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Desculpem, mas estou revoltado!
Até hoje não sabia que a causa do
acidente do Senna era a barra de direção. Achava que fizeram
a GAMBIARRA (sinto muito, não dá pra chamar aquilo de
conserto) na barra de suspensão. Não sabia de nada sobre
a barra de direção.
Sendo assim, então as coisas se mostram muito piores do que são.
Adoraria ver a quadrilha encabeçada pelo aleijado nojento do
Frank Williams e do sujo Patrick Head apodrecerem numa cela de prisão
até a morte! Eles merecem!
Nem tenho mais vontade de assistir F-1 hoje. Nem
quero saber das novas corridas, pilotos, carros e coisas do tipo. Automobilismo
pra mim a partir de agora é só IRL, CART (essa também
está chata...), NASCAR, DTM e Stock Car V8. F-1 pra mim acabou
há muito tempo. Mas, felizmente, há muita coisa boa para
se recordar. Pistas como a antiga Nurburgring, a antiga Spa, o antigo
Interlagos, Zeltweg. E pilotos como Ayrton Senna.
Espero que a F-1 tenha mais competitividade pelo
menos, porque ética, transparência e lisura é difícil
de encontrar em um meio como esse. É isso que denigre o esporte.
José Paulo de Vicencio Junior,
São Paulo
Comprei o livro ''Ayrton, o herói revelado''
e percebi que o patrocínio da Marlboro foi retirado das fotos.
Notei também que em outras imagens, como os wallpapers que se
encontra nos site www.senns.com.br, era a mesma coisa. Pra que isso?
Na minha opinião acaba estragando a foto, ficando com um ar de
falsa.
Marcos Staskoviak, Francisco Beltrão
Olá mais uma vez
pessoal.
Gostaria de parabenizá-los
pelo especial sobre o Ayrton e sobre Roland Ratzemberger, textos interessantíssimos
e livres de exageradas emoções o que costuma acontecer
quando esses dois grandes pilotos são lembrados.
Não sei se posso
chamar o que sinto de prazer mórbido, ou qualquer outra coisa
mas passados exatos 10 anos daquele trágico fim de semana que
nunca consegui esquecer, os fatos ocorridos ainda despertam em mim imensa
curiosidade.
Lendo o texto de voces
não tinha conhecimento por exemplo, que Senna tinha freado e
reduzido as marchas momentos antes do acidente, muito menos que ele
estava usando uma viseira tamanho maior naquele fim de semana.
Minhas perguntas são:
1) Senna estava se comunicando com o box nas voltas que antecederam
o acidente? Se Sim nunca chegou ao público a conversa?
2)A grande imprensa brasileira
sempre diz que o modelo FW-16 era um carro extremamente ruim, o que
particularmente não concordo, pois Hill conseguiu ganhar várias
corridas ao longo do ano (inclusive um Mansell fora de forma, na Austrália).
Na minha opinião aquele ainda era o melhor carro do grid, se
levarmos em consideração que o Benetton B194 de Shumacher
estava fora do regulamento.
Qual a opinião de vocês sobre o FW-16?
3) Li numa revista inglesa
da época que Senna tinha intenções de pilotar em
Interlagos com o modelo FW-15C que terminou o campeonato anterior, adaptado
ao novo regulamento. O Artigo ainda dizia que Senna confiava mais nesse
modelo. O FW-15C chegou a ir para o Brasil? Ayrton Chegou a andar nele?
Espero não te-los
aborrecido com minhas perguntas. Parábens, o site continua excelente.
Forte abraço
Lucas Ochoa Carioli,
Taquari, RS
Olá, Lucas. Respondendo: 1) Não sei
responder; 2) O FW 16 tinha seus defeitos, mas se fosse "extremamente
ruim" não ganharia corridas, certo? Quanto à legalidade
do Benetton, sugiro procurar um "Pergunte ao GPtotal" em que
comento a respeito. Não vai fazer você mudar de opinião,
mas poderá acrescentar algo; 3) Não, o FW 15 não
chegou a vir ao Brasil. E você não nos aborreceu, de maneira
alguma. Escreva sempre. Abraços. (LAP)
Olá amigos do GPTotal!
Hoje é 01/05/2004, faz 10 anos que Senna
faleceu.
Apesar de não considerá-lo o melhor
e ser fã de Piquet, rendo-lhe minhas homenagens. Fique com Deus
e obrigado pelos pegas e vitórias.
Porém, não foi só por isso
que escreve hoje.
Estive lendo, na coluna do Panda e do Edu sobre
as novas regras que seriam aplicadas a partir de 2008, na F1.
Retrocesso puro, por questão mercadológica
ou pela volta do espetáculo, com pegas emocionantes, com corridas
gostosas de serem assistidas, sem este marasmo de ver um vermelhinho
dominando de cabo a rabo os GP´s?
Acho que voltaríamos a ter um pouco mais
de emoção. Principalmente com grid´s enormes, com
um montão de carros e equipes, com cores e nomes diferentes,
com chances maiores para pilotos e barbeiros estreantes, com brações
duros no volante ou novas revelações do automobilismo.
Seria legal tentar decorar o nome e equipe de trinta
ou mais pilotos (como já fiz, quanto tinha meus dez, onze, doze,
vinte, vinte e cinco anos) e se gabar diante dos amigos de tal façanha.
Vai ser muito bacana saber de cor e salteado que
tal equipe usa chassi de outra mas motor próprio ou de uma outra
equipe ou, ainda, motor emprestado (pensou que legal?, com a limitação
de motor por dois GP´s, a equipe pequena quebra seu motor, não
vê confiança nele e pede emprestado um outro motor,de uma
outra equipe, para testar, se dá bem e fica com ele para o resto
da temporada!?, ótimo)
Só não concordo com as regras dos
motores iguais (V8) e dos pneus de um único fornecedor.
Lembram-se quando a Bennetton tinha um V8 que dava
pau em um V12 da Ferrari? Seria muito, mas muito legal mesmo, ver motores
que teriam, teoricamente, muito menos potência que um outro, dar
pau em velocidade, durabilidade e potência naquele que seria,
teoricamente, o melhor. Já pensou um Mercedão V10 tomando
pau de um Fordeco V8? Bom, muito bom.
Quanto aos pneus. Não seria legal ver a
Pirelli de volta, competindo com a Goodyear, a Michellin e Bridgestone?
Ou então a estréia da Continental como fornecedora de
pneus da equipe Zá da Silva Racing? Jóia, jóinha.
Bom, são sanhos e como tal, gostosos de
se pensar que um dia se tornem realidade.
Espero que os dirigentes sejam iluminados, desta
vez para o bem e não para o mal, para que possamos ter a mesma
vontade de levantar cedo no domingo, ou varar madrugadas acordados,
para vermos aquela que é a maior e mais apaixonante modalidade
automobilística.
Um abraço!
Francis L. Ramazzini, Jundiaí
Este e-mail é endereçado para todos
que mandaram opinões sobre o Senna, contra e a favor e especialmente
para a moçada toda do GPTotal. Eu quero agradecer muito e de
coração toda a informação reunida que eu
pude ler em português e num só www.
Em um mundo dominado pelo marketing e o RP, é admirável
ver um trabalho tão corajoso, tão democrático,
tão sério e principalmente tão apaixonado.
De novo, parabéns. E muito, muito obrigado pelo site.
Um pusta abraço
Eduardo Di Lascio, são paulo
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Olá! Fiquei muito
emocionado com o especial sobre os dez anos da morte do Ayrton Senna
e admito que o dia primeiro de maio de 1994 foi o dia mais triste da
minha vida e de inúmeros brasileiros, porque o Ayrton Senna era
a alegria do povo. Eu gostaria de saber o resultado final do GP da Argentina
de 1980 e se é verdade que o finlandês Keke Rosberg com
um Fittipaldi chegou ao final da prova em terceiro lugar. Um grande
abraço à toda a equipe do GPTotal.
Eduardo Gomes Ceresso, São Paulo - SP
Obrigado, Eduardo. Segue o resultado final do GP da Argentina de 1980:
1) Alan Jones, Williams; 2) Nelson Piquet, Brabham; 3) Keke Rosberg,
Fittipaldi; 4) Derek Daly, Tyrrell; 5) Bruno Giacomelli, Alfa Romeo;
6) Alain Prost, McLaren. Foi o primeiro pódio de Piquet, o primeiro
de Rosberg e a corrida de estréia de Prost, que já chegou
à F 1 marcando ponto. Abraços. (LAP)
Edú, Panda e amigos do GPTOTAL,
Maravilhoso especial sobre o Ratzembreg, sensacional
mesmo. Parabéns.
Bellissimo, São Paulo
Li ha um tempo atras neste site algo sobre um site
tipo eu odeio senna. Pois bem, resolvi fazer um. www.euodeiosenna.zip.net.
Se puderem publicar isso, eu agradeceria.
Jun, Campo Grande
Parabéns a todos do site GP Total, pois
nesses dias em que todos os site, jornais, revistas, TV só falaram
de Ayrton Senna o que eu ate entendo mas naquele 01/05/94 eu comentei
com a minha esposa coitado desse Roland Ratzbenger morreu num dia errado
pois vão se passar 10 anos 1 seculo e poucos ou quase ninguem
vai lembrar que esse pobre rapaz morreu, pois ele deu o azar de morrer
um dia antes do mito Senna, ainda bem que vocês lembraram dele
fazendo esse belo perfil, pois acho que nem na Austria ele deve ter
sido lembrado nesses 10 anos de sua morte.
Abraços a todos e mai uma vez parabéns.
Kleber Ricardo Scaglione, São Paulo
Questões que necessitam de ampla discussão
por parte da Imprensa e que só o tempo se incumbirá de
responder...
Por que a Imprensa - de um modo geral - fez tanto
estardalhaço, abusou do sensacionalismo barato e emotivo quando
comemoramos 10 anos da morte de Ayrton Senna da Silva? Por que Senna
se considerava um perfeccionista e quem se atreverá a escrever
sobre as causas do incidente que o vitimara após o Supremo Tribunal
da Itália lavrar a derradeira sentença sobre o que realmente
ocasi-onara sua morte prematuramente?
Até quando renderá na mídia o assunto sobre se
o Brasil carece ou não de ídolos para que as pessoas se
esquivem temporariamente dos problemas que as afligem dia-a-dia?
Quais foram os reais motivos que mataram Ayrton Senna da Silva? Por
que a Imprensa mun-dial - de um modo geral - pouco questiona as causas
do seu acidente e por que só após uma década dessa
tragédia ter ocorrido o Supremo Tribunal da Itália reabriu
o inquérito sobre tal fatalidade?
As duas instâncias nas quais Patrick Head, Frank Williams e Adrian
Newey foram impetra-dos e julgados até agora não surtiram
efeito punitivo a eles por quê razão? Se os três,
ao longo da reabertura desse processo de investigação
criminal que a Magistratura italiana faz sobre o que teria levado Senna
a cometer aquele "suicídio" em 1º de maio de 1994,
forem judicialmente considerados culpados, responsáveis por aquela
catástrofe, por aquela tragédia, eles fatalmente recorrerão.
Mas podem recorrer até que jurisdições, até
que instâncias? Quantas pilhas de recursos lhes caberão
para provar juridicamente que não foram cúmplices e sim
réus neste fatídico e trágico episódio?
Está certo que depois que Ayrton faleceu nada mais do que se
faça o trará de volta ao nosso convívio, mas será
que a Magistratura italiana é tão incompetente para -
com base no material que dispõe sobre o episódio e nas
pessoas chamadas até então a depor sobre aquele fatídico
incidente - analisar suas possíveis causas e depois expedir seu
próprio veredicto sobre o que provavelmente tenha levado Senna
a morte?
Que lei italiana é essa que atesta formalmente que se Senna realmente
houvesse morrido na pista (no autódromo) o GP de Imola teria
que ser imediatamente suspenso, mas só foi mesmo reali-zado por
causa do fortíssimo lobby imposto pelos cartolas da FOCA (leia-se
Sr. Bernie Ecclestone, que é quem responde atualmente pela anuência
dos direitos de transmissão deste evento e pregava na época
que o "show", o "espetáculo" não podia
parar, pois funcionava como se fosse um produto de marketing) e da FIA
(leia-se Sr. Max Mosley, que é o cidadão que avaliza a
F-1 como modalida-de esportiva, e conseqüentemente a entidade que
impõe suas normas, seus regulamentos)?
Por que a FOCA (Formula One Constrution Association), entidade responsável
pelos direitos de transmissão da F-1, só liberou as imagens
da câmera que estava "on-board" no carro de Senna quando
daquela tragédia que o vitimara 6 meses depois do acidente ter
acontecido? Teriam os diri-gentes da FOCA (leia-se Bernie Ecclestone
e seus cupinchas) manipulado imprudentemente aquelas imagens antes de
entregar a fita à Corte de Apelação e Cassação
da Velha Bota para que essa viesse posteriormente a analisá-la
e a partir dessa análise punir os prováveis infratores
por tal fatalidade? E por que nenhum jornal do mundo estampou em manchete
a foto de Ayrton morto um dia após a tra-gédia de 1º
de maio de 1994 em Imola?
O médico oficial da FIA ---Federação Internacional
de Automobilismo --- na Fórmula-1, Dr. Sid Watkins, que prestou
os primeiros socorros a Ayrton Senna na pista do autódromo de
Imola em 1º de maio de 1994 e lhe realizou a traqueostomia minutos
depois que o carro dele colidira com a pilha de pneus na Tamburello
já foi interrogado pela Magistratura italiana? (Se sim, apontar
quais foram as suas revelações sobre aquele terrível
incidente).
Senna morreu na pista ou quando estava a caminho do hospital? (Caso
o piloto brasileiro te-nha chegado com vida ao Hospital Maggiore de
Bolonha, por que razão a Dra. Maria Tereza Fiam-bre comunicara
a Imprensa mundial o falecimento de Ayrton Senna da Silva somente no
finzinho daquela tarde - por volta das 18h40min? Ela já foi interrogada
sobre isso? Qual o posicionamento dela a respeito deste périplo?
Os cartolas da F-1 pediram para que a Dra. só noticiasse a morte
do piloto brasileiro ao anoitecer, quando o coração de
Ayrton parou de bater?).
Mas quando Giuseppe Piana, chefe do serviço médico do
autódromo de Imola, naquele tene-broso 1º de maio de 1994,
viu Senna com a cabeça semi-inclinada sobre o peito e inconsciente,
pres-sentira que, naquele exato instante, havíamos perdido para
sempre um grande campeão, muito em-bora o coração
do piloto brasileiro ainda batesse, ele não tivesse sofrido nenhuma
fratura no corpo e os paramédicos que o circundavam já
tivessem estabilizado sua atividade cardiovascular e respirató-ria.
Pelo relato que Piana fez depois de ter silenciado uma década
a respeito do assunto dá para con-cluir que Ayrton de fato morrera
na pista do autódromo italiano, ou essa suposição
é infundada, to-talmente sem nexo?
Por que as leis italianas - que são extremamente rigorosas -
fazem com que os asclépios da-quele país tenham que seguir
à risca uma conduta ética, uma postura profissional por
vezes altamen-te "ingrata" e só anunciem o passamento,
a morte do ser humano quando todos os aparelhos que o mantém
em estado de coma (ou vegetativo) estiverem desligados e o coração
deste paciente parar de bater?
Que providências poderiam ter sido tomadas antes do choque de
Senna com a pilha de pneus na curva Tamburello para que aquela tragédia
de 1º de maio de 1994 em Imola tivesse sido evitada?
Até quando persistirá a suspeição da mídia
(e do público em geral) de que o que levara Senna realmente a
falecer fora a ruptura da coluna da barra de direção de
sua Williams? Diretores, projetis-tas e o chefe dessa escuderia serão
punidos por não terem seguido à risca as recomendações
do pilo-to brasileiro antes dele ter se acidentado e morrido? Alguém
será preso, responsabilizado, indeniza-do depois que o Supremo
Tribunal da Itália emitir oficialmente um laudo, uma petição
sobre quais foram realmente os motivos que tiraram a vida de Ayrton
Senna naquele tenebroso 1º de maio de 1994 em Imola?
Afinal de contas, o que levou realmente os técnicos da Williams
a substituir aquela bendita peça no carro do automobilista tupiniquim
antes dele se acidentar e morrer? O que realmente causou a morte de
Senna? A quebra da barra da coluna de direção de seu carro
se deu mesmo por causa da fadiga do material? Por que razão os
engenheiros da Williams não constataram esse desgaste do material
antes de a tragédia com Senna se consubstanciar? E por que essa
suposta fadiga do material não foi levada em conta pelo próprio
Ayrton Senna antes dele entrar no carro para pilotá-lo em Imo-la
se sabia que antes de sofrer o acidente que o vitimara sua Williams
azul e prateada apresentava-se sérios problemas de instabilidade
na pista?
É isso que realmente interessa saber, pois só assim bota-se
um ponto final neste assunto até então polêmico
e enigmático, porém, repleto de versões mal esclarecidas.
Missas, reportagens espe-ciais, lançamento de livros, homenagens
e lembranças não farão com que Senna ressuscite,
apenas perpetuarão na memória das pessoas e dos aficionados
pelo automobilismo (Fórmula-1 especialmen-te) a imagem de um
ídolo, de um campeão que - pra muitos - simbolizava o
ideal de um País que dá certo e que achava que com muita
determinação e às custas de seu próprio
esforço, sua própria per-severança, seu próprio
sacrifício se pode conquistar triunfos; atingir metas; quebrar
tabus.
Negligenciar fatos contundentes é o mesmo que agir impensadamente
e corroborar para a cretinice ou para a leviandade.
É isso. Dito e escrito.
Atenciosamente
Renato Monteiro Kloss, Curitiba-PR
Eu ,fanático por automobilismo e principalmente
pelo Senna, achei que sabia de tudo sobre ele...
Acabo de me enganar!
Otimo site, otimas reportagens!
Bernardo Jacob, Rio de Janeiro
Olá...será que só eu escutei
o Ayrton Senna gritar na ultima volta no Brasil em 91, além de
"I dont believe (ou seja lá como se escreva), "eu não
acredito", dizer um sonoro "P.Q.P."?. Até hoje
não ouvi ninguém comentar isso...me fez pensar:pô,
o cara fala palavrão...é como eu ou qualquer pessoa...o
site continua ótimo (o ego de vcs deve estar lá em cima).
Obrigado.
Carlos, Valinhos
Olá amigos amantes do automobilismo.
Infelizmente, só agora pude ler o especial.
Me emocionei profundamente ao lê-la, pois
traz à memória os acontecimentos daquele fim de semana
terrível, marcado por várias tragédias.
Se não estou equivocado, além dos
acidentes do Rubens, do Ratzember e do Senna, houve um outro, durante
os treinos de sábado, em que um dos aerofólios se desprendeu
de um carro durante a volta rápida, gerando um acidente bastante
grave.
Não acredito em coisas do tipo pressentimento,
"era para contecer" e etc. Mas que aquele final de semana
estava de péssimo agouro, isto estava.
Como o texto relembra, aquele acidente foi uma
conjunção de fatores (além das causas físicas
relacionadas a saída do carro da pista), entre os quais um é
o próprio Schumacher, que pelos seus resultados havia colocado
o Senna em xeque.
O Senna vinha sentindo-se pressionado por resultados,
pois fez de tudo para pilotar aquele carro e não havia obtido
nenhum sucesso nas duas primeiras corridas.
Isto o levou a pressionar cada vez mais a equipe
para que adaptassem o carro cada vez mais ao seu estilo de pilotagem.
Com a sua extrema agressividade e as adaptações
feitas no carro (como a coluna de direção, por exemplo),
um acidente grave era muito possível ou muito provável.
Se não estou equivocado, a WILLIAMS havia efetuado outras mudanças
no carro dele, mas não tenho mais certeza disto.
Apesar de não ser um dos grandes fãs
do Senna, naquele dia o prazer de assistir uma corrida de automóveis
foi diminuído pela extinção de um dos grandes pilotos
da história.
Foi o final de uma brilhante carreira, marcada
por triunfos. Para quem acordava cedo todos os domingos de corrida,
ficou o sentimento de ausência e de frustração,
que persiste até hoje.
SALVE SENNA e todos estes heróis que desafiam
a própria sorte nestes bólidos.
Elieser Fagundes, Florianópolis/SC
Caros LAP, EC e LFR,
Parabéns pelo ótimo trabalho sobre
Ayrton Senna e, principalmente, Roland Ratzenberger. Foi horrível
ver a Globo falar o tempo todo em Senna e, simplesmente, ter ignorado
a morte de Ratzenberger. Fazem isso simplesmente em busca de mais ibope,
e sempre esquecem o lado humano. Lamentável! Aquele foi o primeiro
piloto que vi morrer em uma transmissão ao vivo no esporte que
mais amo. E ainda mais numa equipe pela qual eu tinha grande simpatia.
Seria demais se eles reservassem 3 míseros minutos para o cara?
Daquele quarteto citado no especial, vi os acidentes
de Ratzenberger e de Jeff Krosnoff. O de Krosnoff, no GP da Toronto
de 96 na Cart Mundial, foi um dos mais espetaculares que eu já
vi, comparado somente, ao meu ver, aos de Gilles Villeneuve, Greg Moore,
Martin Donnely ( este, ninguém viu, mas só de vê-lo
jogado no meio da pista como se não fosse nada, dá para
imaginar ), o próprio Ratzenberger e Kenny Brack, ano passado
na IRL.
Reforçando: parabéns pelo lado humano.
Faz dez anos que aquele GP sombrio aconteceu e vocês foram os
únicos a lembrar e até nos permitir a conhecer um pouco
sobre aquele austríaco que gastou todo o seu dinheiro para realizar
seu sonho de correr na F-1 pela segunda pior equipe da temporada. Infelizmente,
nem toda história tem final feliz.
Grande abraço a todos
Willian Lopes Machado, Brasília-DF
Sobre o tragico grande de San Marino de 94,
ainda me resta duas duvidas sobre aquele final de semana tragico.
1) No especial de Ratzberger, é comentado
(de forma muito vaga) que ele bateu a cabeça no muro
mais não explica o que causou aquela mancha de sangue em seu
capacete.
O que provocou essa mancha? Ouvi falar tambem que ele teria quebrado
o pescoço na batida.
2) Gostaria de saber se aquela pequena peça
no chão que aparece na camera on board do carro de
Schumacher segundos antes da batida era a peça citada numa foto
tirada por
um fotografo na curva tamburelo e que a defesa da Williams usa como
argumento para explicar
os motivos que fizeram Senna perder o controle do carro?
Um abraço
Renan Barros, Volta Redonda
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Já ouvi diversas teorias sobre a morte do
Senna, sendo a mais recente, vinda de um piloto campeão mundial,
de que ele teria provocado seu acidente por ter cometido um erro.
Se juntarmos um pouco destas versões, percebemos que todas são
factíveis, pois realmente os pneus não estavam bem aquecidos
e a pista é bastante ondulada, o Senna também estava forçando
muito para tentar escapar do perseguidor implacável e atualmente
hexacampeão Schumacher e uma solda em um ponto onde o material
sofre torção está sujeito a fadiga e futuro rompimento.
Podemos até dizer que Senna naquele exato momento viu a imagem
de deus estampada no muro da Tamburello e foi de encontro a ele. Ninguém
estava dentro do cockpit para saber o que realmente ocorreu e Senna
não está mais aqui para contar.
Acho que, após estes longos 10 anos que se passaram, precisamos
deixar esta história de lado e apenas lembrar de seus feitos
e alegrias que trouxe aos fãs de automobilismo.
Vamos seguir em nossa torcida e deixar o passado em seu devido lugar
afinal, "The show must go on!!".
Abraços,
Fernando M. Ferreira, São Paulo
COM A MORTE DE SENNA MORREU TAMBEM A DISPUTA NA
F1, MORREU A ALEGRIA, A DIFERENÇA DO PILOTO, EM 01/05/94 A F1
COMEÇAVA DE NOVO SEM SER COMPETIÇÃO.
A MORTE DE SENNA DE CERTA FORMA TAMBÉM MATOU A MAGIA.
SENNA MORRENDO MATOU
ASCARI...
FANGIO...
BRABHAM...
CLARK...
HILL...
STEWART...
FITTIPALDI...
LAUDA...
ROSBERG...
PIQUET...
PROST...
SÓ FICOU A LEMBRANÇA....
E O METÓDICO, UNICO E SEM GRAÇA...
PAULO HENRIQUE VICENTE, JUNDIAÍ-SP
O especial sobre o Ratzenberger foi um SHOW!
Heraldo Oliveira (Santos-SP)
Por causa de minha viagem a Portugal, somente agora
pude ver com calma os novos especiais.
E dizer que estão no mesmo nível dos anteriores é
elogio mais contundente que dizer que estão fantásticos.
Panda, de modo especial fico feliz de ler suas palavras, aqui e em revistas.
Talvez se nós, fãs do Ayrton, fôssemos sempre coerentes,
imagino que você também teria outra postura.
Excelente também o especial sobre o Ratzenberger. Nada mais justo!
Por fim agradeço ao Edu por ter disponibilizado a sua entrevista
com o Ayrton. Vocês são realmente um incentivo a quem,
como eu, pretende ser jornalista.
Que Deus os conserve assim!
Parabéns, e obrigado.
Do amigo e leitor,
Márcio Madeira da Cunha, Nova Friburgo - RJ
Olá amigos!!!
Queria parabenizar esse site democrático,
era isso que todo fã de F1 precisava.
Não sou mórbido ou coisa parecida,
mas o acidente envolvendo Senna me causa muita curiosidade. A pergunta
é a seguinte.
Hill, em sua última declaração
disse que Senna errou na curva, o que em sua opinião tinha ocasionado
o acidente.
Tenho pouca idade, mas o que me consta nas minhas
leituras sobre automobilismo, naquele momento com aceleração
máxima naquela "reta torta" a força "G"
era muito alta, o que acarretaria no caso, com os pneus frios, uma saida
de traseira, e não uma batida num angulo de 70º. Por favor,
esclareçam essa questão.
desde já agradeço. Abraços
Juliano Bertoncini, Londrina
Fala galera do Gepeto!!!!
O que falar sobre os especiais?
Assim como nos outros vcs deram um show. O especial do Ratzenberger
tá muito bonito e foi legal vcs fazerem uma homenagem a ele até
pq quando se fala de Imola 94, muita gente só lembra do Senna
e acaba se esquecendo do Ratzenberger.
Valeu galera!!!!!
Luciana Vianna, Rio de Janeiro
Edu, Pandini, ICO e galera do "Gepeto"...
Quero parabenizá-los por esse especial Senna
que acompanhei desde que a 1a. matéria foi passada a nos internautas.
Por mais que Ayrton tenha tido vários defeitos
(como atitudes passadas e relatos diversos), porém teve muitas
qualidades, e dentro da pista, onde o negócio pega pra valer,
onde ganhou 3 títulos, ganhou 41 corridas e fez 65 poles desde
1984 na F-1.
É uma pena que nós brasileiros não
temos ainda alguém que tenha o arrojo, determinação
e capacidade de guiar um carro ao limite como Ayrton, e Piquet faziam.
Acredito também muito, que se Senna não
tivesse falecido tão preocemente, muitas pessoas não o
"endeusariam" como fazem, comparando a um mito, um Zeus, um
Eros do automobilismo.
Não só eu como milhões de
pessoas no mundo inteiro sentem falta daquelas corridas geniais de Senna,
que ele costurava e matava a concorrência em 1 golpe só.
Foi prejudicado em 1989 por manobra política,
usou a favor a mesma técnica no ano seguinte (1990), e na minha
opinião não deveria ter que apelar em bater no carro de
Prost para ganhar na 1a. curva em 1990. Senna tinha mais carro e capacidade
que o francês naquela altura, e não precisava disto pra
ser campeão. É a mesma coisa de alguém te roubar
e vc ir lá e roubar quem te roubar no dia seguinte. Vc assim
está se rebaixando a um golpe sujo, e vc se torna mais sujo ainda.
Creio que este tenha sido o golpe sujo de Ayrton em sua carreira, e
essas discussões, sopapos, etc etc e tal, fazem parte do currículo,
e viram folclore, como o que Piquet fez em Eliseo Salazar no GP da Alemanha
de 1982, que após ser abalroado pelo chileno, Piquet distribuiu
sopapos em Salazar.
Ayrton, fique com Deus onde for que vc estiver.
E uma frase daquelas pra terminar: F-1 sem Senna
é igual picanha sem gordura !
Um grande abraço do
Affonso Pazzini Junior, Santo André
Imola 1° de Maio ficou muito bom coroando esta
série em homenagem a Ayrton Senna.
A série ficou ótima como um todo e fez jus ao seu objetivo
de lembrar de Ayrton Senna como um grande piloto com morte prematura
e com uma sucessão de má sorte incrível.
É só, abraços a todos do GPTotal.
João Victor Almeida, São
Paulo
Caro Edú e Pandini
Foi numa quinta feira do mês de outubro de
1988, não me recordo se foi no dia 06 ou 13, eu e meu amigo Lúcio,
havíamos combinado de irmos ao Salão do Automóvel
ou coisa do mesmo tipo, após o horário de trabalho. Mas
ao nos dirigirmos para o Anhembi, o congestionamento imenso na Marginal
Tietê nos fez concluir que seria impossível desfrutarmos
daquele evento naquele dia. Assim, decidimos deixar esse programa para
outra oportunidade e resolvemos curtir nossa frustração
em outro lugar, acabamos indo para a Pizzaria Cristal na Rua Prof. Arthur
Ramos, que era um point na época.
Como de costume estacionei meu carro numa das ruas próxima à
Pizzaria Cristal para evitar possíveis contratempos no momento
de ir embora. Mas ao chegarmos na porta da Pizzaria observamos que não
havia nenhum movimento de entrada e saída de pessoas, apesar
da intensa circulação de carros e pessoas na rua. Achei
muito estranho isso, principalmente por ser uma quinta feira e comentei
com meu amigo, mas mesmo assim resolvemos entrar e tomar algo.
Se achamos estranho o movimento do lado de fora, levamos um susto quando
entramos, pois vimos que não havia uma pessoa no salão,
só os garçons posicionados esperando para trabalhar. Pensei
que poderia ser cedo ainda, apesar de com certeza ser mais de dez da
noite. Fomos ao balcão do bar e perguntei ao um garçom
se era normal a pizzaria estar vazia naquele dia e naquele horário
e, ele me informou que alguma vezes acontece. Eu e meu amigo pedimos
uma bebida e nos acomodamos em uma mesa e iniciamos uma conversa. Mas,
de repente alguns garçons começaram a preparar uma determinada
mesa, rapidamente em ritmo frenético, como se alguém estivesse
chegando. Eu e meu amigo paramos de conversar e nos concentramos nos
trabalhos dos garçons. E, eis que surge um casal, acompanhado
do maitre, que os conduz à mesa preparada. Uma frase chamou minha
atenção "Obrigado senhor Senna". Olhei para
o meu amigo e ele de imediato com os olhos arregalados perguntou. Será
que é o Ayrton, o Ayrton Senna?
E era sim, o piloto acompanhada de uma moça loira ( não
era a Xuxa). Até hoje não sei quem era a garota e se ela
era bonita, etc. Eu e meu amigo começamos a conversar em tom
bem baixo e de vez em quando olhávamos para o casal que nem notava
nossa presença ali ao lado.
Estávamos entrando nas véspera do GP do Japão,
que aconteceria no dia 30 de outubro e o Ayrton vinha de três
resultados não muito animadores, eu questionava meu amigo. O
que esse cara está fazendo aqui, porque não está
treinando para decidir o campeonato?? Vai levar fumo do Prost........
Ficamos por algum tempo observando o casal, até que meu amigo
repentinamente levantou-se e falou que ia até a mesa em que estava
o Ayrton e sua acompanhante para perguntar se ele ganharia o campeonato
ou não e se a Honda estava manipulando o campeonato. E o cara
foi..... Pensei... "Meu deus, esse louco vai aprontar uma aqui.."
E aconteceu exatamente o contrario, ele apresentou-se ao Ayrton que
sorrindo retribuiu o aperto de mão e confiante afirmou que ia
ganhar o campeonato e que a Honda não estava manipulando nada.
O que mais me chamou a atenção foi a atitude cortês
de Senna. O meu amigo se empolgou com a receptividade do piloto, chamou
me e apresentou me ao piloto. Sem saber o que falar fiz a mesmas perguntas
feitas pelo meu amigo e obtive as mesmas resposta. Nesse instante um
garçom chega trazendo uma pizza para o casal e voltamos para
nossa mesa. Minutos depois observamos que maitre dirigiu-se a mesa entregou
uma chave para o Ayrton, provavelmente de seu carro. O casal levantou-se
e foi em direção a saída e inesperadamente o Ayrton
virou-se e nos disse "vou ser campeão sim", acenou
e disse Tchau !!!.
Decidirmos também ir embora e ainda pudemos observar o Ayrton
saindo numa perua Mercedes Bens verde metálica.
Ah... Sabe porque não tinha ninguém na Pizzaria? Era porque
o Ayrton tinha reservado, exclusivamente.
E como nos entramos na Pizzaria??? Acho que nos confundiram com seguranças,
acessores, qualquer coisa. Até hoje não sei porque ninguém
nos barrou na entrada da Pizzaria.
Bellissimo, São Paulo
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Olá pessoal do
GP Total.
Descobri o site há pouco tempo e tenho diariamente acessado para
me informar e saber mais do meu programa preferido das manhãs
de domingo, sem nunca ter intervido em qualquer discussão. Mas
não posso deixar passar em branco esse momento em que se completa
dez anos da morte de Senna. Gostaria de parabenizar os leitores que
levantaram a questão da camera on board, pois esta é a
mesma que me incomoda há dez anos!
Não posso crer que até hoje não se tenha responsabilizado
os culpados ou não se tenha achado a explicação
para o acidente!? Acidente??? Acho melhor incidente porque tenho convicção,
como qualquer mortal de média percepção - não
precisa ser piloto ou expert de formula 1, para afirmar que só
a Ruptura da Barra de Direção ou qualquer outro problema
com o carro pode ter causado o mesmo. Não existia a mínima
possibilidade de erro naquela curva (quase reta) que se fazia em altíssima
velocidade, a não ser que,e eu não creio nisso, ele tivesse
desmaiado dentro do carro (mas e aí, cadê a camera?). A
mesma camera que poderia mostrar o piloto virando o volante do carro...
Vi há alguns dias reportagens falando novamente nas modificações
que haviam sido feitas no setor de direção da Williams
(soldas??)
Outro ponto que gostaria de destacar:
Não entendo até hoje porque aquela corrida se realizou,
mesmo depois da morte de um piloto um dia antes e que já deveria
ter chocado a todos como chocou a mim, que em vinte anos assistindo
fórmula 1, não me recordo de ter assistido à mortes,
ainda mais a duas num único final de semana e que não
foi só isso: Rubens vôou na zebra, um mecânico, não
recordo direito, foi atropelado no apertado é ridículo
setor de boxes de Ímola (que ironia, "Ímola"
significa o que mesmo?).
Como é que ainda correm lá? A área dos Boxes é
ridícula de pequena, e no tempo de Senna, quem não fizesse
a Tamburello ia direto no muro a mais de duzentos por hora. Porquê
um muro tão perto de uma curva de alta velocidade, mesmo depois
de tantos pilotos terem batido violentamente no mesmo ponto? Piquet
foi um, se não me falha a memória. Se não dava
pra tirar o muro, que modificassem a pista então, mas só
com a morte de Senna é que foi feita a modificação.
Somente interesses nojentos e inescrupulosos podem esconder a verdade
dos fatos e manter impunes pessoas que só pensam em ganhar dinheiro
a qualquer custo. Só posso crer numa coisa: Não querem
revelar a verdade do caso Senna porque isto mexe com gente poderosa
e este poder impede que a justiça seja feita e quando resolverem
revelar a verdade, os responsáveis nem estarão aí
para pagar (Frank Williams, Patrick Head e os Dirigentes da F1!) Como
é que a consciência deles não pesa?
José Cury Filho, Uruguaiana-RS
Sr. José, algumas coisas merecem considerações.
Em pelo menos um ponto eu concordo com o sr. e com vários leitores:
essa história de que não existem nem nunca existiram mais
imagens da câmera on-board é muito estranha. Mas por qual
razão decidiram ocultá-la, eu não me atrevo a dizer.
Por outro lado, o que aconteceu em Imola foi um
acidente de competição, e não um crime. Qualquer
piloto sabe (ou deveria saber) que automobilismo é um esporte
com uma dose de risco. Ao entrar na pista, o piloto sabe que pode se
acidentar. Se o faz, é porque aceita esses riscos. Cabe, é
claro, analisar as causas e conseqüências do acidente. Procurar
culpados, porém, não leva a nada, até porque ninguém
tem culpa do que aconteceu. Aliás, vale lembrar que a mudança
na coluna (e não na barra) de direção do Williams
foi feita a pedido e com aprovação do próprio Senna.
Talvez eu tenha entendido errado, mas o que o sr. escreve dá
a impressão de que havia uma conspiração diabólica
para matar Senna. Só que nada disso estaria sendo discutido hoje
se a coluna tivesse se rompido em um ponto de baixa velocidade, ou mesmo
se o acidente tivesse acontecido como aconteceu, mas sem que o braço
de suspensão tivesse atingido a têmpora de Senna.
A área de escape da Tamburello era daquele
jeito a pedido dos próprios pilotos. Não havia barreiras
de pneus porque os pilotos consideravam que, naquela distância
em relação à pista, elas poderiam ejetar o carro
de volta ao meio da pista, na frente de outro carro que estivesse passando,
o que poderia ter conseqüências piores. Ainda em março
de 1994, durante testes, Senna conversou com Michele Alboreto sobre
uma ondulação no asfalto da pista. Ninguém reclamou
da Tamburello, mesmo com todos os acidentes que já haviam acontecido
nela.
O sr. não entende porque a corrida aconteceu,
especialmente após a morte de um piloto". Ela aconteceu
como várias outras que também tiveram mortes de pilotos
na véspera ou no mesmo dia, sr. José. Aquilo não
foi nenhuma novidade. Repito: pilotos profissionais sabem que seu esporte
tem uma dose de risco. Como profissionais, têm deveres a cumprir,
como o de disputar uma corrida mesmo depois da morte de um colega. Talvez
isso tenha mudado depois de Imola (espero nunca precisar saber), mas
sempre havia sido assim.
Vale lembrar que o próprio Senna cogitou
não correr, e conversou longamente sobre isso com Frank Williams
- que, em seu papel, deixou a decisão na mão do piloto
mas lembrou-o dos compromissos assumidos. Como Senna, todos optaram
por correr. Se Senna estivesse firmemente determinado a não correr,
teria abandonado na primeira volta (Prost fez isso na Austrália
em 1989, quando não quis correr sob chuva forte) e arcado com
as conseqüências. Mas Senna largou e, até morrer,
estava empenhado em manter a liderança da prova, o que mostra
que ele (e todos os demais pilotos) haviam se desligado de tudo o que
acontecera na véspera. Pode parecer anormal para algumas pessoas,
mas é assim que as corridas funcionam.
Um último comentário. Todas as pessoas
que estão na F 1 querem, entre outras coisas, ganhar dinheiro.
Todos nós (ou quase todos nós) trabalhamos para ganhar
dinheiro, e quanto mais melhor. Estou enganado? Senna também
queria ganhar dinheiro - tanto que era o piloto mais bem pago da F 1
na época. Ele e os outros pilotos não eram escravos colocados
em seus carros com a obrigação de dar dinheiro a outras
pessoas a qualquer custo, inclusive a própria morte. Era um piloto
profissional que tinha plena consciência de seu valor, de seus
direitos e de seus deveres. Só que todos nós morremos
um dia. E a hora de Senna era aquela.
Abraços. (LAP)
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O motorzinho Ford de fraco desmpenho, porém
companheiro, esta ligado de baixo da chuva, Ron Denis quer saber se
a preparação para a chuva vai funcionar durante a corrida,
com certeza sua unica esperança naquele momento e naquele ano
se chama Ayrton Senna.
Aquele momento (não apenas por ser Senna) mostra toda a plenitude,
visão, técnica, afinidade e Dom que um esportista pode
ter. Ele estava naquele momento 100%, absoluto, quem viu pode falar
que não tinha com fazer melhor, assim como outros grandes momentos
de outros grandes pilotos e esportistas.
Fico imaginando o pensamento do queixudo, ele deve até hoje se
indagar como Senna fez aquilo???
Deve até hoje se indagar depois de ter assistido Prost, Mansel,
Senna, Piquet, se é realmente bom? Não deve estar contente
com suas ultrapassagens de Box, jogos de equipe.
Depois de assistir Alesi, novinho, correndo no ano de 90, 1 única
vitória em sua carrera toda !!
O Próprio Rubinho. A Fórmula 1, entre todos os esportes
com certeza é o mais injusto.
Como diria o argentino penta campeão, "carreras son carreras".
Essa é minha contribuição
aos 10 anos sem Senna, e a todos os esportistas determinados, apaixonados
e perseverantes, com vitória ou não.
Abraços,
Pedro Monteiro
Sobre a sequência da filmagem da câmera
on-board do Senna em Imola, acho que ela vai aparecer quando a parte
penal prescrever, e não houver mais chance de Bernie, Frank,
Head e organizadores serem denunciados criminalmente pelo acidente .
É só aplicar a estratégia de defesa do Lalau, que
qualquer advogado conhece, e adiar até que ninguém seja
incriminado ( ou tenha morrido ), e ganhar alguns trocados vendendo
o vídeo para alguma rede de TV.
Quem viver verá
Victor Lagrotta, São Paulo
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As homenagens que estão sendo feitas ao
Senna, em lembrança de 10 anos do seu falecimento, são
justas. Independente dele ter sido ou não o preferido, no meu
caso sempre fui e serei mais o Piquet, ele foi um ídolo e como
tal deve ser referenciado e assim lembrado. A historia do Brasil na
Formula 1 nunca tinha tido até então uma perda de um piloto
em corridas de formula 1. Quis o destino que fosse o Senna e da forma
como foi. Infelizmente este era um lado da Formula 1 que não
conhecíamos e fomos conhecer com o acidente fatal. Foi duro para
todos, um verdadeiro choque até por isso. A carreira do Alemão
na realidade começou ali naquele instante. Senna seria o seu
verdadeiro adversário. Acabou não sendo. O Alemão
não tem culpa se não apareceu um outro adversário
a sua altura, daí questionarem tanto a sua capacidade. Fazer
o que? O Senna, assim como Piquet, Emerson, nos deram as maiores alegrias
que um piloto de Formula 1, categoria máxima do automobilismo,
podiam dar: títulos e vitorias. Juntos faz do Brasil o maior
dos vencedores na Formula Um, mesmo chegando mais de 30 anos depois
dos outros. É assim que devem ser sempre lembrados, é
assim que o Senna merece ser lembrado.
Fernando Eduardo M. MArques, Niterói
Amigos do Gepeto,
Muito emocionante a homenagem de vc´s ao Roland.
Lembro daquele dia muito vagamente. Estava somente na quinta-série
e as lembraças fogem da memória. Mas me lembro bem que
a morte dele, naquele momento, naquele final-de-semana, me chocou mais.
O acidente de Senna, para mim, até a confirmação
da morte dele, parecia somente mais um acidente de corrida, em pouco
tempo ele estaria correndo novamente.
O de Roland me marcou mais porque tive a certeza q ele havia morrido.
E na pista...onde eu achava que aqueles carros fantásticos não
levariam ninguém a morte. As imagens mostravam a cabeça
caída e um buraco na lateral da SimTek, por onde dava p/ ver
uma parte do macacão branco. Isso me mostrou uma face ruim daquele
esporte q levantava todo domingo para ver. Não pelo Senna, não
pelo Rubens, mas pelo fascínio que aqueles carros e seus pilotos
buscando limites exercia sobre mim.
Valeu!
Flaviano, São Paulo
Queria prabenizá-los pelo especial do Ratzemberger,
quase fui as lágrimas com a história da vida deste piloto.
Abraços
Fabricio, Sinop/MT
Turma do GPTOTAL, parabéns por esse especial
sobre o Ratzenberger...espero ter a permissão de vocês,
pois pretendo fazer uma singela homenagem a esse piloto na minha coluna
e a riqueza de informações dessa fonte vai me ajudar muito!!!!
Gustavo Lucena, Natal
Tocante e bastante oportuno o especial sobre
Roland Ratzenberger. É por esses textos que o GPTotal é
insuperável. Em meio a incontáveis demonstrações
de pesar pelos 10 anos da morte de Senna, somente aqui que encontraríamos
uma homenagem tão justa. Em tempo: mesmo o compatriota Berger
esqueceu solenemente que outro austríaco tinha perdido a vida
na mesma Ímola 10 anos antes. Desfilou com o Lotus de Senna,
bandeira do Brasil e foto. Nenhuma menção sequer a Roland.
Enfim, uma atitude lastimável.
Claudio Habara, São Paulo
O caso da camera on board, dá um tempo pra
cabeça, se fosse, os pneus frios, pelo menos veriamos as rodas
viradas na imagem e até o carro quicando, sendo assim a batida
seria mais de lado ou até de traseira, os caras pensam que estamos
de brincadeira, falar que foi pneus frios ou erro é falta de
educação com quem perdeu Senna, e todos sabemos que aquelas
imagens finais iriam desvendar tudo, mas eles deram um jeito de sumir
com as imagens, depois disso passei a odiar o Hill(filho), ele deve
ter recebido p/ publicar aquilo, acho que existe muita sujeira no mundo
da F-1, infelizmente.
Obrigado, e abraço ...
Rafael José Chicati, Maringá_Pr
Sensacional o especial sobre o Ratzenberger. Só
voces do GP Total para fazer uma dessas. Leio muito sobre F1 e nunca
tinha visto nada sobre o Roland. Enfim o cara deixou de ser apenas um
nome. Muitos parabéns.
Flavio, São Paulo
Ao longo do mês de maio, os fãs de
Ayrton Senna que tenham interesse em rever suas vitórias podem
entrar em contato comigo pelo mail mamadeira_f1@ig.com.br
Estarei facilitando ao máximo o acesso aos
vídeos, em homenagem aos 10 anos de saudades.
Márcio Madeira da Cunha, Nova Friburgo
- RJ
Gostaria de parabenizar o gp total, por esta reportagem
tão fantastica, sobre roland, pois o mundo falava antes do gp
de imola sobre senna (muita gente pra fazer ibope) e vocês e outros
mostram com foi a carreira de um piloto que não era tão
estrela como senna mas era uma pessoa, um umano e que merece todas as
homenagens, pois todos somos humanos.
Parabens parabens mesmo
Evandro Anziliero, Erechim RS
Este é um simples comentário de uma
admiradora. Feliz de você que teve a oportunidade da entrevista
e de cobrir um grande prémio.Tentei houvi-la, mas a mesma só
se tornou intelegível quando começei a efetuar leitura
simultanea. Mas mesmo assim me senti afagada pelo tom de voz inconfundível
e pela simplicidade das declarações. Obrigada por divulgar
este trofeu de entrevista, com ela me senti premiada.
Quantas saudades!
Adra Tanus Chain, Mogi Guaçu
E ai Pessoal??
Ao longo destes dez anos desde a morte do Ayrton,
temos vistos condenações, absolvições, reabertura
do caso, tudo... Mas com relação ao acidente do Roland
Ratzenberger? A justiça tem tomado alguma providencia?Aconteceu
alguma coisa com os responsáveis pela Simtek??
Pois se a justiça italiana leva mesmo a sério o fato de
alguem morrer em um GP no país, o fato de ignorar o acidente
do Ratzenberger é bastante condenável, tudo bem que a
repercussão deveria mesmo ser infinitamente maior para Senna,
mas temos q considerar os fatos.
Bruno Pagiola, Salvador
Ten Years After...
Esperava escrever este meu gepedário (neologismo
GP+Diário) sem falar dos dez anos sem Ayrton, mas não
pude ficar imune. Assistindo à corrida de ontem me bateu uma
saudade imensa (e um pouco de raiva, não... muita raiva).
Voltando no tempo doze anos (1992-93), temos um cenário bem parecido
com o atual. A Ferrari da época era a Willians com a suspensão
ativa. Eles colocavam qualquer time no bolso. Apesar de toda esta vantagem
(e apesar de ter Mansell como piloto) eles não tinham a hegemonia.
Qual era a diferença? Tinha o Ayrton. Ele não deixava
a peteca cair. Mesmo com a sua Mclaren nitidamente inferior, bom...
mais ou menos como hoje, não se conformava facilmente. O que
vemos hoje? Uma corrida quase sem tentativas de ultrapassagens, tão
poucas que dariam para contar no dedo de uma mão. Desta vez as
Ferraris não foram as culpadas da monotonia da corrida, a culpa
foi a falta ímpeto dos pilotos. Em parte poder-se-ia culpar a
pista afinal no ano passado a corrida foi chata também, mas tivemos
pelo menos uma ultrapassagem, o drible o Rubinho no Ralf na entrada
da reta de chegada, mostrando que posição se conquista
quando se tem vontade.
Já que temos algumas regras totalmente artificiais, quase sem
lógica, porque não criar mais uma. Pontuação
extra por ultrapassagens reais, talvez 0,1 ponto por ultrapassagens
na pista, ou senão 1 ponto para o piloto que mais fez ultrapassagens
após 10 % do início da corrida.
Desde a corrida passada resolvi fazer um campeonato
paralelo, que eu chamei de F1-emotion. A regra é simples:
-Participam todos exceto as Ferraris (que estão num nível
superior).
-A pontuação segue a regra antiga 10, 6, 4, 3, 2, 1, mais
justa pois premia quem vence, e não quem chega em oitavo.
Já na corrida passada Button já liderava
o campeonato demonstrando a superioridade da BAR. A tabela atual está
assim:
Campeonato F1-Emotion 2004
Aus Mal Bah Sma Esp Mon Eur Can EUA Fra Ing Ale
Hun Bél Itá Chi Jap Bra Total
Button 3 6 10 10 29
Montoya 4 10 0 6 20
Alonso 10 2 3 4 19
Trulli 2 4 6 3 15
Ralph 6 0 2 2 10
Sato 0 0 4 0 4
Coulthar 1 3 0 0 4
Massa 0 1 0 0 1
Webber 0 0 1 0 1
Räikköne 0 0 0 1 1
Agora Button aumenta a sua diferença tendo
9 pontos sobre Montoya. Montoya e Alonso embolados em segundo.
Algumas outras observações, Button e os dois da Renault
foram os únicos que terminaram todas as corridas. Button terminou
todas as corridas enquanto Sato só terminou uma. Quatro equipes
aparecem com os dois pilotos pontuando (Renault, Willians, BAR e Mclaren)
sendo que os outros quando aparecem estão com apenas um ponto.
Podem me perguntar porque o Rubinho não
participa deste meu campeonato. Um piloto com uma Ferrari na mão
não teria mérito algum em ser campeão nesta categoria,
assim como, seria muito humilhante não ser campeão. Assim,
seguindo a decisão de sua vida (que eu compreendo perfeitamente)
em continuar na Ferrari, terá que levar o campeonato tomando
pedradas até vencer heroicamente um GP.
Uma ironia, Ten Years After foi um grupo de rock
que tinha o Alvin Lee, que era considerado o guitarrista mais veloz
do mundo. Eles estouraram em Woodstock com a música Goin' Home
(in Helicopter) 'indo para casa de helicóptero'. Pois é
depois de dez anos me emociono lembrando do mais veloz de todos sendo
levado de helicóptero (foi o momento que mais senti, muito mais
que na batida, a imagem do helicóptero inde embora foi muito
mais triste).
Olavo.
Caros amigos:
Ao ver o site de Ayrton Senna (senna.globo.com) verifiquei a informação
"Toleman, Lotus, McLaren e Williams, fizeram as primeiras ofertas.
Curiosamente, na exata seqüência que Senna cumpriu o seu
destino na Fórmula 1." Como não sei se isto é
verdade, perguntos aos caras mais entendidos de automobilismo (e principalmente
Ayrton Senna) se esta é a verdadeira sequência?
Marco Aurélio Godinho, Curitiba
Não podemos dar garantias quanto às
ofertas, Marco. O que podemos assegurar é que não correspondem
à ordem dos testes que Senna fez (Williams, McLaren, Toleman
e Brabham) e nem mencionam uma outra equipe (ATS) com a qual Senna chegou
a conversar em 1983. Abraços. (LAP)
Olá amigos do GP Total.
Mais uma vez escrevo a vocês por um motivo
que muito me deixou curioso esta semana.
Próximo do dia em que se completam 10 anos
da morte de Ayrton Senna, chovem mensagens e mais mensagens na Internet,
alguém fazendo algum comentário a respeito. Dessa vez
até o campeão mundial de 1996, Damon Hill, disse que acredita
que Senna morreu por um erro próprio.
Bom, deixa o Damon Hill para lá e vamos
ao que interessa: Saiu no site parceiro de vocês, o Grande Prêmio
ou Warm Up como bem preferirem, a notícia de que Bernie Ecclestone
revelou que Piquet vetou Senna na Brabham e mais detalhes podem-se encontrar
na notícia neste mesmo site.
Só que vi no livro do Lemyr Martins que
conta que Piquet não havia vetado Senna e sim que a Parmalat
queria sim era mais um piloto italiano na equipe.
Mas li certa vez também que Senna perguntou
a Piquet se ele se incomodava em dividir a Brabham junto com ele e o
Piquet disse que não se importava, pois cada um teria o seu carro
e seus mecânicos e o próprio Senna se surpreendeu com isso,
pois esperava um não.
Afinal de contas, vocês sabem contar o que
realmente aconteceu pois essa estória está muito mal contada
e como tantas e tantas vezes vocês tiraram minhas dúvidas,
conto mais uma vez com a ajuda de vocês.
Só uma coisa: Não gostei desse novo
pacote de regras para 2008. 01 motor para 02 corridas, redução
de testes, 01 kit de pneus por corrida, salvo o caso de furos, só
para citar as piores (na minha opinião) está desvirtuando
a F1 do espetáculo.
Bom, ainda bem que tem bastante tempo para ver
algumas coisas aí que na minha opinião são tão
ridículas tanto quanto aquele rodízio de pilotos que foi
proposto. Tomara que o bom senso fale essa hora.
Bom, mas deixa o regulamento para lá, isso
é futuro e pode mudar muita coisa, por favor não se esqueçam
da ajuda que eu peço humildemente envolvendo Senna e Piquet.
Só uma observação: Isso não
tem nada a ver com a discussão Senna VS Piquet de quem teria
sido o melhor. É só para saber o que realmente pode ter
acontecido.
Obrigado pela atenção e tenham um
bom fim de semana e ótima corrida.
Leonardo Gabriel, Brasília-DF
ola pessoal.
gosto muinto de F-1 mas acredito que numca mas terremos um campeao como
Ayrton Sena.
Obrigado.
Carlos Alberto.
Olá pessoal do GPTotal
Finalmente alguém teve coragem de tocar
em um ponto que ninguém ousou questionar : Senna errou.
Damon Hill diz que a causa do acidente do Ayrton foi por erro do piloto
e não por quebra da barra de direção.
Isto me lembra uma série escrita pelo Lívio Oricchio sobre
a morte do Ayrton ( extinto Formulanews ),que diz que Senna estava tendo
muita dificuldade com o carro, pois era muito nervoso, o que prova seus
erros nos primeiros GP´s daquele ano.
Hill tem conhecimento de causa, pois dirigia o mesmo carro e conhecia
suas reações, e diz que Senna errou ao forçar o
ritmo com os pneus ainda não estando na temperatura ideal.
Diante destes fatos, será que Hill tem razão?
Abraços. Força sempre !
Adriano de Oliveira, SÃO PAULO
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Boa tarde aos amigos do GP Total.Hoje soube
que o piloto Damon Hill,através de sua coluna em um jornal inglês,
afirmou ter a certeza que o acidente ocorrido com o nosso Ayrton Senna,
naquele fatídico 1º de maio de 1994 em ímola, fora
causado por erro do piloto brasileiro.Um comentário feito por Damon
me chamou muita atenção:"Ninguém, além
de Ayrton e eu(Damon),sabe como era guiar naquela curva, naquele dia,
com pneus frios.Tenho certeza que Ayrton cometeu um erro".Nessa declaração
vejo que Hill diz, implicitamente, que Senna sabia que estava se arriscando
muito, a partir do momento em que optou por uma regulagem "agressiva",baixando
demais o carro para aumentar o máximo a pressão aerodinâmica,
a fim de obter um desempenho equivalente a Benetton de Schumacher. Conclui-se
que Hill supõe que,naquela velocidade (da Tamburello), com a baixa
pressão dos Pneus, a irregularidade(ondulações) da
pista, principalmente naquele trecho do circuito fez Senna perder o controle
do carro.Sinceramente, não vejo fundamento na Declaração
de Hill a medida que Senna, se realmente tivesse perdido o controle do
seu bólido devido as circunstâncias acima citadas, teria
rodado e batido de traseira, nunca de frente.Ao meu ver, não há
outra explicação para o acidente, que não seja a
quebra da Barra de Direção, caso contrário,em razão
de todos as possíveis causas do acidente(levantadas), Ayrton teria
rodado e batido de traseira, para evitar o choque frontal contra o muro.Vejo
que o Sr Damon Hill foi profundamente infeliz ao dar esse tipo de declaração.Gostaria
de compartilhar da opnião dos colunistas do Gp Total e dos amigos
amantes, como eu, do automobilismo. Abraços
Leonardo Moreira,
Rio de Janeiro
Leonardo, antes de mais nada cabe esclarecer:
o que quebrou no carro de Senna foi a coluna de direção
e não a barra de direção. Já explicamos
a diferença entre elas aqui no GPtotal, e o texto referente pode
ser encontrado com o mecanismo de busca. Sobre a opinião do Damon
Hill, repetimos o que também já escrevemos anteriormente:
as teorias "dos pneus frios" e do "detrito na pista"
são feitas sob medida para a defesa da Williams. Portanto, a
não ser que surjam FATOS realmente novos e esclarecedores, eu
(e me atrevo a dizer que o Edu também) continuarei com o laudo
oficial: o acidente de Senna foi causado por quebra na coluna de direção.
Abraços. (LAP)
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