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O GP da França 12.07.05
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Tudo como antes 

Depois do fiasco de Indianápolis, Magny-Cours restabeleceu a ordem na F1, com uma Renault forte, uma McLaren melhor ainda, mas pinçada de uma melhor posição no campeonato por problemas de confiabilidade. As Ferraris que melhoram muito em relação a elas mesmas e pouco para as principais rivais. Toyota, BAR, Williams, Sauber, RBR, e as outras Renault e McLaren trazendo surpresas ocasionais ao grid, que influenciam nas corridas, mas não se convertem em pódio salvo imprevistos. Por fim, Jordan e Minardi para as quais a paisagem é sempre azul. 

O GP da França foi para Rubens Barrichello uma corrida para se esquecer. Começou bem ultrapassando Sato e mantendo boa distância para seu companheiro de equipe, mas um problema nos freios foi aos poucos tirando qualquer possibilidade de marcar um ponto sequer. Acabou em nono, perdeu o quarto lugar no campeonato para Trulli e viu se distanciar mais os ponteiros. Suas chances no campeonato a essa altura se reputam ínfimas. E pensar que mesmo com os problemas de freio, dada a dificuldade de ultrapassagem da pista, sua corrida teria sido outra se tivesse feito bem o trecho final de sua volta rápida e confirmado a pole que se desenhava, ou que, na pior das hipóteses, ficasse ele atrás do Trulli para ultrapassá-lo no primeiro pit stop. 

Para Michael Schumacher, apesar do terceiro lugar, a corrida também não foi nada promissora. Mostrou que os candidatos a tomar-lhe o cetro estão mesmo em bom momento. Têm melhor equipamento e uma vontade de vencer, com o perdão do trocadilho, a toda prova. Note que nas vezes em que o alemão os achou na pista foi convincentemente vencido. Em Imola, era certo que ia ultrapassar Alonso. Tinha muito mais carro, voltas suficientes para tentar a ultrapassagem e era ele afinal, Michael Schumacher, heptacampeão, contra o fedelho das Astúrias. Qual nada. O que era para ser uma das melhores corridas de recuperação da história da F1 acabou sendo uma das melhores defesas de posição da história da F1. Contra o Kimi no Canadá Michael nem chegou a abrir uma luta direta, desencorajado pelas “respostas” que o finlandês dava a cada tentativa sua de reduzir a distância entre os dois. 

Ao que parece, o novo regulamento atingiu o seu principal objetivo que era o de arrefecer o ímpeto do alemão. A obrigação de poupar equipamento e mesmo pilotar com pneus excessivamente desgastados tem sido um fator que tem comprometido a performance do alemão, acostumado a andar o tempo todo no limite extremo, como diz o Galvão Bueno.

Um abraço a todos

André Leone, Salvador/ BA

Comente 06.07.05
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Vou fazer coro aos comentários: eita, corridinha chata, sô! Pior que isso só reunião de CPI no Congresso ou da Executiva do PT. Mesmo assim, existem alguns motivos para distribuir a seguintes comendas: 

- Prêmio de timing - festa junina “arraiá do Torto”: para o GP da França. Parecia corrida sem propósito, fora de sincronia, uma sensação de “deja vu” . Se ela não tivesse ocorrido ninguém ia sentir falta. Como ocorreu, a sensação de frustração foi pior ainda. 

- Troféu “perguntar não ofende – será que dançaram a quadrilha ?”: para a reunião da FIA que aprovou o novo regulamento. Essa história de padronizar componentes é ridícula. Onde ficam a pesquisa e o avanço tecnológico, que são a razão de ser da F-1? Fora que isto vai dar oportunidade para que ocorram negócios não claros, privilegiando algum fornecedor. (aposto que vocês pensaram besteira!). 

- Menção honrosa “Reveillon - com que roupa que eu vou”: Para a Ferrari, uma vez que esse ano já acabou. Se o Schummy ganhar o campeonato ele vira chefe do papa. 

- Prêmio “entre tapas e beijos”: Para o Head e o Tyssen . O chassis Williams é ruinzinho, ou o carro não anda porque o motor é fraquinho? Acho que eles deveriam tirar as facas do buffet do almoço, só por precaução. 

- Premio “por que piloto kamicase usava capacete?”: Reedição para o Sato. Ele merece nota 0 pela saída de pista, sendo + 10 pelo controle do carro e – 10 pelo resultado. Mas ele ainda é o SatoShow. Talvez se ele andasse mais tempo em linha reta alcançasse resultados melhores. 

- Prêmio “Por um nariz – versão Fernando Alonso”: para a fantástica vitória do Tony Kanaan na IRL. Indescritível a chegada com os 3 carros lado a lado. Menção honrosa para o xará Vitor Meira em ótimo 3º lugar. 

- Prêmio “Por um nariz – versão Tony Kanaan”: para o Fernando Alonso, que colocou uma senhora luneta no resto do grid, só menor que a napa do Tony. 

Vamos esperar que a sensatez volte. Tanto no Congresso como na F-1. Abraços. 

Victor Lagrotta, São Paulo / SP
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Vive La France! Olá, amigos do GP Total. 

O pódio do GP da França, com os três primeiros colocados (Alonso, Raikkonen e Schumacher), sendo os mesmos e na mesma ordem, daquilo que se repete no campeonato, deve acontecer em outras corridas durante este ano, e salvo alguma mudança mais drástica, acredito que estes três serão os grandes protagonistas deste campeonato, até a última corrida do ano, o GP da China, em Xangai, em 16 de outubro. 

Na corrida França, o que mais valeu a pena foi ver um carro francês, com motor francês e pneu francês, chegar em primeiro lugar. Faltou apenas um piloto da terra de Napoleão, mas isso, infelizmente, nem a F1 tem nesta temporada. Justamente a França, que ao lado da Inglaterra, Itália e Alemanha, certamente, são os paises que mais fizeram pelo automobilismo mundial, em particular, pela F1. Porém, no passado glorioso francês na F1, o que jamais faltou foram pilotos de talento. Nada menos do que 12 pilotos franceses diferentes já venceram corridas na F1, sendo que a última vitória de um piloto francês está prestes a completar dez anos, e foi muito significativa, trata-se do GP de Mônaco em 1996, (o principado tem fortes relações com a França), onde Olivier Panis, venceu a bordo do também francês, Ligier JS43, um tumultuado GP, que teve apenas quatro carros terminando a prova. 

Sobrenomes franceses como Prost, Arnoux, Laffite, Pironi, Depailler, Jabouille, Tambay, Trintignant, Alesi, Beltoise e Cevert serão sempre lembrados como grandes personagens do capitulo francês na história da F1. Quase uma dezena de equipes francesas se aventurou nestes 55 anos de história da categoria, AGS, Gordini, Larrousse, Ligier, Prost, Renault, Talbot e a Matra, única campeã francesa no mundial de construtores (1969). Isso sem mencionarmos a supremacia dos motores franceses da Renault, na década de 90, quando ganhou nada menos do que seis títulos consecutivos (92, 93, 94, 96 e 97 com Williams-Renault e 95 com Benetton-Renault). 

A França, conseguiu também, uma façanha no GP da África do Sul, em Kyalami, em 1º de março de 1980, que acredito ser muito difícil de se repetir nos dias de hoje. Colocou três pilotos franceses, com carros franceses, no pódio deste GP (1º Rene Arnoux com Renault, 2º Jacques Lafitte com Ligier e 3º Didier Pironi com Ligier), além disso, a pole nesta corrida, ficou com outro piloto francês, Jean-Pierre Jabouille, com Renault, mais um carro francês. Ao ver toda esta história, de sucesso e devoção à categoria máxima do automobilismo mundial, é muito triste não vermos neste campeonato nenhum piloto francês alinhar no grid de largada, porém, se vale de consolação, acredito que este ano temos uma grande possibilidade de termos uma nova equipe francesa campeã do mundial de construtores, para fazer companhia a lendária e solitária Matra, campeã em 1969.

Abração, muita saúde, paz, prosperidade e fiquem com Deus. Até a próxima! 

Alex Melo (www.portaldepirituba.com.br/portaldepirituba/f1.asp)
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Você tem que questionar é o Sr. Luis Fernando, o qual, após a primeira corrida escreve uma coluna com o título de “Já Era”. Cantando aos quatro ventos que a Ferrari já tinha o campeonato no bolso. Ora bolas, pra ser jornalista/ comentarista de F1 o requisito necessário é ser tão rápido para escrever/ falar besteiras quanto os pilotos na pista ? Pelo menos parece que é assim na TV também.

Quanto ao GP da Franzzzça, bem, largada, Alonso na frenzzz... Olha o Satozzz... Olha o Sato de novzzzzzz e cruzam o disco final.

Só uma observação, em vários anos na Ferrari, o Sr. Rubens é o único que parece sofrer perda de ritmo após os pit stops. Nunca vi isso acontecer com o Schummy. No começo, eu achava que o deboche para com ele era exagerado. Hoje em dia eu acho que é merecido; e muito. Abraços.

Evandro, São Paulo/ SP

Comente 05.07.05
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Cadê a Ferrari?!?!
Marcelo Jardim

Uma pergunta vem me incomodando já algum tempo: afinal, cadê aquela Ferrari de Imola?! Cadê aquele desempenho espetacular de Schumacher descontando trocentos segundos para o segundo lugar, pressionando Alonso nas voltas finais?! Cadê?!

Lembro que naquela semana, depois de uma única corrida falavam que o alemão estava de volta, que a Ferrari tinha se recuperado e voltado a ser o que sempre foi, que era forte candidata ao título, etc, etc, etc.

É no mínimo muito curiosa esta queda de desempenho depois daquele espetáculo de Imola, ainda mais quando foi divulgado que a BAR não era o único time a usar combustível como lastro. Saiu inclusive na imprensa que depois que a FIA pegou a BAR, outras equipes, inclusive grandes, trataram de alterar rapidinho seu set up...

E o que vimos a partir daí foi uma Ferrari inexistente na Espanha, decepcionante em Mônaco e claudicante na Alemanha. No Canadá conseguiram algo, mais pela incompetência dos seus adversários do que por suas próprias qualidades. E nos EUA conseguiram até vencer, mesmo porque corriam sozinhos, e mesmo assim quase batem um no outro. Já imaginaram a cena dantesca?!

Nesta última corrida, na França, aquela Ferrari espetacular e competitiva de Imola terminou 1’ 22” atrás do primeiro. Isto mesmo, 1’ 22” . Bem, a outra dirigida pelo Rubenzinho ainda tomou uma volta do líder...

Por isso pergunto novamente: cadê aquela Ferrari de Imola?! Onde ela foi parar?!

Sabe onde ela está?! Na verdade, ela está no relacionamento promíscuo e indecente entre os italianos e a FIA, que todos sabem que existem, mas ninguém tem coragem de revelar.

Está na assinatura de acordos com a FIA, onde só a Ferrari se beneficia, em detrimento das outras equipes e, principalmente do esporte, numa visão mesquinha e temporal (...eles já se esqueceram que ficaram 21 anos sem títulos e que o mundo gira...).

Está ainda na vista grossa da FIA em pequenos detalhes como aprovar aquela caixa para aquecer pneus, quando se está claro que só é permitido cobertores térmicos. Se fosse a Williams ou a Toyota a utilizar a caixa, será que a FIA iria deixar?!

Está inclusive num detalhe que ninguém percebeu: imagina se fosse o Montoya a sair dos boxes em Indianápolis e jogar o alemão para a grama. Alguém tem dúvida que no mínimo o colombiano iria ficar “sobre investigação” e ganhar um “stop and go”. Pois é. Era o Schumacher, e definitivamente ele pode tudo.

É por estas e por outras que não acredito e nem confio mais na Ferrari. Não com esta administração que está aí. Não com Jean Todt, Ross Brawn e outros. E ainda digo mais, se depois de dez corridas pífias, este mesmo carro apresentar algum espasmo, podem procurar melhor. Vão acabar achando algo que não gostariam de achar...
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Caro Eduardo Correia,

Acabei de ler a sua coluna a respeito do GP da França e não pude deixar de notar a ponte feita entre o acidente de Ralf Schumacher deste ano e o acidente do ano passado.

Acho que foi logo depois do GP de Mônaco que dei minha opinião na sessão em que os leitores comentam o último GP. Eu lembro justamente de ter feito um parêntesis no regulamento de M... que o Panda tanto fala. Afinal, o Panda sempre acreditou que o novo regulamente podia resultar numa tragédia como o GP de Ímola de 1994. Eu sempre assimilei essa tragédia com um acidente de semelhantes proporções por causo dos pneus. E justamente o que eu comentava era que, não acreditava que o regulamento - nesse caso - pudesse necessariamente ser responsável por uma tragédia - nesse sentido - mesmo depois do acidente de Kimi Raikonnen. E eu citava justamente o acidente de Ralf Schumacher, e especulando que a tal da concorrência das fábricas de pneus era muito mais responsável por esse tipo de acidente que o novo regulamento em si...

Na época do primeiro acidente de Ralf, mesmo podendo-se parar pra trocar pneus infinitas vezes, 2004 foi uma das temporadas em que mais vi pneus dechapando (como diria o Galvão Bueno), desde que assisto corridas de Fórmula-1. Uma hipótese para que isso acontecesse é que, para conseguir maior velocidade, os pneus estavam ficando cada vez mais moles, e com isso, duravam cada vez menos... Então nesse ponto, talvez o Max não tivesse dado uma bola fora tão grande assim.

É claro que, depois do GP dos EUA, percebi que o Panda esteve sempre falando sobre uma tragédia em duplo sentido, e só então me dei conta disso.

Mas pra mim isso ainda tem mais cara de conspiração da FIA para que o Mosley mostre que tinha razão e que a F-1 devia voltar a ter fornecedor único de pneus. Se isso acontecer, espero que não aconteça como no passado, de as equipes mais fortes ($) conseguirem pneus melhores que outras! Talvez colocando uma vistoria nos compostos para que a FIA garanta que todos os pneus são iguais. Vai saber...

Um abraço pra galera do GpTotal!

Klauss P. Tofanetto, Blumenau/ SC
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O GP da França foi monótono e porque não no ponto de vista de ultrapassagens, perdendo muito em relação aos GPS anteriores (devido ao regulamento perigoso e não à grande competitividade), porém foi um show de estratégias de equipe.

Mesmo assim, acho que foi muito pouco para uma categoria do porte da F1. Depois ver Tony Kanaan vencer por apertadíssimos 12 milésimos, só nos leva a crer que ou a F1 realmente toma uma medida radical ou vai acabar nas sombras de outras categorias. É lamentável, mas do jeito que está o único jeito dos chefões da categoria conseguirem alguma coisa e criar estas regras perigosas para tentar chamar um pouco à atenção do público. E, historicamente, nós já vimos (e tivemos uma grande perda por isto) que mudanças drásticas geralmente causam tragédias. Então que eles mudem este regulamento perigoso e também coloquem pistas onde possamos ver os carros se desgastarem sim, terem competitividade de verdade, mas com uma grande segurança e não pondo à cabeça dos pilotos a prêmio.

E esta pista da França é umas das que deveriam ser tiradas fora do calendário pois tem 1, apenas 1 pontinho de ultrapassagem, o que é muito pouco, pois se o piloto dianteiro neutralizar este ponto de ultrapassagem o de trás só vai conseguir ultrapassar por um erro do dianteiro e, se este erro não ocorrer, vamos ver uma corrida como a passada, sem ultrapassagens o que é o fim da picada.

Um grande abraço e parabéns pelo site.

Alex Cristiano de Sá, Santo André/ SP
Comente 04.07.05
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Bendito seja o videocassete! Só com ele no fast forward para ver essa corridinha chata em Magny-Cours (também uma pistazinha fuleira - podiam limar no calendário junto com Barcelona e Hungaroring que não faria nenhuma falta). A corrida foi uma procissão, com as coisas decididas somente nos boxes. E aí a McLaren deu um show, com o Kimi saindo lá de trás para chegar em segundo. Se o motor não tivesse sido trocado e ele tivesse saído em terceiro, sem dúvida a corrida seria muito mais interessante e o Alonso não teria dado o passeio que deu. Mas como se não existe. 

Gostaria de comentar outra coisa: de manhã, essa corrida sem graça. À tarde, uma corrida muito mais interessante na IRL, na pista do Kansas. Carros lado a lado, uma disputa contínua pela liderança e, no final, três carros chegando juntos. Igualzinho à F-1. Depois do papelão de Indy e com a IRL proporcionando esse tipo de espetáculo, só o Max Mosley para achar que algum ianque vai querer ver a categoria dele no ano que vem. 

Renato Muller, São Paulo/ SP
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Caro Márcio Silva,

Muito oportunos seus informes. De fato, se precisava colocar menos combustível, Michael Schumacher deveria levar menos tempo no pit. Se. Porque isso depende do quanto ainda restava no tanque. O que não dá para saber. Muito menos afirmar algo categoricamente. Na verdade, são tudo hipóteses. A teoria da conspiração, a teoria da neutralidade, a da sorte do Michael, a do azar do Rubens. 

Acho mais prudente fixar-se no que se tem garantido do que enveredar por uma cadeia de hipóteses e acabar em referências circulares, isto é, tecendo raciocínios baseados em informações, em detalhes e esclarecimentos que ainda não se tem.

Nessas questões Michael X Rubens, acho interessante ouvir o brasileiro. Ele diz que aprendeu muito com o alemão, inclusive seu acerto de carro que era bem diferente (e ruim) já é quase igual. Ou seja, Barrichello vem aprendendo com o alemão, que antes lhe punha facilmente quatro décimos, agora às vezes larga atrás. Temos visto isso. 

Hoje mesmo, a sua volta foi melhor do que a do alemão até o último trecho. Por pouco ele não largava na frente. Pena. Em corrida, o alemão sempre foi mais rápido e constante, mas Barrichello vem melhorando. 

Enfim, o brasileiro acha que pode vencer mais regularmente o alemão. É uma parada dura, mas ele tem obtido progressos. E se ele acredita quem somos nós para duvidar? 
Se dermos uma olhada para trás veremos que o brasileiro melhorou. Antes Schumacher largava na frente e sumia. Só na chuva e olhe lá o Barrichello fazia uma graça. Agora não. Ele está sempre por perto. O alemão não tem dado mais passeios no Rubens. 

Embora eu a tivesse mencionado, não acredito em teoria da conspiração. O que há na Ferrari é primeiro e segundo pilotos. Mas tudo dentro da lei, nada de falcatruas ou sabotagens. 

Um abraço a todos.

André Leone, Salvador/ BA
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