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11.08.11 - Roberto Agresti |
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17.05.11 - Eduardo Correa |
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18.09.09 - Luis Fernando Ramos |
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12.12.08 - Alessandra Alves |
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27.10.08 - Luiz Alberto Pandini |
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29.07.11 - Carlos Chiesa |
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21.09.09 - Ernesto Rodrigues |
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| » » » 06.04.05 |
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Prezados da GPTotal e demais leitores,
Vou me ater à estréia da Ferrari 2005 por dois simples motivos, os quais para mim merecem destaque especial: largou uma na 1ª fila e a outra na última. A partir desses posicionamentos, podíamos esperar uma grande cobertura pela TV (que realmente aconteceu), na qual fomos premiados pela arrojada largada do Rubens, que de 20º já na 3ª volta encontrava-se em 10º lugar.
No meu modo de ver, foi um teste muito bom para a F2005 e para o próprio Rubens, provando para muitos que sabe ultrapassar e que o carro precisa ser comparado e desenvolvido juntos com os demais. No entanto falta-lhe um componente primordial — os pneus! Ótima corrida Rubens, parabéns! Não importa o lugar que chegou, pois nem o câmbio tão exaustivamente esperado que quebrasse pela equipe de locutores da Globo e nem tampouco o motor pifou, dando lugar ao show de ultrapassagens e brigas até enquanto durou os pneus!
Vale a pena lembrar que vimos muitos motores e câmbios ficando no meio do caminho neste GP. Quanto ao Schumacher, que largou em primeiro, mostrou que é uma questão de 1 ou 2 GPs para andar na frente do Alonso! Um grande abraço a todos.
Fred Parente, Fortaleza (CE)
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Colegas,
Não há como negar que a Renault é, definitivamente, a equipe a ser batida (só para repetir os chavões da transmissão). Mas creio, sinceramente, que a Ferrari vá conseguir disputar de igual pra igual nas próximas duas ou três corridas. Só não sei se será possível recuperar o tempo perdido e lutar pelo campeonato.
Quanto à carroça guiada pelo Barrichello, acho que a gente tem que reconhecer que ele teve foi muita sorte! Não pelo fato de ter chegado onde chegou (foi mais uma excelente prova dele), mas porque o carro terminou a prova (arrastado, mas terminou)! Agora, dizer que o Schumacher abandonou a prova porque não quis reconhecer o erro e, ainda, sabia que não conseguiria muita coisa na prova parece brincadeira, né? A Ferrari precisando conhecer o comportamento do carro e o homem abandona a prova assim? É muita imaginação! Muita criatividade. Até mais.
Márcio Silva, Brasília (DF)
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Sem mais o que dizer sobre mais este chato Gp de Fórmula 1, gostaria apenas de fazer uma correção ao leitor Nuno: jamais, desde que a Fiat está envolvida na Ferrari, os logotipos da fabrica italiana de Turin esteve ausente dos bólidos da Ferrari. Sempre o nome da Fiat ficou estampado no bico (logo acima do escudo da Ferrari) e em cada lado da carenagem sobre o motor de cada carro. A diferença é que neste ano o logotipo estampado é o referente aos 100 anos de fundação da Fiat. Um abraço.
Herik Nelson, Belo Horizonte (MG)
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O GP do Bahrein sem dúvida foi um dos melhores vistos nos ultimos anos, as brigas estavam hilárias e vimos a escalada da Espanha no esporte com o rapidíssimo Alonso em primeiro e o impetuoso e valente de la Rosa em quinto.
Denner de Oliveira, Goiânia (GO)
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A Renault confirmou de vez que é a equipe a ser batida, e que Fisichella, se quiser alguma coisa, vai ter que melhorar muito, pois Alonso é o homem a ser batido.
A Ferrari bem que tentou, mas com estes pneus, sei não. E pelo visto, a moral de Barrichello ainda continua muito pequena, pois lhe deram uma carroça neste fim de semana. E só vão dar um carro de verdade, depois que o Alemão tiver reagido, o que está parecendo algo bem complicado.
Fernando Eduardo Macedo Marques, Niterói (RJ)
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Caros amigos,
O GP de Bahrein mostrou o seguinte, ao menos para mim: a Ferrari tem totais condições de alcançar ou até mesmo ultrapassar o bom nível que a Renault tem mostrado neste início de temporada. É verdade que Rubens Barrichello teve um de seus piores fins-de-semana da carreira, mas Michael Schumacher mostrou que a F-2005 é muito melhor que a antecessora. Até aí, nenhuma novidade. Mas o que ninguém está percebendo é que, a partir de agora, dificilmente haverá corridas em asfalto de se fritar ovo, como na Malásia e no Bahrein. A temperatura ambiente na Europa e na América tende a ser muito mais amena do que no Oriente.
É agora que eu acho que a Brigstone vai recuperar o terreno perdido para a Michelin. Basta ver o seguinte: na Austrália, com o clima parecido com o europeu, Rubens Barrichello saiu no meio do grid e foi ao pódio com um carro teoricamente mais lento do que a F-2005 com problemas de freio desde o início da prova. Ficou claro que, na prova seguinte, os pneus comprometeram o desempenho do carro, que teve e ser substituído às pressas. Eu quebrei a cara com a Brigstone. Achei que a temporada de 2003, após um amplo domínio no ano anterior, teria servido de alerta para os japoneses. O domínio repetiu-se em 2004 e a Brigstone dormiu no ponto de novo.
Pelo sistema de pontuação do campeonato, Alonso tem uma vantagem bastante confortável que, se ele souber como administrar, pode levá-lo a ser o campeão mais jovem da história da F-1. Corrida espetacular de Fernando Alonso! O garoto está vivendo um ótimo momento e, principalmente, deixando Fisichella para trás. O contrato dele com a Renault termina ao fim deste ano. Não me surpreenderei se, por acaso, Michael Schumacher resolver abandonar a carreira caso não conquiste o octacampeonato. Já li notícias de que a Ferrari, por precaução, já estaria correndo atrás do espanhol.
Agora irei ao confessionário: eu achava que Pedro de la Rosa faria uma corrida horrorosa. Tinha meus motivos, pois ele não participava de um gp há dois anos. Mas ele me surpreendeu: treinou bem, arriscou, fez ultrapassagens, saiu da pista, cravou a volta mais rápida da prova, enfim, uma corrida maravilhosa! Está de parabéns!
Diferentemente da maioria, eu não condeno a atitude de Juan Pablo Montoya. Afinal de contas, o que querem que os pilotos façam quando não estão correndo? Querem que fiquem em casa fazendo tricô? Dizer que Montoya foi anti-profissional, na minha opinião, é um exagero. Quantas vezes nós vemos reportagens com Schumacher esquiando naqueles alpes italianos na pré-temporada? Se um dia ele vier a sofrer algum acidente (toc, toc, toc), ninguém dirá que ele é anti-profissional. O problema está na forma como tratamos as pessoas. Nós tratamos Schumacher de um jeito, enquanto Montoya, Barrichello e Coulthard (só para citar três) são tratados de outro. Eles não arriscam suas vidas à toa, portanto, merecem todo o nosso respeito. O que aconteceu com Montoya pode acontecer com qualquer um de nós. Abraços.
Willian Lopes Machado, Brasília (DF)
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Caros amigos do GpTotal.
O GP do Bahrein foi um pouco diferente dos 2 primeiros (Austrália e Malásia), mas nada de muito espantoso.
A Ferrari: como nos 2 primeiros, a Ferrari não conseguiu algo de muito importante no deserto. Com a estréia do F2005, uma estréia pra lá de estranha, já que sempre vimos de alguns anos pra cá a Ferrari estrear um carro com um podium ou uma boa colocação. Shumacher não completa a prova; Rubinho (como se isso fosse novidade!) na última volta toma uma ultrapassagem do Coulthard e termina em 9º lugar.
A Renault: nesse começo de temporada, pode se dizer que a Renault está dominando geral. Alonso lidera, soberano, o campeonato; Fissichela, em 3º, não tem do que se queixar: saiu da Sauber em 2004, onde conseguiu alguns resultados legais, mas nada expressivo, para a Renault, uma equipe em que ele tinha a possibilidade de mostrar por que está na F1. E mostrou. Logo na primeira corrida uma vitória, que com certeza ele não esquecerá tão cedo.
A McLaren: Raikkonen conseguiu um 3º lugar com uma corrida um pouco apagada, sem muitos lances emocionantes, por causa do outro, Pedro de la Rosa. Esse sim mostrou que não está fora de forma: conseguiu um 5º lugar numa corrida emocionante com algumas ultrapassagens bem legais e mereceu esta posição.
A Toyota: diferente daquela de 2004 que só conseguiu ficar na frente das piores (Minardi e Jordan), a Toyota 2005 mostra que está numa boa fase, pelo menos nestas 3 primeiras corridas. Ralf chegou em 4º e conseguiu assegurar uma 5º colocação na classificação geral e Trulli chegou em 2º mais uma vez e assegura sua vice-liderança no campeonato. Sem dúvida é uma boa fase da Toyota.
A Sauber: como estamos vendo, Massa parece o único piloto na equipe, pois Villenueve, em último no campeonato, não faz nada além de engordar.
A Red Bull: Coulthard e Klien mostram que estão apagando as manchas da Jaguar na F1, mas, ainda é muito cedo pra falarmos que a RBR pode ter chances de ser uma escuderia de ponta.
A BAR: com um campeonato estranho pra uma vice-campeã de construtores, ela tenta chegar no melhor do carro que ainda não alavancou na temporada.
A Williams: está tentando alcançar as primeiras colocações, mas, por enquanto, está indo mais ou menos.
A Jordan e a Minardi: nada a declarar.
João Luiz da Silva, São José dos Campos (SP)
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Amigos, alguns pitacos sobre o GP do Bahrein. Para mim, os melhores pilotos nesta corrida foram, pela ordem: Alonso, Barrichello, De la Rosa e Trulli.
Alonso: prova que sabe andar na frente. Não se pode dizer que Miguel colocou pressão no Príncipe das Astúrias e, por isso, ainda não o vimos com um quente e dois fervendo nas orelhas. De qualquer forma, show de bola. É piloto macho.
Barrichello: o que será que aquelas pessoas que nasceram para anarquizar, esculachar, menosprezar sempre Rubens dirão depois deste GP? Há como negar que ele pilotou pra cacete? Segurou Deus e o mundo atrás, se defendeu como pôde e como não pôde dos ataques de De la Rosa com uma Mclaren bem mais no chão que aquele carrinho de autorama vermelho com o bico preto. Rubens mostrou ser técnico (quando Saturno está por trás de Plutão, fazendo confluência com Virgem) o suficiente para administrar uma corrida e o ponto perdido na última volta foi um duro golpe no seu final de semana.
De la Rosa: apesar de ter-lhe faltado competência em ultrapassar Barrichello, o espanhol foi muito bem. Guiou sempre forte, fez de Webber um simples coala e só deu mole quando passou reto no final da reta tentando ultrapassar Rubens.
Trulli: este deve estar cuspindo marimbondo toda vez que lembra de Briatore. Se não fosse pela briguinha de ambos (os dois, como diria um amigo meu) o piloto italiano da Renault não seria Giancarlo. Continuaria sendo Jarno. E aí eu queria ver o duelo entre Alonso e ele. Mesmo assim, foi mais rápido que Ralfinho Schamquete e de novo foi segundo lugar. A Toyota evoluiu muito e se depender da grana que eles têm...
Agora as menções “honrrosas”.
Michael Schumacher: está puto das calças com a F2005. Esse papo que está feliz porque o carro é rápido é conversa. Está puto, me confidenciam passarinhos vermelhos de Maranello. E mais ainda porque Barrichello está a sua frente no campeonato e vem pilotando bem (toc, toc, toc na madeira )
Jacques Villen... ah, não vou perder meu tempo escrevendo o nome dele. Porque não se chama José. José? Fala Zé, mal-educado. E aí, beleza? O canadense está tomando uma piaba do Massa, que não é bobo, e, neste ritmo, não dura 3 corridas na Sauber. Li aqui que a Ferrari poderia estar de olho em Massa. Será? Não me parece uma verdade. Mas só o tempo dirá.
David Coulthard: com aquela Jaguar pintada de azul rouba aos 67 do segundo tempo o pontinho de Barrichello. Fez o dele e nada mais.
Bridgestone: quem te viu, quem te vê... tsc,tsc,tsc. Acho que vou colocar 4 novos Unyroyal na minha Parati 95 CL 1.6. Cadê a Goodyear? Pirelli? Continental? Englebert? Bons tempos.
Um abraço e obrigado por terem lido até o final.
Marcelo Ferreira, Jacarepaguá (RJ)
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Prezados amigos,
Pelas condições de pista eu ainda considero o GP do Barhein como exótico em termos de resultados e para servir de base para projeções, mas acho que já dá pra imaginar o que vai ser essa temporada de 2005. Pena que esse regulamento absurdo vai causar eventuais distorções nas corridas.
A Renault seguramente possui o melhor conjunto e se manter um bom desenvolvimento ao longo do ano ela será a principal candidata a levar os dois títulos. Durante os pit-stops, quando podemos verificar o estados dos pneus, é clara a diferença para as outras equipes. Alonso está me surpreendendo. O garoto não só está em comunhão total com o carro mas mantém um ritmo muito forte durante toda a corrida sem cometer erros. Físico vai sofrer bastante esse ano. Vai ser pressão do companheiro de equipe, do chefe da equipe e de todo o lado. É bom ele se preparar pra isso, pois, sendo um piloto ordinário como é, precisa se esforçar pra não se tornar a âncora do time.
Toyota: Você teria apostado seu dinheiro nessa equipe? Nem eu, mas se tem um carro que evoluiu bastante esse foi a Toyota. Vamos ver se eles tomam jeito e transformam essa fase boa em uma fase permanente. O lado negativo fica por conta do Sr. Ralf. Lógico que isso não é uma surpresa, mas acredito a decisão de contratá-lo vai se mostrar um erro cada vez maior ao longo do ano.
Red Bull Racing (ou RBR, como ainda insistem): Nessa corrida não foi a mesma sensação das anteriores, mas mesmo assim já deu o recado de que está no caminho certo. De quebra ainda revelou um Coulthard que agora parece ter muito mais a contribuir do que pensávamos e um Klien que não é aquele bração duro que a Jaguar nos fazia crer. Mas nessa ele foi azarado.
BAR: Eu confesso estar rindo muito com o desempenho essa equipe até aqui. O Sr. Jenson “espertinho” Button vai viver o seu pior ano na F1 e o Sato, infelizmente, não vai poder nos proporcionar aqueles shows de audácia e estupidez do ano passado. O carro é simplesmente uma porcaria.
Willians: Mr. Willians e Mr. Head são, definitivamente, os maiores colecionadores de fracassos da F1 de 1998 pra cá. Acredito que a temporada européia vai colocar as coisas nos seus devidos lugares e este conjunto pertence a nona e décimas posições.
McLaren: Depois da Renault eu acho que o melhor chassi é o da McLaren. Nos seus pit-stops dá pra ver que este carro está conseguindo usufruir bem os seus pneus. O ponto fraco aqui me parece ser os motores Mercedes. Acho que os alemães estão sendo bastante conservadores na potência em troca da necessidade de durabilidade. Lembrem-se que até outro dia eram deles um dos motores menos confiáveis da categoria. Menção especial ao De La Rosa o qual, no melhor estilo “A volta dos que não foram”, deu a certeza à equipe de que o Montoya não fará falta. Kimi mantém-se como o ponto forte da equipe.
Sauber: Tenho certeza que o nosso amigo canadense não chega ao final dessa temporada guiando um desses carros. Está tomando tanto tempo do Massa, que não é lá essas coisas, que a imagem de “ex-campeão” será definitivamente trocada pela de “piloto ruim”.
Ferrari: Mostrou com o novo carro que o problema permanece velho. Os pneus Bridgestone são o ponto fraco da equipe e os bons resultados dependem de uma melhora sensível neste item. Schummy vinha provavelmente com pouca gasolina e num ritmo que só faria piorar a situação dos pneus. Seu destino também seria tomar uma volta, ou quase, do líder. Eu só não acredito nessa estória de pane hidráulica. Nunca vi este tipo de pane travar os freios (esse tipo de pane era comum no carro do Barrichello, lembram-se?). Aquilo foi um erro e uma jogada de toalha porque ele sabia que não tinha muito futuro nessa corrida. Já Rubens não conseguia sequer acompanhar o ritmo do De La Rosa e do Sato antes dos seus pneus acabarem. Mais uma corrida pra esquecer. Muito se fala na suposta arrogância da equipe em começar a temporada com o F2004, mas arrogância mesmo é o Sr. Todt dizer que essa corrida foi um bom “teste” para a F2005. Por favor alguém diga pra ele que a Ferrari foi reprovada clamorosamente neste teste.
Por fim, cansei de ouvir tanta besteira do Sr. Bueno e do Sr. Leme. A cada ano que passa eles ficam piores e neste ano já começaram a jogar no lixo qualquer reputação que eles acumularam nestes vinte e tantos anos de transmissão. É bom que eles saibam que fãs de F1 não são idiotas (vide a qualidade dos comentários nesse site) e que, portanto, eles devem deixar de se portarem como tais. Abraços.
Evandro, São Paulo (SP)
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Assim como o Panda, acho que estas três corridas iniciais não informaram muita coisa. A nova Ferrari será competitiva (ou alguém duvida disso? Eles compraram Euros $ 26 milhões em equipamento de testes entre novembro e janeiro, e podem simular 4 GP’s por dia no laboratório. E venham me falar de cortar custos) , a Michelin acertou a mão, e a Bridgestone ainda não, talvez pela escolha de parceiros que fez (Ferrari, Minardi e Jordan). A Renault é a melhor dos Michelin e a Ferrari a única oponente que conta.
Agora, sabem por que o treino tem este formato esdrúxulo onde a competitividade perde para o show, somando o tempo de sábado e domingo? Vejam só: as corridas européias ocorrem à tarde, quando a F-1 tem que disputar a atenção com outras coisas menos importantes (para os GEPETOS, é lógico) como futebol, cricket, bocha, arremesso de caroço de azeitona, etc. Então, para assegurar a atenção do público (senão as TV’s iam querer reduzir a quota de patrocínio; onde o vil metal prevalece só pode dar num regulamento de bosta mesmo) os Tios Bernie e Max criaram um treino pela manhã (ou melhor, valorizaram o antigo warm-up), colocando a F-1 em evidência desde cedo no domingo. São mais de 6 horas de F-1, embora o intervalo entre treino e corrida seja preenchido com outras atrações (se for F-1 melhor, tem sempre uma fatura de direitos de imagem para emitir) .
Veja bem, isto vale para a Europa, e como fica o resto do mundo? Bom, se você é resto, então que se lixe, fique acordado até de madrugada para ouvir a classificação e tentar entender o grid.
Com base nas corridas iniciais quero distribuir os seguintes prêmios :
Troféu Pop star (vocês sabem de quem eu estou falando) – Vai para o Jacques. Por quê? Só corre atrás dos meninos e quando alcança leva pau (desculpa, sei que é um site de família, mas entenda como quiser). Sugiro fazer um bolão para ver em qual corrida ele vai ser substituído (acho que ele agüenta até o Canadá, por questões mercadológicas).
Premio de Gastronomia - Nouvelle cousine – vai para a Michelin, que acertou a receita direitinho. Agora, não leva trena para o grid que os caras cantam a Marselhesa e saem no braço .
Troféu fast food ou sashimi de tofu versão “borraxaria e recapagem do zé” – vai para a Bridgestone, que errou totalmente a receita, para os circuitos onde prevalece o calor. Imola a 20 graus é outra história .
Menção honrosa “José Genoíno” de aliança – Também para a Bridgestone. Com Ferrari, Jordan e Minardi eles querem o quê? O mais longo outdoor da F-1? Começa na primeira fila e termina na última ?
Troféu “Severino Cavalcanti de eleição” – Vai pro Nick, Heidfled que mostrou a que veio e deixou o Pizzonia quietinho.
Prêmio “Escola de Engenharia Flavio Briatore”- Dividido entre BAR (que foi um foguete na pré-temporada, seguindo as táticas mercadológicas do FB, e depois desandou), e a Toyota (este carro andando tanto, são os pneus ou eles contrataram os mecânicos da Benetton de 94? Será que tem arte?). Mas merece menção especial o cara de RH da equipe, que contratou os engenheiros de chassis da Honda e deixou os de motor lá. Enquanto isso, o departamento de seleção da Honda foi para a porta da Fogos Caramuru.
Curso de graduação em engenharia Colin Chapman – Vai para a Renault, que confirmou a boa pré-temporada e queimou a língua de muita gente (inclusive a minha). A goma ajuda no calor, mas o conjunto pneu-suspensão-tração tem o melhor compromisso entre durabilidade e desempenho. Vejamos como fica na fase européia .
Troféu traquitana ou Omo lava mais branco – para a Jordan Frankstein. Eles conseguem ser piores que a Minardi. Alguém está checando o balancete? Parece que o contador é mais importante que o projetista. Chamar o carro de carretera é uma ofensa à memória dos grandes Camilo Chistofaro, Catarino Andreatta, e tantos outros .
Menção honrosa “governo Lula” – vai para o Webber , porque só apanha do garotinho Nick. Todo domingo de corrida chega em casa com o olho roxo.
Premio “César Maia de gestão hospitalar” – vai para a Williams. Vejam só, os instrumentos de medição do túnel de vento estavam descalibrados em 30%, e só descobriram porque o pessoal da McLaren deu uma ajudinha, testando o carro deles e comparando o resultado. Já demitiram 5. Lembra a piada que o Millôr Fernandes contava, depois de comprar uma perua Jangada : se a Simca fabricasse relógio cuco, o passarinho saia de costas e perguntava a hora do jantar (se alguém comentar a minha idade vai ser piquetzado a lá Salazar; eu era garoto gente!).
Troféu “jogar o bebê com a água do banho”- Vai para a Ford. Foi só se livrar de um bando de puxa-saco incompetentes para o carro andar.
Troféu “Jean Edmundo Romário Danrlei Maradona da Silva Alesi” – Vai para o Montoya. O brilho do cara apagou e ele só ficou com as brigas e arruaças. Ninguém tem nada com a vida privada do piloto, mas precisava brincar de motocross, com um belo salário na mão, e a esposa grávida? Qual vai ser a próxima gracinha? Subir morro do Rio com pistola de água?
Prêmio “não risquem fósforo perto dele” - Vai para o “Kimi 98 graus”. A fofoca é que ele está ajudando a Mercedes a desenvolver um novo combustível, e vão adaptar um dispositivo para ele fazer xixi no tanque. Ainda bem que não fazem teste de bafômetro no grid. Pois é, agora 3 semanas de expectativa até Imola .
Ps: para o Romeu Nardini : 1- O cambio da Ferrari usa a carcaça do Fiat 147, mas o miolo tem peças do Ford Anglia e do Doginho. 2- É claro que o engenheiro precisa fica orientando o Sato na largada : o cara é japonês (imagino a conversa: cuidado o carro vermelho na frente é uma Ferrari)!
Grande abraço.
Victor Lagrotta, São Paulo (SP)
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Olá, amigos do Gp Total.
Primeira vez que lhes escrevo, mas é com um prazer imenso. Gostaria primeiro de comentar a respeito do Cristiano da Matta. Ano passado ele foi demitido sumariamente por discordar do projetista em relação aos problemas do carro, que ele achava estar na suspensão e não na aerodinâmica.
Pois bem, ficou o Olivier Panis e entrou um desses panacas do volante, o carro continuou uma m... em todos os sentidos. Não é que neste ano, milagrosamente, os Toyota estão andando lá na frente? Parece passe de mágica, mas na Fórmula 1 existem certos mistérios. Será que o Cristiano estava certo? Pois confiava muito no taco dele.
Em relação aos outros carros, o que me causou mais surpresas foi o comportamento mediano dos McLaren, pois esperava que mantivesse o desempenho dos treinos pré-temporada em que estavam voando baixo, e a total apatia das BAR, pois não dá pra compreender como eles se perderam de uma temporada pra outra, já que eles tinham um belo carro em 2004.
No mais, continuo acompanhando as corridas no horário que for, pois a magia da Fórmula 1 está longe de qualquer outra categoria e não importando se mudam as regras ou não. Um grande abraço.
José Carlos Enne Daumas, Macaé (RJ)
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Foi bom enquanto durou. Bahrein mostrou uma corrida disputada como há muito tempo não se via. O dono do espetáculo foi o coadjuvante Pedro de La Rosa. A taça “Nigel Mansel de elegância ao volante”, que no ano passado estava nas mãos de Takuma Sato, está nas mãos do espanhol com todo o mérito. Ele protagonizou quase todas as disputas de posições, não se acomodou, não deu sossego a quem aparecesse na frente. Sem o compromisso de economizar o motor para a prova seguinte, sem a necessidade de acumular pontos para o campeonato, teria a liberdade de deitar e rolar.
Para a Mclaren e os senhores da Michelin um teste em condições reais da durabilidade do carro e pneus. Ambos aprovados com louvor. O carro chegou inteiro, os pneus agüentaram a temperatura e as “fritadas”. A conclusão é que o conjunto Mclaren-Michelin está equilibrado o suficiente para agüentar mais, só vai depender dos pilotos. Um grande futuro.
Uma segunda lição deveria ter sido aprendida pelos que encararam a briga com o espanhol. Exceto o Webber, todos que se meteram com ele, além de serem ultrapassados, ficaram sem carros para acabar a corrida. O Sato ficou sem freios, Button sem câmbio, Rubinho sem pneus, só Webber que brigou pouco e no final da corrida que não pagou pelo pecado. Fica então a dúvida, se o Rubinho não tivesse se metido na briga com o Pedro de Rosa ele poderia ter um carro para chegar na pontuação?
Me lembrou muito o GP da África do Sul do segundo ano do pontificado de João Paulo II, Piquet ainda inocente caiu numa briga inútil, se não me engano com o Laffite e no fim chegou se arrastando em quarto. De qualquer forma, foi bom enquanto a Bridgestone durou, e olhe que durou bastante. Quase uma corrida inteira. As novas Ferraris mostraram que precisam de mais um período de incubadora. Tirando a variável pneu, nasceram com a competitividade de uma Toyota, o que neste ano não é pouco. E a partir daí começar a evoluir.
Não podemos esquecer que o segundo lugar no grid foi graças ao fator Schumacher, aquilo que o pessoal usualmente chama de tirar o “coelho da cartola”. Pela primeira vez a Renault sentiu uma outra equipe “fungando no cangote”, pelo menos nas primeiras doze voltas, um bom prenúncio para a fase européia para os italianos. Fica uma outra dúvida, a dúvida Tostines: Rodou por causa da pane hidráulica, ou teve a pane hidráulica por causa da rodada?
Desta vez não dá para maldizer aqueles que saíram da pista. Exceto Alonso e Trulli (talvez possa até ter acontecido, mas longe das câmeras), quase todos deram a sua escapadinha. Uma última dúvida. O gesto elegante do Trulli, saindo do pódio, e indo cumprimentar o engenheiro da Renault, foi só um ato de extrema gentileza, ou uma provocaçãozinha ao sr Flávio Briatore?
O campeonato está tomando contornos interessantes. A Ferrari parece estar com um bom carro, não para ser hegemônico, mas para brigar por vitórias. A Toyota finalmente parece estar ficando com a casa em ordem, e com o retorno do investimento aparecendo. Tem o Trulli tentando ciscar algum deslize do Alonso. A McLaren mostrou o quão extremo pode ser, se exigido. O campeonato está começando, com um bom handcap a favor da Renault, mas com promessa de boas brigas, e muitas quebras e barbeiragens, afinal é ai que está a graça. O chato é que no fim o mais equilibrado deve levar a taça.
Olavo Ito, São Paulo (SP)
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É a maldição da FIAT? Chamou-me a atenção que cada vez que a Fiat resolve colocar sua marca em destaque na carenagem da Ferrari F1, o carro fica uma droga. Durante os 20 anos de ostracismo e vexame, em que o motor da rossa costumava eleger um novo Papa a cada GP (o motor soltava fumaça preta, e babaus!), o emblema FIAT esteve em destaque.
Depois, na renascença da escuderia (that is, in the Schumi era), o emblema da Fabrica Italiana Automobile Torino sumiu. Agora que a FIAT está numa merda atômica (falida, só vende no Brasil, o que é muito pouco; sofrendo o vexame da GM preferir pagar dois milhões de dólares para não ter que absorver a Fiat; sendo escolhida pelos redatores da Top Gear da BBC como a fabricante dos carros mais vagabundos do mundo atrás de Lada, Proton e das coreanas), a marca reapareceu em destaque nos bólidos da Casa de Maranello — e a Ferrari em três corridas deu três vexames!
Eu sei! eu sei! Dirão que isso é mera coincidência, que não se coaduna com o racionalismo do século 21, etc.! Mas é o caso de se pensar: Jo no creo em brujas, pero...
Nuno, Porto Alegre (RS)
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Olá, Nuno. Apenas corrigindo uma informação: a fumaça que indica que um novo Papa foi eleito é branca. A fumaça preta indica que uma votação foi feita, mas que não foram preenchidos os requisitos para a escolha de um nome. Abraços. (LAP)
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A Renault confirmou de vez que é a equipe a ser batida, e que Fisichella, se quiser alguma coisa, vai ter que melhorar muito pois Alonso é o homem a ser batido. A Ferrari, bem que tentou, mas com estes pneus, sei não. E pelo visto, a moral de Barrichello ainda continua muito pequena, pois lhe deram uma carroça neste fim de semana. E só vão dar um carro de verdade, depois que o Alemão tiver reagido, o que está parecendo algo bem complicado.
Fernando Eduardo Macedo Marques, Niterói (RJ)
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Caros amigos,
Precisamos urgente de narradores e emissora nova para transmissão da F1, porque o Galvão e o Reginaldo estão velhos, gagas, e ainda por cima burros, trocando McLarens por Minardis.
Simplesmente ridículo, e o fato da tv Globo e a Foa de trocarem de nome equipes de F1. Por exemplo, a Red Bull, que é simplesmente chamada de RBR, por estes animais. Por quê? Para não fazer propaganda dos caras??? Então não podem transmitir corridas, pois fazem propaganda de tantas outras equipes e marcas. Mas os caras da Red Bull gastam milhões e mais milhões de dólares para manter uma equipe e aparecer para o planeta e estes animais da Globo e o Galvão ainda falam e colocam na tv RBR. Fica aqui minha indignação! Abraços a todos e até Imola, se Deus quiser com Rubens em 1º colocado!
Rony Deivis Zago, São Paulo (SP)
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Oi pessoal do GPtotal,
Só queria dizer que eu crie meu blog, falando sobre automobilismo. O endereço é www.apenasrpg.zip.net. Amanhã, no final da manhã, eu já entro com os comentários sobre o GP do Bahrain. Abraços!
Rodrigo, Rio de Janeiro (RJ)
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Olá Panda, Edu, Tite, Ico e Alessandra.
Nesta carta, apenas queria expressar minhas opiniões sobre este começo da temporada de 2005. Acho que o que Pandini disse na última carta no fundo está certo, embora não devêssemos apenas nos prender à idéia de que nada mudou, apenas alguns personagens.
Apesar de, no fundo, tudo continuar igual, a temporada 2005 tem mostrado bons momentos diversos que me prenderam na frente da TV. É possível chegar à algumas constatações:
1) A Renault tem o carro mais redondo da temporada, que desgasta os pneus de forma uniforme (vocês viram os pneus nas paradas dos boxes)
2) A F2005 me pareceu ser um carro de desempenho semelhante ao FW27, a diferença é o componente atrás do volante, capaz de compensar um segundo. Muito mais eficiente do que os da Williams.
3) O principal erro da Williams nos últimos anos, não foram os carros, e sim insistir nesta dupla de pilotos medianos que atendem por Ralf Shumacher e Juan Pablo Montoya. Os desempenhos dos igualmente medianos Webber, Heidfeld e De La Rosa falam por si.
4) Acho que o que falta para Fisichella disputar o título, é o que falta para a maioria dos pilotos italianos depois de Farina e Ascari: regularidade.
5) A Ferrari foi a única equipe que não assinou aquele acordo para treinar por dias limitados. Deste modo anda treinando exaustivamente para desenvolver o F2005 enquanto a Renault vai num ritmo mais lento. Eu se fosse eles, descia do pedestal que subiram e arregaçava as mangas. Daqui a pouco a Rossa chega.
Obrigado pelo espaço!
Lucas Ochoa Carioli, Taquari (RS)
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Acho que ninguém percebeu direito ainda, mas a continuar o predomínio da Renault estaremos apenas trocando a cor do líder de vermelha para azul. Em que pesem as ultrapassagens e disputas de posição até o final, o que vi foi que a F1 caminha lentamente a retornar a posição de hegemonia de uma só equipe.
Tomara que a BAR consiga melhorar o suficiente para que em Ímola a ordem de chegada pelo menos se altere com um carro japonês em primeiro e um francês em segundo. E também não creio que má fase da Ferrari dure mais que duas provas, até porque agora eles correrão em casa, na Europa, e poderão de valer melhor de seu aparato técnico e de infra-estrutura que lhes faltou em Bahrein no caso do câmbio do Rubens. E de mais a mais, o brasileiro está na frente do alemão, vamos ver se a situação persistir a equipe vai lhe dar atenção para ele disputar o título.
André, Rio de Janeiro (RJ)
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Amigos do GP Total,
Toda semana têm reclamações para todos os lados de que a Fórmula 1 acabou, isso e aquilo. Eu mesmo já reclamei neste site de que a competição havia sumido, as corridas eram um saco e tudo mais. Já mudaram o regulamento trocentas vezes, deram mais 2 pontos para o segundo lugar, um motor por corrida, mudaram classificação e várias outras miudezas. Só que cada vez mais um detalhe fica cada vez mais claro: a Fórmula 1 vai ser sempre assim, e aliás sempre foi, tirando poucas ocasiões. Uma categoria de vanguarda, em que as regras são (Pasmem) bem mais frouxas do que as outras, nunca vai ter o equilíbrio que os torcedores querem.
É só analisar nos nossos próprios automóveis: Freios ABS, câmbio borboleta, eletrônica embargada, suspensão ativa. Várias destas maravilhas vieram da Fórmula 1. As montadoras investem essa grana toda na Fórmula 1 para isso. Usam como laboratório e como propaganda ao mesmo tempo. O que faz uma equipe ser top é isso. Investimento em tecnologia a longo prazo que no futuro vai dar resultado, como o que a Ferrari fez desde 1996, contratando o melhor piloto e os melhores técnicos. O resultado: 5 títulos mundiais.
Se quisermos ver carros andando no mesmo nível, se pegando nas pistas, é só colocar apenas um fornecedor de pneus, um fornecedor de motor, restringir a entrada de ar e outras particularidades mais. Não estranhe se ficar parecida com a fórmula 3 ou a fórmula 3000, mas é essa a diferença da Fórmula 1 para as outras categorias. Não adianta esmurrar contra a parede, na Fórmula 1 sempre vai ser assim. Agora é a vez da Renault, ontem foi a Ferrari, Willians, Mclaren e por aí vai.
Talvez nós brasileiros reclamamos tanto porque não tem nenhum brazuca ganhando tudo, pois se este site existisse, como também a web, nos anos 80, isso aqui seria mais ou menos igual o mar da tranqüilidade. Abraços.
Pedro Sartorio Junior, Cachoeiro de Itapemirim (ES)
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Enfim, uma luz! Apesar da quebra, o F2005 demonstrou-se rápido e competitivo. A borracha é que continua de segunda mão. Não pensem que Barrichello destruiu os pneus como já li e escutei em declarações por aí. Ele ficou sem pneu, pois, quando precisou levar o peso do combustível após o pit, os pneus começaram a se desgastar, e aí levou o Ferrari “recondicionado” no braço ate onde pôde.
Grande prova no exótico circuito Barenita. E põe exótico nisso. No miolo do circuito há um enorme morro de areia, dando a impressão que o circuito é encravado em um Grand Canyon estilo faroeste americano.
Sobre circuitos exóticos, uma noticia movimentou o paddock essa semana: o famoso Monte Fuji, pertencente hoje à Toyota, esta sendo reinaugurado. É claro que a montadora quer a prova do Japão lá, mas aos faz que possam pensar que as curvas inclinadas voltariam, esqueçam. Aquele trecho hoje é composto por uma seqüência de curvas lentas projetadas por quem? Imaginem.
Falando em japoneses: Será que não houve inversão de técnica entre a Toyota e a Honda? Ridículos os motores da Honda nesse começo de temporada. Em compensação a Toyota, que foi cogitada até a sua saída da categoria se não conseguisse resultados expressivos nas próximas temporadas, se encontrou e vai firme a direção à primeira vitória ainda nessa temporada. Até aposto onde será: No Principado.
A Bridgestone não consegue fazer pneus para temperaturas extremas. Há quem comemore, inclusive na mídia brasileira, a vinda de temperaturas mais amenas em Imola. Só que em Imola, há alguns anos, nevou. E agora?
Rubens e Michael teriam obviamente problemas com os pneus. Os de Michael não tivemos tempo de verificar. Os de Rubens foram nítidos: no começo, tudo bem. No meio, começou o desgaste, no momento em que o carro recebeu peso novamente. No momento em que recebeu novamente peso no segundo pit, Rubens notou o desequilíbrio do carro e quis levá-lo no braço. Isso só piora a situação pelo jeito.
Alguém nota a semelhança entre essa temporada e a de 1991? O melhor carro com problemas de confiabilidade, enquanto a principal concorrente ganha as provas facilmente. No meio haverá uma reação do melhor carro, a ponto de disputar o titulo. A diferença está entre o banco e o volante do melhor carro.
Dois momentos marcantes do Gp: a incrível e belíssima derrapagem de Michael no treino de domingo. A segunda a batalha acirrada entre Mark Webber e Pedro de la Rosa. Substituiu bem Montoya, dando mais um motivo para imensas criticas a Jaguar.
Houve na transmissão brasileira momentos de muita descontração, mas também de protecionismo exagerado. Na batalha entre De la Rosa e Webber, o comentarista deixou claro a preferência por De la Rosa. Mas na verdade, queria mesmo era ver Webber fora da disputa. Ficou óbvio a amizade com Pizzonia nesse caso.
Por fim, digo adeus ao grande pontífice João Paulo II. Peço, pela ultima vez a sua benção para todos nós, que acompanhamos a sua caminhada. Peço pela ultima vez, proteção para todos os pilotos e envolvidos nesse esporte em que temos tanta paixão. Peço pela ultima vez, proteção a todo o planeta.
Roberto Taborda
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Edú, Panda, amigos.
Acrescentamos mais um GP de F1 ao nosso currículo. Como era de se esperar, o forte calor foi o grande ingrediente do GP de Bahrein. Fez desandar algumas receitas e ainda derreter alguns componentes à base de borracha, fibra de carbono e etc.
Acho que com as provas chegando a Europa o campeonato de 2005 já pode começar. Até agora o que se viu foi mais um teste de resistência para máquinas e pilotos (nem um, nem outro chegou inteiro nessas três primeiras provas). Me lembrei que nos anos 70 os campeonatos começavam com Argentina, Brasil e África do Sul e o que se via era uma certa displicência das equipes, que vinham com carros do ano anterior sem muita preocupação com o campeonato (os tempos eram outros, as exigências e o profissionalismo também). Mas quando começava a fase européia, a verdade aparecia e o campeonato começava a esquentar. A diferença era que nessas primeiras provas os pontos se dividiam, porque havia mais equilíbrio entre as equipes e pilotos, dificilmente acontecia o que vimos recentemente com Schumacher, a Ferrari e a Renault deste ano. Acho que isso vai se repetir em 2005.
Vamos esperar quinze dias para vermos como se comportarão os pneus com uma temperatura mais amena, como estarão realmente as novas Ferraris e seu misterioso câmbio (será que por medida de economia não estariam usando o cambio do Fiat 147, nosso velho conhecido?) e aguardar melhoras em McLaren, Willians, RBR, Toyota, Sauber, BAR e, por que não, Jordan e Minardi.
Mas a Formula 1 moderna me proporcionou momentos muito tristes neste fim de semana. Na 6ª feira li uma noticia que o Couthard tinha se apavorado nos treinos livres, com receio de destruir seu motor, porque a luz que indicava a hora de trocar as marchas não estava funcionando. E ele deu várias voltas sem referências.
O outro episódio triste foi ver a largada do Sato, sendo orientada via radio pelo seu engenheiro nos boxes. “Atenção, à sua direita tem uma Willians, à sua esquerda uma Toyota”.
Que coisa ridícula. Após passar 10 dias aqui no GP Total, revendo as imagens daquelas voltas de Piquet e Senna, a descrição da ultrapassagem e os comentários do Panda, somadas a brilhante visão do colega Marcio Madeira sobre o mesmo tema, vocês acham que dá pra conviver com as coisas dessa F1 moderna? Alguém pode imaginar Piquet e Senna naquelas voltas alucinantes, preocupados com luzinhas vermelhas indicando a hora de trocar marchas, ou ouvindo engenheiros dos boxes “orientando” aquela ultrapassagem? É triste, muito triste. Por isso quem viu, viu. Quem não viu aproveite para ver no GP Total aquelas cenas, enquanto é tempo. Porque nunca mais vão ver dois brasileiros com aquele nível, disputando uma corrida e dividindo uma curva daquela maneira. Nem nós, nem nossos filhos, nem netos, bisnetos, tataranetos... Abraços.
Romeu Nardini, São Paulo (SP)
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Olá, amigos!
Simplesmente lamentável a transmissão do GP do Bahrein por parte da Globo. A única coisa que se salva são os comentários técnicos do Burti. O Galvão e o Reginaldo devem estar ficando gagás com os alegados 25 anos de F1. O ufanismo deles chega a ser ridículo, atacando o tempo todo os pilotos estrangeiros. O comentário do Galvão se juntarmos o Webber e o de la Rosa não dá um piloto, sendo que os dois foram responsáveis pelo melhor duelo da corrida. Então se juntarmos o Massa e o Pizzonia não teremos meio piloto. Além disso, confundir uma McLaren com uma Minardi é de doer.
Alexandre de Souza, Criciúma (SC)
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Olá pessoal do GPTotal!
Fernando Alonso é o alvo! O espanhol venceu com tranqüilidade o GP do Bahrein e é o líder disparado do campeonato e o que é melhor para ele, o segundo colocado é Jarno Trulli da Toyota, que dificilmente se sustentará por toda a temporada neste ritmo de vários pódios. Alonso teve sua vitória facilitada pelo desespero da Ferrari, que colocou seu carro novo sem testes e o que se viu foi um final de semana digno dos piores dias da Minardi. Schumacher tinha carro para acompanhar e quem sabe ultrapassar Alonso, mas uma quebra, depois de 3 anos e meio, pôs tudo a perder. O final de semana do Rubinho deu pena e dó. Não andou nem na Sexta e nem no Sábado e quebrou o motor na segunda classificação e vinha fazendo uma boa corrida, quando os pneus Bridgestone acabaram de novo e ele ficou de fora da zona de pontuação, em nono.
Se antes da largada ele mostrou até bom humor para o Pedro Bassan, esse bom humor acabou depois da corrida, quando não teve pudor em dizer: Foi pneu! Agora as coisas estão realmente feias para os lados da Ferrari. Por melhor que seja o carro, os pneus não ajudam e quando chegar na Europa, será verão e o calor também será forte e provavelmente terão dificuldades, principalmente no final das provas. Fora que Alonso já tem 26 pontos, enquanto Barrichello tem oito e Schumacher, dois. Ou seja, antes de tentar vencer para ainda tentar conquistar o título, a Ferrari terá que secar a Renault daqui para frente.
A Toyota com certeza é a surpresa da temporada e mostrou que a vinda de bons pilotos ajuda e muito. Trulli está na melhor fase da sua carreira e foi segundo com sobras, assim como na Malásia, enquanto Ralf foi quarto. A McLaren mostra sinais claros de recuperação, com Raikkonen em terceiro e o “problema” De la Rosa em quinto. Problema por que o espanhol fez a melhor corrida de sua carreira e talvez a melhor apresentação individual no ano, deixando no chinelo Juan Pablo Federer (ou Juan Pablo Everts...) e criando um ponto de interrogação na cabeça de Ron Dennis e pondo muita pressão no colombiano, que tem obrigação de no mínimo igualar a bela atuação do espanhol.
A Williams também cresce, mas Webber pôs tudo a perder quando rodou. Ele acabou com seus pneus e perdeu rendimento e proporcionou uma bela briga com De la Rosa. O Reginaldo Leme e outras pessoas podem falar tudo do Webber, menos que ele não é combativo e não sabe defender a sua posição. A BAR foi outra que deu uma melhorada, mas ainda está muito aquém do que era esperado da equipe anglo-janponesa. Massa marcou pontos pela primeira vez, mas ao contrário do que ele disse antes da temporada, ele se aproveitou, e bem, dos abandonos que aconteceram à frente dele. Villeneuve até que acompanhou o ritmo de Massa desta vez, mas teve um problema no final e esta deve ter sido a última corrida do canadense na F1.
Com os problemas da Ferrari e de Fisichella, Alonso está dando passos largos rumo ao primeiro título dele e da Espanha e só um detalhe: se ele confirmar o favoritismo, será o campeão mais novo da história da F1.
João Carlos Benício Viana, Fortaleza (CE)
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Rubens com problemas no câmbio (até aí, normal. Essas coisas acontecem); Sem peças de reposição (na Ferrari? tomando vareio nas 2 primeiras provas? Epa! Isso já não é normal); Seis pontos na frente do alemão na terceira corrida (uau! algo inédito!). Alemao anuncia “estamos de volta” (por que será que ele usou o plural?). Rubens em 15º e ganha elogio (mas é claro. Não foi ele quem deixou as peças de reposição na Itália). Hmmm... não sei, pode ser teoria da conspiração de novo, mas essas desculpas e fatos estão bem convenientes pro alemão alcançar Rubens nos pontos. Viajei demais?
Gustavo Reis, São Paulo (SP)
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O Heidfield continua andando mais que o Webber. Até agora minha previsão está batendo. O Webber não está com a bola toda que dizem que está. Ele é muito irregular! Nossa vingança será maligna, como diria o Vampiro Brasileiro.
Augusto Lage, Teresina (PI)
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Se Villeneuve no seu retorno tinha intenção em usar a Sauber como trampolim para a Ferrari, está se dando muito mal, pois Felipe Massa está colocando o canadense no bolso e certamente o time vermelho está de olho.
André Nascimento, Rio de Janeiro (RJ)
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Escrevo para comentar o primeiro treino classificatório. Vocês repararam pelos dados da telemetria que o Alonso foi uns dos poucos pilotos a reduzir para 1 marcha nas curvas mais travadas do Bahrein? Ele saía mais forte que os demais que só reduziam para a segunda marcha. Foi o pole mesmo errando na última curva. Bom, vamos esperar pelo treino de amanhã! Vocês estão de parabéns pelo site. Abraços para todos!
Cesar Shindi Uehara, Japão
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Nos últimos anos, a FIA tem se interessado muito pelos freios da F1. Seu objetivo é limitar a força da frenagem para facilitar as ultrapassagens nas curvas.
Será que o novo regulamento pra 2006 não vai transformar a F1 em uma “merda” ainda maior? Imagina se a FIA quiser limitar os freios e o consumo de combustível? Um abraço.
Carlos Alberto Ribeiro
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A diferença que está fazendo a Renault ganhar são os pneus e um engenheiro que é um craque nos Software, está enganando todo mundo, seu carro larga melhor e anda mais com um motor que teoricamente seria menos potente que o do ano passado. Mágica não existe, o Briatore (Il cappo di tutti cappi) sempre foi de enganar todo mundo.
Tudo bem, o chassi é muito bom, e o motor, um foguete, mas tem muito mais coisa por de baixo dos panos. E também é claro que a Ferrari menosprezou todo mundo indo com o carro do ano passado, mas logo as coisas vão ficar mais complicadas para a Renault, não dou duas corridas para o caldo engrossar para os Azuis.
O Weber é um Zé Ruela, mas não teve culpa no acidente, e os pneus do Rubinho estavam no bagaço, dava dó . Quanto aos treinos, não ficou pior nem melhor, só diferente, daqui a pouco todo mundo acostuma, isso já mudou tantas vezes, que não será nossa opinião que mudará isso, tudo é negócio.
anônimo
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Foi melhor do que parece! Parece meio estranho, mas porque toda mudança causa tanta discórdia? Até outrora os treinos com as doze voltas eram errados, pois na verdade só tinha treino na meia hora final. Uma volta lançada é muito pouco, reclamavam os afoitos ano retrasado, e hoje o que temos? Temos que na maioria todos querem a volta dos treinos com 12 voltas. E assim voltaremos às reclamações que só há treino de verdade na meia hora final.
Concordo que talvez seria mais interessante o treino que decide o grid ser no sábado e que a primeira classificação seja feita na sexta com soma dos tempos., mas isso é outra coisa. O mais importante é que pela primeira vez depois de um grande tempo o Gp da Malásia serviu para alguma coisa. É sempre uma corrida chata numa pista desenhada por um cara que acha legal um monte de curva de média alta com um cotovelo no meio. Faz uma reta enorme, mas como a pista tem um monte de curvas não tem como tirar asa do carro.
Mas, enfim, vamos celebrar, houve ultrapassagens na Malásia até que enfim aquelas retas serviram para algo! O Fisico só saiu de traseira porque deixou pra frear tarde demais. Ali, já era, com pneu novo, usado, recauchutado enfim, se servir de parâmetro, o Villeneuve também rodou assim, freou tarde, virou muito o volante, roda! Não tem erro.
Aconteceu do Webber estar por fora e se tivesse um pouquinho de inteligência teria percebido que o Físico tinha freado tarde demais e não teria batido. Bom para o Heidfeld que como quem não quer nada, abraçou um pódio. A Ferrari não está vencida e mesmo que não houvesse essas mudanças no regulamento a Renault daria trabalho este ano. O problema do carro era um motor muito fraco. Nas pistas onde o chassis faz maior peso ela ganhou no ano passado (Mônaco com o Jarno), aquela o Schumacher seria segundo.
Pela primeira vez desde que assisto o GP da Malásia ele foi bom e isso com certeza se deve as novas regras. Pneu se tiver que agüentar uma corrida vai agüentar. Os fabricantes ganham milhões para fazer os pneus. O do Kimi não estourou por desgaste foi um problema de válvula, pode acontecer com novo ou velho. Prova disso eram os pneus do Barrichelo que estavam slicks e não estouraram. Foi isso que eu achei do GP e um pouco deste começo de temporada. Um abraço a todos que participam deste, que junto com o Grande Premio, formam os melhores sites de Fórmula 1 do Brasil.
Fabrício de Vasconcelos, São Paulo (SP)
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Sobre esta notícia no site irmão: GrandePrêmio. “Bernie obriga TV italiana a transmitir GP”. Puxa vida, o Bernie obrigou a RAI ou a RAI2 a transmitir o GP do Bahrein. E por que não obrigou a Globo ou a Globo2 (SporTv) a transmitir o GP da Bélgica do ano passado? Interessante, não. E olha que o motivo da RAI é muitas vezes superior ao da Globo, mesmo porque a transmissão pelo SporTv resolveria em parte o problema. Vá entender.
Ramon Junior, Sete Lagoas (MG)
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