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11.08.11 - Roberto Agresti |
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17.05.11 - Eduardo Correa |
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18.09.09 - Luis Fernando Ramos |
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12.12.08 - Alessandra Alves |
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27.10.08 - Luiz Alberto Pandini |
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29.07.11 - Carlos Chiesa |
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21.09.09 - Ernesto Rodrigues |
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| » » » 21.05.09 |
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| Opiniões e Dúvidas dos Leitores |
21.05.09 |
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Amigos,
sobre a polêmica do teto orçamentário para F1 e a eminência de saída de algumas equipes da F1 tenho uma opinião contrária da maioria.
Eu não acho que Ferrari, Renault ou Toyota vão fazer tanta falta assim. Destes, o único construtor tradicional de carros de corrida é a Ferrari, mas ela pode ser substituída por outros construtores tradicionais de outras categorias. A Ligier não está na F1 atualmente porque os custos são elevados, mas a pouco tempo eles fizeram um carro de F3 excelente e também um esporte protótipo. A Lotus faz um carro esporte que é sucesso na Europa. Ainda temos empresas que constroem chassis como Lola, Dalara, March, Ralt, Reynard, Dome, Tattus, Toms etc (sei que neste meio tem empresa que já encerrou as atividades, não me lembro qual, outras que mudaram de dono e só conservam o nome, mas ainda assim sobram muitas). Ex-equpes de F1 como a Brabham podem voltar a correr (obviamente o Bernie Eclestone pode dar uma forcinha para encher o grid, afinal de contas ele é dono dos direitos de transmissão). Além disso, fabricantes como Peugeot, Audi, Hyundai podem se interessar por uma categoria mais barata e entrar na nova F1 (a Peugeot já mencionou a tempos atrás que a F1 estava cara demais para eles, agora pode ser que comece a valer o investimento).
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| A dupla da Lotus em 81, de Angelis e Mansell |
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E quanto aos motores?! Eles podem ser fornecidos por empresas como a Cosworth, Hart, Muggen, além de fabricantes de veículos. Sinceramente, para mim os fabricantes de veículos deveriam limitar a sua participação na F1 ao fornecimento de motores. Construir chassis e dar nome de equipe deve ser exclusividade dos garagistas como Frank Williams, Ken Tyrrell, Wilsinho Fittipaldi, Guy Ligier, Giancarlo Minardi, Roger Penske, Peter Sauber, Eddie Jordan e outros do passado que devem servir de exemplo.
A idéia do teto orçamentário é bacana. O bacana do esporte é fazer um carro mais veloz com os mesmos recursos que os seus concorrentes. Isto é engenharia! Gastando um monte de dinheiro, qualquer um faz um carro bom. É um barato ver uma equipe como a Brawn, que tem o nome do seu fundador (assim como foram a McLaren, Brabham, Fittipaldi, Ligier, Tyrrel e até Ferrari) liderando um campeonato.
Podem me achar maluco, mas torço para o limite orçamentário ser cumprido e a F1 ser invadida por novos garagistas, principalmente se a Ferrari e a Renault deixarem de ser corporativistas, se enquadrarem nas novas normas e participarem do campeonato do ano que vem.
Quanto às demais regras previstas para 2010, discordo apenas do sistema de medalhas....
Um abraço a todos,
Rogério Silva Nacif, Belo Horizonte
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Lobo, lobo, lobo é o caramba, para não dizer outra coisa. Barrichello teve a faca e o queijo na mão, faltou velocidade e persipicácia.
Não é ele o piloto mais experiente que disputou mais GPs em toda a história? Não foi ele que passou seis anos na Ferrari trabalhando com uma turma de gênios habilidosos e inteligentes que venceram corridas com 1, 2, 3 e 4 paradas sob todas as condições?
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| Barrichello com Stewart em Interlagos 99 |
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Então, se esse é o Barrichello, devemos ficar desapontados ao ver que toda essa experiência serviu para nada. Toda estratégia de três paradas se sustenta numa primeira perna curta e rápida em que se abre grande vantagem para o resto do pelotão. Qualquer um com aquela experiência toda deveria saber disso. Assim como deveria também ter a inteligência para saber que perder 5 voltas atrás do safety car é o suficiente comprometer o primeiro trecho de prova e provocar uma mudança para 2 paradas. Tal aposta não é grande risco uma vez que seu carro é o mais rápido e o que melhor faz uso dos pneus.
Ao invés de procurar teorias conspiratórias humilhantes, deveríamos nos resignar sabendo que anos de experiência não bastaram para que o Barrichello vencesse uma corrida escancarada a seu favor, qualquer que fosse a estratégia. Qualquer tonto saberia que bastaria ele marcar o Button e imitar sua estratégia para vencer.
Barrichello tem encarado esta temporada como um iniciante incapaz de juntar as peças e vencer provas, não como o piloto com mais experiência no grid. Daí toda a nossa frustração.
Não tem lobo, nem choro, nem vela.
Érico, Brasília
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Sobre a coluna Lobo, Lobo, Lobo, concordo com Lucas Giavone até certo ponto. Não acho que foi crocodilagem. Simplemente os engenheiros perceberam ou souberam que o Webber ou mesmo Vettel poderiam prolongar a segunda perna de corrida. Repito, se não tivessem mudado o esquema, o Rubens não ganharia a corrida, como não foi dele o fim de semana. Os treinos foram do Vettel e a corrida do Webber.
Durval Pereira, Slavador
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Bom dia a todos!
Com relação à coluna do Lucas Giavone, Lobo! Lobo! Lobo!, os argumentos apresentados me parecem mais choro de fã do que fatos. Se o Button disse o que disse no final é porque sabia que a estratégia dele (Rubens) era melhor, que era para vencer a prova.
Outra coisa: e se a Brawn estiver favorecendo mesmo o Button, qual o problema? Por que tanto piti? Todas as equipes tem esse direito, e elas vão exercê-lo, ainda mais quando se conhece a capacidade dos dois pilotos, é só verificar o que acontece na Williams, Renault ou McLaren...
Não entendo porque essa indignação toda caso isso ocorra mesmo, só porque o piloto é brasileiro? E daí? Ninguém vê o Kovalainen, o Nakajima ou o Nelsinho reclamarem disso.
O maior exemplo de ser preterido na equipe e dar a volta por cima, se impondo na pista, é do Alonso. Quando foi para a McLaren não imaginava que as atenções se voltariam para o Hamilton. Resultado, quando viu que não tinha jeito, mesmo sendo melhor que o companheiro, arrumou as malas e foi embora...
Se o Barrichello se incomoda tanto assim com essa situação, que faça o mesmo e não fique choramingando por aí, ou então que se imponha dentro da pista...
Essa história já encheu!!!
Só para complementar meu comentário anterior, a coluna do Roberto Agresti de 13/05, 14 pontos, diz tudo o que eu penso sobre o assunto.
Grande abraço a todos!!!!
Júlio Rissa, Foz do Iguaçu
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Parabéns pelo artigo do Lucas Giavoni.
Parabéns, companheiro. Maravilhoso artigo, com dados perfeitos e com uma análise coerente e sem fanatismo. Parabéns pelo excelente texto.
Gostaria de fazer um comentário que poderia lhe dar argumentos para um outro artigo, meu caro Giavoni: você concorda que é incontestável a capacidade e a habilidade do nosso Rubens pilotando na chuva? O que houve com ele nas corridas em que a água imperou em 2009?
Em Mônaco o nosso velhinho sempre foi rápido, mas, acho bom você acrescentar um leite condensado, tornando assim o seu chapéu mais comestível. Terá que arrotar chapéu por umas semanas, amigo.
A verdade é que Rubens só anda na frente do Button se o inglês errar. Em condições normais e no braço, o Button é melhor. Assim é, em gereal, no retrospecto com o proprio Rubens nos últimos anos.
Lembro que Button e Rubens são companheiros de equipe desde 2006. Este é o quarto ano que os dois são companheiros. Alguém poderia falar um pouco do retrospecto dos dois, como um comparativo geral?
Acho que Button tem vantagem em todos os pontos. É mais piloto, mesmo tendo começado 2009 com apenas uma vitória e uma pole na carreira.
Abraços;
Firmo Neto, Recife
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Fala, galera do GPto!
Cara, o pior de tudo é o Button copiar o acerto do Barrica e, na hora da verdade, ser mais competente do que o próprio Barrica. O que o Button fez de tanque cheio foi demais. Acho que seria melhor o Barrica ter abafado essa informação.
O cara só sabe reclamar, chorar. Quer mais inglês em equipe inglesa do que foi o Mansell na Williams em 86 e 87? E nem por isso o Nelsão, tão brasileiro quanto o Barrica, ficou chorando pelos cantos. O cara foi lá e fez valer a competência dele como piloto. Mas é como diz a música: malandro é malandro, e mané é mané...
Alyssa, São Paulo
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sobre o autódromo mais rápido do mundo, Gil de Ferran completou uma volta a média superior a 240 milhas por hora no oval de Fontana, na Califórnia, em 2000. Se não me engano, aquela foi a volta mais rápida de todo o automobilismo em toda a história, então Fontana seria o circuito mais rápido.
Érico, Brasília
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Eu lembro que na década de 70, não sei qual ano ao certo,nem em qual pista, nem que média horária, Mark Donohue estabeleceu o recorde mundial em circuito fechado com um Porsche 917 da série CanAm, na qual eram campeões, carro e piloto.
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| Mark Donohue com o Porsche 917 30 em Laguna Seca 73 |
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O recorde atual creio seja do brasileiro Gil de Ferran, com um F- Indy, quando ele ainda pilotava na fórmula estadunidense. Creio que a marca do Gil, mais de vinte anos depois, é a que primeiro superou a do Donohue.
abs
Fernando Amaral, São Paulo
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Olá pessoal
pelo que sei e vejo na Nascar, o circuito mais rápido é o de Talladega. Em relação a indy, na época dourada da categoria, Fontana era o circuito de maior média horária, eu só não me lembro qual era.
Abraço
Odjar, Vitória
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Eu não tenho certeza pois os dados podem estar desatualizados, mas em 1997, no circuito de Fontana, a pole obtida por Mauricio Gugelmin teve média de 387 Km/h (média, pasmem vocês). E quando a maior velocidade atingida, me recordo, em transmissão das 500 milhas de Michigan que, Gil de Ferran, num treino livre chegou 417 Km/h. Acho que é bem provável que esses recordes não tenham sido batidos pois na época eles corriam com motores turbo, o que não acontece hoje.
Abraço,
Sidinei Gadelha
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Embora ninguém seja obrigado a lembrar, sequer ler, o que escrevo, já disse aqui que gosto de bancar o advogado do diabo (não gosto da frase). Disse também que falar sobre campeões é muito fácil, gosto de saber da
vida dos outros, o porque não foram campeões.
Stirling Moss é tido na Inglaterra como herói, é sir, para quem entende do que se trata, quem não entende não adianta explicar, e nunca, nunca, foi campeão, foi quatro vezes vice como todos dizem, mas não dizem que foi três vezes terceiro no campeonato, numa época que tinha Fangio, Hawthorn e Cia, (neste caso até cia é com maiúsculas), não é chamado de pé-de-chinelo nem de stiling mole, tem 194 vitórias de 497 corridas sendo que 16 GPs F-1.
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| Caly Regazzoni com Ferrari em Monza 70 |
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É muito fácil ser caixa de ressonância e passarmos a avaliarmos pilotos apenas por informações passadas, Nigel Mansell foi taxado de idiota pela TV brasileira e até hoje é tido como tal, mas, até o grande Emerson Fittipaldi passou a respeitá-lo quando viu sua condução principalmente em Indianápolis. Prost foi taxado como bandido e como tal é visto mas no fundo trata-se de um excelente piloto.
Arnoux, Patrese, Boutsen, Peterson, Revson, Regazzoni, Reutmann, Jabouille, Jarrier, Pace, nenhuma lista de campeões faz sentido se não relacionarmos a quem eles venceram... com respeito.
Apenas para informação, não sou fã do Rubens Barrichello. Gosto dele e do seu jeito de pilotar mas, quando disse que ele ganharia o confronto com Button foi justamente pelo fato dele ter uma pilotagem diferenciada. Acho que ele é um dos últimos a ter começado carreira nos tempos dos pés-duros, câmbio manual, sem controle de tração ou de largada (quanto a isso posso estar errado), e esse é um diferencial enorme para mim, além do que acreditava que o campeonato seria muito mais equilibrado com a ascensão das McLarens e Ferraris, o que não ocorreu.
Acredito que em uma disputa interna Rubens tenha mais cabeça e vontade de ser campeão que o companheiro embora acredite e aceite como normal se a equipe começar a favorecer o Button. O que me surpreende é o fato da com apenas 14 pontos de diferença já darem o inglês como franco favorito. Acho a diferença aceitável principalmente pelo que aconteceu nessas corridas. Ainda aposto no Rubens não por patriotismo e sim por convicção.
Meus sinceros agradecimentos a Charles Dantas de Manaus.
Durval Pereira, Salvador
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A coluna Mais do mesmo está ótima, mas se não me engano em 1994 Schumacher obteve quatro vitórias e um segundo lugar e, portanto, esse desempenho também está acima do de Button em 2009 (quatro vitórias e um terceiro).
Abraços e parabéns pelo site!.
Matheus Souza
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Agradeço ao Sidinei Gadelha pela informação. Indo mais fundo na história, na verdade foi Mika Salo o último piloto que conseguiu completar uma corrida sem reabastecer, com a Tyrrell em Mônaco 1997, como dito, e terminou com limite de tempo de duas horas, completadas apenas 62 das 78 voltas. A corrida vencida por Frentzen em 1999 na França teve reabastecimento sim, mas apenas um, com a ajuda também de um safety car na pista e um alegado maior tanque da Jordan na ocasião.
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| Mika Salo com o Tyrrell de 97 |
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Fato é que desde 1993 não se completa uma corrida em sua totalidade sem reabastecer. E que o Pandini já tinha respondido essa questão em 2002...
http://www.gptotal.com.br/pergunteedu/pergunte_2quin_nov02.htm
abraços a todos
Cristiano Buratto, Londrina
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Cristiano,
de fato, isto aconteceu. Foi em Mônaco 1997. Por causa da chuva, Ken Tyrrel percebeu que se enchesse de gasolina até a tampa no carro de Mika Salo, talvez terminasse a corrida sem reabastecer. Conseguiu! E terminou em quinto lugar!
Ken Tyrrell percebeu que a corrida acabaria em duas horas. E teve 62 voltas das 78 previstas.
Sandro, Minokamo, Japão
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Sobre a estrela no capacete do Barrichello, isso começou em 1997, quando lhe falaram que colocando essa estrela no capacete ele iria subir no pódio uma vez no ano (Mônaco...) mesmo estreando na Stewart, e o único piloto que terminou uma prova sem abastecer foi o Mika Salo em 1997 com a saudosa Tyrrell em Monaco, numa corrida chuvosa!
Abraço à equipe que está há sete anos na minha pagina de abertura!
Roberto Taborda, Uruguaiana
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Política, política e política. Esta é a Fórmula 1 2009.
Quando foi a última vez que se pôde entrar em um site de F1 para ver apenas a dança das cadeiras, ou para ver as últimas notícias sobre uma rivalidade que a cada corrida só esquenta mais, quando foi a última vez que se pôde entrar na internet e ver esse tipo de coisa que o ESPORTE nos mostra e o que torna a Fórmula 1 esse esporte a parte no mundo do automobilismo?
A Fórmula 1 (fora da pista e as vezes dentro também) está chata. O site de economia muitas vezes tem menos política que o da Fórmula 1 em 2009. Chega por aqui, não vamos citar os culpados, os frescos e os acomodados.
Fico pensando, como seria se antigamente tivéssemos a internet, quais seriam as polêmicas a serem por semanas e semanas discutidas?
Por exemplo, www.gptotal.com.br/f1_1982, os debates seriam o seguinte:
1º A rivalidade entre Gilles Villeneuve e Didier Pironi. Será que o francês traiu o companheiro de equipe? A morte de Gilles no desespero de conseguir uma pole na Bélgica, a volta de Niki Lauda, a busca de Keke Rosberg, Jonh Watson e Alain Prost para ver quem ultrapassa em pontos o líder e por aí vai.
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| Gilles com Ferrari na Espanha 81 |
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2º ainda mais no passado, www.gptotal.com.br/f1_73, se tivéssemos internet em 1973, os assuntos seriam: Quem leva o título, Stewart, Fittipaldi ou Peterson? Colin Chapman agiu certo em não priorizar Fittipaldi para a disputa do título, sendo que Peterson só começou a pontuar na sexta corrida do ano com um terceiro lugar em Mônaco e Emerson já tinha a essa altura 3 vitórias, 2 terceiros e foi segundo em Mônaco? A morte de François Cevert abala a estrutura da F1 e principalmente a de Jackie Stewart, que nem correu naquele que seria seu GP de nº 100 (marca histórica para a época) e acabou se tornando seu último fim de semana, pois o escocês com a notícia da morte de seu companheiro de equipe e amigo se retirou das pistas por definitivo.
Poderia ir mais adiante, para os anos 60 falando das disputas de Jim Clark e companhia, dos feitos históricos de Sir Jack Brabham vencendo com um carro construído por ele ou até mesmo cruzando a linha de chegada empurrando seu carro ou os anos 50, vendo as proezas de Juan Manuel Fangio com Stirling Moss na sua bota... Mas infelizmente a realidade é outra. A internet chegou na época de menos esporte e mais política. Temos que nos contentar em ler e discutir sobre política. Basta agora torcermos para que o bom censo dos velhos volte para o lugar e que eles deixem de uma vez por todas o esporte fluir na F1.
Hasta luego
Rômulo Rodríguez, São Paulo
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Não, definitivamente a F1 não depende da Ferrari para continuar existindo.
A Lotus, a Brabham, a Cooper, a BRM e outras fecharam e nada aconteceu. Por que seria diferente com a Ferrari? Relembrando o mago Colin Chapman: the show must go on, e vai.
Carlos Ganhadeiro, Vassouras
| Opiniões e Dúvidas dos Leitores |
19.05.09 |
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Qual é o circuito mais rápido do planeta? Michigan, Talladega, Texas, Indianápolis, Daytona ou alguma outra? Ainda são feitos carros para bater os recordes de velocidade em circuitos fechados? Qual é o recorde de média horária em uma volta da Indy e em qual pista e ano foi conseguido?
Obrigado,
Carlos Ganhadeiro, Vassouras
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| Equipes da Nascar treinam em Talladega |
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Oi Carlos
Não acompanho o automobilismo americano e por isso não sei responder às suas perguntas. Mas tenho grande curiosidade pelas respostas, pelo que aguardo a ajuda dos leitores.
Abraços (EC)
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Sobre a coluna 14 pontos, o Agresti esqueceu dos motores Matra como opção ao quase universal Ford dos anos 1970.
um abraço
Cristiano, Londrina
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Carlos Alberto Petry
Acredito ter direito a ter opinião, mesmo que seja diferente da sua, agradeço ao site e seus criadores a oportunidade de expô-las aqui, mesmo que você não goste mas, me convidar a não mais escrever apenas por emitir opinião não parece coadunar com a inteligência que você tem demonstrado em alguns comentários seus.
Acompanho F1 desde 1973 e não me acho capaz de discutir por causa disso. Apenas sei que sou ser pensante e com direito a desenvolver raciocínio. Já li aqui muitas bobagens (na minha opinião). Após os GPs, dezenas de leitores descrevem da mesma forma como foi a corrida e nem por isso me senti tentado a pedir para não escreverem. Agora se você usar um pouco sua inteligência, perceberá que só tentamos eliminar coisas que não concordamos quando a tememos e você pede para eu não escrever mais por receio de vir a ter suas convicções contrariadas.
Adoro a F1 e encontrei nesse site oportunidade para dar vazão a meus pensamentos e nem mesmo você pode me impedir de escrever, mesmo porque não escrevo para agradar a ninguém, muito menos a você; escrevo para satisfazer meu ego e dividir minhas opiniões. É engraçado como todos nós que achamos entender tudo de F1 e somos ou pilotos frustrados ou maníacos, temos a mesma arrogância dos pilotos...
Não concordo com o Agresti, não consigo entender o pensamento do pessoal. Espanha foi uma corrida normal, onde pilotos ganharam e outros perderam, Rubens tomou pau de Button? Button ganhou a corrida e pronto, independentemente de como. Ainda acredito que o Rubens tem enormes chances de ser campeão, principalmente percebendo que a Ferrari não conseguiu evoluir tanto. A estratégia do Webber, pra mim, foi a melhor. Se o Button não tivesse mudado a sua com certeza ganharia a corrida.
Durval Pereira, Salvador
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Gostei muito da coluna do Marcel Pilatti, Mais do mesmo, uma das melhores colunas dele até agora. Essa história da Fia/Fota/Fom está irritante. O que Eduardo acha disso?
Pizza de novo ou a ameaça da Ferrari entrar na justiça etc. é pra valer? Francamente, acho que seria muito bom se houvesse um desligamento de todas essas regras absurdas, dentro e fora da pista, que atualmente estão destruindo a categoria.
Abraços.
Roberto Andrade
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Essa foi a melhor coluna do Pillati até agora. Ainda não parei de rir.
João Carlos
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Mando a vocês do GPTotal os parabéns pelo resumo crítico semanal das notícias do mundo da F-1, escrito por Marcel. Hoje é, sem dúvida, a coluna que mais gosto, continuem com ela!
Abraço a todos
Antonio Silva
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Olá pessoal do Gpto!
Gosto muito de F-1 e desse site. Essa nova aquisição dos comentários feitos por Marcel Pilatti é fantástica, estou gostando bastante e fico por dentro das notícias através de vocês, muito bom!
Samantha Camargo
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Olá!
Aproveito o espaço para fazer elogios as matérias escritas por Marcel Pilatti. Se tornou até uma tradição esperar pelos seus textos e passar aos amigos que curtem bastante também, ele comentando e mostrando as principais notícias. Ajuda muito aqueles que não tem muito tempo durante a semana e pegam logo a tomada geral das notícias da F-1.
Parabéns ao GPTotal e ao Marcel Pilatti.
Djalma Camargo
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Que me desculpem os amigos do GPTotal mas tenho, mais uma vez, que discordar de alguns de vocês.
O Barrichello não foi prejudicado em nada no GP da Espanha. A única coisa que o prejudicou foi o seu ritmo medíocre, quando estava na pista, a maior parte do tempo, com o carro mais leve e com pneus melhores.
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| Rubinho nos treinos de sábado, na Espanha |
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Não adianta tentar fazer o que a Rede Globo faz. Lembrem-se que a Rede Globo está no seu papel. Tem que manter a audiência e é comprovado que: ter um brasileiro na briga faz com que ela cresça vários pontos no Ibope.
Bom, outro assunto importante é que a Brawn testou e testou as várias estratégias. Na verdade, estava comprovado que: “quem parava três vezes”, andaria teoricamente em um ritmo “X” e acabaria a corrida primeiro do que o que parasse duas vezes. Ou seja: se Barrichello tivesse se utilizado da mesma tática do Button, teria terminado a corrida mais atrás ainda. Essa é que é a verdade. A melhor tática para a Brawn em Barcelona era a de três paradas. O Button resolveu arriscar e mudar a tática, já que a diferença era pequena. O Rubens manteve a melhor tática. O grande problema era a questão do andar em um ritmo “X”. O Barrichello andou em um ritmo “Y” e isso o tirou da briga. Não conseguiu andar em um ritmo esperado e perfeitamente possível para quer fizesse três paradas. Ou seja: Rubens andou abaixo do mínimo esperado.
Abraços a todas e todos
Firmo Neto, Recife
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Vou em defesa do Durval Pereira. Este site é democrático e todos têm o direito de expressar suas opiniões. Bater o Button na atual conjuntura é uma tarefa dificílima para Barrichello, mas não impossível pois em 2009 ainda poderemos ter grandes surpresas. Em 1986, Prost não tinha carro para bater Mansell e Piquet mas acabou campeão. Em 1991, Senna não tinha carro para bater Mansell e acabou campeão. Em 1982, Rosberg corria por fora, quase sem chances, foi campeão.
O problema é que tem muitos experts em Fórmula 1 que só comentam o óbvio e acham que só a opinião deles é que é a correta.
Charles Dantas, Manaus
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Olá Amigos do GPTotal!
Esta vai para os defensores do Barrica!
Fiz uma lista com todos os campeões de F1, e deixo a critério de cada um para que vejam com seus próprios olhos, quantos anos estas feras levaram desde seu início na F1 a conquista de seus respectivos títulos mundiais: J. Stewart, E. Fittipaldi, N. Piquet, N. Lauda, A. Senna, M. Schumacher, J. Villeneuve, M. Andretti, J. Scheckter, J. Hunt, G. Hill, A. Prost, P. Hill, J. Brabham, M. Häkkinen, F. Alonso, K. Räikkönen, L Hamilton, A. Jones, J. M. Fangio, J. Clark, J. Rindt, K. Rosberg, D. Hill, G. Farina, A. Ascari, M. Hawthorn, J. Surtees, D. Hulme, N. Mansell.
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| Heidfeld e Kimi no GP da Espanha |
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Alguns foram gênios, outros somente aproveitaram, e muito bem, a chance de ser campeão, exceto o Leão N. Mansell, que levou 12 temporadas para ser campeão, mas que era sempre motivo de espetáculo garantido em todos os GP!
E o Barrica na sua décima sexta temporada, na qual seis temporadas foram pela Ferrari, e com uma infinidade de choradeiras e reclamações que o acompanham desde sua estréia em 1993, ainda conseguirá um titulo?
Como vi em uma entrevista do E. Fittipaldi falando do seu primeiro título mundial, que, “para todo piloto, tem um ano que é especial, que dá tudo certo, no qual o piloto esta no momento certo, com o carro certo, na época certa.”
E isso, ou o Barrica já passou na Ferrari, ou poderia estar passando, como o Button esta aproveitando e muito bem na Brawn GP.
Quando perdemos o nosso Ayrton Senna em 1994, para mim o Brasil ficou sem um ídolo para torcer, o Barrica bem que tentou, mas para mim e para muitos só envergonhou com atitudes infantis de quem nasceu para ser segundo piloto, a prova maior disso esta ocorrendo nesta temporada.
Agora, defensores do Barrica, caso, ou melhor, SE, ele for campeão este ano, “vocês” poderão se orgulhar de ter um piloto com o maior numero de temporadas disputadas na F1, e que também levou 16 anos para ser campeão, um verdadeiro recorde de demora!
Depois daquela manhã de 1 de maio de 1994, eu só voltei a torcer por um piloto brasileiro com tanta vontade e emoção em 2006, que foi o F. Massa, e naquela tarde de 2 de novembro de 2008, me emocionei e muito quando o Massa, vencendo pela segunda vez o GP Brasil de F1, cruzou a linha de chagada como um verdadeiro campeão, (triunfo que o Barrica jamais consegui).
Para tudo na vida, temos a opção de lutar com todas as forças para vencer, o que nem sempre irá ocorrer, e outra opção é de sentar, ficar olhando os outros vencer, e chorar, chorar, e chorar, como o Barrica faz na F1 há 16 temporadas.
Uns nasceram para ser campeão, já o Barrica...
Como o nosso Ayrton Senna dizia, um piloto rápido tem que saber poupar seu equipamento, um conjunto perfeito entre piloto e carro, e isso, o Sr. Barrica nunca soube fazer, além de ter sérias dificuldades de adaptação aos carros que pilotou, consegue ser lento e judiar do equipamento.
O Barrica foi contratado pela Brawn para servir de “Boi de Piranha”, pois nisso ele é muito bom!
Abraço a todos
Mauro Santana, Curitiba
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Edu
Acho que o Barrichello irá ter mais um recorde na sua biografia - o piloto que correu mais tempo sem um patrocinador principal no seu carro! Desde 2007 que seu carro não tem um patrocinador principal.
Na F1 moderna, onde a grana (muita) impera, este é o maior período que um piloto (ou equipe) está sem patrocínio no carro?
Abraços
Adriano Oliveira, São Paulo
Boa pergunta, Adriano, mas não sei a resposta. Vamos aguardar pela ajuda dos leitores
Abraços (EC)
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Mais cansativo do que ouvir as lamentações de Barrichello é aguentar o nhenhenhe dos que torcem contra ele.
Não é que eu seja fã do piloto, mas mesmo assim, cansa. Como se ele fizesse tudo sozinho. Certamente que o Button, enquanto pilotava naquelas primeiras voltas, fez cálculos e mais cálculos e avisou seu time: "Olha, eu fiz umas contas aqui e cheguei à conclusão que precisamos mudar a estratégia". É tanta a participação de computadores e de terceiros no desenvolvimento e resultado das corridas que piloto de Fórmula 1 está começando a ficar parecido com motorista de autorama ou operador de trem do Metrô...
Talvez alguém devesse simular a corrida de RB mudando a estratégia para duas paradas, mas não no simulador da Brawn porque este calculou que a estratégia de três paradas era melhor. Nenhum outro simulador além do da Williams do Nakajima chegou à mesma conclusão. Se o time do Button chegou à conclusão que duas paradas era melhor que três, deveria ter avisado ao time Barrihello para não colocar em risco a dobradinha das equipe. Ou o trabalho de equipe só vale quando é para copiar acertos encntrados por RB para o carro de Button?
Caco, São Paulo
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É óbvio que um pai sempre vai defender o filho, mas Piquet parece que anda tomando umas.
Ele disse que seu rebento foi melhor que Alonso no GP da Espanha! Nelsão: não dá entrevista depois de tomar umas e outras. Piquezinho consegui terminar na frente do Nakajima e do Fisichella! Décimo segundo dentre quatorze! Como de costume, deu muita sorte ao escapar do acidente (ou talvez tenha muita competência para isso) e não fez mais nada a corrida inteira!
Mais uma vez vou deixar claro que só torço por brasileiros que tenham competência para estarem lá. Não é por ele ser brasileiro que tenho que ficar enxergando méritos onde eles não existem.
Rogério Tófoli Kezerle, São Paulo
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Gostaria de saber se vocês têm mais alguma coisa sobre Caio Marcondes Ferreira, que vi neste site e que foi um grande amigo.
Abraços
Ana, Praia Grande
Não temos não, Ana, além do que já foi publicado. Vamos aguardar pela ajuda dos leitores
Abraços (EC)
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Prezados Amigos do GPTotal
Hoje minha opinião é sobre a coluna Edu em crise. De imediato, nota-se um tom jocoso no tema abordado em sua narrativa.
Entrementes, analisando um pouco mais, começo a questionar, se o que incomoda de fato ao Edu é a "crise" na Fórmula 1 ou se, de fato, é a crise nas categorias de base (kart e fórmula) aqui do Brasil, e que tem como consequência a " quebra na safra" de grandes pilotos brasileiros, que poderiam fazer grandes campanhas na F1. Soma-se a isso a passagem do 15º ano da morte de Ayrton Senna e, com isso, além da saudade, a constatação de que até o presente momento, a não ser em raras oportunidades, não tivemos mais as vitórias brasileiras dominicais na F1, ou pelo menos, uma disputa com sólidas possibilidades de título, por um piloto brasileiro.
Tudo bem, no momento, temos Rubens Barrichello como segundo colocado na Campeonato 2009 da F1, mas poderá ele, alcançar agora, o tão sonhado título de campeão Mundial de Fórmula 1 ? Penso que a resposta mais honesta seja um sonoro "não sei"!
Porém, devo admitir que, por uma questão de justiça, coerência e a bem da verdade, que continuo torcendo para que Rubens Barrichello, conquiste o título de campeão mundial de Fórmula 1.
A lamentar as oportunidades perdidas, tendo ele, Barrichello, na Brawn F1, o melhor carro da F1 nas primeiras corridas, o que ainda é uma realidade, porém, sem a distância que os separavam dos concorrentes no início. De qualquer modo, no momento é quem temos para torcer e com as melhores condições para tal.
Penso, também, se seria o kers, a causa da crise do Edu? Afinal, ainda não parece ser de grande vantagem tê-lo... Por outro lado, o seu desenvolvimento segue de forma antagônica à busca por economia de dinheiro, pois é sabido o seu alto custo de projeto, desenvolvimento e implantação, principalmente se a FIA bani-lo na próxima temporada. Então fica a pergunta: por que gastar tanto dinheiro para desenvolver o referido sistema se em breve ele poderá ser proibido? Não seria essa, uma das causas mais concretas de sua aludida crise, Edu?
Ou quem sabe, seria a prematuridade em que se fala na F1 2010, a causa da crise, pois nem bem começamos a temporada 2009 e já se fala na próxima temporada, sem que se tenha nada definido na temporada em curso.
Lembro com saudade da época (final dos anos 70) em que eu, ainda menino, buscava nas revistas especializadas da época, as novidades da Fórmula 1 para a temporada seguinte. Como não lembrar, por exemplo da Lotus 79, com sua pintura preta e dourada e suas rodas lindamente polidas; no revolucionário conceito carro-asa; da ansiedade em saber quem estaria utilizando-se de motores aspirados ou turbo comprimidos; quais seriam os fornecedores de motores? Qual fabricante seria mais conservador, desenvolvendo motores aspirados? Quais seriam mais arrojados, desenvolvendo o caro e potente motor turbo comprimido? Epor ai vai... Afinal, no mundo da informação veloz, no qual estamos irremediavelmente mergulhados, todo o mistério é desvendado com uma simples navegação no mundo cibernético. Quem hoje espera ansioso pela última revista do ano, para saber as novidades para a temporada seguinte? Quase ninguém ou quem sabe, ninguém mesmo.
Forte abraço à Família GPTotal
Paulo C. Winckler, Porto Alegre
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Olá amigos do GPTotal,
gostaria de parabenizar por estas colunas Edu em crise e Alonso na Ferrari?.
Comentário breve e arriscado sobre as duas colunas:
Para falar da primeira, é correto o que Edu disse sobre a perspectiva da F-1 com as mudanças de regulamento, pois acabar com testes entre GPs, reabastecimento em 2010 e outros que podem vir, como, infelizmente, a premiação por medalhas (daqui a pouco a F-1 vai virar esporte olímpico) é cavar a própria cova. Concordo com o Edu também pelo fato de que a mudança no regulamento pouco estimularam ultrapassagens. Ora, antes não havia estimulação?!
Falando da segunda: seria interessante de ver Alonso correr em 2010 por esta equipe, pois está deprimente o carro deste ano, e como, se a Ferrari não conseguir melhorar muito o carro para este ano, o projeto já vai pra 2010, e aí com o espanhol na equipe ninguém segura, eu ainda quero ver uma disputa entre Alonso e Hamilton por equipes diferentes e em condições iguais.
Muito boa a "sessão Ataulfo Alves", muitas risadas, mas o pior foi ter que ouvir a Hortência (ou seria Hortênsia?) falar de Rubens Barrichello (ou Barriquelo?)...
Grande abraço a toda equipe, que com Lucas Giavoni, Marcel Pilatti e Márcio Madeira fica cada vez melhor para continuar sendo a melhor equipe sobre automobilismo no país!
Guilherme, Florianópolis
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Aconteceu sim, de pelo menos uma vez, um piloto completar um GP sem reabastecer o carro: foi no GP de Mônaco de 1997, onde Mika Salo levou a sua Tyrrell ao 5° lugar sem passar pelos boxes. Foi uma corrida de muita chuva, talvez isso tenha diminuído o consumo do carro.
Tem um outro caso, só que esse eu não tenho certeza (a memória ta ficando ruim, rsrs) que foi no GP da França de 1999 onde Frentzen venceu, também sob chuva e, se não me engano, também não reabasteceu o seu Jordan. Saudades da Jordan, o que ela fez em 99, vencendo dois GPs, correndo com motores Mugen, foi um feito notável, que só foi superado esse ano pela Brawn Gp.
Abraços,
Sidinei Gadelha
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