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15.12.08 - Luis Fernando Ramos |
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12.12.08 - Alessandra Alves |
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10.12.08 - Roberto Agresti |
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19.12.08 - Eduardo Correa |
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27.10.08 - Luiz Alberto Pandini |
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17.12.08 - Ricardo Divila |
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01.12.08 - Ernesto Rodrigues |
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| » » » 29.08.05 |
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Duas dúvidas a respeito do cumprimento do regulamento de merda:
1) Schumacher trocou três pneus ao mesmo tempo, o que é proibido. Provavelmente nem deram muita bola pro caso e nem foram inspecionar os pneus pra ver se de fato eles estavam avariados, visto que ele logo logo abandonou. Mas depois do abandono voltou pra pista simplesmente para tentar uma posição melhor no próximo treino, conseguiu o que queria, e depois abandonou de novo. E aí, como fica?
2) Segundo o regulamento, qualquer jogo de equipe é terminantemente proibido, e segundo se falou qualquer indício levaria a punições severas. A Renault nem sequer se deu ao trabalho de tentar disfarçar o jogo de equipe ao inverter as posições de Fisichella e Alonso na Turquia. Cadê a punição exemplar?
Não bastasse o fato do regulamento estar cheio de absurdos, ainda por cima o dito cujo nem é cumprido com imparcialidade.
Lucas Bleicher, São Carlos
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Olá
Só para dizer aqueles que acham que T. Monteiro deveria estacionar quando ultrapassado pelo Montoya, eu digo Acho que não!
Não porque, conforme o que estava acordado pelos pilotos de F1 no seu briefing matinal( e que, segundo relatos, JP Montoya foi dos mais acérrimos defensores, um piloto que ultrapassa não deve mudar a linha de trajectória após a ultrapassagem, colocando-se à frente do ultrapassado sob pena de acontecer o que aconteceu: perda súbita de apoio aerodinâmico em zona de travagem, prolongamento da mesma e contacto.
De referir também que apesar de estar a tomar 3 voltas dos líderes, Monteiro estava a recuperar 2,5 seg. por volta ao seu companheiro de equipe, isto após um calvário com a caixa de velocidades. Podem ter a certeza que Tiago Monteiro não anda lá para fazer turismo.
um grande abraço para todos os leitores e fazedores do melhor site do mundo sobre a paixão e vício de corridas...
ps: embora não pareça, sou fã de Montoya...
José Francisco Pinheiro, Lisboa-Portugal
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Ei !!! Afinal o que está acontecendo ???
A FIA proibiu o jogo de equipe na F-1 depois do incidente ridúiculo entre Barrichello e Schumacher na Áustria em 2002. E de repente vejo no Gp da Turquia Fisichella abrindo descaradamente para Alonso passar !!! como é que fica isso ? a FIA voltou atrás da decisão ?
O mais engraçado é que no Gp da Hungria Montoya liderava e dexou Raikönen passar acredito que simulando um defeito no carro por receio de alguma punição de parte da FIA.
Cadê a punição pra Renault? Onde a F-1 vai parar ??
Eloi de Abreu jr, Volta Redonda
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Prezada Alessandra Alves.
Adorei sua coluna Por una cabeza (24/8).
O Montoya para minha simples opinião não é isso tudo que falam dele, o Rubinho é mais piloto, se o Montoya não for campeão na McLaren talvez não será mais campeão, e os seus erros são de piloto novato, gostaria de lembrar do piloto Jacques Villeneve campeão de F1, é hoje considerado por todos piloto com o freio de mão da categoria (ou quase todos).
Eu achei que a Ferrari depois do GP da Hungria ia decolar mas me enganei.Se o Schumi for para a Mclaren voltará A ERA SCHUMI.
Acho que o Alonso tem grande chance de ser o campeão, pelo simples fato de ter sorte de campeão, não tirando sua habilidade e competência. Está no lugar certo na hora certa, por que se o carro quebra,piloto errar, ele estava lá,é ele e mais 19 pilotos,completou o numero de volta e não errou.
Um abraço a todos, em especial para os meus amigos Maroca, Dos anjos Lucas, Luciana e Leticia de BH.
Mario Augusto Pires, Belo Horizonte/ MG
As últimas colunas no site foram excelentes, mas a mais recente, Por uma Cabeça da Alessandra Alves, é irretocável.
Parabéns a ela por essa análise inteligente, eclética e realista sobre a decisão do mundial de F-1 de 2005.
Humberto, Piracicaba/ SP
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Bilhante, como de costume, o texto de Alessandra Alves (“Por uma Cabeça”), exceto por um detalhe: a comparação entre a Toleman e Ayrton Senna e Thiago Monteiro e sua Jordan, a Toleman não era um carro tão ruim assim como se diz aqui no Brasil, dando todos os méritos por algumas corridas apenas à Senna, que realmente era um extra classe. Mas o carro e a equipe já tinham alguns resultados, tanto que foram escolhidos pelo piloto que tinha outras opções na época. A respeito da comparação dos pilotos, sem comentários. Abraços a todos.
Cléber, Joinville/ SC
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Prezada Alessandra Alves,
Gostaria de saber onde o Juan Plablo Montoya errou, ou será que o foi o Tiago Monteiro que errou, pois acho que ele como retardatário deveria estacionar o carro e deixar o Juan passar, pois iria tomar a 3º volta, para um pouco com esta perseguição ao colombiano que por sinal vem fazendo um belo campeonato na McLaren ou será que você preferia o Coulthard que por sinal sempre ajudou o Mika Hakkinen em seus dois títulos, ou se não põe o De La Rosa e Wurz que tem curriculuns invejáveis, ou seja um curriculuns bem melhor do o do Juan Pablo.
Agora imagine se o Alonso perder o campeonato por 2 ou um ponto, será que você irá fazer as mesmas comparações mas só que com o Fisichella?
Rubens, Araçatuba / SP
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Olá, gente.
Tenho pouco a dizer sobre o GP da Turquia. O circuito é belíssimo, Raikkonen é o nome da vez, Alonso praticamente colocou as mãos na taça, Button fez uma corrida espetacular, a Ferrari está pior do que nunca (para desespero do Edu) e a Minardi de Doornbos chegou à frente das Jordans.
Sobre o incidente entre Montoya e Monteiro, embora o colombiano tenha se arriscado ao colocar-se à frente da Jordan para fazer a tangência correta, acho que o português poderia ter tirado o carro da linha de Montoya. O Monteiro estava tomando a 3ª volta! Francamente!...
Estou ansioso para ver novas corridas em Kutkoy. O único problema é o acesso ao autódromo, o que deixou muitos torcedores a ver navios. Mas acredito que, até o ano que vem, tudo estará resolvido. Aliás, ainda este ano, haverá prova de Motogp na Turquia em 23 de outubro. Estou curioso para ver como os pilotos farão aquela seqüência de quatro curvas sobre duas rodas.
E quanto aos boatos de que Schumacher poderia ir para a Mclaren? Será um indício de que o alemão espera pilotar uma Ferrari tão ruim em 2006 quanto este ano? Espero que não!
Há algo que eu tenho de comentar que não havia expressado antes: acho lamentável que apenas a Rede Globo tenha acesso a Felipe Massa e Rubens Barrichello. E o que mais me aborrece é que eles também são coniventes. Por acaso, eles acham que a Globo cobre mais F-1 do que o grandepremio, por exemplo? A única coisa que ela faz é transmitir as corridas. E que seria de nós se não existisse o grandepremio para lermos todos os dias sobre o que acontece no mundo da F-1?
A próxima escala é em Brno, República Tcheca, que foi discutido no Pergunte ao Gptotal há alguns dias, para a prova de Motogp.
Um grande abraço
Willian Lopes Machado, Brasília/ DF
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Pessoal, é isso aí, o Raikonnen tem muita chance de ser campeão, mas o fato é que a Renault está dando um show no trabalho de equipamento para seus pilotos o que coloca o Alonso com uma mão na taça legal, principalmente porque aquele carro azul num quebra mesmo já os prateados...
Bem, quero sair em defesa do Montoya e dizer que o cara é um grande piloto, sim, e que as diferenças em relação ao Kimi como o pessoal comenta nas colunas não são tão relevantes. Vejam vocês que é o primeiro ano dele com esse carro, já o Kimi não, e as quebras de carro, como no grande prêmio da Hungria, que certamente dariam o 1º lugar ao Montoya? E aquele grande prêmio que ele tomou bandeira preta porque a equipe fez cagada quando liderava e só o chamou depois?
Também devemos considerar o fato de que pra ele como o campeonato já está perdido a determinação não é a mesma do Kimi que está no gás total. Eu acredito que se a McLaren continuar com um equipamento tão bom em 2006, Montoya será sem dúvida alguma um forte candidato ao título ao lado de Kimi como na época de Ayrton e Prost.
Carlos Renato Carraro, Valinhos/ SP
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Caros amigos do GP Total,
Observando os treinos livres para o GP da Turquia, fiquei matutando umas coisas. Com exceção da McLaren e da Toyota (pelo fato de não ter responsabilidade de poupar carro e motor), que andam bem, as outras duas equipes que utilizam o carro extra na sexta-feira (Jordan e Minardi, já que a Sauber não usa o benefício) são meros figurantes.
Vendo resultado do treino, com incríveis 25 carros, quantidade de carros que desde 1995 não disputa uma corrida, me dá um saudosismo. Acho (desculpem o termo) brochante um grid com 20 carros, parece até uma categoria pequena, a mesma coisa acontecendo com a Cart e IRL - o que não vem ao caso.
Por isso faço um questionamento: o que aconteceria se a FIA permitisse as cinco últimas equipes ou as menores, de preferência, correr com um carro extra? Claro que os pontos deste terceiro carro poderiam não valer oficialmente ou teria uma regra, não sei, mas a presença de um carro extra, além de favorecer os times pequenos (com mais exposição, mais oportunidades para a praga dos pilotos ruins pagantes), certamente daria um ar de grandeza que falta atualmente para a F-1.
Apesar de saber que isso já foi um assunto bastante discutido (a inclusão de um terceiro carro), gostaria de uma análise mais aprofundada de vocês, já que o GP Total é o único site de automobilismo exclusivamente opinativo, o que anda faltando por aí.
Vocês poderiam comparar com o final da década de 80 até a metade da década de 90, onde tinha tanto carro que existia um limite de 26 por grid. Era incrível!
Bem, é só isso! Parabéns pelo trabalho!
Um abração!
Bruno Vicaria, São Paulo/ SP
Olá, pessoal do Gpto!
Sobre o GP da Turquia, penso que Kimi Raikonnen é de longe o melhor piloto dessa temporada. Fiquei impressionado com o modo que ele se impôs sobre as Renault, com o carro mais pesado e principalmente, sobre o Montoya, que dispõe do mesmo equipamento, mas que falta braço pra ele. Um abraço a todos.
Rafael, Nova Odessa/ SP
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Essa pista de Istambul é show de bola. É uma pista que permite ultrapassagens e teve mais emoção.
Engraçado, está todo mundo falando mal do Montoya, dizendo que ele errou e não ajudou o Raikonen, só que esqueceram do toque que ele tomou do Thiago Monteiro.Q uando o Monteiro deu um totozinho no Montoya, ele rodou e, quando voltou o carro, ficou desequilibrado. Tanto é que quando ele voltou para a pista o carro deu algumas balançadas. Portanto, esse foi o motivo dele ter errado a curva e ter perdido a 2º posição para o Alonso.
Rafael Carvalho de Oliveira, São Paulo/ SP
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Olá amigos do GP Total.
A corrida da Turquia foi um tanto risível, ver os carros da Williams furando os mesmos pneus nos mesmos pontos da pista, ver as trapalhadas do Webber na largada com o Massa e depois com o Schumacher e ver o Montoya tirando mais um pouco de esperança do Kimi na disputa do título. Deixou a Fórmula 1 com um tom de que precisam fazer modificações nos carros para as próximas temporadas.
É ridícula a carga aerodinâmica que esses carros carregam o que faz com que os pilotos não consigam pegar o vácuo e efetuar as ultrapassagens no final das retas. É preciso voltar com os pneus slicks e com o câmbio mecânico, pois está completamente sem graça ver um piloto guiar um Fórmula 1.
Esse traçado da Turquia, juntamente com o da Malásia, da China e do Barhein são traçados que possibilitam muitas ultrapassagens ao contrário dos demais Kartódromos Gigantes que hoje fazem parte do calendário da fórmula 1.
É necessário fazer essas alterações nos carros pois as corridas vão ser decididas nos Sábados, nos treinos oficiais e se não houver nenhuma quebra pode ter certeza que são os poles que iram vencer as corrida nos Domingos.
Lamento que isso esteja acontecendo com a Fórmula 1, uma categoria que teve mitos do automobilismo brilhando nas pistas e digo que se a Fórmula Indy partir para circuitos mistos a Fórmula 1 perderá mis um admirador.
Thiago Gomes Manso da Cunha, Taubaté/ SP
Olá, pessoal do GPTotal,
Achei o Gp da Turquia bastante interessante. A corrida foi disputada e o traçado realmente agradou.
Sem dúvida a melhor parte da corrida foi a perseguição do Button ao Alonso. A TV colocou um comparativo de utilização dos freios e do acelerador dos dois carros. O resultado foi fantástico. Você podia comparar a tocada dos dois pilotos e melhor, comparar o funcionamento dos carros!
Todos já sabemos que a Renault tem um excelente software de controle de tração para as largadas, mas esse controle atua de forma incrível também durante a corrida. O Alonso sempre acelerava antes do Button e muitas vezes ele fazia com o pé no fundo curvas que o Button tinha que dar uma aliviada! E olha que o Button estava bem mais leve!
Esse controle super eficiente também deve ajudar um bocado a conservar os pneus para o final da corrida. Ponto para os franceses!
Saulo Caram, Brasília/ DF
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Sobre o GP turco, algumas observações:
Achei muito interessante a telemetria do Alonso. Tentem lembrar que no gráfico que exibe as rotações e pedais de acelerador e freio (verde e vermelho), na hora que Alonso acelerava em curvas de baixa, na luz verde aparecia uma sigla TC, que dava a entender que o controle de tração estava sendo ativado naquele momento. Por que o dos outros carros não mostravam isso?
E sobre o estouro do motor do Massa, na hora que ele parou nos boxes, observem que antes dele parar as rodas de trás já estavam travando, não estava freando, e sim o motor que já tinha ido para o espaço mesmo.
Sobre a batida entre Webber e Schumacher, na hora que a Ferrari rodou, ficou atravessada no sentido contrário, e para dar o 360, ele precisa desativar o controle de tração, é isso, será que eles conseguem ser rápidos ao extremo de controlar o carro, desativar o controle de tração para dar o 360 sem deixar o motor apagar, como em algumas rodadas que o piloto volta, será que eles ficam com o pé no acelerador para não deixar o motor apagar enquanto estão rodando com o carro descontrolado, pelo que sei a embreagem é na mão, e na época que era nos pés, o cara tinha que ter um pé grande?
Ah, só para lembrar, achei demais a saída do Montoya e o mecânico com a mangueira enroscada, os estouros dos pneus das Williams, e as rodadas que levantaram fumaça, isso é demais, todo mundo se divertiu. Parabéns ao site.
Rafael José Chicati, Maringá/ PR
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Amigos do GPTotal,
Primeiramente, gostaria de parabenizá-los pelo excelente site. Apesar de ser a primeira vez que escrevo, não deixo sequer passar um dia sem acessar o site.
Bem, sobre o GP realizado neste fim de semana, achei a pista um barato. Houve várias ultrapassagens (vide Jenson Button) e a série de curvas rápidas é de tirar o fôlego.
Sobre as equipes, o que mais percebemos é a falta de sorte da Mclaren e a sobra dela na Renault (quando o carro prateado não quebra, algo acontece e facilita a coisa pro carro azul) e a fase horrível que passa a Ferrari. Rubens e Michael andando atrás de Toyota e Red Bull chega a ser um desrespeito com a própria F1, fruto da incompetência da equipe e, por que não, do fabricante da borracha.
Agora, o que não pode deixar de ser dito é: quando a Globo vai se tocar e trocar o Galvão Bueno? Deixa um Burti no lugar dele, que nos trás muito mais informações técnicas. O Galvão teve a capacidade de não se tocar que na largada chamou o Haikkonen de Hakkinen umas 450 vezes e ainda depois falou que o Weber estava disputando posições com o Schumacher. Pelo amor de Deus. O cara estava uma volta atrás. Santa ignorância!
Carlos Ferreira, São Paulo/ SP
Cadê aquela catarse mundial sobre o jogo de equipe do Alonso com o Fisichella logo no início da corrida?! Não é igual ao da Áustria 2002?! Isto não estava banido da F1?!?!
Mais uma brilhante corrida a do Barrichello. Afinal largou na 11º posição e chegou na 10º posição, atrás de Sato (que largou em último) e das RBRs.
Está cansando esse papinho do Massa tentando justificar seus erros e precipitações em afirmar que poderia chegar nos pontos ou no pódio se não fosse isso ou não fosse aquilo. Um pouco mais de cabeça e de consistência é o que lhe falta.
Que espetáculo a disputa da 13 posição entre Villeneuve e Ralf?!? E olha que o alemão ganha só USD 25 MM.
Schumacher... Você realmente está se divertindo?!
Forte abraço a todos
Marcelo Jardim
Marcelo Jardim, Rio de Janeiro/ RJ
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Olá amigos do GP Total,
A primeira corrida turca se encerra com o ar de que tenha agradado a quase todo mundo. Ao Raikkonen, por ter vencido, ao Alonso, por estar no caminho para a conquista do título... Tudo bem que a Ferrari saiu chateada, o Montoya com a orelha doendo, a Williams meio confusa, mas parece ter sido uma prova divertida para os pilotos, e na média para os espectadores, exceto, é claro, aqueles infelizes que não conseguiram chegar ao circuito devido ao trânsito.
Button, com certeza, foi a estrela do espetáculo. Fez ultrapassagens, brigou, saiu lá de trás e acelerou, apesar de não ter o melhor carro - podia-se perceber no comparativo entre o inglês e Alonso que o carro da Renault tem um melhor controle de tração, pois o espanhol acelerava ao máximo mais cedo nas saídas de curva; e só foi ultrapassado porque o adversário estava mais leve.
A imagem que parece definir o espírito do fim de semana foi a cara de dúvida seguida de um sorriso despreocupado de Pierre Dupasquieu (é assim que se escreve?), mostrada na transmissão logo após o furo do pneu de uma Williams. Mas a maior vencedora foi a FOM, ou Bernie, como quiser. Mais do que Herman Tilke finalmente ter acertado a mão, ainda que nem tanto; de um público razoável para um país sem tradição no esporte (com certeza melhor que o da Malásia). Mais do que isso, a Fórmula 1 dissipou seus medos, fez um espetáculo puramente esportivo por 1h24m, conquistou mais um mercado; e tudo isso sem bombas da Al Qaeda ou curdos se explodindo, visto que a vontade do governo de lá é vê-los desaparecerem, sem, no entanto, levar junto turistas ou pessoas de outras etnias.
Abraços,
Daniel Médici, São Paulo/ SP
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Olha, eu já vou fazer uma observação de torcedor: ver o Schumi 19 voltas atrás do líder não tem preço, como diz uma propaganda da TV.
O Raikönnen não ganhará o campeonato: quando as coisas dão erradas ele não acaba a prova, quando dão mais ou menos erradas o Montoya não ajuda. Aposto minhas fichas no Alonso, poule de 10.
O circuito é maravilhoso! Adorei aquela seqüência de 4 curvas de alta, algo que quem gosta de velocidade não pode desprezar.
A BAR teve uma prova sólida e espero que seja um bom prenúncio para o ano que vem. A Ferrari foi a decepção de sempre (neste ano) e o Schumacher abusou do direito de errar, tanto nos treinos como na corrida. Se bem que o Webber mereceu depois de destruir a corrida do Massa.
Que circuito demais! A F1 estava precisando disso!
José Benedito Vizioli Libório, Piracicaba/ SP
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Para Eduardo Correa.
Olá,
Sempre gosto muito de ler as suas colunas, que na maioria das vezes são uma extensão dos meus próprios pontos de vista. Talvez por isso só as leio e me abstenho de comentários. Até agora.
No entanto, na sua última coluna Corridas e Guerras você tocou num tema que me inspirou a dar um feedback: a velha questão de que o que conta é o carro e não o piloto. Apesar de concordar com você que o atual cenário da F1 como um todo não ajuda muito na defesa do piloto, acho que nesta temporada mesmo, com um pouquinho de boa vontade e olhar crítico, dá bem pra ver que no final das contas um carro redondinho é só parte da equação de um campeão e não o fator determinante.
Caso McLaren, por exemplo: o Kimi e o Monty têm o mesmo equipamento, mas o jeito que os dois interagem com ele é bem diferente e os resultados na classificação do campeonato estão aí mesmo pra comprovar. Tá, o Monty perdeu aqueles dois fatídicos GPs, mas nas contas o Kimi não completou 5 GPs e o Monty 6 (incluindo os de licença médica), ou seja, nada relevante. Mas a diferença na pontuação é.
Caso Renault: no começo da temporada o time azul tinha um equipamento que detonava a concorrência, agora nem tanto, mas teve por tempo suficiente pra construir uma bela de uma vantagem. Mas a questão é: como é que você me explica o banho que o Alonso deu e dá no Fisichela (piloto bem mais experiente do que ele)? Ah, e por favor nada de teorias da conspiração, está bom?
Caso Ferrari: eu não vou nem citar concorrência entre teammates neste caso, mas me explica uma coisa: como é que o Michael conseguiu a proeza de estar na classificação deste campeonato em terceiro lugar na frente do Fisichela e do Monty com um carrinho com pneus de quinta daqueles?
É verdade que no final das contas ter um equipamento de primeira é importante sim e a boa sorte ajuda, mas o que se faz com eles pode fazer sim uma grande diferença. E isso não se aplica somente na F1 atual ou mesmo exclusivamente ao mundo da F1.
Nos que são chamados dos áureos tempos da F1, leia-se a era de Senna e Prost, o Senna mesmo por exemplo sempre estava interessado em fazer parte da equipe de ponta, pois ele sabia que sem equipamento vencedor ele até poderia mostrar aqui e ali o seu talento mas ganhar campeonato... não dava, pois pra ser campeão é preciso ter todos os ingredientes à sua disposição, afinal não se faz bolo só com farinha e açúcar, ou faz?
E ter que ter os ingredientes certos não é só receita pra F1... outro dia vi um especial na Discovery sobre o Lance Armstrong e a Tour de France e fiquei surpresa ao saber que primeiro, o ciclismo é um esporte de equipe (e não só restrito à rotina de garçom, se é que você me entende) e sem ela por mais talento que o Lance tivesse e tem não teria conseguido a façanha de ganhar 7 títulos seguidos. Segundo, que o Lance (conhecido pelo apelido de Johnny Milimiter - por sempre estar atento aos mínimos detalhes) corre atrás de tecnologia de ponta pra desenvolver a sua bike, capecetes e cia e por conseqüência ter a sua disposição o melhor equipamento possível pra aí sim lá nos Alpes e outros percursos mostrar todo o talento que Deus lhe deu e detonar a concorrência, talento aliás apimentado por doses de muito treinamento diga-se de passagem. Mas nem por isso se discute os méritos do Lance, e por que se discutiria?
Pessoalmente, acho que o desnível tecnológico entre as equipes é que tem feito a F1 não ser tão competitiva dentro das pistas, mas não dá pra crucificá-la simplesmente por isso, já que tem uma equipe ali trabalhando pra fazer o seu melhor neste quesito e o piloto também tem muita participação neste desenvolvimento pois ele sabe que vai precisar do melhor pra mostrar o melhor que tem.
No fim das contas, por mais que os grandes campeões muitas vezes façam parecer fácil ganhar campeonatos, como é o caso do Lance e do Michael, nunca é fácil. Há muito trabalho por trás e pela frente que não deveria ser subestimado. É por isso que eu acho que é muito simplista a teoria de que quem tem o melhor carro vence. Não vence. Quem vence é quem tem o melhor conjunto (carro, motor, pneus, equipe, estratégia, piloto) e sabe tirar o melhor proveito das situações que enfrenta. Vence quem tem talento e competência pra vencer e faz por onde, trabalha duro pra isso. Vence quem pode, não quem deve.
Beijos,
Fabiola, Rio de Janeiro/ RJ
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Caros amigos do GP Total,
Observando os treinos livres para o GP da Turquia, fiquei matutando umas coisas. Com exceção da McLaren e da Toyota (pelo fato de não ter responsabilidade de poupar carro e motor), que andam bem, as outras duas equipes que utilizam o carro extra na sexta-feira (Jordan e Minardi, já que a Sauber não usa o benefício) são meros figurantes.
Vendo resultado do treino, com incríveis 25 carros, quantidade de carros que desde 1995 não disputa uma corrida, me dá um saudosismo. Acho (desculpem o termo) broxante um grid com 20 carros, parece até uma categoria pequena, a mesma coisa acontecendo com a Cart e IRL - o que não vem ao caso.
Por isso faço um questionamento: o que aconteceria se a FIA permitisse as cinco últimas equipes ou as menores, de preferência, correr com um carro extra? Claro que os pontos deste terceiro carro poderiam não valer oficialmente ou teria uma regra, não sei, mas a presença de um carro extra, além de favorecer os times pequenos (com mais exposição, mais oportunidades para a praga dos pilotos ruins pagantes), certamente daria um ar de grandeza que falta atualmente para a F-1.
Apesar de saber que isso já foi um assunto bastante discutido (a inclusão de um terceiro carro), gostaria de uma análise mais aprofundada de vocês, já que o GP Total é o único site de automobilismo exclusivamente opinativo, o que anda faltando por aí.
Vocês poderiam comparar com o final da década de 80 até a metade da década de 90, onde tinha tanto carro que existia um limite de 26 por grid. Era incrível!
Bem, é só isso! Parabéns pelo trabalho!
Um abração!
Bruno Vicaria, São Paulo/ SP
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