Faz um monte de tempo que não ouço a Globo durante as corridas.
Acompanho a F1 desde os tempos do nosso Emmo e desde que o Babão Bueno e o Reginal Lama narram e comentam que não ouço as besteiras que os dois dizem. Eu sempre ouço as corridas pela CBN, mas no GP da França o locutor Oscar Ulisses (muito bom) foi substituído por um outro que não lembro o nome agora, mas é muito ruim - não sabe nada de corridas, só fala besteiras, assim como o Babão Bueno.
Quanto ao GP da França é uma pena ver mais um brasileiro se passar pra um papel de coadjuvante do Schumacher, uma pena mesmo.
Quanto teremos outros Sennas, Piquets ou Emersons?
Arlindo Viana
Assistindo estes dias o lançamento "Cars" da Pixar, o personagem "Chick Hicks" me fez lembrar o atual # 5 da Ferrari .
Recomendo a todos !
Abraços,
Douglas Takiguti
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Edu e Panda
aplicando modernos conceitos de teoria cientifica, cheguei às seguintes conclusões:
- Teoria bobalhistica galvanistica de previsão antecipada: a Renault e a Michelin vão vencer porque a prova é na França, completa-se 100 anos do primeiro grande prêmio, vencido também por um carro da Renault.
- Experimento: O alemão pilota MMUUUIITTOO, tem uma motivação infinita, os pneus Bridgestone foram superiores no calor, e é muito bom ver o Alonsombro com cara de criança que tiraram o pirulito. Ah, esqueci, o piloto do centenário era húngaro, por isso a previsão falhou (quase que ele acerta, o Kubica é polonês; pertinho, um tirico de ispingarrda).
- Conclusão : O final do campeonato vai ser de arrebentar. Tomara.
- Axioma bestalhanistico galvanistico da formação de equipes: A Renault tem um chefe de equipe italiano, e a Ferrari tem um chefe (na verdade, CEO) francês. E dai ? Tenho um cachorro suiço e um escocês e nenhum deles canta ópera !
Finalmente, quero lembrar que teoria é quando nada funciona e todo o mundo sabe porque. Prática é quando tudo funciona e ninguém sabe porque. Hoje, na Honda, eles não tem nem teoria nem prática porque nada funciona e ninguém sabe porque.
Pobre Gil, tá mais frito que camarão sete barbas em quiosque de praia.
Abraços
Victor, São Paulo
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Olá Gepetos!
Não sei se todos viram, mas a FIA está querendo limitar a velocidade dos carros mais uma vez, e se for possível, na canetada.
Explico: os pilotos andam reclamando que a velocidade dos carros em curva está muito alta. Eu coloco um ponto: pô, quer correr em linha reta, vai de dragster p%&^^$%!
Não é possível: daqui a pouco vão começar a reclamar que a Eau Rouge é muito perigosa, que a Parabolica também é...
A graça é essa mesmo de andar o mais rápido possível em curvas, retas, subidas decidas...
[]s
Rafael
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É ridículo o monopólio Global em transmissões de alguns eventos como a F1.
Se não bastasse a impossibilidade de escolher outra emissora, somos obrigados a ouvir pérolas do comentarismo esportivo ditas por Galvão, Cléber ou Reginaldo. Por enquanto só o Burti tem se salvado - por enquanto.
A última no GP da França foi literalmente de morte. Galvão resolve filosofar sobre o banho que levamos dos franceses: três copas do mundo, os passeios de Prost e Lafite no GP do Brasil, e nós, não ganhamos nada deles, me parece que só um GP da França, com Piquet, acho.
Dai vem o Reginaldo Leme e diz: " O Senna fez poles aqui, porém esta é uma vitória que ele AINDA não tem" Ainda não tem? E vai ter quando? Tudo bem que erros acontecem, mas desse tipo é ruim hein. Pô, o cara é pago pra vivenciar a F1, e ainda solta uma dessas...sem comentários.
Júnior
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Bom Amigos
(já ouvi isso em algum lugar) vamos fazer uma forte corrente positiva para que o Schumacher seja campeão este ano. Quem sabe ele se aposenta e enfim teremos um campeonato onde sabe-se lá quem será o campeão.
Acredito que em 2007 teremos um campeonato bem diferente com a provável mudança de pilotos entre as equipes de ponta. Quem sabe o campeão não sairá de uma equipe média.
Alexandre Ricardo, Abelardo Luz, Santa Catarina
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Ola GPTos
Por mais que o tio Bernie seja o manda-chuva e que muitas pessoas e equipes não gostem disso, ele tem meu respeito no quesito segurança.
No link abaixo , temos um video de 9 min com varios acidentes fatais.
http://www.youtube.com/watch?v=ORs-8GT6SMU&search=f1
Claro que ele não fez isso sozinho, a associação de pilotos entre outras entidades colaboraram para evitar ao máximo os acidentes fatais.
Espero que tenhamos , pelo menos, mais 12 anos sem este tipo de acidente.
Ricardo, Campinas
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CRÔNICA DE UM CHAMPIGNON
Marcelo Jardim
1. Cá para nós, mesmo com aquele jogo de xadrez entre Alonso e Massa dando algum suspense na prova, o grande barato mesmo aconteceu na classificação de sábado. Foi no mínimo curioso ver Schumacher e Alonso brigando tal qual criança para ver quem saía primeiro dos boxes. Foi até engraçado ver algumas disputas no final da reta, chegando quase às vias de fato. Pelo inusitado, o sorriso de Briatore disse tudo.
2. É impressionante que se não fosse pelo vovô da categoria, este ano teria terminado lá pela quarta ou quinta etapa. Por mais que suas vitórias sejam quase sempre enfadonhas, é a genialidade do alemão com sua motivação cativante que ainda dão alguma graça nisso tudo. Se é que isso ainda tem alguma graça. Vida longa ao Schumacher.
3. Massa enquanto estava correndo como um verdadeiro segundo piloto, para Schumacher vencer foi sem dúvida brilhante. Porém, quando esteve correndo para si próprio, acabou deixando a desejar. Afinal, de que valeu toda essa proteção da Ferrari com Schumacher? Deixem os caras correrem para valer!! Talvez tivesse surtido outro efeito...
4. Barrichello roda e bate na sexta. Barrichello se arrasta no sábado. No domingo, Barrichello leva um "X" de Scott Speed (?) e não satisfeito leva outro de Villeneuve. Não sei se o motivo que o tirou da corrida foi o motor ou a vergonha. Aí fica a pergunta: será que Barrichello está realmente feliz na F1, ou sua felicidade não estaria em outra categoria?
5. Não há muito que falar da Honda. Mas há algo a ser dito sobre Gil de Ferran. Infelizmente, mais uma vez, a Fórmula 1 mostra que não é para amadores. Ser vitorioso correndo naqueles ovais americanos não significa que o vai ser gerenciando algo que pouco ou nada conhece. Interessante é que se a Honda tivesse bons resultados, muitos apontariam para a gestão do brasileiro. Mas como está afundando...
6. A gente brinca, a gente debocha. Mas dessa vez temos que reconhecer que Ralf chegou lá. Tudo bem que foi quarto, mas, em se tratando da Toyota e do piloto que é, não deixa de ser uma grande conquista. Até agora tenho minhas dúvidas se a classificação final estava realmente certa?
7. A última da Super Aguri: Yamamoto, um completo desconhecido da F1, que correu algumas sextas para "ganhar" experiência na categoria vai substituir Montagny, sujeito com uma boa experiência e uma passagem consistente como piloto de teste da Renault. Ehh... vai longe essa Super Aguri...
8. Depois de algumas corridas fora por conta da Copa do Mundo, eis que o indefectível Dono da Voz retorna. Muitas vezes ele fala demais, se excede um pouco, mas o fato é que ele faz falta. Podem falar o que quiser, mas o cara ainda é a Fórmula 1.
9. Tem uma pergunta que ainda me intriga: o que fazia Jean Todt com aquele casaco vermelho no calor infernal de Magny Cours, numa temperatura tupiniquim de 36o a sombra?
10. Última coisinha: alguém sentiu falta do Montoya na França? Que triste constatação...
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Não há muito que falar sobre o GP da França, somente sublinhar algumas observações:
1- A Ferrari errou na estratégia do Massa. O Massa deveria ir para o box na segunda perna, depois do Alonso. Era a fórmula para ficar em segundo. Só assim conseguiria neutralizar qualquer surpresa, como a modificação de 3 para 2 paradas do Alonso. Ou qualquer outra estratégia que a Renault decidisse.
2- O Felipe ainda não encarnou o espírito de piloto de ponta. Ficou "horas" para ultrapassar alguns retardatários. O Alonso não tem medo, joga pra cima, se bater, dado ao fato de ser o piloto da Renault, é capaz até que o retardatário sofra uma exclusão como a que sofreu o japonês ninja da Aguri. O Schumacher então, neguinho pára o carro para ele passar. A TV já mostrou "n" vezes o Alonso com o braço levantado pedindo bandeira azul aos fiscais, reclamando do carro da frente. Assim, se bater na ultrapassagem, o retardatário será sempre culpado, daí... saiam da frente! Já a tática do Dick Vigarista é mais contundente, ele passa! Se neguinho vacilar, ele joga pra fora.
3- Temos aqui um empate. Portanto a Ferrari continua como no tempo do Irvine e do Rubinho, time de um piloto e coadjuvantes. Mesmo agora, que precisa dos pontos do Massa, não consegue trabalhar com dois pilotos. As declarações do Todt e do Brawn sobre o episódio são dignas do Casseta & Planeta. A Ferrari errou na estratégia, e o Massa, nas ultrapassagens. Portanto 1 x 1.
4- Faltou, a um a atitude e ao outro ousadia e humildade.
5- Quanto à Honda, há muito o que melhorar para ficar ruim! Nada funciona por lá. E que fique bem claro: a culpa não é dos pilotos.
Abraços a todos
Augusto Lage
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Olá, amigos do GP Total.
A Formula 1 está cada vez mais chata. Sinceramente, está cada vez mais difícil ficar na frente de uma TV, assistindo a uma corrida de Formula 1, ainda mais com a narração do Galvão Bueno. Não vemos nenhuma disputa e, pelo contrário, vemos uma farsa que, por mais que eles tentem disfarçar, não conseguem.
Querem um exemplo: largada do GP da França, foi clara a intenção do Massa em proteger o Alemão. O que vimos a seguir foi um ataque do Alonso em cima do Massa e que logo após desiste, pois hoje o melhor lugar para fazer uma ultrapassagem é dentro dos boxes. Pronto acabou ali a corrida. Que graça tem isso? Ou seja, a Formula 1 é uma farsa.
Qualquer comentário a respeito do GP dos EUA serve para o GP da França e demais GP's disputados e a serem disputados. É tudo igual, ninguém passa ninguém e o Galvão só faz falar bobagem.
A cada ano que passa, as corridas ficam piores de se ver. Creio que a solução do Eduardo Correia seja realmente a solução para a Formula 1 voltar aos bons tempos.
Abraços,
Fernando Eduardo Macedo Marques, Niterói - RJ
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GP da França? Teve GP da França? Quando? Onde?
Luís Sérgio - Brasília/ DF
Caros leitores,
Nas nove primeiras corridas desta temporada, tivemos seis vitórias e três segundos lugares de Alonso. Um domínio absoluto, nos dando a impressão de que a segunda metade desta temporada seria monótona, com Alonso ganhando tudo até o fim.
Mas a segunda metade já registra duas vitórias de Schumacher, demonstrando uma reação da Ferrari. Se as próximas corridas tiverem o mesmo ritmo do GP da França, teremos que aguardar para saber quem irá ganhar, para fazermos as contas de como está a vantagem de Alonso ou das chances do Schumacher.
O maior problema que a Renault terá para administrar é o fato que o Alonso não tem como contar com a ajuda de seu companheiro de equipe. Mas, por outro lado, se conseguir ser campeão, creio que seu título terá muito mais valor que a conquista de Schumacher, pelo fato que o Schumacher poder contar com a ajuda do Massa. Isso ficou claro em Indianápolis, onde Massa ajudou até na vitória e na tentativa da equipe em fazer a dobradinha no GP da França.
Outro fato que gostaria de destacar foi o desempenho de Alonso. Não podemos negar a excelente corrida de Schumacher, andando rápido quando foi avisado que Alonso não faria um terceiro pit stop, o que demonstra não só sua vontade de ganhar como sua capacidade como piloto, pois o Massa não conseguir imprimir o ritmo que precisava para ficar na frente do Alonso e a equipe deixou claro sua decepção em relação a isso.
Mas concordar com as declarações do Galvão Bueno ao término da corrida, que só falava do desempenho do Schumacher, sem mencionar a corrida de Alonso, sem mencionar sua determinação para superar as Ferrari é ridículo, pois os dois pilotos fizeram uma excelente corrida.
Estou ansioso para o próximo GP, vamos ver quem terá o melhor carro, se não tivermos o domínio de uma única equipe, teremos uma excelente corrida. Até lá.
Douglas P. Leal
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Realmente, este ano está difícil. Era quase impossível acreditar nos relatos de alguns que descreviam suas experiências de dormir durante um GP. Porém, este ano estou passando por isto também.
Aproveitando o gancho da pergunta do Marcelo Jardim, acho que sentiremos falta do Montoya. Afinal ele faz parte de um seleto grupo que teve coragem de encarar o alemão. Raramente, claro. Nada contra o alemão, mas lembro que todo mundo tremia e abria passagem, ou melhor, avenida. E vê-lo jogado para fora por Montoya e Villeneuve foi legal.
Enfim, sobre o GP da França, quase nada a comentar, mas uns falam que a Ferrari estragou a estratégia da Renault, outros vice-versa. Acho que, por ter parado depois e faltando muitas voltas para o fim da corrida, foi a Renault que deu o golpe na Ferrari. Alguém consegue ver um golpe da Ferrari?
Até mais.
Alisson, Curitiba
E eis que mais uma vez teremos mudanças na classificação durante a temporada. Parece que a FIA gosta mesmo de fazer raiva nos torcedores!
Os carros ficam 15 minutos gastando combustível por causa de quem? Por que é que a FIA não determina o quanto cada carro vai ter de combustível para a largada antes da super pole (que seria super só se os carros brigassem pela pole do começo ao fim) e libera os carros para andar com quanto de combustível quisessem durante os vinte minutos?
Imagine se o Alonso resolve largar com muito combustível pensando que vai sair na pole e sai em 10º?
Parece que a FIA gosta mesmo é de meter os pés pelas mãos e cada vez mais espantar o interesse dos telespectadores, interesse esse que ela quer tanto atrair de volta...
Luiz Eduard, Pará de Minas, MG
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MUDANÇAS SÃO SEMPRE BEM-VINDAS
Marcelo Jardim
Quando muitos falaram que Montoya perigava voltar a correr naqueles ovais americanos, já que a McLaren o tinha preterido e a Williams o desdenhado, encarei o boato mais como deboche do que propriamente uma notícia.
A confirmação de que ele correrá pela Nascar me surpreendeu. Pensei precipitadamente como pode o sujeito trocar o supra-sumo do automobilismo por aquele evento que mais lembra um rodeio, uma quermesse provinciana? Nitidamente seria um grande passo para trás.
Foi quando lembrei de uma antiga entrevista em que Montoya disse que a diferença entre a Indy e a Fórmula 1 era que na primeira você competia com um ou dois bons pilotos, e na segunda você competia com uns quinze grandes pilotos. Foi mais ou menos isso.
Possivelmente, nesta entrevista ele já tenha sentido o golpe. Percebido que seu passado vitorioso naqueles ovais enfadonhos pouco valia na Europa. Mas, infelizmente, sua soberba e auto-suficiência na época lhe negaram o óbvio: ele era apenas um bom piloto, longe de ser genial e muito distante de Schumacher e dos moleques Raikkonen e Alonso.
Mas agora, pensando bem, a decisão do colombiano talvez tenha sido a mais acertada, a mais lúcida. Não importa se ele vai ganhar corridas ou não. Não importa se ele vai cair no ostracismo ou não. O que importa é que ele quer voltar a ser feliz. Com muito dinheiro no bolso, mas feliz.
Afinal, qual é o prazer de se disputar a nona ou a décima colocação pela Williams? Por que ficar perdendo seu tempo quando se sabe que o companheiro de equipe é o mais rápido e o queridinho da turma? De que adianta ficar chafurdando na Red Bull pelo oitavo ou nono lugar?
Então, para o inferno com esse negócio de Fórmula 1 e todas suas frescuras. Para o inferno com essa história de "carros X e Y sobre investigação devido ao incidente na volta tal". Às favas com esse disse-me-disse interminável, com as especulações, com essa sofisticação besta, enfim com todas essas chatices.
Por mais que possa parecer uma saída pela porta dos fundos, Montoya mostrou muito mais coragem e, por que não, dignidade do que seus pares, como Ralf, Barrichello e Coulthard, que infelizmente não sabem a hora de parar ou mesmo mudar.
Ou será que Barrichello está realmente feliz com sua genial temporada na Honda? E o Coulthard, que mais parece um funcionário público da categoria? E o que falar de Ralf, Fisichella e Trulli, que correm sem resultados, sem motivação, frustrados, mas não pensam em mudar, não querem largar o osso.
Enfim, é nos ovais americanos, com aquela infinidade de carros se tocando, com aquela infinidade de bandeiras amarelas tremulando e aquele cheiro de churrasco com barbecue no ar, que Montoya se sente em casa.
É lá seu ambiente. É lá que sua mulher e filho podem passear alegremente com outras famílias de pilotos. É lá que ele pode andar com seu jogging e tênis Nike sem ser censurado. É lá que ele pode andar com seus óculos escuros presos no boné sem parecer um pagodeiro. É lá que ele participa dos indefectíveis shows do David Letterman, ou Jay Leno, ou... Enfim, é lá que está a sua turma.
E fica a pergunta, a triste pergunta: será que alguém sentirá sua falta na Fórmula 1?
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