Proponho um joguinho de associação. Listei 20 dos maiores pilotos de todos os tempos, alguns que marcaram época pelas vitórias e títulos, outros pelo arrojo etc. Paralelamente, listei 20 características/capacidades encontradas neles. Basta que vocês enviem seus comentários, associando cada piloto a uma característica/capacidade:
PILOTOS (ORDEM ALFABÉTICA):
1. ALAIN PROST
2. AYRTON SENNA
3. CARLOS REUTEMANN
4. CLAY REGAZZONI
5. EMERSON FITTIPALDI
6. FERNANDO ALONSO
7. GILLES VILLENEUVE
8. GRAHAM HILL
9. JACK BRABHAM
10. JACKIE STEWART
11. JACKY ICKX
12. JIM CLARK
13. JOCHEN RINDT
14. JUAN MANUEL FANGIO
15. MICHAEL SCHUMACHER
16. NELSON PIQUET
17. NIGEL MANSELL
18. NIKI LAUDA
19. RONNIE PETERSON
20. STIRLING MOSS
MAIOR CARACTERÍSTICA/CAPACIDADE:
1. ADAPTAÇÃO AO CARRO
2. ADAPTAÇÃO AO CIRCUITO
3. AME-ME OU ODEI-ME!
4. ANDAR MAIS QUE O CARRO
5. CONCENTRAÇÃO
6. CORAGEM
7. CORDIALIDADE COM OS OUTROS PILOTOS
8. DETERMINAÇÃO
9. ESTAR NO LUGAR CERTO NA HORA CERTA
10. ESTRATÉGIA
11. FAZER ULTRAPASSAGENS BRILHANTES
12. FORÇAR A BARRA
13. JOGO LIMPO
14. PASSAR POR CIMA DE TUDO E TODOS
15. RESISTÊNCIA
16. RESPEITABILIDADE
17. SABER CORRER NO LIMITE
18. SORTE
19. TÉCNICA REFINADA DE PILOTAGEM
20. VELOCIDADE
Não costumo assistir corridas da Stock Car, pois não sou muito fã da categoria. Domingo passado (31/08) assisti as duas voltas finais da prova do milhão. O que mais me incomodou foi o locutor global aos berros dizendo que aquela era a corrida mais importante do automobilismo nacional em todos os tempos. A ignorância histórica do locutor me incomodou menos do que a unidade de medida utilizada para ele chegar a essa conclusão. Um milhão de dólares. Por isso era a mais importante. Já me incomoda uma corrida no Brasil premiar em dólar. Me incomoda também o nome da categoria. Não sou nacionalista babaca, mas por que premiar em dólar? Por que nome da categoria em inglês?
Marcos Gomes, líder da Stock Car
Não tenho nada contra copiarmos coisas boas que são feitas no exterior, mas vamos copiar as coisas boas. O brasileiro é fanático por automobilismo e o sonho de todo torcedor é ver pilotos brasileiros na Formula 1. Os americanos pouco se interessam pela F1, pois acham que aquela tralha chamada formula Indy é muito melhor que a F1. A NASCAR é uma categoria que somente os americanos acompanham. Os pilotos ganham milhões, mas nunca chegarão a F1. Na maioria das vezes por falta de talento, em outras por falta de interesse mesmo.
A tal da Stock Car está acabando com o automobilismo nacional. Está na hora de alguém tomar uma atitude, mas em um pais onde todos se preocupam apenas com o próprio bolso, é melhor nos prepararmos para uma boa temporada de seca na Formula 1. Após o Lucas de Grassi, simplesmente não tem mais ninguém surgindo por aí....
Sempre que se abre uma discussão sobre automobilismo brasileiro escutamos diversas opiniões contrárias a Stock Car, chamando-a a categoria de ridícula, etc. Pergunto: Por que ela é ridícula? Por trazer público aos autódromos? Por popularizar o automobilismo brasileiro? Por trazer de volta os pilotos brasileiros? Por permitir que pilotos vivam de automobilismo no Brasil?
Cacá Bueno
Como sempre acontece no Brasil culpamos as pessoas erradas. A Stock Car não é ridícula. Ela esta salvando o automobilismo no Brasil que está destruído por culpa das montadoras, que nunca apoiaram-no e não por culpa da própria Stock.
Apesar de não ter F-1 nesse final de semana, gostei das atividades automobilisticas que aconteceram.
Meu primeiro destaque foi a corrida do milhão, onde o guerreiro paraibano Valdeno Brito conquistou uma vitoria histórica no automobilismo nacional. Particularmente, apesar dos podres que existem, de certa forma eu gosto da Stock Car. Pena foi o que aconteceu com o Cacá Bueno, que dominou todos os treinos e a corrida, e uma maldita bomba de combustível vir, e estragar tudo.
Thiago Camilo
Outro fato que me deixou triste foi o ver o mutilado circuito de Jacarepaguá. Tem uma pista de kart perto da minha casa que acho que está em melhores condições. E pensar que nos anos 80 as equipes de F1 vinham testar seus carros aqui. Lamentável!
Tivemos na parte da tarde (horário de Brasília) a penultima prova da F-Indy, realizada no circuito de Detroit (não é o mesmo da época em que a F-1 esteve por lá), observei um impecável e aguerrido Hélio Castroneves, lutando e dominando tal corrida. Quando a organização da prova consegue fazer uma lambança e tira uma vitoria certa do brasileiro, quando esse defende sua posição do inglês Justin Wilson.
Ocorreu que Castroneves defendeu sua posição, sendo que realizou uma única manobra para defender sua posição. A comissão colocou que o brasileiro fez tal manobra mais de uma vez. E imediatamente aplicou um punição a ele. Em suma, ocorreram dois erros: classificar que Castroneves fez duas manobras defensivas e depois não fazer uma análise apurada sobre o ocorrido.
Seria uma vitória certe e uma diminuição grande do numero de pontos em relação ao neozelandês Scott Dixon, que terminou em quinto, numa corrida apática. Tony Kanaan andou razoavelmente e terminou em terceiro, Bruno Junqueira a bordo de um carro bastante inferior (me foge o nome da equipe) terminou em sexto, Mario Moraes terminou em nono, enquanto que Vitor Meira terminou em décimo quarto e Jaime Camara e Henrique Bernoldi não terminaram a prova
Resumindo foi isso que tivemos de mais importante nesse final de semana.
1) Nunca mais vai existir um piloto como Nelson Piquet, tanto dentro quanto fora das pistas. Ao contrario do que muitos pensam sempre achei o Nelson sincero. Ele não deve nada a ninguem. Ele só tem um defeito. Torce pelo Vasco. Se fosse Flamengo seria mais feliz.
2) Desde quando Emerson surgiu e conquistou seu 1° título na Formula 1 escuto dizer que o automobilismo nacional precisa disso, precisa daquilo e o tempo vai passando e nada disso ou nada daquilo acontece. Agora nunca vi o nosso automobilismo tão pobre como agora. Sem querer desmerecer o sucesso da Stock Cars ( que segundo o Ingo Hoffman está arrebentando) ficar limitado a esta categoria é muito pouco.
Ingo Hoffmann
Ele lembrou de 1979 e o festival do Álcool que marcou o reinicio das corridas aqui no Brasil. Eu estava lá. Foi corrida das 8 da manha até as 8 da noite (a ultima uma corrida noturna da Divisã 3). Teve corrida de moto, de Fiat, de Passat, Stock Car, Divisão 3, Formula Ford, Formula V, Formula Super V e sei lá. Hoje o que temos? Só Stock Car. Isso eu acho super errado e não há automobilismo que aguente ...
4) Eu acho que o Eduardo Correa não foi feliz com a coluna Dercy Piquet mas todo mundo vacila uma vez na vida. Por que ele também não pode.
Muito interessante a enquete atual do site www.grandepremio.com.br, onde o internauta aponta o seu narrador preferido. Mas seria muito importante se eles fizessem uma enquete de qual é o melhor comentarista.
Deixemos a fama de lado. O Lito Cavalcante dá um banho no Reginaldo leme. Quem conhece ele sabe disso. Abre o olho, Rede Globo!
Gostaria que vocês matassem uma curiosidade que surgiu vendo uma foto do Niki Lauda (recente por sinal em um site de automobilismo) no qual ele parecia estar chorando. Parecia uma foto recente.
Vocês sabem de alguma coisa (uma homenagem ou uma situação emocionante)?. Me lembro de um programa na extinta Rede Manchete, o Conexão com Roberto Dávila, em que Lauda se emocionou ao se leMbrar do acidente de 1976.
Se puderem responder eu agradeço. Valeu!!
Iron, Belo Horizonte
Oi Iron
Não sei lhe explicar. Vamos aguardar pela ajuda dos leitores.
O leitor Firmo Neto está totalmente equivocado quando afirma que Senna é disparado o piloto com mais pole position, proporcionalmente ao número de provas disputadas. Segue a lista com os melhores:
Ascari e seu Lancia em Mônaco 55
Fangio - 56,86%;
Clark - 45,83%;
Ascari - 43,75%;
Senna - 40,37%;
Hamilton - 34,48%.
Portanto, Senna não lidera em nenhum dos aspectos: absoluto e relativo.
O leitor Firmo Neto, em sua última mensagem, afirmou que o Senna é o recordista disparado de poles na estatística de proporção entre poles e participações em GPS. Senna na verdade não é o líder disparado, sequer é líder.
O líder, na verdade é o Fangio, com cerca de 55% de GP`s largando na pole, seguido pelo Jim Clark, com 46%.
Caro Rubem Rodriguez Gonzalez de Itaboraí: será que todos são burros?
Amigo, que pena você não ter comparado meu Q.I com o do Fidel Castro ou o do Che Guevara; pois esses fazem mais o meu estilo. Ou até do Lula, meu conterrâneo, já que sou natural de Garanhuns-PE.
Bom. De qualquer forma, não deixarei aqui de reconhecer que você falou uma verdade. Apenas peço que você use um pouco de sua inteligência (se é que você tem) para ver que jamais comecei nenhuma polêmica. Mais uma vez, (pela última) vou relembrar como o assunto Firmo Neto começou ...
Bom, sempre fui um crítico do Nelsinho Piquet, do Felipe Massa e sou cientificamente contra a vinda do Bruno Senna para a Formula 1. Debato isso quantas vocês você ou outro leitor ou escritor desse maravilhoso site quiser.
Os motivos já foram colocados por mim várias vezes, antes de alguns amigos seus, inteligentes como você..., começar uma luta in-gloria para me fazer calar. Acho o Nelsinho uma decepção, o Massa um piloto fraco e sem capacidade e o Bruno um razoável piloto na GP2, com um sobrenome que garantirá lugar na principal categoria do automobilismo mundial. Só isso. Não falei nada mais que isso. Não critiquei ninguém aqui, nunca. Quando uma vez um dos escritores postou que com o segundo lugar o Nelsinho estava fazendo história na Formula 1, alegando que era o primeiro ano dele na categoria, eu respondi: se o Nelsinho está fazendo história na Formula 1, Hamilton é Jesus Cristo e Ayrton Senna realmente é Deus. .. Pronto, isso foi suficiente para postagens absurdas e agressivas sobre a minha pessoa. E quem sou eu? Quem será que eu sou? ... Amigo, eu sou apenas uma pessoa, um Nordestino bem alimentado, que merece respeito como você, ou como qualquer outra pessoa. Acho que as pessoas devem ser respeitadas pelo simples fato de serem seres humanos. Eu até que tenho um currículo “bonzinho”, rs..rs mas não tenho por que revela-lo aqui. Só se você for um empresário e poder me oferecer um emprego melhor do que o meu, em todos os sentidos. Bom.. espero ter esclarecido tudo pela última vez. Não vale mais a pena escrever para vocês. Esperarei um tempo para voltar à escrever. Gosto que discordem de mim, mas com argumentos e não com agressões. Outro camarada só faltou me chamar de “lindo”, por que disse que o Nelsinho não era um piloto de ponta, pois perdeu em todos os treinos livres e oficiais para o Alonso.
Sinceramente, não vale mais a pena discutir com vocês. Você acabou de me chamar de burro, de graça, sem nenhum conhecimento e tenho consciência que você foi muito burro nessa hora. E não discuto com burro. ... Bom, será que irão me escrever me criticando por ter te chamado de burro? Espero que façam isso com você, pois nem sei teu nome e de onde você é. Não tenho nenhum problema em ter minha qualidade como “comentarista de formula 1” contestada, nenhum. Acho mesmo que não sou dos bons e uso este espaço para aprender. Mas posso te garantir que entendo um pouco do babado, ... embora me reserve o direito de não te revelar meu currículo. Quem é esse cara, Firmo Neto? Essa foi a sua pergunta? Bom, sou uma pessoa. Isso deve ser bastante para você aprender a respeitar o ser humano. Pessoas como você não me incomodam, pois não me acrescentam nada. Não vale mais a pena para mim. Não tenho nenhuma intenção de ficar famoso aqui, mas é assim mesmo. As pessoas que fazem a fama dos outros. Pessoas como você transformaram Fernando Collor em Presidente, Faustão em “Apresentador”, Xuxa em “Rainha” e Ana Maria Braga em Personalidade. ... Nada contra nenhuma dessas pessoas. Apenas não concordo com o que a maioria BURRA dizem delas. Abraços.
temos de concordar com opiniões de todos os leitores aqui do GPTotal. + fala serio assim estamos perdendo a essência de estarmos lendo ou escrevendo aqui...
Assim como todo apaixonado por F1 acordei varias noites para ver Senna, mas acho injusto fazer comparações de épocas com épocas de pilotos para pilotos, o que seria de um Schumacher pilotando uma Lotus do Mario Andreti com efeito solo ou como seria Fangio pilotando uma Williams 92 ou então Prost a bordo de uma Copersucar?
Entende? Não tem comparações que se podem fazer com épocas e pilotos diferentes... Repito o que eu disse outro dia, um camarada que vem para ser imparcial do seu ponto de vista e não tem discernimento no que pensa ou escreve aqui, não merece nem ser citado ou então vamos pedir para mudar de GPTotal para www.firmonetofobia.com.br.
Foi o único piloto nascido nos Estados Unidos a sagrar-se campeão; Mario Andretti, apesar de representar as cores norte-americanas, nasceu na Itália.
O título dele é um dos mais comentados, já que o líder do campeonato na época era o alemão Wolfgang Von Trips, que perdeu a vida após uma batida no circuito de Monza. Seu Ferrari colidiu com o Lotus de Jim Clark, sendo lançado contra uma das arquibancadas, matando vários espectadores. Assim, o piloto Phil Hill conseguiu chegar ao título de 1961, com a vitória em Monza, com uma corrida de antecipação, já que o terceiro colocado estava bem distante na classificação.
Para quem, assim como eu, gosta de saber resultados de Fórmula 1, indico dois sites:
Mais uma vitória do Dotore. Como você disse nas colunas (belas colunas) anteriores, em Laguna Seca ele colocou uma mão na taça e em
Vale em Misano
Brno a outra. Agora com a última vitória deve ter colocado um pé na taça também, afinal mãos ele só tem duas, mãos aliás que conduzem uma moto inferior à do rival e ao que me parece vai ganhar o campeonato na experiência, o que irá valorizar ainda mais a conquista, mostrando a todos (será que ele precisa disso?) quem é de verdade o número 1
Gostaria de aproveitar para parabenizá-lo pelas colunas escritas. Isso é que chamo de bom de ler...
Pude ver no Youtube, infelizmente, o GP de Monza de moto de 1973.
Para quem não sabe, foi uma corrida trágica. Logo no início, acidente coletivo e 2 grandes pilotos mortos: Renzo Pasolini e Jarno Saarinen. Não era uma curiosidade mórbida, mas tudo que li na época e depois, falava de uma cena de caos absoluto, fogo, motos destroçadas, pilotos caídos... e o pior é que é verdade. Eu sei que eram pilotos excelentes (o Saarinen praticamente inventou o estilo de sair da moto nas curvas), mas pouco é falado.
Finalmente alguém veio falar de automobilismo e não de Firmobismoneto (brincadeira...)
Amigo, no Brasil, vários anos atrás, tinha a Fórmula Ford que com o tempo ficou cara, muito cara. Depois ela ficou defasada, depois veio a Fórmula Chevrolet, que veio para substituir, mais era mais cara ainda e veio com o âmbito de marketing mesmo e não com o objetivo de formar pilotos. Restou, então a Fórmula 3 Sul Americana, de onde saiu Piquet Jr. Antes dele, Helio Castroneves, Tony, Da Matta. Mas vale lembrar que essa era organizada não pela CBA...
O Nelson Piquet já quis bater de frente com ela e criar uma entidade para esse fim, formar pilotos com custos mais baixos. Infelizmente, tem muita política nisso e ainda não teve êxito algum.
Acho que vamos continuar a ver pilotos que têm uma boa grana ir para fora tentar correr nas categorias inglesas, italianas, alemãs e japonesas.
Valdeno Brito, vencedor em Jacarepaguá
No Brasil, o que tem dado certo é apenas a Fórmula Truck e a Stock. No mais, são provas de aberturas. Acabaram com os autódromos, não tem incentivo ao kart. Na verdade, isso se reflete não só no esporte a motor - ta ai claramente nas Olimpíadas.
Desde de campeonato de várzea, se não tiver quem comande e organização, nada vai andar. Aliás, sem ver no google, quem é o ministro dos Esportes mesmo?
Com relação à sua percepção de que o Brasil não investe nas categorias de base, é a mais pura verdade. Eles tentam endeusar uma categoria ridícula como a Stock Car, como sendo uma categoria de primeiro mundo e todos esquecem que precisamos criar novos talentos.
Cacá quebrou quando liderava
Infelizmente, o Brasil é assim. Veja o caso do vôlei, do tênis e de outros esportes. O Brasil é o melhor do mundo no vôlei (seja qual for, masculino, feminino, praia) e os campeonatos brasileiros são fracos. O tênis, mesmo com um fenômeno como o Guga, continua largado. Veja o nosso pífio desempenho nas Olimpíadas.
Não temos categorias formadoras. E dificilmente voltaremos a ter. Parece que aqui ninguém quer fazer nada à longo prazo. Até por que os governos não ajudam em nada. Lula foi correndo para as Olimpíadas tentando tirar uma casquinha. Duvido que, com esse desempenho ridículo que tivemos, ele vá aparecer no encerramento. E assim caminha o nosso pais. A Stock é uma categoria para pilotos que não deram certo ou estão já com o burro na sombra, a beira da aposentadoria. O Brasil precisa de categorias como a Formula Ford, Super V, Fiat, Renault e outras. Publico não vai faltar, é só organizar direitinho que os apaixonados pelo automobilismo aparecem. O automobilismo já foi o segundo esporte na preferência do brasileiro. Se não é mais, é por pura incompetência de nossos dirigentes. Alias, acho que isso é um problema crônico em nosso país.Incompetência dos dirigentes.
Por fim, não havia falado nada, mas vamos lá. Algumas pessoas colocam alguns comentários aqui com o nítido objetivo de criar discussões e aparecer. O sr. Firmo parece ser um destes. Gostaria que os gepetos não dessem atenção a este tipo de sujeito. Ignorar é a melhor solução. Deixem o nosso futuro substituto do Reginaldo Leme no canto dele, lá nos cafundós de Pernambuco.
O Senna é recordista disparado em poles (proporcional às participações) e isso explica seus “fracos” números em voltas mais rápidas durante as corridas. É perceptível nos números que além do estilo do piloto, um dos pontos que determina as “voltas rápidas em corridas” são as necessidades.
O piloto que larga na frente, (na pole), em linhas gerais faz menos voltas rápidas na corrida. Justifico essa afirmação da seguinte forma: largar na frente significa uma posição “teoricamente” mais confortável no final da corrida. Nos anos 80 e 90, as voltas rápidas de cada corrida sempre se davam no final da corrida, concorda?
Não tínhamos o reabastecimento e as melhores voltas vinham no final, quando os níveis de combustível dos tanques estavam mais baixos (e, consequentemente, o peso do carro), concorda? Quem larga na frente, em tese, faz suas melhores voltas no início das corridas, quando precisa abrir uma certa vantagem. No final, normalmente em posição mais cômoda, não se faz necessário “forçar o ritmo”. Isso não explicaria o “fraco desempenho” do Senna nas voltas rápidas durante as corridas?
Outro ponto poderia ser o fato do Senna, em sua carreira e nos seus três títulos, nunca ter tido um equipamento muito superior aos outros concorrentes. Em 1988 tinha o melhor carro disparado, mas tinha o Prost na mesma equipe, já bi-campeão e com fala “do melhor da atualidade”. Senna superou e venceu em uma grande batalha. Vale lembrar que em 1988 Senna fez 13 poles das 16 corridas, correndo contra Prost na mesma equipe. Isso vai direto ao outro ponto que comentei. Senna estava à frente. Assim, necessariamente e em tese, não precisava “forçar”, sendo assim Prost o piloto a persegui-lo, estando mais sujeito a fazer voltas mais rápidas nas corridas.
Senna à frente de Prost em 88
Em 1990, segundo muitos analistas da época, a Ferrari era melhor carro, e Senna venceu Prost (da Ferrari) com uma batida semelhante a de 1989. E em 1991, embora muitos sejam contra, não acho comparável Williams e McLaren. Para mim, a Williams já era a “Wiliams de outro planeta”, como ficou conhecida em 1992. O Senna venceu por ser ele o Senna. Veja os resultados do seu companheiro Gerhard!
Outro ponto que queria citar e gostaria de ter sua avaliação é sobre o GP do Japão de 1991. Senna deixou Gerhard vencer, e quase todo mundo cita como “uma ordem” do patrão Ron Dennis. Li algumas reportagens da época que dizem que foi uma sugestão do Senna pelo rádio. Segundo as reportagens ele falou com Ron pelo rádio: “Gerhard está em segundo? Que acha de deixa-lo passar. Denis achou a idéia “linda”.
Então, caro amigo, será que não faz sentido? Corro de kart, como “lazer” e sempre forço o ritmo quando estou atrás. Na frente, se abrir um pouquinho, fico na minha. Será que não vale sua avaliação nesse sentido?
Muito obrigado por ler minha sugestão e parabéns pelo especial.
Sobre as melhores voltas de Senna vale observar que apesar de não fazer voltas mais rápidas como outros tantos pilotos, ele possuía um ritmo de corrida muitas vezes apoiado em voltas dentro do mesmo décimo de segundo. Ou seja, por esse ângulo de visão fica claro que ser o mais rápido em apenas uma volta de uma corrida nem sempre e o caminho mais curto para a vitória.
Meio atrasado, mas li a sua coluna Preparando Le Mans. Para variar, muito interessante. Com você nós temos a oportunidade de ver um pouco a vida das pessoas que vivem o automibilismo.
Faz algum tempo que venho matutando uma coisa que tem me deixado meio maluco. Acho que preciso de um especialista para resolver o meu problema e acredito que este especialista seja você.
Andretti e o Lotus asa
Três proibições (entre tantas) marcaram, no meu entendimento, a F1 moderna: a proibição dos carros asa, o banimento do motor turbo e o fim da suspenção ativa.
É claro que existiram outras proibições importantes, mas relaciono as duas primeiras pois uma afetou, também na minha modesta opinião, a própria concepção do carro; a segunda, a concepção de motor; e a terceira porque, me parece, poderia ter relação direta com a eficiência dos carros asa.
Me parece que se não fossem estas três restrições, os carros de F1 seriam coisas completamente diferentes do que são hoje em dia.
O que você acha? Os carros seriam muito diferentes dos atuais?
Qual poderia ser, por exemplo, o tempo de volta de um carro asa, com motor turbo (lembro que pouco antes do início das restrições ao motor turbo, estimava-se que o motor BMW de classificação da Brabham tinha uma potência em torno dos mil cavalos) e suspensão eletrônica numa pista como Interlagos?
Venho me remoendo com estas questões há algum tempo. Sei que é um exercício de imaginação bastante complicado, pois desde o início dos anos 90, quando houve as restrição a suspensão ativa, até agora, a tecnologia desenvolveu-se muito e em muitas direções.
Um abraço e se, você que vive no âmago deste mundo de construção de carros de competição, tiver um tempinho (talvez entre uns desses inúmeros vôos) para responder a este meu modesto desafio, me deixará muito feliz.
O brasileiro mostrou que está na briga pelo título desse ano: prova perfeita, assim como a anterior. É claro que o detalhe motor foi o diferencial, ufa, diferencial esse que deu um susto ao mostrar uma Ferrari se esfumaçando em Valência, a mais ou menos 12 ou 13 voltas do final. Omedo tomou conta de cada pessoa que por Felipe Massa torcia. A pergunta era: será que o motor do rapaz aguentará? A Ferrari já não é mais aquele carro confiável? Pelo menos a primeira pergunta já sabemos o desfecho; agora o grande mistério é a segundo. Esperamos que a resposta para a segunda pergunta seja positiva.
Massa nos treinos da sexta feira em Valência
O Lewis fez uma corrida certinha, mas acho que poderia ter forçado um pouco mais, ou será que ele estava apostando em safety-cars e contando com a quebra do motor de Maranello? Vai saber...
O Kubica voltou ao pódio, mais acho que se fosse em um circuito normal, a BMW não o levaria ao pódio, mais o polonês fez grande corrida e mostra que é um futuro campeão, ou não. O quarto lugar do Kova só mostra a fraqueza dele que a McLaren está com um perfeito equilíbrio entre primeiro e segundo piloto, já que ambos se mostram satisfeitos com isso. A última vez que a McLaren teve isso foi com Hakkinen e Coulthard. Sem nenhuma comparação é claro, já que na minha opinião o Hakkinen é ou era mais piloto que o Lewis e o Coulthard é ou era (vai saber) mais piloto que o Kova, e sem mencionar uma outra certa dupla da McLaren, um tal de Ayrton Senna e seu fiel escudeiro Gerhard Berger, sem comparações, e contínuo com a opinião de Kova para o Kovalainen, assim como para o seu compatriota atual campeão, Kova neles.
O Trulli com a quinta posição mostra que ainda tem de onde tirar motivação apesar de ser um piloto já considerado vovô, e é claro que um bom carro da Toyota ajuda, o mesmo Trulli de sempre. O que falar do Vettel, belo resultado, mostra que é uma promessa e merece o lugar na Red Bull para o ano que vem. Ótimo Glock que está em ótima fase. Com esse sétimo lugar só vem a confirmar a ótima fase que vive a Toyota.
Um milagre fez na minha opinião o ótimo piloto Nico Rosberg levar a criança de Frank Williams aos pontos. Acho que a McLaren estaria mais bem servida com Rosberg do que com o Kova.
A Honda entra num buraco mais uma vez e acho que deveria esquecer esse ano e já trabalhar seriamente para o ano que vem. Acho que devem esquecer o Alonso, pois está tirando a concentração no que realmente necessita, pois ótimos pilotos a Honda já tem. Pra que trazer o chato do Alonso, só pra ouvir reclamação? Acho melhor ficar com os atuais pilotos. A Force India parece ser a nova Minardi, é claro que sem o charme dos carros do Senhor Giancarlo Minardi.
Fisico testa seu Force India em Monza
A Renault quer o quarto lugar no campeonato. Sei não, mais acho que a Toyota está mais próxima disso, acho que o time francês deve deixar essa temporada pra lá, segurar o Nelsinho, ver pra onde vai o Fernando e cuidar do carro do ano que vem, pois essa temporada já está perdida a muito tempo.
Red Bull sumiu, vamos esperar as próximas corridas pra ver. O Sebastien Bourdais mostrou uma pequena melhora, mais não o suficiente. O Nick Heidfeld me decepcionou, passei o ano pensando que ele iria ultrapassar o Kubica nos pontos e acabei me enganando, ele parece estar naquela fase de decadência.
Fazer o que, né?
E da-lhe Lucas di Grassi! Valeu Brasil nas Olímpiadas - exceto a seleção masculina de futebol. É por isso que eu assisto F1 rsrsrs
Seis pontos separam o Massa do Lewis, vale a nossa torcida para que o título seja decidido aqui no Brasil, onde Massa entra com muuuuito mais força ou que ele traga o caneco mais cedo, por que não. Já tenho quase o meu favorito: ainda acho cedo mais a certeza é de que o melhor momento é do brazuka, espero que continue assim.
Hip Hip Urra pra Massa! E força ao Nelson e ao Rubens! Valeu pela paciência
Gostaria de ter uma dúvida respondida: devido ao atual burburinho causado pelo fato de termos três pilotos brasileiros correndo na atual temporada da Fórmula 1, gostaria de saber em que ano o Brasil teve mais pilotos participando ao mesmo tempo?
Davison Alves, Vitória de Santo Antão, PE
Davison
teve uma ou duas corridas em 2001 com cinco: Barrichello, Zonta, Bernoldi, Tarso e Burti.
Sou leitor eventual de tua coluna como dos outros que por aí escrevem. Acredito, pela forma como escreves, que és uma pessoa jovem. Portanto, fica aqui um conselho de amigo: sempre que escreveres algo sobre alguém, procure grafar seu nome corretamente.
Uma coisa desagradável é vermos nosso nome escrito de forma incorreta. James Gardner nunca foi ator. Conheço particularmente dois: um músico e um escritor a quem recomendo já que foi um mestre em ficção científica e também um crítico da desinformação. A pessoa em questão na tua coluna é James Garner.
Abraços!
Fernando Viegas, Florianopolis
Fernando,
Obrigada pela correção. Erros de grafia, infelizmente, acontecem com grande regularidade na mídia e nós, aqui no site, não estamos imunes a isso.
Patético. É isso o que expressa a coluna do pseudo jornalista Eduardo Correa em Dercy Piquet.
Piquet na Argentina 80
E ainda vir com a desculpa de não ter pesquisado um documentário que roda a mais de um ano na internet - é riídiculo. Não vou me ater a responder a este medíocre coluna
Mas fica um alerta a direção deste excelente site: da próxima vez seria bom ver o que os colunistas andam escrevendo. Pois uma matéria como esta colocada da forma que foi, sem um mínimo de critério sobre o seu contexto. É coisa de gente amadora.
Para sua cultura - que não deve ser lá essa coisas, pois alguém com o mínimo disso não escreveria tanta bobagem junta, ou até escrevesse, porém teria a esperteza de ler muito a respeito, o que não é o seu caso - é uma série de 12 vídeos que se chama Na era dos campeões da F1.
Piquet na Inglaterra 80
O nosso tricampeão do mundo e vivo só falou a verdade, vc é que deve ter um probleminha mental para assimilar a verdade. Pô, cara: vá escrever de futebol, lá só o povão lê e ninguém entende nada mesmo, lá realmente é o seu lugar.
Sinceramente, esse era um site que sempre visitei, e agora já vou deletar e vou falar isso pro Pandini quando o encontrar pessoalmente
É impressionante a polêmica que se formou em torno do artigo do Eduardo Correa, Dercy Piquet! Não pretendo entrar em demasia no mérito da questão, justamente para não aumentar a polêmica, mas gostaria de contribuir com minhas opiniões gerais a respeito deste tema.
Devo dizer que sou amante do Automobilismo de Competição e minha atenção, sempre estará voltada para as grandes disputas e para os grande Pilotos; se estes forem Brasileiros, melhor ainda; Ótimo!
Quanto ao Piloto Nelson Piquet, não nego a minha admiração, do mesmo modo que, admiro todos os Pilotos que já contribuíram para a nossa expressiva "coleção" de oito Títulos Mundiais na Fórmula 1, mas como já disse várias vezes, e tornarei a dizer, sempre que me parecer oportuno mencionar que, o meu Ídolo na Fórmula 1 é o Piloto Emerson Fittipaldi, pois como disse o Próprio Piloto Nelson Piquet, por ocasião de uma Corrida da Fórmula Indy (a antiga e digamos assim, original), no saudoso Autódromo de Jacarepaguá, que foi mais ou menos assim : " Todo mundo fala do Ayrton e do Piquet, mas se antes deles não tivesse existido um Emerson Fittipaldi, talvez nada disso existisse". Creio ter sido este, o mais encomiástico comentário que lembro ter ouvido o Piloto Nelson Piquet proferir a respeito de outro piloto. Nada mais justo!
Agora falando diretamente sobre o cerne da questão, que é a reconhecida característica de Nelson Piquet em ser extremamente espontâneo, o que o leva, várias vezes, ao recurso de se utilizar de palavras de baixo calão, devo dizer que esta, não é a característica de sua personalidade que mais me cativa, mas penso que à margem desta polêmica toda, ficou a questão que para mim, é a mais obscura de sua personalidade e de seu modo de agir : Sua negatividade em relação à atuação de outros Pilotos, principalmente quando se trata de seus compatriotas.
Piquet na Holanda 80
Todos sabem, que Nelson Piquet não poupa ninguém de seus comentários negativos e sabemos muito bem que uma de suas "vítimas preferências", tem sido Rubens Barrichello, deste o seu início de carreira. Isto para falar apenas de casos mais atuais e não remexer no passado ( leia-se aí, as rixas com o inesquecível e saudoso Ayrton Senna , entre outros casos).
Aonde quero chegar: partindo da premissa da característica de ser desbocado Nelson Piquet, penso ser este, um problema mais de sua própria conta do que, da conta dos outros, muito embora, um ídolo esteja sujeito ao arbítrio de seus fãs, ou até mesmo, de seus detratores, afinal, este é o preço da fama!
Já quanto a coluna Dercy Piquet, me parece que a crítica mais válida, seria não à sua aludida e, quem sabe, reconhecida característica de desbocado (vários prêmios Limão na F1 parecem ratificar esse conceito), mas sim aos comentários demeritórios e aparentemente gratuitos, a respeito de outros pilotos.
Alguém que construiu sua Carreia no Automobilismo de Competição com a grande cota de esforços e sacrifícios como foi, sabidamente, construída a grande carreira do piloto Nelson Piquet, até mesmo por gratidão a todos que lhe ampararam e ao próprio destino que o conduziu (por seu esforço competência e sorte) à condição de Tricampeão Mundial de Fórmula 1, deveria ter mais respeito e consideração aos que estão começando, pois Nelson Piquet, como poucos, sabe o quão difícil é a escalada ao topo do Automobilismo de Competição. E se difícil foi para sí mesmo, não haverá de ser diferente para outros pilotos, sejam estes Pilotos iniciantes ou veteranos, todos que percorrem a mesma escalada em direção à tentativa de Vitória e ao Sucesso e de tal modo, merecem respeito!
Concluindo, me parece então que, analisando o lado negativo apenas, mais do que o atributo de desbocado, caiba a Nelson Piquet títulos como; ingrato e desrespeitoso, mas pelo lado positivo, felizmente, podemos atribuir a ele, títulos como : engraçado, extrovertido,brincalhão, espontâneo, e principalmente o que mais deve nos interessar: tricampeão de Fórmula 1.Ou seja, na minha opinião, analisando o lado obscuro de Nelson Piquet, ser desbocado, não me parece que seja seu maior defeito de personalidade, mas sim o desrespeito a outros Pilotos e Pessoas em geral, que o cercaram durante sua Carreira, e seus comentários inoportunos, de um modo geral, negando-lhes o direito a erros, e pior ainda, desmerecendo-lhes a condição de pilotos de competição, jornalistas, etc.. e profissionais, sejam de que área forem.
Ao nosso amigo Eduardo e a todos que o criticaram.
O caso do nosso Tri-campeão é o mais simples de todos. Prefiro um boca suja, descuidado com as palavras, falar a verdade do que acha, do que pessoas de caracter duvidoso com palavras bonitas expressarem mentiras.
Piquet em Interlagos 80
Pessoal: a grande diferença entre o Nelson e as demais pessoas famosas, é simplesmente que ele não ligou para a fama. Ao contrário do Senna que sempre investiu em marketing, Nelson se isolava. Será que Nelson teria que abandonar a paixão pelos carros para se tornar uma pessoa comum. Ou vocês vão me dizer que nunca discutiram, brigaram ou simplesmente ficaram de saco cheio. O Nelson é simplesmente aquilo que nós estamos vendo (límpido).
muito interessante o seu artigo sobre o Nelson Piquet.
Independentemente de se estar certo ou não, é a sua opinião. numa época cheia de politicamente correto o seu texto é uma dádiva. Coloca as coisas a sua maneira, sem tentar ser certinho ou seja lá o que for. A imprensa e os torcedores por tabela, criticam o mundo da F1 por ninguém falar um centímetro fora dos padrões. Mas me lembro de quando o Button criticou o fato de mulher pilotar carro de F1 ou similar, por achar que elas não dariam conta do recado, e todo mundo caiu de pau no boquirroto inglês.
Respeite os críticos, como tem feito, mas não deixe de nos brindar com seus textos mais que brilhantes.
Escrevo para comentar sobre a coluna do Eduardo Correa "Dercy Piquet", que vem causando nos últimos dias vários comentários contrários e até ofensivos ao mesmo.
O que mais tem-se questionado, é o porque o Eduardo escreveu sobre um vídeo (editado) onde o Piquet fala as suas já conhecidas pérolas.
É interessante notar como as pessoas são intoleantes, pois, o Edu nada mais discorre sobre uma opinião dele, que acredito não foi formada após ter visto o tal vídeo. Tudo o que o Piquet fala ali, não é novidade para ninguém.
Estão fazendo com o Edu o mesmo que fizerem com o Ernesto Rodrigues, não se pode falar algo contrário a um ídolo, que as pessoas já perdem o senso de respeito as opiniões alheias.
Infelizmente ainda temos muito o que aprender, pois vivemos numa democracia, rodeados de ditadores inrustidos em vários lugares.
No mais, gostaria de parabenizar pelo site, de excelente conteúdo.
Dercy Piquet: achei de uma infelicidade e falta de assuntos para pauta e divulgação.
Piquet na Alemanha 80
Eduardo Correa como jornalista que se preza, deveria saber que este vídeo faz parte do documentário A era dos campeões que é de 2005 ou 2006, ou seja bem antigo. E além do que este vídeo por você mostrado é editado e nele só consta estas frases polêmicas. Se você se der ao trabalho de ver este documentário verás quanta coisa útil e boa Nelson Piquet fala nele.
Uma pena, pois um site tão conceituado e tão bem frequentado. Tenha por motívos desta coluna, uma atitude tão viuvesca.
concordo plenamente com seu texto sobre o Nelson Piquet. Acho que você descreveu a situação com bastante clareza.
Não vi nenhum escândalo em suas palavras, e sim a sinceridade de alguém que se baseou não numa entrevista editada, mas em anos de observação. Freqüento este espaço há tempo suficiente para saber de sua admiração pelo Nelson, não apenas em virtude da grandiosidade de sua condução, mas também pela forma como ele soube aproveitar as chances que a vida lhe deu de ser feliz.
Acho que muitas das críticas que andaram te fazendo aplicam-se no sentido oposto. Pouca gente leu com atenção exatamente o que você escreveu.
Aproveitando gostaria de comentar a pergunta do leitor Iron, de Belo Horizonte.
Iron, o chamado efeito-solo nada mais é do que a redução da densidade do ar que passa por baixo do carro em movimento. Para que isso se dê, é preciso que o fluxo de ar que siga este caminho sofra uma aceleração em relação ao ar que passa por cima do carro. Como fazer isso? Simples: fazendo com que ele percorra um caminho maior do que o ar acima do veículo, ou sofra alguma espécie de expansão à medida que se desloque para a parte traseira do bólido. A mesma coisa acontece nas asas dos aviões, porém com polaridades opostas.
Os chamados carro-asa do final dos anos 70 e início dos anos 80 faziam isso de várias formas. Por baixo, eles exibiam um assoalho projetado, que gerava um verdadeiro vão à medida que se aproximavam da extremidade traseira do carro. Isso, por si só, já seria suficiente para expandir o volume da massa de ar absorvida, gerando uma sensível queda na pressão abaixo do monoposto. Todavia, essa queda de pressão, na prática, não chegaria a ser tão sensível, uma vez que a pressão atmosférica estaria sempre "empurrando" uma grande quantidade de ar pelas laterais, gerando turbulência e reduzindo as diferenças de pressão.
Detalhe de minissaia instalada no bico do Lotus 80
Foi justamente com a intenção de evitar esse fluxo de ar lateral que foram concebidas as chamadas minissaias, que em linguagem técnica são chamadas de venturis. Com elas sempre vedando as laterais abaixo do carro, formava-se um verdadeiro túnel, independente, no qual o ar absorvido sofria enorme expansão.
Por sua vez, os carros daquela época buscavam adotar um perfil que fosse o mais plano possível em sua superfície superior, acentuando ainda mais essa diferença de pressão em suas duas faces. A sucção resultante era tanta, que praticamente tornava dispensáveis os aerofólios.
Como você deve saber, muitos acidentes ocorreram em decorrência do incrível e abrupto ganho de velocidade. O principal deles, certamente, o que causou a morte de Villeneuve, mas não foi o único. Assim, a partir de 83 definiu-se que os fundos seriam planos, e não haveria mais prolongamentos laterais da carenagem, eliminando o tal túnel abaixo do carro.
Num primeiro momento, em 83 e 84, proliferaram enormes aerofólios. Já estava claro que o melhor desempenho residia no atrito estático entre pneus e asfalto, e ninguém hesitou ao sacrificar a velocidade em retas em prol do desempenho em curvas. Porém, passado o susto com o fim do carro-asa, logo percebeu-se que alguma sucção ainda poderia ser produzida pela parte inferior do carro. Ok, nada como antes, mas a evolução também passava por ali.
Enfim, disse tudo isso para chegar ao "bico de tubarão", que o Iron citou. A primeira vez que ele foi visto foi no Tyrrell de 1990, o carro que consagrou Jean Alesi. Foi também em 1990 que surgiram os grandes extratores instalados na traseira dos carros, e pode-se dizer que os dois novos apêndices tinham a mesma função: aumentar a força descendente a partir do fluxo inferior de ar.
A idéia por trás do novo bico era a de dar um perfil mais plano à parte superior do carro, encurtando o caminho percorrido pelo ar (sempre lembrando que a menor distância entre dois pontos é a linha reta), ao mesmo tempo em que aumentava o fluxo de ar para a parte de baixo do veículo, aumentando a distância que este fluxo era obrigado a percorrer, uma vez que além de ser deslocado para trás, ele era também deslocado para baixo.
Por fim, os extratores localizados abaixo das caixas de câmbio tratavam de aumentar o volume deste fluxo de ar, ao mesmo tempo em que utilizavam pequenos venturis centrais que impediam o fluxo lateral. De repente, boa parte da força decendente voltava a ser produzida a partir da parte de baixo do carro.
Números de 1999 davam conta de que mais da metade do downforce já era obtido a partir da parte de baixo dos carros.
Este foi mais um fim de semana sem Fórmula 1. Aproveitei para assistir na web, sábado duas etapas da Porsche Cup, com extraordinária narração do inigualável Edgard de Mello Filho e comentários do extraordinário Luiz Alberto Pandini, e no domingo a chamada Corrida do Milhão, com narração dum cara que é melhor que ficasse em casa e comentários de outro que já devia ter se aposentado.
Se alguém pensa que estou falando do Galvão Bueno, está enganado, não foi ele o narrador, mas foi outro incompetente, tanto ou mais. Mas falando da prova, tenho que dizer que embora merecida a vitória do nordestino, por tudo que fez no final de semana, senti muito pelo Cacá Bueno que fez tudo certo, até que uma bomba de gasolina fez a coisa errada. Foi uma lástima pois o Cacá era merecedor da vitória e por conseguinte do prêmio. Tá guiando o fino. Esclareço que embora não nutra simpatias pelo pai, enquanto narrador, admiro o filho como piloto.
Voltando a falar da categoria, manutenida pela Deusa Platinada (Rede Globo), para opinar que é lamentável ser esta considerada a maior, melhor e o que mais querem, categoria do automobilismo brasileiro, pois trata-se de uma autêntica monomarca ttravestida de multimarcas. Aos desavisados a nossa Stock Car é um chassi fabricado na Argentina, com motor e cambio Chevrolet americano, usando bolhas (carrocerias) de várias marcas produzidas no Brasil, uma vergonha na minha opinião.
Caro Edinho Stolfo.
Me perdoe por ser obrigado a dar um pitaco em sua opinião sobre uma possível conspiração contra o Massa na Ferrari. Isto não existe, é delírio patriótico, que infelizmente vão muito além de tua pessoa.
Quanto ao referido Irvine, pergunto, viste conspiração onde? Foi quando o Mika Sallo entregou a primeira posição ao Irvine na Alemanha, ou foi quando o Schumacher lhe entregou a ponta em Sepang?
Veja bem dentro da Ferrari só duas coisas foram mais importantes que Michael Schumacher, uma a própria instituição Ferrari, a outra o imortal Enzo Ferrari.
Vamos parar com estas manias vitimológicas, e quanto ao Felipe, creio que ele ainda dá a volta por cima.
Vejam uma reportagem do jornal Auto Motor (nem sei se esse jornal existe ainda), do início dos anos 80, que conta toda a trajetória de Nelson Piquet, do kart até a chegada a Fórmula 1 e a liderança do campeonato.
Vale a pena a leitura como curiosidade. Sei que vocês já devem conhecer de cabo a rabo.
Quando há treinos entre uma corrida e outra, que motor eles usam? O mesmo motor dos GPs? Ecomo saber se o piloto esta com o primeiro ou segundo?
Carlos Roberto, Itaguaí
Oi Carlos
a regra de motores não vale para os treinos. As equipes podem usar o motor que quiserem e entendo que podem até usar o mesmo motor que usaram nas corridas. No caso esdrúxulo de quererem usar nos testes um motor depois da sua primeira corrida, podem faze-lo, desde que não rompam o lacre da Fia, que controla e divulga publicamente qual motor cada carro está usando em determinada prova.