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Opiniões e Dúvidas dos Leitores 31.08.05
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Olá,

Queria saber em que anos foram realizados os GPs do Marrocos de F1 e quantos pontos a Pacific fez nos dois anos da equipe na F1?

José Pedro, Curitiba/ PR




Olá, José Pedro.

Houve um único Gp do Marrocos, realizado em 1958, em Casablanca. Quanto a Pacific, ela não marcou um ponto sequer em sua passagem pela F1.

Abraços (EC)
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Sobre a coluna do Luiz Fernando Ramos sobre as transmissões de automobilismo no Brasil.

A primeira foto da coluna veio bem a calhar porque é assim que o telespectador está, não só com o braço quebrado, mas pernas também. Se alguém no Brasil hoje quer tirar uma boa conclusão sobre automobilismo não tem como chegar nem a um razoável.

Eu assisti GP de Londrina da Stock Car no último domingo e Cléber Machado não sabia o nome da maioria dos pilotos, parecia que ele tinha uma lista com o número dos carros e os respectivos pilotos, porque ele nunca falava de cara o nome dos pilotos, ele citava o nº depois o nome do piloto.

Entre esta e outras, eu concordo com vocês sobre este problema crônico do automobilismo brasileiro.

Victor Paulino, Curitiba/ PR
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Olá amigos do GPTOTAL. 

Escrevo aqui não em defesa da Rede Globo, mas para mostrar um ponto de vista que não foi tocado na última coluna do Luis Fernando Ramos. 

Concordo que a cobertura da TV brasileira é muito aquém da transmissão de paises europeus, mas não podemos cobrar deles o mesmo nível de exposição. Primeiro porque, por maior que seja a popularidade da Formula 1 no Brasil, ela não é comparável à popularidade na Europa. Isso somado ao enorme poder aquisitivo da população do velho continente (comparado ao nosso) faz com que as cotas de publicidade pagas às emissoras de lá sejam tremendamente superiores às cotas pagas aqui no Brasil. Isso justifica a transmissão de 10 horas que algumas TVs de lá dedicam ao esporte. As TVs não estatais sobrevivem de audiência, de dinheiro. Nenhuma delas é interessada simplesmente em prestar bons serviços à população. Podem ter certeza de que a TV alemã não faz essa transmissão maravilhosa por respeito seus telespectadores. Ela faz por que consegue muito dinheiro com isso. 

O público que assiste assiduamente a Formula 1 no Brasil é bastante restrito e pra maioria deles, as informações (concordo, ruins) passadas pelo Galvão e Reginaldo são mais do que suficientes. Somente para "tarados" como nós, que entram em sites de discussão e notícias sobre o tema, as informações são insuficientes. Para a grande maioria dos meus amigos e colegas de trabalho, ter o Reginaldo ou o Burti fazendo apenas comentários ou o Piquet entrevistando Deus e o Mundo não faria a menor diferença. Infelizmente essa é a verdade. 

É claro que eu gostaria de ter um nível melhor de transmissão, mas sou realista. Falando em Piquet, alguém que conhece bem o cara realmente acredita que ele se daria o trabalho de sair pelos boxes entrevistando pilotos e chefes de equipe? É justamente a coisa que ele mais abominava como piloto! 

Outro ponto que tenho que citar. Morei entre 2000 e 2001 no Canadá, onde a transmissão é a mesma realizada para os EUA. Acreditem, a transmissão deles é muito, mas muito pior que a nossa. Pra começar, a transmissão começa praticamente na hora da largada. Em segundo lugar, a todo momento, principalmente no final da prova, a transmissão é interrompida para que entrem os comerciais. Não estou falando daquela janelinha de publicidade que a Globo usa. Estou falando de intervalo mesmo, que em alguns casos passam de intermináveis 4 minutos. Na volta da transmissão eles mostram alguns fleches com eventuais fatos importantes perdidos. Nas 15 últimas voltas é praticamente impossível assistir a corrida. Vemos duas voltas e perdemos as duas seguintes. O GP dos EUA de 2000 não foi sequer transmitido ao vivo, mas com uma hora de delay. Eu acompanhei a corrida pela net e assisti os fatos que eu já havia lido uma hora antes pela TV. Nem preciso falar o quanto isso foi chato. 

Reclamamos da prioridade que a Globo dá ao jogo da Seleção. Pois saibam que o tal GP dos EUA não foi transmitida ao vivo pro Canadá por causa de um jogo do campeonato norte americano de ice hokey. E nem era jogo das finais! É como se a Globo optasse pelo jogo do Kia/MSI/Corinthians x Paysandú. Mais uma vez mandou a audiência e o dinheiro. 

Merecemos, sim, uma transmissão melhor e mais abrangente, mas temos que manter nossos pés no chão. Se um dia a Globo não se interessar mais pela transmissão e uma emissora menor assumir a responsabilidade, aí sim deveremos ter uma transmissão melhor. Certamente 10 horas de Formula 1 traria uma audiência melhor que a do programa do João Kleber. Mas como isso é extremamente improvável, teremos que engolir as duas horas e meia que a Rede Globo nos concede. Abraço a todos.

Rodrigo Vila Verde Rodrigues, São José dos Campos/ SP
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Fabíola Fernandes, Rio de Janeiro, parabéns pelo excelente texto, faço minhas sua palavras, e ratifico sua opinião, o que está faltando da Globo é respeito para com os telespectadores. Um grande abraço,

Ricardo Peretto, Porto Alegre/ RS
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Caros,

Eu li o texto da leitora Fabíola Fenandes, do Rio de Janeiro, e gostaria de dizer uma única coisa: por razões como as que ela descreveu é que, a cada dia que passa, mais aumenta a minha indiferença em relação a Ayrton Senna.

Um grande abraço

Willian Lopes Machado, Brasília/ DF
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Sensacional a coluna do Luiz Fernando Ramos sobre as transmissões ridículas que somos forçados a assistir pela Globo. 

Sugiro que todos os leitores procurem os sites dos patrocinadores (todos eles tem um Fale conosco lá) e mandem suas críticas. Se alguém tem poder para mudar esse cenários são eles. Não adianta mandar reclamação para a Globo pois eles sequer respondem. Vamos nos unir pessoal! 

Valeu Luiz Fernando.

Marcelo Marchiori, Cascavel / PR


Opiniões e Dúvidas dos Leitores 30.08.05
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Olá LFR.

Muito importante trazermos para a nossa discussão a questão da baixa qualidade das transmissões das corridas.

Por características brasileiras, concordo que, em eventos de porte internacional, como os jogos da seleção, a F1 acabe em segundo plano, já que a maior parte do público é mais ligada ao futebol do que ao automobilismo. É claro que se cortassem o futebol para passar automobilismo, quem gosta deste esporte iria berrar muito alto (eu entre eles).

Só que este não é um fator determinante da má qualidade das transmissões, pois estas coincidências não são tão grandes assim e acontecem apenas eventualmente. O fator determinante é o descaso com que a Globo trata os fãs (não apenas do automobilismo, mas também do futebol, pois eles detém os direitos exclusivos de transmissão dos jogos da seleção e que padece do mesmo mal).

Com pouco tempo antes transmissões, as informações têm que ser passadas durante a corrida, o que deixa uma narração caótica, com lances da corrida perdidos, narrados meia hora depois, quando da repetição, como um acontecimento do momento.

Com um pouco mais de tempo antes das transmissões (meia hora já daria), as informações poderiam ser repassadas em matérias bem montadas, fazendo-se um resumo do fim de semana até o momento e uma análise do campeonato até a prova a ser disputada. Mas estou falando de matérias referentes a automobilismo, sem aporrinhações com matérias apenas sobre os brasileiros, mostrando a casa do cara, a mãe, o cachorro e o gato. Isto levaria a transmissões das corridas mais limpas, sem que os narradores fiquem mais preocupados em ler as suas notas do que em ver o que ocorre na pista.

O outro fator determinante é a chatice do Galvão, que só fala bobagens e impõe a sua opinião sobre os demais que participam da transmissão (ao vivo e no microfone, o que é pior). Ele já foi um ótimo narrador, mas o sucesso subiu-lhe a cabeça e agora ele se acha o personagem mais importante dos eventos (seja automobilismo, futebol, vôlei ou qualquer outra coisa). Parece-me que ele acha que as pessoas assistem aos eventos esportivos para apenas para ouvi-lo.

Fiquei muito feliz quando recebi uma mensagem da ESPN Brasil dizendo que tinham comprado os direitos de transmissão da copa de 2006. Cheguei a comemorar com os amigos. Depois me lembrei de que a Globo detém os direitos de transmissão dos jogos da seleção. Será que eles só vão transmitir os outros jogos? Será que eu não vou conseguir me livrar destes chatos da Globo? Acho que muito provavelmente terei que agüentá-los mesmo. Que pena.

Concordo com você LFR. Vamos começar a pegar no pé de quem patrocina. Eles é que terão o poder de mudar esta ordem de coisas, pois pode ter certeza: não é pouca a grana que a Petrobrás deixa nos cofres da emissora em cada corrida.

Saudações gepetistas.

Elieser Fagundes, Florianópolis/ SC

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Olá Luis Fernando,

Semana passada eu escrevi pro Eduardo Correa, esta semana o meu comentário vai pra você e pro seu artigo “O que melhorar nas transmissões”. 

Concordo plenamente com o que foi abordado no seu artigo, mas acho que você deixou de fora o fator que mais irrita a nós, telespectadores de corrida no Brasil: a falta de qualidade, de ética profissional mesmo, dos profissionais desta área. Aliás, profissionais uma ova, torcedores (e do Brasil) isso sim é o que eles são. Não sei se você já reparou, mas a xenofobia naquele nicho impera e o que prevalece nunca é o bom senso e sim o famoso dois pesos e duas medidas que invariavelmente eles aplicam.

Uma vergonha. Quer uma pequena prova disto? Quando o Alonso e o Webber foram pra duas equipes supostamente de ponta como a Renault (de fato) e a Williams (só no papel no momento), eles (a gangue da Globo) muito cinicamente colocaram em dúvida o potencial dos rapazes em face do novo desafio. Seria até válido (o certo mesmo) se por algum acaso eles tivessem dado o mesmo tratamento ao Felipe Massa quando a notícia de sua ida pra Ferrari vazou, só que não foi bem isso que aconteceu, foi? Muito
pelo contrário.

Este fim de semana mesmo: a dona Globo transmitiu a Stock Car. Você por algum acaso viu ou melhor ouviu as considerações do Reginaldo Leme (que aliás eu costumava respeitar, mas que só vem caindo e muito no meu conceito ultimamente) em relação aos acidentes ocorridos na corrida?

Quanta contemporização, quantos panos quentes, quanta salvação de pátria... se fosse na F1 onde o grid não é composto só de brasileiros e nem tampouco de amiguinhos e conhecidos de longas datas não ia faltar uma palavrinha ácida pra nenhum deles, iria? A não ser, é claro, que algum brasileiro estivesse envolvido no fuzuê, aí eles iam pegar leve pro lado do brasileiro... com ou sem razão.

É claro que a Globo é a campeã neste quesito, mas as outras emissoras que transmitem as outras corridas não ficam nada atrás. Lembra da barbeiragem do Cristiano da Mata na largada da corrida anterior ao deste fim de semana? Até edição nos comentários meio ácidos do Rodrigo Mattar pra cima do Damata rolou na reprise da corrida. Ele voltou atrás e não pegou tão pesado. E este fim de semana em Sonoma? Os comentaristas da Band destilaram veneno sobre as afobações de vários pilotos não-tupiniquins e quando a afobação do Vitor Meira acaba em acidente... eles
fingem que não viram e focam na vitória do Tony pra fugir da cilada em que se meteram... 

E estes são só alguns dos inúmeros exemplos que teria pra te dar se necessário. Confundir o nome do Kimi com o do Mika chega a ser até engraçado em vista de fatos mais comprometedores e, francamente, só mesmo rindo e muito pra agüentar tamanha falta de ética e falta de respeito com todos os telespectadores, fãs de corrida que somos, sujeitados a coisas deste tipo. O que é que eles estão pensando? Que
somos todos uns idiotas, cegos e sem cérebros à espera de seus preciosos veredictos pra fazer que sim com a cabeça, comprar como o certo as suas verdades? E que verdade é essa? O que é isso? É algo que vocês aprendem na faculdade de jornalismo? Duvido... então o que seria? Acho que em parte é fruto de uma idéia equivocada dos profissionais e das emissoras de que é isto o que nós telespectadores queremos e na verdade não é. Será que a ficha deles ainda não caiu? Ou será que nós não estamos deixando isto bem claro pra eles? Ou será que mais uma vez a famosa blindagem e vista grossa está prevalecendo, afinal de contas reconhecer seus próprios erros e limitações não é tarefa fácil?

E discordo de você: não acho que os erros de informação e até mesmo de julgamento e as emissões de opiniões pra lá de tendenciosas sejam fruto de poucas idas aos circuitos, falta de vivência e convivência com o mundinho da velocidade. E também não acho que no mundo de hoje onde desinformado só é quem quer, isto valha como atenuante pros deslizes de profissionais que, antes de mais nada, estão ali na telinha para nos informar e não nos desinformar. Se eles não têm competência, ética profissional e o distanciamento necessário para fazer um comentário, uma avaliação não baseada, tendenciosa, então simplesmente que a ficha caia e que eles se recolham aos seus lares e de lá exerçam a função de torcedores, que no fundo é o que demonstram ser acima de tudo. Isso os pouparia de um vexame nacional e aos nossos ouvidos de tamanhas abobrinhas e no fim das contas sairíamos todos ganhando. 

E vai, que sejam só duas horas e meia sim de transmissões de F1 por semana aqui no
Brasil, mas que pelo menos sejam duas horas e meia de alta qualidade, do começo ao fim. E que por favor, não subestimem a nossa inteligência!

Tudo de bom,
Fabíola Fernandes, Rio de Janeiro/ RJ
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Fora GP2. Vamos a F-1 Light?

A GP2 é um mico. Carro ruim, pilotos mimados. Alguns nomes bons, com passagem pela F-1, e se queimando de vez no mercado. Equipes se queimando, se desmanchando, pilotos como o líder (Neel Jani, acho!) desancando a categoria. 

Enfim, falar mal da GP2 é fácil. Não entro em critérios mais técnicos porque não tenho conhecimento para isso. Mas estes superaquecimentos, com seguidos abandonos e outros problemas já mostraram que não dá. Pau que nasce torto morre torto. Dizem que tem destas coisas no automobilismo. Tanto em carros como categorias inteiras, como é o que parece com a GP. 

Enfim, falar mal da GP2 é fácil. Mas, agora, vamos à F-1 Light. 

Carros do ano passado ou versões intermediárias. Oportunidade para um chinês, um paquistanês, quatro brasileiros em final de semana de GP no Brasil. Por que não?

Ninguém perderia. Seria muito muito mais fácil conseguir patrocínio para correr de F-1 Light do que em GP2. Simples, seria uma atração muito maior. 

Como funcionaria o fluxo de informações entre equipes da elite e as menores não podemos saber. Talvez até as pequenas ajudassem testando compostos etc. 

E por que as grandes não colocam os terceiros pilotos para correr na light. Uma corrida de tiro curto, com 25% do tamanho das provas de F-1. Chega de sonhar... 

Flávio Leal, Santos/SP
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Saudações! Sobre a foto de Monza publicada há pouco, certamente ela é posterior à 1955. Creio que não muito tempo depois de 55, mas certamente depois. 

A Parabólica da década de 20 (a curva que antecede à chegada) era uma curva uniforme, de um único raio. A curva que vemos na foto já tem o formato atual, com 2 raios, mais fechado na entrada e mais aberto na saída. Outro detalhe: na foto podemos ver o traçado que foi utilizado no Monza do pós-guerra. A reta oposta seguia em frente, além da atual parabólica e fazíamos praticamente duas curvas de 90 graus à direita. Dá p/ ver o traçado demolido com uma vegetação baixa por onde ele passava. Esse traçado, aliás, foi feito dessa forma por conta da destruição das curvas inclinadas durante a guerra. 

Sobre Interlagos, creio que temos um número de fatalidades bem maior que as relatadas em Tarumã. Se não me engano, temos um piloto de 1ª viagem que pegou o carro emprestado e acertou uma árvore na 1. Se tiver um tempo eu acho o nome dele. 

Se não me engano tem um Losacco (creio que Vitor) que morreu atropelado, uma Miss São Paulo que foi atingida por um pneu e o tal Sargento que morreu atropelado na curva com seu nome. E devem ter muitas outras. 

E, por último, o acidente do Bellof. Eu tenho vídeo in car do Ickx no acidente e vi o mesmo vídeo completo, desde pouco antes da Bus Stop. Afirmar que ele causou deliberadamente o acidente é no mínimo injusto. A tal bandeira azul era agitada para o retardatário que inicia a decida em direção à Eau Rouge a frente de ambos. Ickx passou o retardatário pela direita e protegeu o traçado interno da tomada da Eau Rouge logo em seguida. Bellof superou o retardatário da mesma forma logo em seguida, mas vinha distante demais para uma tentativa segura de ultrapassagem. Diante disso, Ickx abre volta ao traçado normal, pela direita para fazer a tomada. Na entrada da Eau Rouge, ele dá aquela aliviada no aceleradorm mas Bellof mergulha de forma arrojada pela esquerda. 

No video, Ickx não parece buscar o alemão em momento algum no retrovisor. Vale também dizer que seu Porsche é dirigido em mão inglesa. Aparentemente, Ickx não viu nem conseguiu perceber a manobra do alemão, que foi bastante arriscada. Parte da imprensa (principalmente alemã) tomou partido da teoria de que o acidente teria sido causado propositalmente. Eu discordo. Não colocaria a culpa em ninguém. Ou em ambos: Ickx que não viu a aproximação de Bellof. E Bellof, que arriscou uma ultrapassagem improvável. Abraços.

Cláudio Habara, São Paulo/ SP
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Prezados amigos,

Gostei muito da coluna do Luiz Fernando Ramos sobre a qualidade das transmissões no Brasil, que realmente são muito pobres. A Globo não consegue um narrador que consiga contar as voltas e fazer contas de cabeça para saber quem pára nos boxes antes ou depois, quem vai estar com pneu mais novo em cada trecho da corrida etc... mas tenho que defendê-los em uma coisa:

Estou morando há quase um ano nos EUA e aqui tem um canal dedicado a carros e automobilismo 24 horas por dia — é o Speedtv. Apesar deles fazerem uma cobertura muito bacana da Nascar, com todos as riquezas que as TVs européias exibem na cobertura do F1 e de mostrarem outras categorias interessantes que ficam esquecidas no Brasil, como, por exemplo, o campeonato americano de esporte protótipos, a transmissão da F1 é um lixo! 

Eles colocam propaganda interrompendo a programação o tempo todo, e não é aquele letreirinho embaixo não... é propaganda que interrompe a transmissão mesmo! Parece que os caras estão acostumados com bandeira amarela e ficam colocando propaganda em qualquer categoria, mesmo sem a entrada do Safety Car. 

Algumas provas são transmitidas pela CBS que também coloca um monte de propagandas. Sem nenhum exagero, uns 30% da corrida é interrompida com propaganda.

Aqui nesta terra, tenho sentido saudade da Globo. É só fazer igual ao Piquet que abaixa o som para o Galvão não atrapalhar a transmissão.

Um abraço,

Rogério Silva Nacif
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Colegas,

Parabéns ao Pandini pela coluna “Cadê o vencedor?”. Adorei relembrar os detalhes de Monaco/82, me lembro que assisti à prova e também demorei para entender quem teria ganho, foi a maior confusão. 

Mas me lembrei de outra prova fantástica, USA West 83, John Watson largou em 22º e venceu! Me lembro de ter comentado antes da prova de as McLarens estariam fora do páreo pela sua posição de largada, foi a primeira vez que mordi a língua, que eu me lembro. Mas se puderem descrever a prova em detalhes ficarei muito feliz, inclusive que eu saiba é a corrida em que o vencedor largou da pior posição entre todas na historia, não é isso?

Abraços a todos e obrigado!

Kleber Navarro Figueiredo, Campinas/ SP
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Olá, pessoal,

Sobre a última coluna da Alessandra, tenho a dizer o seguinte: caso Kimi Raikkonen perca o campeonato, não me venham com a história de que Montoya não ajudou o finlandês. A fratura que o colombiano sofreu no ombro às vésperas do GP do Bahrein e o seu erro na Turquia não justificam:

1) o fraco desempenho da Mclaren nas três primeiras corridas do ano, o que possibilitou à Alonso abrir uma vantagem confortável.

2) as quebras de Raikkonen enquanto liderava os Gps de San Marino e Alemanha.

3) a quebra da suspensão do finlandês na última volta em Nurburgring.

4) a punição que o finlandês sofreu ao trocar o motor de seu carro na França e Inglaterra, tirando-lhe a possibilidade de vitória.

Diante dos fatos apresentados, na minha humilde opinião, culpar Montoya por não ajudar Raikkonen parece algo um pouco descabido.

Mudando de assunto, eu gostaria de reforçar os comentários do colega José Everson de Abreu, de Vitória-ES. A Bia Figueiredo é demais! Com a narração do excelente Eduardo Vaz, meus nervos foram à flor da pele cada vez que o Salustiano se aproximava a ponto de ultrapassá-la. Mas a Bia permaneceu na ponta bravamente até que, na penúltima volta, o Salustiano passou reto em uma curva e deixou de incomodar a garota. Depois, só comemoração!

Não sei exatamente que a relação que a F-Renault tem com a equipe Renault de F-1, mas já imaginaram se a Bia fosse correr lá? O único problema seria o Briatore. Eu o abomino como chefe-de-equipe e até como ser humano pelo que já fez com Wurz, Fisichella (em sua passagem pela Bennetton), Pizzonia e Trulli, mas tudo bem, eu também não sou perfeito. Acho que seria bom para ela e para a F-1 contar com uma piloto competitiva. Boa sorte à Bia!

E eu concordo também com o José Everson quando fala o Eduardo Vaz. E vou além: é o melhor narrador do Brasil. Sua voz é inconfundível. Adoro suas narrações de vôlei. E sabem por que o acho o melhor? Porque, se ele não compreende um determinado assunto, ele simplesmente não comenta, diferentemente de outros que conhecemos. Também não faz nenhuma questão de saber de tudo: ele simplesmente narra o que vê e não troca os nomes de ninguém.

Abraços,

Willian Lopes Machado, Brasília/ DF
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Olá a todos do GPTotal.

Depois que o Barrichello afirmou que vai para a BAR para ser campeão, busquei na história da F1 alguma evidência que suportasse esta afirmação. Isto porque a BAR não tem se quer uma vitória em GPs. Tentei encontrar alguma equipe que tenha vencido seu primeiro GP e levado seu piloto ao titulo mundial em um espaço de tempo tão curto que pudesse nos dar a esperança de que nos próximos dois ou três anos o Rubinho possa fazer o mesmo. E a resposta é: basta a BAR fazer como sua antecessora, a Tyrrell.

A Tyrrell, correndo com seu próprio carro (antes usava Matra), estreou em 1970. Venceu seu primeiro GP em 1971, com Jackie Stewart em Montjuich, Espanha. No mesmo ano venceram mais seis corridas, o escocês foi campeão mundial e a Tyrrell campeã de construtores. Portanto, a primeira vitória em GP e o título de pilotos vieram no mesmo ano. 

Outras quatro equipes tiveram desempenho parecido:

A Matra estreou em 1967, venceu a primeira em 1968 na Holanda com Jackie Stewart e o mesmo foi campeão em 1969, ou seja, dois anos após a primeira vitória da Matra em GPs.

A Williams estreou em 1975, venceu o primeiro GP em 1979 com Clay Regazzoni em Silverstone. Em 1980 fez Alan Jones campeão mundial, além de levar para casa o título de construtores também. Foram dois anos da primeira vitória ao título mundial.

A Brabham estreou em 1962, venceu a primeira em 1964 com Dan Gurney na França e fez o piloto campeão em 1966, Jack Brabham. Foram três anos.

A Lotus estreou em 1958, venceu a primeira em 1960 com Stirling Moss em Mônaco e em 1963 fez Jim Clark o campeão mundial.

Vai Rubinho, vai que dá. Agora resta saber a parte mais importante da história: quando a BAR vencerá seu primeiro GP? 

Abraços

André Dias, Brasília/ DF
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Gostaria de aproveitar a mensagem do Christiano, que lamenta o nível de transmissão das corridas na TV. Eu quero dizer uma coisa.

Não apenas que eu ache, mas que são de fato ridículos todos os programas sobre esporte de todas as emissoras de TV, seja cabo ou aberta, dedicarem 90% do seu espaço falando de futebol. Claro, tudo é uma questão de opinião. Mas se os responsáveis pelos programas fossem tele-espectadores e se 90% dos programas fosse dedicado a qualquer esporte que não fosse o futebol? Como é que eles iriam se sentir? Como é que tantos espectadores que gostam de futebol iriam se sentir?
Eles realmente deveriam pensar mais em quem gosta de automobilismo e/ ou quem não gosta de futebol.

Um último comentário: acho que uma emissora de TV deve mesmo ter um piloto participando das transmissões, como se tem hoje. Mas eu acho que, para que seja de modo eficiente, é necessário que o piloto tenha uma experiência em uma equipe de ponta muito maior do que ter sido piloto de teste durante apenas 1 ano.

Leonardo
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Sexta passada o Flávio Gomes escreveu uma coluna no grandepremio.com sobre o garoto de nove anos que compete no Brasileiro de Motovelocidade, categoria 125cc, e venceu a etapa de Campo Grande. Ele considera uma temeridade um garoto de apenas 9 anos competir em uma categoria tão perigosa. Eu também, diga-se de passagem. Gostaria de saber a opinião do Tite e demais gepetos (e colegas leitores) a respeito. 

Ângelo Mello
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Sobre a matéria “Dando volta no segundo colocado”, gostaria que fosse esclarecido o GP de Mônaco de 1982, onde Ricardo Patrese restou vencedor. 

Consta que 5 carros teriam chegado ao final da prova, mas me recordo bem que todos foram batendo ou parando pelo caminho. Pironi, De Cesaris, Daily... Por muito tempo, defendi que só Patrese chegou ao final, ou seja, cruzou a linha de chegada. 

Nestes tempos globalizados, tive a oportunidade de baixar um vídeo contando a história de Monaco, com atenção especial ao ano de 1982. Agora, vi que Pironi cruzou em segundo - mas não cruzou, porque ficou parado no túnel. Isso lembro bem...

Assim, resta a dúvida - consideraram todos que chegaram uma volta atrás de Patrese (e não cruzaram) ou alguém chegou em quinto ou sexto, a duas voltas, e deu aos outros que estavam a uma volta (e que não completaram) a classificação observada? 

Abraços,

Allan Guimarães, Campinas/ SP
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Prezada Alessandra Alves.

Adorei sua coluna “por una cabeza”. O Montoya, para minha simples opinião, não é isso tudo que falam dele. O Rubinho é mais piloto. Se o Montoya não for campeão na McLaren talvez não será mais campeão, e os seus erros são de piloto novato. 

Gostaria de lembrar do piloto Jaques Villeneve, campeão de F1, é hoje considerado por todos um piloto com o freio de mão da categoria (ou quase todos). 

Eu achei que a Ferrari depois do GP da Hungria ia decolar mas me enganei.Se o Schumi for para a Mclaren voltará a Era Schumi.

Acho que o Alonso tem grande chance de ser o campeão, pelo simples fato de ter sorte de campeão, não tirando sua habilidade e competência. Está no lugar certo na hora certa, por que se o carro quebra, piloto errar, ele estava lá, é ele e mais 19 pilotos, completou o numero de volta e não errou.

Um abraço a todos. 

Mario Augusto Pires, Belo Horizonte/ MG


Opiniões e Dúvidas dos Leitores 28.06.05
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Oi Edu, Panda e todos os gepetos,

Trago para vcs mais um pouco de imagens garimpadas na internet, de carros que nunca participaram de um grande prêmio (exceto a Tyrrel p34 com nariz diferente) 

Tem o modelo de testes da Williams com câmbio CVT e o modelo Fw 11c sem o motor Honda testando o Judd v8 que seria usado na temporada seguinte, o BRM P230, o F1 argentino feito pelo Oreste Berta com motor próprio e cópia descarada do Brabham BT34. A história que soube foi que na estréia do carro, ao ver que o motor era uns 100 Cv mais fraco que os Cosworth ele teria pedido emprestado um motor ao Wilsinho Fittipaldi e este disse que tudo bem, desde de que o motor fosse devolvido retificado limpo e lustrado, nas mesmas condições que seria entregue. Ai o Berta pulou fora pois já tinha gasto os tubos no projeto do carro e do motor.

Outro modelo interessante é a Brabham Bt51 do Piquet com motor BMW que seria usado em 83 (notem o bocal de reabastecimento), porém a FIA mudou tudo de ultima hora (desde daquela época, hein !) banindo de vez os carros asa e fazendo com que o Murray cortasse um dobrado para projetar o BT52 já dentro das novas regras.

E isso ai, quem souber de mais detalhes sobre esses carros ou alguma informação que eu disse não estiver correta manda bala no gepeto.














Um abraço a todos

Filipe W 
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Olá pessoal do GPTotal!

Hoje eu não irei falar de F1, mas da Stock Car. E mais precisamente de um piloto. 

Nunca vi um piloto tão desastrado e protegido como essa Pedro Gomes. O Pedrão, como chamam os que o protegem, é de uma regularidade impressionante, pois em toda corrida roda ou bate acabando com o seu fim de semana e sempre envolvendo outros pilotos. 

Na corrida deste domingo de manhã, em Londrina, a Hungaroring brasileira, Gomes deu uma fechada no pobre do Mateus Greipel logo na largada e acabou com a corrida dos dois. O réporter da Globo entrevistou Gomes que logo disse que não tinha nenhuma culpa e Reginaldo Leme concordou plenamente, enquanto ninguém ouviu a versão de Greipel e o Reginaldo ainda falou que o Pedrão está pilotando com a cabeça. Que absurdo!

No programa Linha de Chegada, o Lito Cavalcanti (fechem os ouvidos) disse que o problema do Pedro Gomes é inexperiência. Meu Deus do Céu! O cara está na quarta temporada dele e ainda não ganhou experiência?

Acho que essa proteção que os jornalistas especializados dão ao Pedro Gomes só faz mal ao próprio piloto, que fica cada vez mais confiante e menos cuidadoso e acaba se metendo em confusões o tempo todo, mas sempre recebe uma mão alisando a sua cabecinha (de bagre...).

Um tempo atrás um leitor falou muito mal do Paulo Gomes, pai do Pedro, dizendo que Paulão foi um dos pilotos mais sujos de todos os tempos. Não acho que Pedro seja sujo na pista, mas algo tem que ser feito para melhorar, pois ele é jovem e não precisa ficar com a pecha que ele tem atualmente: Desastrado!

João Carlos Benício Viana, Fortaleza
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LAP

Fantástico o GP Monaco de 1982. Lembro-me como se fosse hoje.

Valeu a recordação. Tchau, tchê !

Vicente Majo da Maia, Uruguaiana
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Parabéns a este grande site do automobilismo.

As últimas colunas do Panda (26/8) e do Manoel Blanco (25/8) nos mostram quão inesgotável e interessante são os assuntos relacionado ao esporte que todos nós admiramos. Não dá vontade de parar de ler. Ou melhor, gostaríamos que os artigos fossem de umas 200 páginas.

um abraço a todos

Alfredo, Águas de São Pedro
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Quem tiver interesse em ver ou rever o GP de Mônaco de 1982 na íntegra pode entrar em contato comigo pelo endereço: corridasantigas@yahoo.com.br

Abraços,

Márcio Madeira da Cunha, Nova Friburgo
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Panda e Edu 

lendo sobre os famosos 6 centímetros (25/8) lembrei que naquela época eu era auxiliar do Véio Bruno Brumetti (saudades!) em provas nacionais e ao chegar no Rio de Janeiro para o GP Brasil fui chamado por ele para participar de sua equipe de vistoriadores.

Duas situações me fazem recordar o polemico mas genial italiano: primeiro ele criou um gabarito que se encaixava no centro da roda traseira e media a altura do aerofólio por um lado e do outro fotografava com uma Polaroide.Resultado e prova imediatos!Dizem que isto hoje é feito a Laser.

A segunda é que ele levou uns tocos de madeira com 6 centímetros de altura para que um grupo de auxiliares de posse dos mesmos ficassem na porta de cada um dos boxes para que no momento em que o carro parasse fossem passados entre o solo e o monocoque.Sabe Deus se o solo era nivelado!

Pode até parecer ridículo para os dias de hoje mas todas as equipes elogiaram pois não havia perda de tempo!

Abraços

Roberto Costa, Fortaleza
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Olá amigos. 

Mais uma vez o Manuel Blanco mostrou toda a sua competência. Seus textos sempre são verdadeiros prêmios aos leitores. Isso sem falar na beleza da página inicial do site na sexta-feira, com os belíssimos Brabham BT 49 e 50. 

Não me canso de dizer que o site continua incrível. Parabéns.

Herik Nelson, Belo Horizonte

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Saudações, Alessandra

um campeonato de F-1 é formado por 14, 15, 16 ou até 19 provas, como neste ano. Não se ganha ou perde um campeonato apenas em uma corrida, mas em 14, 15, 16...

Culpar o erro do Montoya na Turquia ou porque caiu de moto jogando tênis pela suposta perda do campeonato pelo Raikkonen também não parece lógico.

Outra coisa, Prost deixou de ganhar o campeonato de 1984 pelos seguintes motivos:

- abandonou na Bélgica, Inglaterra e Itália;
- teve problemas com os pneus em Detroit;
- tocou no muro em Dallas;
- rodou no óleo na Áustria.

e o mais importante: fez menos pontos que Lauda.

Portanto, culpar apenas o encerramento precoce do GP de Mônaco parece ser uma forma simplória de ver os fatos.

O mesmo raciocício aplicar-se-á a eventual perda do campeonato pela McLaren.

Paulo C Cicarello, Birigui
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Olá amigos do GPTotal ! 

Eu como vocês, sou fã de Formula 1. E gostaria de parabenizar esse belo trabalho que vocês fazem falando dos pilotos, equipes, assuntos curiosos etc.

Gostaria de saber de um fato que pode acontecer ou não. A McLaren apesar de possivelmente já ter perdido o título de pilotos, parece que ela está vindo com tudo para faturar o título de construtores, já que o Fisichella não faz nada na Renault. Gostaria de saber de vocês, quando aconteceu de um piloto ser campeão e sua escuderia não tenha sido a campeã ?

Waltencir Menon Júnior, Juiz de Fora




Oi Waltencir

Já aconteceu várias vezes, a primeira delas exatamente no ano em que se estabeleceu o Mundial de Construtores: veja a lista

Ano

Campeão de Marcas

Carros do Campeão de Pilotos

58

Vanwall

Ferrari

73

Lotus

Tyrrell

76

Ferrari

McLaren

81

Williams

Brabham

82

Ferrari

Williams

83

Ferrari

Brabham

86

Williams

McLaren

94

Williams

Benetton

99

Ferrari

McLaren



Abraços (EC)

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Olá amigos do GP Total, gostaria de saber qual é a estimativa do tempo de volta com esse novo regulamento que entrará em vigor na F1 a partir de 2006.

Abraços 

Ariel Moreira Sales Vieira, Jequié/ BA




Impossível dizer por enquanto, Ariel. Por enquanto, os fabricantes de motores apenas informam que os motores de oito cilindros poderão girar em níveis mais altos do que os atuais. 

Abraços (EC) 

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Caros Eduardo / Pandini

A história que o Piquet assinou o 1º contrato com o Bernie Ecclestone sem ler e até hoje ele não viu o que assinou é verdadeira ?

Adriano Oliveira, São Paulo




Como tudo o que vem do Piquet, Adriano, nunca se sabe.

Piquet sempre alegou q não estava preocupado com grana naquela altura da vida e assinaria qq coisa q Bernie lhe oferecesse. Agora se foi tão cabeça fresca assim, é questão em aberto.

Grande abraço (EC)

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Bom dia!

Como posso obter fotos do meu Pai, Aguinaldo Goes Filho, falecido, piloto da década de 60 (2o lugar nos 500 kms de Interlagos com uma Ferrari 250TR) e década de 70 (BMW 2002 spyder 1.000 kms de Brasilia) e ai vai....Foi chefe da Equipe Cebem BMW.

Obrigado 

Ricardo, São Paulo
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Olá GPetos! 

Encontrei na internet um site que mostra traçados antigos de circuitos europeus, tema é recorrente no site, chamado Circuits of the past. Os textos estão em holândês, mas pelas figuras pode se ter uma boa idéia.

Quanto ao velho Interlagos, no tempo em que o mesmo era administrado pelo Edgard Melo Filho, chegou a ser anunciado um projeto de reativação do velho circuito, inclusive com nota na Revista 4 Rodas. Por ele ser um colaborador de um dos sites cooperados do GPTotal, será que ele poderia dizer algo sobre o assunto?

Link do Circuits of the Past: http://groups.msn.com/Circuitsofthepast/home.msnw

Um abraço

Cristiano Buratto, Londrina
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Grande Ico, 

Sua coluna sobre o Stefan e o Manfred (12/8) foi demais... 

Quando leio sobre o Bellof, sempre me lembro do filme Desafio no Bronx, onde o pai do mocinho, um italiano de princípios, dizia que a coisa mais triste que existe é ver talento desperdiçado. Bellof foi o talento desperdiçado dos anos 80, e o fato de ainda ser bem lembrado mesmo 20 anos após sua morte, sem que tenha conquistado efetivamente vitórias e títulos na F1, só comprova isso.

Agora, não se pode negar também que o Jacky Ickx tenha provocado o acidente de forma intencional. Analisando a seqüência de fotos do acidente, pode-se perceber que o Bellof estava com meio carro por dentro na entrada da Eau Rouge, quando o Ickx o fechou de forma deliberada e intimidatória. Há, inclusive, uma foto em que se vê um fiscal apontando a bandeira azul para o Ickx (não agitando), sinal claro de que havia um carro mais rápido em situação de aproximação. 

Enfim, Ickx pode ser considerado um grande piloto, sem dúvida, mas essa mancha ele não vai conseguir extrair de seu currículo.

Abraços

Fabio Marghieri, Itu
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Gostaria de enviar meus parabéns ao Ico pelo texto em homenagem a dois pilotos que eu admirava muito nos anos 80: Winkelhock e Belof. 

Sinto saudades dos tempos em que havia automobilismo de ponta em outras categorias além da Fórmula 1. Rally, protótipos e F-1, nos anos 80, faziam o deleite de qualquer amante do automobilismo. 

Apesar de continuar acompanhando o rally atual e de apreciar o FIA GT, em minha opinião não há nem comparação entre o que temos hoje em dia e o que existia naqueles tempos. Em alguns aspectos, considero que o Bernie Ecclestone deu com uma mão (ao aperfeiçoar a organização do automobilismo), mas tirou com a outra (ao matar categorias como o mundial de protótipos). 

Abraço!

João Luiz Kula, Curitiba
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Ola Edu e Pandini.

Pra variar os torcedores brasileiros estão divididos entre continuar atacando o Barrichelo e elogia-lo na sua transferência para a BAR.

Edu disse que ele foi um bom piloto durante a fase Ferrari, outros dizem que ele fez muito pouco.

Seria possível uma comparação entre Barrichelo e Berger, já que na minha opinião os dois foram bons pilotos em ótimas equipes (Ferrari /McLaren) mas não tiveram sorte com seus companheiros de equipe, pois eram dois ótimos pilotos (Senna / Michael).

Acho que estes dados precisariam ser trabalhados, pois a pontuação são diferentes e não me lembro quanto tempo existiu o trio Senna/Berger/McLaren.

Para Nailton Sampaio dos Santos, Salvador/ BA

Voce escreveu:

Acho ótimo o Barrichello ir para a BAR, pelo menos vocês verão o idiota continuar reclamando, reclamando, chorando e tartarugando. Quer apostar? 

Compro esta aposta com voce. Não quero saber dos resultados do Barrica na BAR. 

Proponho o seguinte, se ele continuar reclamando (tipo criança chata), chorando, tartarugando, escrevo uma longa carta confirmando sua opinião e mando pro GPTotal, Warmup, F1naWeb e Site do Barrica. Se ele parar de reclamar (tipo criança chata), chorar , tartaruguear (parece o Galvão falando), você escreve uma longa carta tecendo enormes elogios ao Barricha e manda pros sites mencionados acima.

Topa? Um abraço.

Ricardo, Campinas
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Boa Noite

respondendo a dúvida do José Benedito Vizioli, o piloto da McLaren a quem ele se referiu, que o piloto(?) Bernoldi deveria ter dado ultrapassagem em Mônaco era o david Coulthard.

Muito bem lembrado este fato pelo José Benedito. O GB é uma piada.

Abraços a todos. 

Edmur Lopes, São Paulo
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Olá,

Existe na história da Formula 1 alguma equipe que, entre conseguiu sua primeira vitória em GPs e seu primeiro titulo mundial (pilotos ou construtores), o fez em um espaço de tempo tão curto que possa dar esperança ao Rubinho em ganhar um titulo pela BAR nos próximos 2 ou 3 anos? 

Da história recente lembro apenas que a Stewart venceu em 3 anos (estreou em 97 e venceu uma corrida em 99), a Jordan em 7 (estreou em 91 e venceu a primeira em 98) e a Benetton, que estreou e venceu a primeira em 86, alcançando o título de pilotos em 9 anos. E só. E a BAR já carrega 6 anos na F1 sem vitórias.

Desta forma poderíamos entender melhor a afirmação de Barrichello de que muda para a BAR para ser campeão.

Abraços e parabéns pelo site.

Andre da Silva Dias, Brasília
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Anunciada oficialmente a ida do Rubinho para a BAR, já começaram as declarações para boi dormir: vou lutar para ser campeão, estou motivado para vencer, a BAR tem a estrutura de que preciso... 

E a Globo, no maior clima de agora vai!. Também, se for falar que o Barrichello vai disputar posição com o Coulthard o ano todo e que o Massa vai ser capacho do Schummy, a audiência despenca. 

Ninguém merece...

Renato Muller, São Paulo
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Ouvi dizer que J. Button poderá continuar na B.A.R com uma proposta de US$ 80 milhões/ano, pagando multa rescisória a Willians de 16 milhões.

Sendo isso verdade, será que Rubinho terá mesmo todo privilegio que espera na equipe? Não estará Rubinho novamente como piloto 1b como dizia no inicio com a Ferrari? 

Abracos a todos amantes do automobilismo.

Carlos Roberto - Itaguai-RJ 
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Chega de ficar comparando o Rubinho com o Senna, ele nunca pediu esta comparação, em outros países esta ridicularizarão de seu próprio piloto jamais ocorreu, só mesmo aqui no Brasil é que ocorre este fenômeno.

Não agüento mais ouvir estas viúvas do Senna dizendo que se fosse o Senna seria assim ou assado, só vejo um bando de gente que critica, quero ver é entrarem num f1 e andarem a mais de 250 km/h, pensam que entendem tudo mas se acham, nunca foram pilotos de f1 e não conhecem nada dos bastidores, é duro ver incompetentes chamando Barrichello de incompetente quando na verdade nunca entraram em um f1, se Barrichello fosse de outro país provavelmente não seria ridicularizado, mas é só no Brasil mesmo para isso acontecer.

Almak, RS
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Alguém poderia me ajudar estou tentando encontrar o site oficial do Autódromo de Jacarepaguá.

Na verdade eu quero a história do lugar, porque foi construído, pq foi e deixou de ser palco do GP Brasil de F1, eu encontrei um site com desenhos do que imagino ser uma pista antiga (parece um ovo) mas não ha informações sobre a pistas ou coisas assim. 

E desculpe novamente a ignorância mas não entendi o que vão fazer no autódromo, se eu entendi direito ele será reduzido a pouco mais de 3 Km, mas tem um projeto de uma pista provisória de uma pista de 4,8km no site do pan nada falam, se alguém puder me explicar essa parte do tamanho das pista, do porque da pista provisória(até quando) serei muito grato. Desde já obrigado pela atenção e desculpe pelo incomodo. 

Felipe Atch, Vila Velha



Opiniões e Dúvidas dos Leitores 26.08.05
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Edu

Aqui está uma foto do complexo do autódromo de Monza, construído, segundo me disseram, em 1920. A foto é anterior à construção das chicanes, que pelo que eu sei só foram construídas após a morte de Jochen Rindt. Quando se usava a pista completa, com o misto e o oval, era montada uma barreira com feno para dividir a reta em duas. A volta se iniciava com os carros fazendo uma curva à direita e entrando no oval, contornando-o e voltando para reta principal, aí sim seguindo o traçado misto. Pelo menos para a F1 o oval era para a direita, ao contrário da Indy. Há uma outra curva antes da entrada do oval, formando um oval menor com a parabólica, inclusive com marcas de uso. Realmente a pista era muito interessante. Na foto ainda há um prolongamento no início da reta que termina na curva parabólica. Talvez fosse uma outra alternativa de traçado (um outro oval) ou uma pista de serviço. Pela extensão das retas, sem as chicanes e usando o oval maior, e se os pneus michelin suportassem, sem dúvida a velocidade média de uma volta seria superior 300 km/h...


Cristiano Buratto

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Observando os tempos dos treinos realizados ontem (24/08) em Monza, vi que o Olivier Panis, da Toyota, em 75 voltas, fez o seu melhor tempo em 1min27s989, 8,1s atrás do Montoya (1º), e 5,9s atrás do Zonta, também da Toyota (8º). Foi o mais lento dos que andaram, ficando a 3,3s do penúltimo, Tiago Monteiro. Um desempenho tão modesto poderia indicar o V8 da Toyota dando o ar da graça?

Os tempos:

1. Juan Pablo Montoya (COL) McLaren - 1min19s880 (49 voltas)
2. Fernando Alonso (ESP) Renault - 1min20s860 (101) 
3. Giancarlo Fisichella (ITA) Renault - 1min21s318 (93) 
4. Alex Wurz (AUT) McLaren - 1min21s701 (49) 
5. Pedro de la Rosa (ESP) McLaren - 1min21s917 (54) 
6. Kimi Raikkonen (FIN) McLaren - 1min21s966 (4) 
7. David Coulthard (GBR) Red Bull - 1min21s999 (54) 
8. Ricardo Zonta (BRA) Toyota - 1min22s001 (103) 
9. Luca Badoer (ITA) Ferrari - 1min22s300 (128) 
10. Felipe Massa (BRA) Ferrari - 1min22s408 (88) 
11. Mark Webber (AUS) Williams - 1min22s486 (44) 
12. Jacques Villeneuve (CAN) Sauber - 1min22s906 (96) 
13. Nico Rosberg (ALE) Williams - 1min22s946 (48) 
14. Vitantonio Liuzzi (ITA) Red Bull - 1min23s181 (35) 
15. Tiago Monteiro (POR) Jordan - 1min24s665 (58) 
16. Olivier Panis (FRA) Toyota - 1min27s989 (75) 
17. Ralf Schumacher (ALE) Toyota - sem tempo

Cristiano Buratto, Londrina/ PR
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Ecclestone: “Categoria de ex-pilotos terá todo meu apoio”.
Fonte: F-1 na Web - Rafael Munhoz

O chefe comercial da Fórmula 1, Bernie Ecclestone, falou sobre a proposta de realizar corridas com ex-pilotos da categoria nos finais de semana de GP.

De acordo com a revista F1 Racing, as disputas aconteceriam com base na Porsche Supercup, onde os ex-pilotos competiriam com Porsche Boxters.

“Eu penso que é uma idéia excelente e terá todo o meu apoio. Qualquer coisa que melhore o pacote geral de um final de semana de GP é uma boa idéia. Além disso, a Porsche iria adorar também”, disse Ecclestone ao site da ITV.

De acordo com o mesmo site, muitas ex-estrelas da Fórmula 1 estão considerando a idéia de correr na categoria, na qual as provas seriam realizadas nos domingos de GP pela manhã, antes da corrida da Fórmula 1.

Bom, a gente podia estender o conceito e criar uma categoria para todos aqueles malas que não fazem a menor falta no automobilismo, ou que fracassaram derrapando na sua pretensão. 

Assim, sugiro incluir os ex-narradores de corridas (Galvão, tem lugar cativo pra você), ex-fabricantes de pneus (Bridgestone-san, o grid é no sábado), ex-donos de equipe competentes (Frank e Head, vejo vocês no pitwall), ex-campeões mundiais (Jacques, é com você), ex-projetistas (Barnard, não inventa, tá?) ex-futuros campeões (Barrica, tão te chamando no grid), ex-promessas (Webber, que ainda vai dirigir táxi em Sidney; Sato-san fica na reserva, por enquanto).

Aceito sugestões para o grid e o paddock. 

Abraços. 

Victor Lagrotta , São Paulo/ SP
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Alto lá... no GP da Inglaterra de 75, o Emerson só deu uma volta no líder, pois houve um dos comuns dilúvios que caem na Inglaterra. 

Nem ele sabia que tinha ganho a prova e Carlos Pace só ganhou o segundo lugar, pois a corrida foi dada como terminada e computada a ultima volta como a derradeira. Tanto que seu carro já estava fora do GP junto com tantos outros. Não lembro o nome dela, mas parecia um cemitério de F-1!

Em tempo: Emerson ganhou a prova, pois adiou ao máximo a segunda troca de pneus, pois estava naquele ritmo, chove, pára, dilúvio, pára, chove, dilúvio, pára... etc

PS: se não me engano, foi a última vitória de Emerson na F-1!

Gustavo Giroti, São Paulo/ SP


Opiniões e Dúvidas dos Leitores 25.06.05
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No GP da Hungria, a Mclaren terminou seu contrato com os cigarros West e anunciou a Johnnie Walker como patrocinadora nova. Só que na Turquia não havia mais esse patrocínio. A Mclaren está correndo sem patrocínio? As cores dela não mudaram porque são da Mercedes, mas não há mais a logomarca West e tampouco a do whisky.

João, Itaára/ RS




Olá, João. Ao contrário do habitual na F 1, o "copyright" da pintura dos carros da McLaren pertence à própria equipe. A combinação de cores foi uma feliz coincidência com o prata utilizado pela Mercedes e que está presente também na embalagem dos cigarros West Light. 

Quanto à logomarca da Johnnie Walker: na Hungria, ela estava colocada na tomada de ar do motor. Na Turquia, havia desaparecido. O mesmo aconteceu com o Bud (Budweiser) nos carros da Williams. Imagino (mera suposição, já que não li nada sobre o assunto) que haja na Turquia alguma restrição à propaganda de bebidas alcoólicas. Não seria de estranhar, dada a força do islamismo naquele país. É provável que os dois logos voltem aos respectivos carros no GP da Itália. Abraços. (LAP)
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Alguém comentou e quero apenas reforçar: como é frustrante não ter opção para assistir às exibições de F1 e de qualquer outra categoria do automobilismo na televisão. Somos obrigados a ouvir Galvão Bueno trocando nome do Räikkönen com o Häkkinen desde 2001, trocando nomes de outros pilotos e com a sua arrogância desprezível, e ainda por cima vem o Reginaldo Leme com as suas previsões furadas de lambuja.

Como é chato este negócio de comprar direitos de transmissão. Se houvesse uma outra emissora que também transmitisse a F1, eu DUVIDO se a Globo pararia de transmitir o GP dos EUA para passar o jogo do Brasil.

E isto acontece com outras categorias onde cada uma delas tem a sua emissora madrinha: Stock (Globo), IRL (Band), Fórmula Renault (Band). E como é que fica o resto: F Truck, F 3Sulamericana, Champ Car, DTM, F3, GP2, MotoGP, A1GP (que já vai chegar por aqui), Nascar, WRC? 

Aos domingos temos uma enxurrada de programas chatos sobre futebol, mas não há nenhum que fale sobre automobilismo. As emissoras estão sempre mais preocupadas em bater a concorrência e acabam esquecendo de fazer jornalismo de verdade.

Que fique registrado: nem nos canais pagos: SPORTV, SPORTV2, ESPN Brasil, ESPN, BandSports, há um programa no final de semana que fale de automobilismo digno de ser comparado com os chamados 3º tempo de futebol.

Apenas um comentário breve: Na Alemanha há um canal a cabo, RTL, que começa a transmissão do GP de F1 1 hora antes do horário, entrevistando pilotos, chefes de equipe, comparando performances, desempenhos, e tudo no caráter informativo, sem que os repórteres expressem suas opiniões, coisa que não acontece por aqui.

Bom, espero um dia, poder ligar a tv e poder escolher em qual canal (de tv aberta) eu vou querer assistir a um GP de qualquer categoria do automobilismo.

Cristiano, Florianópolis/ SC
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Olá, pessoal.

Meu último fim de semana foi bastante proveitoso em termos de automobilismo. Por razões relacionadas a horário e também uma certa dor de cotovelo (fico meio com água na boca ao sentir todo aquele clima de competição e não poder usufruir de tudo aquilo), deixei de ir ver ao vivo a F-Renaut disputada nas ruas da Enseada do Suá, aqui em Vitória, preferindo ver na telinha na seqüência: F1 (Globo), Copa Clio (Record) e F-Renault (Bandeirantes). Primeira constatação:
* Galvão Bueno: O mesmo burocrata do microfone de sempre.
* Luciano do Valle (Record): Vai ser xarope assim na PQP. Puxa saco de qualquer pessoa que tenha o menor resquício de notoriedade (políticos principalmente). Narração irritante dotada de pseudo-emoção claramente fabricada, sem legitimidade e sobretudo autenticidade. Bairrista chato (de tanto ouvir falar em Porto das Galinhas ou o raio que o parta, já odeio o local mesmo sem conhecê-lo).
* Eduardo Vaz (Bandeirantes): Disparado o melhor narrador. Tem a grande virtude de não complicar, como sua narração é a mais clara sem dar nos nervos do telespectador. Não lê pensamentos como o primeiro e não irrita como o segundo.

Segunda constatação: adoro minha cidade, mas o circuito de rua daqui é de uma insegurança tremenda. Ondulada ao extremo, a pista me deixou meio que apreensivo desde sua montagem: No acidente envolvendo Alberto Valério e Fernando Galera, na F-Renault, notei o absurdo da lâmina do guard-rail em sua parte superior, completamente exposta. Se o pobre do Fernando (que capotou e deslizou de cabeça para baixo por sobre o guard-rail ), o tivesse pego de mal jeito a festa poderia ter virado tragédia. Cruz credo. Tomara que o Pedro Paulo Diniz cheque isso com mais cuidado no ano que vem.

Por fim, Bia Figueiredo é “a” garota. A menina é de uma técnica e arrojo de deixar qualquer marmanjo de cabelo em pé. Sua vitória foi mais que merecida. Adorei quando o Paulo Salustiano quase foi pro brejo na penúltima volta tentando em vão ultrapassar a Bia. Danica Patrick o escambau. A ¨bela e apetitosa¨ garota propaganda da IRL nada mais é que isso um bibelô, mesmo sendo até melhor que os Carpetters, Foyts e Yassucawas da vida. Piloto mesmo é a Bia. Queria mesmo disputar uns pegas com a Bia, e dar uns ¨pega¨na Danica (Alessandra desculpe o trocadilho mais essa eu não podia perder). Congratulations.

E queria fazer uma correção. Disse há alguns dias, a respeito de Reginaldo Leme ter dito durante o GP da Hungria que a Ferrari jamais havia construído um motor V8, que o carro azul e branco utilizado no GP dos EUA de 64 utilizava o referido motor. Falha nossa. Aquela Ferrari já se tratava do modelo 512, a primeira com motor Boxer de 12 cilindros da escuderia (fico imaginando o tamanho de cada cilindro em um motor com apenas 1489 cilindradas de capacidade). A 512 foi utilizada em toda temporada do ano posterior (1965), sendo depois substituída pela 312 em 1966 (12 cilindros em V, 2989 cc). Abraços.

José Everson de Abreu, Vitória / ES


Opiniões e Dúvidas dos Leitores 23.08.05
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Olá Edu, tudo bem ?

A um bom tempo não escrevo para voces, mas, agora estou de volta.

Envio-lhe esse e-mail para mostrar-lhe uma imagem, um dado interessante, uma cópia de um teste de dinamometro do motor Lamborghini, datado de 1992. É possivel observar aquilo que foi dito pelo Ayrton quando ele testou a McLaren com esse motor: as faixas não uniformes de potencia. Perceba que a curva de potencia (a que tem o apice aos 14000 rpm) não é uniforme.

Resolvi mandar essa imagem pois achei que teria algum valor, ainda que minimo, para quem é fanatico por detalhes técnicos.

Bom por enquanto é isso, valeu.

Eduardo, São Sebastião, SP
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Tenho uma dúvida a respeito dos testes com os motores V8 da Ferrari na semana passada. Li no site Grande Prêmio, que a Ferrari já havia realizado um teste preliminar utilizando um motor V10 com 2 cilindros desabilitados. Gostaria de saber que tipos de informações poderiam ser tiradas de um teste como este e qual a validade deste tipo de teste.

Obrigado,

Marcos Antonio Pereira, Campinas/ SP
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Motores podem ter cilindros desabilitados. Os novos Chrysler Hemi, para dar um exemplo, têm o que se chama de potência sob demanda, em que normalmente quatro dos oito cilindro funcionam e todos quando o motorista precisa de mais potência. A desativação é feita pelos tuchos de válvulas no bloco (o motor, embora moderno e de câmaras de combustão hemisféricas, não tem comando no cabeçote).

Se a Ferrari lançou mão do V10 para "criar" um V8, nada há nada de errado nisso. Como teste preliminar serve perfeitamente.

[ ], Bob Sharp
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Estava a revirar nos arquivos do GpTotal quando uma mensagem me chamou a atenção, mandada em março deste ano pelo Gustavo Homrich, de Porto Alegre. Ele perguntou se o circuito de Tarumã era o maior fazedor de viúvas do Brasil.

Decidi fazer uma breve pesquisa na Internet e descobri, no site formulanews.com.br, que já houve 10 mortes por lá. A última ocorreu no ano passado (27/09) em uma prova da Copa TC 1600. Vale dizer que o piloto falecido era Carlos Alberto Lins Livi, mais conhecido por Betão. Creio que a pista gaúcha seja a que mais vitimou pilotos no Brasil.

Aproveitando a oportunidade, pergunto: quantas mortes já ocorreram em Interlagos, incluindo provas de motovelocidade? Sei que houve duas nos 500 km de Interlagos de 1963 e uma em prova da Stock Car em 1985. Abraços!

PS - no dia 19/08, o site completou 4 anos de grandes serviços prestados aos fãs do automobilismo. Por coincidência, é também o aniversário da minha equipe de futsal - o todo-poderoso Carga Pesada - da faculdade em que estudo, a Cásper Líbero (Panda, você se formou lá?). Portanto, parabéns para nós!

Alessandro A. Santos, Taboão da Serra/ SP





Alessandro, eu me lembro de poucas das mortes ocorridas em Interlagos. Creio que a maior parte delas ocorreu no período pré-1970, e aí o meu conhecimento não é tão grande. Em todo caso, segue o que me veio à memória, sem consultar livros:

Djalma Pessolato, não lembro o ano, década de 1950 ou 1960;

Celso Lara Barberis, 500 Km de Interlagos, 1963;

Américo Cioffi, corrida de Mecânica Continental, 1964 (seu carro, um Maserati-Studebaker, saiu reto na Curva 3; na época, ela era conhecida como "bacião": não tinha muro de proteção, somente um barranco depois, e Américo caiu lá embaixo)

Dinho Bonotti, não lembro o ano, década de 1950 ou 1960

Paulo Rosito Filho, piloto da categoria Estreantes e Novatos, 1981

José de Oliveira Peixoto, piloto de moto, 1984

Zelimir Gregurincic, Stock Car, 1985

Valdir del Greco, piloto de Hot Car, 1987 ou 1988

José Penha Moreira, piloto de moto, 1988 ou 1989

Não me recordo de mortes ocorridas depois da reforma do autódromo, em 1990. Agradeço se puderem ajudar.

Abraços,

LAP
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"Vou me aposentar quando encontrar um piloto mais rápido do que eu. Enquanto estiver me divertindo, não vejo razão para parar".

É, agora o alemão já pode ir pra casa. Valeu, Kimi!

Vinicius dos Reis, Rio de Janeiro/ RJ

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Caro Panda, na sua sempre brilhante resposta sobre o circuito de Brno, consta uma foto cuja legenda mostra Nuvolari, de Auto Union, em Brno em 1934. Sou obrigado a contestar a informação, pois Nuvolari só foi para a Auto Union em 1938.

Segue um pequeno resumo da passagem do Mantovano Voador, pela equipe
alemã:

Em 1938, Nivola foi para a equipe Auto Union, substituir Rosemeyer, que
morreu numa tentativa de quebrar o recorde de velocidade.

O italiano foi o único da equipe a conseguir vitórias em 1938, no GP da
Itália e o GP de Donington Park. Em Donington, deixou os Ingleses em
êxtase depois de, nos treinos ter atropelado um enorme Cervo - mais uma
das imagens emblemáticas de Tazio, que consta em muitas ilustrações.

1939 foi a última temporada que teve a participação da Auto Union. Em
03/09/1939, no dia em que a Inglaterra e a França declararam guerra à
Alemanha, por causa da invasão da Polônia, Tazio Nuvolari conseguiu a
última vitória da Auto Union nas pistas, no GP de Belgrado.

Ao que me consta, foi também o ultimo Grand Prix até o final da segunda
guerra mundial. Nuvolari venceu a última corrida de uma era
extraordinária, conhecida como GOLDEN ERA (Era de Ouro), que teve em
Tazio seu mais legendário protagonista.

Jack Santos, Vitória/ ES





Olá, Jack. Obrigado pela atenção, mas devo informar que não houve engano de minha parte. A foto de Nuvolari com o Auto Union realmente é de Brno em 1934. O que faltou foi explicar que ele estava apenas testando o carro durante os treinos. Pesquisando mais, descobri que Nuvolari largou naquela corrida com um Maserati e terminou em terceiro lugar. Em uma corrida anterior disputada em Lasarte, na Espanha, Nuvolari também havia testado o Auto Union nos treinos, mas correu com um Bugatti e terminou em quarto lugar.

Deve haver alguma história interessante por trás desses testes. O Edu, que tem um livro maravilhoso sobre essa época, já se ofereceu para dar uma procurada. Abraços e escreva sempre. (LAP)
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Amigos,

Tenho conversado com meus amigos que também gostam de fórmula 1 sobre as regras atuais, pilotos, as corridas etc. Também falamos sobre o Massa ir para a Ferrari e não sinto aquele oba-oba, aquela expectativa que uma notícia desta causaria no passado.

Lembro que quando um piloto brasileiro ia para uma equipe de ponta era aquele comentário legal, pra cima, o cara ia pra ser campeão, já fazíamos previsões de como seria o campeonato. Até com o Rubens aconteceu isto.

Analisando esta situação, tenho algumas teorias para este estado de coisa:

1 - O Massa não tem carisma.
2 - É apenas um piloto mediano.
3 - Vai tomas pau do Schumacher e se ficar para 2007, apanhará do Haikkonen (ou de quem vier).
4 - Ele dá mais desculpa pelos seus desempenhos ruins do que o Barrichello.

Pandini e Edu, é isto que vocês sentem também ou estou errado ?

Abraços,

Adriano Oliveira, São Paulo/ SP
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Quantos países já sediaram GP de F1?

Leonardo, Belo Horizonte





Oi Leonardo

vamos ver se não esqueço de nenhum: África do Sul, Alemanha, Argentina,
Austrália, Áustria, Bahrain, Bélgica, Brasil, Canadá, China, Espanha,
Estados Unidos, França, Holanda, Hungria, Inglaterra, Itália, Japão,
Luxemburgo (se bem que as duas corridas com este nome rolaram na Alemanha),
Malásia, Marrocos, México, Mônaco, Portugal, San Marino (realizada em Imola,
na Itália), Suécia, Suíça (um deles na França) e Turquia.

São 28 países, portanto, contando só aqueles que sediaram provas válidas
pelo Mundial de F1.

Abraços (EC)

Opiniões e Dúvidas dos Leitores 22.08.05
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Saudações

Li o Pergunte ao GPTotal sobre Brno e resolvi enviar os mapas e fotos dos traçados antigos...
























Paulo, Birigüi, SP
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Olá a todos do Gepeto,

Vim aqui só pra dizer, com certo atraso, que o texto do Pandini sobre o valor de Barrichello ficou definitivo, que a coluna da Alessandra foi sensacional, que o Tite tá cada dia mais engraçado, que cada dia sinto mais inveja do Divilla, que o Edu está cada dia mais educado e Manuel Blanco continua em ótima forma.
Ico também nos brindou com um ótimo texto sobre Manfred e Stefan, não posso me esquecer.

Vida longa ao Gepeto!

Aproveito para comentar o último texto do Flávio Gomes no grandepremio. Na minha opinião, será ótimo para Barrichello competir contra Button ano que vem, e estou torcendo para isso. Rubens sempre demoliu seus companheiros de equipe até topar com Schumacher na Ferrari. E, sem igualdade de condições, foi capaz de enfrentar e superar o alemão um punhado de vezes. Não é um gênio, mas está longe de ser mediano.

Na minha opinião é mais piloto que Button, e pode melhorar a sua imagem ao bater um piloto reconhecidamente forte. 

Abraços a todos.

Márcio Madeira da Cunha, Nova Friburgo/ RJ
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Bom, eu queria fazer um grande desabafo a este site, que não agüento mais ver o Rio de Janeiro perder eventos importantes. Primeiro foi a Fórmula 1, depois a Indy e agora a Moto Velocidade, até quando isso vai para de acontecer?

Bom, queria perguntar para vocês sobre o autódromo de Jacarepaguá. Fiquei sabendo que estão para começar as obras do autódromo, com isso não haverá mais evento até o termino da obra, mas a Stock Car tem já dia marcado para voltar ao Rio, para fazer mais uma etapa. Vai acontecer essa corrida sim, ou não?

Sobre a ao autódromo e a Stock Car, tenho outra dúvida. Há alguns anos atrás, ele iria fazer a primeira prova num circuito oval, aproveitando que o autódromo do Rio existem dois circuitos, um misto e um oval, sendo que a Stock Car fez treinos livres e classificatórios no oval, mas no dia da prova choveu, por isso não pode acontecer a prova. Aí eles correram no misto, para não deixar que a prova fosse ser cancelada. Eu acreditava que na próxima vez que ele fossem correr no Rio, eles iriam correr no oval, mas isso não aconteceu e nunca mais vi eles tentarem correr no oval de Jacarepaguá. 

Por quê eles não aproveitam os dois circuitos, já que eles correm aqui duas vezes ao ano? Li também uma matéria aqui no GP Total que o Rio tem grandes possibilidades de sediar uma prova da Fórmula Mundial, se é que o prefeito não vá vetar também, assim como ele fez com a Moto Velocidade, no caso qual seria a pista para sediar a corrida?
O que o Rio precisa fazer para voltar a sediar uma prova de Fórmula 1? Muito obrigado e um grande abraço para a redação do GP Total!

Leandro Soares da Costa, Rio de Janeiro/ RJ
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Alessandra, 

Sou obrigado a tecer alguns comentários sobre a sua coluna... Será que o vencedor que pode surgir em cada pessoa deve fazê-lo rápido? E será que nossos sonhos de juventude muitas vezes não voltam em nossas vidas, nem tão ingênuos como supúnhamos?

Não sei, Alessandra, mas não pretendo chegar aos 40 anos com tudo estabelecido e estabilizado na minha vida. Com o meu script traçado. Ou sou um vencedor, ou sou um perdedor e não mereço respeito. Pro resto da vida, pronto, acabou, estou selado.

Fórmula 1 é assim, infelizmente. Carreira curta... distantes estão os tempos em que os campeões tinham 50 anos... Mas esporte é um caso a parte, e, sinceramente, não sou a favor de temor reverencial por um esportista, por mais paixão que ele possa criar em nosso imaginário. Admirá-los, torcer por eles, tudo bem. Mas reverenciá-los, não mesmo. 

A vida que nós, mortais comuns, temos, pode e deve nos permitir tropeçar e levantar. Mudar nossos caminhos e buscar a felicidade. Ela é longa.

Da mesma forma, Rubens Barrichello, de repente, consegue. Vai que, como Damon Hill, que chegou à F1 aos 32 anos, mais ou menos a idade do nosso patrício agora, sem nenhuma grande perspectiva, as cartas não viram?

Alexei, Belo Horizonte/ MG
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Rubinho... 

Cara, diga que vai ao banheiro e saia de cena! Será que não dá prá entender que você é ruim? Precisa de um celular para ver se vai chover; faz parte de uma das melhores equipes de F1 do mundo e não consegue sair da sombra dos outros; chora por qualquer coisa e por coisa nenhuma... Cresca, meu amigo. Enquanto isso não acontece, vá brincar de autorama com um bom menino, vá...

A propósito, comprei um kit desgraça: um boné seu, uma raquete de tênis do Guga, uma camisa do Flamengo e uma bandeirinha do PT. Só está faltando uma cuequinha de Deputado e uma mala de pastor, mas isso eu compro daqui a pouco... Se você quiser aulas de velocidade, existem duas velhinhas proprietárias de um Fusca aqui na minha cidade que podem ajudar.

Luis Eduardo Silva, Campo Grande/ MS
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Olá amigos do GP Total,

Tenho um amigo sueco que está muito interessado em saber sobre as duas Lolas T-70 que correram no Brasil no começo dos anos 70.Ele gostaria de saber quais os resultados que as Lolas tiveram antes de serem destruídas.Parece que este cara tem uma Lola T-70 de verdade, e é um grande fã do carro. Um abração.

Alexandre Fanteza, Pouso Alegre/ MG

Opiniões e Dúvidas dos Leitores 18.08.05
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Achei as declarações de Rubens Barrichello no programa Sportv e que foram publicadas no site do Grande Prêmio muito controversas. Falou que lutava de igual com Schumacher, mas era nítido aos olhos de todos que ele era limitado em quase todas as situações que lhe favoreciam. Espero que na BAR ele não assuma o compromisso de ser o sucessor de um ídolo, pois foi justamente isto que lhe prejudicou na Jordan em 1995. Espero que o ambiente que ele terá agora (anglo-nipônico) seja um estímulo à dedicação ao trabalho, pois trabalho desenvolvido pode ser um bom sinal de resultado garantido.

Marco Aurélio Godinho, Curitiba/ PR
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Prezados Amigos do GPTotal,

Realmente é um prazer muito grande ter a oportunidade e a honra de participar do um Site como o GPTotal!

Agradeço também as preciosas e esclarecedoras informações do Sr. Manuel Blanco, de modo especial, no que tange à BRM e seus Motores (H16 e V12). É louvável o
seu conhecimento sobre automobilismo de competição.

Gostaria também de fazer um humilde comentário, sobre os Motores V8, que, por força de Regulamento, voltarão a equipar os Carros de Fórmula 1. Evidentemente, temos que respeitar a enorme capacidade de desenvolvimento tecnológico da Honda (e de todas as outras Equipes também), mas gostaria de chamar a atenção, para o fornecedor de motores, quem sabe, com maior capacidade de desenvolvimento , tecnologia e experiência em motores V8, que é a Cosworth.

Creio que poderemos ter boas surpresas com os carros equipados com esta marca de motores em breve! De qualquer modo, no mínimo, será muito bom ouvir novamente o urro dos motores V8 na Fórmula 1.

Um grande abraço à Família GPTotal!

Atenciosamente,

Paulo C. Winckler, Porto Alegre/RS.
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Parabéns pelo site, sou leitor assíduo! Gostaria de saber... eu não me lembro bem da corrida, mas se é verdade que Piquet estava na liderança do grande prêmio da Austrália de 1989 quando bateu. Teria sido legal ver o Nelson vencer uma corrida com aquele motor de enceradeira (Judd). 

Ainda com relação a esta corrida, é bom lembrar que Senna sempre disse que teve o título de 89 roubado por causa dacorrida no Japão, mas ele e alguns de seus torcedores se esqueceram de esclarecer que, para ser campeão em 89, mesmo sem ter sua vitória roubada no Japão, Ayrton precisaria vencer também o gp da Austrália, e ele bateu lá. Então não seria campeão em 89. Abraços.

Marcus Corrêa, Uberaba / MG




Olá, Marcus. Não é verdade: Piquet estava no meio do pelotão quando aconteceu o acidente (bateu na traseira de Piercarlo Ghinzani, a quem não viu no meio da chuvarada). Abraços. (LAP)
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Edu, olha só: sinceramente, acho que ficar mais um ano como segundo piloto de Michael Schumacher não seria a melhor opção para Rubens Barrichello.

Rubens, nestes 12 anos de Fórmula 1, oscilou entre a promessa que foi até 1999. Mas, exatamente quando teve nas mãos o melhor carro da F1, tinha, por outro lado, como companheiro de equipe um piloto que, além dos resultados que teve, tinha a equipe toda montada da forma como desejava, e trabalhando prioritariamente para ele.

Esse piloto, apesar dos 36 anos de idade e 14 de Fórmula 1, com resultados que qualquer outro piloto levará anos para alcançar, não quer se aposentar. Ainda que contra a vontade da esposa, dos filhos, do pai e de toda a Alemanha. Mesmo que o mundo inteiro esteja cansado dele, e queira sangue novo. Mesmo que a equipe já não seja hegemônica e os resultados não estejam vindo. Vem pontuando consistentemente, é verdade, mas houve Indianápolis, onde as equipes Michelin não correram, e, principalmente, as quebras e azares de Kimi Raikkonen, que deveria estar já liderando o campeonato.

Então, para que continuar nessa situação por mais um ano? Se a equipe está ganhando todas, o alemão vai papar tudo e vão sobrar uns pirulitinhos para o menino esforçado, que está com 33 anos. Uma vitoriazinha aqui, outra ali... e que motivação você tira disso?


Dinheiro? Rubens está garantido, já ganhou dinheiro suficiente para curtir uma boa aposentadoria, e depois, se quiser, ainda pode se divertir com um salário decente com os Stock Cars. Pode ter sua própria equipe, fazer uma série de coisas, investir, ou simplesmente vestir o pijama e jogar videogame com seu dinheiro.

Mas, agora, ele quer embaralhar suas cartas e tentar correr por uma equipe que, mesmo sendo média, pode lhe proporcionar, imagino, o direito de correr livre, sem cláusulas contratuais que lhe proíbam de ultrapassar seu companheiro de equipe. Onde possa ter acesso ao melhor que a equipe puder oferecer em equipamento. 

Se não vencer, pelo menos estará correndo honestamente, e pelo menos o homem Rubens Barrichello, após 5 anos em que foi regiamente pago para ser um perdedor, para ser um segundo colocado, terá o direito de, dentro de suas possibilidades, fazer o melhor que puder, e poderá sair da Fórmula 1 de uma forma mais honrada, em vez de ter aquela imagem de Móveis e Utensílios por contrato.

Vamos deixá-lo tentar com a BAR, até porque ele não vai perder nada. Perde apenas a chance de vitórias eventuais, boa parte ganha de presente. Na Ferrari, ele jamais teria o melhor equipamento. Quando o alemão se aposentasse, a equipe provavelmente investiria num jovem promissor, com mais tempo para dar títulos e vitórias, e, sobretudo, com mais potencial comercial, coisa que Rubens, infelizmente, não tem, e é um fator fundamental para o sucesso de um piloto. E a hipótese de Schumacher lhe dar uma ajuda como a que Niki Lauda deu a Alain Prost em 1985 é impossível.

Além disso, ele deveria ter saído após o GP da Áustria de 2002, uma das maiores vergonhas que já testemunhei na F1. Demorou, mas agora tem a chance de caminhar pelas próprias pernas. Mesmo que sejam fracas.

Quanto a Felipe Massa, concordo: não vi nada em sua performance que faça com que seja mais do que um garoto. Não vi ainda resultados que mostrem que seja promissor, mas quem sabe ele não consegue alguma coisa. Pelo menos tem 24 anos... 
Mesmo assim, acredito que a Ferrari, com o ocaso de Schumacher, vai decair, porque os grandes impérios e hegemonias caem, e, pelo visto, a McLaren deve voltar com tudo...

Alexei, Belo Horizonte/ MG
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Pára tudo! A Alessandra está destruindo em suas colunas!! Essa mais recente está irretocável. Perfeita. Que discernimento! E como escreve bem essa moça! Sem desmerecer os demais, é claro, que também são ótimos, principalmente o Tite.
Alê (perdão pela intimidade), se fosse criança ainda, com certeza você seria um dos meus botões!

Parabéns Alessandra e GPTotal!

Abraços,

Sergio Dário Machado Junior, Vila Velha/ ES
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Panda, gostaria de lhe dar os parabéns pela sua ultima coluna intitulada “O real valor de Barrichello”. Até o momento é a mais lúcida opinião dada sobre o assunto. Apenas gostaria de fazer uma ressalva: além de patrocinador, o dono da Arisco é amigo pessoal do Nélson Piquet de longa data. 

E você Panda, tem razão novamente ao afirma que a troca de patrocínio da Arisco pela Pepsi foi (mais uma) atitude controvertida do Barrichello. Mas acho que existe uma palavra que define melhor a situação: ingratidão, pois se não fosse pelos milhões de dólares que a Arisco investiu na carreira do Rubens ele nunca chegaria à F-1. E como diz um velho ditado popular: “quem não tem gratidão não tem caráter”. 

Uma grande a abraço a todos do site, principalmente ao Ricardo Divila, que muito justamente, foi assunto de reportagem da 4Rodas esse mês. 

Wallace Michel, Goiânia/ GO
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Parabéns, Alessandra, mais uma vez você nos proporcionou ótimos momentos com a sua coluna “O que você vai ser quando crescer?” (10/08).

Sendo mais velho que os envolvidos, colunista, piloto, etc. pude relembrar nomes e refletir sobre a atual situação envolvendo o nosso ilustre piloto de F-1.

Misturar Zizinho, Chico, Tostão, Piquet, Ayrton, Dárcio, Christian, Rubão, Wilsinho, brothers Schumachers, Cafú, Copas do Mundo, karts e formula Ford, na mesma viagem, (não confundir com as viagens do Tite), me trouxe uma saudosa alegria de ter acompanhado tudo isso, e ótimos momentos de reflexão, alem de ter que concordar em 100% com as suas colocações. 

Obrigado mais uma vez. Beijo.

Romeu Nardini, São Paulo/ SP
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Por que essa cisma?

Eu acho o Rubens um ótimo piloto, sim, senhor, seu único problema foi o Ayrton morrer. Já pensou 150.000.000 (cento e cinqüenta milhões) de brasileiros olhando pra você e dizendo: Agora é sua vez de trazer o Caneco, vai lá, faz com essa tua Jordan o que o Senna fazia com a Lótus.

Isso para uma pessoa como o Rubinho é demais. Se o Ayrton não tivesse morrido, talvez ele tivesse encontrado o caminho vitória mais cedo. A carga emocional não seria dessa magnitude, mas ele morreu, né, fazer o quê? 

Lembrando que mesmo assim o Rubinho fez excelentes corridas (Donington 93, Interlagos e Aida em 94 não contam) Bélgica largou na Pole, Estoril, Inglaterra e muitas outras o Barrica foi muito bem. Porém em 1995 sua fragilidade se mostrou quando um vírus chamado Eddie Irvine apareceu e no melhor estilo Alain Prost minou todo o ambiente da Jordan, deixando Barrichello numa ilha de dúvidas, essas seriam a falta de resultados expressivos seguidos de constantes quebras de motor, uma cobrança muito grande de todos os brasileiros que o viam como um novo ídolo da nação. As críticas são normais, é claro, mas não vamos esperar dele performances estilo Ronnie Petterson, ou aquelas recuperações espetaculares que o Senna fazia (essas com um puta carro por sinal).

Alguém ai viu que eu não falei do Piquet? Pois é esqueci dele, assim como 99,9% da população brasileira se esqueceu a partir do GP do Japão de 1988. É fácil esquecer de um campeão quando se faz outro, não houve quebra de ritmo. Hoje, não se fala mais do Nelson, muito menos do Emerson e de sua coragem, e que coragem! Só se fala do Ayrton e do Rubinho. Esse impacto do Senna foi e é tão grande que muita gente nem quer saber da falar em Formula 1, tudo que se trata sobre o Rubinho a resposta é: Queria ver se fosse com o Senna.... essas coisas. 

Realmente, é difícil para um povo diferente como o nosso repentinamente deixar de ver a bandeira brasileira todo o domingo na telinha e ouvir aquela musiquinha que o Piquet estreou. Foram 7 anos sem isso. Façam uma volta no tempo e vejam quantos brasileiros estiveram lá, quantas promessas, quais deles se sobressaíram, façam as contas, vocês vão se surpreender.

Voltando ao Rubens. Ele não é, e nunca será campeão, Mas não está lá esse tempo todo por acaso. Ele é bom, sim, senhor, mas os tempos são outros, não adianta as viúvas dizerem que o Senna botava a faca nos dentes e ultrapassava os outros por onde dava, os tempos são outros. Naquela época se freava a 120 metros da curva, hoje se freia dentro da curva. Antes era na Pista, hoje é nos boxes. 

Na Ferrari, o Rubens aprendeu muito. Aprendeu com o Michael principalmente, aprendeu até a ser frio, se concentrar melhor. Só não aprendeu a ter sorte, e só agora aprendeu que não dá pra correr ao lado do Alemão. Antes tarde do que nunca. Ele vai pra BAR e lá vai ser feliz, assim como o Coulthard na Red Bull. Podem ter certeza que ano que vem o Rubens vai fazer uma boa temporada, lá o alemão é ele, Rubens Barrichello, não Ayrton...

Arthur Brendler, Recife/ PE
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Caro Pandini,

Uma pergunta cretina, mas necessária. Muito se escuta os choros do Rubens. Eu escutei falarem que na Ferrari tudo, sem exceção, tem o dedo do Schummy. Qual é o grau de verdade no que Rubens diz? Pergunto porque escutei, ou li, que até em determinados acertos de carro o Rubinho era/é impedido de usar. 

Lembro-me de um GP Brasil, de que o Schummy copiou o acerto de carro do Rubens. Tá certo que o Schummy tem privilégios, mas a esse ponto não pode ser comparado ao Dick Vigarista (com sorte)? Então seguindo esta tese, todas as vezes que o Rubinho esteve na sua frente foi meramente no braço, com um equipamento relativamente inferior. Desculpe minha ignorância de analisar os fatos assim. Eu sou fã/admirador do Rubens. Abraços. 

Eric Corradini, São Bernardo do Campo/ SP
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Se o Massa só tomou do Fisichella, e o Físico só toma do Alonso, o quê esperar do Felipinho?

Luiz Franco, Campos do Jordão/ SP
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Manuel, tuas colunas são realmente excelentes. Muito bom ver gente que manja de verdade sobre a história da F1, como o povo aqui desse site. A Matra, inclusive, foi parceira da quase pioneira equipe de F1 no Brasil, quando a FEI iniciou um projeto de monoposto para a temporada de 71 (salvo engano), onde usaria os motores franceses, inclusive com viagens do prof. Rigoberto Soler à França para desenvolvimento da parceria para o fornecimento dos engenhos. Pena que não deu certo... 

Grande abraço

Fabio Marghieri, Itu/ SP
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Vou ser um Galvão Bueno por um tempo e fazer algumas previsões. Rossi na Red Bull em 2007. Rossi na Ferrari em 2008 no lugar do Schumacher.

A Red Bull vai ser o vestibular de Rossi, para este se familiarizar com as largadas e pit stops, e corridas com um fórmula1, e já em 2008, estará na Ferrari.


André Leandro Scheffel, Novo Hamburgo/ RS


Opiniões e Dúvidas dos Leitores 17.08.05
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Saudações a Todos!

Edu, deve estar com muito ocupado com o trabalho ou pensando nas contas que chegam todo final de mês. Acontece com todos...

Em 1989, a dupla da Ferrari era Mansell e Berger; Prost ainda corria pela McLaren.

Mansell ganhou esta corrida nos treinos já que desde o primeiro dia procurou acertar o carro exclusivamente para a corrida. 

Arriscaria dizer que foi uma das maiores vitórias da carreira de Mansell. Pena que semanas mais tarde em Estoril voltou a fazer as tradicionais loucuras.

Paulo C Cicarello, Birigui/ SP




Oi, Paulo

obrigado a você e a todo os demais leitores que escreveram, reparando o meu deslize. O texto do Pergunte de 16/8 já está devidamente consertado.

Grande abraço (EC)
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Edu, muito legal sua coluna, até porque eu sempre achei o Mansell um piloto genial, um cara quase que ingênuo em relação ao automobilismo, provavelmente o último cara que parecia fazer aquilo por prazer, fosse qual fosse o carro.

Apenas uma correção: apesar de não me lembrar da corrida, acredito que houve uma confusão. Em 89 Prost e Senna ainda corriam juntos na McLaren, e Berger e Mansell eram companheiros de equipe na Ferrari.

Abraços,

Júlio Lima, Belo Horizonte/ MG
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Olá, amigos! Na coluna do Eduardo Correa de agosto, “Como deixei de odiar Mansell”, gostaria de retificar que, ao contrário do descrito no primeiro parágrafo, em 1989 Gerard Berger não era parceiro de equipe de Ayrton Senna na McLaren, e, sim, Alain Prost — lembre-se da colisão na penúltima prova daquele ano entre Senna e Prost, onde o J.M. Balestre deu o título para o narigudo.

Então esta prova na Hungria se ocorreu com os pilotos conforme descrito no texto do EC não foi em 1989 e sim em 1990.

No mais, parabéns ao site e contem mais sobre as décadas de 70 e 80, pois foram os melhores anos da F1 - na minha opinião. Abraços,

Arnaldo, São Caetano do Sul/ SP
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Opa!

Beleza, galera do GPTotal! Só estou escrevendo porque acabei de ler a carta do Leitor que pergunta sobre a corrida que Mansell fez na Hungria em 89.

Na resposta, diz que o Prost era companheiro de Mansell na Ferrari e Berger companheiro de Senna. Como eu tinha meus 8, talvez já 9 anos naquela época, eu certamente não lembro da corrida. Mas, lendo algumas coisas depois, informando-me sobre F-1, eu lembro que em 89, ano em que Prost foi tri-campeão, ele ainda estava na McLaren! 

Então pergunto: O que está trocado? O ano da corrida ou o nome dos companheiros de equipe?

Abraço, pessoal! 

Klauss P. Tofanetto, Blumenau/ SC
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Uma correção merece ser feita na matéria — a vitória do Leão na Hungria foi em 89 ou 90? Pela narrativa, dá a entender que ocorreu em 1990 — ano em que Berger havia se mudado para a McLaren, e Prost para a Ferrari. Em 89, essas posições estavam trocadas. 

Allan Guimarães, Campinas/ SP


Opiniões e Dúvidas dos Leitores 16.06.05
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E aí, pessoal do GPTotal!

Primeiramente gostaria de agradecer pela atenção que vocês sempre são a
todos os leitores. Tenho duas perguntas:

1 - A mudança para motores V8 de 2,4 litros vai ser benéfica para a Fórmula 1? A primeira vista isto parece um retrocesso, já que vários carros esportivos que são vendidos na Europa utilizam o motor V8 há muito tempo.

2 - As vantagens que Frank Williams e Patrick Head falaram de usarem Cosworth (por ser a única fornecedora a usar V8 atualmente, conhecer profundamente motores V8 na Fórmula 1, estar trabalhando no V8 desde o ano passado, chegando a 20.000 RPM no dinamometro, etc.) para o ano que vem são verdadeiras?

Qual a opinião de vocês com relação a estas duas questões? Obrigado pela a atenção!!

Luiz Eduard, Pará de Minas/ MG




Olá, Luiz. Vamos lá: 1) Não vejo como um retrocesso, e sim como maneira viável de dar um corte na escalada de potência dos atuais motores. Como em outras vezes, boa parte do efeito desse corte vai ser anulado em pouco tempo, devido à capacidade dos projetistas e engenheiros de descobrir maneiras de tornar os carros mais rápidos. Mas assim vem sendo durante toda a história da F 1. Lembre-se que o motor não é o único componente que influencia no desempenho de um carro: também contam inúmeras variáveis, como chassi, suspensão, câmbio, materiais utilizados, aerodinâmica e pneus. 

Um motor de menor cilindrada ou com menos cilindros não é necessariamente menos potente que outro cujos números sejam maiores. O motor BMW turbo que equipava a Brabham de Nelson Piquet em 1983 desenvolvia nada menos que 1.200 cv (estimados) em configuração de classificação. Tinha 1,5 litro (medida regulamentar), mas apenas quatro cilindros em linha. E brigava de igual para igual com os V6 da Renault e da Ferrari. Como curiosidade, vale mencionar o motor do Porsche 917/30 que competiu na Can-Am em 1973: 12 cilindros contrapostos, 5,4 litros, 1560 cv de potência registrados no dinamômetro. Nas corridas, o motor foi configurado para render até 1.100 cv, em nome da resistência.

2) Boa parte dessas "vantagens" são muito mais suposições e palavras bonitas do que vantagens efetivas. É bom lembrar que a Cosworth não tem mais a Ford injetando dinheiro para desenvolver os motores. Creio que as primeiras corridas de 2006 vão mostrar que a realidade da Williams não deverá ser tão rósea assim. Abraços. (LAP)
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Edu, talvez o Rubens Barrichello esteja certo indo para a BAR. O Alemão está perto da aposentadoria, e ele teve a certeza que a Ferrari não apostaria nele para ser o seu piloto 1A, já que a ida do Valentino Rossi para a equipe parece coisa certa. Continuar escudeiro a vida toda, ainda mais que ele também já está perto de sua aposentadoria, seria demais. 

Na BAR, ou seja lá em outra que equipe que fosse, pelo menos ele tinha a certeza que não seria um piloto escudeiro. O Felipe Massa ao contrário, não tem nada a perder, assim como o Barrichello não tinha quando foi para a Ferrari. Fazendo bem o seu papel, sabe que terá vida longa na Formula 1, ao contrário de muitos brasileiros que tentaram a sorte na categoria. A BAR desde que foi comprada pela Honda, vem crescendo a todo ano, e pode sim ser uma equipe de ponta e ter um carro competitivo. A decisão do Rubens foi correta.

Fernando Eduardo Macedo Marques, Niterói/ RJ
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Caro colega Nailton Sampaio dos Santos, Salvador/ BA, 

Olha, costumo sempre respeitar a opinião alheia, mas nessa você pisou na bola. Falar que o Barrichello não é de nada? 

No meu ponto de vista, não concordo. E por um simples motivo: esquecendo os pilotos que trouxeram títulos ao Brasil, os ONs Ayrton, Nelson e Emerson, qual o piloto brasileiro que mais ficou na F1 recente? Uns dizem que foi por sacanagem, outros que foi por dinheiro. Cada um tem seu motivo, mas quero chegar em: primeiro, para você poder criticar alguém, tem que fazer melhor. Vai lá, pega a Renault e põe o Thiago Monteiro na Minardi. Vê quem anda mais. Os vinte titulares são os que de melhor têm no mercado, está certo às vezes também tem dinheiro, mas em sua maioria os caras são os melhores. Infelizmente temos hoje temos que abaixar a cabeça, pois o N°1 atual é alemão.

Desculpe-me, mas às vezes não dá pra controlar... sua opinião é válida segundo seu ponto de vista. Apenas não concordo. Abraços.

Eric Corradini, São Bernardo do Campo/ SP
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