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11.08.11 - Roberto Agresti |
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17.05.11 - Eduardo Correa |
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18.09.09 - Luis Fernando Ramos |
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12.12.08 - Alessandra Alves |
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27.10.08 - Luiz Alberto Pandini |
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29.07.11 - Carlos Chiesa |
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21.09.09 - Ernesto Rodrigues |
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| » » » 28.02.05 |
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| Opiniões e Dúvidas dos Leitores |
28.02.05 |
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Aproveito esse espaço para parabenizar a equipe de " Linha de Chegada" pela presença brilhante de Alessandra Alves, eu não a conhecia como também o GPTOTAL. Ela é muito inteligente, despachada, interessante, agradável e muito bonita.
Isaac de França Damazio Júnior, Aracaju-Sergipe
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Alessandra,
Estou comentando sua coluna muito tempo depois de escrita. Mas o que importa é que também acho que não só a então moça em questão, quanto qualquer piloto menos dotado, não fariam nada de excepcional com um excelente equipamento, na F1. Veja, digo na F1, pois lá o nível é altíssimo. Em categorias menos prestigiadas, com pilotos mais comuns, o equipamento faz muita diferença. Porém, acho que algumas mulheres podem misturar o pêlo, ou os cabelos, com pilotos homens, e absolutamente não fazer feio. Exemplo, Cristina Rosito, Suzane Carvalho, para só falar de brasileiras. Mas realmente você tem razão, o DNA ajuda os homens. Aproveitando, boa sorte com o livro do Flávio, você deu o recado direitinho no programa do Reginaldo.
Ney Freire Prates, Vila Velha, ES.
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Amigos, parabéns pelo evento realizado na última terça feira em Moema, Valeu muito legal estar com vocês e abraçar o querido Flavinho.
Fábio Sinegaglia, Osasco
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Olá, pessoal do GPtotal.
A minha pergunta na verdade é uma dúvida que tenho por nunca poder ter ido a um GP de Fórmula 1. Muitas pessoas dizem que o ronco do motor da Ferrari é diferente. Isso é verdade? E, se for, todos os outros são iguais ou cada motor tem um ronco diferente? E, se for possível explicar tecnicamente, o que faz o ronco do motor ser diferente? Obrigado e Parabéns pelo site.
Fernando, São Paulo
Fernando, uma das coisas que tornavam diferente o ronco da Ferrari em relação aos demais motores era sua configuração (V12 ou, mais antigamente, 12 cilindros contrapostos), numa época em que quase todos os motores eram V8. Era essa a razão do motor Ferrari se destacar dos demais. Hoje, com todos os fabricantes usando motores V10, os ruídos são muito semelhantes, embora obviamente existam diferenças. Abraços,
(LAP)
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Olá amigos do GP Total...
Gostaria de tirar uma dúvida sobre o novo regulamento dos pneus.
Todos sabemos que a partir dos treinos do sábado não poderão ser trocados os pneus. Mas eu não li nada até agora como é que fica aquela famosa situação em que chove e pára de chover durante a prova. As equipes terão que usar o mesmo set de pneus seco se a pista voltar a secar? Em caso de a pista ficar molhada novamente, serão colocados os mesmos pneus de chuva usados antes? Será que o pessoal da FIA lembrou dos últimos GPs do Brasil na hora de fazer a regra nova?
Obrigado pela atenção,
Felipe Souza, São Paulo - SP
Oi Felipe
não sei lhe responder, ainda q a lógica indique que deva se usar o mesmo
jogo usado anteriormente. Este deve ser mais um dos casos que - torcemos
todos - serão esclarecidos pela Fia ao longo desta semana.
Abraços,
(EC)
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Retranca
Em nome da economia, estamos começando o campeonato mundial de Fórmula 1 versão retranca. Não vou ficar especulando quem vai ganhar ou quem vai perder. Os treinos do início de ano quase nunca são o trailler do campeonato. Quase sempre são uma mistura de blefe com experiências mal sucedidas (exceto a BAR no ano passado). Infelizmente os noticiários da pré temporada dão somente o tempo da voltas, mas nunca as condições em que o carro fez esta volta, daí ser impossível ter parâmetros para qualquer conclusão concreta. Acreditar no que dizem os dirigentes então... prefiro acreditar que os coelhinhos botam ovos na páscoa. Bom a cara feia do Schumacher pode ser um indicativo, mas a Ferrari é a Ferrari, e o Schumi é o Schumi.
Vamos pegar o que existe de concreto, o regulamento, e daí arriscar alguns palpites com relação às corridas em si. Os fatores aerodinâmicos podem influenciar no tempo, mas não no resultado final. O que deve estar deixando os engenheiros e estrategistas malucos deve ser o fator resistência. Pensando em atletismo, a Fórmula 1 seriam os 100 metros rasos (a maratona talvez as 24 hs. de Le Mans), com o novo regulamento os atletas de 100 metros teriam que correr com tênis de Trekking e ter fôlego para correr os 200 metros. Enquanto a Nikelin não desenvolve botas para 100 metros e a Red Bull uma quimicazinha para dar resistência muscular, o campeonato deve seguir em ritmo de prova ciclística de perseguição. Isso aprendi nas olimpíadas passadas, pelo menos isso eu vi na TV enquanto gastava o meu suor na esteira da academia.
A prova de perseguição é um troço interessante. Dois ciclistas ficam rodando, rodando, rodando, rodando no velódromo um olhando para a cara do outro de vez em quando. E rodam, e rodam, e rodam de repente dá um troço qualquer e saem pedalando feito loucos, e então um deles ganha. Bom era assim que via. O problema é que a academia deixa a TV ligada sem som, com o rádio ligado fazendo tum-tum-tum-tum daí só poder tirar conclusões empíricas, baseadas apenas na observação.
Dadas às condições deste ano pelo menos nas primeiras corridas deve acontecer algo parecido. Vão ficar rodando, rodando, rodando em ritmo de mulher no volante (ops! Sem ofensas, me desculpe, estou tentando dizer que as mulheres são mais cuidadosas ao volante, que digam as seguradoras, ou então, que se você tivesse que comprar um carro de segunda mão de quem compraria, de mim que frito a embreagem a cada farol verde, ou de uma mulher que suavemente engata a primeira e acelera sem forçar o motor? Acho que me safei bem... é a prática) economizando motor e principalmente pneu, e quando estiver naquele ponto em que os engenheiros julgarem que a borracha vai agüentar até o final da corrida, vão dar o sinal mágico para sentarem a bota (mais um parênteses, se o rádio do Rubinho não pifar).
O que dificilmente vamos ver este ano:
- Aquelas voltas miraculosas do Schumacher antes do Pit-stop.
- Ultrapassagens sensacionais, se já eram escassas as ultrapassagens, agora então...Satow Show deve pensar 10 vezes, uma para cada pistão, antes de encher o seu motor (que já estourou diversas vezes em suas mãos no ano passado) Honda para fazer aquelas ultrapassagens que se não eram espetaculares, ele pelo menos as tentava.
-Mecânico da Ferrari esquecendo um pneu do Rubinho dentro dos boxes.
-Três ou quatro pit-stops por corridas, afinal andar mais leve vai valer o tempo perdido nos boxes? Será que andar mais leve vai ser o suficiente para poder forçar mais os pneus? Seria a vez dos motores que consomem menos, ou seja, quem pára menos?
Pode ser também a chance da turma do foda-se aparecer, é como a fábula do Hans Christian La Fontaine a famosa "Lebre e a formiga". A lebre quer aparecer e sai correndo até acabar com o seu tênis, mas teve as suas 15 voltas de fama, e a formiga que economizou para o inverno chega ao fim da corrida.
Bom, são novas variáveis que vão estar envolvidas e talvez isto sirva para que o campeonato fique interessante, mas existe a perspectiva dos times adotarem a tática da retranca no início do campeonato. Rezo para São Enzo que eu esteja errado.
Para acabar, gostaria de informar que estou tentando patentear um furador de pneus que provoca o estouro a 100 metros da entrada dos boxes. Bom campeonato a todos. Quanto à Pizza de Concórdia, espero que encontrem um bom autor para continuar a novela.
[]'s
Olavo Ito, São Paulo
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Dando uma varrida rápida no site:
- Motor diesel em corrida - Em protótipos acho que teve que correu em Le Mans na década de 50. Com certeza a mais longa insitência ( ou persistência ) foi da Cummins ( perdoem a grafia se estiver errada ), que teve várias participações em Indianapolis, desde a década de 20 até 50, chegando uma vez em segundo lugar ( acho que em 32 ou 34 ) . A revista Car&Driver publicou em 2.003 uma longa reportagem. Vou ver se acho e volto com um resumo.
- Sobre a Ferrari F399 partida - Na revista Motorsport de Setembro/04 foi publicada a foto do carro partido ainda na pista, com o infeliz piloto/proprietário dentro, com as pernas para fora . Este acidente colocou em cheque os procedimentos da FIA para homologar carros construídos em fibra de carbono para corridas históricas. O chassis acidentado era o mesmo que o alemão bateu, e tinha uma fissura interna (imaginem o esforço torsional que sofria quando a tropa de 800 cavalinhos decidia esticar as pernas...). Se foi consertado na garantia e se o Reparto Clienti pagou o guincho eu não sei, mas se conseguir cópia da fatura eu mostro com exclusividade no GPTOTAL...
- Frase do Colin : conheço duas versões , sendo uma sobre componentes ( "se não quebrou, ainda está pesado") e sobre o carro ( "ele pode se desmanchar um metro depois da chegada"). Qual é verdadeira só num centro espírita para saber, mas todo o mundo entendeu o espírito (desculpem a repetição ) da coisa. A pior dele foi no acidente do Ronnie, quando ele disse "Oh no Lord, not again"(Meus Deus, de novo não). Acho que foi sincera.
- Missão de resgate : vou empreender uma missão de resgate no fim de semana e mostra a foto que fiz de dentro de Nürbugring, com o castelo ao fundo . Só Deus sabe o que vai me custar, mas devo isso para os antigos amigos e novos conhecidos que encontrei no lançamento do livro do Flávio Gomes .
-Sobre o lançamento do livro : fantástico conversar com o Claudio, Carlos, Romeu, Caíque e tantos outros a noite toda. Pelas fotos dá para descobrir que, apesar da careca, do diâmetro de pistão de motor de navio e do estilo sarcático/irônico, o mestre Edgard de Mello e eu NÃO somos a mesma pessoa (e ele é mmmuuiiittooo melhor que euzinho).
Alessandra, quando você vai convencê-lo a escrever o livro de memórias dele (título sugerido : Meninos, eu vi) ??
Abraços
Victor Lagrotta , São Paulo
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A luz verde está próxima!
Sim, o grande dia está próximo (!), - ou melhor: a madrugada. Renovam-se as expectativas: como serão as disputas dos bólidos de domingo?
Ah... que saudade de outros tempos, em que essa pergunta era inconcebível. Perdoem-me, mas eu sou saudosista - e ninguém ouse me criticar. Bons tempos da infância, os quais regados pelos olhos da inocência, assisti as melhores disputas de Fórmula 1: Nelson Piquet, Ayrton Senna, Nigel Mansell, Alain Prost, Keke Rosberg, Niki Lauda, René Arnoux, Elio de Angelis, Alan Jones, dentre outros. Um campeonato, vários vencedores.
As manhãs de domingo se resumiam às corridas e à degustação da bela macarronada que minha mãe fazia.
Hoje, quase um balzaquiano - sim, em breve não serei, como dizia John Lennon, confiável -, tenho que me contentar em almoçar, aos domingos, no fast food de um shopping, e, se não bastasse, depois de uma sonolenta corrida, ver o 'alemão' vencer mais uma.
A fantasia desapareceu. Mas a expectativa de ver um belo embate automobilístico, não!
Vamos, BAR, prove que o entusiasmo da temporada passada continua - mesmo depois da 'trairagem' do Button! Vamos, Mclaren, dispare as flechas prateadas! Vamos, Renault, a veia latina da Fórmula 1, a emoção, ao contrário do que relega o 'alemão', torna humana a vitória! Vamos, Casa de Grove, prove que 'camisa' também ganha jogo - a exceção do meu Flamengo!
É esse o pensamento que se passa na cabeça do amante da Fórmula 1, mas, infelizmente, a minha televisão insiste em ficar vermelha e, ao final, batucar o hino da Alemanha...é melhor eu ir para o shopping.
PS.: Flávio, gostei muito de seu livro e obrigado pela dedicatória.
Fernando Natal, Brasília - DF.
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Excelente texto do Manuel Blanco sobre a chatice da F-1 atual.
Concordo em gênero, número e grau com ele, e até acrescento mais um pouco: A Fórmula 1 dos últimos 10 anos está um verdadeiro HORROR!!
Mas acho que para resolver esse problema o ideal seria apenas uma distribuição dos recursos financeiros de forma mais igualitária. Para impedir que uma Ferrari tenha US$ 400.000.000 ao ano, enquanto uma Williams gaste apenas US$ 200.000.000 ao ano.
Com quantias de dinheiro mais similares, as equipes que fazem melhores pesquisas tecnológicas, que acertam a mão no projeto de seus carros e que tem uma equipe mais competente acabará vencendo, porém as demais NÃO ficarão tão para trás, causando um maior equilíbrio.
O problema da F-1 é desequilíbrio financeiro. Enquanto uns têm muito (Ferrari), alguns têm mais-ou-menos (Williams, McLaren, Renault, Toyota) outros têm pouco (Red Bull, Sauber, Jordan, Minardi...).
Teríamos uma Fórmula 1 mais interessante e menos PODRE se não houvesse tamanho intere$$e comercial em algumas equipes, e um de seus pilotos...
Quem gosta desse show de horror que é a F-1 recente, que goste, mas empurrar goela abaixo do público dizendo que isso é "legal" é menosprezar a inteligência das pessoas.
Abraços.
Antonio Pessoa, Ubatuba/SP
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Pessoa, entendo perfeitamente a sua proposta. Mas considero-a utópica. Mas o que fazer se uma equipe tem capacidade de levantar US$ 400 milhões de patrocínio e outra só consegue US$ 300 milhões, ou 200 milhões, ou 1 milhão? Não se trata de uma questão de "distribuição de renda", mas de capacidade de consegui-la e, principalmente, de usá-la com bons resultados. Como impedir isso? Fazendo auditorias em cada equipe?
Lembre-se que equipes mais ricas que outras sempre existiram na F 1. Por isso, não creio que o problema central seja o orçamento de que cada uma dispõe. Os problemas da competitividade da F 1 vão muito além disso.
Abraços,
(LAP)
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Caros,
Novamente nosso amigo Manuel Blanco nos brinda com uma de suas precisas análises. Além de saber do que está falando, ainda tem o cuidado de se basear em dados, não em “achismos”. Os números comprovam o que todo mundo que acompanha a F-1 há uns 20 anos tem certeza: as temporadas estão cada vez mais chatas, com os campeonatos disputados por um ou dois pilotos. Nos últimos 10 anos, a única exceção a essa regra foi 1999, quando Schumacher se arrebentou no muro em Silverstone. Com ele fora, o campeonato ficou aberto. Mas com ele na pista, sem Senna nem Prost e principalmente depois que sentou em uma Ferrari, a coisa ficou chata. Como ficaria se Senna não tivesse Prost ou vice-versa. Ver corridas é ótimo, quando há disputas. Quando isso não ocorre, vira procissão.
E o pior é que o novo regulamento de m... não dá muitas esperanças.
Para animar o campeonato, a FIA poderia obrigar a Ferrari a sempre trocar de lugar no grid com a Minardi. No mínimo, aconteceria alguma coisa.
Abraços a todos.
Renato Müller, São Paulo
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Amigos do GPTotal,
Ri muito com a mensagem do Walter Jesus Bouzas Vidal.
Que ele não concorde com a maestria da ultrapassagem de Piquet sobre Senna na Hungria, em 1986 (destacada por ninguém menos que Jackie Stewart e até hoje não contestada) e prefira o "troco" de Senna na tentativa anterior, ainda vá lá. É a primeira vez em 18 anos que vejo uma opinião dessas, mas "gosto não se discute, lamenta-se".
Agora, o trecho a seguir quase me fez cair da cadeira: "Senna como grande brasileiro que era, jamais iria brigar por aquela posição podendo tirar outro brasileiro da corrida. O que ele fez foi valorizar a ultrapassagem do Piquet".
Sr. Walter: o sr. quer ser mais realista que o rei. Em entrevista na revista Quatro Rodas, em 86 ou 87, Senna limitou-se a chamar a linda manobra de Piquet de "suicida". Ao usar esse termo, Senna implicitamente reconheceu que nunca conseguiria fazer algo igual (Aliás, não conseguiu mesmo. Morreu sem conseguir devolver à altura o vareio que tomou de Piquet)
Dizer que Senna "como grande brasileiro que era, jamais tiraria outro brasileiro da corrida" também é caçoada. Senna, desde o kart, desenvolvia técnicas para jogar adversários para fora da pista - e isso quem diz não sou eu, mas Ernesto Rodrigues em seu livro e em uma de suas colunas do GPTotal. Pior ainda é deixar no ar a idéia de que Senna, por sua própria vontade, quis "valorizar a ultrapassagem de Piquet". O argumento é tão ridículo que dispensa comentário.
Sr. Walter, se o sr. deseja se enganar a si próprio, fique à vontade. Querer enganar os outros é que não dá.
Jun Nohiro — São Paulo, SP
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Jurei que nunca escreveria ao GPtotal para tocar nesse assunto. Mas agora encheu. Portanto, expresso minha indignação com uma pergunta bem simples: quantos de nós, daqueles que participam do Gepeto, conheceu a PESSOA chamada Ayrton Senna, a ponto de julgar seu caráter, seus valores e suas intenções? Eu respondo por mim. Não conheci. Só conheci o piloto, e esse era dos bons, como alguns outros. Na minha pergunta, por favor, substituam Ayrton Senna por qualquer outro piloto que teve seu nome marcado na história da F-1 como sendo reconhecidamente um bom piloto, isto é, aqueles que são sempre citados por aqui. Fiz isso e a resposta é sempre a mesma...
Abraços!
PS. Pena que não moro mais em SP, pois perdi ótima chance de conhecer o pessoal do site e o Gomes, de quem sou fã.
José Alexandre Matelli, Floripa/SC
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Sobre a nova polêmica envolvendo o Senna, gostaria de lembrar que o seu lado "Dick Vigarista", pouquíssimo falado nestas bandas do equador, começou nos treinos classificatórios no início dos 90', quando no GP de Mônaco, após fazer um tempo praticamente inigualável, voltou para pista e começou a "marcar"aqueles que poderiam roubar a sua Pole. Um destes marcados foi o falecido Alboretto, que, ao final do treino, saiu dos boxes da Ferrari para os da McLaren, e ao chegar lá desceu a mão no Ayrton.
Este episódio foi o responsável pela mudança do modo de se fazer as classificações para as corridas. Até onde sei, este foi o primeiro ato de pugilato de vários que envolveram o Senna, que como todo o Campeão tinha um ego enorme.
Caíque, Rio de Janeiro
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Prezados Amigos do GPTOTAL e, de modo especial, ao ilustre colega, Pedro Sartorio.
Tenho lido com bastante assiduidade, este precioso site que é o GPTOTAL, porém muitas das vezes, com muita pressa e sem a atenção devida, em virtude da falta de tempo.
Realmente, cometi um erro ao não perceber que parte das idéias constantes no texto do colega Pedro Sartorio, em verdade, não pertenciam a ele, mas
sim ao "Colega sem assinatura". Isto, conforme já disse, devido à minha pressa.
Por conta deste equívoco meu, é que deixo minhas escusas ao Sr. Pedro Sartorio, bem como a toda a "Família GPTOTAL”!
Porém, ainda no "campo das idéias e opiniões" reafirmo minha opinião e admiração pela Família Fittipaldi e de modo especial, a Emerson Fittipaldi.
Acredito que o colega Pedro, compartilhe deste mesmo conceito, sobre os Fittipaldi, certo? E mesmo que não, já é digna de nota a forma respeitosa com que esclareceu o espírito de seu texto.
É justamente deste respeito e união que o nosso automobilismo de competição necessita. Mesmo que tenhamos "ídolos" e opiniões diferentes, mas o objetivo final seja o automobilismo de competição, isto é o que realmente importa.
Quanto ao "Colega sem assinatura" é lamentável que o mesmo, não defenda seus pontos de vista o bastante para assinar aquilo que pensa e escreve. Porém, mesmo não concordando (ou concordando) com suas opiniões, devemos defender o seu direito de expressá-las.
E finalmente, colega Pedro, relendo (com tempo) seu texto, entendi, sim. Parabéns!
Abraços a você e à "Família GPTOTAL”.
Atenciosamente,
Paulo C. Winckler - Porto Alegre
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Wladimir Duarte Sales, nome bonito o seu. Gostei mesmo, sem brincadeira. É uma pena não combinar com você. Será??? Quem sou eu para julgar alguém pelo nome?? Espero que você pense a respeito pois meu "Petit" em nada faz sentir-me menor do que qualquer outra pessoa, muito menos minha memória. Aliás, preferiria eu ter memória curta do que tentar enganar a mim mesmo com argumentos que não são suficientes para me convencer.
Quando disse que Senna traiu a Lotus, repito isso quantas vezes você quiser. Uma equipe que fez tudo o que pôde por ele, para ser "largada" da forma que foi. Acho que a sua memória é que é curta... lembra-se do Warwick? Aquele por quem Senna fez a equipe passar pela ridícula e constrangedora situação de "desfazer" um acordo de cavalheiros. Aquela que Senna fez todo o acordo com a Honda para fornecimento de motores, mas que sem saber estava sendo usada apenas como ponte para que Senna colhesse os frutos na McLaren. Isso não é traição? Vamos supor (suposição, não lhe conheço e não quero insinuar nada, apenas suposição, OK?) que sua namorada lhe peça uma caixa de bombons. Você compra a caixa e ela misteriosamente guarda os melhores para outra ocasião. Esta outra ocasião acontece... só que é com outro cara que ela vai comer os bombons. Você não acha isso traição?
Bater com Prost no Japão foi a forma que Senna encontrou para reparar a injustiça sofrida em 89??? Realmente ele deve ter perdido muito tempo procurando essa forma de fazer justiça, não?? Piquet também foi jogado por Alan Jones para fora em 80, mas não lembro dele ter jogado o carro em cima de ninguém para ser campeão no ano seguinte. Você que tem a memória "boa" lembra??? Refresque a minha que é "petit".
Quem disse que eu quero cobrar "atitudes moralmente corretas" na Fórmula 1??? Apenas disse que acho ridículo dizerem que Senna era exemplo disso, exemplo daquilo, e exemplo daquilo outro... Fórmula 1 ou não, Senna era aquilo mesmo, falso, arrogante, traidor e mercenário. É isso que penso dele e nada me fará mudar de opinião. Mas minha vida não gira em torno disso, quem acha ou deixa de achar o mesmo que eu não me faz diferença. Ao contrário de muitas pessoas que morrerão com uma úlcera no estômago tentando defender pessoas que nunca viram na vida.
Panda, desculpe usar o Gepeto pra isso. Mas como você mesmo disse, não precisamos de ofensas pessoais aqui.
Abraço!
José Angelo Petit Neto, Florianópolis – SC
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Por onde anda meu amigo José Angelo Fusetti?
Entre em contato com a turma da galera: Matté – Chico - Pietro - Paulo (Tatu)
Jose Francisco Rocha, Limeira- SP
OBS: Caso Pizzonia-Williams (??)
Por que tanta poeira nesse lance de Pizzonia e Heidfeld?? O Pizzonia é muito novo ainda pra ser titular de uma equipe, provavelmente iria queimar o filme como esta fazendo o Felipe Massa.
E o Heidfeld é mais piloto que ele, com ou sem patriotismo da minha parte.
Adriano Ricardo de Mendonça Siqueira, Foz
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Dona Alessandra Alves
Antes meus parabéns pela bela (belíssima) impressão que tu me causaste assistindo hoje ao Linha de Chegada.
Adorei sua participação, sensata, correta e de certa forma provocativa em relação ao Di Grassi e ao Hellmeister que mereciam ter falado um pouquinho mais da experiência deles.
Espero um ano riquíssimo de assunto e novidades na F1. E depois desse dia saiba você e toda sua equipe que ganharam mais um fã do GPTotal.
Parabéns!
Anderson Sávio, Aracaju
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Prezados Senhores,
Por que não vender o livro "O Boto do Reno" nas livrarias?
Na quarta-feira (23/02), estive na Livraria Cultura à procura deste livro depois de assistir ao programa "Linha de Chegada" na terça-feira e após muita pesquisa por parte do vendedor, fui informado que o livro só seria vendido através da internet... é verdade?
Na minha humilde opinião, comprar livros pela internet é a mesma coisa que comprar roupas pela mesma, não dá para dar uma folheada pelo livro para ver se é realmente de seu gosto. Por esse motivo peço que reconsiderem a decisão de vender somente pela net. Acredito que a minha opinião é compartilhada por muitos outros fãs de automobilismo.
Saudações
Roberto N. Gotoda, São Paulo
Caro Roberto
O Boto do Reno, no momento, está à venda em livrarias como a Saraiva, por exemplo. Outras livrarias estão sendo abastecidas por uma distribuidora.
O livro também está à venda em bancas de jornais. Na região da Avenida Paulista, em São Paulo, por exemplo, você pode encontra-lo nas bancas Gazeta (altura do número 900), Jovem Banca (altura do número 807) e Ranieri (em frente ao Conjunto Nacional). Mais livrarias e bancas em todo o Brasil estarão recebendo o livro nas próximas semanas.
Aqui no site você pode comprar o livro e recebe-lo autografado pelo Flavio Gomes.
Obrigado pelo interesse e receba o nosso abraço
(EC)
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Saudações!
Faz muito tempo que não escrevia e só ficava lendo...
Eu queria agradecer a hospitalidade do Edu, do Pandini, Alessandra e Tite no lançamento do livro do Flavio Gomes. E devo dizer tb que a presença de gente como Caíque, Victor, Olavo, Romeu, Carlos, figurinhas carimbadas daqui, ofuscaram a presença dos VIPs. São todos verdadeiras sumidades em automobilismo e eu tive o prazer de ótimos papos durante a noite!
Aproveitando, lembro que alguém perguntou sobre o acidente que vitimou o Bellof, em 85, e se o Ickx teve alguma culpa no cartório. Revi o acidente na gravação (in car) que tenho disponível e algumas fotos que mostram a sequência do acidente. Na minha opinião, Bellof foi um pouco otimista quanto a ultrapassar Ickx na entrada da Eau Rouge. O francês aparentemente não esperava o mergulho do alemão pela esquerda (principalmente porque ambos haviam acabado de passar um retardatário metros antes) e nem busca o oponente no retrovisor. Bellof e Ickx se chocam na entrada da Eau Rouge, que praticamente não possuía áreas de escape. O Porsche de Ickx aponta p/ a esquerda e ele rapidamente faz a correção e roda no sentido horário, batendo de traseira no guard rail. Os estragos no carro são mínimos e ele sai andando.
Já o Porsche de Bellof, após o choque, é jogado p/ esquerda na grama e bate violentamente de frente. Pouco resta da metade dianteira do carro. Levando-se em consideração que era uma corrida de longa duração, que ainda faltava muito para o fim e que Ickx era um piloto muito experiente, não creio que ele "dividiria" propositadamente uma Eau Rouge perto dos 300 km/h.
O outro acidente que li citado aqui é do Paul Warwick, irmão do Derek. Seu acidente fatal aconteceu no circuito de Oulton Park, na Inglaterra. Paul liderava a prova e contornava a velocíssima curva Knickerbrook quando a suspensão dianteira esquerda (a curva é tomada à direita) se rompeu e o seu f3000 escapou violentamente p/ a esquerda. Seu carro atingiu um barranco e capotou. O piloto foi ejetado do carro e morreu horas depois no hospital.
Consequências do acidente: chicane na curva e, reza a lenda, poucas investigações sobre o caso por se tratar da equipe de Nigel Mansell na f3000 britânica.
Grande Abraço!
PS.: Manuel Blanco, você foi lembrado durante ao lançamento do livro. Certamente estava em espírito conosco!
Claudio Habara, São Paulo
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Edu, como vai?
Aí está a foto que estava procurando, do Coulthard usando o capacete do Schumacher, em Mônaco 96.
Não sei como ele conseguiu colocar o capacete, mas parece que deu sorte, ele chegou em segundo. Tudo bem que naquele GP só 6 ou 7 pilotos completaram a prova, mas foi o melhor resultado dele na temporada.
Até a próxima!
Loreno Menegotto, BH
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Olá LAP
A respeito da fragilidade dos Lotus da era Chapman (Pergunte ao GPTotal), vale a pena ficar de plantão esperando que o documentário sobre a marca/construtor seja reprisado no Correndo no tempo, que passa todas as sextas, creio que às 22:00, no The History Channel.
Nesse documentário Colin afirma (não conseguirei reproduzir suas palavras exatas) algo como "se não quebrou é porque ainda está pesado demais", referindo-se a componentes do carro como suspensão, p.ex.. Como naquela época não existiam os meios tecnológicos de hoje, suponho que ele tinha que descobrir empiricamente o ponto exato entre tomar tempo e quebrar.
Como era um construtor ousado, certamente arriscava mais que a maioria dos concorrentes.
Recomendo esse programa a quem ainda não conhece; embora inglês de pára-choque a pára-choque (ainda não vi uma menção aos campeões mundiais brasileiros mas teve um programa inteiro dedicado ao Stirling Moss), apresenta aspectos históricos muito interessantes e, eventualmente, pouco conhecidos.
Quem não é patrioteiro-xenófobo deverá se deliciar.
abs
Carlos, S. Paulo
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Primeiro, há de se deixar bem claro que a afirmativa dos colunistas do site (e não tenho procuração para defende-los) na questão da fragilidade dos Lotus são baseados em fatos irrefutáveis.
Os Lotus eram, em geral, mais inseguros que os também frágeis monopostos das décadas de 60 e 70. Se tiver alguma dúvida quanto a essa afirmativa convido os leitores a assistirem o DVD "Os melhores carros da F1 - da pré-história ao ano 2000".
Embora de qualidade discutível, tal DVD contém depoimento de Emerson Fittipaldi que afirma, categoricamente, ser o Lotus de 1972 um carro frágil e que chegava a temer por sua segurança quando pilotava o bólido. Acho difícil contradizer o que afirmou o piloto que mais guio o belo Lotus.
Quanto a Ferrari 399 acho muito temerário afirmar ser insegura quando um piloto tem "apenas" uma fratura na perna depois de um acidente frontal a uma velocidade que, creio eu, era superior a 220 km/h. Ao contrário, a dinâmica do acidente só faz por comprovar a segurança do monoposto.
Já em relação ao acidente da Dutra, gostaria de saber se há no mundo algum carro que resista a um acidente a mais de 200 km/h em uma rodovia. Não é preciso nem ir tão longe. Verifique o estado de um carro "normal" após um acidente a 80 km/h. creio que pouco sobrará para contar história.
No mais, as histórias de Ferrari e Lotus são por demais bonitas e vencedoras que entendo ser absolutamente ridículas (desculpem a expressão) quaisquer tentativas de desmerecer as marcas ou seus construtores. Vamos nos concentrar nos fatos e deixar as "paixões clubísticas" de lado.
Um grande abraço a todos.
Herik Nelson, Belo Horizonte
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Edu, Panda...
Tenho uma dúvida boba... Quem foi o primeiro alemão campeão mundial de F1????
O Jochen Rindt não nasceu na Alemanha???
Abraços
Marcelo Chichanoski, Maringá
Nasceu na Alemanha sim, Marcelo, mais precisamente em Mainz. Mas Rindt optou pela nacionalidade austríaca depois da Segunda Guerra.
Apenas como curiosidade, outros dois campeões mundiais nasceram em países diferentes dos que defenderam nas pistas: o norte-americano Mario Andretti nasceu em Montana, na Itália; e o finlandês Keke Rosberg, em Estocolmo, na Suécia.
Abraços,
(LAP)
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Salve
li alguns dias atrás um comentário a respeito daquela famosa ultrapassagem de Piquet sobre Senna no GP da Hungria/86. O autor do comentário chamava o Piquet de grande mestre, dizendo se tratar esta da maior ultrapassagem da história.
Não concordo !!
Senna como grande brasileiro que era, jamais iria brigar por aquela posição podendo tirar outro brasileiro da corrida. O que ele fez foi valorizar a ultrapassagem do Piquet, mas prá mim o grande
lance da corrida foi o troco dado por Senna na primeira tentativa
posição
Um abraço,
Walter Jesus Bouzas Vidal, Salvador
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Sem querer criar caso, José Angelo, mas acho que você é "petit" na memória e no raciocínio.
Mesmo que Senna tenha sido estúpido c/ Irvine a ponto de chegar à agressão física; a atitude do irlandês (segundo cópia da conversa entre ambos, pouco antes do incidente, publicada aqui no GPTotal) foi arrogante e desrespeitosa, até para um estreante. É fato que Senna foi marqueteiro durante toda a carreira mas não vi nenhum outro piloto que correu na época dele dar a volta da vitória com a bandeira do país (mesmo sem intenção de exaltar a pátria).
Este gesto de Senna, sincero ou não, ainda é motivo de orgulho para os brasileiros. Senna não acusou o mundo de conspirar contra ele, apenas acusou indiretamente Jean Marie Balestre de fazer patriotada para Prost vencer o campeonato, mesmo tendo visto o ocorrido não posso dizer qual lado estava com a razão.
A batida em Prost no campeonato de 1990 foi, novamente de acordo com o GPTotal, a maneira que Senna encontrou para reparar a injustiça que ele disse ter sofrido no campeonato de 1989.
Senna traiu a Lotus!? Vamos ver: traiu um dirigente incapaz de gerenciar uma equipe dona de vários títulos e vitórias. Um dirigente que pela incompetência administrativa não soube aproveitar os profissionais que teve nas mãos (incluindo Senna, Elio de Angelis e depois Piquet) e deu o pontapé inicial para o fim da Lotus como equipe de F1.
Senna traiu um engenheiro e projetista extremamente superestimado que acabou se revelando um incapaz quando Piquet entrou na equipe. Um projetista que teve muitas oportunidades de acertar a mão graças a Senna e falhou em todas. Com uma dupla dessas trabalhando na equipe, acho que Senna ficou tempo demais na Lotus.
E por último, você quer cobrar atitudes moralmente corretas no ambiente da F1? Em que mundo você vive? A elevação moral começa do seio familiar e deve ser cultivada pelo indivíduo. Não se deve exigir uma atitude humanista e justa num ambiente competitivo e movido por bilhões de dólares como o da F1. Questionar o caráter de Senna só porque ele soube usar também habilidade política para conquistar seu espaço é, no mínimo, incoerente. Duvido que outro grande nome da F1 não tenha utilizado os mesmos meios para ter privilégios em qualquer equipe, competitiva ou não.
Parabéns a Flavio Gomes pelo livro. Espero poder adquirir um exemplar. Liberem também para as livrarias.
Wladimir Duarte Sales, Duque de Caxias/RJ
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Apenas corrigindo a informação do Wladimir, que afirma claramente: "não vi nenhum outro piloto que correu na época dele dar a volta da vitória com a bandeira do país (mesmo sem intenção de exaltar a pátria)": lembro, pelo menos, de Alain Prost ter feito isso em 1993, no GP de Portugal. Jean Alesi também desfilou com uma bandeira, a da Ferrari, no GP da Itália de 1993.
Eu não acho que desfilar com ou sem bandeira na volta da vitória torne um piloto maior/melhor ou menor/pior do que ele realmente foi, mas evidentemente a opinião do Wladimir é outra. No mais, creio que opiniões podem ser defendidas e expostas sem que seja necessário partir para ofensas pessoais.
(LAP)
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Creio eu que o Ayrton Senna realmente foi um grande marketeiro.
Já se passaram mais de 10 anos e agora mesmo no GPTotal volta a polemica, agora a respeito de seu caráter, se era bom ou não. Fica dificil analisar quem era a pessoa do Senna, com tanto marketing em cima. Só que eu penso que onde há marketing há falsidade, pois no marketing, seja para vender o que for, só mostram o lado bom das coisas.
Só é válido e verdade que o Emerson Fittipaldi ensinou o caminho quem veio depois como o Piquet seguiu seus conselhos e se teve mais conquistas foi pelo fato de não se aventurar por caminhos que Emerson quis na F.1. Se não cometeu os mesmos erros do Emerson, foi por causa da experiência do próprio Emerson com seus erros.
Com Senna foi a mesma coisa. Senna fez o que Piquet não fez e não fez o que Piquet fez e deu errado. Piquet nunca ligou pro seu marketing pessoal. Sempre se orgulhou em ganhar o Troféu Limão, nunca deu bola para imprensa e nunca quis se promover dessa maneira. O Senna, ao contrário achou melhor (e creio que se deu bem com isso) em posar de bom mocinho e de herói nacional. Nas equipes por onde passou, exigiu privilégios para não passar por situações que por exemplo Piquet passou na Willians.
Se algum dia surgir um novo campeão brasileiro na Formula 1, acredito que este fará o que Senna fez e deu certo e não fará o que Senna fez e deu errado. Os grandes campeões querendo ou não sempre ensinam. O grande campeão sempre aprende com os campeões do passado. Não foi diferente com Emerson (se espelhou em Chico Landi e não cometendo os erros que Landi cometeu quando foi para Europa), não foi diferente com Piquet (em relação ao Emerson) e Senna (em relação ao Piquet. Isto tudo em âmbito de Brasil, pois com certeza eles se espelharam também em outros campeões como Fangio, Jim Clark, etc e etc. O que Senna fez de diferente foi se auto promover, daí naturalmente ter muito mais fãs que Emerson e Piquet. Só que nem todos seus fãs gostavam da F.1, ao contrário dos fãs de Piquet e Emerson (como eu)que gostam e sempre gostarão da Formula Um num todo.
Fernando Eduardo Macedo Marques, Niterói
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Boa Tarde!
Estou a procura de informações sobre a Scuderia Galgos Brancos, equipe de competição de Porto Alegre onde brilhou Andreatta nas Mil Milhas Brasileiras de 1956,1958 e 1959. A Scuderia completa 70 anos e sua história remete a nossa história (baterias Heliar).
Obrigada!
Patricia Elias, Rio de Janeiro
Oi Patrícia
Vamos aguardar pela ajuda dos leitores.
Abraços,
(EC)
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Caro colega Paulo C. Winckler,
Acho que vc realmente não entendeu o espírito do texto que enviei. O texto que enviei sobre a carta do ilustre colega "sem assinatura" é carregado de ironia, fina ironia. O que vc entendeu, esqueça e imagine o contrário, o contrário, o contrário.....
Entendeu agora?
Abraços
Pedro Sartorio, Cachoeiro de Itapemirim - ES
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Caros amigos do GP total!
Espero que não se importem em divulgar que tenho dois livros e desejo troca-los, são eles:
01. LA FABULOISE HISTORIE DE LA FORMULE 1 - Editora Nathan, todo em francês. Autores: Johnnu Rives e Christien Moity.
02. ANUÁRIO F-1, da Edipromo. temporada de 2000.
Estes dois livros , estão a venda ou por troca principalemte por edições mais recentes do anuário AUTO MOTOR (Editara Leme).
Tenho tambem desejo de completar a minha coleção da extinta revista GRAND PRIX (edição brasileira), gostaria de ter contato por quem se interessar.
Agradeço desde a a divulgação desta.
Cordialmente,
jairo faria (jairo.oliva@bol.com.br), Rio de Janeiro
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E ai galera do GPTotal, tudo bom??
Gostaria de saber se vocês tem alguma informação sobre o prototipo R9 que a Audi esta construindo para substituir o atual R8C no ano que vem em Le Mans???
Eu ouvi dizer que este vai ter um motor a diesel, ja ocorreu de alguma equipe de fábrica fazer um prototipo a diesel???
abraços
Gustavo Lazzarini Fondevila, São Paulo
Oi Gustavo
Desconheço e estranho investimentos da Audi em um novo protótipo para Le Mans.
Sobre carros de corrida com motor diesel, eles pipocam aqui e ali, principalmente na categoria Turismo, onde BMW e VW já ganharam corridas. Mas acho que nenhuma experiência de vulto foi levada adiante com protótipos.
Abraços,
(EC)
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O Pior piloto que JÁ PASSOU PELA F1...
Marcelo Jardim
Enquanto a gente fica com essa bobagem para saber quem foi o maior piloto de todos os tempos, que aquele é melhor do que este, que fulano foi superior a sicrano, etc, etc, por que não se discute o que realmente interessa, o que realmente traz graça a este circo todo. Afinal, qual foi o PIOR piloto que já passou pela F1 ?!
Sim; quando é que nós vamos lembrar daqueles grandes injustiçados da F1 ? Quando é que daremos valor àqueles pilotos que quase sempre são motivos de piadas dentro e fora das pistas ?! Quando é que iremos reconhecer aqueles meros coadjuvantes que só servem para completar o grid ?! Quando ?!
No fundo, isso não é uma escolha fácil. Certamente é mais difícil do que definir entre os melhores de sempre. Mas, deixando um pouco de lado aqueles pilotos fraquinhos que quase ninguém viu correr na década de 50 e 60, ou aqueles que ninguém nunca ouviu falar ou nunca nos lembramos, ou até mesmo aqueles que correram não mais do que 3 ou 4 corridas e foram embora, tentemos nos concentrar em épocas mais recentes.
E assim, vários nomes virão. A lista torna-se extensa e descobre-se que a maioria destes pilotos estava na categoria errada, na hora errada e, principalmente na profissão errada.
Por exemplo, podíamos começar falando sobre o belga Eric Van de Poele, que tentou estrear em 1991, e na maioria das corridas, simplesmente não conseguiu se classificar nem para a pré-qualificação do treino oficial. Na mesma linha, tínhamos Olivier Grouillard ou o dublê de piloto Paul Belmondo, que em 1994, das 16 etapas que ele tentou correr, 14 ele não conseguiu qualificação para largada. Um espetáculo.
Temos ainda o brasileiro Tarso Marques, que estreou na F1 em 1996, se é que podemos chamar isso de estréia, com um patético patrocínio que lhe permitia correr só 2 etapas no ano, isso mesmo, 2 etapas. Insistente, entrou no meio da temporada de 1997 na mesma Minardi, e de 10 corridas conseguiu terminar somente 4. Das vezes que largou, quase sempre o fez na ultima posição. E o pior é saber que ele foi “esmagado” pelo seu companheiro de equipe, um tal de Katayama.
Mas, quando ninguém esperava, ele voltou a correr pela Minardi em 2001 (?!). Foi novamente ignorado pelo seu companheiro, naquela época o inexpressivo Fernando Alonso. Das suas 14 corridas, o espanhol foi superior ao brasileiro “somente” em 13. Com esse formidável retrospecto, acabou sendo substituído nas 3 corridas finais pelo ninguém mais ninguém menos Alex Yoong, ele mesmo. Acho que depois disso Marques desistiu com esse negócio de F1...
Não podíamos deixar de mencionar, é claro, o argentino Mazzacane que em 2000 se qualificou em último em 13 ocasiões, de um total de 17. E ainda teve quem contratasse seus dólares para a temporada de 2001. Não é a toa que a Prost sucumbiu...
Em relação ao malaio (?!) Alex Yoong, convenhamos, qualquer crítica soa desnecessária. Da mesma forma que criticar os indefectíveis, insistentes e atabalhoados japoneses. Melhor esquecer...
Mas com tudo isso, houve um na história recente que conseguiu superar a todos, conseguiu ter uma passagem impagável pela F1, que é sempre citado em qualquer lista dos piores pilotos, e que até hoje não descobrimos ainda o que ele estava fazendo lá. Eis seu histórico:
Estreou em 1996 pela Arrows, e de suas 16 corridas, foi superado pelo companheiro de equipe Verstappen “só” 16 vezes. Seguidamente largava atrás até da Minardi de Pedro Lamy ou mesmo da aventureira Forti.
Na sua segunda tentativa de temporada, ele, junto com o “talentoso” Vincenzo Sospiri, fez parte da palhaçada do ano: a equipe Lola não obteve tempo para a primeira prova, na Austrália. Mesmo assim, ele conseguiu ser ainda 2 seg. mais lento que Sospiri. Depois disso, a equipe faliu...
Em 1998, o que falar de um piloto que de 15 corridas, conseguiu assistir seu companheiro, o fortíssimo Tora Takagi, superá-lo em 13 etapas. Conseguiu ainda ser, na sua Tyrrel, pior até do que as Minardis com os motoristas Esteban Tuero e Shinji Nakano.
Para fechar seu currículo, tem-se o seguinte comentário de um Anuário da temporada de 1998: “... com ele aparentemente mais interessado em ter sua foto nos jornais do que colaborar em alguma coisa para a Tyrrel em termos de velocidade e experiência, a equipe inglesa teve de confiar apenas em Tora Takagi...” .
Não há mais nada para ser dito sobre Ricardo Rosset, talvez o pior piloto que já passou pela F1.
Forte abraço,
Marcelo Jardim
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Oi Panda e Edu
Pequena nota sobre a coluna do Luis de 04/02/05
Que os carros do Chapman eram no limite, concordo mas a morte de Alan Stacey (1960) foi causado por ter sido atingido no rosto por um pássaro em Spa, e como na época tinham capacetes abertos, isso o fez perder controle do carro
Mike Spence (68), foi atingido na cabeça por uma roda apos bater contra o muro em Indianópolis
E Ronnie Peterson (78) morreu de complicações médicas (embolia) apos acidente causado por outros carros.
Abraços, Ricardo
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Olá a todos,
Eu também estive na festa !!!!. Estive de coraçao e alma mas, depois de ver as fotos do evento, parece que, também, de fato. Um grande prazer "conhecer" alguns dos amigos de tertúlia e debate aqui no site (Caique, Claudio, Romeu, etc. ). Um grande abraço a todos.
Que esta festa seja apenas a primeira de muitas que virão. Aos nossos preceptores, lhes desejo o melhor, e que o entusiasmo que os levou a criar o GPtotal nunca lhes abandone. Muitas venturas a todos.
Abraços,
Manuel Blanco, Valencia - Espanha
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Caros amigos GPTO
Graças a essas fotos do lançamento do livro do Flavio, que é mais Flavinho do que nunca, pude ver que a minha imagem de Edu pequeno e Panda grande foram totalmente modificadas, pois as fotos das colunas enganam bem.
Pessoal, continuem com esse gás todo e força para o esporte a motor. Sou grande admirador de vcs, mesmo sem nunca ter conhecido vcs pessoalmente.
Abraços
Anselmo Rodrigues, São Bernardo do Campo
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Fala povo!
Infelizmente não deu para eu ir à festa de ontem. Compromissos acadêmicos conhecidos como aulas de faculdade eme impediram. Pelo visto, perdi muito. Alessandra, Tite, Edu, Panda, Edgard, Victor, Romeu, Caíque... Só povo classe A, além do obvio Flavinho.
Que pena! Fico muito ressentido mesmo.
Mas haverá outras oportunidades. E, assim que der, vamos tomar umas cervejas por aí e falar besteira!
Abraços de seu amigo
Thomas Visani, São Paulo
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Parabéns mais uma vez (é o que mais fiz nesses 4 anos) a vocês do GPTotal e ao Flavio pela magnífica festa de lançamento do livro O Boto do Reno.
Foi um prazer enorme conhecer (oficialmente) os colunistas do site, alguns leitores e rever amigos. É engraçado a gente conhecer pessoas com as quais convive há tanto tempo.
Só uma curiosidade: lá pelas tantas, surgiu um boato que Collin Chapmann estaria na fila dos autógrafos. Corri para lá tentando identificá-lo. Se é quem eu estava pensando, o disfarce estava perfeito, irreconhecível. (rsrsrs)
Mais uma vez, obrigado pelos lindos momentos que voces me proporcionaram. Sucesso ao Flavio e a todos voces do GPTotal.
Grande abraço.
Romeu Nardini, São Paulo
Pois Romeu
O Flavio assinou pelo menos um autógrafo para um tal Colin – mas ele engordou muito nos últimos anos...
Abraços,
(EC)
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Minha pergunta refere-se ao campeonato de 2005 de F1. Como os pneus deverão durar a corrida inteira, é de se esperar que não haja pit-stop para abastecimento?
thks
Eduardo Morelli, Campinas
Oi Eduardo
as paradas para abastecimento devem permanecer no cardápio. Além do
tanque dos carros não comportar combustível para uma prova inteira, é impossível andar com o carro muito pesado sem desgastar excessiavemente os pneus. A moda de 2005, segundo alguns engenheiros já adiantaram, será a de duas paradas por corrida. (LFR)
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Pessoal
Muito bom ter com quem trocar figurinhas, não tenho muito tempo no pc. mas achei este site muito bom, simples e direto. Há muito tempo gosto de Formula 1 , desde 1971, tenho muitas revistas antigas alguns videos do Senna.
Minha pergunta é: Com tanta eletrônica embarcada na F 1, não é fácil regular um carro para o 2º piloto com algumas rotações a menos que o 2º piloto ( Schumaker e Rubens ), afinal a diferença da ferrari para as outras nos anos anteriores foi enorme que dava para ter este pequeno luxo.
Um exemplo é que sempre que o campeonato já estava definido para o alemão o Rubinho andava mais rápido ( Coincidência estranha ) ??
Alguns podem dizer que o Alemão não precisa dissso, mas lembrem-se da Autria e aquela marmelada na frente de todo mundo, por debaixo dos panos é que as coisas acontecem, não duvido nada de que a ferrari use algo um pouquinho melhor no carro do Schumaker.
Existe uma diferença, Assis
Oi cara
Na teoria, é facílimo regular um motor para render menos e não tenho dúvida que as equipes menores o fazem, conforme a capacidade do piloto.
Abraços,
(EC)
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Gostaria de saber se não existe em algum canal de televisão um programa no estilo do WRC-Shakedown, só que falando de formula 1.
Caso não exista será que não seria uma boa ideia criar um programa desse tipo.
Luciano , Belo Horizonte
Desconheço, Luciano. Vamos aguardar pela ajuda dos leitores
Abraços,
(EC)
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É... como dizia o Edu...
Sir Frank Williams não parece que enlouqueceu, está quebrado!... A "Bema" mandando, com a caixa no bolso, esperando Jason (Godot), concordando com motores para Jaguar, elogiando a Red Bull, não conseguir manter pilotos mais caros, colocar os mais baratos de gosto duvidoso, admitir que perder o test-drive é algo improvável-contratual e, o que parece pior, "he is very good", admitir que o "ambiente" fede,
É... parece que nosso 'mestre' Edu, mais uma vez, foi brilhante... Parece o começo do fim... Uma pena! Sir Frank é um de meus 'ídolos' no esporte a motor, ... e quanto ao "Toninho Jungle", obrigo-me a crer, que seu maior erro, na incipiante carreira, foi não ter 'fechado' com o 'mafioso' Briatore, que ajudou elevar o poderoso 'shumi' aos Píncaros... é... Fico 'elucubrando', seria o 'nosso' 'Tupiniquim', um "sem estrela" ou puro desperdício de talento... estar sempre no lugar errado e na hora errada?
Saudações!
José Ilídio, Uberlândia-TM
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Não quero criar polêmica outra vez, mas tem coisas que não aceito. Nosso amigo "sem assinatura" ou não tem olhos ou não tem cérebro.
Quando que Ayrton Senna foi "do bem"??? Foi quando 'enfiou a mão na cara' do Irvine?
Quando Ayrton Senna quis ganhar uma corrida para "dar prazer aos brasileiros"??? Que eu saiba, Senna sempre correu pra si. A maior prova foi ter deixado a McLaren que sempre fez tudo por ele, no momento em que ela mais precisava.
Quando Ayrton Senna me fez ter "orgulho de ser brasileiro"??? Foi quando sem saber perder acusou o mundo de conspirar contra ele em 89?? Ou foi em 90 que novamente sem saber perder jogou em cima de Prost "por vingança". Atitude altamente justificável para um "verdadeiro" campeão (só se for campeão de meia tigela).
Quando Ayrton Senna me deu "dignidade e força de seguir em frente"??? Foi quando com toda sua dignidade traiu a lotus agindo "por baixo dos panos" para ter os moteres, Honda, ir para a McLaren, se oferecer para correr 'de graça' na Williams...
Não, não. Me desculpe, mas Ayrton Senna só me fez ver o que "NÃO SE DEVE FAZER" para ter sucesso.
Ser leal e fiel a quem te ajuda, ser justo e imparcial, não se prostituir... Isso sim eu vi e aprendi, mas foi com os 'anti-exemplos' de Senna.
Confesso que sempre achei Senna mau caráter, mas depois de ler o livro de Ernesto Rodrigues passei a ter certeza disso.
José Angelo Petit Neto, Fpolis – SC
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Prezados Amigos do GPTOTAL :
Primeiramente, parabéns pelo lançamento do Livro O Boto do Reno
e como não canso de dizer, pelo excelente Site !
Mas gostaria, também, de manifestar minha estranheza, à mensagem do Sr. Pedro Santório;concordo plenamente que Airton Senna tenha sido um Grande Herói Nacional, mas baseado no direito que todos nós temos de discordar ou concordar, discordo totalmente da parte de sua mensagem que diz: ( sic ) "... espírito malévolo e cruel, às vezes sádico e comedor de criancinhas de Emerson, Piquet, Jc Pace e Rubinho"...
Realmente não entendí o espírito da frase, pois o fato de admirar Airton Senna, não justifica a injustiça, principalmente quanto à história ilibada de Emerson Fittipaldi!!!!
Nunca é demais lembrar que Emerson Fittipaldi " abriu as portas do automobilismo mundial" para pilotos Brasileiros ( primeiro a Fór mula 1 e depois a Fórmula Indy ).
O também "citado" Nelson Piquet em entrevista à TV, por ocasião de uma das edições da Fórmula Indy no Brasil - Jacarépagua, disse: " Todo mundo fala muito no Senna e no Piquet, mas eles somente são o que são, porque antes deles, houve um Emerson Fittipaldi ".
Quero lembrar que, Emerson Fittipaldi, " abriu mão " de vários outros " Titulos possíveis na Fórmula 1 por seu idealismo ( infelizmente reconhecido por uma minoria, à qual me incluo )de constrir uma Fórmula 1 Brasileiro, que foi a Equipe Fittipaldi, conhecida também por Copersucar.
Não estou afirmando que Emerson conquistaria mais títulos na Fórmula 1, mas SIM que poderia ter conquistado,e preferiu buscar e construir um sonho, que se fosse bem compreendido pelos Brasileiros, se ria de todos nós.
E mesmo tendo investido sua dedicação, trabalho, juventude, tempo, coragem e todos os predicados necessários para tal empreendimento ( a equipe Fittipaldi de fórmula 1)ainda assim,trouxe mais um título de campeão da fórmula indy e mais duas ( 2 )vitória nas 500 milhas de indianápolis !!!!
Quanto às suas participações, não lembro ( arrisco a dizer que não houve ) nehuma " manobra duvidosa" em que para ganhar possições, utilizasse de "artifícios" como jogar algum concorrente para fora da pista! Acidentes decorrentes de disputas sim, como por exemplo, em uma das 500 milhas de indianápolis que venceu, disputou roda à roda com al unser jr, que após corajosa disputa ( coragem de ambos ! ),Jr., acabou batendo no muro.
Mas resta uma esperança; O grupo Dana ( empresa Multinacioanal ) está fazendo uma bela e justa campanha de " resgate" da imagem, importância e por que não dizer, heroísmo da família Fittipaldi e sua trajetória na Fórmula 1.
Quem sabe, agora os Brasileiros de um modo em geral, " aprendam" a valorizar o tanto que foi feito pelos fittipaldi, no cenário do automobilismo nacional e internacional !
Quem sabe,por estar sendo enaltecida a história dos fittipaldi, por uma empresa estrangeira,a façanha agora seja valorizada pelos Brasileiros, afinal, muitos ainda julgam que o que é bom "vêm de fora ( que me perdoem os que dão valor ao que é " nosso ", pois não me refiro à estes ).
Família GPTotal, força e união que o automobilismo de competição brasileiro necessita muito desta união.
Atenciosamente,
Paulo C. Winckler, Porto Alegre
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Menos de 2 semanas para que as fantásticas máquinas da F-1 voltem à competição (isso se o embroglio entre Minardi e FIA for resolvido), surgem as especulações, do tipo: "Schumacher será octa?"; "Como se relacionarão Kimi e Montoya?"; "Webber irá justificar a posição d 1º piloto na Williams?", mas a minha dúvida é com a rabeira...
- Qual será o novato com mais chances de trilhar um bom caminho nos próximos anos? Karthikeyan, Monteiro, Albers ou Friesacher?
- A Red Bull vai largar a sombra da precária Jaguar??
- A Minardi vai iniciar o plano de seu fãs (a conquista da título mundial?!?!?!?)??? Iniciará papando a Jordan????
Renan de Azevedo Falcão, São Paulo/SP
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