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Opiniões e Dúvidas dos Leitores 26.08.10
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Schumi em sua estreia na F1, com Jordan, em Spa 91 - Clique para ampliar
Firmo

o Schumacher já foi tudo aquilo, inclusive o melhor de seu tempo. Mas as condições que ele encontrou antes jamais se repetirão. Grids fracos, carros dominantes, companheiros de equipe lentos e submissos, orçamento ilimitado para testes e desenvolvimento ilimitados ano após ano, pneus feitos sob medidas para seu carro e sua pilotagem etc.

Um grande fator que parece ter sido ignorado estes anos todos é que a fórmula das trocas de pneus mais reabastecimento durante as corridas era perfeita para seu estilo agressivo. Tire um desses dois e seus resultados são tímidos, quase medíocres. Apesar de considerarmos as circunstâncias, há um abismo entre seus números das temporadas de 91, 92, 93, 2005 e 2010 e o restante de sua carreira. Até mesmo entre 96 e 98 (os carros dum certo Adrian Newey eram os mais velozes) ele foi bem melhor que em qualquer outro dos anos citados.

Ainda assim, não tiremos os méritos do Alemão, que foi capaz de atrair tudo isso para si e tirar proveito das circunstâncias durante sua primeira carreira na F1. Vitórias, recordes e títulos; ele fez por merecer. Mas agora o buraco é bem mais embaixo e ele também não é o mesmo.





Com todo o respeito, a Fórmula Truck serve como diversão bruta motorizada, não como patamar para comparação com carros de corridas.

Érico, Brasília

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Caro Firmo Neto

Creio eu que o Schumacher teve contratos cuidadosamente elaborados por ele e seus assessores, porém, é bom lembrarmos que foi ele que resolveu descascar o abacaxi de Maranello, uma equipe bagunçada e com um nível técnico muito aquém do que foi a Scuderia no passado.

Então podemos chegar a uma conclusão de que, ah tá, mas o companheiro de equipe é subordinado - mas era mesmo! O Schumacher ficava horas a fio na fábrica da Ferrari exclusivamente para ter o melhor equipamento e fazer por merecer o status que tinha na equipe. Aí vem a pergunta: e o restante do grid? Não competiu em igualdade de condições? Assim sendo o Häkkinen nunca teria sido campeão do mundo.

Hoje o que vejo é um carro que está longe de ser o ideal para a pilotagem do Schumacher, portanto aguardemos a próxima temporada para tirarmos uma real conclusão do desempenho do tedesco!

Abraço a todos deste espaço!

Rafael Gama, Natal

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Com Ferrari, em Interlagos 2004 - Clique para ampliar
Ao Firmo Neto

rápido e rasteiro, parodiando Jorge Kajuru... Você é um brincalhão!

João Carlos Viana, Capital do Estado, CE

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Prezados, bom dia

quanto ao discutido talento de Schumacher, farei somente alguns comentários, usando as palavras do próprio Ayrton Senna quando em entrevista se referiu ao provável título de Prost em 1993. Ele disse que um título na Fórmula 1 é um título, não se ganha à toa. Schumacher ganhou sete, o cara tem talento, tem, não há dúvidas.

Para a maioria de nós que assistimos as corridas sentados no sofá é muito fácil. Difícil é encarar uma corrida inteira andando rápido, consistente, sem cometer erros. Tá bom! Os caras são treinados e pagos para isso, eu sei, mas poucos conseguem andar forte do inicio ao fim da corrida, controlar desgaste de pneus, freios e tudo mais.

Qualquer um que chega na Fórmula 1, por mais dinheiro e influência que tenha, não é um qualquer, tem que ter no mínimo competência para conduzir um carro que apresenta reações mais rápidas que qualquer outro tipo de carro de competição.

Se Schumacher, Senna, Prost, Hamilton, Piquet, Emerson, Clark, Fangio e tantos outros foram campeões, é porque tinham talento, não se discute, agora qual deles foi melhor ou é melhor, pouco importa outros virão e serão melhores ou piores, iguais nunca.

Fernando, São Caetano do Sul

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Eu acho que o que falta hoje para o Schumacher é algo que sobrava em sua primeira passagem pela F1: motivação.

Nessa temporada, o único momento em que achei Schummy motivado foi na disputa com Rubens, mas aí foi pessoal. Eu acredito que a Mercedes pensou mais no marketing do que em qualquer outra coisa.

Voltando ao passado... Em suas vitorias, Schumacher tinha o melhor carro? Sim. Tinha uma equipe inteira trabalhando para ele? Sim. Tinha um terceiro piloto (na Ferrari ele era o primeiro e o segundo piloto, depois vinha o Barrica) que só trabalhava para ele? Sim. Agora, convenhamos. Um cara que teve a capacidade de fazer tudo isso acontecer em seu beneficio, merece todos os títulos que Schumacher conquistou, sem sombra de duvidas.

Rogerio Tófoli Kezerle, São Paulo

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Com Ferrari, em Spa 98 - Clique para ampliar
Primeira vez escrevendo ao site, para responder à pergunta do folclórico dito jornalista Firmo Neto, sobre o motivo de Schumacher estar levando pau do Rosberg.

Firmo Neto, o motivo pelo qual ele está apanhando do Rosberg é porque o gênio pra levar pau de companheiro, tem que continuar vivo até os 41 e resolver voltar depois de 3 anos parado. Há quem morre no auge, isso não acontece. Este raciocínio vale em qualquer esporte, inclusive na vida. Hoje tenho 65 anos, tenho minhas limitações, mas não impede que quando tinha 20 tenha conseguido ejacular a 7 metros de distância, em 2 jatos seguidos.

A vida é assim, meu jovem, Um dia acontece a você, apesar de que não acredito que você seja o melhor no que faz, seja lá o que for.

Abraços!

Paulo Nilton, Belém

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Prezados Amigos do GPTotal

Agradeço ao Junior, de Campinas, por suas gentis palavras e incentivo à participação dos Gptos em toda a manifestação positiva e em prol do automobilismo de competição e da Fórmula 1, além de sua oportuna lembrança e sugestão de que seja feita uma entrevista completa com o grande piloto e campeão Emerson Fittipaldi o que seria, também, uma forma de homenageá-lo. Evidentemente, temos no Emerson o precursor da tradição e presença brasileira na Fórmula 1, e também, nos Wilson Fittipaldi (Barão e Junior) e na Srª Juze Fittipaldi (esta, infelizmente, já falecida) o grande crédito de todo este sucesso!

Gostaria de aproveitar para elogiar a excelente coluna do Márcio Madeira, sobre Wilson Fittipaldi, o Barão, um grande passo para rendermos justas e merecidas homenagens a estes verdadeiros heróis do automobilismo de competição brasileiro, sem os quais, me arrisco a dizer, nada do que conquistamos até o presente momento, teria acontecido.

Percebo em grande parte dos amantes da velocidade, uma grande saudade dos tempos de ouro da Fórmula 1 e que, na minha modesta opinião começou nos anos 60 e se estendeu até meados dos anos 90.

Acredito que uma grande prova ou pelo menos constatação desta realidade, tenha sido a criação da Fórmula 1 Histórica, que se apresenta com grande sucesso na Europa e que quase (infelizmente o "quase"...) chegou ao Brasil, porém tendo sido abortado tal projeto pela Rede Globo (até onde sei), o que espero, possa ser revisto pela emissora e quem sabe, em futuro breve, possamos ter a F1 Histórica no Brasil, também.

Em tempo: um alô para o GPto Rolemberg Filho, que costuma assinar por Roller: com o devido respeito por suas decisões, mas gostaria de registrar que notei a falta de sua participação no GPTotal.

Vamos lá pessoal! Vamos retomar a antiga essência do GPTotal, participando seja com novas adesões ao site ou com o retorno de antigos GPtos.

Forte abraço à Família GPTotal

Paulo C. Winckler, Porto Alegre

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Schumi com Benetton em 94, ano do seu primeiro título - Clique para ampliar
Esse Bernie Ecclestone é muito engraçado mesmo!

Defendeu o Schumacher o ano todo e agora que ele viu que o véio não é de nada quando tem concorrentes e não tem o melhor carro do grid, ele vem declarar que se Schumacher estivesse pilotando pela Red Bull aí sim ele apostaria.

Muito engraçado! Tá achando que somos bobos, né? Já que é assim, bota o Pelé, o Papa, o Ronaldinho, o Bruno Senna na Red Bull, aí qualquer um se sai bem. Hoje, seu Bernie, a melhor máquina se sai melhor, esqueça os pilotos. Apertou bem os botões, seguiu as regras da equipe deixando o companheiro passar ou não, se sai bem. Massa e Barrichello que o digam.

Nós só continuamos assistindo porque não tem jeito, é pura paixão, não tem explicação. Mas que tá um desfile de marcas e modelos, não tenha dúvida.

Um abraço a todos

Clayton Araujo, Salvador

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Opiniões e Dúvidas dos Leitores 24.08.10
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Olá Amigos do GPTotal!

Ler o texto do amigo leitor Marco Memoria, do Rio, me fez chegar a uma conclusão de que o automobilismo está doente.

Hoje em dia, a única categoria que ainda me dá prazer em assistir é a F-Truck, pois F1, Stock, Car, Indy e tantas outras, foram contaminadas por emissoras de TV, e um nível altíssimo de tecnologia e ganância que vem deixando o automobilismo cada vez mais e mais doente.

Domingo tivemos uma baita corrida da F-Truck em Londrina. Esta categoria é maravilhosa, pois é a única que ainda nos passa aquela sensação no ar de uma verdadeira corrida de automóveis, mesmo que na pista estejam correndo velozes caminhões.

Sei bem o que você quer dizer, amigo Marco, e penso igual a você, pois hoje em dia é tudo muito artificial, o que antigamente não era. Antigamente era possível acampar nos autódromos, assistir um domingo inteiro com várias categorias com grids cheios, que iam desde fuscas a poderosos protótipos. Infelizmente tudo foi acabando. Até a F3 que lotava os autódromos, categoria escola e que revelou grandes pilotos, hoje esta doente como o automobilismo em geral.

Stewart com Tyrrell na África do Sul 72 - Clique para ampliar
Saudades de corridas de 6 horas e 12 horas com mais de 40 carros de tudo que é categoria. Cadê os autódromos de Cascavel e de Goiânia, que já foram palcos de grandes batalhas? Assistindo aos vídeos que abrilhantaram a excelente coluna da magnífica Spa, do Lucas Giavoni, só me fez dizer que aqueles tempos é que eram bons!

E como é gostoso assistir filmes como Grand Prix e 24 Horas de Le Mans, e uma infinidade de corridas antigas.

Por isso que o automobilismo esta seriamente doente, e precisa de ajuda o mais rápido possível!

Abraço a todos!

Mauro Santana, Curitiba

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Peterson seguido por Tom Pryce no Canadá 74 - Clique para ampliar
Caro Edu

No texto Emerson X Ferrari, aparece uma foto de Ronnie Peterson com Lotus 76, na temporada de 1974, usando o nº 1, quando o campeão da temporada anterior havia sido Jackie Stewart.

Lembrando o que aconteceu com Mansell e Prost, campeões em 1992 e 1993, e que não correram na temporada seguinte, ocasião em que Damon Hill utilizou o nº 0, pergunto: por que Peterson usava o número 1, já que não havia sido campeão? Era assim mesmo naquela época? Desde já agradeço a atenção.

Josilmar Oliveira, Dois Vizinhos

Oi Josimar

Naquela época, o número 1 era atribuído à equipe campeã do Mundial de Construtores, caso da Lotus, que havia batido a Tyrrell em 73, apesar de Jackie Stewart ter vencido o Mundial de Pilotos.

Abraços (EC)


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Caros amigos;

Gostaria de levantar um questionamento: o Schumacher é mesmo tudo que dizem, ou ele, pela primeira vez, está tendo concorrência limpa?

Sou da opinião que Schumacher não teria metade do sucesso que teve na Fórmula 1 não fosse os contratos cuidadosos feitos por ele, que garantiam uma posição confortável de primeiro piloto, sempre.

Não estou contestando seu talento, de forma alguma; mas, o que explica o Schumi não conseguir andar perto do Rosberg? O fato de ter se afastado por 3 anos? Isso o fez perder talento e velocidade?

Gostaria de uma análise séria e objetiva dos colegas. Escrever textos longos falando de toda carreira do Schumacher não me faria refletir da maneira que gostaria. Na minha opinião, o melhor companheiro de equipe do Schumacher foi o Rubens Barrichello e agora o Rosberg. O Rubens ele venceu com certa tranquilidade, mas o Rosberg, não tem como andar perto. Como explicar esse fenômeno?

Por ironia do destino, o maior vencedor de toda história da Fórmula 1 hoje é demolido por um piloto que não tem uma vitória na categoria. Interessante o destino, não?

Firmo Neto, Recife

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Ao Paulo Winckler Fiquei feliz em ver seus comentários quanto as minhas opiniões e também percebi que estou tratando com uma pessoa que possui boas argumentações, ganhando meu respeito sobre o assunto a que tanto amamos - a Fórmula 1.

Emerson com Lotus na Áustria 73 - Clique para ampliar
Concordo plenamente contigo a respeito do Emerson, que sempre teve uma postura verdadeira e honesta com seus admiradores, com atenção e paciência dignas de um grande ídolo. Gostaria que alguém o entrevistasse formulando perguntas realmente fundamentadas e de cunho técnico da F1 dos anos 70. Seriam perguntas importantes que não vi em lugar algum tipo: quando Jochen Rindt se acidentou, onde você estava? Acompanhando o conserto da sua 72, que teve um acidente na 6ª-feira? Qual foi a reação quando da sua estreia? Como os outros campeões no grid o receberam? Quem realmente andava forte naquela época? E coisas assim.

Seria um documentário definitivo, pois nem sempre as informações chegavam nos anos 70. Era tudo minuciosamente resumido.

Junior, Campinas

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Opiniões e Dúvidas dos Leitores 20.08.10
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Maravilha o texto do Giavoni sobre Spa!

Também sou um apaixonado por aquela pista. Momentos incríveis aconteceram lá, como a ultrapassagem de Mika (2000) em Schumy, o pega de Schumy e Hill (1995), Senna segurando a todos (1992), a ultrapassagem de Alonso sobre Hamilton (2007), sem contar momentos históricos como a primeira pole de Rubinho (1994) e de uma Force India (2009).

Apenas uma correção: na legenda da largada de 1989, está dito que Senna venceu lá em quatro edições. Foram cinco.







Gostei muito também da coluna Dunga Barrichello, e acho que os dois estão realmente no mesmo patamar, pois acham que são muito mais do que realmente foram.

Tenho a impressão de que Dunga queria ser lembrado como alguém da estatura de Pelé ou Garrincha no futebol brasileiro, só pode ser. Da mesma forma, Barrichello queria ser Senna (lembram daquele capacete ridículo, em Interlagos 1995?) ou Schumacher (não conseguiu vencê-lo), e não deu certo. E outras situações foram esquecidas na Ferrari, como aquela vez em que a equipe mandou trocar os carros antes do GP porque Schumy curtiu mais o acerto do Barrichello, e estratégias favorecendo o "outro", como Austrália 2000.

Abraços!

Roberto Andrade

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Jo Bonnier seguido por Tony Brooks em Spa 58 - Clique para ampliar
Olá pessoal do GPTotal

sempre tive uma pulga atrás da orelha em relação ao automobilismo americano e a situação deste em relação ao europeu. Gostaria que vocês contextualizassem os pilotos americanos, como os da Nascar, em relação aos pilotos europeus como os da F1 e do DTM.

Seriam os pilotos americanos como Jimmie Johnson e Jeff Gordon tão bons quanto qualquer piloto que corre na Europa? É possível traçar uma comparação entre eles, porque a impressão que fica é que os americanos nunca conseguiram formar um piloto do calibre de um Schumacher. Essa impressão é causada pela enorme diferença entre as escolas ou de fato a Nascar, por exemplo, nivela seus pilotos por baixo?

E por fim, dirigir em ovais é mais fácil do que dirigir em circuitos mistos ou seria tão difícil quanto, porém uma dificuldade diferente?

Desde já, obrigado.

Eduardo, Santo André




Olá xará

eu tenho certeza de que os europeus (e todos aqueles que vão correr na Europa) são pilotos melhores e mais completos do que os americanos ainda que isso não signifique que eles tenham vida fácil ao irem correr na Indy e, principalmente, na Nascar onde, que me lembre, só Juan Pablo Montoya conseguiu algum destaque – e assim mesmo, bem pequeno.

Baseio minha impressão no loteamento quase completo da Indy por estrangeiros, no fato de Nigel Mansell ter dominado com facilidade a categoria sem qualquer período de adaptação, pelo conteúdo tecnológico muito menor do automobilismo americano e também pela crença de que corridas em ovais reguladas por bandeiras amarelas são certamente mais simples do que corridas em pistas mistas, com uso das bandeiras amarelas ditadas por necessidades de segurança.

Pilotos europeus ou de formação europeia ainda não se destacaram na Nascar porque a categoria não é fácil (da mesma forma que a stock brasileira, resistindo em premiar pilotos com passagem pela Fórmula 1) e a Nascar como um todo e suas equipes repelem de maneira evidente pilotos não americanos. Não tenho dúvidas de que, se houvesse interesse, veríamos na Nascar o mesmo que já vemos na Indy.

Abraços (EC)


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O sonho acabou...

Sim! A gente fica por aqui tentando acreditar que as coisas vão mudar, e pra melhor, mas infelizmente a tendência como tudo hoje em dia é piorar. Acompanho corridas de automóvel desde o berço, indo aos autódromos carregado por meu saudoso pai, que preparava carros para correr. Vi muitas Mil Milhas no antigo e maravilhoso circuito de Interlagos, varando noites, faróis acesos e luzinhas no teto como pontos mágicos a brilhar. Estava na inauguração do agora já adormecido autódromo do Rio, assassinado pela ganância financeira e interesses escusos. Por mais que eu queira, eles não voltam mais porque o sonho acabou.

Vi pilotos brasileiros guiarem com raça DKWs, Gordinis, Simcas pelas ruas de paralelepípedo de Petropólis, pilotos como Luis Pereira Bueno, Carol Figueiredo, os irmãos Fittipaldi, Pace uma lista infindável de nomes que por mais que eu pense e deseje, nunca mais vou ver correr, pois o sonho acabou.

Em anos mais recentes, mas agora tão distantes, os meus olhos de menino viram maravilhados um sueco louco andando com um F2 em Interlagos como se fosse um kart. Era Peterson. Senti o abraço forte de Graham Hill, um mito e ídolo, que pousou para uma foto comigo. Pegando como exemplo o ano de 1973, tínhamos alinhados num mesmo grid de largada pilotos como Cris Amon, François Cevert, Emerson e Wilson Fittipaldi, Hill, Denny Hulme, Jackie Stewart, James Hunt, Jackie Ickx, Jean-Pierre Jarier, Niki Lauda, Jochen Mass, José Carlos Pace, Ronnie Peterson, Clay Regazzoni, Carlos Reutemann e Jody Scheckter, nada menos do que sete campeões mundiais! Eainda mais uma dúzia de bons pilotos que não tiveram melhor sorte. Como vou ver hoje em dia uma corrida onde alinham Sakon, Alguesuari, de la Rosa, Massa, Glock, Chandok e outras coisas?

Vi no Rio de Janeiro um canadense extremamente habilidoso guiando uma Ferrari com uma facilidade impar, acompanhei um brasileiro raçudo desafiando sua própria equipe e sendo campeão do mundo. Fico me perguntando quando verei algo semelhante de novo. A resposta é: nunca! O sonho acabou...

Não da para no Brasil acompanhar uma categoria monomarca desfilando pelas ruas das cidades e todo mundo achando que é maravilhoso porque a RG tá dizendo que é. Quero a Fórmula Super Vê, Divisão 3, Divisão 4, quero o protótipo Avallone, o belíssimo Furia, a carreteira do Camilo, mas sei que nunca mais vou ver nada disso nas pistas. O sonho acabou...

Eu desisto, não acompanho mais o automobilismo atual. Vou viver das minhas lembranças, ver e rever Grand Prix, 24 Horas de Le Mans e vídeos da época em que homens e não maquinas pilotavam os carros.

O sonho acabou!

Marco Memoria, Rio de Janeiro



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Eu sempre acreditei que todo esportista deve aposentar-se no auge. E quando ele cede à tentação de voltar, corre riscos desnecessários.

Apesar de GB insistir na enorme bobagem de que Schumacher está se "divertindo", isso não passa nem perto da verdade. Para qualquer esportista do nível de Schumacher, o divertir-se, significa nada mais, nada menos que vencer.

Schumacher não tem mais a mesma capacidade. Tanto que agora está criticando o carro. A culpa é do carro. A Mercedes mudou o carro para tentar atende-lo. Em duas ou três corridas ele andou na frente de Rosberg. Após o garoto pegar a mão, Schummy ficou para trás de novo. E culpa o carro pelos 56 pontos que tem de desvantagem para Nico.

Ano que vem, o carro vem do jeito que Michael quer, afinal, ele está participando diretamente do desenvolvimento do novo carro. Ele vai andar na frente de Nico? Sinceramente, não acredito.

Aliás, eu se fosse Nico e recebesse uma proposta de uma grande equipe, cairia fora da Mercedes. Ele está dando demonstrações de talento, capacidade técnica e competência em todas as corridas, e a Mercedes preocupada em desenvolver um carro para Schummy, demonstrando claramente que não confia em Rosberg. No meu entender, uma burrice sem tamanho da Mercedes. Mas quem sou eu para achar que os dirigentes de uma equipe deste tamanho são burros?

Rogerio Tófoli Kezerle, São Paulo



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Nunca escondi que não gosto nem um pouco da Stock Car, pois tenho reservas com categorias monomarcas, e mais ainda quando tentam fraudar a opinião pública tentando passar a impressão que é multi marcas.

Entretanto como não existem muitas alternativas para se assistir uma corrida de automóvel, vez por outra estou assistindo uma prova desta categoria. E assim como tenho criticado os comissários desportivos na F1, faço o mesmo com relação aos comissários ungidos para trabalharem na Stock. Na corrida de Salvador, domingo passado, os comissários desportivos brincaram de punir mais uma vez, punindo dois pilotos que não praticaram nenhum ato capaz de merecer tal deferência.

Por este motivo, meu recado é para o Toi Valduga (Nestor), presidente do CTDN: parem de homenagear quem quer que seja com o galardão de comissário desportivo. Em lugar disso coloquem na função gente capaz de interpretar uma ocorrência da natureza das havidas neste final de semana na Bahia.

Carlos Alberto Petry, Taquara

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Prezados Amigos do GPTotal

Gostaria de iniciar agradecendo a manifestação do Sr. Junior, de Campinas, sempre bem-vinda, quando respeitosa , do jeito que foi, pois me permite complementar a minha ideia, sobre a "Ultrapassagem de lavar a alma". Realmente me pareceu fantástica a ultrapassagem de Rubens Barrichello sobre Michael Schumacher, por vários motivos :

- Foi uma ultrapassagem bonita de se ver, pois Barrichello a executou de "cano cheio" e assumindo os riscos da temerária "espremida" que recebeu do Schumacher;

- É evidente que a Williams de Barrichello era mais rápida e estável naquele momento da corrida, se comparada com a Mercedes do Schummy e foi justamente esta constatação que evidenciou os excessos cometidos por Schumacher, naquele momento, e que inevitavelmente, motivou lembranças de atitudes passadas, igualmente temerárias, cometidas pelo referido Piloto.

- Foi uma ultrapassagem legítima, feita na pista, sem estratégias de paradas ou ordens dos boxes. Uma ultrapassagem em altíssima velocidade de dois pilotos em condições absolutas de competição/disputa. Porém, na minha opinião (e também, da Direção da Prova) com os excessos e a temeridade já analisada.

- Fato raro de acontecer em pista, pelo menos na frequência que gostaríamos, e com a qual acontecia no passado;

Finalmente, este episódio, parece ter despertado um senso ético e principalmente, de limites, por questões de segurança. Parece estar havendo agora, um certo questionamento sobre estes limites.

Quanto ao "herói tupiniquim", acredito que o simples fato de termos pilotos competindo na Fórmula 1 de certa forma já é um ato heroico e esta minha opinião vale para todos os Pilotos que já chegaram à Fórmula 1, independentemente dos resultados obtidos. Quem já viveu ou vive o automobilismo de competição, principalmente no Brasil, sabe o esforço que é muito mais que se tornar piloto de competição, se manter competindo. Chegar à F1 então, nem se fala!

Falando-se de heróis, na minha opinião, Emerson Fittipaldi é o maior deles!

Lembrando uma frase dita por Nelson Piquet (o Pai), durante um GP de Fórmula Indy no Brasil: "muitos falam do Piquet e do Senna mas se antes deles não tivesse um Emerson, nada disto teria acontecido" . Esta frase foi dita pelo Piquet ao vivo, durante uma entrevista para a TV, durante um dos poucos GP BRASIL de Fórmula Indy.

Forte abraço à Família GPTotal

Paulo C. Winckler, Porto Alegre



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O incidente entre Schumacher e Barrichello no ultimo GP da Hungria revelou muito mais do que o desamor que existe entre os dois pilotos. A maneira como a mídia e a opinião publica se dividiu no Brasil entrega o quão maniqueístas nós somos por aqui. De um lado se postaram aqueles que detestam o alemão e viram no caso mais um exemplo de suas supostas falhas de caráter, do outro, brandiram os tacapes todos os guerreiros da tribo que detesta o "brasileirinho", sem dó nem piedade.

Curioso que, enquanto se acusa Schumacher de ser um piloto historicamente sujo, relembrando-se um punhado de casos semelhantes ao longo de sua carreira, jogam em Rubens uma espécie de desabafo ao melhor estilo "agora não adianta mais". Odeia-se um pelo sucesso e outro pelo fracasso.

Não se gosta de Michael por ele ter, supostamente, conseguindo quebrar todos os recordes da categoria sem merecimento, jogando sujo e se beneficiando de jogos de equipe, como se Senna não tivesse dado suas fechadas e se beneficiado do sacrifício da carreira de Berger. Digo isso porque não vejo o mesmo tipo de duvida sendo levantada contra Ayrton. É como se Schumacher fosse culpado pela morte do brasileiro ou lhe tivesse roubado alguma glória.

A culpa de Rubens parece ser mais complexa. Ele teria cometido uma espécie de estelionato ao ter acreditado em si mesmo a ponto de ter prometido vitórias e títulos que suprissem a perda do filho preferido da nação. Um fardo pesado demais, como se ele não tivesse o direito de acreditar em si mesmo e estar errado a respeito do limite de suas capacidades.

O fato é que não temos ainda a real dimensão de nenhum dos dois. Diminuem o "sapateiro", em grande parte, por despeito. Michael é um gênio que, como os de sua espécie costumam fazer, mais carregou o carro nas costas do que se beneficiou de um equipamento astronomicamente superior ao da concorrência. Tanto que foi mais vezes campeão do que seus companheiros conseguiram ser vice-campeões e, dentre estes, temos de contabilizar Barrichello, que chegou a lutar pelo titulo em outra equipe pelo menos uma vez.

"Rubinho" é, mais do que de si mesmo, vitima do fanatismo sennista, que não vê nenhum valor em ele ter conseguido alguns triunfos sobre o heptacampeão. Vem a tona a velha diferença entre torcedor e aficionado, os detratores são pessoas que não gostam de F1, só de contar vantagem e afins. Barrichello ainda é - fácil - o melhor piloto brasileiro em atividade, mas nada menos do que um gênio seria aceitável para esta trupe e, isto, Rubens não é...

Trata-se de mais um caso do mal de Salieri, um sujeito que é mal tratado pela história pura e simplesmente por não ser Mozart...

Pablo Habibe, São Luis

http://pabloformula1.blogspot.com/
Opiniões e Dúvidas dos Leitores 20.08.10
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Olá Amigos do GPTotal!

Segue um vídeo do GP da Áustria de 1975, prova que marcou a primeira e única vitória de Vittorio Brambilla o "Gorila de Monza"



Abraço a todos!

Mauro Santana, Curitiba

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Gostaria de parabenizar os colegas do GPTotal que têm percebido que o automobilismo, em especial a F1, tem se deteriorado ao longo dos últimos anos.

Em outras épocas, os pilotos tinham realmente outra postura, os dirigentes, engenheiros e outros indivíduos interferiam menos na competição e a F1, mesmo já tendo muita política, era muito mais esporte do que é atualmente.

No passado, não muito distante, havia verdadeira disputa na pista e as armações e atos de favoritismo eram excessões e não a regra. Os carros exigiam mais do piloto e os próprios pilotos pareciam mais homens, no pleno sentido da palavra.

De meados dos anos 90 para cá vimos aparecer um multicampeão fabricado, fruto da necessidade de um novo gênio das pistas para que a audiência do negócio F1 permanecesse, multicampeão este que evidencia uma deficiência de caráter e uma hipocrisia bem notória. E de lá para cá, em maior ou menor grau, os pilotos parecem tender para este lado. Tentar justificar o injustificável simplesmente demonstra o quanto os valores morais do mundo do automobilismo estão em colapso.

Passei a gostar da F1 pela tecnologia envolvida e pelas disputas incríveis na pista. Espero que o lado tecnológico continue, pois no que diz respeito à competição e aparecimento de novos e verdadeiros gênios do automobilismo, não dá para acreditar que vai acontecer.

Abraços a todos

Costa Junior, Montes Claros

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Enfim o casamento que todo fã de motociclismo (especialmente os descendentes de italianos com eu) aguardavam: Rossi e Ducati (coluna do Agresti de ontem). Acho que veio tarde, mas como o próprio Rossi disse "Galina vecchia fa buono brodo". Espero que sim. Rossi, na minha humilde opinião, é o piloto mais fantástico que já vi correr sobre rodas motorizadas, sejam lá quantas forem.

Carismático, divertido, meio politicamente incorreto (aliás, não tem nada mais chato, mais pentelho, mais atraso de vida que esse tal de "politicamente correto". Não sei quem foi o estúpido que inventou isso, mas deveria ser fuzilado em praça pública) e vencedor. Enfim, um espécime em extinção. Agradeça a Deus quem está tendo a oportunidade de ver esse cara correr e dar seus shows.

E agora na Ducati, uma das motos mais desejadas pelos motociclistas do mundo todo. Não em uma Honda ou Yamaha, frias emocionalmente falando. Na Ducati, vermelha como o sangue, como o coração, substituindo o ótimo mas sem graça Stoner. Vai ser difícil esperar a temporada 2011...

Rogerio Tófoli Kezerle, São Paulo



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Marcel Pillati

Sua coluna Dunga Barrichello foi muito legal, mas... seu último parágrafo foi ridículo. Schumacher não sabe perder? Perder o que? A décima posição de uma corrida?

Barrichello é que não sabe vencer, isso sim. E mostra isso sempre e sempre. E não aprendeu a falar pra imprensa. Ao invés de exaltar a ultrapassagem, prefere acusar o piloto que tentou dificulta-la. É um bocó. E um pé de chinelo mesmo. Ganha de novato na equipe. Por que não ganhou do Button ou do Schumacher?

Bruno Wenson, Florianópolis

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Vittorio Brambilla na Áustria 75
Caro Amigo Pillati

Eu vejo o seguinte: o Rubens é um cara humano e como todos os seres humanos sujeito a falhas. Pra mim, ser humilhado e perseguido dentro da Ferrari e ficar por lá 5 anos é algo que aparenta ser muito incoerente a não ser pela explicação lógica relativa aos ganhos financeiros que o nosso Barrica teve na equipe de Maranello. Porém hoje a situação é outra.

Ele de fato nunca teve um bom carro nas mãos e com certeza luta para ter a possibilidade de ser campeão mundial. A sobrevida dele na carreira foi graças à sua passagem na Brawn que lhe deu um bom carro, não suficiente para desbancar seu companheiro de equipe Button, mas ao contrário dos anos de Ferrari, ele não demonstrou nenhuma irritação, ou pelo menos não argumentou que estaria sendo perseguido dentro da equipe. Reclamações existiram, principalmente na corrida de Barcelona em que o nosso Ross Brawn ajudou Button contra Barrichello na definição da sequencia de pits. Mesmo assim a relação entre ele e a equipe era muito fraternal, a ponto dele ir à festa de comemoração do Button em São Paulo.

Agora não o vejo mais bobo e deslumbrado como nos anos de Jordan e Stewart. O tempo passou (e como passa rápido!) e ele é quase um quarentão bem casado, pai de dois filhos e muito estabelecido na vida. Nunca foi um Emerson, Piquet ou Senna. Para mim, não chega aos pés desses grandes campeões. Mas cá entre nós? E se o Rubinho nascesse no Uruguai, na Polônia ou na Bélgica, países que nunca tiveram um campeão mundial de F1? Seria um herói nesses lugares, é claro! E o que me diz de um Moss, Gurney, Arnoux, Ickx, Beltoise, Pironi, Watson, Herbert, Coulthard, etc. que também não ganharam mundiais, mas venceram corridas na F1? Não são nada pra você? Portanto, devemos respeitar o Rubens, mesmo que muita gente não goste da ideia, afinal ele é um grande vencedor sim e pode chorar sim, porque aprendi na vida que quem não chora não mama, vide o seu ídolo Alonso...

E fim de papo!

Iron, Belo Horizonte

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Caro Marcel

sua coluna Dunga Barrichello mostra de forma clara a servidão a que os pilotos brasileiros de hoje se submetem para poder manter seus lugares. Isto mostra que o tempo dos grandes já passou e hoje é tudo bagrinho. Basta conferir as declarações do Bruno Senna sobre o caso Massa x Alonso.

As declarações de Barrichello ao longo dos anos mostram uma pessoa totalmente despreparada para aceitar o evidente. Schumacher era mais rápido provavelmente 80% das vezes em que se mediam na pista. Ao longo da vida conhecemos pessoas e pensamos: este cara é melhor que eu nisto ou naquilo. É, tenho que me esforçar mais. Barrichello não. Arrumava uma choradeira dos infernos enquanto seu saldo bancário ia aumentando. Hoje, o discurso do Massa referindo-se aos pneus é típico e à altura de um Barrichello. Como se pneus fossem entidades autônomas com vida e desejos próprios. Como se os mesmos pneus em outro carro exatamente igual, produzissem mais velocidade e aderência por obra de um capricho extra terreno.

Agora, duro mesmo, é aguentar tudo isto requentado aos domingos, com generosas doses de ufanismo e falso patriotismo pelos narradores e comentaristas de F1. Os caras não possuem nenhum conhecimento técnico para descrever os avanços dos carros em termos de aerodinâmica ou motores e comentam sobre tudo com uma desfaçatez de dar pena. É patente que não leram nenhum artigo técnico sobre o tema. É picaretagem em grande escala. O dia que tentaram explicar o funcionamento do extrator traseiro auxiliado pela descarga do motor foi maravilhoso, imperdível, um festival de besteiras.

A propósito, o tal miraculoso avanço é uma bomba por jato, um problema do livro Introdução à Mecânica dos Fluidos dos autores Fox e Mc Donald.

Grande abraço

PC, Alegre

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Clay Regazzoni com Ferrari em Watkins Glen 75 - Clique para ampliar
Parabéns Marcel Pilatti

Brilhante a sua coluna sobre o Dunga Barrichello. Já torci muito por ele, mas com o tempo perdi o entusiasmo pelo mesmo, por causa de suas infelizes declarações e também por sua falta de atitude e pulso forte. Foi bom vê-lo vencer e conseguir alguns resultados que ajudaram a enriquecer a história de nosso automobilismo nacional. Mas vai passar à história como mais um de nossos pilotos que se acovardaram em alguns momentos de suas carreiras.

Abraços a todos.

Geraldo Flávio Chaves, Juatuba

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Ao Rogerio Tófoli Kezerle

Ao lembrares o incidente do Regazzoni com o Emerson em Watkins Glen 75, mostra que teus conhecimentos não são só os recentes fatos, mas por outro lado claro é que o Giancláudio Giusepe era segundo piloto na Ferrari, quer seja na época de Ickx, quer na época do Lauda, e que mesmo consideradas ilegais as ordens de equipe eram respeitadas e o segundo piloto corria para o time e para o primeiro piloto -e isto vale para Stewart, que foi segundo de Graham Hill, Cevert que foi segundo para Stewart, Emerson segundo piloto de Rindt ou até mesmo o inigualável Gilles Villeneuve que foi segundo para Jody Schecter e também para Carlos Reutmann, este último que não podia sequer amarrar as sapatilhas do canadense.



Esclarecendo, o Regazzoni atrasou-se por quase uma volta, com uma parada meia inexplicável nos boxes, retornou, esperou o Lauda passar por ele e fechou o Emerson que vinha em segundo, até ser desclassificado, permitindo assim que o Lauda folgasse na ponta e vencesse a corrida.

Carlos Alberto Petry, Taquara

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Não é querer puxar o saco de Massa, de piloto brasileiro, de Rede Globo, de ninguém. Mas, se na Alemanha o Alonso estava mais rápido que o Massa, por que não foi pra cima e passou? Não teria condições de passar? Que esporte e esse? Será que se o Massa estivesse melhor colocado no campeonato e estivesse atrás do Alonso aconteceria algo? O Alonso deixaria o Massa passar? Duvido!

É obvio que o Alonso é mais piloto que o Massa, já é bi-campeão e tudo o mais mas porque não deixam ele, que é mais rápido disputar a posição e passar? Não seria uma corrida de Fórmula 1? Ou virou novela que todo mundo já sabe o final? Assim vai perder a graça a gente assistir e acompanhar esse esporte (esporte?) que nos fascina tanto.

Surra neles Red Bull! Um abraço a todos

Clayton Araujo, Salvador

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Gostaria de parabenizar ao Julio Rissa pela lucidez. Como isso está em falta hoje em dia!

O povo parece vaquinhas seguindo o boi da Globo e suas patriotadas. Que coisa mais ridícula!

Saulo Caram, Brasília


Opiniões e Dúvidas dos Leitores 12.08.10
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Edu

em seu texto Somos todos Schumacher agora, você deixou bastante claro qual é o pensamento de muitos torcedores e jornalistas esportivos brasileiros. Discordo desse tipo de pensamento, dessa exacerbação de alguns fatos, ou como se diz popularmente, essa tempestade em copo d’água.

O homenageado de hoje é Jean Pierre Jarier, aqui com Tyrrell em Interlagos 79 - Clique para ampliar


Não acho que o Schumacher seja o vilão que pintam, não vejo nas atitudes dele na pista diferença do que faziam muitos dos pilotos de ponta dos anos 70 e 80. Mas porque ele quebrou todos os recordes dos brasileiros, principalmente Senna, a torcida cai no erro de demonizá-lo, incentivada pela imprensa esportiva, que deveria se isentar desse tipo de influência.

Outra coisa que não concordo é tratar a atitude da Ferrari na Alemanha como se ela tivesse cometido um crime gravíssimo, só porque a suposta vítima foi um brasileiro. Jogo de equipe acontece aos montes, exemplo mesmo aconteceu na própria Alemanha, com a McLaren e a repercussão não foi a mesma. Se tivesse que eleger um culpado pela repercussão toda, esse seria o próprio Massa, que poderia ter disfarçado e cedido a posição sem ninguém perceber, mantendo sua moral com a equipe e com a torcida. No final de semana todo, incluindo a corrida, o Alonso sempre esteve mais rápido que ele, além de estar bem à frente no campeonato e o único piloto da equipe com alguma chance de título. A ordem da equipe foi totalmente normal naquela situação, mas a atitude do Massa, de querer escancarar tudo, causou, além dessa repercussão toda, o início do declínio de sua carreira, pois agora será execrado da mesma forma como foi Barrichello...

A Ferrari e Alonso estavam pensando na corrida como equipe, mas Massa quis ser egoísta e pensar só nele... deu no que deu...

Queria só ver se estariam fazendo esse estardalhaço todo se os papéis fossem invertidos...

Júlio Rissa, Foz do Iguaçu

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Ao Edu

sobre o Massa: ele é realmente o 2º piloto e não há mais nada para falar sobre esta questão, pois suas performances dizem isto claramente. Vale lembrar que depois do acidente já era previsto que houvesse uma queda no seu desempenho. Já aconteceu com Emerson em 71, com Piquet em 87 e assim por diante.

Ao Winckler: ultrapassagem de lavar a alma? Sejamos sensatos. O Lerdinho naquele momento tinha um carro em visíveis melhores condições e a Mercedes não estava rendendo, como habitualmente. Tinha mais que passar mesmo. O que ficou claro é que aquele bom companheirismo dos tempos da Ferrari era pura lorota. Ultrapassar Michael nunca foi fácil para qualquer um e isto não torna o Lerdinho o novo herói tupiniquim.

Ao Firmo: você é pretensioso mesmo! Entende realmente mais de F1! Existem pessoas que possuem um acervo cultural maior que você imagina. Voce lê Francisco Santos? Autosprint? Já leu Parabrisa Corsa (argentina)?

Qual a tua idade? Já teve acesso às antigas 4 Rodas, Autoesporte, Automotor (jornal)? Diz de bate-pronto, sem pesquisar e só de memória: Qual o tempo da pole de Jean Pierre Jarier no GP Brasil/75 ?

Você não sabe! Então não entende de nada, caríssimo. Em tempo: 2m29s88. Vai aprender um pouco, vai.

Abraços

Junior, Campinas



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Impressionante! Além do cara agora se achar gênio, ainda baixou a mãe Dinah no cidadão.

Há muito tempo, estava lendo as previsões desta senhora e ela se gabava de uma previsão dela. No começo do ano ela disse que Rubens Barrichello sofreria um forte acidente na F1.

Genial. Qual a probabilidade de um piloto sofre um forte acidente? Quase nenhuma, correto? Ela se gabava também que tinha previsto o acidente dos Mamonas. Revendo a tal previsão, repórteres mostraram que ela previu que poderia acontecer um acidente com um dos integrantes do grupo. Moleques que tinha comprado carrões e motões. Qual a probabilidade da previsão se concretizar?

Quando Rubens foi para a Ferrari, um amigo, sabendo que eu gostava muito do piloto me perguntou o que aconteceria. Eu disse que ele tinha entrado numa fria e teria que torcer para o alemão aposentar-se, aí quem sabe ele teria uma chance. Mediunidade? Não. Obviedade. Schumacher recebia mais de 40 milhões de dólares por ano e Rubens, uns 8. Quem era o primeiro piloto?

Quando Raikonnen foi para a Ferrari, mesma coisa. Massa ganhando alguns milhões e o finlandês muitos milhões. Quando a Ferrari contratou Alonso e ainda conseguiu o patrocínio do Santander, não precisava ser Mãe Dinah, Roberio de Ogum (é isso mesmo?) ou Ury Geller. Obvio que Alonso é o primeiro piloto. Mas precisava provar isso na pista, pois Massa estava com moral na equipe. Gosto de Massa, mas não tinha duvidas de que Alonso o engoliria.

Seria muita surpresa acontecer o contrario. Genial seria prever Massa na frente do Alonso e isso se concretizar. Prever o obvio é muito fácil. Claro que alguns torcedores mais fanáticos de Massa não queriam acreditar nisso. Eu mesmo, bem lá no fundinho, tinha uma vã esperança de Massa surpreender e acabar com o Alonso, afinal a esperança é a ultima que morre, mesmo que seja um fiozinho daqueles bem fininhos.

Gostaria de ver alguém lembrando que, antes do inicio da temporada, previu Webber na frente do Vettel. Aí sim, tiraria meu chapeu para ele.

Jarier com Shadow, pole em Interlagos 75 - Clique para ampliar
Quanto à lembrança de Regazzoni, é muito legal. Gostava bastante dele, até aquela corrida de 75, em Watkins Glen, nos EUA em que ele foi desclassificado por prejudicar descaradamente Emerson, foi para os boxes, ao ser ameaçado de tomar umas porradas (se não me engano do Teddy Mayer), voltou para a pista, protagonizando um dos espetáculos mais deprimentes que já vi no esporte. Mas foi um grande piloto.

E que venha Spa...

Rogerio Tófoli Kezerle, São Paulo
Opiniões e Dúvidas dos Leitores 10.08.10
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Olá, pessoal do GP!

Estou escrevendo a vocês para lhes mostrar esta maravilha de vídeo que achei. Se trata do saudoso Clay Regazzoni andando com sua BRM no circuito de Zeltweg em 1973.

É realmente espetacular vê-lo em ação, ainda que seja uma volta um pouco mais lenta, ouvindo o belo som do motor da BRM.



Abraços,

Pedro, Salto de Pirapora

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Chiesa,

achei muito bom o seu texto A culpa é do Colin Chapman, sobre a influência dos patrocinadores na politicagem atual da F1. Mas acho que tudo isso poderia sim ser evitado. A categoria vive uma crise de credibilidade e a iniciativa de melhorar a imagem das competições não pode vir só de regulamentos ou punições vindas da FIA. Tem que haver um acordo entre equipes e entre pilotos, onde ficaria claro certos parâmetros éticos e morais sobre as corridas.

O post do Pedro me dá a oportunidade de homenagear Clay Regazzoni nesta e nas demais fotos da coluna Aqui, ela vai de Ferrari na Áustria 70 - Clique para ampliar
O grande problema da F1 hoje é que todos querem ser brasileiros, ou seja, querem ser mais espertos do que competentes, deixando de lado o esporte e lutando pelas vitórias de forma absolutamente maquiavélica, onde o interesse principal não é a competição esportiva e sim o dinheiro.

No caso do Felipe Massa e o Alonso na Alemanha, deveria haver punição sim para os dois pilotos , mas também, a partir desse fato, pilotos e equipes deveriam entrar em consenso para colocarem o esporte acima de tudo e não uma luta obsessiva e neurótica pelas vitórias, independente de como são conquistadas. A graça de tudo é o jogo e não os negócios...

Iron, Belo Horizonte

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Prezados Amigos do GPTotal

Gostei da coluna do Carlos Chiesa e faço uma breve analogia: conta a história que Alberto Santos Dumont teria cometido suicídio ao ver seus aviões utilizados na guerra. Sua intenção seria que fossem utilizados para o progresso da humanidade e fins pacíficos.

Na minha opinião, quanta ingenuidade e boas intenções juntas! Sim, sempre haverá novas invenções e os homens sempre estarão divididos entre aqueles que usam o conhecimento, a tecnologia e a habilidade para o bem e outros, para o mal. A luta entre luz e trevas está ligada à existência humana, queiramos ou não.

Há muito tempo venho comentando algo semelhante (vide Automobilismo Vs. Montadoras, publicada em Leitores de 18/1/2007), onde exponho a opinião de que o automobilismo de competição e de modo especial a Fórmula 1 volte a ser um "objeto de desejo" o qual, para fazerem jus a participar na condição de pilotos, construtores, patrocinadores, fornecedores, parceiros tecnológicos etc. e, principalmente, as montadoras, teriam que se submeter às regras vigentes, pois ali estando, estariam em verdade no maior e mais completo laboratório prático e a céu aberto do mundo. E, muito mais que isto, estariam sob a égide do que há de melhor e mais avançado no mundo do automobilismo de competição e da tecnologia disponível.

Quanto vale tudo isto? Penso que apesar dos milhares de milhões de dólares aplicados, ainda assim, fazer parte deste círculo fechadíssimo é algo incomensurável!
Com BRM, na Holanda 73 - Clique para ampliar
É justamente isto que a Fórmula 1 tem que resgatar. Não basta ter o melhor motor, o melhor piloto, o melhor patrocinador e assim por diante, se tais componentes não se comportarem há altura da Majestade da Fórmula 1. Chiesa fez um pertinente alerta, lembrando a pilotos, patrocinadores e seus "masters" de Marketing que devem urgentemente refletirem sobre a imagem que estão construindo de si mesmos, diante do Mundo.

A busca pelo sucesso certamente tem uma escala de valores tácita, que impõe limites éticos para sua conquista, e quero acreditar que, a alma da Fórmula 1 ainda seja composta por estes valores mais elevados. Daí, nossa grande admiração pelos campeões do passado.

Por isto, embora aparentemente sufocados tais valores, creio que todo o vigor e força do desejo de sobrevivência da própria F1 tenha se manifestado pela magnífica ultrapassagem de Rubens Barrichelo sobre Michael Schumacher.

Penso que esta ultrapassagem não manifestou apenas nos seus fãs e nos brasileiros um grito sufocado no GP da Áustria 2002 e repetido n GP da Alemanha 2010, com Felipe Massa, mas sim um grito, quiçá, de libertação da Fórmula 1, querendo retornar à suas origens, onde o romantismo e o idealismo eram maiores.

Não digo que a Fórmula 1 já tenha sido um "poço de virtudes" , pois isto seria no mínimo, sinal de ingenuidade excessiva e desconhecimento da História da categoria de minha parte mas que em tempos mais remotos havia uma outra postura, principalmente por parte dos pilotos, isto sim, havia.

Quem sabe o momento propício para uma mudança de postura, por parte dos integrantes da F1, não seja exatamente este, quando consciente e até mesmo , inconscientemente, grande parte dos Fãs da Fórmula 1 , no Mundo inteiro, lavaram a alma com a fantástica ultrapassagem, já referida ?

Bem Amigos GPTos, desculpem o desabafo e se fui saudosista em demasia. Forte abraço à Família GPTotal

Paulo C. Winckler, Porto Alegre

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Colegas Gepetos,
Voando em Nurburgring 76 - Clique para ampliar
Quero endossar o que escreveram aqui alguns amigos, cujos textos foram publicados em 06/08, nos comentários sobre o GP da Hungria.

Ao colega Rogério Tófoli: concordo plenamente sobre a questão do safety car. Sou favorável quando ocorre acidente mais SÉRIO, que o carro pare na pista, em situações desse tipo. Por um bico de carro fora da trajetória dos carros é exagero. Desse jeito vai ficar igual a F-Indy. Também essa regra de pneus é estúpida. Pra mim, claramente mais uma jogada comercial. E sobre a questão da pontuação, sou favorável à pontuação dos seis primeiros, na escala de 10, 6, 4, 3, 2 e 1 ponto, respectivamente.

Ao colega Mauro Santana: concordo em gênero, número e grau contigo. A Fórmula 1 dos anos 80 é insuperável! Quantas corridas tivemos a oportunidade de ver alguém tranquilamente numa posição, de repente num corte de câmera aparecer atrás do outro que estava 10 segundos atrás dele, por conta de um erro na troca de marchas ou até pela quebra da mesma! Por vários dos motivos que você listou, a ultrapassagem do Piquet sobre Senna, na Hungria em 1986, é sem dúvida, a maior de história!

Ao colega Leonardo Brantes: sem dúvida, Schumacher é um tremendo FPD, sim! O que vimos na corrida da Hungria só reforça nossa certeza do mau caráter que ele é!

E pra quem acha que não haveria ninguém com aquilo roxo pra tentar uma ultrapassagem naquela altura da corrida, o nome de Ronnie Peterson que você brilhantemente lembrou, foi perfeito! O vídeo abaixo diz tudo. Aos desavisados: trata-se da última volta do GP da África do Sul de 1978.

Outros tempos.... que jamais voltarão!

Abraços a todos!

Cleiton, Poços de Caldas



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Me diverti muito lendo as colunas O recordista do avesso, do Lucas Giavoni! Meu pai não se conteve e ria sozinho das corridas que lembrava...

Estava navegando pelo youtube e me deparei com vídeos do Ukyo Katayama. Esse merece uma matéria aqui no site.

Abraços

Ricardo, Mogi Guaçu

http://www.youtube.com/watch?v=GGv1sKGEc0Q&feature=related

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Cara,

tem uma coisa que eu não entendo: nos anos 70, Paulão, Guaraná e Marinho Amaral montaram num Porsche e explicaram pros europeus como é que se andava em Le Mans.

Será que hoje em dia não tem nenhum brasileiro que tenha como foco ser piloto da LMP1 e vencer em Le Mans? Com as categorias de turismo em alta no país, será que já não é hora de começarmos a exportação? Como seria bom ver uma trinca de brasileiros ganhando as 24 horas de Le Mans na P1 ou P2, e com o Ricardo Dívila no comando!

Carlos Ganhadeiro

Vassouras

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Com Ensign na Bélgica 77 - Clique para ampliar
Em resposta ao leitor Claudio, quando diz que aquela ultrapassagem do Barrichello foi normal: é pra me fazer rir.

Não há nada pra se fazer na reta, somente acelerar. Passar a 10 cm do muro, a 270 km/h ficou normal, ainda mais com um Schumacher fechando a porta!

Juliano, Londrina

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O cara ainda não se tocou. Desandou a falar bobagens em vez de responder às perguntas que não querem calar. Patético.

Vejam a entrevista do Massa e dá pra achar que o cara tá em outro planeta. No treino de sexta para o GP da Hungria levou mais uma vez 0,4 segundo do Alonso. No sábado, a história repetiu-se e mais uma vez a conversa fiada dele não se adaptar aos pneus, bla, bla, bla.

Massa, você está morto como piloto de F1. Vai fazer figuração pro Alonso nos próximos dois anos e ficar milionário como o Rubinho. Parabéns.

PC, Alegre

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Caros amigos

Vamos recordar: comentários precipitados dos internautas no GPTotal. Vou recorrer no mesmo erro aqui. O erro de lembrar coisas que não gostaria de lembrar. Passando as páginas dos textos dos internautas, vejo as mesmas pessoas - as mesmas pessoas - que me criticaram de forma grosseira e mal educada no início do ano, zombando do Felipe Massa e falando mal do brasileirinho, por conta do infeliz episódio do GP da Alemanha, quando cedeu passagem para seu companheiro de equipe, Fernando Alonso.

Não me contive e voltei o semestre para ver os motivos de tão duras críticas:
Com Shadow na África do Sul 78 - Clique para ampliar
- o principal motivo é a minha paixão por Ayrton Senna. Toda vez que manifestei aqui minha paixão pelo maior de todos, fui ofendido por internautas sem nenhum critério. Vou dizendo logo que sou apaixonado por Fórmula 1; assim sendo, Ayrton é a principal lembrança que tenho de um piloto completo. O único que vi com condições de ganhar uma corrida sem equipamento, o único que vi com condições de disputar um título sem nenhuma chance técnica (da máquina) de disputar. O mais completo.

- o segundo motivo foi quando coloquei que o Felipe seria o segundo piloto na Ferrari, quando foi aberto para o público que o Alonso assinara contrato com equipe. Interessante de as críticas que recebi e ver depois os mesmos nomes zombando do melhor piloto brasileiro que temos na atualidade.

Ou seja: as coisas se confundem nesse momento. São essas pessoas que fazem surgir as celebridades sem talento, os políticos corruptos e os campeões sem título. Não vou nem comentar o episódio do Massa e do Alonso. Eu já sabia e manifestei isso há vários meses, antes mesmo do início da temporada. Fui criticado por pessoas que hoje falam o que falei, apenas com uma diferença: zombam do Felipe Massa.

Olha, foi muito interessante ver. Peço aos internautas mais atentos e mais curiosos que façam a pesquisa que fiz. São os mesmos nomes. É muito interessante ver isso. Bastou acontecer o episódio que já mudaram de opinião. Eu não mudei de opinião. Será que eu já sabia que seria assim, ou eu entendo mais desse esporte do que esses mal educados que gastam seu tempo para xingar os outros sem nenhum conhecimento ou critério.

Façam-me o favor. Isso aqui é uma mini-resposta. Pretendo dar respostas maiores à isso. Quero ser criticado diretamente, dentro do que escrevi, sem nenhum problema. Inclusive, nunca fiz réplicas quando fui criticado no meu texto. Aceito e pronto. O espaço aqui não é opinião? Não aceito que pessoas delirantes façam críticas infundadas e que ofendam pessoas e depois mudem de opinião, dizendo a mesma coisa que a vítima dizia, antes de ser vilipendiada pelo mesmo cidadão. É um abuso, mas é a democracia e eu amo isso. Para encerrar, vou concordar com alguns dos amigos que escreveram aqui: realmente eu entendo de Fórmula 1 mais do que a maioria que escreve aqui. Sei que lá vem polêmica, mas podem verificar que serão dos mesmos. Que não conhecem e que ofendem as pessoas gratuitamente. Não sou de acordo com esse tipo de postura. Nunca ofendi ninguém aqui. Apenas dei minha opinião e deixo aqui minha última. Abraços Firmo Neto, Recife

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Com Williams na Inglaterra 79, primeira vitória da equipe na F1 - Clique para ampliar
Firmo Neto,

Respeito sua opinião assim como respeito a de todos, mas você não acha que sua idolatria pelo Senna está virando (ou já virou) fanatismo? Uma fascinação desse nível é até perigoso.

Faça um esforço. Comente sempre e muito, mas sem citar uma vez sequer o Senna, não deixe-o sequer passar pelo seu pensamento! Vai te fazer bem se livrar desse fanatismo.

Rogério Calsavara, Campinas

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Para o Cristiano Buratto

Muito esclarecedora tua postagem. Eu não sabia qual a causa, do retorno do sedizente jornalista e se-pensante todo poderoso, mas é compreensível pelo término do Gardenal ou quando não pelo consumo de Gardenal vencido. De qualquer forma recomendo: Não citem o nome dele e não o contrariem.

Carlos Alberto Petry, Taquara

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Clay em sua última corrida, com Ensign em Long Beach 80 Ele bateu e nunca mais pilotou um F1 Morreu em dezembro de 2006 - Clique para ampliar
Só é aceitável afirmar que aquele campeão de papel que só ganhava batendo no adversário, esperando os outros abandonarem ou com a manipulação descarada de Balestre seja considerado o melhor de todos os tempos por escolha pessoal. E concordo com o leitor Junior, de Campinas: o melhor é esquecer essa historia de melhor de todos os tempos e aceitar que cada época da F1 teve seu rei e seu bobo da corte (Prost), que pensava que era rei só pelos números!

Wladimir Duarte Sales, Duque de Caxias

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