Para ajudar, ou confundir ainda mais, o leitor Rodrigo Amaro, segue a lista das equipes de F1 citadas na "Grand Prix Encyclopedia".
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| Stirling Moss com um Vanwall na Holanda 58 |
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São 129 equipes diferentes, incluindo algumas com nome de patrocinador e outras equipes privadas. Dei uma rápida olhada e vi que tem até equipes de F-2 que correram em uma prova na Alemanha que reuniu as duas categorias.
Mas lá no site dá para ler um pouco a história de cada uma delas.
Segue a lista das equipes:
Abarth Corse SpA
AFM (Alex von Falkenhausen Motorenbau)
AGS (Automobiles Gonfaronnaise Sportives)
Alfa Romeo
Alpine (Automobiles Alpines)
Alta Car & Engineering Co
Amon
Andrea Moda Formula
Anglo American Racers Ltd.
Apollon
Arrows Grand Prix
Arzani-Volpini
Aston Butterworth
Aston Martin
ATS (Auto Technisches Zubehor)
ATS (Automobili Turismo e Sport )
BAR (British American Racing)
Bellasi
Benetton Formula Ltd.
BMW Sauber
Boro
Brabham (Motor Racing Developments Ltd.)
British Racing Partnership
BRM (British Racing Motors)
Bugatti
Bugatti (Automobiles Bugatti)
Cisitalia
Coloni (Enzo Coloni Racing Car Systems)
Connaught Engineering
Connew Racing Team
Cooper Car Company
De Tomaso Automobili SpA
Derrington-Francis Racing Team
Dome Company
Ecurie Nationale Belge
Eifelland Wohnwagenbau
Embassy Hill Racing
Emeryson Cars Ltd.
EMW (Eisenacher Motoren Werke)
Ensign (Team Ensign)
EuroBrun
Ferrari (Scuderia Ferrari)
Fittipaldi Automotive
Fondmetal F1 SpA
Forti Corse s.r.l
Frazer-Nash
Fry (David Fry Developments)
Gilby Engineering
Gordini (Equipe Gordini)
Greifzu
Haas/FORCE (Formula One Race Car Engineering)
Harry Ferguson Research
Hesketh Racing
Hexagon (Goldie Hexagon Racing)
Honda Racing F1
HWM (Hersham and Walton Motors)
Jaguar Racing
JBW Cars
Jordan Grand Prix
Kauhsen
Klenk
Kojima Engineering
Kurtis Kraft
Lancia
Larrousse
LDS
Lec (Lec Refrigeration Racing)
Leyton House Racing
Life Racing Engines
Ligier (Equipe Ligier)
Lotus (Team Lotus)
Lyncar
Maki
March Engineering
Martini (Automobiles Martini)
Maserati
Matra Sports SARL
McGuire
McLaren International
Mercedes-Benz
Merzario
MF1 Racing
Minardi
Modena Team
Norev (Team Norev)
Onyx Race Engineering
OSCA (Officine Specializate Costruzione Automobili)
Osella Squadra Corse
Pacific Grand Prix
Parnelli
Penske Racing
Porsche
Prost Grand Prix
Protos
RAM Automotive
Rebaque (Team Rebaque)
Red Bull Racing
Renault F1
Rial
Rondini (Gulf Rondini Racing)
Sauber
Scarab (Reventlow Automobiles Inc.)
Scirocco-Powell Racing
Scuderia Italia
Scuderia Toro Rosso
Shadow Cars Inc.
Shannon
Simtek Grand Prix
Spirit Racing
Stebro
Stewart Grand Prix
Super Aguri F1
Surtees Racing Organisation
Talbot (Automobiles Talbot)
Talbot-Lago
Tecno Racing Team
Tec-Mec
Theodore Racing
Token
Toleman Motorsport
Toyota Motorsport
Trojan
Tyrrell Racing Organisation
Vanwall
Veritas
Walter Wolf Racing
Wheatcroft Racing
Williams F1
Zakspeed
Abraço a todos os gepetos,
Luciano Balarotti, Curitiba
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Achei excelente a coluna do Luis Fernando Ramos sobre o Jack Brabham.
Na minha humilde opinião, vocês deveriam falar mais sobre ex-pilotos da Fórmula 1, principalmente sobre os ex-campeões e dar menos espaço a discussões e debates que pouco ou nada acrescentam, tais como os que dizem respeito à maneira como o Galvão Bueno narra corridas, suas gafes, etc e tal.
Dos filhos de Jack, lembro-me apenas do David, que ganhou um campeonato inglês de Fórmula 3 no tapetão e se arrastou na Fórmula 1 pela Brabham e Simtek. Sempre tive curiosidade em saber mais sobre a carreira dos 3 "Brabhinhas". Será que vocês, ou seus fiéis leitores, poderiam me dar mais informações sobre eles, tais como títulos, participações em categorias importantes do automobilismo, o que fazem hoje, estas coisas.
Obrigado pela atenção, espero que o site continue como está e que minha sugestão seja analisada com carinho.
Um abraço,
Alberto, Alvinópolis
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UM TIPO CURIOSO
Marcelo Jardim
O torcedor de Fórmula 1, se é que existe mesmo este tipo de sujeito, não deixa de ser um tipo curioso. Tem para várias categorias e geralmente, estão sempre com humor carregado.
Tem aqueles que se auto-intitulam o dono do saber, sem nenhuma modéstia. Afirmam acompanhar a F1 desde os títulos de Fangio, desde os pegas de Clark e Hill, como se isso fosse possível. Falam do italiano Nuvolari como contemporâneos. Estes torcedores olham todos os demais com certo desdém e acham que a F1 é a única coisa relevante neste mundo. Talvez sejam os mais intransigentes.
Tem aqueles torcedores saudosistas, que acham que a F1 hoje está morta. Passam os dias ruminando que a década boa mesmo foi a de 70, com aqueles pegas memoráveis, aquelas saídas de traseira, aqueles circuitos infindáveis. Ficam com aquele papo aborrecido de que piloto mesmo era o Stewart, o Fittipaldi, o Peterson, o Villeneuve... Talvez esses sejam os mais chatos.
E os críticos. Bem, esses são a grande maioria. Criticam as regras e atitudes de Max e Bernie, como se estes fossem os mais estúpidos dos dirigentes. Criticam a Globo, como se Galvão Bueno e Reginaldo Leme fossem os mais estúpidos dos comentaristas. Criticam as equipes, os patrocinadores, os pilotos, como se todos fossem completamente estúpidos. Talvez estúpidos sejam de fato estes críticos.
Tem ainda aqueles torcedores que adoram o Piquet e por isso odeiam o Senna. E aqueles que só adoram o Senna e por isso não suportam o Piquet. Esta turma chega a ser irracional e por vezes agressiva. Talvez esses sejam os mais míopes.
E tem aqueles torcedores que acham que a F1 se resume apenas a Senna e ao Schumacher. Passam horas elucubrando quem foi o melhor piloto de todos os tempos e bobagens do tipo. Ignoram grandes pilotos como o Fangio, Brabham, Stewart, Lauda, Piquet, Prost... Talvez estes não tenham memória, ou não queiram ter.
Tem, como não podia deixar de ser, aqueles que ainda acreditam no potencial do Rubenzinho, aqueles que... Não, estes ainda existem?!? Talvez, ou torçam pelo piloto errado ou pelo esporte errado.
Tem ainda alguns que acham que para escrever sobre a F1, o jornalista ou qualquer outro deveria antes sentar num kart, de preferência um indoor do shopping mais perto, como se isso fosse capaz de trazer algum conhecimento ou discernimento sobre o esporte. É melhor deixar para lá...
E tem sempre aqueles completamente doentes e obsessivos pela F1, cuja primeira e última tarefa do dia é sempre ligar o computador e abrir nos sites especializados atrás das últimas colunas, chats, blogs, Orkut... Vivem atrás de novidades, vídeos, links e esperam ansiosamente pela segunda-feira depois da corrida. Estes, talvez sejam imprescindíveis.
E o legal desse negócio é que a F1 tem também torcedores que encaram tudo com bom humor e bom senso. Não levam tudo muito a sério, simplesmente porque a F1 é somente um esporte, um bom programa de domingo e uma saudável discussão de almoço na segunda. E só. Com certeza esses torcedores são os melhores.
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Cara Alessandra,
Geralmente assino embaixo de todos os seus artigos , mas desta vez vou discordar de você.
Já vou avisando: eu não tenho nem competência, nem conhecimento pra dar o meu veredicto nessa história das asas móveis, ou seja, não tenho know-how técnico para saber até que ponto as mexidinhas nas asas da Ferrari dariam vantagem à escuderia vermelha ou não.
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| Jochen Rindt com Cooper na Holanda 66 |
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Eu prefiro palpitar sobre o assunto baseado no que deu pra perceber observando a área "marketológica" da qual entendo pelo menos um pouquinho. Eu acho que a história, num primeiro momento bradou alto, parecia que iria se iniciar uma caça às bruxas pra logo depois ir amansando, amansando até implodir. Em resumo: as equipes ludibriadas pegaram muito leve e, se houvesse mesmo uma vantagem nesta quebra de regras, não acredito que iriam deixar tão barato assim, afinal imagem e reputação conta muito em qualquer business que se preze, e ninguém iria perder uma oportunidade dessas de pôr em questão os méritos de uma equipe que por anos a fio vem dominando a F1 e se mantém firme e forte no mercado de automóveis também.
Eu não perderia. Muito menos eles e muito menos da forma que deixaram a história morrer. Acho que nisso tem muito mais de guerra psicológica do que propriamente guerra de princípios. Mesmo porque, pelo que eu saiba, não é nem uma questão de quem dá uma burladinha nas regras, mas talvez de quem burla mais ou menos, burla melhor ou pior. Enfim...
E só para reiterar, as equipes desconfiaram das asas da Ferrari no Bahrein mas foi na Malásia que houve o protesto formal e foi lá que o carro do Schumacher foi flagrado. Ou seja, na Malásia, eles ainda contavam com a suposta vantagem e mesmo assim não vimos uma performance vantajosa de forma alguma. Na Austrália é que as asas foram substituídas. Agora se a Ferrari resolveu deliberadamente andar mal na Malásia para não se comprometer, aí é uma outra história...
Isto sem falar que não foi só a Ferrari que teve que modificar as asas, outras equipes que inclusive se voltaram contra a equipe vermelha, também tiveram que dar uma ajeitadinha nas asas da discórdia como a McLaren por exemplo.
Outro ponto é você ter parabenizado a conduta da FIA nesta história já que não era justo que uma dupla como o Alonso/Renault deixasse de brilhar por trapaça de outra equipe. Ora então é justo que uma dupla como o Schumacher/ Ferrari deixem de brilhar porque a dita FIA resolveu criar um monte de novas regras visando esculhambar o domínio maiúsculo dos mesmos já que eles estavam tornando o esporte, digamos, monótono? Não que uma coisa justifique a outra. Não. Acho que só toquei nesse assunto mesmo, porque acho que todas esta mudanças nas regras (e principalmente os reais motivos que as geram) é sim uma forma de trapaça. Ou não é?
Fabiola
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Parabéns Alessandra,
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| Derek Bell com Tecno na Alemanha 72 |
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Belíssima leitura dos acontecimentos. A acrescentar somente o fato de que um "esporte" permeado por tantas "macunaimizações" perde credibilidade, senão porque seria o talento de seu maior campeão tantas vezes questionado (meu irmão o chama de Dick Vigarista - a diferença é que no desenho o Dick se dava mal no final). E não me venham com justificativas do tipo "verba de campanha não declarada", dizendo que sempre foi assim, ou que o partido, perdão, a equipe oponente faz o mesmo. É, de tão avacalhado, dá até pra comparar com o momento político brasileiro.
Um cara muito sabido que passou por estas bandas do universo certa vez disse "conhecereis a verdade e a verdade vos libertará", acho que nem preciso colocar os créditos.
Fabiano, Itajaí
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Estou aderindo a campanha do EC a respeito do Bruno Senna.
Deixa ele trabalhar em paz. Nossa sede por um sucessor já fez várias vítimas, e os exemplos mais claros disso são Barrichello, Zonta, Massa e por último o filho do Piquet. Então deixamos o rapaz trabalhar em paz.
Marco Aurélio Godinho
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Concordo plenamente, deixa o Bruno Senna conquistar seu espaço. Ele já tem uma grande cruz para carregar! Aumentar essa carga é uma covardia! Diria mais, toda a mídia automobilística deve fazer o mesmo!
Deixem o Bruno Senna ser Bruno Senna.
Carlos H. Souza
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| Piercarlo Ghinzani com Zakspeed em Mônaco 88 |
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Caro Edu,
Estou contigo no embargo: se todo jovem piloto que ganhasse duas corridas na F3 inglesa fosse campeão mundial de F1, teríamos mais campeões do que campeonatos disputados.
Mas eu posso dizer que ele é "o novo Senna" a ganhar corridas de F3 na Inglaterra, não posso? E também dizer que de todos os pilotos que foram para a Inglaterra depois de 1981, ele é o que tem mais possibilidades de ser "o próximo Senna na F1", certo?
Desculpe, mas depois de tantos alarmes falsos dados pela imprensa nos últimos anos (a imprensa italiana chamou Massa de "o novo Senna", entre outros "furos"), não podia resistir ao trocadilho com o sobrenome, já que ele é literalmente um Senna...
Um abraço,
Rafael Rangel, Belo Horizonte
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É Eduardo. O maior medo que eu tenho em relação ao Bruno Senna é que a Rede Globo queira transformá-lo em um novo Senna. Isto seria bastante prejudicial para ele e para o nosso automobilismo, se começarem a cobrar demais dele daquilo que ele não é ou poderá se tornar ou não. Acho que principalmente a imprensa deveria deixar o garoto seguir seu caminho naturalmente e ver no que dá.
Abraços
Jovino
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Estou aderindo incondicionalmente ao pacto de silêncio em torno da carreira de Bruno Senna. O rapaz tem talento, e o melhor que o torcedor brasileiro deve fazer é deixar ele se desenvolver em paz.
Gostaria que o pacto abrangesse também Nelson Ângelo Piquet. E pelo amor de Deus, Alah, Buda ou qualquer outra entidade que seja ou já tenha sido cultuada neste planeta, que tal pararmos de usar nomes de pilotos brasileiros no diminutivo?
Renato A. de Oliveira, Belém
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Edu,
Concordo contigo sobre o Bruno Senna. Deixem o menino fazer a carreira dele em paz. Vamos acompanhar e torcer. E só.
Claro que comparações são inevitáveis pelo próprio nome dele. Mas ele começou a correr apenas "ontem" praticamente, tem muito que aprender ainda. Não dá para saber o que vai ser da carreira do rapaz.
E mais, compará-lo ao tio é, no mínimo, desumano. Topo o seu embargo, e sugiro que ele dure toda a temporada de 2006!
Abraços e parabéns pelo ótimo site.
Sérgio Dário Machado Júnior, Vila Velha
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Incomodam-me um pouco algumas das frases-feitas que infestam a Formula 1 atual.
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| Michele Alboreto com Footwork na África do Sul 92 |
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Até pouco tempo uma das que reinavam era a de que "a FIA faz de tudo para parar a Ferrari e o Schumacher". Fica difícil encontrar alguém que consiga levar a sério tamanho disparate diante das atitudes tomadas em relação à Ferrari e às outras equipes nos últimos anos - basta comparar por exemplo o que aconteceu quando a Honda correu com um carro ilegal ano passado e quando a Ferrari fez o mesmo esse ano. Mas ainda assim, há quem ainda bata na mesma tecla - caso do Luca di Montezemolo em recente entrevista à Veja.
Comentou-se aqui que Schumacher é um grande acertador de carros porque penou na Ferrari quando lá chegou até o time tornar-se imbatível, enquanto o Senna seria ruim por "pegar uma McLaren pronta das mãos do Prost". Eu francamente não consigo entender o que uma coisa tem a ver com a outra. O fato do carro de um ano estar
bom nunca é garantia de que o do ano seguinte também estará - por acaso deve se dar os méritos do campeonato do Prost em 1993 ao Nigel Mansell, que
teria "acertado" o carro em 1991 e 1992? Isso me parece absurdo.
Outra frase feita é a de que Schumacher "acertou os carros da Ferrari para transformar a equipe de perdedora a imbatível". Schumacher teve sua influência na Ferrari, mas isso se deve muito mais a fatores indiretos, como o fato de ter levado boa parte de seu
staff da Bennetton para Maranello e por trazer também muita grana em patrocínio. Mas dizer que a Ferrari só se transformou num time imbatível por causa do Schumacher como "acertador de carros" é, no mínimo, precipitado. Pilotos têm papel importante para extrair o máximo de um novo carro, mas nada comparável ao dos projetistas e engenheiros que os criaram e atualizaram ao longo de uma temporada.
Lucas
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Até que enfim... fazia tempo que eu não lia algo coerente e livre de patriotismo exacerbado como as cartas do Filipe Jorge do Rio de Janeiro e do Christian.
Boa rapazes, mandaram muito bem! Assino embaixo tudo o que disseram.
Abraços,
José Ângelo
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Opiniões são várias, mas devemos observar como é a F1 hoje em dia. Infelizmente o piloto conta menos e o carro mais. Entendo quando o Rubens diz que não se acostumou com o carro, vocês já viram a quantidade de comandos no volante de um F1? Cada botão faz uma coisa ou mais de uma, quando se fala de controle de tração cada equipe desenvolve o seu próprio.
O controle de tração diferencia de equipe para equipe, e tenho certeza que o Alonso leva muuiiiiita vantagem com o controle da Renault. Não acho ele tão piloto quanto o Galvão acha que ele é, você vê nas câmeras on-board que ele não faz esforço nenhum, o carro anda sozinho. Acho o Rubens bem mais piloto que ele, na Honda ele iria fazer igual ao Ide, como ele fazia nos tempos de Minardi.
O Rubens é de longe o piloto que menos erra na F1, o Massa errou mais na Ferrari esse ano que o Rubens em 6 anos e o sabe-tudo Galvão não vê isso, temos que dar um Prêmio paciência para o Reginaldo por aturar esse cara.
Marcelo Simões
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A tecnologia de corridas é sempre útil quando dá retorno em forma de segurança, economia, resistência, conforto e outros avanços para os carros de passeio. Hoje temos automóveis com controle de tração, sistema de injeção direta, suspensão ativa, câmbios semi-automáticos, sistema de freios e motores muito mais eficientes graças às corridas.
Alguns botões de um carro de corrida nunca chegarão aos nossos carros, assim como, outros componentes. Embora eles otimizem o desempenho do carro, com suas transferências de carga, alterações de misturas, limitadores e afins, eles vão sempre seguir as ordens de quem os aperta. Desta forma o melhor piloto hoje é aquele que além de pilotar, ter a noção espacial e temporal aguçada, entende como obter o máximo desempenho dos famigerados botões. Como lembrou um colega de profissão, no mundo de hoje bons engenheiros não são aqueles que sabem fazer contas e sim aqueles que com as ferramentas que possuem obtém o melhor resultado. Para pilotos creio que ser a mesma coisa.
Deodato Filho
| Opiniões e Dúvidas dos Leitores |
17.04.06 |
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E aí?
Vimos nesta 2a-feira, dia 17 de abril, em Oulton Park, o nascimento de um novo campeão brasileiro?
Abraz
Renato, São Paulo
Renato, amigos do site, colegas da imprensa, todo mundo que gosta de automobilismo.
Que tal um pacto entre todos nós, de declarar um embargo geral, completo, taxativo, sem exceções, de pelo menos seis meses em qualquer comentário pró ou contra , não importa, envolvendo Bruno Senna? É melhor para ele e para todos nós.
Aguardo adesões
Abraços (EC)
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Olá, galera do GPTotal
Acompanho sempre de perto o site e acabei criando coragem pra mandar uma modesta opinião a respeito do assunto "Apertando botões", publicado aqui neste espaço, semana passada.
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| A Super Aguri melhora a aerodinâmica de seu carro. |
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Bem, como em todas as áreas do conhecimento humano, a tecnologia em avanço constante vem provocando mudanças profundas no automobilismo, e em caráter mais contundente na fórmula 1, uma vez que esta é a categoria em que mais se sente esse avanço, graças principalmente ao enorme fluxo financeiro que move a "brincadeira" como um todo.
Fazendo uma analogia prática com minha área de atuação profissional (sou engenheiro civil), a diferença da forma como se atua hoje em dia na área de cálculo estrutural, por exemplo, em relação ao que se fazia nos anos 70 é brutal. Nesta época era normal o uso de réguas de cálculo complicadíssimas para a realização das contas que resultavam nos projetos estruturais das obras de engenharia da época, uma vez que nem mesmo calculadoras científicas existiam naqueles tempos. As primeiras maquinetas que efetuavam as quatro operações básicas foram aparecer já no final da década, mas ainda não eram capazes de aposentar as réguas de cálculo, o que só aconteceu mesmo na primeira metade da década de 80 (eu mesmo ainda operei algumas).
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| Trulli testando em Barcelona, sexta-feira passada.jpg |
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Hoje em dia, o aparato tecnológico que cerca os engenheiros tornou a tarefa de se dimensionar uma estrutura muito mais simples, uma vez que centenas de cálculos repetitivos e desgastantes passaram a ser feitos com o auxílio de computadores. A velocidade no cálculo de uma estrutura passou a ser algo inimaginável a 20, 30 anos atrás. A precisão nos cálculos também atingiu um patamar bem mais razoável em relação àqueles possíveis com as velhas réguas de cálculo.
Pois então eu pergunto: serão hoje os engenheiros "piores" que os seus antecessores, que eram obrigados a fazer mágica com instrumentos rudimentares e de operação complicadíssima, estando sujeitos a erros típicos da realização de serviços manuais e repetitivos?
Respondo categoricamente que não. O nível de conhecimento exigido dos profissionais de engenharia de hoje passou a ser muito mais abrangente, sendo imprescindível se aprofundar no mundo da tecnologia. Os auxílios tecnológicos permitem hoje a concepção de obras nunca antes imaginadas, a rapidez com que se pode calcular uma estrutura hoje em dia tornou tudo que gira em torno da engenharia mais dinâmico.
O mesmo acontece com a Fórmula 1. Os pilotos de hoje que contam com uma incrível gama de aparatos tecnológicos inimagináveis há 20 anos serão piores que aqueles que tinham que se virar com máquinas que exigiam uma seqüência interminável de operações mecânicas e repetitivas? Na minha modesta opinião, não. Simplesmente os pilotos de hoje operam em outro patamar de conhecimento, num mundo no qual o erro provocado por realização de tarefas mecânicas e repetitivas é coisa do passado, mas trabalhando em um grau de competitividade extremamente mais elevado que aquele do passado, com um nível de desempenho em termos de performance muito além daquele experimentado em outras épocas. O diferencial entre um piloto e outro passou às minúcias, passando a um nível de competição mais acirrado.
Este paralelo pode ser feito em qualquer área do conhecimento humano, sendo que o paralelo que eu usei com a engenharia foi meramente por ser esta minha área de atuação.
O que realmente complicou a F1, na minha opinião, foi a diferença de poder econômico entre as diversas equipes da categoria, o que acabou por embaralhar muito o conceito de "melhor piloto" do certame, passando a ser muito mais marcante a necessidade de se estar em um bom carro para se obter bons resultados, o que ademais sempre existiu, apesar do fato de que a partir de meados dos anos 80 essa disparidade entre equipes tenha atingido níveis cada vez maiores. Mas daí a se afirmar que os pilotos de hoje são piores que os do passado, implica em uma confusão de conceitos muito grande.
Um abraço a todos.
Ubaldir Jr., Goiânia
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Discordo, totalmente do leitor Mauro Barbosa dos Santos. Como pode um piloto ser melhor ou pior por causa de um botão?
Isso é uma mera desculpa do Barrichello, como todos sabem, mas vir a incluir Schumacher ou Alonso, duvidando assim de suas habilidades, culpando a tecnologia, é um pouco demais, não?
Desde que o mundo é mundo, sempre existiram pessoas com talento, assim, essas tais pessoas se sobressaíram em suas épocas. Se Newton foi melhor que John Nash, não importa, mas sim que ambos fizeram grandes feitos em suas épocas, independente da tecnologia disponível no período.
Assim é na Fórmula 1, Fangio, Clark, Stewart, Lauda, Piquet, Prost, Senna, Schumacher, Alonso, grandes campeões de suas épocas, foram abençoados com um dom chamado talento. Então, com botões, controle de tração, 6 rodas, todos seriam grandes campeões independente da época em que vivessem. Porque, para se tornar um campeão tem que superar dificuldades e driblar as adversidades, e isso existia em 1950, existe em 2006 e continuará a existir. E são nessas horas, que os talentosos e grandes campeões se diferenciam de nós meros mortais, ou como dizem por aí: "É nessa hora que se diferem os homens dos meninos".
Em relação, a acerto de carro, acho realmente estranho as pessoas afirmarem que hoje em dia os pilotos não mais acertam os carros. Como poderia então o Schumacher ter penado naquela Ferrari, desde 1996, até 2000, desenvolvendo o carro, até conseguir vencer?
Se isso não é acertar um carro o que seria? Porque o que o Senna fazia, eu não chamaria de acertar carros. Pegar uma Mclaren pronta das mãos do Prost, que após a saída do francês, perdeu o rumo. Ou novamente aproveitar as habilidades de acerto do francês em 1994, pegando uma Williams novamente pronta, e que com a mudança repentina das regras, fez novamente nosso querido piloto se perder um pouco?
A tecnologia ajuda, sim, aos pilotos "normais", como Rubinho, que ela além de não estar mais ajudando está até atrapalhando, mas garanto que talento sempre foi a maior das virtudes de todos os grandes pilotos, e enquanto existir um volante, e dois pedais eles continuarão se sobressaindo perante os mortais.
Um abraço,
Filipe Jorge, Rio de Janeiro/ RJ
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Sr. Mauro Barbosa, ao ler seu comentário a respeito dos botões na F-1, e a vetusta afirmação que o Senna foi o maior de todos, cheguei à rápida conclusão que você não entende absolutamente nada de F-1.
Ainda mais, quando você afirma que o burrinho, digo, Rubinho está tendo problemas de adaptação ao novo carro, tendo em vista que o citado veículo foi desenvolvido para as aptidões do Button.
Ora, sr. Mauro Barbosa, não é só apertar botões???
Sugiro que você busque o dicionário e procure o significado da palavra coerência.
Obs. o Sr. Nelson Piquet Souto Maior era um piloto mais completo do que o Senna.
Christian
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Ale,
ótima a sua coluna de 17/4. Quero lembrar uma frase do Roger Penske, acho que da época em que ele corria na Trans-Am com Camaro e foi pego em alguma "leitura criativa" do regulamento. Ele saiu-se com a famosa "unfair advantage" - vantagem injusta, ou seja a obrigação da equipe é ler e interpretar o regulamento da forma a obter o máximo rendimento em competição em relação aos outros competidores.
Estendendo o conceito, o que não é explicitamente proibido é permitido: a famosa "zona cinza", que se aplica no automobilismo, na economia, na gestão de empresas, no direito, nos relacionamentos, etc. Todos temos um pouco de Macunaíma; tão importante quanto obter a vantagem é não ser pego!!
Quanto ao vôo, cheguei à conclusão de que o problema da Ferrari é o mesmo dos galináceos: a falta de asas!
Já assinei um abaixo-assinado pedindo o “empeachment” do nosso grande líder presidente. Vou sugerir um para o eminente engenheiro Aldo C(b)osta! Ouvi uma frase muito boa que se aplica ao staff técnico da Ferrari hoje: na dúvida, faça a coisa certa; no resto do tempo, faça o máximo.
Caro amigo Nardini, parece que o pessoal lá em Maranello não tem certeza de nada.
Abraços,
Victor Lagrotta
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Sobre o limite de número de carros por GPs, é possível e viável que, por exemplo, a FIA-FOM optasse por decretar que o grid de largada poderá ter no máximo 40 carros? Ou o tradicional limite de 26 carros é imposto por questões de segurança?
O que vocês achariam se vissem um grid de largada de um GP de F-1 em 1989 com todos os 40 carros inscritos na categoria naquela época participando da corrida? Os circuitos agüentariam esse grid ontem e hoje?
Abraços,
Gustavo Lucena
Olá, Gustavo
Existem critérios que levam em conta as dimensões de cada traçado (extensão, largura, comprimento da reta dos boxes etc) e a potência das categorias para determinar o número máximo de carros que podem participar de uma corrida.
Dessa maneira, um circuito pode, por exemplo, ter capacidade oficial de 26 carros para corridas de F 1, 34 para F 3 e 42 para uma corrida de Clio.
Só que, mesmo com as tais fórmulas, fatore$ subjetivo$ (como os intere$$es dos organizadore$) podem determinar um "aumento" em tal capacidade. Creio que o exemplo mais clássico é Mônaco: entre 1976 e 1986, só podiam largar 20 carros, alegadamente por motivos de segurança. Em 1987, a capacidade foi subitamente aumentada para 26 - igual a todos os outros circuitos que compunham o calendário da F 1 na época.
Portanto, o limite de carros de cada pista acaba sendo uma questão mais política do que técnica. Portanto, não seria absurdo pensar em um GP de F 1 com 40 carros no grid, desde que houvesse um critério mínimo de desempenho para eliminar carros/ pilotos lentos demais.
Abraços (LAP)
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Olá, Edu e Panda
Antes de mais nada, gostaria de elogiar este excelente site. Ele se tornou passagem obrigatória toda as vezes que entro na net. Mas gostaria de perguntar: quantas equipes já correram na F1?
Um grande abraço,
Rodrigo Amaro
Perguntinha encardida, Rodrigo, que só poderia ser respondida após uma longa e exaustiva pesquisa. Não se trata simplesmente de verificar marcas e nomes de carro: em décadas passadas, eram comuns as equipes particulares que compravam carros de construtores como Lotus, Tyrrell, McLaren, Brabham, March e até Ferrari. Construtores como a Lola tiveram equipes próprias e construíram chassis para terceiros. E há casos de equipes que mudaram de nome por apenas uma ou duas corridas, para atender a interesses de patrocinadores ou por outras razões.
Em 1971, por exemplo, a Lotus disputou o GP da Itália sob o nome "World Wide Racing" em vez do "Gold Leaf Team Lotus" que usou naquele ano. Isso aconteceu porque a equipe ainda estava sob investigação das autoridades italianas, devido ao acidente de Jochen Rindt em 1970.
Portanto, vamos ficar devendo a resposta. Quem tiver vontade de pesquisar, fique à vontade para nos contar o resultado e mandar a relação...
Abraços (LAP)
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Olá,
Vocês teriam alguma informação e algum e-mail de contato do ex-piloto e comentarista Giu Ferreira?
Grato,
Adriano Favetta
Olá, Adriano
Alguém me disse tempos atrás que Giu (José Maria) Ferreira faleceu no começo da década de 1990. Se alguém tiver mais informações, agradeço.
Abraços (LAP)
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Sensacional a coluna sobre as 65 poles de Ayrton e Schumy. Muito boa mesmo.
Concordo quando você diz que o Senna foi mais rápido que o Schumy. Mas, com todo respeito, acho que faltou um dado na sua coluna: sobre quem venceu mais largando na pole. Seria interessante mostrar esse comparativo. Também deixo minha opinião de que esse recorde já teria sido quebrado há uns dois anos, se não fossem as constantes trocas de regulamento. Mas você foi o mais imparcial o possível ao expor sua opinião.
Coluna nota 10!
Elias Jr.
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Olá, amigos,
Falando rapidamente sobre a motovelocidade, a disputa entre Jorge Lorenzo e Andrea Dovizioso pela vitória no GP do Catar foi sensacional nas 250cc. Na última volta, trocaram de posições algumas vezes até a bandeirada. Lorenzo venceu. Mas o destaque da prova foi o italiano Roberto Locatelli, campeão das 125cc em 2000 e hoje com 31 anos. Largando em 3º, Locatelli saiu da pista logo na 2ª volta e retornou entre os últimos. Mostrando poder de recuperação, alcançou o 3º posto após briga intensa com Hector Barberá, definida apenas na última curva. Fabuloso!
Na Motogp, nenhuma novidade. Rossi venceu. Destaque para a briga entre Marco Melandri e Daniel Pedrosa. Mas o nome da prova, para mim, foi o australiano Casey Stoner. Em sua 2ª prova na Motogp, o rapaz surpreendeu e cravou a pole position. Chegou em um ótimo 5º lugar, após sustentar a ponta por um bom tempo.
Os nossos parceiros do grandepremio colocaram no ar uma enquete: Quem é capaz de parar Rossi? As opções mais votadas foram um contrato com a Ferrari e simplesmente nada. Mas, querem saber, vou apostar alto: embora tenha sido derrotado nas 250cc por Dani Pedrosa, acredito nesse garoto, Casey Stoner! Podem me cobrar depois caso eu quebre a cara!
Um abraço,
Willian Lopes Machado, Brasília
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