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Opiniões e Dúvidas dos Leitores 24.05.07
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Alô Edu e Panda!

Já li vários comentários em entrevistas, sites e blogs sobre a vitória (última) de Nelson Piquet no GP do Canadá em 1991(eu não assisti essa corrida) e gostaria que vocês me tirassem "algumas" dúvidas sobre a última volta deste GP. Então vamos lá!

1 - É verdade que Mansell vinha liderando a corrida com mais de 50 segundos de vantagem para Piquet ?

2 - É verdade que Piquet entrou no carro para esta corrida com a obrigação de vencer, senão seria demitido ?

Piquet com o Benetton no Canadá 91


3 - É verdade que Mansell foi acenar para a torcida (já comemorando a vitória) e desligou o carro em plena reta ?

4 - É verdade que Piquet passou por ele dando tchauzinho cruzando a linha de chegada ?

5 - É verdade que Mansell ficou parado no meio da pista ?

Vocês teriam um video da chegada desta corrida ? Deve ter sido cômica essa situação, sem falar na gozação de Piquet em cima do Mansell.

Um abraço

Charles Dantas






Oi, Charles

Vamos às respostas:

1) Sim.

2) Nunca ouvi falar disso.

3) Vendo na TV, a impressão que dá é exatamente esta. Depois, li outra versão: a de que Mansell, com uma vantagem tão confortável, resolveu poupar o carro. Diminuiu drasticamente o andamento e, com isso, o motor ficou muito tempo (alguns segundos, talvez?) funcionando em regime de rotação muito baixo. Dessa forma, o alternador não enviou carga à bateria e o motor apagou. Como aquele Williams foi o primeiro carro de F1 que juntou câmbio, suspensão ativa, acelerador e controle de tração - tudo eletrônico -, o câmbio apagou junto, em ponto morto, impossibilitando o aproveitamento da inércia para fazer o motor voltar a funcionar "no tranco".

Acho esta última uma explicação mais razoável. Mas, com Mansell, nunca se sabe...

4) Nunca vi isso. De qualquer maneira, Mansell parou pouco depois da metade do circuito, mas bem antes da linha de chegada. O que Piquet falou na coletiva após a corrida é comprovado: "Tive um orgasmo ao ver Mansell parado".

5) Se "no meio da pista" quer dizer "no asfalto", a resposta é não. Mansell conseguiu encostar o carro na grama. Se "meio da pista" significar "meio do circuito", a resposta foi dada no item 4.

E aí vai o vídeo pedido por você, narrado em japonês!

http://www.youtube.com/watch?v=sekJ5LqWDFc

Abraços (LAP)

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Edu

Voltando a falar em números, como já muito discutido aqui neste espaço, temos algumas curiosidades.

A partir de 1973, a F1 começou a adotou uma numeração fixa em seus carros e pilotos (até então, vigorava a numeração de inscrição para cada corrida).

Em 1974, o sistema se implantou definitivamente, deixando fixos os números de cada equipe, exceto os números 1 e 2 que eram destinados ao campeão do ano anterior e seu companheiro de equipe, variando ano a ano.

Nesse retrospecto (ou seja, de 1973 a 2006), vejamos quem aproveitou melhor a numeração:

a) Por 9 vezes, o piloto que correu com o número 1 tornou-se bi-campeão: Prost em 1986, Senna em 1991, Schumacher em 1995, 2001, 2002, 2003 e 2004, Hakkinen em 1999 e Alonso em 2006; também por 9 vezes, o piloto que correu com o número 5 foi o campeão: Stewart em 1973 (na maior parte da temporada), Emerson em 1974, Andretti em 1978, Piquet em 1981 e 1983, Mansell em 1992, Schumacher em 1994, Hill em 1996 e Alonso em 2005.

b) Por 3 vezes, os números 11 (Hunt, Lauda e Scheckter em 1976, 1977 e 1979, respectivamente) e 2 (Prost em 1985, 1989 e 1993) premiaram o melhor piloto da temporada.

c) Por fim, e por 2 vezes cada, os números 3, 6, 8, 12 e 27 fizeram respectivamente os seguintes campeões: Villeneuve 1996 e Schumacher 2000; Rosberg 1982 e Piquet 1987; Lauda 1984 e Hakkinen 1998; Lauda 1975 e Senna 1988; Jones 1980 e Senna 1990.

Rosberg com o Willians n. 6 em Mônaco 82


Os números 4, 7, 9, 10, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20, 21, 22, 23, 24, 25, 26 e 28 nunca fizeram campeões e produziram poucos vencedores de corridas.

Felipe Massa corre com o número 5 neste ano, contra Fernando Alonso, que corre com o 1. O espanhol derrotou Michael Schumacher no ano passado, numa outra disputa do 1 contra o 5. Vamos torcer para o mais simpático e charmoso dos números ímpares dar o troco neste ano, com mais um título brasileiro!





Aproveitando, Edu: e qual seria a sua lista dos 5- ?

Os pilotos que foram eterna promessa e nunca ganharam títulos? Os carros que eram projetos fabulosos e nunca ganharam nada? Os campeões que se sagraram vencedores sem nenhum brilho? Autódromos completamente sem graça que nunca cativaram nossa torcida? Fica a sugestão!

Abraços,

Humberto Mendes, São José do Rio Preto






Oi Humberto

Acho que nomes fundamentais para a lista dos pilotos 5- seriam de dois dos pilotos mais amados e admirados de todos os tempos: Gilles Villeneuve e Ronnie Peterson.

Antes que me apedrejem: parto do princípio que esta lista é formada por gente que, pelas qualidades e pela coragem, deveria ter vencido mais do que venceu – corridas e campeonatos. E nisso, é indiscutível que, seja pela exuberância, seja pelo desamor no trato da máquina, Gilles e Ronnie venceram muito menos GPs do que deveriam e ficaram devendo ao menos um campeonato. Sobre o desamor à máquina lembro nome de um dirigente da Ferrari, Franco Gozzi que dizia que o problema de Gilles era que ele não amava os carros.

Gilles teve a oportunidade real de vencer o campeonato em 79 mas, integrado à Ferrari, respeitou a hierarquia e não atacou Jody Scheckter. No ano seguinte, a equipe teve um dos piores carros da sua história. Em 81, o campeonato foi uma verdadeira loteria e, em 82, quando tudo parecia favorecer Gilles, surgiu Didier Pironi e o acidente na Bélgica.

Peterson com March na Espanha 71


Já Peterson só teve um carro capaz de leva-lo à vitória em 73, um ano de grande equilíbrio entre ele, Emerson e Stewart. Peterson ficou em 3o. Nas quatro temporadas seguintes, lutou com carros ultrapassados ou fracos. Os resultados foram para lá de modestos. Em 78, fiat lux! Uma máquina imbatível nas mãos: o Lotus asa. Mas Peterson, por contrato, tem de comboiar Mario Andretti. Caminhava para ser o vice-campeão quando perde a vida em Monza...

Enfim, dois dos maiores pilotos de todos os tempos mas com um currículo de vitórias comparativamente modesto.

Abraços (EC)

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Edu,

achei muito boa sua lista dos 5+. Acho que dessa forma o critério fica justo, cada época teve um glamour diferente e pilotos que faziam jus ao seu período, da forma como você diferencia de forma brilhante.

É uma delicia recordar o que ocorreu nesses períodos. Acompanho a F1 desde 72, e semelhante ao Marcelo, precisei garimpar na adolescência tudo o que aparecesse pela frente. Para a minha sorte conto hoje com uma bela coleção de livros sobre o assunto, depois passo uma relação e deixo voces a vontade para me pedir informações pois de 1906 para cá tenho não só vários livros como quase todos os vídeos sobre F1,

abraços a todos

Mário Salustiano

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Caros amigos do GPTotal

Opinião pessoal não se discute, mas alguns leitores medíocres querem minimizar a importância de grandes pilotos como Jackie Stewart com comentários ridículos como "ele não teve oponentes a altura quando ganhou seu 1º título" ou "só teve um adversário digno em Emerson Fittipaldi".

Depreciar Stewart é depreciar um dos divisores de águas entre os pilotos de F-1, desprezar sua luta por melhores condições de segurança para seus colegas (leia-se capacete fechado e macacão anti-chama, entre outras coisas) e seu trato com a mídia dentro e fora das pistas, sem mencionar sua habilidade e elegância ao pilotar.

Para terminar falemos de algo que, em minha opinião, é fato. Acidental ou não, se não tivesse quebrado as pernas de Didier Pironi, Prost não seria nada na F-1, seria outro zero a esquerda pois Pironi estava anos-luz à frente dele como piloto e seria o campeão de 1982 ou, no mínimo, o vice de Villeneuve, um dos poucos que era rival a altura para ele. Prost sempre foi um medíocre com sorte, ele sim só ganhava com o melhor carro.

Stewart com Matra no México 69


Também não aceito a depreciação de um mestre da pilotagem como Niki Lauda em favor daquele francês patético que as vezes preferia fugir do combate leal (o veto à entrada de Senna na Williams em 1993) a sofrer a justa, merecida e humilhante derrota. Irônico é que em vários momentos Prost sofreu derrotas humilhantes nessa mesma temporada. Grandes pilotos merecem minha admiração, grandes engodos como Prost merecem meu desprezo.

WDS

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Olá amigos

gostaria também de apresentar a minha listagem dos 5+,é muito divertido ver as mais variadas preferências da turma aficcionada por automobilismo e as muitas polêmicas geradas por este assunto, então lá vai a minha!

SENNA, SCHUMACHER, CLARK, FANGIO E STEWART, todos do mesmo nível.

O Piquet está fora porque correr a temporada de 87 inteirinha com uma Williams-Honda e vencer apenas três provas e ainda contando com o azar dos outros é inaceitável. Piloto bom quando pega carro fora de serie tem que atropelar!!!

Rubens Costa Bingre Jr, S.Bernardo do Campo

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Excelente o texto de José Ferreira de Portugal, publicado nos comentários dos Leitores sobre o GP da Espanha! Concordo 100%!

Hoje em dia os pilotos se contentam com um segundo lugar ao invés de buscar a vitória. Lembremos que o segundo lugar é, na verdade, apenas o primeiro entre os perdedores!! A vitória deveria ser mais valorizada. Não é isso ao que o automobilismo se propõe? Revelar os melhores??

Precisamos de mais gente sensata escrevendo e compartilhando suas idéias.

Vinícius Arten

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Aos amigos Bruno Karam e Eduardo Correa:

Se não mudaram o local, a arquibancada do setor M fica bem em frente aos boxes das equipes. Fiquei nesta arquibancada no GP de 1999, e só dá para ver o início da reta dos boxes, após a junção, até a entrada do S do Senna. Em 2005, fiquei no setor A, de onde se tem uma visão muito melhor da corrida, sendo que, desta arquibancada (setor A), não se vê, apenas, o S do Senna e a Curva do Sol.

Espero ter colaborado.

Josilmar de Souza Oliveira

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Excelentíssimo senhor Charles Dantas, de Manaus

Venho aqui por este meio responder à pergunta por vossa excelência face à minha resposta à coluna do Sr. Tite Simões.

Pessoalmente, na minha mera opinião, o Alexandre Barros é um bom piloto, muito acima da média, mas não um daqueles génios fenomenais. Acho que existem poucas probabilidades de ele se sagrar campeão do Mundo, em parte devido à sua idade, ele conta já com 36 anos e há toda uma nova vaga de novos gênios na categoria: Pedrosa, Melandri, Hayden e Rossi claro.

Eu vou ser honesto e dizer que apenas acompanho Moto GP a fundo desde 2002, e pelo que li antes disso, o Alex sempre foi um piloto trabalhador, consistentemente nos pontos e muito rápido. É o piloto mais experiente da actual grelha de moto GP, encontra-se na categoria rainha do motociclismo de velocidade desde 1990… são muitos anos mesmo. Pilotou para as equipas de fábrica da Cagiva, Suzuki e Honda, a ultima das quais contou com os seus serviços desde 1995 até 2005, tirando o ano de 2003, em que pilotou uma Yamaha. Em 2007 como é sabido, encontra-se na Ducati.

Mas tudo isto para dar uma ideia: quando um piloto brasileiro (Brasil tem muita reputação na F1, não em motos) passa 10 anos da sua carreira pilotando para a maior construtora de motos, na categoria rainha do motociclismo é obra. O Barros é muito bom piloto, e mostrou grandes rasgos de génio ao longo da sua carreira, embora não tão constantemente como os campeões da categoria.

Mas como eu não sou bairrista também vou dizer outras coisas que descobri: Barros no seu início de carreira era muito dado a quedas, daí surgindo o apelido “homem de borracha”, porque apesar de cair muito, nunca se lesionou gravemente. Sei também que Barros era rápido, mas pelo que li, não era um prodígio como Pedrosa ou Rossi, que tive a sorte de ver em acção, e ver com uma rapidez quase extra-terrestre face à concorrência, e se o era, não o foi com consistência para poder lançar um ataque ao título.

Há outra factor também: o material. Barros passou grande parte da sua carreira com motos versão-cliente, o que faz alguma diferença em termos de rendimento. Quanto às Cagiva, eram boas, mas nunca ganharam títulos, ao passo que nas Suzuki, apesar de Schwantz ter sido campeão, Barros ainda era imaturo e caía muito. Ainda referindo às equipas, nas últimas provas de 2002 Barros dispôs de uma Honda RC211V semelhante à de Valentino Rossi,(note-se que nessa época, iniciou a época com uma NSR 500 a 2-tempos, 30 cavalos menos potente que a 4-tempos de Rossi) e venceu duas provas batendo o genial italiano de um para um, em duelos memoráveis. Em 2003, apostava-se em Barros como candidato ao titulo, visto que ele mudou-se para a Yamaha, pilotando uma moto oficial. Contudo, a moto era inguiável, sendo até batida pelas Ducati estreantes, juntando a isso quedas e lesões e o seu ponto alto foi um 3º lugar. Em 2004, substituindo Rossi na Repsol Honda, teve também uma época francamente má e de resto e em 2005, com a Honda Pons, apenas teve aquela vitória em Portugal, memorável pela forma como conduziu, foi um recital autêntico de condução. O resto da temporada não foi produtiva. Sobre a sua referência a Barrichello, acho também que não se devem comparar pilotos de F1 com Moto GP: são categorias completamente diferentes… penso eu de que.

Para o senhor Sergio Laurentys… informo-lhe que a Ten Kate não é a equipa oficial da Honda. A Honda não tem equipa oficial nas Superbike desde 2002, com as VTR 1000 SP-2 oficiais decoradas com as cores da Castrol, que foi campeã com Colin Edwards nesse último ano (grande temporada que foi). A equipa Ten Kate é, quanto muito, semi-oficial, com apoio nomeadamente monetário da Honda Europa. Sei disso porque foi comentado pelos comentadores do Eurosport, em revistas portuguesas como o Motojornal e também numa entrevista a Chris Vermeulen, piloto da Ten Kate. Em 2005, Vermeulen pilotou a Honda CBR 1000 RR Oficial, preparada pela HRC, nas 8 horas de Suzuka, e disse que, da sua moto preparada por Roland Tem Kate, e da moto oficial, usada no campeonato japonês de Superbike, a diferença era “da noite para o dia”, em termos de comportamento, suspensões e motor então… era outra coisa.

Há também um detalhe que, embora parecendo pouco importante, prova isso. Já reparou que a Honda da Ten Kate não tem autocolantes nenhuns da HRC? As únicas CBR 1000 oficiais que correm na Europa são as da HM Plant Honda, no campeonato britânico de Superbike, pelas mãos de Jonathan Rea e Ryuichi Kiyonari, campeão em título. Os únicos apoios que a HRC dá à Ten Kate são algumas peças de motor, eletrônica e pouco mais. O senhor tinha razão quanto ao controlo de tracção, foi usado pela primeira vez em meados de 2005, mas necessitava de desenvolvimento. Mas esclareça-se que a Ten Kate é uma excelente preparadora de motos: basta ver o trabalho que fizeram nas Supersport, dominando completamente a concorrência desde 2002, numa categoria em que as motos são todas muito parecidas e com corridas disputadas ao milésimo de segundo, ou mesmo enfrentando equipas de fábrica da Suzuki, Yamaha e Ducati no Mundial de Superbike saindo vencedora bastantas vezes.

Espero ter sido esclarecedor e não muito maçador.

Com os melhores cumprimentos a todos

Francisco Manuel Medeiros da Cunha

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O quinto vídeo da série em que Jackie Stewart pilota carros "modernos" – um Penske de Fórmula Cart



Abs.

Rubens


Opiniões e Dúvidas dos Leitores 22.05.07
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Olá!

Estou enviando uma foto que tirei do monumento ao Juan Manuel Fangio.

Estou juntando informações para escrever sobre este grande piloto de F1 e gostaria de encaminha-las para vocês. Espero estar com o texto pronto antes do dia 24 de junho, quando Fangio completaria 97 anos.

Saludos de um brasileiro na Argentina!

Roberto Caruso, Buenos Aires






O monumento a Fangio, em foto enviada pelo Roberto Caruso
Estamos aguardando seus textos, Roberto

Abraços (EC)

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Edu,

Vai ter "+5" assim lá na casa do chapéu... Caramba! (rsrs)

Mas gostei. Gostei mesmo. Eu que na minha adolescência (lá pelos anos entre 86 à 91), ainda sem internet, comprava qualquer coisinha escrita F1 uma vez passando por uma casa de livros antigos vi dois volumes da Editora Abril com o título que, se não me engano, era algo do tipo "Piloto de Todos os Tempos - VOL 1 e 2".

Comprei e quando cheguei em casa descobri que tinha um tesouro nas mãos. Em ordem alfabética, TODOS os pilotos de competição com MUITO ou POUCO sucesso. E nessas edições descobri Nuvolari, Campari, Wimille, Borzachinni (que faleceu em Monza 33 num acidente que envolveu tb Giuseppe Campari) e tantos outros de suas épocas.

O livro foi editado em meados de 1978, já que ainda constavam Peterson "vivo" e até o fechamento da edição Andretti liderava o campeonato de 1977. Tem até o jovem Ingo Hoffman em seus primordios na F1, com a Copersucar. Obviamente não constavam ainda Piquet e, muito menos, Senna.

Realmente um achado!!! Mas que, eu com 15 anos, descobri quem eram os pilotos da "Golden Era" do automobilismo Mundial.

Parabéns pelos seus "+35"....rsrs

Um forte abraço,

Marcelo Ferreira, Jacarepaguá






Oi Marcelo

Também gostei de montar as listas e veja você como tenho sorte com os amigos que arranjo.

Não tinha o livro mencionado por você e outro dia chego em casa e havia um pacote à minha espera. Era do Panda, um presente sem qualquer motivo justo e, dentro, os dois volumes em perfeitíssimo estado. Foi num deles que conferi a data da morte do Wimille.

Abraços (EC)

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Ô, Edu,

Mansell melhor que Prost???? Tudo bem que gosto não se discute, etc, etc, mas fala sério!

Mas, fora isso, Senna, Schumacher, Piquet e Alonso está perfeito.

Renato Müller, São Paulo

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Olá pessoal!

Estou escrevendo para agradecer ao Martinho de Souza Franco, por seu carinho, e pelos amigos (ainda que virtuais) Panda e Edu pela disponibilização deste espaço onde nós, viciados em automobilismo, podemos debater, trocar conhecimentos e nos divertir com o nosso assunto preferido: corrida de automóveis!

Aproveito também para comentar a lista dos "5 melhores" do Edu: Depois de ler a relação de nomes de cada era, fiquei impressionado com a minha incapacidade de separar apenas cinco... Aliás, é impossível!!! Logicamente, é uma questão de opinião pessoal, pois mesmo números nem sempre representam uma verdade lógica a respeito de um piloto.

Não entendi se na lista do Edu ele excluiu pilotos do final dos anos 60 e começo dos anos 70, pois NA MINHA OPINIÃO (não sou o dono da verdade) o Jim Clark e o Jackie Stewart não poderiam estar de fora se esta análise incluísse esta época.

Abraços!

Rodrigo Bernardes






Oi Rodrigo

Entendi, pela pergunta enviada pela Fábio, que o período mencionado por ele era posterior a Clark, começando nos anos 70.

Jim Clark na África do Sul 67
Mesmo considerando Stewart plenamente elegível para os 5+ dos anos 70 em diante (ele começou na Fórmula 1 em 65 mas ganhou dois dos seus três títulos em 71 e 73) nunca o escolheria. Não digo que ele não foi um dos grandes mas - come on: ele correu contra competidores muito fracos ou debilitados na maioria das temporadas. Em 71, ganhou o título com quase o dobro de pontos do segundo colocado. Em 72 e 73, lutando contra Emerson, encarou a primeira parada realmente dura que teve pela frente e praticamente empatou com o brasileiro (fiz uma análise detalhada sobre isso tempos atrás).

Já Clark, se pudesse elege-lo, certamente entraria na minha lista, deslocando Alonso, da mesma forma que colocaria Fangio, sem pestanejar, no lugar de Mansell.

Abraços (EC)

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Sobre os 5 mais, concordo com tudo. Não sou torcedor do Alonso, muito pelo contrário. Mas ele ainda não tem 26 anos. Irá completá-los em 29/07.

Carlos Tavares

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Muito bom Eduardo, você melhorou bastante a tão famigerada discussão sobre quem é melhor que quem na Fórmula 1. Acredito que a divisão por períodos foi muito bem colocada.

Mas mudando um pouco de assunto, Alonso está correndo na época certa da Fórmula 1. O que ele diria se participasse de disputas como estas:



Abraços...

Luiz Eduard, Pará de Minas

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Amigos do GPTotal

A Fórmula 1, na minha opinião, sofreu mudanças que foram muito importantes para a sua sobrevivência. A segurança dos carros com certeza foi a melhor delas. Muitos acidentes com vítimas fatais como o do Gilles Villenueve se ocorressem hoje não produziria óbitos.

Toda vez que penso no acidente que vitimou o Gilles Villenueve eu penso desta forma. Se fosse nos dias de hoje, certamente seria um sério acidente, mas a celula de sobrevivencia certamente não permitiria sequer que ele fosse cuspido do carro como foi.

A Formula 1 antigamente era coisa para maluco mesmo. Carros e nem pistas tinham o mínimo de segurança. Bem diferente da F.1 atual, que pensando de forma correta deve ser um esporte que transmita emoção mas sem a necessidade de fabricar vítimas fatais.

Villeneuve estréia na F1 com McLaren, na Inglaterra 77


Mas talvez a grande diferença da Formula 1 romântica em relação a atual é que a romântica produzia campeões sem que necessariamente, eles ganhassem um campeonato. Este foi o caso do Villenueve, um autêntico campeão pela sua forma de pilotar agressiva e muitas vezes irresponsável mas com certeza cativante e emocionante para quem via. Mas na sua época a Formula 1 não produzia carros para agüentar o seu estilo de pilotar. Por isso ele não foi um campeão mundial.

A historia da Formula mostra até hoje quem foi o melhor em números, mas só a Formula 1 dos bons tempos mostrou quem era bom de braço de verdade.

Assim foi o Gilles Villenueve. Bom de braço. Um show man de verdade.

Fernando Eduardo Macedo Marques, Niterói

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Edu e Panda , bom dia !!!

A respeito do e-mail do leitor José Ferreira, concordo plenamente que a pontuação da F-1 atual não é benéfica para o vencedor da prova . Aliás, penso também que já passou da hora da F-1 distribuir pontos até o décimo colocado de cada corrida.

Sendo assim, imagino a seguinte pontuação :

Vencedor - 15 pontos
Segundo colocado - 10 pontos
Terceiro colocado - 8 pontos
Quarto colocado - 7 pontos
Quinto colocado - 6 pontos
Sexto colocado - 5 pontos
Sétimo colocado - 4 pontos
Oitavo colocado - 3 pontos
Nono colocado - 2 pontos
Décimo colocado - 1 ponto

Neste sistema premiaria o vencedor da prova e considerando que as posições intermediarias valeriam pontos, veríamos brigas intensas na disputa do sexto ao décimo lugar.

Att

Cassio Adriano de Souza Lima

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Amigos GePeTos!

vejo que quase todas as equipes estão utilizando um modelo de câmbio onde não haveria perda de velocidade nas trocas de marcha, e que em alguns lugares vem sendo chamado de CVT. Não foi esta tecnologia que foi proibida pela FIA em meados dos anos 90, se eu não me engano, que a Williams queria utilizá-la.

Fabiano, Itajaí






Oi Fabiano

Entendo muito pouca a tecnologia mencionada por você mas ela não é, pelo que entendi, sequer aparentada com a do chamado câmbio CVT (que também nunca entendi bem).

Hoje, o que se tem é um mecanismo de engate ultrarápido, que quase não exigiria queda nos giros do motor para seleção da nova marcha – mas não é o que tenho ouvido nas transmissões.

Abraços (EC)


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Axo q as X fica 1/2 dfcil entndr 1as msgens inviadas. So do tmpo ants das progressões continuadas... Carlos Bocchi

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Caros amigos

Venho através desse solicitar informações referente ao VIDEO DO AYRTON SENNA ONDE NARRA A VOLTA EM INTERLAGOS, durante o treino de classificação.

Caso saibam onde encontrar, peço-lhe o favor de me informar. No aguardo de suas notícias, envio a todos um grande abraço.

Felipe Henrique do Nascimento






Oi Felipe

Não sei lhe informar. Vamos aguardar pela ajuda dos leitores

Abraços (EC)

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Gostaria de saber se algum leitor do GPTotal ou mesmo o Edu já assistiram corrida da arquibancada M de interlagos. Gostaria de saber o que dá pra ver de lá.

Att,

Bruno Karam






Oi Bruno

Arquibancada M fica no final da reta oposta, pois não?

Em caso positivo é um lugar muito desconfortável – Sol ou chuva na lata, sem apelação o tempo inteiro - mas com uma boa visibilidade da pista. Você verá o S, toda a reta oposta, a tomada do Lago, Pinheirinho, Pato e um pedaço do Mergulho e da reta de largada.

Agora, se a M não for na reta oposta, me desculpe. Dei uma olhada no site oficial do GP mas não há mapa disponível pra conferir.

Abraços (EC)

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Bom dia amigos do site

Primeiramente gostaria de parabenizar a coluna do nosso amigo Francisco Medeiros da Cunha. Ele sim descreveu com muita propriedade a diferença entre o time oficial HONDA TEN KATE e a equipe satélite KLAFFI HONDA. Só ficou faltando que em 2006 a equipe TEN KATE já possuía controle de tração, pois sendo a equipe oficial HONDA na categoria SUERBIKE, tinha todos os recursos disponíveis do HRC. Coisa que nunca foi disponibilizado para a Klaffi Honda, do piloto Alex Barros.

Para a temporada 2007, a Honda está usando a moto modelo 2007, moto totalmente reformulada, muito superior ao modelo 2006, até por isso a melhora dos resultados nesta competição este ano. O Toseland é um grande piloto, só faltava a ele uma grande moto. A Honda está disponibilizando uma moto muito superior a do ano passado.

Quanto ao desempenho do Alex Barros no Moto GP, todos os pilotos que usam pneus Bridgestone estão tendo dificuldades com os pneus de classificação, que são projetados para poucas voltas rápidas. Particularmente este ano, a diferença dos tempos de corrida, para os tempos de qualifying estão em torno de 1 segundo. O que é muito!!!!!!

Contudo até agora, em ritmo de corrida, o Alex Barros está girando nos mesmos tempos dos ponteiros. Até por isso ele está largando mal, e se classificando bem nas corridas. O seu tempo de volta a volta está muito bom, dentro das Ducatis, só perde por pouco para o Stoner. Falta ao Alex Barros uma posição de largada melhor, e um pouco mais de sorte. Mas não sei da onde o TITE tirou que o Alex vem tomando 8 longos décimos de segundo por volta.

Talvez falte ao Tite assinar o site www.motogp.com e acompanhar de perto o desempenho dos pilotos durante as corridas. Fica aí a dica.

Sérgio Laurentys

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Alô José Maria Tenório e Odjar Sobrinho.

Vou defender o Tite. Ele inclusive reconheceu que o Francisco Medeiros da Cunha tinha razão. Acho que todo mundo tem que ter maturidade para ouvir e para falar qualquer coisa.

Agora me diga uma coisa: O que o Alex Barros tem feito como piloto? É um bom piloto? Concordo! Mas SÓ ISSO! Pelo tempo que tem de carreira, sinceramente, você acha que ele consegue ainda um título mundial? Eu não acredito! Ele está mais para Barrichello na Honda do que para Massa na Ferrari.

Meu querido Odjar Sobrinho assim como você quer ser respeitado na sua opinião, respeite a opinião dos outros também (chamar os companheiros de GPTotal de "bobos" foi uma tremenda falta de respeito) por isso quer ter espaço livre para falar, seja livre para ouvir com maturidade.

Fico com uma frase de Nelson Piquet: quem é bom, é bom. Na Formula 1 ninguém melhora: ou o cara é, ou não é!

Edu e Panda, um abraço!

Charles Dantas, Manaus

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Cassio Adriano de Souza Lima,

Sinto informar que sua conta está errada. Você diz que, das 65 poles de Ayrton, 60% delas foram obtidas com a Lotus. 60% de 65 é igual a 39. Nas três temporadas em que Senna correu pela equipe Lotus, porém, ele obteve 'apenas' 16.

Senna com o Lotus de suspensão ativa em Detroit 87


A saber: GPs de Portugal, San Marino, Mônaco, Detroit, Itália, Europa e Austrália de 85; Brasil, Espanha, San Marino, Detroit, França, Hungria, Portugal e México de 86; e de SanMarino de 87.

Isso dá 25% das poles que Ayrton conquistou em sua carreira. Podemos desconsiderar a pole de 87, porque foi obtida com um motor Honda.

Tambem sou contra dizer que "números não se discutem". Vide a renda per capita do brasileiro. Mas, por favor, não use mais falsos logismos e argumentos de autoridade neste site.

Daniel Médici

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O quarto vídeo do Jackie Stewart dirigindo carros "modernos": um sport protótipo da Jaguar



Abs
. Rubens
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