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O GP de Mônaco 27.05.05
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Para quem tem saudades, o GP de Monaco resolveu:

1- Ralf incorporou Senna, batendo sozinho sob o sol de Monaco. Lembrem 1988.

2 - A McLaren faz um carro de outro planeta, larga na pole e vence de ponta a ponta. Não precisou fazer uma ultrapassagem.

Para quem não conhece regulamento:

1 - Schumacher encostou na faixa amarela. Não a ultrapasssou, portanto não deveria ser punido. Se fosse punido, QUASE todos deveriam ter sido também. Impressionante como os sennistas enxergam coisas.

2 - Em Ímola, Alonso ultrapassou Räikkönnen na volta de apresentação e deveria ter largado da última posição.

Para quem gosta de corrida de carro:

1 - Mesmo quando Schumacher não vence, é legal ver esse fenômeno na pista. Imagina se a Ferrari tivesse de Michelin...

2 - Então o Rubinho diminuiu porque o Ralf estava devagar? Por que não aproveitou e ultrapassou? Será que ficou com medo de repetir o abalroamento de Hill em Häkkinen (94), idêntico ao que o inglês fez com Schumacher em Adelaide 94?

Arno Winge, SP/ SP

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Só queria registrar minha estupefação diante da gritaria do Rubinho. Pôxa, você que fez a opção de correr pelo dinheiro (nada contra), não venha com esse chororô para cima de um torcedor acostumado com Piquet e Senna quebrando as regras dos boxes e correndo pra vencer. Você deve ficar de quatro para o Alemão sentar em cima. Termine sua carreira e vá usufruir o mercenarismo que te guiou nos últimos seis anos. Saudades não deixará, a não ser para o mentecapto narrador da fórmula 1 no Brasil. Abraços,

Silvio Viana, Fortaleza/ CE

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Edu e/ou Panda,

Hoje é sexta-feira, dia 27. Li no excelente site grandepremio a seguinte afirmação de Rubens Barrichello: Depois de Mônaco, Schummy não é mais meu companheiro de equipe. A partir de agora, vou tratá-lo como a qualquer piloto. E continua: Vou correr aqui na Alemanha com um objetivo muito claro: vencer o GP. No treino de hoje, Rubens registrou o 7º tempo com 1min32s143, contra 1min33s242 de Schumacher, 13º. Meu palpite é de que Barrichello pode (leiam bem: PODE) estar de malas prontas para alguma outra equipe de ponta. E vocês, o que acham? Abraços.

Willian Lopes Machado, Brasília/ DF

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Na verdade o Ralf merece o troféu Ayrton Senna. Foi quem também bateu sozinho sob o sol de Mônaco - à época a bordo do carro de outro planeta...

AZN, São Paulo/ SP

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Eu ainda não entendi como a Ferrari sustenta um piloto medíocre como Rubens Barrichello. Com tantos pilotos de talento, será que Barrichello possui ações na Ferrari? Tem alguma amante dentro desta escuderia? Que mistério é este?

Nailton Sampaio dos Santos, BA

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O Villeneuve não teve culpa, como ele é conhecido como uma chicane ambulante, ao ver uma chicane fixa em sua frente ele tentou adequar o carro a chicane e não conseguiu. Além do mais, na velocidade da F1 uma caixa craniana com um cérebro tão reduzido ocupando pouco espaço faz com que o mesmo fique colado no occipital prejudicando o raciocínio (?).

Não acredito que Schummi quisesse passar. Simplesmente, com a redução da velocidade do Rubinho, ele só tinha um caminho e era pelo lado. Aquilo não foi nem uma ultrapassagem, foi seguir caminho mesmo. Agora, o cara passa cinco anos sendo obrigado a dar passagem, a dar vitória, se conforma com seu lugar na história e vai brigar por um sétimo lugar. Ou ele era político ou não era.

Durval Junior, Salvador/ BA

Comente 26.05.05
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Duas premiações de última hora em Mônaco : 

— Prêmio CET de eficiência na gestão do tráfego — vai para o Albers. Fazer um piiiiii congestionamento no domingo, e ainda da carro de F-1 não para qualquer um não. Tem que fazer doutorado na Cia. de Engenharia de Tráfego de SP. 

— Curso Severino Cavalcanti de estratégia — para a Bridgestone. Conforme disse o grande Olavo Ito, a estratégia é fazer o pneu render do meio para o fim da corrida? E o que o carro faz na primeira metade? Fica estacionado no box? Quer dizer que o carro vai ser fantástico no fim, e uma draga nas primeiras voltas. Verdadeira idéia de jerico mesmo. 

Abraços 

Victor Lagrotta, São Paulo/ SP
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Foi um verdadeiro passeio dominical pelas ruas de Mônaco. Kimi Raikkonen, da McLaren, dominou completamente a prova, não sendo ameaçado pelos rivais em nenhum momento. Esse foi o segundo triunfo consecutivo do finlandês, que correu como um campeão: extremamente veloz, preciso e cerebral. E, pra completar, ainda tem em mãos o melhor carro da F-1 atualmente, o MP4-20, que a cada prova parece estar superior. Diante disso, Kimi desponta como o grande favorito ao título nesse momento, ainda que Alonso tenha construído uma grande vantagem nas primeiras corridas do ano. A diferença entre os dois, que hoje é de 22 pontos, tende a diminuir a cada etapa, o que nos leva a crer que teremos um final de campeonato de arrepiar. 

É preciso reconhecer que a FIA acertou em cheio quando proibiu a troca de pneus durante as corridas. Essa regra criou uma variável bastante interessante, que ficou muito clara em Monte Carlo. Até pouco mais da metade da prova, a monotonia reinava: ninguém passava ninguém, como acontece por lá desde sempre. Quando os pneus começaram a se desgastar, porém, a corrida pegou fogo e teve 10, 15 voltas sensacionais, com vários carros brigando por pontos. Tentativas épicas de ultrapassagem, como a de Jarno Trulli sobre Giancarlo Fisichella na Loews, simplesmente a mais lenta e apertada curva da F-1, fizeram desse GP de Mônaco o melhor em muitos anos. 

Por falar em ultrapassagens, o clima na Ferrari, que já era ruim com os pilotos unidos, começa a ficar insustentável. Tudo porque Rubens Barrichello resolveu colocar a boca no trombone e reclamar publicamente da manobra de Michael Schumacher na última volta, que se aproveitou de um cochilo do brasileiro na saída do túnel e roubou a sétima posição. Acredito que Rubens até tenha motivo para ficar chateado, pois provavelmente não esperasse ser ultrapassado como foi por seu companheiro de equipe. Entretanto, depois de tantos anos de Ferrari e de F-1, Barrichello tem a obrigação de saber que tudo, mas tudo mesmo, pode acontecer numa corrida. 

Schumacher não é heptacampeão mundial à toa. Se perceber que pode passar o carro que está à frente, ele vai passar mesmo, nem que o piloto da frente seja o seu compatriota Papa Bento XVI. Pra completar, o “número dois” da equipe italiana, que ainda sonha em desbancar Schumacher, deveria seguir dois ditados populares: roupa suja se lava em casa e em boca fechada não entra mosca. 


Outra equipe com crise de relacionamento parece ser a Sauber. Graças a uma manobra desastrada de Jacques Villeneuve, que tentou uma ultrapassagem maluca sobre Felipe Massa na curva Sainte Devote, os dois pilotos perderam a chance de marcar alguns pontinhos no principado. Jacques fez um mea culpa e pediu desculpas ao brasileiro, que, meio a contragosto, aceitou. Resta saber se o chefão da equipe, Peter Sauber, vai perdoar e esquecer os prejuízos causados por seus pilotos quando montar o time para o ano que vem.

SINAL VERMELHO

• Bridgestone – enfrenta sérias dificuldades para fornecer à Ferrari um pneu rápido quando novo. Em Mônaco, os carros italianos só foram começar a andar bem na segunda metade da prova, quando estavam quase uma volta atrás da McLaren de Raikkonen. Ou as coisas melhoram em Nürburgring, já no próximo final de semana, ou sérias providências vão ser tomadas. 

• Jordan – cada dia pior, a equipe amarela conseguiu se superar desta vez: andou atrás das Minardis, uma façanha que merece ficar registrada para a posteridade. 


SINAL AMARELO

• Fernando Alonso – desta vez o líder do campeonato não tem nada a comemorar. O desempenho de seu Renault ficou bem abaixo do esperado, não sendo páreo em nenhum momento para a McLaren de Raikkonen. Para piorar, ainda sofreu com o desgaste excessivo dos pneus traseiros, o que lhe custou duas posições, perdidas para os pilotos da Williams. 

SINAL VERDE

• Williams – evoluiu bastante desde a corrida da Espanha. Em Monte Carlo seus dois pilotos, Heidfeld e Webber, andaram muito bem e chegaram ao pódio merecidamente. 

• Juan Pablo Montoya – é bem verdade que largou na última fila porque cometeu um erro bobo num treino livre e causou um acidente, o que fez com que o colombiano fosse punido. Mas durante a prova se recuperou brilhantemente e conquistou uma boa quinta posição. 

• Red Bull & Star Wars – bastante divertido ver os mecânicos da equipe caracterizados como os personagens do filme Star Wars. Realmente um show à parte. 


Abraço a todos!

Junior de Bortoli, Curitiba/ PR
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Caros amigos, 

Como o GP de Mônaco está sendo alvo de discussões, vamos a elas: 

1) Kimi Raikkonen/MP4-20 são, hoje, o melhor conjunto da F-1 disparado. Tudo começou depois que o excelente projetista Adrian Newey refez as suspensões da Mclaren para Ímola. A partir de então, só deu Raikkonen. Imaginem se tivesse ganhado em San Marino! Alonso se diz despreocupado, mas, depois de Nurburgring, acho que estará morrendo de medo. Vamos esperar. 

2) Até agora não vi ninguém aplaudir o excelente trabalho que a Minardi fez. Quanta injustiça, hein! Finalmente, depois de tanto tempo, deixaram de ser a pior equipe da F-1. O cargo, pelo menos em Mônaco, pertenceu à Jordan. Dei muitas risadas com a cara de desespero dos mecânicos da equipe com a rodada de Friesacher na saída do túnel. Devem ter pensado: -P...!, todo o trabalho do fim de semana jogado fora!. Será que posso acreditar em uma evolução após a estréia do revolucionário PS05? 

3) Também ri muito da desastrada tentativa de ultrapassagem (para dizer o mínimo) de Villeneuve sobre Massa, ainda que ela tenha prejudicado o brasileiro. Só ele mesmo imaginava que conseguiria fazer a curva àquela velocidade. Quando Massa percebeu, tratou que recolher o carro para a área de escape na Saint Dévote. Com isso, os poucos pontos que a Sauber poderia conquistar foram para o ralo. Peter Sauber, inconformado, marcou uma reunião de emergência na sede da equipe em Hinwil com os dois pilotos para discutir a situação. Mas acho que o caso já foi superado. 

4) Sobre a discussão entre Barrichello e Schumacher, acho o ocorrido também já foi superado. A única opção que Barrichello tinha para reclamar do companheiro seria o fato de a Ferrari ter mandado os dois permanecerem onde estavam. Nesse caso, acho que Schumacher errou. Mas, como nunca saberemos a verdade, prefiro dizer que prevaleceu a esperteza do alemão. E não tenho a menor dúvida de que o caso será o quanto antes esquecido. Tanto o grandepremio quanto o f1naweb publicaram que os dois se desentenderam pela primeira vez em seis anos. Não é bem assim. Lembro-me do GP da Malásia de 2001, onde o brasileiro alegou que a equipe teria mandado ambos não disputarem posição após a entrada do safety-car na pista. Os dois, naquele momento, estavam no meio do pelotão, com Barrichello à frente. Schumacher ultrapassou o brasileiro e venceu a prova. Barrichello disse que Schumacher desrespeitou uma ordem da equipe ao ultrapassá-lo e o clima ficou um pouco ruim. Mas tanto os dois quanto a imprensa logo esqueceram o fato. 

5)A Williams foi muito bem em Monte Carlo, mas seu futuro é mais tenebroso até do que o da própria Ferrari. 

6)Concordo com o Panda, a promoção que a Red Bull e os promotores do novo filme da série Guerra nas Estrelas descontraíram um pouco o paddock da F-1 em Monte Carlo. Gostei muito das roupas dos mecânicos. Seria bom se sempre houvesse esse tipo promoção na F-1 de hoje. 

7) Discordo do Panda quanto ao Montoya. Na minha opinião, depois de Raikkonen, foi o melhor piloto da prova. Largou em 16º por uma besteira cometida nos treinos, mas se recuperou na prova chegando em 5º. Faço minhas as palavras do Émerson, de Salvador-BA. Até se machucar, Montoya vinha à frente de Raikkonen no campeonato. É verdade que de la Rosa e Wurz foram muito bem nas corridas que disputaram, mas quem garante que Montoya não faria o mesmo? Fez uma excelente corrida em Mônaco e fatalmente chegaria entre os primeiros na Espanha se não fosse por um erro da equipe na hora do reabastecimento. Acho que devemos esperar um pouco mais. O colombiano é bom piloto e logo achará uma maneira de se sentir confortável naquele avião chamado MP4-20. Abraços.

Willian Lopes Machado, Brasília/ DF
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Como Schumi não está na briga pelo título e os dois estão lá em baixo da tabela, Rubens acreditou que não seria atacado, afinal, a justificativa para aquelas provas em que ele, em segundo, com um carro melhor não pôde atacar, ou mesmo teve que deixar o Sr. Penta passar (antes que me corrijam, eu explico: refiro-me aos 5 seguidos 2000-2005, ok?) era de que ele lutava pelo título, o que não é o caso. Deviam ficar pentelhando na orelha dele: Rubens, just bring the car home, não arrisque a dobradinha, é legal ganhar 8 pontos, ficar um pouquinho abaixo no pódio é maneiro, você poder dizer pra todo mundo que o Michael é seu amigão e outras coisas do tipo.

Nosso pobre compatriota acreditou que aconteceria o mesmo na corrida de domingo. Que o Jean Todt e o Ross Brown iriam alugar o alemão com a mesma conversa mole de que após um bico quebrado, o oitavo lugar tava bom, para não arriscar a perda dos 3 (TRÊS!!!!) preciosos pontos, que Rubens é um cara legal e não merece isso, etc... 

Doce ilusão. Ao aliviar o pé para fazer a primeira perna da chicane do porto... surpresa! Lá vai a Ferrari nº 1. Rubens, no susto, dá no freio, puxa pra direita pra não bater, afinal ele é um gentleman (ao contrário do Felipe, que, se com uma fechadinha já mandou o maior de todos pro Tio David, imagina o que não falou dentro do capacete após aquela proeza do Jacques).

A manobra do queixudo em si, como já disse o Panda, nem foi tão arriscada, foi até bem fácil já que Rubens imaginava que não seria importunado pelo companheiro e só se preocupava em atacar o Ralf garoto-enxaqueca Schumacher. 

O que o chateou é que ele muitas vezes abdicou da luta pela vitória quando tinha condições para tal e, quando chegou a vez de Michael abdicar de 1 (um!) ponto para não colocar em risco a integridade dos carros, este não o fez. Rubens, inocentemente, acreditou que o tratamento de Michael com ele seria semelhante ao que ele costuma ter com Michael. 

Se Rubens quisesse, dava pra deixar bater e ainda sair como mocinho da história, afinal ele já tinha começado a virar à esquerda e teve de recolher quando viu o outro pelo retrovisor. Mas tal atitude não é da sua índole. Ele é sempre correto, dificilmente chuta o balde, apela. 

Agora, podem ter certeza de que, se fosse o contrário, como já disse o brasileiro, os dois teriam batido. Não tenho a menor dúvida que Michael não recolheria pro Rubens passar. Ia ter que passar tocando nele, se quisesse. Michael tem o instinto combativo, não desiste de seu objetivo até que não dê mais (vide as decisões dos campeonatos de 94 e 97 quando a última arma disponível era jogar o carro no adversário). Não estou julgando ninguém, só expondo fatos notórios, ok?

Creio que o que vale para um devia valer para o outro, e por isso, não acho que a reclamação de Rubens tenha sido choro de derrotado . Ele apenas esperava que todas aquelas justificativas de não colocar um resultado garantido em risco, de que ser segundo também é legal, de que não é demérito chegar atrás do companheiro, etc... também valeriam quando fosse ele à frente, o que acabou não acontecendo.

Daniel Aquino Schneider, Brasília/ DF

Comente 25.05.05
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Comentários do GP de Mônaco:

- Troféu “em casa que falta ponto todo mundo briga e ninguém tem razão” — para a dupla da Ferrari, que quase sai no tapa por causa de um ponto. Mas avisa o Barrica que o objetivo da F-1 é ultrapassar o piloto da frente. 

- Prêmio “Ukio Katagrama de integração cultural” — grau Nakajima — para o Ralf. O porrão do sábado mostrou que ele aprendeu direitinho a dirigir como os japoneses são conhecidos (Ito-san e Sato-san são exceções). Agora ele podia fazer um cursinho intensivo com o irmão e reaprender como se aperta o da direita.

- Menção honrosa “bovino no lodaçal” — para a vaca da Ferrari, atolada até o topo dos Bridgestone no mangue. Ou ocorre uma reação maravilhosa em Nürburgring ou o Riparto di Prensa pode começar a distribuir os cartões de boas festas e feliz ano novo, porque esse já era. (inspirado pelo Romeu Nardini) . 

- Troféu “maior cliente potencial para headhunter” — para o Montoya, porque parece que o problema com o tênis dele (o voleio é péssimo) continua. Recomendo que ele comece a atualizar o currículo e distribua para alguns chefes de equipe (de motocross); e o Barrica, porque criticou o sapateiro porque ele fez o que todo o mundo cobra: uma ultrapassagem. Desse jeito o RB vai correr de stock–car antes do que ele imagina, ou planeja. Ele vai junto com o novo projetista-chefe , o Costa (que fez um carro que é uma bos…merda mesmo) . 

- Menção “Caim e Abel” — para o Ralf, por achar o irmão louco (ele tentou uma ultrapassagem, veja só, e deu certo) .

- Prêmio “Xig-ling – Windows pirata” — para o Villenueve (o 486 dele tem umas panes que tem que desligar para dar reset. Coisa horrorosa, sô) .

- Prêmio “melhor pintura com bomba de Flit “ — para a decoração da Red Bull (nome completo mesmo; é sacanagem o austríaco torrar a maior grana no que me interessa e ser chamado de RBR, embora eu ache que a bebida com gosto de gasolina falsificada). A pintura era muito estranha, parece que fizeram dentro do caminhão no percurso da estrada. (Aos mais novos: Flit era um inseticida vendido com uma bomba metálica com tanque que vaporizava o produto; imagine o cruzamento de um aerosol com bomba de pneu de bicicleta) . 

Abraços, 

Victor Lagrotta , São Paulo/ SP
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Nostalgia em Mônaco.

No final dos anos 70 acontecia um estranho fenômeno, os franceses começavam a temporada com resultados avassaladores. Se não eram as Ligiers, eram as Renaults, que davam toda a impressão que o campeonato iria ser uma barbada, vencendo as primeiras corridas. 

Depois, quando chegavam em terras européias, misteriosamente deixavam o título escapar para as mãos de equipes mais tradicionais. Parece que estamos vendo a repetição de tal fenômeno. Após o total domínio no início da temporada, os franceses (diga-se a Renault) aparentemente estão tendo uma recaída nostálgica, e repetindo a tendência das temporadas na época dos embalos de sábado à noite, ou melhor, na época do apogeu da era punk, ou então (essa é pros fanáticos), do período em que Bob Dylan se convertia para a religião cristã, ou de quando Star Wars (lógico, parte 4) estava sendo lançado. 

Chewbaccas nos touros vermelhos à parte, não é só o Principado, micro-país mostruário da aristocracia dos novos ricos (hoje, russos procurando novos brinquedos para lav... gastar o seu dinheiro), que vive das glórias do passado, a Fórmula 1 precisa de vez em quando reviver o seu passado. Além da queda dos franceses, a nostalgia bateu forte vendo ali uma McLaren, invencível, colocando segundos e segundos de vantagem sobre o seu opositor mais próximo. A McLaren deixando de lado as estratégias de corrida e dedicando-se exclusivamente em correr. Pisar fundo e garantir a vitória sem depender dos pit-stops alheios. 

Se as cores da McLaren voltassem as ser o vermelho e o branco, estaria revivendo ali os melhores anos de Ayrton Senna. A paisagem, a classe, a velocidade aquele era o local aonde aconteceram alguns dos melhores momentos do brasileiro. A McLaren disparando na frente deixando as trapalhadas acontecerem do segundo lugar para trás.

Voltando à realidade. Trapalhadas não faltaram neste GP. Começou com o onipresente no quesito trapalhadas, o primeiro irmão Schumacher. Barbeiragem (eu ainda não li a tal cartilha das boas maneiras) no seu estilo mais clássico. Errou a tangência da Tabacaria e foi estilingado para o outro lado. Durante a corrida, Albers provocou um congestionamento em pleno domingo. Montoya, Half, Rubinho, e Michael deveriam agradecer ao Trulli por ter aberto a porteira do Fisichella, sacrificando o seu Toyota. 

Villeneuve voltou a aprontar, e desta vez jogando fora as chances da equipe pontuar (idiotice segundo Massa, com toda a razão). Webber mostrou que, além de ser freguês do Sato, não sabe ultrapassar. Nem com Heildfeld mostrando como se faz uma bela ultrapassagem, o australiano aprendeu a lição. Coisas de Mônaco.

Rubinho desta vez não tem razão alguma em reclamar. A ultrapassagem que sofreu do alemão foi limpa, e estava demorando para atacar Half. Um chilique descabido piorando mais ainda o ambiente ferrarista à beira do ataque de nervos, fora a vergonha de expor a briga por migalhas de pontos. Não vai ser estranho se os resultado futuros do brasileiro começarem a ficar cada vez piores a partir de Mônaco. 

Se o ambiente for piorando cada vez mais, e com a confirmação da compra da Sauber pela BMW, pode acontecer de ter um outro brasileiro no volante da Ferrari ainda este ano. Esquecendo as intrigas de madame, e levando em consideração que as Ferraris foram prejudicadas na entrada do safety car, o Rubinho além de ter deixado o motor morrer, teve uma penalidade a mais, e pelo rendimento dos carros no final da corrida, a equipe talvez possa estar entrando no grupo das equipes intermediárias. Algo como o trabalho em silêncio feito pela McLaren e Toyota nas primeiras corridas.

Como Mônaco é uma corrida atípica, então o cassino pode ter trazido azar a Renault, e sorte a Williams. De qualquer forma existem alguns fatos concretos. A parceria McLaren/ Raikkonem está bem azeitada, enquanto Montoya ainda não mostrou o que os seus substitutos mostraram durante a sua ausência, mesmo saindo em último e tendo ficado no congestionamento. 

O relacionamento entre os pilotos ferraristas está azedada. A tática de ter pneus ruins no começo, mas bons no final é ruim porque a probabilidade de ficar preso entre os retardatários é muito grande. E, Ralph continua um bração.

Olavo Ito, São Paulo/ SP
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Caro Panda:

Na análise que fez do Grande Prêmio do Mônaco, não entendo como pode considerar a corrida de Montoya negativa: ele veio do fim do grid para um lugar pontuável num circuito como o Móônaco e você diz que isso foi uma corrida negativa?

Eu concordo que Montoya está a ter uma época negativa, mas como pode fundamentar que alguém que sai de último no Mônaco e termina nos pontos faz uma corrida negativa? Desculpe, mas deve haver algum equivoco, é pura análise de fatos para não poder chegar a essa conclusão num circuito quase impossível de ultrapassar.

António Barbosa, Lisboa — Portugal
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Tudo normal em Mônaco, McLaren em ascensão, e Renault começando a cozinhar o galo e recolher pontos importantes para o campeonato. Toyota, será que já acabou o gás?

A ultrapassagem do Michael Schumacher sobre o nosso Rubens para mim só comprova a diferença de braço entre o Michael e os outros 3 envolvidos. O Alonso perdeu o carro no túnel, no reflexo Ralf freiou, o mesmo fez Rubens, no reflexo Michael pôs de lado e... passou!

Daí um é o líder de todas as estatísticas da F1, os outros potenciais alguma coisa. Até Nurburgring.

Fausto Guimarães, São Paulo/ SP
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Depois desta corrida chatíssima ocorrida em Mônaco, acho pertinentes duas observações:

1º - Basta comparar as declarações de Barrichello e Ralf com as do Schumacher sobre as manobras deste no final da corrida para entender porque ele é hepta campeão mundial de outro não passam de bons pilotos. 

2º - Esse regulamento de M... e esta estúpida regra dos pneus pode (tomara que não) causar uma tragédia. Basta imaginar a seguinte situação: Os carros desse ano estão (ou pretende o regulamento) com 20% menos carga aerodinâmica. Então se pode esperar uma menor velocidade nas curvas e uma maior velocidade em retas, certo!? 

Gp de Monza, carros que, no final da reta de chegada, logo antes das gincanas, poderão atingir velocidades acima de 380 Km/h. Considerando, ainda, as constantes travadas no final da reta, como ficariam os pneus ao final da prova? Sinceramente, temo por uma tragédia caso os pneus não melhorem até lá, uma vez que até agora os mesmos têm se mostrado muito problemáticos. Basta ver os últimos acontecimentos.
Um grande abraço a todos.

Herik Nelson, Belo Horizonte/ MG
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Será que esta é a ultima temporada de Barrichello na Ferrari? Por mais que ele próprio, ou mesmo a cúpula da Ferrari tentem dizer ao contrário, sempre foram claros os privilégios do Schumacher dentro da equipe. Por que reclamar agora? Só se for para começar a justificar a sua saída da equipe no fim da temporada. 

O Schumacher podia fazer o que fez. Jamais Barrichello poderia fazer o mesmo com o alemão. Jamais Barrichello reclamou, talvez porque não podia. Agora reclama porque sabe que não tem mais nada a perder. Só pode ser isto. Se quando a Ferrari era a melhor, somente o carro de Schumacher mandava, o que esperar da Ferrari de Barrichello este ano, quando já comprovadamente a Ferrari não domina mais a Fórmula Um? 

Mas aí vão lembrar: o contrato de Barrichello termina no fim de 2006. E eu pergunto, novamente, será que não tem uma cláusula com que permite a Ferrari encerrar o atual vinculo em 2005? Sim, porque talvez esteja começando a era de Fernando Alonso e Kimi Raikkonen, e a Ferrari vai fazer de tudo para ter um deles na sua equipe. Faço então a minha ultima indagação: o que vai acontecer com o Barrichello este ano?

Fernando Eduardo Macedo Marques, Niterói/ RJ
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Caros amigos desse site,

Não tenho muito a escrever, acho GP de Mônaco fala por si mesmo. Mas não posso me furtar de fazer uma pergunta, qual seja: cadê a punição de M. Schumacher por ter pisado na linha que determina a trajetória do piloto quando sai do box!!??

Esse alemão, até quando erra (o que é raro, temos que convir), leva a sorte de não ser punido. Um absurdo! 

Abraços,

Mário Henrique, Olinda/ PE
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Caros colegas de GpTotal,

O comentário é sobre o Barrichello: não é de admirar que sempre o chamem de Rubinho. Ele, ao choramingar a ultrapassagem de Schumacher, parece o que sempre foi: um menino chorão. Chamá-lo de Rubens seria alçá-lo à maioridade: é muito pra ele. É Rubinho, mesmo, o menino chorão. 

Duvido que o Senna ou o Piquet dessem uma bobeira dessas. O Senna ia jogar o alemão no guard-rail. Tem que ser macho, tem que ter colhões. O automobilismo é competição, não fair-play. Esse tempo já passou.

Se Burrinho, ops, Rubinho não agüenta uma ultrapassagem, é hora de sair do automobilismo. 

Detesto o Schumacher, aquele fdp, mas acho que ele fez o que tinha que fazer. Na bacia das almas, tem que lutar por qualquer ponto. Continua competente e competitivo. Mas mostrou o que todos sabem: com um carro mediano, ninguém faz milagre. Fica lá no meio do grid, lutando pela sétima posição. Mas luta.

Quanto ao alemão, ele nunca respeitou o Barrichello e nenhum outro companheiro de equipe. Por qual motivo faria isso agora? 

Mas fiquei muito, muito satisfeito com a derrocada da Ferrari. A McLaren deu um show de competência, lembrando que o Iceman só fez uma parada! Fez a pole com o carro bem mais pesado. Mais competitivo do que isso, impossível. O título já é da McLaren. E quando o Schumacher sair, junto com o Ross Brawn e o Rory Byrne, a Ferrari desmorona. 

Abraço a todos,

Ricardo, Recife/ PE
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Amigos,

Volto para dar minha real impressão sobre a tal manobra de Schumacher sobre Barrichello. Só vi à noite, no Fantástico, e eu que sempre defendi, e defendo, Rubens dos maléficos e tacanhos torcedores que insistem em menosprezá-lo, digo que não vi nada demais na ultrapassagem. 

O que houve é que Barrichello tomou um puta susto quando viu a outra Ferrari vermelha o ultrapassando. Ele simplesmente imaginava que, na última volta, disputando a sétima colocação, não haveria briga ,e os dois levariam o carro pra casa, como se costuma dizer. 

Quando Rubens diz que não faria aquilo é pq naquela altura da corrida, do campeonato, disputar o sétimo lugar com o companheiro de equipe não valeria o risco. 

Mas Schumacher não pensa assim e deu no que deu. Espero que isso sirva de lição para Barrichello aprender a não dar moleza para Michael, que brigar com o alemão até pelo penúltimo lugar. 

Oro a Deus para que Rubens pilote com a faca nos dentes, como por algumas — não poucas — vezes o fez e engoliu Schumacher. Peço a Rubens que, por seus filhos e sua família, se doe mais 345,87% e tire o máximo de seu Dom de pilotar. 

Amém.

Marcelo Ferreira, Rio de Janeiro/ RJ


Sobre o GP de Mônaco: 

A maioria dos pilotos fez apenas uma parada para reabastecer. As exceções foram Massa, Webber e Heidfeld. Os outros que fizeram duas paradas foram por acidente (Schumacher e Trulli) ou punição (Rubens). 

A estratégia da Williams parece ter dado certo, não? A Renault fez uma grande besteira ao encher o tanque dos seus carros na volta 25, logo após a entrada do Safety Car. Foi o que deve ter provocado o desgaste dos pneus. E também prejudicou Fisichella, que perdeu 50 seg no pit por ter de esperar Alonso.

A Ferrari foi beneficiada pelas besteiras de Trulli e Villeneuve e, porque não dizer, pela ausência dos carros da BAR. Sobre a BAR: Gil de Ferran foi chamado de pé quente, pois na sua estréia a BAR marcou pontos. E depois foi desclassificada. E então, como fica o pé do Gil?

Flavio, São Paulo/ SP
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Olha, ando achando que a regra dos pneus não é tão ruim assim. Pneu estourar por estourar, ele estourava do mesmo jeito no ano passado, quando faziam 3, 4, 5, 15 paradas e trocavam tudo. É só ver o acidente do Ralf Schumacher em Indianápolis (e o do Alonso na mesma corrida, entre outros), que dá pra crer. 

O jogo único bota em questão mesmo a escolha dos pneus, e o equilíbrio do carro. Carro bem equilibrado, por mais arrojado que o cara seja, não gasta tanto pneu assim. E Mônaco, que costuma ser um carrossel, mostrou como isso pode não ser tão ruim assim. 

Com certeza há um ponto de equilíbrio a ser encontrado ainda. Mas o pior ainda anda sendo no fornecimento. O fato de todas as outras equipes competitivas terem ido usar o Michelan é que fizeram a diferença. Então tem que cuidar pra não chamar Jesus de Genézio. Se não fossem as tretas que deram quando a Fórmula 1 tinha fornecedor único, onde recebe melhor pneu equipe quem paga melhor, até poderia ser a melhor solução. 

E legal que agora que Raikonnen e Alonso têm carros competitivos, a F-1 pode voltar a viver uma rivalidade saudável (pelo menos pros espectadores), como desde os tempos de Prost e Senna não há. Porque está aí uma coisa que o alemão raramente viu (só nos anos que o Hakkinen foi campeão, mas ele parou cedo). O cara é bom demais, mas nesse ponto, ele teve uma sorte que fez a diferença também, não acham?

Klauss P. Tofanetto, Blumenau/ SC
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Se o Rubinho está insatisfeito, deveria mudar de categoria. Para uma em que não valem ultrapassagens. Afinal, deve ser uma corrida e não uma procissão.

Valerio Mesquita
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Lendo a coluna do Panda sobre o GP de Mônaco, fico aqui pensando. Acho que a tecnologia envolvida nos carros de F1 foi tão longe, e a categoria ficou tão desumana, que chego a achar boa a restrição aos pneus.

A Renault, em Mônaco, simplesmente não teve chassi para segurar o consumo de pneus. Interessante isso, porque não foi culpa da Michelin. Kimi Raikkonen tinha os mesmos pneus, as Williams também, então o que aconteceu foi aquele imponderável que faz com que os carros nem sempre estejam em ponto de bala. 

E, de repente, o problema da Ferrari pode não estar apenas na Bridgestone.

De fato, alterações no pacote técnico poderiam ter sido feitas de um jeito melhor, mas esta temporada está divertida. É preciso mudar a distribuição do bolo e tem gente pulando os muros de Kerpen.

Enfim, o dinheiro foi tão longe, a tecnologia evoluiu tanto, que a velha sugestão do Edu para a Williams, de colocar macacos pilotando, pode ser válida de novo. De repente, a F1 poderia comprar a CART e adotar aquele pacote técnico (risos).

Alexei, Belo Horizonte/ MG
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Comente 24.05.05
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Queridos amigos do GP Total,

Além da loira de biquini e do Star Wars, citada pelo leitor embaixo, o GP de Mônaco me fez feliz pela total debaclê do time de Maranello. Já não era mais do que na hora de a empáfia italiana ser colocada em xeque. E dá para notar que eles estão desacostumadíssimos a uma situação dessas, sem saber lá muito bem o que fazer.

Agora, não entendi essa do nosso querido Rubens Telettubie Barrichelo: o Schumacher não está a fim de ficar atrás dele, nunca esteve e não poupará esforços para não estar. Não é pq o Schumi é heptacampeão que de repente ele vai tomar um banho de humildade. No chance! Vai esfriar a cabeça, Rubens, e bola para frente.

Quem tem muita razão em botar os cachorros latindo, acender holofotes, meter bala é o Felipe Massa. Imagino a cara do senhor Peter Sauber ao ver a fechada que o grande filósofo contemporâneo Jacques Vileneuve deu no rapaz. No céu dos pilotos, o Peterson e o Senna devem estar batendo no ombro do Gilles e falando: você não tem culpa, você não tem culpa. É só seu filho...

Reclamações quanto à imprensa — parte I: Não suporto mais o G. Bueno ficar falando que a Minardi e a Jordan deveriam estar fora da F1. Por que fora? 

Reclamações quanto à imprensa — parte II : Avisem o mesmo senhor, pelamordedeus, que apesar de filandês e loiro o piloto em atividade na F1 é o Kimi Raikonnen e não o Mika Hakkinen.

No mais, abraços!

José Benedito Vizioli Libório, Piracicaba/ SP
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Amigos, duas considerações sobre o GP de Mônaco:

1 - Onde está Wally. Se algum leitor me disser onde ficam os números dos carros da Williams, agradeço de coração.

2 - Caro Rubinho: Faça-me o favor. Aproveita que a equipe e o carro não tão lá essas coisas e vê se demonstra o que o alemão tem de sobra: A-T-I-T-U-D-E.

José Everson de Abreu, Vitória/ ES
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Que bom mais um final de semana normal. Fico feliz em ver que o Ice Man virou Schumacher, sim, pois cansei (e cansei mesmo) de ver o Shumacher ganhar corridas daquela forma e todo mundo baba o cara todo.

O Schumacher não é tão, é bom, mais não tão bom como um bocado de gente diz, até o Pé-de-chinelo tinha uma estratégia melhor de corrida. Portanto, é o seguinte: viva o Alonso e o Ice Man, os novos Schumachers da formula 1.

Fabio Filo, Serra/ ES
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Já adiantando meu comentário sobre as reclamações de Rubinho e Ralf a respeito da agressividade de Schumacher no final da corrida de Mônaco: o Schumacão não fez nada de mais, apenas mostrou muito arrojo, tentando ganhar posições. O problema é que demonstrou — uma vez mais — não ter metade do respeito pelos outros pilotos que costumam ter por ele. E ele está certo. Trata-se de uma competição de carros (embora a Ferrari tenha esquecido disso em algumas corridas, em detrimento do piloto brasileiro). 

Mas fico imaginando o que aconteceria se o Rubinho tivesse fechado a porta (como o alemão fez com o Heidfeld no início do campeonato), e os dois tivessem saído da pista... iam dizer que ele faz parte de uma equipe, que não pode ter certas atitudes.
Imagino também o que Schumacher faria se na frente dele estivesse um piloto agressivo, e não o Rubinho. Conclusão: o que o brasileiro precisa fazer é mudar sua imagem de eterno subserviente, já que tal imagem não ajudou ele em nada até aqui.

Marcelo, Rio de Janeiro/ RJ
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Pandini, você acha mesmo que Montoya foi um fiasco em Mônaco? Sinceramente, acho que há uma marcação por parte da imprensa em relação a ele. Como ele parece ser uma pessoa de trato difícil, sinto que a imprensa leva em conta esse lado pessoal na hora de analisar o desempenho profissional dele. Ele vinha tendo um desempenho melhor até que o de Raikkonnen no campeonato até se machucar. 

De la Rosa teve realmente um bom desempenho quando entrou, mas você sabe que cada corrida é um caso a parte e não há como afirmar que Montoya seria pior que ele no Bahrein. O mesmo pode ser aplicado a Wurz. Montoya retorna às pistas no GP da Espanha e tinha garantido mais um quarto lugar, pelo menos, quando a equipe errou feio nos boxes e o jogou pra sétimo. 

Agora, em Mônaco, ele fez uma ótima corrida, chegando em quinto, após sair em 16º. Ele errou feio ao provocar o acidente que culminou na sua punição, mas durante a corrida fez o que podia. Chamar isso de fiasco realmente me parece um exagero sem tamanho, só posso pensar que se trata de má vontade com o cara. É que nem alguns sennistas tratam Schumacher, não querem reconhecer o talento dele e aproveitam qualquer besteirinha pra fazer um escarcéu. 

O mesmo sinto em relação aos pilotos japoneses. Só porque os caras são japoneses, já tacham o coitado de barbeiro, como se ninguém lá soubesse dirigir. Ainda bem que Sato tem mostrado que não é bem assim. Só que se ele faz uma besteira, é porque é japonês. Se Raikkonnen faz alguma besteira, foi um erro de corrida, sem maiores conseqüências.

Emerson, Salvador/ BA
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Pessoal,

Gostei do GP de Mônaco. Em um aspecto vou discordar do Edu, a regra que impede a troca dos pneus no final de semana (na realidade poderia ser apenas na corrida) trouxe mais emoções para as corridas. Assim como no início dos anos oitenta, quem faz a melhor escolha e sabe poupar a borracha tam mais chances de se dar bem no final. Me lembro de diversas corridas decididas nas últimas voltas, com pilotos descontando diferenças normalmente impossíveis. Assim é, e foi, a F1 e não há nada de artificial nisso. Já quanto à classificação concordo totalmente com o Edu.

O que mais me chamou a atenção no GP foi a declaração do Rubinho no final da corrida. Será que esse cara não tem noção do ridículo?! Ele já vinha dando mole pro Schumacher há pelo menos umas quatro voltas. O Alemão já poderia ter passado antes, mas a melhor chance aconteceu na última volta, e aí... 

O Rubinho não tinha culhão (ou capacidade) para passar o Ralf na saída do túnel e sempre tirava o pé antes do ponto normal de freada (provavelmente para contornar a chincane com um traçado melhor), e com isso dava a possibilidade do Alemão passar, tanto é que ele passou fácil, fácil, sem precisar de esforço algum e absolutamente sem risco para nenhum dos dois. Sou brasileiro, mas o Rubinho poderia ter ficado calado, seria menos vergonhoso.

Por falar em Ferrari, acho que fora a Mclaren, a Equipe Rossa vai papar todas as outras em Nurburgring. Não matem a Ferrari antes da hora. No final do GP de Mônaco os carros vermelhos eram os mais rápidos depois do Raikonen. Eles vão continuar se classificando mal, mas na corrida vão estar lá na ponta, somente atrás do Iceman. Um abraço.

Saulo Caram, Brasília/ DF
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Caros,

Numa mensagem que escrevi para vocês antes do campeonato começar, arrisquei um único palpite premonitório: depois da estréia do PS05, a Minardi jogaria a Jordan para o fim do grid. Podem ir lá conferir. 

Aliás, analisando o desempenho das duas equipes em questão (motor cosworth x motor toyota) e mais a Red Bull, podemos concluir que o motor Cosworth não é desprezível. No site da empresa, anunciam uma nova versão do TJ2005 para Indianápolis que deverá chegar a 19.000 rpm. Acho que não é só por falta de opção que a Williams tem considerado a Cosworth. Lembram-se no começo da temporada quando, logo após anunciar que a BMW estava de nheco-nheco com a Sauber, Frank Williams falou que a Red Bull iria morder algumas bundas?! Ali já tinha alguma coisa, porque bobos esses caras não são. 

Há competência no lar dos V8 de competição, o que não há são os milhões de dólares investidos pelas grandes montadoras.

E Barrichello resolveu chutar o balde. Essa estranha chiadeira por causa de uma ultrapassagem normal deve esconder alguns combinados que Schumacher resolveu descombinar em Mônaco. Rubinho falou em deitar a cabeça no travesseiro e dormir. Está se sentindo traído depois de tanta devoção ao Santo Alemão da Ferrari. 

Esqueceu-se o MS que, quando a Bridgestone reencontrar o caminho das pedras (num regulamento que paga pouco por vitória), seria bem interessante ter o brasileiro motivado para roubar uns pontinhos do Alonso e do Kimi. Ou será que o Schumacher já está considerando difícil conquistar o campeonato e quer mesmo é terminar o ano na frente do Barrichello?

Abraços,

Mario Galhardo, São Paulo/ SP
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Gostaria de colocar minha posição em relação ao que disse Rubens no final da corrida:

1º - Não deveria reclamar, como reclamou, de levar a ultrapassagem do companheiro. Se bobeou, o problema é dele e não do alemão. Mas... se ainda vigora lá aquela história de que se estiver no final da corrida as ultrapassagens são evitadas para evitar um possível choque entre os carros, aí sim, posso dizer que foi sacanagem do alemão. Vai saber. 

2º - Ele deve se lembrar muito bem da ultrapassagem que ele fez no Trulli na França. Será que o Trulli gostou de ser ultrapassado de forma tão surpreendente na última gicane pelo brasileiro? Até Nurbruging

Carlos Tavares, Belém/ PA
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Minhas opiniões sobre os últimos acontecimentos:

1. Acho que a Ferrari está escondendo o jogo, e não está fazendo a menor questão de esconder isto;

2. A reclamação do Barrichelo sobre a ultrapassagem do Schumacher é pura cascata, coisa armada;

3. O regulamento é verdadeiramente uma merda. O Luiz Alberto Pandini não é nenhum radical, é um realista. 

3.1. Se muitos torcem para a volta da classificação de 12 voltas, eu torço para a classificação que foi usada até 1991, quando os pilotos dispunham de dois jogos de pneus de classificação para definição do grid. Essa história de não poder trocar pneus é uma balela. Fizeram essas porcarias desses pneus sulcados para obrigar as trocas de pneus em 1998, fazendo os custos nos desenvolvimentos saltarem as alturas e agora obrigam mais elevações de custos em desenvolvimento de pneus para durarem um fim de semana inteiro. E ainda acham que reduzirão os custos. 

3.2. Se querem ao menos aumentar a competitividade, deveriam liberar a troca de pneus e acabar com o re-abastecimento. Penso eu que é muito mais difícil guiar rápido e poupar combustível, do que andar rápido e poupar pneus.

Pena que a nossa opinião não vale pra nada.

Marco Aurélio Godinho, Curitiba/ PR
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Kimi Raikkonen e a McLaren foram perfeitos novamente. Os problemas que atrapalharam no início da temporada foram corrigidos e o potencial que o carro parecia ter se confirmou. Alonso X Heidfeld X Webber: o alemão chegou, passou e foi embora; Webber chegou, apanhou do carro, da zebra, da área de escape e se o Alonso não escapa também, o Canguru teria que devolver a posição ganha na última tentativa. 

Trulli deve ter uns parafusos frouxos na cabeça pra ter feito o que fez. Baixou um De Cesaris naquela hora. A Ferrari só esteve à frente das Minardis, Jordans e Red Bulls. Disputou posição com as Saubers. Sem as pisadas na bola do Villeneuve e vaca-bravice do Trulli, as Ferraris ficariam fora da zona de pontuação. Em vez de bater boca, Rubinho e Schumacher deveriam ir juntos ao box da Sauber agradecer ao Santo Expedito-Villeneuve pela graça recebida, não sem antes dar uma paradinha na Toyota pra um cafézinho de agradecimento com o Jarno. 

Efetivamente, a Ferrari não ganhou de ninguém que valesse alguma coisa. A coisa vai engrossar pros lados de Marmello, digo Maranello. Os pilotos Toyota devem estar recebendo umas aulas de auto-escola a essa altura. Ralf por ter feito o que fez no treino, prejudicando a corrida e Trulli pelo que aprontou na tentativa pra cima do Fisichella. Poderiam ter saído de Mônaco com seus dois carros na zona de pontuação.

Ou a Renault se reapruma ou toma a virada antes do final do campeonato. Aliás, a BAR disse que tinha mais gente usando o tanque fantasma. Li uma nota dizendo que antes do GP da Espanha, Ferrari e Renault tiveram seus tanques substituídos. E a partir daí o rendimento caiu.

Nota zero pra geração de imagens. Só vimos a ultrapassagem do Schumacher sobre RB em replay. E a Globo poderia mudar o posicionamento do logotipo pra não encobrir as informações que aparecem.

Carlos, São Paulo/ SP
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Rubens, tenha a santa paciência!

Agradeço mais uma vez este espaço do qual tenho grande admiração e procuro usar com respeitosa parcimônia. Evito me manifestar com freqüência para evitar polêmicas inúteis e, penso eu, como a grande maioria que por aqui navega sou apenas um imodesto admirador dos esportes a motor e que em algum momento da vida acreditou ser, ou melhor, poderia ser um piloto (pobre de mim), e que portanto tem suas preferências quanto a pilotos, manobras, etc e, é claro, está sujeito a opiniões subjetivas e a dizer asneiras.

Quanto a inútil polêmica sobre Senna X Piquet, ambos foram fenomenais nas pistas e nos bastidores, e também bandidos e grandes fdps ao lidar com a concorrência, o que não pode desmerecê-los como grandes campeões que são, ao contrário, só faz enaltecê-los ainda mais como tal, pois que, pelo menos eu, no esporte a motor em geral, não conheço ou ouvi falar de nenhum grande vencedor bonzinho, que se prima pela ética, que não adora ver a derrota estampada na cara do rival, que se compraz com sua queda (eu disse queda e não morte por favor). 

Infelizmente é o espírito de um esporte tão competitivo, que envolve tanto poder e grana, onde se faz de tudo, ou quase tudo para se ter o melhor equipamento pois, como sabemos, neste ambiente tão competitivo nem sempre (ou quase nunca) só o talento vence.

Também acho que é melhor ficar calado do que ofender ou tripudiar as pessoas, afinal dizia meu avô: nunca devemos cutucar o diabo com a vara curta. Mas neste ambiente inóspito não existe espaço para o santo imaculado, eu diria que só no paraíso ou em Shangrilá, com certeza é muito mais saboroso vencer dentro das regras e com ética profissional, dentro e fora das pistas, mas Ayrton Senna disse com sabedoria: Na Formula-1 quem pode mais chora menos. É só rever, ou reler, a trajetória dos grandes campeões, das grandes equipes e dos grandes patrocinadores para se constatar tal afirmação.

Gostaria pois de colocar algumas palavras, sobre o último choro de Rubens: Não sou xenófobo por natureza, aquele tipo de debilóide cego, embora, é lógico, tenha minhas preferências. Meu piloto preferido foi Senna (acho o conjunto da obra, em especial dentro das pistas, mais brilhante, pena que acabou a carreira tão prematuramente e no auge), o que não me furta a admiração que tenho por Nelson Piquet (simplesmente brilhante), Moco, Fittipaldi, enfim onde estiver um brasileiro, até em campeonato de tricot, estarei torcendo por ele, afinal vivo na terrinha e sei o quanto é difícil para um Tupiniquim chegar lá. 

Mesmo assim, sou fã de Ronnie Peterson, François Cevert, Nick Lauda, Prost (apesar das muitas frustrações que me provocou, o considero um dos maiores de todos os tempos), etc e tal... mas, Rubens, francamente, sou seu admirador, acho ele um piloto muito bom, grande acertador de carros que, apesar das imaturidades, teve a infelicidade de estar no lugar certo mas na hora errada, ao lado de um fenômeno do esporte, um dos maiores de todos os tempos, e que mesmo assim, se ainda não conseguiu batê-lo em um campeonato foi o único que conseguiu sempre andar perto e até na frente nas mesmas condições de equipamento (?), temperatura e pressão. 

Tem seus méritos, foi prejudicado várias vezes dentro da equipe, mas aquela ultrapassagem em Mônaco foi absolutamente limpa. Rubens vacilou, tirou o pé para não bater e esqueceu de defender a posição, tomou. Parece que ele se esqueceu que o cara que vinha a traz não é, nunca foi, e nunca vai ser bonzinho. Se puder, come um vivo para ser campeão ou ganhar corridas, aliás é essa (além do talento é claro) que faz toda a diferença dele para os demais de sua geração. 

Parece ainda que Rubens se esqueceu que todo grande piloto quando vê uma brecha disputa a posição mesmo. Este é o objetivo de quem compete, derrotar o concorrente, e se possível até humilhá-lo sem nunca perder a ternura. 

Ainda quanto aos boxes, acho que a culpa pelo o carro ter apagado, creio eu, foi do piloto, era ele que estava ao volante afinal. Acho que Rubens, se pretende lutar por um título antes de encerrar a carreira, deveria procurar outra grande equipe, pois do lado do Alemão é impossível, também acho que se a tentativa de ultrapassagem fosse ao contrário seria caixão e vela preta, só que esta é a diferença de quem só pensa na vitória, que só pensa em competir, de um grande campeão para um coadjuvante, não que eu ache que manobras espúrias devam acontecer na pista, também acho abominável este tipo de atitude, mas é o meio inóspito de que falei antes e quem não tem competência não deve se estabelecer. 

Quanto a Villeneuve, acho que o cara esqueceu tudo que sabia, a manobra não foi estúpida não, foi desastrosa, burrice pura, coisa de principiante. Não havia brecha, o cara não tinha tangência, pegou a zebra e freou muito depois e na sujeira, só o bico estragado foi um prejuízo muito pequeno. 

Abraços a todos. 

José Ilídio, Uberlândia/ MG
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Prezados leitores,

Ontem vimos a agonia de um legítimo hexacampeão mundial (a Ferrari). Seus pilotos brigando por um mísero sétimo lugar. Que humilhação! (é isso o que acontece com os outros que sempre brigam lá atrás).

O que acho mais interessante é o senhor Super Campeão Michael Schumacher se desesperar para tomar a sétima posição de seu companheiro de equipe, colocando os dois em risco, sem nenhuma necessidade.

Sinceramente, sempre que vejo a Ferrari em equilíbrio com as outras equipes mais aumenta aquela incerteza sobre o real potencial do Super Campeão se ele competisse de verdade com seu companheiro de equipe e com os outros pilotos do grid, pois, à vezes, parece que ele é igualzinho ao nosso Rubens Barrichelho, sem tirar nem pôr; andam nos mesmos décimos de segundos.

Ontem pudemos observar que do meio em diante da corrida de Mônaco o carro da Ferrari era tão bom quanto os outros e Michael simplesmente não tinha aquela genialidade de outros tempos para avançar; só ganhou posições, quando houve acidentes.

Não estou afirmando que Michael está velho ou coisa assim, apenas, reafirmando que quando Schumacher tem carro igual aos outros, eu, não o vejo assim tão distante dos outros fantásticos pilotos da Formula 1 (como Montoya, Alonso, Raikonem, Hakkinem, o antigo Villeneuve, etc...); percebam que ele, nessas situações, sempre está andando no mesmo nível do Rubens e todos nós sabemos que Rubens (nunca teve privilégios) sempre foi um piloto bom para muito bom.

É por isso que volta à tona, sempre, aquela velha ladainha: Michael sempre foi um privilegiado na Formula 1: dirigiu sem opositores na pista; sem concorrência na equipe; durante a maior parte do tempo teve o melhor carro do circo e nunca dividiu a condição de primeiro piloto.

Mas, não se pode desconsiderar seus sete títulos mundiais. É, certamente, o maior piloto da história da F1. Já o melhor... bom isso é outra conversa.

Jose Airton, Teresina/ PI
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Caros Amigos,

Cansei de tentar torcer pelo Barrichello. Para mim, ou ele é um tremendo de um idiota e não entendeu até hoje a sua situação na Ferrari ou está tentando dar uma de vítima.
Não existe inversão de papeis. Será que estava imaginando isto!

Quem costuma ficar atrás e não esboçar nenhuma tentativa de reação para poder ultrapassar o Schumacher é ele e não o Alemão. Inverteu os papeis e se sentiu o Schumacher e pensou que o Schumacher fosse ele, que não sofreria tentativa de ultrapassagem. O alemão está certo e fez uma coisa que é instintivo em qualquer piloto e colocou por dentro e o ultrapassou quando abriu aquele buraco enorme. Fica atrás do Ralf o tempo todo e não tenta nada e quer que o seu adversário também não tente nada, que seja amiguinho. Rubens você está na fórmula 1 e ninguém é amigo de ninguém. Você tinha era que fechar a passagem e ir para o tudo ou nada.
Peça licença para ir ao banheiro e vá para casa e não volte mais.

Jovino, Brasília/ DF
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Nada como ter crianças pequenas em casa. Perdi a lambança do Albers na Mirabeau (vi depois o replay) e nem sei o que aconteceu para o Trulli ir parar lá atrás, tudo porque tive de trocar as fraldas dos nenês. Maravilha. Mas minha vez vai chegar. Vou levar os dois (é um casal) para ver tudo quanto é corrida em Interlagos, é só terem idade para isso.

Quanto à corrida, fora os pedaços que não vi (que merda, literalmente), achei monótona até a metade. Aí Mônaco mostrou porque é Mônaco: sempre acontece algo inesperado que nunca seria possível em outro lugar. Ou alguém poderia ver aquele congestionamento da Mirabeau, digamos, em Sepang?

Um ponto positivo do novo regulamento de m... (talvez o único) é o fato de que os pneus desgastados permitem pelo menos tentativas de ultrapassagem. É preciso saber poupar pneus, algo que o Alonso nitidamente não soube fazer, tentando ser mais agressivo no início da prova e não chegando a lugar algum.

Não poderia deixar de colocar minha colher em outra coisa: que ridículo o Rubinho reclamando da ultrapassagem do Schumacher! Que choradeira mais sem sentido! Puxa, sou um coitado, ele me passou e não era para fazer isso. É uma corrida, ele queria o quê? Lamentável, Rubinho, lamentável. 

Renato Muller, São Paulo/ SP
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Mônaco foi uma corrida espetacular, sem dúvida uma das melhores de suas edições aconteceu neste domingo. 

Tudo bem, o regulamento é uma merda, algumas atuações foram prejudicadas pelos pneus, mas ninguém pode negar que, sem esses artifícios de não trocar pneus, provavelmente não teríamos uma chegada tão empolgante.

Nick Heidfeld mostrou para Schumacher (ainda não engulo que não era possível a ultrapassagem em Ímola) e Webber como se ultrapassa um carro mais lento. Foi muito preciso na manobra. Começo a achar que Webber é quem vai dançar com a chegada de Button.

Montoya não precisa de inimigos. Ele mesmo fez a sua corrida ir para o lixo. Mas uma coisa é certa, sua recuperação foi excelente. Quero aguardar mais duas ou três corridas antes de dizer que ele não permanece na McLaren.

Villeneauve traz um retorno de marketing para a Sauber e a categoria. Esse foi o motivo de sua contratação forçada por Bernie. Mas jogar fora preciosos pontos para equipe vão lhe custar muito. Penso que o Peter o irá proibir que ande perto de Massa, que vem fazendo um trabalho muito melhor.

Não entendo como os críticos não destacam Trulli. Acho que ele está entre os 5 melhores da F1 atual. Usar o passeio para forçar uma ultrapassagem não deu certo, é verdade, mas ninguém pode acusá-lo de não ter tentado. Esse me parece um piloto de F1 de verdade.

A choradeira de Rubens parece mesmo coisa de quem está com Shumacher mais que atravessado na garganta. Rubens, aquilo ali é competição! Se não quer competir é melhor ir para casa.

Um abraço a todos!

Márcio Pimenta, Salvador/ BA
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Alguém aí tem o e-mail do Barrichello?

Depois de 12 temporadas e mais de 200 corridas nas costas o Barrichello poderia ser tudo menos ingênuo. O cara foi muito ingênuo. Mais ingenuidade que esta apenas a do Prost em 90 quando o Senna o atropelou no fim da reta de Suzuka.

Parece que o Barrichello ainda não conhece a piiiiiiiiii de equipe em que está. Parece também que não conhece aquele piiiiiiiiii do alemão. Parece que não conhece aqueles piiiiiiiiiis de dirigentes da Ferrari. Estou quase achando que Barrichello também é um grande piiiiiiiiii.

Revirando alguns e-mails antigos, encontrei um texto que recebi referente àquela marmelada na Áustria, onde Barrichello, creio eu, tenha sido mais esperto que ontem.
Está faltando a malandragem que você teve na Áustria cumpadi...


BOX - Urubinho, belo ragazzo, está na escuta?
RB - Nô, seu patso, estou no carro, pensando no porpetone da janta! Quecequé?

BOX - Urubinho, lembra o que a gente combinô na assinatura do contrato?
RB - Que eu vou levá um por baixo, né? E que você vai depositá no colchão da nona, meu paraíso fiscal predileto, né?

BOX - Aspéta, Urubinho, farta dez volta prá acabá a corrida...
RB - E eu com a nona?

BOX - Urubinho, tá na hora de você deixá o alho e óleo te passa, ta no contrato, lembra ?!
RB - Não tô bem lembrado meu...dá pra lê o contrato aí pra mim ?

BOX - Porca pipa! Nove vorta! Urubinho, deixa o alho e óleo te passa !!
RB - bzzzzz bzzzzzz Fala mais arto, bzzzzz bzzzzz, tá dando microfonia!

BOX - Urubinho, ragazzo mio, disfarça, olha pro lado com cara de quem comeu pizza no Rio de Janeiro e deixa o alho e óleo te passá!
RB - Maquê alho e óleo? Pelo retrovisor só tô vendo um tomate do tamanho de um cocômero!

BOX - Urubinho, aquele carro é o do alho e óleo. Seja um menino buono que eu te levo prá comê um regazzone no Bixiga dispois da corrida.
RB - Quem paga a conta?

BOX - Porca pipa! Oito vorta! Urubinho, eu pago!
RB - Posso comê sobremesa?

BOX - Pode!
RB - Posso convidá a familia do Carmelo?

BOX - Pode!
RB - E a minha tia Gioconda?

BOX - Cáspita, seis vorta Urubinho, leva quem você quizé!
RB - bzzzzzzzz arrepete, tá dando ortofonia!

BOX - Santa Aquiropita! LEVA TUTI ORIUNDI!
RB - bzzzzzzzzzzz, entendido, câmbio!

BOX - Pelo amor de dio, Urubinho, disfarça e deixa o alho e óleo te passá!
RB - bzzzzzzzzzzz, bzzzzz bzzzzzz Fala mais arto, bzzzzz bzzzzz, acho que tô com problema hidráulico no rádio!

BOX - Aspéta, Urubinho, farta cinco vorta prá acabá a corrida...
RB - bzzzzzzz, você ligou para... RUBINHO... no momento ele não pode te atender... deixe sua mensagem após o bip ou ligue depois...biiiiiip !

BOX - Avapanculo Urubinho, não tem graça! Falta quatro vorta!
RB - bzzzzzzz... bzzzzzz... chamando box... chamando box... cê me ouve box? Tá dando muita ortodontia... bzzzzz...

BOX - Urubinho, disgraciato, DEIXA O ALEMÂO TE PASSÁ!
RB - bzzzzzzzz.... eu acho que vi um gatinho... bzzzzzzz...

BOX - Nô credo! URUBINHOOOOOOO!
BR - Brincadeirinha, chefe, relaxa...

BOX - Due vorta, DUE VORTAAAA!
RB - Uloco! Não era ortofonia, era uma mosca. Vou cantar: eu sou a mosca
que pousou na sua sopa... quando eu canto eu relaxo... inclusive o pé levanta... lentamente...

BOX - ASSIM NÂO URUBINHO!!!!!!! DIO MIO... DISFARÇA!!!!!!!!!!!!
RB - Agora já foi... (he he he, faz parrrrrte!)

Ditado 1: Estar pamonha não implica necessariamente em ser pamonha
Ditado 2: Quem pode manda, obedece quem tem juízo.
Ditado 3: Vingança é um prato que se come frio!

Luís Sérgio, Brasília/ DF


Comente 23.05.05
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De Lucca de Montezemolo para Jean Todt & cia bela: 

- É cascata la casa! La vacca se ne andata al breggio.

Condolencias ferraristas.

Romeu Nardini, São Paulo

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Acabei de assistir o GP de Mônaco, uma m... de corrida. Um monte de carrinho coloridinho enfileiradinho unzinho atrá¡s do outrinho. Só faltou aquela tia gorda do jardim de infância na frente pra conduzir.

Bom, vamos ser justos em certa medida. Até que o final da corrida teve um pouco de emoção pela disputa do 4º lugar entre Alonso, aquele colombiano escroto americanizado que não lembro o nome, os irmãos Schumacher e nosso grande campeão Rubinho. ACELERA RUBINHO!!!! Acelera, ou joga o carro prá direita porque eu quero passar, e você taí atrapalhando o trânsito. E não adianta mandar passar por cima!

Agora, os pontos altos da corrida mesmo foram a pintura dos carros da Red Bull (Sensacional o marketing do filme Star Wars) e a roupa da equipe de pit-stop, que imitava os soldados da Federação, além da loira gostosa de biquÃini que apareceu na varanda de um dos apartamentos. 

Realmente, se Deus tem sexo, não é masculino.

Rafael, Rio de Janeiro
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Olá pessoal do GPTotal!

Nada como um dia após o outro. No começo da temporada, era a Ferrari que ficava sem pneus no final da corrida e todo mundo passava pelos carros vermelhos com facilidade, quase que dando tchauzinho para Schumacher e Barrichello e quem mais se aproveitou desse situação era a Renault, conquistando vitórias e pontos importantes no campeonato. Hoje, quem ficou sem pneu e era ultrapassado com facilidade foram os carros azuis. Raikkonen venceu com facilidade impressionante, dominando a corrida de ponta a ponta sem ser ameaçado por ninguém em nenhum momento. Mas do segundo para trás...

Na melhor corrida de Mônaco que eu já assisti, houve de tudo um pouco, até mesmo ultrapassagem! As Williams fizeram a melhor corrida do ano, botando seus dois pilotos no pódio, após uma bela briga com Alonso no final, mas vale o destaque a Heidfeld, que foi mais esperto que Webber e parou antes do australiano, que ficou uma volta preso atrás do lento Alonso e ficou para trás na saída do reabastecimento. A cara de Webber no pódio, mesmo sendo o seu primeiro, mostrava que nem todos os integrantes da Williams estavam felizes no principado. 

Montoya foi outro grande nome da prova. Largando em último após fazer besteira nos treinos livres, o colombiano realizou quatro ultrapassagens na primeira volta e ficou a corrida quase toda atrás de Rubinho, mas quando o brasileiro deixou o motor morrer, o colombiano apenas esperou o entrevero entre os italiano Trulli e Fisichella para ficar em quinto e quase passar Alonso no finalzinho. Pelo mesmo motivo, Ralf fez uma bela corrida e ainda teve condições de segurar as Ferraris atrás dele. 

Schumacher fez a volta mais rápida da corrida e mostrou que o seu braço ainda faz muita diferença e que o diga Rubinho, que levou uma ultrapassagem muito bonita do alemão na última volta. Por sinal, o brasileiro não teve um final de semana dos melhores e a corrida não foi diferente, pois a ultrapassagem de Schumacher foi ajudada pela desatenção do brasileiro e ainda teve a cara-de-pau de reclamar de Schumacher.

Mas quem tem muito a reclamar do companheiro de equipe foi Felipe Massa, que numa tentativa ousada, otimista e principalmente desastrada de Villeneuve, teve sua corrida comprometida e viu o sonho da Sauber de marcar pontos com os dois carros ir por água abaixo. Por sinal, nesse instante da corrida estava sensacional, com um trenzinho muito animado liderado por Fisichella, seguido muito de perto por Trulli, Montoya, Massa, Villeneuve, Ralf, Barrichello e Schumacher. Oito carro brigando por posições ao mesmo tempo nas apertadas curvas de Monte Carlo. Sensacional!

Mônaco é uma pista bem atípica e ninguém sabe o que aconteceu com a Renault, mas o duo McLaren-Raikkonen vem atropelando para cima de Alonso e sua Renault. O campeonato promete!

João Carlos Benício Viana, Fortaleza/ CE
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Amigos,

Devido a estar de plantão pelo meu serviço, saí de casa pouco depois da bandeira amarela originada pela Minardi que rodou. 

Quando chego, vou ao site Grande Premio e F1 na Web e leio que Barrichello cuspiu marimbondo africano pra cima do Schumacher. Se o fez, depois de 6 temporadas, é pq tem coisa no ar q nossa vã filosofia mal supõe (já) existir. Rubens, que sempre foi fiel ao contrato de segundo piloto, desta vez deixa transparecer a indignação pela ultrapassagem. 

Não vi e pelo que li a maioria diz q foi normal e que Barrichello mais uma vez chora. Mas como a maioria costuma ridicularizar o brazuca em questão, prefiro ver a ultrapassagem a noite para tirar a minha conclusão. De qualquer forma mais um passeio de Raikkonen e pelo jeito o recorde de Emerson Fittipaldi foi (ou vai) pro saco.....

Atenciosamente,

Marcelo Ferreira – Jacarepaguá
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ao Edu

será que se fizessem a retirada da chicane na saída do túnel e se fizessem modificações na Tacaria com até a possibilidade de aterrar um trecho do mar para retardar a curva alguns metros e construindo uma área de escape onde é a atual curva Teríamos um excelente ponto de ultrapassagem? Viabilidade econômica não importam

Carlos Alberto Ribeiro, PB
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A VELOCIDADE NO DETALHE!
 
Acabamos de presenciar uma das mais naturais provas do principado: 40 voltas calmas, serenas, e 38 voltas de arrepiar. Por essas e outras que o principado não pode nunca ser retirado do calendário!

Para começar que a tal manobra de Juan Pablo Montoya foi sim criminosa. Ainda mais vindo dele, conhecedor das provas citadinas desde as suas temporadas americanas. Mônaco principalmente, não tolera esse tipo de besteira. 

A prova em si, foi no inicio, uma enorme surpresa para mim. Quando vi o nome de Patrick Friesacher na 13º posição, a frente das duas Jordan, confesso que fiquei extremamente feliz. Apesar da conhecida falta de verba e condições tecnológicas da equipe italiana, classificar assim no meio do grid, é um feito que deve ser guardado por muito tempo. Lembra aquelas áureas épocas em que havia 26 carros no grid e que Eurobrun, Ags, Dallara, entre outras, faziam a festa no principado. (A reação dos mecânicos na batida do Friesacher me lembrou a reação dos mecânicos da Ônix em 1990, quando Gregor Foitek bateu na saída do túnel quando era sexto, sendo que o suíço nunca havia andado entre os dez primeiros. Enfim, coisas de outra época...).

A McLaren está em estado de graça, e isso é claro e nítido pela enorme vantagem natural que tinha nessa prova. Afinal, com tanque cheio, Kimi abriu, passeou, e ainda teve a comodidade da Bandeira amarela lhe ajudando a economizar pneus e combustível. É claro e nítido que, nesse ponto da temporada, a McLaren tem disparado, o melhor conjunto da categoria. Talvez, as provas de extremo calor tenham pegado a Mclaren de surpresa no inicio de temporada, com algum problema de refrigeração. É a meu ver, a única explicação plausível.

As Renault foram mal calçadas. Mônaco, por ter um asfalto usado diariamente, é completamente diferente dos demais. Os pneus foram mal escolhidos. Foi vantagem correr com pneus moles, pois as três cargas de peso colocados nos pneus moles (largada, 1º e 2º pits) mostraram-se horríveis em relação aos pneus duros. No final, quem tinha pneu duro ficou pelo caminho. Mas há mais motivos para esse erro francês.

Nota-se que o espanhol está um pouco acima do giro necessário, em linguagem de corrida. Andou dando declarações que era melhor que Shummi, que estava um passo a frente da concorrência, etc... Mas como ocorreu na temporada passada, bastou uma ascensão destacada de outro piloto (em 2004 foi Trulli, esse ano é Kimi) para o espanhol começar a ter desempenhos discretos, ou não equiparados ao nível que se espera de um líder de campeonato. O grande trunfo dele é que, com essa regra de apenas dois pontos entre o 1º e o 2º, ele pode administrar a vantagem com tranqüilidade. Mas aí entra outro porem: Apesar das criticas nesse fim de semana, Juan Pablo Montoya mostrou estar recuperado da queda de “ou moto ou raquete” e fez uma prova de qualidade. Se a McLaren continuar assim, não será difícil fazer dobradinhas durante a fase européia do campeonato. E aí, a coisa complica...

Na Ferrari... A situação esquentou! Mas não vou comentar nada agora. Esperarei os acontecimentos.
 
Só uma nota ao Tiago Monteiro: O português está excessivamente exposto no Paddock. É melhor a sua assessoria de imprensa trabalhar com urgência para ao menos fazer a imagem do português deixar de ser ligada ao tal sobrenome dele – Vagaroso! Achei uma maldade à forma como isso foi divulgado. Também é bom deixar claro que desaprovo a forma com que as brincadeiras, na sua maioria ofensivas á carreira do português, estão sendo feitas. A prova dele hoje foi consistente, se manteve bem na maioria da prova, mas não podia fazer muito com o conjunto Jordan Toyota. 

Outra coisa negativa desse fim de semana foi a reação a meu ver estúpida, sem nenhuma razão de Nélson Ângelo Piquet ao ser atingido pelo turco Can Artham. Usou palavras ofensivas ao piloto e queria usar a violência contra o concorrente. Por essas e outras que não sou admirador de Nelson Ângelo, e que o talento ali, é como Jacques Villeneuve, a língua afiada, comportamento irracional e sobrenome famoso. Só.
Abraços a todos

Roberto Taborda

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