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Opiniões e Dúvidas dos Leitores 28.01.10
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As primeiras fotos do novo Ferrari, apresentado hoje
Ao Leandro, de Minas

O vídeo em minha última coluna não me contradisse, não. De fato Schumacher abriu 3 segundos para Coulthard. No vídeo, você vê 23, mas antes ele estava a 20 segundos do escocês. A McLaren tentou bolar uma estratégia para encaixotar o Schumacher. Acontece que o tiro saiu pela culatra, e Coulthard não foi suficientemente capaz para superar Mika e "caçar" Schumy.

Érico, de Brasília:

Tudo bem que você não considere superar Coulthard uma façanha notável - nem eu - mas, por exemplo, na sua lista você coloca China 2006, em que ele estava uns 30 segundos atrás de Alonso e só o superou porque a Renault errou (e feio) na estratégia, colocando dois tipos diferentes de pneus no carro do espanhol. E a ultrapassagem, maravilhosa, de Schumy sobre Fisichela acontece quando o italiano saía dos boxes... Spa, 1992, também foi uma vitória muito mais motivada pela mudança de estratégia, com os pneus dele rendendo melhor, e muito usando pneus slick na hora em que chovia.



Obrigado pelos comentários.

Abraços

Marcel Pilatti

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Olá, Edu

Acho que a falta de assunto está fazendo o pessoal escrever umas coisas no mínimo infelizes. Eu, como colaborador desde o início do site, protesto.

O Petry, do RS, diz que é melhor não chamar o Prost de fresco porque nós, brasileiros, temos telhado de vidro neste assunto. Coisa feia! Olha o nível pô ! Aqui não é lugar de fofoca, porra!

Alexandre, São Paulo

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Che, eu não consigo entender esse ódio que boa parte da torcida brasileira tem pelo Schumacher. Chega a rivalizar com a idolatria que devotam ao Senna. O cara é um excelente piloto, um dos maiores de todos os tempos. No meu Top 5 de todos os tempos, ele, Senna, Prost, Fangio e Clark são os melhores, depois tem Piquet, Lauda, Moss...

Tudo isso porque ele era o primeiro piloto da Ferrari e o Rubinho era o segundo? Uma condição que o próprio Rubinho se submetia, apenas por um punhado de dólares a mais? Seria bom se vocês revissem os seus conceitos então.

Excelente a matéria do Marcel sobre as maravilhas do Schumacher. Respeitem o Alemão, porque ele era o cara. Assim como respeitem Alain Prost, que ele também era o cara, um dos mais talentos numa geração incomparável.

Abraço a todos.

Dyeison Martins, Canoas

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Schumacher de volta...

Não acho isso bom para a Fórmula 1. Eu preferia outro novato no lugar dele. Não discuto a qualidade do piloto Schumacher, mas as atitudes dele nunca me agradaram. Ele não parece ser má pessoa, até adotou uma vira-latas que estava abandonada em Interlagos, e quem toma uma atitude destas não pode ser tão má pessoa. Mas na "quentura" da competição, ele toma atitudes discutíveis, assim como outros já o fizeram.

Acho que ele terá um domínio tão grande da mídia, que pode prejudicar outros pilotos, especialmente os novatos, pois toda a atenção estará voltada para o alemão. Gostei muito da resposta que ele deu a um jornalista que questionava a idoneidade de seus títulos. "91 vitória, 7 titulos, todos conquistados de forma ilegal." Gostei. Obviamente também questiono seus dois primeiros títulos. É lógico que ele ganhou alguns títulos na Ferrari com um carro de outro mundo. Mas questionar a qualidade dele como piloto? Complicado...





Ano passado, disse que mais uma vez Rubens estava no lugar errado na hora errada, mudando para a Willians pouco antes da Mercedes comprar a Brawn. Acho que errei. Também não tenho certeza se ele foi para a Williams ou foi mandado para a rua e acabou na Williams. Mas não interessa. O que interessa é que pela primeira vez, Rubens deu sorte em uma troca de equipe. Já imaginaram se ele tivesse ficado por lá?

Quanto aos carros, não tenho nem coragem de dar algum palpite. Com todas as alterações no regulamento, fica difícil apostar em alguma equipe.

E agora, com a mudança do regulamento dos pneus, complicou mais ainda, pois a estratégia vai ser mais fundamental ainda. Como alguém escreveu por aqui, com a proibição de reabastecimentos, a principal prejudicada foi a Ferrari. Massa arrumou uma encrenca do cão... chupando manga ainda.

Bruno tem que rezar para o tal do Teixeira associar-se ao Campos, senão... Grassi entrou numa equipe que parece ser mais séria, ou mais estruturada.

Vou fazer igual a mãe Dinah. Previsões: se a Ferrari estiver bem, aposto no Alonso, mas o Massa pode surpreender. Se a McLaren for o carro da hora, aposto no Hamilton. Se tudo der errado, aposto no Alemão (kkkkk). Mas tô torcendo mesmo é por uma zebra igual à do ano passado. Quem sabe a Virgin não se torne a Brawn do ano? Seria bom demais.

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Firmo, acho que você tá carente e precisando de afagos para não se mandar do site. Às vezes concordo, às vezes não com as suas opiniões. O que realmente não aceito, é quando você quer impor a sua opinião a qualquer custo, como no caso da ordem da McLaren para o Senna deixar o Berger passar. Você insiste até hoje, mesmo quando ninguém toca no assunto, que não foi uma ordem e sim uma "sugestão" do patrão do Senna que o mesmo aceitou.

Essas coisas, realmente acabam irritando, assim como coisas que às vezes escrevo, irritam alguns. O grande problema é quando a gente começa a achar que estamos certo, enquanto o resto do mundo está errado, ou seja, nos tornamos uma unanimidade do contra. Neste caso, amigo, a experiência me diz que é bom a gente parar e repensar nossas opiniões, rever nossos conceitos etc. Eu realmente duvido que você resista (kkkkkkkkkkkkk).

Rogerio Tófoli Kezerle, São Paulo

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Olá GPtos

Pessoal, porque tanto ódio no seu coraçãozinhos? Isso é culpa do Bernie? Do Max? Do alemão?

Firmo, faça como o meu pai: tire o aparelho do ouvido e não escute bobagens. Siga com sua vida e, se você gosta de escrever pro GPTotal, escreva. Tem muita gente que gosta de ler seus textos.

Grande abraço.

Ricardo, Campinas

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Saudações aos GPtos!

Ao Christian Capato e ao Kleber Ribeiro, e a quem mais interessar:

Entendo a visão dos que apoiam a volta do Firmo. Aliás, suas manifestações (e a minha, evidentemente) voltam a dar Ibope para ele. O caso é que as discussões que tomaram conta do GPTotal nem de longe lembram o que me atraiu, e a tantos outros também, que eram o tratamento diferenciado que o blog dava para a Fórmula 1. A história da categoria em si, dos pilotos, dos carros, curiosidades, imagens, dúvidas dos leitores, enfim, nada de conversa de boteco, quem é melhor que quem, se alguém entende mais de Fórmula 1 que o outro, Sennistas X Piquezistas X Schumacherzistas, palpites sem fim.

Isso nem era exclusividade dele, e nem digo que ele fazia isso tudo, talvez esteja sendo até injusto com ele. Eu costumava pular os comentários dele e de vários outros. O fato é que, repito, tudo isso está muito distante do que se espera quando se lê o Quem somos do site. Quem perde, acima de tudo, é quem busca algo diferenciado. Leitores dando palpite existem aos milhares em todos os blogs. Não sei se é isso que os leitores realmente querem do GPTotal. Inclusive já escrevi em outra oportunidade, talvez fosse o caso de se criar um Forum de discussões para o site, uma seção separada ou um sistema de tags.

Entendo que os criadores do site tenham horror a qualquer tipo de censura, esse é o espírito do que se vê aqui, e faz parte do ideal jornalístico. Mas a tão alegada liberdade de expressão tem desvirtuado as coisas. Se o site tem um objetivo, creio que a liberdade de expressão seria melhor empregada no sentido dele próprio. Em boca fechada não entra mosquito. Como falei, talvez eu agora mesmo tenha engolido um aedes aegypti... mas entendo necessário se analisar tudo isso.

Cristiano, Londrina

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Concordo com o que disse o Christian Carpato, embora discorde também das opiniões do Firmo, sempre as leio, pois a forma com que ele defende as suas teorias por mais mirabolantes que sejam é de um apaixonado por este esporte que nos une aqui neste site.

Concordar ou discordar é direito de cada um, assim como de se manifestar por aqui mas a forma não precisa ser agressiva, pois isso só mostra o caráter da pessoa. Fiquei indignado com a frase postada aqui aonde o sr Ricardo diz: “Só não foi melhor porque ele se despediu só do site, não do mundo!” O quis dizer com isso? Como pode desejar tanto mal a uma pessoa que só emite as suas opiniões.

Então, além do FICA FIRMO, proponho outra FORA RICARDO ! Pede pra sair, continue fora da seção de cartas por favor! Pois isso sim que você escreveu eu não preciso ler por aqui.

Marco Memoria, Rio de Janeiro

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Kleber Ribeiro de São Paulo,

Primeiramente quero deixar claro que só entrei novamente aqui nas cartas dos leitores devido a manchete A Despedida do Firmo. Realmente quem criou esta frase entende muito de marketing. Frase bombástica. O grande Firmo (quem?) está se despedindo (de quem?).

Agora Kleber, concordo plenamente com você, exceto quando você diz que pedi para o Sr. Firmo Neto deixar de escrever no site. Se você reler minha mensagem, verá que em nenhum momento pedi para ele tomar qualquer atitude. Afinal, como você mesmo diz, aqui é um espaço democrático. Ele escreve. Quem quiser ler, que leia. Ah que saudades do Pandini...

Abraços,

Marcelo, Curitiba

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Caro Wladimir,

Seus argumentos são frágeis. Você já ouviu alguém, campeão de qualquer coisa, ser chamado de azarado?

Quer dizer que alguém que tem como característica se colocar sempre entre os seis primeiros no grid de largada e terminar a prova é um sortudo? Que culpa tem um piloto se seu companheiro de equipe quebrava? (então era um brasileirimho contra o mundo?). Que culpa tem o piloto, se um outro piloto de outra equipe, tem quebras estranhas e ele vence o campeonato por 20 pontos? Que culpa tem um piloto se uma OUTRA equipe, que está disputando o título chama o piloto aos boxes por medida de segurança e ele tinha acabado de trocar o dele? Que culpa tem o piloto de estar na equipe certa, na hora certa em que um carro de outro planeta tinha sido deixado pelo Mansell a disposição e ele pegou?

Agora, utilizando seus mesmos argumentos, vamos lá:

Em 84, esse piloto sortudo segundo você, se não tivessem terminado um GP de Mônaco na volta em que terminaram, teria chegado em 3º, marcando 4 pontos e seria Campeão, mas perdeu o título por 0,5 ponto graças a esta corrida. Antes que você pense que o vencedor deste GP seria o piloto brasileiro, informo que seria o alemão Stefan Bellof, com um Tyrrell. Todas as telemetrias e tempos de volta já demonstraram isso e já foi até coluna e posts aqui no Gepeto.

Em 88, o piloto campeão fez 11 pontos a menos que o vice! Isso não é sorte, é regulamento, não é?

Em 72, o piloto campeão chegou a Monza e seus dois carros capotaram com o caminhão da equipe, que trouxe às pressas um terceiro chassi e o monta. Seu principal adversário se coloca na 1ª fila e na volta de alinhamento, seu Lotus tem um vazamento no tanque, que é consertado as pressas e sem teste. Na largada, seu adversário quebra a embreagem e todos os que estão a sua frente quebram, ele vence, é campeão mundial e nas duas provas restantes, quebra e seu adversário vence. isso é normal? Competência, né?

Em 91, o piloto campeão teve a competência de ver seu adversário ter problemas na parada de box em uma prova que liderava, e na Hungria, liderando novamente, a porca que segura a roda traseira esquerda se solta logo depois do pitstop, o carro quebra e o piloto brasileiro vence o campeonato. isso é competência, sorte jamais.

Em 87, um piloto brasileiro, nos treinos em que era mais lento que seu opositor, o vê sofrer um acidente e ficar automaticamente alijado da disputa do campeonato, já entrando na prova como tri-campeão, isso provavelmente seria merecimento? Sorte? Isso é coisa de piloto francês que sempre marca pontos.

Em 99 um piloto foi campeão porque o melhor de todos se acidentou e perdeu cinco GPs por conta de uma perna quebrada. Provavelmente você escreveria: bem feito pro Dick Vigarista!

Em 2007, o piloto líder do campeonato, na penúltima prova, atola na entrada dos boxes, na brita molhada, perdendo a prova e a vantagem enorme que tinha e na ultima prova aperta um botão do Volante errado, permitindo que o adversário seja campeão, mesmo tendo 5 pontos de vantagem antes deste GP. sorte do finlandês?

Em 2008 o mesmo piloto, até faltarem 800 metros para terminar a prova era vice, mas uma chuva que caiu 20 segundos antes o fez campeão a menos de 20 segundos do término do GP. Sorte? Claro, Campeão azarado não existe.

Tudo isso é tudo, menos sorte, mas se isso tivesse acontecido com o segundo maior vencedor de GPs da história só poderia ser sorte.

Sorte, meu caro, é para quem é vencedor e campeão.

Renato Paulo, Belo Horizonte

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Caro Caíque, duas coisas ficaram faltando (pra mim) na sua resposta: o depoimento que o Diego citou, do Lee Gaug - acho que deve ter sido alguém importante, acho... -, e sobre o equipamento de 1991. Quem desenvolveu aquela McLaren? E você também é da turma do Flávio Gomes que diz que a Williams só se tornou o melhor carro "depois da metade da temporada"?

Roberto Andrade

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Massa, testando semana passada, em Barcelona - Clique para ampliar
Caros gepetos,

Agradeço ao Caíque pela réplica concisa, coerente e polida. Seus argumentos foram válidos, embora não mudem minha opinião e vice versa. Quanto ao senhor Carlos, preguiça de ler Letry. Certamente o sr. não leu 1/3 do que eu escrevi. Pois apenas 1/3 do texto ou menos era dedicado a Ayrton Senna (sem querer o desmerecer). E citei pelo menos cinco pilotos franceses, um austríaco (Niki Lauda, tricampeão mundial), e outros dois grandes pilotos nascidos no Brasil (Emerson Fittipaldi e Nelson Piquet, este último tirou o título de Prost duas vezes (81 e 83, a primeira com um carro de motor aspirado ante o Renault biturbo de quase 600 cv guiado pelo anão papagaio). Pois é, Prost era tão bom que perdeu campeonatos para uma equipe de garageiros com motor Ford Cosworth (BMW turbo só a partir de 1982) ao volante de uma equipe de fábrica com um dos melhores suportes técnicos da época!

Outra característica que define um verdadeiro campeão e que deve ser rara na F1 atual: trabalhar em sintonia com o projetista no desenvolvimento de cada milímetro do carro, especialmente os motores, e transformar um carro mediano num carro campeão. Só lamento que algumas trapaças (suspensão hidropneumática em 1981 e uso de lastro de legalidade duvidosa para refrigerar os freios em 1982) desabonaram Piquet, mas sua perícia nas pistas era inquestionável.

Maldade? Maldade é ir devagar quase parando numa volta de qualificação por causa de medinho da chuva e provocar um acidente que acabou com a carreira de um colega. Da mesma forma no acidente de Gilles Villeneuve na Bélgica: aquele pateta do Jochen Mass sempre foi um coadjuvante ridículo que devia ter se aposentado bem antes de 1982 quando virou um peso morto ocupando espaço. Em Zolder, qualificação em andamento, Villeneuve na volta rápida encontra o lesado com um carro de 3º pelotão. A Ferrari toca a roda traseira, capota várias vezes e o piloto é cuspido do carro, falecendo horas depois. E a pista estava seca!

Sennista? Não sou, assim como não tenho que qualificar como gênio um piloto mediano que teve mais sorte que seus compatriotas mais talentosos (Pironi) e aguerridos (Arnoux) graças à incrível habilidade de fazer politicagem dentro da equipe e angariar um monte de lambe botas pra construírem e acertarem um carro pra ele, que adorava se vangloriar de ser acertador de carros mas na verdade testava o mínimo necessário e deixava o resto nas mãos dos pilotos de teste e engenheiros. Conclamo os colegas gepetos a corrigir-me: quando o excepcional Alain Prost saiu das últimas posições ou do meio do grid para vencer uma corrida ou pelo menos chegar ao pódio? Posso citar John Watson (Detroit/83, saindo da 22ª posição), Senna (Suzuka/88, preciso dizer mais?) e Arnoux (Dallas/84, largando dos boxes e chegando em 2º). Quando o gênio Prost disputou posições com paixão e coragem em toda sua carreira? Citemos Gilles Villeneuve vs Arnoux (França/79), Gilles Villeneuve vs Alan Jones (Mônaco/81), Piquet vs Senna (Hungria/86) e Piquet vs Mansell (Silverstone/87).





Senhor Carlos Lettry, me reservo ao direito de ignorá-lo pois ao contrario de outros leitores que me apresentaram réplicas válidas e consistentes, o senhor só fez me rotular de sennista e ufanista sem motivo aparente. Pois não fiquei preso a exemplos de pilotos brasileiros nem a Ayrton Senna. O que mais me chateia depois da pouca disponibilidade de vídeos no youtube com Ronnie Peterson, Gilles Villeneuve, Clay Regazzoni, John Watson e outros pilotos que admiro mostrando tudo que sabem nas pistas, é leitores que sequer examinam o texto de outros com mais cuidado antes de apresentarem quaisquer argumentos.

Mudando de assunto. Enquanto assistia Dias de Trovão (um dos melhores filmes sobre automobilismo dos últimos 20 anos ao lado de Alta Velocidade) percebi que a melhor música da trilha sonora (Gimme Some Lovin - Spencer Davis Group) é tocada no momento mais difícil do personagem de Tom Cruise (batidas, dificuldades para lidar com os adversários, falta de sintonia com o chefe de equipe). E essa música sugere euforia e excitação. Não entendo a escolha do diretor ou dos produtores ao inserir aquela música naquela fase do personagem. Se alguém puder me esclarecer, agradeço a gentileza.

Por fim, não fuja de um bom debate, Firmo! Volte e enriqueça o site com suas cartas, mas não se empolgue demais.

Agradeço a todos pela atenção.

Wladimir Duarte Sales, Duque de Caxias

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Olá Amigos do GPTotal

Estou bastante ansioso para ver os novos modelos dos F1 2010. Será que vão ficar mais bonitos que os do ano passado? Como o próprio N. Lauda comentou no ano passado, os F1 estão parecendo uma colheitadeira.

Achei fantástico a cor prata da Mercedes, com o circulo branco e o numero vermelho dentro deste circulo. 2010 promete!

Abraço a todos

Mauro Santana, Curitiba


Opiniões e Dúvidas dos Leitores 26.01.10
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Olá Edu e amigos!

Feliz 2010! Faço minhas as palavras do Marco Memoria!

Abraço a todos

Charles Dantas, Manaus

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Concepção artística do Mercedes de Schumi nas pistas Sugestão de título enviada pelo Carlos Ganhadeiro O diabo veste prata - Clique para ampliar
Firmo: diga ao povo que fica!

Seus textos são, na maioria das vezes, despidos de qualquer fundamento. E isso estimula a ira de vários Gptos, que discordam de suas opiniões. Depois de verificar as manifestações alheias, você produz suas réplicas, na maioria das vezes hilariantes.

Em suma, você é o animador cultural do site! Não pode deixar de postar seus textos e brindar-nos com seus devaneios, e também, admito, seu vasto conhecimento automobilístico.

Lanço então, agora, a campanha FICA FIRMO!

Abraços a todos

Christian Capato, Amparo

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O Mercedes, visto de lado - Clique para ampliar
Caros

Conforme disse anteriormente, nunca mais visitei a seção de cartas do site. Porém, agora fui obrigado. Não pude perder a despedida do Firmo Neto por nada no mundo, vai ser recorde de audiência. 2010 já começou de maneira espetacular, especialmente para o GPTotal. Ninguém vai lamentar, ninguém vai sentir saudades. Só não foi melhor porque ele se despediu só do site, não do mundo.

Edu, muito boa sua coluna Histórias de pilotos III. Se tiver mais material, publique-o logo.

Convoco os amigos que andavam sumidos a prestigiar o novo site sem o Firmo. Kezerle, Petry e cia, vamos fazer o site ser o que era antes.

Abraços muito bem humorados...

Ricardo, Curitiba

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Caros Gepetos (em especial Firmo e Marcelo)

Marcelo, estamos talvez no último ambiente totalmente democrático, que é a internet. Sendo assim, todos podem emitir sua opinião, bastando a nós discordar ou concordar. Como manda toda democracia, fique à vontade para concordar, discordar e emitir sua opinião e apenas isso. Seu direito termina onde começa os dos demais. Cara: critique, apoie, concorde ou discorde. Relaxe e tome uma cerveja, ao invés de pedir banimento de algum leitor.

Firmo, apesar de não concordar com a maioria de suas opiniões, isso não tira o direito de você acessar e emitir sua opinião quando bem entender. Não precisa sair e nem escrever sua ultima opinião...

Para finalizar, se a Mercedes der um carro bom... O QUEIXUDO VAI METER MAIS UM CAMPEONATO! rs...

Abraço a todos

Kleber Ribeiro, São Paulo

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e por trás - Clique para ampliar
Marcel Pilatti

Acho que você foi muito infeliz em colocar nessa última coluna sua, sobre as 7 maravilhas do Schumacher, o GP da Hungria 98, não em si pela corrida, porque foi boa, mas, para mim, muito fraca para quem é considerado pela minoria o melhor de todos.

Você escreveu uma coisa e colocou um vídeo que te contradisse. Você disse que ele abriu 3 segundos em uma volta; ele abriu sim 3 segundos em uma volta mais em cima do 3º colocado, Hakkinen, que tinha problemas, como o comentarista falou, que fizeram ele terminar essa corrida em 6º. Você colocou como se Schumacher tivesse aberto três segundos contra um McLaren em perfeitas condições. Esta é uma informação que você deveria corrigir!

Leandro, Minas Gerais

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Realmente, por mais doloroso que seja, se você não for tifosi ou fã do Schumacher, fazer uma lista de suas 7 maravilhas é tarefa árdua. Não pela falta de opções, mas por haver tantas entre as quais comer.

Sem conhecer o restante da lista, devo dizer que não acho que Hungria 1998 mereça estar lá. Primeiro porque a Goodyear venceu aquele particular capítulo na curta guerra de pneus contra a Bridgestone. Segundo, porque Hakkinen teve problemas e sequer foi adversário direto do Schumacher na prova. Cá entre nós, derrotar Coulthard jamais foi façanha notável. Schumacher não fez mais que sua obrigação aquele dia.

Quanto ao mais, cada um tem sua lista. A minha é esta:

7 - Monza 2000
6 - Nurburgring 1995
5 - Barcelona 1996
4 - Montreal 2003
3 - Spa 1992
2 - China 2006
1 - Suzuka 2000

Érico, Brasília

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O Schumi é um cara contestado apesar de ser um grande piloto. O maior vencedor do automobilismo de todos os tempos, isso não há como negar. Mas acho também que as circunstâncias lhe foram muito favoráveis e ele teve a competência de saber aproveitar. Não tenho nenhuma raiva desse cara, mas também não sou feito o Flávio Gomes que é o fã n°1 dele, mais até que a Corinna, mulher do Sapateiro.

A volta dele é reflexo de um cara esportista que tá afim de voltar a competir. Os esportistas são assim mesmo (principalmente os grandes). Me lembro de um comentário do ex-jogador da seleção Nilton Santos quando lhe perguntaram se ele tinha inveja dos salários que os jogadores ganham hoje em dia (muito maiores do que no seu tempo) e ele respondeu: Não tenho inveja do que eles ganham, tenho inveja do fato deles poderem jogar e eu não. O Schumi se sentiu no direito de voltar a competir por dois motivos: porque queria e porque se sentia apto para isso. Um abraço!

Iron, Minas Gerais

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Detalhe da lateral - Clique para ampliar
Amigos Diego e Wladimir Sales,

Apenas algumas colocações sobre seus posts, vamos lá, como não estou lendo suas colocações agora, vou faze-lo de cabeça tentando me lembrar do que li. Me desculpem se misturar ambos os posts:

- Chamo Mansell e Hamilton de LIXO, porque na minha modesta opinião, os dois JAMAIS poderiam ser colocados no lugar onde foram postos, à frente de pilotos bem melhores que eles. Ao Mansell então, é ridículo, pois só andou bem na Williams, quando esta tinha um canhão nas mãos e sua participação na Lotus e na McLarem foi pífia, só vencendo em Groove. Hamilton é um excelente piloto, mas JAMAIS poderia ficar na colocação que o puseram, essa é minha opinião.

- Com relação aos períodos que o Senna passou em sua casa de Angra, não é falácia, amigo, é verdade, pois de 1988 a 1993 ele não fez nenhum teste de inverno e se você tem duvidas, apenas procure um arquivo jornalístico da época e confirmarás que depois do trabalho na neve e no frio, o Berger sempre vinha para Angra e eu sempre via o Senna correndo em seu exercício matinal em janeiro, logo o que estou lhe escrevendo se deve a minha lembrança em vê-lo se exercitando.

- com relação a acertos, o Ayrton não era forte. Era excepcional em ler a telemetria, o que o tornava melhor em descobrir coisas sobre o motor, mas fazer o carro ficar de seu jeito, ele mesmo confirmava que não era seu forte. O Osamu Goto era o homem da Honda responsável pelos motores e depois foi para a Sauber sendo responsável pelos motores Ferrari e que ele falou era que o Ayrton lia telemetria como poucos (os chassis eram de responsabilidade do Neil Oatley, de quem o Ayrton nunca gostou e nos mais de sete carros que projetou, apenas no MP4/8 acertou. O MP4/4 que deu o primeiro título ao Senna e foi um dos melhores F1 jamais construídos, era um projeto do Gordon Murray e de Steve Nichols).

- O Decarouge falou a mesma coisa que o Goto disse, pois nunca conseguiu projetar um F1 bom, fez parte da Ligier de 80, mas uma mudança feita por ele eliminou a chance do Lafitte ser campeão ao trocar uma asa de fibra por uma de alumínio. Não se esqueça que o Ayrton, quando venceu de Lotus, o fez porque era rápido e o motor Renault era o mais potente da F1, a ponto de em Silverstone 1985, estar a poucas voltas da vitória e ver a mesma acabar nas mãos do Prost porque o canhão bebia muito e quando foi filmado chegando ao motorhome, quase quebrou o capacete com a porrada que deu na bancada e a TV mostrou isso. O Decarouge fez um ÓTIMO carro de corrida: Matra 670 Le Mans, só isso, em 1988 recebeu um motor Honda igual ao da McLaren e fez o Lotus 100T, uma bomba.

- Na Toleman, o Senna andou onde tinha que andar, porque o chassi era do Rory Byrne, projetista de todos os F1 que deram títulos ao Schumacher, desde a Benneton (ex-Toleman). O fato de andar mais que o Cecotto não era nada de mais e é bom lembrarmos que o D. Warwick em 83 andou muito com este carro (o de 1984 foi uma evolução do TG 183), tendo liderado o GP da Inglaterra, mas o motor Hart não dava para o gasto.

- O fato de preferir o Prost ao Lauda, não me diz nada, pois é apenas minha preferência. O Prost sempre foi rápido e, assim como todos os pilotos, queria ter o melhor carro do grid, logo como foi colocado, em 93 ele tinha o melhor carro do planeta, expressão utilizada pelo Senna, que desejava tanto o carro e que por isso não aceitou a proposta do Todt, indo para a Williams. Em 97 o Schumacher aceitou o que o Senna não quis e fez tudo aquilo que hoje reclamam dele: contratou todos os melhores da F1 para a Ferrari, a começar pelo Rory Byrne.

do bico do carro - Clique para ampliar
Sorte para ganhar títulos apenas os Campeões têm: Fittipaldi, meu preferido em 72, quando o Stewart queimou a embreagem na largada (essa foi a primeira prova de F1 transmitida ao vivo para o Brasil e eu vi); James Hunt, quando o Lauda se acidentou em Nurbugring, Hamilton, quando a chuva chegou um minuto antes, Raikonnem, quando o Hamiltom atolou na brita da entrada dos boxes e apertou botões errados (ficar na frente de um monte de gente é um LIXO), O Mansell, preferido da equipe, bater em Suzuka na última prova... Hakinnem quando o Schumacher quebrou a perna e sobrou o Irvine para ele jantar.

Podemos listar mais alguns, meu caro Wladimir, sorte é para os campeões, mas antes se precisa ser competente e o Prost era, gostando-se ou não dele.

É isso Diego e Wladimir, apenas minha opinião, que não tem que ser nenhuma verdade, a não ser pra mim, o que me basta. Agradeço, Diego, a lembrança pela coluna e não me sabia algo importante, mas fico, lisonjeado, realmente. Não leve em consideração de verdade o que acho, leve em consideração que isso é apenas minha opinião.

Um abraço aos dois,

Caíque, Rio

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Wladimir Duarte Sales

Ainda bem que eu não sou piloto de Fórmula 1 e que não me chamo Alain Prost. Pegaste pesado com o francês narigudo, só que teus argumentos são absolutamente passionais e lamentavelmente representativos de uma patriotada. Também não gosto do que vi do Prost, com algumas exceções. Por exemplo, ele definitivamente não gostava de pista molhada, mas numa vitória de Senna em Spa, o francesinho fez a volta mais rápida da prova no molhado com uma pressão enorme do Mansell que era um monstro na água.

Chamá-lo de fresco não é nada recomendável pois nesta área tem telhado de vidro tupiniquim. Quanto às duas corridas do Japão e os dois acidentes com Senna, sinceramente não vejo culpa do Prost em nenhum dos dois. Já o acidente com o Didie Pironi, atribuir culpa ao Prost é no mínimo maldade. Assim, tuas colocações só empobrecem o enorme valor do Ayrton Senna, pois desmerecendo seu maior adversário, os resultados do Senna se torna insignificantes. Veja bem: nos títulos que o Senna ganhou, pela tua opinião, o adversário (quatro vezes campeão mundial) era um arremedo de piloto. Se me permites te recomendar diminui teu ímpeto senista...

Carlos Alberto Petry – Taquara

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E do aerofólio, com o mesmo tipo de número usado nos anos 50 - Clique para ampliar
Minha já tradicional previsão de início de ano, de quem não vai ser campeão da F1. Este ano, ele já começou mais cedo do que nunca!

É triste... Vejam abaixo:

Perto dos 300 GPs, Barrichello afirma que ainda "tem muita fome"
Fonte: F-1 na Web - Lucas Martins

Prestes a completar 300 GPs disputados na temporada 2010 da Fórmula 1, Rubens Barrichello disse que seu desejo de vitória nunca esteve tão forte. O brasileiro esteve na fábrica da Williams na última semana, conhecendo todo o pessoal da equipe, bem como a empresa fornecedora de motores, a Cosworth.

“É engraçado como as coisas são na vida”, disse Barrichello. “Eu poderia ter dito após cinco anos de F-1 que este será um ano difícil e que eu não sabia se queria fazê-lo, mas depois de um longo período eu continuo com muita fome. O sonho de se tornar um campeão mundial está mais perto do que nunca”.

Desejando um bom desempenho em 2010, Rubinho até mesmo encurtou seu período de férias para passar algum tempo em sua nova escuderia na Inglaterra. “Tecnicamente é bom para obter informações, também para conhecer as pessoas ao redor – este é um negócio em que você perde e ganha juntos”, concluiu.

Carlos Ganhadeiro


Opiniões e Dúvidas dos Leitores 21.01.10
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Feliz Ano Novo para todos os leitores, colunistas, palpiteiros, curiosos, entendidos, chatos, enfim todos que fazer do GPTotal o melhor site de automobilismo do Brasil, bom ver o site novamente no ar após merecidas férias.

Imagem promocional do Brawn a ser pilotado por Schumacher - Clique para ampliar
Logicamente o primeiro prato a ser servido será a volta do sapateiro. Pois é, lá vem o alemão queixudo de novo! Sinceramente não sei o que esperar do Dick Vigarista desta vez. Claro que torço pra ele andar no fim do pelotão brigando com as Lotus, Manor e Campos da vida, mas acho que a realidade vai ser outra, pelo que ele apresentou andando de kart aqui no Brasil vai depender muito mais de como a Mercedes vai se apresentar do que do alemão, pois embora nutra uma eterna antipatia por ele não tem como negar o cara é bom! E como a ex-Brawn não vai entrar na brincadeira para queimar o filme só nos resta torcer muito para que o carro não esteja a altura e o alemão tome couro de muita gente, especialmente do Barrichello .

Marco Memoria, Rio de Janeiro

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Olá Amigos do GPTotal

Feliz 2010! Fantástica a última coluna do Edu.

Abraço!

Mauro Santana, Curitiba

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DESPEDIDA DOLOROSA

Atendendo ao Sr. Marcelo Kozak de Curitiba, o último artigo que escrevi, junto com essa mensagem, são minhas últimas palavras aqui, neste simpático site, que realmente empolga com sua democracia.

Caro Marcelo Kozak, gostaria apenas de saber por que o Sr. é tão preconceituoso e antiquado? Apenas falo o que penso sobre Fórmula 1. Repito, sobre Fórmula 1. Repito: sobre Fórmula 1.

Valentino Rossi testando para a Ferrari, ontem em Barcelona - Clique para ampliar
Uma vez ou outra tentei corrigir companheiros, por ter uma informação a mais naquele momento. Em muitos casos fui corrigido também. Não vejo nenhum problema nisso. Nunca tentei ser dono da verdade e jamais fui prepotente. Nunca, repito, nunca fiz nenhuma referência agressiva ao Sr. e por esse motivo não mereço suas palavras agressivas e totalmente contestáveis. Eu falo de Fórmula 1, nada mais. Digo o que penso, e, até onde sei esse é o princípio de artigos abertos, como os que temos acesso aqui, no GPTotal. Você deveria me esquecer e escrever algo produtivo.





Não mais enviarei nenhum texto para o site. Sei que é um pouco de covardia de minha parte mas prefiro assim. Gostaria apenas que os amigos fizessem uma análise sobre meus últimos textos, especialmente sobre o último, já que o agressor fala que há um ano não frequentava o site. Por favor, vejam se tem algo demais lá!

Do que você discorda do meu último texto Sr. Marcelo Kozak? Já que há um ano não entrava aqui no GPTotal, por que meu último texto despertou no Sr. sua ira militar, conservadora, digna dos políticos coronéis? Só falei de Fórmula 1, ou não? Repito: eu falei sobre Fórmula 1, ou não? No que lhe ofendi? O que lhe falei de tão grave? O sr. realmente leu meu texto?

Grande abraço

Firmo Neto, Recife

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Caro Firmo

Vamos parar com esta balela de dizer que Senna perdeu o campeonato de 89 porque foi roubado. Ele perdeu porque foi menos constante que Prost, perdeu porque jogou vitórias certas no lixo, enfim perdeu simplesmente porque ao final do campeonato teve menos pontos que o francês.

Vale lembrar que o Japão não era a última prova do ano e em caso de vitória de Senna naquele GP, ele dependeria de nova vitória ou pontuação no GP da Austrália, prova em que o brasileiro acidentou-se no temporal que caiu durante a corrida. Vale lembrar também que a McLaren estava pronta para recorrer do resultado do Japão porém após o resultado da Austrália este recurso tornou-se irrelevante.

Outra imagem de Vale - Clique para ampliar
O que Senna e Prost protagonizaram em 89 e 90 não foi diferente do que fez Schumacher em 94, porém, segundo a ótica de muitos fanáticos, Senna podia tudo. Ele foi sem sombra de dúvida um grande piloto com uma obstinação por vitória acima da média mas um acertador de carros bem inferior a Piquet e um motivador e formador de equipe muito inferior a Schumacher, contudo imortalizado, endeusado e canonizado por uma legião de fanáticos que a titulo de sugestão poderiam montar uma igreja como os argentinos fizeram para Maradona.

Atenciosamente

Josenildo Henrique de Melo, Recife

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Aos gepetos, feliz 2010!!!

Respeito sua opinião, Alexandre. Mas vou bater o pé até o fim de meus dias: Alain Scrot, digo, Prost é indigno de sequer ser chofer de Senna, Lauda, Stewart, Villeneuve pai e filho, Piquet pai, Schumacher, Emerson, Peterson, Andretti, Mansell ou mesmo Rosberg.

A heresia suprema é ser posto acima de qualquer um destes gênios do automobilismo quando não merecia mais que uma 1000ª ou 1000000ª colocação em qualquer ranking. É o cúmulo ainda mencionarem este arremedo de campeão e sequer gastarem meia linha com Pironi, Depailler, Laffitte ou Arnoux (estes sim pilotos talentosos e injustiçados graças à presença dispensável daquele narigudo falastrão campeão de papel nas disputas). Só não menciono Jean Pierre Jabouille porque este era meio braço duro (vencia uma corrida e quebrava em 15), enquanto Arnoux na mesma equipe marcava pontos, lutava por melhores posições (inclusive contra Villeneuve pai) e disputava os campeonatos até onde o carro aguentava (em 79 e 80 o Renault turbo ainda tinha sérios problemas de confiabilidade).

Colocar Lauda quatro posições atrás daquela imitação barata de campeão? Lauda deveria estar cem mil posições a frente. Ao invés de números deveria levar em conta o fato de Lauda ter vencido a morte após a horrenda batida em Nurburgring Nordschlieff e, palavra dos médicos, ter de ser submetido a cirurgias plásticas para voltar a exibir um rosto humano; no ano seguinte, 1977, ter ganho o segundo título e brigado feio com Enzo Ferrari e sua mania de tratar pilotos como meros complementos do carro. E finalmente, após a aposentadoria em 1979 retornar em 1982 na McLaren, voltar a vencer duas corridas depois, derrotar o papagaio falador e piloto de araque Alain Scrot (Prost) em 1984 e se aposentar de vez com o dever cumprido (eu acho) no final de 1985.

Alain Prost em sua estreia na F1, Argentina 80 - Clique para ampliar
Isso faz um verdadeiro campeão, vencer em chuva torrencial várias vezes (Senna e Schumacher) também define um verdadeiro campeão. Vencer no tapetão (Rio 1982), destruir em definitivo a carreira de um compatriota com um acidente por pura incompetência ou talvez de propósito (Pironi - Alemanha 1982), ganhar título com o único rival quebrando várias vezes (1985 - Alboreto, 1989 - Senna) e com a ajuda de um dirigente puxa saco (1989 - Senna) só definem um elemento trapaceiro, covarde, sujo, reclamão, fresco, mimado e que não posso nem qualificar como homem, que dirá como piloto.

Wladimir Duarte Sales, Duque de Caxias


Opiniões e Dúvidas dos Leitores 19.01.10
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Gostaria apenas de dar os sinceros parabéns ao Roberto Agresti pela coluna A pista como ela é. Seu relato nos enche de orgulho e esperança de um dia também poder realizar o sonho de ser piloto.

Por enquanto,vamos apenas matando aos poucos a fome em uma recém pista de kart reinaugurada na cidade de Volta Redonda que, por sinal, ficou de alto nível, esperando um dia conhecer este templo sagrado do automobilismo nacional que é Interlagos .

Abraços aos blogueiros do Gepeto e a todos um feliz 2010!

Renato Corga, Barra Mansa

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Mais uma excelente narração do Carlos Chiesa, na coluna Indianapolis Jones volta ao tempo da II Guerra.

Aproveito a ocasião para parabenizar toda a equipe o GPTotal pelo sempre excelente conteúdo do site e desejar a todos um 2010 com ainda mais sucesso.

Ingo Hofmann, Joinville
www.fotolog.com/barulho_de_motor

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Boa noite

Estive ausente do site em virtude do meu blog e, principalmente, pela falta de tempo. Como todo ano faço, gostaria de expressar meus votos de um Próspero Ano Novo. Que 2010 seja repleto de felicidades para vocês e suas respectivas famílias.

Abração!

João Carlos Viana, Fortaleza

jcspeedway.blogspot.com

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Fala galera do GPTotal! Gostaria de tirar uma dúvida com vocês.

Um amigo meu que também é fã de Fórmula 1 me contou uma história sobre o piloto alemão Stefan Bellof que eu não conhecia e não sei se é verdade. Segundo esse meu amigo, houve uma corrida da F-1 poucas semanas antes da morte do Bellof em que o alemão teve um problema mecânico perto da bandeirada e ficou parado no meio da pista com o carro quebrado. Um outro piloto que vinha atrás não viu quando ele saía do carro e quase matou o Bellof por atropelamento, desviando por alguns centímetros.

Bellof com Tyrrell, na Bélgica 84 - Clique para ampliar
Pesquisando sobre esse fato na internet, encontrei o comentário de um internauta num blog dizendo que isso aconteceu num GP da Áustria e que o piloto que quase acertou o Bellof teria sido o Rene Arnoux, numa Ligier. O problema é que o Arnoux só veio a correr pela Ligier em 1986, quando o Bellof já havia morrido... Nesse mesmo comentário, o internauta diz que o replay foi repetido várias vezes na transmissão e que a quase-tragédia aconteceu na saída de uma curva bastante fechada.

Enfim, gostaria de saber se alguém conhece essa história e se é verdade mesmo que o pobre alemão esteve perto de encontrar seu destino semanas antes daquele acidente na Eau Rouge...

Grande abraço!

Gustavo Coelho, Rio de Janeiro






Oi Gustavo

Não sei lhe responder. Vamos aguardar pela ajuda dos leitores.

Abraços (EC)

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Uma pena ver gente de gabarito como Caíque Pereira, que já nos brindou com boas colunas aqui no site, principalmente aquela da Maior vitória brasileira (Friends, 20/2/2008), citada na última coluna do Marcel, não apenas caindo nas discussões que ele reprova em algumas colunas mas também sendo bastante agressivo e agindo de modo fanático.

Chamar Mansell e Hamilton (o Button, vá lá) de LIXO - e em caixa alta, ainda por cima - é algo que não condiz com quem entende do assunto e escreve sobre Fórmula 1. O fato de ele discordar de Senna - algo muito subjetivo - em primeiro lugar, é o que menos importa nesse caso: ele poderia fazer o seu top da forma que fosse, mas não inventando e deturpando fatos ao bel prazer.

Quando ele vem com essa história de Senna/Angra/Prost-Berger/Europa é apenas mais uma falácia que, repetida muitas vezes, torna-se uma verdade. Muita gente cai nessa, repassa, e acredita.

Só que (e quero que o Doutor Caíque me contradite) Senna tinha um direito de tirar férias, o que era muito diferente de não querer fazer testes ou o que seja: ele se dedicava muito mais que todos e quaisquer pilotos durante o ano, em treinos e em corridas, que isso era um direito. Quase como nós, em grandes empresas, e os famigerados Bancos de horas: com a diferença de que Senna de fato produzia muito mais.

Gostaria de saber o que o amigo tem a dizer sobre o desenvolvimento que Senna impingiu à Toleman, ao longo de 1984, quando corria com pneus do ano anterior, e melhorava sempre o tempo do carro: o chefe da equipe disse que até mesmo os diretores da fábrica ficavam impressionados como e quanto Ayrton conseguia melhorar o equipamento apesar da clara deficiência.

Senna com Toleman, na África do Sul 84 - Clique para ampliar
Gostaria de saber o que o amigo tem a dizer do que Osamu Goto (Honda) ou Gerard Ducarouge (Lotus) diziam sobre o desenvolvimento de Senna nos equipamentos, e sobre os seus feedbacks? Segundo Ducarouge, Senna dava algumas voltas e depois nos diia o que mudar para tornar o carro mais rápido. Depois de um tempo, percebemos que ele jamais errou. E Goto: ele podia nos dar um parecer sobre qualquer mudança no motor.

E o que ele tem a dizer do desenvolvimento, comandado por Ayrton, do carro de 1991? E da melhora progressiva da Lotus? E do McLaren chinfrim de 1993?

Mas, acima de tudo, gostaria mesmo de saber o que ele pode dizer sobre o depoimento de Lee Gaug (diretor técnico da Goodyear e ex-engenheiro da Força Aérea dos EUA):

We use to run a lot of guys who were fast pilots but they couldnt remember anything they had done afterwards. Its the same in F1. Ayrton is different. He has an incredible ability to remember everything, all the smallest details of what happenned, even while he is committed to taking it to the razors edge. He can separate the two processes in his mind. Phenomenal.

Caíque que me perdoe, respeito-o muito, mas entre ele e Lee Gaug, fico com este último.

Abraços a todos!

Diego

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Saudações aos amigos do GPTotal.

Não há nada pior que uma inteligência rara envergonhando o povo do Rio de Janeiro. O senhor Caique só pode estar zombando dos fans da F1 ao colocar a lenda viva Niki Lauda abaixo de um campeão de papel covarde, mimado e frouxo como Alain Scrot, digo, Prost. O senhor Caique certamente baseou esse seu ranking , exceto por Fangio e Clark, em meros números, não no fato de Prost ter ganho seus campeonatos com pouco ou nenhum mérito próprio. Vejamos:

1985 - Michele Alboreto, seu rival no campeonato, em dado momento começou a ter seguidas falhas mecânicas. Prost ganhou com mais de 20 pontos de vantagem.

1986 - graças à briga interna na Williams fomentada por Patrick Head e à atitude de Rosberg de não por aquele narigudo inútil em seu devido lugar (obrigações contratuais ou a proximidade da aposentadoria?), Prost foi comendo pelas beiradas e ganhou o título. Teve a c... da década ao chegar aos boxes em seguida ao estouro do pneu de Mansell.

1989 - Estranhamente Ayrton Senna também teve seguidas quebras de motor (embora seu estilo de pilotagem fosse o mesmo em toda a carreira) e o medíocre anão marcador de pontos foi aproveitando. O clímax foi a desclassificação absurda de Senna em Suzuka por ter voltado à corrida alguns metros após ser abalroado pelo sujo do prost. Claro, com um lambe botas declarado dele presidindo a FISA ele podia bater em metade do grid e nunca ser incomodado.

1993 - Atualizando a frase de Jochen Rindt: com este carro até um macaco treinado venceria. Perfeitamente aplicável à Williams de outro planeta que Prost guiava naquela temporada e mesmo assim ele foi derrotado e humilhado mais de uma vez por Senna que guiava uma McLaren com motor Ford Coswort de segunda.

Wladimir Duarte Sales, Duque de Caxias

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Sou, como milhares ou milhões de pessoas, apaixonado por corridas, em especial a F1. Evito discutir ou fazer comentários sobre preferência, sobre este ou aquele piloto, com pessoas que não conhecem a história da F1. Não sou um especialista mas também não sou bobo. Hoje, quero fazer um comentário sobre a opinião do amigo Francisco Públio Filho, em dizer que o Senna usou de uma manobra ilegal no acidente em Suzuka.

Já foi comprovado em simulação de computador e até na própria imagem que o Prost fechou o Senna já sabendo do resultado. Concordo que o piloto que cruza a chicane tem que ser penalizado mas o Senna não a cruzou de propósito; ele não bateu de propósito. Vocês imaginam o que aconteceria com o Prost nos dias de hoje, quando o piloto não pode nem encostar no outro, que já é penalizado ou julgado? Entendo que preferências são preferências mas fatos são fatos e contra fatos não há argumentos.

Senna seguido por Prost, na Hungria 88 - Clique para ampliar
Outro amigo disse que o Senna não era acertador de carros. Será que os engenheiros estavam mentindo nas declarações que eu assisti? Será que foi sorte as pole positions que o Senna fez? Será que foi mentira aquela vitória em Interlagos 91, só com a sexta marcha? Será que eu não ouvi bem (eu estava em Interlagos naquele dia) o motor do carro, nas saídas de curvas, com o RPM baixo, devido a falta das marchas menores? Será que eu não ouvi bem, em Interlagos e na captura de som da TV o Senna queimando embreagem para aumentar as RPM na subida da reta dos boxes? Será que eu não vi nas ultimas voltas, pela televisão, ele não mudando as marchas?

Fatos são fatos!

Abraços

Marcelo Carlos Boldino, São José do Rio Preto

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Recentemente a Autosport inglesa postou a lista dos melhores pilotos de F1 de todos os tempos e muita gente não concordou com a ordem. Gostaria que vocês fizessem uma lista dessas ate o 12º opinando o porque do piloto estar lá e dessem uma olhada na minha .

Abraço

Alexandre

Segue Lista

1) Senna – Indiscutivelmente o melhor. Nada se comparou e se compara a ele.

2) Clark - Se não morresse acho que também chegaria fácil aos 5 títulos.

3) Fangio - Outro indiscutível mas menos arrojado que ou dois primeiros. Discordo um pouco do Carsughi com relação a temporada de 57 pois, com exceção de Stirling Moss, os caras eram tão ruins que perderam o título.

4) Prost - Uma mistura de Senna com Lauda, sempre perigoso .

5) Piquet - Rápido, inteligente e inovador. Poderia ter sido mais vezes campeão

6) Schumacher - Depois da morte de Senna, ele foi o melhor de lá pra cá. Números incríveis mas numa época que não tinha ninguém. E ainda não tem, só o Alonso faz jus a essa turma, e de longe.

7) Stewart - Técnico, inteligente, estrategista, um campeão.

Stewart seguido por Emerson, no Canadá 73 - Clique para ampliar
8) Lauda - frio e calculista. Prova disso é o título de 84. Se não tivesse tido o acidente, Hunt nunca o venceria. Seriam 4 Mundiais.

9) Fittipaldi - Foi o nosso pioneiro e entre Moss, Alonso, Villeneuve ele foi mais completo. E ainda foi campeão da Indy.

10) Mansell - Rápido demais e às vezes a imprudência o atrapalhava. Eu gostava da pilotagem dele, um showman. Outro campeão que foi para os EUA e provou a mesma coisa.

11) Moss - o injustiçado. Os mais velhos falam que ele era muito rápido Mas só se viu inúmeras vezes vice.

12) Alonso - é o cara mais completo hoje. O que mais se aproxima desses aí em cima mas ainda assim tá longe.

Alexandre, São Paulo

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Essas eleições de melhor piloto de todos os tempos que as revistas, jornais e sites especializados fazem, para mim é uma grande bobagem e perca de tempo.

Essa última da revista Autosport, por exemplo, é uma delas. Apesar de ter sido feita com gente do ramo (pilotos) ela ainda mostra uma certa falta de conhecimento de quem votou, sobre a História de certos pilotos na categoria. Não estou menosprezando a capacidade de quem ficou a frente de quem. Para mim só um piloto chegar a Fórmula-1 já é uma grande conquista, imagine então se chegar a um título mundial.

Graham Hill na Brabham BT34 de 1971 - Clique para ampliar
Mas voltando a pesquisa, como pode pilotos do naipe de um Nelson Piquet, Jack Brabham e Graham Hill (juntos são só 8 títulos mundiais e 51 vitórias...), isso para ficar só nos 3 como exemplo. Na eleição ficarem atrás de pilotos como Stirling Moss, Fernando Alonso, Gilles Villeneuve e Nigel Mansell. Isso é uma brincadeira. Isso é não conhecer o passado, as suas qualidades e o que eles representaram para a categoria.

Geraldo Flávio Chaves, Juatuba

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Tenho algumas dúvidas para a temporada 2010 que está para começar. Em primeiro lugar uma dúvida, que acredito também ser de muitos: a Ferrari será mesmo competitiva?

Alguns problemas já começam a aparecer; como por exemplo o consumo de combustível. Lembro que não serão permitidos os reabastecimentos. Se o motor consome muito, significa ter que largar com um tanque de combustível maior. Isso significa mais peso e menos velocidade. Uma desvantagem complicada de se resolver.

Em segundo lugar, minha dúvida é inerente de fã dos brasileiros na Fórmula 1, principalmente do Felipe Massa.

Felipe perdeu um título em 2007 para seu então companheiro de equipe, Kimi, que estreava no time, quando o brasileiro vinha de dois anos de experiência como companheiro de Schumacher. Ele era o dono da equipe. Tinha tudo para estabelecer a posição de piloto número 1 naquela ocasião, mas acabou sendo derrotado pelo seu companheiro gelado. Ao meu ver, isso complicou a carreira do Felipe na Ferrari.

Nos últimos dois anos o Felipe vem se saindo bem nas suas disputas internas com o finlandês. Que bom! Só que foram dois anos que a Ferrari não tinha um grande equipamento. Em 2008, para complicar ainda mais, o Hamilton passou o Glock na última curva no Brasil, tirando o título do brasileiro. Em 2009, além de não ter condições de disputar o título, a parada por conta do trauma na Hungria, trouxe-me péssimas lembranças. Achei que jamais o Felipe retornaria com a mesma velocidade. Mas acho que errei. O Felipe está aí, aparentemente recuperado e com todo gás para 2010. Seria a glória, mas aí a Ferrari acha de contratar Fernando Alonso. Complicações à vista!

No meu entender, o Alonso, com toda sua vaidade e com dois títulos mundiais nas costas, não assinaria um contrato com a Ferrari sem tomar certas precauções. É claro que ele pretende ter privilégios. É claro que o Felipe terá que correr atrás de um prejuízo grande, pois, instintivamente, a Ferrari contemplará o espanhol em algumas solicitações. Tudo dependerá das primeiras corridas do ano. Tudo dependerá das classificações nos treinos. Nunca os treinos foram tão importantes como serão para o Felipe em 2010. Um segundo piloto só chama atenção, quando supera a estrela, (seu companheiro) nos treinos.

Felipe terá, naturalmente, que aceitar a posição de piloto número 2, caso o Alonso tenha vantagem nos pontos após as primeiras corridas. A coisa aí é invertida para o Felipe. Para o brasileiro ter esse privilégio, terá que ter condições de título e o Alonso estar fora da disputa. Para o espanhol ter esse privilégio, basta ter mais pontos que o brasileiro após a terceira corrida do ano.

O dilema é esse então. Felipe terá que ter muita velocidade. O Alonso tem um passado ruim, pois infernizou a vida do Hamilton na McLaren. Inventou um monte de histórias e saiu como bonzinho da equipe. O espanhol deveria explicar como conseguiu ser derrotado por um estreante na McLaren.

Abraços

Firmo Neto, Recife

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Há mais de um ano não entrava aqui nesta sessão e pelo jeito, o tal do Firmo Neto continua escrevendo suas sandices por aqui diariamente!

É por declarações estúpidas, como as desse tal de Firmo Neto, que nunca mais entrei aqui. E possivelmente outros tantos tenham feito o mesmo que eu. Sinto saudades dos velhos tempos do GPTotal!

Feliz 2010 a todos...

Marcelo Kozak, Curitiba

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