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11.08.11 - Roberto Agresti |
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17.05.11 - Eduardo Correa |
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18.09.09 - Luis Fernando Ramos |
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12.12.08 - Alessandra Alves |
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27.10.08 - Luiz Alberto Pandini |
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29.07.11 - Carlos Chiesa |
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21.09.09 - Ernesto Rodrigues |
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| » » » Novembro |
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| Pergunte ao GPTotal |
Novembro |
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| Guy Edwards no March 781S com o qual competiu no campeonato Aurora AFX em 1978. Um carro semelhante foi inscrito para o belga Patrick Neve no GP da Bélgica daquele ano. |
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Recentemente verifiquei que a Equipe March que abandorara a f-1 ao final de 1977, participou de apenas um treino para um gp em 1978 mas nâo se classificou nas mãos de Patrick Neve (equipe particular) com o modelo 781S. Gostaria saber se é verdade e se possivel ver uma foto deste carro que seria o número 29.
Grato
Tarcisio SBO -SP
Olá, Tarcísio. O belga Patrick Neve realmente estava inscrito nessa corrida, mas o carro não ficou pronto a tempo de disputar o treino pré-qualificatório. Nessa época, disputavam a pré-qualificação as equipes não pertencentes à FOCA - os piores eram eliminados logo de cara.
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| Ian Scheckter durante um teste com o March 2-4-0. Este carro nunca correu e muitos juram que foi construído apenas como golpe publicitário. |
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Não consegui nenhuma foto de Neve com o March 781S na Bélgica. Temos somente uma foto do inglês Guy Edwards, que em 1978 correu com esse modelo no campeonato Aurora AFX (leia mais na seção "Pergunte ao GPtotal"). Como você mesmo observou, a March não fazia mais carros de F 1 em 1978. O March 781S se parecia muito com o March 782 que disputava a Fórmula 2. Evidentemente, tinha motor e pneus de F 1.
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| O brasileiro Alex Dias Ribeiro rumo à vitória no GP de Nurburgring de F 2, em 1978. Repare na semelhança com o March 781S. |
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Pelo que consegui apurar, foram construídos dois March 781S. O primeiro teve como base o March 2-4-0, um Fórmula 1 de seis rodas (quatro na traseira) que não chegou a competir. O 2-4-0 foi desmontado e recebeu carenagem do March 782, o Fórmula 2 que a March construiu para a temporada de 1978. O segundo 781S era efetivamente um 782 com mecânica e pneus de Fórmula 1. Fico devendo uma informação: se osMarch 781S foram desenvolvidos pela própria March ou se a equipe de Guy Edwards fez esse trabalho sozinha. Abraços. (LAP)
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Olá Pessoal!!!
Primeiramente gostaria de falar que o site de vocês é uma brasa, mora!
Depois, gostaria de perguntar: quais foram os carros e os pilotos da Rob Walker Team?
Fotos também ajudariam. Obrigadão.
Gabriel Rocha Medeiros, Goiânia
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| Brabham com o Cooper de Rob Wlaker na Inglaterra 57. |
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Gabriel, parabéns: você fez uma das perguntas mais cabulosas que respondi aqui em mais de quatro anos de GPTotal.
Cabulosa porque referências que nunca me deixaram na mão, como
Marlboro Guide, The Great Encyclopedia of Formula 1 e 2001 Formula One Annual (que traz em suas páginas finais, resultados completos de todas as temporadas da categoria), simplesmente não listam resultados por equipe, apenas por fabricante. Hoje, uma coisa é, por regulamento, igual a outra. Mas nem sempre foi assim. Como muitos dos leitores sabem, só a partir dos anos 90 é que as chamadas equipes privadas – que não construíam seus carros – deixaram de existir. E a de Rob Walker foi, certamente, a equipe privada mais importante da história da Fórmula 1, a única a vencer vários GPs.
Sem recorrer à internet, pesquisei sua resposta em um livro ao qual nunca dei muita bola, The Checkered Flag, de Ivan Rendall, e a algumas fontes indiretas, de forma que não garanto que vá mencionar todos os pilotos que trabalharam com o escocês Walker.
A equipe estreou na Fórmula 1 em Mônaco 57, com ninguém menos do que Jack Brabham – um futuro tricampeão mundial - ao volante de um Cooper com motor Climax. A partir do GP da Inglaterra, Walker passou a “abraçar” a frente dos seus carros com uma faixa branca, que tornou-se a marca registrada da equipe. Os resultados, ao final do ano, seriam bastante modestos.
No ano seguinte, Stirling Moss é contratado pela equipe e faz história já na abertura do campeonato, na Argentina: é a primeira prova oficial de Fórmula 1 (acho que extra-oficial também) vencida por um carro com motor traseiro. Na corrida seguinte, Maurice Trintignant junta-se à equipe (Moss chegou a treinar com o Cooper mas, na corrida, usa um Vanwall – coisa da Fórmula 1 de antigamente...) e ganha a prova. Mas a equipe tem pouco a registrar nas corridas seguintes.
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| F1 anos 60 Bonnier e seu Brabham no grid da Inglaterra 65. |
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Moss estaria de volta em 59, faturando os GPs de Portugal e Itália, terminando o ano em 3o no Mundial. Trintignant também correu pela equipe, terminando o ano em 5o. O carro continuava sendo um Cooper Climax.
Em 60, Rob Walker opta pelos Lotus, mantendo Moss como piloto. Consegue duas vitórias, Mônaco e Estados Unidos. Moss termina em 3o no Mundial.
Em 61, com Moss e Lotus, Walker consegue uma vitória antológica, em Mônaco, batendo um esquadrão de três Ferrari. Os tempos de volta de Moss são, quase todos, inferiores ao da pole. Mais uma vitória viria na Alemanha e, novamente, um 3o posto no Mundial.
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| Siffert no caminho para a vitória, Inglaterra 68. |
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Em 62, Walker traz Trintignant para o lugar de Moss, que abandonara as corridas depois de um acidente. Correndo com um Lotus, não conseguem um ponto sequer ao longo do ano.
Em 63, alinha um Cooper para Jo Bonnier. Em 64, a equipe começa o ano com Cooper mas, já na segunda corrida do ano, passa a alinhar um Brabham quase sempre equipado com motores Climax, combinação que se repete em 65. Nos três anos, os resultados são parcos.
Em 66, o Brabham é trocado por um Cooper com motor Maserati a partir do segundo GP do ano, tendo Jo Siffert como piloto. A equipe segue igual no ano seguinte, sem grandes resultados.
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| Hill com Lotus 72 no México 70. |
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Rob Walker só voltaria a comemorar uma vitória, a sua última em GPs, na Inglaterra 68, com Siffert ao volante de um Lotus 49. Bons resultados aconteceram no começo da temporada 69.
Em 70, sempre com Lotus, a equipe contrata Graham Hill, bicampeão mundial mas já com doze anos de Fórmula 1 nas costas. Pouco conseguem e Rob Walker abandona as competições no final daquele ano.
Seu nome continuará sendo usado por dois anos mais por John Surtess, que estreava como construtor e encarava a sua última temporada completa na Fórmula 1 como piloto. O carro, porém, era fraco e nada acontece.
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| Mike Hailwood na Itália 72. |
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O acordo Walker-Surtess repete-se em 72, com Mike Hailwood ao volante. Um 2o lugar em Monza é o melhor resultado da equipe.
Walker faleceu em 29 de abril de 2002. Sempre foi reverenciado como um dos maiores cavalheiros que passaram pela Fórmula 1.
Abraços (EC)
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Me disseram que no período em que a F1 usou motores de 1,5 litros, os acidentes fatais eram muito raros, e que depois de 1966, com o aumento da capacidade volumétrica para 3 litros, morreu muita gente.
Isso procede ou não?
E já que o assunto é morte, quantos pilotos perderam a vida na categoria?
Luiz Franco, Campos do Jordão
Oi Luiz
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| Os restos do Maserati de Onofre Marimon, na Alemanha 54 |
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O assunto é desagradável mas não há como fugir dele.
Começando pelo fim, os pilotos que perderam a vida em GPs são:
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Onofre Marimon, no GP da Alemanha de 54, |
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Luigi Musso, na França 58, |
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Peter Collins, na Alemanha 58, |
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Stuart Lewis-Evans, em Marrocos 58, |
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Chris Bristow e Alan Stacey na Bélgica 60 (sim: Imola 94 não foi, infelizmente, uma novidade), |
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Wolfgang Von Trips, em Monza 61, |
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Carel de Beaufort, na Alemanha 64, |
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John Taylor, na Alemanha 66, |
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Lorenzo Bandini, em Mônaco 67, |
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Jo Schlesser, na França 68, |
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Gehard Mitter, na Alemanha 69, |
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Piers Courage, na Holanda 70, |
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Jochen Rindt, em Monza 70, |
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Roger Williamson, na Holanda 73, |
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François Cevert, nos Estados Unidos 73, |
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Helmut Koinigg, nos Estados Unidos 74, |
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Mark Donohue, na Áustria 75, |
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Tom Pryce, na África do Sul 77, |
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Ronnie Peterson, em Monza 78, |
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Gilles Villeneuve, na Bélgica 82, |
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Riccardo Paletti, no Canadá 82, e |
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Roland Ratzenberger e Ayrton Senna em Imola 94. |
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| Mark Donohue e seu March nos treinos para o GP da Áustria de 75 |
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Vinte e quatro pilotos, portanto. Deixei de fora da lista macabra pilotos que, como Jo Siffert e Elio de Angelis, morreram durante testes e corridas extra-oficiais, assim como espectadores, fiscais de pistas e também os pilotos B. Vukovich, J. Unser e B. Cortner, que morreram enquanto disputavam as 500 Milhas de Indianápolis, que valiam pontos para o Mundial de Fórmula 1 mas não podem ser consideradas como GPs já que a maioria absoluta dos pilotos de Fórmula 1 não a disputavam. Ficaram de fora, ainda, pilotos que, como Jim Clark, Bruce McLaren e dezenas de outros, perderam a vida competindo em outras categorias.
Quanto à sua pergunta inicial, a Fórmula 1 correu com motores de 1,5 litro em 50 e 51 e de 61 a 65. De 66 até 82, todos os carros vencedores foram equipados com motores aspirados de 3 litros, que voltariam a ser empregados apenas em 96.
Olhando para a lista acima, sua conclusão é correta. Apenas dois pilotos perderam a vida em GP com um motor de 1,5 litro, enquanto doze pereceram pilotando carros com motores de 3 litros.
Mas acho que a frieza dos números não pode ser considerada prova de que a Fórmula 1 de 1,5 litro era menos mortífera. No GP da Itália de 61, por exemplo, 13 espectadores morreram ao ser atingidos pelo Ferrari de Von Trips. No ano seguinte, em Mônaco, um fiscal de pista morreu ao ser colhido pelo BRM de Richie Ginther.
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| Tom Pryce, com Shadow, na corrida em que perdeu a vida |
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Além do mais, a quantidade de GPs disputados a cada ano a partir de 66 era bem maior. Exemplo rápido: em 50 e 51, as duas temporadas somadas tiveram 13 GPs mais duas 500 Milhas; em 73, em contrapartida, tivemos 15 GPs.
Assim, a conta mais correta - e me perdoe mas não vou faze-la - seria ponderar o número de acidentes fatais pelo número de corridas disputadas com cada tipo de motor.
Abraços (EC)
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