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15.12.08 - Luis Fernando Ramos |
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12.12.08 - Alessandra Alves |
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10.12.08 - Roberto Agresti |
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19.12.08 - Eduardo Correa |
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27.10.08 - Luiz Alberto Pandini |
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17.12.08 - Ricardo Divila |
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01.12.08 - Ernesto Rodrigues |
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| » » » 11.10.05 |
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COMENTÁRIOS DE UMA CORRIDA JAPONESA
Marcelo Jardim
1. Se a FIA pensa em arranjar mecanismos para dar mais emoção as corridas de F1, é só copiar o que a natureza, através da chuva, nos mostrou por vias tortas. Inverta o grid de largada. Pegue os melhores colocados na corrida anterior e na seguinte, os obrigue a largar lá atrás. É brincadeira, mas que ia ficar interessante ia...
2. Certamente foi isso que fez a corrida japonesa ser disparada a melhor do ano. As inúmeras ultrapassagens na pista, cada uma mais plástica do que a outra, e a busca incessante dos pilotos de ponta pelo pódio fez valer acordar de madrugada para assistir a corrida. E coroando esse espetáculo, o circuito de Suzuka, pista que deveria servir de exemplo para aquele arquiteto (?!) alemão, excelente projetista de ... kartódromos.
3. Se alguém tinha dúvidas sobre a genialidade do finlandês Kimi, depois desta corrida não as tem mais. Largou no final do grid, soube se preservar naquele início caótico, não se precipitando como o Montoya, soube ter paciência atrás do Schumacher talvez mais voltas do que necessário e quando teve espaço, fez volta atrás de volta mais rápida. E ainda tinha o final. Aquela ultrapassagem sobre o Fisichella, na última volta foi simplesmente épica, histórica, foi de arrepiar. Coisa de extra-série.
4. Keke Rosberg, campeão em 1982, quando se tinha Piquet, Pironi, Prost e Lauda. Mika Hakkinen, campeão em 1998 e 1999, quando se tinha Schumacher, extremamente competitivo. Agora Kimi Raikkonen é o atual campeão da GP2, Nico Rosberg (ok, ele é alemão, mas...), sem falar do talentoso Heikki Kovalainen. Que tipo de água será que os finlandeses bebem?!?
5. Para quem questiona o talento e os méritos do atual campeão Alonso, é só olhar sua ultrapassagem por fora sobre o sempre combativo Schumacher na traiçoeira curva 130R, e sobre o sempre traiçoeiro Webber no final da reta, colocando as rodas na grama. Coisa de gênio.
6. Até agora não entendi a escapada para a brita do experiente piloto Rubenzinho logo na largada. Não entendi também que estratégia foi essa que fez o cada vez mais maduro brasileiro dirigir a corrida inteira na frente somente das Jordans e das Minardis e terminar... bem deixa para lá... Vai ser duro acompanhá-lo na BAR...
7. Então, Massa?! Você só tem mais uma corrida para pelo menos superar seu companheiro de equipe, o combalido Villeneuve. Para quem achava que ia ser tranqüilo no início do ano... sei não. Se a Ferrari não melhorar o carro, vai ser duro escutar suas desculpas...
8. E, por falar no canadense, eu ainda não entendi o que motivou a sua volta para a F1. Um sujeito que já foi campeão mundial, está multimilionário, adora esquiar e já não é nem mais criança só poderia voltar se fosse para se divertir. Com esta Sauber você está realmente se divertindo?!?
9. Se é para torcer por alguém nesta nova ladainha de quem será o segundo piloto da Williams, meu voto vai todo para o Nico Rosberg. Depois de tanta chance dada e todas elas desperdiçadas, ficou claro que o Pizzonia não é, e nunca será piloto de Fórmula 1. Melancólico...
10. Quem vocês preferem: Galvão Bueno ou Cléber Machado?!?
11. Sato, decididamente acabou a graça. Para tudo tem limite.
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Caros amigos,
A F-1 e eu não temos falado a mesma língua há algum tempo. Mas eu não poderia deixar de comentar o GP do Japão, em Suzuka. Só para esclarecer, a corrida só foi excitante pelo fato de os favoritos à vitória terem treinado na chuva na classificação. Caso contrário, teríamos uma prova tão enfadonha quanto a maioria da temporada.
Se Takuma Sato ainda tinha alguma esperança de continuar na F-1 em 2006, acho que elas foram definitivamente sepultadas em solo japonês. O erro na largada é compreensível, mas a maneira excessivamente arrojada com que tentou passar Jarno Trulli foi lamentável. Deveria ter recebido bandeira preta no máximo minutos depois. E já dizem que ele nem corre na China.
Não achei que Juan Pablo Montoya errou na tentativa de ultrapassagem em Villeneuve. O canadense fez o traçado como se não houvesse nenhum carro ao lado.
O safety-car arruinou a corrida de Ralf Schumacher. Perceberam o quanto ele já havia se distanciado de Fisichella ainda na primeira volta? Ainda assim, a estratégia de três paradas dificilmente o levaria à vitória.
Eu tive a impressão de que David Coulthard havia queimado a largada. Apenas Mark Webber se manisfetou.
Assim como Sato, Pizzonia está indo de mal a pior. Está cada vez mais difícil acreditar que ele correrá em 2006.
Fernando Alonso fez uma ótima corrida. A ultrapassagem sobre Schumacher por fora na 130R foi genial. E a determinação com que ele foi buscar o pódio causou inveja. Webber não podia fazer absolutamente nada.
Fisichella é um ótimo piloto, mas sempre o achei um piloto não muito determinado. Voltando um pouco no tempo, recordo-me do GP do Canadá de 98: ele estava na Benetton e os favoritos à vitória eram as Mclaren de Hakkinen e Coulthard e a Ferrari de Schumacher. Hakkinen desistiu ainda na primeira volta e Coulhard, voltas depois. Schumacher faria duas paradas e Fisichella, apenas uma. Após fazer a primeira parada, Schumacher deixou os boxes enquanto Frentzen, da Williams, rasgava a reta. Schumacher, então, empurrou Frentzen para fora criminosamente. Fisichella já estava na ponta com boa vantagem. O alemão foi considerado culpado pelo incidente e teve de cumprir uma punição de 10 segundos nos boxes. A vantagem entre os dois passava dos 30 segundos. E cada um ainda teria uma parada a fazer, ou seja, Schumacher, se quisesse vencer, teria de descontar a diferença na pista. A partir de então, o alemão passou a voar na pista e Fisichella parecia indiferente, mantendo o mesmo ritmo de prova. O italiano fez seu pit stop aproximadamente na metade da corrida e Schumacher, algumas voltas depois. E adivinhem quem voltou à frente e venceu a prova? Mais uma vez, o hino alemão no pódio.
O mesmo aconteceu em Suzuka 7 anos depois. Fisichella parecia despreocupado com a aproximação alucinante de Kimi Raikkonen e, em nenhum momento, acelerou o suficiente para impedir o progresso do finlandês. E, além do mais, errou ao tentar defender a posição na chicane. Não havia a menor necessidade de fazer o traçado defensivo. Kimi nem ao menos estava perto. Naquele instante, ele deu a Raikkonen a chance de pegar o vácuo na reta e ultrapassá-lo.
Com uma única palavra, expresso como vejo Raikkonen: gênio! Torci por ele como se fosse brasileiro! A última vez que vibrei com uma ultrapassagem foi na Inglaterra/03, com Rubens Barrichello sobre o mesmo Raikkonen.
E Schumacher fez uma ótima, mostrando que não lhe falta motivação. Já Rubens Barrichello arruinou sua corrida na largada e nada pôde fazer.
Um grande abraço.
Willian Lopes Machado, Brasília/ DF
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Para mim, a essência do automobilismo é ser sempre o mais rápido, tirar o máximo do carro, guiar no limite sempre que preciso, etc.
Como o grande piloto que é, Raikkonen fez isso no domingo, acelerando pra valer. Ai vem Pat Symonds, engenheiro chefe da Renault e diz: não há duvidas de que o Kimi usou muito o motor durante a corrida, e isso pode comprometer o funcionamento desde V10 na China.
O regulamento, ao invés de beneficiar alguém que faz uma corrida perfeita, mostrando ao mundo o que há muito tempo não se via na Fórmula 1, pode ser prejudicado devido ao regulamento que não o permite trocar de motor, senão larga lá de trás.
Como diria o Pandini, este regulamento é uma merda, e se a FIA mudar o que ela quer, vai ficar uma ainda maior no ano que vem.
Luiz Eduard, Pará de Minas/ MG
Breves considerações sobre o GP do Japão:
- o Raikkonen está muito mais próximo de se tornar o novo grande senhor das pistas do que o Alonso;
- o Pizzonia está prestes a se tornar o novo nome da Stock Car, isso se não pintar um Champ Car antes;
- o Fisichella demonstra a cada dia que é o verdadeiro cheque sem fundos da F1 atual;
- acho que ainda é muito cedo para se propagar o fim da Williams; a boa corrida do Webber, em um circuito seletivo, indica que o chassi está sendo bem desenvolvido, e a parceria com a Toyota para 2007 pode fazer a fênix nascer de novo;
- para quem ainda insiste em descer a lenha no Galvão, sugiro uma audição contínua do VT da corrida com a trinca Cléber-Reginaldo-Burti por 24 horas seguidas... não me lembro de locução pior na minha vida. Parafraseando Churchill, o Galvão é o pior dos locutores, à exceção dos demais;
- impressão minha ou o Coulthard está finalmente mostrando que sabe pilotar?
Abraços,
Fabio Marghieri, Itu/ SP
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A penúltima corrida do ano mostrou o que foi o ano de 2005 na Fórmula-1. O melhor carro (McLaren) competindo com o resto. A Renault só foi mais carro nas três primeiras corridas. Depois, só deu McLaren.
E deu pra ver, mais uma vez, como é ruim esse Raikonenn. O carro dele é tão bom que ele poderia ter sido campeão até sem ultrapassar ninguém, como demonstrou nessa prova, quando ficou várias voltas atrás do Webber e Button, só esperando eles pararem, para andar mais rápido e voltar dos boxes na frente.
É impressionante ver como ele não precisa forçar nada, ultrapassar alguém na marra. Mas vai haver quem diga: ah, mas ele deu um Show nesta corrida. Vamos deixar bem claro! Por favor, as ultrapassagens do Raikonnen são muito fáceis, ele tem o melhor carro. Botou do lado é só apertar o da direita e ele nem vai precisar dividir curva, como teve que fazer o Alonso várias vezes. O carro sobra. Passa voando pelo adversário. Era pra ele ter sido campeão fácil, fácil, só que ele conseguiu quebrar o carro umas quantas vezes.
É o típico cara burocrático, não arrisca nada, não vai pra cima do adversário. também, não precisa mesmo, porque se ele fosse um Schumacher ou um Alonso da vida, aí o ano teria sido muito chato, porque só ia dar ele na vitória (se não fosse o pecado de ser um expert em estragar carros). Raikonenn só foi pra cima do Schumacher porque se viu obrigado a passá-lo depois que Alonso com uma Renault bem inferior, conseguiu ultrapassar na marra, esgoelando o carro, depois de percorrer uma reta inteira no vácuo do alemão e mal conseguindo colocar meio carro de vantagem pra dividir a curva (primeira ultrapassagem de Alonso sobre Schumacher). Acho que Schumacher até aliviou e permitiu a ultrapassagem, para que eles não batessem. O mesmo não acontece com Raikonenn, que tem carro de sobra e quando resolve ultrapassar, passa com sobra.
Já Fisichela, coitado. Esse mostrou mais uma vez que a Renault fez péssimo negócio ao tê-lo contratado no lugar de Trulli. A Renault já seria campeã se Trulli estivesse correndo pela escuderia este ano. Fisichella só é bom em desmanchar carro.
Não existe esse negócio de azar! Acreditem. Fisichella e Raikonenn (e Barrichello) não são azarados, são ruins! Isto está claro para todos que já assistem Formula-1 há algum tempo e sabem ver as diferenças entre carros e entre pilotos.
José Cury Filho, Uruguaiana/ RS
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Sei que estou ausente faz tempo, mas é porque eu não consegui assimilar a tempo a experiência do meu segundo Grande Prêmio ao vivo. Mas vamos ao Japão: em poucas palavras, um dos GPs mais emocionantes que eu tenha notícia, desde quando Senna corria. Falando em Senna, ver um cara, em Suzuka, saindo lá de trás e vencendo a prova faz a gente lembrar alguma coisa...
Esse GP teve tantas ultrapassagens bonitas que é até polêmico fecidir qual foi a melhor. Eu fico com a primeira do Alonso em cima do Schumacher, simplesmente porque se o alemão não tirasse o carro antes (reparem na câmera on board do espanhol) ia acontecer alguma coisa muito grave. Mas todas foram muito bonitas.
Falando nisso... Hugenholtz 5 (se eu não errei na conta), Tilke 0. Aliás, eu sempre ouvi dizer que as curvas de baixa favorecem as ultrapassagens. Mas no circuito japonês o pessoal passa em curvas de 250 km/h! Como isso é possível? Quem souber, explique a um tal de Hermann.
O meu único ressentimento foi que todo esse GP começou em uma prova de classificação injusta e arbitrária, abjeta. Aliás, eu tive outra decepção com a Globo, não por que o Cléber Machado é um incompetente (ele é como um macaco de circo: diverte os fanáticos com erros infantis), mas sim pelo descaso com a corrida.
O que foi aquele compacto de menos de 10 minutos da prova? Eu nem vi porque estava pedindo comida chinesa. Deveriam mostrar um resumo de 45 minutos, no mínimo, senão de uma hora. E quem não conseguiu levantar? E quem teve um casamento para ir e não viu a largada, e, ainda por cima, programou errado o videocassete (sim, eu fiz isso)? Isso deixa a gente puto... Abraços.
Daniel Médici, São Paulo/ SP
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Apenas uma coisa poderei comentar sobre o GP do Japão: que pena não ter gravado...
Sem dúvida, uma das mais emocionantes corridas dos últimos anos, com uma performance inesquecível de Raikkonen - o piloto mais jagunço da F-1 atual.
E sobre as mudanças para o ano que vem, reafirmo o que o Panda disse: merda sobre merda! A cada ano, a Fórmula 1 se deteriora mais e mais. Abraços!
Alessandro A. Santos, Taboão da Serra/ SP
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Kimi Raikkonenn = Gênio
Só isto por enquanto.
Carlos Laurindo, Curitiba/ PR
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Sensacional vitória de Raikkonen, no GP do Japão, o que prova que ele fez tudo certo nessa temporada e que é um excelente piloto. Não aceito a idéia de creditar a alguém o titulo de campeão moral, pois se ele não foi o verdadeiro campeão, é porque algo deu errado. Realmente foi uma pena a Mclaren ter apresentado vários problemas, tanto em corridas, como nos treinos, pois poderíamos ter tido um campeonato mais competitivo e eletrizante. Mas uma coisa é certa, sem os problemas que o importunaram, Raikkonen teria sido o campeão.
Foi um GP muito bom, sem o marasmo de outros, pois houve várias ultrapassagens e lances que não deixaram a corrida perder a graça. Outro destaque foi o campeão, Alonso, que fez uma bela corrida e era o dono da festa até o momento da ultrapassagem do Haikkonen no Fisico. Pensei que o italiano fosse vender mais caro essa derrota. Melhor assim.
Os brasileiros desapareceram e quando surgia um, era porque havia acontecido algo errado. O Pizzonia foi uma verdadeira e triste decepção, provavelmente perdeu qualquer chance de um lugar na Willians. Massa, parece que nem participou da corrida e o Rubinho foi melancólico. Abraços a todos.
Bellissimo, São Paulo/ SP
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Acaba neste momento o GP do Japão. E, há cerca de 15 minutos, aconteceu uma das mais espetaculares ultrapassagens que eu já vi, nos meus vinte e muitos anos de F1. Quem tem os tais GP3, GP4, Playstation deve saber do que estou falando. O cara vir por fora e conseguir a ultrapadsagem… tem que estar com o carro sob total controle e equilibrado, senão: brita. Muito linda a ultrapassagem, e o Fisico com cara de tacho no pódio. O mal que assola Rubens, como diz Alessandra, pode ser muito bem aplicado a Fisichella. Queria ver a cara do Briatore...
Marcelo Ferreira, Jacarepaguá/ RJ
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Pessoal, após ler as novas mudanças que a Fia quer fazer na F1, só posso chegar a uma conclusão: esse pessoal tem mesmo merda na cabeça, como uma vez já disse o LAP.
A F1 está ótima do jeito que está atualmente. Assistimos a uma corrida que foi a melhor que vi nos últimos 5 anos. E vão mudar de novo? Pra quê? Deve ser pra favorecer a Ferrari, só pode ser. Ela foi a equipe que mais perdeu com o regulamento atual.
E esse formato confuso que pretendem colocar nos treinos? Os fabricantes já aperfeiçoaram os pneus. Pra que mudar de novo as regras, permitindo novamente a troca? Só pode ser muita merda na cabeça para propor um regulamento desses. Abraço
Ricardo, Recife/ PE
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