Sessão Leitores
11.08.11 - Roberto Agresti
Talvez sim, talvez não
17.05.11 - Eduardo Correa
Mauro
18.09.09 - Luis Fernando Ramos
O melhor Rubinho, o Rubinho de sempre
12.12.08 - Alessandra Alves
Carta ao editor
27.10.08 - Luiz Alberto Pandini
Micos brasileiros III
mais
29.07.11 - Carlos Chiesa
O Eclipse
E o toureiro não apareceu
21.09.09 - Ernesto Rodrigues
O parasita fanfarrão
Rubens, o relativo
mais
12.03.06
Confira a classificação
12.03.06
Pilotos e Equipes
mais
Home » Leitores » Opiniões e Dúvidas dos Leitores » 27.07.06
Aumente o tamanho das letras:
12 | 16 | 20
Opiniões e Dúvidas dos Leitores 27.07.06
Escreva pra gente
Prezada Alessandra

Sobre sua coluna de 24/7, nunca tive a menor dúvida: Schumacher é o mais italiano dos alemães...

Abs
Salvador Costa, Rio de Janeiro

Escreva pra Gente | Topo


Edu

falando em piloto azarado (sua coluna de 26/7), o Chris Amon mereceria uma atenção tua.

Um abraço

Carlos Alberto Petry

Escreva pra Gente | Topo


Bom dia amigos do Gepeto

Nos últimos dias, tenho lido com freqüência sobre a empreitada da Honda de superar a marca dos 400 km com um carro de F1, que convenhamos, é uma senhora marca seja pra quem for a bordo de um carro, seja lá qual for. A dúvida é a seguinte: porque estão trabalhando em um "campo de sal"? Seria por alguma exigência técnica para validar o recorde, ou mesmo porque este tipo de solo traga alguma vantagem na velocidade do carro?

Agora abusando da boa vontade, gostaria de ouvir uma opinião de vocês sobre um segundo assunto: muito se fala das equipes ditas "de ponta" como Ferrari, Renault, McLaren e outras "intermediárias" como Willians, Toyota, Honda.

Então pouco se fala de uma equipe que chegou agora como quem não quer nada, todo mundo achando que ela tinha vindo pra vender "latinhas". Entra no primeiro ano, gosta, compra outra equipe pra ter como laboratório (coisa de gente grande) pelo jeito este ano simplesmente está prestes a dispensar um motor Ferrari pra comprar o motor mais confiável de hoje na F1 (Renault). Contrata nada menos que o melhor projetista, tido como "o mago".... Parece que ela não está pra brincadeira, o que estou percebendo é que ela está se estruturando não só pra vender latinhas, parece que ela veio pra algo mais. O que vocês me diriam sobre a Red Bull?

Grato pela atenção de vocês
Juliano C. Machado, Patos de Minas MG






Oi Juliano

Honda no sal 1
O Fórmula 1 da Honda atingiu a marca de 400 km/h em Bonneville Salt Flats, em Utah, nos Estados Unidos.

Desde 1914 o local, um antigo lago com mais de 11 km de extensão, é usado para tentativas de recorde de velocidade pelo fato de oferecer uma enorme extensão de "pista" tão lisa quanto possível sem que tenha sido necessário asfalta-la e cerca-la. Se você arranjar um outro local tão grande e plano quanto Bonneville, pode se candidatar a organizar quebras de recorde do gênero.

As fotos do local mostram um piso extremamente compacto e branco, ainda que não possa imaginar que seja de sal puro. Sobre este piso, os organizadores pintam uma faixa preta de 3 km ou mais e soltam a moçada por sobre ela, cronometrando as passagens em dois sentidos e homologando, quando possível, os recordes.

Honda no sal 2
Foi em Bonneville que o Blue Flame, em 1970, rompeu a barreira dos 1000 km/h, a maior velocidade jamais atingida por um carro (se é que aquilo poderia ser chamado de carro...). Note a importância do espaço ao redor da "pista" demarcada. Parar um carro que chega a 400 km/h é uma coisa bem diferente do que frear outro, que passou dos 1000 km/h.

Importante mencionar que não são apenas grandes construtores que aparecem por lá. Pelo contrário, eles são a exceção. Normalmente o que se vê em Bonneville é uma coleção de carros saídos de pequenas oficinas, buscando adrenalina e alguns minutos de fama.

Sobre a Red Bull, você tem razão de que parece que ela chegou para ficar e, talvez, vencer. Mas já vimos este filme antes, com a Jaguar, por exemplo, de forma que permaneço cético.

A pergunta é: eles perseverarão? Terão talento e dinheiro bastante para perseverar? Pois outras equipes já atraíram dirigentes, projetistas e pilotos de primeira e não foram a lugar algum ou precisaram de muito tempo para vencer.

Note que estou falando de orçamentos anuais de US$ 200 milhões, talvez US$ 300 milhões, uma quantidade de dinheiro capaz de amassar qualquer vaidade, qualquer tesão pelo esporte. Ah. E tem mais uma coisa: eles precisam de uma montadora como parceira para fornecimento de motores. Ninguém, nem em sonho, imagina que uma equipe "cliente" ganhe um GP sequer, muito menos um campeonato

Abraços (EC)

Escreva pra Gente | Topo


Respeitáveis colegas do GP Total

Gostaria de ter esclarecida uma dúvida, desculpando-me desde já pelo eventual amadorismo da questão: Como, afinal, funciona o câmbio de um Fórmula-1? O carro, de fato, não possui embreagem alguma? O câmbio é totalmente automático ou o piloto dispõe de algum meio para "escolher" uma marcha? E, em caso afirmativo, como o faz? Através da (se ainda existente), "borboleta" atrás do volante? E na largada? Basta apertar um botão e "meter o pé"?

Certo de poder contar com sua colaboração, sou-lhes grato.

Fábio Pacito, Presidente Venceslau






Oi Fábio

Não espalha mas não tenho certeza absoluta sobre o exato e preciso funcionamento da caixa de câmbio de um Fórmula 1, assunto que mesmo as revistas mais especializadas raramente comentam, talvez porque as equipes façam algum mistério. Mas vamos lá:

O câmbio tem acionamento eletrônico (certeza), por meio da tal borboleta (certeza), o que obriga o piloto a subir ou derrubar marcha a marcha, não sendo possível salta-las como se pode fazer num câmbio por alavanca (disso, porém, não tenho certeza absoluta).

Há embreagem sim, usada na largada (certeza) e nos pit stops (não certeza) mas ela não precisa ser acionada pelo piloto quando passa as marchas (não certeza). Para engatar a ré, o piloto aperta um botão no painel (certeza).

Abraços (EC)

Escreva pra Gente | Topo


Amigo Panda

O Wilsinho teve este cuidado que você escreveu, em sempre citar "o F1 construído no Brasil" e não na 1ª Equipe de F1 do Brasil, porque no início da F1 tivemos a Scuderia Bandeirantes, com Chico Landi, Gino Bianco e um Uruguaio que agora me foge a lembrança.

O Fitttipaldi FD02 em Interlagos 75
Outra coisa MUITO importante, os Fitt FD-01, 02, 04, F5, F5A e também o "F6 e F6A" foram os únicos F1 construídos no Hemisfério Sul e mais: foram os únicos F1, em 56 anos de Campeonatos, que foram construídos fora de: Inglaterra, Itália, Alemanha, França e Suiça, aqui podemos incluir o Eagle, Maki,Penske, Parnelli, etc. Todos tiveram seus Chassis feitos na Inglaterra.

Abraços,

Caíque Pereira, Rio de Janeiro

Escreva pra Gente | Topo


Prezado Pandini

Apenas como correção: sobre a minha mensagem que foi publicada em 25.07, eu escrevi 'A própria 1ª corrida de Fangio, com um Ferrari em 1951, tem como referência a equipe "Chico Landi", também inscrita como brasileira'.

Obviamente eu quis dizer a primeira corrida de Chico Landi.

Um abraço
Cristiano Buratto, Londrina

Escreva pra Gente | Topo


Tenho uma pergunta simples, que acho que vocês podem me responder na boa.

Gostaria que vocês me lembrassem quando foi a última ultrapassagem na F1 na disputa pela 1ª posição de uma corrida?

Digo ultrapassagem na pista, "no braço", no limite da freada... aquela ultrapassagem que os carros dividem a mesma curva, e não na parada dos boxes como é o tédio de hoje em dia. (não vale na largada e nem no meio da reta com o motor cheio, ok?)

Será se eu to fraco de memória ou ja faz algum tempo mesmo?

Outra coisa, tenho um video antigo, daqueles que passa na parede sem som, que tem o Mauricio Gugelmin correndo de kart aqui em Curitiba nos anos 70, ele larga na pole com o capacetão laranja, e meu tio ta lá no meio do grid, quem filmou foi meu pai.

Vocês sabem alguem que faça a conversão desses videos para formato digital?

abraços,
Rodrigo Bmikossiski, Curitiba






Oi Rodrigo

Ultrapassagem pela liderança de um GP?

Tem aquela..., como era mesmo? Ah, não. Aquela foi nos boxes.

Hummm. Tem aquela - não. Aquela o cara (como era o nome dele?) deixou o outro passar.

Peraí que eu vou lembrar. Já sei - e nem faz tanto tempo assim: Kimi Raikonnen sobre Giancarlo Fisichella, Japão 2005, se bem que o italiano é um banana. Mas vá lá. Respondida a sua pergunta - mas não me peça para citar outra.

Sobre conversão de Super8 (suponho que seja este o formato do vídeo), sei não. Vamos aguardar pela ajuda dos leitores.

Abraços (EC)

Escreva pra Gente | Topo


Edu e Panda.

Rodrigo Mendes Garcia e Eduardo Correa.

Não afirmo com absoluta certeza, mas a Hudson Hornett, ao que me lembro, era V8. Havia também a Hudson Wasp, se bem me lembro este era V6. Não sendo certeza absoluta, podem ser considerado possível a inversão. De qualquer forma, os motores V6 e V8 eram imensos, com cilindradas muito acima dos Ford, Chevrolets, Dodges, Plymouths, Mercurys etc...

Assisti o saudoso Catharino Andreatta vencer um KM Lançado com uma delas na cidade de Taquara, no Rio Grande do Sul. Tais carros tinham uma velocidade final muito alta, talvez daí o porque serem imbatíveis nos ovais daquela época.

Carlos Alberto Petry

Opiniões e Dúvidas dos Leitores 25.07.06
Escreva pra gente

Vendo a mensagem do Sr. Ricardo, de Campinas, que nos trouxe, outra vez, um maravilhoso, porém lastimoso vídeo sobre aqueles pilotos que se foram em combate, não me deixou em paz um pensamento: o que será que teria acontecido, caso estes acidentes não tivessem vitimado tais pilotos?

- Apostaria que Wolfgang Von Trips seria campeão em 1961, retirando o título de Phill Hill;

Lorenzo Bandini
- Bandini, pelos relatos que vi, era muito bom, mas não alcançaria título em F1;

- Rindt: um caso à parte... ganhou mesmo morto! Um dos poucos que, de fato, foi "parado" no auge de sua carreira: 71, Lotus turbinada, e ele brigando com o Chapman. Não sei se faria mais alguma coisa, mas aqui fica a dúvida...

- Cevert: já vi muitos elogios a ele, mas pra mim não passava de um Barrichello com pinta de Irvine. Seria um eterno coadjuvante, com algumas vitórias, mas título, só se fosse na sorte, tal qual ocorreu com James Hunt;

- Tom Pryce: li que ele ainda tinha futuro na F1, mas em 74 ele já despontava como um grande piloto. Até 77, pouco fez. Também não fez diferença;

Tom Pryce com Shadow no Brasil 77
- Peterson: se ele não levasse o de 78, não iria levar mais nenhum. A Lotus só voltou a ter um carro competitivo em 82, portanto até lá duvido que estivesse fazendo alguma coisa;

- Gilles e Pironi: vou colocar os dois juntos - e já tem gente me odiando por isso - porque acredito que suas chances foram iguais em 82 e, provavelmente, 83, quando a Ferrari teve grandes carros. Acho que Gilles seria campeão, mas não descarto o francês, que ficaria com o título se não tivesse se espatifado em Hockenheim. Aliás, 82 foi um ano tão à parte que o primeiro e o vice - respectivamente Rosberg e Watson - tiveram uma vitória cada, salvo engano;

- De Angelis: Em decadência pela Brabham, que também já estava em queda livre;

- Senna: Aqui, certamente seria campeão em 94, talvez 95, e caso Schumacher apontasse pra Ferrari em 96, nesse ano e 97 (ano dos títulos dos mais fracos Hill e Villeneauve).

von Trips com Ferrari em Mônaco 61
Concluindo, Von Trips, Gilles, Pironi e Senna, de todos os que deixaram a F1 em combate, foram aqueles que tiveram reais chances de serem campeões. Além deles, acredito que caberia mais algum título para Jim Clark, e talvez Ascari. Nem Pace vou colocar aqui, porque era um piloto puro, que não gostava de treinar, e já estava bem pesado e se sentindo velho pra F1 quando nos deixou.

Deixo claro que aqueles que "não fizeram falta", se referem apenas à F1 - se iriam fazer em outras categorias, ou como fizeram a seus familiares, amigos fãs, é outra coisa. Obviamente, tenho respeito por isso, mas procurei vislumbrar apenas o cenário da categoria.

Abraços,
Allan Guimarães






Allan,

apenas a título de curiosidade e reforçando seu ponto de vista sobre Peterson: para 1979, o sueco havia assinado contrato com a McLaren, que viveria em 1979 e 1980 duas de suas piores temporadas - só começou a se recuperar em 1981.

Abraços (LAP)

Escreva pra Gente | Topo


Achei meio falha a argumentação do Victor Lagrotta na sua coluna "Apertadores de Botão".

Ele escreveu que Aaron Robinson desligou o controle de tração da Ferrari 599GT pra tirar uma foto mais bonita do carro e acabou batendo e, por causa disso, devemos dar mais valor aos pilotos da geração atual.

Concordo com ele que o piloto ainda faz diferença, mas esse argumento dele só seria válido se ele perdesse o controle do carro com o controle de tração ligado. Com o controle de tração desligado só prova o contrário, que os pilotos só conseguem pilotar esses carros com as ajudas eletrônicas, dando valor ainda maior aos pilotos do passado.

Um outro ponto interessante que acabei observando é que a eletrônica está até mesmo encobrindo projetos mal feitos. Certa vez li numa revista especializada que o Nissan 350Z fica impraticável de pilotar sem o controle de tração. É uma pena observar que isso esteja ocorrendo até mesmo com a Ferrari.

Abraços,
Alfredo

Escreva pra Gente | Topo


Olá

Gostaria de saber por que a Escuderia Bandeirantes não é considerada a primeira equipe brasileira de Fórmula 1.

Nunca tinha ouvido falar ou lido nada sobre a Escuderia Bandeirantes até ler no GPTotal. Sempre vejo citado que a primeira equipe brasileira foi a Fittipaldi.

Fato é que como está no próprio GPTotal, os carros corriam com as cores nacionais, como regra da época. Procurei no Google e vi sites estrangeiros (como o F1total.com) citando a Escuderia Bandeirantes como brasileira. A própria 1ª corrida de Fangio, com um Ferrari em 1951, tem como referência a equipe "Chico Landi", também inscrita como brasileira. Acredito que o mérito da Fittipaldi foi construir o próprio carro, o que também não é pouco mas, na verdade, não foi a primeira equipe brasileira de Fórmula 1.

Cristiano Buratto, Londrina-PR






Oi, Cristiano

Você tem razão. Consultando as publicações da época do surgimento da Fittipaldi, notei que Wilsinho nunca se referiu à equipe como "a primeira equipe brasileira de F 1", mas ressaltava sempre "o primeiro Fórmula 1 construído no Brasil".

Avançando mais um pouco, os Fittipaldi (do FD 01 ao F5) foram os únicos F 1 construídos no hemisfério sul, entre os carros que chegaram a competir. Houve o Berta, construído em 1974 pelo argentino Oreste Berta, que chegou a fazer testes mas não se inscreveu em nenhum GP.

Abraços (LAP)

Escreva pra Gente | Topo


Olá

Já não é de hoje que muitos fãs da F1 reclamam da competitividade das corridas. Falta de ultrapassagens (ou ultrapassagens só por estratégia de pits), domínio de um único piloto equipe. Prova disso é a constante alteração do regulamento, infelizmente sem efeito.

Havia essa constância de alterações nos anos 60,70 e 80? Afirmaria que não (pelo que me lembro), por que havia competição na pista, não havia necessidade de alterações, nem mesmo nas classificações.

Se há um ponto no regulamento que a FIA tem que mudar não é nos motores ou pneus, mas sim no pacote aerodinâmico. Esse sim é o grande vilão.

Queremos ver ultrapassagens, más como um carro não pode contornar uma curva próximo ao outro, a distância fica muito grande na reta. Outra, os freios. Como os pilotos freiam praticamente dentro da curva, a disputa de freiada fica limitada. A FIA devia tomar a MotoGP como exemplo. Lá, o que conta é a aderência do pneu e aderência mecânica, por isso vemos tantas disputas, assistam uma corrida e terão a prova.

Façamos uma campanha.

Lotemos a caixa de emails da entidade com protestos, idéias. Eu vou fazer minha parte. "CORTEM AS ASAS"!

Leonardo

Escreva pra Gente | Topo


Cevert e Peterson no GP da África do Sul de 72
Ainda sobre a suposta versão de que uma vidente teria previsto a morte de Cevert, encontrei um artigo interessante acerca do assunto. Desconheço a fonte, portanto não posso dar o devido crédito. Talvez tenha sido traduzido de alguma revista ou outra publicação.

Antes de iniciar sua carreira no automobilismo, Cevert tinha uma namorada chamada Anne Van Malderen. Conheceram-se em St. Tropez em 1964. Em 1959, Nanou, como era carinhosamente conhecida, acompanhou a mãe em um encontro com uma vidente. Não lia cartas, apenas olhava para as pessoas por um longo tempo ou estudava fotografias. Casada, Nanou tinha 20 anos na época. De repente, a vidente pediu para falar com ela, que a acompanhou até um quarto. Previu que seu casamento não duraria por muito tempo, já que conheceria um jovem rapaz de olhos azuis a beira do mar. Em 1964, conheceu Cevert.

Em 1966, Cevert inscreveu-se em um teste promovido pela Shell, cujo vencedor competiria na F-3 francesa patrocinado pela empresa. Nanou decidiu então retornar à vidente. Queria saber algo sobre o futuro. Quando chegou, não disse uma única palavra sobre Cevert. Apenas entregou-lhe uma fotografia do namorado. Aproximadamente uma hora depois, iniciaram um diálogo. A vidente viu a imagem de Cevert embaralhada com uma máquina que possuía rodas e perguntou o que poderia ser. Nanou respondeu que Cevert queria ser piloto. A vidente disse que ele participaria de um teste e que o venceria com facilidade. Iniciaria uma carreira brilhante. Mas ressaltou que o sucesso poderia desgastar o casal. E mais uma coisa: Cevert não completaria 30 anos de idade!

Havia um calendário na parede. E Nanou nunca esqueceria a data: 29 de julho de 1966.

Encontrou Cevert pouco depois. Disse-lhe que havia ido à vidente e que ela assegurou que venceria o teste. E que a carreira que Cevert iria iniciar separaria o casal. Nada falou sobre sua morte. Contrariado, Cevert prometeu visitá-la, apostando que preveria um futuro diferente.

Cumpriu a promessa em setembro. Quando reencontrou a namorada, apenas reproduziu as palavras que a vidente disse a ela meses antes. Com medo, Nanou alegou que provavelmente a vidente o teria reconhecido, pois havia-lhe mostrado uma fotografia. Cevert questionou então se a vidente lhe dissera também que ele morreria antes de completar 30 anos. Nanou o confortou, dizendo que não havia certezas sobre o futuro. Indiferente, Cevert garantiu que, até lá, conquistaria um título mundial. E deu-lhe um abraço e um beijo.

Cevert morreu em 6 de outubro de 1973, nos treinos para o GP dos EUA, em Watkins Glen, última etapa da temporada. Completaria 30 anos em 25 de fevereiro de 1974.

Passados alguns anos, Nanou, com o consentimento da família do ex-namorado, voltou a visitar a vidente. Entregou-lhe uma fotografia infantil de Cevert, para que ela não pudesse reconhecê-lo.

Após algum tempo, ela olhou para Nanou e disse

- Ele está morto!

Willian Lopes Machado

Escreva pra Gente | Topo


Ola Amigos do GP Total

Gostaria de saber mais sobre o "Fabuloso Hudson Hornet", o carro de corrida que na Nascar foi tri-campeão consecutivo nos anos 50. Além de deter até hoje um recorde de vitórias por temporada, com motor 6 cilindros vencia os possantes V8.

Obrigado e abraço a Todos
Rodrigo Mendes Garcia, São Paulo






Oi Rodrigo

Nada sei sobre este carro. Vamos aguardar pela ajuda dos leitores.

Abraços (EC)

Opiniões e Dúvidas dos Leitores 21.07.06
Escreva pra gente

Olá Edu e Panda,

Peterson com Lotus no Brasil 78
Fuçando no YouTube, encontrei este tributo ao Ronnie Peterson, muito legal, com takes de ultrapassagem, uma sobre uma Tyrrel na última volta acredito ser de Kyalami 78, sensacional!

http://www.youtube.com/watch?v=ErhN5bkkfUc

Carlos Henrique F. Souza

Escreva pra Gente | Topo


Edu e Panda,

estava lendo uma reportagem no grandeprêmio.com.br sobre a BMW do Robert Kubica e lá se menciona o número 38 para o piloto polonês.

Gostaria de saber se cada piloto nos testes tem um número nos seus carros e qual a relação destes números.

Obrigado e parabéns pelo excelente site

Leandro Menegotto

Escreva pra Gente | Topo


Olá, Loreno

O número 38 é o que Kubica (ou melhor, o carro da BMW, seja quem for o piloto) deve usar nos treinos de sexta-feira antes dos GPs. Vale a mesma regra aplicada aos carros titulares: a ordem de numeração é definida pelo resultado do campeonato de construtores do do ano anterior (veja mais no especial "números").

No caso dos "pilotos de sexta", a numeração começaria pelo 31, mas as quatro melhores equipes não têm direito a colocar terceiro carro nestes treinos. Assim, a relação começa mesmo é pelo 35, que nesta temporada pertence à Williams. Vêm a seguir Honda (36), Red Bull (37), BMW (38), Midland-MF1 (39), Toro Rosso (40) e Super Aguri (41).

Nos testes coletivos realizados fora da programação dos GPs, não há obrigação de colocar números nos carros e o mais comum é que eles andem sem número algum na carenagem.

Abraços (LAP)

Escreva pra Gente | Topo


Sou aficionado por carros de corrida. A mim não importa quem está no cockpit, contanto que o carro seja bom e bonito. Às vezes prefiro que ele seja bonito, já que entendo pouco de mecânica e parte técnica de pilotagem. Lógico que se quem estiver pilotando for um Fangio, um Lauda, Cevert, Stewart, Senna, Prost, Piquet, Mansell e alguns outros tanto melhor.

Bem, o fato é que há alguns dias pedi informações ao site sobre os McLaren das 500 milhas de Indianapolis. Bem, recebi uma resposta simpática que dizia pra eu usar a ferramenta de busca do site e procurar por lá que eram belos carros etc...

Eu o fiz e achei um site italiano chamado Tutto Mclaren (www.tuttomclaren.it) e quando abri, descontando minha ignorância na língua de Dante, fiquei maravilhado com as fotos dos caros de F1 F-Indy, Elva, GT e de rua da McLaren.

Retribuo mandando o link para que vocês publiquem e todos os leitores possam admirar estas máquinas lindas. E se vocês puderem escrevam um especial sobre estes carros! De qualquer forma obrigado e se houver páginas assim a respeito dos outros carros (Ferraris, Renaults, Lotus, Brabhans) me indiquem eu vou ficar muito, mas muito agradecido e feliz.

Ronaldo Groo

Escreva pra Gente | Topo


O serviço de compartilhamento de vídeos YouTube tem se mostrado uma grata surpresa para nós, curtidores de automobilismo, carros e etcs do gênero. Garimpando por lá, se encontram coisas incríveis e mesmo especiais....

Selecionei dois itens, dos últimos que encontrei:

http://www.youtube.com/watch?v=Ha3nuzzWeDs e http://www.youtube.com/watch?v=u8xTaiN7k5Q

Eu comecei a acompanhar F1 através de revistas da época que meu irmão mais velho comprava, ou pedia emprestado, ali por 1967, antes do Emerson ficar mais conhecido na Europa, eu tinha quase 10 anos, e o Clark foi o primeiro a criar para mim essa aura de ídolo. Pena que logo depois morreu.

Tenho guardada aqui em casa uma edição do "Livro da Juventude", uma publicação da Seleções Readers Digest, de 1968, que quando chegou por aqui foi em cima do acidente fatal do Clark. Nesse livro tinha um capítulo dedicado a ele.

Num dos vídeos dá para ver a categoria do cara, uma guiada limpa, mesmo nessas baratinhas, que a gente sabe através do "Grand Prix Legends" nos micros, que eram difíceis de guiar pacas. De destaque, o "punta-taco" na reduzida e a velocidade depois da quinta marcha engatada, e a pistinha, né... Outros tempos. O mago Colin Chapman aparece também.

Surtess com Honda em Monza 67
O outro vídeo é de Monza 1967, um marco da competição a motor. Muito legal.

Abração a todos

Luiz Roberto - Rio de Janeiro

Escreva pra Gente | Topo


Boa tarde.

Gostaria de saber qual o consumo medio de um carro de F1 e quanto ele consegue armazenar de combustível para uma corrida. Aproveitando, qual o tipo de combustível utilizado e se ele é medido por litros?

Desde já agradeço

Gabriel Collos






Olá, Gabriel

Os carros de F 1 usam gasolina com especificações das gasolinas comerciais vendidas na Europa, mas desenvolvidos especialmente para a categoria. Quanto ao sistema de medição, a capacidade dos tanques é medida em litros. Só que, para efeito de estratégia dos pilotos e equipes, mede-se quantos quilos uma determinada quantidade de gasolina vai representar no peso total do carro (cada 10 kg podem resultar em diferenças de tempo de até 0s3 por volta). É por isso que tornou-se comum falar em "quilos de gasolina" em vez de litros. E, apenas como curiosidade, as máquinas de reabastecimento podem jogar no tanque cerca de 12 litros de combustível por segundo.

Abraços (LAP)

Escreva pra Gente | Topo


Caros Edu e Panda,

Confesso estar ansioso pela coluna do Ricardo Divila e algum relato do que foi esta histórica corrida de Le Mans edição 2006.

Muitas coisas deste Audi causaram admiração, mas algo que não há como passar despercebido é o silêncio que tem este baita motorzão emite. Para quem adora corridas pode ser frustrante um carro vencedor não rosnar como uma fera nervosa. Por outro lado, mostra o que faz das corridas de endurance este desafio.

Até mais e parabéns a este espaço,
Felipe Luz

Escreva pra Gente | Topo


Exemplo de simancol

Como já disse a vocês, não tenho o costume de ler textos muito grandes. Simplesmente não tenho saco, confesso. Mas dessa vez fui até o fim. E, com uns 2 minutos (cravados) de leitura, li a parte que me bastou do texto. A mais importante: "Se eu estiver errado, me corrijam, não vou me sentir envergonhado ou indignado em ouvir opiniões diferentes. Esta é a grande virtude deste site".

Desculpe a minha "agressividade" no tom das palavras, mas isso serve de exemplo para aqueles que por nada, ou quase nada, sentem-se contrariados, apunhalados. Ninguém é o dono da verdade. Ninguém é Santo o suficiente para ficar acima do bem e do mal. NINGUÉM.

Parabéns ao amigo Antônio Torquato com seu texto "O MELHOR DO MUNDO"!. Decidi ler tudo só para ver se concordava ou não com ele. Percebi que a visão dele sobre o automobilismo é muito mais abrangente que a minha, detalhes de outras categorias por exemplo, e concordei em tudo com que ele disse.

A Stock V8 é competitiva? É. É atraente? É. Tem na sua maioria pilotos realmente muito bons? Tem.

Mas eu não vou comprar um BORA só pelo fato de essa "bolha" ter ganhado a maioria das corridas - por exemplo. Bolha é bolha. Nesse ponto em relação ao Autorama, da Estrela, não há diferença. Chassis, motor e pneus são iguais. A carenagem é que difere. Entenderam?

Mais uma vez, meu respeito e admiração ao texto do amigo Antônio Torquato.

Atenciosamente,
Marcelo Ferreira - (finada) Jacarepaguá - RJ

Escreva pra Gente | Topo


Ótima discussão iniciada pelo Edu em sua coluna "A Solução".

Este negócio de centralizar o patrocínio nas mãos de Bernie não daria certo, na minha opinião, porque ele iria acabar ficando com uma parte e assim as equipes não iriam receber o que de fato "teriam direito de receber".

Hoje as equipes que mais têm dinheiro estão na frente e as que têm menos, atrás. Então, se o problema é dinheiro para as pequenas, que tio Bernie dê mais a elas. É só fazer uma lei Robin Hood: quem ficar em último ganha mais, e, em primeiro, menos. Assim talvez as equipes menores iriam ter dinheiro para melhor desenvolver os carros na temporada seguinte, e duvido que alguém iria brigar só para acabar em último e ganhar mais dinheiro.

Luiz Eduard

Escreva pra Gente | Topo


Leio o Gepeto há uns três anos e gosto muito do site, admiro o conhecimento e disposição em melhorar. Acompanho F1 desde 1971, meu pai tinha oficina de chapeação e pintura por isso também a paixão por carros.

Graham Hill no Canadá 67
Gostaria que fizessem um especial sobre Graham Hill, um piloto que considero entre os "grandes" para não entrar no eterno debate de que foi o melhor, não estou dizendo que foi, mas gostaria de saber mais sobre sua carreira.

Desde já muito obrigado

Alexandre Biazetto Rosa, Porto Alegre






Oi Alexandre

Partilho do seu entusiasmo por Graham Hill, um gigante do automobilismo de todos os tempos. Temos muito material e fotos sobre ele já publicado aqui no GPTotal. Use a nossa ferramenta de busca.

Abraços (EC)

Escreva pra Gente | Topo


Foi com muita satisfação que li a coluna de Luis Fernando Ramos intitulada Piloto de Computador.

Ao ler a coluna foi impossível não lembrar do meu começo, nas "categorias de acesso", quando jogava Super Monaco GP no Mega Drive. Era muito pobre como descreveu o autor da coluna, mas o simples fato de guiar com visão do cockpit (não me lembro de outro jogo anterior que tenha tido esta opção) era o máximo. Depois veio a era PC e ai começou a melhorar. Jogava muito Indy Car Racing e Nascar Racing. Jogos muito bons por sinal no quesito Simulação (pelo menos para a sua época). Até que veio a redenção com a série GP.

Atualmente jogo GP4, que considero o melhor de F1 (ca entre nós, os da EA são muito ruins) e a série Toca Race Drive, nas versões 1, 2 e 3 - esta última recem lançada na Europa e que consegui através de um amigo - que na minha opinião é o melhor atual, principalmente pela quantidades de campeonatos a disputar, bem como a simulação não só da pilotagem, bem como dos bastidores na pele do piloto Ryan McKane.

Gostaria de aproveitar o espaço para sugerir a criação de um fórum, ou uma comunidade entre todos aqueles que assim como eu mostraram através de seus emails pertencer a categoria de Pilotos de Computador. Quero aproveitar também para deixar o link de um site muito legal pra quem joga GP4 que é o http://www.gp4italia.org/

Neste site é possível baixar mods para várias categorias, como Indy e GP2 bem como diversas temporadas da F1 como as de 1979, 1986 e 1988 entre outras. Os carros e a performance dos pilotos seguem as caracteristicas da época, bem como a trilha sonora e os padrões de transmissão da TV. A única coisa que não altera são os circuitos, mantendo os da Temporada 2002, mas o simples fato de poder andar em uma Lotus, Renault, McLaren e Ferrari da era turbo, disputando com caras como Prost, Mansel, Jones, Rosberg e Senna é o máximo.

É isso ai. Parabéns pelo site.

Júnior

Escreva pra Gente | Topo


Ao Luís Fernando Ramos:

Fiquei muito feliz em ler a sua coluna sobre os "pilotos de computador".

O Ford GT 40 de Ickx e Oliver vencedor em Le Mans 69
Pude ler a descrição exata dos mesmos sentimentos que tenho em relação a estes "jogos". Por alguns anos também tenho passado mais tempo em frente a um simulador do que da TV. Até os simuladores citados são os mesmos que uso! Se me permite a sugestão, inclusive aos leitores, recomendo com urgência o GT Legends. Assim como o Grand Prix Legends, são carros dos anos 60 e 70...

E não há nada muito melhor que um Ford GT40 em Le Mans!

Abraço
Antônio Torquato

Escreva pra Gente | Topo


Caro Kleber

Como amante do Gp Legends, me deparei com o mesmo problema, fiz várias tentativas para conseguir rodá-lo no XP, tenho dificuldade de lembrar a que deu certo, então ai vão várias dicas, fiz todas:

1- Atualizações do XP

2- Vá ao site http://www.m4driving.it/, procure em downloads, lado esquerdo superior, Gp Legends e pegue as atualizações. Há também os mods GP95 e GP99, carros, pistas, etc...

3- Vá ao site http://outerspace.terra.com.br/, clique em downloads , procure Gran Prix Legends 2004 (demo), instale-o em seu pc. Depois de testá-lo, passe os arquivos de cada pasta do demo, para as respectivas pastas do gpl original através do windows Explorer, você vai ver que o demo tem as mesmas pastas do original.

4- No site http://trackdb.d2g.com/ você encontrara dezenas de pista para GPL, algumas muito fáceis de instalar, outras... sugiro, Interlagos 73, Milano_v1p (Monza com as curvas inclinadas), Imola, Indy 67.

O problema deste jogo é que, procurando na Internet, acha-se dezenas de sites que promovem melhorias e novidades aprimorando as imagens, sons, fornecendo setups, novas pistas, um mundo que constantemente renovam o prazer de jogá-lo.

Boa sorte,
Rodolpho Carlos
    Sobre tamanhos e ultrapassagens |  Arquivo de Opinioes  |  Envie a coluna  |  Voltar
anuncie | quem somos Apoio: Interactive Fan  |  Red Cube Tecnologia e Comunicação