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15.12.08 - Luis Fernando Ramos |
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12.12.08 - Alessandra Alves |
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10.12.08 - Roberto Agresti |
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19.12.08 - Eduardo Correa |
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27.10.08 - Luiz Alberto Pandini |
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17.12.08 - Ricardo Divila |
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01.12.08 - Ernesto Rodrigues |
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| » » » 15.09.05 |
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Olá, galera do GPTotal!
Não entendi como até agora ninguém comentou aquela manobra de correção do J. Villeneuve na Eau Rouge, acho que foi a cena mais bonita da corrida. E isto aconteceu logo depois que o narrador sabe tudo Galvão Bueno malhou o cara chamando-o pela milhonésima vez de chicane humana. A língua do cara foi queimada tão rapidamente que ele nem teve corAgem de elogiar a manobra, deixou passar em branco o melhor da corrida.
Inicio aqui a campanha “Pior que crise política e mensalão, só mesmo agüentar o Galvão”.
Fabiano Bastos das Neves, Itajaí/ SC
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Ainda sobre o acidente do Pizzonia.
Pelo que eu li, nem o Montoya culpou o Antonio pelo acidente. Ninguém viu a batida, além deles dois, e de meia dúzia de fiscais. Será que não estamos fazendo uma tempestade em um copo d’água?
Luciano Junqueira, Rio de Janeiro/ RJ
Respondendo ao Eduardo Correa sobre quando Nigel Mansell "estreou" o novo traçado na La Source. Foi em 1989, na disputa pelo 2° lugar da corrida com Alain Prost, corrida liderada a vencida por Senna.
Depois da prova, perguntado por um repórter sobre a manobra, respondeu: "se a pista está lá, é pra ser usada. E não se passa pilotos pilotos tão bons como Alain e Ayrton se não tentar com vontade, e eu tentei".
Foi uma corrida show dele, num aguaceiro danado, passou reto em uma curva, botou de lado na Eou Rouge, xingou até a mãe de um retardatário que o segurou por três voltas... coisas de Nigel Mansell. Abraço a todos.
Rodrigo Castellani, Petrópolis/ RJ
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Olá, pessoal do GpTotal.
Sempre após os grandes prêmios eu corro até a net pra ver se saiu algum detalhe que pode ter escapado aos meus olhos. Bem, Spa, sem sombra de dúvidas, colocou o departamento de estratégias das equipes na rua. E por falar no Sato, imagino se ele tivesse feito aquilo com Piquet… hahaha, adoraria ver a reação do brasileiro. Se me recordo em minha infância, acho que Salazar sentiu isso. Abração.
Ernesto Gomes, Teixeira de Freitas/ BA
SPA – Pequenas Considerações sobre uma Grande Corrida
Marcelo Jardim
1) Embora o pessoal não saiba, mas a Renault, desde o início do ano tem um terceiro piloto, que, quando corre, não o faz somente nas sextas: chama-se Montoya. É impressionante a facilidade que o colombiano tem para se envolver em confusões, na maior parte das vezes por motivos banais, quase estúpidos.
2) Às vezes irrita o estilo pouco combativo, exageradamente conservador, e quando não covarde do espanhol Alonso. Esta história de que o carro da Renault é inferior a McLaren vem desde Imola/ Barcelona e ele fica lá, igualzinho ao Romário, cozinhando a banho-maria, esperando os da frente fazerem patetada e ele marcar seus pontinhos. Mas brincadeiras à parte, é impressionante ver a maturidade de Alonso, em como ele pensa a corrida, como ele pensa todo o campeonato. Merece o título, embora eu torcia mesmo era pelo Kimi.
3) Capítulo à parte merece a Ferrari. Mansell já tinha dado o recado afirmando não entender como um carro tão imbatível nos anos anteriores tornou-se esta coisinha ridícula neste ano. Tenho cá para mim que acabou um tal de “acordão” entre a FIA x Bernie x Ferrari. Acho até que alguém matou a galinha dos ovos de ouro italiana, se é que me entendem...
4) Sei... agora o sujeito pode sair do carro nervosinho, tirar satisfação com o outro e dar-lhe um tapa no capacete, que está tudo bem, que isto faz parte. Decididamente a FIA tem critérios diferentes quando se trata do alemão...
5) Já dizia o ditado... errar é humano, insistir no erro é burrice. Tudo bem que Massa tenha decidido trocar o modelo dos pneus. Muitos o fizeram também. Mas por que diabos continuou na pista tanto tempo? Por que não trocou logo na volta seguinte, como todos fizeram? Queria provar o quê a quem?! Não era hora de arriscar, era hora de preservar o quarto lugar e ponto.
6) Falam tanto de Massa, que ele está muito mais maduro e consistente, que a temporada na Ferrari fez bem a ele, etc, etc, e o que se vê até agora, faltando somente três corridas para acabar, é ele atrás, isso mesmo, atrás do tão criticado, tão sacaneado, dito até como "morto" Villeneuve. Pode ser que no final as coisas se invertam, mas acho que o recado já foi dado. É a tal da história de bater em bêbado. Neste caso, o brasileiro...
7) Pizzonia, maldita hora que o telefone foi tocar naquela manhã de sábado. Não era melhor deixar ele tocar e continuar dormindo?
8) Uma rápida pergunta: alguém viu o Rubenzinho correndo na Bélgica?!
9) A gente fica mal-dizendo os pilotos, mas vai você correr a mais de 300 km/h com spray de chuva na cara, enxergando só uma luz vermelha piscando na frente, com zebras que era melhor não estarem ali, e tudo isso numa curva que não se enxerga o fim...
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A maioria conhece a diferença entre agonia e desespero (agonia é a primeira vez que você não consegue dar a segunda, já o desespero é a segunda vez que você não consegue dar a primeira).
O sapateiro está em 2005 amargando o mais cruel desespero que um ser humano poderia imaginar.
Detentor de quase todos os recordes na F1 (títulos, vitórias, voltas na liderança, voltas mais rápidas, mais lentas, cafézinho, etc), faltando apenas o de poles para completar sua gloriosa carreira e, enfim, pendurar seu capacete e ir cuidar da família na Suíça. No apagar das luzes de 2004, o score era 65 para Airton Senna e 63 para Schumacker e era unanimidade que em 19 provas em 2005, o sapateiro arrebataria para si, o último recorde existente…
Porém o destino, ah, o destino (e o tio Bernie) quiseram escrever a história de forma amarga para o queixudo.
A Ferrari contribuiu e construiu um carro pior do que os de rolemãs que eu fazia quando criança, com os parcos recursos disponíveis. A Bridgstone jogou a pá de cal… E a via cruz do alemão começou.
Ainda conseguiu uma heróica pole em 2005 e, faltando 3 corridas para o fim da temporada, o chucrute está desesperado, pois não tem nenhuma condição de bater, em volta rápida, as McLarens. Nem se largar com petróleo para chegar até a primeira curva, não vai descontar a diferença.
Ainda mais, com o regulamento predileto do Panda, já que foi o segundo a abandonar e será o segundo a marcar tempo no Brasil…
Dizem que o último degrau é sempre o mais difícil, mas a saga do sapateiro já está dando dó. Repetindo um jargão horrível: ninguém merece! Imagine você, amigo internauta, o que significa ter algo cobiçado ao alcance das mãos, mas não poder pegar.
O desespero do alemão, inclusive, ficou retratado no último GP, quando levou um empurrão do Sato e foi calado, num estilo Piquet light (que trocadilho horroroso) de agir, e deu um tapinha no japonês kamikazi.
Não sei se o alemão tem alguma fé religiosa, mas, se tiver, deve rezar para todos os santos, orixás, babaloás, São Jorge, etc., fazer oferendas, bater na madeira, porque, realmente, nem a Corina vai agüentar o sapateiro destruindo tudo e reclamando o resto da vida (caso não consiga as duas poles restantes) que chegou tão perto, mas ficou tão longe… Abraços.
Geraldo Evandro Papa, Santo André/ SP
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E continuo reclamando. Já fiz este comentário no GP da Itália: os títulos, ao que tudo indica, serão trocados. Kimi deveria se campeão pela sua garra e a Renault ganhar o título de construtores pela sua regularidade.
Me indigna ver pessoas comentarem que Alonso merece ser campeão pela sua regularidade, pela sua constância. Aí vem a minha crítica: quem foi constante, o Alonso ou a Renault? No único momento em que Alonso foi pressionado neste ano ele cometeu um erro quando bateu no muro no GP do Canadá, dando a vitória para Kimi.
Já Kimi, se o seu MP4/20 não tivesse quebrado o motor em Ímola e na Alemanha (ambos os GPs ele liderava), ou se o motor não tivesse quebrado nos treinos da França, Inglaterra e Itália, ou se o pneu/ suspensão não tivessem ido embora no GP da Europa, com certeza já teria feito pó do Alonso. Lembro aqui da Coluna da Alessandra Por uma cabeça.
Tenho certeza de que sairei de Interlagos frustrado quando Alonso levantar a taça por saber que quem merecia mesmo era Kimi!
A F1 hoje não exalta o piloto, e sim o sistema. Na tentativa de consertar isto, farão a F1 regredir 20 anos em 2008, mas passaremos a ver problemas ridículos como os que temos visto atualmente com a GP2. A F1 que já era ruim, ficará pior.
Cristiano, Florianópolis/ SC
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Com relação à coluna do Eduardo Correa sobre o GP da Bélgica, ele cita a reinvenção da tomada da curva La Source pelo Mansel. Só que isto aconteceu em 1989 e não em 1991.
Naquela corrida, com chuva, o Mansel de Ferrari, duelou contra o Prost de Mclaren pelo segundo lugar (e não com o Ayrton que liderava a prova com tranqüilidade), e resolveu fazer uma nova tomada da curva La Source. Naquela época, diferente de agora, existia até uma faixa branca que parecia delimitar um acostamento, onde o inglês sempre deixava a Ferrari escapar para fazer a tangência.
No final ele acabou não conseguindo a ultrapassagem, ficando Ayrton em primeiro, Prost em segundo e Mansel em terceiro. A corrida de 91 foi disputada no seco.
Abraços,
Maurício Soares, Barretos/ SP
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Concordo com o leitor João Carlos Benício Viana de Fortaleza sobre o Pizzonia. Diante de tanta expectativa criada e de tão comentado piloto, o que ele efetivamente mostrou até agora?! A impressão que passa é que a F1 não lhe vestiu bem... fazer o quê? Abraços.
Marcelo Jardim, Rio de Janeiro/ RJ
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Pacientes gepetos,
Acho que os resultados deste campeonato a esta altura já demonstram que Rubens Barrichelo fez a coisa certa se mandando para a BAR. Button tem 30 pontos, cinco a menos que ele. Trinta pontos conseguidos em meio à zica das primeiras provas do ano, suspensões por irregularidades técnicas e a farofada de Indianápolis, que beneficiou a Ferrari. Takuma Sato tem 1, mas não conta mesmo. O japonês, que não é um braço duro, está querendo viver de arrojo… e nem só de arrojo vive um piloto campeão.
Já para os outros pilotos brasileiros, acredito que o Pizzonia tem, sim, chances de conseguir um cockpit da Williams no ano que vem. Nenhum piloto de ponta quer, até porque o tal do Frank paga pouco. Patrocínio da Petrobrás e outros penduricalhos podem ajudar. Pode até que surja o Nico Rosberg por aí. Frank apostou em Button e sempre elogiou Kimmi Raikkonen, típico piloto que representou a era Verstappen, com pilotos muito jovens correndo em equipes de ponta.
Em por falar em Raikonnen, lembro da mancada que o Rubinho deu quando ele chegou a F-1 com apenas 23 provas de Fórmula Renault disputadas. Disse, o brasileiro, que poderia ser perigoso. Mas quando viu os resultados dos testes Rubinho tratou logo de elegantemente, se contradizer e, de cara, aceitá-lo no clube.
Um abraço a todos
Flávio Leal, Santos/SP
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Olá,
1) Parabéns para o Tiago Monteiro, que, além de pontuar com uma Jordan, pontuou com grid quase completo (ele tem 7 pontos, mas desses 7, 6 ele conseguiu no 3º lugar em Indianápolis, onde só 6 correram)
2) Burros na chuva: Pizzonia e Massa. Por quê? Porque os dois colocaram pneus de chuva quando até o Karthikeyan sabia que não se podia colocar pneus de pista seca.
3) Loucos em Spa: Karthikeyan, irmãos Schumacher e Sato. Por quê? Primeiro porque Karthikeyan segurou por algumas voltas um campeão mundial e filho do piloto mais arrojado da f1, Jaques Villenueve. Os irmãos Schumy: enquanto o mais velho brigava com as BARs (leia-se Sato), para chegar em Barrichello, o mais novo tentava chegar em Montoya (Montoya tem a dupla coroa, pois venceu GP Brasil de Cart e de f1, sobre isso falo outra hora). E o Sato por fazer aquilo logo na La source. Pô,o Sato ficou burro. Apesar de não gostar do Schumy, dessa vez ele está com a razão de brigar com o Sato.
Quando o Damon Hill se aposentou? Queria saber os números e em quais equipes correu na sua carreira de f1
José Pedro, Curitiba/ PR
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Eu realmente gostaria de saber qual é o critério pra se aplicar punição durante uma corrida. O Sato, disputando posição, causa um acidente e perde dez posições na próxima corrida. O Pizzonia faz a mesma coisa sendo retardatário e pega só uma multa? Alguém explica?
Lucas Bleicher, São Carlos/ SP
Olá, gente.
Até que enfim um GP movimentado, cheio de surpresas e alternativas, ainda que causado pela pista molhada e escolhas equivocadas de pneus, mas isto faz parte deste esporte e neste GP de SPA nos brindou com muitas brigas na pista, mesmo que fora do cockpit.
Na minha opinião, esse GP nos mostrou no podium os próximos campeões mundiais. Eu colocaria ali seis títulos mundiais, dois para cada piloto: Alonso, Kimi e Button. Espero que o Massa se junte a esta turma.
Não me conformo com uma coisa: oh moleque rab... sortudo, esse Alonso.
Um abraço a todos.
Ricardo, Campinas/ SP
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Eu sei que o motivo foi a chuva e não a possibilidade de escolha de cada equipe, mas a corrida de hoje já valeu a pena pelo fato de ter havido troca de pneus. Onde os chefões da Fórmula 1 estão com a cabeça que não permitem que seja trocado pneu? Isso é ridículo. É por motivos como este que o campeonato está sendo decidido pelo regulamento e não pelos pilotos!
José Angelo Petit Neto, Florianópolis/ SC
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Edu, bom dia!
O Mansell (Ferrari) fez o traçado diferente na La Source em 1989, sob chuva intensa, brigando com o Prost (McLaren).
Foi a única corrida que vi do Prost em que ele não "amarelou" diante da chuva, segurando por várias voltas a 2ª posição diante dos ataques do Mansell. Senna venceu a corrida.
Paulo C. Cicarello, Birigui/ SP
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Amigos,
1) Michael não pode ficar tão irritado assim. Acidentes acontecem, seja por falha mecânica ou humana. Ele mesmo, Michael Schumacher, já tirou Senna da corrida, na largada do GP da França em 1992 da mesma forma: com um albarroamento por trás. Senna deu-lhe uma esculhambada em público e o alemão, com cara de mané e visivelmente envergonhado, tentava se explicar. Aliás sobre este episódio na França, existe um vídeo, que possuo. Que tal criarmos um lugar apenas para os vídeos?
2) Devagar e sempre. Vão dizer que Barrichello é isso, é aquilo. O cara já está fora da equipe e vocês querem o que? Não se pode deixar de reconhecer que correu com inteligência e prudência. Ok, ok... prudência demais. Mas pelo menos beliscou alguns pontos.
3) É, o recorde de Fittipaldi vai pro saco em Interlagos. Seria legal vê-lo entregar o troféu a Alonso, caso o espanhol vá ao pódio. Se ele não for para o pódio, que entregue uma coroa de louro de forma simbólica pela passagem do recorde.
Marcelo Ferreira, Jacarepaguá/ RJ
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Olá, pessoal do GPTotal!
Já falei várias vezes do Pizzonia aqui no site e já fui até criticado por outros leitores por causa disso, mas a corrida de hoje demonstrou um pouco que tenho até um pouco de razão.
Todo mundo dizia que ele foi injustiçado na Jaguar, pois a equipe ajudava o Mark Webber. Bom, na média, Pizzonia levou quase 1s nas classificações do australiano e agora eles estavam na Williams, suposta casa de Pizzonia e onde não preferência nas equipes.
Em Monza, andou bem, não há como negar, mas não passou ninguém e ganhou as posições nos boxes (Panda, será que alguém falou mal do Pizzonia por isso?). Em Spa, passou mais de 10 voltas atrás do Tiago Monteiro da Jordan e não havia a desculpa de ter o carro mais pesado, já que pararam na mesma volta.
Não vou julgar se Pizzonia bateu ou foi batido por Montoya, por que simplesmente não dá para ver, mas vamos usar o bom-senso. O cara está em segundo e você é retardatário, se está mais rápido, espere uma reta ou uma oportunidade mais clara possível de efetuar a ultrapassagem sem atrapalhar a corrida do meu adversário. Se está mais lento, saia da frente, pare o carro, faça o possível. Mas não atrapalhe!
Pizzonia não teve o mínimo de bom-senso e acabou com sua carreira na F1. Sejamos sinceros. Desde 2000, Pizzonia só conseguiu uma vitória e nada mais. Desde 2002 é piloto de testes da Williams (!) e já tem quilometragem em um F1 mais do que muitos pilotos campeões do passado, mas não tem constância em corridas. Na Jaguar levou o maior ferro do Mark Webber e só fazia chorar nas entrevistas e isso ninguém pode negar. No lugar de ser político, o que Webber fez, só fazia reclamar do carro e acabou demitido antes do final do ano. Fez cinco corridas pela Williams, onde diz ter todo o apoio, e o máximo que conseguiu foram vários sétimos lugares. Ou seja, Pizzonia já teve todas as oportunidades do mundo, talvez mais oportunidades que vários bons pilotos não tiveram, e não demonstrou a que veio. São 3 temporadas e... nada.
Tudo bem que o cara é brasileiro, mas vamos ser honestos. Já basta! Não é o caso de ser ruim ou não, mas simplesmente ele não tem estofo de estar na F1. É chato, mas é a verdade.
João Carlos Benício Viana, Fortaleza/ CE
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