Assim, a folia “vai sem teto mesmo!” não pára de crescer: se por um lado a RML (responsável pelos carros Chevrolet no WTCC) desistiu de se inscrever, a ProDrive (a mesma do “disse-me disse” de 2008) já confirmou sua entrada pro ano que vem, e saiu também a nota de que em 2012 a Aston Martin deve assumir o comando.
Na manhã de hoje, Joan Villadelprat, presidente da Epsilon Euskadi, confirmou a insrição de sua equipe para o próximo mundial. Na última terça, também foi veiculada a notícia de que a Formtech (empresa dona do espólio da Super Aguri) correrá com um nome muito famoso na Fórmula 1: Brabham.
E além do sobrenome lendário, outro ex-piloto pode atacar de chefe: Alexander Wurz é o mais novo candidato a dono de equipe em 2010. O atual piloto de testes (?) da Honda quer criar a “Superfund”. O motor, segundo conta AutoSport, deve ser o Cosworth V8.
Seria Wurz melhor como chefe de equipe do que como piloto?
A Fórmula 1 está cada vez mais parecida com o futebol brasileiro, tanto pela ausência de espetáculo quanto pelo excesso de confusões e politicagens: agora, a FOTA resolveu que a equipe Williams está suspensa da Associação.
Aconselho os amigos leitores a darem uma olhada no artigo “Quem fala a sério e quem não?” (numa tradução literal) no site GrandPrix.
Enquanto Jarno Trulli diz que a F1 está “lutando” (?) para voltar a ter uma etapa do calendário no Canadá, e Bernie Ecclestone registra o nome da provável corrida em Roma, aos poucos outras pistas vão sumindo: no sábado, o porta-voz do governo húngaro, Domokos Szollar, anunciou que o país agora há de repensar seus gastos (mais do que o desejado) a partir de 2012 na “etapa comunista” do mundial.
Domingo foi a vez do famoso autódromo do Monte Fuji anunciar que está fora do mundial. Após dois GPs no local (em 2007 e 2008), havia sido realizado um acordo que indicava um revezamento entre Fuji e Suzuka, mas o GP do Japão seguirá somente na pista que foi palco dos últimos 4 títulos mundiais conquistados por pilotos brasileiros.
Tivemos um total de quatro corridas de F-1 em Fuji: além das supramencionadas, a categoria esteve lá em 1976 e 1977.
Estatísticas inúteis: todos os vencedores de Fuji foram campeões mundiais, mas nucna no ano em que venceram a corrida. Já em Suzuka o índice é de 50%: em 20 GPs, 10 vezes houve a coincidência entre vencedor do GP e do campeonato, sendo nada menos que 9 dos últimos 12.
Batida de Nelsinho e Buémi: desculpas aceitas?
Viram que a Toro Rosso enviou um e-mail à Renault pedindo desculpas pelo acidente de Buémi com Nelsinho?
Como diria Lupicínio Rodrigues, “Esses moços, pobres moços...”
Três equipes prometem inovações em seus carros para a etapa da Turquia: Brawn, Ferrari e Red Bull.
E aquele ditado popular “de louco todo mundo tem um pouco” voltou às manchetes:
1) Adrian Sutil disse que “quer lutar por vitórias, não importa onde seja”, mas que à Force India ainda “falta um super-cérebro”.
2) Martin Whitmarsh diz que a “McLaren ainda não desistiu do campeonato”.
3) Christian Horner acredita que Red Bull posa alcançar a liderança do mundial de Construtores.
4) Mark Webber e Fernando Alonso crêem que irão vencer corrida(s) esse ano.
Pelo que temos visto em 2009, eu diria Alonso, mas pelo histórico dos pilotos, com certeza Webber...
Massa e Hamilton: ambos em busca de Senna
Felipe Massa venceu o GP turco nos últimos três anos. Poderá ele chegar à sua quarta vitória consecutiva no circuito, e igualar o feito de gênios como Fangio (Argentina), Clark (Bélgica) e Schumacher (EUA), que venceram 4 vezes seguidas em outros circuitos? Só faltaria o recorde de Senna em Mônaco.
Pra encerrar: Hamilton irá pilotar o carro que deu o primeiro título a Senna no Festival de Goodwood.
Só espero que ele não faça o mesmo que fez em Mônaco.