Desculpem, mas estou revoltado!

Até hoje não sabia que a causa do acidente do Senna era a barra de direção. Achava que fizeram a GAMBIARRA (sinto muito, não dá pra chamar aquilo de conserto) na barra de suspensão. Não sabia de nada sobre a barra de direção.
Sendo assim, então as coisas se mostram muito piores do que são. Adoraria ver a quadrilha encabeçada pelo aleijado nojento do Frank Williams e do sujo Patrick Head apodrecerem numa cela de prisão até a morte! Eles merecem!

Nem tenho mais vontade de assistir F-1 hoje. Nem quero saber das novas corridas, pilotos, carros e coisas do tipo. Automobilismo pra mim a partir de agora é só IRL, CART (essa também está chata...), NASCAR, DTM e Stock Car V8. F-1 pra mim acabou há muito tempo. Mas, felizmente, há muita coisa boa para se recordar. Pistas como a antiga Nurburgring, a antiga Spa, o antigo Interlagos, Zeltweg. E pilotos como Ayrton Senna.

Espero que a F-1 tenha mais competitividade pelo menos, porque ética, transparência e lisura é difícil de encontrar em um meio como esse. É isso que denigre o esporte.

José Paulo de Vicencio Junior, São Paulo

Comprei o livro ''Ayrton, o herói revelado'' e percebi que o patrocínio da Marlboro foi retirado das fotos. Notei também que em outras imagens, como os wallpapers que se encontra nos site www.senns.com.br, era a mesma coisa. Pra que isso? Na minha opinião acaba estragando a foto, ficando com um ar de falsa.

Marcos Staskoviak, Francisco Beltrão

Olá mais uma vez pessoal.

Gostaria de parabenizá-los pelo especial sobre o Ayrton e sobre Roland Ratzemberger, textos interessantíssimos e livres de exageradas emoções o que costuma acontecer quando esses dois grandes pilotos são lembrados.

Não sei se posso chamar o que sinto de prazer mórbido, ou qualquer outra coisa mas passados exatos 10 anos daquele trágico fim de semana que nunca consegui esquecer, os fatos ocorridos ainda despertam em mim imensa curiosidade.

Lendo o texto de voces não tinha conhecimento por exemplo, que Senna tinha freado e reduzido as marchas momentos antes do acidente, muito menos que ele estava usando uma viseira tamanho maior naquele fim de semana.

Minhas perguntas são:
1) Senna estava se comunicando com o box nas voltas que antecederam o acidente? Se Sim nunca chegou ao público a conversa?

2)A grande imprensa brasileira sempre diz que o modelo FW-16 era um carro extremamente ruim, o que particularmente não concordo, pois Hill conseguiu ganhar várias corridas ao longo do ano (inclusive um Mansell fora de forma, na Austrália). Na minha opinião aquele ainda era o melhor carro do grid, se levarmos em consideração que o Benetton B194 de Shumacher estava fora do regulamento.
Qual a opinião de vocês sobre o FW-16?

3) Li numa revista inglesa da época que Senna tinha intenções de pilotar em Interlagos com o modelo FW-15C que terminou o campeonato anterior, adaptado ao novo regulamento. O Artigo ainda dizia que Senna confiava mais nesse modelo. O FW-15C chegou a ir para o Brasil? Ayrton Chegou a andar nele?

Espero não te-los aborrecido com minhas perguntas. Parábens, o site continua excelente.

Forte abraço

Lucas Ochoa Carioli, Taquari, RS

Olá, Lucas. Respondendo: 1) Não sei responder; 2) O FW 16 tinha seus defeitos, mas se fosse "extremamente ruim" não ganharia corridas, certo? Quanto à legalidade do Benetton, sugiro procurar um "Pergunte ao GPtotal" em que comento a respeito. Não vai fazer você mudar de opinião, mas poderá acrescentar algo; 3) Não, o FW 15 não chegou a vir ao Brasil. E você não nos aborreceu, de maneira alguma. Escreva sempre. Abraços. (LAP)

Olá amigos do GPTotal!

Hoje é 01/05/2004, faz 10 anos que Senna faleceu.

Apesar de não considerá-lo o melhor e ser fã de Piquet, rendo-lhe minhas homenagens. Fique com Deus e obrigado pelos pegas e vitórias.

Porém, não foi só por isso que escreve hoje.

Estive lendo, na coluna do Panda e do Edu sobre as novas regras que seriam aplicadas a partir de 2008, na F1.

Retrocesso puro, por questão mercadológica ou pela volta do espetáculo, com pegas emocionantes, com corridas gostosas de serem assistidas, sem este marasmo de ver um vermelhinho dominando de cabo a rabo os GP´s?

Acho que voltaríamos a ter um pouco mais de emoção. Principalmente com grid´s enormes, com um montão de carros e equipes, com cores e nomes diferentes, com chances maiores para pilotos e barbeiros estreantes, com brações duros no volante ou novas revelações do automobilismo.

Seria legal tentar decorar o nome e equipe de trinta ou mais pilotos (como já fiz, quanto tinha meus dez, onze, doze, vinte, vinte e cinco anos) e se gabar diante dos amigos de tal façanha.

Vai ser muito bacana saber de cor e salteado que tal equipe usa chassi de outra mas motor próprio ou de uma outra equipe ou, ainda, motor emprestado (pensou que legal?, com a limitação de motor por dois GP´s, a equipe pequena quebra seu motor, não vê confiança nele e pede emprestado um outro motor,de uma outra equipe, para testar, se dá bem e fica com ele para o resto da temporada!?, ótimo)

Só não concordo com as regras dos motores iguais (V8) e dos pneus de um único fornecedor.

Lembram-se quando a Bennetton tinha um V8 que dava pau em um V12 da Ferrari? Seria muito, mas muito legal mesmo, ver motores que teriam, teoricamente, muito menos potência que um outro, dar pau em velocidade, durabilidade e potência naquele que seria, teoricamente, o melhor. Já pensou um Mercedão V10 tomando pau de um Fordeco V8? Bom, muito bom.

Quanto aos pneus. Não seria legal ver a Pirelli de volta, competindo com a Goodyear, a Michellin e Bridgestone? Ou então a estréia da Continental como fornecedora de pneus da equipe Zá da Silva Racing? Jóia, jóinha.

Bom, são sanhos e como tal, gostosos de se pensar que um dia se tornem realidade.

Espero que os dirigentes sejam iluminados, desta vez para o bem e não para o mal, para que possamos ter a mesma vontade de levantar cedo no domingo, ou varar madrugadas acordados, para vermos aquela que é a maior e mais apaixonante modalidade automobilística.

Um abraço!

Francis L. Ramazzini, Jundiaí

Este e-mail é endereçado para todos que mandaram opinões sobre o Senna, contra e a favor e especialmente para a moçada toda do GPTotal. Eu quero agradecer muito e de coração toda a informação reunida que eu pude ler em português e num só www.
Em um mundo dominado pelo marketing e o RP, é admirável ver um trabalho tão corajoso, tão democrático, tão sério e principalmente tão apaixonado.
De novo, parabéns. E muito, muito obrigado pelo site.
Um pusta abraço

Eduardo Di Lascio, são paulo

Olá! Fiquei muito emocionado com o especial sobre os dez anos da morte do Ayrton Senna e admito que o dia primeiro de maio de 1994 foi o dia mais triste da minha vida e de inúmeros brasileiros, porque o Ayrton Senna era a alegria do povo. Eu gostaria de saber o resultado final do GP da Argentina de 1980 e se é verdade que o finlandês Keke Rosberg com um Fittipaldi chegou ao final da prova em terceiro lugar. Um grande abraço à toda a equipe do GPTotal.

Eduardo Gomes Ceresso, São Paulo - SP

Obrigado, Eduardo. Segue o resultado final do GP da Argentina de 1980: 1) Alan Jones, Williams; 2) Nelson Piquet, Brabham; 3) Keke Rosberg, Fittipaldi; 4) Derek Daly, Tyrrell; 5) Bruno Giacomelli, Alfa Romeo; 6) Alain Prost, McLaren. Foi o primeiro pódio de Piquet, o primeiro de Rosberg e a corrida de estréia de Prost, que já chegou à F 1 marcando ponto. Abraços. (LAP)

Edú, Panda e amigos do GPTOTAL,

Maravilhoso especial sobre o Ratzembreg, sensacional mesmo. Parabéns.

Bellissimo, São Paulo

Li ha um tempo atras neste site algo sobre um site tipo eu odeio senna. Pois bem, resolvi fazer um. www.euodeiosenna.zip.net. Se puderem publicar isso, eu agradeceria.
Jun, Campo Grande

Parabéns a todos do site GP Total, pois nesses dias em que todos os site, jornais, revistas, TV só falaram de Ayrton Senna o que eu ate entendo mas naquele 01/05/94 eu comentei com a minha esposa coitado desse Roland Ratzbenger morreu num dia errado pois vão se passar 10 anos 1 seculo e poucos ou quase ninguem vai lembrar que esse pobre rapaz morreu, pois ele deu o azar de morrer um dia antes do mito Senna, ainda bem que vocês lembraram dele fazendo esse belo perfil, pois acho que nem na Austria ele deve ter sido lembrado nesses 10 anos de sua morte.
Abraços a todos e mai uma vez parabéns.

Kleber Ricardo Scaglione, São Paulo

Questões que necessitam de ampla discussão por parte da Imprensa e que só o tempo se incumbirá de responder...

Por que a Imprensa - de um modo geral - fez tanto estardalhaço, abusou do sensacionalismo barato e emotivo quando comemoramos 10 anos da morte de Ayrton Senna da Silva? Por que Senna se considerava um perfeccionista e quem se atreverá a escrever sobre as causas do incidente que o vitimara após o Supremo Tribunal da Itália lavrar a derradeira sentença sobre o que realmente ocasi-onara sua morte prematuramente?

Até quando renderá na mídia o assunto sobre se o Brasil carece ou não de ídolos para que as pessoas se esquivem temporariamente dos problemas que as afligem dia-a-dia?

Quais foram os reais motivos que mataram Ayrton Senna da Silva? Por que a Imprensa mun-dial - de um modo geral - pouco questiona as causas do seu acidente e por que só após uma década dessa tragédia ter ocorrido o Supremo Tribunal da Itália reabriu o inquérito sobre tal fatalidade?

As duas instâncias nas quais Patrick Head, Frank Williams e Adrian Newey foram impetra-dos e julgados até agora não surtiram efeito punitivo a eles por quê razão? Se os três, ao longo da reabertura desse processo de investigação criminal que a Magistratura italiana faz sobre o que teria levado Senna a cometer aquele "suicídio" em 1º de maio de 1994, forem judicialmente considerados culpados, responsáveis por aquela catástrofe, por aquela tragédia, eles fatalmente recorrerão. Mas podem recorrer até que jurisdições, até que instâncias? Quantas pilhas de recursos lhes caberão para provar juridicamente que não foram cúmplices e sim réus neste fatídico e trágico episódio?
Está certo que depois que Ayrton faleceu nada mais do que se faça o trará de volta ao nosso convívio, mas será que a Magistratura italiana é tão incompetente para - com base no material que dispõe sobre o episódio e nas pessoas chamadas até então a depor sobre aquele fatídico incidente - analisar suas possíveis causas e depois expedir seu próprio veredicto sobre o que provavelmente tenha levado Senna a morte?

Que lei italiana é essa que atesta formalmente que se Senna realmente houvesse morrido na pista (no autódromo) o GP de Imola teria que ser imediatamente suspenso, mas só foi mesmo reali-zado por causa do fortíssimo lobby imposto pelos cartolas da FOCA (leia-se Sr. Bernie Ecclestone, que é quem responde atualmente pela anuência dos direitos de transmissão deste evento e pregava na época que o "show", o "espetáculo" não podia parar, pois funcionava como se fosse um produto de marketing) e da FIA (leia-se Sr. Max Mosley, que é o cidadão que avaliza a F-1 como modalida-de esportiva, e conseqüentemente a entidade que impõe suas normas, seus regulamentos)?
Por que a FOCA (Formula One Constrution Association), entidade responsável pelos direitos de transmissão da F-1, só liberou as imagens da câmera que estava "on-board" no carro de Senna quando daquela tragédia que o vitimara 6 meses depois do acidente ter acontecido? Teriam os diri-gentes da FOCA (leia-se Bernie Ecclestone e seus cupinchas) manipulado imprudentemente aquelas imagens antes de entregar a fita à Corte de Apelação e Cassação da Velha Bota para que essa viesse posteriormente a analisá-la e a partir dessa análise punir os prováveis infratores por tal fatalidade? E por que nenhum jornal do mundo estampou em manchete a foto de Ayrton morto um dia após a tra-gédia de 1º de maio de 1994 em Imola?

O médico oficial da FIA ---Federação Internacional de Automobilismo --- na Fórmula-1, Dr. Sid Watkins, que prestou os primeiros socorros a Ayrton Senna na pista do autódromo de Imola em 1º de maio de 1994 e lhe realizou a traqueostomia minutos depois que o carro dele colidira com a pilha de pneus na Tamburello já foi interrogado pela Magistratura italiana? (Se sim, apontar quais foram as suas revelações sobre aquele terrível incidente).
Senna morreu na pista ou quando estava a caminho do hospital? (Caso o piloto brasileiro te-nha chegado com vida ao Hospital Maggiore de Bolonha, por que razão a Dra. Maria Tereza Fiam-bre comunicara a Imprensa mundial o falecimento de Ayrton Senna da Silva somente no finzinho daquela tarde - por volta das 18h40min? Ela já foi interrogada sobre isso? Qual o posicionamento dela a respeito deste périplo? Os cartolas da F-1 pediram para que a Dra. só noticiasse a morte do piloto brasileiro ao anoitecer, quando o coração de Ayrton parou de bater?).

Mas quando Giuseppe Piana, chefe do serviço médico do autódromo de Imola, naquele tene-broso 1º de maio de 1994, viu Senna com a cabeça semi-inclinada sobre o peito e inconsciente, pres-sentira que, naquele exato instante, havíamos perdido para sempre um grande campeão, muito em-bora o coração do piloto brasileiro ainda batesse, ele não tivesse sofrido nenhuma fratura no corpo e os paramédicos que o circundavam já tivessem estabilizado sua atividade cardiovascular e respirató-ria. Pelo relato que Piana fez depois de ter silenciado uma década a respeito do assunto dá para con-cluir que Ayrton de fato morrera na pista do autódromo italiano, ou essa suposição é infundada, to-talmente sem nexo?

Por que as leis italianas - que são extremamente rigorosas - fazem com que os asclépios da-quele país tenham que seguir à risca uma conduta ética, uma postura profissional por vezes altamen-te "ingrata" e só anunciem o passamento, a morte do ser humano quando todos os aparelhos que o mantém em estado de coma (ou vegetativo) estiverem desligados e o coração deste paciente parar de bater?
Que providências poderiam ter sido tomadas antes do choque de Senna com a pilha de pneus na curva Tamburello para que aquela tragédia de 1º de maio de 1994 em Imola tivesse sido evitada?

Até quando persistirá a suspeição da mídia (e do público em geral) de que o que levara Senna realmente a falecer fora a ruptura da coluna da barra de direção de sua Williams? Diretores, projetis-tas e o chefe dessa escuderia serão punidos por não terem seguido à risca as recomendações do pilo-to brasileiro antes dele ter se acidentado e morrido? Alguém será preso, responsabilizado, indeniza-do depois que o Supremo Tribunal da Itália emitir oficialmente um laudo, uma petição sobre quais foram realmente os motivos que tiraram a vida de Ayrton Senna naquele tenebroso 1º de maio de 1994 em Imola?

Afinal de contas, o que levou realmente os técnicos da Williams a substituir aquela bendita peça no carro do automobilista tupiniquim antes dele se acidentar e morrer? O que realmente causou a morte de Senna? A quebra da barra da coluna de direção de seu carro se deu mesmo por causa da fadiga do material? Por que razão os engenheiros da Williams não constataram esse desgaste do material antes de a tragédia com Senna se consubstanciar? E por que essa suposta fadiga do material não foi levada em conta pelo próprio Ayrton Senna antes dele entrar no carro para pilotá-lo em Imo-la se sabia que antes de sofrer o acidente que o vitimara sua Williams azul e prateada apresentava-se sérios problemas de instabilidade na pista?

É isso que realmente interessa saber, pois só assim bota-se um ponto final neste assunto até então polêmico e enigmático, porém, repleto de versões mal esclarecidas. Missas, reportagens espe-ciais, lançamento de livros, homenagens e lembranças não farão com que Senna ressuscite, apenas perpetuarão na memória das pessoas e dos aficionados pelo automobilismo (Fórmula-1 especialmen-te) a imagem de um ídolo, de um campeão que - pra muitos - simbolizava o ideal de um País que dá certo e que achava que com muita determinação e às custas de seu próprio esforço, sua própria per-severança, seu próprio sacrifício se pode conquistar triunfos; atingir metas; quebrar tabus.
Negligenciar fatos contundentes é o mesmo que agir impensadamente e corroborar para a cretinice ou para a leviandade.
É isso. Dito e escrito.
Atenciosamente

Renato Monteiro Kloss, Curitiba-PR

Eu ,fanático por automobilismo e principalmente pelo Senna, achei que sabia de tudo sobre ele...
Acabo de me enganar!
Otimo site, otimas reportagens!


Bernardo Jacob, Rio de Janeiro

Olá...será que só eu escutei o Ayrton Senna gritar na ultima volta no Brasil em 91, além de "I dont believe (ou seja lá como se escreva), "eu não acredito", dizer um sonoro "P.Q.P."?. Até hoje não ouvi ninguém comentar isso...me fez pensar:pô, o cara fala palavrão...é como eu ou qualquer pessoa...o site continua ótimo (o ego de vcs deve estar lá em cima). Obrigado.

Carlos, Valinhos

Olá amigos amantes do automobilismo.

Infelizmente, só agora pude ler o especial.

Me emocionei profundamente ao lê-la, pois traz à memória os acontecimentos daquele fim de semana terrível, marcado por várias tragédias.

Se não estou equivocado, além dos acidentes do Rubens, do Ratzember e do Senna, houve um outro, durante os treinos de sábado, em que um dos aerofólios se desprendeu de um carro durante a volta rápida, gerando um acidente bastante grave.

Não acredito em coisas do tipo pressentimento, "era para contecer" e etc. Mas que aquele final de semana estava de péssimo agouro, isto estava.

Como o texto relembra, aquele acidente foi uma conjunção de fatores (além das causas físicas relacionadas a saída do carro da pista), entre os quais um é o próprio Schumacher, que pelos seus resultados havia colocado o Senna em xeque.

O Senna vinha sentindo-se pressionado por resultados, pois fez de tudo para pilotar aquele carro e não havia obtido nenhum sucesso nas duas primeiras corridas.

Isto o levou a pressionar cada vez mais a equipe para que adaptassem o carro cada vez mais ao seu estilo de pilotagem.

Com a sua extrema agressividade e as adaptações feitas no carro (como a coluna de direção, por exemplo), um acidente grave era muito possível ou muito provável. Se não estou equivocado, a WILLIAMS havia efetuado outras mudanças no carro dele, mas não tenho mais certeza disto.

Apesar de não ser um dos grandes fãs do Senna, naquele dia o prazer de assistir uma corrida de automóveis foi diminuído pela extinção de um dos grandes pilotos da história.

Foi o final de uma brilhante carreira, marcada por triunfos. Para quem acordava cedo todos os domingos de corrida, ficou o sentimento de ausência e de frustração, que persiste até hoje.

SALVE SENNA e todos estes heróis que desafiam a própria sorte nestes bólidos.

Elieser Fagundes, Florianópolis/SC

Caros LAP, EC e LFR,

Parabéns pelo ótimo trabalho sobre Ayrton Senna e, principalmente, Roland Ratzenberger. Foi horrível ver a Globo falar o tempo todo em Senna e, simplesmente, ter ignorado a morte de Ratzenberger. Fazem isso simplesmente em busca de mais ibope, e sempre esquecem o lado humano. Lamentável! Aquele foi o primeiro piloto que vi morrer em uma transmissão ao vivo no esporte que mais amo. E ainda mais numa equipe pela qual eu tinha grande simpatia. Seria demais se eles reservassem 3 míseros minutos para o cara?

Daquele quarteto citado no especial, vi os acidentes de Ratzenberger e de Jeff Krosnoff. O de Krosnoff, no GP da Toronto de 96 na Cart Mundial, foi um dos mais espetaculares que eu já vi, comparado somente, ao meu ver, aos de Gilles Villeneuve, Greg Moore, Martin Donnely ( este, ninguém viu, mas só de vê-lo jogado no meio da pista como se não fosse nada, dá para imaginar ), o próprio Ratzenberger e Kenny Brack, ano passado na IRL.

Reforçando: parabéns pelo lado humano. Faz dez anos que aquele GP sombrio aconteceu e vocês foram os únicos a lembrar e até nos permitir a conhecer um pouco sobre aquele austríaco que gastou todo o seu dinheiro para realizar seu sonho de correr na F-1 pela segunda pior equipe da temporada. Infelizmente, nem toda história tem final feliz.

Grande abraço a todos

Willian Lopes Machado, Brasília-DF

Sobre o tragico grande de San Marino de 94,
ainda me resta duas duvidas sobre aquele final de semana tragico.

1) No especial de Ratzberger, é comentado (de forma muito vaga) que ele bateu a cabeça no muro
mais não explica o que causou aquela mancha de sangue em seu capacete.
O que provocou essa mancha? Ouvi falar tambem que ele teria quebrado o pescoço na batida.

2) Gostaria de saber se aquela pequena peça no chão que aparece na camera on board do carro de
Schumacher segundos antes da batida era a peça citada numa foto tirada por
um fotografo na curva tamburelo e que a defesa da Williams usa como argumento para explicar
os motivos que fizeram Senna perder o controle do carro?

Um abraço

Renan Barros, Volta Redonda

Já ouvi diversas teorias sobre a morte do Senna, sendo a mais recente, vinda de um piloto campeão mundial, de que ele teria provocado seu acidente por ter cometido um erro.

Se juntarmos um pouco destas versões, percebemos que todas são factíveis, pois realmente os pneus não estavam bem aquecidos e a pista é bastante ondulada, o Senna também estava forçando muito para tentar escapar do perseguidor implacável e atualmente hexacampeão Schumacher e uma solda em um ponto onde o material sofre torção está sujeito a fadiga e futuro rompimento. Podemos até dizer que Senna naquele exato momento viu a imagem de deus estampada no muro da Tamburello e foi de encontro a ele. Ninguém estava dentro do cockpit para saber o que realmente ocorreu e Senna não está mais aqui para contar.

Acho que, após estes longos 10 anos que se passaram, precisamos deixar esta história de lado e apenas lembrar de seus feitos e alegrias que trouxe aos fãs de automobilismo.

Vamos seguir em nossa torcida e deixar o passado em seu devido lugar afinal, "The show must go on!!".

Abraços,
Fernando M. Ferreira, São Paulo

COM A MORTE DE SENNA MORREU TAMBEM A DISPUTA NA F1, MORREU A ALEGRIA, A DIFERENÇA DO PILOTO, EM 01/05/94 A F1 COMEÇAVA DE NOVO SEM SER COMPETIÇÃO.
A MORTE DE SENNA DE CERTA FORMA TAMBÉM MATOU A MAGIA.
SENNA MORRENDO MATOU
ASCARI...
FANGIO...
BRABHAM...
CLARK...
HILL...
STEWART...
FITTIPALDI...
LAUDA...
ROSBERG...
PIQUET...
PROST...
SÓ FICOU A LEMBRANÇA....
E O METÓDICO, UNICO E SEM GRAÇA...

PAULO HENRIQUE VICENTE, JUNDIAÍ-SP

O especial sobre o Ratzenberger foi um SHOW!

Heraldo Oliveira (Santos-SP)

Por causa de minha viagem a Portugal, somente agora pude ver com calma os novos especiais.
E dizer que estão no mesmo nível dos anteriores é elogio mais contundente que dizer que estão fantásticos.

Panda, de modo especial fico feliz de ler suas palavras, aqui e em revistas. Talvez se nós, fãs do Ayrton, fôssemos sempre coerentes, imagino que você também teria outra postura.

Excelente também o especial sobre o Ratzenberger. Nada mais justo!
Por fim agradeço ao Edu por ter disponibilizado a sua entrevista com o Ayrton. Vocês são realmente um incentivo a quem, como eu, pretende ser jornalista.
Que Deus os conserve assim!
Parabéns, e obrigado.

Do amigo e leitor,
Márcio Madeira da Cunha, Nova Friburgo - RJ

Olá amigos!!!

Queria parabenizar esse site democrático, era isso que todo fã de F1 precisava.

Não sou mórbido ou coisa parecida, mas o acidente envolvendo Senna me causa muita curiosidade. A pergunta é a seguinte.

Hill, em sua última declaração disse que Senna errou na curva, o que em sua opinião tinha ocasionado o acidente.

Tenho pouca idade, mas o que me consta nas minhas leituras sobre automobilismo, naquele momento com aceleração máxima naquela "reta torta" a força "G" era muito alta, o que acarretaria no caso, com os pneus frios, uma saida de traseira, e não uma batida num angulo de 70º. Por favor, esclareçam essa questão.

desde já agradeço. Abraços

Juliano Bertoncini, Londrina

Fala galera do Gepeto!!!!
O que falar sobre os especiais?
Assim como nos outros vcs deram um show. O especial do Ratzenberger tá muito bonito e foi legal vcs fazerem uma homenagem a ele até pq quando se fala de Imola 94, muita gente só lembra do Senna e acaba se esquecendo do Ratzenberger.
Valeu galera!!!!!

Luciana Vianna, Rio de Janeiro

Edu, Pandini, ICO e galera do "Gepeto"...

Quero parabenizá-los por esse especial Senna que acompanhei desde que a 1a. matéria foi passada a nos internautas.

Por mais que Ayrton tenha tido vários defeitos (como atitudes passadas e relatos diversos), porém teve muitas qualidades, e dentro da pista, onde o negócio pega pra valer, onde ganhou 3 títulos, ganhou 41 corridas e fez 65 poles desde 1984 na F-1.

É uma pena que nós brasileiros não temos ainda alguém que tenha o arrojo, determinação e capacidade de guiar um carro ao limite como Ayrton, e Piquet faziam.

Acredito também muito, que se Senna não tivesse falecido tão preocemente, muitas pessoas não o "endeusariam" como fazem, comparando a um mito, um Zeus, um Eros do automobilismo.

Não só eu como milhões de pessoas no mundo inteiro sentem falta daquelas corridas geniais de Senna, que ele costurava e matava a concorrência em 1 golpe só.

Foi prejudicado em 1989 por manobra política, usou a favor a mesma técnica no ano seguinte (1990), e na minha opinião não deveria ter que apelar em bater no carro de Prost para ganhar na 1a. curva em 1990. Senna tinha mais carro e capacidade que o francês naquela altura, e não precisava disto pra ser campeão. É a mesma coisa de alguém te roubar e vc ir lá e roubar quem te roubar no dia seguinte. Vc assim está se rebaixando a um golpe sujo, e vc se torna mais sujo ainda. Creio que este tenha sido o golpe sujo de Ayrton em sua carreira, e essas discussões, sopapos, etc etc e tal, fazem parte do currículo, e viram folclore, como o que Piquet fez em Eliseo Salazar no GP da Alemanha de 1982, que após ser abalroado pelo chileno, Piquet distribuiu sopapos em Salazar.

Ayrton, fique com Deus onde for que vc estiver.

E uma frase daquelas pra terminar: F-1 sem Senna é igual picanha sem gordura !

Um grande abraço do

Affonso Pazzini Junior, Santo André

Imola 1° de Maio ficou muito bom coroando esta série em homenagem a Ayrton Senna.
A série ficou ótima como um todo e fez jus ao seu objetivo de lembrar de Ayrton Senna como um grande piloto com morte prematura e com uma sucessão de má sorte incrível.
É só, abraços a todos do GPTotal.

João Victor Almeida, São Paulo

Caro Edú e Pandini

Foi numa quinta feira do mês de outubro de 1988, não me recordo se foi no dia 06 ou 13, eu e meu amigo Lúcio, havíamos combinado de irmos ao Salão do Automóvel ou coisa do mesmo tipo, após o horário de trabalho. Mas ao nos dirigirmos para o Anhembi, o congestionamento imenso na Marginal Tietê nos fez concluir que seria impossível desfrutarmos daquele evento naquele dia. Assim, decidimos deixar esse programa para outra oportunidade e resolvemos curtir nossa frustração em outro lugar, acabamos indo para a Pizzaria Cristal na Rua Prof. Arthur Ramos, que era um point na época.

Como de costume estacionei meu carro numa das ruas próxima à Pizzaria Cristal para evitar possíveis contratempos no momento de ir embora. Mas ao chegarmos na porta da Pizzaria observamos que não havia nenhum movimento de entrada e saída de pessoas, apesar da intensa circulação de carros e pessoas na rua. Achei muito estranho isso, principalmente por ser uma quinta feira e comentei com meu amigo, mas mesmo assim resolvemos entrar e tomar algo.

Se achamos estranho o movimento do lado de fora, levamos um susto quando entramos, pois vimos que não havia uma pessoa no salão, só os garçons posicionados esperando para trabalhar. Pensei que poderia ser cedo ainda, apesar de com certeza ser mais de dez da noite. Fomos ao balcão do bar e perguntei ao um garçom se era normal a pizzaria estar vazia naquele dia e naquele horário e, ele me informou que alguma vezes acontece. Eu e meu amigo pedimos uma bebida e nos acomodamos em uma mesa e iniciamos uma conversa. Mas, de repente alguns garçons começaram a preparar uma determinada mesa, rapidamente em ritmo frenético, como se alguém estivesse chegando. Eu e meu amigo paramos de conversar e nos concentramos nos trabalhos dos garçons. E, eis que surge um casal, acompanhado do maitre, que os conduz à mesa preparada. Uma frase chamou minha atenção "Obrigado senhor Senna". Olhei para o meu amigo e ele de imediato com os olhos arregalados perguntou. Será que é o Ayrton, o Ayrton Senna?
E era sim, o piloto acompanhada de uma moça loira ( não era a Xuxa). Até hoje não sei quem era a garota e se ela era bonita, etc. Eu e meu amigo começamos a conversar em tom bem baixo e de vez em quando olhávamos para o casal que nem notava nossa presença ali ao lado.

Estávamos entrando nas véspera do GP do Japão, que aconteceria no dia 30 de outubro e o Ayrton vinha de três resultados não muito animadores, eu questionava meu amigo. O que esse cara está fazendo aqui, porque não está treinando para decidir o campeonato?? Vai levar fumo do Prost........ Ficamos por algum tempo observando o casal, até que meu amigo repentinamente levantou-se e falou que ia até a mesa em que estava o Ayrton e sua acompanhante para perguntar se ele ganharia o campeonato ou não e se a Honda estava manipulando o campeonato. E o cara foi..... Pensei... "Meu deus, esse louco vai aprontar uma aqui.." E aconteceu exatamente o contrario, ele apresentou-se ao Ayrton que sorrindo retribuiu o aperto de mão e confiante afirmou que ia ganhar o campeonato e que a Honda não estava manipulando nada. O que mais me chamou a atenção foi a atitude cortês de Senna. O meu amigo se empolgou com a receptividade do piloto, chamou me e apresentou me ao piloto. Sem saber o que falar fiz a mesmas perguntas feitas pelo meu amigo e obtive as mesmas resposta. Nesse instante um garçom chega trazendo uma pizza para o casal e voltamos para nossa mesa. Minutos depois observamos que maitre dirigiu-se a mesa entregou uma chave para o Ayrton, provavelmente de seu carro. O casal levantou-se e foi em direção a saída e inesperadamente o Ayrton virou-se e nos disse "vou ser campeão sim", acenou e disse Tchau !!!.
Decidirmos também ir embora e ainda pudemos observar o Ayrton saindo numa perua Mercedes Bens verde metálica.

Ah... Sabe porque não tinha ninguém na Pizzaria? Era porque o Ayrton tinha reservado, exclusivamente.

E como nos entramos na Pizzaria??? Acho que nos confundiram com seguranças, acessores, qualquer coisa. Até hoje não sei porque ninguém nos barrou na entrada da Pizzaria.


Bellissimo, São Paulo

Olá pessoal do GP Total.

Descobri o site há pouco tempo e tenho diariamente acessado para me informar e saber mais do meu programa preferido das manhãs de domingo, sem nunca ter intervido em qualquer discussão. Mas não posso deixar passar em branco esse momento em que se completa dez anos da morte de Senna. Gostaria de parabenizar os leitores que levantaram a questão da camera on board, pois esta é a mesma que me incomoda há dez anos!

Não posso crer que até hoje não se tenha responsabilizado os culpados ou não se tenha achado a explicação para o acidente!? Acidente??? Acho melhor incidente porque tenho convicção, como qualquer mortal de média percepção - não precisa ser piloto ou expert de formula 1, para afirmar que só a Ruptura da Barra de Direção ou qualquer outro problema com o carro pode ter causado o mesmo. Não existia a mínima possibilidade de erro naquela curva (quase reta) que se fazia em altíssima velocidade, a não ser que,e eu não creio nisso, ele tivesse desmaiado dentro do carro (mas e aí, cadê a camera?). A mesma camera que poderia mostrar o piloto virando o volante do carro... Vi há alguns dias reportagens falando novamente nas modificações que haviam sido feitas no setor de direção da Williams (soldas??)

Outro ponto que gostaria de destacar:
Não entendo até hoje porque aquela corrida se realizou, mesmo depois da morte de um piloto um dia antes e que já deveria ter chocado a todos como chocou a mim, que em vinte anos assistindo fórmula 1, não me recordo de ter assistido à mortes, ainda mais a duas num único final de semana e que não foi só isso: Rubens vôou na zebra, um mecânico, não recordo direito, foi atropelado no apertado é ridículo setor de boxes de Ímola (que ironia, "Ímola" significa o que mesmo?).

Como é que ainda correm lá? A área dos Boxes é ridícula de pequena, e no tempo de Senna, quem não fizesse a Tamburello ia direto no muro a mais de duzentos por hora. Porquê um muro tão perto de uma curva de alta velocidade, mesmo depois de tantos pilotos terem batido violentamente no mesmo ponto? Piquet foi um, se não me falha a memória. Se não dava pra tirar o muro, que modificassem a pista então, mas só com a morte de Senna é que foi feita a modificação.

Somente interesses nojentos e inescrupulosos podem esconder a verdade dos fatos e manter impunes pessoas que só pensam em ganhar dinheiro a qualquer custo. Só posso crer numa coisa: Não querem revelar a verdade do caso Senna porque isto mexe com gente poderosa e este poder impede que a justiça seja feita e quando resolverem revelar a verdade, os responsáveis nem estarão aí para pagar (Frank Williams, Patrick Head e os Dirigentes da F1!) Como é que a consciência deles não pesa?

José Cury Filho, Uruguaiana-RS

Sr. José, algumas coisas merecem considerações. Em pelo menos um ponto eu concordo com o sr. e com vários leitores: essa história de que não existem nem nunca existiram mais imagens da câmera on-board é muito estranha. Mas por qual razão decidiram ocultá-la, eu não me atrevo a dizer.

Por outro lado, o que aconteceu em Imola foi um acidente de competição, e não um crime. Qualquer piloto sabe (ou deveria saber) que automobilismo é um esporte com uma dose de risco. Ao entrar na pista, o piloto sabe que pode se acidentar. Se o faz, é porque aceita esses riscos. Cabe, é claro, analisar as causas e conseqüências do acidente. Procurar culpados, porém, não leva a nada, até porque ninguém tem culpa do que aconteceu. Aliás, vale lembrar que a mudança na coluna (e não na barra) de direção do Williams foi feita a pedido e com aprovação do próprio Senna. Talvez eu tenha entendido errado, mas o que o sr. escreve dá a impressão de que havia uma conspiração diabólica para matar Senna. Só que nada disso estaria sendo discutido hoje se a coluna tivesse se rompido em um ponto de baixa velocidade, ou mesmo se o acidente tivesse acontecido como aconteceu, mas sem que o braço de suspensão tivesse atingido a têmpora de Senna.

A área de escape da Tamburello era daquele jeito a pedido dos próprios pilotos. Não havia barreiras de pneus porque os pilotos consideravam que, naquela distância em relação à pista, elas poderiam ejetar o carro de volta ao meio da pista, na frente de outro carro que estivesse passando, o que poderia ter conseqüências piores. Ainda em março de 1994, durante testes, Senna conversou com Michele Alboreto sobre uma ondulação no asfalto da pista. Ninguém reclamou da Tamburello, mesmo com todos os acidentes que já haviam acontecido nela.

O sr. não entende porque a corrida aconteceu, especialmente após a morte de um piloto". Ela aconteceu como várias outras que também tiveram mortes de pilotos na véspera ou no mesmo dia, sr. José. Aquilo não foi nenhuma novidade. Repito: pilotos profissionais sabem que seu esporte tem uma dose de risco. Como profissionais, têm deveres a cumprir, como o de disputar uma corrida mesmo depois da morte de um colega. Talvez isso tenha mudado depois de Imola (espero nunca precisar saber), mas sempre havia sido assim.

Vale lembrar que o próprio Senna cogitou não correr, e conversou longamente sobre isso com Frank Williams - que, em seu papel, deixou a decisão na mão do piloto mas lembrou-o dos compromissos assumidos. Como Senna, todos optaram por correr. Se Senna estivesse firmemente determinado a não correr, teria abandonado na primeira volta (Prost fez isso na Austrália em 1989, quando não quis correr sob chuva forte) e arcado com as conseqüências. Mas Senna largou e, até morrer, estava empenhado em manter a liderança da prova, o que mostra que ele (e todos os demais pilotos) haviam se desligado de tudo o que acontecera na véspera. Pode parecer anormal para algumas pessoas, mas é assim que as corridas funcionam.

Um último comentário. Todas as pessoas que estão na F 1 querem, entre outras coisas, ganhar dinheiro. Todos nós (ou quase todos nós) trabalhamos para ganhar dinheiro, e quanto mais melhor. Estou enganado? Senna também queria ganhar dinheiro - tanto que era o piloto mais bem pago da F 1 na época. Ele e os outros pilotos não eram escravos colocados em seus carros com a obrigação de dar dinheiro a outras pessoas a qualquer custo, inclusive a própria morte. Era um piloto profissional que tinha plena consciência de seu valor, de seus direitos e de seus deveres. Só que todos nós morremos um dia. E a hora de Senna era aquela.

Abraços. (LAP)

O motorzinho Ford de fraco desmpenho, porém companheiro, esta ligado de baixo da chuva, Ron Denis quer saber se a preparação para a chuva vai funcionar durante a corrida, com certeza sua unica esperança naquele momento e naquele ano se chama Ayrton Senna.
Aquele momento (não apenas por ser Senna) mostra toda a plenitude, visão, técnica, afinidade e Dom que um esportista pode ter. Ele estava naquele momento 100%, absoluto, quem viu pode falar que não tinha com fazer melhor, assim como outros grandes momentos de outros grandes pilotos e esportistas.
Fico imaginando o pensamento do queixudo, ele deve até hoje se indagar como Senna fez aquilo???
Deve até hoje se indagar depois de ter assistido Prost, Mansel, Senna, Piquet, se é realmente bom? Não deve estar contente com suas ultrapassagens de Box, jogos de equipe.
Depois de assistir Alesi, novinho, correndo no ano de 90, 1 única vitória em sua carrera toda !!
O Próprio Rubinho. A Fórmula 1, entre todos os esportes com certeza é o mais injusto.
Como diria o argentino penta campeão, "carreras son carreras".

Essa é minha contribuição aos 10 anos sem Senna, e a todos os esportistas determinados, apaixonados e perseverantes, com vitória ou não.

Abraços,
Pedro Monteiro

Sobre a sequência da filmagem da câmera on-board do Senna em Imola, acho que ela vai aparecer quando a parte penal prescrever, e não houver mais chance de Bernie, Frank, Head e organizadores serem denunciados criminalmente pelo acidente .
É só aplicar a estratégia de defesa do Lalau, que qualquer advogado conhece, e adiar até que ninguém seja incriminado ( ou tenha morrido ), e ganhar alguns trocados vendendo o vídeo para alguma rede de TV.
Quem viver verá

Victor Lagrotta, São Paulo

As homenagens que estão sendo feitas ao Senna, em lembrança de 10 anos do seu falecimento, são justas. Independente dele ter sido ou não o preferido, no meu caso sempre fui e serei mais o Piquet, ele foi um ídolo e como tal deve ser referenciado e assim lembrado. A historia do Brasil na Formula 1 nunca tinha tido até então uma perda de um piloto em corridas de formula 1. Quis o destino que fosse o Senna e da forma como foi. Infelizmente este era um lado da Formula 1 que não conhecíamos e fomos conhecer com o acidente fatal. Foi duro para todos, um verdadeiro choque até por isso. A carreira do Alemão na realidade começou ali naquele instante. Senna seria o seu verdadeiro adversário. Acabou não sendo. O Alemão não tem culpa se não apareceu um outro adversário a sua altura, daí questionarem tanto a sua capacidade. Fazer o que? O Senna, assim como Piquet, Emerson, nos deram as maiores alegrias que um piloto de Formula 1, categoria máxima do automobilismo, podiam dar: títulos e vitorias. Juntos faz do Brasil o maior dos vencedores na Formula Um, mesmo chegando mais de 30 anos depois dos outros. É assim que devem ser sempre lembrados, é assim que o Senna merece ser lembrado.

Fernando Eduardo M. MArques, Niterói

Amigos do Gepeto,
Muito emocionante a homenagem de vc´s ao Roland.
Lembro daquele dia muito vagamente. Estava somente na quinta-série e as lembraças fogem da memória. Mas me lembro bem que a morte dele, naquele momento, naquele final-de-semana, me chocou mais. O acidente de Senna, para mim, até a confirmação da morte dele, parecia somente mais um acidente de corrida, em pouco tempo ele estaria correndo novamente.
O de Roland me marcou mais porque tive a certeza q ele havia morrido. E na pista...onde eu achava que aqueles carros fantásticos não levariam ninguém a morte. As imagens mostravam a cabeça caída e um buraco na lateral da SimTek, por onde dava p/ ver uma parte do macacão branco. Isso me mostrou uma face ruim daquele esporte q levantava todo domingo para ver. Não pelo Senna, não pelo Rubens, mas pelo fascínio que aqueles carros e seus pilotos buscando limites exercia sobre mim.
Valeu!

Flaviano, São Paulo

Queria prabenizá-los pelo especial do Ratzemberger, quase fui as lágrimas com a história da vida deste piloto.

Abraços

Fabricio, Sinop/MT

Turma do GPTOTAL, parabéns por esse especial sobre o Ratzenberger...espero ter a permissão de vocês, pois pretendo fazer uma singela homenagem a esse piloto na minha coluna e a riqueza de informações dessa fonte vai me ajudar muito!!!!

Gustavo Lucena, Natal

Tocante e bastante oportuno o especial sobre Roland Ratzenberger. É por esses textos que o GPTotal é insuperável. Em meio a incontáveis demonstrações de pesar pelos 10 anos da morte de Senna, somente aqui que encontraríamos uma homenagem tão justa. Em tempo: mesmo o compatriota Berger esqueceu solenemente que outro austríaco tinha perdido a vida na mesma Ímola 10 anos antes. Desfilou com o Lotus de Senna, bandeira do Brasil e foto. Nenhuma menção sequer a Roland. Enfim, uma atitude lastimável.

Claudio Habara, São Paulo

O caso da camera on board, dá um tempo pra cabeça, se fosse, os pneus frios, pelo menos veriamos as rodas viradas na imagem e até o carro quicando, sendo assim a batida seria mais de lado ou até de traseira, os caras pensam que estamos de brincadeira, falar que foi pneus frios ou erro é falta de educação com quem perdeu Senna, e todos sabemos que aquelas imagens finais iriam desvendar tudo, mas eles deram um jeito de sumir com as imagens, depois disso passei a odiar o Hill(filho), ele deve ter recebido p/ publicar aquilo, acho que existe muita sujeira no mundo da F-1, infelizmente.
Obrigado, e abraço ...

Rafael José Chicati, Maringá_Pr

Sensacional o especial sobre o Ratzenberger. Só voces do GP Total para fazer uma dessas. Leio muito sobre F1 e nunca tinha visto nada sobre o Roland. Enfim o cara deixou de ser apenas um nome. Muitos parabéns.

Flavio, São Paulo

Ao longo do mês de maio, os fãs de Ayrton Senna que tenham interesse em rever suas vitórias podem entrar em contato comigo pelo mail mamadeira_f1@ig.com.br

Estarei facilitando ao máximo o acesso aos vídeos, em homenagem aos 10 anos de saudades.

Márcio Madeira da Cunha, Nova Friburgo - RJ

Gostaria de parabenizar o gp total, por esta reportagem tão fantastica, sobre roland, pois o mundo falava antes do gp de imola sobre senna (muita gente pra fazer ibope) e vocês e outros mostram com foi a carreira de um piloto que não era tão estrela como senna mas era uma pessoa, um umano e que merece todas as homenagens, pois todos somos humanos.

Parabens parabens mesmo

Evandro Anziliero, Erechim RS

Este é um simples comentário de uma admiradora. Feliz de você que teve a oportunidade da entrevista e de cobrir um grande prémio.Tentei houvi-la, mas a mesma só se tornou intelegível quando começei a efetuar leitura simultanea. Mas mesmo assim me senti afagada pelo tom de voz inconfundível e pela simplicidade das declarações. Obrigada por divulgar este trofeu de entrevista, com ela me senti premiada.

Quantas saudades!


Adra Tanus Chain, Mogi Guaçu

E ai Pessoal??

Ao longo destes dez anos desde a morte do Ayrton, temos vistos condenações, absolvições, reabertura do caso, tudo... Mas com relação ao acidente do Roland Ratzenberger? A justiça tem tomado alguma providencia?Aconteceu alguma coisa com os responsáveis pela Simtek??
Pois se a justiça italiana leva mesmo a sério o fato de alguem morrer em um GP no país, o fato de ignorar o acidente do Ratzenberger é bastante condenável, tudo bem que a repercussão deveria mesmo ser infinitamente maior para Senna, mas temos q considerar os fatos.

Bruno Pagiola, Salvador

Ten Years After...

Esperava escrever este meu gepedário (neologismo GP+Diário) sem falar dos dez anos sem Ayrton, mas não pude ficar imune. Assistindo à corrida de ontem me bateu uma saudade imensa (e um pouco de raiva, não... muita raiva).
Voltando no tempo doze anos (1992-93), temos um cenário bem parecido com o atual. A Ferrari da época era a Willians com a suspensão ativa. Eles colocavam qualquer time no bolso. Apesar de toda esta vantagem (e apesar de ter Mansell como piloto) eles não tinham a hegemonia. Qual era a diferença? Tinha o Ayrton. Ele não deixava a peteca cair. Mesmo com a sua Mclaren nitidamente inferior, bom... mais ou menos como hoje, não se conformava facilmente. O que vemos hoje? Uma corrida quase sem tentativas de ultrapassagens, tão poucas que dariam para contar no dedo de uma mão. Desta vez as Ferraris não foram as culpadas da monotonia da corrida, a culpa foi a falta ímpeto dos pilotos. Em parte poder-se-ia culpar a pista afinal no ano passado a corrida foi chata também, mas tivemos pelo menos uma ultrapassagem, o drible o Rubinho no Ralf na entrada da reta de chegada, mostrando que posição se conquista quando se tem vontade.
Já que temos algumas regras totalmente artificiais, quase sem lógica, porque não criar mais uma. Pontuação extra por ultrapassagens reais, talvez 0,1 ponto por ultrapassagens na pista, ou senão 1 ponto para o piloto que mais fez ultrapassagens após 10 % do início da corrida.

Desde a corrida passada resolvi fazer um campeonato paralelo, que eu chamei de F1-emotion. A regra é simples:
-Participam todos exceto as Ferraris (que estão num nível superior).
-A pontuação segue a regra antiga 10, 6, 4, 3, 2, 1, mais justa pois premia quem vence, e não quem chega em oitavo.

Já na corrida passada Button já liderava o campeonato demonstrando a superioridade da BAR. A tabela atual está assim:

Campeonato F1-Emotion 2004

Aus Mal Bah Sma Esp Mon Eur Can EUA Fra Ing Ale Hun Bél Itá Chi Jap Bra Total
Button 3 6 10 10 29
Montoya 4 10 0 6 20
Alonso 10 2 3 4 19
Trulli 2 4 6 3 15
Ralph 6 0 2 2 10
Sato 0 0 4 0 4
Coulthar 1 3 0 0 4
Massa 0 1 0 0 1
Webber 0 0 1 0 1
Räikköne 0 0 0 1 1

Agora Button aumenta a sua diferença tendo 9 pontos sobre Montoya. Montoya e Alonso embolados em segundo.
Algumas outras observações, Button e os dois da Renault foram os únicos que terminaram todas as corridas. Button terminou todas as corridas enquanto Sato só terminou uma. Quatro equipes aparecem com os dois pilotos pontuando (Renault, Willians, BAR e Mclaren) sendo que os outros quando aparecem estão com apenas um ponto.

Podem me perguntar porque o Rubinho não participa deste meu campeonato. Um piloto com uma Ferrari na mão não teria mérito algum em ser campeão nesta categoria, assim como, seria muito humilhante não ser campeão. Assim, seguindo a decisão de sua vida (que eu compreendo perfeitamente) em continuar na Ferrari, terá que levar o campeonato tomando pedradas até vencer heroicamente um GP.

Uma ironia, Ten Years After foi um grupo de rock que tinha o Alvin Lee, que era considerado o guitarrista mais veloz do mundo. Eles estouraram em Woodstock com a música Goin' Home (in Helicopter) 'indo para casa de helicóptero'. Pois é depois de dez anos me emociono lembrando do mais veloz de todos sendo levado de helicóptero (foi o momento que mais senti, muito mais que na batida, a imagem do helicóptero inde embora foi muito mais triste).

Olavo.

Caros amigos:

Ao ver o site de Ayrton Senna (senna.globo.com) verifiquei a informação "Toleman, Lotus, McLaren e Williams, fizeram as primeiras ofertas. Curiosamente, na exata seqüência que Senna cumpriu o seu destino na Fórmula 1." Como não sei se isto é verdade, perguntos aos caras mais entendidos de automobilismo (e principalmente Ayrton Senna) se esta é a verdadeira sequência?

Marco Aurélio Godinho, Curitiba

Não podemos dar garantias quanto às ofertas, Marco. O que podemos assegurar é que não correspondem à ordem dos testes que Senna fez (Williams, McLaren, Toleman e Brabham) e nem mencionam uma outra equipe (ATS) com a qual Senna chegou a conversar em 1983. Abraços. (LAP)

Olá amigos do GP Total.

Mais uma vez escrevo a vocês por um motivo que muito me deixou curioso esta semana.

Próximo do dia em que se completam 10 anos da morte de Ayrton Senna, chovem mensagens e mais mensagens na Internet, alguém fazendo algum comentário a respeito. Dessa vez até o campeão mundial de 1996, Damon Hill, disse que acredita que Senna morreu por um erro próprio.

Bom, deixa o Damon Hill para lá e vamos ao que interessa: Saiu no site parceiro de vocês, o Grande Prêmio ou Warm Up como bem preferirem, a notícia de que Bernie Ecclestone revelou que Piquet vetou Senna na Brabham e mais detalhes podem-se encontrar na notícia neste mesmo site.

Só que vi no livro do Lemyr Martins que conta que Piquet não havia vetado Senna e sim que a Parmalat queria sim era mais um piloto italiano na equipe.

Mas li certa vez também que Senna perguntou a Piquet se ele se incomodava em dividir a Brabham junto com ele e o Piquet disse que não se importava, pois cada um teria o seu carro e seus mecânicos e o próprio Senna se surpreendeu com isso, pois esperava um não.

Afinal de contas, vocês sabem contar o que realmente aconteceu pois essa estória está muito mal contada e como tantas e tantas vezes vocês tiraram minhas dúvidas, conto mais uma vez com a ajuda de vocês.

Só uma coisa: Não gostei desse novo pacote de regras para 2008. 01 motor para 02 corridas, redução de testes, 01 kit de pneus por corrida, salvo o caso de furos, só para citar as piores (na minha opinião) está desvirtuando a F1 do espetáculo.

Bom, ainda bem que tem bastante tempo para ver algumas coisas aí que na minha opinião são tão ridículas tanto quanto aquele rodízio de pilotos que foi proposto. Tomara que o bom senso fale essa hora.

Bom, mas deixa o regulamento para lá, isso é futuro e pode mudar muita coisa, por favor não se esqueçam da ajuda que eu peço humildemente envolvendo Senna e Piquet.

Só uma observação: Isso não tem nada a ver com a discussão Senna VS Piquet de quem teria sido o melhor. É só para saber o que realmente pode ter acontecido.

Obrigado pela atenção e tenham um bom fim de semana e ótima corrida.

Leonardo Gabriel, Brasília-DF

ola pessoal.

gosto muinto de F-1 mas acredito que numca mas terremos um campeao como Ayrton Sena.

Obrigado.

Carlos Alberto.

Olá pessoal do GPTotal

Finalmente alguém teve coragem de tocar em um ponto que ninguém ousou questionar : Senna errou.
Damon Hill diz que a causa do acidente do Ayrton foi por erro do piloto e não por quebra da barra de direção.
Isto me lembra uma série escrita pelo Lívio Oricchio sobre a morte do Ayrton ( extinto Formulanews ),que diz que Senna estava tendo muita dificuldade com o carro, pois era muito nervoso, o que prova seus erros nos primeiros GP´s daquele ano.
Hill tem conhecimento de causa, pois dirigia o mesmo carro e conhecia suas reações, e diz que Senna errou ao forçar o ritmo com os pneus ainda não estando na temperatura ideal.
Diante destes fatos, será que Hill tem razão?

Abraços. Força sempre !

Adriano de Oliveira, SÃO PAULO


Boa tarde aos amigos do GP Total.Hoje soube que o piloto Damon Hill,através de sua coluna em um jornal inglês, afirmou ter a certeza que o acidente ocorrido com o nosso Ayrton Senna, naquele fatídico 1º de maio de 1994 em ímola, fora causado por erro do piloto brasileiro.Um comentário feito por Damon me chamou muita atenção:"Ninguém, além de Ayrton e eu(Damon),sabe como era guiar naquela curva, naquele dia, com pneus frios.Tenho certeza que Ayrton cometeu um erro".Nessa declaração vejo que Hill diz, implicitamente, que Senna sabia que estava se arriscando muito, a partir do momento em que optou por uma regulagem "agressiva",baixando demais o carro para aumentar o máximo a pressão aerodinâmica, a fim de obter um desempenho equivalente a Benetton de Schumacher. Conclui-se que Hill supõe que,naquela velocidade (da Tamburello), com a baixa pressão dos Pneus, a irregularidade(ondulações) da pista, principalmente naquele trecho do circuito fez Senna perder o controle do carro.Sinceramente, não vejo fundamento na Declaração de Hill a medida que Senna, se realmente tivesse perdido o controle do seu bólido devido as circunstâncias acima citadas, teria rodado e batido de traseira, nunca de frente.Ao meu ver, não há outra explicação para o acidente, que não seja a quebra da Barra de Direção, caso contrário,em razão de todos as possíveis causas do acidente(levantadas), Ayrton teria rodado e batido de traseira, para evitar o choque frontal contra o muro.Vejo que o Sr Damon Hill foi profundamente infeliz ao dar esse tipo de declaração.Gostaria de compartilhar da opnião dos colunistas do Gp Total e dos amigos amantes, como eu, do automobilismo.

Abraços

Leonardo Moreira, Rio de Janeiro

Leonardo, antes de mais nada cabe esclarecer: o que quebrou no carro de Senna foi a coluna de direção e não a barra de direção. Já explicamos a diferença entre elas aqui no GPtotal, e o texto referente pode ser encontrado com o mecanismo de busca. Sobre a opinião do Damon Hill, repetimos o que também já escrevemos anteriormente: as teorias "dos pneus frios" e do "detrito na pista" são feitas sob medida para a defesa da Williams. Portanto, a não ser que surjam FATOS realmente novos e esclarecedores, eu (e me atrevo a dizer que o Edu também) continuarei com o laudo oficial: o acidente de Senna foi causado por quebra na coluna de direção. Abraços. (LAP)