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11.08.11 - Roberto Agresti |
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17.05.11 - Eduardo Correa |
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18.09.09 - Luis Fernando Ramos |
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12.12.08 - Alessandra Alves |
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27.10.08 - Luiz Alberto Pandini |
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29.07.11 - Carlos Chiesa |
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21.09.09 - Ernesto Rodrigues |
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| » » » 28.01.11 |
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| Opiniões e Dúvidas dos Leitores |
28.01.11 |
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Caros Gepetos
Sempre é tempo de desejar um grande 2011 a todos.
Grande abraço.
PC, Alegre, Espírito Santo
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Em 27 de janeiro, há 37 anos, o Rato vencia mais uma vez em Interlagos pilotando o M23.
Saudades daquele tempo. Ali se via ultrapassagens na pista e pilotos fazendo as curvas 1 e 2 de pé embaixo. Naquela época sim havia um monte de bons pilotos.
Um abraço a todos os leitores e colaboradores deste super site.
Walter Augusto, São Paulo
Oi Walter
Obrigado pela lembrança. Eu estava lá!
Abraços (EC)
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Olá Amigos do GPTotal
Primeiramente gostaria de mandar um grande abraço ao amigo Marcio Madeira, e fico feliz em saber que os donativos estão chegando. Qualquer coisa que precisar, amigo Marcio, é só falar! Realmente é uma vergonha essa badalação ao redor do R. Gaucho, no mesmo estado em que ocorreu esta tragédia.
Também gostaria de parabenizar o amigo Marcel Pilatti por sua ultima coluna. Que saudades Kimi dá também! E confesso que conforme as frases iam sendo vencidas, um nó na garganta ia ficando cada vez mais apertado.
Kimi sem duvida faz falta para a F1, e talvez tenha sido por esta chatice que a F1 a muito tempo é, que ele se mandou dela.
Nas minhas férias de final de ano, mais precisamente na minha ultima semana, escolhi alguns GPS dos anos 80 para assistir novamente e assim foi, uma corrida de manhã, outra à tarde e que saudades que me deu de poder rever um grid com muitos dos personagens que o amigo Marcel listou.
Quem sabe um dia ele volta, mas acho difícil isso acontecer, pois na F1 globalizada já não tem mais lugar para Kimis, Piquets (Pai), Hunts, Petersons, e tantos outros que deixavam a F1 mais humilde e alegre.
É, vamos ver o que vai ser a F1 2011!
Abraço a todos
Mauro Santana, Curitiba
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| Ickx, com Lotus, foi o 3o colocado Clique para ampliar e veja, ao fundo, a bagunça nos boxes de Interlagos - Clique para ampliar |
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Falando sobre a possibilidade de haver armações na F1, não podemos esquecer a patriotada que houve por parte da direção de prova no GP de Mônaco de 1984, quando Prost liderava com seu McLaren e vinha mais lento que o segundo colocado, o brasileiro Ayrton Senna da Silva que claramente tinha tudo para alcançar o piloto francês.
Mas quis o destino que o belga Jacky Ickx desse a bandeirada pra Prost antes do seu final, privando assim o brasileiro Senna de uma muito provável primeira vitoria na F1.
Julio Cesar Mauro, Varzea Paulista
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O Roberto Agresti na sua coluna Batendo no Bernie mostra a importância desse velhinho movido a ambição que ajudou a construir um império chamado F1.
As corridas de Grand Prix dos anos 60 e 70 se transformaram em um espetáculo rentável nos dias de hoje graças a ele. Mas existem certas coisas com as quais eu não concordo. Os carros praticamente não quebram, as ultrapassagens são mais raras, a superioridade técnica dos carros de ponta não dá nenhuma chance para as equipes médias e pequenas, os pilotos são uns bobões que falam o estritamente necessário em suas entrevistas, além é claro da extrema futilidade das celebridades no padock, tipo aquela namorada do Hamilton que nunca ri.
Porém, acho que a evolução natural das coisas levaria a F1 a isso, ou então ela morreria, como disse o Agresti. Mesmo assim, eu sou otimista e cada vez mais sites especializados como esse ajudam a formar a opinião do público nem tanto atento a esses detalhes e que por isso podem passar a exigir a volta de aspectos mais românticos para a categoria como pilotos com mais personalidade ou corridas mais emocionantes, independente do fato de se ter chuva ou não. Nesse sentido, a própria evolução da F1 nos próximos anos vai ter que considerar muita coisa errada nos dias atuais.
Até o Tio Bernie, esperto que é, sabe disso.
Iron, Belo Horizonte
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É ruim, mas temos que reconhecer: erramos, e por esta razão peço que o Marcio Madeira aceite minhas desculpas. Realmente o Mike Spence andou sim de BRM, com o espectral H-16, que teve uma única vitória na sua meteórica carreira, e foi equipando uma Lotus guiada por Jim Clark.
Carlos Alberto Petry, Taquara
| Opiniões e Dúvidas dos Leitores |
25.01.11 |
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Com todo o respeito ao Marcio Madeira, mas Mike Spence nunca foi companheiro de Jackie Stewart.
O Spence era companheiro de Jim Clark na Lotus enquanto Stewart era segundo piloto da BRM tendo como primeiro piloto Graham Hill.
Carlos Alberto Petry, Taquara
Oi Carlos Alberto
Informa o Marlboro Guide: Spence correu pela Lotus entre 63 e 66, num total de 24 GPs mas nem sempre pela equipe oficial de fábrica. Em 67 e no GP da África do Sul de 68, correu pela BRM.
Abraços (EC)
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| Com Lotus equipado com motor BRM, na Alemanha 66 |
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Amigo Firmo
Quando nos referimos a tecnologias no aspecto de material de construção e aerodinâmica vivemos nos dias atuais o ápice tecnológico da F1, observe que os carros atuais bateram todos os recordes dos obtidos pelos brutos motores dos anos 80.
Do ponto de vista da eletrônica/hidráulica você está absolutamente certo 1993 e no caso da Williams também 1992 foram os anos em que esta tecnologia dominou de forma absoluta a F1. Observem que mesmo neste período o fator piloto desequilibrava uma vez que Senna fez, ao meu ver, sua melhor temporada do ponto de vista pilotagem superando neste aspecto Berger, da mesma equipe, e Prost que pilotava uma Willians, sob todos os aspectos superior a McLaren, mesmo sem levar o título aquele foi sem dúvida o grande ano de Senna, um ano para mostrar que o piloto sempre faz a diferença, uma ano para jogar por terra que os grandes pilotos só se sobressaem com carros sem as ajudas eletrônicas, provando que os grandes seriam grande em qualquer época.
Quanto aos azares de Barrichello continuo creditando a eles a falta de um título ao brasileiro que nunca foi ou será gênio e um título, a pesar de lhe garantir mais fãs e menos críticas não faria melhor do que é, como não o fez com Damon Hill, Jaques Villeneuve e tantos outros. Alguns podem dizer que ele teve suas chances, mas quer azar pior que pilotar um carro na mesma equipe de um gênio que foi o que houve na Ferrari quando o Barrichello esteve por lá?
Que o diga Berger, Massa e mesmo Mansell que com todo apoio da Williams não conseguiu vencer Piquet.
Na Brawn, Rubens teve uma dificuldade inicial de se adaptar aos freios, suspensão, pneus ou sei lá o que, e Button levou uma sorte danada, de campeão, nas primeiras provas e quando Barrichello finalmente se adaptou ao carro (até gênios sofrem com este tipo de coisa) e conseguiu guiar mais rápido que o inglês a RBR já era o melhor carro e a ex Honda não tinha verba para evoluir seu carro e priorizou um campeonato ganho nas primeiras corridas. Nosso Barrichello é um bom piloto que fala besteiras como ninguém e azarado como poucos.
Quanto a F1 de quatro cilindros turbo limitado a 10.000 giros não vejo problemas, uma vez que a BMW correu nos anos 80 com um 4 cilindros turbo com potencia acima do valame nossa senhora, quanto a rotação um câmbio com mais de uma over driver dá conta do recado, esta configuração fez a alegria de Piquet e bateu boa parte dos recordes da F1 da época lhe garantindo o título de 1983 contra turbos V6 e se não me falha a memória alguns poucos aspirados V8 e V12.
Josenildo Henrique de Melo, Recife
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Caro Firmo,
Em relação ao que é tecnologia você está totalmente equivocado. Tenho certeza que os carros pilotados pelo Bruno Senna e Luca di Grassi em 2010 são muito, muito mesmo, mais avançado tecnologicamente de que os carros conduzidos pelo Ayrton Senna ou Alain Prost em 1993.
A comparação é descabida, pois são 17 anos de evolução. Os computadores daquela época eram primários em relação aos atuais. Não dá para entender alguém que acompanha a Fórmula Um fazer uma afirmação daquelas.
Osvaldo, Maringá
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Pilotada,
Os dirigentes estão pirando de vez! Asa traseira móvel? Redução da resistência dos pneus para mais paradas no box? Efeito-solo, para dar ainda mais dependência de downforce?
Nada disso! A solução me parece ser: pneus mais resistentes, para durar uma corrida inteira, com proibição de paradas nos boxes, piloto por sua própria conta, sem rádio ou qualquer outro tipo de comunicação com os boxes, inclusive placas, e a diminuição do downforce.
Se quiser, passa na pista. Ou então faz papel de bobo acompanhando o piloto da frente até o fim da corrida...
Carlos Ganhadeiro, Vassouras
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| Opiniões e Dúvidas dos Leitores |
20.01.11 |
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Olá Amigos do GPTotal, Feliz 2011!
Gostaria de iniciar o ano postando três vídeos. Neste primeiro, de 1992, com direito a entrevista do grande Ricardo Divila, podemos rever a que alto nível a F1 havia chegado em seus avanços tecnológicos.
http://www.youtube.com/watch?v=0fuhp9RWHwE.
Já no segundo vídeo, em 1987, o que já era bom para a F1, para os dirigentes não era o suficiente.
http://www.youtube.com/watch?v=07QwYiRkUKM
Porém, o que dizer dos problemas e melhorias para os dias atuais como nos mostra o terceiro vídeo, de 2010?
http://www.youtube.com/watch?v=2bpZkBWqf94&feature=related
Será que somente na temporada de 2010, que tivemos uma diferença de velocidade entre carros como aconteceu no GP de Valencia envolvendo a RBR de M. Webber e a Lotus de J. Trulli?
Abraço a todos
Mauro Santana, Curitiba
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Pilotada,
Não há nada como a honestidade e sabedoria, da época em que os homens tinham mais honra!
O que vocês acham? Que Moss deveria ter espremido Fangio num muro de alguma pista de rua, só pra poder dizer hoje que teria um ou mais títulos mundiais? Eu não tenho dúvidas de que Moss, mesmo sem ter título algum, pilotava MUITO mais que Schumacher! É um belo exemplo de que os fins jamais justificam os meios! Moss foi um Piloto Honrado, Schumacher é um Merda Desonesto!
http://grandepremio.ig.com.br/formula1/2010/12/18/moss+afirma+que+regras+mais+severas+da+fia+vao+atingir+schumacher+10331016.html
Kanaan revela que Barrichello se ofereceu para financiar ano na Indy.
http://grandepremio.ig.com.br/formulaindy/2011/01/18/kanaan+revela+que+barrichello+se+ofereceu+para+financiar+ano+na+indy++10349804.html
Achei a atitude muito bacana por parte de Rubens, e, lendo a reportagem, me ocorreu a ideia: Barrichello na Indy, junto com Tony, nacionalizando de vez a equipe do Gil de Ferran. Poderia entrar como piloto e proprietário/investidor, com a boa companhia do Tony, que lhe passaria as manhas da Indy. Com certeza seria uma equipe vencedora em pouco tempo, podendo até conseguir uma inédita vitória de uma equipe brasileira na Indy 500.
Carlos Ganhadeiro, Vassouras
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SOBRE TECNOLOGIA NA Fórmula 1!
Gostaria de pedir orientações aos amigos mais entendidos no assunto.
Ao que me consta, o auge da tecnologia na Fórmula 1 foi 1993. Neste ano, a tecnologia praticamente guiava os carros. A grande maioria das equipes tinha o sistema de “suspensão ativa”. Uma tecnologia bastante inovadora na época, que mantinha o carro sempre na mesma altura em relação ao solo. O sistema era cheio de elementos móveis, comandados por computador, capazes de identificar a menor irregularidade no asfalto e transferir para as rodas, permitindo uma estabilidade assustadora aos carros.
Alguém lembra o acidente do Gerhard Berger em 1993, em Portugal, saindo dos boxes? No livro do Berger (Na reta de chegada), ele fala claramente sobre os motivos do acidente e deixa claro como o sistema era eficiente.
Naquele ano (93), a tecnologia realmente guiava os carros, muito mais do que hoje, na minha opinião. Os câmbios não eram semi-automáticos, mas sim totalmente automáticos. O piloto não atuava mais na troca de marchas. No carro do Prost da época (Williams) e o do Senna (McLaren), por exemplo, não era necessária nenhuma atuação do piloto para mudança de marchas. Marchas para frente, o carro passava sozinho. Voltando as marchas o piloto atuava (na borboleta), igualzinho a hoje. Porém em reduções da 6ª para 1ª, como no final do túnel em Mônaco, ou no final da reta oposta em Adelaide, o computador fazia uma programação e o piloto pressionava apenas uma vez o botão. O computador fazia toda redução de 6ª para 1ª sozinho.
Ou seja, 1993 foi o ano da tecnologia na Fórmula 1.
Não estou aqui dizendo que os carros eram mais velozes, pois os tempos baixam todos os anos, (isso é histórico na Fórmula 1). Apenas queria a opinião de leitores e comentaristas sobre essas colocações. 1993 foi o ano onde a tecnologia praticamente guiava os carros na pista. Muito mais até do que nos dias atuais, quando ao menos o piloto precisa atuar na mudança de marcha e a suspensão ativa foi definitivamente proibida.
Firmo Neto, Recife
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Olá
gostaria de saber se vocês teriam fotos ou mais informações dos seguintes carros que estavam presentes na Fórmula 1 Ford e GP do Brasil de 91, 92 e 93: o Escort Cosworth azul que foi pace car, o Escort Cosworth vermelho que foi de teste e o protótipo do Verona 2.0 S branco pérola 1994, que foi carro de apoio no GP de 95.
Vocês terias fotos deles ou mais informações?
Bruno, Teresópolis
Não temos, Bruno. Vamos aguardar pela ajuda dos amigos leitores
Abraços (EC)
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| Opiniões e Dúvidas dos Leitores |
18.01.11 |
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| Cinco imagens dos primeiros anos da carreira de Rubinho Aqui, com Jordan na Hungria 93 - Clique para ampliar |
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Olá Gepetos
Gostaria de desejar à toda família GPTotal um Novo cheio de realizações!
Que as corridas sejam mais emocionantes, que o campeão da F1 seja decidido na última prova e que o Galvão se aposente :-)
Abraços
Marcos, DF
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Olá,
A FIA oficializou o jogo de equipe, instituiu oficialmente a função de primeiro e segundo piloto para todas as equipes.
Próximo passo:
- Campeonato Mundial de Construtores (por equipe)
- Campeonato Mundial de Pilotos com Numeração Impar (1° Piloto)
- Campeonato Mundial de Pilotos com Numeração Par (2° Piloto)
Assim todos os pilotos terão chances de serem campeões algum dia e não apenas uma dezena privilegiada por patrocínio, política etc., e não só pela habilidade atrás do volante.
E que venha 2011...
Gilson, Santos
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Amantes do automobilismo
Tomara que estas mudanças no regulamento para 2013 tragam de volta emoção e esporte à F1.
A volta dos motores turbo e do efeito solo não serão fruto de nostalgia mas sim, quero eu acreditar, de inteligência e certo grau de sensibilidade pelo gosto dos amantes da velocidade. Tomara que tudo o que eles mudarem proporcione competição dentro dos limites da segurança.
Quanto aos motores serem pequenos (1.6 litro e 4 cilindros) , não acho que é bem assim não, pois pelo o que me lembro, parece que os turbos da década de 80 eram mais ou menos deste tamanho. Triste é saber que as ordens de equipe estão liberadas e que aquela ridícula regra dos pneus continua.
Quanto aos pilotos brasileiros da atualidade, acho acertada a opinião de que o Brasil tem perspectivas ruins, pois os competidores nacionais tendem a perder para os seus companheiros de equipe. Além disso, com o nacionalismo cada vez mais forte no mundo, dificilmente alguém de um país em desenvolvimento terá chance de ser campeão de F1, a não ser que tenha um talento absolutamente extraordinário, como alguns pilotos tupiniquins de eras passadas.
Uma coisa é certa, os dirigentes da F1 em décadas recentes tentaram inventar a roda na F1 e não tinham que ter inventando nada. Agora, muito tarde, perceberam a besteira que fizeram com a categoria e tomara, mais tomara mesmo, tenham aprendido a lição e possam fazer da F1 um entretenimento interessante de novo.
Com relação ao futuro dos pilotos, acredito muito no Kubica, pois ele é verdadeiramente um excelente piloto. Quanto aos novos, não gostei muito do jeito deste tal de Pastor Maldonado que praticamente comprou o seu lugar na F1. É bom alguém avisar para ele que aquela cara feia não vai ajudar em nada quando ele se confrontar com aquela corja que inclui Bernie Ecclestone, Jean Todt, Michael Schumacher, Lucca de Montezomolo, entre outros otários do automobilismo atual.
Abraços e até mais...
CostaJúnior, Montes Claros
Para Rolemberg
Obrigado pela resposta, meu caro, pois penso ser essa uma das funções do GPTotal: a discussão entre fãs do automobilismo!
R: Na maior dor de cotovelo, você disse: É triste de ler! Será que ele pensa que alguém ainda acredita nesse papo furado?
CG: Lá pelo final do ano, com o título já decidido, conversamos novamente sobre o assunto...
R: Eu te digo: tanto tem gente, que ele continua na F1 como piloto que recebe salário!
CG: Sim, é verdade, assim como Berger, Coulthard, Patrese, entre outros. Bons pilotos para algumas vitórias, mas não para ganhar títulos.
R: Seguem fatos:
1 - a Brawn dispensou o Senna (contratado pela Honda) e recontratou o Rubens.
CG: Que não arrumou nada, enquanto o Button foi campeão.
2 - O carro vencedor da Brawn foi um dos motivos para o retorno do Schumacher neste ano.
CG: E nem com esse carro Rubens conseguiu sequer ser vice.
3 - Williams o contratou 2 vezes... Logo a Williams com super problema de caixa...
CG: Provavelmente, é um dos poucos pilotos com experiência na atual F1 com testes suprimidos, e deve estar recebendo bem pouco pra isso.
4 - A McLaren queria contratar ele para este ano...
CG: Então por quê não contratou?
R: Concordo que há tempos não temos pilotos campeões no sentido de ganhar campeonato e mandar tudo às favas... Mas temos campeões no sentido de chegar no topo e se manter!
CG: Quem dos atuais pilotos chegou ao topo da F1? Agora, se você está considerando como topo a F1 em si, eu também concordo.
R: Ou não vai confessar que você tem uma pontada de inveja para querer estar no lugar do Rubens, do Massa, do Di Grassi, do Senna... ?
CG: Não tenho inveja, tenho vontade! E nem precisa ser numa Hispania ou Virgin, poderia ser até num Gol bolinha em Tarumã mesmo, que eu já ficaria rindo à toa!
Pilotada,
Anotem aí mais uma do Farfus em corridas de longa duração!
http://grandepremio.ig.com.br/outrascategorias/turismo/2011/01/16/farfus+comemora+vitoria+nas+24h+de+dubai+e+exalta+atmosfera+local+10348067.html
Sonhar não custa nada: Jaime Melo, Augusto Farfus e Thomas Erdos, Gil de Ferran como dono de equipe, e Ricardo Divila como engenheiro chefe, num carro nacional da LMP2 vencendo as 24 Hs de Le Mans!
Um dia ainda comemoro essa...
Dispensa explicações:
http://colunistas.ig.com.br/grandepremio/2011/01/06/power-farce/
Abraços
Carlos Ganhadeiro, Vassouras
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Gostaria de obter informações sobre os carros de corrida feitos na década de 40, pois sou neto de Salvador Anselmi (Turrilo), que corria nessa época. Tenho fotos do carro dele, quando competia com Chico Landi.
Se vocês tiverem algo escrito, fotos ou souber onde ainda existe um carro desses, por favor me avisem.
Muito obrigado.
Antonio Cairo Anselmi Filho, São Paulo
Oi Antonio Carlos
Vamos aguardar pela ajuda dos amigos leitores
Abraços (EC)
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Caro amigo João Carlos Viana do Ceará:
Obrigado pelas palavras. Tenho que concordar com os defeitos que você honestamente relatou. Obrigado mesmo. E outra coisa: eu jamais lhe jogaria pedras, jamais. Não fiz isso em nenhum momento, mesmo tendo sido, (na minha opinião particular) agredido aqui há alguns meses por leitores que insistiam em disvirtuar minhas palavras.
Obrigado e vou tentar melhorar, sendo mais imparcial.
Acho que foram os anos de debates políticos e de conversas esquentadas que me deixaram assim. No final somos uma grande família, assim como na Fórmula 1.
Feliz 2011 ao amigo conterrâneo nordestino, feliz 2011 a todas e todos que fazem o ano inteiro esse fabuloso site de debates.
Amo Vocês!
Caros amigos
Escrevi esse comentário após a corrida do Brasil de Fórmula 1 mas gostaria de repeti-lo. Acho que gostaria de ler outras opiniões de escritores do GPTotal. Vamos lá!
A incrível carreira de Rubens Barrichello
Azar, azar, azar. É impressionante tudo que nos protagonizou Rubens Barrichello na sua longa caminhada na Fórmula 1. É incrível o azar que esse rapaz tem. É uma coisa impressionante.
Após a morte do inesquecível Ayrton Senna, Rubens passa a ser a principal esperança de sucesso e vitórias para o Brasil na Fórmula 1. Em sua estreia na Jordan, em 1993, deu um verdadeiro show no GP da Europa, corrida memorável para o Brasil, que viu Ayrton Senna fazer uma das melhores corridas de sua vida. Rubens deu um show naquela corrida. O carro quebrou há 3 voltas de um terceiro lugar histórico. Na minha opinião, começa aí o "azar" desse talentoso brasileiro ainda estreante.
No mesmo ano, na corrida do Japão, em mais um show do Senna; Rubens ainda sem pontos na temporada, vê seu companheiro na Jordan que estreava naquela corrida, Eddie Irvine, supera-lo nos treinos de qualificação e terminar a corrida em sexto lugar. Rubens fez o quinto lugar. Só que a festa foi para o estreante Irvine, que marcara um ponto em sua corrida de estreia. Mais um "azar" do nosso brasileirinho ainda jovem.
Depois de anos sofrendo na Jordan e de arrancar "no braço" sua primeira pole na Jordan, Barrichello se muda para a Stewart, que estreava um bom pacote aerodinâmico e tinha como proprietário um tricampeão. Rubens fez anos razoáveis na Stewart. Em 1999, tinha como companheiro o bom piloto inglês, Johnny Herbert. Rubens andou na frente de Herbert o ano inteiro, inclusive terminou o ano com 21 pontos na temporada, contra 15 do inglês. Mas o que me chama atenção no ano de 1999 é que, em uma excelente corrida na Europa, a Stewart se vê com a possibilidade de vencer sua primeira corrida e única na Fórmula 1.
Devido a contingências de corrida, a Stewart-Ford consegue vencer sua primeira corrida. Mas vocês sabem de quem foi a vitória? Isso mesmo... De Johnny Herbert. O mesmo Herbert que tinha "comido poeira" do brasileiro já experiente o ano inteiro. Rubens terminou essa corrida em terceiro lugar. Uma ótima colocação para o carro da Stewart, mas teve que dormir com as comemorações da Stewart para a vitória do seu "segundo piloto". Um azar impressionante, na minha opinião.
Depois de ser massacrado por Schumacher em seus anos na Ferrari, (não vale mais comentar isso), Rubens vai correr na Honda. Em 2009 estava desempregado, junto com seu companheiro de equipe, Jenson Button, pois a Honda anunciava que deixaria a Fórmula 1.
Com várias mudanças no regulamento, a Brawn contrata os pilotos da Honda, após comprar a equipe. Rubens e Jenson Button, passam de desempregados a postulantes ao título mundial. A Brawn era a melhor equipe, disparada.
Pronto! Finalmente estava resolvido o problema e Rubens, depois de anos e anos de luta, teria a grande chance de sua vida de se tornar campeão mundial. O melhor carro estava em suas mãos e agora sem o Schumacher para atrapalhar. Bastava para Barrichello vencer o Jenson Button, o que não era coisa de outro mundo. Afinal, já o tinha feito em outros anos de Honda.
O que se viu na prática foi o que chamo de "verdadeiro massacre". Rubens foi verdadeiramente massacrado por Button. Foram seis vitórias de Button, contra apenas duas de Barrichello. Foram quatro poles de Button, contra apenas uma de Barrichello. O massacre foi impressionante. Querem usar outro nome, usem. Mas para mim isso é o que chamo de "massacre".
Para completar a carreira desse azarado de verdade, no último GP do Brasil, o novato estreante, Nico Hülkenberg, alemão, igualzinho a Schumacher, fez o que foi a única pole da Williams no ano de 2010. Barrichello venceu seu companheiro de equipe nos pontos e garantiu lugar na equipe Williams, mas o único grande feito da equipe do nosso Rubinho, outra vez, não foi dele.
Azar é a palavra certa?
Abraços
Firmo Neto, Recife
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