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11.08.11 - Roberto Agresti |
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17.05.11 - Eduardo Correa |
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18.09.09 - Luis Fernando Ramos |
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12.12.08 - Alessandra Alves |
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27.10.08 - Luiz Alberto Pandini |
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29.07.11 - Carlos Chiesa |
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21.09.09 - Ernesto Rodrigues |
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| » » » 15.07.10 |
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| O GP da Inglaterra |
15.07.10 |
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Gente
não acredito em tudo que tenho lido sobra a ultrapassagem do Alonso sobre o Kubica. Tudo bem querer sair da pista pra não bater mas é muito óbvio que naquela situação Espertalhonso se defendeu e ganhou uma vantagem cortando pela parte de fora da pista para concluir a ultrapassagem sobre Kubica.
Até onde eu sei se ultrapassa é na pista, isso não é arrojo nem de longe, arrojo mesmo foi uma ultrapassagem do Rosberg, se não me falha a memória, na legalidade, dentro da pista e tirando fino!
Erick Rabello, Rio de Janeiro
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Só o fanatismo - no pior sentido mesmo - para querer achar que Alonso e a Ferrari estão sendo perseguidas pela FIA, que é presidida por quem mesmo? Sei lá, deve ser alguém que é inimigo da equipe italiana...
Alonso ERROU e deu azar. Obviamente o espanhol não errou ao tentar ultrapassar Kubica, isso era dever dele. Mas ele se aproveitou de uma situação ao cortar a pista. Ele não tinha outra opção para evitar a batida, mas TIROU PROVEITO. Na mesma hora eu comentei: Se ele não devolver a posição logo vai acabar se prejudicando feio.
Pô, não é preciso acompanhar F1 há tanto tempo para saber que aquele tipo de coisa normalmente provoca punição, que geralmente é a troca de posições. Faltou neurônios para ele ou para equipe para fazer a troca e voltar a tentar uma ultrapassagem. Não o fez e foi punido.
O fato da punição ter sido desastrosa aí é mais uma questão de infortúnio. O cara deu o maior azar de uma bandeira amarela no mesmo momento da punição. Até Jean Todt deve ter ficado p... com aquilo, mas não havia o que fazer, a não ser lamentar.
Da mesma forma que estão lamentando os tifosi, que agora vão atrás de teorias de conspiração pra justificar algo simples...
Emerson, Salvador
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Prezados Amigos do GPTotal
A Corrida em Silverstone comprova a diferença que faz, realizar uma corrida de Fórmula 1 em um grande circuito ou apenas em um grande autódromo.
Porém, continuo contra os excessos aerodinâmicos e aos detestáveis traçados do alemão Tilke, pois bastou acontecer uma corrida em um autódromo e circuito tradicional (diria até mesmo circuito de verdade) e o espetáculo melhorou bastante.
A propósito, agradeço às manifestações do ilustre colega Gpto, Marcos, de Brasília.
Comentando algumas conjecturas: nos tempos da parceria Michael Schumacher e Ferrari, muito se pensou e se escreveu sobre um suposto "poder político" da Ferrari na Fórmula 1. Agora deixo a pergunta para refletirmos: considerando a punição injusta, na minha opinião, para o piloto Fernando Alonso, que em verdade, mais fez, foi evitar um acidente, do que se beneficiar na disputa de posição com Robert Kubica, o que parece ter acontecido com a suposta influência da Ferrari? Embora tenha, em uma análise final, havido um benefício em favor de Alonso, aparentemente esta não foi a intenção. E mais: se havia motivo para punir, que esta punição fosse imediata e não após Kubica ter abandonado!
Por derradeiro, onde está a "influência política" da Ferrari?
Forte abraço à Família GPTotal
Paulo C. Winckler, Porto Alegre
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Não há como defender Alonso e a Ferrari desta vez. Eles pisaram na bola e fizeram, com toda sinceridade, uma grande c... na Inglaterra.
Estava claro desde o princípio que a ultrapassagem do espanhol sobre Kubica foi ilegal. As zebras e faixas brancas que delimitam a pista não são um mero capricho da FIA. Alonso deveria ter devolvido a posição imediatamente e partido para o ataque em outra oportunidade.
Leiam as afirmações do Charlie Whiting. “We told Ferrari three times that in my opinion they should give the position back to Kubica”, Whiting was quoted as saying by Autosprint magazine. “And we told them that immediately, right after the overtaking manoeuvre. On the radio, I suggested to them that if they exchange position again, there would be no need for the stewards to intervene”.
http://www.autosport.com/news/report.php/id/85258
Quer dizer, não foi por falta de aviso. A entrada do Safety Car fez apenas potencializar as consequências dos erros e incompetência da dupla Ferrari/Alonso. E Alonso, tão perspicaz e atento à infração do Hamilton em Valência, parece não esperar o mesmo rigor quando se trata de sua própria pilotagem.
Desse jeito fica difícil. Como se não bastasse ter pela frente as rapidíssimas Red Bulls e sempre eficientes McLarens.
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| Massa, chegando a Silverstone |
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Rapidinha sobre Estoril 89: Mansell era mesmo uma besta.
Maior que vencer cento e tantas corridas ou conquistar N títulos de pilotos e construtores, Frank Williams conseguiu fazer do Leão campeão do mundo (num ano em que Patrese, com mais de duzentas e tantas provas no currículo) foi vice. Talvez esse também seja o maior feito dele e dum certo Newey.
Só falta Webber levar esse ano.
Érico, Brasília
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Mais uma espetacular corrida do cerebral Button!
Não conseguiu ir para o Q3, ficando em 14º, enquanto Hamilton largou em 4º lugar. Hamilton chegou em 2º, mas Button, o mestre em administrar corridas, nem passar o Nico conseguiu.
Ah, mas é porque ele estava poupando o carro! Até quando ele ficará poupando carro e assistindo seu companheiro de equipe triunfar indefinidamente?
Mário Duarte, Anápolis
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Essa até que não foi tão ruim.
Discordo plenamente da punição de Alonso. Para mim isso foi mais um cala a boca do que uma punição justa. Reclamou? Tá aí!
Neste caso, acho que não ocorreu nada de mais. Um incidente de corrida. Se Alonso mantivesse a trajetória dentro da pista, os dois bateriam. Acho que a manobra de Schumacher, jogando o carro em cima do Sutil quando viu que iria ser ultrapassado (até se tocaram) foi muito mais passível de punição do que a de Alonso. Mas como não sabemos o que move as decisões da FIA, deixa prá lá.
Vettel errou na largada e acabou com sua corrida no toque de, para variar, Hamilton. Impressionante como o inglês não passa uma corrida sem se envolver em algum toque. Apesar que dessa vez acho que foi uma coisa normal.
Massa anda precisando de um descarrego e de uma injeção de animo. Rubens foi bem. Não passou ninguém mas fez uma corrida correta.
Ótima corrida de Button, Rosberg e Kobayashi. Alias, a Mercedes deve estar arrependida de ter alterado o carro para o padrão Schummy.
Rogerio Tófoli Kezerle, São Paulo
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Edu
Lendo novamente a sua coluna Bernie tem que morrer, cheguei a uma duvida bizarra: será que este senhor de 80 anos, com uma idade cada vez mais próxima da morte, não estaria tentando levar a F1 para o mesmo caminho? Tipo, eu vou, mas ela vai comigo, pois não vou deixá-la para ninguém!
Com tanta m... sendo feita com a F1, começa a passar este tipo de ideia e eu não ficaria nem um pouco surpreso se for exatamente o que o vovô Bernie quer.
Até quando o Massa vai andar atrás do Alonso?
E como ele vai querer superar as duas RBR se não consegue superar nem mesmo o próprio companheiro de equipe.
Abraço a todos
Mauro Santana, Curitiba
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E aí, galera?
Vendo as coisas que aconteceram em Silverstone nesse fim de semana, eu chego a duas conclusões. Primeiro, o Webber que deu uma aula ao nosso velho Barrica de como um piloto com culhões deve se portar quando querem fazer dele um serviçal de luxo. E depois, tanto o Rosberg quanto o Vettel mostraram que até que existem pontos de ultrapassagem e que é bem possível, mas que precisa querer.
Penso que tanto o Vettel está corretíssimo de não aceitar perder para o Webber quanto o Webber está tão correto de não aceitar ser segundo piloto. Assim creio que logo será na McLaren. Agora, se era para dar tratamento igual a ambos, então que desses asas antigas a ambos.
Rafael
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Dois pesos e quatro medidas
Parece piada e daria pra rir se não fosse trágico... Atitudes dos Comissários Desportivos, ao punir o Hamilton, não pesaram coisa nenhuma contra ele e nem os cinco segundos aplicados no grupo que o sucedeu na prova anterior.
Somando e diminuindo, multiplicando e dividindo, um prejudicado nos pontos, exatamente aquele que cumpriu o regulamento, Fernando Alonso. Agora o cara tenta, tenta, tem a porta fechada licitamente pelo Kubica, tenta uma ultrapassagem antológica e termina curvando a primeira perna de um esse por fora, toma a frente e assim estabelece uma vantagem para a segunda perna do esse, mas o atilado polonês, resolve ir pro tudo ou nada e literalmente joga o carro contra o do Alonso que, para evitar o choque, sai da pista em atitude totalmente defensiva, sem por em risco a corrida de ninguém.
Os dignos comissários aplicam então as quatro medidas, e punem o Alonso, fazendo-o perder algo como umas 14 posições. A liga dos direitos afrodescendentes há de dizer: tudo certo...
Apenas uma explicação: minha guerra contra comissários que aplicam punições idiotas é antiga e quem leu há de lembrar-se quando disse me referindo ao Ricardo Zonta, após vê-lo punido idiotamente na Stock: Zonta, você foi roubado!
Carlos Alberto Petry, Taquara
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| Hamilton e Button foram pra Silverstone nesta Kombi, como parte de uma ação promocional, sabe-se lá de que |
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Olá Gepetos, todos bem?
Concordo inteiramente com o colega Paulo Winckler sobre os vilões da F1 atual.
Penso que os autódromos projetados pelo alemão Tilke contribuem ainda mais para a perda do downforce nos carros nas freadas e, em última análise, para a falta de ultrapassagens na F1. Ele deve ter um acordo financeiro muuiitttooo vantajoso com tio Bernie para continuar fazendo estas drogas pelo mundo.
Quanto à corrida de Silverstone, achei boa, com boas brigas pelas posições intermediárias. Mais uma vez, destaco as atuações de Rubens Barrichello e de Kobayashi que, carregando o carro nas costas, chegou em sexto.
Abraços a todos !
Marcos, Brasília
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Lendo os comentários dos leitores à minha carta, gostei de ver que não sou o único que acha que a F-1 virou uma categoria tipo sei-lá-o-quê. Agradeço os amigo que me pouparam do julgamento de idiota ou louco.
Também foi interessante ler a perfeita e incisiva analogia do internauta Pablo Habibe. Muitos haverão de conjecturar que você fez uma comparação extrema, mas no campo das hipóteses - que é o mesmo que o Hamilton usa para tirar vantagens em suas irritantes e constantes deslealdades e trapaças - isso é possível acontecer.
O que o Hamilton usa é uma filosofia das novas gerações e que é difundida pelo mundo afora principalmente em doutorados MBAs e cursos de comportamento corporativo, que é a mais valia ou simploriamente para nós, os mais antigos: os fins justificam os meios.
A moral, o caráter, a dignidade e a honra são artigos do passado, usados por velhos e pelos menos competitivos. O importante é o resultado e seus dividendos traduzidos em cifras, haja vista que em torno do vil metal Hamilton pai e Hamilton filho cada um já tomou o seu rumo, é la plata dissolvendo o último bastião que ainda resiste em algumas mentes mais atrasadas, que é o vinculo fraterno. Não é a toa que em inglês - esse dialeto ridículo e pobre que virou a língua internacional oficial - deus e ouro são palavras diferenciadas por apenas uma letra, e como os mais novos são ligadas eternamente a palavra e principalmente a filosofia up grade, foi o que fizeram nessas novas gerações, ou seja o up grade de god é gold. E em um passe de mágica assim como trocamos de língua sem perceber, também trocamos de deus.
Rubem Rodriguez Gonzalez, Itaboraí
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