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Opiniões e Dúvidas dos Leitores 28.09.06
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Olá amigos

Estou muito indignada com a organização do GP Brasil que mudou, inadvertidamente, as regras de retirada dos ingressos de meia-entrada e está prejudicando as pessoas que estão fora do estado de São Paulo.

Quando as pessoas efetuaram a reserva da meia-entrada, foram informadas que poderiam retirar e pagar seus ingressos no dia da corrida. Entretanto, agora, encaminharam e-mail informando que isto só poderá ser feito até 15 de outubro e que quem não comparecer perderá o ingresso.

Estou com meu ingresso reservado desde abril, inclusive com passagens compradas para chegar à capital paulista no dia 19/10 (dentro do prazo enviado no primeiro e-mail de confirmação de reserva). Sou de Recife e estou me sentindo lesada.

Vou ao GP Brasil com uma amiga também de Recife que está na mesma situação.

Atc,

Andrea Macedo, Recife

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Interlagos, visto de longe
Bom dia!!

Por favor, nos ajudem. Só a ajuda da imprensa nos salvará agora...

A organização do GP Brasil está exigindo, que as pessoas que reservaram meia-entrada, compareçam uma semana antes do GP Brasil para retirarem os ingressos pessoalmente na bilheteria.

Isso NÃO FOI INFORMADO no momento da reserva dos ingressos!! Estão desrespeitando o consumidor, já que a procura dos ingressos é alta, devem estar querendo "filtrar" as pessoas que não moram em São Paulo capital, que não tem condições de viajar a São Paulo uma semana antes do GP, somente para retirar o ingresso na bilheteria.

Eduardo Ernesto Alves Júnior, Uberlândia






Oi Eduardo, oi Andrea

Escrevo na manhã da quinta-feira, quando a situação parece contornada, o Procon dando razão aos consumidores e os organizadores mais ou menos esclarecendo que os ingressos podem ser retirados no dia da corrida, sendo o e-mail apenas uma "sugestão" visando o conforto do público.

Torcendo para que não haja uma recaída dos organizadores e que prevaleça o bom senso e o máximo conforto possível para quem pagou - ainda que seja metade do preço - pelo ingresso, advirto: os organizadores do GP Brasil odeiam, por motivos óbvios, o instituto da meia-entrada já que quem tem direito a ele acaba ocupando o mesmo espaço de quem poderia pagar um ingresso inteiro. Ou seja: na visão dos organizadores, estudantes e idosos estão tirando dinheiro do bolso deles.

Tenham a certeza de que os organizadores farão tudo o que puderem para tornar mais penosa a vida de quem tem este direito. A advertência de que a conferência de documentos para entrega das meias-entradas pode durar até 15 minutos é um sinal de que ninguém terá vida fácil. Por isso, toda cautela é pouca.

Boa sorte (EC)

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Prezados amigos

Surpreendente a revelação da coluna do Ico O povo fala, de que a América do Sul representou pífios 2% das participações na pesquisa da FIA sobre a Fórmula 1. Infelizmente isso só prova o que vemos nos principais sites brasileiros sobre a categoria: temos muitos torcedores e poucos amantes do automobilismo em si. Parece mais fácil reclamar do que responder à pesquisa, que, aliás era bem grande e tomou um bom tempo daqueles que aproveitaram a oportunidade para se fazer ouvir.

Abs

Salvador Costa, Rio de Janeiro

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Olá Edu e Panda,

o DVD Grand Prix pode ser encontrado na FNAC, VIDEOLAR.COM E LIVRARIA CULTURA.

Peço a gentileza de informarem o nosso amigo Ronaldo Groo, que está doido pra adquirir este magnífico filme, que está esgotado somente em algumas lojas.

Obrigado pela atenção. Grande abraço,

Flavio Costa - Bragança Paulista

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Calma amigos... seus problemas acabaram!

Comprei meu DVD Grand Prix duplo, com extras, do nosso filme preferido no site www.dvdworld.com.br, por R$35,90 mais R$3,00 de frete. Pedi na terça na hora do almoço, e chegou na minha casa, em Belo Horizonte, na quarta-feira de tarde.

E só pra voces ficarem com água na boca... o filme é tudo o que falam, e

mais um pouco... excepcional!

Até!

Loreno A. Menegotto Jr.

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Para o Gepeto Ronaldo Groo,

O filme Grand Prix tem ainda em estoque na Livraria Cultura do Market Place Shopping de São Paulo. É só você entrar no site deles (www.livrariacultura.com.br) e reservar ou então ir diretamente ao shopping que você o achará, bem como o 24 horas de Le Mans.

Vá logo lá e curta bastante estes filmes históricos.

Jovino

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Informo que tanto o DVD Grand Prix quanto o 24 Horas de Le Mans são encontrados no site das livrarias Saraiva (www.saraiva.com.br).

Um abraço,

Guto

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Olá Edu!

Bastante oportuna sua coluna sobre o filme Grand Prix e o "toque" da sua disponibilização em DVD.

Não sei se você sabe, mas John Frankenheimer tem uma ligação com o Brasil, filmou em 1994 "Amazônia em Chamas" contando a vida de Chico Mendes, no elenco está Raul Julia e Sônia Braga, acho que é o único filme sobre a vida do líder seringueiro.

Nenhum outro filme do gênero chega perto de Grand Prix, apenas "No Limite da Velocidade", por ter sido rodado na década de 1930, consegue atiçar a curiosidade. Ele aborda o automobilismo americano e é o mais antigo que conheço, passou na grade de filmes culturais (ou coisa parecida) da TV Cultura em 2003 ou 2004.

Mas esta primazia em certo ponto é negativa, significa a pobreza e a falta de imaginação dos diretores ao abordarem a velocidade nas telas. Espero que isto mude, aliás, fiquei sabendo anos atrás de dois documentários nacionais, um sobre os oito títulos do Brasil na F-1 e outro do Trampolim do Diabo, a matéria saiu no Estadão e no JB, depois não tive mais notícias.

No exterior também soprou alguns bons ventos: a revista inglesa "Classic and Sports Car" - de junho de 2003 - publicou uma matéria sobre o então recém falecido piloto da pré-guerra Manfred Von Brauchitsch`s. O autor do texto, Philip Whiteman`s, tinha um projeto futuro para produzir um filme baseado nas competições da década de 1930, entre Mercedes Benz e Auto Union.

Havia uma parceria entre sua firma, a Fantschek and Whiteman`s Company e a Silver Arrows Productions. Torço para que além de viabiliza-lo consigam mostrar o espírito da competição daquela época, o que daria possibilidade de finalmente termos mais um filme que sirva como uma importante fonte documental do esporte.

Um abraço

Annibal Affonso, Rio das Flores



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Bom dia amantes do automobilismo de competição e bom dia ao Ângelo Mello que disse que o Alain Prost não jogou o carro em cima do Ayrton Senna no hairpin em Suzuka 89.

Ângelo, em 89 o Prost jogou o carro em cima do Senna sim !

As imagens on board mostram isso. As imagens aéreas também mostram tudo. De dentro do carro do Prost vê-se o narigudo virando o volante para a direita abruptamente e olhando para a McLaren de número 1 e não para o hairpin.

As imagens de uma tomada aérea também mostram a mesma coisa medonha.

Os links do You Tube estão aí para todos verem. Existem vídeos para todos os gostos e para todas as "dúvidas" - I love you, youtube.

São mais de 50 vídeos, mas postei apenas estes 4 que já são mais que suficientes:









Quanto a ser um lugar que não permite ultrapassagens, em 88 o Ayrton fez inúmeras ultrapassagens, neste mesmo ponto, para recuperar as posições perdidas na largada quando o motor apagou. Em 89 perdeu o bico, no acidente com o Prost, e voltou em segundo ultrapassando Alessandro Nannini bem no fim da corrida neste mesmo hairpin onde o francês o travou (perceba, nos vídeos, que o Prost, depois de bater o carro, ainda vira mais o volante para travar os dois carros.)

O autódromo de Suzuka
Logo, este hairpin possibilita não apenas ultrapassagens mas lindas, arrojadas e inesquecíveis ultrapassagens. Infelizmente modificaram este hairpin deixando-o mais aberto e mais fácil como pode ser verificado nas fotos abaixo. O mesmo aconteceu com a 130R.

Existe um vídeo japonês onde aparecem simultaneamente o trabalho dos dois pilotos dentro do carro. A técnica utilizada pelo Ayrton é totalmente diferenciada em relação à técnica do Alain Prost para se fazer o trecho da curva 130R até o hairpin.

Detalhes da 130R e do Hairpin
O Ayrton baixa a 5ª marcha, como o Alain, mas deixa para frear mais dentro do hairpin pulando a redução da quarta marcha fazendo 3,2 e 1 ganhando mais precisão na frenagem no fim do percurso antes da colisão.

Observe, também, que o Ayrton faz todo o trecho de reta entre a 130R e o hairpin estourando giro de 5ª marcha enquanto o Prost baixa a 5ª e passa a sexta marcha novamente para fazer o trecho de reta. Com isso o Ayrton perde um pouco na saída da 130R e ganha muito na frenagem para o hairpin com duas marchas a menos para reduzir (5ª e 4ª). Enquanto isso o Prost se desespera enfiando 5ª, 4ª, 3ª, 2ª, 1ª e quando vê a McLaren crescendo no retrovisor...BUMMMM.

Ângelo, será que você nunca leu o depoimento do Alan Prost dizendo que fechou o Senna sim e que não deixaria ele ganhar todas ? Dá uma pesquisada no livro do Ernesto Rodrigues para se atualizar um pouco. Ótimo livro! E existem outros livros bem menores mas que também possuem este depoimento.

E, por favor, se você conseguir uma tomada aérea do porrão de 90, me envia por e-mail...pois tenho um vídeo que mostra os dois voltando para o Box...um rindo e o outro bufando de raiva...adivinha quem é quem ?

OBS.: Quando o Alain Prost reclamava junto aos técnicos da Honda a respeito do seu motor que era menos potente que o motor da McLaren do Ayrton, na realidade, seu enorme nariz é que roubava ar do motor e diminuindo, assim, a potência de seu motor Honda. Aproveita que essa não tem no livro do Ernesto.

Grande abraço ao Ângelo e a todos que também amam este esporte.

Luís Sérgio, Brasília

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Sobre o assunto picaretagens, sou obrigado a discordar da opinião de dois leitores

Para Ângelo Mello

Prost jogou sim o carro em cima de Senna em 89. Tenho a fita daquela temporada e na imagem on board do carro de Prost, congelando-se no momento exato antes da batida, percebe-se que Prost não faria a curva, pois, da maneira como o carro estava direcionado, a roda direita passaria por cima da grama. No momento em que deu a fechada, Senna já tinha mais de meio carro de lado. O local permitia sim a manobra como foi executada, tanto que Senna passou Nannini da mesma forma poucas voltas depois.

Realmente para ser campeão Senna teria que ter ganho na Austrália. Mas seu acidente com um retardatário esteve longe de ser bisonho, devido às condições de chuva intensa. Quando um primeiro retardatário colocou o carro por dentro, Senna imaginou que este o estava dando passagem, quando na verdade estava ultrapassando um outro retardatário, o qual só pode ver em cima. Interessante que Piquet abandonou pelo mesmo motivo, simplesmente não conseguiu enxergar um carro mais lento à frente.

Dizer que Berger foi apenas um fiel escudeiro de Senna por dois anos é uma inverdade completa.

Primeiro porque Ron Dennis, em mais de 20 anos de Fórmula 1, jamais teve a política de privilegiar um piloto em detrimento de outro. Quando se teve as duplas Prost/Rosberg, Senna/Berger e Hakkinen/Coulthard houve casos dos segundos ajudarem os primeiros. Mas o fizeram no final da temporada, quando já não tinham qualquer chance no campeonato. E o fizeram de bom grado, sem nenhuma imposição contratual ou ordem de equipe. Muito diferente do que faz a Ferrari, que sempre privilegiou um piloto desde o início da temporada. Os episódios lamentáveis dos GPs da Áustria em 2001 e 2002 se deram na primeira metade do campeonato.

Segundo, Senna só foi realmente ajudado por Berger nos GPs da Espanha e Japão em 91. E a única vez em que houve uma ordem da equipe para troca de posições foi no Japão, quando Senna deu passagem a Berger (que, ao contrário do que muita gente pensa, não foi um ato espontâneo de Senna). O contrário nunca ocorreu.

Senna perseguido por Berger no GP do Brasil
Quando Berger saiu da McLaren, nunca fez qualquer queixa em relação a Ron Dennis ou Senna, de quem continuou amigo até o fim. Já todos os companheiros de Schumacher, Herbert na Benetton, Irvine e Barrichello na Ferrari, saíram falando mal do companheiro e dos privilégios que ele tinha na equipe.

Senna mudava a linha mais de uma vez, mas isso não era proibido na época.

Sobre atrapalhar os adversários nos treinos, isso aconteceu no GP de Mônaco em 85, ocasião em que recebeu diversas críticas. Mas isso aconteceu apenas uma vez, muito longe de ser um hábito. Até porque os treinos tinham limite de voltas e Senna costumava sair para melhorar seu tempo nos últimos minutos do treino.

Para Ediris Silva

Nos comentários sobre Prost: o francês tirou Piquet da pista no GP da Holanda de 1983, mas o acidente se deu a problemas que Prost tinha nos freios, tanto que abandonou na volta seguinte devido a esse problema.

Prost não vetou Mansell em 93. Mansell é que não quis dividir a equipe com Prost. Prost realmente vetou Senna em 93. Mas esse foi um acordo que ele e a equipe chegaram para fechar um contrato. É algo completamente diferente de atitudes antidesportivas na pista.

Sobre ele ter o hábito de ir para a pista para atrapalhar o treino dos outros pilotos, tenho diversos anuários da década de 80, e nunca vi qualquer menção a isso.

Nos comentários sobre Senna: ele fechou a porta para Mansell no final da reta de Jacarepaguá em 86. Mas este não estava lado a lado com Senna, nem houve qualquer tipo de toque, já que Senna seguiu na pista até o final sem qualquer problema na suspensão.

Em 92 Senna bateu na traseira de Mansell no GP da Austrália. Nunca deu para saber se Senna freiou tarde demais ou Mansell antecipou a freada. Mas foi um acidente de corrida, do qual ninguém teve qualquer ganho com isso. Nada a ver com atitudes anti-desportivas.

No GP da Alemanha de 92 fechou a porta para Patrese na entrada do estádio de Hockenheim. Patrese não tinha meio carro de lado, nem há notícia de que tenha feito qualquer acusação a Senna.

Não lembro de qualquer fechada de Senna a Nannini.

Irvine não ultrapassou Senna no GP do Japão em 93, e sim o bloqueou por mais de uma volta quando era retardatário. Quando Senna foi reclamar do episódio, Irvine o tratou com ironia, o que provocou a citada agressão. Uma atitude errada, mas que nada tem a ver com atitude antidesportiva na pista.

Senna realmente jogou o carro para cima do Prost em 1990. É uma atitude condenável, sim. Mas fazê-lo contra quem o prejudicou no passado e saiu impune é uma situação bem distinta de fazê-lo contra quem nunca lhe fez nada.

As deslealdades de Schumacher e jogos de equipe desnecessários e humilhantes da Ferrari não têm paralelo na F-1 moderna. Tanto que Schumacher, apesar de todos os seus títulos, não é admirado pela maioria dos seus colegas. O histórico de críticas de outros pilotos ao seu caráter nas pistas é longo: Villeneuve, Coulthard, Montoya, Herbert, Irvine, Barrichello, Alonso, e ultimamente até mesmo seu irmão Ralf.

Sérgio

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Fala ai galera q curte F1

o Angelo Melo deve estar louco...

Falar q o Prost não jogou o carro pra cima do Senna.. o cara tá loco. Só pode! Se ele olhar a imagem do helicóptero poderá reparar que se o Senna seguir a trajetória o francês iria fazer a chicane pela grama. Acho q o mundo é unânime em dizer q houve falcatrua em 1989.

E o Mansell q bateu no Senna em Portugal? Isso não conta? E se tivesse vencido em Suzuka iria para as ruas de Adelaide mais prudente, não iria fazer o q fez no carro de Brundle.

Mais fazer o que? Tem louco pra tudo

Schumacher: já vai tarde...

E sobre o Ediris Silva, Schumacher jogou o carro pra cima do Hill em 1994, jogou o carro pra cima do Villeneuve em 1997, impediu Barrichello de ganhar em Melbourne e Montreal 2000 (que eu me lembro), fora os episódios da Áustria em 2002 e 2003. Acho que foram mais vergonhosos do tudo que os outros já fizeram.

abraços

Diego, Campinas

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Lendo as considerações do leitor Ediris Silva, que cita várias ocasiões nas quais Senna e Prost jogaram os seus carros em cima dos adversários, fiquei curioso em ver imagens (vídeos ou fotos) dos episódios:

  • "Prost Jogou o carro em cima de Piquet em 1983";


  • "Senna Por várias vezes jogou o carro em cima do Mansell, por sinal seu alvo predileto, só em 1986 fora no mínimo 2 vezes";


  • "Senna Jogou o carro em cima do Nannini";


  • "Senna Jogou o carro em cima do Patrese".


  • Alguém tem algo que possa compartilhar?

    Alfredo Silveira

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    Olá pessoal.

    Há tempos que eu tenho uma dúvida e gostaria de saber se vocês podem responder.

    Também sou um "piloto virtual" e tenho alguns games antigos de Formula 1, que cobrem temporadas de 1996, 1997, 1998 e 1999.

    Nos jogos que cobrem as temporadas de 1996 a 1998 eu notei uma coisa estranha: o nome do Jacques Villeneuve não aparece. E vi que isso ocorre em jogos de diferentes desenvolvedores. Em alguns jogos, Villeneuve aparece como "Driver-X" e em outros como "Driver Williams" ou "DriverOne Williams".

    Em compensação, nos jogos de 1999 o nome de Villeneuve aparece normalmente.

    Por que razão o nome de Jacques Villeneuve não aparece nos jogos da temporadas de 96, 97 e 98?

    Obrigado

    Lucas Rodrigo dos Santos, Ponta Grossa






    Oi Lucas

    Não sei responder as suas dúvidas. Vamos aguardar pela ajuda dos leitores.

    Abraços (EC)

    Opiniões e Dúvidas dos Leitores 26.09.06
    Escreva pra gente

    Caro Gepeto Augusto Lage,

    O DVD do filme 24 Horas de Le Mans com Steve Mcqueen foi relançado em meados de 2004, se não me engano. Eu adquiri o meu exemplar pela Internet.

    Um abraço
    Daniel Grillo

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    Alessandra,

    Confesso que sempre li suas colunas sem muito entusiasmo. Mas a sua última, "Um cockpit para Gandhi" é alentadora, para usar um termo desse seu mesmo texto.

    O penúltimo parágrafo pode ser transportado ipsis-litteris para nosso ambiente político atual (evidente, pois nosso cenário político está contido na humanidade citada no início do parágrafo, mas enfim...)

    Abraços,
    José A. Matelli, Florianópolis

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    Olá Alessandra,

    desculpe-me, mas vou ter que discordar de sua opinião. Discordo quando você coloca em sua coluna que "Mahatma Gandhi jamais seria um piloto campeão de Fórmula 1". E pior, dizer que "Enaltecemos nossos esportistas como bravos guerreiros e, por isso mesmo, devemos saber que os vencedores das guerras são condecorados por sua bravura e seu destemor, nunca por sua bondade e gentileza".

    Schumi, despois de vencer o GP da Alemanha 06
    Sua idéia me soa como se, além de não haver maneira de ganhar um campeonato sem praticar "picaretagens", a opinião dos torcedores fosse de que vale qualquer "arma" para ganhar um campeonato.

    Talvez eu seja somente "um" ser humano ingênuo, mas creio que uma vitória só tem valor real se você for melhor que seu adversário. Se você vence sem méritos, não tem o menor valor. É come se eu iniciasse as corridas torcendo para os adversários do piloto para quem eu torço quebrarem, ao invés de eu torcer para ele ganhar a corrida no braço.

    Sei que é um tanto quanto romântico acreditar que o mundo era melhor antigamente, mas isso não me dá o direito de me conformar com o que há de errado nos dias de hoje.

    Fabiano, Itajaí

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    Desonestidade pré-Schumacher`

    Pra quem condena o Schumacher por suas atitudes e as considera como únicas na F1 cabe lembrar que basicamente tudo o que ele fez outros pilotos fizeram com até mais freqüência que ele por exemplo:

    Prost
    Jogou o carro em cima de Piquet em 1983
    Jogou o carro em cima de Senna em 1989
    Proibiu Senna e Mansell de entrarem na Williams em 1993
    Tinha o hábito de após fazer a pole em treinos encher o tanque e permanecer na pista atrapallhando o tempo dos outros

    Japão 89, Senna e Prost segundos após a batida
    Senna
    Por várias vezes jogou o carro em cima do Mansell, por sinal seu alvo predileto, só em 1986 fora no minimo 2 vezes.
    Jogou Mansell fora da pista em 1992
    Jogou o carro em cima do Prost em 1990
    Jogou o carro em cima do Nannini
    Jogou o carro em cima do Patrese
    Agrediu o Irvine porque este o ultrapassou no Gp do Japão

    Reutemann
    em 1980 jogou o carro em cima de Piquet

    Isso só pra citar alguns que lembro de cabeça...

    A grande diferença de ontem e de hoje é....

    Ediris Silva

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    Bom dia Eduardo Correa

    muito boa a sua coluna sobre o filme Grand Prix

    Sobre o filme não há que se fazer comentários, mas vendo os créditos do DVD achei fantástico como foi gravada a largada em Mônaco.

    Será que hoje as equipes emprestariam os carros para os atores simularem a largada, foi fantástico

    um abraço
    Foster, Campinas






    Oi Foster

    Bernie Ecclestone e as equipes exigiram algumas centenas de milhões de dólares para colaborar com uma filmagem do porte de Grand Prix. E sem acerto, sequer liberariam o uso da marca Fórmula 1.

    Você se lembra que, alguns anos atrás, o Silvester Stallone ameaçou fazer um filme sobre a categoria e depois foi baixar em outro centro? Pois o problema foi o grana pedida pela Fórmula 1.

    Abraços (EC)

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    Ola amigos do GPTotal

    Desde que acesso este site (e já faz muito tempo) eu leio sobre o filme Grand Prix, mas agora chega. Desesperei, tô doido, tô doido, tô doido...Tal qual aquele personagem global.

    Eu quero assistir ao filme, quero te-lo em casa e ai vai a coisa. EU NÃO ENCONTRO O FILME EM NENHUMA LOCADORA, NEM EM LOJA NENHUMA PRA VENDER. Nem a versão em vhs e muito menos a nova prensagem em DVD.

    Eu peço, imploro, por favor me indiquem onde posso comprar o filme. Eu moro na cidade de Franco da Rocha, a 45 minutos do centro de São Paulo. Se possível me indiquem o endereço de onde vende. Lógico, se puderem me mandar o filme melhor. he he he, mas não acho que mereço tanto, os endereços eu já agradeço muito, com os olhos lacrimejando...

    Obrigado
    Ronaldo Groo

    PS: Ontem disputei o GP de Silverstone no PS One temporada 2000 com uma Prost do Heidfeld e cheguei em 5º depois de 60 voltas complicadas sob chuva. Acho que fui muito bem... que acham?






    Oi Ronaldo

    Parabéns pela colocação! E sobre Grand Prix, a notícia que temos é que, de fato, esgotou. Vamos torcer para que nova fornada chegue logo às lojas.

    Abraços (EC)

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    Discordo da opinião do Marcelo Ferreira, publicada aqui neste espaço sobre a diferença do estilo de pilotagem entre o Senna e Prost ser pequena. Inclusive, acho um absurdo a diferença na maneira de dirigir dos dois.

    Pelo o que eu percebo nos vídeos, o Prost é muito suave e tenta reduzir ao máximo movimentos bruscos. Parece-me que o Prost dirige com um certo "limite de segurança".

    Já o Senna procura dirigir na iminência de perder o controle do carro, o que pode ser percebido na violência de suas freadas e no quanto ele corrige a direção de seu F1.

    Um fato aqui não citado é a maneira dos pilotos dirigirem na chuva. Cada vez mais chego à conclusão de que os velozes em pista molhada forçam, de certa maneira, o "understeer", mas de modo muito discreto. Tenho a impressão de que eles após o ponto de tangência eles pisam o acelerador e sabem que, apesar de o carro estar saindo levemente de frente, o "grip" voltará.

    Mas ainda é uma dúvida para mim o melhor traçado na chuva, pois ele seria um misto entre a aproximação das curvas para retas e a maior aderência, no trecho não-emborrachado da pista. Noto que alguns pilotos ao se aproximarem de uma curva fream no trecho não-emborrachado, e fazem a curva pela parte emborrachada (que corresponde ao melhor traçado no seco), porém isso ainda está muito vago para mim.

    Ainda sobre estilo de pilotagem, notei que muitos pilotos utilizam um "late apex", ou seja, utilizam um ponto de tangência tardio. Por exemplo, ao invés de tangenciarem uma curva de raio constante em sua metade, tangenciam-na a 60% de sua extensão (no site www.karting1.co.uk isso pode ser notado nas explicações sobre melhor traçado).

    Abraços!
    Eduardo Benvenuti

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    Sou obrigado a discordar do leitor Nicolas Borges.

    Em 89 Prost não jogou o carro em cima de Senna. O piloto brasileiro tentou forçar a ultrapassagem num local que não permitia a manobra como foi executada. Prost apenas manteve a linha malandramente, já que um acidente envolvendo os 2 lhe daria o campeonato.

    No youtube tem o vídeo e isso fica bem claro. Acho que nem o Senna chegou a declarar isso. Ele reclamava da desclassificação subseqüente ao acidente. Só esquecia de falar que pra ser campeão precisaria vencer o GP da Austrália também, corrida que não completou por bater bisonhamente num retardatário.

    Aproveito pra declarar que não considero Schumacher um picareta. Se fosse assim, Senna tb deveria ser considerado como tal. Afinal, teve em Berger um fiel escudeiro em dois de seus campeonatos (e reclamam do Rubinho), jogou o carro em cima de Prost em 90 (não importa se avisando antes ou não. Foi um ato tão deplorável quanto o do alemão em 94 e 97), mudava de linha várias vezes pra não ser ultrapassado (motivando a mudança das regras) e tinha por hábito atrapalhar os outros pilotos nos treinos de classificação.

    Ângelo Mello

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    Olá pessoal do GPTotal

    estou com uma dúvida sobre o sistema de descartes de pontos que valia na Fórmula 1 antigamente.

    Por exemplo, 1973, nas primeiras 8 corridas 'valiam' apenas 7 corridas, e nas últimas 7, valiam apenas 6. Até aí tudo bem, fácil de resolver e de entender.

    Mas tenho uma séria dúvida. Vamos supor que o piloto participe de 7 das 8 primeiras corridas (faltando uma corrida, então) pontuando em todas, e que participe de 6 das 7 últimas corridas (faltando uma corrida, igualmente), também pontuando em todas. Essas duas 'faltas', onde o piloto não fez ponto algum, farão parte dos descartes? Daí, no caso, descartaria nenhum ponto e teria, ao final do ano, a totalidade dos pontos conquistados.

    Se puderem me ajudar, agradeço muito mesmo. É que organizo um campeonato baseado num jogo antigo de computador, e que simulamos as temporadas da Fórmula 1, desde 1950, chamado Fórmula GP2 (nasceu bem antes do surgimento dessa "GP2 real") agora estamos indo para 1973, e surgiu esse problema essa semana e não sabemos resolver.

    Um abraço a todos do GPTotal. Sucesso!
    Leonardo Barbosa, Passo Fundo






    O Leonardo

    A ausência de um piloto em uma determinada corrida vale como descarte, assim como se ele houvesse quebrado durante sua disputa.

    Abraços (EC)

    Opiniões e Dúvidas dos Leitores 21.09.06
    Escreva pra gente

    Olá, GPteiros! Ou seria melhor dizer GPtistas? Rs...

    Falando sério, gostaria de comentar sobre o texto "Um cockpit para Gandhi", da Alessandra Alves.

    Ela fala das muitas reclamações feitas ao comportamento esportivo pouco elogioso (pra dizer o mínimo) de Schumacher e defende que coisas parecidas podem ter acontecido na Fórmula-1 dos anos 50 e 60. Concordo plenamente com isso. Só que esse argumento também soa como uma defesa ao Sapateiro, como bem diz o Piquet, já que o alemão realmente sabe descer o sapato no acelerador.

    Por isso, para ser imparcial, faço uma pergunta a grandes conhecedores e historiadores da categoria, incluindo é claro toda a brilhante equipe do GPTotal: qual outro grande campeão da F-1, dos anos 70 em diante (quando a cobertura da imprensa aumentou muito), teve um histórico de pilantragens semelhante ao do alemão? Nessa lista de pilotos, incluo aqueles que ganharam dois títulos ou mais - Hakkinen, Prost, Senna, Piquet, Lauda, Emerson e Stewart (já que ele ganhou dois de seus três campeonatos na década de 70).

    Schumi e Massa no pódio do GP da Alemanha 06
    É claro que podemos falar das "espertezas" de Piquet, Gordon Murray e cia. na Brabham, mas até onde consta, jogar o carro contra um adversário direto numa corrida, por exemplo, nunca foi sua especialidade. Já Prost chegou a fazer isso (Suzuka - 89) uma vez, mas não me lembro de outro incidente parecido. Senna, que havia sido a vítima do francês, devolveu na mesma moeda (Suzuka - 90), só que também não há notícia de que ele tenha feito isso outra vez.

    Enfim, acredito que a chuva de protestos contra as picaretagens schumacherianas é natural e deve, sim, ser levada a sério. Tanto quanto os vários recordes incríveis que o alemão conquistou.

    Obrigado e um abraço,
    Nícolas Borges

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    Ola Povo do GePeTo

    Ainda sobre o polêmico "congelamento" no desenvolvimento de motores na F1.

    Ha alguns meses, li que este "congelamento" seria sim interessante para as montadoras, pois o "congelamento" se daria apenas do motor a explosão, porém, os carros teriam um segundo motor, este elétrico, cujo desenvolvimento estaria liberado.

    Segundo diz a publicação que li, seria uma forma de desenvolver motores que num futuro, quando o a extração de petróleo atingir níveis críticos, poderiam ser utilizados para uso comercial, sem dependerem tanto de combustíveis fósseis, e tendo uma performance semelhante aos atuais.

    Gostaria de saber se a informação procede, e se tecnicamente seria viável, em termos de resultados.

    Abraços
    Paulo Henrique Vicente, Jundiaí






    Lembro de especulações deste tipo, Paulo Henrique, mas eram apenas isso, como centenas de outras sopradas pelos dirigentes e chefes de equipe à imprensa.

    Creio que os tais motores elétricos seriam, em verdade, dispositivos de recuperação da energia das freadas. Algumas equipes chegaram a pensar no uso de tais dispositivos (perdão, mas não sei em detalhes como funcionariam) mas seu uso foi vetado pela Fia.

    Abraços (EC)

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    Eduardo,

    Excelente coluna a respeito do filme Grand Prix. Comprei o relançamento e revi o filme que assisti na década de 70 e nem lembrava mais dele direito.

    Uma dúvida que me veio: nas curvas Inclinadas de Monza, observa-se que eram bastante onduladas e a suspensão dos carros sofriam bastante. Te pergunto: quando chovia, como em circuitos ovais inclinados americanos, as provas eram canceladas ou eles realizavam as provas assim mesmo. Nunca vi fotos ou imagens desta pista ou Avus com chuva.

    Abraço e parabéns pela matéria.

    Jovino






    Oi Jovino

    Não sei lhe responder sobre o procedimento adotado em Monza sob chuva, sendo interessante notar que nunca houve um GP em Monza disputado sob chuva.

    Talvez algum leitor consiga levantar esta informação em relação a outras categorias, já que as curvas inclinadas foram usadas até 1970, se não me engano.

    Fangio à frente nas curvas inclinadas de Monza


    O que posso lhe responder é que o piso das inclinadas é extremamente áspero já que não é feito em asfalto mas sim em concreto de traço grosso, sendo possível sentir as pedras que o constituem.

    Posso lhe dizer também as suspensões dos carros filmados em Grand Prix não eram "de verdade", já que os carros eram Fórmulas 3 adaptados, ainda que não se discuta que as suspensões naquela época trabalhassem muito mais do que hoje.

    Abraços (EC)

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    Bela coluna do Eduardo Correa sobre o filme Grand Prix, que adquiri recentemente em DVD.

    É um filme fantástico, que até hoje não foi superado, sendo um dos poucos a retratar o automobilismo de forma séria. Mesmo estando acostumados hoje com as câmeras on board nas transmissões das corridas, as imagens feitas pelas câmeras acopladas aos carros no filme ainda dão uma sensação de velocidade muito maior. Mesmo o filme tendo sido feito 40 anos atrás! Quem gosta de automobilismo não pode deixar de ver.

    Outro filme que retratou o automobilismo de forma séria foi As 24 Horas de Le Mans, com Steve McQueen, embora não seja tão bom quanto Grand Prix. Retrata a corrida de 1970, com os famosos Porsche 917.

    Sérgio

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    Olá GEPETOS,

    Eduardo, a tua coluna sobre o filme Grand Prix ficou demais, meus parabéns.

    Coincidentemente hoje (19/09), chegou em minha casa o DVD do filme que havia comprado recentemente e, vou te contar, é fantástico, principalmente do modo em que foi feito (a pessoa que tiver o DVD, pode ver isso nos Extras), sendo uma revolução total.

    O mais legal também é que a Warner lançou o DVD há apenas um mês e que os preços são muito bons, sendo que cópias do filme não são difíceis de achar. Só espero que os donos de locadoras de filmes, pelo menos, tenham o filme para alugar. Senão, seria um pecado...

    Só sei que, descobri o filme no início de 2003, não me lembro aonde (talvez aqui mesmo no GPTotal) e, a primeira cena que vi, e que roda o mundo da Internet, é aquele onboard do Stoddart em Zandvoort.

    Depois, foram aquelas cenas em que postei e, agora, mais de 3 anos depois, vejo o filme inteiro e com extras, hehe... Mas com certeza, quem puder, compre, porque é ótimo, eu recomendo!

    Abraços,
    Pedro, Votorantim

    P.S.: Legal ver que acharam o video que postei no YouTube do acidente do Aron e do Stoddart. Postei um outro vídeo, do acidente do Sarti. Se quiserem ver, o link é este:



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    Caros gepetos,

    Vamos ajudar a dar uns pitacos nos fatos retratados em Grand Prix:

    1 - Jean-Pierre Sarti, embora francês, muito se assemelha historicamente a John Surtees, que quase fica sem carro para disputar o GP de Monza pela Ferrari em 64. Il Comendattore deixou-o sem carro para treinar, dando preferência para Ludovico Scarfiotti. Só liberou um carro para Surtees no último momento. Depois comentou que o Surtees não tinha alma lutadora e para que ele ganhasse precisou levá-lo ao limite do desespero, só assim ele poderia ganhar, para mostrar ao velho que podia.

    2 - Michael Schumacher e Frentzen talvez nem fossem nascidos em 1966... O caso é mais antigo, pois em 1966 o filme não poderia contar histórias mais recentes, né mesmo?

    Casos recentes existem vários da Barbro ex-Ronnie Peterson que depois casou com o Watson, a do Pironi que era antes não sei de quem... A ex-Prost que era irmã da mulher do Laffite...

    Mas não me recordo direito, havia um italiano que era matador... Creio que o Bandini. Foi ele que teve um caso rumoroso com a esposa de outro piloto.

    Bom saber que foi lançado em DVD, vou comprar. Aliás, o filme 24hs du LeMans, com Steve McQueen, também deveria ser lançado em DVD.

    abraços,
    Augusto Lage



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    Prezado Pandini,

    primeiramente, parabéns a vocês pelo site, pois apesar de ter tomado conhecimento dele há pouco tempo, percebi que é muito bom!

    Aproveitando o primeiro teste do Nelsinho Piquet pela Renault, gostaria de saber como foi a primeira vez de Ayrton Senna na Fórmula 1. Era muito novo e acompanhei muito pouco a carreira deste piloto. Gostaria de saber em que ano o Ayrton testou um F1 pela primeira vez, por qual equipe e como ele se saiu em sua primeira tentativa, se conseguiu bons tempos para a época ou se por acaso deixou a desejar.

    Um grande abraço a todos vocês,
    Edu Groisman

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    Olá, Edu

    Senna foi muitíssimo bem em seu primeiro teste na F 1. Foi com um Williams FW 08 Cosworth, no circuito de Donington, em julho de 1983 (logo depois do GP da Inglaterra). Não tenho à mão detalhes dos tempos que ele virou (precisaria recorrer a meus livros e revistas que estão em casa), mas de imediato ele foi muito veloz (o parâmetro de comparação eram os tempos obtidos pelos pilotos da equipe, Keke Rosberg e Jacques Laffite, mais o piloto de testes Jonathan Palmer, em testes anteriores). Além disso, Senna se adaptou facilmente ao carro.

    Abraços (LAP)

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    Acabo de ver no site a dúvida do Marcelo Ferreira respeito à Gra-Bretanha.

    Como o Marcelo mesmo diz, o uso da definição Grã-Bretanha quando nos referimos aos pais é incorreta, pois essa é uma definição apenas geográfica. Em 1707, os reinos da Inglaterra (que já dominava Gales e Irlanda) e Escócia se uniram, formando o que passou a denominar-se Reino Unido da Grã-Bretanha.

    Em 1921, a Irlanda finalmente conseguiu a independência, exceto 6 dos 8 condados que formavam a região norte (o "Ulster" no idioma vernáculo, o Gaélico ), que continuaram em poder dos britânicos. Assim, o nome dos pais passou a ser Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte e que perdura até hoje, mas para abreviar, de soer, fica só em Reino Unido

    É muito comum referir-nos ao Reino Unido como "Inglaterra", mas esse é só um dos antigos reinos que formavam o pais. De fato, quando nos referimos ao "GP da Inglaterra", deveríamos dizer "GP Britânico" pois esse é o seu verdadeiro nome (British GP), já que britânico é o adjetivo relativo ao pais. Seus cidadãos são "britânicos". Dizer que fulano ou sicrano é inglês ou escocês, é como dizer carioca ou paulista quando nos referimos a um "brasileiro": apenas indica a sua zona de origem.

    Silverstone


    No caso que nos ocupa das estatísticas do automobilismo, elas se referem ao pais, não às suas regiões. Se visitarmos o site da FIA, veremos que na lista de paises membros aparece o Reino Unido não a Inglaterra, Escócia, Gales ou Irlanda do Norte.

    Em algumas ocasiões se cita o caso do futebol como exemplo da diferenciação britânica no que respeita às sua regiões. O caso é que, quando a FIFA foi fundada em 1904, as federações regionais britânicas já existiam desde muito antes e, como condição para aderir-se à recentemente criada FIFA, estas solicitaram ser admitidas independentemente, pois não havia uma federação britânica nacional. Apesar de que a FIFA postulava pela criação de associações nacionais, teve de aceitar o peculiar caso britânico.

    Manuel Blanco

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    Um leitor levantou a dúvida do porquê as estatísticas da F1 consideram a Grã-Bretanha, e não Inglaterra ou Escócia. Inglaterra, Escócia, Irlanda do Norte e País de Gales não são países independentes. O nome do País é Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte. A nacionalidade não é inglesa ou escocesa, mas britânica. O termo Grã-Bretanha é utilizado como sinônimo de Reino Unido, embora não seja a mesma coisa (já que exclui a Irlanda do Norte).

    A mesma coisa acontecia com a antiga URSS. Era formada por diversas Repúblicas, mas o país era um só.

    Nas Olimpíadas, o país também compete sob o nome de Grã-Bretanha. Somente no futebol e no rugby é que as respectivas federações internacionais aceitam as inscrições em separado de Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte.

    Mas do ponto de vista político, quem está errada é a FIFA, e não a FIA ou o COI.

    Sérgio

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    Não sei se isso pode acrescentar algo ou não, mas uma vez eu li que depende do reconhecimento da entidade.

    Por exemplo: A Fia não reconhece a Grã-Bretanha separada, daí qualquer piloto como Button (inglês), Coulthard (escocês) ou Irvine (irlandês) ser tratado como Britânico, o que não acontece com a Fifa que os reconhece com paises individuais.

    Paulo Bitencourt

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    Olá amigos,

    A explicação sobre o piloto ser da Inglaterra ou Grã-Bretanha ou Reino Unido é a seguinte: Existe um país chamado Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte, formado por este último mais os paises da outra ilha (Inglaterra, Gales e Escócia). Em outras épocas da história, foram paises independentes, mas hoje formam uma só nação.

    Os pilotos representam o Reino Unido, mas se consideram ingleses ou escoceses (mais ou menos como na Espanha, em que alguns se acham catalões ou bascos, antes de espanhóis...). No futebol, devido a uma rivalidade muito antiga, esses "países" competem separadamente (o orgão que decide as regras do futebol é formado por representantes de cada "pais" da ilha). A rivalidade é tanta que o Reino Unido não participa da disputa do futebol nas Olimpíadas, pois teria que levar uma equipe conjunta. Se não me engano, disputaram as Olimpíadas em Londres em 48 e só...

    Em praticamente todos os outros eventos, esportivos ou não, que participa é o Reino Unido. A própria bandeira do Reino Unido é formada pelas bandeiras da Inglaterra, Escócia e Irlanda do Norte, sobrepostas.

    Portanto, o Reino Unido é o detentor de quase todos os recordes da F-1. Porém, Clark e Stewart sempre se considerarão escoceses e os Hill, Mansell e Moss sempre serão ingleses.

    Gustavo Coelho

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    Pessoal,

    minha opinião é de que a separação entre países ou a unidade Grã-Bretanha é puramente conveniência. Assim, na Copa do Mundo de futebol, a "Grã-Bretanha", entra com até quatro participantes, o que em teoria aumenta as chances de um deles conseguir uma boa classificação (ou mesmo ser campeão).

    Em Olimpíadas e F1, todos entram como se fossem um só país, assim aumenta as chances de diminuir o prazo para comemorar um campeonato "britânico". E também para as estatísticas, afinal a Grã-Bretanha tem mais títulos, vitórias, poles e etc.

    Abraços,
    Júlio Lima, Belo Horizonte



    Opiniões e Dúvidas dos Leitores 19.09.06
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    Bom dia gepeteiros!

    Estava pensando naquela imbecilidade de congelamento no desenvolvimento dos motores e me veio uma questão.

    Os motores utilizados pelas equipes de F1 terão seu desenvolvimento congelado. Esse congelamento não impede o desenvolvimento nas pranchetas, computadores, nos dinamômetros e muito menos na cabeça dos engenheiros. O congelamento só impede que novas versões de desenvolvimento dos motores sejam utilizados em corrida ou estou por fora do assunto? Será que novas versões podem ser usadas em testes? Onde está o corte nos custos?

    Se você fosse a Toyota, concordaria com um congelamento de motores
    Entendo que impedindo apenas a utilização dos motores em corrida não haverá congelamento algum no desenvolvimento dos motores. Será que estou novamente enganado? Ou será que o congelamento no desenvolvimento dos motores tem outros objetivos além do corte de custos?

    Luís Sérgio, Brasília






    Oi meu caro

    Quer um conselho: não esquente a cabeça com esta história, pelo menos por enquanto. Ela me parece tão louca, tão fora de órbita, que tenho quase certeza de que ainda dará muitas voltas até ser aprovada, se é que será mesmo aprovada.

    Pense, por exemplo, na hipótese de equipes como McLaren, Honda, BMW e Toyota, que não têm bons motores em mãos no momento, concordarem em congelar estes motores por sei lá quantos anos. Seria como se auto condenar a andar atrás de Ferrari e Renault por várias temporadas.

    Abraços (EC)

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    Meu caro Tite,

    comungo de suas opiniões acerca deste fetiche jornalístico que é buscar "O Melhor de Todos os Tempos". Os recordes, no fundo, são uma tentativa de naturalizar a idéia de que seria possível igualar parâmetros e definir matematicamente quem foi o melhor.

    Mas não vejo necessariamente nenhum mal em comparar pilotos, mesmo de épocas diferentes. Desde que, claro, comparar não gire em torno de definir quem foi o melhor.

    É possível e sadio comparar estilos, maneiras de guiar, estratégias, formas de administrar a carreira, posturas, adaptação à realidade competitiva de seu tempo. Isso tudo sem a pretensão ilusória de estabelecer um critério para encontrar o melhor entre eles, mas apenas com o intuito de conhecer a fórmula vencedora de cada um, ou mesmo as mazelas que acabaram separando grandes talentos do título.

    No livro que termino mês que vem falo de modo muito parecido com o autor que vc citou, e eu não conhecia este texto. Me questiono, por exemplo, sobre quantos campeões a esta altura podem ter sido abortados, ou nascidos em ambientes inacessíveis às corridas.

    Veja que apenas 6 mulheres chegaram lá, e nenhum negro o fez. E o Hamilton não chega a ser negro também não. Mulato talvez. Já imaginou quantos talentos se perderam?

    Claro que Schumachers, Laudas, Piquets ou Sennas são bons de fato, melhores que a maioria de nós. Mas quantos "botas" vivem se arriscando em cima de motos para entregarem nossas pizzas ainda quentinhas pelas grandes cidades do país?

    Gente que, de diferente deles, tem apenas a falta de oportunidade.

    Bom, fico por aqui.

    Abraço,
    Márcio Madeira da Cunha

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    Tite,

    parabéns pela sua coluna. Para mim, foi a melhor argumentação já feita em relação ao melhor piloto de todos os tempos.

    Quanto ao vídeo mostrado nesta coluna, um único comentário: que pilotasso foi o Ayrton Senna!

    Leandro Souza

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    Eu fiquei impressionado e concordo plenamente com a opinião do Tite, e posso concordar que foi um lindo sonho.

    Aliás, eu, uma vez, assistindo à uma reportagem de um GP do Brasil onde o Emerson largava com o Copersucar F5A e dava uma entrevista de dentro do carro já alinhado no grid e disse ao jornalista quando perguntado o que passava pela cabeça dele naquele momento, ali em frente a torcida brasileira, ele respondeu: "Eu penso em quantos ali na arquibancada poderiam estar aqui no meu lugar, e fazendo melhor se tivesse tido oportunidade". Além de mostrar o grande piloto e ser humano que é, Emerson comprova a tua história, que é na verdade a realidade de um esporte que exige muito dinheiro para aprimorar talentos.

    Emerson com o Fittipaldi F51 no GP do Brasil de 78
    Eu sempre fui fã incondicional do Ayrton Senna e, na minha opinião, ele sempre foi o piloto mais rápido em qualquer circunstância, mas também sempre admirei e torci por Emerson, José Carlos Pace, Nelson Piquet, Rubinho Barrichelo, Felipe Massa e tantos outros pilotos brasileiros que chegaram a Fórmula 1 e não tiveram suporte financeiro e o tempo necessário para aperfeiçoar seus talentos. Mesmo assim, todos têm os seus méritos.

    Fantástica história ilustrando muito bem este assunto.

    Um abraço

    Heitor Cardoso

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    Tite,

    Sua coluna "O melhor piloto do mundo", genial, simplesmente a melhor coisa que li a respeito dessa discussão idiota de quem foi melhor piloto do mundo.

    Penso do mesmo jeito, pois tem muita gente que lhe falta é oportunidade de estar no lugar certo e na hora certa, muita coisa mudaria. Por exemplo: se o Rubinho não tivesse encontrado o Schumacher pela frente na Ferrari, o que teria acontecido! Teria ganho alguns campeonatos?

    O Stefan Bellof se não tivesse morrido em Spa numa prova de Endurance, o que teria acontecido? Vi gente que nunca sentou num kart e quando andou virou melhor tempo do que muitos ja acostumados com o kart. Tanta gente em determinadas atividades que não tem nada a ver com o que gosta de fazer se transformando em péssimos profissionais por falta de chances.

    Abraços
    Jovino, Brasília

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    "A Grã-Bretanha é uma ilha da Europa que abrange três países: a Inglaterra, a Escócia e o País de Gales. Estes três, somados à Irlanda do Norte, formam a entidade política do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte. Entretanto, a Grã-Bretanha é uma ilha e não um país, sendo portanto incorreto tal uso."

    Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Gr%C3%A3-Bretanha

    Pq as estatísticas consideram a "Grã-Bretanha" e não Inglaterra, Escócia, Irlanda e País de Gales em separado ????? Armação da Inglaterra ????





    Senna e Prost, a dupla da McLaren em 88, aqui no GP da França
    Gostaria de dar "dois pitacos" - como diriam os mais antigos - sobre os comentários recentes.

    #1 - Sobre a dúvida do amigo Evandro Silva no GP EUA 2004, não lembro onde li que na tal relargada ( aliás Rubens deve ter alguma incompatibilidade de gênios com as relargadas - como já escrevi aqui ) Barrichello estava liderando Schumacher por míseros 14 milésimos. Portanto, o Miguel estava em segundo na passagem. Até por que - em algumas pistas - o cronômetro "zera" antes da linha de chegada, fazendo com que nos enganemos as vezes.

    #2 - Sobre o vídeo de Prost e Senna no Japão: não vi neste vídeo ttttaaaannnnttttaaaa diferença assim entre a pilotagem dos dois. Ela existe, mas é mais sutíl nestes vídeos. A maior diferença que percebi foi que, na frenagem da tal curva onde os dois se acidentaram em 1989, Senna ao reduzir freia bem mais forte que Prost, fazendo com que o carro "se perca" um pouco, mas facilmente corrigido e controlado pelo brasileiro.

    Atenciosamente,
    Marcelo Ferreira, Jacarepaguá





    Sobre a primeira questão, Marcelo, confesso também ignorar porque no automobilismo valem as vitórias somadas da Grã-Bretanha enquanto que no futebol, por exemplo, contam separadamente.

    Vamos aguardar pela ajuda dos leitores.

    Abraços (EC)

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    Foi muito grande meu espanto ao ler na coluna de 4/9 do Eduardo Correa sobre a vitória de Massa no GP da Turquia a seguinte parte:

    "Para registro, os contextos de cada primeira vitória do Brasil na Fórmula 1:

    - Emerson, Estados Unidos 70: conservação do carro + situações adversas de vários adversários (o que alguns chamam de "sorte").
    - Moco, Brasil 75: idem, sendo que o adversário em situação adversa foi apenas um, Jean-Pierre Jarier.
    - Nelson Piquet: Estados Unidos 80: superioridade total: pole, vitória de ponta a ponta e volta mais rápida.
    - Ayrton Senna, Portugal 85: idem com forte fator adverso - chuva forte durante todo o GP.
    - Rubens Barrichello, Alemanha 00: oportunismo + fatores externos (invasão de pista) e adversos (chuva em parte da corrida e parte do autódromo).
    - Felipe Massa, Turquia 06: superioridade, com influência leve de fatores externos (safety car num momento decisivo). "

    Ora, pra mim é bastante complicado entender como alguém que se auto intitula jornalista omitir ou alterar fatos para poder provar para o público que o lê que suas opiniões estão corretas.

    A descrição da primeira vitória do Rubens é uma ofensa para todos que viram aquela corrida e sabem, que de cabo a rabo, Rubens foi o piloto mais rápido na pista, sob todas as variações de condições (a que todos os pilotos foram submetidos igualmente), não cometeu um único erro e mereceu a vitória de maneira indiscutível.

    Não acredito que esse senhor vá corrigir essa alteração da realidade no texto, sequer vá se desculpar, mas escrevo mais para fazer o registro.

    Um jornalista deveria ser imparcial em suas colocações, e é lamentável ter que ouvir tamanhas besteiras. A coluna dele não leio mais, perdi a paciência de maneira definitiva.

    Pedro Jungbluth






    Oi Pedro

    Para registro: não foi minha intenção emitir qualquer juízo de valor sobre as primeiras vitórias brasileiras, apenas registrar da forma mais objetiva possível as circunstâncias em que foram obtidas.

    Abraços (EC)

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    Ao Eduardo Correa

    Ainda que esteja com um mundo de petições para serem feitas, audiências marcadas, sempre leio suas colunas nas segundas-feitas após as corridas. Sempre gostei delas !

    O que dizer então da coluna de 4/9, que (dentre outros assuntos) associou Nigel Mansell a Felipe Massa. Sempre carreguei comigo esta mesmíssima impressão...





    E como é bom ver um jornalista gabaritado se interessando por "estilo de pilotagem", malgrado todos nós saibamos que é mais difícil estudar o tema quando se está longe do circo da F1.

    Na verdade, em muito me desestimulou a resposta dada pelo "Bob Sharp" quando há mais de um ano perguntei aqui no site sobre o estilo de pilotagem de Schumacher... Ele me respondeu simploriamente que ninguém acerta um carro para sair de frente ou de traseira, relatando que nenhum carro hoje em dia arrasta os pneus... Por óbvio que não... Um carro de F1 não sai de traseira ou de frente, mas ele apresenta tendência a sair de frente ou traseira...

    Ora, malgrado as diferenças de estilos na atual F1 sejam pouco perceptíveis, elas existem e podem ser percebidas em uma análise detalhada.

    Quem sempre analisou coam maestria o assunto "estilo de pilotagem" foi a revista britânica F1 Racing, notadamente através do reconhecido Peter Windsor. Estas reportagens podem ser lidas em português, pois a revista nacional Racing sempre divulga na sua edição quinzenal uma matéria da F1 Racing.

    Recentemente, Peter Windsor estudou a pilotagem de Fernando Alonso, relatando que ele teria o mesmo "gênio criativo de Michael Schumacher", ao criar um estilo único de pilotar que chamou de "neutroviraje", balanceando o carro na frenagem de maneira ímpar e com uma saída de curva que denominou de "saída dragster".

    Sobre Kimi Raikkonen: gosta de carros com tendência a sair de traseira (como a maioria), e seria o piloto que mais coloca o carro "de lado" numa curva.

    Schumacher em Monza 2006
    Em relação a Michael Schumacher, aí está no site a coluna de 13/9 de Luis Fernando Ramos, intitulada "O Rei está morto, viva o novo Rei!", contendo um documentário da BBC de Londres sobre sua maneira de pilotar.. Embora a diferença entre estilos de pilotagem seja sutil, ainda assim dá para perceber que entra antes nas curvas. Peter Windsor narrou em uma reportagem em 2003 (não tenho dados da revista) que mesmo começando a virar o volante antes que qualquer piloto, se você fosse a qualquer teste de F1 "ouviria" ele frear mais tarde que todos...





    Voltando ao Nigel Massa, apenas quero complementar o seguinte: o único estilo que pode ser identificado em ambos é o fato deles retardarem ao máximo a entrada na curva.

    Ano passado, por ocasião da primeira prova do GP Masters, Emerson Fittipaldi disse que o Mansell deixava para virar o volante muito depois do ideal, e que sempre parecia que ele iria desgarrar da curva e rodar, citando inclusive um episódio das 500 milhas de Indianápolis (sei lá de que ano...) em que ele Emerson teria mencionado no rádio algo como "vai bater, vai bater", e daí passava a curva e nada disto acontecia.

    Massa foi descrito pela F1 Racing como alguém que virava muito tarde, freiava muito tarde, mas que tinha um controle excepcional do carro. Assim como Mansell foi descrito por Emerson.

    Um abraço !
    Luerti

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    Caro Fabiano Bastos de Itajaí,

    esperei que alguém com mais conhecimento e com um dom especial com as palavras te respondesse. Como isso não ocorreu até o momento, acho que terá de se contentar comigo.

    Você pergunta quais corridas de F1 foram ganhas com ordens de equipe. Lembro de três.

    Japão 91. Senna tomou para si a responsabilidade de segurar Mansell enquanto Berger sumia na frente. No fim da reta pouco antes da curva, Mansell entra no vácuo deixado por Senna e perde o controle do carro indo parar na brita. Senna começa a perseguição a Berger e o ultrapassa. Pouco antes do final da corrida cede a liderança a Berger.

    Indianápolis 2002, Schumacher deixa Barrichello vencer.

    Reproduzo abaixo trecho do final do texto escrito por Reginaldo Leme no Grande Prêmio.

    "Em 1997, McLaren e Williams fizeram um acordo secreto de ajuda mútua, que deu certo e foi cumprido. Na penúltima volta da corrida decisiva de Jerez, como Villeneuve não precisava da vitória para ser campeão, teve que deixar Mika Hakkinen passar. Foi a primeira vitória do finlandês na F1".

    Lembro também de uma corrida que a Ferrari pediu para um piloto deixar o outro passar e este não obedeceu.

    Abs,
    Joel, Brasília

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    Prezado Pandini,

    Ouvi recentemente na CBN que a Prefeitura de SP esta disposta a construir arquibancadas fixas na reta oposta de Interlagos apos o GP Brasil de F1. Imagino que sacrificariam a "reta" do traçado antigo, inviabilizando ainda mais a possibilidade de termos restaurado o antigo Interlagos...

    Meu raciocínio é que, mesmo considerando a inviabilidade quanto à segurança, que a maneira dos 22 kms de Nurburgring, permitissem que, por conta e risco, os entusiasmados usufruíssem do espetacular traçado de 7800 metros.

    Acha inviável minha sugestão? É evidente que o apelo de manter historicamente as tradições, como grupo na Itália que torce pela reabertura das curvas supraelevatti de Monza (proposta tão insensata quanto?, Não me parece), deve prevalecer.

    Que tal uma pesquisa a respeito do assunto?!

    Um abraço do
    Paulo Goffi






    Oi, Paulo
    Fica a sugestão aos leitores para se manifestarem a respeito. Já pensou, poder andar no traçado antigo de Interlagos? Em tempo: os 22 km de Nurburgring continuam na ativa´. Lá, é realizada anualmente a 24 Horas de Nurburgring, uma corrida que não vale para nenhum campeonato mas tem enorme prestígio, justamente por usar o velho traçado. Como na Mil Milhas pré-2006, ali entra qualquer tipo de carro GT ou de turismo. Podem ser vistos Porsche, BMW, Mercedes, Audi, VW Golf, Polo, New Beetle, Opel, Mini, carros de todos os tipos e anos.
    Abraços (LAP)

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    Olá pessoal do Gepeto

    escrevo neste espaço para anunciar meu acervo de GPs de Fórmula 1 de 1976 ate 2006, gravação feita em DVD.

    Envio catálogo por e-mail

    Abração e obrigado
    Jose Luiz (joseluizlysandro@bol.com.br)
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