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Opiniões e Dúvidas dos Leitores 23.09.10
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Denny Hulme com Brabham em Reims, sede do GP da França de 66 - Clique para ampliar
Olá Amigos do GPTotal

Estava relendo o excelente texto do Ico "O Touro e as Vaquinhas", de 24/01/2005.

E se os dois trapalhões Didi e Dedé derem uma caprichada neste final de temporada, o todo poderoso bilionário Mister Red Bull Mateschitz, poderá comemora o seu primeiro título na F1.

Abraço a todos!

Mauro Santana, Curitiba



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Ao Caco Bocchi, de São Paulo

Concordo com o seu ponto de vista. O caso é que toda essa história já se tornou um tanto cansativa, como muitas que circulam por aqui.

Da mesma forma, Emerson Fittipaldi ainda tinha chances de ser campeão quando a Lotus não cumpriu o combinado no GP da Itália de 1973, embora nas corridas seguintes não tenha somado os pontos suficientes (talvez por isso tenha defendido a Ferrari no recente caso de jogo de equipe). Nelson Piquet também tinha suas chances quando houve a batida proposital de Alan Jones na largada do GP do Canadá de 1980, o que o levou a trocar de carro e abandonar depois (o motor instalado no carro reserva, de classificação, não resistiu). Ou ainda foi sacaneado pro alguns dentro da Williams em 1986.

O que realmente acaba cansando é o eterno conflito entre os lados opostos dessa história da desclassificação do Senna. Os que não admitem e os que dão de ombros. Os três pilotos brasileiros poderiam ter hoje, 11 ou 12 títulos, ao invés de 8. Aconteceram injustiças? De modos diferentes, mas com certeza sim. E continuarão acontecendo. Mas quase não se debatem os títulos perdidos por Emerson e Piquet. Isso também é uma injustiça.

Cristiano Buratto, Londrina



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Prezados do GP Total,

Gostaria de ter a seguinte informação:

Quais são os critérios da FIA para a homologação de um autódromo como equipamento internacional?

Desde já, muito grato pela atenção.

Saudações,

Ricardo, Rio de Janeiro




É uma pergunta que demanda uma resposta bastante complexa, Ricardo. Há normas de arquitetura, segurança, conforto para equipes, imprensa e público etc etc. Na verdade, não sou capaz de dizer quantas normas são consideradas e nem como são aplicadas e fiscalizadas.

Nosso amigo e leitor Claudio Habara deu uma explicação detalhada sobre o assunto em meados de 2004. Confira a carta dele e pondere que, nos últimos anos, algumas destas normas foram retocadas.

Abraços (EC)




Carta de Claudio Habara - 2004
“Eu já estava com vontade de comentar sobre o trabalho desenvolvido pelo alemão Hermann Tilke há algum tempo e dia desses eu vi que houve um bombardeio aqui no GPTotal sobre seus projetos de autódromos, sendo apontados como um dos maiores fatores para uma presumida falta de competitividade e combatividade entre os pilotos da atual Formula 1.

Pois bem, eu discordo de que as pistas de Tilke são responsáveis. E vou além: se não fossem os profissionais comandados por Tilke, os novos autódromos e os reformados estariam muito piores. Muitos ao lerem isso, vão achar que eu fiquei louco. Falar que eu não conheço e não vi pistas "de verdade" como o velho Nuburgring, Spa, Zandvoort, Interlagos etc. etc. etc.

Não, não fiquei louco e sim, eu sei que grande parte dos circuitos comumente citados como desafiadores eram realmente espetaculares e incomparáveis aos atuais. Porém, infelizmente esses traçados, apesar de todas as qualidades, eram também incomparavelmente perigosos. E eram, da mesma forma, impossíveis de se tornarem seguros sem alterar drasticamente seu layout.

Hoje se reclama que não se veem mais os carros saltando nas 4 rodas em Nurburgring ou cortando as dunas do veloz Zandvoort. E Interlagos? Aquilo sim era pista: a 1 e a 2 tomadas flat depois de mais de 1km de reta em subida e mais quase 1km em descida p/ tomar a 3.

Agora, devemos lembrar de quantas vidas se foram no dito "Inferno Verde". Ou então quem não se lembra do pobre Roger Willianson queimado até a morte em frente às câmeras em Zandvoort.

Eu acho que ninguém aqui fala que a Tamburello era uma curva no mínimo interessante (e era realmente). Devemos lembrar que, para atingir os atuais níveis de segurança ao ponto de termos 10 anos sem fatalidades entre pilotos, muitos outros sofreram com a falta de segurança das pistas, pagando muitas vezes com a vida.

Assim, depois de muito tempo, muito sangue derramado, pilotos, público e dirigentes viram que é péssimo negócio (inclusive finaceiramente...) ter um campeão ou uma jovem promessa dentro de um caixão, ao invés de seguirem e encerrarem dignamente uma brilhante e merecida carreira.

Dessa forma, as pistas e autódromos tiveram que se adequar às velocidades e vulnerabilidades dos carros que nela iriam competir. Assim, gradualmente cercou-se a pista para um carro não encontrar um incauto poste ou um infeliz grupo de fãs. Colocaram-se pneus, catch fences, caixas de brita, guard rails duplos, triplos. Mesmo assim, acidentes graves e fatais aconteciam. Passaram a regulamentar os traçados para se evitar as curvas perigosas: curvas cegas, ondulações, saltos, maiores áreas de escape e niveladas. Hoje temos autódromos excelentes no quesito segurança.

Agora, como disse no início: a culpa não é do Tilke. Se querem colocar a culpa dos novos autódromos terem características muito semelhantes e por isso, serem "chatos" (eu particularmente não acho, mas...), coloquem na própria FIA. Em nome da segurança, a FIA normatiza a construção ou reforma de qualquer autódromo para conferir uma homologação de uso, que descrevo a seguir:

1 - F1
1T - Testes F1
2 - F3000, Sport Cars, FIA GT, TGP, CART, IRL, entre outras
3- monopostos acima de 2l, GT, DTM, NASCAR, V8 Austrália, Trans AM, ETCC, entre outras
4- F3 e monopostos abaixo, Porsche CUP, Clio e outros turismo
5 - Carros Solares ou Alternativos
6 - Off Road - RallyCross, AutoCross e corridas no gelo.




Dessa forma, se alguém deseja construir um autódromo para receber a F1, ela deve atender os mais rigorosos requisitos. Além das facilidades médicas, técnicas, administrativas, mídia e imprensa, o local deve contar com vias de apoio planejadas, áreas de escape, defensas, asfalto, pintura, proteções, grades e diversos outros itens normatizados e exigidos pelas inspeções feitas pela FIA.

E entre muitos itens, estão requisitos de traçado. Sim, a FIA tem uma espécie de "Código de Obras" para o projeto de um traçado. É mais ou menos como funcionam as diretrizes para se construir uma casa ou um prédio: existem normas como o gabarito, recuos, áreas máximas copuadas, construídas, permeáveis etc. etc. No caso de autódromos, existem regras para se fazer um nos moldes para a almejada homologação "1". Tem até blocos de Autocad padronizados para se usar no desenho do eventual projeto. Vou citar algumas das normas para as atuais pistas, retiradas das regulamentações FIA:

- a pista deve ter no mínimo 12 m de largura. Se houver qualquer alargamento ou estreitamento, este deve ser feito de forma gradual na razão máxima de 1/20.

- é recomendado que nenhuma nova pista tenha mais de 7km de extensão. (nessa, metade dos grandes circuitos antigos dançou...)

- Qualquer alteração na declividade da pista deve obedecer a razão da seguinte fórmula: R=V²/K, onde R é o raio formado pela alteração da declividade (em corte), V a velocidade presumida do carro e K, uma constante que vale 15 ou 20. Recomenda-se que alterações na declividade não se deem simultaneamente à freadas, retomadas ou curvas. (aí a Eau Rouge e mais de metade das curvas Spa e Nurburgring dançaram, assim como grande parte dos traçados dos anos 70 e início dos 80)

- Em curvas, a sobre-elevação (inclinação de fora para dentro) não pode passar de 10%. Inclinações negativas são proibidas, a não ser em curvas cuja entrada se dá abaixo dos 145 km/h (a Karussel, em Nurburgring, a 1, a 2, a 3, a Junção e o Sargento, por exemplo, já eram...)

- uma série de curvas contínuas (sem a interrupção de uma reta), contornadas em velocidade superior a 125 km/h, deve preferencialmente ter seus raios constantes ou crescentes (Brands Hatch diz adeus aqui...)

- É preferível a existência de no mínimo 250 m entre a largada e a 1a curva. A 1a curva deve consistir em uma mudança de direção de no mínimo 45° e no máximo 300 m de raio (adeus a Paul Ricard, Interlagos antigo e Spa antigo).

Isso é uma amostra do que a FIA exige. Tilke, que na realidade é engenheiro, e não arquiteto, como muitos dizem (eu mesmo achava), tem que trabalhar com um programa de projeto no qual tem que conciliar necessidades de público, técnicas, de segurança, financeiras, médicas, transporte, abastecimento e a própria pista em si, o que torna o projeto de um autódromo extremamente complexo.

E o pobre alemão tem que seguir as normas e premissas estabelecidas pela FIA, mesmo que ache o máximo projetar uma curva como a Eau Rouge, sob pena de não conseguir a homologação "1". Dessa forma, para atender a tudo e a todos, os autódromos em geral são mais planos e com um menor número de curvas velozes. Todos têm extensões e médias horárias semelhantes. Mas a culpa não é de Hermann Tilke e seu escritório, e sim da FIA.



E por que eu acho que sem o Tilke, tudo estaria perdido? Simples: Depois de quase uma década de autódromos "Mickey Mouse" (de cuja safra fazem parte Hungaroring, Magny Cours, Aida TI, Kyalami novo, Nurburgring novo, Londrina, entre outros), com projetos que se tornaram ou já eram defasados, Tilke foi o 1o (e talvez um dos únicos) a compreender a dinâmica dos carros atuais, que brecam, aceleram e contornam curvas de forma muito mais eficiente e de suas corridas.

Os traçados "chicanes" ou aqueles que eram formados por uma grande reta e um grande "miolo" repleto de curvas foram substituídos por pistas mais extensas, largas e compostas por várias grandes retas, ligadas por "grampos" ou "cotovelos".

O que Tilke buscou (e conseguiu) com isso? Aumentar a quantidade e qualidade de pontos de ultrapassagem. Quantidade porque temos mais retas, possibilidade de vácuo e frenagens. E qualitativamente, as retas longas provocam velocidades mais altas e os grampos obrigam uma frenagem mais longa, aumentando as chances de ultrapassagem.

Além disso, na entrada dessas grandes retas, curvas de baixa, que possibilitam dois ou mais carros entrarem mais próximos sem perder pressão aerodinâmica ou sofrer com a turbulência do carro que vai a frente. Vemos claramente isso em Sepang, no novo Hockenheim, no Bahrein e na nova pista chinesa. E, indiscutivelmente, nestas pistas, seja pela largura ou pelas características de traçado, a quantidade de disputas e ultrapassagens são abundantes quando comparados os resultados de outras como Barcelona, Ímola, Hungaroring ou Nurburgring (que é de Tilke, mas apenas a modificação feita há três anos).

Vale lembrar que a decisão de mutilar autódromos não cabe ao alemão, e sim as autoridades esportivas e administradores, e não por iniciativa do próprio Tilke. Pelo contrário: seus autódromos são muito bem concebidos e resolvidos. Claro, falta a pimenta, o sal, a gordurinha que dá o toque especial. Mas aí, o médico, no caso, a FIA, proibiu.

Em todo caso, se a culpa pelo alardeado "marasmo" não é do Tilke e suas pistas, também não deve ser creditada ao zelo excessivo da FIA em fazer das pistas um local mais seguro. A conclusão que eu tiro é que o problema está com os "cartolas" na gestão técnica e esportiva da categoria. Coisas como o reabastecimento, a aerodinâmica e os freios deveriam ser repensados, da mesma forma que o formato e a gestão da competição.

Em suma, desculpe pelo texto longo, mas o pobre Tilke não é ruim assim. Deve ser boa pessoa...

Abraços

Claudio Habara, São Paulo



Opiniões e Dúvidas dos Leitores 21.09.10
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Alguns momentos da carreira de Piquet Aqui, em sua estreia, com Ensign na Alemanha 78 - Clique para ampliar
Meu amigo Valduga

sinto muito, mas eu vinha tentando, por meio deste site, te alertar quanto à qualidade das opiniões e principalmente decisões de teus comissários desportivos. Agora parece que a vaca foi pro brejo.

Carlos Alberto Petry, Taquara

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O texto Piquet, 1990, do Pilatti, é meio fanboyish mas bom e serve para nos lembrar da boa temporada do Piquet em 1990. Talvez ali estivessem sendo plantadas as sementes para o sucesso do Schumacher anos depois, uma vez que foi ali que Benetton e Briatore tiveram contato com as vitórias e o imenso esforço e talentos necessários para as conquistar. Mas não acho que a temporada de 90 sirva como referência para demonstrar a genialidade de Piquet.

Para entender e talvez compreender sua genialidade, vejamos as seguintes façanhas:

- campeão com um carro dotado de efeito-solo e motor aspirado;
- 1o campeão de era turbo e também 1o campeão pós efeito solo;
- 1o campeão da Honda;
- vencedor antes, durante e depois de era turbo;
- ganhou cada um de seus campeonatos com um motor de marca diferente.


Posso estar enganado ou subestimando muitos outros pilotos, mas acho que ninguém venceu com carros tão diferentes. O Piquet atravessou o que talvez foi a era da maiores e mais profundas transformações na F1, e venceu corridas e títulos ao longo de todas essas mudanças. É provável que a F1 tenha mudado mais de 80 a 91 que em qualquer outra década de sua história. Nem mesmo Prost, o outro gênio a atravessar os anos 80 de cabo a rabo, possiu um currículo com títulos em carros tão diferentes.

Aí está a genialidade do Piquet.

PS: é uma pena que ele não tenha alcançado a obstinação e gana de Prost e Senna. O título de 86 escapou porque ele acordou tarde demais. E quem sabe o que mais ele poderia ter feito?

Érico, DF

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Já se passaram 21 anos, mas o assunto ainda rende. Não quero criar caso, mas como volta e meia me deparo com a opinião de que o resultado do GP do Japão de 1989 não fez diferença no resultado do campeonato, eu resolvi expressar minha opinião. Os fatos ocorridos em Suzuka decidiram, sim, aquele campeonato.

Uma coisa é assistir o video tape de um jogo já sabendo do placar e até do resultado do campeonato, outra coisa é acompanhar ao vivo, enquanto a partida e a disputa do título estão se desenrolando. Em 1989, quando a F1 chegou a Suzuka, só se sabia que Senna precisava vencer as duas últimas provas para chegar ao bicampeonato, que Prost já estava de malas prontas para a Ferrari e que a rivalidade entre os dois atingira níveis altíssimos. Ninguém tinha bola de cristal e estava sabendo de antemão o desfecho do remake do Dilúvio, mais conhecido como GP da Austrália de 1989.

Teria Prost temido que a Mclaren favorecesse Senna na Austrália caso o brasileiro chegasse lá com chances de título contra um piloto que deixaria a equipe, por isso resolveu apelar em Suzuka? E o Balestre, seria ele tão "caxias" a ponto de opinar pela desclassificação de Senna mesmo sabendo que uma decisão entre os dois grandes na última prova traria mais emoção, talvez mais público e mais intere$$e$? Balestre rasgava dinheiro?

Com McLaren em Monza 78 - Clique para ampliar
Bola de cristal não existe, o GP da Austrália era apenas uma data futura no calendário. O acidente forçado por Prost somado à desclassificação de Senna provocaram o encerramento da disputa daquele título ao final daquele GP. Tanto Prost quanto Balestre devem ter agradecido a São Pedro pelo desfecho que teve o GP Australiano, da mesma maneira que um juiz deve respirar aliviado quando o pênalti mal marcado é defendido pelo goleiro. Prost, aliás, deu uma volta na pista de Adelaide e recolheu o carro. Teria agido assim caso o campeonato ainda estivesse em aberto?

Quem viu ao vivo, deve se lembrar do quanto foi emocionante, cinematográfico até, o desfecho em pista daquela corrida no Japão. "Falestre" sacaneou a plateia do autódromo e também a que assistia pelas TVs ao redor do mundo. Vai dizer que ele era tão "caxias" assim?

Acho que as considerações seriam as mesmas independente do envolvido ter sido Senna ou não. A semente do desfecho do campeonato de 1990 foi lançada ali.

Até a informação de que aquele presidente da FIA havia sido ligado à juventude hitlerista (ou coisa parecida) teve jornal que levantou e publicou fotografia. Por aí se tem uma ideia da impressão que ficou para o público. "Edilson! Edilson! Edilson!" a torcida gritaria hoje em dia.





Com Brabham em Mônaco 79 - Clique para ampliar
Aqui em São Paulo, o caso Senna X Balestre rendeu um engraçado comercial de concessionária de carros veiculado por rádio naqueles tempos. Era mais ou menos assim:

- Estamos aqui para entrevistar Jean Paris Falestre - anuncia um suposto repórter.

A seguir, ouve-se um cavalo relinchando.

- ...ah, ele está dizendo que não conhecia a concessionária "mono mono"...

O cavalo relincha de novo.

- ... e está dizendo que se ele conhecesse a concessionária "mono mono" antes, ele já teria trocado o nome do Rio Sena para Rio Prost há muito tempo.

Caco Bocchi, São Paulo

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Prezados colegas do GPTotal

Com relação aos comentários dos colegas Crhistian Feltrin de São José e Josenildo Henrique de Melo de Recife, a única coisa que posso dizer é que respeito a opinião deles sobre o texto que escrevi recentemente. Quanto ao texto, vale ressaltar que o escrevi no final de um dia de trabalho, em poucos minutos. Fui pensando e escrevendo, sem me preocupar muito com técnicas de redação ou coisas assim.

Acontece que ambos os leitores não notaram o fundamento do texto. Ele não servia para engrandecer um piloto em detrimento do outro. Na verdade, o que estava sendo contestado era o automobilismo atual, em especial a F1. E não dá para separar a F1 atual do piloto Michael Schumacher.

Com Brabham no Canadá 82 - Clique para ampliar
Eu era apaixonado pelo automobilismo, pela Fórmula 1 e Indy, entre outras categorias, jamais por pilotos ou personalidades.Tanto é verdade que continuei assistindo a F1 imediatamente após a morte do Senna. Quanto a ele, para ser sincero, foi o seu jeito estranho que a princípio não me fez interessar por F1. Preferia muito mais o futebol. Só passei a acompanhar a F1 mesmo em 1992. Acho ridículo coroarem ele de quase perfeito só porque faleceu. Tratava-se de um ser humano com defeitos e qualidades como qualquer outro e na morte, está exatamente na mesma situação dos demais falecidos.

Mas tenho absoluta certeza que até aquela época em que Senna corria, havia muito mais esporte e competição no automobilismo. As máquinas eram muito mais interessantes, algumas extremamente potentes. E pelo que andei lendo, antes dele havia até algo a mais - paixão!

Como aqui é um ambiente democrático e nenhum de nós têm acesso a provas concretas sobre o que acontece ou aconteceu na F1 (e talvez ninguém tenha), temos de nos ater a subjetividade, mas isso não significa que meu ponto de vista seja algo puramente emocional. No final das contas, a pessoa acredita no que quer acreditar. Se vocês acham mesmo que tudo que falei é besteira, tudo bem, é direito de vocês. Mas as consequências são inevitáveis. Uma das menos graves é perder tempo assistindo corridas que obvia e evidentemente são apenas detalhes, espetáculos grotescos pautados por interesses egoístas, políticos e hipócritas. Outra mais séria é continuar vivendo na ilusão, como se nada estivesse acontecendo com o esporte.

Só não esperava que alguns leitores tivessem tanta falta de discernimento e fizessem um julgamento tão errado.

Obs.: Já faz vários anos que não acompanho de forma assídua a F1 ou outras modalidades automobilísticas. Talvez assista a umas três corridas por ano. Prefiro ler matérias técnicas e biografias antigas, pois não perdi o fascínio pelo lado tecnológico e qualidades como determinação e tenacidade dos pilotos, algo que se via muito mais nos pilotos de épocas passadas.

Costajúnior, Montes Claros

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Christian Feltrin

Fiquei curioso e fui ler. Realmente é muita bobagem mesmo, chega a ser desanimador





Josenildo Henrique de Melo de Recife

confesso que tinha pedido todo o tesão de ler essa parte do GPTotal pela total falta de raciocínio em muitas coisas escritas aqui, seja para repetir fielmente o que aconteceu na corrida do dia anterior, seja para demonstrar fanatismo talibã ou simplesmente falar bobagem pura mas, eis que li o que escreveste e confesso, me alegrei pois percebi que mesmo no silêncio dos inocentes, daqueles que não escrevem muito para essa página, existem pessoas com inteligência, ponderação e sensatez para passar uma mensagem, um pensamento, sem cair na armadilha do emocionalmente irresponsável vamos dizer assim, por isso faço questão de reprisar um comentário seu mas saliento que o restante não fica aquém...salvaste a honra dos pernambucanos... (brincadeira claro).

Acredito que o nosso colega Firmo sintetizou o raiz destas inúteis discussões e insistências em diminuir um grande piloto em detrimento de outro quando se confessou apaixonado por Senna e a parti dai todos os seus argumentos perdem o valor uma vez que paixão é um sentimento que sobrepõe o emocional sobre a razão e todos os feitos do ídolo é visto em tom épico, chegam mesmo a aclamar Senna como herói, comparando-o a Tiradentes e Luther King.

Durval Pereira, Salvador

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Opiniões e Dúvidas dos Leitores 17.09.10
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A patota do Tio Bernie é rápida mesmo – e muito mais implacável do que supunha minha vã filosofia. Já tirou do Youtube a grande maioria dos vídeos que mostravam o acidente do Yamamoto no pit de Monza – inclusive o que eu havia sugerido na minha coluna Termo velho e desbotado. Mas é uma batalha árdua: usuários teimosos (e, neste caso, muito bem-vindos...) captam e reenviam para o site.

Sakon Yamamoto nos treinos de sábado, em Monza - Clique para ampliar
Para ver as imagens do acidente é só digitar as palavras “Yamamoto pit” direto no Youtube e clicar em algum resultado que ainda não tenha sido cassado. Não vou cair na bobagem de sugerir link novamente...

Aquele abraço!

Lucas Giavoni





Lendo a ótima matéria do Marcio Madeira sobre o Jochen Rindt, eu acrescentaria que a sua vitória em Le Mans foi com uma Ferrari 250 LM, modelo já aposentado para as pistas por Maranello.

Uma semelhança dele com o Emerson, é o fato de que ele, sendo alemão, corria como austríaco enquanto o Emerson, brasileiro, corria como inglês. Mas como disse, lendo a matéria me lembrei da meteórica carreira do Emerson, principalmente quando foi dito (escrito) que a morte do Rindt contribuiu para a admissão do Emerson na Lotus F1.

John Miles com o Lotus com tração nas quatro rodas em Monza 69 - Clique para ampliar
A carreira do Emerson não decolou assim tão fácil. Em 1968 a Lotus tinha como seu primeiro piloto Jim Clark e como eventual substituto Mike Spence e ambos morrem naquele ano, Clark em Hockenheim numa prova de Fórmula 2 e Spence num treino para as 500 milhas de Indianápolis. Em 1969, Jochen Rindt assumiu a vaga, junto com Graham Hill, tendo John Miles como terceiro piloto com a missão de testar um carro com tração nas 4 rodas. Em 70, Miles se desentende com a equipe e Emerson é guindado a segundo piloto da Lotus, guiando o velho Lotus 49 no GP da Inglaterra de 1970, enquanto Rindt guiava o fantástico modelo 72. Mas tudo mudou em Monza, quando Rindt morre e Emerson, assume a cedeira nº 1 do time de Colin Chapman

Carlos Alberto Petry, Taquara





Edu

Lembro que nos primórdios do GPTotal, vocês instituíram a eleição dos mais bonitos carros de corrida de várias décadas. Eu até dei uma colaborada, falando de uns Ferraris antigos.

Agora eu queria sugerir a eleição das cinco melhores corridas de automóvel de todas as épocas e categorias. Na F1, escolho Mônaco, Spa e o velho Nurburgring (e deixando muito a contragosto Monza de fora). Em GTs, protótipos e afins, claro que minha escolha é as 24 Horas de Le Mans e, fechando minha lista, a alucinada Indy 500 não poderia faltar.

E aí? Topa fazer uma enquete entre os leitores e colaboradores do site?

Um grande abraço

Alexandre, São Paulo





Caro Costa Júnior de Montes Claros:

Vejo em seus comentários algumas falhas ou erros de interpretações, pois vejamos: Quando se afirma que um piloto da atual F1 necessita de uma preparo físico superior ao exigido no passado este fato se explica não pela potência do motor mas pelo refinamento aerodinâmico e extrema eficiências dos freios que permitem aos pilotos frearem dentro das curvas e contorna-las com extrema eficiência, potencializando a força G sobre o corpo. Neste aspecto, o preparo físico do alemão era invejável.

Senna não morreu porque as máquinas dos inicio dos anos 90 eram assassinas - os carros dos anos 60, 70 e 80 matavam muito mais. Senna morreu por pura fatalidade, simples assim.

Convenhamos que independente de contrato ou favorecimento de equipe Schumacher no auge de sua carreira era infinitamente superior a todos os companheiros de equipe, certamente em igualdade plena de condições ganharia os mesmos títulos que tem hoje, pois se Barrichello não bateu Button, jamais bateria o alemão.

Ayrton Senna com McLaren na Alemanha 89 - Clique para ampliar
Quanto a uma máquina imbatível, Senna também ganhou os títulos de 88 e 90 e ainda o vice 89 com uma máquina igualmente imbatível, aliás Senna disputou seus títulos apenas com dois pilotos de forma individual, Mansell e Prost, nunca encarou em igualdade de condições Piquet e Lauda, apesar que em algum momento foi contemporâneo destes. Dizer que a FIA prejudicou Senna também é outra meia verdade uma vez que independente do GP do Japão de 89, Senna teria de ganhar também na Austrália e não o fez, logo jamais seria campeão naquele ano.

Todos falam que Schumacher foi campeão com a imbatível Ferrari mas esquecem de seus títulos na Benetton, e se o parâmetro for disputar campeonato com muitos postulante o campeão deste ano poderia ser aclamado um dos maiores de todos os tempos. É uma grande perda de tempo comparar pilotos de gerações diferentes, foram todos gênios e não é a toa que se ganha títulos na F1. Acredito que o nosso colega Firmo sintetizou o raiz destas inúteis discussões e insistências em diminuir um grande piloto em detrimento de outro quando se confessou apaixonado por Senna e a parti dai todos os seus argumentos perdem o valor uma vez que paixão é um sentimento que sobrepõe o emocional sobre a razão e todos os feitos do ídolo é visto em tom épico, chegam mesmo a aclamar Senna como herói, comparando-o a Tiradentes e Luter King.

Por ser a F1 um esporte puramente tecnológico vamos nos ater menos a emoção e admirar estes gênios que tivemos o prazer de contemporanizar sem estas bobagens de comparar quem foi melhor, claro que cada um de nós tem seu favorito, pessoalmente gosto muito do Piquet, do Lauda e do Schumacher e isto não quer dizer que todos os demais eram uns joaozinhos como diria Garrincha, cabe ainda lembra aqueles gênios que não obtiveram títulos como Peterson, Villeneuve pai, Bellof que certamente estão no mesmo patamar técnico ou acima de tantos campeões, vamos assistir as corridas pela suas emoções e beleza plástica de suas máquinas e não para criar defeitos naqueles com quem não simpatizamos e endeusar nossos ídolos de forma intransigente.

Josenildo Henrique de Melo, Recife

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Ao Costa Junior.

Quanta bobagem, meu filho.

Christian Feltrin, São José

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Na Fórmula 1 de hoje, um bom piloto de kart Sexpeed, com um pouco de treino, também anda. Tem que diminuir a eficiência dos freios – que parecem ter ABS - e voltar ao câmbio sequencial dos anos 80. Deste jeito que está, os carros de F1 são muito fáceis de pilotar

E quanto aos novos circuitos, não existem pontos de ultrapassagem porque os carros freiam sempre no mesmo lugar e os motores estão todos no mesmo limite um dos outros.

Valdir, piloto de kart, São Paulo

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Pilotada,

Após ver as primeiras imagens do novo autódromo de Deodoro, ficam as primeiras impressões:

1) É um dos traçados mais sem graça e sem sal que já vi.
2) Pra que servem as duplas sequências de curvas iguais?

E aproveito pra fazer uma sugestão: já que não tem mais volta e o dinheiro público vai ser gasto mesmo, por que não replicar em Deodoro, na medida do possível, o antigo traçado de Jacarepaguá da época da F1, como era antes da MotoGP, só que devidamente modernizado em suas instalações? Acho que seria uma solução intermediária que agradaria a todos, e amenizaria definitivamente a polêmica em torno do assunto.

O que vocês acham?

Carlos Ganhadeiro, Vassouras

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Monza

Apostei em Button e teria acertado se não fosse a ridícula imposição do uso de dois jogos diferentes de pneus por corrida. Jenson largou muito bem e manteve a corrida sob controle até ter de parar. A utilização do F-duct, somada ao estilo suave de condução do atual campeão mundial teriam facilmente levado o carro até o fim sem qualquer parada.

Rosberg - Clique para ampliar
Alonso simplesmente não conseguiu se colocar em posição de ameaçar a liderança de Jenson e dificilmente completaria a prova num ritmo competitivo sem trocar os pneus _ muito exigidos em razão da pouca asa. De uma maneira ou de outra o trabalho dos mecânicos da Ferrari foi soberbo e a vitória de hoje é tanto do espanhol quanto deles que o colocaram de volta na frente de Button, tarefa da qual "Fernandinho" mostrou-se incapaz na pista (hoje).

Massa, além de confirmar minhas previsões, comprovou que Alonso falava a verdade quando argumentou, em 2007, que fazia os McLaren andarem meio segundo mais rápido no braço. Felipe tem sido sistematicamente meio segundo mais lento que o primeiro piloto da Ferrari. O escudeiro de Alonso fez uma corrida monótona, apenas sublinhando a importância do asturiano para o time.

Webber, dentro de suas limitações, fez uma prova inteligente. Correu alguns riscos controlados e marcou pontos importantes, assumindo a liderança do campeonato graças, em parte, a uma leve recaída de Hamilton. Lewis já deveria saber que não é hora de se arriscar numa primeira volta.

Alonso, Button e Vettel conseguiram evitar que a disputa se polarizasse entre os dois ponteiros da tabela. O primeiro por capacidade técnica, o segundo por inteligência no acerto e o terceiro teve a sorte que nem sempre acompanha a sua ousadia...

Pablo Habibe, São Luis

http://pabloformula1.blogspot.com/


Opiniões e Dúvidas dos Leitores 09.09.10
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Final eletrizante em Monza 53 Fangio, Ascari, Farina e Marimon - Clique para ampliar
Concordo! Tive a possibilidade de ver todos em ação. Vi em 1951 a passagem das carreteiras Rio – São Paulo – Poços – Rio. Em 1953, vi no GP Cidade de Campinas um duelo histórico de Landi/Casini. Em 1956, vi as Mil Milhas pendurado nos barrancos de interlgos. Em 1957, o melhor duelo ao vivo, entre Barberis e Ciro Cayres nos 500 Km de Interlagos (Cyro perdeu a roda traseira, que matou miss Campinas).

Vi Fangio na Maserati andando sobre trilhos e vencendo em Interlagos. Como ele disse, “andei o mais devagar possível para chegar em primeiro”. Lembro muito bem do Bird ainda com o DKW 11 (o do Marinho era 10).

Minha noite de lua de mel foi em Interlagos, vendo as 24 Horas de Interlagos, em 28/05/1966, além de todas corridas em Piracicaba/ Araraquara. Gostava muito das pilotagens do Christian Heins e do Fritz dOrey. Adorava a carreteira do Camilo etc. Acompanhei toda a carreira do Emerson, desde o kart até a Fórmula Indy. Ainda acompanho muito o automobilismo, mas o exceso de tecnologia tira o brilho dos pilotos.

Um grande abraço

Renato, Campinas

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Pilotada

Se a Prefeitura do Rio de Janeiro pensa em destruir a pista de Jacarepaguá para construir lá o "Parque Olímpico", por quê então não fazê-lo em cima do Hipódromo da Gávea?

Não seria a mesma coisa? Os dois não têm o mesmo valor histórico? E ainda temos que considerar que no autódromo não são feitas apostas de azar, nem animais são sacrificados imbecilmente...

Carlos Ganhadeiro, Vassouras

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E o filme triste teve replay.

Caro amigo Nestor Valduga. Desta vez foram duas punições imbecis, orquestrada por ignorância de fundamentos deste esporte maravilhoso, uma foi no S do Senna, num acidente normalíssimo em competição, o outro a imbecilidade foi as raias do inacreditável.

O acidente do Xandinho com o Zonta teve um culpado sim. Presta atenção e ensina pros teus comissários desportivos, dois carros fazem uma curva comportados, um atrás do outro. Na saída desta curva, o carro que vem atrás (Xandinho) toca no que o precede (Zonta). Só existe uma razão possível pra isto: o carro que esta à frente por alguma razão não retomou velocidade como o fez o que vem atrás. Culpa de quem? Do Zonta.

Evidentemente não importando perquirir o porque de sua retomada mais lenta, mas punir o piloto do carro que bateu atrás chega a ser ridículo. Regras de pista não têm a ver com regras de trânsito e se têm, vamos convocar comissários desportivos dentro da Polícia Rodoviária Federal. Espero que independente do resultado, o Xandinho tenha levado seu intento de não acatar a bandeira preta, para que o recurso dele no STJD após julgado não afete sua classificação na prova...





Ao Cláudio Ferreira

Eu tenho o livro Circuito da Gávea do Paulo Scali, mas não sei onde possas adquiri-lo, pois que eu saiba ele é distribuído pela empresa Metal Leve, que ao que me é dado a saber é quem bancou a publicação. Então te recomendo fazer contato com o setor de propaganda e marketing da referida empresa.

Um abraço acompanhado dos votos de que consigas refazer a história de teu avô.

Carlos Alberto Petry, Taquara

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Surtees e seu Honda, vencedor de outro final espetacular em Monza - Clique para ampliar
Muito boa a coluna sobre Beloff. Ele é um caso muito parecido com o dos Mamonas Assassinas: o que eles teriam feito depois? Aquele sucesso de 1,5 milhões de discos em 3 meses continuaria? Mudariam o estilo?

Fica a impressão boa. Beloff seria uma espécie de José Carlos Pace?

Adriano Migliozzi

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Olá Amigos do GPTotal

Excelente a lembrança do incrível Bellof. Detalhe: Bellof estabeleceu o recorde de 6min11s130 no antigo Nurburgring em 1983 andando com tráfego na pista. Já Nick Heidfeld em 2007 andou sozinho com pista limpa e não consegui baixar este tempo.

Bellof era fera e deixou saudades, assim como o antigo Grupo C.

Abraço a todos!

Mauro Santana, Curitiba

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Muito boa a coluna do Marcel, sobre o Bellof. Também acho que ele seria um grande piloto, provavelmente iria para uma grande equipe em 86 - Ferrari, dizem. Mas o que poderia ter sido, ninguém sabe.

Sobre os comentários de esportistas que ficaram muito tempo afastados e depois voltaram em grande estilo, acho que os amigos precisam conhecer algumas histórias como a do russo Eduard Streltsov, de Andre Agassi, de Justine Henin, e até mesmo do brasileiro Ronaldo. Sem falar em Niki Lauda, Lance Armstrong, e, é claro, Michael Jeffrey Jordan.

Roberto Andrade

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Ao Júlio Rissa, de Foz do iguaçu:

Dá uma olhada na ESPN ou na Sportv e vê umas partidas do tênis feminino, com uma belga chamada Kim Clijsters. Está ganhando todas e deve pelo menos chegar à final.

Ah, detalhe: ela não jogava tênis desde 2007.

Fabiano Cruz, São Paulo

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Peter Gethin, com BRM, venceu em 71, um dos finais mais apertados da história da F1 - Clique para ampliar
Firmo,

sempre li você escrever que era comentarista de F1 numa rádio de Recife! Era um dos seus argumentos favoritos pra dizer que entendia de F1! Agora você vem dizer que nem jornalista é!

Você é uma grande Viúva do Senna, incapaz de admitir que existem outros pilotos tão bons ou melhores que o seu finado Senna! Pare de falar mal dos pilotos brasileiros e/ou dos demais campeões que superaram o Senna! Seja imparcial!

E não venha com a historinha de deixar de escrever aqui novamente! Novela mexicana é em outro canal.

Abraços

Marcelo Kozak, Curitiba

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300 GP´s, títulos zero ?

A marca é expressiva, 300 corridas disputadas na categoria máxima do automobilismo e, durante muito tempo (e não vai parar por ai), não será batido por ninguém, afinal, são 18 anos de Fórmula 1.

Com toda essa trajetória, é de se esperar tenha resultado em algum título mundial... Pois bem, o detentor anterior do maior numero de participações parou há algum tempo e não foi campeão... Isso também não justifica a falta de títulos.

Agora a pergunta: Por que ele não foi campeão ainda?

Há quem afirme que, desconsiderando os anos de Ferrari onde, sabemos, ele só não o foi, pois vimos que capacidade teve o suficiente para, inclusive, permanecer na equipe, por si só já demonstra todo o seu potencial e só sai dela por escolha própria, por ter assinado um contrato que atentou contra ele mesmo. O ano de Brawn Mercedes foi a melhor chance disso acontecer, porém, não podemos esquecer que, ao fim do ano de 2008, a sua permanência na categoria era incerta e o contrato que assinou para 2009 era para apenas quatro corridas e dependeria de seus resultados para terminar o ano na equipe, caracterizando uma clara demonstração de favorecimento a Jenson Button, que já tinha garantido a sua temporada correndo pela equipe, que, antes de ter Barrichello como companheiro, era apenas um, bom piloto, sem nunca ter ao menos ganho uma corrida. E mesmo o hepta campeão Schumacher, antes de ter como companheiro, o nosso Barrichello, já estava na Ferrari, com o mesmo Jean Toddy e Ross Brawn (o gênio da estratégia).

François Cevert, com Tyrrell, chegou em 2o em Monza 71 - Clique para ampliar
Até então, de efetivo mesmo, nada tinha alcançado. Por falar nisso, é importante percebermos que, a dupla Schumacher/Brawn está formada de novo e, posso afirmar que se um dos carros da equipe anda bem, não é por causa da dupla e sim pelo brilhantismo do jovem Rosberg. Isso nos leva a pensar alguma coisa, sobre a realidade dos geniais Michael Schumacher e Ross Brawn ou será que sem Barrichello a Ferrari continuaria amargando a fila? A dupla, ao que parece, já está garantida para 2011 e os resultados vão falar por si. Quanto a Barrichello, que ainda não foi campeão só podemos imaginar por que, mas com certeza já passou da hora de acontecer.

Não quero me prolongar muito em falar dele, mesmo por que acredito que ele é capaz e, os resultados por ele alcançados não dizem o piloto que ele é e nem a capacidade que tem, mas, prosseguindo, vamos falar de hoje.

Na Willians que, sabemos, sempre foi equipe com potencial para campeã, se a acompanharmos nos últimos em que teve pilotos sem muita expressão, como Ralf Schumacher, o iniciante Nico Rosberg, e que na verdade não demonstrou, na prática, todo o seu potencial.

Já nesse ano, a equipe ficou sem muita opção de motorizarão e teve de contentar-se com o pouco competitivo, até pela longa ausência das pistas de F-1, não tinha, nesse primeiro momento, condições de equipar a Williams, tanto que equipou as novatas, Lotus, Hispania e Virgin. Hoje, já na parte final do campeonato, já supera o motor Mercedes, da equipe Force India e a própria equipe Mercedes e, isso, graças também à bagagem que Barrichello levou para a equipe.

Que continuem a falar mal do brasileiro, mas por pura ignorância, pois, olhando por estes aspectos, ele já tem pelo menos seis títulos: cinco que a Ferrari conquistou graças a ele e mais o título que Button conquistou, também pelo mesmo motivo. Por outro lado, felizmente, ele não da sinais de que vai se aposentar tão cedo, e com a persistência que lhe é peculiar, ainda será campeão, torço.

Barrichello, parabéns, você é mais do que um campeão, é um valente lutador, é um legítimo brasileiro que conquista tudo duramente

Carlos Eduardo Mariano, São Paulo


Opiniões e Dúvidas dos Leitores 03.09.10
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Emerson na capa de Autosprint, em 1974 - Clique para ampliar
Sou neto de Alfredo Braga, o Bragão, piloto dos anos 30.

Procuro agora material de suas participações entre 1933 - 1938, ano esse que sofreu um terrível acidente no Circuito da Gávea, atropelando 11 pessoas de uma só família, fato esse que veio a encerrar sua breve e intensa carreira de piloto. Minha família mantinha grande material da época que, após a morte de meu avô foi dada a um primo, que perdeu todo esse material.

Sendo assim, gostaria de saber como adquirir o livro do Paulo Scali - Circuito da Gávea - e aonde posso pesquisar material da época, como jornais e revistas, para tentar resgatar parte desse acervo tão importante pra mim.

Agradeço antecipadamente pela ajuda

Claudio Ferreira, Petrópolis



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Marcel Pillati

parabéns pela coluna 25 anos.

Sobre o Barrichello, o que ele tem de mais irritante é essa mania de perseguição. Fico imaginando Hamilton tendo de aturar a empáfia de Dom Alonso das Lamúrias nos tempos da McLaren. O que o jovem rookie tratou de fazer? Acelerar e dividir curvas com o espanhol e não se garantir só no fato de ser um inglês numa equipe inglesa.

Agora ficam os pachecos achando que Barrichello é um pobre injustiçado e que o Brasil não respeita o grande piloto que parte da mídia acha que ele é.

Luis Fernando, Rio de Janeiro

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Muito bom, Marcel.

Em primeiro lugar, o "SE" não funciona. Se o Ickx não tivesse terminado a corrida, SE a suspensão do Toleman aguentaria, SE o Bellof mantivesse o ritmo....

Eu gostava demais do Bellof. Um piloto extremamente promissor. Assim como gostava muito de outro que se foi muito cedo, o Tony Brise. Nunca saberemos onde eles chegariam, infelizmente. Já houve muito piloto extremamente promissor que ficou pelo caminho, por escolhas ruins, falta de oportunidades, ou no caso destes dois, por fatalidades.

Mas que eu gostava demais de ver esses caras correrem, isso é uma grande verdade.

Rogerio Tófoli Kezerle, São Paulo

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Depois que eu li as colunas de Eduardo Correa, Emerson X Ferrari, e Alessandra Alves, Carta ao Editor, eu me lembrei de umas fotos que eu havia escaneado de revistas velhas e surradas que eu tenho guardadas. Separei algumas imagens que acho que poderiam bem ser usadas como ilustrações para as colunas citadas.

Em relação ao desenho dos carros, talvez valha a pena pensar um pouco nos anos 60, época dos "charutinhos". Num determinado momento, todos os carros também ficaram parecidos e eu imagino que isso se deve ao fato de que eles estavam no limite da evolução da época. Quando a aerodinâmica foi incorporada à Fórmula 1, primeiro com aerofólios, tudo virou novidade e os projetistas passaram a procurar soluções próprias e depois passaram a adotar soluções encontradas pelos concorrentes, resultando na uniformização.

Mais Emerson na capa - Clique para ampliar


Lembro que em 1991 o desenho da Mclaren era parecido com a da Ferrari e li uma declaração de Senna dizendo que a McLaren tinha feito uma Ferrari pra agrada-lo. Uai, não é assim até hoje? Nada se cria, tudo se copia, ou um cria e o resto copia?

Resultado é que o desenho dos carros caminha em direção a uma grande uniformização. É o que me parece, de forma um tanto leiga nestes aspectos técnicos.

Entre as fotos que anexei, tem aquela de uma largada em 1974. Quando se observa a parte superior da imagem, o que se nota são diversos formatos de entradas de ar e isto me chamou a atenção. Não, não estou querendo que o mundo ande para trás porque senão acabaríamos voltando ao tempo da partida com manivela, mas que era bacana, era.

Só mais uma coisa: estavam mostrando imagens com a câmera on board de um dos pilotos justamente no momento em que o cara tinha que tirar a mão do volante para tampar o buraco do tal fluxo de ar. Tanta tecnologia aeroespacial, tanta fibra de carbono, tanta informática e o sujeito tem que tirar a mão do volante pra tampar um buraco ao seu lado. Não deixa de ser uma ironia.

Caco Bocchi, São Paulo

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Edu

Não sei se vc já viu estes dois filmes sobre o Senna. Vale a pena.





Arthur, São Paulo

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No UOL 26.08.10:

A FIA deve anunciar a decisão sobre a 13ª vaga até o final do mês. Além da Epsilon Euskadi e da Durango-Villeneuve, outra concorrente é a Stefan GP, equipe sérvia que herdou o espólio da finada Toyota.

Quem vocês acham que entram? Quem teria menos chance seria a equipe espanhola, por já ter a Hispania no grid?

Marcos Roberto Banhara, São Bento do Sul






Marcos Não sei dizer qual será a eleita. Sei dizer que Bernie Ecclestone – agindo por meio da Fia ou qualquer outra fachada – já está em outra. Bernie correu atrás de equipes novas porque temia não ter o número mínimo de carros para formar o grid, como acertado em contrato com as redes de TV e os organizadores de GP, o que significaria que ele e seus sócios não poderiam receber os milhões de dólares que movimentam a Fórmula 1. O temor de Bernie originou-se na revolta de brincadeirinha das grandes equipes – aquela cascata de Fota ou sigla parecida – e, depois, pela crise financeira internacional.

Mas estes riscos ficaram para trás e Bernie, agora, vê as equipes novas apenas como um incômodo no grid, sem qualquer atração para o público e a demandar uma divisão maior do dinheiro. Por isso, acho que ele retarda ao máximo o anúncio da nova equipe para já fazê-la nascer fraca e indefesa.

Abraços (EC)


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Mais uma vez os comissários desportivos da CBA tiveram que chupar manga azeda.

Desta vez foi o piloto Lico Kaesemodel quem reocorreu de desclassificação, ocorrida na etapa do Velopark da Stock Car. O recado é pra CBA, especialmente para o Conselho Técnico Desportivo Nacional. Não escolham seus comissários politicamente. A função é séria, muito séria! Ademais, o diapasão do STJD da CBA não necessariamente tem que ser o mesmo da Confederação.

Carlos Alberto Petry, Taquara

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Largada em 1974 - Clique para ampliar
Ao Eduardo Correa

Há algum tempo escrevi para saber se alguém sabia sobre o que seriam os balancins da suspensão dianteira do Brabham BT 33. Após pesquisar muito sobre o assunto, descobri o óbvio: são os suportes da barra estabilizadora dianteira, ligados ao braço do triangulo superior da suspensão do BT 33.

Algo que não me recordo bem: em 1975, quando Emerson não renovou o contrato com Teddy Mayer, parece que houve um desentendimento muito sério entre eles, o que parece estranho visto que Teddy liberou Emerson para testar o FD 01 em 1974. Será porque a McLaren ficou sem nenhum top driver e teve que correr atrás do único disponível (James Hunt) para 1976?

Curiosidade: alguém já notou que a tomada de ar do BT 33 foi copiada por Chapman no Lotus 78? Existe uma diferença de 7 anos entre os dois carros.

Abraços a todos

Junior, Campinas

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Olá Amigos do GPTotal

Depois de assistir ao GP da Bélgica no último domingo, lembrei de um momento em que toda a F1 estava extremamente assustada na temporada de 1994.

Naquele ano, após o GP de Ímola, a preocupação era tão grande com a segurança dos pilotos que até a famosa e lendária curva Eau Rouge chegou a ser maquiada com uma chicane para o GP da Bélgica.

Ver os carros passando por ali daquela maneira, realmente foi um dos momentos mais triste de toda a história da F1.

Mas felizmente para o bem do automobilismo, já no ano de 1995 a bela e charmosa curva Eau Rouge estava de volta!



Abraço a todos!

Mauro Santana

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Carros da F1 1974 - Clique para ampliar
Ajuda dos amigos

Recebi um e-mail de um amigo que entende do assunto, dizendo que agora, com 300 corridas, Rubens Barrichello passa a ser o piloto com pior estatística da Fórmula 1, entre os que venceram na categoria. Alguém tem esse dado corretamente?

Achei que Riccardo Patrese, com 258 GPs disputados e apenas 6 vitórias tinha a pior carreira entre os que venceram na categoria. Estou enganado? Algum companheiro poderia confirmar esse dado para mim? Se realmente for verdade, Rubens teria outro recorde...

Seria o pior entre os melhores, se levarmos em conta que tem que ser muito bom para vencer na F1.





perguntei sobre o Schumacher para me convencer. Apenas isso! Acho que ele tem talento sim. Em nenhum momento disse que não. Acho que inclusive ele está em todas as listas dos 10 melhores de todos os tempos, mesmo para os mais Senistas como eu.

Bom, eu apenas questiono a quantidade de títulos e de vitórias do Alemão. Sempre questionei. Os argumentos dados pelos amigos não me calam ainda. Não posso aceitar que é o carro que não é adaptado ao seu jeito de pilotar. Quer dizer que todos os outros carros que ele pilotou eram adaptados à ele e esse não é?

Não posso aceitar que é o regulamento, até por que ele passou por esse regulamento de 1991 à 1993. Não posso aceitar que é por que ele se afastou por 3 anos e depois voltou. Lauda também se afastou e voltou, não foi?

O comentário mais lógico, na minha modesta opinião, é o da idade. Acho realmente que 41 anos pesam sim. Porém ainda continuo achando que: se as coisas fossem mais iguais desde o início, se os contratos fosse mais honestos e seus companheiros de equipe menos submisso; ele não teria metade dos números que tem, embora teria sim escrito seu nome na história, afinal teria sido campeão umas 2 ou 3 vezes.

O fato é que: assim como o Rubens Barrichello se ridicularizou no Brasil, por ser tão submisso, o Schumacher também se ridicularizou, não acham? Ou vocês acreditam que a imagem que fica é apenas a do vencedor? Será que não fica a imagem de que: se seu companheiro não tivesse saído da frente ele não ganharia. Espero que chegue o dia que esse tipo de atitude fique feio para os dois diretamente envolvidos e para o time também.





Importante: queria esclarecer que não sou jornalista. Nunca disse que era jornalista. Com todo respeito aos jornalistas, jamais estudaria jornalismo, por vários motivos. Sou relações públicas com algumas especialidades e apaixonado por Fórmula 1, apenas isso. Acho que me considero um amante de Fórmula 1, um especialista no assunto, por assistir muito corridas, corridas e mais corridas, todos os dias-literalmente.

Abraços

Firmo Neto, Recife

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Mais carros da F1 1974 - Clique para ampliar
Bom dia a todos

Respondendo ao Firmo Neto, creio que sim, Schumacher está andando atrás de Rosberg justamente por ter ficado 3 anos parado. Me apresente qualquer atleta de ponta, em qualquer esporte, que fique 3 anos sem competir e volte na mesma forma em que estava ao parar.

E a situação ainda se agrava pelas mudanças nas regras nesse tempo e pela proibição de treinos. E mais um ponto, que foi dito por Button, é o carro, que foi construído para o estilo de pilotagem de Button e não de Schumacher, e isso conta muito na F-1 de hoje.

Acho que qualquer tipo de crítica ou comparação do Schumacher com Rosberg nesse primeiro ano de retorno é pura dor de cotovelo, tentativa de desmerecer os 7 títulos que conquistou na pista. Se ele arquitetava bem seus contratos e sabia fazer a equipe trabalhar para ele é porque tinha moral para isso, mostrando isso na pista.

Outro argumento, de que não existiu concorrência, é furado também, se fosse assim Hakkinen, Villeneuve, Alonso ou Hill não teriam sido campeões...

O cara foi bom pra cacete, e merece todos os títulos que tem! Por que é tão difícil admitir isso? Só porque ele não é brasileiro? Pensem pelo lado positivo, pelo menos ele desbancou o argentino em títulos... hehehehe!

Júlio R., Foz do Iguaçu

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Ao Paulo,

obrigado pela lembrança.

foram vários os motivos pelo qual simplesmente perdi a vontade de postar mensagens neste portal:

- a mania do Firmo em ficar criando moda com quem é o melhor...
- as discussões em torno disto
- o nascimento do meu filho (previsto pra fevereiro/2010)
- o blog do Felipe Motta, da Jovem Pan

Enfim... realmente o GPTotal foi um portal em que tive minhas sedes saciadas... até descambar pra discussão boba.

Minha intenção é discutir detalhes técnicos, simplesmente entender porque tal carro é assim e não assado. Uma coisa curiosa: depois que a Brawn resolveu o problema dos freios do Rubens, este começou a ganhar do Button. Então quer dizer que o Button não foi campeão por mérito em 2009?

Li este tópico há pouco sobre os 300 gps de Rubens e acho que cai como uma luva para o nosso editor Eduardo Correa: http://blogs.jovempan.uol.com.br/f1/fora-das-pistas/opiniao-sobre-rubens-barrichello/

Em resumo: até volto a participar com mais freqüência dos fórums e com artigos (quem dera, rs), mas só se o Eduardo abrir uma seção no site para artigos técnicos.

Acho que cabe até um convite para o Felipe Motta... O site só tem a ganhar!

Abs a todos no site!

Rolemberg, São Paulo, futuro pai coruja!

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O preferido de Bernie
EDU

Acabou a discussão!

A foto esclarece se Michael Schumacher é ou não o "favorito" do "Chefão" da Fórmula 1.

Veja e tire suas conclusões... eheheheheh!

Forte abraço.

Paulo C. Winckler, Porto Alegre

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À parte os comentários do Firmo Neto, acho que essa resposta de Paulo Nilton, de Belém, (que, pela descrição, idade mencionada, e modo de falar, parece ser um outro leitor desse site) não merecia ser publicada pela parte de metros e sequência. Não me venham com essa de aqui é lugar pra homem, pois esse conceito é medieval, retrógrado, torpe.

Adriano Carvalho

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...sete metros, dois jatos seguidos...

Imagino que uma cópula normal provocaria ruptura de útero por agressão...

Durval Pereira, Salvador

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