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Opiniões e Dúvidas dos Leitores 17.12.10
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Pilotada,

Para terminar o ano, uma seleção de fotos de magnifícos Sport Protótipos dos anos 60 e 70 Aqui o Porsche 917 de Siffert e Redman em Spa 70 - Clique para ampliar
Ao contrário do que a maioria pensa, é a Ferrari que precisa da F1, e não o contrário! Sem a Ferrari, a F1 continua, e talvez até melhor. Sem a F1, a Ferrari reduz a números perigosos as vendas de seus carros.

Já com relação às equipes poderem ter três carros no grid, não vejo nada demais, acho que seria ótimo, e ainda faço uma sugestão: que as equipes pequenas possam ter apenas um carro, se assim desejarem. A Hispania e Virgin poderiam ter ido bem melhor este ano, se tivessem concentrado seus esforços e recursos num único carro, e quase metade dos empregados.

Carlos Ganhadeiro, Vassouras

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Vocês lembram da capotada do Reinaldo Campello na stock em 198...?

Ele vinha disputando com outro Opalão na Curva 3, em Interlagos, até que o cara deu um toque com o para-lama dianteiro esquerdo na traseira do carro do Reinaldo. Pouco antes da Ferradura, o Opala do Reinaldo saiu de lado derrapando, foi pra grama e ainda de lado bateu num cupinzeiro. Deu umas três capotadas no ar (o tanque de álcool foi lançado a metros de distância) e aterrissou na Ferradura.

Reinaldo sai do carro andando e apaga logo em seguida. Eu me lembro perfeitamente, pois eu tinha furado pro miolo e estava bem próximo.

Bom, o que eu queria mesmo é saber se alguém tem fotos ou vídeo dessa espetacular capotada na stock car da década de 80.

Abraços

Campelo

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Prezados Amigos do GPTotal

Pescarolo com Matra Simca em Watkins Glen 74 - Clique para ampliar
Nesta época em que ficamos em uma, digamos assim, apnéia automobilística, aproveitamos e buscamos abordar outros assuntos, além de apenas comentar, sobre as corridas e sua nuances, e tudo aquilo que mais nos chamou a atenção, à cada etapa cumprida na temporada.

Evidentemente, não se trata de "qualquer assunto", mas sim, sobre Automobilismo de Competição, como não poderia deixar de ser, porém, de forma mais livre e sem a preocupação de analisar cada etapa da temporada que se completou.

Deste modo, fiquei a pensar sobre um tema que abordamos com grande frequência, que é a comparação entre a técnica de pilotagem atual e a utilizada na época que a grande maioria de nós, acreditamos ser a época de ouro da F1, particularmente entendida por mim, como a segunda metade dos anos 60 até o fim da primeira metade dos anos 90.

Deste fabuloso período, o que me parece ser mais significativo, foi a mudança dos motores, que passaram de 1.500 c.c , para 3.000 c.c, na configuração aspirada e de certa forma, mais ainda que o próprio acréscimo deslocamento volumétrico dos motores (e consequentemente, o acréscimo de potência), a grande liberdade na "arquitetura construtiva " de tais motores, onde acompanhamos motores com as mais diversas configurações e números de cilindros, evidentemente, respeitando-se o limite de 3.000 c.c. para os aspirados e 1.500 c.c. para os turbo comprimidos.

O Porsche 917K de Elford e van Lennep em Daytona 71 - Clique para ampliar
De modo particular, acredito que neste período citado, além da grande criatividade dos engenheiros e seus projetos, o então atual estágio técnico pelo qual passava a F1, nos brindava com a maestria de grandes pilotos, onde a tecnologia ajudava sim e bastante, mas sem interferir na habilidade necessária aos pilotos destas épocas, ao apresentarem uma pilotagem com personalidade, onde cada piloto, imprimia no seu estilo de pilotagem, algo com se fosse uma verdadeira assinatura.

Felizmente, ao que tudo indica, as leis da física são imutáveis, o que nos garante que apesar de que (sem desmerecer os pilotos atuais) a pilotagem atual, parecer ser, "um grande apertar de botões", a Física faz toda a diferença, e apesar de pouco aparente, há uma grande distância entre um simulador e a pilotagem de uma carro de corridas, pois por mais perfeito que seja um programa de computador, ele não consegue reproduzir condições que somente a dinâmica pode oferecer.

Que condições são estas? A começar, o fato de que há realmente, um corpo em movimento (especificamente o carro , é claro) que por sua vez, fica à mercê da forças físicas, tais como, inércia, aceleração, desaceleração, aceleração lateral, aderência, pressão aerodinâmica, condições do asfalto, condições climáticas e muito mais.

Deste modo, por mais enfadonha que se torne a pilotagem, sempre haverá uma grande diferença entre a pilotagem virtual e a pilotagem real.

Infelizmente para nós, grande parte desta diferença, somente poderá ser experimentada durante o ato de pilotar, daí a grande falta de plasticidade das corridas de Fórmula 1 atuais.

Por estes motivos e outros tantos que poderão ser acrescentados à esta humilde resenha que fiz, é que se torna imperativo que seja feita uma revisão urgente da F1.

O Porsche 908 de Rodriguez e Muller em Targa Florio 71 - Clique para ampliar
E agora aproveitando para responder ao amigo Rolemberg, agradeço sua lembrança sobre algo que escrevi, em passado recente , sobre o kers, lembrança esta, que chegou até mesmo, me comover. Na verdade, penso que o Amigo Rollemberg está superestimando a minha capacidade em conhecimentos técnicos, ao sugerir que eu explique detalhes do kers da Willians F1, que supostamente é mecânico, o que de certa forma, também me envaidece, mas a bem da verdade (lamento desapontá-lo), não creio que meus conhecimentos técnicos sejam suficientes para tal ousadia de minha parte.

Penso que já ousei bastante ao me aventurar escrever sobre as diferenças entre o kers elétrico e mecânico, e acredito que os princípios básicos valham ainda hoje, para um relativo entendimento sobre seus funcionamentos. Já quanto a detalhes de cada um e as soluções para melhoramento do sistema, empregados por cada equipe, acredito eu, que sejam guardados à sete chaves pelas equipes!

Por outro lado, espero que o Rolemberg não se sinta frustrado em demasia com minha resposta e coloco-me à disposição para ajudar e trazer mais e novos temas técnicos, que sempre foi, a essência do GPTotal.

Sugiro novamente que possamos abordar aqui, outras categorias do Automobilismo de Competição, como por exemplo o kart e o superkart europeu, categorias que rivalizam com a Fórmula 1, em minha predileção.

Não poderia deixar de citar o amigo (permita-me chamá-lo assim) Márcio Madeira, que em uma atitude rara, permitiu-se, dividir conosco, amantes da velocidade e de modo especial, admiradores do Clã Fittipaldi, o privilegiado acesso que tem ao querido Barão Wilson Fittipaldi, e deste modo, disponibilizou o seu e-mail, para ser o arauto de nossas homenagens a tão ilustre fundador do automobilismo brasileiro!

O Matra de Beltoise e Cevert em Monza 73 - Clique para ampliar
Finalizando, um abraço a todos do GPTotal sem o qual esta integração que nós, amantes do Automobilismo de Competição temos, não poderíamos existir. Aproveito para desejar um Feliz Natal e Próspero Ano Novo a todos!

Forte abraço à Família GPTotal

Paulo C. Winckler, Porto Alegre

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Gostaria de saber onde anda o sr. Ricardo Ciuffi, grande corredor de automóveis?

Se alguém souber seu endereço, peço que me comuniquem.

Grato

Celso, São Paulo

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Quando teremos o número 4?

Passei a lembrar da história do Brasil na Fórmula 1 e lembrei do nosso último título, em 1991. É incrível a quantidade de títulos que tivemos até este ano e como devemos ao grande Emerson, Piquet e Senna. No ano que vem completaremos 20 anos sem título. É muito tempo. Uma história tão bonita, mas na minha opinião, sem sucessores.

A nova geração de Rubinho Barrichello e Cristian Fittipaldi trouxe muitas expectativas. Não sei por que motivo não deu certo. Os que vieram logo depois, como Tarso Marques, Luciano Burti, Cristiano da Matta e outros, não trouxeram bons resultados.

O que aconteceu?

O Ford MkIV de Andretti e McLaren em Sebring 67 - Clique para ampliar
Felipe Massa chegou muito, muito perto em 2008. Não fez um brilhante campeonato, mas, críticas à parte, ele merecia àquele título. A Ferrari errou muito. Sou um crítico do Massa, mas reconheço que ele venceu o Kimi, que para mim é um dos grandes da Fórmula 1. Merece todo respeito. Apenas digo que não acredito que o Massa conseguirá vencer o Alonso. (neste quesito sou crítico)

E a nova geração que surgiu agora? Bruno Senna, e Lucas di Grassi, quais as chances?

O que me parece é que não é uma questão de carro. Nossos jovens brasileiros estão perdendo para seus respectivos companheiros de equipe. Ou seja, se estivessem em uma grande equipe, seriam no máximo vice-campeões. Como fez o Rubinho em 2009. Então, vamos ser críticos e não vamos dizer: eles não têm carro. Se tivessem, teriam perdido da mesma forma. Lucas di Grassi perdeu quase sempre para seu companheiro Glock e Bruno, na contagem geral, terminou abaixo de seus companheiros. Ou seja, se é para perder, melhor que não tenham carro.

Na verdade, já que não podemos voltar aos anos 70, 80 e início dos anos 90, fica complicado acreditar nos nossos novos nomes na categoria.

Aguardo boas notícias. Quem será o 4º campeão do mundo do Brasil?

Abraços e Feliz Natal.

Firmo Neto, Recife

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Firmo Neto,

Sou seu fã! Você é muito bom no que faz, que é nos trazer alegria com seus comentários. Quando os leio, me farto de rir. Você escreve bem, parece ter talento e pesquisa. Muito bom para você e também faço isso algumas vezes, quando me sobra tempo.

O Ford GT 40 de Ickx e Redman em Brands Hatch 68 - Clique para ampliar
Porém, você poderia utilizar isso de uma forma mais produtiva e sutil. Suas polêmicas sem sentido e sua cegueira-viuvística por Senna consegue incomodar a gregos e troianos. Como você mora aqui por perto, tenho até medo de tu me jogar uma pedra por eu não achar Senna o melhor de todos os tempos. Se você dissesse no comentário anterior na minha opinião, o melhor piloto de todos os tempos, eu discordaria menos, pois todos tem o direito de ter uma opinião de achar isso ou aquilo melhor ou pior. Afinal, moramos numa democracia, apesar de muitos não acharem isso...

Você é um talento que está sendo desperdiçado, pois ao invés de nos informar, você nos faz rir...

João Carlos Viana, Capital do Ceará

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Prezados amigos leitores e fãs do GPTotal pelo mundo afora

sou fã incondicional deste veículo de comunicação especializado. O acompanho de uns sete anos para cá. Inteligente, rico em informações sobre automobilismo e também sobre a F1.

Escrevo hoje sobre dois Importantes temas: a volta dos turbos à F1 e a liberação de ordens de equipes.Até que enfim temos a volta dos turbos na F1. E temos infelizmente também a liberação da vergonhosa ordem de equipes.

O Ferrari 512 M de Donohue e Hobbs em Sebring 71 - Clique para ampliar
Eu, como um louco por F1 e também um apaixonado pelos turbos, desde meus 10 anos na década de 80, sempre fui um inconformado sobre o banimento da tecnologia da turbocompressão na categoria máxima do automobilismo. E desde então, ano após ano, sempre torcendo e cruzando os dedos para que chegasse o dia o momento e a hora do retorno desta tecnologia no esporte a motor da F1.

Sobre as duas Decisões da FIA em assembleia:

1) Inteligente decisão do Conselho Mundial, em liberar os motores turbo comprimidos. Na F1, estes propulsores sem dúvidas são bem mais ecológicos e econômicos e também pode sim alavancar a F1 para mais público em todo mundo. Sua retirada em 1988 (22 anos atrás) foi decisão extremamente errada, pois comprovadamente não se tinha relação direta com falta de segurança e elevação exponencial de altos custos com desenvolvimento. Repito: foi retirado por jogo de interesse dentro da categoria. Nem todos eram a favor na época da retirada. A responsabilidade da falta de segurança e acidentes na Década de 80, foi depositada exclusivamente na tecnologia turbo e não nos pouco seguros chassis da época e das fracas equipes de resgate (médica).

2) Sobre a liberação de ordem de equipes, isso fere sem limites a essência do esporte a motor na F1. É uma vergonha sem precedentes beneficiar um grupo seleto de pilotos em detrimento a outros. A balança da categoria, neste caso, vai ser controlada pela ambição de certos dirigentes. Imagine agora termos na categoria, 12 primeiros pilotos e 12 segundos pilotos nas equipes.

O Ferrari 330 P4 de Parkes e Scarfiotti, em Le Mans 67 - Clique para ampliar
Isso sempre apareceu na F1, não de agora mas de maneira não tão clara (disfarçada e não escancarada). Será que se liberassem ordens de equipes mas de maneira criteriosa relacionada a matemática do campeonato não teríamos mais um espetáculo justo? Então os fins não justificam os meios desta forma aprovada na qual estão abrindo as portas da ignorância para um campeonato dividindo pilotos privilegiados e pilotos relegados e submissos a ordens das equipes.

Vamos acordar, agora isto é realidade é fato e é escancarado. Sabe quem esta rindo a toa? Os Dicks Vigaristas, Alonsos etc. Vamos protestar, público da F1. Este é o momento.

Abraços a todos, Fiquem com Deus, grato,

Rônaldi Fanticelli da Silva, Nova Venécia

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Olá amigos do GPTotal!

Muitos aqui no site já sabem que a fase da F1 da qual mais gosto é a dos anos 80. com os motores turbo.

E de presente de Natal, eu mando o ví¬deo abaixo.



Gostaria de desejar a todos um Feliz Natal e um excelente 2011!

Grande abraço!

Mauro Santana, Curitiba

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Para Carlos Ganhadeiro, Vassouras

Na maior dor de cotovelo, você disse: É triste de ler! Será que ele pensa que alguém ainda acredita nesse papo furado?

O Ferrari 312PB de Schenken e Peterson em Spa 72 - Clique para ampliar
Eu te digo: tanto tem gente, que ele continua na F1 como piloto que recebe salário!

Seguem fatos:

1 - a Brawn dispensou o Senna (contratado pela Honda) e recontratou o Rubens. 2 - O carro vencedor da Brawn foi um dos motivos para o retorno do Schumacher neste ano. 3 - Williams o contratou 2 vezes... Logo a Williams com super problema de caixa... 4 – A McLaren queria contratar ele para este ano...

Concordo que há tempos não temos pilotos campeões no sentido de ganhar campeonato e mandar tudo às favas... Mas temos campeões no sentido de chegar no topo e se manter!

Ou não vai confessar que você tem uma pontada de inveja para querer estar no lugar do Rubens, do Massa, do Di Grassi, do Senna... ?

Abraços

Rolemberg


Opiniões e Dúvidas dos Leitores 08.12.10
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Barao recebe homenagens do GPtotal - Clique para ampliar
Dando uma satisfação aos leitores que gentilmente enviaram suas mensagens ao Barão Wilson Fittipaldi, divido que estive com ele no dia 4 de dezembro, e pude entregar todas as mensagens recebidas.



O Barão, que se recupera bem de uma pequena cirurgia na perna esquerda, ficou muito emocionado com tudo o que leu, e me pediu que agradecesse a todos em seu nome.

Abraços,

Márcio Madeira

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Em relação a historia do GP da Argentina de 1955, objeto da coluna de ontem do Lucas Giavoni, completo com dois detalhes.

Pela vitória (e pelas queimaduras na perna causadas pelo contato com partes quentes do cockpit), Fangio ganhou um prêmio extra da Mercedes Benz. Ele tinha uma casa na praia, na Argentina, e entre dezembro e janeiro, se preparava para a corida a seu modo, jogando futebol na praia todos os dias, por volta da hora do almoço, para se aclimatar.

E não é que funcionava?

Alexandre, São Paulo

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Pilotada,

Eu sei que todo início de ano eu mando esse e-mail pra vocês, mas desta vez ele nem esperou virar o ano para falar a besteira habitual... É triste de ler! Será que ele pensa que alguém ainda acredita nesse papo furado?

Barrica, vai pra Indy ganhar as 500 Milhas, e libera a vaga na F1 pra quem precisa e merece!

http://grandepremio.ig.com.br/formula1/2010/12/06/barrichello+diz+estar+mais+forte+que+nuca+e+acredita+no+titulo+em+2011+10322308.html

Carlos Ganhadeiro, Vassouras

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Olá Caco Bocchi e todos,

Hamilton, sob a chuva na Coreia - Clique para ampliar
Eu não acho que Alonso/Ferrari perderam o titulo na última corrida. O campeonato, afinal, acontece ao longo do ano inteiro. Eu sou ferrarista (desde a época do Prost; aliás, o Alonso me lembrou bastante o francês, ficando atrás do russo a corrida toda) e acho que perdemos o título em Mônaco, por exemplo, quando o espanhol bateu sozinho no sábado e estragou sua corrida, e também na Bélgica, quando rodou sozinho na chuva. Ou quando queimou a largada em outra...

Na verdade, a Red Bull mereceu. Das cinco vitórias de Alonso, três caíram no colo: duas com quebra de Vettel e uma com troca de posição.



Hamilton, que tinha o título nas mãos, o jogou fora em Monza e Singapura. E Vettel, no final da temporada, sob pressão, não errou e foi rápido, coisa que a outra Red Bull não conseguiu.

Abraços

Alexandre, Maranhão

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Olá Amigos do GPTotal!

Estou contigo, Carlos Chiesa (coluna Sob o signo de Touro), pois também adoraria ver novamente o traçado original de Interlagos na ativa novamente, e já comentei isso aqui no GPTotal por varias ocasiões.

O problema, Carlos, é que tem gente que não pensa assim, e estas pessoas que estão no poder só vão sentir muito esta perda, quando por algum motivo esta fantástica pista não possa mais ser reconstruída, com o que restou do traçado original for destruído para sempre.

Aí Carlos, eu tenho certeza que estas pessoas que estão no poder, vão ser as primeiras a se manifestar para todos os meios de comunicação com um discurso falso e barato disparando lamentações para todos os lados.

E talvez, irão perceber a m.... que fizeram, e que poderia ser impedida.

Infelizmente a mim, só resta torcer para que, um dia, este traçado original seja reconstruído!

Abraço a todos!

Mauro Santana, Curitiba

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Não tem tamanho a falta de respeito que o site www.grandeprêmio.com.br teve e está tendo com a memória do sr. Francisco Landi, esquecendo que ele foi o primeiro piloto a vencer uma corrida pilotando uma Ferrari, e o primeiro brasileiro a guiar uma ROSSA. E eles ainda querem que se compre a revista Warm Up.





Frases que ficaram famosas, ditas por personalidades do mundo, político e do mundo desportivo. Uma delas, no meio político, dita pelo Rei Juan Carlos: “por que não te calas?”

Pensem - aliás nem precisa pensar muito - ela foi dirigida a um palhaço sul americano, que de tudo que diz não se aproveita nada. Existe alguma semelhança com algum internauta conhecido deste site, a quem a frase poderia ser dirigida ?





Caro Edu e caro Ed Carlos Dias de Souza, não vou afirmar que ouvi a primeira transmissão de Fórmula 1 feita para o Brasil, mas me recordo em 1952 de uma frase dita por Wilson Fittipaldi (o Barão), que era famosa na época: “Cadeia Verde e Amarela, Norte Sul do Brasil”, no curso de uma transmissão de uma prova da qual participava o pioneiro Chico Landi guiando uma Ferrari.

Carlos Alberto Petry, Taquara

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Moco, com Brabham, em Interlagos 75 - Clique para ampliar
Acompanho a F1 desde 1972. Aos 27 dias do mês de janeiro de 1974, consegui com o meu primo ir ao autódromo de Interlagos pular o muro e assistir a uma vitória do Rato. Em 1975 repeti a dose para ver o Moco ganhar. Acompanhei pela TV todas as corridas até creio que 1992 ou 1993. Comprava revistas... Daí em diante perdia uma ou outra corrida. Pesquisava. Gostava de saber como funcionavam os carros, como eles eram feitos etc.



Creio que achar um piloto o maior de todos os tempos, vá lá, mas dizer: “O grande Galvão Bueno narrou dessa forma a primeira volta do Senna no Canadá em 1993...”. Isso é coisa de louco. Insano.

Ainda em tempo, como é raro eu escrever, gostaria de mandar um grande abraço a todos do site. Colunistas, colaboradores e leitores deste site. Um bom natal e um ano vindouro repleto de êxitos.

Walter, São Paulo

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Caro amigo Roberto;

Apenas corrigindo, o Senna não venceu a corrida de Monza em 1991.

Além das quatro primeiras, Magic Senna venceu na Bélgica e na Hungria, e por último na Austrália (Adelaide), em uma corrida bem complicada que acabou antes do final, por conta de um dilúvio que caiu.

E para completar meu comentário, queria dizer que o Senna teve um carro em condições de igualdade apenas na corrida do Japão, quando pressionou a Honda e a McLaren, para que fosse feito um novo motor, com menos peso e uma nova asa dianteira para o carro. Várias vezes o Senna disse em entrevistas: “precisamos fazer algo logo. Dessa forma não temos como lutar pelo campeonato”. Mesmo assim, ainda nessa corrida, os Williams pareciam um carro mais equilibrado, embora a Honda tenha feito um motor que era um verdadeiro foguete para esse GP.

Senna venceu sete corridas em 1991. Teria sido oito, caso não tivesse deixado, (repito), deixado, por livre e espontânea vontade, o Gerhard Berger vencer a corrida.

Muitos dizem que o Senna acatou uma ordem do dono da equipe. Vocês acham mesmo que naquela situação o Ron Denis daria alguma ordem ao Senna? Senna era tricampeão, doido para se mudar para Williams e com uma porta aberta no time de Frank. Ron seria burro o suficiente para dar uma ordem ao Senna? Fala sério!



Quem por ventura ainda achar que foi uma ordem da equipe para o Senna deixar o Berger vencer a corrida do Japão em 1991, leia o livro Gerhard Berger “Na reta de chegada”.

No livro, o austríaco explica tudo. Ele seria o principal interessado em afirmar que era uma ordem do Ron Denis. Inclusive o Berger se mostrou chateado, por conta do Senna ter deixado ultrapassar em cima da hora, na reta de chegada. Leiam o livro e pesquisem. O Ron apenas falou no rádio para o Senna que Berger estava garantido no segundo lugar e que Patrese, o terceiro, estava longe. Podemos até considerar que o Ron fez uma sugestão, mas daí a dizer que foi uma ordem, é demais. Senna teria temperamento para obedecer uma ordem dessas?

Abraços e obrigado

Firmo Neto, Recife

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Opiniões e Dúvidas dos Leitores 02.12.10
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Vettel durante os treinos, em Interlagos - Clique para ampliar
Depois que morre, todo mundo fica bonzinho; depois que ganha um campeonato, todo mundo vira gênio. Não vou contestar o talento e potencial de campeão de Vettel, mas que este título caiu no colo dele graças a uma corrida disputada na pista mais estúpida por onde um Fórmula 1 andou e a mudanças de estratégias adotadas por alguns pilotos após um incidente logo na primeira volta, caiu.

Em qualquer pista menos ruim, Alonso teria condições de lutar pelo quarto lugar, mas ali, nem a pau! Ficou enroscado atrás do novato russo e não teve jeito de passar. Levando-se em conta os erros da temporada, mas principalmente a lambança que Vettel fez na Turquia -trombou com o companheiro de equipe numa afoita disputa de posição, se prejudicou, tirou pontos preciosos do parceiro e ainda entregou a dobradinha que seria da RBR de bandeja para a McLaren - é de se perguntar se era mesmo chegada a hora de que o potencial se convertesse em realidade.

SE Alonso conquistasse o título, poderiam criticar com base em mais uma marmelada da Ferrari; se Webber vencesse a temporada, poderiam elogiar sua regularidade e maturidade como piloto e até como homem, mas se Vettel perdesse, não creio que muitas vozes considerando-o "injustiçado" se levantassem; pelo contrário, acho que justificariam a derrota lembrando-se dos seus erros, diriam que foi por culpa dele mesmo, mas o apontariam como futuro campeão com certeza.

Kubica fez um bom ano, mas Hamilton, outro jovem piloto/campeão, também andou dando suas pisadas na bola e eu fiquei me perguntando quantas vezes Emerson errou naquelas temporadas em que conquistou seus títulos; até mesmo me perguntei quantas vezes Alonso teria errado naquela temporada em que destronou "apenas" Michael Schumacher.

As lembranças destes pilotos e destas histórias da Fórmula 1 me levaram a uma constatação: nas últimas seis temporadas, o recorde de "campeão mais jovem de todos os tempos" foi batido 3 vezes, não foi?

Alonso
Parece que o campeonato de F1 vai se convertendo numa espécie de "sub-23" e um jovem como Alonso já pode ser considerado veterano; Rubinho e Schumacher, então, são pré-históricos. Sei lá, é legal ver jovens se destacando, mas parece que isto virou regra, talvez ditada em parte pelo marketing. Coloca-se um veterano para fazer o trabalho de desenvolvimento e dá-se aos moleques impetuosos, mais rápidos no gatilho e no joystick, o estrelismo das corridas, já que eles não precisam mais ter medo de se espatifar e acabar com a própria vida na próxima curva, como volta e meia aconteceu na história. Não entendam mal, não estou defendendo a volta da carnificina às corridas. Mansell ganhou seu título aos 40, e outros grandes que "demoraram" até quase os 30 ou mais que isso, será que a Fórmula 1 de hoje teria paciência para esperar por eles? Emerson foi uma exceção, tanto que seu recorde de juventude quase foi batido apenas 22 anos depois por Schumacher, em 1994. Se não me engano, houve uma diferença de alguns dias ou semanas em favor de Fittipaldi.

Uma vez eu li num livro sobre a Batalha da Inglaterra que um comandante dizia que jovens até determinada idade serviam para pilotos de caça, já os homens a partir de outra seriam bons como pilotos de bombardeiros. Quanto à "esportividade" da RBR, nada me convence que não é só marketing. Como já foi perguntado, e se Vettel estivesse liderando o campeonato, será também que o time não faria jogo de equipe abertamente? E SE não tivesse pegado tão mal a marmelada da Ferrari? Enfim, será que aumentou o consumo daquele energético pela garotada? Ao Vettel e a imagem da RBR, pelo menos, o energético deu asas. O "SE" não muda nada, mas ajuda na hora de refletir sobre os fatos.

Não quero ser do contra ou provocar polêmica a troco de nada, mas estas questões, principalmente em relação às sucessivas quebras de recorde de juventude, surgiram desde o fim daquela corrida disputada na pista mais estúpida de todos os tempos. A continuar desta maneira, um dia teremos champanhe sem álcool ou refrigerante no pódio da categoria mais importante do automobilismo e a Fórmula 1 vai mudar de nome para "Fórmula Menudo" (pior é que eu acho que é capaz de muita gente nem saber o que é "Menudo").

Caco Bocchi, São Paulo

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Grande Josenildo, Boa Tarde!

Caro colega, mude a nacionalidade dos personagens e dá na mesma.

Digamos que o Senna, o Piquet ou o Fittipaldi fossem de outro país, principalmente um que não fosse europeu. O que eles fizeram, no contexto em que estavam, é muito, mais muito mesmo em comparação com o que fazem os pilotos de hoje. Isso sem falar que Mansell, Prost, Rosbert, Villeneuve e outros fariam uma categoria à parte se comparados com o grid de hoje.

Concordo com você em relação ao capacete de Filipe Massa, mas o caso dele foi um estar no lugar errado na hora errada sem tamanho. Por outro lado, se nos anos 80 e 90 tivessem abaixado um pouco mais o piloto dentro do cock-pit , protegido mais a cabeça deles e providenciado mais áreas de escape nos autódromos, algumas fatalidades poderiam ter sido evitadas. Com relação à tecnologia, o problema é que hoje esta não é aproveitada ao máximo com relação à potência/perfomance dos carros. E os carros de hoje não têm 850 cv; têm em torno de 700, no máximo 750 cv.

Webber
Sabe, colega, vai chegar um tempo que você provavelmente vai assistir uma corrida de F1 com um grid bem legal. Este grid vai ser mais ou menos assim: Rubinho Barrichello, 65 anos, 130 quilos, banguela e com óculos fundo de garrafa; Schumacher, 70 anos, 120 quilos, com escoliose e desvio de coluna e mancando das duas pernas; o gato de estimação de Rubinho; o papagaio do Alonso, um macaco de circo do zoológico do Hamilton, uma meia dúzia de cachorros que o Schumacher tem, mais umas seis samambaias da casa do Rubinho, os pilotos do grid atual e, finalizando, o Bernie Eclestone com 120 anos, pilotando uma Ferrari. Tudo isso em carros 0,5 cc, com 2 cavalos, 1 jegue e 1 burro no motor, de altíssima tecnologia, em pistas de kart construídas dentro de projetos arquitetônicos faraônicos de bilhões de dólares.

CostaJúnior, Montes Claros

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Sobre o filme Senna!

Fui ao cinema e o resultado foi o esperado. É um filme para amantes da Fórmula 1 e para admiradores do gênio Ayrton Senna. Para um fã de verdade de Senna, o filme não traz nenhuma imagem inédita. Eu pessoalmente, salvo algumas imagens do Senna com a família (que na verdade não me interessam muito), já conhecia 100% das imagens mostradas. Como pesquisador, a única imagem que não conhecia foi àquela que um torcedor gravou em uma câmera doméstica o acidente do Roland Ratzenberger, que faleceu um dia antes do Senna. As outras já eram bem conhecidas.

Porém fiquei emocionado quando vi o público que estava no cinema. Pais e mães acompanhados de seus filhos de 8, 9, 13, 14 anos. Acho fundamental tornar a lembrança do gênio inesquecível. Acho que o filme ajuda nisso.

Para meu filho de 11 anos, prefiro mostrar as corridas na íntegra, para que ele veja detalhes do que um verdadeiro gênio fazia nas pistas.





As sete maravilhas que não foram vencidas!

Pretendo aqui destacar sete corridas com a participação do Ayrton Senna, inesquecíveis para os fãs do brasileiro. Corridas que não foram vencidas por ele, por motivos banais, se considerarmos o verdadeiro “show” de pilotagem que o brasileiro deu nessas verdadeiras maravilhas. Dentro do possível, caso algum leitor possa assistir de novo a essas corridas, terão acesso na íntegra ao que estou dizendo.

Vamos lá: Começaremos com o GP do Canadá, 1993. Uma corrida inesquecível em uma tarde de domingo.

1º- GP do Canadá 1993
(terça-feira, 30 de novembro de 2010)


Senna, indiscutivelmente o “às” das poles, consegue apenas uma modesta 8ª posição no grid, e seu companheiro de equipe, Michael Andretti, apenas o 12º tempo. McLaren com dificuldades. Em um circuito onde o motor vale muito, o velho Ford V8 da McLaren não ajudava. Além do mais, a McLaren, com problemas sérios de dinheiro, após ter perdido a Honda, tinha um problema com sua suspensão ativa, e era facilmente batida por Williams de Prost e Hill e Benetton de Schumacher e Patrese.



Após uma excepcional largada Senna já aparece na segunda curva em 5º lugar. Daí em diante o que se viu foi um verdadeiro show do brasileiro, que fez ultrapassagens históricas em Berger e principalmente em Jean Alesi; por fora, no grampo, curva mais fechada do circuito. Uma ultrapassagem discutida por 4 curvas em alta velocidade e tocando roda com o francês da Ferrari. Um verdadeiro espetáculo que há muito não se via e pouco se vê nos dias atuais. A tecnologia que praticamente guiava os carros na época, era deixada de lado e se rendia ao “braço” do maior piloto de todos os tempos. Há poucas voltas do final, Senna estava em segundo e o carro quebrou. O grande Galvão Bueno narrou dessa forma a primeira volta do Senna no Canadá em 1993: “mas saiu possuído o Senna na primeira volta”. Foi fantástico. Vale a pena rever essa corrida, para os verdadeiros fãs do Senna. Na próxima semana detalharei o GP da Alemanha 1993. Outra obra prima do brasileiro.

Abraços;

Firmo Neto, Recife

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Acredito que o campeonato de 1991 tenha sido vencido, sim, sem o melhor carro.

Ao contrário do que o leitor Alexandre, de São Luis, afirma, Senna não "venceu as cinco primeiras", mas sim as primeiras quatro, sendo que em pelo menos uma delas - Brasil - o desempenho da Williams era muito melhor.

E, também ao contrário da afirmação de Alexandre, não é verdade que "a Williams a ultrapassou apenas depois de umas sete corridas": já no quinto GP (Canadá) a diferença era estratosférica, e aquela corrida foi perdida por burrice de Mansell.

Nas provas seguintes, só deu Williams (da 6ª a 8ª). Senna conseguiu duas vitórias em Monza e Bélgica (9ª e 10ª), mas a Williams novamente foi MUITO superior até a Espanha (da 11ª a 14ª corridas), e somente no Japão a McLaren conseguiu ser superior.

Abraços,

Roberto

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Olá

acompanho Fórmula 1 há mais de 20 anos e estou curioso para saber quando foi a primeira transmissão de uma corrida de F1 pelo rádio no Brasil.

Ed Carlos Dias de Souza, Malhador

Olá Ed

Não saberia dizer. Tenho a impressão que algumas corridas dos anos 50 foram transmitidas. Com a ida do Emerson para a Fórmula 1, em 1970, a Jovem Pan começou a transmiti-las todas. Vamos aguardar pela ajuda dos amigos leitores

Abraços (EC)


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