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Opiniões e Dúvidas dos Leitores 30.01.07
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Gostaria de saber mais sobre a Tyrrell de seis rodas, pois tenho poucos dados sobre este carro. Se houver fotos ficarei muito agradecido.

Felipe Murari, Cajuru




Oi Felipe

Jody Scheckter com o Tyrrell P34 na Áustria 76
Temos bastante material publicado aqui no site sobre esse que muitos consideram o mais sensacional Fórmula 1 jamais construído. Convido você, que é recém chegado ao GPTotal, a dar uma boa olhada nas nossas páginas mais antigas (todas já escritas continuam no ar), usando nossa ferramenta de busca ou
simplesmente as folheando.

Por enquanto, aí vai uma foto caprichada do Tyrrell.

Abraços (EC)

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Mais um f1 que canta!

José Maria M. Tenório

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Salve amigos do Gepeto!

Primeiro gostaria de pedir autorização aos leitores Anderson Rubin e Rodrigo Melo dos Santos para citar uma frase de cada um (com os devidos créditos) no livro que estou terminando sobre Fórmula 1. Ambos disseram algumas coisas bastante sábias e de muita sensibilidade.

Depois, gostaria de me manifestar sobre a questão Pace, que vem sendo discutida aqui nesse espaço, desde de novembro. Em especial, falo ao leitor Augusto Lage, em carta publicada em Leitores da 1a quinzena de dezembro.

Caro Augusto, seu texto me parece um pouco contraditório. Você afirma que não existem pilotos especialistas em fórmula ou carros de turismo, e sim pilotos com talento ou sem talento, e com dinheiro ou sem dinheiro.

No parágrafo seguinte, contudo, você diz que não considera fácil comparar pilotos, e que não se anima a fazer a sua lista de melhores.

Ora, se de fato existissem apenas os 4 grupos de pilotos que você citou, comparar pilotos seria algo extremamente fácil e imediato.

Quero, com todo o respeito, discordar frontalmente de você. Pilotar um carro de corridas no limite é algo complexo o bastante para demandar uma série de aptidões e rotinas, podendo os pilotos serem avaliados segundo uma série significativa de critérios.

Reproduzo aqui apenas os que cito em meu livro, sabendo que existem outros:

Automatismos (o quanto o piloto tornou automáticas as funções de piloto); Rapidez, velocidade e ritmo (uma coisa nada tem a ver com a outra; conforme já expliquei aqui, em artigos publicados no Friends); capacidade de adaptação; habilidade para aquecer os pneus; direção reativa e direção planejada; sensibilidade; reflexo; precisão; visão gestáltica; paciência, autocontrole; habilidade para ultrapassar; preparo físico, mental e emocional; motivação; amadurecimento; estratégia; negociação de contrato; capacidade de autopromoção; administração de imagem pública; preservação do equipamento; conhecimentos mecânicos; sorte; caráter...

Graças a essa imensidade de componentes e o agravante do aspecto binomial da disputa (conjunto piloto-carro) torna-se tão difícil comparar pilotos, quando a idéia é dizer quem foi melhor. Comparar estilos, porém, é algo possível e até fácil.

Sugiro aos leitores a leitura do excelente livro do Edu: Fórmula 1: Pela Glória e Pela Pátria. Nele, nosso amigo dedica um capítulo entitulado "Dom Casmurro" à carreira de José Carlos Pace. Ali vocês encontrarão adjetivos muito mais elogiosos ao talento do piloto do que na própria biografia deste, assinada por Luís Carlos Lima.

Entendo perfeitamente o que disse Eduardo, e concordo com ele. Pace certamente era um piloto de talento brilhante, e desfilava uma 'tocada' visivelmente mais inspirada que a de Emerson ou de Reutemann, por exemplo. Porém, as demandas específicas da Fórmula 1 vestiam muito melhor às características do Rato e de Lole que as de Moco.

Faltava à Pace o comprometimento cada vez mais cobrado na F1. Preparação física, por exemplo, é algo com que ele só veio a se preocupar após perder o Gp da Argentina em 77 por puro esgotamento.



Rápido, veloz, brilhante, tudo isso ele era. E o fazia sem destruir o carro. Um tremendo potencial. Porém, seu próprio peso e seu despreparo para a vida o tornavam muito mais competitivo (em termos de resultados) em carros de turismo ou protótipos do que num Fórmula 1. Inúmeras vezes ele partia na frente com decisão, exibindo seu forte ritmo e sua tremenda habilidade. Contudo, quase sempre o azar, a falta de preparo físico ou de visão da prova como um todo acabavam por roubar-lhe um bom resultado.

A quem interessar possa, tenho gravadas diversas corridas do Moco, como a esplêndida Alemanha 73, no velho Nurbürgring. Vi o bastante dele para dizer essas coisas.

Existe sim um abismo entre pilotar um Karman_Porsche e um Fórmula 1. Ignorar isso seria o mesmo que habilitar um jovem que acaba de fazer seu primeiro vôo solo num planador a pilotar um Jumbo ou um caça da força aérea.

Bom, ao menos essa é a minha opinião. Forte abraço e um ótimo 2007 a todos.

Márcio Madeira da Cunha, Nova Friburgo, RJ.

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Entrevista do Osamu Goto

Ontem o papo durante o churrasco não poderia ser outro quando se juntam os fanáticos por corridas da família Koch.

Como todos nos sempre lemos as colunas do GPTotal, ficou aquela dúvida sobre a veracidade da entrevista ou da tradução. Vimos a tal entrevista no orkut e meu cunhado, italiano da Calábria, assinante da Autosprint abriu a versão eletrônica… A entrevista estava lá! E, Segundo ele, a tradução estava boa. Isso só fez “aumentar o fogo no brazeiro”… com os fanáticos torcedores do Senna simplesmente furiosos.

Piquet e o Lotus 100T, de 88


Eu, sinceramente, não vi nenhum absurdo. O chefe da Honda elogiou a dedicação do Senna, a capacidade dele de ser melhor que os outros para conseguir tirar mais do motor…

Tem uma entrevista do Gordon Murray – em inglês – q fala a mesma coisa: Que ele foi o piloto mais dedicado, mais profissional, mais interessado, mais hábil com quem ele trabalhou (só não foi o mais divertido… esse era o Piquet), etc.

Será que para o brasileiro o Senna tem que ser o melhor em tudo? Segundo meu pai, que passou os anos 60 na Europa, o Jim Clark era melhor que ele!

Abraços,

Beatriz e Bernard Kock, Porto Alegre

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Furo?! Bomba?! Aonde?!

Caros amigos, fiquei curioso com esta tal entrevista do Osamu Goto tão falada por aqui nestes dias. Estando em São Paulo hoje, fui até a casa de um primo, jornalista e assinante da revista. A tal entrevista estava lá, na versão eletrônica.

Como eu não falo nada de italiano, a não ser cardápio de restaurante, abri a suposta tradução e ele falou que estava coerente. O que nós lemos, e concordamos, foi que ele elogiou a ambos os brasileiros, cada um por uma coisa. O Piquet por saber desenvolver carros como ninguém e o Senna por saber guiá-los como ninguém.

Senna com o McLaren MP4 5


Ficou claro que, na visão – distorcida – das pessoas, aqueles que consideram qualquer adjetivo menos do que “DEUS” para o Senna um absurdo, um sacrilégio, o fato do japonês não vê-lo da mesma forma foi uma ofensa, uma diminuição do fantástico piloto que o Senna.

Um abraço a todos,

Paulo Damasseno Reale




Oi Beatriz, Bernardo e Paulo

Vocês me contaram uma grande novidade: a de que parte das edições antigas de AutoSprint está disponível na internet, no endereço http://www.autosprint.it/auto/indexRivistaAutoSprint.asp.

Já havia lido na revista que eles relutam em criar uma edição online pois temem não corresponder às exigências próprias do meio. Uma das características da revista é ser feita por uma equipe muito pequena de jornalistas, que se tornaram lendários pela capacidade de trabalho. Praticamente toda a cobertura da Fórmula 1, por exemplo, é feita por apenas dois jornalistas, Alberto Antonini e o simpático Cesare Maria Mannucci, casado com uma brasileira e fluente em nosso idioma. Juntos, esses dois produzem semanalmente – 50 edições por ano, com GP ou sem GP - umas vinte páginas da mais refinada informação esportiva, política e técnica sobre Fórmula 1, com um grau de acerto acerto e independência extraordinário.

Inesquecível a coragem da revista na cobertura de Imola 94. O presidente e fundador de AutoSprint, Luciano Conti, era também o presidente da entidade responsável pela organização da corrida e acabou sendo indiciado no processo resultante das mortes de Roland Ratzenberg e Ayrton Senna. Isso, porém, não alterou a postura da redação, na busca das informações mais precisas sobre o acidente. Até onde sei, foi AutoSprint a primeira publicação levantar a suspeita sobre a ruptura na coluna da direção do Williams como causa do acidente de Senna.

Mas não encontrei a entrevista de Goto, se é que não me atrapalhei na navegação pelo site, algo enjoada, por sinal. Pelo que vi, o arquivo de edições está limitado ao período 2006-2004 e, segundo informou nosso leitor Marcelo Ferreira, saiu em setembro de 2000.

Abraços (EC)

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Amigos do GPTotal,

A suposta entrevista do Osamu Goto vai bem, até esbarrar na demissão do Mansell para a entrada do Nakagima (!). Ah, faça-me o favor...

Victor Serrão, Niterói-RJ

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Marcelo Jardim,

Em que que você se baseia pra falar que ninguém tiraria o título de 1995 do Schumacher?

Bruno Karam Andrade

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Alo gepeteiros,

O ano se inicia e com ele as antigas indagações. Andei refletindo sobre a situação das categorias de monopostos no Brasil. Estão cada vez mais sem apoio e tendem a chegar a extinção, é um estado alarmante que já foi abordado diversas vezes pelo Flavio Gomes. Isso também tem me preocupado. Pilotos jovens que poderiam estar tentando a vida na Europa, pela falta de patrocínio e apoio acabam optando pela Stock Car, bom pra Stock, categoria que respeito mas não gosto, que praticamente perdeu a pecha de categoria dos vovôs, ruim pra admiradores de automobilismo como eu que no fundo (como todo mundo) quer ver pilotos brasileiros brilhando na cena internacional. O que vocês acham? Haveria alguma solução? Há algum culpado por isso? Quando a Formula V ou super V foi extinta, o que surgiu depois?

Pra ser sincero eu tenho medo de que o Brasil, de celeiro de pilotos, passe a ser um mero figurante, como aconteceu com os franceses que tinham como incentivador o programa de desenvolvimento de pilotos encabeçado pela Elf e pela Renault.

Pra finalizar eu gostaria de levantar uma questão sobre a GP2 categoria que tem me enchido os olhos. A ART, equipe do Nicholas Todt, foi a vedete da GP2 nesses dois anos de sua existência, gerando dois campeões: Rosberg e Hamilton, não há duvidas que ela será novamente a favorita nesse ano de 2007.

Partindo desse princípio e pela minha teoria de que os cockpits desse time são quase que rifado para as grandes promessas bem abastadas me indago: a Red Bull deve estar investindo alto nesse Michael Ammermueler, já que descolou pra ele o melhor lugar do grid.

Mediante isso também me indago: qual será o papel do brasileiro Lucas di Grassi ao lado dele? Seria uma aposta da equipe ou ele vai ser um escudeiro pro alemão? Eu não vi nada demais feito por Ammermueler na temporada passada, já di Grassi eu vi tirar leite de pedra por diversas vezes do seu equipamento inferior fornecido pela Durango.

Os talentos vindos F3 inglesa já tiveram maior prestigio Conway, Jarvis e Senna que foram as estrelas da última temporada acabaram ficando em equipes menores, é bem verdade que o sobrinho do mito teve muitas opções, inclusive testou pela ART, mas preferiu a Arden, não sei se por não querer chegar chamando atenção demais já na sua primeira temporada (o que eu acho certissímo) ou por estreitar laços com Berger e a Red Bull, já que a Arden pertence a Cristian Horner.

Abraços, Feliz 2007 a todos!

Sidinei Gadelha
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Opiniões e Dúvidas dos Leitores 26.01.07
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Espanha 96. P'ra mim, essa foi a grande exibição de Schumacher. Aquela realmente digna de aplausos, pois foi um desempenho absoluto. Na Bélgica foi mais a ousadia e coragem, embora tenha sido uma vitória também magní¬fica, mas com a ajuda de muitas quebras e pit-stops.



Nessa, não. Schumacher realmente arrebentou. Foi sua primeira pela Ferrari. Terceiro no grid, mas teve problemas elétricos e caiu para 6o. Foi superando, sistematicamente, Berger, Alesi, Villeneuve e Hill, até assumir a 1a posição e "viajar". Terminou 45s à frente do 2o, com a melhor volta 2.2s mais baixa que a de todos. E seu carro ficou com apenas 9 cilindros!

Não foi uma Donington 93, lógico, mas foi coisa linda. Das melhores da história.

Thanks,

Marcel

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Caro Luís,

Algumas considerações sobre a sua coluna de 22.1.2007. Em primeiro lugar, que bom termos de volta os colunistas, após o recesso de férias. Magnífico o vídeo, magnífico o piloto. Todavia, traço algumas observações a respeito do texto.

1. De fato a volta do Senna é antológica, e penso que não cabe a comparação que o texto procura, mas não consegue, evitar. Além das evidentes diferenças inerentes ao traçado de cada circuito, é evidente que Alonso enfrenta uma roubada maior - pois larga lá atrás. Entretanto, mesmo sem os amortecedores de massa, a Renault - com os pneus Michelin - era um carro mais equilibrado que os demais para o piso molhado. Já Senna tinha um equipamento conhecidamente inferior à Benneton de Schumacher e às Williams de Hill e Prost.

Alonso e Luizzi na Hungria 06


Nesse sentido, sou da opinião de que o fator piloto encontre um diferencial maior na superioridade inflingida por Senna daquela por Alonso. Em especial, aponto a dificuldade enfrentada por Alonso - na parte final do vídeo - para ultrapassar o alemão, que pilotava uma Ferrari que - com pneus Brigestone - detestava água.

Ali, o destaque para mim está na performance de Schumi, e não na do Alonso, apesar da bela ultrapassagem do espanhol. De outra parte, é gritante a facilidade com que Senna ultrapassa Prost na primeira volta, bem como é espantosa a vantagem que abre do francês logo na segunda volta. E isso, repito, com um carro inferior.

Apesar dessas observações, faço questão de reiterar - até para que não me tachem de viúva - que concordo inteiramente com o trecho: "Mas, seja qual for sua opinião, uma coisa você há de concordar comigo: este espanholzinho marrento e com sobrancelhas de taturana já conquistou um lugar no panteão dos pilotos excepcionais da F-1. Não só pelo que Fernando Alonso fez nesse vídeo, mas principalmente por isso, me convenci completamente que estamos diante de um daqueles talentos excepcionais que surgem na categoria a cada 10 ou 15 anos. Acho até que o antecessor, Michael Schumacher, concordaria com isso." Como escrevi antes: magnífico vídeo; magnífico piloto. E acrescento: só mesmo um piloto também magnífico como o Schumacher para que o final se torne ainda mais arrebatador.

2. À parte das colunas realmente bem escritas - felizmente, bastante usuais no seu caso - penso que foi infeliz o trecho "Vale frisar aqui que ele não optou pela solução mais óbvia e fácil já utilizada por duas lendas das pistas em situação similar, Senna e Schumacher, a de simplesmente alvejar seu adversário e botar a culpa nos absurdos cometidos pelos dirigentes contra si." por considerar que os acidentes que envolveram os títulos de Senna e de Schumacher são totalmente díspares.

Para tanto, apóio-me nas considerações tecidas por Ernesto Rodrigues - no cuidadoso Ayrton, o herói revelado - que, penso, esclarece a contento a questão. Quem quiser saber minha opinião a respeito, leia o livro.

Por fim, despeço me pedindo-lhe vênia pelas críticas acima, às quais procurei que fossem equilibradas e construtivas, apenas exprimindo um ponto de vista divergente que, também, não tem a menor pretensão de ser absoluto.

Abraços

Anderson Rubin, Brasília

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O QUE SENNA ESTARIA FAZENDO HOJE ?!

Marcelo Jardim

Acabei de ler o livro sobre Senna que a revista Época lançou numa daquelas séries sobre grandes personalidades. Leitura rápida, despretensiosa que, no entanto me fez pensar: o que Senna estaria fazendo hoje se estivesse cá entre nós ?!

Se vivo fosse, estaria com 46 anos. Provavelmente com cinco títulos mundiais, somando os de 1994 e o de 1996, já que o de 1995 ninguém tirava mesmo do alemão.

Imagino que depois do quinto título, teria decidido parar com essa chatice de Fórmula 1. Primeiro, por ter alcançado o marco histórico de Fangio e ter por ele um respeito fraternal. Segundo, porque percebeu que aquela época já não era mais a dele. E terceiro, é que mesmo ainda competitivo, já lhe faltava motivação em correr e alegria em vencer.

Mas afinal, o que ele estaria fazendo hoje ?!

Certamente estaria mais à frente do Instituto que leva o seu nome, emprestando seu prestígio para obter mais recursos. Nesta linha, é bem provável que passaria o ano viajando para lá e para cá, lançando e divulgando produtos licenciados no seu nome pelo mundo afora.

Igual a Pelé e muitos outros grandes esportistas, seria embaixador disso, representante oficial daquilo, convidado especial da ONU para aquilo outro, figura fácil em eventos da UNESCO para crianças pobres etc, etc, ...

Kimi com o Ferrari em Vallelunga


Provavelmente, teria negado convites para ocupar o Ministério dos Esportes do governo Lula, bem como de alguma Secretaria do governo Serra. Da mesma forma, teria falado não para os conselheiros do Corinthians que o queriam para qualquer cargo dentro do Parque São Jorge. Qualquer coisa mesmo.

De vez em quando pipocaria em um “Bem Amigos” aqui e outro também para dar uma força ao seu compadre Galvão. E claro, seria o eterno convidado da Globo nas transmissões das corridas de F1 em Interlagos.

É certo também que seria presença obrigatória em todas as edições do “Criança Esperança”. Fora aqueles indefectíveis programas de final de ano do Faustão.

Promoveria todo final de ano, uma disputa de kart entre amigos na sua fazenda no interior de São Paulo. Coisinha simples para pessoas como Prost, Hill, Boutsen, Berger, Gugelmin, Alesi. Só não tinha espaço para chorão...

Não, não teria feito as pazes com o Piquet, mesmo porque esse continua com o humor cáustico de sempre. E para certas coisas, Senna não teria mesmo muito senso de humor...

É possível que estivesse correndo o Brasil, prestigiando seu segundo livro; um tipo auto-ajuda de nome “Corrida para o Sucesso” (?!). O primeiro livro, na verdade uma autobiografia, ficou 92 semanas no tal ranking da revista Veja. Um recorde.

Possivelmente estaria em seu segundo casamento, já que o primeiro com a Galisteu não rendeu nem duas capas da revista “Caras”. O segundo, com uma renomada jornalista portuguesa, deu o que ele sempre quis: uma esposa discreta e um casal de filhos gêmeos. Tudo longe dos holofotes.

Mas elucubrações e besteiras a parte, fico pensando se Senna estivesse aqui com a gente, será que ele teria se tornado esse herói intocável, essa unanimidade quase que religiosa ?! Ou será que estaria envelhecendo atrás de críticas, fofocas, desgastes...?!

Fico com a segunda opção...

Forte abraço,

Marcelo Jardim


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Prezado Marcelo Jardim,

Achei muito pertinentes seus comentários acerca dos ''robozinhos'' que hoje são os pilotos do Circo, e há algum tempo já não exalam nenhum traço de personalidade,sendo que o ultimo a questionar algo foi escorraçado e humilhado pela abominável política que permeia a ''Categoria Máxima'' a algum tempo (tudo bem que ele não contribuiu com sua negligência e sobrepeso).





A Vicar lançou mais uma idéia fantástica, que é o super ultrapasseitor tabajara, ele vai solucionar os problemas da Stock Car. Com uma injeção de óxido nitroso se adicionam 35hps aos motores de caminhão de Coca Cola, que fazem a velocidade do bólido aumentar em 5KM/h(!!!!!) em retas e fomentar mais ultrapassagens na categoria.

Semana passada, encontrei um amigo que é mecânico de time de ponta da Stock, e fiz algumas perguntas a ele:

P) Quanto custa para alugar um motor da Stock? R) 12000 reais por etapa.

P) É possivel fazer alguma regulagem no diferencial do Stock? R) Não, apenas pressão e folgas.

P) Por que a Stock não correu no circuito grande de Buenos Aires? R) Os carros iriam ter corte de giro no meio da reta.

P) Você acha que o valor real para desenvolver o protótipo da Stock Car chega a R$ 1,5 milhão por ano, que é o valor que as equipes pagam? R) Não precisaria nem da metade.

Bem Marcelo, acho que o argumento sobre a perseguição ao Galvão, Globo e Cacá foi um pouco inocente, e existem muitas coisas sérias, que o povão assistidor de F1 não tem informações e nem base para discutir.

Abraços

Alexandre Nami.

Obs. A Stock não é uma categoria de Turismo.

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Ola GPtos.

E o Barrica começou o ano do mesmo jeito que terminou 2006. Com desculpas.

Acho o Rubens um bom piloto, não estaria por 15 anos na F1 se não fosse, e nem a Ferrari o teria contratado. Vocês se lembram das desculpas na Honda - tudo é novo, o volante, os ajustes, a suspenção , o motor, diferencial...

Rubinho com o novo Honda, ontem em Barcelona


Deixo esta pergunta pra vocês. É tudo novo pro Kimi e pro Alonso. Isso quer dizer que eles irão andar sempre atrás do Fisico e do Massa? (hahaha)

Se for assim, o campeonato está no colo do Massinha.

Ricardo, Campinas


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Pessoal,

aproveitando o embalo do evento "Clássicos de Competição", que haverá em Interlagos, gostaria que me respondessem a uma dúvida:

Onde será que eu posso encontrar a lista completa de pilotos que defenderam as seguintes equipes:

- Vemag (oficial e particulares); - Willys (oficial e particulares); - Dacon; - Jolly; - Simca (oficial)?

É que, procurando na Internet e lendo alguns livros que tenho em casa (como "Nos Bastidores do Automobilismo Brasileiro - Por que tantas vezes campeão? - Jan Balder"), não encontrei...

Grato (novamente),

Rodrigo Nunes Yoshihara






Oi Rodrigo

Vamos aguardar pela ajuda dos leitores

Abraços (EC)

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Sobre a entrevista do engenheiro da Honda, Osamu Gotu, supostamente publicada em AutoSprint e traduzida por um internauta em uma comuidade do orkut, gostaria de saber dos editores do GPTotal se ela é verídica ou não? (pra quem não leu: http://www.forummotorhome.com.br/index.php?showtopic=2814)

Se for verídica, corrobora as minhas opiniões sobre Senna e Piquet.

Abraços,

Ângelo Mello






Que vexame!

Leio AutoSprint semanalmente desde 86 e de forma não regular desde 72, devo ter a edição onde pretensamente saiu a entrevista mas ela está guardada a uns 100 km de onde estou e não posso tirar a teima tão logo.

As novas cores do Renault


De pronto, me chamou a atenção o nome do jornalista, que não trabalha, pelo menos de forma regular na revista. Sobre a entrevista em si, tenho vaga lembrança de que ela, de fato, saiu. Mas achei os elogios a Piquet por parte de Goto, grande fã de Senna, um pouco exagerados. As informações históricas me pareceram perfeitas.

Me dêem uns dias que tiro esta teima.

Abraços (EC)

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Apenas para enriquecer o debate acerca das declarações de Osamu Goto à revista Autosprint, transcrevo abaixo alguns trechos da entrevista de Gordon Murray (projetista da Brabham na época de Piquet e grande amigo do brasileiro, além de desenhista e engenheiro chefe da Mclaren em 1988 e 1989) ao escritor inglês Christopher Hilton no livro “Ayrton Senna – As Time Goes By”. Não mudei uma vírgula nem traduzi o texto. Deixo o juízo do texto a cargo de quem o ler:

“In my book, as a racing driver there hasn’t been anybody since Jim Clark that comes anywhere near.”

Including Schumacher?

“Oh yes, Oh Christ yes. Senna was in a different league. Oh, bloody hell, yes.”

“ I used to talk to him for hours and hours and hours. I loved working with him. He was a much more complete driver than Prost was.”

That´s a very controversial statement.

“Well, I think he was and I worked with them both.”

And what was he like afterwards?

“ He was so different from any other racing driver I have ever worked with, and I’ve worked with most of the good ones. He handled stress differently, he handled joy differently, he handled winning differently, qualifying differently. I just haven´t worked with anybody like that. I’m really glad I worked alongside him. I had much more fun with Nelson (Piquet) and as much success but I’m really pleased I spent two years engineering the car for him. It´s something that will be with me forever. I´d have loved to have worked with Clark but obviously never got the opportunity.

Heidfeld experimenta o novo BMW


You can´t compare different eras and cars and so on but you do get feeling for drivers at the time and, since Clark, I haven’t had a feeling about a driver – the way he won – until Senna. Schumacher is Piquet level and Senna’s was really – well, I don’t want to be unkind to Nelson because you don’t win three World Championships unless you’re a good driver, but you know what I mean. Senna was another level, and Clark was another level.”

Rodrigo Bernardes


Opiniões e Dúvidas dos Leitores 23.01.07
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Boa noite pessoal!

Este é o achado do século!! Um programinha leve, fácil de fazer o donwload e contém todas as corridas, todos os tempos, todos os campeões desde 1950!

O cara que fez isso é turco, portanto, vamos perdoar alguns erros... Mas é muito bom. Se alguém se interessar: http://www.geocities.com/okanqwer/f1x_download.htm.

Já o comuniquei sobre algumas coisas erradas no programa, e seria bom podermos todos ajudá-lo a criar este banco de dados.

Até mais pessoal

Kleber
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Amigos gepetos,

Que bom que vocês voltaram. Nesta época, as equipes começam a apresentar seus novos modelos, todos com muita expectativa, é lógico até que as maquinas vão para as pistas pra valer. Na verdade são maquinas belíssimas mas também muito parecidas. O que acaba distinguindo são os patrocinadores e aí a gente fica sabendo qual é uma Ferrari, uma Mclaren e por aí vai.

Daí algumas perguntas interessantes:

1) Hoje em dia o que pode distinguir "sob termos revolucionários" uma máquina da outra?

2) Será que sob aspectos aerodinâmicos, estaríamos chegando a um topo tecnológico, principalmente devido a semelhança entre as maquinas? Ou revolução a partir dos dias de hoje só estaria por debaixo das carenagens?

3) Será que os pilotos atuais saberiam ser "gênios da pista" se a Fórmula 1 voltasse a ser mais convencional, como era antigamente?





Se querem mais um motivo que me faz ser um PIQUETISTA FERRENHO dêem uma olhada na "Coluna Retrovisor" do site do Grande Premio escrito pelo Roberto Brandão. Certamente vocês conhecerão um pouco mais do Nelson Piquet.

É isso aí

Um abraço a todos e um excelente 2007 para o GP Total e Gepetos

Fernando Eduardo Macedo Marques, Niterói




Oi Fernando

revoluções técnicas na Fórmula 1 ficaram muito mais difíceis dado o enorme incremento das pesquisas extra pista, pelo simples passar do tempo, com a acumulação de experiências pelas equipes e também por um regulamento técnico muito mais restritivo.

Mario Andretti com o Lotus asa, na Bélgica 78
Exemplo: a idéia do carro asa teve seus fundamentos criados no comecinho dos anos 70 por um engenheiro inglês que, anos mais tarde, juntou-se a outros dois ou três engenheiros da Lotus e, a partir de esboço feitos em papel, construíram o carro e foram para a pista aprimora-lo por quase um ano antes que a coisa toda funcionasse bem. Outras equipes foram, aos poucos (pois não havia gente, recursos e dinheiro para fazer as coisas mais rápido), copiando e aprimoraram a idéia, que foi o grande abre-te Sézamo da aerodinâmica no automobilismo.

Hoje, é muito mais difícil para um engenheiro ter uma idéia equivalente pois literalmente milhares de outros engenheiros estiveram e estão debruçados sobre seus computadores, pesquisando todos os aspectos que possam ser relevantes para o desempenho de um carro. Há equipes que já operam dois túneis de vento 24 horas por dia!. Esta multiplicação de investimentos de homens, recursos e dinheiro em pesquisa, por si só, já é um fator importante a reduzir as possibilidades de revoluções técnicas

Mas, digamos que o engenheiro tenha uma sacada revolucionária. Ele terá de “negocia-la” antes com, talvez, uns cem outros engenheiros da equipe e submete-la a uma bateria de testes em computadores, túneis de vento e simuladores. A idéia terá, então, de mostrar-se superior além de não muito mais cara do que as soluções disponíveis. Uma idéia como a do carro asa, como inicialmente definida, nunca chegaria às pistas da forma como foi concebida originalmente porque a Lotus perceberia em seus computadores e simuladores que ela tinha problemas graves ou, então, que era cara demais para valer a pena.

Uns dez anos atrás, não havia, por exemplo, uma regra que proibisse aquele sistema de freios diferenciados que a McLaren usou nos tempos de Mika Hakkinen. Restrições técnicas desse tipo foram criadas a partir da justificativa de que era preciso conter custos...

A soma disso tudo é que emergiu naturalmente uma receita de carro eficiente e é por isso que mesmo os craques em Fórmula 1 penariam para distinguir diferentes carros se eles fossem pintados todos de branco.

Quanto aos pilotos, é uma questão interessante. Apesar de todos os instrumentos de desenvolvimento dos carros extra pista, ainda há pilotos especialmente capacitados para desenvolver um carro, como Nelson Piquet.

Abraços (EC)
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Oi Edu

Sobre a pergunta do leitor Rodrigo, tenho uma pequena contribuição sobre uma piloto.

O site Bandeira Quadriculada trata dos pilotos dos anos 60. Segue um link que trata de um outro piloto, mas conta um pouco da história da piloto Ivani Aranha, ou "Camila Meméia", que era pupila do Camilo Christófaro.

http://www.bandeiraquadriculada.com.br/zx_retro/E%20surge%20um%20piloto.htm .

Interessante que esse site ainda trata, entre muitos, da carreira do piloto Fritz D´Orey, falando de suas corridas nacionais e internacionais.

Um abraço

Cristiano Buratto, Londrina
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Amigos,

Hoje temos matérias. Bombas... Me senti um verdadeiro jornalista descobrindo um furo (de setembro de 2000).

Graffenried com Alfa na Inglaterra 1950
Começo pela morte de Graffenried. Emanuel, ou Toulo, de Graffenried era o último piloto vivo do 1º GP de F1, em Silverstone 1950. Esse, como todos os outros de sua época, eram MACHOS! Correr naquelas banheiras de lata a 200 Km/h e continuarem vivos era coisa pra macho. Graças a Deus hoje temos segurança total, ou muito perto disso, para pilotos, espectadores. Devemos muito disso a Jo Bonnier, Graham Hill e Jackie Stewart. Que descanse em paz, Graffenried.

A seguir, fuxicando o Orkut alheio, descubro uma foto que considero rara. Descobri no perfil do amigo Ivo, de S.Bernardo do Campo ( http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=3867040699099040441 ).

Depois da devida autorização que, gentilmente foi cedida, envio a vcs a tal foto. 1983, Silverstone. Uma trupe brasileira se reúne para tirar uma "simples" foto. A seguir a descrição da foto, pelo próprio Ivo: "Ayrton Senna, Nelson Piquet, Raul Boesel, Darcio dos Santos, Mauricio Sala e o barbudo Jose Carlos Romano, de São Bernardo do Campo, dono da foto ex piloto. Local: Inglaterra - Silverstone".

Os brazucas, com Piquet aprontando, em Silverstone 83
Essa foto é do arquivo pessoal de José Carlos Romano, piloto da época. Pelo jeito, nessa época, ainda não havia nenhum atrito entre as "viúvas" e as "amantes". Aliás ADOREI a idéia de um amigo daqui, que não me recordo quem - desculpem-me - em chamar os fãs de Michael de PENSIONISTAS. Agora temos aqui: as viúvas, as amantes e as pensionistas. Show de Bola. Muito bom mesmo. Poderíamos criar outros adjetivos desses para diversos pilotos. Que tal? Levantei a bola, agora vcs chutam.

Bem. Por fim, "a bomba". Descobri essa entrevista traduzida pelo amigo "Cap. Walker" ( http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=6673386529457830873 ) que é da revista Autosprint nº 37, de setembro de 2000.

Nela Osamu Goto é entrevistado pelo reporter Massimo Casiraghi e fala sobre Williams, Lotus, Mclaren, Piquet, Mansell, Prost e Senna. Para minha surpresa constatei que Senna não é unanimidade entre os japoneses!

Fiquei surpreso, embasbacado. Leiam. Creio que alguns de vcs já tenham conhecimento dessa reportagem. Mas a maioria não tem. Por isso, coloco aqui para vcs discutirem, debaterem, chorarem e otras cositas mas (com nível, Por Favor).

Um forte abraço,

Marcelo Ferreira, Jacareáguá
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Olá, pessoal,

Há muito tempo não escrevo para o site, mas estou de volta. Espero que todos tenham tido um bom Natal e Ano Novo. Agora vamos em frente pois logo os campeonatos começarão.

Sobre a F-1, se a confiabilidade do carro permitir, o favorito ao título é Fernando Alonso. Caso contrário, a Ferrari pode almejar o título, mas não me perguntem qual dos dois pilotos terá mais chances. Rubens Barrichello, após um ano difícil em 2006, poderá, pelo que percebi nos testes de fim de ano, voltar pelo menos ao pódio, não mais do que isso. Na Renault, Kovalainen tem tudo para desbancar o frágil Fisichella desde o princípio da temporada. E a BMW pode surpreender.

Na Motogp, após um ano aquém do esperado, Valentino Rossi parece estar mordido, já registrando bons tempos nos testes. A estréia das motos de 800cc pode beneficiar pilotos como Loris Capirossi, Casey Stoner e Daniel Pedrosa, bem mais leves que os demais. Mas talvez eles não consigam parar a fúria de Rossi.

Sobre o Alexandre Barros, em sua volta à Motogp, confesso que ainda não sei o que dizer. A Pramac foi uma das piores equipes do campeonato passado, mas este ano terá mais apoio da Ducati e da Brigstone. Uma equipe que pode surpreender é a Suzuki, que adaptou-se rapidamente às 800cc e tem uma dupla competente, com John Hopkins e Chris Vermeulen. Sobre o atual campeão, o norte-americano Nicky Hayden, ele ainda nem testou as novas motocicletas devido a uma cirurgia feita no ombro e começa a temporada com pouquíssimas chances de ratificar o título conquistado em 2006.

Nas 250cc, o pau vai quebrar entre o atual campeão, o espanhol Jorge Lorenzo, o campeão das 125cc, o também espanhol Álvaro Bautista, Mika Kallio, Andrea Dovizioso e Tomas Luthi. Não sei o que esperar das 125cc.

E comentando a que escreveu o Marcelo Jardim, o Cacá Bueno sofre preconceito pelo simples fato de ser filho do Galvão. Mas devo dizer que não tenho nenhuma simpatia pela Stock Car. Pelo menos 80% das pessoas que comparecem aos autódromos em dias de corrida não são apaixonadas pelo esporte. Elas vão lá ter um fim de semana diferente, bancadas pelos patrocinadores das equipes. Acho lamentável haver corridas com 40 carros em pista de pouco mais de 3 km e 10 m de largura.

Um feliz 2007 para todos nós,

Willian Lopes Machado
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Caros colegas do GP Total,

Escrevo para parabenizar nosso amigo Eduardo Correa pela coluna "Saudades" de 15.12.2006.

Realmente, para nós que curtimos velocidade, ler aquela série de ítens relacionados aos bons tempos da Fórmula 1 somente nos deixam com aquele sentimento (ruim!) de que é algo que jamais iremos ver novamente.

Particularmente, tenho muitas saudades da época do câmbio manual e do acionamento da embreagem para troca de marchas (tal qual fazemos em nossos carros!), acesso com freqüência o YouTube, lá existem "n" vídeos onboard da década de 60, 70 e 80, onde podemos ter idéia da dificuldade que era dirigir um F-1 daquelas épocas; saudades da possibilidade maior de quebra de motor e de marchas e do próprio erro na troca das mesmas, o que às vezes influenciava no resultado da corrida, saudades das escapadas de traseira nas curvas e do controle "no braço" pelo piloto, saudades de uma época em que o carro era acertado pela sensibilidade e habilidade dos pilotos (Piquet e Senna, por exemplo) e não por um comando de computador, saudades dos grandes e desafiadores circuitos (Interlagos antigo e Spa, como Eduardo listou na coluna).

Esperemos que em 2007, com a saída do Sapateiro, pelo menos tenhamos um pouco mais de disputa entre mais pilotos, tal qual houve em 1986, pra mim a melhor temporada da história.

Um ótimo 2007 a todos os Gepetistas!

Cleiton
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Olá Edu e amigos,

assistindo à alguns Gps antigos,constatei diversas coincidencias, tristes mas reais. aí vão algumas delas:

1- François Cevert venceu seu primeiro GP em Watkins Glen 1971,onde em 1973, veio a perder a vida.

Cevert com Tyrrell nos EUA 71, sua primeira vitória na F1
2-Patrick Depailler era um grande fã de Jim Clark, que perdeu sua vida em Hockeinhein 1968 onde, no mesmo circuito, Depailler morreria 12 anos depois.

3-Gilles Villeneuve marcou seus primeiros pontos na F1 em Zolder 1978 onde não mais marcaria, devido sua morte, no mesmo circuito, em 1982.

4-Senna obteve sua primeira vitória de McLaren em Imola 1988 onde, após deixar a escuderia, veio a falecer em 1994.

Existem outras coincidências, menos duras com os pilotos que, após mais algumas viagens na historia dos Gps de F1, passarei para vcs. grato

Adriano Favetta


Opiniões e Dúvidas dos Leitores 18.01.07
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Olá e que bom que vocês voltaram.

Assisti ao vídeo do acidente fatal do Marcos Campos, publicado aqui neste espaço. Ele bateu com a cabeça na mureta, foi este o golpe fatal?

Saúdo a todas as viúvas (do Senna), pensionistas (do Shummy, esta foi ótima) e amantes (do Piquet).

Ricardo, Campinas

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Sempre tivemos dúvida se ainda saia fogo pelo escapamento dos F1. Estava passeando pelo You Tube e achei esse vídeo da Honda V10, sendo testado. Além do fogo, dá para ver o escapamento ficando incandescente com a alta temperatura.


Feliz 2007

Renan Garcés, RJ

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Aqui está a famosa ordem de Jean Todt para Barrichello no GP da Áustria. Acho que todos entenderão muito bem o que o francês bicudo disse.

Mas essa foi na corrida de 2001, em que Rubens cedeu o segundo lugar a Schumy. Na de 2002, reza a lenda que Barrichello e Todt ficaram "discutindo" nas últimas 3 voltas sobre a vitória.


Marcel Pilatti
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SERÁ QUE CAIU A FICHA PARA O MASSA E KIMI ?

Marcelo Jardim

No começo do ano, Jean Alesi deu uma declaração que poderia servir de exemplo para essa gurizada que está hoje na F1. Disse que defender uma Ferrari “é um verdadeiro paraíso, um privilégio” e que a escuderia “é o melhor lugar para se estar na F1”.

Aí me pergunto: será que o Massa e o Kimi tem noção do que é disputar um campeonato pela Ferrari? Será que já caiu a ficha para os dois de que eles estão pilotando muito mais do que um carro de F1? De que eles estão levando muito mais do que um time? Que na verdade estão levando um sonho?

Massa e seu novíssimo Ferrari, em três imagens
Não, a impressão que passa é que essa molecada não tem noção do que a escuderia italiana representa para a F1 e o mundo. Não tem noção de sua história, suas vitórias e derrotas igualmente épicas, as conquistas em Le Mans, o sofrimento de anos na fila, a paixão da torcida, o vermelho com nome e personalidade...

A impressão que passa é que essa turma nova não tem qualquer ligação com o passado. Não tem respeito pelo que está na história, pelo que já foi construído. Só tem olhos para o hoje, e o hoje são eles. E isso, é tudo o que importa.

Pergunto-me se eles sabem quem foi Enzo Ferrari. Se eles conhecem as conquistas de Ascari e Fangio. Ou se já ouviram falar de Mike Hawthorn, Phil Hill e Surtees. Ou mesmo valorizam os talentos de Lauda e Jody Scheckter. Isso, ficando somente nos campeões da F1.

Não precisamos ir assim tão longe. Schumacher desde o início sentiu a atmosfera de se estar em Maranello, viu a força do que representa pilotar uma Ferrari. Não é a toa que ele virava as noites trabalhando com a equipe, analisando dados de madrugada, reuniões intermináveis, etc. Como reconhecimento pelo esforço foi lhe cedida a casa do Comendador para que ele pudesse descansar. Só isso poderia servir como exemplo para ambos, Massa e Kimi.

Massa
Mas não. A auto-suficiência dessa turminha, misturada com uma certa arrogância não os deixa ver e aprender com aqueles que tanto fizeram pela Ferrari.

E o pior é que ainda temos que agüentar o desdém, o pouco caso quando perguntado como é estar na Ferrari. Essa papinho do Massa de que não sente pressão, ou mesmo essa história de Kimi dizer que não vai ficar correndo por muito tempo. Isso tudo me soa mal. Chega a ser agressivo.

Caramba, esses caras estão na Ferrari. Na mais vitoriosa de todas. Naquela que é sinônimo de Fórmula 1. E isso não é pouco. É simplesmente tudo.

Tenho percebido há um bom tempo uma certa má vontade de muitos com a Stock Car. Na maior parte das vezes o que se tem são críticas excessivas, muitas até agressivas, sobre a categoria.

Massa
De um lado, culpa-se por querer copiar aquelas quermesses americanas. De outro, porque ela está exageradamente mercantilista. E por fim, pelo simples fato da Globo está por trás da revitalização desta antes moribunda categoria.

Arrisco-me a dizer que muitas dessas críticas não são exclusivamente para atingir a Stock, mesmo porque aqueles que as fazem mal conhecem ou acompanham a categoria. A impressão que passa é que querem atingir justamente a Globo, com seu Galvão e sua popularização que lhe é inerente.

O fato é que, com erros e acertos, exageros e papagaiadas a parte, foi a Globo que tirou a Stock do esquecimento em que ela se arrastava há anos. Ou será que alguém antes conhecia algum piloto sem ser os eternos Ingo Hoffmann, Guto Negrão, Antônio Jorge Neto ou Chico Serra ?! Será que alguém sabia por onde ela corria ou mesmo quais eram as equipes ?!

Então, ao invés de ficarmos com aquele típico discurso estudantil ou da nossa “esquerda festiva” maldizendo a Globo, deveríamos sim torcer para que ela fizesse o mesmo com os campeonatos de kart, de Marcas, de rali, que ela desse força para retomada dos monopostos no País e até, porque não, cobrir alguma corridinha da Superclassic.

O novo Toyota
Ao invés de ficarmos com as ladainhas de sempre sobre o Galvão Bueno e sua cobertura no dia das corridas, deveríamos sim ter um pouco mais de respeito e boa vontade com a organização e os pilotos, principalmente o mal quisto e sempre perseguido Cacá Bueno, que não tem culpa de ser filho de quem é.

Ele, por sinal, é quem melhor traduz a ignorância das pessoas em relação à emissora e consequentemente a Stock Car. Não importa o que ele fala. Não faz diferença como ele pilota. Ninguém quer saber se ele foi campeão ou não. Por ser filho do Galvão, as pessoas simplesmente não o toleram. Gratuitamente o rejeitam. Criticam o filho para atingir o pai. Uma verdadeira sandice.

Embora não pareça, eu, particularmente, não gosto da categoria, pelo simples motivo de não curtir muito esse negócio de “Turismo”. Somado a isso ainda tem essa história de confundir competitividade com “tirar os outros pilotos da pista”, tal qual bate-bate.

Mas apesar dos pesares, respeito a Stock Car e quero que ela continue forte e presente. Da mesma forma que a Globo. Para o bem do automobilismo e do esporte.

Forte abraço,

Marcelo Jardim
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Panda e/ou Edu

Tudo beleza?

Algum de vocês conheceu ou sabe algo sobre o suposto piloto brasileiro PETER GEORGE?

Encontrei em vários sites citando que o brasileiro Peter George se inscreveu nas 24 Horas de Daytona de 1971 em parceria com o espanhol Alex Soler-Roig com um Porsche 917K nº9. Não correram e obviamente não largaram...

Sabem algo mais da carreira desse "brasileiro" Peter George? Ele está vivo?

Aguardo vossos comentários (certamente depois de pesquisar, correto?).

Boa semana,

Sergio Sultani



Não sei lhe responder, Sergio. Vamos aguardar pela ajuda dos leitores.

Abraços (EC)

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Ola amigos do GPTotal

Estava lendo em uma AE de 66 que a 3ª etapa do campeonato Carioca de 66 foi vencida por Delma Carvalho na categoria feminina, por WO.

Fiquei curioso e gostaria de saber se muitas mulheres competiam nessa época e se possível alguma informação sobre a referida Delma Carvalho.

Abraços Rodrigo




Oi Rodrigo

Fico devendo. Vamos aguardar pela ajuda dos leitores.

Abraços (EC)


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Prezados Amigos do GPTotal

Montadoras x Automobilismo de Competição.

Em dezembro, li no excelente site F1 na WEB, a notícia do abandono da Renault das competições em "categorias menores" para se dedicar exclusivamente à competições de âmbito Internacional. Modestamente na minha opinião isto é péssimo para o automobilismo de competição, e pelo conteúdo da notícia, esta decisão é "mundial".

Aonde quero chegar: penso que a presença das montadoras no automobilismo de competição seja regional, nacional ou internacional, é NOCIVA ao automobilismo de competição! Explico: evidentemente, a base do automobilismo de competição é o modelo humano criado, no que tange ao transporte, que emprega os automóveis para tal. Naturalmente se o automóvel não existisse, não existiram corridas automobilísticas, é claro. até aí, tudo muito claro, até pleonástico, porque não dizer.

Entretanto a relação desenvolvida entre montadoras e fabricantes x automobilismo de competição, é no meu entender, PREDATÓRIA!

As montadoras e fabricantes chegam, fazem "parcerias", acabam por absorver seus "parceiros" (entenda-se as equipes de qualquer categoria do automobilismo de competição), atingem suas metas e finalmente, se retiram sem a menor consideração ou cerimônia.

Alonso testa seu McLaren ontem, em Valência
Aqui no Brasil, vivenciamos vários casos, como por exemplo, as extintas Fórmula Volkswagen, Fórmula Ford, Fórmula Chevrolet, e recentemente (segundo notícia do Site F1 na WEB), a Fórmula Renault. Isto apenas para citar as principais categorias.

O resultado disto tudo, é o desaparecimento ou, no mínimo, o brutal enfraquecimento das categorias remanescentes, sendo que apenas para citar como exemplo, a Fórmula 1.6 aqui no RS e Fórmula SP em SP, ambas resultando da luta hercúlea de seus participantes , na tentativa de manter em atividade uma bela categoria de monopostos e que sem dúvidas (além do kart, é claro) é formadora de base, para aquilo que um dia foi chamado de "celeiro de pilotos" que é o nosso automobilismo de competição.

Na Fórmula 1, assistimos por diversas vezes o mesmo fato, tendo por exemplo mais recente e emblemático a Jaguar, que quando não mais lhe convinha, retirou-se totalmente, levando consigo, inclusive a Cosworth.

Uma vez, tudo isto exposto, cabe dizer; as montadoras e fabricantes são importantes SIM, para o automobilismo de competição, mas NÃO na forma como tem acontecido as suas participações.

Por isto é que sou favorável à condição de multimarcas para qualquer categoria do automobilismo de competição, pois desta maneira "não se fica na mão de ninguém", voltando o automobilismo ser um grande e autônomo laboratório de pesquisas automobilística e de combustíveis, entretanto, sem prescindir do necessário e inestimável apoio das montadoras e fabricantes, porém sem que estes detenham demasiado poder, o que na prática vem condenando à extinção diversas categorias.

Heidfeld com BMW ontem, em Valência
Para reforçar este meu raciocínio, evoco a lembrança da ótima Fórmula 3, que é multimarca e tem conseguido " transpor o tempo". Certamente existem outros fatores que contribuíram/ contribuem para a bendita perpetuação da Categoria, mas no meu entendimento, se devêssemos eleger apenas um motivo,penso que deveríamos citar sua "característica multimarcas.

Para concluir: temos que fazer com que o automobilismo de competição retome o seu encanto, tornando a "seduzir" as montadoras e fabricantes, no entanto, sem se tornar "refém", mas sim um parceiro com liberdade de escolha, podendo escolher seus fornecedores. Ainda assim, alguem poderá dizer "os custos aumentarão... " Não creio, pois a concorrência sadia tem se mostrado no capitalismo saudável, o melhor "regulador" de mercado que existe.

Um grande abraço à Família GPTotal

Atenciosamente,

Paulo Winckler, Porto Alegre


Opiniões e Dúvidas dos Leitores 16.01.07
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Amigos,

Sempre senti muito a perda de um piloto. Qualquer um. Poderia ser um de nós, quem sabe.... Amamos automobilismo e quando morre um de nós, pilotos, sinto muitíssimo. Foi assim com Bellof, Hulme, Hunt, Fangio, Senna, todos eles.

Quando soube da morte do Rega, me peguei com um discreto sorriso nos lábios. Não de alegria, obvio, mas pela ironia do destino. O cara correu zilhÕes de Gps a 200 Km/h, escapou da morte naquele pavoroso acidente em Long Beach, num outro que o carro lambe todo e Hailwood o ajudou (salvou) e morre, justamente, num acidente rodoviário. Só para lembrar assim também morreu o recém-campeão Mike Hawthorn.

Clay Regazzoni com Ferrari, nos EUA 74
Realmente lamentei muito a morte dele. Era um dos que estavam aí que viveram o finalzinho da era romântica da F1. Porém, no vídeo da Quatro Rodas "Emerson Fittipaldi 72 / 74 - Bicampeão na F1", Emerson - que sempre foi uma mãe, como diz Piquet: "...o cara pode estar se peidando na pista, mas ele (Emerson) sempre diz que o cara está indo bem, que tem chances..." - diz ao fabuloso Lemyr Martins que Regazzoni era um piloto "não muito limpo". Cita até o GP EUA 74, quando Emmo foi ultrapassa-lo. Clay, segundo Fittipaldi, jogou o carro para cima quando estavam lado-a-lado. Lemyr até dá a idéia que esses pilotos precisam de uma aulinha de física, pois 2 corpos não cabem no mesmo espaço.

Mesmo assim, não se pode negar que Rega, como piloto, deixa saudades. Prefiro um Regazzoni assim do que esses "inhos" que passeiam hoje em dia.

Saudades, Clay....

Marcelo Ferreira, Jacarepaguá
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Prezado Amigo Eduardo Correa

Espero que as (merecidas) férias estejam sendo proveitosas.

Para que se queixa (e com razão) da raras ultrapassagens da F1, aí vai um belo vídeo sobre kart de competição.



Bom divertimento.

Forte abraço,

Paulo Winckler, Porto Alegre
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LUCIANO BURTI, UMA GRANDE ENTREVISTA
Marcelo Jardim

Impagável. Simplesmente genial a entrevista que o Luciano Burti concedeu ao site Grande Prêmio no começo de dezembro. Arrisco-me a dizer que foi um belíssimo presente de final de ano para todos aqueles que amam o automobilismo.

No fundo, as entrevistas hoje da F1 carecem justamente dessa sinceridade, dessa franqueza. São respostas com personalidade que todos nós esperamos, mas que invariavelmente os malditos acordos contratuais não permitem. A tal “censura indireta” das escuderias que o Burti menciona, e que pululam naquelas coletivas ou exclusivas chinfrins.

E de fato, o que queremos saber mesmo são histórias reais de bastidores, são experiências daqueles que verdadeiramente estiveram lá. E isso, o Luciano nos brinda de uma forma espontânea, com uma responsabilidade irrepreensível.
Burti, com Jaguar em 2000


Li umas três vezes a entrevista, e foi genial saber do relacionamento do Burti com o inesquecível Stewart. De confirmar o que todos falam sobre o caráter e a personalidade do tricampeão, que até hoje ainda serve de referência aos mais novos.

Da mesma forma, foi extremamente elucidativo o relato sobre sua traumática passagem pela Jaguar e confirmar o que já se sabia: o projeto de levar a Jaguar a F1 foi um grande erro, conduzido do início ao fim pelo ego, pela incompetência, e até pelo Irvine (?).

Como impagável foi saber que a Prost daquela época era simplesmente desprovida de, pasmem, sistema de direção hidráulica (?). Isso mesmo, um carro de F1 não ter um item tão óbvio e tão necessário. Como é que pôde ?!

Foi interessante ver seu relato sobre a estupidez de Barrichello em querer mostrar para todo mundo o que estava acontecendo na Ferrari, naquele episódio da Áustria 2002. Afinal, “o Irvine fez o mesmo trabalho para o Schumacher, mas disfarçava, não deixava ninguém saber.” Não é a toa que o Ross Brawn mal olhava o trabalho feito no carro do brasileiro...

E na mesma linha, desmistifica boatos infelizes a respeito da sua saída da Ferrari, como se o Massa tivesse puxado seu tapete. Ou mesmo, mais recentemente, sobre a suposta agressão entre ele e o Thiago Camilo, na Stock Car. Convenhamos, coisinha de revista de fofoca.

Mas talvez o mais bacana foi constatar sua irrefutável humildade. Quando perguntado sobre sua carreira de comentarista, disse que teve que aprender muito e que se um dia ele se sentir desatualizado, ou não estiver dando conta do recado, ele vai ser o primeiro a tirar o time de campo. Precisa mais ?!

É por isso que estão todos de parabéns. Primeiro, o jornalista do site que conduziu o bate papo com perguntas inteligentes e necessárias, sem espaço para abobrinhas. Segundo, pelo próprio Luciano, que a despeito daqueles que só criticam e não vêem virtudes em ninguém, é sim, um excelente comentarista.

Que continue, pois, correndo e comentando.

P.S. Aceitem uma singela sugestão: façam o mesmo com o Reginaldo Leme. O que esse sujeito deve ter de história para contar, caberia certamente num livro... É isso, pensando bem, porque raios o Reginaldo Leme nunca escreveu um livro sobre suas impressões da Fórmula 1 ?!

Forte abraço,

Marcelo Jardim


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Olá GePeToS

Estava navegando pelo YouTube e resolvi procurar o video da morte de Marco Campos (brasileiro, piloto da F3000 em 1995).



Em 2005, o Tite escreveu uma coluna, em 1/6/2005, sobre o Marco Campos. Pesquisei na internet e achei muita pouca coisa sobre ele, mas agora achei esse vídeo. Alguém sabe porque quase não se fala sobre ele? Afinal de contas, o cara foi campeão da F Opel em 1994 e era uma promessa do automobilismo brasileiro.

Abraços,

Elton da Costa dos Santos, Passo Fundo

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Olá amigos do GP Total:

Mais um belo vídeo enviado pelo Marcel e publicado em Leitores da 2a quinzena de dezembro de 2006, sobre a corrida da Bélgica 1995. Foi realmente fantástica a performance de Michael, saindo de 16o e vencendo. Mas não sei se é p'ra tanto alarde aquela volta com Hill.

Digo... sim, foi fantástica! Mas que as pensionistas do Schumy (se nós somos as "viúvas do Senna"...) não propaguem como feito único e inigualável. Para isso, basta que vejam esse vídeo da Bélgica, em 1992.



Curiosamente, foi a primeira vitória de Schumacher - desde sempre se beneficiando dos pit stops -, mas o grande show na pista ficou por conta de nosso inesquecível Ayrton Senna da Silva.

Ele largou em segundo e liderou por durante 13 voltas, quando começou a ter problemas de corte de combustível, e chovia muito, ele com slicks lá na frente, segurando uma caravana atrás que vinha com pneus de chuva.

Diferente de Schumacher em 95, Senna não cometeu nenhum erro, e estava lutando contra carros muito melhores. Além disso, chovia muito mais. Que cada um faça suas avaliações.

Repito: não estou dizendo que Senna em 92 realizou uma corrida melhor que Michael em 95, muito pelo contrário: a vitória de Schumy três anos depois foi realmente maravilhosa.

Mas o que muitos propagam como sendo "o maior feito de Schumacher", Senna já havia feito, numa corrida comum de sua carreira. Como diz o narrador, "Schumacher takes a lesson with the rain-master".

Abraços a todos.

João Carlos, São Paulo
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Caros amigos

Depois de muito ler sobre quem foi o melhor piloto da F1 de todos os tempos, Fangio, Senna ou Schumacher, e desde já concordando plenamente com a coluna do Tite de 15/9/2006, onde só podemos considerar o melhor do mundo hoje... Consultei na internet um site de estatísticas de F1 e cheguei a seguinte conclusão:

A) O Maior vencedor de corridas de F1 do mundo foi Juan Manuel Fangio. Por um simples motivo, das 51 corridas em que o Argentino participou, ganhou um total de 24, ou seja, 47,06% de efetividade. Um número realmente difícil de superar! (Shummi - 36,69%) (Senna - 25,47%)
Fangio com Lancia Ferrari em Mônaco 56


B) O piloto mais constante da história da F1, que mais chegou ao podium foi Michael Schumacher, que em 248 largadas, cruzou a linha final entre os 3 primeiros em somente 154 oportunidades (61,10%) (Fangio - 60,34%) (Senna 49,69%).

C) Novamente, em se tratando de velocidade pura em corrida, a volta mais rápida da prova, Fangio impõe sua superioridade sobre Senna e Schumacher, com nada mais, nada menos que 23 voltas mais rápidas, em 58 corridas, com 39,66% (Shummi - 30,65%) (Senna - 11,80%)

D) Velocidade pura, sem contar desgaste de pneu, sem dó da máquina, aquela volta realmente lançada, aí meus amigos, não tem pra ninguém...... é Fangio na cabeça, com 28 poles, ou seja, de cada duas corridas, uma o Fangio largava na frente! (Senna - 40,37%) (Shummi - 27,62%)

E E tem mais, se o Fangio não largasse em 1º, as chances de ele estar entre os 3 era de 74,14%, pois em 43 oportunidades o Argentino se classificou para a largada entre os 3 primeiros na largada. (Senna - 54,04%) (Shummi - 45,97%)

F) Mas quem larga na frente, nem sempre chega na frente, cabe a Schumacher o maior índice de pontos por prova. Na média, em cada corrida o Alemão pontuava 5,52 pontos por prova. É o mesmo que falar que se o Shummi estivesse no grid de largada, pelo menos em 3º o alemão estaria na chegada. (Fangio - 4,78) (Senna - 3,81). Apesar que a regra de pontuação não é a mesma, então esta estatística não está 100% correta!

Como a estatística é um número muito frio, e todos podem tirar suas próprias conclusões, a minha é a seguinte. O melhor piloto do mundo seria indubitavelmente Ayrton da Silva Fangio Schumacher!

Brilhante, não?

NNNNããããoooooo!!!

O rei das pistas de todos os tempos seria um piloto com a habilidade do Fangio em ganhar corridas, afinal, de cada duas corridas em que o argentino participou, uma ele cruzou em primeiro, somada a capacidade em chegar entre os 3 primeiros colocados, que cabe a Schumacher, pois 61,10% das corridas que o alemão esteve no grid ele cruzou a linha final entre os 3 primeiros, e a velocidade pura de Ayrton Senna, que apesar de estar com a segunda melhor estatística no quesito pole position, infelizmente o brasileiro concorreu com nomes como Alain Prost, Nigel Mansel, Nelson Piquet, Lauda, ou seja, só pedreira.

Gilles, o show man
Mas se só pudesse ficar com um nome, o melhor piloto do mundo para mim seria Gilles Villenueve, pelo simples motivo que ele foi um show man!

Não foi campeão do mundo, não está entre as 10 melhores estatísticas dos pilotos de fórmula 1, mas ele guiou a Ferrari com bravura, até hoje é um herói na Itália, e assim como Senna, morreu acelerando... Foi um verdadeiro LEÃO das pistas.

Abraços Sérgio Laurentys
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Ola equipe GPTotal

Primeiramente, quero dar parabéns pelo site, pois comecei a acessar há pouco tempo, mas fiquei impressionado com a quantidade de reportagens, a qualidade das colunas e principalmente pela quantidade de categorias que vocês cobrem e ainda relatam em algumas colunas o passado do automobilismo uma época que eu perdi pela pouca idade (sou de 1982) e estou fazendo uma viagem no tempo através das colunas deste ótimo site!!!

No entanto a coluna Piloto de Computador? do Luiz Fernando Ramos, publicada em 5/7/06 chamou muito minha atenção. Isso porque eu sou mais um apaixonado por esporte a motor, porém meu saldo no banco é bem menor que minha paixão por carros e motos (minha moto é uma 125cc e meu ultimo carro foi um Renault 19 1.8 16v que vendi a 1 ano e meio).

Essa falta de grana me impediu de tentar ser piloto e isso me frustrou muito, minha experiência com corridas se resume a algumas corridas de kart alugado e muitas, muitas horas de game (além de algumas molecagens da minha época de 18 e 19 anos quando eu cometia a irresponsabilidade roubar o Opala Coupe 1979 do meu pai para acelerar nas curvas de uma estradinha perto do bairro de Parelheiros, zona sul de São Paulo, quando comprei o Renault 19 também dei umas aceleradas, mas depois graças a Deus o juízo chegou).

Como eu ia dizendo não corro de verdade, mas no mundo virtual tenho muitos km rodados e uma pergunta sempre me vem a cabeça: será que em uma pista de verdade eu seria rápido como sou nos simuladores de corrida? (nos simuladores consigo ótimos tempos em pistas como Suzuka, Motegi e até em Mônaco e durante minha época de irresponsável correndo nas ruas aprendi a ter um bom controle do carro) e depois que li a coluna minhas esperanças de que em uma pista de verdade eu seria rápido aumentaram por isso deixo meu muito obrigado ao Luiz Fernando Ramos por ter através da coluna Piloto de Computador sanado esta duvida que me perturbava.

Agora falando dos simuladores, a coluna fala de alguns muito bons como o Grand Prix Legends mas gostaria de comentar aqui o que na minha opinião é o melhor simulador que eu já joguei é o mais próximo da realidade com certeza vocês já ouviram falar ou até já jogaram uma das versões de Gran Turismo jogo da Polyphone feito nas versões 1 e 2 para Playstation 1 e nas versões 3 e 4 para PS2.

É incrível como o jogo é real e o quanto dá para melhorar um carro e aprender sobre o seu comportamento. Sem contar que para correr e chegar nos carrões é necessário tirar 5 licenças que o credenciam a tirar a super licença e ai poder pilotar carros como o Alfa 156, Audi TT A6, Toyota Denso Supra e algumas raridades como o Pagani Zonda em pistas como Suzuka, Mônaco, Motegi e até Nurburgring no traçado original.

Existe também um outro simulador da mesma empresa para o PS2 porém de motos chama-se Tourist Troph. Assim como no Gran Turismo a simulação é ótima, muito real e quem anda de moto na vida real, depois que se acostumar com a sensibilidade do controle vai perceber que a simulação é ótima e também da para mexer bastante na moto e aprender muito sobre elas e ter o privilégio de pilotar uma YZF R1 no circuito Ricardo Torno é isso mesmo!!! o mesmo onde o Rossi caiu e perdeu o título da moto gp.

Bom acho que já falei muito fica aos amigos a dica para quem não é afortunado mas quer pilotar, deixo um super abraço a toda a equipe do gp total e seus leitores.

Tchau!!!

Douglas Santos
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