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15.12.08 - Luis Fernando Ramos |
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12.12.08 - Alessandra Alves |
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10.12.08 - Roberto Agresti |
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19.12.08 - Eduardo Correa |
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27.10.08 - Luiz Alberto Pandini |
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17.12.08 - Ricardo Divila |
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01.12.08 - Ernesto Rodrigues |
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| » » » 28.07.05 |
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| O GP da Alemanha |
28.07.05 |
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Caros amigos,
Tenho visto muito se falar do azar de Raikonnen, mas não acredito tanto nesse azar.
Por quê? Simples, já ficou claro pra todo mundo que esse cara quebra o carro. Isto não é falha de equipamento, é má condução do piloto. Todos estão lembrados, e isso ocorre até hoje com Rubinho. Enquanto o alemão terminava todas as corridas, o carro do brasileiro sempre quebrava.
Alonso não estoura motor, assim como Schumacher. Vocês viram quantas vezes Fisichella quebrou o carro esse ano, enquanto Alonso ganhava todas? Não é possível culpar o azar. Azar é o da equipe, em ter um piloto ruim que sempre quebra.
Alonso vai ganhar o merecido título só porque se mantém na pista. É uma pena que a Renault tenha trocado Trulli por Fisichella para esse ano. Se Trulli estivesse na Renault, teríamos mais competição, com certeza.
José Cury Filho, Uruguaiana/ RS
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Turma do GP TOTAL,
É o carro ou o piloto? Kimi é veloz, mas pelo que parece, não tem competência para conservar seu equipamento, tô certo?
Edirley Peres Machado, Curitiba/ PR
Amigos do GpTotal,
Achei bem interessante o GP da Alemanha e resolvi abrir a gaveta de medalhas e distribuir os seguintes prêmios:
- Prêmio “caiu a ficha”: vai pra mim mesmo. Vejam só: o Barrica disse que o carro estava com regulagem totalmente diferente do Sapateiro. Ele larga em 15º e chega em 10º; o Miguel larga e chega em 5º. E tem sete títulos, brigou com o Físico, etc. , enquanto o Rubens tomou vareio do Klien. Ah, agora entendi tudo. Não precisa explicar mais nada. Sem contar que o RB ganha o campeonato “Zé Dirceu de leitura de Marx (ele leu o Groucho, não o Karl)”. Se ele fosse ler Maquiavel, ele escolheria a versão comentada pelo Wagner Love (não sei quem é, só sei que se meteu numa enrascada com o time dele). Tudo errado é pouco!
- Prêmio “Roberto Jefferson de coragem” – Vai por Massa, que botou a faca nos dentes e correu como se deve. O que falta de consistência (e cérebro) sobra de adrenalina (e coração).
- Prêmio “Robinho de exuberância” - Vai pro Klien, que meteu duas ultrapassagens no RB. Pedala, Klien!
- Troféu “melhor cliente do Viagra” - vai pro Coulthard. Essa fome de pista, ânimo renovado e olhar de tarado deve ter algum motivo muito forte (será que ele viu as fotos da amiga loirinha do Tite?).
- Troféu “Mark Webber de companheirismo” - vai pro Patrick Head, que preferiu ir assistir a Moto GP na Inglaterra do que ir ajudar a equipe (ou, no mínimo, dividir o vexame). Indique o que ele foi fazer lá: a-) ver novas soluções para a Williams; b-) ver onde ele vai gastar a grana depois de vender a parte dele para a Huyndai; c-) descobrir se tirando 2 rodas os carros dele andam melhor? Só faltou ele dizer “Não me comprometa”. Na verdade, acho que ele não quis tomar bronca do Thyssen de novo (o carro não anda por que o motor é fraquinho ou por que o chassis é ruinzinho?). Ego inchado é uma merda, não é mesmo?
- Prêmio Chris Amon de loteria - claro, só pode ir para o Kimi. Quequi eu vou dize prum zuncê, zifio? Oia, toma banho de sal grosso, pipoca, ervas e mel, tudo junto. E depois faz novena para Santo Expedito (causas urgentes; chama o Todt e o Brawn para te acompanhar), São Judas Tadeu (causas impossíveis; chama o Frank e o Head) e Santa Rita de Cássia (causas desesperadas; só o Villenueve e o Sttodart). Sei não, acho que você jogou pedra na cruz, menino.
- Torneio “Ah, tá no nome” – Vai pro Dumbo. Acho que a orelha dele escapou da balaclava e tapou os olhos quando ele se enroscou com o Villenueve, que merece a menção honrosa “Criador e Criatura”. Se além de incentivador o Villa resolver ser professor a F-1 vai ser um derby de demolição.
- Medalha “Delúbio Valério de gestão de caixa” – vai pro Sttodart, que tirou o bom Frisaher e colocou o Dumbo. Que desespero por dinheiro, hein? Até parece que você é do PT .
- Prêmio “Ferrari” de engenharia – vai pra Renault, que tem o segundo carro mais rápido da F-1 e o cara mais sortudo da galáxia. Pode entregar o título para eles.
- Troféu “olhar seca pimenteira” – vai pro Alonso. É só ele andar atrás do Kimi e a McLaren se desmancha.
- Prêmio “Williams de engenharia - grau Jordan” – vai para a Ferrari. O problema não é só pneu, o carro todo é lento, como bem reconheceu o Todt, num minuto CPI de sinceridade.
- Momento Romário de aposentadoria – vai pro Sapateiro. Ele podia ter saído por cima no ano passado, mas ficou e corre o risco de sair como um patético velhinho que perdeu o timing. Sei não, acho que ele não encara outro ano.
- Troféu “PT de premonição” (o cara pediu um jipe Land Rover, bom para andar na lama) - vai pro Todt, que disse “Não sei quando voltaremos a vencer”. Eu também não, Todinho.
- Prêmio “Michael Schumacher de pilotagem” – vai pro Montoya, que quando quer anda como campeão, e quando não, anda como jogador de tênis correndo de motocross (vide pancada no treino).
- Medalha “Fórmula Menos 3” - só pode ir pro Villenueve. A batida no Vagaroso, que nem é tão lerdo assim, é típica de corrida de velotrol, pura falta de reflexo. Nem a minha sobrinha de 5 anos bate daquele jeito.
- Troféu Titanic de navegação – Entrega coletiva para a Williams, Nick (pena; gosto dele, mas está no barco errado na hora errada) e para o Webber (bem feito!).
-Menção honrosa “melhor cara pra dividir bolão da Mega-sena” – não é o Alonso não; vai pro Button. Vejam só: ele não foi para a Williams e não participa daquele desastre; não precisa honrar o contrato com eles porque perderão o motor BMW no próximo ano; pode quebrar o contrato da BAR porque a equipe não somou os pontos necessários; puxa, que azar, então só sobrou a Ferrari para ele ! Vai ser sortudo assim lá na casa do cavalinho rampante. Button, me empresta o seu anjo da guarda?
- Medalha “Agora quero ver Chicago” - vai pro Sato, com uma corrida muito apagada. O sushi entupiu, Sato-san? Sal de frutas nele e vamos pra outra.
- Prêmio “Lotação” – vai pro Trulli. Poxa, seis paradas é meio demais, até para o “estrategista” Rubens.
Duas premiações de última hora, inspiradas pelo Ricardo, de Campinas:
- Troféu latifúndio improdutivo - vai pro RB, que esperou o retardatário abrir um espaço maior que o Estado do Pará para fazer a ultrapassagem. Pra que tanto?
- Prêmio MST - para o Klien, que achou uma brechinha, meteu os peitos, e avançou com coragem. Para ele um espaço nanomicro foi suficiente.
Finalmente, para aqueles que reclamam que a TV só mostra aquele jogo de ogro chamado futebol, informo que consegui assistir a onze horas contínuas de corrida no domingo. Vejam só, comecei às 9:00 com o GP da Alemanha, passei para o SPORTV e vi o GP de Motovelocidade (o Rossi e o Alonso fariam uma dupla infernal para jogar buraco) e a Stock de Curitiba (pena que ninguém passou a TC 2.000); mudei para o SPORTV2 e vi a Nascar até à 18:00 horas, quando virei para o AXN e vi o WRC, alternando com o DTM (picapinha) na ESPN Brasil; Depois fui para a Band e vi a IRL alternando com a Stock Light. Só interrompi para almoço , caminhada com o cachorro (quase que caga na sala) e o pit-stop obrigatório para tirar gasolina do joelho. Então, para quem gosta, dá para se divertir. Se a mulher reclamar, troque de cobertor de orelha.
Fui!
Victor Lagrotta , São Paulo/ SP
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Olá, amigos.
Após este GP da Alemanha, algumas coisas me parecem mais ou menos claras:
1) O problema da Ferrari definitivamente não é só pneu;
2) O problema da Williams não é só carro. Acho que o motor da BMW não é aquelas coisas também;
3) Se a Williams não obtiver um desempenho melhor no próximo ano, provavelmente entrará numa fase mais acelerada de decadência, o que é uma pena. Ninguém passa tanto tempo andando para trás sem pagar por isto;
4) O filho do Giles está numa fase que não é mole. Ele devia pendurar o capacete mesmo. Não acho ele um piloto ruim, pois ninguém ganha um título na F1 se não tiver cacife. Mas este retorno dele está sendo um completo desastre. Não acertou absolutamente nada até agora;
5) O título é do Alonso, por mais que eu tenha torcido pelo Kimi que, sinceramente, precisa urgente pegar uma avião e passar uma semana num terreiro de candomblé na Bahia para tirar a urucubaca. O cara faz tudo, mas tudo certo mesmo e ainda assim não vence. Está difícil.
Um abraço a todos da nossa família gepetista.
Elieser Fagundes, Florianópolis/ SC
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Prezados,
Alguém poderia me explicar que raios de estratégia a dupla Ferrari e Rubenzinho escolheu para a corrida na Alemanha?!
Largar em 15º e chegar em 10º, atrás de RBR, Sauber, Toyota... Que estratégia genial foi essa?!
Forte abraço,
Marcelo Jardim
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É, parece que vou mesmo perder a aposta que fiz com uns amigos ao apostar no título do Kimmi Raikkonen no começo da temporada. Ainda tenho esperanças, acho que sou um dos únicos, que ele venha a conquistar esse título.
Porém, o que me impressiona é realmente falta de sorte deste que considero o melhor piloto da F-1 no momento, o cara já perdeu - isso graças a falta de confiabilidade de seu carro e não por erros seus - os exatos 36 pontos de diferença pro Alonso (30 pontos por 3 corridas abandonadas quando estava na liderança e 6 pontos por não conseguir vencer 2 corridas por largar em 12º e 13º e chegar em 2º e 3º lugar), sem contar que se tivesse ganho as essas corridas o Alonso deixaria de marcar pelo menos outros 6 pontos, e a diferença poderia ser de 6 pontos pro finlandês.
E não é a primeira vez que o Raikkonen perde um título por quebras de seu carro, basta lembrar que o titulo de 2003 ele perdeu pro Schummy por 1 ou 2 pontos na corrida final, mas isso não teria acontecido se ele tivesse ganhado uma corrida também realizada na Alemanha quando abandonou na liderança.
Parece que o finlandês não é o Homem de gelo, ou homem do frio, mas sim o homem do pé-frio...
Outra corrida segura do Massa, marcando outro pontinho neste momento importante do campeonato. Mais uma corrida horrível das Ferrari, o Schummy até que fez uma graça, mas o Barrichello...
É isso ai, é muito difícil mas ainda acredito numa virada de jogo, e espero que o título fique com o melhor piloto, nada contra o Alonso, que está tirando mais do que o seu carro pode oferecer, mas com esse azar do Kimmi ele nem precisa se esforçar tanto.
Um abraço a todos e até a próxima!
Manoel Nunes, São Luís/ MA
Olá, Pessoal.
Esta será longa, minhas análises baseadas nos meus sentimentos de torcedor do Kimi.
1) Alonso: não gosto dele, não sei porque, mas já é o campeão de 2005. Parabéns a ele , Renault e Flavio.
2) Montoya: esse cara é muito bom, pena que não é constante, acho que jamais será campeão na F1.
3) Button: esse será campeão em breve. Talvez ele vá pra Ferrari e o Rubens pra BAR. Acho que seria uma boa troca pra todos, inclusive nós.
4) Fisico: esse já passou do tempo. A equipe não precisa tratá-lo diferente, ele é capaz de arruinar a própria corrida sozinho.
5) Schummy: até sem pneu o alemão é foda, coitado do Fisico. E ainda acham que ele é de mentira, fabricado, etc.
6) Ralf: sem comentários. Inexpressivo.
7) David: o cara está fazendo seu trabalho direitinho, mas o lugar dele é esse, numa equipe média.
8) Massa: a incógnita mostrou um pouco do que pode fazer. Acho que ouvimos pouco dele porque ainda temos o Rubens na F1, quando ele se aposentar a imprensa apontará sua artilharia para o Massa.
9) Klien: o cara não se entrega, e gostei da ultrapassagem sobre o Barrica, que estava esperando o retardatário abrir passagem (como se não houvesse espaço o suficiente)
10) Rubens: eu também perdi a paciência com ele, depois de ter tomado uma passada ridícula do Klien, agora eu torço contra ele. VAI pra stock, Barrica!
11) Nick: sem comentários, não da pra dizer nada de um piloto que tem um equipamento quase igual a Minardi e Jordan. Ainda bem que o Pizzonia se livrou dessa.
12) Sato: o japa é legal, mas fica por aí.
13) Albers: deveriam ser proibidas as cadeiras elétricas de aluguel (Minardi e Jordan)
14) Trulli: como fala Edu, cheque furado, nota falsa, o cara está em sexto, acho que ele merece um crédito, antes que passe o tempo e ele fique igual ao Fisico.
15) Villeneuve: tenho pena do pai, deve ter se virado na tumba umas 1000 vezes. Vai pra stock, Villeneuve!
16) KarthiKeyan/ Monteiro/ Doornbos: a mesma história da cadeira elétrica do Albers.
17) Weber: bem feito , tem que se f....
18) Kimi: com este fico triste, muito triste. Alguém já disse uma vez, “entre um piloto médio e com sorte e um muito rápido e sem sorte, eu contrato aquele que tem sorte”. Oh, pé frio, azarado é pouco, se alguém tiver acesso ao cara fala pra ele passar uma semana na Bahia pra fazer sessão de descarrego, não é possível. Vamos ver o ano que vem.
Um abraço a todos.
Ricardo, Campinas/ SP
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Eu também achava que era azar do Raikkonen, mas, depois de tantas quebras, vocês não acham que o rapaz está abusando demais do carro dele? Eu li um comentário dele de que estava dirigindo no limite, mas a Mclaren é tão superior que o cara podia ir levando numa boa. Esse ano está me lembrando 89, quando o Senna era visivelmente melhor que o Prost em todas as corridas, mas não chegava em todas, e o Prost, sim. Aí deu Prost e sua regularidade, como vai levar o Alonso esse ano. E vai sobrar o Raikkonen, com todo seu arrojo e talento, como o Senna sobrou em 89.
Robson Heringer, Belo Horizonte/ MG
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A corrida da Alemanha foi muito fraca, com emoções apenas no início e no final da corrida. A largada tem sido um dos grandes, se não o melhor momento de várias corridas neste ano. Na minha modesta opinião creio que a temporada está ruim, antes a Ferrari tinha o melhor carro e era o time a ser batido, e com esse novo regulamento a Renault e a Mclaren estão levando a melhor, o domínio apenas mudou de uma equipe para a outra, mas a competitividade é algo que só o futuro dirá se teremos isto na Fórmula 1.
O Massa fez uma bela corrida, foi corajoso e ousado, lutou com o que tinha na mão, enquanto que o Rubinho continua pagando micos com uma estratégia covarde, ridícula e decepcionante. Às vezes me parece que ele não está a fim de correr, de vencer corridas, parece mais uma obrigação do que propriamente um prazer, ter tesão em competir, em vencer.
Quanto ao circuito de Hockeinhein, a pista foi brutalmente modificada e pra pior, o traçado antigo não exigia tanto do piloto, sendo mais uma corrida para carros de motores mais potentes, mas as corridas não deixavam de ser boas.
Meu chute no futuro da F1 é que Alonso será campeão mundial, Massa deverá mudar de equipe, e se mudar pode ir pra Ferrari ou Red Bull, Barrichello pode tanto permanecer quanto sair da Ferrari, e se sair irá pra BAR ou Toyota, Button permanecerá na BAR ou irá para a Williams, Schumacher, Kimi, Montoya, Fisichella, Webber, Heidfeld, Trulli, Sato, Alonso e Coulthard devem permanecer em suas equipes. Ralf é meio incerto. Ou ficará na Toyota ou vai ficar desempregado na F1, ou será piloto de testes.
São apenas chutes, se acertar algum desses está ótimo! É aguardar pra ver! E quanto à corrida da Hungria, já estou vendo que vai ser mais uma corrida fraca, sem emoções e pegas como aquele do Piquet e do Senna neste mesmo circuito em 1986, quantas saudades. Abraços a todos!
Evandro Silva, Betim/ MG
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“Se eu fosse a organização do GP do Brasil, já escalava o Emerson Fittipaldi para entregar o troféu”.
Pois é, sr. Luis Fernando Ramos, estou de acordo que esta sua frase. Depois deste GP da Alemanha, Fernando Alonso só por muito mau desempenho quer da sua parte quer da sua equipa Renault perderá o campeonato. Será muito difícil perder o titulo, até porque no campeonato já decorrido Alonso e a Renault não têm demonstrado o mau desempenho agora necessário para que os seus adversários recuperem.
E quem melhor do que Fittipaldi para entregar o título a Alonso? Até porque será ele o sucessor de Fittipaldi no titulo de campeão mais novo da F1.
Saudações Desportivas,
José Ferreira, Portugal
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Luis Fernando Ramos.
Sobre sua coluna “Direto de Hockenheim”, no próximo GP Brasil, na hora que você se apertar, dê um pulinho lá na G. pra dar uma mijadinha nos banheiros do povão. Se você não passou por essa experiência ainda, talvez você reveja seus pontos de vista. Como credenciado e brasileiro, devia se informar melhor sobre as nossas instalações, ou, ao menos, ajudar-nos a protestar.
Aqui o que existe é a discriminação: primeiríssimo mundo pra quem não paga ingresso (inclusive a imprensa), latrinas imundas para quem paga (com sacrifício, muitas vezes). Um abraço e desculpe o mau humor.
Luciano, Brasília/ DF
Não gosto de falar de sorte, mas que o Raikönnen pode reclamar da ausência dela, com certeza. A corrida desse domingo mostrou uma McLaren tão dominante que o Alonso tem de agradecer ao sistema hidráulico da marca inglesa esses 10 pontos a mais na classificação.
O finlandês não cometeu um erro sequer, foi consistente, veloz, enquanto o Alonso tem a liberdade de fazer aquilo que é o sonho de qualquer piloto: administrar uma diferença segura.
Villenueve é o de sempre e fico extremamente feliz que o Massa tenha feito uma corrida consistente, com uma primeira volta que pode desafiar aquela frase do Piquet na qual ele havia afirmado que ninguém ganhava a corrida na primeira volta, mas que muitos a haviam perdido ali. Se Massa não tem carro para vencer, está se firmando em um momento importantíssimo quando a equipe Sauber está sendo transformada na equipe oficial da BMW.
Pobre Miguel Sapateiro! Nem ele pode dar jeito no péssimo carro que a Ferrari lhe presenteou. Rubinho? Qual é a próxima corrida mesmo?
Agora, quem tiver dinheiro para ir ao GP Brasil, poderá ver, pela primeira vez (desde quando me lembre), a corrida brasileira ser decisiva no campeonato. Foi uma troca excepcional de datas.
Que venha a Hungria! Abraços a todos!
José Benedito Vizioli Libório, Piracicaba/ SP
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Depois de mais um frustrante Gp na nova Hockenheim, não há outro sentimento senão o que de saudade.
É triste constatar que conseguiram matar um circuito que, se por um lado não primava pela alta exigência técnica dos pilotos, ao menos era sinônimo de altíssimas velocidades e grandes disputas. Hoje temos uma pista chata e sem pontos de ultrapassagens. Um retalho da velha Hockenheim.
Quanto à corrida em si, destacaria as atuações de Kimi, Alonso, Montoya e Schumacher, principalmente deste último, que já na metade da corrida estava com os pneus em condições nada boas. Mesmo assim, consegui enfrentar competidores que tinham melhores equipamentos que a sua Ferrari.
Aliás, que fiasco a Ferrari esse ano. A cada prova fica mais claro que o problema não são os pneus, mas sim o carro. Até parece que o F2005 está fazendo papel pior do que o F2004M. Se estivesse no comando da Ferrari, já estaria pensando na próxima temporada, principalmente para garantir uma despedida vencedora para o Schumacher. Sinceramente. o cara não merece sair da F1 pilotando no meio do pelotão e, ainda por cima, ficar ouvindo um monte de asneiras desses aspirantes a fenômenos que não mostraram ainda um décimo do que o alemão conquistou na categoria.
Abraço a todos.
Herik Nelson, Belo Horizonte/ MG
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Que falta fazem para o Montoya as duas corridas que ficou fora por causa do tal jogo de tênis.
J. Carlos, Nova Prata do Iguaçu/ PR
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Olá, amigos do GP Total! Deste GP da Alemanha, saio com duas grandes lembranças e constatações. A primeira de que a F1 atual pode, sim, ser competitiva. Basta ver a primeira volta da corrida deste domingo, sem dúvida alguma, uma das melhores primeiras voltas de uma corrida em todos estes 55 anos de história de F1.
A outra é de que a falta de sorte de Kimi Raikkonen, na atual temporada, já começa a lembrar os primeiros anos de Barrichello na Ferrari, onde, simplesmente tudo acontecia com ele. No ritmo que vai, acredito que Alonso se tornará o campeão de F1 mais jovem da história antes mesmo do GP Brasil, e se fosse apostar, colocaria as minhas fichas no GP da Bélgica, o que seria um grande prêmio para Alonso, pois não conheço pista melhor na F1 atual do que Spa-Francorchamps para se comemorar um primeiro título mundial.
Já os alemães tiveram neste domingo, uma sensação diferente da de anos anteriores, vendo seu filho pródigo tirar leite de pedra para terminar a corrida numa quinta colocação e talvez estejam começando a se adaptar a uma época sem vitórias e títulos, que pode estar por vir.
Porém, ao contrário do que muitos pensam, Schumacher não foi o primeiro grande piloto alemão na história da categoria. Mesmo a Alemanha esperando quase meio século para ter um campeão, os alemães estiveram muito perto da conquista anteriormente. Nas temporadas de 1954 e 1955, a Mercedes-Benz criou os velozes Flecha de Prata, que deram ao argentino Juan Manuel Fangio um bicampeonato. Na época, ela era a equipe a ser batida na F-1, e preparava Karl Kling para ser o primeiro alemão campeão, quando, infelizmente, retirou-se das pistas, mesmo sendo a atual bicampeã, devido ao desastre nas 24 Horas de Le Mans, quando um de seus carros voou contra o público matando 55 pessoas. Nesta mesma época, surgiu um piloto alemão chamado Axel Linther, que venceu corridas famosas na época como a Mille Miglia, Targa Flório e Le Mans e tornou-se campeão europeu de Subida de Montanhas. Na verdade, Axel Linther era um nome fictício do milionário conde Berghe Wolfgang von Trips, que o utilizava para ocultar-se da família, e que sob este pseudônimo podia curtir a sua grande paixão pela velocidade. Em 1961, já famoso, o conde Von Trips assumiu sua verdadeira identidade, assim como uma Ferrari de seis cilindros. Estava no auge de sua carreira e liderava o campeonato de 1961 com 33 pontos, vencendo os GPs da Holanda e Inglaterra e sendo segundo na Alemanha e na Bélgica, quando largou em Monza, no GP da Itália, prestes a ser campeão. Na segunda volta, novamente a tragédia impediu o sonho alemão. Von Trips chocou-se com a Lotus de Jim Clark e decolou contra a tela de proteção. No choque, catorze pessoas morreram, e ele foi atirado para fora do carro, caindo na pista já sem vida. Von Trips e a Alemanha perderam aquele título para o norte-americano Phil Hill, por um ponto, 34 a 33.
Depois disso, a Alemanha perderia ainda outra grande promessa do automobilismo, Stefan Bellof, que surgiu na F1 no mesmo ano que uma grande promessa brasileira da época, Ayrton Senna da Silva. Bellof, infelizmente, veio a falecer em 1985, não na Fórmula 1, mas correndo com um Porsche, nos "1000 Quilômetros de Spa", em Spa-Francorchamps, na Bélgica e a Alemanha, mais uma vez, teve que adiar o sonho de ter um piloto campeão na F1.
Abração, muita saúde, paz, prosperidade e fiquem com Deus. Até a próxima!
Alex Cardoso de Melo, http://www.portaldepirituba.com.br/portaldepirituba/f1.asp
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