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11.08.11 - Roberto Agresti |
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17.05.11 - Eduardo Correa |
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18.09.09 - Luis Fernando Ramos |
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12.12.08 - Alessandra Alves |
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27.10.08 - Luiz Alberto Pandini |
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29.07.11 - Carlos Chiesa |
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21.09.09 - Ernesto Rodrigues |
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| O GP da Austrália |
14.03.05 |
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Após a prova que deu início ao campeonato, só posso dizer que parece que a Ferrari continuará dominando. Por quê? Resposta: correndo com o carro velho, mesmo saindo do meio para o fundo do grid, seus pilotos, principalmente Rubinho, que largou em posição melhor (11º), chegaram a andar muito próximo dos líderes, sendo que o Rubinho terminou em segundo lugar, passando por vários carros que foram cotados para brigar com as Ferraris. Imaginem quando a nova Ferrari for para as pistas, salvo um melhor desenvolvimento dos carros adversários e um mal nascimento do novo carro, não terá para ninguém.
Com relação à nova regra de pneus, ficou claro para mim que erraram a mão novamente. Explico: a escalada da velocidade dos carros foi ligeiramente freada, porém, com a impossibilidade de troca de pneus, todos os pilotos se acovardaram, não arriscam ultrapassagens com medo de danificar os pneus e prejudicar o restante da corrida. Eu esperava que ao menos no final da prova, quando logicamente se tem menos a perder caso se danifique os pneus, ou quando a diferença de desgaste pudesse favorecer quem tivesse poupado melhor seus compostos, haveria mais ultrapassagens, mas isto não aconteceu. Se não fosse a loucura meteorológica australiana, a prova teria sido um saco! Admito que quando soube da idéia de utilizar um único jogo de pneus por corrida fiquei achando que haveria mais ultrapassagens, pois a estratégia de ganhar posições nos boxes ficaria prejudicada, mas parece que o tiro saiu pela culatra. Se tivesse alguma forma de me comunicar com os deuses da F1 (Bernie e Max), eu diria para eles mudarem a estratégia. Eu sugeriria:
1) que fosse liberada a troca de pneus, porém fosse criado algum mecanismo (mudança na entrada dos boxes e limitação do número de mecânicos utilizados na troca ou manter a proibição de abastecimento na mesma parada da troca de pneus) que fizesse o piloto perder mais tempo na troca, tornando menos atraente estratégias de várias trocas. Assim, os pilotos se arriscariam mais na hora das ultrapassagens, pois caso seus pneus fossem muito danificados poderiam ser trocados sem prejudicar toda a corrida;
2) para a próxima temporada, proibir também o abastecimento de combustível, tornando assim impossível as estratégias de ultrapassagens nos boxes e trazendo para a pista todas as emoções.
Obs: Em tempos de Protocolo de Kyoto, penso que a F1, a despeito de seu estreito envolvimento com as indústrias petrolíferas e de pneus, deveria ter uma preocupação maior com o meio ambiente. Se a mudança nas regras de pneus tivesse um cunho ecológico e desse início a uma nova maneira da F1 se enxergar como esporte, talvez ela tivesse mais fundamentos para apoiar-se. Eu gostaria de ver esta categoria sendo pioneira em buscar novas maneiras de reduzir a poluição, mas sei que este é um pensamento utópico.
Fabiano, Itajaí (SC)
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Olá, pessoal.
Como tenho várias considerações a fazer sobre o GP da Austrália, separa-las-ei em tópicos.
1) A Renault fez um carro excepcional, mas, como disse o Ico, o ritmo de corrida dela e o da Ferrari híbrida (pelo menos a de Barrichello em Melbourne) foi muito parecido. Posso até prever o que acontecerá quando a F-2005 estrear.
2) Muitos diziam que Coulthard nem deveria ter lugar na F-1. Mostrou que está em forma e que pode, sim, conseguir bons resultados. Outros diziam que Klien só estava correndo por ter apoio da Red Bull. Fez uma ótima corrida. Assim como o regulamento atual, confirmou-se que a Jaguar, com os resultados da Red Bull, era uma porcaria!
3) Webber ficou as 57 voltas da prova atrás de Coulthard. Excelente corrida...
4) A única coisa aparentemente decente do novo regulamento é o fato de, se algum piloto ficar parado no grid, como foi o caso do Raikkonen, faz-se uma nova volta de apresentação imediatamente. É bem melhor do que esperar mais 10 minutos para um novo procedimento de largada.
5) Alonso forçou carro, motor e pneus a prova inteira e chegou ao fim pressionando Rubens Barrichello, que soube administrar muito bem a distância. Isso mostra que, aparentemente, as fabricantes de pneus não tiveram problema algum para desenvolver novos compostos. Coulthard também deu pelo menos duas travadas de rodas (uma na largada e outra atrás de uma Minardi) e terminou a prova inteiraço. Lembrem-se de que tanto Michelin quanto Brigstone desenvolvem pneus para corridas de Rali, 24 horas de Le Mans...
6) Alguém viu a Mclaren na corrida?
7) Os melhores da prova foram Fisichella, Barrichello, Alonso e Coulthard. Os piores, Schumacher e Villeneuve.
8) Eu não condeno a BAR por ter sugerido aos seus pilotos que recolhessem os carros aos boxes na última volta para usar novos propulsores na Malásia. Quem foi mesmo o responsável por redigir o novo regulamento?
9) Lito Cavalcanti defende uma teoria com a qual começo a concordar: Schumacher, quando é líder de uma prova, é o ápice da perfeição. Mas quando tem que andar no meio da galera, a situação muda. Ex: Japão/03, China/04 e agora Austrália/05.
Abraços a todos vocês,
Willian Lopes Machado, Brasília (DF)
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Olá, amigos do GpTotal.
No fim acho que de certa forma as regras não tiveram o efeito esperado. Tanto as fábricas de motores como as de pneus conseguiram facilmente se adaptar ao novo regulamento, e não vimos, como esperado, mais ultrapassagens, nem mesmo no fim da prova, quando se esperava mais por causa do desgaste dos pneus.
As mudanças aerodinâmicas também acho que não influenciaram em nada. Ou estou errado e houve alguma mudança que eu não percebi (na competitividade, eu digo)? Agora, uma coisa que eu não entendo nas regras: toda vez q qualquer piloto sai fora da pista e não consegue voltar ele abandona a corrida, mas quando este piloto é o Michael Schumacher, já vi umas 2 ou 3 vezes nos últimos tempos, ele pede pra ser empurrado e os fiscais o empurram, agora eu quero saber, por que só com ele? Por que então também não empurram os outros quando eles saem? Dizem que é por causa de uma regra do regulamento que se o carro estiver em posição perigosa ele pode ser empurrado. Agora, eu realmente não acho q foi o caso na prova da Austrália. E se a regra é assim, eu não concordo, acho que, ou empurram todos, ou não empurram nenhum, porque senão vai ficar uma bagunça, que critérios que vão se usar pra dizer que o ponto onde o carro parou é perigoso ou não? Vai depender da interpretação de cada fiscal, e vai ser maior zona. E me expliquem este desempenho da Red Bull, como eles podem comprar o espólio da Jaguar, que não fazia nada, e já na primeira corrida ter este ótimo desempenho?
Acho que no princípio todo mundo deve ter achado que era zebra, ou devido a este sistema novo de classificação, mas os dois carros, principalmente o do Coulthard, andaram bem o tempo todo na prova, e fizeram jus ao resultado. Como vocês explicam isso?
Abraço a todos,
Cláudio F. Duarte, Jundiaí (SP)
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Conforme previ na discussão sobre o Heidfeld e o Pizzonia que quem perderia seria o Webber, o desempenho dele na Austrália me dá 01 ponto. Foi ridículo. O Webber pode ser rápido em treinos, mas não é constante, nem combativo durante as corridas. Se alguém vai dançar na Williams é ele.
Augusto Lage, Teresina (PI)
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Olá, galera do GP Total!
Eu assisti o GP da Austrália e fiquei animado com que vi, as Renault andando bem, a Red Bull fazendo mais do que se esperava e as Williams provando que não ficaram tão para trás das outras assim, e tem também a McLaren que fez uma corrida um pouco apagada, mas que, acredito eu, ainda vai dar muito trabalho para concorrência nesta temporada.
Porém, uma coisa ainda me deixa preocupado, a força da Ferrari, que nesta corrida ficou um pouco apagada principalmente pelo desempenho medíocre de Michael Schumacher, mas o Rubinho fez uma corrida muito boa e mostrou que o carro da Ferrari, vale lembrar, carro do ano passado, é um dos mais consistentes desta temporada, fator que será muito decisivo este ano. E quando a equipe estrear o F2005, o que será da F1 em mais um ano?
Giovanni Romão, Pindamonhangaba (SP)
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Meu caro Edu:
Desde o GP da Austrália, tenho tido terríveis pesadelos. Sonho insistentemente com as macabras sessões de qualificação da temporada atual, na qual a participação do acaso no resultado final foi duplicada em relação ao ano passado. E pior: consigo ouvir a voz de um narrador (que em alguma medida me lembra o Freddy Krueger) dizendo que a F-1 está mais louca do que nunca, festejando a não-vitória de Schumacher.
Como disse em carta recente, bastava que Massa tivesse chegado atrás de Fisichella em Interlagos - no ano passado! - para que Rubinho tivesse todas as condições de vencer em Albert Park, Massa fosse o pole e Fisichella tivesse largado em penúltimo. Saravá!
Perturbado com estes sonhos, me atrevi a ler o novo regulamento. Não sou espírita, mas tive a nítida impressão de estar relendo um de meus livros preferidos: Frankenstein, de Mary Shelley. No mundo real, admito, o horror perdeu a graça.
Atordoado com a série de indícios, voei para Miami com a intenção de me consultar com Wálter Mercado (aquele andrógino sósia da Hebe que vivia repetindo "ligue djá").
Minha dúvida residia entre as duas possibilidades: ou o regulamento foi psicografado, ou pior: Mosley seria a própria reencarnação de Shelley, um século e meio depois.
Mercado consultou mapas astrais, numerologia, runas, búzios, mas não chegou a um veredito. Foi apenas quando eu mostrei a foto do March construído por Mosley para Alex Dias Ribeiro correr em Monza na década de 70 (que mais parecia uma bicicleta, de tão fino, conforme o próprio Alex te relatou) que o místico(!) teve certeza: Mosley e Shelley são a mesma pessoa! E desta vez é um reincidente!
Confesso que fiquei atormentado com a descoberta, e estava ansioso para dividi-la com você. Não posso sair dizendo isso por aí, senão vão querer me internar. Mas, me diga: quem, em sã consciência, pode negar as evidências? Isso explica tudo!
Te agradeço pela possibilidade de dividir esta descoberta, e espero não estar com isso prejudicando o seu sono.
Aproveito para dar os parabéns a toda a equipe pelo novo visual do site e pelo sucesso do "Boto".
Sincero abraço do amigo,
Márcio, Nova Friburgo
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Bom, essa corrida ainda não reflete de maneira clara como as equipes estão e que a Renault está tão forte assim. Não há dúvida de que a equipe francesa está forte, mas que vai monopolizar essa temporada, eu acho que não. Creio que a McLaren também vai vir forte, e a Ferrari não há dúvida de que não vai querer ver essas equipes tomarem seu posto.
De maneira geral eu gostei do GP. Foi atípico, algo que não ocorreu nas 18 corridas de 2004. Seria bom ter uma temporada assim pelo resto do ano, mas com um pouco mais de ultrapassagens. Um grande abraço.
Reinaldo Cavicchio Júnior, Jundiaí (SP)
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É isso mesmo, Rafael. Chega de reabastecimento. Chega de estrategistas da gasolina. Estratégia com pneus é muito mais limitada. Queremos pilotos que andem bem com carro pesado, com carro leve, que não troquem pneu se conseguirem, que decidam trocar uma ou duas vezes. Mas sem reabastecimento e com pneu slick.
Até logo.
Alisson, Curitiba (PR)
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Até quando?
O tsunami de mudanças que a FIA perpetrou na F1 2005 causou grandes estragos na abertura da temporada, domingo passado, em Melbourne. Alguns desses estragos foram bem-vindos, outros, nem tanto, tal qual a presença do Porteiro Zé na transmissão da prova pela TV. A largada marcante da Renault - desta vez na tabela de pontos do campeonato e não quando a prova foi iniciada -, e o efeito Red Bull - que deu asas à geriátrica Jaguar - foram destaques nessa corrida, em que Rubinho Barrichello quebrou a escrita e Michael Schumacher lembrou os velhos tempos ao dar um desavergonhado chega-prá-lá em Nick Heidfeld. Até quando o novo regulamento vai continuar produzindo resultados surpreendentes é a pergunta da vez.
Falando da corrida, o Sapateiro honrou as meias solas que já pregou em seu caminho. O mesmo piloto que ele reconheceu como possível surpresa da temporada e que tem ares de eterna promessa alemã descobriu que o eterno campeão mundial da F1 moderna não é chucrute que se cheire quando está prestes a ser ultrapassado. Embora a batida entre ambos tenha sido mostrada ao vivo, o assunto passou batido por muita gente. Até quando o novo regulamento vai continuar produzindo resultados surpreendentes é a pergunta da vez.
As novas regras sobre limitações de uso de pneus e motor e o novo sistema de classificação criaram expectativa de grandes surpresas, algo que acabou acontecendo graças a uma mãozinha de São Pedro. Afinal, o dilúvio que molhou Albert Park durante meia-classificação de sábado era algo totalmente aquém da pretensamente toda poderosa FIA. Mas que ajudou a me manter acordado na corrida inteira, isso ajudou. Falando em água, foi engraçado notar as formas daqueles itens legalmente chamados de "apêndices aerodinâmicos": eles lembravam aqueles castelos e areia molhada que toda criança faz na praia. Os espelhos da McLaren por exemplo, entortavam até no seco, como se podia perceber pela câmera de bordo.
Falando em entortar, o que dizer da decisão da BAR, que mandou seus pilotos terminar a corrida nos boxes para poder correr com motor novo no GP da Malásia, dia 20?
Uma coisa que fez ainda mais estragos foram os novos pilotos da categoria: alguns deles deram o maior nó na língua de Galvão Bueno, que certamente ainda está tentando descobrir a pronúncia correta do nome do indiano Narain Karthikeyan. Aliás, a exagerada repetição de informações não necessariamente úteis me fazia lembrar a fala do porteiro Zé. Quem quiser tirar a dúvida vale a pena visitar o site do personagem. No fundo, a transmissão valeu pelas intervenções de Luciano Burti que, quando não era interrompido, trazia informações dignas de interesse.
E o que dizer das estripulias de Paul Stoddart? Me parece um misto de Joanna D´Arc e o famoso Cardoso, personagem que dava jeito em tudo que não tinha jeito no automobilismo brasileiro dos bons tempos. No fundo Stoddart é uma espécie de porta- voz das fábricas tentam aparar as unhas de Bernie Ecclestone. Pena que para desempenhar esse papel ele esteja jogando a Minardi no ventilador.
Wagner Gonzalez, São Paulo
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Pandini, meu caro, veja só que interessante(!):
Em Interlagos, Massa chega uma posição à frente de seu companheiro, Fisichella. Desta forma, na Austrália, tem de entrar na pista imediatamente após o antigo companheiro de equipe. Fisichella encontra a pista praticamente seca e hipoteca a pole. Massa entra em seguida e encontra um dilúvio. Ninguém mais anda rápido, e Fisichella parte para a corrida sem poder ser perseguido pelos carros de ponta, condenados a fechar a raia. Se Fisichella tivesse chegado à frente de Massa em Interlagos, provavelmente Rubinho teria vencido a corrida neste domingo, e o italiano seria a decepção da primeira corrida do ano. É esta a definição de competitividade nos vocabulários de Mosley e Ecclestone.
Márcio Madeira da Cunha, Nova Friburgo (RJ)
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Edu e Panda, o visual do site fico 10, bem mais fácil de usufruir todo conteúdo que o site nos oferece.
Quanto à corrida, os leitores e colunistas já disseram tudo, mas acho que vocês ficaram satisfeitos em ver o Trulli lá atrás depois de largar em segundo, e a partir de Barcelona não vão precisar suportar o Flavio Briatore e a sua máfia, pois a partir daí a Ferrari vai almoçar a Renault.
Grande Abraço! Parabéns pelo site.
William Do Val Domingues Júnior, Belo Horizonte (MG)
Olá, William. "Vocês" quem? Eu nunca compartilhei da opinião de que o Trulli fosse farsa, braço-duro ou coisa parecida.`Por favor, debite essa apenas na conta do Edu... Forte abraço. (LAP)
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Olá pessoal,
Acho que o melhor do GP da Austrália foi a queda da máscara de bonzinho do Schummi, ao fechar ridiculamente o Niki e levar o (merecido) troco! O cara acostumou-se a liderar tudo e, no momento que é pressionado, age como um marginal do volante. A FIA deveria puni-lo e não somente fingir que deu advertência para ele!
Um grande abraço a todos e parabéns pelo novo site, muito bacana !!
Marcos, Brasília, DF
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Venceu quem mais na Fórmula 1 merecia vencer. Ficar várias temporadas em carros ruins, mas com um talento excepcional, esperando por uma boa chance, realmente essa vitória para o Fisico valeu.
Não importa as condições em que foi, importa que é um talento que deveria ser revelado para os muitos que não o conheciam. Sou fã do Fisico desde de 1997, quando ele desbancou o Ralf. Essa corrida mostrou pra mim que a Renault tem força para esse ano. Claro, devemos esperar a Ferrari 2005, mas a Renault mostrou um carro equilibrado e rápido. Quem viu a corrida sabe que o Fisichella poupou bastante o motor para a próxima corrida, mesmo estando na liderança. É sem dúvida um forte candidato para a corrida na Malásia.
Houve um comentário do Galvão (ou do R.Leme) falando da resistência ao calor dos carros da Renault. Ora, no primeiro ano das regras de uma volta rápida nos treinos (2003) no GP da Malásia a Renault fez dobradinha na primeira fila e na corrida o Alonso chegou em segundo atrás do Kimi. E foi no calor. Com um carro bem menos confiável que o atual.
Ricardo Ferreira, Joinville (SC)
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Depois de esperar por toda a pré-temporada, na expectativa de uma nova e emocionante Fórmula 1, vem a decepção por ter assistido uma corrida morna e sem graça, onde só foram alterados os protagonistas, em razão do conturbado treino pelas condições climáticas apresentadas em Melbourne. Ninguém sequer ousou ultrapassar ninguém, justamente para poupar equipamento para a próxima corrida, onde a temperatura e o desgaste de pneus espera-se serem muito mais altos. Pôde-se ver isso nas palavras de Juan Pablo Montoya, que alegou não ter forçado seu carro para poder economizá-lo para a Malásia. Mas que Fórmula 1 é essa?
Naquela madrugada de sábado para domingo, assisti a tudo, menos a uma corrida de Fórmula 1. O que se pôde ver foi que aqueles pilotos caracterizados pelo arrojo, determinação e que sabem atacar uma zebra, arriscar uma ultrapassagem (como são os casos de Schumacher e Montoya) foram completamente esmagados pelo novo regulamento, restando apáticos na pista. Em contrapartida, pilotos como Rubens, que guiam de maneira mais suave e que nada arriscam, conseguiram resultados brilhantes.
É... vai ser campeão aquele que menos se arriscar. E aí podemos arriscar: Rubens, Kimi, Fisichela e outros pilotos insossos e que nenhuma emoção trazem para a corrida.
Algumas rápidas para encerrar:
1 - Parabéns para a Red Bull pela ótima corrida. Tomara que isso se repita por todo o campeonato;
2 - Volta pro Canadá, Villeneuve.
3 - Schumacher podia ter dormido sem ter feito aquela asneira. Mas não é um erro que vai fazer com que deixe de considerá-lo o melhor da atualidade.
Abraços,
Renato Henrique Fiume, Anápolis (GO)
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Sobre o comentário do internauta Daniel Médici, de São Paulo, a respeito da quebra ou não do Shumacão por ocasião do acidente com o Heidfeld e do mesmo ter voltado aos boxes e não continuar na corrida, vale a pena esclarecer o seguinte: o regulamento da FIA diz que se um piloto sair da pista e não conseguir voltar por meios próprios, e sim com auxilio externo, o mesmo estará excluído da prova.
Esclareço, ainda, que não importa o país, os integrantes do resgate só saem de seus postos para atender ao carro acidentado com a autorização do Charles Whiting, Diretor de Corrida e Delegado de Segurança da FIA.
Antonio Carlos S. Silva, São Paulo (SP)
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Edu e Panda,
Acompanhei essa primeira prova do campeonato e fiquei decepcionado. As tão esperadas ultrapassagens e duelos na pista não aconteceram. Entendo que por um só motivo: os pilotos têm que poupar equipamento para enfrentar duas provas. Sem falar nesse regulamento que f.... com a vida das equipes.
Sou a favor (podem me chamar de retrógrado mesmo) de o regulamento voltar a ser como era até 1993: sem abastecimento, somente troca de pneus, e, para classificação, 12 voltas no sábado. Isso eu chamo de F1. O resto é conversa.
Abraços,
Rafael Chiarinelli, Nova Odessa (SP)
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Me sinto traído. Não foi esse tipo de automobilismo que me encantou e me seduziu quando eu tinha 8 ou 9 anos. Da velha Interlagos, de Lameirão, Guaraná, da Brasília de Hoffmann e do super-vê de Piquet. Dos Maverick da equipe Hollywood, de ver Jody Scheckter, Jabouille e Villeneuve comendo hambúrguer na lanchonete do kartódromo de Interlagos durante os testes de pneus da Michelin, como pessoas normais. Duvido que essa procissão ridícula que se tornou a F1 tenha capacidade de despertar sequer interesse no público em geral, quanto mais amealhar novos fãs.
É uma pena que o Brasil não esteja no calendário do WRC (Campeonato Mundial de Rally). Se houvesse um plebiscito pela hospedagem de uma das categorias no país (ela ou a F1), hoje não teria dúvidas do meu voto. Competição de verdade. Talentos à prova e não mascarados por regulamentos idiotas que continuam a valorizar estratégias de box e quem melhor sabe administrar o equipamento. É um sentimento pessoal, mas eu não aprendi a gostar de automobilismo e de F1 vendo estratégia e administração e sim velocidade, disputa, habilidade, sinônimos da mais pura emoção que o esporte nos proporcionava há tempos atrás.
Me desculpem, mas não consigo ver nada em corridas com carros largando em 11º e chegando em 2º por que os boxes o colocaram naquela posição e porque o piloto administrou bem o equipamento. Não estou discutindo o talento de ninguém nem questionando a eficiência de tais estratégias, mas sinceramente, não liguei a tv para ver isso e não me tornei um fã da F1 vendo esse tipo de gincana. Na minha opinião, enquanto não obrigarem esse pessoal a decidir a corrida na pista, nada vai mudar. Mais interessante, por exemplo, seria proibir o reabastecimento do que a troca dos pneus, inclusive no aspecto segurança.
Como isso não é mais possível (a curto prazo), que se estabeleça então uma janela de três ou cinco voltas como fazia a stock car a tempos atrás (o que logo foi abolido quando se percebeu que prejudicava a corrida como espetáculo), mas pelo menos assim, a tal estratégia perderia bastante sua importância. Sem falar nos treinos então. Você pagaria mais de 300 paus para ir a Interlagos hoje? Ver o que? Parece mesmo que o que menos interessa para a F1 e a FIA é o público. Ainda acho que vão pagar caro por isso.
Boa semana a todos!
Douglas Lucas, São Paulo (SP)
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Olá, saudações aos amigos do GPT.
Após assistir à corrida no domingo, fiquei rindo cá comigo e com uma vontade grande de falar algumas coisa para os colunistas dessa revista eletrônica. Mas me contive e decidi esperar para ver quais seriam os comentários pós-GP. Como até agora poucos se manifestaram, lá vai a minha humilde opinião.
Vocês fizeram o maior terrorismo contras os pneus, que os piloto corriam risco de morte e blábláblá. Será que empresas do porte da Bridgestone e Michelin iriam ser irresponsáveis a ponto de calçar bólidos como os da F-1 com borrachas que não suportariam cinqüenta e poucas voltas? Acho que vocês deveriam ter um pouco mais de senso para criticar.
Faltando cinco voltas para acabar a corrida, o Sr. Galvão Bueno começa: "Agora eu quero ver quem tem pneu pra chegar ao fim!". Sabe, quando terminou a corrida eu ri demais, os pneus aparentavam ainda suportar mais uma boa quilometragem, e isso se pôde ver pela própria telemetria e pelo Alonso, que não poupou equipamento coisa nenhuma, pelo contrário baixou a bota e mandou o sarrafo, e cada vez melhorava o tempo.
Agora, realmente a prova de fogo vai ser em Sepang, onde as temperaturas vão estar bem mais altas, mas não acredito que isso será grande empecilho. Quanto à história de que Schumacher não vai fazer volta voadora... Duvido! Ele vai fazer as voltas voadoras na corrida, sim! Com o carro mais leve ele tem braço e capacidade para isso, e vamos acabar com essa idiotice de que esse é o ano do Rubinho, não é. Foi apenas a primeira corrida de um longo campeonato, tem muita lenha pra queimar, isto é tem muito pneu pra gastar.
Abraços.
Gildivan Martins, Sousa (PB)
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Sobre o GP da Austrália, eu parabenizo, principalmente, Giancarlo Fisichella, por ter vencido de ponta a ponta, e David Coulthard, pelo 4º lugar com a estreante Red Bull (antiga Jaguar, coisa triste) numa corrida em que chegou a fazer, em um determinado momento, a volta mais rápida.
Agora, eu sei o que é uma boa corrida, emocionante, legal. E sei identificar isso mesmo na época atual. Austrália 2005 não foi uma delas, não.
Leonardo
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Essa corrida da Austrália me lembrou os tempos do Ayrton Senna na pista, ou seja: brasileiro em segundo lugar e hino da França no podium.
Abraços,
Sílvio, São Paulo (SP)
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Pessoal,
Escrevo hoje, domingo, depois de ver a transmissão do Bobão Bueno, e agora os malas do sporttv. Honestamente, não sei onde os caras da TV e até mesmo na rádio viram a Ferrari acabada. Poxa vida, o Rubinho com a Ferrari 2004 chegou em 2º com freio bichado! Acho que a Ferrari não acabou, não. Gostei demais de ver o Fisichella ganhar a corrida e ver o Mark Webber mostrar como ele é bom e conseguir um maravilhoso 5º lugar sem conseguir chegar nem perto do Coulthard... bicho, como esse cara é uma farsa!
Bom, agora é esperar a Malásia. Essa aí deve ser ou do Rubinho ou do Montoya, por que no calor as Renaults vão apitar. Será que o final dessa corrida será mais legal pela temperatura? Vamos ver.
Viva a Formula 1, viva a Ferrari e ouçam só o Flavinho Gomes e o Fábio Seixas!
Abraço,
Fernando, São Paulo (SP)
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O GP da Austrália foi interessante: primeiramente pela constatação, mais uma vez, de que Schumacher é bom quando anda na frente. Ele foi de uma infelicidade (para dizer o mínimo) na ultrapassagem ao fraco Heidfeld que deu até dó!!!
Fisichella é um piloto maduro e demonstrou isso, controlando a corrida como bem entendeu. Mark Webber já está mostrando que não é de nada! Concordo com o colunista do GP Total, não mostrou agressividade logo em casa, que era muito natural. Massa com um azar bravo ainda chegou em 10º. Apesar de não haver "se" em nenhum aspecto, imagino o que seria se ele tivesse saído mais à frente.
Villenueve só vai servir prá aumentar a auto-estima do piloto brasileiro. Barrichello foi competente e, ao meu ver, eu não vi a Ferrari forte não, ao contrário. Concordo com o Reginaldo, a de 2005 vai ter de aparecer logo!!!
Red Bull: podem me explicar como a escuderia inglesa, usando os despojos da Jaguar (que nunca fez nada), fez uma prova soberba? Acabaram as lambanças, é isso? Vamos esperar mais para a frente para ver o que a F1 nos reserva. Pode ser algo interessante.
José Benedito Vizioli Libório, Piracicaba (SP)
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Ainda sobre o Villeneuve. Acredito que o problema do Villeneuve, na Fórmula 1, deva ser genético! O coitado deve ter puxado a mãe dele.
Patrícia Furhmann, Santa Catarina
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Olá, galera.
Foi uma boa corrida, a da Austrália. Muito bom ver o Fisico ganhar o GP do jeito que ganhou - de ponta a ponta, sem dúvidas quanto ao desempenho seu e da Renault, que está com um carro muito bom. As McLarens deixaram a desejar, tendo em conta os testes pré-temporada (onde pintaram como campeãs antecipadas). As Williams ainda não começaram um novo ciclo vencedor - e o Webber vai ter que rebolar miudinho pra justificar o investimento do Frank, porque em casa não fez nada excepcional - e o Coulthard foi uma grata surpresa, o que é muito bom de ver também.
Agora, antes de cantar loas ao equilíbrio presumido que surgiu na Austrália, é bom perceber que a Ferrari velha ainda chegou em segundo lugar (sem quebrar ninguém à frente do Rubinho), e o alemão só não apareceu também por conta da mistura estúpida de treino novo com regulamento estapafúrdio que proíbe troca de pneus (por que não se veta o reabastecimento? O equilíbrio real ia voltar num instante, sem artificialismos). Esperem pela Ferrari... de novo !!
Abraços
Fabio, Itu (SP)
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Amigos Gepetos. De novo.
Alguns detalhes que lembrei depois que enviei a minha mensagem. A corrida de Couthard: por ele está se dando bem? Além de um bom carro, tem mais alguma característica que possa dar mostras do seu potencial? A resposta é simples, quem são os dois pilotos com mais Prost way of drive ? Rubinho e David.
A batida do Schumacher: já tinha visto algo parecido em duas outras ocasiões bem mais importantes. Alguém lembra do que aconteceu com o Damon Hill, alguém lembra do que aconteceu com Jacques Villeneuve? Pois é, seria deja-vu? Não, é história mesmo. Uma constatação: quem não precisou se preocupar tanto com os motores? Ferrari, que corre com motor Ferrari, e Renault, que corre com motor Renault. Os terceirizados todos se economizaram todos.
Pra terminar, parabéns pelo novo layout. Agora ficou bem mais organizado e bonito.
[]´s
Olavo Ito, São Paulo (SP)
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A corrida da Austrália foi interessante, mostrou que a F-1 tem tudo para ser mais emocionante esse ano.
Entretanto, na minha opinião, dá Schumacher novamente. Falo isso pois o GP foi um pouco atípico, o alemão largou lá atrás, o carro da Ferrari ainda é o antigo e, pela corrida do Rubinho, vejo que apesar de todas mudanças a equipe italiana ainda domina o circo em matéria de estratégia de corridas.
Infelizmente, apesar de torcer pelo contrário, vejo que Rubinho não tem condições técnicas e apoio da equipe para brigar pelo título com Schumacher. A Renault está no páreo, BAR, Willians e McLaren decepcionaram um pouco.
Abraços
Paulo Antonio Friggi de Carvalho, Carmo do Rio Claro (MG)
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Caros amigos do GP TOTAL.
Como nosso colega, também assisti à corrida pelo vídeo, pois não confiei que a toda poderosa iria mostrar a corrida, como ela fez no treino. Bom, gostaria de dizer o seguinte: a Renault do Fisico foi boa, muito boa, só que tenho uma dúvida: será que ela seria tão rápida se tivesse largado lá atras? O Alonso andou bem confesso, mas está mais adaptado à equipe do que o Fisico. Talvez tenha tirado vantagem disso, e mesmo assim ficou voltas e voltas atrás.
O alemão, como alguns pilotos já disseram, erra quando está sob pressão. Erra não, faz merda mesmo. Será que ele gosta de andar somente de cara pro vento? A BAR, no meu ponto de vista e do Jean Todt também, fez errado em aproveitar para a troca de motor, pois eles terão um motor novo para a Malasia, mas terão de usá-lo no Barhain, enquanto as outras equipes terão um motor novo no Barhain.
O Rubens, graças à tática escolhida, fez seu trabalho, tudo o que pôde e o que devia fazer. O Villeneuve não chega à Barcelona, pois não admite que não consegue andar bem num carro médio. Já está falando que o carro ficará bom daqui algumas corridas. Sei que não vai adiantar nada, mas o que o Coulthard falou sobre os treinos é válido. Sugeriu para termos um treino de 1 hora com 12 voltas para cada piloto, mas obrigando-o a dar 1 volta lançada a cada 15 minutos.
Voltando à corrida, não foram só as mudanças da Fia que mexeram no grid, mas sim um tal de São Pedro.
Abraços,
Eric Corradini, São Bernardo do Campo (SP)
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Aí, João...
Acompanho a F1 desde 1980, e também baterei no peito no futuro. Valeu.
Marcelo B. Costa, Mogi das Cruzes (SP)
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Ótima coluna, Luís Fernando!
Realmente, a Ferrari já está muito bem andando apenas com o carro do ano passado modificado para o novo regulamento. Esperamos então que as outras equipes consigam aproveitar a vantagem de já estarem com os carros deste ano nas pistas. Que as outras equipes consigam um desenvolvimento rápido durante as primeiras corridas enquanto a Ferrari não utiliza o carro deste ano... evoluir rapidamente, nas primeiras corridas, é a única forma de bater a Ferrari.
Abraços a todos.
Luís Sérgio, Brasília (DF)
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Luis Fernando Ramos falou tudo o que eu penso... falou até mais.
Desde antes do início do campeonato lembrei do que o mesmo Luis Fernando falou sobre a classificação no ano passado: "E quando chover? Os pilotos vão correr o mais lento possível?" Tese que foi comprovada na corrida da Inglaterra. Então, quando vi o regulamento deste ano sobre a classificação, pensei: Lá vamos nós de novo ver para quem São Pedro vai torcer este ano!
No primeiro dia valendo alguma coisa ele já deu as caras e colocou o Fisichella no alto do pódio. Claro, ele fez uma baita corrida, mas que ele a venceu na primeira classificação, venceu. Da mesma forma, São Pedro colocou o melhor piloto, com o melhor carro, da melhor equipe largando na última fila. Graças ao gênio Max Mosley.
Como falei acima, o melhor carro ainda é a Ferrari. Se o Renault, tão badalado, deu a sorte que deu e ainda chegou apenas cinco segundos à frente de Rubinho, que largou em 11°, acho que a vantagem não é tão grande assim. E o Fisichella não aliviou no final, não. Aliás, ele mesmo falou que a equipe mandou ele acelerar no final pois Rubinho estava encostando.
Luis Fernando, também acho que esta fusão vai enfraquecer as duas categorias que sobrarem, mas confesso que da forma que a Fórmula 1 está hoje, estou torcendo para que 2008 chegue logo. A IRL é fraquinha, mas é muito melhor que a CART. Espero que o que sobrar da Fórmula 1 seja melhor do que isso. Ah, e com uma classificação decente e com uma pontuação também decente, que realmente valorize a vitória. O Massa entregou o jogo. A classificação é ruim, ninguém gostou, pilotos, dirigentes, equipes... e o público não entendeu nada.
A melhor forma era a que vigorava até 2002. Todo mundo reclamava que o treino demorava 30 minutos para começar, mas pelo menos os outros 30 minutos eram de adrenalina, onde podíamos ver os pilotos correndo e não fazendo média como se faz hoje, literalmente! Aliás, pensei nesta frase agora e com certeza daria um bom slogan dos treinos da Fórmula 1. Os pilotos não correm, apenas fazem média!
Abraço a todos!
José Angelo Petit Neto, Florianópolis (SC)
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Usando a gíria que mais se ouve atualmente aqui no Rio e fazendo referência à espetacular coluna do Ico: Já é.
Ico, você disse tudo, e eu gostaria de acrescentar que tirando o Alonso, ninguém passou ninguém na prova. O Rubinho (grande corrida) só ultrapassou o Villeneuve, sendo as demais ultrapassagens nos boxes. Este novo formato de treino, como diria o Edu, é uma merda.
Caíque, Rio de Janeiro (RJ)
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O gp da Austrália:
1) Corridas latrinárias: BAR, Weber, Toyota, Schummi e Montoya.
2) Corridas brilhantes: Rubinho, Coulthard, Fisichella, Alonso e Klien.
3) Os pneus se saíram muitíssimo melhor do que eu esperava. Chegaram ao final da corrida em boas condições (na maioria dos carros ao menos).
4) Uma pergunta: o que será que aquela besta do Paul Stodart queria, afinal? Arma o maior escândalo para conseguir a liberação de seus carros. Quando consegue, desiste e corre com os carros modificados. Vai entender isto.
5) Atitude latrinária: Globo. Estes f.d.p. podem pegar a sua política imbecil e enfiar naquele lugar. O triste é ficar refém destes imbecis, pois eles têm a exclusividade da transmissão. Quero vê-los queimando no fogo do inferno, seus otários.
6) Parabéns! A nova cara do Gpeto está demais. Nós, gpetistas, ficamos muito orgulhosos de podermos participar não apenas de um papo de alto nível, como também do ainda mais elegante site. O nosso site é muito porreta.
Abraços,
Elieser Fagundes, Florianópolis (SC)
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Amigos,
Esquecendo as novas regras e a chuva que caiu nos treinos e enganou os incautos, a corrida foi boa. O Barrichello andou muito bem, poupando o carro no começo e depois apertando o ritmo, mostrando que se tivesse largado em uma posição melhor era sério candidato à vitória.
Schumacher me pareceu um tanto desmotivado, talvez por ter largado em último (ou penúltimo, sei lá) não andou com vontade como em outros tempos. Deve ser a idade.
As Renaults foram bem, principalmente o Alonso andando forte desde o começo. Já Fisichella aproveitou a pole e os adversários que ficaram lá atrás e só administrou para vencer.
O resto é o resto. A McLaren está se tornando a equipe campeã no marketing. Os pilotos estão sempre na mídia (Kimi pela cachaça e Jô Soares Montoya tentando perder peso), o carro é um avião nos treinos pré-temporada, mas na hora H é só tristeza. Quanto a Williams, já expressei minha opinião aqui no site. Manda todo mundo embora (engenheiros, donos, pilotos), a BMW vai para a Minardi que terá mais futuro. É inacreditável tanta incompetência ano após ano. No mais é esperar a Ferrari lançar seu carro novo e ver quem será o vice.
Abraço a todos.
Adriano Oliveira, São Paulo (SP)
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Edu:
Começou bem a temporada 2005. Nota 10 para o Físico, para o Rubinho e para o Coulthard,que ensinou ao Weber como se ultrapassa numa freiada e com um carro teóricamente ruim.
Tivemos como maior atração do GP a volta triunfal de Dick Vigarista - ou seja, o Migué - que deveria tomar uma senhora multa pela fechada criminosa que deu no outro alemãozinho. Ainda bem as conseqüências foram apenas materiais. Inverta os papéis e imagine o que a Ferrari faria se ela fosse atropelada.
Um abraço,
Alexandre Zamikhowsky Filho, São Paulo (SP)
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O grande prêmio da Austrália pode ser resumido assim ao meu ver:
1) Se chover, os treinos que definem as posições de largada serão sempre uma marmelada. Jamais dirão quem foi ou está melhor.
2) Ultrapassar tornou-se impossível, a não ser que o da frente permita (que diga o alemão). De nada adianta Ferrari, McLaren, Renault largar atrás, pois a disputa na pista será do tipo "vai na frente que vou atrás te acompanhando".
3) Os pit-stops também dificilmente permitirão trocas de posições. A estratégia adotada, sim. Nesta creio que o alemão vai sofrer, pois não terá como dar aquelas voltas voadoras antes de ir ao pit stop.
4) A vitória de Fisichella foi justa. A Renault parece estar com um excelente carro. Mas é cedo para dizer se é ela que vai se o referencial de 2005. A Ferrari 2005 está vindo aí.
5) Barrichello fez excelente corrida. Largar atrás e chegar em 2º lugar foi um grande negócio. Valeu a sua estratégia, já que sabia que dificilmente bateria as duas Renaults. Se enfiar no meio delas foi uma vitória.
Fernando Eduardo Macedo Marques, Niterói (RJ)
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Olha: analisando friamente o GP da Austrália, dá para tirar de lição que este ano
vai ser um ano da Ferrari e do Shummy, pois, se ele não tivesse feito nada de errado terminaria tranqüilamente a corrida entre os 6 primeiros. Não dá para analisar a corrida dele profundamente devido à chuva no momento da tomada de tempo. Sendo assim, este vai ser mais um ano da torcida do contra ficar frustrada.
Agora, não entendo o porquê da euforia pelas novas regras. Afinal, pelo que sei, F1 é alta velocidade e antes se podia andar no limite, o que agora não se pode mais. Então, limitou-se por baixo as equipes. E eu também quero registrar que tenho orgulho de fazer parte das pessoas que podem bater no peito e dizer daqui a alguns anos: "eu vi o Shummy correr e o cara era fantástico", e falo isto com propriedade pois acompanho a F1 desde 1976.
João Luiz Gomes, Campo Grande (MS)
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Quanto às novas regras, ainda não tenho opinião formada, mas gostaria de ver o sistema antigo de classificação, de 12 voltas, me parece mais justo.
O mesmo em relação aos motores, pois do jeito que está ficou meio esquisito. Estou falando da BAR e do Schumacher (o bom). Achei a corrida muito legal, pois nem dormi. Gostei muito da largada e da corrida do Coulthard. Foi ótimo, muito melhor que o dono da casa, Marketing Weber. Este, na minha modesta opinião, continua devendo. Quanto ao Fisichella, fez o que se esperava: piloto bom em carro bom tem que andar na frente. Barrichello foi 10 em tocada e estratégia. Tomara que continue assim durante todo o campeonato, o que acho difícil, pois além de ter de encarar o Schummy dentro da Ferrari, o Barrica, de vez em quando, faz umas corridinhas apagadas.
Agora as decepções: O Schumacher estava lá ? Parecia que não. Apesar de admirá-lo muito, foi baixaria o que fez com o Heidfeld, que eu acho que vai andar muito este ano, provavelmente mais que o Weber. E a Toyota? Se continuar assim, vai acabar como a Jaguar. A Jordan deveria contratar pilotos de F1 para guiar seus carros. Gostaria de saber o que houve com a McLaren, que parecia uma das favoritas, junto com a Renault, mas simplesmente sumiu. Pior de tudo mesmo foi o Villeneuve. Sinceramente, fiquei com pena dele. Parece que acabou.
Quanto ao Massa, sei lá.... fez o que deu para fazer. Mas o que ficou parecendo mesmo é que quando o F2005 chegar volta tudo ao normal, ou quase.
Luiz Formighieri, Curitiba (PR)
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Posso estar errado, mas acho que as corridas continuarão monótonas como antes. O que fez as mudanças no grid foi a chuva, e essa não faz parte do regulamento. A corrida foi uma chatice, todo mundo poupando o carro e ultrapassagem, que é bom, nada, ficou igual ao ano passado.
Essa de falar que o Schumacher acabou também não cola. O cara teve azar, assim como Kimi, que teve problema na largada, e pronto. A c.a.g.a.d.a que ele fez com o Heidfield não é a primeira nem a última dele e nem de outros pilotos. Para mim, a única surpresa na corrida foi a Red Bull, o Coultard deve ter tomado no mínimo umas 10 latinhas para ter andado lá na frente. Na minha opinião, este time foi o destaque, principalmente se lembrarmos que debaixo daquela pintura tem uma Jaguar. Lembram dela no ano passado?
Acho a idéia da soma do tempo de dois treinos interessante, mas acho que deveria ser com todo mundo na pista e com um número de voltas maior para cada piloto e o jogo de pneus também.
Pra terminar: Será que a palhaçada das transmissões dos treinos pela globo vai continuar?
Jui
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Bom, começou a temporada 2005, e o Gp da Austrália foi considerado bom, mas isso se deve a uma pessoa: São Pedro!
Sei não, mas acho que esse ano não teremos tantas mudanças quanto esperamos. Acho que a vitória do campeonato terminará nas mãos do vencedor anterior (embora com menos facilidade). A chuva foi fator determinante no resultado da corrida (ou vocês acham que se todos tivessem treinado com pista seca o resultado não teria sido diferente?).
O Barrichello, saindo lá de trás, conseguiu uma honrosa segunda colocação, mesmo sem fazer nenhuma ultrapassagem (acho que eu já vi esse filme nos anos anteriores). Pra mim as decepções foram a McLaren, a BAR e o canadense Villeneuve. A primeira era a sensação dos testes e quando chegou na hora H, vocês viram o resultado. Já a segunda os mesmos testes mostravam que esse ano não seria tão bom (pelo menos no inicio) quanto o outro. Ah! Alguém aí ouviu o nome do Button??? E o campeão Villeneuve, que corridinha medíocre!
E a surpresa ficou por conta da Red Bull. O veterano Coulthard, cuja carreira todos (inclusive eu mesmo) davam como encerrada, fez uma excelente corrida. Até o criticado Klien também teve um bom resultado Agora vamos esperar o resto da temporada pra ver no q dá.
Felipe Portela, Fortaleza (CE)
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O GP da Austrália foi interessante principalmente por não vermos o Michael Schumacher disputando a vitória, mas acho que deve ser chamada a atenção para dois detalhes:
1- Com o carro novo Schumacher volta a ser favorito, pois Rubinho mostrou que a Ferrari ainda é a equipe mais forte e só não ganhou por estar com o modelo antigo.
2- A próxima corrida será a segunda com o motor usado na Austrália e isso pode fazer muita diferença, com mais quebras e diminuição de potência. Vamos esperar para ver o que vai dar.
Rodrigo de Oliveira Rodrigues, Sorocaba (SP)
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Não sei com que milagre os pneus da maioria das equipes agüentaram! Nunca ouvi falar de um regulamento tão idiota, irresponsável e incoerente em qualquer outra categoria de automobilismo de competição. Chega a lembrar aquela regra confusa de descarte de pontos dos campeonatos de f-1 em 1979 e 1980 (a cada 8 corridas, 4 resultados descartados). Quem souber de algo parecido em outra categoria me avise. Proibir troca de pneus durante a corrida?! Soma de tempos dos treinos?! A F.I.A. não tem um conselho ou uma junta diretora para eleger outro presidente e expulsar o Mosley que, a meu ver, não tem, desculpe os termos, cabeça de merda como diz uma piada sobre o ex-presidente Sarney que ouvi anos atrás, ele é todo merda assim como as regras absurdas que inventa.
Parabéns ao Fisichella, que me deu vontade de ser italiano. Venceu e deu uma surra no queridinho do patrão Briatore (Alonso). Bem diferente de um certo capacho que tem passado a imagem de submissão e falsidade (este ano vai...) para toda uma nação e diminuindo a auto-estima do povo que o viu nascer, crescer e evoluir como profissional do automobilismo.
Parabéns também ao Felipe Massa que, a despeito dos bajuladores do capacho que o desmerecem, mostrou, mesmo sem marcar pontos, competência até na estratégia dos boxes e derrotou o falastrão canadense que há muito não honra a sua linhagem.
Wladimir Duarte Sales, Duque de Caxias (RJ)
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Amigos Gepetos,
A volta à era Prost. O GP da Austrália foi uma corrida atípica, mas mostrando como vão ser as corridas deste ano. Foi atípico porque a sorte que sempre acompanhou o Schumacher resolveu dar um tempo e São Pedro resolveu dar uma bagunçada nos treinos. Foi uma mostra de como vão ser as corridas deste ano, pois os dois primeiros terços foram uma clara mostra de como evitar atos mais impetuosos para conseguir posições, ou seja, pilotos com o jeito Prost de dirigir.
Raikkonen sem atacar o Schumacher, Schumacher sem atacar ninguém, neste lenga-lenga porque teriam que economizar carro e pneus para chegar no fim da corrida. Parabéns a Renault e ao Fisico que fez uma boa corrida. E fez o que Schumacher sempre faz, largou na frente num carro superior aos outros e daí só administrou, deu a sorte de ter a melhor condição de pista no sábado.
Por outro lado, eu não sei se, caso não tivesse sido pole, teria feito uma corrida excepcional como fez o Alonso. Esse sim mostrou serviço. Largou lá atrás, ficou preso várias voltas atrás do Villeneuve, só pôde tentar ultrapassar dentro do padrão Prost de dirigir, não fosse isso poderia ter despachado o canadense em duas voltas e no final chegou em terceiro. Se não tivesse este probleminha no meio da corrida, chegaria em segundo com folga, e com duas enchidas de motor de lambuja.
Valeu o coice dado pelo Búfalo Vermelho nos burocratas do Bichano Preto. Pegaram uma Stewart em plena ascensão, fizeram uma politicalhada sem vergonha, que o digam Burti e Pizzonia, não passaram da mediocridade, caíram fora com o rabo entre as pernas. Só serviram como veículo de marketing do Webber. Na primeira corrida sob nova direção, a equipe mostrou a competência que não havia conseguido em cinco anos. A Willians já tinha anunciado um inicio de ano pífio, demonstrou que era verdade mesmo. A grande esperança australiana não demonstrou tudo que prometia se dirigisse num time de ponta (?!?!?), talvez não tenha se adaptado à necessidade do jeito Prost de dirigir.
Heidfeld fez o que podia fazer e ainda caiu na armadilha do compatriota. Os japas também mostraram que nem tudo dá certo. A BAR sem Richards não é mais a mesma, e a Toyota com Schumachinho continua na mesma. A Sauber já deve estar deixando a turma da BMW arrepiada, a péssima classificação só é perdoável pelo fato de ter o Villeneuve como um dos pilotos e o Massa ter tido todos os azares do mundo no fim de semana. A Ferrari mostrou que entendeu mais que os outros como usar o regulamento para si. Agora vamos ver as outras equipes copiando a sua tática. Com o treino definido no sábado, em que as dezenas de segundos de diferença entre um piloto de outro no molhado não poderiam ser descontados nos milésimos de segundos do domingo no seco, Ross Brawn e cia. novamente deram uma aula competência tática.
1- Encheu o carro do Rubinho (que sempre teve um jeito Prost de dirigir, com a diferença que o brasileiro é muito melhor na chuva) de gasolina, como no início da corrida, quando todo mundo anda junto, e sempre vai ter um Villeneuve no meio o do caminho, botar o carro andando o suficiente para não perder muito contato com o pelotão dianteiro. Fez a tática dos pits super-hiper rápidos com pouquíssima gasolina para ganhar posições nos boxes. Deu certo chegou em segundo.
2- Com o Schumacher ferrado no grid, então o negócio é usar o que é liberado. Em 18º, então, perder dez posições no grid não é nada, vai estar a menos de cem metros da pole mesmo. Bota um motorzão novo e manda o alemão fazer a corrida no jeito Prost de fazer a corrida.
3- Vai terminar a corrida bem colocada? Não, box para poder trocar o motor na próxima corrida. Pra mim o acidente com o Heidfeld foi meio provocado. "Vambora me bate para eu poder usar motor novo na Malásia". Agora é esperar pelo carro novo.
A McLaren, que, junto com a Renault, era a grande esperança de disputas, mostrou que poderia ter sido melhor, mas como a McLaren é a McLaren é melhor não sair esculhambando, afinal tem no volante o Montoya com o seu jeito Mansell de dirigir. A fórmula do treino warm-up de manhã ficou ruim demais para nós. Já pensaram ter que acordar às 4 da matina para ficar ouvindo no radinho na fase Européia para saber se houve mudança no Grid? Pra dizer a verdade, nem vou ligar o radinho, o grid (assim como a vitória) já perdeu a sua importância, o importante agora é ver quem tem o jeito Prost de pilotar e acumular pontos. As perspectivas de um bom campeonato este ano existem. Agora só faltam 18 corridas, e sempre fica a esperança que aconteça alguma coisa diferente do que o jeito Prost de pilotar.
Abraços,
Olavo Ito, São Paulo (SP)
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Prezados amigos,
Me desculpem por ser o do contra, mas essas mensagens debochando do Schummy podem se tornar um tiro pela culatra. Depois de tantos títulos eu aprendi que não se deve subestimá-lo; não sejam tão ingênuos.
A corrida da Austrália foi atípica em virtude daquilo que chamaram de treinos classificatórios e pouca coisa pode ser afirmada a partir dessa primeira prova. Qualquer previsão quanto ao decorrer da temporada é pura especulação. Vamos aguardar mais um pouco.
Aproveito para pedir ao Eduardo ou ao Pandini para pesquisar sobre como é que será feito o controle sobre os motores entre uma corrida e outra. Esse negócio de motor novo ou velho me parece que terá uma interpretação bem subjetiva. Afinal, se levarmos em conta que a equipe vai abrir os motores para revisão entre as corridas, quais serão os limites para estas revisões? Até aonde eu sei ao trocar um pistão aqui, anéis ali, juntas e etc, tem se um motor novo.
Abraços a todos,
Evandro, São Paulo (SP)
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O GP da Austrália foi tudo que os amantes da Fórmula 1 já estavam esperando há bastante tempo: sem Ferrari na primeira fila, sem Schumacher no alto do pódio. E para os torcedores brasileiros foi muito bom também, já que Barrichello começou o ano na frente do alemão, o que nunca acontecera antes. Rubens iniciou o campeonato de forma cerebral e categórica, já que fez a prova quase toda com problemas nos freios de sua Ferrari F2004M. Enfim, a Fórmula 1 deu gosto de ver até o final.
Denner de Oliveira, Goiânia, GO
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Amigos do GP TOTAL,
Conheci o site de vocês há menos de uma semana e já no primeiro instante coloquei nos favoritos. Como não? Conteúdo profundo e saboroso, rico em detalhes, imagens e dados técnicos e históricos que embasam as teses dos colunistas, convidados e leitores. Fantástico. Mas o espaço é para comentar a corrida da Austrália! Comentar o quê?? Que insônia...Tanta expectativa para nada.
Pelo menos dois terços da corrida (?) os carros ficaram desfilando pela pista. Digna de nota foi a largada de Coulthard, lembram dele?! Bom para os torcedores da Red Bull. Para falar a verdade, me senti enganado ao final da corrida. Se tivesse pago ingresso iria exigir o meu dinheiro de volta.
Gente, amo F1, sou torcedor desde os tempos da lotus 72 de Emerson, nunca deixei de acompanhar mesmo após o desaparecimento do Ayrton Senna, pois muitos diziam que para eles a F1 acabara com a morte do campeão. Apesar da lamentável perda, todos sabemos da abrangência histórica deste esporte. É lamentável tudo o que acontece hoje em dia. F1 na sua essência é competição! Carro x carro, piloto x piloto, equipe x equipe, e não ego x ego, interesses financeiros x interesses financeiros, etc. Diante de tudo isto, só nos resta esperar e reviver junto com o GP TOTAL os magníficos pegas dos antigos campeões.
Um abraço e que Deus abençoe a todos nós.
Maurício de Morais Souza, João Pessoa (PB)
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Carlos:
A respeito do Galvão Bueno, o homem é uma mala sem alça, o que importa nas transmissões para ele é tão somente sua opinião. Ele não admite ser cortado, eu tenho dó dos repórteres que cobrem o GP in loco, todos devem ter vontade de mandá-lo as favas. Mas há uma esperança, o Burti fala na hora que quer, e está se saindo muito bem como comentarista, tomara que o Gavião não peça sua cabeça!!
Wyvertghon, São José dos Campos (SP)
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O fato é o seguinte:
- A temporada vai ser uma porcaria, porque ninguém ultrapassa para não fritar pneus, não gastá-los, ou estragar o motor.
- Com a Ferrari nova, tudo volta ao normal. Basta ver o insosso do Rubinho conseguindo um segundo lugar com o carro velho.
- O Galvão Bueno tem que aposentar... pô! Todo mundo está sabendo que o Rubinho é capacho nas mãos do Schumacher e ele vem dizer que aposta suas fichas nele? O Galvão diz isso para contentar os otários da torcida brasileira que dão audiência para a Globo. A mínima inteligência seria capaz de supor que nem o Rubinho, e nem a Rede Globo, são coisas que prestam na Fórmula-1.
Vagner Coletti, Américo Brasiliense (SP)
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Gostei muito da muito da apresentação da Formula 1 2005. O painel gráfico que mostra aceleração, frenagem, giros e marcha ficou muito bom. A comunicação Equipe/Piloto, transmitida pela TV, foi demais. O único ponto negativo foi a transmissão da tv brasileira que detém os direitos de transmissão da F1. O narrador fala certas besteiras que me deixam indignado. Nesta corrida, ele disse que a tampa de combustível abre quando o carro atinge uma certa velocidade. Engraçado, a tampa de combustível não abriu quando os carros alinharam na largada. Acredito que tenham sensores na entrada e na saída do Box. A Globo possui uma dupla tão mais inteligente, que transmite um compacto da F1 na sportv, por que não os coloca para transmitir a F1 ao vivo ?
Um abraço,
Marcel, São Paulo (SP)
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Essa primeira corrida na Austrália foi excepcional!!!
Primeiro por demonstrar que é muito fácil ser vencedor quando seu carro é muito superior, como no caso do Schumacher. Ele demonstrou o seu verdadeiro lado, o de que não é tão excepcional assim, e que sempre foi o Dick Vigarista da F1 (me fez lembrar quando jogou o carro para cima de Hill e Villeneuve). Não vai mais poder se beneficiar dos pneus para dar 3 voltas mais rápidas antes do pit stop. Terá que ser muito técnico, poupar o carro e os pneus.
É a chance do Rubinho.Segundo por mostrar que as alterações das regras parecem que darão resultado e o campeonato deve ser movimentado. Torço que sim!!!
Agora uma pergunta : porque a FIA ou a FOA não punem a Ferari por treinar fora das datas determinadas?
abraços a todos
Alexandre Zapponi
Zapponi,
a Ferrari não desrespeitou nenhum item do regulamento ao colocar Badoer para treinar com a F2005. O que existiu foi um "acordo" entre as demais equipes para não treinarem naquele período, mas a Ferrari nunca o ratificou. Como não infringiu o regulamento da FIA, não há razão para punição.
Abraços. (EC)
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Foi um bom GP.
Gostei que o Fisico tenha ganho, ele é um grande piloto e é um enorme incentivo vencer logo na primeira corrida pela Renault. Acho que divido as circunstâncias, não pode ser revelado o verdadeiro potencial das equipes de ponta, mas com certeza a Mclaren deve vim forte juntamente com a Renault, vamos esperar a F2005.
Mas quem me decepcionou foi o Michael Schumacher, esperava bem mais do que o desempenho medíocre que ele mostrou, mas sem duvida é um forte na briga pelo titulo. E depois de 6 temporadas é a primeira vez que o Rubinho larga na frente do Alemão. Será que dessa vez vai???
Eu ainda duvido.
Belíssimo, São Paulo
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Edu e Panda,
acompanhando a corrida na Austrália, fiquei pensando algumas coisas com os meus botões sobre a temporada 2005:
- A tecnologia das fábricas de pneus é muito maior do que pensa nossa vã filosofia! Em poucos meses os fabricantes conseguiram criar um pneu que dure uma corrida inteira sem um desgaste significativo palavras do próprio Barrichelo. Resta saber como os pneus vão reagir em condições mais extremas, como Hungria, Malásia e Interlagos. Mas as fábricas com certeza vão dar um jeito nisso...
- Não vai ser desta vez que as ultrapassagens vão voltar nas corridas da Fórmula 1...
- Tirando Jordan e Minardi, as demais equipes estão muito equilibradas. Ótimo para o mundial.
- A Ferrari é Top. Andou bem com Rubinho e blefou durante a pré-temporada, falando que o carro 2004 adaptado não seria páreo para as demais equipes. Não foi isso que ví na madrugada.
- Esse Didi Mocó não sei das quantas da Red Bull enxerga longe...
Abraços
Pedro Sartorio Junior, Cachoeiro de Itapemirim
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Fala galera do GPTotal,
Acabei de assistir a corrida inteira da Austrália (Deus abençoe o videocassete). Eu podia falar bem da Renault, que estava perfeita na corrida: um ótimo acerto dos carros, fazendo as curvas perfeitamente.
Também chamou a atenção o desempenho surpreendente da RBR, e Coulthard calando a boca da maior parte da imprensa especializada. Notou-se também a BAR apagada, fora dos pontos, sugerindo que a maré de sorte da equipe durou apenas um ano e já passou -o que, aliás, é comum na F1.
Mas o que mais me impressionou foi a corrida do Schumacher. A corrida não, o final dela. Ele fechou descaradamente seu compatriota, que não conseguiu evitar a batida. Depois, ele gesticulou veementemente para ser empurrado. Como o GP não estava sendo disputado na Alemanha, os comissários demoraram um pouco para atender o pedido. E como é que ele abandona depois? O carro dele tinha sido danificado?
Pois bem... Se a suspensão dele quebrou na batida, não era pra ele ter saído do lugar: eu já vi, no GP da Europa de 2002, o Montoya e uma McLaren (se não me engano o Coulthard) se tocarem na dividida de uma curva, o pneu de um encostar na suspensão do outro e ambos ficarem por lá mesmo. Como é que o alemão leva descaradamente a Ferrari até os boxes? Posso estar redondamente enganado, mas tenho a impressão de que essa quebra foi forjada só para o alemão correr de motor novo na Malásia. Se eu estiver certo, só pode-se dizer uma coisa: o novo regulamento é uma merda.
Aliás, concordo em gênero, número e grau com Luís Fernando Ramos, e acrescento algo sobre a BAR: o 007 nasceu tão assassino que corria o risco de matar seus próprios pilotos, já que, em Jerez, nos testes, seus aerofólios tinham o desagradável costume de ficar pelo caminho.
Daniel Medici, sp
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Olá, Daniel.
Prepare-se para achar o regulamento mais merda ainda: a BAR mandou Sato e Button entrarem nos boxes na última volta, justamente para poder trocar de motor para a Malásia sem sofrer punições.
Pior: a própria equipe admitiu isso em press-release.
Abraços. (EC)
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Venho dizer que para mim mais um campeonato do Schumacher não faz diferença nenhuma, o que importa é ver o futuro das outras equipes.
A Renault mostrou que agora briga por vitórias, principalmente com o Fisichella. A McLaren foi prejudicada, Raikkonen , 8º, poderia ter feito mais se não largasse dos boxes. BAR, Toyota, Sauber, Jordan e Minardi fizeram o esperado, nada. Na Williams, Heidfeld mostrou por que foi escolhido ante Pizzonia.
E por fim chega a surpresa do final de semana, a Red Bull Racing (RBR). Com um David Coulthard desprezado no fim da última temporada e um criticado Christian Klien, a novata conseguiu 7 pontos (o mesmo número de pontos q Mark Webber conquistou durante todo o ano de 2003), na 3ª posição do campeonato. Vamos ver se essa temporada vai dar asas
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Opinião de David Coulthar sobre o sistema de qualificação: Aggregate qualifying in F1 is artificial and a farce New qualifying is sh*t.
Renan de Azevedo Falcão, São Paulo
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Estão de parabéns pelo novo visual do site,espero participar com mais freqüência.
É muito cedo para saber se vai dar certo ou não essa nova regra de classificação,mas estou gostando,nessa primeira corrida, eu acho que foi camuflada pela chuva,será que Schume não esta escondendo o jogo ? Será que Rubinho com esses pontos ganhos a Ferrari vai dar prioridade prá ganhar o titulo, ou a equipe esta mais preocupada agora em acertar o carro do alemão?
Jotade, Itabuna
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Olá
Tenho dúvidas quanto aos treinos de sábado e como creio não ser o único lá vai: no sábado as equipes podem fazer o treino de tanque vazio? E quanto aos pneus, podem ser trocados entre os treinos de sábado e domingo? Ou será que desde sábado o setup fica o mesmo até a corrida?
E os motores, como será a fiscalização de modo a garantir que não sejam trocados entre uma corrida e outra?
E só p/ constar: que performance da Red Bull, não? A Jaguar nem pontuava e 1 ano depois vem a Red Bull, c/ espólios da própria Jaguar, e surpreende fazendo uma corrida melhor até que a McLaren! Uma grata e muito bem vinda surpresa!
Vamos ver quanto tempo vai levar p/ Galvão aprender a calar a boca durante a comunicação box/piloto via rádio.
Carlos Ferrari, Floripa
Oi Carlos
Nem sei se sei lhe responder tudo mas vamos lá. Nos sábados, os carros vão para a pista com a quantidade de gasolina que desejarem e os pneus podem ser trocados depois dos treinos, se a equipe desejar.
Não sei como será feita a fiscalização da integridade dos motores, se eles podem ser abertos para revisão entre as corridas, mesmo que nenhuma peça seja trocada.
(EC)
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Mestre Panda
Depois da corrida bizarra que presenciei na madruga de sab. pro dom.,vejo que aquilo que ainda insistem em chamar de F-1 não tem mais jeito não. O regulamento que já era uma m!!!!,ficou uma m!!!! seca e fedorenta.
Gustavo Lucena, Natal
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Olá pessoal do GPTotal!
Se a F1 mudou para melhor ou pior ainda não para saber, mas que mudou, mudou!
A Renault tem o melhor carro desse começo de ano e Fisichella pode ter dado sorte nos treinos, mas quando ele garantiu a pole, pensei logo que ele dificilmente perderia a corrida e assim foi! E praticamente de ponta a ponta. Contudo, se Alonso tivesse largado mais a frente, dificilmente perderia a corrida, pois o espanhol fez uma ótima corrida de recuperação.
Barrichello fez uma das melhores corrida de sua carreira, conseguindo uma excelente segunda posição mesclando velocidade com inteligência, quando ganhou três posições na primeira volta e as outras com sua boa estratégia e para melhorar a vida de Rubinho, Schumacher fez uma corrida pífia e está com zero ponto no campeonato, após bater com Heidfeld, que na minha opinião foi o culpado pelo acidente, pois preferiu botar o carro na grama ao invés de permanecer atrás do compatriota. Mark Webber fez uma corrida sólida até acabar com seu pneus, mas Galvão e Reginaldo já se apressaram em dizer que ele será a decepção da temporada. Oh perseguição...
E falando em Webber, o que será que a Red Bull tomou? Criou asas? Coulthard fez uma corrida que a muito tempo não se via e andou boa parte da corrida em terceiro, mostrando que a sua saída da McLaren fez muito bem. E falando em McLaren, que decepção, hein? Tanto Montoya quanto Raikkonen estiveram longe de brigar pelas primeiras posições e ficou claro que Montoya estava sem pneu no final. E falando em decepção, a BAR fez muito feio após seu vice-campeonato. Sou fã dos filmes 007, mas esse filme não quero assistir...
No caso, o filme que a BAR está protagonizando este ano seria De volta para o futuro, com a equipe voltando aos anos de meio de pelotão. David Richards já está fazendo falta... E falando em Richards, se Villeneuve repetir a péssima corrida que fez, dificilmente chega na metade da temporada, apesar de Massa ter feito uma corrida bem apagada. Toyota, Jordan e Minardi ficaram na mesma, ou seja, lá atrás.
Agora a Ferrari tem uma situação que a muito tempo não sentia, que é partir em desvantagem para cima dos seus rivais, principalmente da Renault.
João Carlos Benício Viana, Fortaleza
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Bom dia,
Como fanático por F1, assisti tudo o que pude, treinos, corrida, tudo. O GP da Austrália mostrou uma visao diferente sobre a formula 1 e pena que talvez nao mais se repita, mas que, apesar da reclamaçao geral, foi otimo ver um grid de largada diferente de 1. Shumi, 2. Barrichello, 3. Kimki e assim vai.
Alem disso, ver Renaults presas atras de saubers, mclareens atras de red buls, shumi e kimi la atras foi um maior barato. Foi uma corrida fora do normal apesar de ainda ter visto os mesmos problemas de antes ... Uma vez atras de alguem, vc nao passa se nao tiver um carro muito melhor, o que é bem diferente se vc olha a CART Series por exemplo.
Alem disso, o sonho aconteceu, Rubinho terminou em segundo numa excelente corrida e os 3 alemaes (me perdoem se sou chato, mas tenho sangue brazuka) nao deram nem pro caldo. Sei que todos sao profissionais e que niki nao teve culpa no acidente, mas foi otimo. A BMW deve ter ficado muiiitoooo satisfeita. Uma pergunta, se TODOS os pilotos de ponta, como as BARs por exemplo, decidicem trocar de motor para a Malasia (ou até sempre), pra onde iria o regulamento da FIA ?
Obrigado pelo espaço !!!
Berg
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Esse regulamento 2005 conseguiu ter mais merda ainda. Esse parece que vai ser o ano dos pilotos cagões. Tudo a ver. Gente, conseguiram fazer um regulamento milhares de vezes pior que o dos anos anteriores...
É só ver o absurdo dos 2 treinos, por ser uma volta só (isso já era previsto que poderia dar nisso em pista molhada), e por privilegiar quem não arrisca muito (um piloto mais arrojado precisa ser perfeito para não pôr a perder uma das 2 voltas)
Além disso a idéia não menos ridícula de apenas 1 jogo de pneus pela corrida inteira. Os pilotos passaram mais da metade da corrida sem arriscar praticamente nada, com medo de gastar os pneus... só tentando alguma coisa no terço final da prova, quando as posições estavam mais ou menos definidas. Isso só beneficia os segundos pilotos, que são, digamos, econômicos por natureza.
Provavelmente muito piloto terá que mudar seu estilo para poder fazer alguma coisa de produtivo.
Heraldo Oliveira, Santos
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Não é a primeira vez que o queixudo comedor de chucrute faz isso e nem vai ser a última...
O cara não sabe a diferença entre estou sendo ultrapassado e já fui ultrapassado.
Luís Sérgio, Brasília
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Olá a todos!
Foi dada a largada, e para surpresa geral o obvio não apareceu dando um fio de esperança para os apaixonados por velocidade (mesmo que esta esteja aquém do já visto).
Em Melborne foram muitos os imprevistos e pode não ser a expressão da verdade da temporada mas só de ter mudado a cara, digo as carrancas do pódio, já me dei por satisfeito. Aliás foi bacana relembrar que não existe só o Hino alemão nas festas do pódio e que o italiano não toca só pela Ferrari.
Como disse o Eduardo Corrêa, o regulamento atual é uma merda com todas as letras, mas vejamos pelo lado bom: foi para desviar dela que a história da temporada começou diferente. Resta saber o tamanho desta variante e para onde ela levará.
Abraço a todos
Anderson Keller, Formiga
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Olá
Mandei uma mensagem no sábado criticando os treinos e continuo com a mesma impressão! O formato dos treinos é uma b...!!! Melhor seria sortear o grid porque ninguém precisaria gastar gasolina, motor e pneus...
Mas que a corrida foi interessante foi! A minha impressão é que os carros estão mais nivelados pois depois de algumas voltas ninguém disparou na frente. Todos estavam próximos!
Acho que a mexida nas asas foi uma boa escolha da FIA. Interessante ver o Schumacher lá trás disputando (e batendo) com o Heidfeld. Não acredito que esta cena vá se repetir muitas vezes neste ano. Destaques da corrida: Rubinho, Coulthard e Fisichella!
[]s
Julio Oliveira, Campinas
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FIA - Fundação da Infância Automobilística.
No playground desse jardim da infância, seus donos conversavam, antes do início do ano letivo de 2005, à espera de suas criancinhas.
- Mosley, lembra-se quando nós pegamos a direção da escola, do João Maria (Jean-Marie Balestre, ex-dono da escolinha)?
- Sim, Bernie... havia filas e filas de espera para os aluninhos entrarem aqui.... Até vestibular tínhamos que aplicar antes de cada avaliação!
- Verdade... E vinham alunos de escolas das mais diferentes regiões do planeta... Norfolk, Maranello, Woking, Interlagos, Magny-Cours...
- Esses alunos eram endiabrados, mas eram muitíssimo competentes! - Como por exemplo, o Ayrtonzinho...
- Ele era espetacular, mas quando a gente pegou a direção da escola ele vivia brigando com o Alainzinho... Mas como aquele menino era chato! O Ayrtonzinho sempre queria fazer tudo certo! Tudo exato! O Alainzinho no final das contas se deu melhor, pois fazia as coisas com mais calma... - Lembra-se do Nigelzinho?
- Ele era todo atrapalhado! Ou perdia seus lápis de cor, ou tropeçava e caía na escada... E quando ele jogava bola? Ele sempre pisava na bola e caía de bunda no chão!
- Hahahahaha! Nem me lembrava mais dele! E o Nelsinho?
- O Nelsinho? Ele sempre matava aula para ver as calcinhas das mocinhas da escolinha ao lado, pendurado na árvore... Mas ele tinha uma capacidade de consertar coisas como ninguém! Ele e seu amiguinho que era meio calado, o Pupinho...
- Verdade! E o Riccardinho? Ele chegou aqui ainda no colo da mãe, e depois que ele trombou no corredor com o coitadinho do Petersinho... O pessoal não quis ser mais amiguinho dele...
- Verdade... Tinha também o Gillesinho... Aquele era louco! Brincava de ponta-cabeça no balanço, escorregava plantando bananeira... Pulava de galho em galho das árvores aqui perto...
- Nossa, quantos alunos passaram por aqui... E depois que a gente assumiu, quantos surgiram...
- É... Tinha o Nakajima-kun... que sem querer querendo, sempre se machucava ou machucava alguém com os esbarrões na hora do recreio... - E quando o Miquinho chegou?
- Teve um dia no qual ele bateu no coitado do Damonzinho no final de ano... E o Damonzinho nem reclamou! Na verdade, ele disse que nem sentiu... Mas todo o mundo queria bater nele depois. O Miquinho ainda quis bater no Jaquinho, mas errou o soco e bateu na parede... E quando ele quebrou a perna? O Salinho sentou-se no lugar dele, na sala de aula... E sempre ajudava o Eddinho, aquele irlandês que descia a lenha em meio mundo.
- O Rubinho, quando chegou, era protegido do Ayrtonzinho... Inclusive, o Ayrtonzinho bateu no rosto do Eddinho quando ele chegou aqui... Triiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim! E a sirene de início das aulas foi tocada. A escolinha havia aumentado sua mensalidade, então apenas vinte alunos estudavam lá. Os alunos de Faenza, eram os mais pobrinhos, porém a lancheira deles tinha a merenda mais gostosa. E a aula começou, da maneira que se esperava. Ralfinho, irmão mais novo de Miquinho, chorava para o professor...
- Tio Bernie... O Pablinho me chamou de Mariquinha! EU NÃO SOU MARIQUINHA! - Mariquinha! Mariquinha! El alemón é una mariquinha! - Buáaaaa... Diz para ele , snif, parar, tio...
- Juan Pablo...
- Ele diz que eu sou feio! E quem acha homem bonito é mariquinha! - Um dia ainda vou ganhar do Miquinho no pega-pega, mãe!
- Será, Rubinho?
- Eu não saio dessa escola se eu não pegar ele no pega-pega! - Senhor Stoddart, a matrícula de seus pupilos está irregular...
- Mas como? Eu tenho aqui uma autorização da delegacia de ensino para que meus meninos frequentem essa escola!
- Mas falta a lista de material escolar a ser comprada... O australiano comprou as masssinhas de modelar daquele ano e tudo ficou numa boa. - Onde está o Felipinho? - Ele tomou uma mamadeira e foi dormir... Daqui a 15 dias tem mais... Podem me cobrar isso!
Rodrigo Nunes Yoshihara, São Paulo
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Acabou o GP da Austrália. Muita mudança para todo mundo andar em fila indiana.
Exceto o Alonso que arriscou um pouco mais. E que confusão esta nova classificação!! Mas o que mais chamou a atenção, e gostaria que vcs comentassem, foi a apatia de Michael Schumacher. Em outras ocasiões, mesmo saindo do fundo do grid, MS chegava facilmente na zona dos pontos. Outro fato que chamou atenção. As McLaren´s não apareceram na corrida.
E a corrida do Rubens Barrichello??? Sei que muita gente não gosta de Alain Prost, mas a corrida do nº 2 da Ferrari lembrou muito as corridas do francês. Saiu lá atrás, e quietinho apareceu em 2º lugar. Sempre foi alvo de críticas, porém desta vez, valeu Rubens.
E parabéns pelo visual do site!!!
Fábio Renato de Oliveira, São José do Rio Preto
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Kd o tão aclamado Michael Schumacher?
Como eu to cansado de discutir em fórums e até com amigos meus, esse cara só ganha quando tem carro de ponta. Nem sequer um pontinho marcou. E ainda tem gente que mete a boca no nosso brasileiro. Me desculpem, mas quem fala mal do Rubinho é pq não sabe nem como funciona a fórmula um. Podem perceber, quando a coisa não ta boa pro Schumi, ele só faz lambança, é sempre assim quando ele ta lá atrás.
Ridículo. Abraço a todos
Rogério Soares, São Bernardo do Campo
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O GP da Austrália foi sem dúvida nenhuma a melhor prova dos últimos 5 anos, foi perfeito, porém o pit stop perdeu um pouco de seu brilho, a equipe que tem a função de trocar os pneus fez uma média uma forma de comprovar o salário que tem, apenas observar os pneus não significou nada para os amantes deste esportes que acompanha pela televisão, enfim, voltou a cara original da F1, os pegas, segundos de diferença para o segundo colocado, a adrenalina de acompanhar esse esporte magnífico, lembrando a melhor parte em que o Shumacher APELOU na pista, sua máscara caiu! Agora sim, podemos apostar de verdade no Rubinho, que nos ensinou, a paciência é um grande negocio.
Um grande abraço e até a breve..., Bem breve (2 SEMANAS) GRAÇAS A DEUS
Denis Chiviribis, Santo André
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ueeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee???
Cade as negrinhas, cade as BAR, Cade o Butoon, cade o weeeeeeeeber, cade o monnnnnnnnnnntoia, cade o kiiiiiiiiiiiiiiiimi
So vi as renault e o fisico na frente ainda sim porque largou na pole e a nossa SEMPRE FERRARI largou em 11. ainda sou rossa
da-lhe FERRARI que nem precisou ser a nova para chegar la
ha!ha!ha!ha!
grandes abraços ferraristas
Ronie Melo
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Pois é, amigos do GP Total...
Para que tanto investimento em túneis de vento, pneus, motores caríssimos? Para largar na frente basta contratar um excelente meteorologista... É assim que a FIA vai baixar os custos das equipes...
Salvador Costa, Rio de Janeiro
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Acabei de ver o treino... ..que b...!!!!!
Se é pra cortar custos na F-1 faz o seguinte: Corte vinte pedacinhos de papel, cada um deles com o nome de um piloto. Sorteia-se a ordem de largada. Desse jeito, não se gasta gasolina, nem pneus, nem motor e nem a paciência de quem tá assistindo... E ainda ouvir do Reginaldo Leme que está tudo muito interessante?
Dá um tempo! []s
Julio Oliveira, Campinas
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Parabéns pela nova fase e sucesso no mercado editorial. Acompanharei o GP Total neste ano de mais mudanças na Fórmula 1. Nos resta saber se a única mudança que eu gostaria de ver realmente acontecerá.
Isso, porém, só constatarei ao longo da temporada, após o término de cada corrida. Chega de alemão !!!!
Marcelo Cardoso, São Paulo
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Acho que proibir o piloto de trocar pneus perigoso. Na minha opinião poder-se-ia somente permitir que no pit ou fosse feito somente o reabastecimento ou se pudesse trocar um pneu apenas. Se houver a necessidade de trocar mais de um pneu ou se o piloto trocar o(s) pneu(s) no abastecimento, o piloto seria penalizado com uma parada de 10s no box para cada pneu extra trocado.
Newton Chan, Rio de Janeiro
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Minha aposta para quem vai ser o campeão de 2005 é o Michael Schumacher. Mas a minha torcida é que equipes como a McLaren, Willians, Renault, BAR/Honda e, por que não?, a Toyota, pelo poder financeiro que possuem, tenham equipamentos competitivos neste ano e possam realmente fazer frente ao poderio da Ferrari.
Isto seria muito bom para o campeonato, e aí nós saberíamos se o Montoya, Haikkonen, Button, Alonso, Ralf Schumacher e demais pilotos poderiam sonhar em algum dia ser melhor que o "queixudo", assim como sonha o Barrichelo.
Poderíamos também ver adversários de verdade tentando bater o queixudo, que, se no fim ganhasse o campeonato, poderia dizer que este foi o título mais difícil de sua carreira.
Será que estou sonhando alto demais?
Fernando Eduardo Macedo Marques, Niterói
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Edu,
Não se pode mais trocar pneus nos GPs. Esses caras que inventarem essa besteira, com certeza, não têm nenhuma participação em Companhias de Seguro, mas devem ser acionistas de Hospitais e Funerárias. Caramba, mas que troço de mau gosto! Por causa disso, os anjos da guarda dos pilotos estão acabando com os estoques de Lexotan lá do céu. Sai, zica! Pé de pato, mangalô três vezes....
Um abraço,
Alexandre - São Paulo.
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A temporada 2005 da F1 será a mais disputada dos últimos anos. A Ferrari vem com os pneus pouco confiáveis, impossibilitando Schumacher de vencer pelo menos nas 4 primeiras provas . Já a McLaren conta com melhor pneus e a melhor dupla de pilotos da atualidade. A Renault foi a mais rápida na pré-temporada e a Williams vai ser sempre Williams, vai bem com Webber na Austrália e depois ninguém sabe.
Jose Roberto Gaion Junior, Itápolis
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COMEÇA LOGO ESSE NEGÓCIO !!
Alguém se lembra da última corrida da temporada de 2004?! Pois é, foi exatamente no dia 24 de outubro aqui mesmo no Brasil. Isso mesmo, final de outubro. E como todos sabemos, a nova temporada só começa agora, no dia 06 de março. Decididamente é tempo demais de paralisação, tempo demais sem corrida.
Durante este período de mais de 4 meses, o mundo quase que acaba na Indonésia, Bush continua firme e forte nos EUA, Lula segue tropeçando em seus discursos, o Santos foi bi no Brasileirão, os times cariocas chafurdam na lama, o Corinthians mudou de sotaque, o autódromo de Jacarepaguá faz parte do passado, e até o Flávio Gomes lançou um livro. Enquanto isso, nada de corrida.
Realmente não entendo porque temos este enorme espaço entre as temporadas. Será que as equipes precisam de todo este tempo para projetar e testar o novo carro ?! Será que um time que gasta mais de US$ 300 milhões por ano deixaria tudo para a última hora ?! Será que a Ferrari não conseguiu acabar aquela peça que ela estava desenvolvendo, sei lá, desde março ou abril de 2004 ?! Será que 15.423 km de testes não são suficientes ?! Bem, pelo jeito não.
Por favor, me corrijam se eu estiver errado, mas não me lembro de nenhum outro esporte que tenha tanto tempo de paralisação. Isto seria um “privilégio” dos esportes a motor ?! Será que só eles precisam deste intervalo todo ?!
Não há quem agüente tanto tempo sem assistir uma corrida. Arrisco-me até a dizer que nem os pilotos agüentam esta eternidade sem correr de verdade, porque no fundo, piloto quer mesmo é correr, quer adrenalina, quer disputa, e não ficar a vida com esse negócio de testar arranjo de pneus, simular largadas, testar com tanque cheio ou vazio, etc, etc. Pois afinal, para que servem os test drivers ?!
Tudo bem, não precisa ser igual ao futebol, que mal tem um mês para os jogadores descansarem, e os dirigentes tomam de inventar copas, campeonatos, torneios, etc, tudo ao mesmo tempo, tudo para ganhar o troco que for. Mas na F1 bem que poderia ser uns 2 meses ou no máximo, estourando, uns 3 meses.
Acho que seria um tempo razoável para os pilotos, mecânicos, diretores e jornalistas descansarem daquela rotina estafante de viagens, hotéis, entrevistas, corrida, viagens, hotéis, entrevistas, etc, etc. e ainda assim, sobraria um tempo para os testes.
E o mais interessante é que com essa idéia de aumentar o número de corridas, poderia se pensar em alargar o calendário, como por exemplo, terminar no fim de novembro. Não. O que ocorre é exatamente o contrário, diminuiu. Com mais uma etapa, a temporada acaba no dia 16 de outubro.
E o resultado é uma correria desnecessária, chegando a ter corridas em finais de semana seguidos, uma programação insana para todos. Vocês já viram como está o mês de julho ?! Em 5 finais de semana, vamos ter 4 etapas. Agora imagina colocar 22 ou 23 corridas como quer Ecclestone ?! Será que eles vão sugerir uma etapa no sábado e outra no domingo ?!
Mas o pior de tudo é a falta de assunto que esta entressafra gera na mídia. E olha que este inverno europeu foi generoso com as notícias. Tivemos a disputa (?!) de Pizzonia com Heidfeld na Williams, vimos a simpática Jordan sucumbir diante dos russos corinthianos, acompanhamos a Sauber praticamente romper a parceria com a Ferrari, e assistimos a mesma Ferrari dar uma volta em todos e assinar com aqueles que querem que tudo continue como está.
Mas convenhamos, ler sobre o caminhão-pipa da Michelim que rodou na pista de Barcelona, ou que Friesacher pode ser titular da Minardi, ou que o parceiro de Coulthard na Red Bul (?!) será Klien, ou que Briatore incentiva o porre de Kimi, que Ron Dennis ameaça largar a categoria em 2026, ou mesmo que Sato conseguiu o melhor tempo nos testes em Valência, é um pouco demais.
Da mesma forma, é duro ler neste período os indefectíveis prognósticos que cada um desarvora a escrever e constatar no final que aquele mesmo sujeito que ganha tudo todo ano, irá ganhar mais uma vez.
Portanto, que venha logo Melbourne, e que comece logo este negócio !!!
Forte abraço,
Marcelo Jardim
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Olá amigos do GPTotal.
Estava ansioso para escrever e ler sobre a temporada 2005, mas visitava o site e via que o pessoal estava "segurando a onda". Como não queria queimar a largada, respirei fundo, e esperei. Mas agora não dá mais. É engraçado como as semanas que antecedem o início de um campeonato geram (em mim pelo menos), uma expectativa de véspera de decisão. Talvez porque seja a primeira prova que anuncia a tendência do resto do campeonato. Talvez seja o ápice de uma síndrome de abstinência iniciada com as férias da F1. O fato é que não vejo a hora de ver como vai ficar o grid de Melbourne.
Em sua última coluna (28/2) o Edu escreveu "Sei que a supremacia Schumacher-Ferrari vai desmoronar da forma como desmoronam as supremacias: de uma vez só". Concordo com você, Edu. Só faria um pequeno retoque, se você me permite, e acrescentaria a Bridgestone, consolidando o Eixo que domina a atual F1.
Mas tem uma coisa que tem me intrigado bastante. Por que a Ferrari demorou tanto para lançar o carro de 2005? Eu sei que essa tem sido a prática vitoriosa dos últimos anos, mas esse ano o regulamento mudou. Com o campeonato de 2004 garantido, com tanta competência técnica e recursos à disposição, fica difícil entender a decisão. É compreensível você atrasar o lançamento para esconder suas soluções da concorrência, principalmente quando são os outros que estão correndo atrás do prejuízo. Mas com regras diferentes, o que era vantagem pode virar desvantagem se as soluções não funcionarem exatamente como o previsto.
Enquanto a Renault e Mclaren já puderam aprimorar carros aparentemente "bem-nascidos" nos testes de inverno, o F-2005 só agora ganha as pistas. Não nos esqueçamos que os pneus terão características bem diferentes dos anteriores, e que não se trata apenas de aumentar a pressão aerodinâmica, mas de achar a exata pressão para ter a melhor relação grip/desgaste. Eu sei, eu sei, estamos falando da equipe que não tem deixado nem a raspa do tacho para as outras, e provavelmente aquele bico feio será mais eficiente do que os outros. É isso mesmo, ninguém tá falando, pode até ser sacrilégio, mas é o que eu acho, o bico da Ferrari é feio... pronto, falei!.
Difícil imaginar a equipe mais vencedora de todos os tempos perdendo. Talvez só aconteça quando um ou outro componente parar ou decidir buscar novos ares. Apesar do domínio, se a Michelin conseguir reduzir a distância que separa seus produtos dos feitos sob medida para a Ferrari, a casa da turma de Maranello talvez caia. Caso contrário, podem ir arrumando espaço para a inimaginável oitava estrela no boné do alemão.
Arrisco um palpite: depois da estréia do poderoso PS 05 a Minardi deixa o fim do grid para a Jordan.
Abraços,
Mario Galhardo, São Paulo
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Queridos amigos do GP Total.
Primeiramente, um beijo para você, Alessandra! Mandou super bem no programa do Reginaldo Leme, show de bola mesmo! Eita! Isso aí! Quem achou que automobilismo é assunto só de homens se deu mal (ainda bem).
Bem, vou falar antes do Mundial para que ninguém afirme que eu esperei os resultados. Esse tal de Webber vai ser mais tiro n'água do que o próprio carro da Williams.
O brontossauro australiano está arriscado a protagonizar o maior fiasco do ano, juntamente e por conta desse regulamento. O que vocês acham?
Um grande abraço!
José Benedito V. Libório, Piracicaba
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Daqui a poucos dias se iniciará mais uma temporada de F1 e os que os amantes do automobilismo esperam é que haja, realmente, competitividade neste ano, tanto entre as equipes, como dentro da Ferrari - a virtual campeã de 2005 (Michael).
A despeito de um comentário que vi neste site onde o Sr. Jun Nohiro - São Paulo, SP, afirma, textualmente, que Senna morreu sem ter conseguido fazer aquela "famosa manobra" que Piquet fez na Hungria sobre Senna; isso, merece apenas um pequeno reparo:
1-Senna morreu, mas, para desgosto de Jun Nohiro, ele sabia fazer aquilo muito bem e fez (é só observar imagens dele no Kart, quando as TVs mostram recordações de Senna);
2- Não seria a ausência de uma manobra como aquela, que iria desqualificar Senna, como um dos maiores da história, se é que não foi o melhor;
3- Existem muitas pessoas que não se conformam com o fato de Senna ter feito o que fez na F1; 4- Se Senna foi o maior ou não, isso, não há como se avaliar, o fato é que ele conseguiu ser o melhor de sua geração e tantos quantos outros pilotos houvessem em sua época ele superaria, pois foi o melhor de sua época.
Jose Airton, Teresina/PI
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Ao ler sobre o regulamento de 2005, automaticamente minha memória voltou para 1994. Receio q algo de ruim aconteça com aqueles pilotos...
Luizinho, São Paulo
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Edu e Pandini
Acho que desde 98 a Bridgestone é campeã (????) e com a Ferrari/Schumaquer ela se tornou quase imbatível. Em 2003 os Michelin reagiram e quase levaram o título. Quando se esperava finalmente uma vitória dos Michelin em 2004, o trio deu uma lavada em todo mundo, ganhando com sobras.
Mas e 2005, em que as regras mudaram radicalmente em relação aos pneus, será que a Michelin leva, ou a Ferrari e Schumaquer vão levar os Bridgestone nas costas?
Abraços
Pedro Sartorio, Cachoeiro de Itapemirim
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