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11.08.11 - Roberto Agresti |
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17.05.11 - Eduardo Correa |
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18.09.09 - Luis Fernando Ramos |
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12.12.08 - Alessandra Alves |
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27.10.08 - Luiz Alberto Pandini |
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29.07.11 - Carlos Chiesa |
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21.09.09 - Ernesto Rodrigues |
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| » » » 23.03.05 |
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Eu tava pensando em algumas coisas aqui, sobre F1. Já que a intenção é (ou era) reduzir velocidade (e não segurança) e melhorar o espetáculo (ultrapassagens) a minha concepção de regulamento, simplificado (resumidamente) seria algo assim.
Motores
Permaneceriam como estão (já que desenvolver um 2.4 querendo ou não, exige gastos) mas, seria adotado um airbox, fechado em cima, aberto nas laterais, restringindo drasticamente o fluxo de ar, com isso os carros teriam no mínimo, uns 100 a 150 cavalos a menos e cada marca teria que fornecer a duas equipes, e seria permitido apenas uma troca de motor por carro a cada fim de semana, eliminaria o cai-cai nas últimas voltas para trocar motor na próxima corrida.
Tanque de combustível
Limitado a 200 litros (160 kilos) com fiscalização, para não exceder esse limite. Isso em resultaria em mais autonomia, podendo inclusive limitar a apenas uma entrada para reabastecimento.
Treinos
Sexta, 2 treinos livres, sendo apenas 1 para as seis primeiras equipes no campeonato.
Sábado, 2 treinos livres, no mesmo esquema da Sexta, e 2 treinos classificatórios, o primeiro com 45 minutos de treino, todos os pilotos, 12 voltas para cada piloto, intervalo de 5 a 15 minutos, e aí o segundo treino, com 15 minutos, somente com os seis primeiros, 6 voltas para cada piloto, logo após o primeiro treino, para facilitar a transmissão (ao contrário do que acontece hoje) não haveria restrições, como combústivel e pneus. Domingo voltaria o Warm Up.
Aerodinâmica
Voltariam as especificações de 2002, mas passariam a ser usados pequenos defletores na parte superior do aerofólio traseiro, como os usados na Indy, aquelas aletas retas de 2 cm de altura, que geram pressão e conseqüente vácuo, como nos anos 80, algo ausente há muito tempo (graças a evolução da aerodinâmica, que praticamente recoloca o ar no fluxo normal) isso resultaria em mais ultrapassagens
Pneus
Fornecedora única, para todas as equipes, venceria a que oferecesse o melhor custo benefício, e o numero de jogos seria o mesmo de 2002. O número de sulcos seria reduzido, para aumentar a aderência.
Pontos
Voltaria ao mesmo sistema de 2002, mas o pole e quem liderasse a prova por mais tempo (ou quem fizesse a volta mais rápida, não sei qual idéia seria melhor) ganhariam 1 ponto, portanto um fim de semana perfeito renderia ao piloto 12 pontos, mas também alguém que fez pole e liderou e por algum problema caiu para terceiro, ganharia 6, então seria compensador, de certa forma.
Afinal, do jeito que a F1 está, como foi dito (muito bem por sinal) está uma merda, bagunçaram muito.
Por enquanto é isso, espero que vocês mandem sua opinião sobre essa idéia
Valeu,
Eduardo, São Sebastião (SP)
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Olá pessoal,
Em 1º lugar, parabéns pelo site, muito bacana. Com relação ao GP da Malásia, concordo com o leitor Fábio Marghieri - acho que é prematuro achar que a Ferrari já era para este Campeonato. Todo ano é a mesma coisa: os vencedores das duas primeiras corridas já são logo indicados como prováveis candidatos ao título (isso é verdade quando o vencedor é um certo alemão queixudo) e nem sempre isto se confirma. Portanto, devemos, na minha opinião, esperar por uma reação da Ferrari, mas que está sendo salutar essa alternância de pilotos nos lugares mais altos dos pódios, isto está ! Ah sim, também concordo que o Galvão Bueno é um imbecil e só fala caca!
Um abração a todos, muita Paz e Luz!
Marcos, Brasília (DF)
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Caros Edu e Panda,
vou reproduzir aqui os comentários sobre as novas regras feitos pelos diretores técnicos das principais equipes, na coletiva organizada pela FIA na sexta-feira, na Malásia. Acho pertinentes esses comentários, especialmente considerando-se a última coluna da Alessandra e os de muitos leitores aqui no GP Total. Os 3 pontos nas frases fui eu q coloquei, apenas para denotar que os depoimentos eram maiores. A íntegra da coletiva foi publicada no site inglês pitpass.
Pergunta (provavelmente feita por Bob Constanduros, o jornalista que usualmente trabalha para a FOM nas coletivas): - Antes de tudo, o que vocês aprenderam de hoje (sexta-feira) e da Austrália sobre as novas regras?
- Sam Michael (Williams): (…) não tão ruins como pensamos iriam ser, em termos de management…
- Ross Brawn (Ferrari): penso que as regras foram bem-sucedidas quanto a tornar os carros mais lentos, apesar do ceticismo de alguns de seus colegas (dirigindo-se ao jornalista) (…) lembrem bem, sem as mudanças, os carros seriam um ou dois segundos mais rápidos que no ano passado, portanto, conseguiram brecar o progresso dos pneus e dos carros e acho que isto era necessário.
- Geoffrey Willis (BAR): em termos de performance, é muito cedo para dizer o que pudemos entender sobre quem está mais forte e mais fraco. Em termos da operação de um carro no fim de semana, penso que, ano passado, mostramos que somos todos muito bons em responder as mudanças (…) nós vamos entendê-lo (o novo procedimento) e acabar vendo que não era tão grande uma mudança como pensávamos.
- Mike Gascoyne (Toyota): concordo com os comentários que todos aqui fizeram (referindo-se a alteração das performances) (…) quanto a como as regras se mostrarão, temos de esperar para ver.
Mais adiante, uma pergunta de uma jornalista francesa do L'Equipe, Ann Giuntini: Dado a enorme quantidade de trabalho nos domingos, vocês encontraram dificuldades de organização (dentro das equipes) em Melbourne?
- Pat Symonds(Renault): resposta curta, é sim difícil.
- Brawn: acho que porque era novo para nós, apesar de termos tido a classificação forçada em Suzuka, foi um pouco complicado, mas vamos saber lidar com isso. Então não é um grande problema, e não muito diferente de quando costumávamos ter warmups no domigo.
- Sam Michael: Sim, o mesmo para nós: no real problem. A gente segue em sequência agora, de todo modo; provavelmente a única coisa agora é que você tem de ficar até mais tarde aqui no sábado a noite, elaborando estratégias, quando ano passado isto era feito após a primeira classificatória.
- Willis: penso que todos nós aprendemos, nos últimos anos (…) que podemos ser flexíveis e que rapidamente podemos aprender a operar em novos horários.
- Gascoyne: Sim, acho que ano passado era estranho ficar sentado toda manhã de domingo, ou mesmo nos últimos anos, sem nada para fazer. Você está lá, desse ponto de vista cria dificuldades, mas estamos todos aqui, então podemos muito bem estar fazendo algo e entretendo o público.
E ainda uma observação: o único desses técnicos que se declarou contra o novo formato do fim de semana (li em outra entrevista, não nessa coletiva) e propôs algo diferente foi Pat Symonds (o da resposta curta).
Desculpem se fui enfadonho, chato mesmo, mas achei interessante saber o ponto de vista dos caras que realmente fazem os carros disputarem as provas.
Parabéns pela reformulação do site, agora já me acostumei e estou gostando cada vez mais das novas soluções. Saudações a todos
Fernando Amaral, São Paulo (SP)
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Caro amigo do GPTotal,
Venho para semear a discórdia. Venho para trazer idéias subversivas. Viva a democracia e abaixo a ditadura da M... Sim, meu amigo, porque a maioria que aqui habita prega a teoria do "regulamento de M...". Estou aqui para apontar novos caminhos e aliviar o peso de vossa atormentada alma. Respire o ar, invadido pelo cheiro de combustível queimado que só um velho e experiente motor é capaz de gerar depois de duas corridas inteiras. Sinta na ponta de teus dedos o toque que só uma valente borracha, desgastada por um GP inteiro, é capaz de proporcionar. Veja, meu amigo, o frágil ressurgir das ultrapassagens. São poucas, é verdade. Mas ali estão. Mas o que é aquilo? Dois cabeçudos se enroscaram no caminho do pódio...Será que vai sair tapa? Violência não, por favor! Piquet, Salazar, ajudem a separar! Ah, saudosos personagens antigos que falavam a primeira m... que vinha à cabeça sem se preocupar com a imagem das grandes corporações. Mas ainda existe algo de inspirador ao redor. Não consegues enxergar? Concentra-te. Lembra das voltas de classificação com o tanque vazio? Sim irmão, elas estão de volta - em apenas uma volta. Nesse breve lampejo podemos ver o conjunto mais rápido em ação. Eu sei que é pouco, mas não se desesperes irmão. É melhor uma volta voadora que nenhuma...ou algo assim.
Pense irmão: lembra-te das disputas na Malásia ano passado? Pois é irmão, nem eu! Então, sossegue o espírito e aproveita o que tens agora. Mas não te acomodes. Nunca aches que é o suficiente. Apenas aprenda a achar o belo entre a densa fumaça branca dos motores da BAR. Depois irmão, de aplacar a tua ira, e acalmar teu coração, inaugura uma nova Era: Regulamento com Defeito - Sem Preconceito. Para encerrar um pensamento (que sempre me jogam na cara) do bigodudo Belchior: "Foi com medo de avião que eu..." Ops, tá errado irmão. Deixe-me ver... Lembrei: "É você que ama o passado e que não vê que o novo sempre vem". Agora irmão, se você me dá licença, estou indo para minha dose diária de Beatles: hoje só podia ser "Rubber Soul"!
Mario Galhardo, São Paulo (SP)
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Vou usar a palavra usada pelo Edu para definir o que eu acho do GP da Malásia: é uma merda, não só esse último, mas todos que aconteceram lá até hoje. O autódromo deve ser lindo, mas o público não aparece na transmissão e aí parece que eles estão correndo num autódromo fantasma, o calor é sempre forte, a pista embora larga não apresenta nenhum pega que dure mais que duas voltas, parece que existe uma névoa em que a imagem não fica nítida na TV e o horário é horrível.
Além de chatíssimo, este GP não serve de base para nenhum julgamento da temporada que se inicia. A partir de agora, e chegando na Europa, é que vamos ver quem terá garrafa vazia pra vender. Fora GP da Malásia (prefiro o antigo Brands Hatch, Kyalami, Zandvoort, W. Glens ou até o circuito de rua de Floripa).
Caíque, Rio de Janeiro (RJ)
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Farpas para todo o lado:
1 - Antes da corrida na Malásia, eu já não agüentava mais ver e, principalmente, ouvir Luciano Burti nas transmissões da Fórmula 1 na Globo. Ele pode saber muito sobre Fórmula 1, mas não suporto mais ele, a cara dele, a voz dele que é enjoada, aliás, ele é todo enjoado. E agora ele voltou nesta que já é a terceira ou quarta transmissão consecutiva da Globo (incluindo as últimas do ano passado) com a participação dele, e também participou logo em seguida do programa Linha de Chegada. Assim não há quem agüente. Tenha dó.
2 - Raul Boesel (é assim que se escreve?): O que esse cara/piloto fez para o automobilismo para ter seu nome batizando um autódromo? Só se o circuito é dele e eu não sei.
Leonardo
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Que coisa, não! A Renault, com outra vitória, já pensa em ter que definir qual piloto vai ser o número um para lutar pelo campeonato. Toyota, Williams e McLaren lutam entre si para tentar alcançar a Renault. E a Ferrari? Com seu carro do ano passado adaptado para as regras de 2005, mal consegue vencer a Red Bull, que por sinal também corre com o carro do ano passado. Aquele carro da Jaguar, que mal chegava nos pontos em 2004, até agora vem garantindo uma posição melhor que a da milionária Ferrari no campeonato de construtores!
Não acredito que o reinado Ferrari tenha chegado ao fim (resta esperar o novo carro), mas, para sorte de quem gosta de automobilismo, felizmente parece que não haverá mais vitórias acachapantes. E que alegria assistir uma corrida cheia de ultrapassagens, onde as posições são definidas na pista e não nos boxes! Falta ser definido um melhor sistema de classificação, talvez voltando as 12 voltas livres.
Carlos Ferrari, Florianópolis (SC)
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Olá, amigos.
Assino embaixo o comentário de Herik Nelson sobre a Globo. Ali só se salva o Reginaldo Leme. As atitudes globais são nojentas. O Galvão fala muita besteira, posa de dono da verdade e quem entende de corridas é seu companheiro. Saúde e Paz!
Marcilio, São Paulo (SP)
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Foi bem compensador, na minha opinião, ter levantado cedo para assistir ao GP da Malásia (tirando o ridículo compacto do treino classificatório que, na minha opinião, se não for passar na íntegra melhor não passar compacto), que trouxe muita emoção, lances interessantes e ultrapassagens.
A dúvida com relação aos carros da Renault parece ter sido pulverizada, tal como os próprios à concorrência, é o carro a ser batido na temporada. Já me arrisco a dizer que o título de construtores já tem dono, porém o de pilotos não descarto um disputa acirrada durante o ano entre Alonso, Fisico, Kimi, Barrichello e Schumacher. Sim, eu acho que a Ferrari ainda vai melhorar. O retrato da equipe que foi mostrado nessas duas primeiras corridas não vai se repetir ao longo da temporada, tirando o fato de não podermos descartar pilotos como Barrichello e Schumacher, tarimbados e experientes.
Outros destaques foram a Red Bull, que se mostrou consistente, colocando seus dois pilotos novamente nos pontos, e a Toyota, que parece finalmente estar andando certo e correspondendo ao investimento que tem. Bela corrida de Trulli.
As decepções mais uma vez com Montoya e Webber, Villeneuve, mais uma vez mostrando que seu tempo já era, a Sauber e a BAR, que parecem ter dado um passo atrás com relação à temporada passada, a Ferrari, que acredito ainda melhorar, e Minardi e Jordan, que nem merecem notas. Próximo dia 03 outra corrida sob forte calor... será que as cartas serão as mesmas deste GP da Malásia?
Abraço a todos.
Rogério Andrade de Souza, Belo Horizonte (MG)
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Amigos do Gepeto,
É com grande satisfação que, agora, depois da corrida da Malásia, tenho certeza, para poder afirmar que a equipe vermelhinha mais amada/odiada do mundo do automobilismo está em sérios apuros nesse ano. Aliás, após as declarações do Shumi, do Barrica, do Tod e do Brawn, os 4 Cavaleiros do Apocalipse, de que a Ferrari está muito longe de suas rivais, quem sou eu para dizer o contrário!
Que venha o carro novo! Mas será que o fato de ser apenas só um segundo mais rápido que o antigo fará muita diferença para os Red Bull e Williams? Porque para a McLaren e Toyota vai ficar brabo... Renault, nem pensar! Quem sabe pode deixar a Sauber comendo poeira. Melhor para o esporte! A cada corrida, pelo menos até agora, temos vencedores diferentes! E dá-lhe Renault.
Mudando de assunto: amigos, vocês viram aquele pega entre o Fisico, o Weber e o Nick? Égua! Isso é corrida de carro! Confesso que fiquei sem respiração. Kimi... para variar ficou atrás do Montoya, ex-gordinho. Será que foi só por causa da explosão do pneu?! Se explodiu, de quem é a culpa? Do piloto? Do carro? Da equipe? Do Hon Dennis? Minha que não é.
Gostei do Trulli, o homem da chuquinha. Minha previsão para a corrida no deserto? Acho que dá Fisichella. Um abraço!
Eduardo Orlando Cavallero de Freitas, Belém (PA)
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Sou fã de poltrona da F1 desde o início da década e 70... eu com meus 14 anos de idade então. Mas assisti à esta última corrida muito preocupado. Não é porque Galvão falou ou deixou de falar... é porque eu vi o estado dos pneus de Rubinho, a saída de traseira do Físico e outras coisinhas deste tipo. Vi também que a velocidade dos carros não diminuiu. Vi que a segurança dos pilotos não aumentou.
E aí? Pra quê as mudanças de regra? Só para jogar o Schummy lá para o fundo da fila? Até quando ele ficará lá? A Ferrari-2005 tem muito que evoluir e evoluirá, eu espero. Mas o que me preocupa mesmo é o risco de sérios acidentes nas corridas. Quero ver o Rubinho chegando em primeiro, segundo ou último, bem como o Massa e todos os outros pilotos. Mas quero vê-los chegando vivos ao final da prova.
Abraços.
Ramon Junior, Sete Lagoas (MG)
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Saudações. Primeiro, parabéns pelo site. Apenas alguns comentários sobre esse início de temporada:
1 - o Barrichello largou melhor que o Shumacher e se deu melhor que ele em ambas corridas (estava na frente do alemão quando teve problemas);
2 - o Nick vai provar que é melhor que o Webber (e é mesmo);
3 - o Massa é rápido, mas inconstante, e por mais que goste dele, não vejo futuro pra ele na F-1;
4 - Ralf está confirmando que nunca foi lá essas coisas, ao contrário do Trulli e do Fisichella, que provam ser ótimos pilotos;
5 - BAR e Button nada farão essa temporada;
6 - o tempo do Villeneuve na categoria já passou faz anos;
7 - se a Renault melhorar um pouquinho seu motor será a campeã entre os construtores;
8 - Red Bull prova a incompetência política, técnica e administrativa da Jaguar;
9 - Williams e McLaren só conseguirão uma vitória ou outra, mas não brigarão pelo título;
10 - Ferrari vai se recuperar, mas vai brigar com a Renault até as últimas etapas pelo campeonato;
11 - o que foi que colocaram nos carros da Toyota, hein? Naftalina? Nossa! Se o da Matta pegasse esse carro aí ano passado não teria rodado mesmo!
Abraços.
Sergio Dário Machado Junior, Vila Velha (ES)
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Amigos do Gepeto,
Ex-Jaguar com café. Existem alguns GPs que costumam ser ingratos para se escrever, Espanha, Hungria (óbvio), Europa e a Malásia. Em Sepang é o maldito fuso horário, se o pessoal do jornalismo sofre in loco, nós sofremos em casa mesmo, sentados no sofá. No ano passado, ainda deu para emendar um show do Jethro Tull com a corrida, mas este ano... o pior nem deu pra dar uma cochilada decente antes. Este maldito treino que termina apenas três horas antes das corridas não te deixa sequer ir para a cama algumas horas antes. Não adianta, é o vírus da F1 mesmo, eu me prometo que vou dormir mais cedo. Mando as crianças fazerem silêncio, a mulher desligar o BBB, mas não, quando bate a meia noite estou com os foninhos ouvindo o radinho de pilha acompanhando o tempo das voltas. Aí as minhas horas de sono já estão pulverizadas. Das uma até às quatro quem disse que o sono vem. Quando chega a hora da largada, pimba, bate aquele sono. Era café com Coca-Cola, este ano, para ser mais F1, um café com RB, aquele do RBR ex-Jaguar, para ficar pelo menos acordado, mas com concentração lá nas cucuias.
Pra somar a isso aquela pista largona, impecável, com os carros pequeninhos correndo nele, avenidas de tão largas nos dão a impressão que os pilotos estão apenas andando devagarinho, mais sono ainda. Se tudo corresse bem teria outra vitória da Ferrari azul e amarela, e um monte de carros equipados com Michelin nos primeiros lugares e com sorte algum Bridgestone marcando uns pontinhos raspados lá do fundo do tacho. Bom, foi o que realmente aconteceu. Entre a largada e a final, alguns lances que os meus olhos abertos viram e que somente alguns minutos depois o meu cérebro registrou.
A BAR mostrou para a FIA que foi injusta a acusação que fez cai-cai na Austrália. Provou que se tivesse dado mais uma volta os motores poderiam ter estourado. É lógico que é ironia, mas estourar os dois motores "novos" quase ao mesmo tempo foi um castigo de Alá para quem tenta ser ishhperrto (a velha lei de Gérson).
Enquanto deu, o Rubinho andou na frente do Alemão, mas pagou com a parada as fritadas de pneu que andou dando nos treinos. Está se tornando meio habitual ver uma Ferrari entrando direto nos boxes.
Os pneus não dão a vitória, mas a derrota. Vence quem tem o melhor pneu e o melhor carro. Não adianta ter um carro ótimo e pneus ruins. Assim, na minha opinião, a Ferrari estrear um foguete em um clima quentíssimo calçados com Bridgestone, só vai servir para os críticos caírem em cima.
A atuação da Toyota, mostrando que qualquer equipe calçada de $$$ com competência pode virar rapidamente o jogo, ao mesmo tempo, equipes calçadas em $$$ podem dar vexames de uma corrida para a outra. Falando em Toyota, o Trulli mostrou bem mais serviço que o Ralph, que até foi ultrapassado pela Willians.
Existe um monte de equipes embolando o meio de campo. Ali vai estar a graça do campeonato. Logo, logo vamos ter mais uma entrando no grupo (vermelhinha).
Falar mal do Webber é pleonasmo, por isto vou falar do Fisico no acidente. Foi um incidente normal, ninguém teve culpa, ou melhor, se fosse no ano passado o acidente não teria acontecido. O Fisico não teria derrapado e o Webber não teria conseguido ultrapassar. Idéia de girico tentar passar por fora...
Falar mal do Villeneuve já não entra nem na categoria de pleonasmo, seria já uma encheção de saco, então nem vou falar. A conclusão que chego é que, se este vai ser o campeonato em que pilotar como Prost será a tônica, então estamos vendo um monte de Mansels e de Cesaris ao volante.
PS: Estou inaugurando mais um gadgetzinho no meu micro, adeus fitas VHS, botei uma plaquinha que pega as imagens direto da antena e gravo em CDs. Além disto ficou muito mais fácil fazer os slows motions dos acidentes, e digitalizar em fotos. Ainda estou aprendendo a usar o troço, mas pra quem quiser ver umas fotos surrupiadas da TV deixo no site: http://formula1br.multiply.com/photos/album/8 antes que os donos das imagens mandem tirar. Botei as fotos dos acidentes, e notem na seqüência da rodada do Villeneuve a estranha virada de volante para a esquerda antes de rodar.
[]'s
Olavo Ito, São Paulo (SP)
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Acompanho a F1 desde 1972. Comecei a entendê-la um pouco melhor a partir de 76, quando Emerson resolveu se aventurar com o Copersucar, ainda prateado, e meus amigos passaram a tirar um sarro, pois eu torcia para um piloto/equipe que só andavam lá atrás. Durante algum tempo, a temporada de F1 passou a ser desprezada pelas emissoras e, só a partir de 1980, a Bandeirantes voltou a transmiti-la, embora eu tivesse acompanhado as transmissões por rádio, que nunca deixaram de acontecer.
Regulamentos foram criados e modificados, para aumentar a segurança, a competitividade e até para tentar corrigir possíveis injustiças (título do Rosberg em 1982 e do Senna em 1988), entre tantas outras modificações. E, nesse tempo todo, nunca tinha lido uma coluna tão inteligente e imparcial como a da Alessandra Alves. Mostrou, sem se preocupar em agradar esse ou aquele, como nós, reles torcedores, e os experts, somos apenas passionais (na maioria das vezes) ao analisarmos o nosso esporte preferido. Parabéns!
Marcos, São Roque (SP)
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Caros colegas,
Engrosso o coro para vaiar a postura de m... da Rede Globo. Não transmite os treinos, faz um compacto miserável de alguns minutos no Esporte Espetacular e omite o nome da equipe Red Bull Racing.
Ainda acho cedo para avaliar este regulamento. Nas duas provas o clima foi muito adverso. Prefiro esperar o inicio da parte européia para dizer se estou com o Panda ou com o Piquet (coluna de 21/3). Pessoal, me senti como o Eduardo Correa... Sai do muro. Um abraço.
Ricardo, Campinas (SP)
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Pneus duros são menos sensíveis ao acerto de chassi e à pilotagem. Eu não tenho certeza se o tal do Prost Way of Drive é uma realidade na F1 atual. Nota-se que os carros, a maioria, estão com um acerto de cabagem bem acentuado. Com pneus macios, só pilotos acima da média conseguem virar tempo (pilotos ruins assim, além de não virar tempo, acabam com os pneus). Com pneus duros assim, não dá para saber ao certo como funciona a coisa. O Barrichello e o Fisichella tiveram problemas de desgaste nessa corrida. Foram os melhores pilotos na Austrália. Nota-se aí que o motivo de desgaste, e provavelmente do próprio bom desempenho de ambos na etapa anterior, foi a escolha de compostos de pneus e não o estilo de pilotagem.
Outra coisa: a Alessandra lembrou do belíssimo apelo ecológico de motores que duram duas corridas, pneus que duram um final de semana. Mas, exagerando, é como dizer que o Hitler foi bonzinho por ajudar a desenvolver um monte de coisas. Motor turbo, eletrônica, aerodinâmica e peso livre, daria para virar o tempo que os F1 viram hoje com menos de 500cv, um motorzinho de 500 cm³, ou menor. Seria ecologicamente mais correto que um monte de regras bestas. Mas ser ecologicamente correto dá muito mais trabalho do que parecer ecologicamente correto: por isso a FIA compra créditos de carbono, pra absorver a poluição dos F1 durante a temporada.
Eduardo Cabral
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Os impérios são assim, quando eles desmoronam, desmoronam de uma vez. Essa tese se aplica a todos os impérios e não será diferente com a Ferrari, que desde 1999 manda na F1.
O GP da Malásia nos mostrou a prova que faltava para a Renault ser um carro a ser batido, a resistência. Durante os campeonatos anteriores, o motor era um verdadeiro calcanhar de Aquiles para a Renault, mas parece que esse problema foi resolvido, não só pela resistência como pelo desempenho do novo motor, se comparados com os anteriores veremos uma grande diferença. Pelo visto, Montoya deve ter engolido suas próprias palavras ao dizer que o R25 não era resistente o suficiente. A Ferrari levou uma verdadeira surra da Renault, é verdade que estão com um carro adaptado, mas venhamos e convenhamos que a diferença nos treinos entre as duas equipes foi grande demais. O fato é que as coisas não vão bem pros lados de Maranello. Quando a Ferrari decidiu começar o ano com o carro de 2004 adaptado as novas regras, ela achou que daria para dar conta do recado, subestimando as rivais, agora irão lançar a F2005 com duas corridas de antecedência demonstrando assim que as coisas não estão seguindo como o planejado. O fato é que a Ferrari pode fazer um carro que tenha um desempenho igual ao da Renault, mas não superior. É só olharmos os tempos.
Ariel Moreira Sales Vieira, Jequié (BA)
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O GP da Malásia já foi melhorzinho um pouco. Teve a disputa do Ralf com as Willians e a lambança do Fisichella com a Willians de Webber. A Renault mandou de novo. Será que a Ferrari finalmente terá um adversário forte ou será que a Renault terá um adversário a sua altura? Mas em todo caso, alguma coisa já mudou.
Fernando Eduardo Macedo Marques, Niterói (RJ)
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Acho que a FIA deveria mudar mais uma vez na regra, em vez de banir a troca de pneus, deveriam banir é o reabastecimento, e retornar com a troca de pneus, pois do jeito que está algo muito grave ainda vai acontecer. Imagine estourar um pneu no meio da(o) rouge (não sei escrever direito) do GP da Bélgica. Não quero nem imaginar.
Andre Leandro Scheffel, Novo Hamburgo (RS)
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Já era!!! Foi assim que Luiz Fernando Ramos resumiu a corrida da Austrália e em sua última reportagem ele afirma que o Queixada irá buscar este título. Penso diferente, a situação que se apresenta para a Ferrari é nova, como o regulamento. pneus, não é piloto, nem motor, tudo se resume a pneus e características aerodinâmicas que economize borracha.
Hoje, o futuro da Ferrari está na corrida particular entre Michelin e Bridgestone e se os japoneses não entregarem pneus próximos da performance dos rivais franceses, o futuro da Ferrari pode estar não no título do Schumacher, mas em sua aposentadoria. A Renault, Mclaren, Williams, Toyota calçam Michelin, moral da história, se os japoneses reverterem esta situação serão os grandes vitoriosos do contrário serão os responsáveis pela queda da Ferrari. O sinal já foi dado na Malásia e no Bahrein se repetirá?
LM, Curitiba (PR)
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Olá, rapaziada.
Sobre a corrida na Malásia, muito pouco a se dizer além do que foi dito sobre o gp da Austrália. Foi também uma corrida chata, com poucas situações de prova interessantes. Bons duelos de pista ficaram limitados às disputas Webber x Fisichella e Ralf x dupla da Willians. Fora isso, mais um desfile chatíssimo. E o pior que, ao invés de termos uma equipe carismática como a Ferrari despachando as concorrentes, agora temos uma equipe sem charme, com carros feios e comandada por um sujeito da estirpe de Flávio Briatore.
Quanto a Renault, será que alguém mais reparou que seus carros não largam como antes? Finalmente os franceses abandonaram aquela programação de controle de tração em favor de uma maior suavidade. Tanto é prova disso que antes os carros perdiam rendimento durantes as provas em função de desgaste demasiado dos pneus traseiros. Agora, isso não mais ocorre. Destaques merecem a confirmação da Red Bull como grata surpresa e a melhora da Toyota. O fiasco fica por conta da McLaren, muito mais do que a Ferrari. Esta usa carros do ano passado e ficou sempre em posições intermediárias durante os treinos de pré-temporada. Já a MaLaren pintava como uma forte concorrente, quase no mesmo nível da Renault. Ao contrário, só tem fracassado por suas atuações fracas.
Por falar em Red Bull... que patética a atitude da Globo de adotar RBR como nome da equipe. Ridículo! Simplesmente ignoram um fato, uma realidade que o nome da equipe. Talvez daqui a alguns dias a Toyota será chama de Toy, Renault de Re e assim por diante. Até porque essas corporações estão na F1, assim como a Red Bull, para terem seus nomes divulgados e projetados mundialmente. Na categoria não existem ONGs, mas sim empresas que investem tubos para terem seus nomes mostrados por alguns segundos ao menos. Esse comportamento da Globo repete o ocorrido quando da entrada da Michelin na F1. Naquele momento as fábricas de pneus passaram a ser chamadas de fabricante francês e fabricante japonês. Aliás, vocês já perceberam que a Globo sempre faz coisas do tipo? Quem se lembra da briga dos refrigerantes na Copa de 90? E os noticiários esportivos... passem a reparar que sempre os atletas são filmados em close só para não aparecerem os patrocinadores gravados em bonés, camisas e etc. Depois ficam mostrado atletas que choram por um patrocínio para disputar competições no exterior. Quem vai querer patrocinar alguém se o nome do patrocinador não aparece. Vai entender.
Meu Deus, que situação ridícula é essa! Que falta de respeito, principalmente para com os telespectadores que acordam às 4 da manhã para ver uma corrida como essa. É, somos Loucos por F1 mesmo... Bom, desculpem se escrevi demais. Um grande abraço a todos.
Herik Nelson, Belo Horizonte (MG)
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Achei o cúmulo da hipocrisia a maneira como os comentaristas da tv estão se referindo à surpreendente Red Bull, o Galvão Bueno e companhia apelidaram a surpresa da primeira corrida do ano de RBR. Será que isso é só para não fazer propaganda da bebida energética? Se for, acho um absurdo, afinal, o circo da Fórmula 1 é sustentado por grandes marcas, todos enchem a boca para falar de Ferrari, Mclaren, Renault, Toyota, BMW, sem falar dos pneus Michelin e Bridgestone, já imaginou se eles resolvem inventar um nome genérico para todas essas marcas? Pelo que a Red Bull investiu na compra da antiga Jaguar, não acho justo que chamem a Red Bull Racing de simplesmente RBR. Ao menos que eles queiram também abreviar o nome de todas as outras equipes e suas marcas.
Vanderson, São Paulo (SP)
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Olá! E a nova lógica vai se configurando nesse início de ano de 2005: a Renault é a equipe a ser batida nessa temporada, porque tem um grande carro, mostrando plena adaptação às novas regras da Fórmula 1, e os seus pilotos venceram com folgas, sem erros, as duas primeiras corridas na temporada.
Vai ser muito difícil para a Ferrari e o Michael Schumacher buscarem mais um título, mesmo com a F2005. Acorda, Ferrari! Põe os pneus Michelin logo ou a coisa vai para cucuia, logo, logo! Obrigado e parabéns a toda equipe do GpTotal!
Eduardo Gomes Ceresso, São Paulo (SP)
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Caros amigos,
Este começo de temporada está me mostrando duas coisas. Primeiro: foi o que sempre disse, Michael Schumacher não é tudo isso que seus números mostram. É um fora-de-série, sem dúvida. Mas nada que justifique seus 7 títulos e todos os recordes absolutos que conquistou durante a carreira. Os números dizem que ele é um Piquet+Senna e ainda sobra coisa. Ou um Fangio+Clark em títulos, só que com mais vitórias. Repito: Não é tudo isso. O que ele faz sem ter um dos melhores (estou sendo bonzinho, pois ele sempre tem o melhor) carros do grid? O que ele fez nestas 2 corridas para que prestássemos atenção em sua genialidade, se não fosse quem fosse? Na aviação, temos uma máxima: Esqueça sustentação e tração, o que faz o avião voar é dinheiro, e acho que se aplica ao automobilismo. Temos ótimos pilotos no grid, só que, com o domínio do carro Ferrari, não podíamos ver. Resumindo, Schumacher, na minha opinião, não fazia toda essa diferença, quem fazia era a roupagem, assim como o gênio da vez é Alonso.
Segundo: Teve gente aqui no site que deve estar engolindo palavras. O ex-maior-cheque-sem-fundo-da-F1 está tendo um desempenho digno de aplausos. Apenas confirmando a canseira que deu no futuro campeão Alonso, no ano passado.
Um abraço,
Ricardo, Araçatuba (SP)
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Olá, galera.
Depois da Malásia, uma certeza fincou na minha cabeça: a Ferrari vai levar os dois canecos de novo. E esse começo de ano serviu só para dar um tempero diferente, tipo é a emoção de volta a F1, e, assim, atrair mais público, etc. E o que é pior, esse trote tem a conivência da Ferrari, que concordou em começar o ano como sendo a única equipe a usar o carro do ano passado - ou vocês acham que justo a Rossa não iria conseguir aprontar o carro novo antes do começo da temporada?
Ou seja, combina-se que o bicho-papão comece o ano inferiorizado, outras equipes se destacam e criam um "oba-oba" e, no fim, para variar, o Alemão consegue mais uma estrela para bordar no boné. E tudo isso porque as outras equipes não têm mais competência para construir carros realmente vencedores.
Sei que isso tem cheiro de teoria da conspiração, mas aposto um decalque do Stefan Bellof que no fim do ano a história não vai ser diferente da de 2004, 2003, 2002, 2001, 2000.
Abraços,
Fabio Marghieri, Itu (SP)
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Gostei da corrida da Malásia, depois de muito tempo vendo filas indianas controladas por joystick. Sei que as palavras do Galvão, que infelizmente são levadas a sério por muita gente, vão levar muitos a achar que os pneus desgastados deixam a corrida perigosa, como se Fórmula 1 fosse uma pescaria à beira de um regato. Quero ver sempre o que vi hoje, chega de ver piloto colocando pneu para 5 ou 6 voltas, dando a falsa impressão que a prova está emocionante.
Ainda tenho saudades dos câmbios seqüenciais, tem piloto de hoje que não conseguiria tirar o carro da inércia. Gostaria de sugerir aos que realmente conhecem do assunto uma matéria sobre os engenheiros da F1, que entra ano sai ano, fazem com que os carros andem sempre mais rápidos, apesar das constantes modificações do regulamento por parte da FIA, na tentativa de limitar as velocidades. As soluções de ordem aerodinâmica, de chassis, pneus, motores, etc, são coisas de gênios. Abraços a todos Saúde e Paz!
Marcilio, São Paulo (SP)
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Oi, pessoal!
Desconfio que tentam mexer no regulamento da F-1 com a certeza de não alcançar objetivos concretos para reduzir velocidade e riscos. Parece mais uma anestesia breve. Penso haver um combinado entre as grandes e que no final dará Ferrari de novo, talvez mais pela organização e estrutura de Maranello do que por ineficiência das outras equipes. Imagino Montoya de memória vendo-se nas corridas metódicas e previsíveis da Indy, cheio de esperança que terão de criar uma E.C. nº 300.000 no regulamento colcha de retalhos permitindo pelo menos uma troca de pneus.
Bem! Em verdade, sinto muitas saudades daqueles treinos de quinta, sexta e sábado que mais pareciam um grande prêmio. Aceito unzinho de 12 voltas, valendo troca de pneus, mas com aqueles pegas que tanto gostamos (se me permitem). Limitar motores para mínimo de duas corridas foi bom. Agora: por que Minardi está na F-1? Gostaria que houvesse um motivo justo, que não apenas interesses comerciais e ou para encher buraco ou servir de chacota para comentarista de tv.
Um grande abraço,
Gilberto, Juiz de Fora (MG)
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