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Opiniões e Dúvidas dos Leitores 25.09.08
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Leitores e escrevedores como Mário, de São Paulo, Klaus Mittestâdt (bom nome para piloto de F1) e alguns outros que cometo a indelicadeza de não lembrar o nome é, para mim, que fazem a verdadeira alma, a essência do GPTotal.

Equilíbrio, sensatez e INTELIGÊNCIA, como a exposta por eles neste espaço (role a página para baixo) nos dão a feliz sensação ao ler de fazer parte de um mundo que realmente vale a pena. Não vou ser presunçoso de falar em aumentar ou manter o nível, mas humildemente pedir que eles continuem escrevendo

Durval Pereira, Salvador

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Lendo a coluna da Alessandra Alves, Massa Mudou, tive um insight para uma dúvida que a muito tempo me assolava: Por que o Rubinho nunca foi campeão? Ou ao menos nem mesmo esteve em condições ou cotado para disputar o título?

Embora existam várias respostas óbvias à questão, que vão desde o prestígio do qual Schumacher gozava na Ferrari (sem entrar em juízo de valor sobre a existência ou não de privilégios) até a inegável má sorte que o acompanhou ao longo de sua carreira, vejo um problema estratégico na gestão da sua carreira: Barrichello nunca possuiu espírito vencedor.

Rubino no Canadá 94
Antes que alguém me apedreje, vamos a alguns fatos. Em 1993, o então jovem Barrichello iniciou a sua carreira na Fórmula 1. Dono de um currículo invejável, muito bem conceituado (ao ponto de ter sido cotado para juntar-se a Schumacher na Benetton em 1992), escolheu a modesta Jordan para sua 1a. temporada. Já em sua 3a. corrida obteve um desempenho memorável em Donington Park, onde provavelmente seria o 3o. colocado se não ocorresse uma pane em seu carro.

Ao final da temporada, declinou de uma proposta da Benetton para acompanhar Schumacher na temporada de 1994 alegando que seu carro seria beneficiado com as mudança de regulamento. Foi um equívoco, porém, até aí nada diferente de alguns campeões como Ayrton Senna, Nelson Piquet, Mika Hakkinen ou Fernando Alonso.

A temporada de 1994, contudo, foi a crucial à sorte de Barrichello. Com um carro nitidamente inferior, o brasileiro destacou-se em inúmeros duelos contra as McLaren de Hakkinen e Brundle, as Ferrari de Berger e Alesi, e por vezes, inclusive contra as Willians de Coulthard e Mansell. Tendo feito uma pole position, um pódio e garantindo a 6a. colocação no mundial de pilotos (atrás apenas da Benetton de Schumacher, da Willians de Hill, das duas Ferrari e da McLaren de Hakkinen), Barrichello (talvez ao lado de Frentzen) era a grande aposta de um novo campeão na geração. Alguns boatos colocavam-no na Willians, outros na Benetton, outros na Ferrari, porém, a grande porta que abriu-se para Barrichello foi a McLaren Mercedes.

Neste ponto, Barrichello demonstrou não possuir espírito de campeão. Após ter um pré-contrato assinado com a McLaren, Barrichello novamente declinou da proposta de um time grande. Não faço juízo neste caso sobre os termos que regiam tal contrato, mas, tal atitude, andou na contramão dos campeões, que ousam arriscar.

Exemplos neste sentido são abundantes, como o caso de Piquet e Senna que trocaram equipes onde reinavam absolutos (Brabham e Lotus, respectivamente), por estruturas campeãs como Willians e McLaren sob o desafio de encararem outros pilotos de ponta na busca pelo título, podemos também citar outros como Alonso, Massa e Hakkinen, que sujeitaram-se ao posto de pilotos de teste, em busca de melhores vagas na fórmula 1, ou ainda, porque não falar de Schumacher, que tinha uma Benetton vencedora em 94 e 95, trocando pela icógnita que era a Ferrari em 96?

Entendo que Barrichello nunca digeriu esse acontecido, e desde então ao invés de amadurer no relacionamento com a impressa, começou a prometer vitórias (sem possuir equipamento para isso) e desgastar-se posteriomente com a equipe através de declarações que levavam a entender um favorecimento ao seu ex-companheiro Irvine.

O ano de 1995, foi pobre e frustrante para Barrichello, ao ponto de mendigar vagas na Ferrari e Benetton ao fim da temporada. Nos anos seguintes, Barrichello resignado, parece ter iniciado um amadurecimento, à duras penas com a Jordan em 96 e Stewart em 97, 98 e 99, sendo premiado ao final desta temporada com a vaga na Ferrari em 2000.

Aquilo que parecia ser a tábua de salvação, tornou-se tragédia quando Barrichello iniciou, novamente, bravatas junto à impressa, prometendo um agora ou nunca, não ser o piloto 2, mas sim 1B, mesmo sabendo que do outro lado, tinha um bi-campeão mundial, gozando de extremo prestígio na equipe, a ponto da mesmo ter praticamente abdicado do título de Irvine em 99 apenas para que este fosse conquistado por Schumacher.

Novamente, Barrichello não soube utilizar essa vitrine como fizeram, por exemplo, Hakkinen e, pasmem, Damon Hill. Iniciou bem a temporada, com um 2o. lugar na Austrália, mas logo, uma série de abandonos foi o que bastou para que iniciasse ataques públicos à Ferrari, insinuando que os problemas ocorriam apenas no seu carro e não no do Schumacher.

Conseguiu uma (merecida) vitória em 2000. Mas a alegria da temporada de estréia foi dando lugar à frustração de quem notava que nunca seria o cara na Ferrari, mas por outro lado, não acharia carro melhor no mercado. Desta forma, ao longo de 2001, 2002, 2003, 2004 e 2005, tentou convencer a todos e, mais do que isso, se convencer de que era a opção de futuro na Ferrari quando Schumacher parasse.

Pouco a pouco, Barrichello foi se desmotivando e sua transferência para a Honda, deu-se mais pelo fato de ver-se livre de Schumacher e sua turma, do que em função de enxergar na montadora japonesa um potencial carro vencedor (algo semelhante ao que fez no fim de 1996).

Hoje, em uma modesta equipe, Barrichello goza do respeito e simpatia de todos no ambiente da fórmula 1, além da minha modesta admiração por sua longevidade na fórmula 1 e também simpatia pelo seu empenho, carisma e porque não reconhecimento pelo árduo fardo que carregou ao longo de 11 anos (1994-2005) após a morte de Ayrton Senna. Contudo, creio que ninguém aposte (nem ele mesmo) que um dia será campeão de Fórmula 1 novamente.

Em grande parte por sua resignação e falta de ousadia nas escolhas, hoje Barrichello compara-se a pilotos como Alesi, Frentzen, Patrese, Berger e Reutemann, quando poderia comparar-se a outros como Mansell, Prost, Piquet, Senna, Schumacher ou seu próprio mentor ao longo dos anos de 97 a 99, Jackie Stewart. Isso é que chamo de não ter o espírito vencedor. Em outras palavras, ao longo de sua carreira, Barrichello não mudou.

Bruno Jordão Falanghe, São Paulo

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Caro Petry

quando que o Schumacher "deixou" o Rubinho vencer em Monza? E Petry, foram só duas vezes mesmo?

No Brasil 2000, Rubinho abandonou com problemas hidráulicos
Pela forma como você falou de Monza, eu diria que, além dos dois GPs na Áustria (01/02), teve Canadá em 2000, que não deixaram o Barrichello passar quando o Schumy tinha problemas no freio, e EUA 2005, que foi a derrocada final. Tem até vídeo de conversa entre Schumacher e a Ferrari nesse GP, os caras dizem: "você não terá problemas para vencer". Aliás, já vi gente dizendo que Barrichello venceu apenas 2 corridas na carreira: Alemanha 2000 e Áustria 2002. O resto é tudo "a Ferrari que deixou". Sacanagem... E vale lembrar, Petry, que em Monza o Barrichello ia muito melhor que o Schumacher: em 2001, terminou na frente, venceu em 2002 e em 2004.

Qual a solução? Em 2003, não sei se você lembra disso, deram um carro com 15hp a menos pra ele!. E o GP do Brasil de 2002, cada um com um modelo de carro diferente? E a última volta do GP de mônaco de 2005? E o GP da Austrália de 2000? E a pane seca em Interlagos 2003? E culparem o cara pela quebra da suspensão na Hungria 2003? E o GP da França de 2002? O que o senhor tem a dizer sobre ficar parado no grid preso com cavaletes?

Marcel Pilatti, Curitiba

www.f1critics.blogspot.com

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Edu, Panda e membros do conselho

Há alguns anos, aqui mesmo no GPTotal, se falou das Abarth Simca que vieram para o Brasil para compor a equipe Simca, isso nos idos dos anos 60 e tal.

Depois de permanecerem no Brasil e ganharem quase todas as corridas,como tinham sido importadas temporariamente, tiveram que ser devolvidas para a Itália. Acontece que, diz a lenda, os carros estavam com a documentação errada e não puderam ser desembarcadas. Assim, há quem jure que as 3 Abarth foram simplesmente jogadas no mar - e não é que essa história já dura uns 40 anos?

O Simca Abarth, em foto tirado do site Luik
Outro dia, fuçando a internet descobri (e passo a vocês) um site que desvenda essa historia e algumas outras dos anos 50 e 60 do nosso automobilismo. Fala de alguns pilotos e seus carros (e que carros!). Quem estiver interessado, dê uma espiada no www.luik.com.br. Eu rrrrecomendo!

lá tem coisas do Camilão que pouca gente sabe.

Alexandre, São Paulo

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Fala Pessoal do GPTotal

Primeiramente queria dizer que o comentário do Chiesa sobre o Felipe Massa foi sensacional, muito inteligente e talvez o volume dos comentários citados ainda não chegaram em um tom maior, talvez por que muita gente ainda não crê que o Felipe chegue no final com chances reais de ganhar o mundial, talvez o momento certo (numa possível decisão do título com o Hamilton e no Brasil) dê a tônica exata de todo seu comentário.

Mas gostaria de fazer, se você me permite, um acréscimo. Todo esse ceticismo em torno dos atuais pilotos por críticos, sejam leitores, jornalistas, enfim... É produto do estereótipo fabricado por todos esses do piloto-mártir que teve em Rubens Barrichello (na minha opinião) sua representação mais fiel.

Desde a morte do Ayrton Senna até seus últimos GP´s na Ferrari, o trato dele em relação às expectativas, resultados e opinião dos torcedores (público) era tamanha que no início da carreira na F1 quando corria de Jordan e com certa frequência era superado por Eddie Irvine, não se via tanta impaciência do público, até declarações do tipo de que Irvine era favorecido por que o dono da equipe era conterrâneo chegaram a ser soltas. E Rubinho foi poupado por muito tempo até a sua ida para a Ferrari, e continuando com suas declarações de que seria o piloto 1B e de que poderia brigar de igual para igual com Schumacher ou sempre antes das largadas do GP Brasil soltava alguma frase que sugeriria que ele iria ganhar, até que o público encheu a paciência e virou motivo de gozação.

Vista do circuito de Cingapura, quase pronto pra corrida do domingo
O negócio é que a crença que o povo adotou, na minha opinião, é de que não só de que Rubinho não era bem sucedido, mas que nenhum outro brasileiro irá igualar o sucesso de um Senna ou um Piquet, talvez pelo complexo de vira-lata que se martelou durante anos a fio de seca de títulos e desculpas dessa ou daquela natureza.

A grande vantagem dessa geração, e em especial do Felipe Massa é que parece já vir vacinado desse misto de mártir e herói daqueles que vendem a opinião de que a Fórmula 1 foi exclusivamente criada para glorificar brasileiros. A reação do Massa quando venceu o GP Brasil foi fantástica, simplesmente soltou uma frase do tipo Foi a corrida mais fácil da minha vida.

Talvez isso explique por que conseguiu manter a cabeça depois de ser duramente criticado depois de duas atuações inúteis nos GP´s da Austrália e Malásia. Se ganhar o título, não vai ter carro de corpo de bombeiros, nem subir na rampa do Palácio do Planalto ou coisa do tipo... Assim como se perder, vai pegar umas merecidas férias com a esposa em alguma ilha do Pacífico depois de um ano trabalhoso.

Deve estar c... e andando pro que a imprensa italiana, inglesa, espanhola, brasileira, leitores pensam a respeito do seu desempenho, se não dá mais show do que Hamilton, ou se teve sorte, etc... Talvez se alguém lhe perguntar por que ganhou o campeonato, talvez ele se saia com essa a lá Piquet Ganhei por que fiz mais pontos, e o regulamento diz que quem faz mais pontos é Campeão, a F-1 não é um Show de Calouros em que os Jurados decidem quem deve ser campeão por Nota.

Deve estar c... e andando por que não tem nenhum patrocinador brasileiro que tenha que bajular ou tirar fotos promocionais, ou vender jet-skis, motos, lanchas, relógios com sua marca ou biscoitos, chinelos e papéis higiênicos com seu personagem miniaturizado feito para o público infantil. Ou talvez esteja c... e andando por que deva estar mesmo pensando ser um saco virar um herói nacional.

O mesmo se aplica aos outros pilotos brasileiros, Nelsinho Piquet ainda está em sua primeira temporada, depois de um ano apenas de testes, sem competição (tanto que o Di Grassi foi recolocado na Gp2 para não perder o ritmo) e já virou imprestável na F-1 segundo os críticos. O Mansell mesmo passou seus três primeiros anos com desempenhos fraquíssimos e ainda sim era a promessa inglesa do futuro (e se confirmou). Quando pilotos como Bernoldi, Ricardo Rosset, Diniz tiveram desempenhos comparativamente (guardadas as devidas proporções) piores, não se via tanta taxação negativa, mas voltando no mesmo caso do Massa: quem está preocupado com isso agora?

Então essa fase de queridinho da torcida e herói já passou aqui no Brasil e deixemos que os que ainda não tiveram a chance de ter o seu que o façam, como os espanhóis e ingleses. Eu às vezes penso que se o Felipe Massa um dia ler os comentários contestando suas atuações, sorte, etc. ele deve soltar um suspiro e dizer “Caramba, ainda bem!”

Bom pessoal, sem mais! Valeu!

Bruno Pagiola de Oliveira, Vitória

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Lendo o maravilhoso artigo E se o Massa ganhar? coloquei-me a pensar: E se o Massa NÃO GANHAR?

Mais uma vez, saudoso e entusiasta ao mesmo tempo, indago: quem tem o melhor carro, sendo bom piloto de fato, tem que ganhar, não tem? Bom, então está dada a resposta ao artigo. Se o Massa ganhar, será simplesmente a sua obrigação, ou não?

Apenas digo que mais uma vez não comparo o Massa aqui, com Lewis Hamilton ou com Kimi Raikkonen, ou mesmo com Fernando Alonso. Comparo aqui o Felipe Massa com os outros “grandes brasileiros” que passaram pela Fórmula 1. Que me perdoem os “vintões”; mas os trintões de quarentões para cima acostumaram-se mal.

A Ferrari treina pit stops em Cingapura
Massa fez em 2006 um campeonato “razoável”, sendo bem caridoso. Seu companheiro, Michael Schumacher foi vice-campeão com 121 pontos. Massa foi o terceiro com 80 pontos; uma diferença bem “razoável”. Em 2007, quando, com a saída de Schumacher, poderia assumir o papel de “primeiro piloto”; viu seu companheiro, estreando na equipe, sagrar-se campeão com 110 pontos; ficando apenas em um “ruim” quarto lugar, com 94 pontos. Sem falar na condição de “ter que ajudar”, que lhe foi imposta e aceita por ele. Afinal de contas, ele sabia que em um futuro próximo, poderia precisar do mesmo “favor”.

Então, nenhuma resposta é “mais ideal” para o artigo “E se o Massa ganhar?, do que: É apenas e unicamente a sua obrigação. Afinal de contas ele quer subir ao rol dos grandes, não quer? Afinal de contas, muitos leitores do GPTotal já o quer colocar nesse patamar, não é? Bom, então vejo que a condição do “ganhar” é a única que resta para o Massa. Perder novamente o título, seja para o Hamilton ou para o Raikkonen; será o fim, ou apenas a condição de “segundo piloto universal”, como alguns pilotos ficaram conhecidos na formula um, exemplo: Ricardo Patrese; Gherard Beger; entre outros. Se uma equipe precisasse de bons segundos pilotos; se pensava logo neles. O próprio Nigel Mansell foi um “bom segundo piloto” até 1987.

Ou seja, se o Massa ganhar, é sua única saída. É a única solução. Não podemos esquecer que o Kimi Raikkonen já deu um título para a equipe ano passado. Se o Massa perder, estará aniquilado, arrasado acabado. Que me entendam os leitores. Falo no sentido de “grande piloto, campeão e que escolhe onde quer correr”. No mais, odiaria ver o Massa como um “bom segundo piloto”.

///

Caro Carlos Alberto Petry

Continuo achando a mesma coisa. Hamilton não deveria nunca ter sido punido. Sendo assim jamais veremos brigas na Fórmula 1 novamente. Continuo achando que só é proibido passar por cima do outro. Passar tocando rodas e arrancando pequenos pedaços da carenagem é normal e permitido, (eu acharia). Se Hamilton deu um corte na curva e passou o Raikkonen, o finlandês deveria ter feito o mesmo com ele na outra curva. Mas ele não podia. O Lewis era anos luz mais rápido. Essa é que é a verdade.

Quanto ao regulamento, eu me referi ao acordo dos pilotos; chamado acordo de cavalheiros, que diz exatamente àquilo que falei. Desculpe amigo Carlos Petry, mas você não entendeu nada.

Bom, quanto ao brasileiro Nelsinho, se você falou que o outro brasileiro perdeu em 16 treinos para o companheiro de equipe; espera mais 3 corridas que o Nelsinho supera ele. Rs..rs..rs. Agora a briga é para ver quem é o menos ruim é?

///

Caro Herbert do Recife: Respeito o que você acha. Parabéns e obrigado.

Caro Maurício Jorge de Freitas de São Paulo: É verdade. O Tarso Marques foi devastado. Não sei se por sorte ou por o mínimo de competência, para parece-me que na 5ª corrida ele largou na frente do Alonso. O que me referi ao Nelsinho foi o fato dele perder em todas no grid. Mesmo sendo por 1 milésimo. Realmente me parece que o Marques tomou em média 1,5 seg. do Alonso no ano. Dessa forma o Nelsinho é ainda o recordista mundial.

Obrigado pelas palavras carinhosas e de apoio da Iara e do Humberto. Obrigado por escutarem meus comentários.

Abraços

Firmo Neto, Recife

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Carlos Chiesa

Rapaz, você escreveu a minha redenção. Nunca alguém foi mais lúcido e brilhante na análise da torcida brasileira, incluindo aí os jornalistas que cobrem as modalidades.

Aqui mesmo no Gepeto eu cometi a insanidade patriótica de criticar um piloto brasileiro de motovelocidade. Só faltou mandarem um avião na janela da minha casa. Até jornalista (da ala puxa-saco verde-amarelista) mandou recado pela imprensa que eu era um retardado.

Se o mesmo piloto fosse austríaco, boliviano, chinês ou russo ninguém por aqui se lembraria dele. Mas por carregar uma bandeira brasileira o sistema métrico para medir sua competência é outro.

Obrigado, Chiesa, você me salvou!

///

HUAHAUAHUAHUAHAUHAUHAUHAUHA

Firmo, além de ter tempo sobrando você é MENTIROSO!!!

Terminou sua mensagem assim “Jamais responderei a sua agressividade”. Mas respondeu, huahauhauahuahuhauha.

Ou responde, ou não responde, tá?

Tite, São Paulo

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Amigo Tite

Realmente a sua volta a este site foi em grande estilo. Para uma pessoa que diz ser um repórter esportivo, colunista de várias instituições sérias inclusive deste renomado site, como a revista Duas Rodas, até que você é BEM PRECONCEITUOSO.

Para você, meu amigo, que talvez não entenda o significado da palavra preconceito, te explico. É uma pessoa que já tem um conceito formado de qualquer ato, evento ou pessoa, mesmo antes de ter contato ou conhecimento dos fatos, ou seja, PRÉ-CONCEITO!

Webber treina com um lutador local
E é isto que você está sendo! "Maus amigos"? Porventura você é amigo do Firmo Neto? É conhecido? E já de cara trata um semelhante como mau? Ou você desdenha a profissão de guarda noturno? Há algo de errado em ser um guarda noturno? É uma profissão desonesta, de gente à toa? Por acaso os guardas noturnos são pessoas menos trabalhadoras que os jornalistas esportivos? Só os vagabundos viram guardas noturnos, e no caso de mulheres, a profissão semelhante deveria ser a empregada doméstica? Aarrfffff!

Tite, enquanto você se portar como o estandarte da verdade, o profundo conhecedor de toda a verdade universal que rege as leis interplanetárias, e se achar o cara que pode desrespeitar a opinião dos outros, seja ela qual for, e ainda por cima de forma jocosa e carregada de preconceito, meu amigo, sua credibilidade será curta como a velocidade final da Honda do Rubinho e do Button... É extremamente deselegante, de mal gosto, e falta de caráter, tentar desqualificar o interlocutor, ao invés das suas idéias.

Portanto, tomo a liberdade de roubar uma frase do nosso craque e ídolo Romário, que disse, mas para outra pessoa: "O Tite é um poeta quando fica calado"

Forte abraço ao Firmo Neto

Sergio Laurentys

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Caro Firmo Neto.

Acho um verdadeiro absurdo as pessoas discordarem com tanta veemência de uma pessoa tão entendida em F1 como você. Acredito que a inveja tem imperado e muito nesse espaço. Você, com toda sua sapiência no que diz respeito a automobilismo, jamais deverá deixar esse espaço. Estou pensando em fazer um perfil seu no Orkut, que achas? Ademais, Airton Senna o melhor de todos em todos os tempos.

Abraço amigo.

Zé Gonzales, Campinas

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GePetos,

Faço um apelo a todos. Já que o Firma Neto, onipresente e onisciente, não vai parar de escrever, imploro que pelo menos o ignorem!!!

Êta cara insuportável!!!!

Saulo, Brasília

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Sobre o que o Carlos comentou de Monza, as curvas inclinadas ainda estão lá e bem conservadas, muito diferente do que acontece com Jacarepaguá ou Interlagos. Não que os italianos dêem manutenção a elas frequentemente, mas estão praticamente intactas. Os guard-rails estão um pouco enferrujados e só.

Eduardo Pugliese Benvenuti, Sao Paulo

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Ola amigos do GPTotal.

Mas uma vez McLaren e Ferrari se duelam fora das pistas. Ao longo desses 58 anos de história de F1, quais foram as maiores rivalidades entre equipes?

[]´s

Ricardo, Mogi Guaçu






Argentinos torcem pela Ferrari no GP de Monza
Em disputas pelo título de Pilotos e Construtores, tudo começou em 74, quando Emerson bateu Lauda e Regazzoni, briga que se repetiu em 76, Hunt x Lauda. Depois, longo intervalo até 90, quando Senna resolveu a parada acertando a traseira do Ferrari de Prost em Suzuka. De novo, só em 98 e aí foram disputas quase ininterrupta até 2004, com choques mais ou menos diretos. E, claro, em no ano passado e neste.

Abraços (EC)

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A respeito das voltas mais rápidas do Senna, meu comentário é o seguinte:

O Senna correu a vasta maioria de sua carreira em carros extremamente rápidos, mas também frágeis, beberrões e sem inúmeros auxílios eletrônicos que viriam a facilitar a vida do piloto. Guiar na corrida em ritmo de classificação, extraindo o máximo do carro, era sempre um risco imenso, seja por quebras ou panes secas. Por isso que o Senna anotou poucas voltas mais rápidas. Ele era perfeitamente ciente dos riscos e, como na esmagadora maioria das vezes largava na frente do pelotão, não tinha porque arriscar e jogar um pódio ou vitória fora.

Senna com o belo Lotus 98T
Tirando o Prost, possivelmente o piloto de mais apurado race craft de todos os tempos, todos que fizeram muitas voltas mais rápidas naquela época também quebraram seus carros pra danar e cansaram de voltar a pé aos boxes. Inclusive os campeões.

Isso mudou com a introdução do reabastecimento, já que dar voltas rápidas antes das parados nos boxes passou a ser a regra entre os pilotos. Uma, duas, ou três vezes por corridas, todos tinha motivos para andar o mais rápido possível por algumas voltas. Na grande maioria das vezes a volta mais rápida ficou com o piloto do carro mais rápido. Se somarmos a isso o incrível crescimento da confiabilidade dos carros desde então, temos a explicação da banalização da volta mais rápida e a modesta posição do Senna nessa estatística curiosa e sem muito valor.

PS: em Estoril 1992, Senna fez a volta mais rápida após parar nos boxes umas 2 ou 3 vezes próximo do fim da corrida reclamando de problemas de dirigibilidade. O carro era rápido com pneus novos, mas logo se deteriorava e tornava inguiável. Daí a explicação dessa volta mais rápida numa corrida em que não teve a menor chance de vencer.

Érico Calixto

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Prezados Amigos do GPTotal

Navegando no Site F1 na Web, li matéria assinada pelo Sr. Diego Menegon, onde o Sr. Stefano Domenicali, Chefe de Equipe da Ferrari, teria descartado a possibilidade da Escuderia tornar a utilizar a boa e mais confiável placa, conhecida por pirulito, em substituição à (na falta de um de um nome mais apropriado) "placa semáforo".

Na referida matéria, o Sr. Domenicali justifica a decisão com argumentos óbvios, dizendo que o efeito da "placa semáforo" teria a mesma função do "pirulito" e sua observação seguiria os mesmos parâmetros, ou seja, luz vermelha acessa, mesma função da "placa pirulito" abaixada; luz verde acessa = "placa pirulito" erguida. Como já disse, tudo muito óbvio!

Para complementar esse assunto, peço licença ao Sr. Paulo Bittencourt (que diz estar morando nos EUA e afirma ter visto a referida placa com mais detalhes); Segundo observações do Sr. Paulo Bittencourt, a placa utilizada pela Ferrari, teria as seguintes indicações: stop, in gear e go. parece-me que esta informação complementa e corrobora o que escrevo a seguir.

O que me parece que deva ser considerado por todos é que, o tamanho da "placa pirulito" torna-a mais visível do que a sinalização luminosa (pelo menos é o que parece ser para quem assiste pela TV), além do que, no caso de uma saída inadequada, faz com que o carro toque o placa, o que muito provavelmente, aumenta a percepção do piloto, por mais tênue que seja o toque. Não se esqueçam de que o carro e piloto praticamente se "fundem" e o mínimo toque é percebido. Quem já pilotou conhece bem essa realidade. Outra questão é a intensidade luminosa da "placa semáforo"; Por mais sofisticada que seja, composta por leds (se for o caso), mesmo assim, não se compara à luminosidade do sol. Logo dependendo do angulo e se, o piloto ficar em frente ao sol, certamente terá sua visão parcialmente ofuscada e não conseguirá ler perfeitamente a indicação eletrônica. Mais um ponto para o pirulito!

Estoque de bicos dos BMW
Salvo que a referida "placa semáforo" tenha uma grande tecnologia interagindo com todo o procedimento de pit-stop como sugere o Sr. Eduardo Correa em sua coluna O verão de Massa, nada mais parece justificar a manutenção da utilização da "placa semáforo". Pelo menos pelo aspecto segurança.

Se a Equipe Ferrari continuar a utilizar seu atual sistema de sinalização no box, penso que seja oportuno o questionamento: qual a vantagem da "placa semáforo"? Ela interage mesmo, com todo o sistema de pit-stop? Em caso afirmativo, estaria a referida placa, "dentro do regulamento"? interferiria a placa,na vazão da bomba de combustível para abastecimento nos pits? Como fiscalizar isso tudo ?

É provável que muitos discordem de mim e me considerem louco, mas a minha intenção é resgatar aquele "espírito inicial" do GPTotal, onde todas as teorias eram acolhidas, e tudo terminava numa discussão saudável, sem as ofensas que infelizmente, ocorrem em profusão hoje.

Seja como for, tudo indica, pelo menos até o presente momento, que a referida placa é um fator de risco a mais.

Forte abraço à Família GPTotal

Paulo C. Winckler, Porto Alegre

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Olá amigos do GPTotal

Gostaria de saber uma coisa. Se o Sebastian Buemi é novo piloto da Toro Rosso então como ficou a situação do Bruno Senna. Será que ele já dançou com a possibilidade de ir à F1?

Gostaria de registrar que fiz um comentário sobre os 30 anos da morte do Ronnie Peterson e que não foi publicado no site. Blz?

Um abraço

Iron Menezes de Santana

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Amigos do GPTotal

muito se fala sobre Schumacher e sobre esses novos pilotos da F1, mas fenômeno pra mim até agora só acompanhei um: Senna.

Os Force India sendo montados
Era brasileiro, o que foi importante para história esportiva do país, mas sem dúvida nunca vi um piloto que antes de chegar F1 já assombrava o mundo ganhando simplesmente tudo, era trocar de categoria e ele ganhava e só não ganhou o mundial de Kart porque vocês já sabem da historia foi garfado literalmente. Senna foi um piloto que confirmou sua condição e o sucesso na F1 era inevitavel.

É por isso que sua morte pra mim foi prejudicial a F1, pois Schumacher sem alguém para combater monopolizou a categoria e deteve em favor de si todos os recordes.

Márcio, Araguaína

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Amigos do GPTotal,

É a primeira vez que faço um post e já para falar de um assunto muito questionável, do qual gostaria de saber as opiniões dos amigos do site: Lewis Hamilton é realmente o gênio que se apregoa? Na F1 vale mais o amadurecimento e a consistência que traz resultados ou o brilhantismo, aquele lampejo de encher os olhos que já vimos em muitos com poucos resultados (vide Mansell, Ickx e Villeneuve) e em pouquíssimos com bons resultados?





Edu,

Que a volta dos pneus slicks, já a partir do ano que vem, trará por si só maior velocidade de curva parece fato, mas tal condição, se não combinada com mudanças aerodinâmicas padrão de regulamentos (e aqui vale lembrar que os projetistas sempre tiram coelhos da cartola nesse aspecto) não podem desestabilizar os carros ainda mais mediante o vácuo? Essas medidas por si só, na sua opinião, trarão mais disputas (o que de fato queremos ver!)?

Abraços,

Átila Almeida, São Paulo






Átila

Ninguém – ninguém - sabe, ao certo, o que as mudanças no regulamento técnico significam para a Fórmula 1.

Ainda estou amadurecendo uma opinião sobre as novidades para 2008 e, em princípio, acho que elas podem ser positivas, representando uma simplificação inteligente do regulamento mas, de verdade, nem eu nem ninguém pode garantir que haverá mais ou menos ultrapassagens ou equilíbrio entre as equipes.

Abraços (EC)

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Caros amigos,

Acho que após o GP da Itália, realmente apareceu um novo talento: Sebastian Vettel. Eu acho o Hamilton um excelente piloto, mas, reafirmo aqui o que disse em outras oportunidades. Se ele estivesse com um Renault, uma Honda, uma Toro Rosso ou uma Force India, ele estaria disputando o título? Creio eu que não. Como todos sabem, ele teve toda sua carreira gerencia por Ron Dennis e logicamente que quando chegasse a F1, estrearia pela McLaren. Ron não correria o risco de colocar seu menino-prodígio em uma equipe mediana e acabar com sua reputação. Resumindo, com a equipe que tem, com o suporte que tem, é lógico que o Hamilton tem que estar, no mínimo disputando o título.

Vettel
Quanto ao Vettel, estreou substituindo o acidentado Kubica e marcou pontos em sua primeira corrida. É uma marca impressionante? Sim, se levarmos em consideração o fato de que ele não estava à bordo de uma McLaren e sim de uma BMW, que não tem o nível de desenvolvimento da Ferreri e nem da McLaren. Na sequência, foi exilado na Toro Rosso, onde 11 entre cada 10 especialistas diziam que ele não iria longe, engrossando à lista dos pilotos que passam na categoria e não fazem nada de especial.

Eis que, algum tempo depois, nos vemos celebrando sua 1ª vitória, em um dos templos do automobilismo mundial e agora sem alçado ao status de futuro campeão. O que me leva a concluir o seguinte: Muitos, mas, muitos amigos do site, adoram colocar o Hamilton em um pedestal, o chamando de fenômeno, excepcional e todos os tipos de elogios possíveis.

Então eu pergunto: Se o Hamilton disputando o título, com um carro excelente, é um fenômeno, o Vettel, vencendo um GP com uma Toro Rosso(com pole e tudo), é o que? Uma das criticas ao Piquet Jr, é o fato de ele não conseguir resultados expressivos, mas temos que levar em consideração um fato que muitos ignoram na hora de criticá-lo: O carro da Renault é extremamente difícil de se acertar. Para o Alonso é um pouco mais fácil, pois já tem uma bagagem com carros ruins, mas para o Piquet Jr. é bem complicado. Não estou querendo comprar briga com ninguém aqui, nem estou defendendo o Nelsinho, até porque a impressão que se tem é que ele entregou os pontos, já se convenceu de que vai ficar à pé no ano que vem. Apenas quero pedir para todos terem muito cuidado quando foram elevar alguém ao status de fenomenal, pois tem todo um contexto ao redor, que muitas vezes ignoramos.

Um abraço à todos

Alex Cristiano de Sá, Santo André

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Depois de ver os GPs de Monza e Spa com chuva, e relembrando outros dessa temporada como Silverstone e Monaco, não me lembro de outra temporada com tantos GPs com chuva.

Alguém teria na memória qual foi a temporada com mais GPs sob chuva que já ocorreu?

Júlio Rissa, Foz do Iguaçu






Não sei lhe dizer, Júlio. Vamos aguardar pela ajuda dos leitores.

Abraços (EC)

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Saudações!

Em uma das minhas pesquisas na internet, encontrei uma imagem que condiz com algo curioso que aconteceu em 1978, quando houve um grande desacerto financeiro na Arrows.

Eles ficaram sem dinheiro para pagar o transporte da equipe de Buenos Aires, onde correu, até o Brasil, próxima etapa. A Varig fez o transporte graciosamente. Em agradecimento, a Arrows estampou o nome da Varig nos carros com que correu em Jacarepaguá.

O Arrows com patrocínio da Varig Ao volante, Riccardo Patrese
Grande abraço a todos!!!

José Jurandir Junior, Ferraz de Vasconcelos

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Apenas confirmando o que já foi dito por alguns leitores, o GP de Cingapura é sim o de número 800 da história da F1.

Quem quiser conferir, tem um bom link para esse tipo de informação aqui:

www.chicanef1.com

[]s

Luis Renato, Curitiba

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Olá pessoal,

Respondendo à pergunta do amigo Paulo Abreu, o GP de Cingapura será realmente o GP oficial de número 800 na história da F1.

Nesta mesma etapa, Rubens Barrichello chegará a 267 GPs. Isto significa que, a cada três GP´s de F1, Rubinho esteve presente em uma! Trata-se de uma marca realmente impressionante e que deve ser respeitada.

Abraços a todos,

Leandro Neves, São Paulo


Opiniões e Dúvidas dos Leitores 23.09.08
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Vi em outro site de automobilismo (e aqui no Gptotal) uma reportagem sobre o grande Ronnie Peterson. Achei que dava um filme!

Peterson com Tyrrell em Interlagos 77
É impressionante como aqueles homens dos anos 70 eram heróis (ou pirados) e enfrentavam os desafios de forma tão corajosa. Na verdade o conceito de bom piloto naqueles tempos incluía critérios como velocidade, acertar bem o carro e talento para andar rápido (como nos dias de hoje). Mas o fator Talento era diretamente proporcional a capacidade dos pilotos de dominarem o medo ou mesmo de não terem medo da morte. Achei bacana o neto dele, nascido em 2003 de sua única filha, se chamar Max Ronald - segundo nome do Ronnie Peterson.

Pode vir a ser uma reencarnação...

Um abraço!!

Iron, Belo Horizonte






Relembre Ronnie Peterson, que faleceu após uma acidente em Monza, trinta anos atrás, em nosso especial sobre a carreira dele.

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Carlos Chiesa foi brilhante em sua coluna E se o Massa ganhar?

Sua analogia em relação a Guga e Maurren foi perfeita. Debochamos, falamos mal e maltratamos pessoas muito especiais, sem avaliar os contextos em que suas más atuações ou decadência se dão. Depois, queremos ser politicamente corretos ou somos ufanistas. Assim é na F1, no futebol e em várias outras áreas.

Aos entendidos do tipo acompanho a F1 desde a época do guaraná de rolha, não precisam colocar Massa em suas afamadas e respeitadas listas de maiores de todos os tempos, pois isso não diminuirá o brilho do que esse rapaz vem fazendo. Que bobagem compará-lo o tempo todo com Senna, Piquet, Alonso, Hamilton e quem quer que seja. Respeitem o fato de que a Ferrari, equipe mais tradicional e importante para o esporte/negócio chamado Fórmula 1, considera Massa capaz e digno de ocupar uma vaga em seus carros. Ele não levou nenhum grande patrocinador nem é filho de pai milionário. E, gostem ou não, tem grandes chances de ser campeão!

Felipe Massa dá entrevista em Monza
Também acredito num sentimento nato de inferioridade que permeia o inconsciente coletivo dos brasileiros. Isso de fazer troça sobre a desgraça ou fracasso alheio é uma maneira de desabafar a frustração por não sermos sempre os melhores. Somos frustrados em nossa vida profissional e conjugal, despejando todo nosso veneno naqueles que lutam por estar no topo e que, quando lá chegam, dizemos que foi por obra do acaso, pura sorte. Se não chegam, são chamados de incapazes, ridicularizados e desprezados.

Àqueles que dizem que a F1 de hoje não exige talento, pois só se faz apertar botões, sejam honestos: consideram-se tão bons analistas mesmo? Ao expressarem tal opinião, embora considero legítimo seu direito em fazê-lo, só fazem papel de ridículos.

Por fim, não cito nomes nem dirijo minhas palavras a este ou a aquele. Mas acho que quem ainda não leu a coluna do Chiesa, que o faça. E façam um exame de consciência.

Abraços a todos!

Klaus Mittelstädt, Blumenau

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Caros leitores/internautas

acabo de ler a coluna do Chiesa e algumas cartas postadas aqui. Não é preciso ir muito longe para chegar na mesma conclusão do Chiesa. Já passo aqui no GPTotal há alguns anos; sempre fui discreto, escrevi pouco e sou da mesma opinião de um leitor que os 36 anos em que acompanho a F1 não me faz mais especialista que ninguém, sou apenas alguém que gosta de um esporte e acompanha ele se faz tempo.

OK, sei de coisas mas tem pessoas que sabem mais, outras menos, primeiro porque não existe um critério que defina de forma concreta quem sabe mais ou menos - ou existe? Algum órgão, universidade, escola está realizando testes e emitindo certificados de qualidade dos conhecimentos sobre F1? De algum tempo para cá, notei o sumiço de alguns frequentadores e o aparecimento de outros mas confesso que algo já me incomoda: a forma mais recente como alguns tem se portado aqui para querer se atribuir o titulo de maior conhecedor do assunto. Agressões verbais estão mais à tona que a troca de conhecimento que no fundo é o propósito dos idealizadores do site.

Amigos, discordar da opinião alheia é bom, quando usada da forma correta, faz com que as partes cresçam e agreguem mais conhecimento; foi com discórdia que a humanidade cresceu e descobriu coisas fenomenais. Agora uma coisa é discordar, outra é partir para a ofensa gratuita. Tem pessoas aqui com conhecimento fantástico sobre automobilismo que se perdem num rosário de ofensas e eclipsa aquilo de bom que tem.

Sei que o que escrevi pode ser chato e não quero me imbuir do titulo de inocente, mas se fizéssemos um pacto de não agressão e voltássemos ao propósito inicial de debater, inclusive talvez promovendo encontros nas cidades onde já percebemos que podemos fazer, poderíamos criar eventos muito positivo, criar laços mais forte de amizades e compartilhamento da nossa paixão, a paixão que nos motiva sempre dar uma passadinha aqui para ler algo que nos ensine mais sobre nosso esporte de paixão.

O que vocês acham? Um pacto pela paz, pela não agressão, e principalmente para nutrir nossa paixão. Pensem só nos domingos que estamos fisicamente distantes mas todos fazendo em seus lares a mesma coisa, na frente de uma TV liberando nossa paixão comum, temos muito mais o que possa nos unir que nos agredir

Tenham uma boa semana

Mário, São Paulo

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Sensacional a coluna de Carlos Chiesa!

Realmente ele foi ao ponto, só não concordo com empatar com a Bolívia, mas de resto é para se ler várias vezes. Só para complementar, eu fico pensando por exemplo no pessoal do remo nas Olimpíadas, sem chance alguma de medalha, passam despercebidos. Alguns nem sabem que eles foram competir, por outro lado não correm o risco de serem chamados de pé de chinelo.

Penso tambem em Burti, Diniz, da Matta, pilotos que tiveram grandes momentos mas que passaram despercebidos, por não terem uma vitória. Lembro também do Bernoldi, que foi muito elogiado enquanto corria mas a sorte lhe deu as costas. E no caso do Rubinho? Perder para um Schumacher é desprestigio ou uma verdadeira honra?

Penso que esporte é puramente esporte e acredito realmente que o importante é competir com honra, ganhar é uma conseqüência maravilhosa, tenho verdadeiro asco quando leio alguem criticando esse ou aquele por não ser campeão, por ter dado uma rodada etc. Repito: o importante é competir, com honra

Durval Pereira, Salvador

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Caro Carlos Chiesa,

eu disse que não iria mais escrever para o GPTotal mas a após ler sua coluna não resisti. Desisti de participar das discussões do GPTotal justamente por tudo que você cita em sua coluna. Em um dia, o cara é gênio, no outro, cabeça de bagre.

Você citou Guga, e me lembro que no ano seguinte a seu primeiro titulo em Roland Garros: ele foi eliminado do torneio na segunda rodada, se não me engano. Ouvi gente dizendo que ele deveria ter parado após aquela “zebra” do ano anterior. Só que no ano anterior a seu primeiro titulo, Guga havia sido o jogador que mais subira no ranking da ATP. Após o “fracasso” no segundo RG, ele nos deu mais um monte de títulos e alegrias e mesmo assim até hoje ouço criticas a ele. Como já tivemos diversos campeões no tênis e como todo o brasileiro acompanha a fundo a temporada de tênis e é um expert no assunto, acho que as criticas são corretas! Bando de imbecis!

Massa treina na 6a feira, em Monza
Eu sempre critiquei a inconstância do Massa, algo que ele parece ter corrigido. Como já escrevi anteriormente, alguns parecem demorar mais para amadurecer. Agora me parece um piloto com capacidade suficiente para ganhar um titulo mundial. Pode não ser um gênio com Piquet, Senna e Emerson, mas em um país como o nosso, sermos brindados com três gênios já não é muito mais do que merecemos?

Já outros pilotos que estão chegando por aí, talvez possam nos dar alegrias, apesar de a bola de cristal de alguns leitores anteciparem que Bruno Senna será um fracasso na F1. Para você ver como o brasileiro consegue ser irritante. O cara nem chegou na F1 e já é criticado como PILOTO DE F1! Como você bem lembrou, ninguém acompanha o antes. Bruno estreou no automobilismo em 2004! Pode não vir a ser gênio, mas nem todos os campeões da F1 eram gênios.

A questão dos tempos do Cielo, eu já tinha notado e achava que ele seria o nosso destaque na natação nas Olimpíadas, mas a Rede Globo precisa de um candidato a herói de tempos em tempos para alavancar a audiência. Sobrou para o coitado do Tiago que agora carrega a pecha de fracassado. Nós que temos uma “estrutura fantástica” para esportes olímpicos, logicamente temos o direito de cobrar estes atletas! O cara se mata, põe dinheiro do próprio bolso e vem um torcedor babaca achando-se no direito de criticar ou cobrar. Pelo amor de Deus. Precisamos urgentemente reavaliar o nosso nível de idiotice.

Por tudo isto, quase nem tenho lido a seção das cartas de leitores do site, pois, com algumas exceções, tornou-se uma fonte de irritação pelas besteiras escritas. Alguns ainda posam de profissionais, mas como leio vários jornais por dia, já me habituei a ler as mais incríveis imbecilidades escritas por “profissionais”.

Enfim, parabéns pela excepcional coluna. Uma das melhores que já li no GPTotal.

Rogério Tófoli Kezerle, São Paulo

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Chiesa,

Se ganhar, não! Massa vai ganhar mesmo e vamos cruzar os dedos.

Agora, vendo este sistema de aterramento para o Kers da McLaren, imagina se as coisas não derem certos durante uma prova e um piloto receber uma descarga durante uma prova, vai ser uma situação trágico-cômica, pois ninguém ainda sabe o que poderá acontecer com este sistema.

Acho que o campeonato sendo decidido nesta reta final por Massa e Hamilton, qualquer um deles que ganhe vai ser bem merecedor, pois os dois foram quem dominaram o campeonato este ano, a não ser que haja novamente uma zebra, mas não acredito que um raio caia no mesmo lugar 2 vezes.

Não podemos esquecer também, numa escala já muito improvável, mas não impossível, o Kubica corre por fora, vai saber se o Massa e Hamilton nesta reta final não se estranhem numas 2 etapas e ficam de fora, o narigudinho, discípulo do Prost possa levantar o caneco.

Jovino, Brasília

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Olá amigos do GPTotal

Lendo a coluna Interlagos do Roberto Agresti, queria dizer que também considero Interlagos o Templo do que sobrou do nosso automobilismo. É uma pista bacana e quando posso, sempre vou assistir corridas lá.

Mas a minha grande dúvida: qual o traçado que os carros de F1 utilizavam em Monza passando pelo oval? Estive olhando pelo Google Earth e não consegui entender ainda. (desculpe pela minha ignorância!)

É uma pena que não utilizam mais e nem ao menos os italianos não preservam aquela parte do cirtuito que na minha opinião, é uma das pistas ovais mais espetacular que já vi.

Um grande abraço a todos!

Carlos, São Paulo






Monza 55 - Clique para ampliar
Oi Carlos

Dê uma olhada em nossas páginas mais antigas usando a ferramenta de busca pois já explicamos direitinho a questão do traçado de Monza incluindo as curvas inclinadas. Uma dica: os carros passavam duas vezes diante dos boxes. Por isso a reta de largada é tão larga.

Abraços (EC)

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Ao Agresti,

Acabei de ler sobre o seu templo, que assim chamo o meu Tarumã também. Considero sim Interlagos importante, para mim a capital federal mais por causa da F1, como você bem falou. Estou morando no Rio e lamento profundamente os malefícios da política aqui nesta terra bonita por natureza! O que fizeram em Jacarepaguá é, foi e sempre será uma mácula no automobilismo brasileiro, que a duras penas sobrevive.

E um país que mata mais gente no trânsito que as guerras que acontecem por aí. Um indústria da multa que enriquece os cofres municipais que pouco investe no próprio trânsito que á enriquece.

Não seriam os autódromos o palco perfeito para treinar e formar novos motoristas? Tanta coisa poderia ser escrita em função da estercalhação de uma pista (como Jacarepaguá), e quem sabe outras que a gente nem sabe qual será o destino. Um templo não deve ser demolido, mexido, defenestrado!

Nossa religião corre sérios riscos e isto precisa mudar - corridas brasileiras, reais categorias de formação, pistas!

Abraço

Rogério, Rio de Janeiro

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Muito legal a matéria do Luís Fernando Ramos sobre o Heinz Prüller, O Galvão da Áustria.

Meu maior hobby ultimamente é baixar corridas antigas da F1, especialmente dos anos 70. O estilo de locução, tanto do Heinz Prüller quanto do Murray Walker, me causam uma saudável sensação de revival, nostalgia da boa mesmo da minha primeira década de vida. Uma espécie de máquina do tempo que revela uma década pra lá de especial. Assistam a qualquer vídeo desses ouvindo de fundo um Led Zeppelin, Bad Company, Rush, Boston...

Sensação das boas.

José Everson de Abreu, Vitória

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Olá a todos do GPTotal

Sobre o Friends Bigorna, minha humilde opinião: acho que as equipes encontraram um ótimo espaço para aumentar a visibilidade de seus patrocinadores no carro, isto é, essa bigorna serve apenas como peça publicitária, influenciando pouquíssimo no desempenho do carro, já que a peça em questão não chega a atrapalhar...

A bigorna do Honda
Gildivan Martins, Sousa (PB)

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Não gosto de corrida com chuva, muito menos em Monza.

Não consigo ver uma corrida em Monza com chuva, ali no circuito mais rápido da temporada, ver os carros não chegando no limite deve ser frustrante. Quero ver os carros chegarem aos 350km/h, pularem as zebras altas, fazer a parabólica como se o carro fosse ser arremessado para fora da pista...

Adoro Monza. Junto com Spa, é minha corrida preferida!!!

Júlio Rissa, Foz do Iguaçu

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Prefiro Monza com tempo bom, pois é a prova mais veloz da F1...

Que a chuva fique pra as corridas mais lentas e a gente possa ver um F1 rasgando as retas a 350km/hora em Monza!

Jack, Vitória (www.downforce.com.br)

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Prezados Amigos do GPTotal

Na minha avaliação, o GP de Monza foi muito bom, principalmente pela presença da chuva, fato raro na época em que é realizado seu GP de Fórmula 1.

Alonso sob a chuva de Monza
Creio que Rubens Barrichello poderia ter tido melhor performance se não fosse Monza, um circuito de altíssima velocidade; quaisquer vantagens que Rubinho pudesse ter por sua inegável habilidade em pilotar em pista molhada e principalmente, sob forte chuva, foi anulada pela nauseabunda performance de seu Honda F1, principalmente, no que tange, a velocidade final.

Todos sabemos que em circuitos de média e baixa velocidade, o equilíbrio proporcionado pela chuva é muito grande, a ponto de anular praticamente, vantagens dos carros de ponta. Em circuitos de alta velocidade, a potência dos motores é ainda o fator mais importante, não importando as condições climáticas. No conjunto de circunstâncias, outros fatores, como por exemplo, o equilíbrio do carro, capacidade de transferir potência ao solo, etc. são importantes, também, mas em circuitos de alta, individualmente analisando, a potência é o fator que fala mais alto.

O grande destaque da prova foi Sebástian Vettel, não apenas pelo obvio, que foi sua primeira e brilhante vitória na F1, bem como, o recorde de ter se tornado o Piloto mais jovem a vencer sua primeira corrida de Fórmula 1.

Todos nós sabemos que o resultado de uma competição, não segue necessariamente uma lógica matemática, pois ilimitados são os fatores que conspiram contra ou a favor dos competidores, mas não há como ficarmos alheios à lucidez desse jovem piloto, que segundo informações dos comentaristas da Rede Globo, teria "afinado" sua sensibilidade para pilotar na chuva, treinado com um kart, abaixo de chuva , e com pneus slick! Como também, deve ser do conhecimento de todos, o kart tem uma dinâmica de pilotagem muito semelhante à dinâmica de pilotagem de um Fórmula 1, e ao que podemos constatar, a estratégia deu muito certo.

Parabéns a Sebástian Vettel.

Forte abraço à Família GPTotal.

Paulo C. Winckler, Porto Alegre

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Concordo com o leitor que disse que as áreas de escape asfaltadas deveriam ter algum dispositivo que pudessem danificar o carro, como por exemplo, cones de algum polímero duro o suficiente para danificar o carro e com regime elástico lá na cucuia (tenho certeza que existe, se neguinho fez um túnel gigante pra dar porrada em átomo...).

Só desta forma poderiam ser evitadas decisões polêmicas como a de Spa 08.

Bom, na minha opinião de brasileiro, hehehe, a punição foi justa, acho que se o Hamilton segurasse a onda passaria depois.

Torço pelo Massa!

Abraços!

Leandro P P Souza, Resende

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Molhado GP da Itália!

Quem vence primeiro, Lewis Hamilton ou Barak Obama? A resposta, já já.

Bela corrida, histórica vitória de Bastião Vettel, o mais novo em tudo, pole position e vitória, tanto ele quanto a Toro Rosso mereceram essa vitória, claro que em condições normais de tempo a história seria outra, seria a do campeonato, história essa que foi contada um pouco mais pra trás do grid, com um Massa largando na terceira fila e um Hamilton lá de trás atropelando literalmente todos os que a sua frente estavam, algumas dessas ultrapassagens na minha opinião até exageradas da parte do atual líder do campeonato.

Vettel, vencedor em Monza
Mais uma vez minha teoria de cova para o Kovalainen ganha força, ele poderia pelo menos ter dado uma pressionada no Vettel, o cara está em seu segundo ano de F1 em uma das melhores equipes e pilota como se ele estivesse na Toro Rosso e o Vettel na McLaren, é que o Ron Dennis ainda não escuta meus conselhos, mais o Nico Rosberg seria de muito mais utilidade para a McLaren.

Em relação ao Raykkonen, não direi nada pois sei que a Ferrari não anda nada na chuva, apesar de eu achar que ele poderia ter tentado algo na corrida, algo que o Massa fez, tentou até, porém o cavalo rampante deste ano não anda nada no molhado, voltando ao Hamilton, o corajaso, andou, andou e andou, passou, passou e passou, quando chegou no Massa parou, e parou porque? São erá que a McLaren decidiu ficar ali mesmo???ou ele não teve coragem de enfrentar no piloto?

Bom, vai saber. Péssima corrida do Piquet, poderia ter andado mais, já que o Alonso está sempre entre os seis primeiros e o Piquet sempre entre os 13, se quer ficar, tem que mostrar mais. O Barrichello eu não falo nada pois a carroça da Honda não é um carro de F1, parece um carrinho de Lego (a Lego e todos os amantes desse brinquedo como eu que me desculpem).

O Bastião Bordais que estava indo bem até o carro apagar antes da largada, uma pena. O Kubica mostra boa forma porém não me agrada um piloto reclamar dizendo que a equipe está prestando mais atenção no outro do que nele, nunca tinha reclamado, bastou o Nick Heidfeld voltar a andar bem que o polonês começou a murmurar, ele que continue a mostrar serviço pois não é a toa que ele é o 3º no campeonato.

Fora tudo isso o que mais se tem a dizer é que a ultrapassagem do Massa sobre o Rosbesg foi linda e legal e não necessitava de devolução de posição por parte do brazuca, mais tudo bem heheh

Corrida fora dos padrões com uma ótima surpresa e um dos melhores pódios dos últimos anos onde a torcida que sempre vibrou com a italiana Ferrari teve que vibrar com a italiana Toro Rosso.

Como foi bom ver Gerhard Berger num pódio de F1 novamente.

Agora é esperar o GP de Cingapura e ver no que dá uma corrida à noite, espero que dê Brasil....

A resposta a pergunta do início do texto: Espero que dê Barak Obama, mudanças são importantes para o mundo e quebra de preconceitos também. Já o Hamilton, eu torço para que ele seja vice-campeão pela segunda vez consecutiva, quem sabe ele abaixa um pouco a bola, tá precisando.

Torço por Massa como já deu pra notar mais ainda não sei quem é favorito, o GP de Cingapura dirá. Mutchas gracias, hasta luego.

Rômulo Rodriguez, São Paulo

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Bom, pessoal, vou fazer apenas alguns breves comentários:

1.º - “Ele só pode ser guarda-noturno porque vai ter tempo sobrando assim na guarita do condomínio! Meu chapa, tem um tanque de roupa suja pra lavar aqui em casa, tá desocupado?”

Sinceramente, não entendi o texto acima como desrespeito a guardas-noturnos e/ou empregadas domésticas. O que entendi - e acho que todos aqui entenderam assim - foi que, por trabalharem à noite (noturno vem de quê?), teoricamente eles possuem a manhã e a tarde livres (teoricamente, pois há aqueles que trabalham nesses horários também); e quanto ao tá desocupado?, provavelmente o leitor está sem empregada e fez a proposta - em nenhum momento desrespeitando as empregadas domésticas;

2.º - Ricardo Rosset foi muito, mas muito pior que o Nelsinho nesse retrospecto de largadas atrás do companheiro de equipe - não lembro quantas, mas ele perdeu os 16 primeiros treinos para Verstappen (1996), o único contra Sospiri (1997) e os seis primeiros, se não estou enganado, para Takagi (1998);

3.º - o GP de Cingapura será o de n.º 800 mesmo. Cheguei a ficar em dúvida, pois fiz as contas a partir de Austrália/1990 (GP n.º 500) e a soma só dava 785. Até que a anta que vos escreve percebeu que, se incluísse os 15 primeiros GPs deste ano (até Cingapura), chega-se a 800...

Márcio Vilarinho Amaral, Olinda

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Desculpe Edu

com o maior respeito à sua opinião na coluna Uma decisão política, permita-me discordar:

1º) que "a trajetória do Kimi justifica a decisão de Hamilton, de cortar a chicane". Entendo que ele deveria ter freado, entrando atrás do Kimi para contornar a curva.

Kimi
2º) Mesmo tendo "devolvido a posição" ao Kimi, e a regra não dizendo nada além disso, entendo que o Hamilton levou vantagem ao atacar em seguida, aproveitando-se do favorecimento criado por ele mesmo. No mínimo faltou-lhe ética. E mais, segundo matéria publicada no site do Terra, em reunião realizada em Monza, os pilotos deram total apoio à decisão dos comissários. Para os pilotos, ainda que não estivesse 100% explicita no regulamento, ao fazer uma passagem pela chicane, o piloto é obrigado a esperar pelo menos uma curva para tentar a ultrapassagem.

Quanto ao fato de que o "cara é dominado inteiramente pela doença incurável do impulso da vitória" concordo plenamente, só que, além de já ter visto esse formidável impulso no Senna e no Schumacher, já vi a mesma coragem em muitos e muitos pilotos. Quem sabe as demonstrações de destemor do Hamilton não sejam facilitadas pelo fato de ser apadrinhado do Ron Dennis e ter tido a oportunidade de aparecer na F-1 em uma equipe de ponta, consequentemente com muito maior visibilidade para demonstrar suas habilidades e têmpera de campeão.

Nicolau, São Paulo

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Passar por uma área de escape em um curva normal é muito diferente de passar na área de escape de uma chicane.

Em uma curva convencional, como a La Source, ao percorrer a área de escape, aumenta-se a distância percorrida, bem como perde-se velocidade por conta do maior atrito do piso, que na área de escape é diferente do pavimento da pista. Por outro lado, ao percorrer a área de escape, reduz-se a área percorrida, com o benefício de o piso de maior atrito prover eventual redução de velocidade para retornar a pista (fazer a segunda perna da curva), com segurança.

Aproveitando que a F-1 está em Monza, faça-se um exercício simples: imagine a conseqüência de utilizar a área de escape nas Variantes Goodyear, Della Roggia e Ascari ou de utilizar a área de escape nas curvas Grande, Di Lesmo e Parabolica.

Assim, qualquer discussão acerca da aplicabilidade da punição sofrida por Hamilton àqueles que passaram pela área de escape na Source não passa de inconformismo descabido.

Simples assim.

Daniel Nishikawa

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Na minha opinião, os comissários acertaram na punição. É a segunda vez nesse ano que o safado do Hamilton corta a chicane deliberadamente, vou falar como lá na Paraíba, foi SACANAGEM, mas dele. E pagou pela segunda vez. Acho válido o apetite dele, mas assim como não gostava do lado sujo de Schumacher e nem de Senna, me sinto confortável em falar dele. O cara podia muito bem ter freado, pois na hora em que ele virou pra cortar caminho, o Kimi estava com quase todo o carro na frente. Pra quem duvida, aqui vão alguns vídeos.









Fica no ar a pergunta:

Ele tirou o carro pra não bater, é o que os defensores dizem. Não vou falar como Alonso, mas se fosse uma brita ou grama, será que ele teria feito o mesmo pra evitar o toque? Duvido.

Abraços do Sul!

Ricardo, Curitiba

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Olá amigos,

Realmente o GP da Bélgica está dando o que falar. Acho que o fato de termos tantas opiniões diferentes sobre a punição se deve ao histórico da FIA em decisões estranhas. Isto vem desde à época da FISA, e não iria ser agora que a coisa iria mudar de figura. Só para citar alguns exemplos: Às decisões dos títulos de 89 (esta sem dúvida muito lembrada por todos), 94, 97, à punição à Alonso no treino para o GP da Itália à 2 anos atrás, enfim se começarmos à analisar vamos achar, várias decisões que podemos dizer que são, para ser no mínimo educado, esquisitas...

Estranhesas à parte, eu achei que à punição foi severa, mas, que o Hamilton realmente tirou vantagem, isto ninguém pode negar. Deixou o Kimi passar, mas, ficou colado e em uma posição excelente para uma ultrapassagem. Não digo que o Hamilton deveria deixar o Kimi abrir 3 segundos de vantagem, mas, contornar a curva atrás do finlandês era o mínimo que ele poderia ter feito, pois se ele estava com um carro tão superior, como aparentava, seria mais simples contornar o grampo e descer a Eau Rouge colado no Kimi que com certeza faria à ultrapassagem sem nenhum susto.

Acho também que se a Ferrari estivesse com Ross Brawn, sem dúvida ele mandaria o Massa trocar pneus, pois pelo o que vimos na seqüência da corrida era perfeitamente possível, fazer à troca e recuperar o tempo perdido além de ganhar posições... Realmente a Scuderia não é mais à mesma...

E a FOTA, o que vocês acham? Vai pegar ou vai ficar só na conversa?

Um abraço!!!

Alex Cristiano de Sá, Santo André

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Onde é que está escrito isto?

O regulamento diz o seguinte: “se um piloto se beneficiar de outro ou de outros, utilizando-se por uma eventualidade de um trecho de pista não convencional (atalho); deverá para evitar punições impostas, ceder na pista a posição ou as posições que conquistou com a atitude”.

Me desculpe Firmo e outros jornalistas que leram esta parte, no regulamento, que o piloto deve devolver a posição. Diria o Padre Quevedo: isso não egziste.

Embora não me agrade o trabalho do Reginaldo Leme, ele deu um banho em todos vocês. O que não pode e isto o regulamento veta é numa manobra ofensiva o piloto levar vantagem, em sendo esta manobra ilegal, e cortar uma chicane é uma manobra ilegal. Os jornalistas que afirmaram o contrário, por favor sejam mais profissionais, inclusive tu, Firmo.

Outra coisa: está na hora de pararem de considerar o Rubinho uma vítima do Schumacher, quando ele embolsava onze milhões de dólares ano para ser segundo piloto do alemão. Azar o dele que achava que era melhor que o cara. Ademais isto só falam nas duas vezes que o Rubinho cedeu a posição pro alemão, esquecendo as retribuições que o Schumacher deu ao Rubinho em Indianápolis e em Monza, com duas vitórias em dois templos do automobilismo.

Não sei o que vai ocorrer amanhã em Monza, mas ponho minhas fichas no Massa.

Abraço a todos

Carlos Alberto Petry, Taquara

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O Ewerton está plenamente correto.

Todos avaliam que a única manobra possível era a feita por Hamilton quando, na verdade, é bastante claro que a manobra indicada era retrair-se, frear e manter-se na trajetória. Não há falar em plano de intenções ou outras mazelas, com quer fazer crer o colunista Eduardo Correa. Nada aqui é subjetivo. Entre frear e manter-se atrás - que seria o lógico, lícito e recomendado - Hamilton - com a rapidez de raciocínio que parece ter - vislumbrou a vantagem irregular de sair com giros altos e o ganho que daí adviria.

Fato incontroverso que, naquela situação, houve irregularidade e, pior, com plena ciência do piloto de que a vantagem seria aproveitada, mesmo com a aparente devolução da posição. Como bem disseram vários pilotos: bastava ter um pouco de paciência e sabedoria que a ultrapassagem aconteceria a seguir. Curioso é pensar que quando Schumacher agia com o mesmo ímpeto e perícia era tachado pelos firmos da vida como canalha, pernóstico, vigarista e outros termos absurdos.

Wanderson Ricardo marques, Armação dos Búzios

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Boa tarde amigos do Gepeto.

Não escrevo já a algum tempo, por achar que o site deveria trazer outras assuntos já comentados por outros leitores (histórias, técnica de carros e pilotos, etc), e não o mesmo bate boca de sempre (quem é melhor que quem, e por aí vai).

Bom, mas não pude resistir e aqui estou escrevendo, assunto: punição do Hamilton. Primeiro devo dizer que torço por ele, pois gosto de sua maneira de guiar, e que logo em seguida a punição fiquei p... da vida, achando maracutaia, complô, etc. Lendo sobre o assunto, descobri que devolver a posição após cortar a chicane faz parte de um acordo de cavalheiros, passei a entender menos ainda a punição, pois ele (Hamilton) devolveu a posição e depois passou Kimi, nada mais normal, além do que sendo um acordo de cavalheiros e não uma regra, se ele não tivesse devolvido a posição, o máximo que poderiam fazer era xinga-lo bastante.

Rubinho
No entanto a punição veio pelo corte da chicane, nada a ver com devolve, não devolve, aproveita, não aproveita a troca de posição. Resolvi ver mais vezes a cena, pois em um primeiro momento para min Hamilton foi espremido para fora da pista por Kimi, no entanto mudei de opinião, pois a meu ver Hamilton poderia fazer a segunda perna da chicane por dentro da pista, talvez meio carro na pista e meio na zebra, atrás de Kimi, mas enfim podia. Notem que quando ele sai da pista ele o faz porque quer, ele vira o volante exatamente naquela passagem de asfalto e não no pedaço de grama que existe mais a frente, aí sim no meu ponto de vista ele infringiu a regra, porque quis e não para não bater, independente de devolver ou não a posição, ganhar, chegar em segundo, etc, ele deveria ter seu tempo acrescentado pela punição. Acho que foi justo.

Mas para colocar lenha na fogueira, pergunto: Kimi tb não deveria ter sido punido?

Quando ele passou Hamilton no começo da corrida quando este rodou, eu acho que não, pois justifica-se ele (Kimi) sair da pista para não bater em Hamilton, mas na ultrapassagem sobre Massa, Kimi tb saiu da pista após a largada deliberadamente, ganhou vantagem e ultrapassou logo adiante, neste caso para min ele (Kimi) tb deveria ter sido punido, não só ele como tb um bando de gente que fez a primeira curva por fora, porque quiseram. Mas antigamente podia se fazer esta curva por fora ou por dentro, e agora com aquela graminha, afinal é fora ou dentro da pista? O que vcs acham?

Por último, torço por Hamilton e acho que ele vai ser campeão.

Abraços.

Guto, Curitiba

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Caro Manuel Carvalho,

É decepcionante ler algo como o que você escreveu. Os atuais pilotos da F1 passaram por diversas categorias, desde o kart até a F3000, GP2 ou World Series para finalmente chegarem à F1. Nesse período aprenderam a ter sensibilidade para acelerar com o pé direito e a frear com ambos os pés. Aprenderam a fazer puntataco tanto apenas com o pé direito (em carros onde é necessário utilizar a embreagem com o pé esquerdo) e com os dois pés (em carros onde não é necessária a ativação da embreagem). Aprenderam que é necessário fazer mais trailbraking em uma curva de baixa velocidade. Aprenderam que devem não apenas entrar e sair rápido de uma curva, e sim que o essencial é manter uma alta velocidade durante a curva e acelerar o mais cedo possível. Aprenderam também a se virar sozinhos desde cedo pois tiveram que sair de casa em torno dos 14 anos. Aprenderam que para viver do automobilismo não é preciso apenas ser rápido, também é preciso ser psicologicamente forte, ter um bom networking, saber gerenciar a carreira e conseguir patrocínios.

Enfim, eu poderia falar sobre muitas coisas que eles aprenderam. Posso também citar as diferenças entre carros antigos e atuais, pontos positivos e negativos entre as comparações desses carros e mostrar que para dirigir ambos é necessário saber pilotar, e muito, muito bem. Porém falar sobre isso é chover no molhado.

Meu ponto é: todos os que estão na F1 estão lá porque mereceram a vaga. Não necessariamente merecem continuar por lá, mas mereceram chegar. E são pilotos. De verdade.

Na minha opinião, você deveria ter vergonha do que disse, ou deveria estudar mais sobre o assunto. Porém, se mesmo assim continuar com a sua opinião, meus pêsames, pois está perdendo um grande momento da F1.

E para constar, eu sou novo mas sou piloto há muito tempo e, consequentemente, estudo diversas eras e categorias do automobilismo para aprender.

Abraços!

Eduardo Pugliese Benvenuti, São Paulo

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Ola amigos do Gpto!

Sempre leio os comentários dos leitores e acho legal ter tanta gente apaixonada por automobilismo como eu. Se bem que parece ter também pessoas que odeiam automobilismo especialmente Fórmula 1. Só não entendo por que alguém que não gosta de Fórmula 1 (e acha que os carros não são mais carros, os pilotos não são mais pilotos e sim jogadores de video game, que ao invés de pilotar apertam botões) perde seu precioso tempo assistindo aos treinos da F1, acorda cedo no domingo para assistir a corrida e ainda perde mais tempo acessando e escrevendo para um site que só fala de automobilismo.

Acho que este é o caso do leitor Manuel Carvalho, de Santos-SP ele e os que pensam como ele que me desculpem pois eu adoro automobilismo adoro Fórmula 1 e os seus apertadores de botões e é por isso que assisto as corridas e acesso o Gpto. Tenho muito respeito e admiração pelos pilotos do passado mais não da pra ficar só assistindo reprises daquelas corridas prefiro assistir uma corrida onde não sei o que vai acontecer. Um Abraço a todos

Douglas Eduardo, São Paulo

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Aos leitores do GPTotal!

Concordo com o amigo Firmo Neto, quando ele fala que Senna é o maior piloto de todos os tempos, porque até agora não vi outro igual, e acho que os caros amigos leitores deveriam critica-lo sobre Fórmula 1 e não entrar em discussão pessoal.

Pois o amigo Firmo Neto é um grande comentarista de Formula 1 e atende do assunto.

Humberto, Recife

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Gostaria de enviar uma abraço para o Firmo Neto e concordo com seus comentários sobre nossos pilotos de F1, pois assisto desde Emmerson Fitipaldi. Parabéns conterrâneo

Abraços

Iara Queiroz, Pernambuco

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Apenas subsidiando o Sr. Firmo Neto com a informação que ele pediu.

Além do Piquetzinho, teve também outro brasileiro que foi destroçado por seu companheiro de equipe nos treinos: Tarso Marques, quando corria na Minardi com Fernando Alonso. Chegava a levar até 2,5 segundos numa volta. Estou tentando ainda me lembrar o que teria feito Ricardo Rosset de decente quando corria na Arrows, mas minha memória se encarregou de deletá-lo. Lembro apenas de um pancão que ele deu na reta dos boxes em Interlagos e isso porque foi quase na frente de onde eu estava na arquibancada. Mais que isso é pedir demais.

Pois é, cada país tem o Mazzacane que merece.

Maurício Jorge de Freitas, São Paulo

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Hahahahaha!

Firmo Neto, novo colunista do GPTotal:

Vejam: “Houve exagero na Punição? Alguns companheiros me escreveram muito esta semana, considerando a punição aplicada ao piloto Lewis Hamilton no GP da Bélgica severa demais. Muitos queriam saber minha opinião. Aproveito aqui, para definitivamente opinar sobre o assunto. Para mim não foi radical. Para mim não foi nada.”

Fala sério, né? Para nós aqui de Recife, é uma pérola, não é Firmo? Pára com isso, rapaz... cai na real.

Herbert, Recife

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Defendo de unhas e dentes o Henri Toivonen.

Paulo Rui

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Bruno Pagiola, do Espírito Santo.

Sobre a desclassificação na Bélgica em 1994, o Michael Schumacher realmente foi desclassificado pois a prancha da Benetton estava entre 0,5 a 1,2 cm abaixo do tamanho mínimo, já sobre a suspensão foi outro caso.

Ele foi punido com duas corridas de suspensão pois havia ultrapassado o Damon Hill durante a volta de apresentação do Grande Prêmio da Inglaterra do mesmo ano, sendo desclassificado da corrida, aquela mesma em que Mika Hakkinen e Barrichello bateram na última curva. Ele recebeu uma bandeira preta, mas permaneceu na pista, terminando em 2º lugar. Mas logo depois, foi desclassificado, deixando a 2ª colocação para Jean Alesi e a 3ª para Hakkinen, que ajudado pelos fiscais, voltou a pista e completou a volta final.

Foi um ano polêmico, a Benetton foi investigada por diversas irregularidades, inclusive citada por diversos leitores aqui nesta coluna. Não sei até que ponto são verdades ou mentiras.

Diego Wendhausen Passos, Florianópolis

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Seguindo a ótima idéia do leitor Humberto Luís Mendes, de São Paulo, segue a minha opinião sobre cada um deles.

PILOTOS (ORDEM ALFABÉTICA):

1. ALAIN PROST
2. AYRTON SENNA
3. CARLOS REUTEMANN
4. CLAY REGAZZONI
5. EMERSON FITTIPALDI
6. FERNANDO ALONSO
7. GILLES VILLENEUVE
8. GRAHAM HILL
9. JACK BRABHAM
10. JACKIE STEWART
11. JACKY ICKX
12. JIM CLARK
13. JOCHEN RINDT
14. JUAN MANUEL FANGIO
15. MICHAEL SCHUMACHER
16. NELSON PIQUET
17. NIGEL MANSELL
18. NIKI LAUDA
19. RONNIE PETERSON
20. STIRLING MOSS

MAIOR CARACTERÍSTICA/CAPACIDADE:

1. Fazia o carro trabalhar por ele nas curvas
2. O Melhor, mas... Meio metido
3. Tô nem aí
4. Injustiçado pela F1
5. Bandeirante Competente
6. Arrojo e coragem batidos com Tequila
7. Fantástico
8. Curtindo a vida
9. Sabe oq está fazendo
10. Deveria ganhar o Nobel da Paz pelo que fez pela segurança
11. Criava ultrapassagem onde não tinha
12. Vitima do jogo
13. Gentleman
14. Sortudo
15. Vencedor uma época em que a f1 só teve simples motoristas fora Mika Hakkinen. E BANDIDO por Hill 94 e Jacques 97
16. Um malandro exigindo respeito.
17. Operava em emergência o tempo todo
18. Sorte
19. Vái pra mesma cela de Gilles. Fantástico
20. Merecia um titulo

abraço

Marcio Marques, São Paulo

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Taí a minha participação na brincadeirinha do Humberto:

1. ALAIN PROST - itens 3, 5 e 10
2. AYRTON SENNA - itens 4, 5, 11, 19 e 20
3. CARLOS REUTEMANN - itens 10, 13 e 16
4. CLAY REGAZZONI - itens 6, 11, e 20
5. EMERSON FITTIPALDI - itens 5, 7, 10, 15, 19 e 20
6. FERNANDO ALONSO - itens 8, 15,16 e 20
7. GILLES VILLENEUVE - itens 6, 11 e 20
8. GRAHAM HILL - itens 7, 16 e 19
9. JACK BRABHAM - pouco vi
10. JACKIE STEWART - itens 6, 7, 15,19 e 20
11. JACKY ICKX - itens 6, 11,19 e 20
12. JIM CLARK - não vi correr
13. JOCHEN RINDT - não vi correr
14. JUAN MANUEL FANGIO - não vi correr
15. MICHAEL SCHUMACHER - itens 5, 8,9,19 e 20
16. NELSON PIQUET - itens 3, 5, 6, 8, 10, 11, 13, 15, 16, 17, 18, 19 e 20
17. NIGEL MANSELL - itens 18 e 20
18. NIKI LAUDA - itens 5, 6, 8, 19 e 20
19. RONNIE PETERSON - itens 6,11, 19 e 20
20. STIRLING MOSS - Não vi correr

MAIOR CARACTERÍSTICA/CAPACIDADE:

1. ADAPTAÇÃO AO CARRO
2. ADAPTAÇÃO AO CIRCUITO
3. AME-ME OU ODEI-ME!
4. ANDAR MAIS QUE O CARRO
5. CONCENTRAÇÃO
6. CORAGEM
7. CORDIALIDADE COM OS OUTROS PILOTOS
8. DETERMINAÇÃO
9. ESTAR NO LUGAR CERTO NA HORA CERTA
10. ESTRATÉGIA
11. FAZER ULTRAPASSAGENS BRILHANTES
12. FORÇAR A BARRA
13. JOGO LIMPO
14. PASSAR POR CIMA DE TUDO E TODOS
15. RESISTÊNCIA
16. RESPEITABILIDADE
17. SABER CORRER NO LIMITE
18. SORTE
19. TÉCNICA REFINADA DE PILOTAGEM
20. VELOCIDADE

Fernando Marques, Niterói

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