Melhor
piloto
Button, pela regularidade
Pior piloto
Villeneuve, deveria pilotar carrinho de supermercado, não
faria tão feio...
Melhor equipe
Minardi, como eles conseguem se manter na f1 com os horrores q sao
gastos por temporadas?
Fogos de artifício
no Revellion em Copacabana
Os motores Honda do Sato
Corrida de demolição
Indianápolis
Premio cartola de time
carioca
Flavio Briatore pela burrada do ano, por ter mandado o Truli embora
e por ter contratado o Villeneuve
Decepções
Williams, McLaren e Toyota
Dois corpos não
ocupam o mesmo lugar no espaço
Para os pilotos da Jaguar no Brasil... nem o Baumgartnet fez isso
Feliz Natal a todos e espero
q ano q vem a f1 tenha algum momento de emoção. É
mais fácil a Minardi andar na frente da Jordan do que o nosso
Rubinho ser campeão (peguei pesado)
Rafael Ferrari, Ituporanga,
SC |
Prêmio
O dono do circo
Bernie Eclestone - sem comentários
Prêmio "Não
brinco mais"
Ralf Schumacher - sem comentários
Prêmio Levanta
Poeira
Klien
Prêmio Salve Simpatia
RB antes do GP do Brasil
Prêmio meu mundo
caiu
RB depois do GP Brasil
Prêmio A volta
dos mortos vivos
Villeneuve
Prêmio Carroça
de Ouro
Jaguar, Jordan e Toyota
Prêmio o que estou
fazendo aqui?
Minardi
Prêmio Viva o
Gordo
Montoya
Valeu pessoal Feliz Natal e
um lindo 2005
Fernando Lopardo
Paes, São Paulo
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Troféu
"já deu no saco":
Miguel Sapateiro e a Ferrari
Troféu "se
toca, xará"
David Coulthard
Trofeu "imprensa"
Para os que se iludiram com a pré-temporada passada
Troféu "hoje
tem marmelada"
A declaração de que haveria igualdade para Barrichello
e Schumacher
Troféu "e
o palhaço quem é?"
Trulli e seu visual circense
Troféu "Dick
Vigarista"
Briattore
Troféu "Banzai"
Takuma Sato
Troféu "Velho
Barreiro"
Raikkonen
Troféu "já
vai tarde"
Jaguar
Troféu "falta
de assunto"
Transferência de Button para a Williams
Troféu "volta
prá faculdade"
Advogados do Button
Troféu "esperança
é a última que morre"
Para todos os fãs da F1 que desejam competitividade "no
topo" e não apenas do terceiro prá trás.
Carlos, São Paulo |
Melhores Pilotos,
Trofeu Ayrton Senna
Michael Schumacher, Kanaan, Bourdais, Rossi e Tiago Monteiro (World
Series by Nissan)
Piores Pilotos, Trofeu
Alex Yoong
Junqueira (a pilotar assim nem nos karts tem lugar, e um discípulo
do Berger), Barrichello (a mesma coisa), Pantano, Glock e Bruni
Dupla Minardi 2005
Tiago Monteiro (Deus queira que sim) e um jovem de 20 anos que esta
em último na Fórmula 3 japonesa mas como tem um grande
patrocinador...
Villeneuve.....nunca mais, uma
autentica vergonha
Bourdais na F1...na Red Bull
( bem eu queria)
Abraços
Diogo Durao,Lisboa,Portugal |
Melhor Piloto
Precisa dizer mesmo, há vários anos que o mesmo...
Pior Piloto
David Culthard, pelo carro que tem; Jacques Villeneuve, pelo carro
que têm; Bruni, pelo carro que não têm
Melhor Equipe
Alguém têm dúvida? Ferrari, claro!Demonstrou
domínio de forma poucas vezes vistas
Pior Equipe
Toyota e Jaguar, com o orçamento deles a Minardi, com a vontade
e amor ao esporte que têm, estaria disputando o título
Equipe Revelação
BAR, primeiro mandou um medalhão que não fazia nada,
a não ser criticar, embora, e com o dim-dim economizado o
carro ficou uma bala. E depois enfrentou e venceu a batalha jurídica
contra uma das grandes. Só faltou mesmo a vitória
Equipe Decepção
Renault, mandar o Trulli - que vinha surrando o queridinho da equipe-
embora daquela forma foi ridículo, ainda por cima perdeu
um vice de construtores que parecia ganho
Piloto Decepção
Fernado Alonso, levou a maior sova do Trulli, e reclamou muito e
andou pouco nesse ano
Pior Chefe de Equipe
Briatore, um cara que demite o seu melhor piloto da forma que fez
só por que ele (Trulli) cansou de ganhar uma minharia com
esse cara como seu empresário, e ainda conseguiu fazer a
Renault perde o vice
Operários Padrões
Para os mecânicos da Renault do carro do Trulli, que mesmo
depois da demissão do cara continuaram a sabotar o carro
de n°7 - sob ordem de quem??-, mesmo com a mudança de
piloto
Troféu "Que
Diabo é Isso!"1
Para o bico de periquito, batmóvel, barbeador, cortador de
grama da Willamns
Troféu "Que
Diabo é Isso!"2
Para BAR, que andou como nunca havia andado
Troféu "Que
Diabo é Isso!" 3
Para as treze, caracas!, vitórias de vocês sabem quem...
Troféu "Que
Diabo é Isso!" 4
Para a Minardi marcando ponto!!
Troféu "Detesto
Muro"
Pro Ralf - não resisti - Schumacher, que parece ter um ódio
de muros, não pode ver um que já quer fazer dele em
pedaços
Troféu "Ô
minha filha cala a boca" ... que tu não sabe de nada
de F-1
Pra besta do Mike Gaiscoin, ao ouvir do recém-chegado Trulli,
que o problema do carro era exatamente o que o Da Matta havia dito
Melhor Corrida
Spa, lógico!
Pior Corrida
Hungria, essa de longe ganha em todos os anos, é um vencedor
maior que o Alemão, e pra a Austrália, que nos mostrou
de cara como, infelizmente, seria toda temporada
Troféu "não
jogo futebol mas driblo que é uma beleza"
Ultrapassagem do Barrichello sobre o Trulli na França
Troféu "Não
quero ouvir de novo"
As besteiras do Galvão
Troféu "A
melhor escolha da Globo"
Com o Burti como comentarista, o cara fala cada coisa que só
quem é do meio mesmo sabe!
E finalmente, meu pedido
de Natal
"que em 2005 tenhamos um campeonato de verdade, de preferência
com 4 ou 5 equipes disputando a vitória, e que o vencedor
não seja aquele que domina desde de 2000". Tá
certo, acho que tô pedindo muito sim!
Manoel Nunes,
São Luís – MA
|
Premio "quem
quer matar a f1 no ano que vem?"
Bernie Ecclestone e Max Mosley, pelo novo sistema de classificação
p/ o ano que vem
Premio "revelação
do ano?"
O burrinho da Jaguar, que era o chefão da equipe, e a abandou
a equipe e foi fazer o filme em hollywood.
Premio "fica p/
o ano que vem?"
A vitoria do Barrichello no Brasil
Fábio, Itapetininga |
Melhores Pilotos
do Ano
Schumacher (se ainda é pra contar) e Tony Kanaan (fez bonito
e mereceu o título da Indy).
Melhor "test driver-
show"
Anthony Davidson
Pior equipe
Toyota. Supera a Jaguar porque tem dinheiro pra burro e parece não
se empenhar em melhorar o carro
Melhores corridas
Mônaco... Principalmente a capotagem do Fisichella e a atuação
de Massa e Da Matta, e Itália, com uma dose de emoção
no último pit-stop do Barrichello
Prêmio "Sem
dinheiro, mas pontuando"
Minardi, com seu pontinho nos EUA
Prêmio "Saí
como entrei"
Jaguar: Entrou figurante, saiu figurante.
Prêmio "Japonês
que se impõe"
Sato, quando se classificou em 2º este ano.
Prêmio "Fiquei
de Mal"
Barrichello, com cara de quem chupou limão no pódio
do gp Brasil
Melhor equipe:
BAR. Até que enfim está fazendo jus ao motor Honda.
Frederico Niero, Pinhal-São
Paulo |
Melhor Equipe
Minardi!!!!! Marcamos 01 ponto. Imagina se tivéssemos o orçamento
da Toyota...
Melhor Piloto
Zsolt Baumgartner! 01 ponto com a Minardi. Imagina ele guiando uma
Renault.
Pior Equipe
Toyota. Um monte dinheiro na mão de gente incompetente
Pior Piloto:
Juan "Pablogordito" Montoya. Muito barulho e pouco resultado
para quem é considerado um dos pilotos "top" da
F-1
Melhores Diretores de
Equipe
Paul Stoddart e Giancarlo Minardi. Por mais um ano consecutivo mantiveram
a equipe no circo e com seus carros cheios de patrocinadores (mais
do que a Toyota e a Jordan!!!)
Piores Diretores de
Equipe
Flávio Briatore, pela cachorrada com Trulli, e Ron Dennis,
por manter em mais uma temporada, David Coulthard como seu piloto
Piloto Mais Chato
Rubens "Segundo" Barrichelo. Por que ele não pára
de falar e corre mais, hein???
Equipe Mais Sentimental
Minardi. Correu com o carro sem patrocínio para homenagear
um integrante falecido (tá certo que depois perdeu seu maior
patrocinador, mas ai é outra história...)
O que traria mais emoção
à F-1?
A volta de Jos Verstappen. Esse sabe correr
AS ESPERANÇAS
PARA 2005
Sauber: Novos pneus e um Felipe Massa mais maduro;
Felipe Massa: Um carro mais competitivo e, espero eu, que esteja
mais maduro...
Minardi: Um novo motor (qual será??) e a repetição
da façanha de 2004;
Regulamento: Que sejam feitas melhorias reais;
Toyota: Que se dê mal mais um ano e chame Da Matta de volta
em 2006.
É isso!!!!!!!!
Fábio F. Oliveira
da Silva, São Paulo |
Melhor piloto
Michel Schumacher
Piloto revelação
Jenson Button
Pior piloto
Giorgio Pantano (Jordan)
Melhor equipe
BAR
Pior equipe
Toyota
Melhor GP
GP DA BÉLGICA
Melhor piloto de teste
Anthony Davidson (BAR)
Piloto decepção
Ralf Schumacher
Pierre Veiga,
Campinas
|
Premio "Melhor
Piloto"
Michael Schumacher (sem sombra de duvida, enquanto esse chato estiver
lá a F1 vai ser sem graça!)
Premio "Sou Brasileiro
e Não Desisto Nunca"
Antonio Pizonia (mostrou que é bom e calou a boca de quem
duvidou do seu talento)
Premio "Fenix"
Button, Sato, Trulli e Massa (ressurgiram e brilharam mostrando
que o futuro da F1 será promissor!)
Premio "Na Raça"
Baumgartner (Conseguiu arrastar minardi para a zona de pontos)
Premio "Papagaio
de Pirata"
Barrichello (Poderia ter roubado a cena, mas parece ter medo de
ser estrela...)
Premio "Que isso
Companheiro?"
Da Matta e Trulli (Ambos sacaneados por suas equipes)
Premio "Vai pra
casa e tenta no Video Game!"
Panis, Klien, Pantano, Bruni, Coulthard e Villeneuve (Fizeram tão
feio que era melhor tentar a sorte nos simuladores!)
Clovis, Santos
|
Troféu "cruzamento
de Carlos Lavado com Eddie Lawson "
Valentino Rossi. O italiano consegue conciliar os "Cojones"
do Venezuelano, com a inteligência do Norte-Americano. Fantástico.
Troféu "Síndrome de Carlos
Reutemann"
Rubinho. Por mais que tente, parece que nunca vai vencer em casa.
José Everson de Abreu, Vitória
ES
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PARA VER MAIS MELHORES
E PIORES DE 2004, VISITE NOSSA PÁGINA DA
1ª e
2ª QUINZENA DE NOVEMBRO
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MÔNACO, 1984:
SENNA IA QUEBRAR
|
08/12/04 |
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| PARA
VER OS MELHORES E PIORES DE 2004 NA OPINIÃO DOS LEITORES,
ROLE A PÁGINA PARA BAIXO
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O Grande Prêmio de Mônaco de 1984 foi uma das maiores
loterias da história. Foi também a corrida em que Ayrton
Senna convenceu ao Brasil e ao Mundo que era realmente um piloto especial.
Era sua primeira vez no circuito do qual se tornaria o maior vencedor
da história, anos depois. Classificou-se em 13º no grid
e na largada já pulou para a nona posição. As
condições do clima eram realmente péssimas no
Principado e vários pilotos abandonaram após escaparem
no piso molhado. Um dos lances mais divertidos ocorreu com Niki Lauda:
na 23a volta, o austríaco rodopiou na freada da curva do Cassino
e sua McLaren estacionou exatamente junto à guia, em frente
às escadarias que dão acesso ao saguão do luxuoso
Hotel de Paris. Só faltou Lauda descer do cockpit de sobretudo,
chapéu e um cachimbo para uma cena surrealista, típica
dos filmes da Jacques Tati.
Alheio
à comédia dos outros, Senna ia ganhando suas posições
e se aproximava perigosamente do líder Alain Prost, quando
a corrida foi interrompida. Pelo ritmo do brasileiro, a ultrapassagem
era questão de uma ou duas voltas. A decisão do diretor
de prova, o belga Jacky Ickx, gerou muita controvérsia. Me
lembro até hoje da manchete da Folha de S. Paulo no dia seguinte:
“Patriotada francesa tira vitória de Senna”. Ironicamente,
Prost acabou perdendo o título mundial daquele ano por meio
ponto. Tivesse o GP de Mônaco durado mais sete voltas antes
da bandeira vermelha, a pontuação distribuída
seria completa. O francês teria chegado em segundo lugar e seria
o campeão da temporada.
A teoria conspiratória contra Senna, adivinhem, virou verdade
absoluta para a maioria de seus fãs. Afinal, uma vitória
de Prost em Mônaco seria motivo de festa na França. Imagine
só se ele saísse humilhado por um semi-desconhecido
de uma equipe com poucos recursos. O próprio piloto gesticulou
pedindo o fim da corrida, pouco antes da bandeira vermelha ser acionada.
Sem falar no fato de Ickx ser contratado na época pela Porsche,
justamente a fornecedora de motores da McLaren. Que canalhice, né?
Não é. Os números mostram que a decisão
de Ickx foi mais do que acertada. Duas voltas antes da interrupção,
a chuva, que era forte, apertou ainda mais. Nestas passagens, todos
os pilotos, sem exceção, marcaram tempos cinco segundos
acima do que registraram nas voltas anteriores. No site Atlas F1,
um membro da cruz vermelha monegasca, que atuou na corrida, afirmou
ter conversado depois com figuras importantes da organização
do evento. Segundo eles, a decisão de parar a prova já
surgiu na volta 20 e ficou inadiável quando começou
a cair mais água. “É preferível parar a
corrida uma volta cedo demais do que uma volta tarde demais",
disse Ickx.
Na minha opinião, a interrupção daquele GP de
Mônaco na 31a volta foi a melhor coisa
que podia ter ocorrido a Ayrton Senna. Seu cartão de visitas
estava dado e admirado. Mas, se a prova continuasse, seu desempenho
seria ofuscado pelo do alemão Stefan Bellof. Vejamos: nas quatro
voltas anteriores ao final antecipado, aquelas em que Senna decepava
sua desvantagem para Prost, Bellof descontou 3s5 em relação
a Senna, quase um segundo por volta. Neste ritmo, o alemão
chegaria no brasileiro em questão de 20 voltas (ou por volta
da 50a das 78 previstas). E, conhecendo os dois, não haveria
a chance de uma ultrapassagem ser negociada, em especial naquelas
condições: ia ser batida na certa. Será que Jacky
Ickx não anteviu esta possibilidade?
Mas há outro elemento que confirma de forma contundente a sorte
de Ayrton Senna. Após a corrida, o mecânico da Toleman
John Walton procurou seu colega Nigel Steer, da Tyrrell, para lhe
informar que Bellof seria o provável vencedor da corrida. Em
uma das passagens pela chicane após a túnel, quando
perseguia Keke Rosberg, Senna havia danificado bastante sua suspensão
dianteira direita – para quem
não lembra, a TV mostrou claramente o momento em que o brasileiro
sacudiu seu Toleman ao passar sobre a zebra. Segundo Walton, era questão
de voltas para que a suspensão cedesse. A história está
documentada em uma biografia de Ken Tyrrell, escrita por Maurice Hamilton.
Como Prost também enfrentava problemas, com os freios, seria
Bellof quem brilharia ao assumir a liderança e, provavelmente,
vencer a prova. Mesmo com a equipe tendo seus resultados desconsiderados
posteriormente (correu a maior parte do ano com o carro abaixo do
peso), na hora seria a consagração de um novato cheio
de talento e ótimo na chuva. Mas este novato não seria
Senna. O primeiro grande show do brasileiro terminaria ofuscado pela
performance do alemão. Sem falar no risco de acidente quando
a suspensão quebrasse de vez. Já imaginou se fosse na
saída do túnel? Karl Wendlinger, lembram?
Desta forma, acredito que Senna deu uma sorte tremenda com a decisão
de Ickx em interromper a prova. Saiu consagrado como o mais promissor
talento da nova geração e principal nome para o futuro
da categoria. Bellof não teve a mesma chance. A ironia macabra:
o alemão morreu em Spa-Francorchamps no ano seguinte, negociando
uma ultrapassagem justamente sobre Ickx. Quem tem motivos para não
gostar de quem?
Abraço e até a próxima,
Leia
também a coluna “Um show na chuva”, de Luiz Alberto
Pandini, publicada no GPtotal em 3 de junho de 2002
Luis
Fernando Ramos |
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FROM OUR FRIENDS
06/12/2004 |
A Carrera Panamericana
– Alexandre
Zamikhowsky Filho
Em 1950, o governo do México instituiu uma corrida em estrada,
desde Ciudad
Juarez, na fronteira com os Estados Unidos até o extremo
sul, num percurso
de cerca de 3.000 km, a ser efetuado em etapas, celebrando a inauguração
do
trecho mexicano da Rodovia Panamericana.
Surgia uma das mais famosas corridas de estrada, a Carrera Panamericana
ou,
para os gringos, The Mexican Road Race. Você nunca ouviu falar?
Pois a
Porsche batizou seus Carrera por causa dessa prova histórica.
Junto com a
Mille Miglia (use a ferramenta de busca do site) e a Targa Flório,
a Carrera
forma o trio maior de provas de estrada que já aconteceram.
Foi um evento
marcante. Calcula-se que nas suas cinco edições o
total de público in loco
chegou a dois milhões de pessoas! As medidas de segurança
da época se
resumiam a divulgar o evento, fechar os trechos de estrada ao público,
recolher os animais(nem sempre com muito sucesso) e salve-se quem
puder.
A exemplo do que ocorre no Mundial de Rally, o público sempre
ajudava a
recolocar os carros que escapavam da estrada. Havia a torcida por
marcas,
por pilotos famosos e pelos pilotos da casa. Os estrangeiros, para
conseguir
a simpatia dos muchachos e das muchachas principalmente, estampavam
em seus
carros em letras enormes frases como VIVA MÉXICO! e SALUDOS
AMIGOS!Era o
maior barato!
1950 - A primeira Carrera. A maioria dos inscritos vem com enormes
sedans
americanos mas a Alfa Romeo manda dois carros, para Taruffi e Bonetto.
Há um
protesto contra os Alfa porque eram superiores aos Ford, Lincoln,
Hudson e
Dodge. Ao final, o americano McGriff, a bordo de um enorme Oldsmobile
vence,
seguido por dois Cadillac, o Alfa de Taruffi e mais dois Olds.
Essa primeira edição teve nove etapas,corridas em
seis dias.
1951 - A segunda Carrera. Nessa segunda edição, a
pedido dos pilotos
americanos que apareciam às dúzias, o sentido da prova
foi alterado para
Sul/Norte, fazendo o caminho em direção aos Estados
Unidos. E assim a
Carrera foi efetuada, desta até a última edição.
O regulamento aceitava apenas carros fechados de quatro lugares
e com motor,
carroceria e chassi de série, porém com cilindrada
livre. Foram exigidos
também, pela primeira vez, capacetes e cintos de segurança
para pilotos e
co-pilotos. Houve oito etapas em cinco dias. Apareceram para correr
Ascari,
Taruffi, Chiron e Bracco, entre outros, todos pilotos da F1 da época.
Taruffi venceu, seguido de Ascari, ambos com Ferrai, e depois uma
porção de
americanos com Chrysler, Mercury, Packard, Hudson e Cadillac.
1952 - A terceira Carrera. Duas classes de carros admitidas, Sport
e
Standard. Oito etapas em cinco dias. Vieram Ferrari, Mercedes, Lancia,
Jaguar, Porsche, entre outras marcas na categoria Sport. Na Standard,
os
sedans americanos e até enormes Jaguar MK VII, este também
uma verdadeira
barca, maior até que os carros americanos. Phill Hill, que
viria a ser
campeão de F1 pela Ferrari em 1961, estréia na Carrera
com um Ferrari
berlinetta 340 (4080cc) Vignale México.
A
Mercedes leva um trio de 300SL prateados (dois cupês e um
spyder) lançados
há pouco. Aliás vence com um cupê pilotado por
Karl Kling (que também andou
em F1). E este piloto tem um episódio folclórico,
quando numa das etapas
atropela um urubú que estilhaça o para-brisa de seu
carro, dando um enorme
susto nele e em seu co-piloto. Na próxima parada, Kling exige
que os
mecânicos da Mercedes instalem pequenas barras de metal paralelas
na frente
do para-brisa. Um raio não cai duas vezes no mesmo lugar,
y no creo em
bruxerias pero... deve ter pensado o Alemão. Segundo, após
Kling, foi seu
companheiro Lang e em terceiro, com Ferrari, Luigi Chinetti, o futuro
dono
da famosa escuderia N.A.R.T. que representou a Ferrari em várias
e
importantes ocasiões. Três Lincoln (da Ford) fecharam
a classificação. É de
se lembrar que esses modelos na época tinham V-oitões
que entregavam 205 HP
standard...
1953 - A quarta Carrera. Novidades, pois são previstas quatro
classes para
receber todos os tipos possíveis de carros.
A Lancia manda seus belíssimos D-24 spyder para Fangio,
Taruffi, Bonetto e
Castelotti, todos, craques da época, claro.
Phill Hill, que é hoje restaurador de carros clássicos
na Califórnia,
aparece com um sensacional Ferrari spyder 375 MM Vignale(4500 cc),
carro
esse que sobrevive em perfeitas condições até
hoje.
A exemplo de outras edições, nessa Carrera acontecem
vários acidentes graves
e, num deles, Felicce Bonetto, com Lancia, bate em uma casa numa
esquina e,
segundo testemunhas, morre instântaneamente ao bater a cabeça
contra uma das
janelas da casa, que estava aberta... Bonetto participava de corridas,
até
de GPs, fumando um cachimbo!
Fangio vence, embora não ganhe nenhuma etapa e Taruffi e
Castelotti
completam o 1-2-3 da Lancia. Três Lincoln vencem sua classe
e, na Sport até
1600 cc., três Porsche fazem também 1-2-3. Os alemães
ficam muito felizes e,
tempos depois, vão batizar seus modelos 356 com o apropriado
nome Carrera.
Na categoria
Stock Special, ganha um Chevrolet, seguido por dois Ford.
1954- A quinta e última Carrera. A última edição
foi ganha por Umberto
Maglioli com Ferrari, seguido por Hill também com Ferrari
e Hermann com
Porsche.
A Carrera não vai mais acontecer pois em suas edições
muitos morreram e
outros ficaram feridos. Além disso, em junho de 1955, há
o pavoroso acidente
em Le Mans (que vocês também podem procurar usando
a ferramenta de busca do
site). Como a Carrera Panamericana acontecia no final do ano, pressões
desencorajam as autoridades mexicanas e a corrida chega ao fim.
Atualmente é disputada em forma de Rally/desfile de carros
clássicos mas
fica marcada como uma das mais espetaculares corridas de todos os
tempos em
estradas.
| Alexandre
Zamikhowsky Filho |
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OS MELHORES E PIORES
DE 2004 - 6ª PARTE
|
03/12/04 |
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Melhor
Piloto do Ano
Michael Schumacher e Sebastien Bourdais
Troféu "Podes ganhar
a vontade"
Junqueira....muito macio
Pior Plioto
Bruni
Digo, Lisboa, Portugal
|
Pior
Piloto
Ralf Schumacher pelo fraco desempenho e pela atitude de abandonar
o carro em plena corrida
Melhor Piloto
Jason Buton. Mostrou que a Fórmula 1 tem esperança
Piloto Revelação
Anthony Davidson, pelo que fez nos treinos
Mau Caráter
Briatori, pelo que fez com Trulli
Equipe me engana que eu gosto
Toyota. Sem organização e sem comando e ainda contrata
o Ralf!! O resto... o de sempre
Robério Lessa, Fortaleza
|
Melhores
do ano
Schumacher (que novidade!!), Trulli (desmascarou Alonso), Pizzonia
(deu a volta por cima)
Pior do ano
David Coulthard (perdeu o senso do ridículo)
As farsas
Mark Webber (só o tio Frank não vê!) e BAR
(deu um grande salto, com certeza, mas ganhou de duas carroças
que são Williams e Mclaren... só sobrou Renault
mesmo)
Pedro Henrique, Barretos –
São Paulo
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Prêmio
Bomba Relógio
Motor Honda e Takuma Sato
Prêmio Kolynos, o sucesso
Barrichello no pódio - GP Brasil
Prêmio IRL
Pancada do Ralf no GP EUA
Prêmio pregada caprichada
Porrão do Trulli no GP da Inglaterra
Prêmio Zagallo, vocês
vão ter que me engolir
Schumacher dizendo que vai "pensar em parar" quando
não tiver mais motivação
Prêmio fez que foi e não
foi, fez que não ia, mas acabou indo
Barrichello no GP Francês, overtaking na última volta
em cima do Trulli
Prêmio Banzai
Cristiano da Matta. Menção honrosa para David Coulthard.
Prêmio Sandalias da Humildade
Ralf no GP Chinês, quase a beira de um ataque de nervos
Prêmio Miss Universo
Connie Montoya, como é linda, não?!??
Prêmio "O quê ????"
Villenueve na Renault
Prêmio "Café no
Bule"
Massa para cima do Villenueve no GP do Japão
Prêmio "Batida de Madames"
Montoya e Schumacher em Mônaco
Prêmio Carrocéu
GP da Hungria
Prêmio acelera Senna
Bruno Senna rodando sozinho com a Lotus do tio no GP Brasil
Prêmio aposentadoria desejada
(por todos nós!)
Alex Yoong
Prêmio leite de pedra
1 Ponto para a Minardi
Prêmio Zeca Pagodinho
Montoya e sua barriguinha de cevada
Prêmio Corega Ultra, fixa sua
dentadura
Tio Bernie e Tio Max com as idéias fantásticas para
transformar a F1 em show. (Cabe uma sugestão: Contrata
o É o Tchan!, pois as meninas da banda são um show
para ninguém botar defeito!)
Prêmio "Aí Jizuis,
o que será de mim agora"
Klein saindo da frente (e cortando a chicane) do Schumacher e
Button quando estes disputavam posição em Ímola
Prêmio Jota Quest, música
"Hoje"
Barrichello no GP Brasil. "- É Hoje"
Prêmio Beleza Americana
Red Bull
Prêmio os melhores
GPTotal
Sandro Costa, São Paulo
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Prêmio
Michael Schumacher (melhor piloto do ano)
Michael Schumacher (por mais q a gente não goste dele, ele
é F...)
Prêmio Alex Yoong (pior piloto
do ano)
Christian Klien (e ainda insistem nele pro ano que vem...xiiiii)
Tamburello
A curva do oval em Indy (quando o Ralf bateu, não passou
um filme familiar pra vcs?)
Barão de Coubertain (Já
que foi ano olímpico)
Minardi (ainda na F1 o importante é competir)
A(s) Corrida(s)
Spa e Indy
A(s) Não-Corrida(s)
Hungaroing
Eu Sou Canadense e Não Desisto
Nunca
Jacques Villeneuve (o melhor do Canadá é o Paul
Tracy mesmo)
Discípulos de Berger
Rubens Barrichello e Bruno Junqueira (E olha que o Bourdais não
é assim um Schumacher)
Pilotos Extra F1 do Ano
Tony Kanaan (pelo título histórico da IRL) e Valentino
Rossi (pelo menos tem emoção na MotoGP)
Mustafá Contursi (pior dirigente)
Flavio Briatore (por desperdiçar o Trulli e trazer o Villeneuve)
Nova Equipe Favorita
BAR (todos toleram o Button, todos amam o Sato e todos curtem
um pouco o Davidson)
Deu M...
Batida do Schumi no Montoya em Monte Carlo
Grata Revelação
Donkey da Jaguar (por nos ter dado muitas risadas com suas performances
nas corridas finais)
Mal posso esperar ano que vem
Montoya e Kimi na McLaren, Webber e alguém na Williams,
Fisico na Renault, Trulli e Ralf na Toyota e Red Bull...
Victor Martins, Santo André
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Melhor
piloto
Baumgartner... se tivesse um carro melhor
Pior piloto
Certeza o Jaques Vileneuve
Melhor Equipe
Renault
Pior equipe
Minardi não conta, então a Toyota
Melhor escudeiro
Barrichelo, nunca tenta atacar o schumi
Piloto mais chato
Minha opinião, Ralf
O mais burro
Massa e Barrichelo no GP Brasil. Dão três voltas
na frente e acabaM lá atrás
O piloto que eu queria ver de volta
Volta Verstapen!
Gepeto, Londrina
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Troféu
Gilberto Barros
Rubens Barrichello. O cara fala demais
Troféu João Kleber
Rubens Barrichello. O cara ficou chato demais
Troféu Edir Macedo
Rubens Barrichello. O cara ganha dinheiro falando e enganando
Troféu Vale a pena ver de
novo
Michael Schumacher em 2005
Troféu Num tô nem ai
Michael Schumacher depois da conquista do campeonato
Troféu Marcos Mion
Bruno Senna. Mamãe pegou o telefone, ligou para o Berger
e foi brincar no parquinho, guiando direitinho em Macau depois
da barbeiragem em Interlagos
Troféu Fica onde está
Galvão Bueno longe das transmissões, caiu do cavalo
literalmente.
Troféu Sonho de consumo
Pizzonia pupilo do tio Frank e dando pau no Rubinho
Troféu Roquete Pinto
O Claudio Zaidan na Band am de madrugada falando com o Flávio
Gomes e Fábio Seixas
Troféu Enciclopédia
de ouro
Site GPTotal, cada vez mais completo
Ricardo Silva, Andradas
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Melhor
Piloto
Michael Schumacher, sem dúvida
Melhor Segundo Piloto
Rubens Barrichello
Melhor Equipe
Ferrari
Piloto Revelação
Jenson Button
Equipe Revelação
BAR
Pior Piloto
Gianmaria Bruni
Pior Equipe
Jordan (que saudade da sensacional temporada de 1999, quando esteve
na luta pelo título de pilotos com Frentzen, até
o final daquela temporada!)
Melhores corridas
Spa (Bélgica) (pena que a Rede Globo exibiu só em
compacto, por causa da final do vôlei masculino das Olimpíadas;
merecia ser exibida na íntegra) e China
Pior corrida: Hungria (aquela
corrida que vence quem faz a pole no sábado)
Decepções do ano
Williams e Mclaren (reagiram no final da temporada, mas era muito
tarde)
Maior mico do ano
Villeneuve disputando as três últimas corridas do
ano
Esperanças para 2005
Pizzonia na Williams e Massa na Sauber, com os pneus Michelin.
Até 2005!
Eduardo Gomes Ceresso, São
Paulo - SP
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Melhor
Piloto do Ano
Timo Glock (marcar pontos com a Jordan na estréia é
digno de Michael Schumacher...)
Pior Piloto do Ano
O Sobrinho do Senna. Faça-me o favor...
Melhor Equipe
B.A.R. (exceto o traidor do Jenson)
Pior Equipe
Jaguar
Troféu "Colunista do
Ano"
André Jung (grandepremio) e Ricardo Perrone (F1 na Web)
Troféu "Mãe, tô
na Globo!"
Felipe Massa
Troféu "Galvão,
filma eu!"
Felipe Massa
João Eduardo, São
Paulo - SP
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Melhor
Piloto 2004
M. Schumacher
Pior Piloto
Pantano
Piloto Revelação 2004
Massa no final do campeonato
Piloto de testes
Davidson anda melhor que muito titular
Melhor equipe
Ferrari, é lógico
Pior equipe
Tá duro de escolher entre Jaguar, Jordan e Toyota
Equipe que mais cresceu
BAR
Equipe que mais se complicou
Toyota
Melhor carro
Ferrari
Pior carro
Toyota, com o dinheiro deles até a Minardi andava melhor
Melhor chefe de equipe
David Richards, por ter apostado no Sato e mandado o Villeneuve
passear
Pior chefe
O da Toyota é tão fraco que nem sei o nome
Melhor aposentadoria
Coulthard, já vai tarde
Maior Loco
Sato
O eterno segundo piloto
Rubinho
Melhor GP
Brasil, é lógico
Pior GP
Hungria
Maior torcida
Para que o Pizzonia ande na frente do Webber em 2005
Maior esperança
Sauber com o Massa dando um passeio no Villeneuve
Mico do Ano
Villeneuve na Renault
Tomara que aconteça
Um novo campeão do Mundo em 2005 que não seja Alemão
Caio, Curitiba
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Prêmio
"Sandálias da humildade"
Para o Barrica, que vive dizendo que anda igual o alemão.
Menos, menos.
Prêmio "Baiano arretado,
até parece paulista com pressa"
Para o super campeão Tony Kaanan, que mostrou braço,
cabeça e coragem para correr a 350 km/h durante 500 quilômetros,
e ainda levanta a bandeira brasileira, apesar do boicote da imprensa
dita esportiva
Taça "detonar a bagaça"
Premiação dupla, para o Ralf em Indy e o Peter Solberg
no Rally da Alemanha. É só ver as fotos
Troféu "quem é
vivo sempre desaparece "
Nick Heidfeld e Jacques Villenueve. Quem? Alguém ouviu
falar alguma coisa interessante deles?
Troféu "CPI dos bingos"
ou "menção honrosa waldomiro"
Vai pro Gaisgone (sei lá como se escreve), que vai ter
que ser melhor que o Suplicy para descobrir os podres da Toyota!
Prêmio "Chernobyl"
Para a explosão dos motores Mercedes no Bahrein. Deu para
ver a explosão lá em Marte!
Medalha "Tanga frouxa"
Vai pro RB que admitiu ter carro para brigar pela ponta em Imola,
mas ficou contente de correr atrás do Rafael.
Momento Minardi
Para a Toyota, pelo ótimo desempenho demonstrado em todo
o campeonato
Troféu "CBF" de
gestão desportiva
Para o Ron Dennis, que achou um culpado pelo "ótimo"
carro e deu jeito de demitir o gerente de motores da Mercedes.
No meio do campeonato
Páreo "Égua paraguaia"
Para a Renault, com as largadas milagrosas. Além de controle
de tração eles devem usar chiclete no pneu. Pena
que falte estamina para manter o ritmo
Momento Tim Maia de sinceridade
('não fumo, não bebo, não cheiro, só
minto um pouquinho')
Para o Ron Dennis, que disse que a McLaren vai ter melhoria substancial
na próxima temporada
Título "Povo que busca
um salvador não merece ser salvo
(copyright Millôr Fernandes)"
Para todo mundo que reclama que a F-1 anda chata e que o alemão
estraga a competição. Ele é simplesmente
fantástico e pronto. Relaxe e conte para seus netos
Prêmio "café no
bule"
Pro Trulli, que finalmente pagou o cheque em Mônaco e mostrou
o extrato do banco. Agora precisa saber se na próxima temporada
ele ainda fica com saldo ou já entra no cheque especial
Troféu Atirar na codorna e
acertar no cachorro
Dado em Mônaco pro Ralf, que sacaneou o Alonso, mas causou
o acidente que colocou o safety car na pista e causou o "amasso"
do Montoya com o irmão .
Prêmio "Andréa
de Cesaris de capacidade condutiva" - versão Gardenal
Para o Montoya, que tem uma ótima pontaria para jogar no
ventilador. No GP da Europa ele largou babando como vaca brava
para acertar o alemão de novo. Quando ele viu que a Ferrari
na frente era o Rubens ele pensou (ele pensa?!): "deixa que
o Sato dá conta dele". E procurou alemão mais
próximo, que era o Ralf, e então "obrou"
em cima dele!
Taça "Ah, só podia
ser ele"
Descoberta a identidade real do projetista chefe da Jaguar. Era
o burrinho, lógico
Prêmio "Tancredo Neves
de ciência política
Vai pro Cristiano da Mata, que chutou o balde, o carro, o engenheiro,
a oportunidade...
Victor Lagrotta, São
Paulo
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PARA VER MAIS MELHORES
E PIORES DE 2004, VISITE NOSSA PÁGINA DA
1ª e
2ª QUINZENA DE NOVEMBRO
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