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Opiniões e Dúvidas dos Leitores 23.07.09
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A morte de Henry Surtees mostra um fato inusitado. A existência de uma árvore na frente do guard-rail. Porque aquela árvore não está depois do guard-rail? Não foi de forma alguma o pneu o causador da morte do piloto mas a árvore.

O pneu foi uma conseqüência do choque com a árvore. Se ali houvesse um guard-rail, o carro batendo de lado iria se esfregar no mesmo, andando no sentido da pista e o pneu teria outra trajetória, caso saísse. Vejam nas imagens que o piloto teve que alterar a trajetória para não encarar a árvore de frente, batendo nela de lado, com impacto maior na lateral traseira, voando aerofólio e roda... O acidente poderia ter causado mais vítimas.

Lamentável. Queria saber se em qualquer outro autódromo existem obstáculos irresponsáveis como essa árvore.

Abraços a todos.

Augusto Lage, Parnaíba

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Prezado Eduardo Correa,

tinha me esquecido do tanto que suas colunas são ruins. Realmente você não entende nada de automobilismo, me admira saber que você vive disso há 32 anos. Nossa, com deve ter gente que não entende nada de corridas para ler suas colunas. Repórteres sensatos fazem como o Flávio Gomes: sentam em carros de corridas para poder comentar com um pouco de bom senso.

Eu era um fã deste site muitos anos atrás, tinha muitos especiais etc... Com o tempo, notei que principalmente você só sabia reclamar a F1 atual. Que a F1 antiga que era boa... Como só ouvia suas reclamações, nunca entendi porque você ainda assistia corridas.

Nelsinho
Com o tempo fui esquecendo deste site. E de repente lembro, entro no site e vejo os velhos mesmos especiais e mais uma péssima coluna sua. Me desculpe pela franqueza, mas sugiro que você deveria fazer um site sobre futebol. O que você falou do Piquet na coluna Milagres até minha mãe já sabe.

Concordo que a F1 antiga era melhor, mas amo esportes a motor de qualquer jeito. Mas dizer que Barrichello está todos estes anos na F1 por sua facilidade em arranjar patrocínios foi demais. Barrou o Galvão.

Boa sorte com a manutenção do site, dê chance aos novos gênios, como o Alonso em seus especiais. E acima de tudo, deixe as colunas com o Luis Fernando Ramos, que parece ser o único que entende realmente do assunto.

Você parece a Mariana Becker falando de F1.

Guilherme, Brasília

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Caro EC

Há muito tempo, li uma entrevista do Nelsão na qual ele dizia que se seu filho quisesse ser piloto, teria que correr na mesma condição dos outros, para avaliar seu real talento e não com equipes milionárias que mascarassem a falta de talento do piloto, como já ocorrerá com outro filho de piloto, em uma clara referencia ao fraco desempenho de Cristian Fittipaldi na F1.

Balela pura. Mais uma das grandes asneiras ditas pelo grande Piquet. Seu filho teve tudo do bom e do melhor que a grana do papaizão poderia comprar. Nada contra, desde que esta mega estrutura não camuflasse a falta de talento do pimpolho.

Posso morder a língua, mas não acredito de forma alguma que Inho tenha talento para a F1. Acho que nem para chegar a ser um outro Barrica. E para dizer a verdade, espero que nunca mais tenhamos outro Barrica na F1. Não tenho a menor duvida de que essa próxima corrida do Inho foi bancada pelo paizão. De novo, nada contra. Amor de pai é assim mesmo. É sempre o ultimo a admitir que o filho não tem jeito.

Rogério Tófoli Kezerle, São Paulo

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Amigos

Há quanto tempo não escrevia ao GPto. Que saudade!

Enfim, lendo algumas matérias sobre Fangio – 14 anos sem Fangio e Dois sóis e também os textos mais antigos linkados por vocês -, me veio à mente uma pergunta: como ele fazia para se comunicar na F1? Uma vez li que ele não falava outro idioma que não fosse o espanhol....

Isto procede? Quando Fangio se dirigiu a Hawthorn e disse “Acabou. Estou indo...” como ele o teria feito?

Um forte abraço a todos,

Marcelo Ferreira, Jacarepaguá






Bem-vindo de volta, amigo Marcelo.

Não sei responder sua pergunta mas imagino que Fangio se virasse ao menos no italiano, já que, na maior parte da sua carreira européia, correu pra equipes da Bota. Quanto ao diálogo dele com Hawthorn, descrito pelo próprio Fangio em sua biografia “Quando o homem é mais do que o mito”, ele pode ter sido... em italiano mesmo, pois o inglês Hawthorn correu várias temporadas pela Ferrari, inclusive naquele ano.

Abração (EC)

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Hamilton com os carros que pilotou em Nurburgring - Clique para ampliar
Olá colaboradores do GPTotal, site que é um impressionante conjunto de artigos sobre os esportes a motor!

Observei a foto de Lewis Hamilton guiando um Mercedes de Grand Prix de 1934 e fiquei curioso com um detalhe: por que os carros de corrida antigos tinham pneus tão estreitos, e por que pneus largos só foram adotados no começo dos anos 70?

Lim Mesquita Campos, Taubaté






Oi Lim

Não creio que os pneus eram finos daquele jeito nos anos 30 – e seguiriam assim até o final dos anos 60 - apenas por uma questão de carência de tecnologia de projeto e fabricação e sim pela concepção de automobilismo da época, totalmente apoiada na busca da velocidade máxima dos carros, não sendo preocupação central, como é hoje, aumentar a sua velocidade média. E para buscar velocidade máxima, quando menor a dimensão e área de contato do pneu com o solo, melhor.

Já para ganhar maior velocidade média, você precisa trocar um pouco de velocidade em reta por velocidade em curvas: por isso, os Fórmula 1, por exemplo, sempre perdem em velocidade máxima para os carros da Indy. E pra acelerar a velocidade em curva você precisa de duas coisas: mais aderência mecânica, proporcionada por pneus com mais área de contato com o asfalto, e mais aderência aerodinâmica, proporcionada inicialmente pelos aerofólios e hoje, com o avanço absurdo nas pesquisas aerodinâmicas, por toda a superfície dos carros.

Pit stop de Hermann Muller em Nurburgring 1939 - Clique para ampliar
Note que o conceito de aderência aerodinâmica veio depois dos pneus mais largos, cujo motivação inicial foi corresponder ao aumento de potência dos motores, a partir de 66, de 1500cc para 3000cc. Os construtores da época simplesmente não acreditavam que os pneus agüentariam tanta potência. Por isso, vários deles investiram em carros com tração nas quatro rodas.

Abraços (EC)

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Olá Eduardo

Estava lendo novamente a sua coluna Os cinco titulos de Senna e fiquei com uma duvida: em que data foi realizada esta entrevista com o Senna?

Forte abraço!

Mauro, Curitiba






Oi Mauro

A entrevista aconteceu em janeiro de 1994. Falo especificamente sobre ela em minha coluna Os bastidores da entrevista, de 19/4/2004. Para ler a entrevista, clique aqui

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Vettel e seu RBR em Silverstone - Clique para ampliar
Qual a função das rodas traseiras em forma de hélice das RBR? Apenas refrigerar os freios, ou tirar ou colocar mais ar na traseira?

Se o ar for direcionado no sentido de dentro para fora, vai gerar uma força para dentro no carro e, como as rodas de fora, numa curva, giram mais que as de dentro, uma resultante vai empurrar o carro para dentro da curva, aumentando um pouco a velocidade de contorno! Alguém pode me ajudar nesta dúvida?

Obrigado

Carlos Ganhadeiro, Vassouras

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Prezados Amigos do GPTotal

Desta vez, vou fazer alguns comentários sobre as emissoras de TV, e evidentemente, sobre as transmissões do esporte a motor em geral.

Longe de postular qualquer tipo de defesa à qualquer que seja a emissora de TV, penso que por pura questão de justiça, devo comentar. Tem sido muito constantes as queixas dos ilustres colegas Gptos sobre a Rede Globo, seus comentaristas e seus comentários e até mesmo sobre a qualidade da transmissão. Concordo parcialmente com essas opiniões. Por que parcialmente? Porque não há como negar que, não raras vezes, o Sr. Galvão, "opina de forma inadequada e faz comentários redundantes (por exemplo: "lembrar" que F1 não tem farol) e outros tantos comentários infelizes. Porém, também, consegue transmitir emoção e, de um modo geral, na minha opinião, é um muito bom comentarista/locutor.

Evidentemente, toda a análise sobre alguém ou algo, não pode vir separada de comparação. Aí é que a situação da Rede Globo e seus comentaristas começa a ficar facilitada e apesar dos pesares, justifica a sua liderança. Notem o exemplo a seguir.

No dia 12/7/2009, me iludi (na verdade fui iludido) na esperança de conseguir assistir à uma prova da Fórmula Indy (se não me engano, no Canadá) e que novamente, foi brutalmente interrompida para que fosse feita a transmissão de mais uma "pelada" digo, partida de futebol!

A sistemática da Band TV tem sido a seguinte: começa a transmissão da corrida e quando menos se espera, abre-se uma janela, dividindo o espaço do vídeo e "sequestrando" o áudio que, por direito, seria da corrida (e dos telespectadores) que acreditavam que conseguiriam acompanhar a Fórmula Indy integralmente. A seguir, a transmissão da corrida é totalmente interrompida para a transmissão de outra atração, normalmente, o futebol. Fato consumado/relatado!

Conclusão: na minha opinião, as transmissões da Fórmula Indy não passam de meros intervalos de luxo entre uma partida de futebol ou qualquer outra coisa que queiram, os Srs. produtores da Band TV, sem demonstrarem o mínimo respeito para com aqueles que gostam de automobilismo de competição! O "golpe de misericórdia" vem com a abertura de "nova janelinha" muitas vezes sem o áudio, mostrando a bandeirada final. Naturalmente, em um sinal de protesto solitário, mudei imediatamente de canal, me resignando a não saber quem venceu a prova.

Lembro que alguém escreveu para o GPTotal ( lamento, mas não recordo quem foi), analisando a tão debatida questão da qualidade das transmissões de TV, com foco na Fórmula 1 e na Rede Globo. Alertava esse(a) ilustre colega que como amantes de corridas, deveríamos agradecer por termos uma transmissão de Fórmula 1 e lembrava, também, que se o interesse da tal emissora na F1 mudasse, estaríamos em uma situação bastante complicada, pois poderíamos perder a possibilidade de assistirmos F1 ao vivo, caso a audiência caísse, o até mesmo, se os comentários negativos tomassem grandes proporções.

Naturalmente, respeito todas as opiniões contrárias, mas sugiro uma reflexão sobre esse tema, pois não podemos esquecer que a continuidade de um programa ou transmissão televisiva depende dos índices de audiência, tanto quanto da associação (que pode ser negativa ou positiva) em relação aos patrocinadores e que é feita com base nas opiniões de seus telespectadores.

Devemos lembrar que, de um modo geral, o brasileiro é muito passional e por conta dessa característica é de se esperar que a diminuição de resultados mais expressivos por pilotos brasileiros na F1 desencadeie uma diminuição no interesse e audiência e é sempre bom lembrar que isto pode ser perigoso para a continuidade das transmissões das corridas.

Creio que é chegada a hora de aprendermos a valorizar não somente a vitória de nossos pilotos mas o que conseguirem conquistar por menor que possa ser a conquista. Afinal, chegar à Formula 1 é uma grande conquista sim! Vencer são outros “quinhentos".

Tudo bem, sei que fomos "mal acostumados" pelo Emerson, pelo Piquet e pelo Senna com suas constantes vitórias, mas é útil lembrar, que antes de 1970, não tínhamos corridas de Fórmula 1. Esta foi conquistada e trazida pelo grande Emerson Fittipaldi).

Finalizando, sugiro que "nossas exigências sejam diminuídas", pois se não prestigiarmos nossos representantes no esporte a motor (seja qual for a categoria), corremos o risco de perdermos o privilégio de pertencemos ao "Mundo da Fórmula 1", do mesmo modo que não pertencemos mais ao "Mundo da Moto GP ".

Lembro que o piloto Alexandre Barros foi muito criticado (também foi elogiado por outros, é claro) por seu desempenho na MotoGP. O que ocorre hoje? Não temos piloto brasileiro na MotoGP e nem a própria MotoGP no Brasil! Os resultados podiam não ser os esperados e desejados, mas tínhamos a MotoGP e um piloto representando o Brasil. Será que ficamos melhor sem a MotoGP ?

De qualquer modo, caros Colegas Gptos, sugiro que assistam, comparem e façam seus próprios julgamentos.

Forte abraço à família GPTotal.

Paulo C. Winckler, Porto Alegre

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Estava vendo no youtube o especial A Era dos Campeões e achei muito interessante os depoimentos de Piquet e Emerson. Coisas que eu não sabia como a apresentação de Senna feita por Emerson em 1982 nos vários boxes da F1 e as fofocas de Piquet.



Achei muito emocionante quando o Emerson falou do acidente do François Cevert, pois presenciara o que tinha acontecido, além de imagens marcantes de Senna. Quem quiser, basta acessar o youtube e relembrar importantes momentos do automobilismo brasileiro na F1.

Um abraço!

Iron, Belo Horizonte

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Ao Marcio Silva, de Brasília

Marcio, eu sou um dos que são contra comparações entre pilotos. Por um motivo muito simples. A máquina!

Você falou de Federer, que acho um dos maiores tenistas de todos os tempos. Citou Phelps, outro fenômeno. Poderia citar Bolt, o recordista do 100 e 200 mts.

Nestes casos, o que conta para vencer é somente o talento do esportista. Federer, Phelps e Bolt não dependem de uma maquina para vencer.

Analise a F1 dos últimos 20 anos e você não verá um campeão que não tinha um excepcional carro sob seu comando. Aliás, não me lembro de nenhum campeão que não tivesse, senão o melhor, um dos melhores carros, desde que acompanho a F1 (1973).

Por isso acho injustas as comparações. Basear-se apenas em números pode ser muito enganoso. Se formos apenas nos basear em estatísticas, o melhor seria Fangio, que venceu quase metade das corridas que disputou. Mas será que ele era melhor que Senna? Ou Senna melhor que Schummy? Senna teria ganho 4 titulos consecutivos se não tivesse sido garfado pelo nazi Ballestre, mas sempre com o melhor carro. Idem para Schummy, com o agravante de que Senna tinha Prost como companheiro e Schummy não tinha companheiro, tinha um escudeiro chamado Barrica....

Por essas e outras que sou contra comparações. Prefiro dizer que cada um deles foi o melhor em sua época. Acho muito mais justo.

Rogério Tófoli Kezerle, São Paulo


Opiniões e Dúvidas dos Leitores 21.07.09
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Prezados Amigos do GPTotal

Apenas para fins de pesar e registro, que lamentável a morte do Piloto Henry Surtees, na Prova de Fórmula 2, domingo, dia 19. 7.2009, em Brands Hatch! As gotas do jorrar festivo da champagne, às vezes, se misturam com tristes lágrimas.

É curioso notar duas ironias do destino. A primeira diz respeito à carreira de seu Pai, John Surtees, que venceu e sobreviveu a uma das mais perigosas fases do esporte a motor, tanto na motos, quanto na Fórmula 1. A segunda é, na minha opinião, a lembrança que traz essa acidente, com o acidente que vitimou o Piloto Tom Pryce, em 5 de março de 1977.

É claro que foram acidentes com causas diferentes, mas não deixo de me espantar com a semelhança no fato de que, ambos foram atingidos na cabeça por objetos externos e independentes de seus carros, no caso de Henry, por uma roda com parte da suspensão, ainda ligada à ela, e no caso de Tom, um extintor de incêndio.

Henry Surtees
Sem dúvidas, dois acidentes , de certa forma, inusitados, e que ceifaram a vida e uma promissora carreira de jovens e talentosos Pilotos.

Que Henry Surtees seja recebido por Deus e amparado pelos anjos e pilotos que já partiram, na sua nova "temporada celestial".

Forte abraço à família GPTotal

Paulo C. Winckler, Porto Alegre

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Rubinho

Pede prá sair!

Saulo, Brasília,

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Olá Amigos do GPTotal!

Ótima coluna O Recordista que nunca foi, do Luis Fernando Ramos, e como a F1 é uma categoria que não permite aos pilotos uma atitude, digamos assim, fraca, pois em muitos momentos os pilotos não recebem uma segunda chance.

Vejam só, se naquela época que alinhavam no grid 26 carros, e algumas equipes disputavam pré-qualificação os pilotos já sofriam para tentar sobreviver e construir uma carreira, fico imaginando nos dias de hoje, que faltam equipes e os erros cometidos pelos pilotos devem ser mais que zero!

Queria ver o Lucas di Grassi disputando uma temporada completa na F1, assim como o Bruno Senna, e espero que aproveitem bem quando a chance aparecer, pois já faz algum tempo que estou preocupado com o Futuro do Brasil na F1.

Abraço!

Mauro Santana, Curitiba

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Fangio foi, sem dúvida, o melhor de todos os pilotos na F-1.

Quem fala de Schumacher não o conhece...

abraço!

Fabricio

Fangio em sua corrida de despedida, em Reims 58 - Clique para ampliar

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Gostaria de parabenizar ao GP Total pela lembrança da morte de Fangio, e principalmente pelas duas colunas maravilhosas que foram colocadas aqui, Dois Sóis e 14 anos sem Fangio. Essa segunda, particularmente, me emocionou por conta das imagens, à medida que íamos lendo a história de sua carreira na F-1.

Fangio, literalmente, escapou da morte pelo menos duas vezes, e enfrentou concorrentes fortíssimos: Farina, como companheiro de equipe; Ascari, num carrasso; Stirling Moss, cada vez melhor, além de grandes pilotos como Hawthorn e Brooks.

Por tudo isso, temos certeza de que ele foi mesmo o maior da F-1.

Parabéns e um abraço!

Adriano Rocha

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Muito bacana a matéria do GPTotal sobre o Fangio.

Marcel Pilatti está de parabéns assim como Márcio Madeira. É muito importante que se fale sobre outros pilotos importantes além dos brasileiros e Fangio fez história.

Um abraço.

Julio Cesar Figueiredo, Jundiaí

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Maravilhosa a matéria 14 Anos sem Fangio. Parabéns pela iniciativa.

Alexandre Teixeira

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A matéria 14 anos sem Fangio, escrita por Marcel Pilatti, é uma daquelas que valem o fim-de-semana.

André Melo

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Sensacional! Não tenho outra palavra descrever as duas homenagens feitas a Juan Manuel Fangio nesse site.

Parabéns ao Márcio Madeira e ao Marcel Pilatti pelo excelente trabalho desenvolvido.

Até mais.

Victor

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Simplesmente sensacional a matéria 14 Anos Sem Fangio. Às vezes me pego a pensar: o que é mais difícil/mais importante? Ganhar cinco campeonatos em sete disputados ou ganhar sete em quinze? Ganhar cinco contra Ascari/Moss ou sete contra Hill/Barrichello/Coulthard?

O que Fangio fez, realmente ainda está longe da compreensão. Parabéns ao GPTotal, por mais esse brilhante resgate!

Abraço

Gustavo Alfaro

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A título de comparação, só corrigindo Márcio Madeira, sim, dois sóis brilharam 45 anos depois: Senna e Schumacher...

Uma pena que um destes apagou repentinamente.

Abs!!

Patric Ramos Cipriano, São Paulo

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O GPTotal brilhou nessa sexta-feira. Um verdadeiro show as matérias para lembrar Fangio. A 14 anos sem Fangio foi particularmente tocante pelos vídeos. O último é uma das histórias mais sensacionais que já ouvi na F-1. “Percebi que as coisas haviam mudado” e “O perigo é acreditar nisso” são duas frases que demonstram muito bem o grande homem, além do piloto, que Fangio foi.

Mando aí o link de outro vídeo do grande Argentino: humildade demais!



Roberto Andrade

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Olá amigos do GPTotal

Gostaria de comentar a coluna do Agresti, Pobre menino rico, para falar sobre o nosso Nelson Angelo, filho do incrível Nelson Piquet Souto Maior.

Na minha opinião, o nosso queridíssimo Briatore, que ajudou a encerrar a carreira do Nelsão na Benetton em 1991, sempre esteve de má vontade com o filho do tricampeão para beneficiar o seu pupilo Alonso. Este último, após uma experiência frustrante de querer anular o Hamilton na McLaren e não conseguir, não quer um piloto que possa crescer junto dele para lhe fazer concorrência. Nosso Fernandinho gostaria de ter um Rubinho ou Fisichella para ajudar no acerto do carro e ficar quietinho lá trás como fizeram a maioria dos grandes campeões com seus companheiros de equipe (Inclusive o próprio Nelsão - quem não se lembra do Hector Rebaque, Marc Surer, Patrese e Teo Fabi, entre outros comedores de poeira na Brabham).

Nelsinho Piquet
O Nelsinho chegou a F1 com a credencial de grande piloto, podendo no futuro se tornar campeão (a exemplo do Hamilton), mas Alonso não quer ter alguém que queira crescer na categoria competindo ao seu lado na mesma equipe. Acho que o Nelsão teve alguma culpa nisso, já que pode ter pensado que o Alonso seria o Niki Lauda do Nelsinho, como aconteceu em 1979 na chegada de Piquet à Brabham, nos anos 70.

Pelo que eu li, o Lauda era extremamente afetuoso com o Nelsão e estava de saco cheio da F1, tanto que se aposentou no final de 79 deixando a equipe disponível para o vice-campeonato de 1980 e o campeonato de 81 de Piquet. Não é o caso do espanhol que, na minha opinião, se acha o Schumacher e sonharia em ser também multicampeão como o alemão. Agora o caminho do Nelsinho é tentar uma nova equipe e desenvolver sua carreira sem a pressão de um companheiro de equipe obcecado em vencer e ainda por cima apoiado pela equipe em seu egocentrismo.

Que Alonso e Briatore se dêem! Um abraço!

Iron , Belo Horizonte

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Roberto Agresti

Acho que você não entende tanto assim de Fórmula 1 pelos seus comentários superficiais e tendenciosos. Articula bem as palavras mas é um péssimo jornalista. Parece que leio comentários de pessoas que postam em comunidades do orkut quando leio os seus textos.

Sds,

Pedro, Rio de Janeiro

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Estamos vendo as primeiras notícias sobre a dança de cadeiras na F1. Barrichello na Williams? Nelsinho segue na Renault? Raikkonen na Brawn?

Peço notícias do Bruno Senna. Estaria negociando com alguma equipe da F1 para 2010?

Gerardo M Vianna Filho, Vitória

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Prezados Gepetos,

Sob meu ponto de vista, é inegável a evolução de F. Massa, ainda mais se levarmos em conta que ele foi sistematicamente batido por Heidfeld e Fisichella em seus tempos de Sauber.

Face ao exposto, gostaria de perguntar o seguinte: a) esta evolução pode ser creditada especificamente a algum fator? b) Hoje em dia podemos considerar que Massa já se encontra próximo ou no mesmo nível de Alonso, Hamilton, Vettel e Button? c) Num possível embate com Alonso dentro da Ferrari, Massa poderia aprontar para cima do espanhol?

Grande abraço!

Ademir, Aracaju






Oi Ademir

creio que, acima de tudo, Massa tem sabido acumular experiência e amadurecer como homem, esportista e piloto profissional.

Massa em Nurburgring - Clique para ampliar
Não se pode apontá-lo como mestre em qualquer fundamento da Fórmula 1 (velocidade, acerto, estratégia de corrida etc.) mas, no conjunto, ele tem sabido explorar cada vez melhor o potencial do carro que tem nas mãos. Isso foi verdade no ano passado e está sendo verdade neste ano, independentemente do nível de motivação de Kimi. O péssimo F60 não pode servir de desculpa para o desempenho do finlandês mas, mesmo que servisse, como justificar resultados tão melhores de Massa no ano passado?

B) Não creio que Massa, item por item, possa ser colocado no mesmo nível que Alonso e Hamilton mas aposto nele contra Button em qualquer circunstância e contra Vettel, neste momento. O jovem alemão, vítima da inexperiência, ainda erra demais...

Massa, no entanto, é perfeitamente capaz de ser mais rápido do que Alonso e Hamilton em várias circunstâncias e o provou no ano passado, de forma que espero por um belíssimo duelo contra o espanhol no ano que vem, correndo ambos pela Ferrari. Segundo AutoSprint, o anúncio da contratação do espanhol será feito em Monza.

Abraços (EC)

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Amores, paixões e patriotadas

Tem gente que não aprende nunca. Por exemplo: por mais que queiram os apaixonados torcedores brasileiros (estou me referindo aos apaixonados) ou seja aqueles que acreditam que só por ser brasileiro o piloto é melhor que os demais. Outros valem-se de suas simpatias pessoais, para opinar favorável ou contrariamente a este ou aquele piloto.

Agora tem um caso que creio ser único neste site e no Brasil, o de um sedizente jornalista recifenho que é apaixonado pelas opiniões do Galvão Bueno, e assim como o Galvão em seu pré alzaimer emite opiniões eivadas de incompetência, sabe-se lá tiradas de onde, a respeito do piloto Nelsinho Piquet, o sedizente jornalista pernambucano jogou-se de cabeça no vácuo galvânico e emite seus comentários a respeito, que a bem da verdade são opiniões por demais suspeitas.

Carlos Alberto Petry, Taquara

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Olá camaradas.

Sei que o tema é delicado, mas interessante. Em um livro que há pouco tempo obtive em um sebo (Grandes Pilotos de todos os tempos, 1977), achei duas fotos que nunca havia visto antes. Além delas achei uma terceira, também inédita.

A primeira é do acidente de Roger Williamson na Holanda em 1973. A foto é do momento que os bombeiros e fiscais estão tirando o corpo de Williamson das ferragens do que restou do carro. Noto no canto esquerdo do carro o piloto David Purley, que minutos antes havia tentado desesperadamente salvar seu colega.

A segunda foto é do acidente de François Cevert nos EUA em 1973. Nesta foto mostra os bombeiros logo após apagar um princípio de incêndio e constatar o pior: o piloto foi decapitado pelo guard-rail.

A terceira foto obtive de uma velha revista Veja, de maio de 1994. A foto mostra o acidente de Peter Revson, morto em Kyalami em 1974. Note na foto alguns espectadores e um piloto (provavelmente Emerson Fittipaldi, pelo capacete) tentando resgatar o piloto em meio às ferragens.

Se alguém conseguir descrever este último acidente, por favor deixe um comentário.

Fotos no blog blogprofessorcassio.blogspot.com

Cássio Diniz Hiro, Caxambu

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