Excelente e esclarecedor o texto sobre Lauda, assinado pelo Márcio Madeira da Cunha.
Na minha humilde opinião, Lauda foi um dos maiores de todos os tempos. No mesmo nível de Fangio, Senna, Schumacher, Clark etc. O seu talento era ainda maior que sua tenacidade.
Infelizmente ele não era nem um pouco político, pois se fosse teria mais que “apenas” três títulos.
Rogério Tófoli Kezerle
Oi Rogério
Não sei se você sabe mas Enzo Ferrari disse que, se Lauda não tivesse abandonado a Ferrari em 77, teria mais títulos do que Fangio.
De fato, podemos perfeitamente imaginar que ele teria embolsado os títulos de 79 e 82 mas, depois disso, só mesmo abandonando a equipe.
Você ainda não falou nada sobre seus palpites para a temporada. Fale agora ou se cale para sempre...
Abraços
Mauro Fernando, São Paulo
Oi Mauro
não quis começar o ano de novo reclamando do regulamento. Eu sempre faço isso mas depois passa e eu me entusiasmo. Sabe como é: não sou brahmeiro mas sou formulaumzeiro.
Gasolina para a Super Aguri
A verdade, porém, é que não tenho mais ilusões: estamos caminhando em passo acelerado para uma Fórmula 1 monomarca. Claro que os carros seguirão sendo construídos por fabricantes diferentes mas, na essência, serão idênticos, como os da IRL, por exemplo, desprovidos de toda personalidade possível a um carro de corrida. E o pior é que isso vai nos sendo enfiado goela abaixo sem que o grande público e os diretores das equipes falem um A.
Bom: alguns até que reclamaram da obrigatoriedade de uso da tal central eletrônica fabricada pela McLaren mas como levar a sério se as broncas vieram quando as centrais já estavam até instalada nos carros?
E em 2009, se eles e nós – pobre de nós – continuarmos impassíveis, as coisas vão piorar porque aí passam a valer padronizações aerodinâmicas. Se já aposentamos os engenheiros de motores, vamos aposentar também os aerodinamistas.
E aí, meu caro, só restará a nascarização, onde todos assistiremos às corridas distraídos, comendo cachorro quente e bebendo cerveja quente.
Mas não queria encher o saco de vocês de novo com esse papo e por isso achei melhor escrever colunas de histórias neste começo de ano, fora o escorregão da É isto um carro?
Sobre o campeonato, não dá para ir contra os prognósticos de todo mundo: os Ferrari em configuração de corrida são bem mais rápidos do que a oposição, ainda que os McLaren possam surpreender nos treinos, por levar a temperatura dos pneus ao ideal mais rapidamente. Parece não haver motivos para preocupação com as quebras dos Ferrari observadas na pré-temporada. Teriam sido problemas decorrentes de experiência extremas com circuitos hidráulicos.
Os boxes de Massa
Então, sim, Ferrari na cabeça mas eu acho que a McLaren não será presa tão fácil assim, podendo surpreender não só com Lewis Hamilton como também como Heikki Kovalainen. Massa x Kimi Raikonnen? Temo que o finlandês vai levar a melhor de novo sobre o brasileiro.
No mais, pouco a se esperar. Parece que a BMW vem pior do que o ano passado e que a Williams melhorou mas qualquer coisa de muito diferente será uma grande surpresa.
Dificuldades pela falta do controle de tração? Creio que não será nada de muito evidente. Entre os 22 pilotos do grid, temos 16 ou 18 dos melhores pilotos em atividade no mundo, mais do que capazes de se adaptar rápido às novas condições. E é bom lembrar que o melhor tempo de Massa em Barcelona durante os testes pré-temporada é um pouco melhor do que o recorde oficial da pista, obtido pelo mesmo Massa na 2a bateria dos treinos de classificação do ano passado.
Já tem alguns meses que eu não escrevo pra dar nem mesmo um alô... mas já como é de lei, inicio de temporada, é hora de dar os velhos pitacos.
Esse ano a Ferrari vai sobrar, isso é uma certeza. A McLaren vai ter o seu prodígio Lewis e só! No meio do grid, que vai ser a velha lambança, lembrando a F1 de não tão antigamente, nego passado em cima do outro e etc. Será que a TV vai mostrar este fuzué e lembrar que lá na frente, provavelmente, vai ter um líder correndo com pista limpa?
E no fim da fila vai esta o olhar triste de um de meus ídolos, Rubinho. A Honda vai ter de calar muita gente pra voltar a ter foco em sua missão na F1. Essa historia de Mundo dos Sonhos, serviu pra fazer um merchã, vender seus carros retrós, fazer um nome mais bonito na foto, mas não combina muito com o que a F1 necessita, que vem a ser o mais puro espírito de competição.
De resto é esperar o show... e ele está começando!.
O conjunto câmbio, suspensão traseira, aerofólio de um Williams - Clique para ampliar
estou com uma dúvida. O regulamento prevê a permissão de troca de motores depois de duas corridas (se houver a troca de uma corrida para outra o carro larga do final do grid). Além disso o carro perdeu o chamado downforce em virtude da posição das asas (isto de uns dois anos pra cá). Mas os motores ainda atingem 19.000 giros e também não se tem mais o controle de tração.
Não haveria uma incompatibilidade entre um carro que desenvolve muita potência com um chassi pouco estável? O certo não seria um carro menos potente com um pouco mais de estabilidade em curva?
Gostaria que vocês me respondessem. Parabéns pelo site. Um abraço!!!
Iron Menezes de Santana, Belo Horizonte
Oi Iron
Suas premissas contêm um erro: os carros não perderam downforce, apesar de algumas iniciativas de regulamento nessa direção. Restrições à posição e altura das asas parecem ter sido compensadas com folga por asas em outros lugares (veja minha coluna citada na resposta acima), de forma que a velocidade dos carros não caiu, pelo contrário, como se viu nos testes em Barcelona.
Mas você tem razão em sua percepção de que o risco cresceu. Cresceu, sem dúvida, e algumas vozes já mencionaram isso, inclusive levando as autoridades a examinarem a possibilidade de volta dos pneus slick. Mas, por enquanto, vamos arriscar mesmo.
Desculpe a minha intromissão mas discordo completamente da sua colocação.
No texto em questão observei justamente o contrário, do que você argumentou. Não existiu ao meu ver uma intenção de prejudicar a imagem do Senna e nem mesmo a do Piquet, apenas de ressaltar a personalidade marcante de ambos no caminho dos respectivos sucessos.
Button e seus mecânicos
Outro ponto relevante foi o fato do próprio autor ter ressaltado um preconceito ao fato do Senna não ter enfrentado as mesmas dificuldades que outros pilotos tiveram ao início das respectivas carreiras. Algo que não diminuiu o mérito do Ayrton por chegar aonde chegou e, sim, demonstrou mais uma vez sua competência em aproveitar oportunidades e se tornar o grande piloto que foi.
O próprio autor reconhece ao final do texto que fez um pré-julgamento errôneo sobre o comportamento do Ayrton Senna. Que ao contrário do Piquet, foi extremamente simpático e atencioso quando o mesmo solicitou uma entrevista.
Faço um adendo a este ponto, dizendo que esse comportamento do Ayrton Senna foi um dos aspectos que o fez mais evidente que o Nelson Piquet no mundo dos fãs de Fórmula 1, embora ambos tenham vencido o mesmo número de campeonatos e proporcionado momentos incríveis ao longo de suas trajetórias no automobilismo.
Digo isso com a autoridade de alguém que acompanha a Fórmula 1 desde os 5 anos de idade e que foi fã de carteirinha do Nelson Piquet, mas que aprendeu ao longo dos anos a gostar e admirar muito o trabalho do Ayrton Senna, assim como o de outros grandes nomes que vieram depois (Schumacher e Alonso especialmente).
Parece-me que o Sr. é típico fã do Senna, não fã do automobilismo, daquelas pessoas que deixaram de assistir a F1 após maio de 1994.
O novo safety car
Para se criticar uma determinada materia é necessário, no mínimo, ler todo o texto, o qual aconselho o Sr. a fazer, pois ao final o Sr. Agresti conclui de forma inteligente que nosso dois grandes tricampeões tinham temperamentos totalmente opostos com Senna cultivando a imagem, simpática, junto a mídia, mudando de certa maneira a forma do colunista em questão enxerga-lo.
Portanto Sr. Luciano antes de falar bobagens leia o texto integralmente.
Acabei de ler as mensagens do Jean Carlo e do Luciano aqui neste espaço e queria opinar sobre a coluna do Agresti (que conheço desde o tempo das revistas de moto, ele e o meu amigo Quinho).
Como disse o Luciano, é a democracia. Porém não entendi que o texto do Agresti, em modo algum, denegrisse a imagem do Senna. Ao contrario o texto mostra que, embora o Agresti fosse Piquet desde criancinha, o seu ídolo sempre foi merecedor do troféu Limão. Já o Senna era o bom moço!
Há quem goste dos Beatles e quem goste do Rolling Stones - todas as duas são as melhoes bandas de rock do mundo!
O nosso amigo Luciano de São Paulo foi extremamente infeliz em sua mensagem.
Ao não ler a referida coluna de Roberto Agresti até o seu final ele acabou sendo extremamente injusto e deixou de desfrutar de uma homenagem ao seu ídolo Ayrton Senna.
Experiências vividas por pessoas do meio automobilístico são sempre um deleite para nós, que só acompanhamos esse mundo da alta competição por meios de mídia. O Agresti partilhou uma dessas experiências conosco. Deve pois ser parabenizado por seu interessantíssimo relato, e não execrado como foi o caso.
Um McLaren nas praias da Austrália
Eu, particularmente, muito mais por uma questão cronológica (iniciei minha paixão pela F1 pouco antes da entrada de Piquet na categoria), acabei por ser, por assim dizer, mais torcedor do Nelson que do Senna, o que significa nada mais que se ambos dividissem uma curva minha torcida iria para o brasileiro mais velho. Mas isso nunca me impediu de torcer de forma entusiasmada por Ayrton, e nem de aceitar com naturalidade que ele era um piloto bem mais espetacular que Nelson.
Portanto, caro amigo Luciano, menos na paixão e mais na razão, ok? Leia agora o texto até o fim e veja como o Roberto Agresti faz uma homenagem a Senna, até um pouco em detrimento da imagem de Piquet.
E não é porque o colunista faz uma revelação de certa forma contrária a Piquet, meu ídolo de infância, que vou execrá-lo ou vou ter diminuída a imagem que faço de Nelson nas pistas. É apenas mais uma de tantas histórias desse mundo que tanto prezamos que é a fórmula 1.
como você mesmo disse, estamos em uma democracia, por este motivo permita-me discordar de você. Não achei o texto do Agresti ofensivo ao Piquet. O Piquet nunca foi um poço de simpatia, tanto que por anos a fio foi premiado com o troféu limão, de piloto mais azedo do grid.
Lewis e Nico papeiam na pista australiana
Sempre fui fã de Piquet e continuo sendo um profundo admirador do seu talento automobilístico. Mas temos de concordar que o trato com o publico e jornalistas nunca foi o seu forte. Faz parte de sua personalidade e devemos respeitar isto, mas o Roberto descreveu uma situação de um profissional querendo fazer seu trabalho. Acho que a “simpatia” do Senna envolvia marketing sim, mas faz parte do esporte, Piquet nunca se sujeitou a esta regra.
Como já escrevi aqui, pouco me importa se o piloto é simpático, bonito, gay, mulherengo ou seja lá o que for, o que me importa é seu talento nas pistas.
Escrevo esta mensagem em memória de algumas equipes e pilotos, pois acompanho a F1 desde 1990 e no site do GPTotal desde 2003, porém sempre vejo colunas sobre as equipes mais velozes, os pilotos mais se destacaram (claro tem que ser assim pois trabalhamos para isso), porém há como o GPTotal nos lembrar de algumas equipes que não tiveram tanto sucesso assim e alguns pilotos que nem fizeram história na F1 e hoje devem estar sentados em alguma poltrona, isso na década de 90 pois antes disso não tinha muito contato com a F1.
Me lembro de alguns como Martin Blundle, Jean Alesi, Ricardo Patrese, Nigel Mansell, Pupo Moreno e outros,
Agradeço a todos do GPTotal, grande abraço
Neverson Antonazzi, Valinhos
Oi Neverson
Já experimentou dar uma busca por estes nomes usando nossa ferramenta de busca? Você vai encontrar bastante coisa sobre os nomes citados, principalmente, Nigel Mansell;
Se compararmos com a F1 dos anos 80, e até dos anos 90, hoje, acho que todos os carros estão feios.
A dupla da McLaren num evento na 4a feira, em Melbourne
A Renault está mesmo horrorosa, assim como a Williams (que saudades das Williams Camel e Rothmans), mas acho o mais feio mesmo é a Honda.
A Honda do ano passado com a pintura planeta Terra ficou horrenda! Tentaram melhorar, mas agora parece a do ano passado desbotada.
A BMW tem uma pintura bonita, mas os penduricalhos realmente estão agressivos. A impressão que causa é que, se o piloto pisar forte no freio, sai penduricalho pra tudo que é lado....Se levar um esbarrão mesmo, aí o carro desmonta.
Finalmente vai começar a temporada de F1. Não vejo a hora de ver novamente os belos carros andando no limite.
Heidfeld, com BMW
Como não tenho nada de interessante para comentar (os testes pré-temporada enganam bastante...) gostaria de propor a eleição do carro mais feio desta temporada. Estou em dúvida entre dois carros - Renault (ô pintura horrorosa) e a BMW (carro cheio de chifres).
Tenho uma dúvida sobre o GP da Alemanha de 1996: Michael Schumacher foi ultrapassado por Jacques Villenueve em que volta ? Foi logo após fazerem o pit stop?
Lucimar Jose de Faria, Dores do Indaia
Foi na volta 23, Lucimar mas não sei precisar se foi no momento preciso do pit stop de Schumacher, que terminou em 4o, oito segundos atrás de Villeneuve.
Escolhemos o que queremos ler, escolhemos sites que queremos acessar... Sou leitor do GPtotal há pelo menos 4 ou 5 anos...
Existem sites que são bons, existem sites que são ruins. Não é o caso aqui do GPtotal. É um ótimo site, existem ótimas e boas matérias, existem canais onde o leitor participa escrevendo como no meu caso agora, muito bom!
Mas é assim a democracia, o Sr. Roberto Agresti tem o direito em mesmo de forma tendenciosa, tentar denegrir a imagem de um dos ídolos nacionais no esporte automotor, e da mesma forma tentar elevar ao grau quase que santíssimo outro esportista deste mesmo esporte.
Glock com Toyota
Sr. Roberto Agresti, nesta mesma democracia nós também podemos nos manifestar, demonstrar nossas reações... ainda aproveitando este canal dentro do próprio GPTotal.
Sr. Roberto Agresti, o Sr. foi péssimo, ridículo e infeliz! É uma pena que determinados textos não sejam filtrados!
Mas uma coisa que sempre tive a impressão é que aqui no GPTotal, um site onde alguns são deliberadamente fã do Nelson Piquet e estes mesmos parecem querer por motivos pessoais, malhar a imagem do Ayrton Senna que foi e continua sendo ídolo nacional e mundial mesmo após a sua morte. Não ví ataques inversos, isto explica a minha impressão.
Não se sinta só: fui proprietário da primeira e única loja de automobilismo no Brasil, a Speedbox Racing Club, que muitos internautas do GPTotal conhecem. Negociar produtos diretamente com as equipes me deram muitos prazeres e lucros e também prejuízos. De qualquer forma, de 1975 a 2001 estive ativamente dentro dos boxes. Meu amigo Pandini que não me deixa mentir...
Em 1979, quando Piquet estreava no Brasil, eu estava lá, limpando os carros - fui pedir um autógrafo do novato e ele simplesmente virou as costas, de gesso e tudo devido ao acidente na Argentina (temos algo em comum). Admito - é um grande piloto, mas pilotar não é tudo. Me lembra os artistas ou cantores que vendem a alma ao diabo para se tornarem famosos, mas depois reclamam e batem nos fotógrafos! Nunca torci para ele, sempre contra, por sinal, devido a simples negativa de um autógrafo a 30 e poucos anos!
Button, com Honda
O Senna, ao contrário, alguns diziam que era até politicagem, mas não - presenciei oportunidades de extrema educação e paciência que eu mesmo não teria. Talvez devido a educação recebida pela família e o referido colégio em sua coluna.
Vejamos a ironia de sua coluna (que é absolutamente fantástica) - O Nelsinho, que é um verdadeiro bração e só está na F1 por influencia do papai, é 200% mais filhinho de papai do que o Senna era.
Interessante a sua coluna “É isto um carro?”, sobre os apêndices na nova Ferrari. Mas um ponto em particular me chamou a atenção: o que fez um paralelo com a "nova-direita" sobre "os mais aptos e ricos" merecerem vencer.
Se a direção da F1 pode ser comparada aos sistemas políticos, ele
certamente não é "libertário", pois a Ferrari, é bom lembrar, é uma
equipe "subsidiada pelo governo". Os italianos quebraram em 2007 o
recorde do maior valor já recebido por uma equipe de F1 pela FOM na
história do esporte, não apenas por terem conquistado os dois
mundiais, mas porque à Ferrari é garantido um pagamento extra pela FOM simplesmente por eles terem se comprometido a ficar na categoria.
Tenta-se justificar esse subsídio dizendo que "a Ferrari o merece por
ser a equipe mais tradicional do grid", muito embora equipes que em
outros tempos foram consideradas muito mais "sinônimos de Fórmula 1" que a Ferrari (como a Lotus), morreram de inanição.
Segundo um levantamento feito quando da assinatura do último Pacto da Concórdia, os atuais contratos permitem que a Ferrari seja sempre a
equipe que mais recebe dinheiro da FOM, independente de sua colocação no campeonato de construtores do ano anterior. Antes que o dinheiro arrecadado seja distribuído pelas equipes de acordo com a
classificação, U$ 67 milhões vão direto para a Ferrari, o que na prática
significa que, mesmo que ela termine em último lugar, ainda receberia
mais dinheiro que a equipe que fosse campeã de construtores.
Isto é, na "República da Fórmula 1", definitivamente não existe
"livre-concorrência".
Obrigado ao colega Lucas Giavoni, de Sorocaba, pela lembrança de mais um caso na história onde houve a mudança da dupla de pilotos durante uma temporada, no caso, a Shadow em 1977.
É disso que precisamos aqui nesse maravilhoso site: troca de idéias, de informações entre nós, amantes do automobilismo em geral.
Com a escolha dos 5 grandes fracassos da Fórmula 1 (coluna do Ico, de 29/2/2008), poderemos nós leitores e vocês colunistas escolher os 5 maiores carros da história da categoria.
Gostaria de saber se alguém tem fotos ou comentários a fazer sobre as categorias de mini carros que corriam no kartódromo de Interlagos na década de 70.
A Globo transmitia corridas todas as manhãs de domingo e fazia a festa da garotada que sonhava em um dia pilotar um, como eu. Só sei que a Fapinha era um dos fabricantes e havia réplicas de vários carros (charutinho ou tubarão, Ferrari, a mais cara). A 4Q deu uma matéria boa na época. Um tal de Tuca, que corria com o número 111 era o bom do pedaço na época...não sei se se transformou em piloto. Sei somente que a categoria acabou quando o juizado de menores comprovou que os carros estavam chegando a 120 quilômetros por hora no final da reta principal.
Acho que muitos dos leitores do site devem lembrar. Ah, o Gugelmin corria também!
quando você comenta, aqui neste espaço, sobre a formação do Jacques Villeneuve, ele não teve só a formação européia: Ele passou também uma temporada na Fórmula Atlantic. Sendo assim, ele teria tido formação nas escolas européia e americana.
Sobre a dificuldade de Jacques para conseguir um lugar na Nascar, acho que a batida dele em uma corrida classificatória para a Daytona 500 complicou tudo: Ele tinha feito uma estréia sensacional ano passado no superspeedway de Talladega (Largando de 5º) e tinha ido bem nos treinos para a Daytona 500. Porém a batida mais a falta de um patrocinador forte estão fazendo o canadense ficar sem vaga na Nascar.
Sou leitor assíduo do GPTotal e as colunas antigas são sempre boas de ler, assim como as novas.
Até a próxima,
Gustavo, São Paulo
Você tem razão,
Gustavo: Jacques foi um caso raro de piloto que trafegou na adolescência/juventude pelo automobilismo da Europa e dos Estados Unidos. Como disso, não tenho nenhuma informação da trajetória dele nas corridas da Stock.
Muito legal a lembrança da série Can Am, com seus carros absurdamente potentes.
Lembro que a Porsche chegou a desenvolver um 917 spyder, que se chamava 917-10, com mais de 1200 BHP, ou coisa assim. Além disso, Bruce McLaren, com sua equipe oficial e seu companheiro Denny Hulme, ganhavam tantas corridas numa certa época que as provas eram chamadas, naturalmente em tom de piada americana de Bruce and Denny Show...
Bons tempos! Chaparral, Lola, cada barata! A lamentar somente a morte de Bruce, testando um de seus Can-Am, quando a tampa traseira se soltou e aí...
O Porsche 917 10, de George Follmer em Watkins Glen 72
o site de vocês está muito bacana, principalmente porque tem muitos artigos históricos e é difícil achar tantas informações completas por esse brasilzão afora, tão carente em cultura automobilística!
O vídeo da Can Am que vocês disponibilizaram é fantástico! Ainda me daria um enorme prazer ver essas maquinas correndo novamente, carros com design lindíssimos, a pista (longas retas, longas curvas - e assassinaram nosso autódromo de Interlagos!). Nem se fala do ronco estremecedor dos carros. Arrepiante!
Não é por nada não, mas ir toda hora em Interlagos para ver aqueles Aldee, Opalas correndo, já enjoou! Salve a GT3, tomara que dê certo e não seja um fiasco como as Mil Milhas. Por que não criam aqui umas provas de Classic Day, isso tem em todo mundo, é fonte de inspiração para todos!
Fracassos a F1 sempre teve muitos, vou citar alguns:
- A Ferrari de 1991 (criou grande expectativa na pré temporada e deu no que deu)
Jean Alesi com Ferrari em Portugal 91
- A Lotus de 1988 que ainda contava com o excelente motor Honda e tinha num dos cockpits o campeão da temporada anterior.
- A Williams de 1998 pode ser considerada um fracasso se levarmos em consideração os seus carros dos anos anteriores, todos eles desde 88 venceram GPs e por várias vezes disputaram títulos.
- O F2005 foi o maior fracasso de uma equipe campeã nos últimos tempos
- A Honda de 2007 foi um fracasso absurdo, se levarmos em consideração o carro que fizeram em 2006 e a evolução que ele teve durante o ano, tendo Jenson Button mais lento apenas do que as Ferraris, deixando pra trás Mclarens e até mesmo Renaults.
Por que o Mercedes de Fangio tinha as rodas cobertas por pára-lamas, talvez o único caso de na F1?
Arthur Jacon, Goiânia
Oi Arthur
O Connaught Alta de Ken McAlpine na Inglaterra 55
Não sei lhe precisar a partir de quando o regulamento permitiu carros de Fórmula 1 com as rodas cobertas, da mesma forma que não sei dizer quando elas se tornaram proibidas.
Numa rápida pesquisa - aguardo pela ajuda dos leitores para complementa-la –, tivemos os Mercedes com rodas cobertas em cinco GPs: França, Inglaterra, Alemanha e Monza 54 e Monza 55, sendo que nas duas últimas corridas de 54, a equipe alemã participou também com alguns carros de rodas descobertas.
O Cooper Bristol de Jack Brabham na Inglaterra 55
Tivemos ainda Connaughts e um Cooper pilotado por Jack Brabham com rodas cobertas na Inglaterra 55 e Porsches na Alemanha em 57 e 58, sendo que esses me parecem modelos Sport enxertados entre os inscritos por liberalidade dos organizadores de Nurburgring, que gostavam de ver grids cheios, dada a extensão da pista.
voltei domingo de Angola, onde visitei o autódromo de Luanda e o de Benguela. Deviam ser muito legais; hoje são lixões, literalmente, só se vê alguns pedaços das pistas, fora o cheiro nauseabundo. Se não me engano, o Jan Balder deve ter corrido lá, o Casari tenho certeza.
Lamentavelmente, o país, que por sinal é maravilhoso, se envolveu
em 27 anos de guerra fratricida.
vendo o relato sobre aquele GP do Japão em 1989 e a manobra do Prost que ocasionou a batida entre ele e Senna uma coisa me veio à mente: numa corrida onde tanto Senna quanto Prost tinham carros rigorosamentes iguais, o que Senna fez foi arriscar tudo naquela tentativa de ultrapassagem mesmo sabendo que Prost poderia se defender como se defendeu.
No ano seguinte veio o troco do Senna. Será que o Prost não poderia prever aquela reação proposital do Senna evitando tentar largar na frente como fez? Ainda mais vendo que o Senna largou mal propositalmente ..
Jacques Villeneuve foi vencedor do Rookie of the year da F-Indy (CART) em 1994 e se tornou campeão da categoria em 1995, somando também uma vitória em Indianápolis no mesmo ano.
Estreou na F1 no ano seguinte, 1996, conquistando 4 vitórias e tornando-se vice-campeão em seu ano de estréia. Na temporada seguinte, 1997, conquistou 7 vitórias e se tornou campeão da categoria.
Depois disso, se uniu a BAR e sua carreira se resumiu ao desenvolvimento da equipe.
De qualquer forma, é um currículo invejável e um piloto de notório sucesso, sendo campeão de duas categorias de ponta e tendo vitórias significativas, como Indianápolis.
Hoje, Villeneuve tenta um lugar na Nascar, mas não consegue por falta de patrocínio.
Villeneuve e seu Williams na Austrália 97
Como é possível um piloto com um currículo tão expressivo ter dificuldade de arrumar patrocínio quando isto lhe deveria cair do céu dado seus resultados?
Aí está algo que não consigo entender. Se for algo que vocês tenham conhecimento, minha curiosidade agradece o esclarecimento.
Parabéns ao Eduardo Corrêa pela brilhante coluna Perdedores.
Abraço,
Luiz, Rio de Janeiro
Oi Luiz
Não sabia que Villeneuve tem tido problemas para obter um bom lugar nas divisões superiores da Nascar. Difícil imaginar que ex campeão da Indy tenha dificuldades para arranjar um lugar mesmo numa equipe média. Não me iludo, porém, que ele possa ser bem sucedido na categoria. Pilotos com formação européia têm muita dificuldade nas corridas em ovais com 40 ou mais carros na pista e os pilotos americanos tratam de tornar esta convivência ainda mais difícil.
Ernesto, adorei a sua aventura no automobilismo, narrada em sua coluna Deliciosamente inexpressivo, principalmente, porque você correu de fusca, que é uma das minhas paixões.
Ter andado neste circuito maravilhoso, já é de grande recordação para qualquer um e numa época em que o automobilismo era realmente de verdade. Para mim, só as fotos já valeram a matéria, mas a descrição da prova foi o complemento de um tempo muito bom e, que, infelizmente, não volta mais.
Tive uma passagem também pelo automobilismo no início da década de 80 aqui em Brasília quando corri de Dodge e achei super interessante a respeito dos patrocinadores que, na minha época, eu divulgava no carro mas nunca recebi um centavo de nenhum deles. Tudo para mim era diversão. Só em estar ali já era um grande barato pois não tinha muita condição de colocar carro para ganhar corrida. Mas deu para brincar durante 3 anos.
parabéns por esta coluna que retrata um pouquinho daquilo que muito de nós, amantes do automobilismo, sentimos pelo menos uma vez na vida!
Sei que muito dos nossos leitores já participaram no mínimo de uma corrida de Kart, ou quem sabe de um campeonato de kart entre amigos e o sentimento ao se colocar um capacete e ir para a disputa é sempre incrível, não importa onde seja, quantos assistiram a corrida, ou quantos ficaram sabendo do resultado! O que importa é o que sentimos!
lendo a coluna do Ico sobre os maiores fiascos da Fórmula 1, publicada em 29/2/2007, me veio a mente a curiosidade em saber dele qual foi a pior Ferrari da historia?
Abraços
Fernando Marques, Niterói
Jody Scheckter com o T5 em Mônaco 80
houve muitos Ferrari ruins na história da equipe mas acho que a pior decepção foi o modelo 312 T5, usado na temporada de 80.
Na coluna Vexame, com os carros que foram um fracasso retumbante, esqueceram de citar o revolucionário Brabham BT55, de 1986, que tinha o motor inclinado a 72º e excessivamente baixo, que matou o piloto Elio de Angelis na França.
Inesquecível (seja por bem ou por mal, realmente foi incrível) ver Schumacher penando com o carro. O alemão na temporada realmente mostrou que tinha braço e ficou em 3º é verdade, mas depois de 5 campeonatos seguidos perder tamanho desempenho foi vergonhoso pra Ferrari.
Em primeiro lugar quero convidá-los para a festa de lançamento do meu livro O Brasil na Fórmula 1. Será no dia 15 de março, às 16 horas na Fnac do Morumbi Shopping - teremos a exposição do Fittipaldi FD04, apoio da champanha Mumm, Editora Alaúde e da própria Fnac.
Em segundo lugar, quero destacar que concordo com o Caique Ferreira (Friends de 20/2/2008) sobre a maior vitória brasileira na F1 - o segundo lugar do F5A em 1978 no Rio.
Aliás, no livro chamo este segundo lugar da A vitória que não veio!!!
A linha de raciocínio da coluna Perdedores, do Eduardo Correa, lembra um pouco o conteúdo e idéias do livro "Mais que um vencedor, do Piloto Alex Dias Ribeiro.
Alex e seu March na Suécia 77
Parabéns, vida longa, saúde e saudações à Família GPTotal
eu colocaria mais um piloto na sua lista de ilustres perdedores.
O argentino Carlos Reutemann. E mais, parceiro do Rubinho em relação às reclamações (apesar das suas serem mais lógicas), pois Reutemann culpou Frank Williams por seu fracasso na equipe inglesa.
Em resposta à dúvida do Cleiton, de Poços de Caldas, sobre uma equipe que trocou sua dupla durante o ano (em que você citou das tragédias na Ferrari em 58), acabei lembrando de uma destas raríssimas ocasiões de troca dupla:
Shadow, temporada 77. Começaram com Tom Pryce (GB) e Renzo Zorzi (ITA); terminaram com Alan Jones (AUS) e Riccardo Patrese (ITA). E mais três pilotos correram, cada um, uma prova: Jackie Oliver (GB), Arturo Merzario (ITA) e Jean-Pierre Jarier (FRA). Sete pilotos pra duas vagas!
Pryce com Shadow em Interlagos 77
Pryce era estrela ascendente e Zorzi era protegido de Franco Ambrosio, dono do Banco Ambrosiano, principal investidor financeiro do time. Mas Pryce morreu na terceira etapa, naquele acidente estúpido na África do Sul. Foi substituído no GP seguinte, Long Beach, por Alan Jones, que corria de Surtees em 76, mas estava sem emprego no começo do ano.
Zorzi só durou até o GP da Espanha e foi chutado em favor de outro protegido de Ambrosio, Riccardo Patrese. O italiano estreou em Mônaco e foi esporadicamente substituído por Oliver na Suécia, por Art Merzario na Áustria e por Jarier em Watkins Glen, mas fez as corridas seguintes.
Bom lembrar 1: Alan Jones conseguiu uma surpreendente vitória naquela temporada no GP da Áustria.
Bom lembrar 2: Franco Ambrosio saiu do time no final daquele ano e ajudou a fundar a Arrows. Ele, no entanto, saiu da sociedade rapidinho: no começo de 78, foi preso na Itália por sacanagens financeiras depois que descobriram, entre outras picaretagens, que ele usava a Shadow pra lavar dinheiro.
Na última temporada tem se falado bastante da Prodrive entrar na F-1 para usar (ou comprar) os chassis da McLaren, inclusive noticiou-se até um racha na cúpula da equipe inglesa no auge da crise do ano passado entre Alonso X Hamilton e Mercedes X Ron Dennis, e especulou-se que Dennis e o piloto inglês "fugiriam" para a Prodrive e deixariam a Mclaren (que viraria Mercedes) para os alemães e o Alonso.
Bem, como se sabe, o regulamento ainda não permite que uma equipe adquira os chassis de outra equipe e a Prodrive conta com essa permissão para entrar em 2009, mas a minha pergunta é a seguinte:
Partindo do princípio que a Prodrive não faça seu próprio chassi e que o regulamento não mude, poderia encomendar à Lola ou Dallara um chassi de F-1? Ou poderia se associar participando da concepção do projeto? Como aconteceu com a Ligier e Benneton em 1995 (que na época pertenciam ao Briatore) e foi sabido que a participação da Ligier, se não foi apenas de fachada, foi mínima.
Neste caso, a Prodrive não poderia "se associar" a McLaren na produção do carro de 2009 e poder usa-los também?
Abraços!
Bruno Pagiola
Oi Bruno
Não conheço o regulamento a fundo mas entendo que a Prodrive poderia sim encomendar seu chassi a um terceiro desde que ele não estivesse inscrito na Fórmula 1. Chassi reciclado de algum fabricante que já esteja na categoria, só com vistas grossas das autoridades, o que me pareceu ser o caso Benetton-Ligier.
quem é vivo sempre aparece ou melhor escreve: o que vocês acham dessa nova categoria só com carros de times de futebol de diversas partes do mundo e que o carro do Corinthians seria pilotado por Bruno Senna. Acho melhor o carro ser pilotado pelo Rubinho que também é corintiano. Sendo assim, já que o clube tá na segundona do Brasileirão não seria mal o Rubinho pilotar um carro de segunda,
abraços
Glaucio Fonseca, Manaus
Não sei não, Gláucio, mas algo me diz que esta categoria não vai dar certo.
Achei muito interessantes os relatos dos leitores Márcio Madeira da Cunha, sobre Suzuka/89, aquela que foi, para ele, a maior vitória brasileira na F-1 (publicado em Leitores de 7/2/2208), e Ânderson Rubim, sobre a temporada de 1989 (em Leitores, 2a quinzena de fevereiro).
Sobre Suzuka/89, realmente aquela prova foi única, na qual dois pilotos levaram seus carros ao limite do início ao fim, como se a pista fosse apenas deles. Mal comparando, acredito que a última vez que algo parecido ocorreu foi em Indianápolis/05, onde Michael Schumacher e Rubens Barrichello duelaram para ver quem daria a única vitória à Ferrari na temporada. Lá houve incidente entre os dois pilotos, ordens de equipe, reclamações por parte do brasileiro, enfim uma prova absolutamente atípica.
Sou um dos que defende a idéia de que Senna mereceu vencer em Suzuka, mas o título só viria se ele vencesse em Adelaide, o que não ocorreu. Nesse caso, haveria duas possibilidades: ou Prost deveria ter seus pontos confiscados, como Schumacher em 97, e o título ficaria com Senna, ou a situação permaneceria a mesma, o que daria a taça ao francês. Escolheu-se a segunda. Campeonato encerrado.
Semana que vem, começa a temporada de MotoGP. Pela primeira vez na história, haverá uma prova à noite, em Losail, no Catar. A idéia não me agrada, mas isso não deve influenciar o rendimento dos pilotos. Não faço a menor idéia de quem possa ser campeão este ano.
Bom, achei que o assunto iria sair de linha, mas como não saiu, acho que cabe uma pergunta:
SE em 89 Senna veio por dentro e Prost por fora numa curva para a direita e os dois bateram e em 90 Senna veio por dentro e Prost por fora numa curva para a direita e os dois bateram não se pode dizer que os dois choques foram causados pelo mesmo piloto (Senna na minha opinião) já que foram muito parecidos?
Apenas para completar sobre a desclassificação de Senna no GP de Suzuka em 89, anos depois da morte de Ayrton Senna, Jean Marie Balestre reconheceu que errou e havia ajudado o compatriota Alain Prost.
Independente da decisão de Balestre, na minha opinião, Senna perdeu o título não em Suzuka, mas nos GPs dos EUA, Canadá e Monza, onde liderava com folga e teve 3 quebras, permitindo que Prost aumentasse consideravelmente a sua diferença na tabela de pontos. Sem contar também o acidente com Mansell no GP de Portugal quando Senna estava em 2o.
o site está muito bom e eu queria comentar sobre o início do campeonato da F1 neste ano de 2008. O que eu estou vendo é uma p... pressão pra cima do Nelsinho na Renault, principalmente por parte do Briatore, para que ele se conforme em andar atrás do boizinho Fernie (Há uma série de animação na Tv Cultura que tem este personagem que é um bezerro bobinho e iludido com um monte de coisas, igualzinho o moço das Astúrias).
Se o Alonso não puder andar mais do que o Nelson, o Nelson vai ter que andar na frente ou o Alonso quando estiver na 5ª colocação o Nelsinho por força de contrato só pode andar em 6º? O Nelsão não vai deixar isso acontecer!!! (Vocês sabem, Nelsão tem costa quente...)
quero que vocês relembrem os 20 anos do primeiro título de Ayrton Senna, aquela madrugada de 30 de outubro de 1988 foi espetacular para todos nos brasileiros. Naquele ano, Senna deu um show em cima de Prost, que maravilha! Foram 8 vitórias em 1988.
Valeu,um abraço a todos.Vou escrever sempre pra vocês.
Aurélio Rafael, Piracicaba
Oi Aurélio
Sugestão anotada mas já temos muita coisa publicada sobre a temporada 88 no site. Use a nossa ferramenta de busca.