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11.08.11 - Roberto Agresti |
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17.05.11 - Eduardo Correa |
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18.09.09 - Luis Fernando Ramos |
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12.12.08 - Alessandra Alves |
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27.10.08 - Luiz Alberto Pandini |
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29.07.11 - Carlos Chiesa |
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21.09.09 - Ernesto Rodrigues |
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| Opiniões e Dúvidas dos Leitores |
31.05.05 |
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Tenho uma dúvida que me persegue há tempos. É comum ouvirmos: “o chassis da Renault é ótimo” ou “O chassis da ... torce muito”, e aí está a dúvida: os F1s têm realmente um Chassis?
Serei mais claro. Um carro de Stock Car tem um chassis tubular, um F1 antigo, como o FD002 (que estava no salão do automóvel), tem um chassis de alumínio e honeycomb (é isso?). Os F1s atuais têm uma célula de sobrevivência (monocoque) em fibra de carbono e nela se agregam todas as outras partes: tanque de combustível (integrado) depois motor, depois cambio e suspensão traseira, que são ancorados no motor e no próprio cambio; Na frente, temos a suspensão dianteira e o bico, todos conectados à célula de sobrevivência. Por fim temos os radiadores na lateral e o assoalho por baixo e as carenagens para cobrir tudo. Então, cadê o chassis propriamente dito? Eu entendo que o chassis se resume a célula de sobrevivência. É isso mesmo?
Abraços,
Bernardo Oliveira, Natal/ RN
O chassi hoje em dia é virtual e corresponde à estrutura do veículo mais os elementos de suspensão, direção, freios e rodas. Além disso, quando se fala em chassi nesse contexto, estamos nos referindo a tudo isso, em conjunto. A célula de sobrevivência não é o chassi, mas parte dele, parte de toda a estrutura do carro.
Abraço,
Bob Sharp
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Gostaria de saber se a suspensão usada pelos carros da Fórmula 1 hoje em dia é melhor ou mais eficiente do que a suspensão eletrônica (ou ativa) usada pelas Williams fw14 e 15 nos anos 90
Humberto Michels
A suspensão ativa é superior do ponto-de-vista de reagir em tempo real às necessidades de rodagem de um F-1, como nas acelerações, freadas e nas curvas, todos casos de enorme transferência de peso de um eixo para outro ou de uma roda para outra. Na suspensão "passiva" todos os parâmetros são fixos e por isso o acerto é mais difícil. Mas os resultados do desenvolvimento são espetaculares e mesmo com pneus com desenho (slick antes), os carros estão chegando a aceleração lateral de 4 g.
Abraço,
Bob Sharp
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Olá amigos do Gptotal.
Respondendo à pergunta feita por vários leitores, foram 17 pilotos brasileiros que correram nas 500 milhas de Indianápolis. Aqui estão eles:
-Emerson Fittipaldi
-Raul Boesel
-Maurício Gulgelmin
-André Ribeiro
-Nelson Piquet
-Christian Fittipaldi
-Roberto Moreno
-Afonso Giaffone
-Felipe Giafonne
-Gil de Ferran
-Helio Castroneves
-Airton Daré
-Bruno Junqueira
-Tony Kanaan
-Marco Greco
-Vitor Meira
Espero ter colaborado. Abraços.
Fabio Henrique de Oliveira Rodrigues, São Paulo/ SP
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Acho que posso ajudar um pouco na dúvida do Ciro Jaco Volkweis e de outros leitores, sobre o número de brasileiros na Indy.
Se for considerar o que antigamente era chamado por aqui de Fórmula Indy, hoje F-Mundial ou Champ Car, foram 21 brasileiros. Uma lista mais detalhada, atualizada no final de 2004:
1°) Emerson Fittipaldi (SP) - 1.521 pontos, 195 GPs, 22 vitórias, 17 pole-positions, 65 pódios, 1 título: 1989, 13 temporadas
2°) Gil de Ferran (SP) - 864 pontos, 129 GPs, 7 vitórias, 16 pole-positions, 34 pódios, 2 títulos: 2000 e 2001, 7 temporadas
3°) Bruno Junqueira (MG) - 774 pontos, 71 GPs, 7 vitórias, 7 pole-positions, 26 pódios, 4 temporadas
4°) Raul Boesel (PR) - 735 pontos, 172 GPs, 3 pole-positions, 8 pódios, 13 temporadas
5°) Christian Fittipaldi (SP) - 671 pontos, 135 GPs, 2 vitórias, 1 pole-position, 20 pódios, 8 temporadas
6°) Cristiano da Matta (MG) - 520 pontos, 79 GPs, 11 vitórias, 7 pole-positions, 18 pódios, 1 título: 2002, 4 temporadas
7°) Maurício Gugelmim (PR) - 440 pontos, 147 GPs, 1 vitória, 4 pole-positions, 8 pódios, 8 temporadas
8°) Roberto Pupo Moreno (DF) - 437 pontos, 118 GPs, 2 vitórias, 3 pole-positions, 12 pódios, 9 temporadas
9°) Tony Kanaan (BA) - 389 pontos, 94 GPs, 1 vitória, 4 pole-positions, 6 pódios, 5 temporadas
10°) Hélio Castro Neves (SP) - 354 pontos, 79 GPs, 6 vitórias, 7 pole-positions, 10 pódios, 4 temporadas
11°) Mário Haberfeld (SP) - 228 pontos, 35 GPs, 2 temporadas
12°) André Ribeiro (SP) - 172 pontos, 68 GPs, 3 vitórias, 2 pole-positions, 4 pódios, 4 temporadas
13°) Alexandre Sperafico (PR), 47 pontos, 10 GPs, 2 temporadas
14°) Tarso Marques (PR) - 23 pontos, 24 GPs, 3 temporadas
15°) Gualter Salles (RJ) - 22 pontos, 49 GPs, 2 temporadas
16°) Max Wilson (SP) - 12 pontos, 15 GPs, 1 temporada
17°) Marco Greco (SP) - 7 pontos, 40 GPs, 4 temporadas
18°) Luiz Carlos Garcia Júnior (DF) - 6 pontos, 31 GPs, 3 temporadas
19°) Nélson Piquet (DF), 01 GP, sem pontos
20°) Chico Serra (SP), 01 GP, sem pontos.
Total de pontos: 7.227 pontos, 1.490 GPs, 61 vitórias, 70 pole-positions e 211 pódios.
P.S.: A lista ainda não contem o nome de Ricardo Sperafico, que estreou neste ano. A fonte é http://www.portalbrasil.net/.
Já nas 500 Milhas de Indianápolis participaram 16 brasileiros (essa inclusive foi a pergunta da promoção que rolou durante a transmissão da Indy 500 na Band. Se não fosse aquele telefone dar sempre ocupado!).
A lista: Emerson Fittipaldi, Raul Boesel, Roberto Moreno, Nélson Piquet, Marco Greco, Maurício Gugelmin, Gil de Ferran, Christian Fittipaldi, André Ribeiro, Affonso Giaffone, Airton Daré, Helio Castroneves, Felipe Giaffone, Bruno Junqueira, Tony Kanaan e Vítor Meira.
Os brasileiros que participaram da IRL IndyCar vou ficar devendo. Provavelmente são 7, já que todos que alinharam pro grid da Indy500 a partir de 1997 entram nas estatísticas da categoria. Só não sei se houve algum outro que não participou desta prova, mas esteve presente em alguma outra etapa da Indy...
Abraços,
Renan Frade, São Bernardo/ SP
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Aos que queriam saber quantos brasileiros já correram na F-Indy: segundo o próprio site das 500 milhas de Indianápolis, 16 brasileiros já participaram da prova. Aliás essa foi a pergunta da Band na corrida, valia um capacete do Tony Kanaan e um DVD, pena que demorei...
De qualquer modo, se a pergunta inclui a F-Cart, teríamos de acrescentar pelo menos mais 2 nomes: Cristiano da Matta e Tarso Marques. Então já seriam 18. Alguém sabe de mais algum?
Rubergil Jr., Campinas/ SP
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Me perdoem os fãs do Schumacher, mas esse comentário atribuído ao Prost, de que os títulos do alemão deveriam valer menos, é bem engraçado ...
Marcelo Ramos, Rio de Janeiro/ RJ
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Olá, Gepetos.
Estava eu assistindo o programa Linha de Chegada pela SporTV nessa Terça-Feira, 24/05. Um dos convidados do programa era o Organizador do GP Brasil de F1 (que agora me faltou o seu nome, mas me parece ser Húngaro ou algo do tipo) falando sobre o GP, Barrichello essas coisas. Até que finalmente em um dos teipes da corrida de 2004 surge o comentário do nosso querido (de verdade) Reginaldo Leme: “Eu acho o Esse do Senna perfeito. Muita gente criticou as reformas em 89, mas eu acho perfeito”. “Realmente (esse primor veio do também querido Lito Cavalcanti), inclusive o Ron Dennis disse que o traçado hoje é perfeito para a F1”. (que isso!)
Enfim, realmente falaram maravilhas do novo traçado, numa delas foi considerado até boas as condições do Asfalto (acreditem se quiser!!! ), dizendo que os circuitos, ou são bump ou são bump. A única verdade dita foi que as nossas instalações são melhores que a de Silverstone. (ao menos isso).
Agora vem a controvérsia. Lembro me bem que nesse mesmo programa, (muito bom por sinal, quem puder assistir, é uma ótima oportunidade para conhecer melhor o automobilismo em geral) se não me engano, ano passado, eram os convidados, Wilson Fittipaldi Jr., Felipe Massa e Byrde (também me faltou o primeiro nome) esse era piloto de DKV e Karman Guia nos anos 60.
Após muitos assuntos, foi citado o autódromo de Interlagos. Byrde, literalmente chateado fala: “O Ayrton Senna que me desculpe, mas destruíram o autódromo de Interlagos, de verdade acabaram com o traçado”. “Realmente (Wilson agora) acabaram com a Curva do Sol. Que saudades da Ferradura”. Reginaldo e Lito também pareciam chateados. Parecia um protesto em favor do antigo traçado. Lito Cavalcanti mandou uma tipo: “As curvas 1, 2 e 3 estão completamente abandonadas”. Reginaldo Leme: “A 3 era incrível”. “O traçado hoje esta muito travado (Wilson de novo), o único ponto de ultrapassagem é na freada do Esse”. “A pista é um Kartódromo gigante” (essa do Felipe Massa). Senti um ar de comoção no programa.
Enfim. Será que o Reginaldo e o Lito estavam fazendo o marketing de Interlagos nesta terça-feira. (Realmente, puxaram o saco mesmo!). Será Reginaldo Leme mais uma Viúva do Senna? Ou terá ele um tremendo mau gosto?
Só falta agora chamar o César Maia para o programa e dar um troféu a ele por modernizar (ou acabar) com Jacarepaguá. Que falta de tradição, meu Deus, só faltava encontrar com o Silvio Berlusconi e apoiar a demolição do Anel de Monza. No dia em que os Reginaldo e Lito derem uma volta no Nordshleiff (Longo Nurburgring) e sentirem o fantasma do Fangio por lá, vão mudar as opiniões deles rapidinho (não é Lito?)
Nada contra Reginaldo Leme e o Lito Cavalcanti, por sinal, gosto muito deles, de verdade mas essa de Interlagos foi mancada braba. Um abraço a Todos.
Arthur Brendler, Recife/ PE
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Estava lendo algumas perguntas e respostas quando reparei que pode ter
havido algum engano.
Em 1.983, participei do campeonato de Divisão 3 e eram só fuscas. Existia a Hot Car, que tinham passats, gols, voyages, existia também a Classe C, que eram os opalas, categoria inferior à Stock Car. Houve provas que juntaram todo mundo. Divisão 3, CLasse C e Hot Car, para dar grid.
E é verdade, a Globo prometeu uma série de coisas prá nós e não cumpriu. Era a Taça Globo de Hot Car. Convidaram a gente (os fuscas), mas depois não bancaram nada do que prometeram. Nos devem dinheiro até hoje. Nem premio de largada, nem nada!
Andavam: Toninho da Mata, Coruja, Benavides, Camilinho, Amadeu Rodrigues, Tide Dalecio, Ricardo Mogames, Bruno, Ferraz, Sueco, Lindau, Edson Yoshikuma, Luiz Pankovskis, Orlandinho, Duran, Walter Corsi, e muitos outros.
Tinham os fiats 147 (largavam e chegavam todos juntos, um bolo só). Tinha a fórmula fiat (Zé David, Cristina Rosito). Tinha a 5.000, com os Galaxi, Maverik e Dodge, pelo externo. (Marazzi, Caligula).
Luiz Carlos da Silva Júnior, Santa Cruz do Rio Pardo
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Já escolheu para quem torcer neste campeonato? Michelin ou Bridgestone?
Antes, gostaria de uma explicação:
Por que fazem circuitos em que é praticamente impossível fazer ultrapassagens em nome da segurança e permitem rodar com pneus que nem os Detrans o fariam?
Qualquer dia destes resolvem implementar quebra-molas ou quem sabe aqueles radares que pipocam nas estradas brasileiras.
Edmilson Fidelis, Belo Horizonte/ MG
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Panda,
Essa nova regra dos pneus, que agora se limitam a um jogo por corrida eliminou a regra antiga que dizia que os pneus deveriam terminar a disputa com um limite de desgaste dos sulcos (não sei quantos milímetros de altura) ou a turma anda fazendo vista grossa para o estado dos pneus a cada final de prova? Porque daqui o que eu vejo é que a maioria dos carros chegam ao final da prova com pneus lisinhos, lisinhos.
Um grande abraço, parabéns pelo site.
Bernardo Pinto, Aracaju/ SE
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E ainda tem gente que discute quem é o maior piloto de todos os tempos.
Jacarepaguá: moradores fazem manifesto
Warm Up
Os moradores e comerciantes do bairro de Vila Autódromo marcaram para a tarde desta quinta (26), às 15h (de Brasília) uma manifestação em frente ao circuito de Jacarepaguá para protestar da medida do prefeito Cesar Maia, que pretende despejá-los e demolir imóveis e estabelecimentos para construção das obras dos Jogos Pan-Americanos de 2007.
A prefeitura carioca pretende fechar o Autódromo Nelson Piquet em 1º de junho para começar a erguer as instalações que servirão de parte da competição poliesportiva. Para tal, preferiu evacuar a área ao lado do circuito. As obras estão atrasadas. A CBA deve intervir na questão, já que não deu aval para sua realização, conforme estabelece a lei.
Marcelo Arruda, Sobradinho/ DF
| Opiniões e Dúvidas dos Leitores |
30.05.05 |
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Olá pra todo mundo do GPTotal!
Obrigado pela publicação do que escrevi no “Friends”!
Sobre o que o Manuel Blanco escreveu dos retrovisores, eu desconhecia que já havia Rolls-Royces com o espelho logo no início do século.
Talvez Ray Harroun seja apontado como o criado do retrovisor por as 500 Milhas ter uma visibilidade muito grande, e seus organizadores saberem explorar muito bem o passado tradicional da prova. Já a Rolls-Royce (ou qualquer outra fabricante) nunca fez alarde sobre isto...
É isso aí, vivendo e aprendendo!
Abraços,
Renan Frade, Santos/ SP
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Sobre o Marco Campos:
Era um dos pilotos que saíram direto do Kart para a F-Opel em 1994, sendo campeão pela Draco Motorsports. A Draco rumou no ano seguinte para a F3000, onde a equipe foi uma das poucas a assinar contrato com os chassis Lola que voltavam a categoria. Marco cravou vários bons lugares de largada mas não conseguia boas posições finais, ficando na historia o final da prova em Enna Pergusa, onde vinha em 4º e o motor quebrou a três curvas do final.
Na prova final do campeonato em Magny Cours, Riccardo Rosset, um dos brasileiros na F3000 naquele ano, junto com Marcos Gueiros e Tarso Marques, deu uma entrevista em que disse que havia falado com Marco antes da prova e que ele se sentia muito pressionado, pois não tinha lugar ainda para 1996. Na ultima volta do Gp, ele lutava pelo oitavo lugar com um piloto, não me recordo se o Tomas Biaggi, e tocou a roda dianteira esquerda na traseira direita do piloto a frente, voando por cima do carro dele e caindo, infelizmente de cabeça para baixo exatamente em cima do guard rail próximo ao grampo Adelaide, caindo mesmo assim com o carro na posição normal e atravessando o grampo.
A mídia brasileira, a pedido dito na época da família, o que depois não foi confirmado, só liberou as imagens do acidente após ser declarada a morte de Marco. A TV argentina, a qual tenho acesso por morar na fronteira dos países, mostrou no mesmo dia. Marco teve sérias lesões neurológicas e ficou em coma por três dias, até a família autorizar o desligamento das maquinas. Era um grande talento e tinha grandes admiradores, como por exemplo Flavio Briatore. Mas nos deixou antes do que devia.
Abraços.
Roberto Taborda, Uruguaiana/ RS
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Bem, vi que alguns leitores disseram que o Ralf deu uma de Senna e bateu sozinho em Mônaco, então pergunto: qual piloto seria o mesmo Senna com 6 vitórias no principado (sendo 5 seguidas) e se não fosse esse acidente seriam 7 vitórias seguidas em 10 participações.
Quanto à punição ao Alonso por ultrapassar o pole pergunto também: por que o Schummy não foi punido no Brasil 94, já que também ele ultrapassou o o pole, e ficou boa parte da volta de apresentação em primeiro.
Em relação à corrida e à temporada, está sendo divertido ver as Ferrari lá trás, e ainda tem gente que diz a se o Schummy tivesse de Michelan, o que houve não basta ter uma empresa do porte da Bridgstone trabalhando só pra ele, tem que ter o melhor pneu o tempo todo? Acho que a Brigdstone está pagando pelo que fez ao favorecer o tempo todo à Ferrari, pois até mesmo a McLaren, equipe pela qual chegou a F-1, ela deixou na mão e não fazia os pneus com as características pedidas sob a alegação de nosso melhor produto é o desenvolvido pela Ferrari.
O Kimmi esta pilotando muito, o carro está muito bom, porém o Alonso está se superando mesmo com os recentes problemas da Renault, e isto promete uma briga dos infernos pra o final da temporada. Sem contar que o alemão e a Ferrari podem sem dúvidas se recuperar e botar mais calor nesta temporada.
O Villenueve foi de uma estupidez sem tamanho, e acabou prejudicando toda sua equipe.
Mas gostei mesmo foi de ver as Minardis a frente das Jordans, isso é uma recompensa pra equipe mais simpática e determinada da F-1, só correr com um orçamento menor que o salário do Schummy, sem fechar, isso é que competência!
Só pra completar: ano passado a Ferrari tinha o melhor carro e o Schummy venceu tudo (com justiça) e todos ficavam abismados com seu desempenho, mas agora que os outros vencem - e também de forma brilhante, e não vejo as pessoas falando a mesma coisa, dizem que é o carro que bom, que o pneu da Ferrai não presta.
Vamos dar os devidos méritos para outros pilotos, que estão vencendo por terem um bom carro, estarem em uma boa equipe, mas também por estarem sendo muito competentes e terem desenvolvido um bom projeto.
Posso até me queimar, mas desde Ímola, quando o Schummy realmente fez uma puta prova, acho que o duo Kimmi-McLaren é que está mandado na F-1, e aposto nele como campeão.
Manoel Nunes, São Luís/ MA
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Olá, Manuel. Apenas uma correção: a Bridgestone não chegou à F1 pela McLaren. A primeira equipe a adotar os pneus da marca foi a Arrows, que iniciou os testes ainda em 1996 para que os pneus fossem usados a partir de 1997. Outras equipes, entre elas a Stewart, também usaram Bridgestone em 1997. A McLaren, porém, só os adotou em 1998.
O primeiro GP que contou com pneus Bridgestone, porém, aconteceu muito antes disso. Foi o do Japão de 1976, em que alguns pilotos locais (entre eles Kazuyoshi Hoshino, que chegou a andar em terceiro lugar) usaram os pneus da marca em seus carros.
Quanto ao "se", não é saudável entrar nessa discussão. Afinal de contas, Michael Schumacher liderava tranqüilamente o GP de Mônaco de 1993 quando teve que abandonar por causa de um vazamento de óleo. Só então Senna assumiu a liderança da corrida. "Se" não fosse por essa quebra, o placar de vitórias em Mônaco seria exatamente o contrário do atual: Schumacher 6, Senna 5. Abraços. (LAP)
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Quantos brasileiros já participaram da fórmula indy?
Cirio Jaco Volkweis, Porto Velho/RO
Também enviaram pergunta semelhante os leitores Gabriel Dremiski, de Irati (PR), Daniel Moura, do Rio de Janeiro (RJ), Wagner, de Curitiba (PR) e Ronaldo.
O número de brasileiros em Indy é grande e não sabemos precisar no momento. Vamos aguardar pela ajuda dos leitores. (EC)
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Ai vai uma dica de site para os fãs de estatísticas de f1: http://chicanef1.dyndns.org/
Tem tudo quanto é estatística de todas as corridas de f1 até hoje e dados das carreiras de praticamente todos os pilotos e equipes que já passaram pela F1.
Emerson, Sapiranga/ RS
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Concordo plenamente com esta opinião sobre o piloto alemão, a única coisa que provou até agora é que sabe ser competente ao reunir profissionais à sua volta para servi-lo. Na pista, nunca provou nada. Acompanho a F1 desde 1980, com Piquet, e repito, vi muita coisa maravilhosa nestes anos todos, porém se não me engano foi o Allan Prost quem disse que os títulos do alemão deveriam valer menos,concordo e repito, o alemão é a maior mentira da história da F1.
Carlos Moura, São Caetano do Sul/ SP
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Galvão Bueno é o melhor narrador do Brasil!
Luiz H. Bosse, Itajaí/ SC
| Opiniões e Dúvidas dos Leitores |
27.05.05 |
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Ao leitor Elton da Costa,
O piloto Marco Campos morreu na última prova do campeonato de F3000 (acho que europeu), de 1995 na pista de Magny Cours, na França. O piloto perdeu o controle do carro do final da reta que antecede a curva adelaide (o grampo que exige freada bem forte por ser depois de um trecho de velocidade elevada).
Na época, vendo pela TV as imagens do acidente, o carro bateu violentamente no guard-rail, sendo que o piloto foi bastante infeliz por ter batido literalmente de mal-jeito na barreira. A impressão que tive foi que o pescoço do piloto sem um apoio adequado chicoteou de forma abrupta com o impacto tendo então lesões que causaram, após alguns dias seu falecimento.
Quando fiz em 2002 meu curso de formação para agente de trânsito descobri que tal fenômeno chama-se efeito chicote. Nos carros de rua é fundamental então apoio para cabeça para todos os passageiros, bem como os bebês que têm estrutura óssea muito frágil, devem ser colocados em cadeirinhas especiais, afiveladas pelo cinto de segurança, e contrárias ao deslocamento do veículo.
José Everson de Abreu, Vitória/ ES
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Concordo que a F1 está muito politicamente correta. Tudo muito escondido, mais do que seria necessário. Declarações falsas, falta de críticas aos pneus, às estratégias, às pistas. Os pilotos concordaram em serem amordaçados pelos contratos milionários. Bons tempos em que se falava o que se deve falar, para nossa delícia.
Mas temos que convir que o Sapateiro não ganharia com tanta moleza os 7 campeonatos, se não fosse ajudado em muitas provas pela subserviência de Barrichello.
Passá-lo na última prova foi como a história do cara que aqueceu a cobra quase morta junto ao peito para depois ser mordido por ela.
O problema é que mesmo que Barrica chute o pau da barraca, não vai conseguir muita coisa da Ferrari, que deve muito ao Schumi.
Nunca gostei de corridas em Mônaco e naquelas pistas de rua norte-americanas onde os boxes é que decidem, mas esta última foi muito boa, para minha surpresa.
Marcilio - paulistano e são-paulino.
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Olá, pessoal.
Sou eu que estou com o pé atrás em relação a FIA, ou algumas partes do questionário são pegadinhas?
Um abraço.
Ricardo, Campinas/ SP
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Alguém pode me explicar por que o Barrichello reclamou da ultrapassagem que Schumacher fez sobre ele, na ultima volta do GP de Mônaco?
Paulo Bitencourt, Poá/ RS
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Caros amigos do GP total descobri hoje por um acaso que uma página, que já foi citada por várias vezes aqui por conter preciosos videos da F1 foi retirada do ar ou proibida de postar os tais videos, e adivinhem por quem? Isso mesmo pelo todo poderoso da F1 o senhor Bernie Ecclestone. O endereço desse site está a seguir para vocês conferirem:
http://www.formula1news.it/dati/video.htm.
Vitorio Roman, Lagoa Vermelha/ RS
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Amigos, por favor, não percam a atual coluna de Edgard Mello Filho no grande prêmio. É de arrepiar!
Abraços.
Márcio Madeira da Cunha, Nova Friburgo/ RJ
| Opiniões e Dúvidas dos Leitores |
26.05.05 |
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Oi amigo Edu, tudo bem por esses lares?
Muito legal o "friends" do Renan. Observo que, novamente, se cita o tal Ray Harroun como "criador" do espelho retrovisor. Possivelmente, você lembre que, com motivo daquela coluna da Alessandra: "a formula 1 não serve para nada", onde ela cita o caso de Harroum, eu já comentei que os tais espelhos equipavam alguns carros desde alguns anos antes. O Claudio Habara, confirmou a história do Harroun.
Porém, faz alguns dias, assisti na TV um documentário sobre o século XX, onde, como uma curiosidade, se citava que os espelhos retrovisores haviam sido criados em 1904. Tentei encontrar alguma fotografia que confirmasse isso mas, não consegui. Contudo, achei uma de 1909 e outra de 1906 onde pode ver-se que o Rolls-Royce da época já equipava retrovisores.
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| Rolls-Royce 1909 com espelhos retrovisores |
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Talvez a história do Harroun popularizou-se graças à megalomania americana que tenta atribuir-se tudo e, que no pior dos casos, acaba convencendo a todos.
Grande abraço,
Manuel Blanco
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Caro LAP,
Gostei muito da sua coluna, mas você se esqueceu de mencionar o piloto mais sujo que já surgiu no automobilismo nacional: Paulo Gomes.
Desde menino eu tenho raiva do Paulão. Lembra quando ele corria de opalão stock car, com o patrocínio da Coca-cola, que sempre tirava os outros da pista? É impressionante como não era punido, e sinto vergonha de olhar a listas dos campeões de stock e ver o nome dele. Acho que o grande Ingo deve se sentir envergonhado também.
O mais impressionante ainda é que depois de velho voltou a correr e voltou a se meter em confusões na pista. Ô pilotinho de m...
O Paulão deve ser filho de alguém muito importante ou tem muita $ para cobrir suas sujas manobras. Fora Paulão! Vá para o inferno jogar o carro pra cima do diabo!
Abraços,
Max, Salvador/ BA
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O Brasil é tão considerado na Fórmula 1 que o site da FIA, onde tem a pesquisa para a temporada de 2006, não tem tradução para o português. Tem até a Indonésia, Grécia, Polônia, Rússia...
É, realmente, após a morte de Ayrton Senna e a saída do Piquet da Fórmula 1, o Brasil perdeu e muito. Acredito que até daqui uns dois anos não teremos nem mais o GP do Brasil.
Andre Leandro Scheffel, Novo Hamburgo/ RS
| Opiniões e Dúvidas dos Leitores |
25.05.05 |
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A introdução da coluna do Ernesto é algo pra se guardar. Irretocável. Senna e Piquet foram os pilotos que mais gostei de ver ao volante, e tive o prazer de torcer intensamente por eles. E não podemos esquecer mestre Fittipaldi. Mestre é mestre. Pode-se discutir quem foi o melhor, mas é ridículo negar a genialidade de ambos quando o assunto era pilotar carros de corrida.
E sobre o trecho do livro aqui reproduzido, realmente é poético. Reservo-me apenas o direito de discordar do aforismo Schumacher aposentou Piquet. Isso é tão verdadeiro quanto dizer que Emerson deu o título ao Rindt, em 1970.
Se Schumacher teve alguma participação na aposentadoria de Nélson, foi de forma passiva, ao ser colocado no lugar de Moreno. Piquet estava de saco cheio da F-1, e meses depois teve um encontro com o muro de Indianápolis.
Quem tiver, como eu tenho, as gravações das corridas de Piquet ao lado de Schumacher, vai ter que concluir que Nélson tinha muita lenha pra queimar ainda. Basta reparar o intenso pega travado com o próprio Schumacher, debaixo d’água, na primeira volta de Adelaide e vencido por Piquet.
Aliás, quando a corrida foi interrompida, Nélson estava em segundo na pista (não na classificação, da volta anterior). Atrás apenas de Senna.
Abraços a todos,
Márcio Madeira da Cunha, Nova Friburgo/ RJ
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Bom dia, Pandini!
Seu texto resposta ao Luiz Eduard Jogo dos Sete Erros foi muito interessante mas achei totalmente desnecessárias as duas últimas linhas. Creio que estragou o texto inicial. Grande abraço.
Rodrigo, São Paulo/ SP
Por quê, Rodrigo? Seja mais explícito. No que incomodou, exatamente? Mexi com alguém que não devia? Não citei nenhum nome... Será que a consciência das pessoas anda tão pesada assim?
Abraços. (LAP)
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Baixei um documentário sobre a temporada de formula 1 de 1982 todo em inglês. Com o meu conhecimento de inglês bastante humilde ouvi algo como o piloto Carlos Reutemann ter saído da formula 1 porque foi se alistar na força aérea argentina.
Isso aconteceu depois do Gp da África do Sul que abria o campeonato com Reutemann chegando em terceiro.
Gostaria de saber se isso é verdade mesmo. E se não for, qual foi o destino desse grande piloto argentino ? que pelo que sei não retornou mais a competições.
Eloi de Abreu Jr., Volta Redonda/ RJ
Não procede, Eloi. Reutemann deixou a F 1 porque a chama havia apagado para ele. Nos anos seguintes, porém, ele disputou uma ou outra corrida (notadamente o Rali da Argentina, etapa do Campeonato Mundial, tendo terminado em terceiro lugar em 1985, pilotando um Peugeot 205). EM seguida, entrou na política e, sempre concorrendo pelo Partido Justicialista (peronista), se elegeu duas vezes governador e uma vez senador por sua província (o equivalente aos nossos estados) natal, Santa Fé. Nas duas últimas eleições presidenciais da Argentina, Reutemann foi um dos pré-candidatos. Abraços. (LAP)
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Fazendo uma correção no texto do Bruno Pagiola, o acidente envolvendo o Marcos Campos (que era tido como uma boa promessa) ocorreu na França no circuito de Magny Cours.
José Roberto de Souza, Maracaí/ SP
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E aí, Eduardo. Beleza?
Quanto àquela pergunta do Elton da Costa de Passo Fundo, a respeito do Marco Campos(23/05), sei que ele veio a falecer em uma corrida de F3 em Magni cours (é assim que se escreve?).
Ele foi fazer uma ultrapassagem no meio daquele trecho de reta antes do grampo e tocou na roda traseira direita do carro da frente e decolou, caindo de cabeça para baixo em cima do fim do muro que separa a reta da outra parte da pista...sua cabeça pegou em cima do muro e o santo antônio não serviu para nada...muita falta de sorte mesmo.
Grande abraço.
Luís Sérgio, Brasília/ DF
| Opiniões e Dúvidas dos Leitores |
24.05.05 |
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Elton,
Sobre a morte de Marco Campos, que corria de F-3000, eu lembro bem. Até que foi noticiado no Jornal Nacional. Segundo a matéria, ele corria pela equipe Draco e estava brigando pela 9º ou 10º posição, se não me engano em Barcelona ou Estoril, acho que Estoril. Pelo contato de rodas com o adversário que estava disputando posição, seu carro foi catapultado em direção ao Guard-Rail violentamente. Sobreviveu, se não me engano, durante dois dias depois, até que foi declarada a morte cerebral. Assim, a família autorizou o desligamento dos aparelhos.
Realmente, um fim triste para mais um piloto que tentava um lugar ao sol do topo no topo do automobilismo. Tudo que sei é isso. Valeu e um abraço a todos do site.
Bruno Pagiola, Salvador/ BA
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Mais alguma coisa a respeito de Marco Campos...
Marco Campos faleceu com 19 anos, no GP da França de 1995 (15/11, em Magny-Cours). Grande abraço, Eduardo!
Luís Sérgio, Brasília/ DF
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Amigos,
Alguém poderia descrever quando Adrian Newey, projetista revolucionário, iniciou sua carreira na Fórmula1?
Marcos Paulo Alves de Sousa, Belém/ PA
Olá, Marcos. Adrian Newey começou na Fórmula 1 como estagiário da equipe Fittipaldi, no final da década de 1970. Ricardo Divila já contou por aqui que recomendou sua contratação ao ler o trabalho de conclusão da faculdade, cujo tema era (se não me engano) aerodinâmica. Abraços. (LAP)
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Olá, galera.
Escrevo pra falar da eterna rivalidade Senna - Piquet. Comecei a ver F1 com o Piquet e gostava dele, depois veio o Senna com suas poles e a Lotus preta e... virei de lado.
Depois a McLaren Marlboro Honda e todo o Brasil e o mundo da F1 era senista. Ou alguém preferia ver o Prost ganhar porque o fulano abandonou, ou uma vitória com barba, cabelo e bigode do Senna?
Vocês falam da Globo, mas que culpa tem o Senna se o Piquet era antipático (recordista do troféu limão!!), a Globo tinha que fazer notícia com ele mesmo! Que culpa tem ele se gostava de vir sempre ao Brasil e o Piquet gostava de morar no barco dele em Mônaco? Nacionalista? Cada um com sua personalidade.
Conhecemos o auge e a queda do Piquet (o Schumacher que o diga!), do Senna só o sucesso. Infelizmente, pois ele morreu antes e na pista, ao vivo. Isso não é motivo dele ser idolatrado até hoje no Brasil, no Japão e na Europa?
Acho perda de tempo ficar falando mal dos dois. Mas que o Senna teve um peso maior na historia da F1 (algumas razões acima), isso ele teve!
Philipe
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Ao Kleber de Campinas: não sei muito sobre a equipe Galles de F-Indy, mas achei um site que estava vendendo a Lola-Chevrolet T8900 do Al Unser Jr. que disputou de forma sangrenta as últimas voltas das 500 milhas de Indianápolis de 1989, vencida pelo Emerson (que saudade dessa corrida!!). O carro foi restaurado (bateu a uns 350 no muro) e é muito lindo. O carro já foi vendido (ahhhhh), mas ainda tem as fotos:
http://www.race-cars.com/carsold/lola/1101421251/1101421251ss.htm
Enjoy it!
Rubergil Jr, Campinas/ SP
| Opiniões e Dúvidas dos Leitores |
23.05.05 |
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Muito preocupados. Este é o estado em que ficamos, após a leitura da coluna do Ico, “O Exemplo Americano” (20.05).
Sua feliz comparação entre a atual F1, e o que ocorreu e vem ocorrendo com IRL e CART, nos mostra um futuro nada promissor naquela que é a categoria mais importante do automobilismo mundial.
A arrogância e a vaidade dos dirigentes que comandam a categoria vão levar a uma divisão de forças que já se mostrou ineficiente, não chegam a lugar nenhum e já levaram os americanos a conviverem com duas categorias decadentes.
A mudança constante de regras em meio ao campeonato, já demonstra a confusão reinante nos bastidores da F1.
Eles deveriam se preocupar com o principal termômetro, que são as arquibancadas, o público vem caindo dia a dia.
E mais uma vez vai ser alterado o (atual e ridículo) sistema de classificação. Atendendo aos apelos das equipes e das televisões que se viram prejudicadas com o formato atual de se chegar ao grid de largada. O diálogo entre as partes (Bernie/Max x Montadoras) que poderia dar uma sobrevida à categoria nos parece longe de um final feliz, pois como disse o Ico, para o bem de todos, ambos teriam que ceder um pouco as suas pretensões, mas parece que ceder não é bem o forte dos envolvidos.
Mas como nem tudo está perdido, o Ico também ilustrou a sua coluna com coisas mais amenas e agradáveis de se ver. A pintura dos carros da Red Bull para a corrida de Mônaco baseada na série “Guerra nas Estrelas” (embora eu não morra de amores pelo tema), ficou maravilhosa. O carro pode não ser lá essas coisas, mas que ficou bonito ficou.
E ainda nos brindou com a foto da piloto/modelo Danica Patrick em mais uma “promoção” das 500 Milhas de Indianápolis. E de quebra, o maravilhoso Bel Air 1957 que serviu de “apoio” para os 46 quilos bem distribuídos da piloto travessa.
Abraços.
Romeu Nardini, São Paulo
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Amigos,
Essa ultima coluna do Ernesto me deixou com uma ponta (aliás: a lança por inteira) de nostalgia, sentimento daqueles de que era feliz e não sabia...
O artigo mostra o lado humano de um piloto que por muitas vezes foi tido, e era mesmo, azedo, arrogante, acidamente ironico. No momento exato que lia a parte que Nelson olhava de forma diferente para Ascanelli entendi o q se passava. A corrida acabou. Ponto. Mas não eram sessenta e tantas voltas ? Só rolaram quatorze....Como pode ??? A F1 acabou para mim ???
Isso mostra que Nelson ainda tinha lenha para queimar. Mas queimar numa equipe com um mínimo de competitividade é uma coisa. (Se) queimar numa Minardi depois de tanto tempo e 3 títulos é sacanagem. Não achei o meu no lixo, deve ter pensado.
Eu, que aprendi a ver F1 no inicio da carreira de Nelson, fiquei triste. Triste por ter terminado daquela forma. E mais ainda por esta história que ninguém conhecia... Grande Nelson!!!! Grande Ernesto !!!!
Palhaçada! Babaquice! Imbecilidade!!!!
Em vez de vcs, esquizofrênicos de plantão, ficarem brigando como tietes de fã-clube, de quem era o melhor, deveríamos nos vangloriar de termos dois dos melhores pilotos que já passaram pela F1. E melhor: contemporâneos.
Viveram as corridas juntos. Duelaram juntos... Fora a Grã-Bretanha (que é formada por QUATRO países e tiveram 1 bilhão de pilotos na F1) mais ninguém pode dizer q tinha dois pilotos campeões do mundo na pista. Qual país? Me falem. Talvez a Itália. Mas isso foi na época de Dom João Cacharuto. Mais ninguém... Ninguém.
Vamos acabar com isso, gente. Nenhum dos dois valia muita coisa (como pessoa, no trato com outros). Então fica no zero a zero. Nem eu nem vc. Nem Senna nem Piquet......
Atenciosamente,
Marcelo Ferreira, Rio de Janeiro/ RJ
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Ernesto,
façamos isto, vamos continuar a falar de Nelson e Ayrton, mal ou bem, mas falemos deles e de Emerson também.
Fiz esse singelo poema para esquecer que só temos Rubens e Felipe. Aiaiai
Luiz Franco, Campos do Jordão/ SP
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Caros amigos,
Toda a burocracia de Piquet ao volante foi vista em Hungaroring/86 e Monza/87. Além disso, ele não precisou jogar o carro para cima de Alan Jones em 1980. Foi fechado, jogado para fora, não reclamou e no ano seguinte levou o caneco. Piquet não tinha duas caras. Já Senna, só era o rei da simpatia quando via um holofote (a despeito de ser um gênio das pista)
Um abraço.
Pedro Sartorio Junior, Cachoeiro de Itapemirim/ ES
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Quanta lenha á toa, pessoal do GPTotal
Pra quem é novo, não viu Senna nem Piquet e fica escutando muita conversa, vejam os vídeos, os comentários de quem entende e principalmente os não brasileiros, suas opiniões e ai tirem uma conclusão, pois temos viúvas de ambos os lados.
Senna sempre foi melhor que o Piquet em quase todos aspectos de pilotagem.
Piquet sempre foi cara que trabalhava muito a maquina, procurando sempre uma melhora. Ambos foram muitos bons naquilo que faziam e ponto. Os números estão aí pra todo mundo ver.
Como o Senna morreu, criou ou aumentou um mito em torno do seu nome, que de fato é merecido pois ele fazia coisas inacreditáveis na pista. Cada um teve sua hora, é uma pena que hoje temos que aturar o Alemão, que também é muito bom, mas ate hoje o recorde do Senna de poles não foi batido, isso diz alguma coisa, não?
Abraços a todos
Antonio Manoel Cardoso Ribeiro, Assis/ SP
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Excelente a coluna do Ernesto Rodrigues sobre os momentos finais do grande Nelson Piquet na F1. Ele conseguiu demonstrar muito bem a tristeza do tricampeão quando percebeu o fim se aproximando, algo que nem mesmo o verniz da ironia (arma muito utilizada pelo Piquet) conseguiu disfarçar. Parabéns uma vez mais.
Concordo também quando ele fala de Senna e de Piquet, e de seus fãs. Foram dois excelentes pilotos, com características diferentes (dentro e fora das pistas), e se um deles conseguiu mais notoriedade (aqui e/ou fora do Brasil), ou mesmo se voce prefere determinado estilo de pilotagem e/ou personalidade inexistente no outro, isso não significa que devemos diminuir os feitos de nenhum dos dois. Repito, os dois foram MUITO bons, e merecem o respeito de todos os aficcionados por automobilismo.
Marcelo, Rio de Janeiro
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Eduardo,
Li recentemente em um site que em 1995, morreu um piloto que poderia ser o novo grande nome do Brasil na F1, o Marco Campos.
Gostaria de saber um pouco da carreira dele, porque ele era considerado um futuro campeão, onde e como ele morreu. Parece que foi uma semana antes de Schumacher conquistar o seu bicampeonato mundial pela Benetton em Aida.
Valeu e abraços
Elton da Costa dos Santos - Passo Fundo/RS
Oi Elton
Não sei praticamente nada sobre a carreira do Marco Campos. Vamos aguardar pela ajuda dos leitores.
Abraços (EC)
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Olá,
gostaria de parabenizar a equipe Gp Total, o site está com um visual muito bacana e informações de primeira.
Venho aqui questionar algumas das regras da F1 atual, na verdade duas regras: reabastecimento e único pneu por corrida.
Acho que, quando foi reimplatado o reabastecimento em 1994 (se não me falha a memória), um erro foi cometido. Acredito que essa regra é uma das maiores responsáveis para se obter hoje em dia a dita, ultrapassagem dos boxes. Concordo que o piloto andando com um tanque de combustível menor, ele vai poder extrair o máximo de performance do carro no quesito velocidade.
Porém, acho que ficaria mais emocionante para a corrida que o carro não pudesse ser reabastecido durante a prova, onde o piloto deve saber tirar proveito de quando tem um carro pesado (início da prova) e quando tem um carro mais leve (fim da prova). Para isso, essa regra do único jogo de pneus, deveria ser extinta, podendo o piloto fazer as trocas de pneus necessárias durante a corrida, garantindo que pudesse andar sempre no limite, obtendo maior performance do conjunto, assim como era antes da regra do reabastecimento.
Bruno Giovannotti Dorsch, Vitória/ ES
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Uma coisa que me incomoda muito, particularmente, é essa lorota de que "Schumacher ergueu a Ferrari". E que não enxerguem aqui um questionamento ao seu talento. O caso é que ninguém faz, sozinho, um trabalho desses. Nem Hércules.
Pouca gente sabe, mas sua ida para o time vermelho, no começo de 1996, foi meio a contragosto. Sem adversários à sua altura, o alemão (que não é nenhum braço duro, diga-se de passagem) estava num esquema vencedor na Benetton, comandado pelo mesmo Flavio Briatore que hoje dá as cartas na Renault, e tinha acabado de ser bicampeão mundial.
Bernie Ecclestone, o manda-chuva da categoria, percebeu que a iminente falta de bons pilotos ocasionada pelo enceramento da era Piquet-Mansell-Prost-Senna estava tornando a Fórmula 1 impopular, baixando o interesse dos fãs e, conseqüentemente, gerando menos receita. Numa manobra política, resolveu reerguer a sua equipe mais tradicional, na esperança de reacender a paixão pelo esporte que só determinadas marcas conseguem despertar.
Foi então que Bernie levou Schumacher para a Ferrari, dando todo o suporte político para que a equipe voltasse aos seus melhores dias. Aliado ao diretor (nada) esportivo Jean Todt, o alemão exigiu a contratação de todo o staff técnico da campeã Benetton e cantou de galo. Desde que chegou ao time vermelho, acabou com a histórica igualdade de condições entre os pilotos e sempre teve os companheiros trabalhando a seu favor, dentro e fora da pista.
Nove anos e onze títulos depois - seis de construtores e cinco de pilotos, Schumacher e Ferrari parecem encontrar dificuldades para manter a hegemonia tecnológica que os tornou a dupla a ser batida nos últimos tempos. Desacostumados a perder, sabem que, pelo menos, estão muito bem resguardados no jogo de xadrez mais caro do mundo, também conhecido como "o circo da Fórmula 1".
A notícia abaixo, publicada no site Grande Prêmio e escrita a partir de uma opinião emitida por Bernie Ecclestone, mostra bem a situação, que faz valer a velha máxima: quando há dinheiro envolvido, quem pode mais chora menos.
Alexander Grünwald
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Na última quarta-feira, recebi uma ótima notícia: Kenny Brack estará de volta às pistas a partir das 500 milhas de Indianápolis.
É verdade que ele está substituindo seu substituto Buddy Race, que sofreu um acidente sério nos treinos, mas não deixa de ser novidade para mim. Eu admiro muito Brack (talvez eu seja a única pessoas da face da Terra que o faça) e nem acredita em uma volta após o terrível acidente em 2003 no Texas.
Mas, depois de tanto tempo inativo, a espera está valendo a pena. Hoje (sábado, dia 21), no treino que define os pilotos que largarão entre o 23º e o 33º lugares, o sueco voador completou suas quatro voltas com a média de 366,205 Km/h, o que lhe daria a pole position se tivesse participado do Pole Day. Tony Kannan, o pole, registrou média de 366,153 Km/h. Genial, Brack!
Só para não passar em branco, na coluna do Ico sobre a divisão da Cart e IRL, eu diria que 15 mil testemunhas acompanham os treinos livres. É verdade que são apenas treinos, mas isso não é público de um evento tão importante como as 500 milhas de Indianápolis.
E podemos ficar despreocupados sobre um possível racha na F-1. Motivos? Tenho alguns: a Ferrari é responsável por grande parte do bu$$ine$$ que há na F-1. Sem os italianos, qualquer categoria que queira rivalizar com a F-1 não é nada. E também tio Bernie tem sob contrato todos os circuitos que estão hoje na F-1. E nos contratos, há cláusulas de exclusividade. Sendo assim, não há circuitos decentes no mundo que possam satisfazer o público e a tal da GPWC.
Willian Lopes Machado, Brasília
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Olá Amigos do Gepeto,
Gostaria de conhecer maiores detalhes da equipe Galles da formula Indy(CART), ano de fundação, pilotos, vitórias, etc.
Aproveito para parabeniza-los pelo excelente trabalho. Um abraço a todos,
Kleber, Campinas/ SP
Oi Kleber
Vamos aguardar pela ajuda dos leitores.
Abraços (EC)
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Caro Sr. Ortega:
Você afirma que Schumacher não é nada sem um bom carro mais você se esquece que não se é campeão sem um bom carro na F1 eu não me lembro de Senna ter sido campeão pela Lotus ou pela Tolemam contudo se pode enxergar um grande piloto mesmo em um carro que não esteja no padrão dos melhores como vimos o alemão fazem em Ímola-05, Bélgica-01, Brasil-04 ou mesmo Senna em Mônaco-84, Japão-88 e tantas outras ocasiões em que o talento do piloto faz a diferença, nem sempre coroada com a vitória ou um título mundial, mais sem dúvida protagonizando momentos de puro prazer para aquele que tiveram o privilégio de testemunhar tais feitos, que parece não ser o seu caso que só enxerga brilho nas vitórias.
Não nos esqueçamos que pilotos insipidos como Hill e Villeneuve foram campeões do mundo mas nada representaram para F1, mais goste você ou não o alemão esta em outro patamar, o dos gênios ao lado de tantos outros como Senna, Piquet, Lauda e etc.
Josenildo Henrique de Melo, Recife
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Oi gente,
mais uma vez parabéns pelo site. Continua ostentando o título de o melhor do Brasil.
Quanto ao LAP, no que diz respeito a saudade que as pessoas tem pelo Senna, digo o seguinte: Muitos tem saudade do Senna porque ele foi um dos últimos esportistas autênticos. Sim, o Piquet foi autêntico, o Emerson também. Mas o Senna foi o último piloto com autenticidade. É verdade que ele não era PERFEITO como piloto.
Já o vi cometer erros nas pistas do mundo! Quanto á pessoa Senna pior ainda - Como todos nós, ele era muito imperfeito, o que obviamente ficava claro em entrevistas, etc,etc. Entretanto, é muita inocência ,falta de percepção ou visão da sua parte acreditar que um piloto tipo o Schumacher de hoje tenha alcançado o nível do Senna!!! Por que penso assim?
É simples - As pessoas só progridem ou melhoram neste mundo se passarem por obstáculos na sua vida. Não dá para comparar - O Schumacher de hoje tem um sucesso meio artificial! É muita parcialidade para o lado dele! Toda a F.1 conspira ao seu favor!
Desculpe mas vou te dar um exemplo: Digamos que um jornalista competente vá fazer uma entrevista para um ótimo emprego e daí aparece uma mulher muito bonita de nível profissional mediano que lhe toma o lugar! De que chamamos isso? Parcialidade é óbvio! Aquela mulher não merecia estar ali mas acabou sendo escolhida - por que as pessoas empregadoras assim decidiram - escolherem a pior profissioinal por que era mais atraente para as pessoas, etc,etc. No caso da F.1 sempre houve preferências, mas existiam aqueles que conseguiam lidar com isso mostrando talento, força de vontade e determinação!!! AMIGO, ISTO ACABOU NA F.1!!! Senna era um pobre coitado como nós mesmo! Imperfeito! Sujeito á morte!
Mas era um lutador e isto é uma enorme vantagem, uma das melhores qualidades que um profissional pode ter! É possível que alguma pessoa desconhecida de uma profissão qualquer tenha até mais talento natural que o Senna, mas não teve oportunidade de mostrar ou desenvolvê-lo! Isto só vem atestar que o Senna não merece um certo fanatismo por parte de alguns.Mas cá pra nós, seja sincero - dentre as pessoas que já tiveram oportunidade de pilotar carros de automobilismo Senna foi sem dúvida nenhuma um dos melhores - talvez esteja entre os cinco melhores de todos os tempos!! O Schumacher não é assim e nunca será, pelo menos para os que não aceitam visões artificiais das coisas!
Nunca me prendi a nenhum piloto. Mesmo com a ocasião da morte do Senna continuei acompanhando as corridas normalmente, por que admiro principalmente o esporte e não pessoas! Entretanto, não só eu, mas muitas pessoas,que não são idólatras nem fanáticas, tem percepção suficiente para notar que há algo de fundamentalmente errado com a F.1 moderna - e que esta vai acabar se algo não for feito e rápido. Abraços para o LAP!!!
Ésio costa junior, Montes Claros/ MG
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Ésio,
eu nem mencionei o nome "Schumacher" na resposta que dei ao Benício. Portanto, sua carta acima só tem uma explicação: você é um dos fetichistas que admiram os feitos de Schumacher mas precisam afirmar o tempo todo que Senna era melhor.
Abraços. (LAP)
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Olá caros amigos do GPTotal.
Cada vez melhor a cada dia, parabéns.
Tô com uma dúvida ou curiosidade sobre a Willians. Com essa troca de fornecedor de motor, ela não irá tornar uma equipe média tal como a Sauber? Por exemplo, até a Toyota entrou na disputa para fornecer motor, vocês não acham que a Willians vai se tornar uma Sauber com alguns poucos resultados significantes? Claro que o carro não depende só do motor...
Até mais obrigado.
Rodrigo Santos Leite, Jundiaí/ SP
Como disse em minha coluna de 14 de fevereiro, considero a Williams uma equipe à caminho da extinção.
Abraços (EC)
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Assunto: Reginaldo Leme e o amigo Galvão Bueno
Fico indignado de o Sportv ter a oportunidade de passar um programa de debate sobre automobilismo como o Linha de Chegada. Pelo seguinte motivo: a idéia do programa é excelente, porem os participantes muito ruins.
É muita babação de ovo para o schummi e o burrinho, ops, rubinho. A Renault e a Mclaren tem disparado os melhores conjuntos atualmente, mas eles insistem em apontar a Ferrari como favorita à vitória para a corrida seguinte. O único que ainda se salva é o Lito Cavalcante, que dá opiniões diferentes do restante da mesa.
Já o sr. Reginaldo Leme e os convidados do programa parecem que são idiotas, pois sempre fazem apostas iguais (vitória do Schummi e uma boa corrida do Barrichelo). Eles erram todas. Lembro-me que no começo do ano, a trupe de palpiteiros da Globo (leia-se o tal Leme e o amigo Bueno) diziam que, com as novas regras o Barrichello poderia se dar melhor que o Schummi na temporada, principalmente pelo fator desgaste de pneus. Não precisa nem dizer que eles erraram, né?
Pior que isso, só nas corridas que transmitem ao vivo. É falado muita besteira. O tal Leme, tem uns 30 anos de experiência. Mas só experiência. Ele não entende nada. E mais um de detalhe. O Galvão consegue ser pior que o tal Leme.
Quem estiver lendo isso, preste atenção no que vou propor: assista uma corrida ao vivo e procure tentar prestar atenção no que eles falam. É uma piada. Quer ver então quando o tal Leme e o amigo Bueno discutem táticas de paradas nos boxes. Quem tiver o vt da corrida da Espanha, pode ver e comprovar. O Ruinzinho Massa tava em quinto lugar na corrida. Fez um pit stop e caiu para décimo primeiro. De repente surge a pérola do amigo Bueno. Ah! Como esse, este e aquele pilotos ainda farão mais uma parada, o Massa vai assumir a sétima posição.
Resultado: todos pararam nos boxes e o Massa... continuou em décimo primeiro.
Ricardo Ferreira, Joinville/SC
| Opiniões e Dúvidas dos Leitores |
20.05.05 |
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Olá, pessoal do GPTotal.
Nunca quis me meter muito nessa guerra brasileira entre Senna e Piquet, afinal, pela minha idade, seria muito difícil falar alguma coisa, pois não assisti muitas corridas dos dois, apesar de meu pai jurar de pés juntos que o Piquet era melhor.
Mas lendo a coluna do Ernesto Rodrigues, não pude me conter. Se o Senna falou aquilo mesmo de Piquet, Prost e Patrese, ele perdeu uma ótima oportunidade de ficar calado. Nunca pensei que o nosso tricampeão fosse capaz de tamanha burrada com a boca. Plagiando Romário: O Senna calado é um poeta
João Carlos Benício Viana, Fortaleza/ CE
Benício, apenas para não deixar passar em branco. Depois do GP da Austrália de 1991, a chegada de Senna ao Brasil foi armada com escolta de jato da Força Áerea, carreata e, no encerramento, uma entrevista no MIS, em São Paulo, à qual compareci como repórter do Jornal da Tarde. Declaração de Senna referindo-se a Prost (demitido da Ferrari), Balestre (que havia perdido a eleição para presidente da FIA para Max Mosley) e Piquet (sem lugar na temporada seguinte): "Meus inimigos caíram sozinhos". Quem estava lá não pôde deixar de notar o sentimento de vingança que aflorou naquelas palavras, ditas com visível satisfação. Sem dúvida, outra bela oportunidade perdida para ficar calado.
Para que eu não seja injusto: Piquet também perdeu muitas oportunidades de ficar calado. Aliás, mais do que Senna. Aliás, até Fangio, sempre lembrado pelo cavalheirismo, perdeu pelo menos uma oportunidade de ficar calado ao falar sobre a 24 Horas de Le Mans: "Ali, só triunfaram pilotos que nunca venceram em outros circuitos". Mesmo considerando que essa frase foi dita em meados da década de 1970, basta ver a lista de vencedores dessa corrida para ver que ela já não tinha nada de verdadeira.
Resposta pronta para eventuais esquizofrênicos, bitolados, tacanhos e loucos ciclotímicos que decidam escrever que eu sou "parcial", que eu tenho "raiva de Ayrton", que eu quero "denegrir a imagem do herói" e outras imbecilidades: "Isto não é opinião minha. Eu estava lá e vi, como várias outras pessoas. Estou apenas relatando o fato, visto por várias outras pessoas". Abraços, Benício! (LAP)
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Ernesto, Liga não!
Isto a que você se referiu são manifestações de pessoas com uma visão medíocre das coisas, sem qualidade e desprovidos de percepção.
Senna e Piquet foram grandes demais para que a mente diminuta os comporte. Assim, só cabe um lá dentro. Apesar de ser grande admirador de Piquet e seu torcedor, em detrimento de Senna, diminuir os feitos na pista do segundo é negar uma das mais importantes histórias do automobilismo mundial. O contrário também é verdadeiro.
Sou francamente contra o este endeusamento de quaisquer um deles, pois, fora das pistas, eram seres humanos normais, com qualidades e defeitos e assim devem ser encarados.
Quando a matéria do fim da carreira do Piquet: Não conta coisas assim tristes. Assisti a esta corrida e fiquei com um nó intragável após a corrida. Fui obrigado a sair na madrugada (não lembro a hora, mas ainda era noite), procurar um boteco e ficar tomando umas geladas até antes do almoço.
Elieser Fagundes, Florianópolis/ SC
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Caro Ernesto Rodrigues, gostaria de mandar essa mensagem em solidariedade a você, pois até agora não entendi o porquê de tamanhas críticas ao seu trabalho. Eu sei que o livro que você escreveu sobre o Ayrton criou um sem-número de polêmicas entre os fãs do automobilismo brasileiro.
Tudo o que você relatou (pelo menos nos trechos publicados nesse site) não foi extraído de sua imaginação, mas de relatos de mais de duas centenas de pessoas. Talvez suas fontes possuam ter romantizado um pouco certos fatos da vida do campeão Senna, só que se isso aconteceu você não é o culpado, apenas relatou as informações recebidas dessas pessoas.
Espero que as críticas dos fanáticos não o façam desistir de publicar os seus textos nesse site. Por hora, ficou torcendo para que as pessoas passem a ler artigos, obras literárias e biografias sem opiniões preconcebidas, pois dessa maneira o sentidos das mesmas ficam totalmente deturpadas como é o caso de sua biografia sobre o Ayrton.
Espero que continue escrevendo obras sobre nosso automobilismo, pois cada dia que se passa ficamos órfãos das memórias de uma história tão rica e sofrida como essa.
Michel Medeiros, Goiânia/ GO
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Caro Ernesto,
Realmente as discussões entre os amantes de F-1 são muito mais acaloradas e passionais do que as que ocorrem entre os futebolistas, talvez porque, como diz o Ricardo Perrone, todo torcedor de F-1 se acha um grande entendido no assunto. Mas o que me deixa mesmo intrigado é que a querela ocorre entre torcedores (e eu me incluo aqui) de pilotos brasileiros, ambos tricampeões mundiais. É como se fosse uma briga entre fãns da seleção de 70 e a de 58 pra ver qual foi a melhor!
Mas eu acho que a mídia tem uma grande parcela de culpa nessa história. Afinal, se dessem aos três brasileiros campeões de F-1 o destaque e a atenção que seus extraordinários feitos merecem, não haveria fãs ressentidos, nem os monoteístas.
Quanto a sua coluna “A Última do Piquet”, tenho que confessar que me emocionei a ponto de beirar as lágrimas. E não porque sou um piquetista apaixonado, mas porque foi um retrato, até então pra mim desconhecido, de um final de carreira melancólico pra alguém que competia com um grande amor pelo esporte a motor e que merecia se despedir da F-1 coberto de glórias. Só pra constar, me emocionei igualmente com o texto Ímola, 1994 do Flávio Gomes.
Mas a minha admiração pelo Piquet aumentou muito quando eu vi, em um site de um fã português, as fotos quadro a quadro do terrível acidente em Indianápolis (só vendo as imagens pra ter uma idéia da violência da batida) e da sua sofrida recuperação. É preciso ter muita coragem e amor pela velocidade pra voltar e correr ali de novo. Abraços a todos!
Ângelo Mello, Goiânia/ GO
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O GP de Monaco em 70, pelo relato, foi o melhor de todos com certeza. O charmoso circuito, foi sempre palco de batidas espetaculares. Normalmente as corridas são monótonas, e o que aconteceu em 70, pelo visto nada teve de monótono. Até na hora da despedida, Piquet não deixou de ser o que sempre foi: autêntico. Esta historia contada pelo Ernesto Rodrigues pode ser triste, mas é a cara de Piquet. Se o carro fosse ligado, pode ter certeza ele ia aprontar a ultima também.
Fernando Eduardo Macedo Marques, Niterói/ RJ
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Senhores,
Antes de mais nada, a menção ao GP Total na transmissão da F1 da CBN levou-me a buscar esse site no Google.
Resultado: histórias maravilhosas da categoria maior do automobilismo mundial!
Vocês estão de parabéns! Nota 10!
Horácio Monteiro, Itu/ SP
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Sinceramente, lendo a última do E. Rodrigues, onde ele diz que Briatore disse que o Piquet e o Prost eram burocratas do volante e uma notícia onde ele diz que o Schumacher está velho, só dá pra concluir que esse cara não pensa muito antes de falar.
Ricardo Vicentin de Oliveira, Araçatuba/ SP
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Caro Eric , Santo André/ SP.
O AGS, que você citou abaixo conseguia ser muito pior do que a Minardi é hoje.
Era um arremedo de carro, construído sobre os um chassi Renault de 1984 com um motor Ford adaptado, segundo contam, na base da martelada. Era muito ruim, mas mesmo assim o Roberto Moreno (sempre ele) conseguiu um heróico sexto lugar no Gp da Austrália daquele ano, ficando a 3 voltas do vencedor, Gerhard Berger, da Ferrari.
A AGS, ou AUTOMOBILES GONFARONNAISE SPORTIVES, nunca fez nada razoável na F1. Teve pilotos como Eric Comas, Gabriele Tarquini, Stefan Johansson, Fabrizio Barbazza (que também correu na Indy e não fez nada), e na maioria das vezes não se qualificou, ou quando o fez, ficou lá no fim. Abraço
Ricardo, Recife/ PE
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Pessoal do GP Total...
Esse papo da BMW comprar a Sauber e sair da Williams que por sua vez vai se associar à Honda ou a Cosworth para comprar motores, me levanta uma lebre interessante: se é que as montadoras vão dominar a categoria, se é que já não estão, o que irá acontecer se uma crise muito forte do mercado automobilístico tornar as competições um luxo inadmissível?
Aliás, a Ford já mostrou que estar dentro ou fora do business é só uma questão de uma reunião de presidência da montadora (apesar de que a Ford não faz falta, ao menos como proprietária de equipe).
Que saudade quando as montadoras apenas forneciam motores para as equipes e podíamos personalizar os proprietários: Bernnie Eclestone (Brabham), Collin Chapman (Lotus) , Ken Tyrrel (ele já morreu?), etc... Saudade desses tempos. É. Acho que estou ficando velho. Grande abraço
José Benedito Vizioli Libório, Piracicaba/ SP
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Olá, amigos do GpTotal.
Não quero criar polêmicas aqui de novo, pq nem vale a pena, ninguém ganha nada com isso, mas tem coisas que já encheu o saco, como esse negócio de todo mundo dizer que a vida inteira o Schumacher foi sempre beneficiado. Não concordo com isso.
Vejam só: 1995 ganhou de forma brilhante, o Hill tinha mais carro, nos tempos de Ferrari, no primeiro ano da era Schumacher ele não foi ajudado pelo Barrichello, nos EUA, quando o Schumacher tomou a ponta do finlandês, Barrichello foi o segundo, Hakkinen abandonou quando era o segundo. Na corrida do titulo Japão, Schumacher ganhou, mas Hakkinen tomou a ponta no começo, perdeu a posição na primeira parada, recuperou depois, e mais tarde, perdeu na segunda parada. Barrichello? Quarto colocado, posição que ganhou na volta 20, e dali não saiu mais. Méritos do alemão e da equipe.
Em 2001, Barrichello teve um ano horroroso, não ganhou nenhuma corrida, chego algumas em segundo, mas não ajudou o alemão com isso, o Couthard que jogou a toalha no meio da temporada e o Mika Hakkinen já estava pensando o que ia fazer no outro ano, quando ia se aposentar. Em 2002, sim, depois da palhaçada da Áustria, o Schumacher deixou o brasileiro ganhar umas corridas, inclusive deixando Rubens passar na linha de chegada em Indy, ou seja, Schumacher não foi tão ajudado assim.
Em 2003, o brasileiro ganhou no Japão, mas o Kimi perdeu o campeonato nos EUA, 9 pontos é uma desvantagem muito grande pra um jovem que corria com um carro do ano anterior. Kimi fez até demais neste ano e mostrou que é um piloto campeão, mas Schumacher ganhou com méritos. Na verdade ele salvou o campeonato, fez um monte de besteira, consertou e ganhou o titulo. Fora isso, Barrichello não o ajudou em nada. Mas ganhou bonito em Silverstone.
Em 2004, era obrigação de Rubens brigar com Schumacher, o que não aconteceu, por pura incompetência dele, e não para deixar o alemão ser hepta, tanto que, embora eu acredite que sempre estivessem liberados, com exceção, já disse, da palhaçada da Áustria, a equipe oficialmente liberou a briga. E Schumacher ganhou.
E em 94 ele merecia ganhar, não tinha culpa das artimanhas da Benetton com seus dispositivos proibidos. Fora que o Damon Hill, (me perdoe, Edu) era muito burro pra ser campeão ainda.
Amigos, se conformem, Schumacher é grande, como Senna foi, assim como Piquet, Prost, Mansell, Lauda, Stewart, e outros campeões. Agora, não venham com essa conversa de que Schumacher foi mais beneficiado e ajudado que fulano e beltrano, seus títulos foram ganhos com muito suor, e talento, afinal, tiro a Ferrari daquela draga que tava e transformou na melhor equipe dos anos 2000. Ele mereceu tudo isso. Mas não foi beneficiado, ou ajudado, pelo contrario, ganhou tudo sozinho. É por isso que é o melhor. Abraços.
Eric, Santo André/ SP
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Caro Marcelo Jardim,
Assino embaixo de tudo o que você escreveu a respeito do Barrichello. E acrescento ainda que a Ferrari, com tantas promessas que estão surgindo, logo, logo, vai dar um pé na bunda dele e não sei se terá lugar mais na Fórmula 1. Teve a oportunidade de ir para BAR e não quis, acreditando mais uma vez que teria chance na Ferrari. Com a Ferrari ganhando tudo até o ano passado ele não conseguiu nada, imagina agora, que eles ainda não se encontraram.
Jovino, Brasília/ DF
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Amigos do GpTotal:
Apesar da má sorte do alemão, vi claramente que a Ferrari tem carro, com Schumacher, para lutar por vitórias. Sabemos que, em termos de volta lançada, classificação, a Bridgestone esta um pouco atrás, mas em termos de velocidade e constância a Ferrari tem carro e piloto, pode não ser o melhor, mas Schumacher faz diferença.
A prova é que, largando em 9º, o alemão chegou a ser 4.º facilmente, e certamente subiria no pódio sendo um 3º e até mesmo um 2º. Alonso fez, para mim, uma corrida monótona, não quis brigar pela ponta com o Raikkonen, que tinha claramente um carro mais constante e rápido, quis os 08 pontinhos que lhe garantiam uma margem maior em relação aos outros concorrentes visando ao titulo.
Gosto de pilotos arrojados em qualquer situação, o Alonso se realmente fosse um piloto de extrema qualidade certamente, claro que não iria pôr em risco máximo os pneus com uma agressividade muito alta na pista, mas andar daquele jeito feito uma lesma não dá, o Fisico bem que merecia tomar a sua posição, que pena.
A McLaren com essa corrida mostrou o que deveria ter mostrado desde o 1º GP, um carro rápido, confiável e constante, que, para mim, no atual momento, é o melhor carro da categoria. Mas há Schumacher no caminho e ele pode fazer a diferença ainda, vamos esperar para ver.
Carlos Lins, Aracaju/ SE
| Opiniões e Dúvidas dos Leitores |
18.05.05 |
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Sobre o Barrichello,
Já ouvi dizer que ele não é um winning driver, é a mais pura verdade. Ele foi tratado como a maior promessa de piloto após a morte do Senna.
Ele não é capaz de bater o alemão. Apesar de tudo isso, ele é um bom piloto, apenas bom. Dirigir uma Ferrari não é para qualquer um. O cara está ai na F1 pela combinação de dinheiro e prazer. São os dólares ou euros. Aí eu pergunto: ele vai fazer o quê? Guiar na fórmula mundial, na IRL? Esses dois campeonatos café-com-leite? Guiar uma Jordan, ou a Sauber pelo prazer?
Eu acho que ele está certo! Colocando um bocado de dinheiro no bolso e curtindo com a cara dos que acham que ele é bobo! Que bobo... colocando uma dezena de milhões de dólares no banco. Quem não gostaria de ser um bobo assim?
João, São Paulo/ SP
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LAP,
OK. Desculpe-me. Eu não tenho dor de cotovelo de ninguém, pois se por caso você pensa que sou um Sennista, está redondamente enganado.
Com relação ao Senna, acho que ele foi um ótimo piloto, como é o Schumacher, e que também foi amplamente favorecido na Lotus e na Mclaren, mas não como o Schumacher foi e continua sendo, principalmente na Ferrari.
Mas uma coisa é certa: o Senna teve mais trabalho que o Schumi, pois, na sua época corriam outros grandes pilotos e havia disputa, ultrapassagens. Para encurtar o papo, essa é minha opinião, e não dor de cotovelo, correto? O Alemão é favorecido e, muito favorecido.
Richard Hermann, Jundiaí/ SP
Sem neuras, Richard. Abraços. (LAP)
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Olá, Panda...
Também vou entupir o site da FIA com sugestões iguais às que você elencou — quem sabe, né ? Agora, você entende que o reabastecimento devia ser suspenso também, ou não?
Abraços
Fabio Marghieri, Itu/ SP
Olá, Fábio. Não tenho uma opinião cristalizada sobre isso. Eu achava mais interessante quando as corridas eram disputadas sem paradas programadas, como era nos anos 70 e começo dos 80, mas também tivemos corridas muito interessantes em 1982 e 1983, e de 1994 para cá. Em contrapartida, não houve mais nem menos corridas monótonas nos anos em que o abastecimento esteve proibido. O que posso dizer é que sou absolutamente contra medidas artificiais, como as adotadas de 2003 para cá, para "criar emoção" na F 1. Já escrevi algumas vezes e repito: prefiro um GP monótono de verdade a um GP emocionante de mentira. Quem quiser ver unicamente "emoção", "roda a roda", "ultrapassagens" e "equilíbrio" deve assistir IRL e Nascar. Fórmula 1 é (ou deveria ser) para quem quer algo mais do que isso. Abraços. (LAP)
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Prezados José Everson de Abreu e João, o mesmo Galvão Bueno no mesmo Japão, só que em 1996, disse que o Mika Hakkinen nunca seria bom quanto o Schumacher e que o finlandês nunca seria campeão do mundo. E a história contou o resto, quer dizer, não devemos dar crédito ao Galvão Bueno, embora o Webber e a Williams estejam decepcionando.
Panda, tenho uma perguntinha pra ti: em 1987, o frances Pascol Fabre corria na fraquíssima AGS, que parecia a Minardi daquele ano, de tamanha ruindade do carro e do piloto também. Pois bem, não teve uma historia que no Mexico ele teria sido impedido de correr, pelo fato de ser muito lento e atrapalhar todo mundo? Tanto que na prova seguinte, no Japão, o Roberto Moreno foi o substituir o francês, mas ele nunca foi muita coisa pra faze milagre, ainda mais naquele carro horrível.
Sem me alongar muito, por que o GP do México deste ano 1987 teve 2 largadas? Foi o Derrick Warwick e o Ayrton Senna que bateram, ou o Warwick bateu sozinho? Me disseram que o Arrows ficou dividido em duas partes. Isso é verdade, ou nada disso consta? Abraços.
Eric , Santo André/ SP
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Olá, Eric. Realmente Pascal Fabre foi muito lento naquele treino (ficou a mais de 10 segundos do pole; o último do grid, Alex Caffi, ficou a nove segundos), mas a razão pela qual ele não largou é que naquela época o grid de largada era limitado a 26 carros — qualificavam-se somente os 26 mais rápidos, não importando quão lentos fossem os últimos colocados. Havia uma regra antiga estabelecendo em 110% o tempo-limite para que um piloto pudesse largar, mas essa regra passou muitos anos em desuso. Só voltou a ser efetivamente aplicada, com o limite reduzido a 107%, em 1996.
A corrida foi interrompida porque Warwick bateu sozinho na Peraltada, uma curva à direita que antecedia a reta dos boxes e era feita de pé embaixo. O carro destruído ficou na saída da curva e foi necessário parar a corrida para retirá-lo da pista. Nessa época, ainda não havia o procedimento de safety car, que só seria implantado em 1992. Senna, por sua vez, abandonou no final da corrida devido a uma rodada.
Houve casos, entre 1984 e 1986, de corridas com 27 inscritos em que todos largaram, devido a um pedido unânime das equipes. Não foi o que aconteceu no México em 1987 - creio que nesse ano tal expediente havia sido proibido. Abraços (LAP)
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Desculpe-me, Marcelo, mas discordo da sua opinião a respeito dos motivos que poderiam fazer com que o Barrichello se aposentasse. Vou dar os meus motivos:
1) A oportunidade que Barrichello teve na Ferrari, mesmo que para ser escudeiro do alemão, foi a melhor recebida por ele na Formula 1. Se não conseguiu ser campeão, pelo menos voltamos em 9 oportunidades, ao lugar mais alto do podium e assim escutar o nosso hino nacional. Chegar até a Formula 1 é difícil, ganhar corridas mais ainda. Isso pelo menos ele conseguiu. Qual brasileiro, sem ser ele, hoje na F.1 pode pelo menos vencer corridas? Nenhum. Como aposentar agora?
2) A Ferrari não contrataria qualquer um para ser seu piloto. Barrichello tem suas qualidades. Muitos precisaram chegar numa equipe de ponta para saber que não tinha todas as qualidades para ser campeão. Foi o caso dele. Pensávamos que poderia ser a continuação de campões iniciada pelo Emerson, bruscamente interrompida pelo acidente fatal de Senna. Mas erramos. De lá pra cá o Brasil não descobriu ninguém melhor do que ele para ser nosso ícone na F.1. Como aposentar agora?
3) Barrichello, na minha forma de ver, pelo lado técnico, nada fica a dever a nomes como Raikkonen, Montoya, Alonso, Webber que pilotam em outros times de ponta na F.1. Só é mais velho. Mas não impede dele tentar a sorte na McLaren, Renault e Willians. Nenhuma dessas equipes hoje em dia o desprezaria. Pelo contrario, se hoje algum desses fosse guiar para Ferrari, creio que Barrichelo ocuparia o lugar deixado por eles. Como aposentar agora?
4) Você abriria mão de faturar 8 milhões de dólares por ano por mais dois anos e se aposentar. O homem tem contrato até ao fim de 2006. Eu não. Se não posso ser campeão, pelo menos vou faturar mais algumas vitórias. Como aposentar agora?
Ou seja ele tem espaço e credibilidade, por isso ele não precisa seguir a estes conselhos.
Fernando Eduardo Macedo Marques, Niterói/ RJ
| Opiniões e Dúvidas dos Leitores |
17.05.05 |
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Boa Noite!
Estou enviando umas fotos de um site que presta homenagem ao Stefan Bellof, inclusive uma dele junto ao Senna num teste feito pela McLaren.
Minhas cordiais saudações
Paulo C. Cicarello
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| Bellof testa o McLaren de 83 |
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| o acidente em Spa 85, onde Bellof (à esq) perdeu a vida. ele dividiu a entdada da Eau rouge com Jacky Ickx |
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| O acidente em Spa 85, onde Bellof perdeu a vida 2 |
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| O acidente em Spa 85, onde Bellof perdeu a vida 3 |
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| O acidente em Spa 85, onde Bellof perdeu a vida 4 |
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| Os restos do porsche de Bellof. |
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Hora de Parar!!!
Marcelo Jardim
Não. Não vou escrever sobre a dita e redita aposentadoria do Schumacher. Muito menos sobre as tão desejadas de Coulthard, Villeneuve ou Ralf, que, na verdade, poucos se importam. Vou escrever sobre uma aposentadoria que poucos falam, mas que deveria ser cada vez mais pensada, a de Barrichello.
O que está acontecendo com ele neste início de mais uma temporada, e, por que não dizer, nestes últimos 12 anos, era para ele parar, sentar um pouco e dar uma repensada em toda sua carreira. Pensar se tudo isso realmente vale a pena.
Malásia, Bahrain, Imola e Barcelona. Todas elas. Treinos pífios (isto quando treinava), corridas miseráveis e resultados inexistentes. O que esperar de uma equipe vitoriosa, com o maior orçamento da categoria, mas que só te oferece trocas de motor, panes elétricas, pneus sem nenhum rendimento, peças de reposição faltando no dia da corrida, disputa com Jordan e Red Bull, etc, etc.?!
O que esperar de uma equipe que durante seis anos lhe priva de competir de fato, lhe priva de correr, de falar e de até mesmo lhe tira a vitória quando ela lhe aparece merecedora?!
Será que tudo isso não é suficiente?! Será que ele ainda sente algum prazer em pilotar um F1?! Até quando seu estômago agüenta?!
Será que não está na hora de parar de se enganar e reconhecer que nunca será campeão pela Ferrari?! Parar com essa bobagem de que ainda vai chegar sua vez, quando tudo indica que a equipe parece não confiar nele?! Na verdade, acho que nunca confiou. Ou alguém acha que a Ferrari vai ficar na dúvida em quem depositar todas sua fichas, depois de um terrível início de ano?!
Será que ele não está farto de se sentir durante seis anos preterido na equipe?! Trabalhar e treinar para que o outro ganhe tudo e ele só as migalhas?! Ou será que ele achava que com sua chegada em 2000 na Ferrari tudo seria diferente, mesmo sabendo do histórico do Piquet, Verstappen, Lehto, Herbert e Irvine?!
Será que ele não percebeu que seu tempo está passando (se é que já não passou), e que o tempo que se abre agora é para jovens com verve de campeão como Kimi e Alonso?!
Será que ele já não ganhou o suficiente para ter vontade de jogar toda essa mentira para o alto, parar com esses discursos engana-trouxa, falando que os pneus estavam ótimos, que o motor é assim mesmo, que pane hidráulica acontece, que é a coisa mais comum parar com pane seca, quando a vontade que dá é mandar todos a m...?!
Será que ele ainda não se cansou de ser obrigado a ir ao programa “Bem, Amigos!!” e explicar sempre o inexplicável, justificar sempre o injustificável e dizer que este ano está mais maduro do que nunca?!
Não seria hora de parar pelo menos num momento em que tudo funcionava, pelo menos tirava meia dúzia de segundos lugares ou terceiros?! Num momento que pelo menos dava para sorrir, nem que fosse um sorriso amarelo?!
Enfim, será que não está na hora de ele se aposentar e curtir os milhões ganhos, a família, os amigos, o kart, Interlagos, etc, etc?! Será?!
A impressão que passa é que o brasileiro desistiu faz tempo de torcer pelo Barrichello, cansou, frustrou-se. E o pior é que vendo seu semblante nestas últimas provas me parece que até ele está cansado de tudo isso...
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Olá, pessoal.
Gostaria que vocês tirassem uma dúvida a respeito do nome de vários chamados MK ou Mark, como por exemplo, o Ford GT Mark IV. Já vi outros carros também com essa sigla, se não me engano um Lotus de F1. O que significa MK ou Mark?
Abraços,
Julio Lima, Belo Horizonte/ MG
Caro Julio,
Mark, ou Mk, sua abreviação, é apenas a marca de uma etapa, um registro, uma determinada geração de alguma coisa.
Abraço (Bob Sharp)
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Edu, Panda, a gente não pode se abster. Já estou aprendendo como se escreve o regulamento é uma merda em trocentas línguas, para deixar tudo muito claro.
Abraços.
FIA define novas regras com opinião dos fãs
Warm Up
A F-1, que promete mudanças significativas a partir de 2008 com um novo Pacto da Concórdia, vai ouvir os espectadores para definir algumas de suas regras, informou um assessor da FIA nesta terça-feira (17). A entidade vai realizar uma pesquisa a fim de saber a opinião dos fãs sobre o esporte e o que eles gostariam de ver ou de eliminar da categoria.
Max Mosley entende que os desejos dos chefes de equipe estão se sobrepondo aos interesses do público. Sabe-se, por exemplo, que a opção pelo atual treino de classificação, com uma volta lançada no sábado e outra no domingo, é de rejeição da grande maioria dos pilotos, equipes, imprensa e espectadores. Agora, a voz do povo torna-se uma das vozes da F-1.
No começo de 2005, a FIA fez uma consulta sobre o futuro da F-1 com todos os acionistas. Sentimos que incluir os fãs da F-1 nesse processo seria essencial, disse o porta-voz. Para ajudar no formato do futuro do esporte, queremos que o máximo de fãs possível acesse nosso site para completar nossa pesquisa.
Até o fim da semana, o www.fia.com trará o questionário. O resultado sai no fim do verão europeu, em setembro.
Victor Lagrotta , São Paulo/ SP
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Olá, Victor. Confesso: tenho medo, muito medo, do que pode sair disso. Um medão enorme, cara.
Mas vamos sonhar. Imagine que se manifestem apenas pessoas com cérebro e que o resultado da pesquisa mostre que os fãs querem uma F 1 assim:
- Treinos classificatórios no sábado, com uma hora de duração e todo mundo andando junto; warm-up na manhã da corrida, como era até 2002;
- Volta ao sistema de pontuação que vigorou entre 1991 e 2002 (10, 6, 4, 3, 2 e 1);
- Fim da ridícula limitação de 12 equipes por temporada;
- Redução da "caução" dos absurdos US$ 48 milhões para algo mais razoável (US$ 5 ou 10 milhões, que já é um bom dinheiro...);
- Caem proibições ridículas, como as de pintar carros da mesma equipe com cores diferentes, limpar a pista no grid de largada e de usar chassis fabricados por outras equipes (esta vem sendo desrespeitada há muito tempo e a FIA faz de conta que não vê);
- Fim das ridículas limitações no número de motores e pneus que cada carro pode usar em cada final de semana de GP.
Sonhar não custa nada. Enquanto isso, vamos lembrando que o atual regulamento é uma merda. Abraços. (LAP)
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Sobre a coluna do Panda: o Thomas Erdos era nome citado constantemente quando eu comecei a acompanhar o automobilismo além-Fórmula 1. Mas só agora, graças a essa matéria, eu pude saber um pouco da biografia dele.
Alguém pode me dizer que fim levaram os seguintes pilotos:
- Zaqueu Morioka
- Afonsinho Giaffone
- Marco Greco
- Gastón Mazzacane
Como na ferramenta de busca do GP Total eu não achei nada...
Rodrigo Nunes Yoshihara, São Paulo/ SP
Olá, Rodrigo. Mazzacane, se não me engano, disputa algum campeonato de turismo na Argentina. No ano passado, fez algumas corridas da CART/OWRS/Fórmula Mundial/Champ Car (sabe Deus que nome tem essa categoria). Os outros três pararam de correr. Abraços. (LAP)
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Adrenalina de Pé em baixo X Adrenalina estacionado.
Edú, eu imagino que o que você sentiu após a molecagem pela sinuosa estrada litorânea, seria o mesmo que eu sentiria se estivesse abastecendo meu carro em um posto de gasolina qualquer e ao meu lado chegasse um F-1 para um splash and go, como aquele do Mr. Brabhan em 1957.
Será que se eu insistir naqueles postos com a bandeira daquela gasolina brasileira que abastece alguns F-1, eu teria alguma chance?? Abraços comovidos.
Romeu Nardini, São Paulo/ SP
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Inacreditável!
Caramba, Eduardo! Você nunca andou nem de indoor? Corre para o indoor mais próximo para fazer um treinozinho e depois corre para o kartódromo mais próximo e anda em um kart de verdade. Kart é a segunda melhor coisa que tem nesse mundo para fazer e você nunca andou nem de indoor?
Ôoooooh Senhor, ajuda este homem a ser mais feliz e coloca diante dele um kart de verdade! Grande abraço.
Luís Sérgio, Brasília/ DF
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Caros amigos,
O computador daqui de casa piora a cada dia e estou aproveitando uma rara oportunidade de acessar a internet para enviar um comentário sobre o que vi em Le Mans, quarta etapa da Motogp e também sobre a possível ida de Rossi para a Fórmula 1.
Valentino Rossi, pole, não teve maiores problemas para vencer sua terceira prova este ano. Caiu para 6º na largada, mas rapidamente recuperou-se até encostar em Colin Edwards, 2º do grid e que liderava a prova. Rossi o passou a poucas voltas do fim, quando Sete Gibernau, após ficar boa parte da prova brigando com Marco Melandri, Max Biaggi e Alex Barros, esboçava uma luta pela vitória. Sete chegou em 2º, mas sem chances de lutar diretamente pela vitória. Edwards completou o pódio. Barros teve uma nova queda quando era apenas o 8º colocado. Gibernau provou que tem todas as condições de lutar com Rossi pelo título. Fez uma belíssima corrida, ao contrário de duas semanas atrás, na China. Mas tenho a nítida impressão de que ele não parece ser forte o bastante psicologicamente para encarar o italiano em busca de um título. Ele é um piloto um pouco explosivo e, ao contrário do rival, ainda não aprendeu a conter os nervos em momentos decisivos.
Sendo assim, posso ter a certeza de que Rossi igualará o número de títulos de um outro gênio chamado Mick Dooham. Sobre Rossi na Fórmula-1 em 2007, eu lamento muito se a decisão for exatamente essa. Como disse o Panda em outra carta que mandei falando sobre essas especulações, a F-1, hoje, não merece ter um cara como ele! O mundo que a F-1 habita é muito carrancudo e não admite pessoas tão extrovertidas assim. Michael Schumacher faz a diferença dentro da pista, mas, fora dela, ele é igual a todos os outros. Mas, como não posso decidir por ele, que tenha boa sorte seja onde for!
O Flávio Gomes publicou que ele pode fazer dupla com Schumacher na Red Bull, apesar de todos os indícios de uma ida para a Ferrari. Ao menos, oportunidades não faltarão. É esperar para comprovar! Um abraço e a próxima escala é em Monte Carlo, domingo.
Willian Lopes Machado, Brasília/ DF
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Muito bom poder ler uma matéria sobre o Erdos. Vocês têm certeza que ele nunca correu no Brasil? Tenho lembrança de alguma prova no RJ. De todo modo, parabéns, ele merece ao menos a lembrança! Acompanho como posso a carreira do Erdos, tenho preferência pelo tipo de categorias que ele compete (protótipos, gt e turismo). Só uma correção: aquela foto em Spa, na chuva, é de um Mosler da equipe Balfe, não um Saleen, acredito que nem seja um carro guiado pelo Erdos.
Antonio Torquato, Florianópolis/ SC
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Caro João (SP):
Legal saber que no GPtotal é possível trocar opiniões sobre os mais diversos assuntos relacionados ao automobilismo. Concordo com sua opinião de que o Webber tem mostrado bem pouco na Williams, principalmente comparado a seu companheiro de equipe. Acontece que em trinta e cinco anos de vida, vinte e três dos quais acompanhando a F1, aprendi (e ainda aprendo) através de lições não muito agradáveis a não subestimar o potencial de dar a volta por cima , de nenhum ser pensante e dotado de alma chamado ser humano. Tudo bem que a característica atual da f1 é bem diferente da de vinte anos atrás, no que se refere à falta de alternância nas disputas e domínio de uma o outra equipe por temporada, mas, será que alguém apostaria um tostão furado em Nigel Mansell no início dos anos 80, tendo adversários de um Lauda, Prost, Senna e Piquet nos anos subseqüentes?
José Everson de Abreu, Vitória/ ES
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Posso estar equivocado, mas acho que essa temporada servirá para Schumacher mostrar como deixará escrito seu nome na história da F1, pois muita gente, aqui e no exterior, ainda vê seus fantásticos recordes em grande parte como resultado da superioridade que seus carros possuíam, principalmente nos últimos anos. Algo semelhante a Senna em 1993, quando mesmo sem ganhar ele deu um show em várias provas (dessa temporada lembro bem). O raciocínio é lógico: sabendo da dificuldade que ele está tendo fica mais fácil de avaliar seu desempenho. Essa temporada promete.
Marcelo, Rio de Janeiro/ RJ
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Pessoal,
Em primeiro lugar eu não acho o Schumacher um bom piloto, seus títulos foram todos porque ele tinha o carro.
Logo no começo de F1, fez algumas trapaças, é isso mesmo trapaças como adulteração da válvula de combustível no abastecimento (a dele estava dando maior passagem), adulteração na prancha de madeira (a dele estava mais fina e mais leve que o permitido). Quando ele foi pra Ferrari, pô aí sem comentários as palhaçadas de mandarem o Rubinho deixar ele passar na última volta. Isso porque daquela vez o Rubinho mostrou para o mundo, mas e das outras que ficou por debaixo dos panos?
Nessa temporada de 2005 está mostrando que o Schumacher não é nada sem um carro bom, ele não é capaz de levar de compensar no braço a deficiência do carro
Isso é bom para que a Ferrari e o Schumacher tomem na cabeça.
Ortega, Rio Grande da Serra/ SP
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Finalmente a McLaren desencantou, com um carro rápido e constante o tempo todo, algo que era para acontecer desde o início da temporada. Na minha opinião é atualmente o melhor carro !
Em relação a Ferrari, para mim a combinação de um carro competitivo (falta ainda um pequeno ajuste nos pneus, mas o carro em si é rápido, principalmente com Schumacher e um pouco mais de sorte) x a força do alemão na pista (pois com ultrapassagem ou não o alemão, se não tivesse os pneus furados na última das hipóteses em 3º ele terminaria — vejam só de 9º p/ 3º, como podemos dizer que o carro não é competitivo, não vamos dizer que esteja no nível da Renault ou McLaren, mas próximo está com certeza, e ainda tem o diferenciador que é a competência do Schumacher) é ainda um casamento quase imbatível!
Vamos dar a César o que é de César: Schumacher anda muito. Claro que não é e nunca será uma lenda, como Ayrton Senna, mas em relação a Alonso, Kimmi Raikonen e a companhia atuante na f1 atualmente ele papa todos com catchup. Alonso nesse início de temporada está tendo um pouco de sorte, contudo, porém, tem feito um ótimo trabalho! Mas, em relação a piloto, sou mais Schumacher — em condições iguais, duvido que Alonso superasse o Schumacher em pista, duvido! O cara anda muito rápido com um carro não tão bem calçado quanto os demais Michelim. Olha só, os Bridgestones estão inferiores, mas o alemão fez uma volta que quase foi a mais rápida da pista. Isso é a diferença entre ele e os atuais, tira leite de pedra!
Obs. sou realista, ok, mas no íntimo torço para que Alonso ou Kimi vençam o alemão. Mas, independente desse pensamento, Schumacher é melhor que os dois com certeza!
Carlos Lins, Aracaju/ SE
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Olá a todos do GPTotal.
Panda e Edu gostaria de perguntar algo a vocês. Não seria melhor se, ao invés de proibirem a troca de pneus, fosse proibido o reabastecimento? Digo isso pois tenho notado nos últimos anos que os pilotos se acomodaram muito durante as corridas, pois não arriscam mais ultrapassagens antes das paradas. Eles sabem que poderão tentar ganhar a posição do adversário apenas tentando andar mais rápido que ele com a pista livre.
Claro que eles estão mais do que certos em fazerem uso desse recurso, pois torna-se mais seguro para eles, mas isso acaba tornando ao espectador visível cenas de pilotos que estão com carros muito mais rápidos que outros, apenas aguardarem o momento da parada do adversário para andarem rápido e não arriscarem uma ultrapassagem e um possível acidente. Isso ficou claro no Gp de San Marino, quando Schumacher ficou com pista livre e andou muito mais rápido que os demais, ao contrário de quando estava preso atrás de carros mais lentos.
Meus mais sinceros agradecimentos pela existência de um site como o de vocês! Espero que este site sempre continue assim. Abraços.
Ewerton Hernandes De Pedri, Osasco/ SP
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Edu, Panda, Amigos.
Pergunta rápida e objetiva: o motivo pela má fase da Ferrari seria o fato de o carro ser assinado por um italiano (que me falha a memória em lembrar o seu nome), que seria seu primeiro projeto solo? Teria o F2005 algum dedo de Byrne, independente de ser uma evolução do F2004 GA?
Marcelo Ferreira, Rio de Janeiro/ RJ
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Senhores,
Não escrevo faz tempo, mas hoje topei com uma imagem muito curiosa, e achei que vocês a curtiriam tanto quanto eu.
É o seguinte: após a crise total da Can Am em 1974 eles acabaram ressuscitando a série em 1977, com um regulamento esquisito que permitia a participação de carros de fórmula com motores v8 americanos de alta cilindrada e rodas cobertas. Não precisa nem dizer que são os carros de corrida mais feios de todos os tempos. Tinha de tudo, de Williams F1 à Ralt F3, com todo tipo de bizarrice entre eles.
Para destacar o mais curioso, é um glorioso McLaren M23 travestido de esporte protótipo. Qualquer semelhança com a criatura do Dr. Frankenstein não é mera coincidência.
Aqui o link para a imagem:
http://www.racingsportscars.com/photo/Watkins_Glen-1979-07-08c-photo.html
Ah, o M23 é aquela coisa branca, pilotada por um tal de John McCormack. Divirtam-se. Abração.
Edu Di Lascio, São Paulo/ SP
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Olá,
Parabéns pelo site. Isso é chover no molhado. Todo mundo diz!
Essa é para a turma da saudade. Tipo o Alexandre Zamikhowsky Filho e o O. Guilherme Decanini que escreveram sobre o Bica Votnamis (se tiverem mais informações, me passem, por favor).
Vejam o site que estou montando com esse pessoal dos anos 60 e um pouco antes: www.parachoquedecaminhao.com.br, lá inclusive tem um link para meu e-mail.
Antes do Senna já havia automobilismo no Brasil, e dos bons. Veja lá.
Paulo Roberto Peralta, São Paulo/ SP
| Opiniões e Dúvidas dos Leitores |
16.05.05 |
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Gostaria de saber: qual foi a equipe pioneira a aderir o uso dos recursos da informática nas pistas de Fórmula 1?
Marcos Paulo Alves de Sousa, Belém/ PA
Se bem que o Coyote foi um dos primeiros (em 1974), o Copersucar FD03 utilizou também um sistema de coleta de dados, feito pela Embraer, do tamanho de uma maleta executiva com "apenas" 9.5 kilos, e os dados eram registrados num cassette, e depois transcritos por uma espécie de polígrafo (um sistema analógico para transferir os registros eletrênicos em hard copy).
A primeira vez que foi usado foi em Silverstone, em 75, uma volta da pista dava uma tira de papel grafado de 30 cm de largo por quase 15 metros de longo, para ler, tivemos que desenrolar o output começando no corredor da fábrica até o meio da oficina.
Divertida essa época, eu discutia muito com o Karl, éramos os únicos no Box dedicados à versão V1.0 de eletrônica embarcada e analise de dados, o resto dos engenheiros não entendiam nada, nos considerando como os "professores
loucos".
Abraços,
Ricardo Divila
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Respondendo à dúvida do Eduardo Cabral quanto ao equipamento analógico nos Fords GT40 serem ou não computadores, a resposta é sim, pois todo equipamento que tem entrada, processamento de dados e saída desse processamento é considerado um computador.
Fabio Filo, Serra/ ES
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Ahahahahah. O LAP me faz rir. Hahahah. Me diga, quem teve mais privilégio
de que o Shumacher em uma equipe de F-1? Veja, perguntei mais.
Eu sei que o Senna foi favorecido a partir de 90, quando o Prost saiu da Mclaren e o Mansel, que foi amplamente ajudado em 92, na Willians, mas igual ao Schumacher, "ninguém".
LAP, não estou falando da qualidade técnica do alemão, concordo que hoje ele é o melhor que está ai. Mas com certeza, se tivesse alguém, que também pudesse ganhar na Ferrari de 2000 para cá, o alemão não ganharia tudo o que ganhou, só não vê isso quem é cego. Ou é namorada do alemão (não existem as viúvas do Senna?).
Só ele foi campeão realizando meia dúzia de ultrapassagens, valendo posição (não conta retardatário e boxes) na temporada toda, como em 2004. Poxa! Comparar uma das maiores corridas de todos os tempos, Nurburgring 57, com a de Imola deste ano. Ahahahah. Só rindo.
Richard Hermann, São Paulo/ SP
Ahahahahah! Só rindo mesmo. "Ele foi favorecido", "Ele teve facilidades", "SE não fosse tal coisa ele não ganharia tanto", "Ele não sei o quê"... Só rindo mesmo, porque tudo isso é pura dor de cotovelo. Pessoas que pensam assim me dão muita pena, mas pelo menos me poupam o trabalho de ir ao circo. Ahahahah! (LAP)
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Olá, amigos do GpTotal.
Nessa carta gostaria de dar especiais parabéns ao Panda pela coluna dedicada a um de nossos melhores pilotos, Thomas Erdos, conhecido também como Tommy. Conheci esse piloto pelos idos de 1996, 1997, quando o canal de Tv a cabo Sportv tinha mais dignidade e transmitia corridas de longa-duração, como Especiais sobre as 24 horas de Le Mans e o campeonato GT de Turismo, que era simplesmente excelente naquela época, com vários pilotos bons participando entre eles J.J.Lehto, Alessandro Nannini, Bernd Shneider e um tal de Mark Webber (que foi vice campeão em 1998 perdendo o título para Klaus Ludwig e Ricardo Zonta).
Embora pouquíssimo conhecido por aqui, Tommy jamais é esquecido por quem o viu pilotar, e há muito tempo eu pensava em lhes enviar uma pergunta pedindo para falar sobre sua carreira.
Forte abraço a todos vocês!
Lucas Ochoa Carioli, Taquari/ RS
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Olá,
O sr. Pandini está crescendo e muito em meu conceito com seus especiais que não tem nada a ver com F1. Parabéns por trazer à tona o trabalho de Thomas Erdos, acompanho suas corridas de carros esporte desde 95.
Parabéns também pela matéria do sr. Castilho sobre Roberto Carlos, gostaria que vocês publicassem um especial sobre a copa Brasil e as Mil Milhas de 70, creio que seriam muito interessantes para todos. Continuem com seu belo trabalho.
Egidio Manoel Domingos, Curitiba/ PR
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Mudaram tanto o regulamento que agora a F1 chama-se F1—Não corra, papai. É só olhar, não pode acelerar porque o motor tem que agüentar duas corridas. Não pode acelerar porque não pode trocar os pneus. Se for mal no primeiro treino ou trocar o motor e perder dez posições, é melhor não treinar.
Fizeram mudanças no regulamento nos últimos 5 anos só para acabar com a hegemonia do grande Schumi. Agora, se ele realmente parar no final de ano, a FIA pode retornar com os regulamentos antigos, porque pilotos serão iguais e teremos a volta da tecnologia e velocidade plena nas corridas. Ou continuaremos como agora, na F1 — Não corra, papai. Tem que poupar motor, pneu, freio, câmbio, mecânico...
Gilmar Miotto, Porto Alegre/ RS
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O que eu mais gostava de ver na fórmula 1 antigamente eram as trapalhadas dos japoneses Aguri Suzuki, Satoru Nakajima e Ukio katayama, ou batendo, ou fazendo as mil coisas incríveis, de não se acreditar.
Teve uma vez, acho que foi em Monza, na Itália, em 1988 ou 1989, quando o Nakajima largava ao lado do Suzuki, isso lá pela 6ª fila. Aí, ja viu o que ia acontecer. Vários carros bateram na largada e, ao invés de na relargarda ter 26, tiveram apenas 20 carros. É mole! Entre estes que não conseguiram largar novamente estava o Roberto Pupo Moreno, que na época corria na Coloni.
Em 1997, foi a vez do Katayama com a Tyrrel, no Canadá. Ele largou ao lado do holandês Verstappen, que era, se não me engano, da Minardi e aconteceu a mesma coisa que a parte anterior. Só que em 1997 eram 22 carros e 18 largaram. O Barrichello, que estava na Jordan, pegou um pedaço de carro do Katayama e parou no muro próximo à pista. Eh Barrichello, hein! Outro trapalhão! Abraços a todos!
Nery Agenor Silva, Garopaba/ SC
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Este ano, sem dúvida, a Fórmula 1 será bem mais disputada. Este ano mostra claramente que já não existe mais a supremacia das Ferraris, e é muito importante perceber que McLaren, Renault, Toyota estão no páreo em condições de brigar pelo título. Lembrem-se, no entanto, que a Ferrari se encontra no momento em decadência e que sem dúvida possui o melhor piloto da atualidade, que é o Schumacher. Temos que admitir que se o Schumy até o momento não fez nada, a culpa de fato é do carro com os seus pneus.
Só teremos realmente condições de analisarmos o desempenho do alemão quando este tiver em condições de lutar com igualdade com os outros. Gostaria que isto realmente acontecesse, pois saberíamos de fato se Schumy é ou não imbatível. Acho que a Fórmula 1 deveria ter os seguintes procedimentos: motor, pneus, todos iguais. Assim teríamos a certeza quem é o melhor.
Ha! Esqueci de falar do Rubinho. Ele é engraçado? É palhaço? Oh, tartaruga atormentada! Não compreendo porque a Ferrari não dá chances para outro piloto, quem sabe outro brasileiro. Quando a Ferrari estava no auge, Rubinho nunca foi segundo, e agora, com a Ferrari em declínio, o que será que vai acontecer com o nosso Rubinho?
Nailton Sampaio dos Santos, Salvador/ BA
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Eu só vejo um objetivo no Schumi: bater as poles e o record de vitórias de Mônaco, que é de Senna. Ele finge que tem motivação (está acabando), a Ferrari está em decadência e agora essa de que a Red Bull quer a dupla Schumacher e Rossi para 2007 é boa, imagina se a Red Bull melhora o carro até lá, com certeza ele vai migrar de equipe.
Ainda continuo com a dúvida: Quando algum piloto de f1 vai comemorar vitória com zerinhos como o do Zanardi, já houve isso na história da categoria? Obrigado.
Rafael José Chicati, Maringá/ PR
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A pergunta da enquete de hoje meio que polariza o resultado, se Mika voltasse a F1 não se arrastaria como Villeneuve nem tampouco iria ganhar um título. Sou fã dele - autor do drible da vaca no Schumacher - e acho que no DTM está bom demais! O tempo na F1 já passou e agora o objetivo é mais se divertir, coisa que Jacques deveria fazer também. Aliás, outro que atropelou o palhaço alemão. O site é muito bom.
Abraços.
Gerson Kauer, Sapucaia do Sul/ RS
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Olá! Em resposta aos internautas Caíque e Sérgio Ricardo, gostaria de dizer a eles que a NASCAR está sendo exibida, sim, pelo SPORTV, nas madrugadas de segunda para terça-feiras anteriores às provas, com os compactos das mesmas. E transmitirá a partir de meados de setembro as dez provas dos play-offs ao vivo e na íntegra. Obrigado e parabéns mais uma vez à toda à equipe do GPTotal pelo sucesso do site!
Eduardo Gomes Ceresso, São Paulo/ SP
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Concordo totalmente com o Fabio Filo. Fora o domínio da Ferrari, espero que fique mais 21 anos sem ganhar um título.
Edmur Lopes, São Paulo/ SP
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Pergunta: Mônaco/92. Se a situação da corrida fosse exatamente a mesma, só que invertendo os pilotos que estavam em cada carro (Senna na Williams; Mansell na McLaren) e conhecendo o estilo de pilotagem de ambos, o que vocês imaginam o que ocorreria:
1- O Senna ultrapassaria o Mansell?
2- O Mansell seguraria o Senna?
3- Os dois se achariam, como gosta de falar o Galvão Bueno?
4- O Senna aceitaria pacatamente ou Rubinhamente a segunda posição???
Abraços a todos,
Rafael Batista, São Paulo/ SP
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