Benetton em melhores condições, sem dúvida, mas muito habilidosa e inventiva.
Schumacher x Raikkonen Brasil 2006
Clássica, supervalorizada, mas muito boa.
Senna x Mansell Hungria 90
Você citou Mansell em Berger, mas Mansell levou uma chicotada pior que na Inglaterra 87 e com carros em boas condições. A fritada de Senna é sensacional...
Massa x Hamilton Hungria 2008
Foi na largada, mas arrebentou, de verdade...
Rubinho x Irmãos Schumacher Espanha 00
Uma boa dose de sorte e carro em melhores condições, mas muito boa...
Alonso x Massa Nurburgring 2007
Carro em melhores condições, mas muito corajosa (Massa bateu), habilidosa e inventiva...
Damon Hill x Frentzen, Suzuka 98
Outra que eu considero sensacional, mas pouco lembrada. Hill enfiou um carro num lugar inesperado e, o mais importante: era a última volta:
Até+
Roberto Andrade
Oi Roberto
Excelentes lembranças! De fato, a largada de Massa na Hungria é sensacional e a ultrapassagem de Hill em Suzuka idem. E que corridaça a de Senna na Hungria 90. Foi um momento importante do campeonato, Senna reagindo à superioridade de Alain Prost a partir do GP do México.
Sobre a 2ª mais bela ultrapassagem, desempataria em favor do brasileiro – mas só por bairrismo mesmo...
Parabéns Edu, as duas colunas sobre ultrapassagens ficaram um verdadeiro show!
Em minha modesta opinião, o que dificultou um pouco as ultrapassagens, foi a criação do câmbio no volante. Vou dar um exemplo: com a alavanca manual, as coisas eram bem mais complicadas, do que simples toques em borboletas atrás do volante.
O câmbio no volante, em uma disputa na pista, seria o mesmo que colocar dois cowboys para se enfrentarem com as suas armas, já engatilhadas e apontadas um par ao outro, e quando disparassem, ambos morreriam.
Já o câmbio manual, é o mesmo que o duelo clássico que já vimos uma infinidade de vezes nos filmes.
Pensei que em sua ausência durante algum tempo deste site, você tinha tirado o tempo para se informar, pesquisar e ler muito antes de emitir suas opiniões. Estava enganado.
Hungria/86: A ultrapassagem seria inevitável, pois se tratava de um carro em melhores condições de ritmo e estava sendo pilotado por um piloto que sabia tratar do carro (Piquet). Sobre resistência à ultrapassagem, qualquer piloto com habilidade poderia resistir a ela, ajudado pelo traçado do circuito (pavoroso até hoje) e por um carro ao menos razoável (como a Lotus era). Senna não facilitou de jeito nenhum, pois estava disputando a posição, mas também percebeu que a luta era inglória e que seu motor consumia bem mais combustível e a qualquer momento poderia deixar de marcar pontos.
Não sou fã de nenhum dos dois, porém foi uma manobra de altíssimo nível e risco elevado, mas tudo correu bem. Quanto ao montão de poles, é fácil com um carro especial para isto (todos sabem do que me refiro ), não é necessário ser de outro planeta para fazer isto.
eu não sei aonde o amigo Eduardo Trevisan leu a frase “quando os italianos começarem a cuidar da Ferrari, ela descamba”.
Eu não sou fã da Ferrari mas a equipe começou a descambar em 2007. Eu não me lembro se o chefe de equipe já era o Domenicalli, mas o Kimi só foi campeão por erros da McLaren. Em 2008, o Felipe só não foi campeão também por erros do Sr. Estafano Domenicalli e sua turma. É só acompanhar a cronologia ano a ano e vocês irão ver o quanto eles, do Cavalinho Rampante, decaíram.
Que falta esta fazendo o Ross Brown e Jean Todt. Deixo bem claro, não sou fã da Ferrari até porque a Ferrari não fez nada pelo automobilismo brasileiro. Sou mais a McLaren!
Gostaria de parabenizar o amigo Marcio Madeira por sua excelente coluna Austrália, 1986.
Esta foi, na minha opinião, a melhor temporada da história da F1, e o GP da Austrália de 1986, foi o clímax, fechando o ano com chave de ouro, totalmente oposta que a ultima corrida da temporada de 2010.
Trata-se da manobra do Schumacher pra cima do Fisichella, no Laranjinha, em Interlagos 2005. Mas, por algum motivo, essa manobra nunca recebeu o espaço que merecia. Na minha opinião, é muito mais bonita, arriscada e mais difícil do que muitas das que apareceram na coluna.
abraços
Rafael, BH
Oi Rafael
concordo plenamente com você e elogiei efusivamente a manobra de Michael Schumacher em minha coluna Um milhão de dias, de 3/10/2005, depois de tê-la visto com meus próprios olhos, pois estava numa tribuna na Curva do Lago e acompanhando a trajetória do alemão.
Esta foi uma das ultrapassagens que simplesmente esqueci de relacionar e conto com a ajuda dos leitores para recupera-las.
Eu não diria que o Massa está mais rápido que o Alonso. Muitos já estão dizendo isso por conta das duas últimas corridas, mas é cedo demais. Gostaria muito, pois não me acostumei a ver os brasileiros como segundos pilotos de suas equipes.
Na minha opinião, Alonso é mais rápido e isso não significa que ele vencerá 100% dos duelos com Massa. Nem Schumacher conseguiu vencer 100% dos duelos com o declaradíssimo segundo piloto Rubens Barrichello no início dos anos 2000. Então, calma aí, pois é bom ver o Massa andando na frente, mas não acredito que isso aconteça por muito tempo. Logo Alonso tomará providências ou logo a Ferrari tomará providências. Quem manda ser segundo!
Gostaria também de fazer um comentário sobre a citação da ultrapassagem do Piquet sobre o Senna em 86 na Hungria na coluna do Edu. Realmente foi uma belíssima manobra. Incontestável. Valorizada por ser o Senna o piloto da frente.
O fato (na minha opinião) é que o Senna fazia milagres e mágicas inacreditáveis. Se a Lotus tivesse qualquer outro piloto ao volante, aquela ultrapassagem jamais aconteceria, pois a Lotus jamais estaria à frente das Williams. Ou seja, existia uma gigantesca diferença de carro para carro. Essa gigantesca diferença era maior ainda, pois o Senna não tinha trocado os pneus e o Piquet sim. Ou seja, o que nivelou a coisa e fez a ultrapassagem ser genial, foi que existia também uma gigantesca diferença de piloto para piloto. Piquet foi um dos melhores pilotos que já existiu na F1. Mas Senna era de outro planeta, amigo.
Repito: o Piquet jamais teria chance de fazer aquela ultrapassagem não fosse Senna ao volante da Lotus. O lugar da equipe Lotus em 1985, 1986 e 1987, era lutando por pontos ou, com muita sorte, lutando por um terceiro lugar. Senna fez uma montanha de poles e venceu corridas. Levou a equipe ao status de equipe grande, lembrando os gloriosos anos 70.
A Red Bull pode prescindir até mesmo do Kers (não por muito tempo, claro) porque tem um carro bom, mas a Ferrari não pode ser agressiva em nada enquanto tiver com aquela bomba nas mãos.
A estratégia de fazer uma parada a menos foi junior para quem tem um carro pouco equilibrado e ainda sob suspeita. Tem que fazer arroz-feijão antes de sofisticar. Ao menos podiam ter usado uma estratégia para cada carro.
Não lembro onde li a frase: Quando os italianos começarem a cuidar da Ferrari ela descamba. Gostaria de discordar...
Alô galera, a nova temporada da Fórmula 1 promete! Atenção, não sei se ainda é um pouco cedo para afirmar isto, mas o que me parece é que Vettel será o campeão de 2011.
Não só pela sua velocidade e consistência, mas também pela superioridade das Red Bull. Basta ver o desempenho dos dois na Malásia. O Vettel não deu chances a ninguém e o Weber largou mal, caiu para décimo e mesmo fazendo quatro paradas para troca de pneus, chegou em quarto e por muito pouco não subiu ao pódio.
Vamos aguardar para ver, que viver verá! Um abraço a todos
Todas elas são fantásticas, porém Hungria 1986 é inigualável. E pensar que existem ufanistas que a minimizam por apreço a um piloto em detrimento do outro. Sinto falta da época em que o Edu publicava de forma mais assídua, inclusive escrevendo colunas nas madrugadas após os GPs.
Edu, a F1 continua como sempre foi: escura e repleta de interesses por trás dos boxes e fantástica e empolgante nas pistas.
gostei muito da sua coluna Em busca da ultrapassagem perfeita, mas gostaria que você me esclarecesse dois pontos:
1o) Você escreve “É como se alguém estivesse sendo punido por ser mais rápido”.
Como o piloto da frente pode estar mais rápido se o de trás o alcançou?
2o) Na última ultrapassagem citada, a de Piquet sobre Senna na Hungria 86, você escreve: “e também pelo fato de os dois carros estarem em condições bastante semelhantes”. Que condições são estas?
Abraços, e obrigado por poder participar de um site tão bom sobre F1.
1º) alcançou... mas não passou. Agora, com a asa móvel ao alcance apenas do perseguidor, há muito menos possibilidades para quem vai à frente se defender. É este o sentido da minha afirmação: quem vai à frente, fica de mãos amarradas para se defender de uma ultrapassagem.
2º) O que quis dizer é que o desempenho dos carros era bastante semelhante até aquele momento, em oposição, por exemplo, aos carros de Mika Hakkinen e Michael Schumacher em Spa 2000.
Dia 25 de abril, devo publicar coluna com a análise de mais ultrapassagens marcantes.
Lendo a sua coluna em Busca da Ultrapassagem Perfeita, concordo com você em número, gênero e grau. Não houve uma ultrapassagem tão perfeita e bela como àquela de Nelson Piquet em cima de Ayrton Senna no GP da Hungria de 86.
Parece que a beleza e perfeição também ficou perdida naqueles anos 80. Que saudade!
Desde jovem, sempre admirei o piloto e empresário Fausto Prado.
Lendo recentemente coluna GPTotal sobre a equipe Daccar de Fórmula 3 e a polêmica criada na época em relação às supostas irregularidades nas suspensões dos carros, pelo que eu soube a FIA disse em documento oficial que a equipe estava dentro do regulamento.
Pergunta 1: A CBA não teria que acatar o parecer da FIA?
Pergunta 2: na coluna, se diz que o campeonato de Fórmula 3 perdeu muita credibilidade. Eu concordo. O que deveria ser feito para reverter esta situação?
Eu não entendo porque o Galvão, Rubinho e o Massa criticavam tanto o Villeneuve. Peraí! O cara começou sua carreira pilotando carros que eram de estúpida potência na F-Indy, em meio de cobras criadas como Mansell, Mario Andreti, Emerson Fittipaldi, Al Unser Jr. e venceu nada menos que as 500 Milhas de Indianápolis 95. Depois, foi campeão da F1 em 97 e a pedra no sapato do Shummi.
Pergunta pro Ville quem seria a verdadeira chicane ambulante? Será que o Villeneuve assinaria algum contrato pra ser piloto coadjuvante? O vídeo seria uma resposta!
Sobre as regras da F1 na década 70 e 80, gostaria de saber se havia limite tamanho, peso, potência. Nas décadas 70 e 80, os carros, na minha visão, eram bem diferentes uns dos outros. Talvez a regra atual, que limita asa, tamanho e peso, quando surge algo novo, obriga as equipes a copiarem praticamente uns aos outros, tal como tubo redutor de ar, difusor, escapamento e outros.
Porque a propaganda do cigarro foi banida dos carros? Ando pela rua e vejo pessoas fumando! Para mim a propaganda não faz mal algum, eu não fumo, as pessoas que fumam sabem a consequência.
Assim que como o tabaco, as bebidas também fazem mal a saúde. No GP do Brasil 2009, a equipe Brawn tinham patrocínio da Itaipava, a Indy 300 São Paulo 2011 vem com o mesmo patrocinio.
Afinal, se bebida e volante não combina e a cerveja patrocina, porque também não o tabaco?
Será verdade que ele perdeu alguns segundos? É o que dizem alguns comentários. Eu acho que não. Quem vem diminuindo alguns segundos dele são as ordens da equipe Ferrari!
Antes do acidente:
Na Austrália, este ano, ele já fez o mesmo.
Circuito seguro+categoria segura=piloto ileso!
Sobre o incidente na Curva do Café, não foi a curva que fatalizou os dois pilotos e sim o choque entre os carros. Isso comprova a falta de segurança nos carros da Stock.
Na F-Truck e na F-1, os vídeos comprovam um pouco de segurança.
a superioridade do equipamento de Vetel para com o de Weber foi nítido demais para todos nós, creio que se a própria equipe não tivesse dito isso, duvido muito que algum de vocês asseverariam tal coisa pois, o mesmo aconteceu com Massa, e parece que ninguém vem em sua defesa...
O pior, preferem criticá-lo à defendê-lo dos jogos da equipe, e o que coaduna com o que estou dizendo, é a sua crítica sobre o Rubens. Todos sabemos quem foi ele na Ferrari e quem é Massa sem a presença de Todt por lá. Rubens disse que a asa não funcionou, se a asa era indispensável para as curvas, sem carga aerodinâmica o freio pouco adiantaria para a velocidade com que se projetou na curva não é?
Pô! Nem o cara explicando de forma coerente vocês não param de descer o malho. Vá torcer contra assim bem longe! Com análises parciais assim, não tem piloto tupiniquim que consiga manter patrocinadores ao seu lado por muito tempo.
Seria bom que se corrigisse esse desserviço ao esporte automobilístico nacional, pois pretendo acompanhar o esporte por mais algumas décadas no sofá de minha casa, e gostaria de ter o prazer de saber que algum brasileiro compõe o grid de largada.
Nelson Piquet em seu primeiro GP, com Ensign, na Alemanha 78 - Clique para ampliar
Primeiramente gostaria de parabenizar o amigo leitor Kleber de Oliveira, de Santo Antonio da Platina, pois penso igual a ele e várias vezes aqui no Gepeto, demonstrei a minha indignação com a atual geração de pilotos brasileiros na F1, não pela parte técnica, mas sim pela postura de campeão que eles nunca tiveram, pois eles têm o coração bom demais para lutar contra seus companheiros de equipe.
Também gostaria de parabenizar a excelente coluna Por que eu gosto da Fórmula Truck, de Lucas Giavoni. Também gosto e muito da Truck, e sem dúvida ela é a principal categoria de automobilismo no Brasil, uma verdadeira festa, e acompanho o campeonato inteiro desde 1996!
Que bom que temos a Truck, pois eu sempre vou quando ela desembarca aqui em Curitiba, e também já estive presente em Cascavel e Londrina para prestigiá-la.
Lembro da decisão do campeonato de 2002 aqui em Curitiba de baixo de muita chuva, fiquei no final do retão e ali deu para perceber bem como estes pilotos são habilidosos.
Que bom que a RG não tem os seus direitos, certamente mudaria os horários e acabaria com a transmissão, pois é isso que ela sabe fazer de melhor, comprar tudo e não mostrar nada direito.
A Stock Car é uma farsa, e dela prefiro não gastar minhas palavras!
Meus sentimentos à família Sondermann.
Edu
Estava assistindo novamente o filme Grand Prix e tentei localizar a piscina de Mônaco, mas não consegui. Porém, lembro de ter visto a piscina em uma das outras vezes que assisti e na sua coluna Grand Prix, de 18/09/2006, você relata também a famosa piscina.
Eu gostaria de saber em que parte do filme a piscina aparece.
Abraço
Mauro Santana, Curitiba
Oi Mauro
Lembro que quando comentei isso aqui no GPTotal algumas pessoas me contestaram. A piscina não existia naquela época, disseram.
Mas existia sim. Ela pode ser vistas no filme por menos de cinco segundos, numa tomada aérea, logo após a largada para o GP de Mônaco. No meu DVD, a cena aparece aos nove minutos e trinta segundos de projeção, na parte superior da tela. A tomada é tão sutil que nem dá pra ver a piscina inteira, apenas a borda que fica mais próxima da pista.
Quem quiser saber mais sobre a evolução do traçado de Mônaco, clique aqui
Pra mim, ela é estilo a Fórmula 1 dos anos 80´s: variedade de marcas, motores turbo, equipes, só grandes patrocínios e, o principal, competividade e segurança acima de tudo! Houve vários acidentes terríveis, piores que o da Stock Car, e o piloto saindo ileso.
A F-Truck é sensacional! Chora menos, quem pode mais!
Interlagos é uma das pistas mais seguras do mundo.
Sobre o acidente da Stock na Curva do Café, sim já houve outros mas fatal só na Stock Car. Na minha opinião, não é a Curva do Café que é perigosa e sim a categoria Stock Car. Seus carros não têm segurança alguma. A FIA não tem que rever a segurança da Curva do Café e sim rever a segurança dos carros da Stock, assim como faz nos da Fórmula 1. Afinal, na Stock já houve outros acidentes fatais com pilotos. É nítida a insegurança destes carros. A categoria usa motores importados de absurda potência e as equipes fabricam gaiolas. Alonso sofreu um acidente pior ainda, só que a segurança do cockpit da F1 é outra.
Pessoal: vamos melhorar a segurança desta categoria antes que seja tarde de mais!
Aos que assistem Fórmula 1 apenas para ter do que falar mal na 2ª-feira: Por que não trocam de esporte?
A Fórmula 1 nunca foi um festival de ultrapassagens, apesar de haver realmente um pouco mais no passado. E se nós gostamos tanto do esporte é justamente porque ele representa o auge da tecnologia automobilística, eventualmente facilitando a vida dos pilotos.
E outra, àqueles que dizem que é fácil guiar um carro desses no limite, eu digo que tenho sérias dúvidas. Sem direção hidráulica, controles de tração e largada, kers ou câmbio automático, concordo que o piloto era muito mais exigido fisicamente. Mas com o passar do tempo estou certo de que a margem de erro caiu muito, tornando aquela pilotagem bruta em algo muito mais preciso e cirúrgico. E ainda, apertando dezenas de botões durante cada volta.
Os pilotos de antigamente são heróis por quê? Porque estão no passado. À época de Senna os mesmos comentários eram feitos na imprensa e nos paddocks da vida. Quero propor um exercício:
Imagine uma temporada sem nomes famosos, com pilotos de pouca personalidade, mas ainda assim, alguns poucos apontados como fora de série. Essa temporada conta com apenas um campeão mundial, que tem a preferência de sua equipe (e esta pedirá já nas primeiras provas do ano para que o companheiro ceda a posição). Essa grande temporada é apontada como o ocaso da grande categoria do automobilismo, pois a última década contou com grandes pilotos, grandes rivalidades, verdadeiros heróis. Muitos apontam as inovações tecnológicas, como os motores turbo e carros asa como o veneno que destruirá o esporte.
O campeão esse ano será um jovem brasileiro que estreara na categoria há pouco mais que dois anos, PAGANDO para correr em suas duas primeiras equipes, a Ensign e BS Fabrications. Será que foi fácil para essa geração pilotar na Fórmula 1 depois de Fittipaldi, Stewart, Regazzoni, Hunt, Peterson, Andretti? Mesmo assim é uma geração que cultuamos. Pilotos pagantes, facilidades ao volante, trapizongas aerodinâmicas... Isso foi a temporada de 1981. Em 1979 o cara que todos consideram o exemplo do grande piloto cedeu posições e o título para Jody Scheckter.
Não vou dar mais exemplos, não precisa muito para negar que Massa é menos homem que qualquer piloto do passado, ou que a Fórmula 1 de hoje não tem méritos. Mas se mesmo assim tiver alguém que goste mais das corridas daquela época, o Youtube tem todas. Assisto direto!
Primeiramente, gostaria de agradecer ao amigo leitor Cristiano de Londrina por mandar o link do autódromo de Kyalami. Infelizmente, foi mais uma baita pista que foi mutilada. Minha esperança era que fossem dois autódromos diferentes, mas eu estava enganado
Sempre fui fã das pistas de alta, e a que mais me deixou saudades foi o velho Österreichring na Áustria. Vejam o vídeo abaixo, que pista fantástica!
Viram? Isso era pista de verdade!
Também tenho de concordar com o amigo leitor Ernesto Gomes, Teixeira de Freitas e o Edu.
Essas corridas de madruga já passaram da conta, pois o bom mesmo era quando tínhamos somente as duas últimas provas no Japão e na Austrália. Com decisão de campeonato então, era muito show!
E pra finalizar, também concordo com o amigo leitor Fernando Monteiro, São Gonçalo, pois até a metade dos anos 80, a F1 era mágica, com motores Turbo, pura e ao mesmo tempo simples.
Isso tudo comparado aos dias de hoje, me trazem grandes recordações e bastante saudades!
Revi a corrida da Austrália e percebi que momentos antes da colisão do Barrichello com o carro do Rosberg, ele usava o Kers.
Minha conclusão é que o acidente foi causado por imperícia ou falta o hábito no uso do equipamento pois, como Rubinho mencionou em entrevista durante a corrida, não intencionava ultrapassar o concorrente naquele momento.
A F1 do passado Vs´ a F1 do presente. O que será pro futuro?
No passado, tínhamos pilotos com objetivo! Atenção, garotada do kart ou de outras categorias: a vontade de vencer força limites, indiferente de qual seja a equipe, piloto, rival ou não. Tenha uma inspiração!
A F1 do presente, sei lá o que dizer... Até o narrador da TV espanhola já sabe: ele disse numa transmissão “Massa tem que entregar a posição para não estragar a estratégia.
É muito triste para nós, brasileiros. Não temos pilotos disputando título. Hoje, o torcedor espanhol, alemão e inglês vivem o que vivemos nas décadas 70, 80,90.
Entendo que eles assinam contratos sabendo o que vão fazer durante uma temporada. Aliás, eles se limitam por boa vontade ou seja ajudar o compamheiro, afinal quem manda é a equipe! Será que no futuro teremos piloto campeão? Ou teremos piloto coadjuvante?
Na temporada de 1993, o carro da McLaren era bem melhor que o da temporada anterior, porém faltava potência no motor, pois a Honda abandonou a equipe no ano anterior.
Pergunto: a McLaren com um Honda V12 ao invés do Ford V8, seria páreo para o carro da Williams?
Eduardo, Vila Velha
Oi Eduardo
acho que não, Eduardo, mesmo Ayrton Senna estando no auge da sua forma.
Lembre-se que a Honda paralisou o desenvolvimento dos seus motores provavelmente no final da temporada de 91, sem falar nas qualidades do chassi Williams, o carro do outro planeta e que já foi páreo duro para a McLaren a partir da metade de 91. E, em 92, foi um grande passeio, Nigel Mansell tendo chegado ao título com uma das maiores antecedências da história da Fórmula 1.
Trabalhei há alguns anos com um advogado que me disse certa vez haver sido piloto de Fórmula V. Seu nome é José Luiz Bastos. Podem-me dizer algo sobre ele?
Grato
Edson Rosa, São Paulo
Oi Edson
Digitei “Fórmula V José Luiz Bastos” no Google e veio bastante coisa. Experimente você também mas vamos aguardar pela ajuda dos amigos leitores.
Pesquisei pela rede e nao encontrei nada sobre a data de inaguração do Autódromo Internacional de Santa Catarina, em Canelinhas. Apenas vi algumas notícias antigas e algumas fotos das obras e nada mais.
Vocês tem alguma notícia sobre este autódromo? Obrigado
Arthur, Recife
Oi Arthur
Não tenho, infelizmente. Vamos aguardar pela ajuda dos amigos leitores