Sessão Leitores
15.12.08 - Luis Fernando Ramos
Viva a crise
12.12.08 - Alessandra Alves
Carta ao editor
10.12.08 - Roberto Agresti
Soichiro triste
19.12.08 - Eduardo Correa
O site é de vocês, leitores!
27.10.08 - Luiz Alberto Pandini
Micos brasileiros III
mais
17.12.08 - Ricardo Divila
Ingo, grande Ingo
Grande respeito!
01.12.08 - Ernesto Rodrigues
Lastro ou nitro?
Bate neles, Rubinho!
mais
 
12.03.06
Confira a classificação
12.03.06
Pilotos e Equipes
mais
Home » Leitores » Comente » 14.07.05
Aumente o tamanho das letras:
12 | 16 | 20
O GP da Inglaterra 14.07.05
Escreva pra gente
O Gp de Silverstone foi um pouquinho melhor que o da França, mas ainda assim não tivemos os tão desejados pegas entre os pilotos. As ultrapassagens estão cada vez mais raras na F1. Os pilotos têm preferido ultrapassar os seus oponentes com voltas mais rápidas para voltar na frente após os pit-stops ao invés de tentar atacar os que estão à frente. Das poucas ultrapassagens, destaco a boa largada do Montoya e do Rubinho, que se deram bem, o arrojo do Villeneuve pra cima do Coulthard e do Kimi no Alonso. Poderíamos ter visto uma ultrapassagem do Finlandês sobre o Schumacher, já que ele vinha com muito mais ação do que o alemão, chegar chegou, mas ultrapassar que é bom... nada. Preferiu ultrapassar realizando voltas mais rápidas pra sair na frente, é f....

Quanto ao Rubinho, esse aí está sem motivação pra lutar contra a cúpula ferrarista que trabalha em prol do alemão, que ainda sonha com o impossível, que é ser campeão do mundo esse ano. Só se o episódio de Indy se repetir em todas as corridas que restam. Barrica tem de mostrar serviço dobrado se quiser alguma vitória até o final da temporada. Será que ele conseguirá finalmente vencer no Brasil, com o campeonato provavelmente definido? Seria legal, mas pouco provável. É aguardar pra ver. Saudações.

Evandro Irineu Silva, Betim/ MG


Comente 13.07.05
Escreva pra gente


Serei breve. O GP da Inglaterra foi mais uma chata corrida de Formula Um. 

De bom só a largada do Montoya e Raikkonen. Fora isso foi uma corrida igual as demais. Quando veremos uma corrida de verdade na Formula Um?

Fernando Eduardo Macedo Marques, Niterói
Escreva pra Gente | Topo

O grande problema da Ferrari nº 2 não é o burrinho de freio e sim o burrinho que fica atrás do volante.

Pedro Luiz Morales, Colorado do Oeste/ RO
Escreva pra Gente | Topo

Pandini,

Ótima coluna. Mas o determinado piloto também ficou atrás e não soube fazer as devidas ultrapassagens. Será que aquele gênio está ficando desmotivado ou a Ferrari não tem mais aquele tanquinho extra escondido, como a BAR tinha?

Abraços.

Jovino/Brasília
Escreva pra Gente | Topo

Grande Panda!! Ótima a sua coluna!!

Você pode nos mostrar que a FIM teve a competência que a FIA não teve em todos estes anos desde que o GP dos EUA retornou a Fórmula 1, de tornar a categoria popular por lá.

Com relação aos patrocinadores, acho que sua visão está corretissima. A FIA vive falando que os pilotos deveriam dar mais atenção ao publico. Como você disse, a FIA não respeita os patrocinadores. Mas a FIA também não respeita as equipes e muito menos os pilotos. Se as partes tivessem uma proximidade maior com certeza a atenção do publico também seria maior.

Luiz Eduard, Pará de Minas/ MG
Escreva pra Gente | Topo

Pequeno comentário sobre Silverstone

Schumacher larga em nono, faz duas paradas e termina em sexto. Rubenzinho larga em quinto, faz três paradas e termina em... sétimo.

Por que as estratégias do Rubenzinho nunca dão certo?! É melhor perguntar ao burrinho...

Forte abraço,

Marcelo Jardim, Rio de Janeiro 
Escreva pra Gente | Topo

França/Inglaterra: É incrível a diferença entre os circuitos da era competitiva da F1 e a era Hermann Tilke. Apesar de não ter sido um primor de disputa, é inegável a diferença no interesse entre Silverstone e Magny Cours. É muito melhor ver uma prova em Silverstone do que em Magny Cours. 
 
Pneus Michelin: Notaram que depois do episódio de Indy, nenhum pneu Michelin teve problemas de durabilidade? Ninguém chegou pendurado no final da prova, ninguém discutiu sobre finais de prova temerosos, etc, etc... Fica clara aí, nesse ponto, a culpa total dos franceses nesse episódio.
 
Sauber: De equipe promissora, andando sempre entre os quatro mais rápidos nas provas finais da temporada passada, a um carro que não tem nada de especial, sendo que no inicio do ano era dada como a nova BAR, pois a troca de Bridgestone para Michelin, aliada a uma cópia da Ferrari iria lhe jogar para o começo do grid. Nada como um dia após o outro...
 
Fisichella: O italiano demonstra realmente ser o Jean Alesi contemporâneo. Para os mais antigos, o novo Cris Amon. Apareceu muito bem, talentoso, a nova promessa de campeão italiano, sem um desde Alberto Ascari (????) e longe do título desde o saudoso Michele Alboreto. Tem sido uma decepção total, com atuações dignas de um piloto estreante ou sem o menor talento, sendo que não é nem uma coisa nem outra. Físico está longe do que se espera.

Inglaterra: Cadê as nuvens e possibilidade de chuva sempre presente em Silverstone? Fez um pouco de frio é verdade, mas nem uma prova ainda na temporada com pista molhada? Num campeonato de 19 provas chegar, na 11ª sem chuva não é legal para nós, fãs. Ainda mais depois do “show” em Magny Cours...
 
Max Mosley: De braço de ferro da F1, junto com Bernie Ecclestone, a um dirigente isolado e procurando abrigo em qualquer lugar disponível. Lembro de 1991, ele visitando os boxes em Suzuka e sendo saudado por chefes de equipe e pilotos, tendo uma longa conversa com Piquet, Mansell e Senna nos pits daquela que foi a prova decisiva da temporada. Acabou sendo levado pela globalização tecnológica imposta por Bernie, quebrando a F3000, a ITC, criando uma categoria de carros esporte onde os maiores destaques foram uma burlação da lei anti-tabagista na Inglaterra e uma briga entre um trio poderosíssimo do automobilismo: McLaren-BMW-Mercedes. A F1 ia perdendo espaço para a Formula Indy americana, cada vez mais lotada de pilotos competitivos no grid, de equipes lutando pela vitória, de provas em locais como Elkart Lake, nas ruas de Detroit, lotadíssimas, e a F1 dando desculpas que o estacionamento de Silverstone era que afugentava o público. Enfim, de libertador, Max se tornou um escravo das montadoras, e isso terá conseqüências futuras. Podem esperar.
 
Juan Pablo Montoya: Enfim o colombiano demonstrou o seu real ponto de competitividade. Fez uma prova soberba, a altura do carro da McLaren. Sua largada foi digna de Montoya, com controle de partida da Renault. Durante a prova lembrou sua prova lá mesmo em Silverstone, no ano de 2002. Só que naquela prova, era Michael que estava atrás e com um carro muito melhor que o seu. Aliás, um circuito como Silverstone ajuda e muito...
 
Pilotos Brasileiros: Barrichello e Massa, dentro das suas possibilidades, estão decepcionando nessa fase central do campeonato. Nota-se em Barrichello uma falta de motivação, pois alem do carro da Ferrari não ser nenhuma maravilha, ainda a hierarquia italiana lhe põe numa posição em que não pode nem pensar em vitória ou em resultados positivos. Mas para quem diz, ano após ano, que poderá lutar pelo título, era a hora de se impor. Afinal, para quem ficou no mínimo oito temporadas em equipes pequenas, seria fácil agora tirar proveito dessa situação difícil. Tendo cinco pilotos para acertar os carros e ainda assim não conseguindo, é sinal que a água está na borda no aquário Ferrari. Já Massa está numa fase de decisão na carreira, e não demonstra muito entusiasmo com isso. Não parece ter as portas abertas na Sauber BMW; não há no atual mercado vagas disponíveis melhores ou iguais a sua atual; e o carro também não ajuda e a equipe perdeu uma grande quantia de dinheiro com a saída da Red Bull. Enfim, estamos caminhando a passos largos e iguais aos da França, que nessa temporada não tem um mísero representante sequer no grid. É triste, mas é a realidade.
 
Pilotos Brasileiros dois: Enquanto isso, nossas fontes de talentos incrivelmente secaram. Temos hoje no gatilho Nelson Ângelo Piquet e Alexandre Negrão na Gp2 e Tiago Medeiros na Infinity Pró Series nos EUA. Nada promissor....
 
Para terminar: O que será que aconteceu com os cd’s dos hinos alemão e italiano? Será que irão tocar esse ano?
 
Abraços a todos!

Roberto Taborda, Uruguaiana,
Escreva pra Gente | Topo

Caros,

os gênios da Rede Globo, a emissora que transmite a F-1 no Brasil, não perceberam, como sempre. 

As duas McLaren fizeram belíssimas largadas ontem em Silverstone. O que primeiro me chamou a atenção foi o Montoya papando o Alonso na primeira curva, sendo que a Renault historicamente sai muito bem, por causa do tal sistema de controle de largadas. O JP passou de passagem pelo espanhol e foi embora. Lá atrás, o Kimi passou três de cara, para depois ficar comboiando o Schumacão. Ninguém tocou no assunto, mas parece que a McLaren tirou outro coelho da cartola.

Abs

Renato Muller, São Paulo
Comente 11.07.05
Escreva pra gente

Grandes amigos do GP Total,

Talvez a corrida de hoje, na Inglaterra, não tenha sido tão emocionante. O resultado, apesar da vitória de Montoya, não impressiona tanto. Mas fazia tempo que eu não assistia com tanto prazer a uma corrida. Pode ser que eu não seja o único a ter essa impressão, pois acho que a razão dessa minha impressão é o fato de que Silverstone é um autódromo que é, visualmente, muito diferente da maioria dos outros.

Os circuitos da Fórmula 1, hoje, apesar de serem muitos, são, de fato, muito parecidos, fazendo com que as transmissões fiquem muito semelhantes. Por extensão, as corridas, com os mesmos protagonistas, as mesmas estratégias, etc, se tornam cada vez mais iguais, e isso faz com que os GPs fiquem continuamente mais entediantes.

Sei que esse tédio pode ser catalisado em mim, pois sou capaz de assistir a mesma corrida, gravada, umas três ou quatro vezes. Mas, por outro lado, Silverstone, pelo seu desenho, suas curvas rápidas ou o simples fato de não ter sido desenhado por Hermann Tilke, o torna diferente das demais pistas do circo. Em que lugar pode se encontrar uma seqüência de curvas parecida com a Maggotts-Becketts-Chapel, por exemplo?

Antes desse último GP, eu estava realmente de saco cheio da Fórmula 1. Aquele super slow-motion na chicane de Magny-Cours, embora eu saiba que há pequenas diferenças, eu já vi em tantas corridas diferentes, de tantos circuitos e com tantos carros diferentes, que me cansava a vista quando aparecia na transmissão de domingo passado. Não só as chicanes, mas também as curvas de baixa, os pódios, os pits, as retas parecidas, os anúncios, tudo isso é tão incessantemente repetido de GP para GP, e durante eles, que, se cansa até a aficionados como eu, imagina a aqueles que entendem pouco de corridas?

Mais do que isso, os protagonistas que aparecem nas transmissões são os mesmos (embora tenha mudado um pouco a função de cada um nesta temporada), a estrutura das corridas são todas iguais - largada, estabilização, pits, estabilização, pits, estabilização das posições, chegada; eventualmente perturbada por uma ou outra ultrapassagem-, ou seja, cada vez mais os telespectadores têm a impressão de que estão assistindo a um replay de outras corridas.

Silverstone destoa da massa de sedes-padrão atuais da Fórmula 1. E isso, tanto quanto a competitividade, é o que prende a atenção dos que acompanham a categoria. A falta de imagens -ou, para os acadêmicos, de significantes- novas na categoria é algo que precisa ser pensado e corrigido. É a diversidade de imagens - ou, para os acadêmicos, de significantes- que diferencia a F1 de outras Nascars da vida e o bom uso delas é o que, na minha opinião, a torna a melhor e maior categoria do automobilismo.

Daniel Médici, São Paulo/ SP
Escreva pra Gente | Topo

    Sobre tamanhos e ultrapassagens |  Arquivo de Comente  |  Envie a coluna  |  Voltar
anuncie | quem somos Apoio: Interactive Fan  |  Red Cube Tecnologia e Comunicação