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15.12.08 - Luis Fernando Ramos |
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12.12.08 - Alessandra Alves |
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10.12.08 - Roberto Agresti |
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19.12.08 - Eduardo Correa |
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27.10.08 - Luiz Alberto Pandini |
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17.12.08 - Ricardo Divila |
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01.12.08 - Ernesto Rodrigues |
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| » » » 12.05.05 |
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Olá amigos do GpTotal.
Gostaria de dizer que esta temporada de 2005 da F1 vai ser diferente das anteriores. O que não significa que será melhor. Apesar do domínio de Fernando Alonso, creio que o Raikonnen pode dar trabalho a ele. Quem sabe a Ferrari pode até reagir, mas será que Schumacher terá peito pra brigar com o Alonso? Bom, a resposta saberemos daqui a algum tempo, mas, realmente, eu prefiro que o Raikonnen não fique apenas com essa vitória da Espanha e que possa brigar pelo título. Abraços a todos.
Jorge Rodrigues, Campo Grande/ MS
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Estou esperando as manifestações das esposas do Alemão. Afinal, como viúva do Senna, Fangio, Jim Clark, Villeneuve e outros Pilotos, quero o consolo de ver eles chorarem também. O Alemão deve dar glórias aos céus pelos pneus furados, assim arruma uma boa desculpa pra falta de competitividade dele. Quero ver ele passar o finlandês e o espanhol na pista. Não é ele o melhor? Prove agora que seus rivais têm carros à altura de sua Ferrari. Se ele ganhar esse campeonato também, caso com ele.
Abraços.
Silvio Viana, Fortaleza/ CE
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Olá, Galera do GPTotal!
Essa vai para o Floresto de Belo Horizonte-MG: Perfeita sua colocação cara, você parece ate jornalista esportivo. Abracos!
Clayton Araujo, Salvador/ BA
Pessoal do Gptotal,
Nada de extraordinário no gp espanhol, alguns fatos chamaram minha atenção: apesar de quase imperceptível, Fernando Alonso cometeu um erro. Kimi Raikkonen era muito superior a ele e, ainda assim, tentou acompanhá-lo em vão. Talvez a expectativa de vencer em casa possa tê-lo feito andar acima do limite que seu carro e pneus permitiam. Com isso, ele detonou seus pneus traseiros e permitiu a aproximação das duas Toyota. A partir das paradas, a situação voltou ao normal.
Quem tem tudo a lamentar é Fisichella. Na minha opinião, ele fez uma corrida muito melhor que a de Alonso e chegaria em segundo com toda tranqüilidade. Mas um problema na asa dianteira o fez lutar apenas pelo 5º lugar. Ao menos, ele voltou a batalhar pelas primeiras posições.
Schumacher e Barrichello fizeram o máximo que podiam. Há uma coisa que me deixou pensativo: Rubinho, na entrevista a Pedro Bassan, pareceu contrariado acerca da troca do motor de seu Ferrari. Ele disse que o carro estava bom para a prova. Na verdade, as coisas não estão nada boas para os lados de Maranello. E, para piorar, Luca de Montezemollo disparou a metralhadora na segunda-feira contra a Bridgstone, que, por sinal, fez um trabalho de meia-tigela até agora. Sei que estou sendo um pouco injusto com os japoneses, já que eles tiveram uma grande participação nos anos de domínio da Ferrari, mas é a segunda vez que eles relaxam. Pode-se argumentar que o regulamento deste ano é muito diferente dos passados e que eles só têm a Ferrari para testar, mas então por que deixaram a BAR migrar para a Michelin em 2004 e a Sauber agora em 2005? A Mclaren deixou a Bridgstone reclamando que eles só se preocupavam em atender aos caprichos da Ferrari. A próxima a fazer o mesmo pode ser a própria.
A Toyota está muito bem, melhor até do que muita gente esperava, inclusive eu e o Edu (coluna “Uma certeza, dez palpites”). Uma única observação que tenho a fazer foi a fechada vergonhosa que Trulli deu em Montoya na largada.
Mark Webber está fazendo de tudo para merecer o troféu Mico do ano. Como ele erra, hein! Acelera, Kimi Cubo-de-gelo Raikkonen, que este título já é nosso! Abraços a todos que fazem deste o melhor site de automobilismo da Internet.
Willian Lopes Machado, Brasília/ DF
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Nosso piloto Rubinho Barrichello já provou que é piloto de duas brilhantes corridas por ano e só. Como a primeira grande corrida dele no ano foi na Austrália, podemos esperar mais uma corrida excelente e só. Nas outras corridas seu desempenho ficará entre o médio e o medíocre, como ocorre todos os anos.
Infelizmente, o Brasil ainda não conseguiu ter na Fórmula 1, nos últimos 11 anos, nenhum piloto verdadeiramente de ponta e vamos ter que continuar na torcida para que ele seja Nelsinho Piquet ou outro que venha a surgir, senão continuaremos assistindo e torcendo pela vitória dos estrangeiros.
Mudando de assunto, o campeonato está caminhando para um final emocionante com forte disputa entre a Renault, McLaren e a Ferrari de Schumacher, com disputa do título até a última volta.
Rodrigo Rodrigues
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Duvido que a Ferrari vai a algum lugar esse ano. Finalmente, depois de tantos anos, eu vou poder ter um final de semana de f1 feliz, eu detesto a Ferrari.
Viva a Renault, a McLaren e até a Toyota... qualquer uma que esteja na frente da Vermelhinha.
Fabio Filo, Serra/ ES
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Este ano estou meio em dúvida. Alonso, Fisichela,Raikonen ou Michael, estão todos quase na mesma balada, mas torço por Raikonen, depois de Rubinho, é claro.
José Vicente, Montes Claros/ MG
Após ler a coluna do Ico, “A ponta do Iceberg” (09.05), sobre as imprecisões do regulamento da atual F1, somos obrigados a dar 100% de razão ao Pandini, quando diz: O regulamento da formula 1 é uma merda!
E como a cada semana os “velhinhos” são obrigados a mexer em alguma coisa, também chegamos a uma conclusão já sobejamente conhecida: na merda, quanto mais mexe, mais fede.
E ainda de quebra, colocaram uma raposa (tio Whiting) tomando conta do galinheiro!
Socorro! Chamem o ladrão!
Romeu Nardini, São Paulo/ SP
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Na pista, foi o mesmo trenzinho de sempre. Posições principais definidas na largada e na primeira volta, no pit e numa ou outra barbeiragem dos suspeitos de sempre.
O que me chamou mesmo a atenção foi o desempenho de Raikkonen. Largou, desapareceu e deixou um recado pro Alonso: volto pra te encontrar no pódio. Ao se confirmar o desempenho da Mclaren nas próximas provas, vai fazer bonito esse ano. Mas o início ruim de temporada pode custar a chance de ganhar o título de pilotos.
Outra coisa que parece estar ficando clara: a Ferrari (Schumacher, por extensão) dançou. Meu receio de que o F2005 entrasse na pista e transformasse o campeonato na mesma chatice de sempre não se confirmou. Pelo contrário: esperava um pouco mais.
Os que acreditavam que na Europa as coisas virariam pro lado do alemão devem se recordar das aulas de geografia. Na metade de cima do planeta, estão no meio da primavera e vem o verão, claro. E nesse clima é que serão disputados os próximos GPs. Pelo que vimos até agora, os pneus Bridgestone vêm embalados com o seguinte alerta: teme calor.
Carlos, São Paulo/ SP
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Olá, galera do GPTotal!
Que esculhambação é essa de ficar discutindo no site? Parece ate criancinhas brigando por pedacinhos de doce! Vamos falar de F1 que é o que interessa.
Gostaria de deixar uma perguntinha para todos. Será que o tal do Shumacao, como cita o glorioso Nelson Piquet, ou simplesmente Shumi, como fala o patético Galvão Bueno, seria tantas vezes campeão se os campeonatos passados estivessem mais ou menos nivelados como agora? Será? Ou iria colocar a culpa na Bridgstone também?
Clayton Araujo, Salvador/ BA
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Todo mundo fala dos problemas dos pneus da Ferrari, eu gostaria de questionar: será que os pneus não são bons, e o carro que é ruim e desgasta os pneus em demasia? Porque o Michael acaba com os pneus porque anda sempre forte, e o Pé de Chinelo acaba com os pneus porque anda devagar. Será que o carro que não é ruim mesmo?
Marcos Renato, Tubarão/ SC
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Ouça, turma, comparar o gp de Schumacher com o show de Fangio em Nurburgring em 57 é um absurdo. Schumy ganhou várias posições sem sequer ultrapassar ninguém.
Deveríamos rever algumas coisas que são ditas. Corrida, sim, é Monaco 84, em que Senna, largando de 13º com pista molhada só não ganhou a prova pela ação da cartolada da época.
Outra corrida: Senna em Donington, 93, em que de quinto passou para primeiro na primeira volta e ninguém mais o alcançou naquele dia; ou Mansel passando o genial Prost em Mônaco, no túnel; ou mesmo Mansel na Hungria, em 89, dando um show.
Schumacher nunca esteve nesse nível de pilotos que ganhavam e davam show. E o Michael pegou uma fase toda eletrônica, coisa que Fangio e Senna, os dois melhores da história, não pegaram. Ou seja, Schumacher nunca pode ser comparado a Fangio e Senna.
Floresto, Belo Horizonte/ MG
Olá, pessoal.
Legal esta história do Manuel sobre o computador num carro de F-1. Ou melhor, quando começou. Lembro que a Tyrrel também teve o primeiro piloto que levou o trabalho junto aos boxes a maior exaustão e mudou toda a geração de campeões que veio a seguir. O próprio Emerson teria dito isto. Ele que acompanhou esta mudança no início dos 70. O velho Ken deve ter aprendido muito com Stewart.
Já o caso do Foyt me causou surpresa. Não me lembro o nome do piloto, agora, que correu na IRL para ele, um brasileiro, que disse numa entrevista que trabalhava às cegas porque o velho Foyt não permitia o uso da telemetria nos carros. Talvez seja o Ayrton Daré. Ele (Foyt) que mesmo quase nos 70 chegou a fazer testes quando a coisa ia muito mal para os seus carros há poucos anos.
Um abraço a todos.
Flávio Leal, Santos/ SP
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Parabéns, Marcelo Jardim. Rever a edição da Revista Manchete na época a melhor do Brasil, comemorando o feito de Emerson Fittipaldi foi demais. Melhor do que ficar lendo insultos e bobagens que não levam a lugar nenhum. Já tive coleção da 4 Rodas e Auto Esporte, nos anos 70, não perdi nenhuma edição sequer, e pena que não posso também reeditar via GP Total os grandes feitos do Emerson, Pace, Lauda, Scheckter, Regazzoni, Andretti, Jamers Hunt, d. Hulme naquela época. A Revista Manchete, também fez na época uma senhora reportagem quando do acidente de avião que vitimou o nosso Jose Carlos Pace. Nestas horas muitas lembranças voltam à tona.
Fernando Eduardo Macedo Marques, Niterói (RJ)
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Sobre a resposta dada à pergunta sobre a não contratação do Moco pela Ferrari, discordo totalmente da análise do perfil do corredor. O Moco começou pilotando os Renaults e Karman-Guias, mas aqui mesmo no Brasil já tinha mostrado sua excepcional velocidade em provas curtas, inclusive de Fórmulas-Vê.
Provou isso ao mundo quando foi campeão com folgas na F3 britânica, enfileirando uma série de vitórias. Na F1, sempre extraiu o máximo das encrencas que pilotou, tirando, como foi dito, leite de pedra. Sempre foi cheinho, mas procurava manter o peso em limites aceitáveis, chegando a realmente emagrecer bastante e ficar em condições competitivas. Quanto à prova da Argentina, vários outros pilotos sentiram-se mal, os europeus principalmente, e, além do mais, foi uma situação atípica.
Possivelmente o Comendador estava aguardando uma maior evolução, em termos de experiência em F1, ou sabe-se lá o que. Talvez tenha sido o primeiro da longa série de pilotos brasileiros discriminados pelos gringos, por despeito ou pura inveja. Mas nunca por ter sido considerado um piloto não tão rápido para monopostos. É a minha opinião, sinto muito. Abraços.
Ney Freire Prates, Vila Velha/ ES
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Prezados amigos do GPTOTAL,
Quero comentar brevemente sobre dois assuntos que chamaram muito minha atenção no site na última semana:
1 — a respeito do livro de assinaturas encontrado na Internet com uma dedicatória do Piquet, tive a seguinte constatação: Piquet era o cara! Jagunço demais! Uma pena que o mundo super-profissionalizado da fórmula 1 atual não permita mais a existência de um piloto que fala o que pensa, sem dar a mínima bola para os outros. Piquet mesmo disse que não gostaria de se tornar um exemplo para os jovens pilotos, mas o seu gênio faz uma tremenda falta para quebrar o gelo da categoria.
2 — sobre a notícia enviada pelo Manuel Blanco (um grande abraço a ele) a respeito dos Fittipaldis espanhóis, me espanta muito a fama que Emerson tem por lá, já que ele pilotava de maneira cerebral, sem assumir muitos riscos, exceto em raras ocasiões. Se o apelido fosse Villeneuves ou de Cesaris, aí tudo bem, estaria sob medida. Mas Fittipaldis, o Emerson não merece, sinceramente. O Edu gostou, mas eu, nem um pouco.
Agora, gostaria de fazer um pedido ao sr. Rubens Barrichello, ao qual já esgotei toda a minha paciência: cara, pelo teu próprio bem, saia da fórmula 1 e vá correr na Stock Car! Lá é o seu lugar! Abraços!
Alessandro A. Santos, Taboão da Serra/ SP
Caros amigos,
Achei que o GP da Espanha foi bom e mostrou aquilo que eu havia observado no GP de Imola, a McLaren é (na minha opinião) a maior favorita para esse campeonato. Ela tem um carro muito bem equilibrado, potente, tem a maior autonomia da F-1, conta com grandes pilotos e, o principal, está entusiasmada. Mostrou na pista onde todos treinam e onde todos se medem, que ela é no momento a melhor. Raikkonen é um grande piloto, é rápido, comete poucos erros e já está tarimbado, deve exercer uma “caça” ao Alonso em busca do terreno perdido nas primeiras corridas.
Outro fato muito bom foi a confirmação definitiva da evolução da equipe Toyota, apesar da montanha de dinheiro despejado na escuderia, é uma evolução que merece destaque, são só três anos na categoria, a Honda, principalmente, que se cuide. Quanto ao líder do campeonato, fez uma corrida segura em busca de pontos e é o que deve fazer mesmo, leva uma confortável vantagem, se souber (e puder) administrar tem tudo para ser o campeão.
Mas outra vez repito, a Mclaren vem babando. Ferrari está procurando entender e minimizar seu fraco desempenho e suas falhas, principalmente nos treinos, que vem sendo seu calcanhar de Aquiles, com certeza o F2005 não é espetacular como seus antecessores, mas é um bom carro, o problema está na conciliação com os pneus Bridgestones. E hoje além da Renault ela terá a Mclaren para se preocupar. A verdade é que a Ferrari nos últimos anos esqueceu o que é correr atrás de resultados. Hoje o Schumi abusou, na transmissão pela TV, pudemos ver com clareza duas escorregadas do alemão, vai saber quantas não aconteceram e, isso acabou com seus pneus. Barrichello, mais uma vez não há o que falar, com certeza é seu pior desempenho na Ferrari e não é culpa dele. Outra vez o Massa ficou pelo caminho, mais uma vez mostrou que é mais rápido que Villeneuve.
A BAR poderia ter participado da tabela de pontuação, caso não fosse excluída do GP. E para falar a verdade, até agora não entendi direito, qual foi o motivo dessa punição, se foi o tanque “extra” ou se foi interesses distintos. Bom, daqui a duas semanas, Mônaco. Aposto na Mclaren, alguém arrisca em outra equipe? A Ferrari, por exemplo? Abraço a todos.
Bellissimo, São Paulo (SP)
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GP de Barcelona de F1: com certeza um grande prêmio!
A Ferrari: pois, pois não! Schumacher sai da corrida por mais uma incompetência da Bridgstone. Rubens na deu sorte.
A Renault: mesmo com Alonso em 2º e Fisichela em 5º (se não me engano), a Renault teve um ótimo desempenho, mostrando por que lidera o campeonato.
A Williams: que maravilha, Heidfeld não consegue lá muita coisa e Webber, esquece.
A Toyota: bela corrida de Trulli e R. Shumacher, mostraram por que estão no melhor ano da equipe.
A Red Bull: fez uma corrida um pouco apagada mas, Coulthard conseguiu alguns pontos (se eu estiver errado, por favor me corrijam).
A McLaren: Raikkonen fez uma brilhante corrida e Montoya, se alguém assistiu desde o começo, com certeza viu aquela rodada que ele fez, talvez ele estivesse querendo dar um show na hora errada, mas não podemos crucificá-lo, pois ele acaba de voltar de uma contusão.
A Sauber: Massa não conseguiu muita coisa com essa maravilha que chamam de bom carro e Villenueve quase conseguiu algo se não fosse seu problema.
A Minardi e Jordan: que imagem tosca das duas Minardis ficando na largada, se alguém percebeu no replay no começo da corrida, as duas quebraram juntas, exatamente juntas. Que horror! Gostaria de saber: por que essa equipe ainda está no mundial? Se alguém puder responder, por favor, dê a resposta pra essa pergunta! Jordan fez algo diferente, decidiram por Monteiro um pouco pra frente, em 12º, nada mal se não fosse a punição da BAR.
João Luiz, São José dos Campos (SP)
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Suspeita esta quebra do Rubinho. Depois de ver o Papa (João Paulo) benzendo toda a equipe, não sei mais o que eles seriam capazes de fazer com o Rubinho. De qualquer jeito, ele não está mais na frente do Schumacher no campeonato e eu perdi minha esperança, mesmo porque se a quebra do Rubinho ocorreu de fato, como diz ele mesmo estou feliz na Ferrari, então, paciência. Go Massa go!
Pedro Monteiro, São Paulo (SP)
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A bola da vez é a BAR. Amigos, é o seguinte:
Tudo bem, os 12 kg estão fora do regulamento e isto e aquilo, só que não deveriam fazer tanta diferença assim. Se eu sou um Alonso da vida, a minha declaração seria que eu estou na competição para ganhar da BAR com 12 kg a mais ou a menos, não faz a menor diferença. Se eu peso 82 kg e meu companheiro de equipe é o Satoru Bração Nakagima, que pesa 70 kg e anda mais do que eu por causa disso? De jeito nenhum, jamais!
Gostaria de deixar a minha opinião sobre a Ferrari, afinal não perco um GP desde 1975, sou uma autoridade em F1, sei muita coisa. Vamos deixar uma coisa bem clara: o Schumacher é piloto e o Rubinho é motorista, é bem diferente. Você que torce para Rubinho. Tudo bem torcer porque o cara é brasileiro, mas olha, pára com isso, não alimente esperanças, o cara não é de nada. Na F2005 o que falta, e isto ficou evidente no GP de Barcelona, é pneu. A Bridgestone não está dando conta do recado. Lembre-se que para Schumacher ganhar é suficiente uma Renault, Toyota, Williams ou BAR. Ele não ganha só de Ferrari, não! E olha que não sou muito fã do alemão, mas admito, atualmente, ele é o melhor, quanto ao motorista Rubinho....
Gilberto Antonio, Campinas (SP)
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Olá, amigos.
Raikkonen acaba de vencer na Espanha, Alonso parte em busca do título. Neste momento em cada dez pessoas, nove estão dizendo que Schumi já era. E os pilotos são isentos de qualquer culpa. Estão perdendo para os pneus. E eu pergunto à dupla dinâmica: compensa a estratégia do Rubinho? Ele perde 3 segundos por volta nas dez primeiras, de 1 a 2 até a 25ª e fica meio a meio até a troca. Temos aí por volta de 50 segundos em cada metade da prova. Aonde está a vantagem?
Marcilio, São Paulo (SP)
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O pacto de concórdia prevê no mínimo 20 carros no grid de largada. E agora, sem a BAR correr, como vai ficar o grid? Alguma equipe vai correr com 3 carros?
André Leandro Scheffel, Nova Hamburgo (RS)
Não, André. Há brechas no regulamento - a tal força maior - que permitem menos de 20 carros. Abraços (EC).
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