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Opiniões e Dúvidas dos Leitores 15.07.08
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Com toda a razão o leitor Loreno Antonio Menegotto Jr. Sou daquela leva que conheceu o site a partir da participação da Alessandra Alves no Linha de Chegada.

De uns tempos para cá, realmente, a liberdade de expressão mostrou suas piores facetas a partir de seus leitores: discussões infindáveis de melhores, críticas exageradas, mudanças repentinas de opinião (conforme resultado de corridas), ufanismo, galvãonices, etc, etc. Isso me faz pensar o absurdo de que a censura é boa. Talvez uma moderação seria adequada, ao menos temporariamente, até que se endireite o site.

Acredito que todos querem o GPTotal na sua velha forma: curiosidades, informações que quase ninguém tem, análises fundamentadas, histórias de bastidores, fotos raras…

A todos minhas saudações.

Cristiano Buratto, Londrina

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Concordo em gênero, numero, grau e degrau com o que Loreno Menegotto de BH disse, reclamou e descreveu.

Talvez pelo fato de vocês presenciarem tanta bobagem de leitores sobre quem é melhor, Senna, Prost ou Zezé Mané, se esqueceram que existem leitores com uma exigência maior, exigência essa que vocês cumpriam sem mesmo a gente pedir.

Realmente, caiu um pouco o nível, mas sabemos o quanto vocês são inteligentes. Voltem, não somos ETs... estamos aqui. HELÔ-Ô!

Durval Pereira, Salvador

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Olá, Ico!

Muito boa sua coluna sobre a BMW, acho até que eu deveria formular melhor estas considerações, mas por falta de tempo segue agora.

Já sabia da participação da BMW na Fórmula 1 na década de 1950, mas não havia dado a devida importância, nem conhecia a foto do carro. O mais interessante foi descobrir que ele possuía o motor traseiro. Suas formas, respeitando a classe para a qual foi projetada, remetem ao Auto Union Type D de 1938 e 1939, e parecem seguir as linhagens de carros de motor traseiro projetados durante e logo após a Segunda Guerra, como o Alfa Romeo 512 e o Cisitalia, não esquecendo também o Sokol, carro soviético, considerado o ultimo Auto Union – ver em www.forix.com

Outra coisa que chama atenção é sua grade frontal, muito parecido com o vitorioso Mercedes W154 do pré-guerra, que competiu em 1938.

Além disso, o carro me levantou outras questões: as cores nacionais de competição foram instituídas no Troféu Gordon Bennett de 1900, ficando o branco representando a Alemanha. Nos triunfos do país em GPs até o inicio da década de 1930, seus carros eram pintados desta cor, se destacando os Mercedes no GP da França de 1914 e nas primeiras vitórias de Rudolf Caracciola com o Mercedes SSKL. Isto mudou em 1934, com a instituição do prateado pela Auto Union e pela Mercedes, virando uma tradição. Mercedes e Audi a utilizam até hoje.

É aqui que surge uma interrogação: não tenho conhecimento se as representações do automobilismo alemão instituíram oficialmente o prateado no lugar do branco. Assim, imagino que o fato da marca utilizar nos dias atuais o branco na carenagem dos seus carros (mesmo à época dos Williams/BMW) se deve ao fato de buscar manter a tradição original da cores de competições da Alemanha.

Então por que o BMW 328 é prateado? Qual a cor do modelo de F-1 da década de 1950? Também parece prateado, estou certo?

Para terminar: lembra da historia sobre da gasolina da Brabham/BMW do Piquet em 1983? Já li que o combustível utilizado nas ultimas corridas teria vindo do programa de foguetes da época da Segunda Guerra, o que deu a equipe condições para superar a Renault de Prost.

Verdadeira ou falsa, o fato é que os alemães conheciam muito de combustível de competição. Mercedes e Auto Union utilizavam na década de 1930 misturas ultra-secretas, um verdadeiro coquetel explosivo, que causavam más sensações para quem fazia o reabastecimento durante os pits. O motor dos carros da Mercedes também precisava ser lavado após a prova.

Sobre a Cooper uma pequena nota: meu amigo Marcio Madeira me disse da sua participação no GP Mônaco 1950, com H. Schell, fato que confirmei, mas não sei dizer se tinham motor frontal ou traseiro.

Abraços

Annibal Affonso, Rio das Flores

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Olá,

Qual foi a primeira equipe a usar câmbio automático na F1? E qual foi a última a usar o velho câmbio, manual?

Se não for pedir demais também, gostaria de dicas sobre nome de documentários ou filmes abordando a Formula 1. Sou viciado desde criança na F1, e sou fã incondicional do grande Piquet.

Abraço a todos do GP Total e aos leitores, como eu, viciados em velocidade.
Felipe Freire, Maceió






Oi Felipe

Mansell com o Ferrari pioneiro no uso de câmbio automático
A primeira equipe a usar o câmbio automático ou semi-automático em GP (a designação vai variar de técnico para técnico) foi a Ferrari 640 no Brasil 89.

Não sei dizer qual foi a última equipe a correr com câmbio manual tradicional.

Abraços (EC)

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Bom dia, Eduardo Correa.

Gostaria de perguntar sobre o início das provas automobilísticas no país, em piso de terra. Quando elas tiveram início e quando elas foram suplantadas pelas competições de asfalto? Como foi a passagem de Chico Landi pelas corridas de terra?

Atualmente, a Velocidade na Terra fica mais escondida na mídia, digamos assim. Não estaria faltando, aí, um pouco mais da atenção da grande imprensa? Ou as equipes deveriam ter dar mais atenção ao trabalho de Assessoria de Imprensa? Ou um pouco de cada item?

Qual é teu ponto de vista, a respeito?

E um grande obrigado ao Pandini e toda a equipe que é referência em automobilismo, não apenas no país, mas no planeta.

Carvalho, Curitiba






Grid de largada em São José dos Pinhais Foto do site www.velocidadenaterra.com.br
Pois Carvalho,

Você elogia tanto a gente e eu não sei responder às suas perguntas!

Pouco sei sobre as origens do automobilismo brasileiro, tanto mais sobre piso de terra. Também não acompanho a Velocidade na Terra. Sei que são corridas sempre animadas e com muitos participantes e que alguns dos leitores do GPTotal, como o Ingo Hofman, curtem muito a categoria. Eles estão convidados a mandar mais informações pra gente.

Abraços (EC)

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Olá Edu!

O GP da França deste ano de 2008 me fez lembrar da temporada de 1993, quando Ayrton Senna liderou o mundial de Formula 1 pela ultima vez na carreira. Porém surgiram também algumas dúvidas daquela temporada.:

1) Quantas vitórias Alan Prost conquistou naquela temporada?

2) Os motores da Mclaren eram da Ford, porém os da Benetton também, mas os deste último tinha maior superioridade técnica, por ser uma versão nova. Por que a Benetton conseguiu um privilégio desses motores?

Ficarei grato se responderem minhas perguntas, uma grande abraço para todo o pessoal do GP Total.

Guilherme Maciel, Curitiba






Oi Guilherme

1) Em 93, Prost ganhou na África do Sul, San Marino, Mônaco, Hungria, Bélgica e Japão.

2) A Benetton tinha contrato com a Ford desde 1987 e fez valer privilégios assegurados pelo contrato que lhe garantiam a exclusividade de uso sobre a geração mais recente do motor. A McLaren tentou romper tais privilégios. Houve corridas em que a Ford chegou a levar o motor mais novo também para a McLaren, na esperança de uma liberação pela Benetton mas não houve jeito.

Abraços (EC)

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Edu e camaradas,

Eu tenho acompanhado a guerra entre Max Mosley e Bernie Ecclestone cujo a ápice está sendo a “possível” criação de uma segunda categoria de acesso a F1: a finada F2.

Pra ser sincero, acho pouco provável que Max consiga peitar a FOM dessa forma, todavia, a proposta dele é bastante coerente: baixos custos dariam maiores chances a pilotos não-pagantes, isso pra mim é mais da metade do Grid da GP2, bons pilotos que têm limitações orçamentárias poderiam ter chances mais reais de chegar a F1, não seria esse o flagelo da F3000/GP2? Ser uma categoria que enche os bolsos com os pilotos comerciais e joga o nível técnico lá embaixo?

Muito provavelmente Mosley está blefando, não penso que ele conseguiria manter uma categoria com baixos lucros apenas para dar continuidades ao seu cabo-de-guerra. Mas, olhando pelo lado romântico do automobilismo, seria muito bom, ou será que o baixo custo diminuiria também o aparato tecnológico da categoria, distanciando-a de um de seus objetivos que é fazer com que jovens pilotos tenham experiências com carros que arremetam a um F1?

Ps: isso seria bom para o Sergio Jimenez e o Luiz Razia que são bons pilotos e parecem não ter “amparo$” a altura de seus talentos.

Abraços,
Sidinei Gadelha, Taguatinga

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Parabéns ao amigo Guilherme Bezerra pela coluna Talento Raro.

Concordo em gênero, grau e número. Jim Clark e Ayrton Senna são os melhores de todos os tempos. Muito se fala, principalmente pelo número de títulos e de vitórias que conquistou, de Michael Schumacher. Ele é um dos melhores de todos os tempos, realmente. Colocaria-o em 5º lugar. Pois ele ainda está muito longe de um Ayrton Senna, de um Nick Lauda, de um Jim Clark e até de um Alain Prost.

A maioria dos analistas tem vinte e poucos anos de idade. Não viram esses fabulosos pilotos correrem. Por isso, só resta o Schumacher. A próxima geração vai dizer que o Kimi Raikkonen e o Fernando Alonso são os melhores de todos os tempos. Será? Na minha opinião, está anos luz de distância.





Bruno Senna
Segurem o Bruno Senna.

Caros amigos, muito se fala na presença do Bruno Senna na Formula 1 no ano que vem. Dito isso, informo, como amante desse esporte, que começo a me preocupar. Me preocupo, principalmente, porque parece cada vez mais próximo do sobrinho do maior de todos os tempos,pilotar um carro de F1 na temporada de 2009.

Meu desespero é cada vez maior. Segurem o Bruno Senna na GP2 ou que ele vá para qualquer outro lugar, mas para a Fórmula 1, não. Será pior ainda do que o filho do outro renomado brasileiro, Nelson Piquet. Não haverá como não ligá-lo diretamente ao maior de todos os tempos, Ayrton Senna. Certamente o nome da família terá prejuízos com o esperado fracasso do Bruno na principal categoria do automobilismo brasileiro.

Ele não é grande piloto. Os seus resultados mostram isso. Terá um nome muito forte nas “costas”, “Senna”, e isso abrirá portas. Espero que separem bem, e não tentem comparar o incomparável.

Abraços,

Firmo Neto, Recife


Opiniões e Dúvidas dos Leitores 04.07.08
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Olá, gepetistas.

Eu queria colocar uma enquete no ar: dos pilotos que foram campeões apenas uma vez, qual deles foi de fato o menos notório? E qual deles poderia ter feito mais? Qual deles não teve mais títulos por não terem carros eficientes ou por terem a carreira interrompida?

Eis a minha opinião:

Os campeões da década de 50 (Farina e Hawtorne) davam muita importância para categorias paralelas a F1, coisa comum na época.

Na década de 60 temos Phil Hill, Jonh Surtees e Denny Hulme. O primeiro não parece ter sido beneficiado pela morte de Wolfgang Von Trips para ter preferência dentro da Ferrari, ressaltando também que os vermelhos tinham um carro superior em 61. O segundo soube se intrometer entre Clark e Hill para levar seu único título. O terceiro conseguiu a façanha de superar o seu chefe e após isso fez da McLaren sua casa, não conseguindo mais títulos e dominando junto com Bruce McLaren a série Can-Am. Talvez o seu sucesso com a referida categoria explique o seu desempenho mediano na F1, bem como o de sua equipe nesse período.

É importante salientar que o nível técnico na década de 60 era altíssimo: conseguir ser campeão ao menos uma vez com Brabham, Clark, Hill, Stewart, Rindt, Amon, McLaren, Gurney e outros mais na pista constitui, na minha opinião, um grande feito.
Phill Hill com Ferrari em Mônaco 61
Abrindo a década de 70 temos o primeiro (e espero que único) campeão póstumo da F1. Rindt parecia ser capaz de fazer muito mais, mas sua carreira e vida acabaram em Monza. James Hunt foi beneficiado pelo acidente de Lauda em Nurbugring; ele não era mau piloto, mas na minha humilde opinião o seu estilo de pilotagem não é de um campeão. Por fim, Mario Andretti foi campeão em 1978 com um carro que praticamente seria campeão sozinho, pra mim seria ele o mais inexpressivo dos campeões, por ter o melhor carro e ordens desnecessárias da equipe para vencer. Jody Sheckter foi campeão em 1979 com o melhor carro e ordens de equipe, mas, convenhamos, se Villeneuve era mais piloto, Jody era mais eficiente. Sou um grande fã do falecido canadense, mas acho que o estilo de pilotagem que ele tinha dificilmente faria dele um campeão.

Na década de 1980 temos Rosberg, um piloto que foi campeão sabendo se aproveitar dos acidentes dos pilotos da Ferrari, das quebras dos carros da Renault e do novo projeto desenvolvido pela Brabham do Motor BMW. Mas, quando foi necessário, soube ser veloz e constante, portanto, mesmo com tudo tendo conspirado a seu favor, considero justo o título que ele conquistou.

Em 1992 vi um dos meus pilotos prediletos ser campeão mundial pela única vez. Mansell foi engolido nos anos 80 pelos seus adversários ou mesmo pela falta de sorte, se na década de 60 os nível dos pilotos era muito alto, na de 80 havia pouquíssimos cockpits “decentes” disponíveis. Sendo ele o único piloto que teve a experiência de dividir equipes com Piquet e Prost.

Uma vez alguém comentou aqui no Gptotal que o FW 14-B era um carro completo e que somente nas mãos de Mansell ele conseguia atingir o seu limite. Concordo com essa afirmação.

Damon Hill foi um piloto que já chegou a F1 com a idade avançada e no planeta Schumacher teve um papel de grande relevância, figurando como um dos três grandes adversários do alemão. O canadense Jacques Villeneuve chegou impressionando na F1 pela sua rápida adaptação sendo campeão já na sua segunda temporada. Se aventurou muito cedo na BAR e por lá afundou e chafurdou, eu sinceramente esperava dele um instinto mais “mercenário”, esperava que um jovem campeão lutasse com mais afinco por um carro vencedor, como já fez Ayrton Senna e como tem feito Fernando Alonso. Essa é a minha opinião sobre os “monocampeões”. Acho que não esqueci de nenhum.

Um grande abraço!! Entrem em contato:
sidgadelha@hotmail.com

Sidinei Gadelha – Taguatinga
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No dia 02/07/2008, completaram-se 35 anos da morte do piloto americano Swede Savage, na edição da Indy 500 de 1973. Ele ficou 33 dias em coma depois de um grave acidente. Foi uma das edições mais sangrentas da história da Indy e, sem dúvida, ficou marcada como a corrida que não queria terminar!

Savage era uma das grandes promessas do automobilismo americano, tendo sido escolhido o Rookie of the Year em 1972.

Que tal uma matéria sobre a Indy 500, edição de 1973?

Abraços, Ramon Lunardi, Belo Horizonte



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Schell e seu Cooper em Mônaco 50
Excelente a mais recente coluna do Ico, para variar.

Mas creio que caiba uma pequena correção. Ao que me consta, a primeira vez que um carro de motor traseiro esteve inscrito num GP de F1 foi para Harry Schell, já na segunda prova da história da categoria. No GP de Mônaco de 50, Schell largou ao volante de um Cooper T12 equipado com motor JAP de motocicleta, alocado na traseira. Na corrida acabou abandonando ainda na primeira volta, no famoso acidente que Fangio conseguiu evitar por ter notado que vários espectadores mantinham o olhar fixo para um determinado ponto da pista...

Abraços,

Márcio Madeira da Cunha, Nova Friburgo

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Gostei do comentário do Loreno Antonio Menegotto Jr de BH, aqui neste espaço. Precisamos de um site que nos encha de detalhes, de informações paralelas, e não daquilo que também escrevem na Racing, no GrandePremio & cia.

O Pandini tem muito conhecimento sobre o assunto, sabe como ninguém ler os códigos do automobilismo e traduzir esses detalhes para nós.

E o GP Total também está carente de informações sobre outras categorias. Em 2003, 2004 via sempre matérias sobre a MotoGP, Mundial de Rali, hoje sinto que isso diminuiu no site, embora ainda tenha alguma presença.

O GP Total dá 80% de destaque para a F-1, e o resto para as demais. O automobilismo não é feito só de F-1!

Por que não falar também de Fórmula Indy? Agora acabou a divisão, estão juntas e não há dúvidas que em alguns anos irão voltar a crescer e ter destaque. Tivemos uma sensacional dobradinha brasileira em Richmond no último domingo, com os excelentes Tony Kanaan e Hélio Castroneves, além do surgimento de um novo talento que foi o Jaime Câmara e sua corrida surpreendente.

MotoGP, StockCar, Fórmula Truck, por que não falar mais delas? A Fórmula 1 é muito enjoada em vista delas. Quando a gente vê F-1, e depois vê Indy, MotoGP, Stock e Truck dá a impressão que a primeira é uma grande Fila 1ndiana e aquele showzinho sem graça de Ali Bernie e os 40 chefões...

Faltam mais detalhes. Falta mais espaço para um número e leque maior de categorias. O GPTotal nos acostumou mal mesmo, e agora ficamos exigentes e queremos sempre mais....rs

Abraço.

Antonio Pessoa, São José dos Campos
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Gostei da coluna do Guilherme Bezerra, Talento Raro. Mas o texto me deixou em duvida. Ele considera Clark, Stewart, Senna, Prost, Emerson e Piquet como os 6 talentos raros ?

Com relação à avaliação da F1 de hoje, discordo. Acho que Kubica tem que constar da lista. Já mostrou que não deve aos outros 4. Hamilton, sim, parece que está devendo. Ele tem demonstrado falta de capacidade em fazer uma equipe andar. Acho que Ron Dennis, que não é muito de errar, errou feio em confiar o desenvolvimento de sua equipe a um novato. Na minha humilde opinião a McLaren tecnicamente andou para trás em relação ao ano passado.

Acho que Dennis se empolgou em fazer um novo campeão inglês e assumiu riscos desnecessários. Tá, ele entende de F1 infinitamente mais do que eu, mas o fórum é para que possamos dar nossa opinião. Acredito que se Ron tivesse segurado a ansiedade e privilegiado Alonso no ano passado, mandando Lewis ficar quietinho aprendendo, hoje eles estariam em situação muito melhor. Acho que Lewis ainda tem muito a provar. Ano passado ele demonstrou sangue frio, mas não tinha nada a perder. Com a pressão atual, parece que a coisa desandou um pouco. Vamos esperar e ver no que dá. Acho que qualidades não lhe faltam, mas se continuar desequilibrado, não vai chegar a lugar nenhum.

Quanto a Alonso e Kimi serem mais fortes que Massa, sempre acreditei nisso, mas parece que o chacoalhão que Massa tomou depois das duas primeiras corridas o fortaleceram psicologicamente e ele tem demonstrado muita concentração e inteligência nas ultimas corridas.

Rogério Tófoli Kezerle, São Paulo

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Acabei de ler a Coluna de Guilherme Bezerra com o título “Talento Raro”. Adorei sua coluna, muito boa! Só tem uma coisa que ele se esqueceu de colocar que é importantíssima pra um piloto ter. A famosa e velha SORTE, meu amigo. Sem ela, pode ser o piloto que for, ter o carro que tiver, que sem sorte ele nada conseguira.

Um abraço,

Marcio Marques, Sao Paulo
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Olá amigos do GPTotal, tudo tranqüilo? Gostaria que vocês me tirassem duas dúvidas se possível. A primeira é a seguinte: Por volta dos anos de 1994 a 1995 a CART estava tomando muito espaço da F-1 e vinha se firmando como uma categoria que poderia fazer realmente frente a F-1. Preocupado com o crescimento e a conseqüente perda de espaço que a CART poderia lhe causar, Bernie Ecclestone aproveitou o fato de Tony George dono do circuito de Indianápolis que vivia insatisfeito por não ter muita voz dentro da CART, e lhe apoiou financeiramente para a fundação da IRL, o que enfraqueceria a CART.

Até que ponto isso é verdade? Bernie Ecclestone realmente apoiou financeiramente Tony George para a criação da IRL ou isso não passa de mentira?

A segunda é a respeito do Damon Hill na Hungria/97 ainda era novo e me lembro que ele liderava com folga a corrida com uma Arrows só que acabou abandonando a 02 voltas do fim caso não esteja enganado, o que aconteceu com seu Arrows? Grato pela atenção. Abraços!! Felipe Vidigal Cantanhede, São Luís



Hill com o Arrows Yamaha de 97


Oi Felipe

As informações lembradas por você em relação à cisão na Cart são as que se generalizaram pela imprensa. Desconfio um pouco delas. Nem Tony George precisava de “apoio financeiro” de Bernie para lançar a IRL nem podemos dar de barato que a Cart “ameaçava” tanto assim a Fórmula 1. Claro que a Cart estava num excelente momento e que isso incomodava Bernie, sempre ciumento da “sua” categoria. Mas ele pode muito bem ter espalhado que estava por trás da manobra de George, tirando proveito da imagem de poder decorrente. Bernie adora isso...

Quanto a Hill na Hungria, ele de fato corria tranqüilo para a vitória quando foi vitória de um problema hidráulico em seu Arrows, que acabou travando o seu câmbio. Ele terminou a corrida em 2o lugar, atrás de Jacques Villeneuve.

Abraços (EC)

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O que esta ocorrendo com o GP da Inglaterra, por que todo este movimento para retirar o GP de Silverston do calendário?

Joaquim Souza, São Paulo




É simples, Joaquim: Bernie Ecclestone quer receber muito mais dinheiro dos organizadores do que recebe hoje.

Abraços (EC)
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Caro Marco

O que é característico nos comentários do nobre narrador da Rede Globo é o patriotismo xenófobo que está presente em toda e qualquer transmissão que participe. O que o incomoda é o sucesso dos outros e a possível sombra que possam projetar sobre um piloto ou atleta tupiniquim.

O nobre narrador é impecável formador de opinião e não titubeia ao utilizar o poderoso veículo a disposição (TV), mesmo que nem sempre os comentários e teses defendidos correspondam à realidade. Isso não é importante! Quando todos vivemos uma mesma fantasia ela se torna real.

Mas justiça seja feita, pois GB não difere dos seus antecessores da Rede Globo. Na verdade todos deram vida pela voz a linha editorial que marca o jornalismo daquela rede de rádio e televisão, embora tenhamos de admitir que há estranhos naquele ninho.

No passado os alvos preferidos de GB foram Mansell, Prost, Schumi (neste deu o braço a torcer), Alonso e agora Hamilton. Na próxima temporada, quando tiver um carro melhor e ameaçar Felipe Massa, o alvo será Kubica ou outro qualquer. A cada erro do piloto ouviremos um imenso e previsível repertório de reprovações. Assim foi com Alonso, hoje com Hamilton e quem sabe amanhã com Kubica, Vettel, Rosberg, etc.

E que me perdoem alguns companheiros, mas afirmar que a F1 voltou a ter graça porque agora é liderada por Felipe Massa... no mínimo é ter o GB por mentor. Eu assisto até corrida de autorama e tanto faz quem esteja conduzindo o carrinho. Num esporte tão multinacional (no sentido literal da palavra) o que menos importa é a nacionalidade deste ou daquele.

A F1 terá graça ou ganhará em emoção quando voltarem as ultrapassagens. Esse me parece o maior problema da F1 atual. Quanto à nacionalidade do piloto, mecânico, borracheiro, projetista, ferramenteiro, engenheiro, programador, da moça do café, do cozinheiro, faxineiro, etc, tanto faz. Quero ver velocidade e arrojo e se Massa os tiver .... bacana, caso contrário, temos o Kubica, Kimie, Hamilton, Alonso, Vettel, etc. OK ?! Não me sinto menos brasileiro por isso.

Grato

Luis, São Bernardo do Campo
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Li a pergunta de um leitor a respeito de BHP e HP. O termo BHP indica Break Horse Power, ou seja, é a medição de potência de um motor com os chamados implementos — escapamento, polias diversas para arrefecimento, alternador e direção hidráulica entre outros. Assim, o termo BHP exprime a potencia real de um motor montado em um automóvel, ao passo que a sigla HP, de Horse Power, é medida sem nenhum implemento, sendo portanto, evidentemente superior a aquela e é usada comercialmente para vender potência...

Alexandre, São Paulo
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Tenho interesse em adquirir temporada de f-1 em que Nélson Piquet foi tri-campeão mundial pilotando sua Williams. Vídeos com narração dos treinos classificatórios e corridas.

Flavio Jose Brunoro Carminati, Paragominas, PA (flavio@juparanaagricola.com.br)


Opiniões e Dúvidas dos Leitores 01.07.08
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Por que se diz BHP e não HP?

Tuta Santos, Santa Cruz do Sul






São unidades de medida diferentes, Tuta, mas a diferença é insignificante – coisa de décimos ou centésimos de unidade de força.

Abs (LAP)

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Bom dia pessoal,

obrigado por esta oportunidade de fazer uma pergunta para vocês.Estamos conversando sobre histórias das corridas e surgiu uma pergunta entre nós, vocês poderiam nos ajudar?

Qual foi a maior rival da Goodyear na sua história?

Muito obrigado pela ajuda.

Claudinei Bertos, Americana






Oi Claudinei

Richie Ginther com Honda no México 65, 1a vitória da Goodyear na F1
Do ponto de vista quantitativo, é a Bridgestone, que colherá a sua vitória de número 129 domingo próximo, ante 368 vitórias da Goodyear. Mas diria que do ponto de vista qualitativo, a maior rival até hoje é a Michelin, que peitou os americanos (e depois os japoneses da Bridgestone), colhendo 102 vitórias.

Em seguida no ranking vêm Dunlop, com 83 vitórias, Firestone, com 49, onze delas colhidas nas 500 Milhas de Indy, Pirelli, com 42, Continental e Englebert, com dez cada.

Abraços (EC)

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Olá, caros amigos do Gepeto

Acompanho o site de vocês há um bom tempo, desde 2003 ou 2004, eu acho, e considero um dos melhores sites sobre Formula 1 da atualidade.

Estão nos meus favoritos as matérias espetaculares que fizeram sobre os carros e pilotos mais espetaculares ainda, como a McLaren M23, as atuações do efeito aerodinâmico dos bicos altos, histórias sobre a Copersucar e os irmãos Fittipaldi que o Divila descreve tão bem. E comparações e mais comparações, relatórios que nem a FIA é capaz de produzir. Guardei e imprimi muitos deles, nos meus dossiês sobre essa categoria que tanto amamos.

Vi minhas duvidas e sugestões publicadas no ar, procurei fotos pela internet com vocês, esmiucei sistemas de freios e motores incitados por vocês. Até sobre patrocínios conversei com o Edu, me sentindo como um de vocês, só por ter uma idéia minha levada em consideração.

Mas de um tempo pra cá, notei que está faltando alguma coisa no site. Algo mais técnico, mais curioso, coisas que só os admiradores - e não os fãs de Massa e Cia. - sentem falta. Como, por exemplo, para que serve os chufrinhos da BMW, ou como funciona o novo bico da Ferrari, ou ainda, que tipo de empresa patrocina a Force India, essas coisas.

Adrian Sutil testa o Force India semana passada, em Silverstone
Falta uma homenagem ao Ove Anderson, e explicar porque a tarja preta nas Toyotas da última corrida.

Falta explicar para que serve aquelas horrendas calotas - poderiam ao menos ser como as da antiga Formula Indy (alguém lembra?).

Falta lembrar que nessa corrida houve alguém batendo os 500 pontos, alguém marcando os primeiros 2 pontos, houve 200 poles marcadas, 150 com o mesmo combustível. Porque aquele piloto perdeu potência na saída dos boxes, porque o outro não foi obrigado a parar nos boxes para tirar a peça que se desprendia, mimos, detalhes. O público desse site está carente de detalhes!

Contar o que eu vi na corrida, ok, isso vocês fazem com maestria. A coluna da Alessandra, Pelo amor e pela dor, é fenomenal. Mas... é só isso? Isso eu leio no jornalzinho de 25 centavos na banca.

Vocês me acostumaram mal.... Quero um raio-x dos carros! Quero comparações! Quero ver as diferenças da RedBull de 2006 e a desse ano! E o ano que vem? Como vão ser os carros? O Alonso vai pra onde mesmo?

Tem leitores que mandam comentários mais cheios de informações que as próprias matérias que vocês publicam.

Vamos lá, voltem à velha forma! Vocês estão formando uma nação de admiradores de automobilismo! Formam uma ponte que nos fazem questionar, brigar, visitar o passado, entender.

Panda, Edu, Alê... Vocês estão de parabéns, por tudo que fizeram e ainda fazem, em seus blogs e tudo mais...

O problema é que vocês me acostumaram mal, agora fiquei exigente.

Até breve a todos!

Loreno Antonio Menegotto Jr, Belo Horizonte

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Olá, amigos do GpTotal.

Sou fã de corridas de autos, em especial de Fórmula 1. Na transmissão da Rádio Bandeirantes do GP da França, tive a oportunidade de conhecê-los. Desde já parabéns por este site.

Gabriel Fogaça, Mongaguá

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Muito interessante a coluna “Bastardos”, do Edu, apesar de eu achar o Prost um bastardo mais fora das pistas, não podendo ficar no mesmo patamar do Schumacher.

Senna com Lotus na Espanha 86
Quanto ao Senna, mesmo com sua brilhante carreira, eu diria que foi no mínimo um grande inconseqüente, principalmente durante os 80, quando foi o piloto de ponta (junto com o Mansell) a se envolver em mais batidas e toques, vários deles por causa do seu comportamento guerreiro. Vale lembrar também que ele sabia muito bem o que fazia quando acertou o narigudo a mais de 200 km/h no Japão, e passaria zerado no bafômetro naquele momento.

Quanto ao Piquet, e aquela história da pole de Mônaco em que ele lambrecou a pista de óleo. Vocês acreditam? Não seria uma patifaria também? (caso seja verdade)

Abraços,

Gustavo

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Senna foi um dos grandes bastardos do automobilismo. Jogou muito sujo em 85, 86, 87, 88´, 89 e 90. Discordo de voce, Edu. Não sei por que criticar o Martini e o Trulli e aliviar para cima do Senna.

Abraços.

Jun Nohiro, São Paulo

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Muito bom o texto do Roberto Agresti, sobre o belga Jaques Bernardes Ickx, tendo faltado, apenas uma curiosidade e um fato,

A curiosidade, ele correu um Paris Dakkar, pilotando um Porsche tracionado, isto mesmo, com tração nas 4 rodas.

O fato, Ickx foi de longe o melhor piloto em pistas molhadas de todos os tempos, sendo chamado na Itália carinhosamente de “signore bagnato”, traduzindo, senhor banhado.





No Grande Prêmio da França 73, Jody Scheckter liderava, Emerson era o 4º colocado, e entre os quatro líderes havia o que se chama de fila indiana. Saindo de uma curva feita à esquerda, os pilotos (os 4) abriam para tomar outra à direita, volta após volta, quando Emerson inovou, em lugar de abrir para tomar a curva à direita, saiu da fila indiana chegando na tal curva, quase ao lado de Scheckter, e completamente fora do alcance visual dos retrovisores da McLaren do sul-africano.

França 73 Emerson persegue Schckter
Resultado: a Lotus negra do brasileiro acertou o Scheckter a meio nau. A imprensa brasileira terminou por reconhecer que a culpa foi do brasileiro. E agora, lamentavelmente, acordo a cinco da matina pra assistir o primeiro treino lIvre em Magny Cours e me deparo com uma coluna do consagrado, eu não sei porque, Reginaldo Leme dizendo que o Emerson foi tirado da corrida pelo Scheckter.

Isto eu chamo de barbárie jornalística

Abraço a todos

Carlos Alberto Petry, Taquara

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Roberto Agresti,

Eu sou um apaixonado e romântico fã dos anos 70 e 80 da Fórmula 1 e do automobilismo em geral. Penso que jamais veremos algo tão bom neste sentido.

Cito como exemplos:

1) O campeonato da divisão 3 aqui no Brasil. Nunca vi fusca tão fusca, brasílias tão brasílias e passats tão passats ...

2) Stock car eram aqueles Opalões envenenados ...

3) Fórmula 1 era para macho ...

E neste caso faltou você dizer apenas uma coisa a respeito do Jack Ickx: o cara foi o primeiro rei das chuvas.

Eta tempo bão!!!

Fernando Marques, Niterói

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Caro Ernesto,

Uma pena o belo trecho do ter sido tirado do livro. Obrigado por nos brindar com ele, em sua coluna de 19/6/2008.

Se acaso você julgar que outras partes cortadas merecem ser lidas, por favor, saiba que muita gente tem interesse nisso.

Forte abraço

Márcio Madeira, Nova Friburgo

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Pro leitor que perguntou sobre as temporadas com mais e menos GPs com chuva, recomendo esse site:

f1-facts.com/results/season

Lá eles tem estatísticas sobre todos os GPs já disputados, e nessa página das temporadas tem um ícone que indica a condição do tempo de cada corrida.

Alexandre Breveglieri, Suzano

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Olá, pessoal.

Em resposta ao conterrâneo Ruy, que pede uma foto do capacete de Ignazio Giunti, sugiro uma passada pelo site www.statsf1.com.

Na seção sobre pilotos, procure pela ficha do Giunti que lá tem uma foto do capacete dele. Está muito de lado, mas dá pra ter uma idéia razoável do design.

A navegação do site é muito simples e ele pode ser acessado em diversos idiomas.

Julio Lima, Belo Horizonte

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Gostaria de adquirir os vídeos dos GP Brasil. Onde devo conseguir?

Obrigado

Clenio José de Azevedo Vilela, Carmo do Rio Claro (cvilela@sulminasnet.inf.br)

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