Apesar dos boatos, Brawn diz que nãop rivilegiará Button
“Já considerou a possibilidade de viver com apenas um rim?”; “Esse Rolex é verdadeiro?”; “Devo parar nos sinais vermelhos?”. Esses são alguns trechos do “Manual de Sobrevivência no Brasil (São Paulo)”, lançado pela Red Bull.
Apesar de muitos terem chiado, é importante notar que a equipe austríaca faz textos semelhantes sobre todos os países/cidades por onde a Fórmula 1 passa.
Pearl Harbor, 68 anos depois.
Massa: volta aos treinos e cumprimentos de Alesi
Uma nova onda japonesa invade a Fórmula 1: com o acidente de Timo Glock em (coincidência?) Suzuka, Kamui Kobayashi será o piloto da Toyota no GP do Brasil; E o eterno ex-piloto Takuma Sato revela que está na espera de uma vaga para o ano que vem. Sato, que foi visto no GP do Japão, disse que queria “manter seu nome em evidência”.
Entre idas e vindas, Kamikazuki Nakajima, filho de Satoru-San, revelou considerar Interlagos um “circuito muito desafiador”. Eu diria que qualquer psita torna-se desafiadora com ele na pista.
O jornal espanhol “AS” publicou na última segunda-feira que Lewis Hamilton pode vir a vetar Kimi Raikkonen na McLaren. O motivo seria o mesmo pelo qual Alonso não queria Hamilton na McLaren.
Falando em vetos, viram que Money Ecclestone ameaça vetar o GP de Donington ano que vem? O 'deadline' está perto de expirar: na verdade, isso já se deu, mas “Don” resolveu dar duas semanas a mais de prazo.
Eu, sinceramente, preferiria que esse GP não acontecesse. É uma pista que deve ser imortalizada devido àquela maravilhosa vitória que lá aconteceu. Claro que falo de Nuvolari, em 1938.
Da série “eu sou melhor do que vocês pensam”
Nick Heidfeld mostrou-se chateado com a visão geral do público, que o considera “mediano”. Para Heidfeld, aqueles que os espectadores consideram melhores que o alemão, são “pilotos que não são tão bons quanto eu”. O piloto número 2 da BMW ainda disse que foi melhor que o companheiro de equipe em 2007 e está sendo nesse ano, mas todos “só lembram de 2008” - ano em que o time alemão disputou o título.
Alguma má língua há de dizer que “Heidfeld é o Rubinho germânico”.
Michael Schumacher ainda crê nas chances de Vettel
Nelsinho Piquet – que acabou não fazendo o teste na Nascar devido às más condições climáticas – continua sendo o centro das atenções: Nico Rosberg, um dos protagonistas da coletiva do GP Brasil, ao responder sobre como via a situação de na (ou fora da) Fórmula 1, declarou: “É difícil dizer um motivo para Nelsinho não ter dado certo na Fórmula 1. (...) Mas ele teve uma segunda chance”.
Conhece a expressão “O sujo falando do mal lavado”? Foi o que se sucedeu com David Coulthard na última semana, ao falar sobre Nelsinho Piquet e o famigerado caso Singapura. Segundo o ex-piloto, ele não sabe “como é que alguém consegue ter um acidente [de propósito] num carro de F1”. Em seguida, ele acrescentou que durante toda a carreira tentou evitar acidentes [sic].
Quem tem pelo menos doze anos acompanhando a Fórmula 1 e teve a oportunidade de ver essa frase, certamente lembrou de imediato do GP da Bélgica de 1998, quando houve uma batida entre Coulthard e Schumacher:
Acontece, porém, que o próprio Coulthard admitiria, em 2003, que diminuiu a velocidade de propósito. É muita hipocrisia, pois.
Para encerrar: Max Mosley quer lançar um livro de memórias. Diz que o título será: “Como destruí o esporte”.