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11.08.11 - Roberto Agresti |
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17.05.11 - Eduardo Correa |
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18.09.09 - Luis Fernando Ramos |
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12.12.08 - Alessandra Alves |
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27.10.08 - Luiz Alberto Pandini |
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29.07.11 - Carlos Chiesa |
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21.09.09 - Ernesto Rodrigues |
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| » » » 06.08.10 |
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Fora do contexto, a frase dita a Massinha é bem clara, verdadeira, e tem sido provada na pista e na tabela de pontos:
"Alonso is faster than you"
Ou em bom e claro português: "Alonso é mais rápido que você"
Carlos Ganhadeiro, Vassouras
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Anos atrás, escrevi um post aqui no GPTotal, publicado em Leitores, 22/2/2007
“Gptos
A meia légua de distância de começar a temporada 2007, ficam apenas as perguntas. ...
E com esta onda de circuitos novos, rios de dinheiro das Arábias, Asiáticos (Índia, Coréia) querendo ver corrida nos horários deles (etâ fuso horário), pode anotar que Interlagos não vai demorar pra sobrar na reta...”
Será que Interlagos vai mesmo tomar esse topo?
Sonhos, cada qual com o seu!
Eis que após ver e rever a ultrapassagem de Rubens em cima do Tedesco, vi meu time tomar um sacode, porque colocou um time reserva. Tomei umas cervejinhas pra ver o baba (aqui na Bahia, baba é futebol).
Meio grogue acordo no meio de uma reportagem sobre a corrida e entendi o seguinte: Rubens toma punição por ultrapassagem. Confesso que na hora levantei as vistas e já com a promessa lavrada de que nunca mais iria ver F1 em vida. Ainda bem que acordei e vi que era um sonho. Aliás, dormir com o GP da Hungria não é tarefa das mais difíceis mas essa ultrapassagem fez valer a pena ver esta corrida.
Ernesto Gomes, Teixeira de Freitas
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Muito boa a última coluna do Lucas Giavoni.
Eu também acho que Vettel recebeu ordens e se ferrou. Não por conta da estratégia de Webber. Quando Webber parasse, ele reassumiria a ponta tranquilamente pois antes de ser punido estava alternando voltas rápidas com Webber e este não conseguiria abrir 20 segundos dele de forma alguma. E se Webber for campeão, muitos queixos cairão.
Esse negócio de Safety Car é um saco. Ele deveria entrar em situações de perigo real e não por conta de um pedacinho de asa no meio da pista. Bandeira amarela no local já resolveria tranquilamente. Aquele pedaço de bico nem estava na trajetória dos carros. Mas é a historia de tentar criar espetáculo onde não existe. Coloquem os carros em circuitos de verdade (como o da próxima corrida) que o espetáculo vem. Mudem essa regra estúpida dos pneus. Voltem à pontuação ao que era (9, 6, 4 etc) de modo a valorizar a vitoria.
A ultrapassagem de Rubens só se tornou algo memorável por conta da atitude estúpida de Schumacher. E a de Lewis só aconteceu por que Petrov errou na saída de curva anterior. Esse circuito, assim como grande parte dos outros, deveria ser banido do calendário.
Quanto à volta de Schumacher, não tenho dúvida que ele superestimou seu talento. Agora tai, fazendo corridas cada vez mais deprimentes.
Por isso gosto da máxima: pare enquanto estiver no topo.
Rogerio Tófoli Kezerle, São Paulo
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Como disse Edu, em sua última coluna, “por mim, os motores ainda teriam três litros, o primeiro colocado receberia nove pontos e não sou totalmente avesso à volta da coroa de louros para o vencedor”.
Por mim também, e ainda esquemas de cor dos carros independente dos sponsors e números grandes visíveis, nas laterais dos carros (pode ser na asa traseira).
Tenho que admitir (mas por certo contrariado) que é um esporte de equipe, embora os que entram em campo são jogadores-corredores que acumulam pontos individualmente (me refiro à pontuação que realmente conta para a fama e as notícias).
Edu: um problema na questão dos fatos como nos foi mostrado pela TV: acabo de ler reportagem afirmando que as falas pelo rádio começaram antes das que nos foram mostradas (não muda nada, eram ordens para deixar Alonso passar do mesmo modo), o que pra mim explica (mas não justifica) o chilique do espanhol e as evasivas após a corrida, ao ponto da ininteligibilidade, principalmente pelos dois pilotos.
Já que querem botar na transmissão essa pentelhação de conversas de piloto com seus respectivos engenheiros, melhor vazar tudo pois senão ocorrerão interpretações errôneas que nenhum diretor de equipe vai querer ficar explicando após as corridas.
Tava na cara que o Massa era não menos rápido que Alonso, mesmo penando com os pneus que não aquecem blablabla etc. Não somos lesados, acompanhamos corridas há muito tempo e sabemos ler o significado dos números apresentados na tela enquanto rolam os duelos, cuja interrupção foi um tapão na cara do telespectador. Foi isso que me mais me irritou, secundado por ter que ouvir faniquito de um bicampeão mundial.
Grande ingenuidade tem a torcida brasileira em pensar que Barrichello, Piquet filho e Massa viessem a ter direitos iguais, dentro das equipes, a seus companheiros já campeões mundiais.
Isso nunca compreendi, nenhum deles ressaltou, quando primeiro chegaram às equipes, essa diferença de status tão óbvia quanto natural. Não é preciso ler os contratos propostos para compreender essa condição.
Grande abraço
Fernando Amaral, São Paulo
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Olá Amigos do GPTotal
Luciano Burti, como comentarista, até que vai bem, mas neste ultimo domingo comentando o GP da Hungria o cara falou uma besteira muito grande, que foi comprar os F1 de hoje com os dos anos 80. Afirmou que os F1 de hoje são muito mais difícil de guiar que os daquela década. Será mesmo, Luciano?
Hoje os pilotos correm com direção hidráulica, câmbio semiautomático no volante, com uma parafernália eletrônica, cercados de engenheiros para ficar pentelhando o saco a corrida toda, e sem contar na segurança dos carros, que daqui uns dias até ar condicionado vão ter.
Nos anos 80 os carros tinham direção convencional, cambio manual com embreagem no pé regada a punta-taco, (erros de troca de marcha que muitas vezes eram fatais), motores turbo em que os pilotos tinha que contornar as curvas não podendo deixar a rotação do motor baixar para não esvaziar a turbinar e assim não perder potencia nas saídas de curva, e sem contar na segurança dos carros, que eram muito mais perigosos.
Não tem desculpa, Luciano, a diferença destas duas épocas esta mais na atitude dos pilotos do que na diferença dos carros, e por isso que aquela ultrapassagem de Piquet em cima do Senna entrou para história da F1, pois nos anos 80 os pilotos de ponta dominavam os carros, bem diferente da F1 atual, na qual os carros é que dominam estes pilotos fracos e chorões!
Abraço a todos!
Mauro Santana, Curitiba
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Bem amigos
Prefiro comentar algum acontecimento automobilístico com o coração mais calmo. Este alemão é um grande FDP. Somente um idiota colocaria uma peneira sobre seu caráter, dando ênfase aos seus títulos que ninguém se lembra mais em que ano foram conquistados, corridas ganhas às custas de manipulação.
Para mim este piloto marca a era mais negra da F1. Na sua tentativa de substituir Massa ano passado, desistiu. Dores no pescoço o c... Ele queria era mais tempo para praticar no simulador para tentar evitar o que acontece agora, uma surra do Nico ou do resto da honesta molecada (excluir Alonso).
Quanto ao comentario do Galvão sobre quem tentaria uma ultrapassagem naquela altura da corrida, esqueceram do Peterson. Quem o viu correr sabe que o sueco entraria de lado numa curva para ultrapassar e sairia com o coração mais compassado que de uma tartaruga.
Este alemão tem uma tarefa a cumprir no além: conduzir a limusine de Hitler nos quintos dos infernos
Um abraço a todos e ótimo final de semana
Leonardo Brantes, Nova Friburgo
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Acho interessante ver como os defensores do pé-de-chinelo parece que acordaram do limbo. A ultrapassagem dele no Schumacher foi boa mesmo, mas teve um delirante que resumiu a carreira dos dois a aquela ultrapassagem! Só pode ser ácido...
Engraçado é ver como valorizam certas coisas. Burrinho disse agora é assim, vou colocar de lado e não vou recuar ou coisa parecida. Ora, vá enganar outro! Depois que ele colocou de lado, naquela velocidade, não havia mesmo o que fazer, só acelerar. Se freasse provavelmente perderia o controle do carro e bateria no muro ou no alemão. Ele continuou porque não haveria outra coisa a ser feita. Tem certos momentos que não é possível nem recuar. Foi só isso que aconteceu.
O brasileirinho tem uma mágoa tão grande que fica remoendo isso durante a vida toda, se consumindo à toa. Mesmo quando tinha um carro dois segundos mais rápido, o que seria suficiente pra qualquer piloto meia-tigela passar quem estava à frente.
Schumacher exagerou um pouco na defesa e foi justamente punido. Mas já viram que os heroísmos do burrinho costumam aparecer quando vale muito pouco?
Por isso levou uma surra de Button, mesmo com o melhor carro do grid.
Cláudio
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Pelo visto, o Schumacher, além da manobra horrorosa contra o Barrichello domingo passado, contou ao Manuel Carvalho que Papai Noel não existe, acabando com sua infância.
Eu não gosto do Schumacher. Não o acho melhor que Senna ou Prost. Também não sei até onde ele teria ido se não fosse tão protegido dentro da Ferrari, ou se ao menos tivesse companheiros mais rápidos e determinados. Mas daí para o penúltimo parágrafo do texto do Manuel, que rancor...
Apenas para refrescar a memória dele e dos outros que possam compartilhar opiniões semelhantes:
- Spa 1992. Schumacher, no bom-mas-nada-dominante B192, botou mais de 30 segundos em cima das FW14B e um minuto(!) em cima do Senna numa corrida com chuva e muitas alternativas;
- toda a temporada de 1997. A imagem que ficou foi de Jerez, mas nenhum outro piloto do grid sequer teria levado a Ferrari próxima do título;
- China 2006. Aquela era para ter sido uma corrida da combinação Renault/Michelin, que finalmente tinha um pneu de chuva melhor que a Bridgestone. Alonso, no auge da forma com toda a Renault atrás de si, levou um baile molhado naquele dia;
- Ímola 2006. Uma aula de como vencer indo o mais devegar possível;
- Montreal 2003. Venceu segurando a pressão das superiores Williams a corrida toda enquanto cuidava dos freios e dosava o ritmo.
Cinco exemplos para acabar com a tese que o Schumacher, por pior que possam o pintar, foi fora de série e tem, com mérito, seu nome entre os grandes da F1. Como se as estatísticas já não sejam assombrosas.
Érico, DF
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A ultrapassagem de Rubens foi estudada e calculada.
Primeiro imprimiu pressão para encontrar a deficiência mecânica da Mercedes na pista, bem como a do seu piloto...depois estudou a reação do velho rival, viu que não iria dar refresco. Então, deu uma pequena folga, fez a curva que antecede a reta com mais velocidade e aceleração, iniciou a reta colado e o motor empurrando mais. Não há como negar que o comportamento do coadjuvante era uma pintura de um grande mestre e se pararmos para analisar que sobre quem se imprimia aquela Pintura Renascentista, veremos que Schumacher estava em uma situação desesperadora. Era o hepta, rei das estatísticas, com o carro campeão do ano anterior, o melhor motor do grid, com Ross Brawn no comando, servindo de cobaia do veterano Barrica de como os jovens deveriam aprender a ultrapassar em uma pista travada e considerada de difícil ultrapassagem, de Willians, uma equipe gloriosa que chegou a situação medíocre, com jabiracas desequilibradas e desconcertantes, motor Cosworth que ainda lembram o do velho Landau.
Para quem retornou imaginando enterrar de vez a memória de Fangio, em um carro campeão com equipe toda sua, deve ter sido como reviver somente na própria pele, o fardo da queda da realeza por um pacato girondino Barrichello.
Schumacher, Tod, Brawn, Montezemollo e até o Massa deveriam rever a manobra com os prelúdios, ouvindo a Marselhesa. Viva a revolução! Libertas quae sera tamen!
Sandro, Vitória
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Belo comentário do Fabiano Bastos de Itajaí!
É isso mesmo penso do mesmo jeito. O que adianta acompanhar um esporte em que só interessa o dinheiro? A Fórmula 1 tá a cada dia que passa perdendo a sua magia. Ligamos nossos televisores para assistir a corridas e pegas ou para saber quem investiu mais, quem gastou mais, qual o orçamento para o próximo ano etc.? Qual o melhor piloto? O que ganha mais corridas, faz mais ultrapassagens? Ou o que consegue mais patrocinadores e, em consequência, mais dólares?
Mudaram os valores. É uma pena. Dar prazer ainda assistir as corridas, mas sem dúvida nenhuma, é muito diferente de alguns anos atrás.
Um abraço a todos,
Clayton Araujo, Salvador
Grande Edu, buenas.
Como já disse, a F1 não me pega mais, depois da sacanagem prá cima do Massa. Ponto. Vi à noite, pela Globo News, apenas trecho da ultrapassagem do Barrica sobre o tedesco! Mais uma vez, fui dormir contente, pensando na velha e batida frase: "Nada como um dia após o outro (e uma noite no meio deles)".
Rubinho, um eterno azarado competente e esse desprezível alemão de caráter medíocre finalmente se enfrentando nas pistas, em igualdade de condições. Deu Rubinho! Maravilha! O Barrica nem tomou conhecimento do hexa 1° piloto da Ferrari, protegido de Ross Brawn e Jean Todt, rei das ultrapassagens dentro dos boxes e corridas ganhas nos pit-stops! No braço e com maestria mostrou a todos o que tem que ser feito quando se está nas pistas: ultrapassar! Mesmo numa pista que, dizem, não tem pontos de ultrapassagens.
A carreira inteira destes dois me veio à lembrança naquele momento. Aquela cena é todo o resumo da trajetória deste falso campeão. Não é absolutamente nada, não tem nada de notável quando não é "o protegido", quando seu carro é igual ao dos outros. Sempre foi uma grande mentira.
Foi dormir com o ronco da Williams na orelha. Safado! Para mim, domingo Rubinho teve a maior vitória da sua vida nas pistas. Viva Rubens! Mesmo em 10°, a corrida foi dele!
Grande abraço e vida longa.
Manuel Carvalho, Santos
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Olá Amigos do GPTotal
A respeito da disputa entre Schumacher e Barrichello no GP da Hungria, recomendo o excelente texto RAIVA DO QUÊ? escrito por Flavio Gomes em seu blog (http://colunistas.ig.com.br/flaviogomes/).
Abraço a todos!
Mauro Santana, Curitiba
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Chega a ser humilhante!
Sobre a corrida, nota-se que o piloto em melhor momento está na ponta. Webber é constante, rápido e está mostrando maturidade. E que este vença o campeonato. Vettel é um ótimo piloto, sim. Mas ainda precisa aprender a não jogar corridas fora, pois se não o fizesse seria líder com sobras.
Alonso já mostrou que tomou conta da Ferrari. Massa deve mostrar tudo e muito mais o ano que vem, digo sim, o ano que vem, pois este ano já mostrou que não vai dar em nada. Sinto dizer mas declarado segundo piloto. Outra coisa que nosso brazuca deve aprender é que existe Fórmula 1 fora da Ferrari também.
Hamilton e Button sofrem com uma McLaren que hoje é a terceira força da F1. Kubica faz o que pode com a Renault que, aliás, fez uma lambança nos boxes. Petrov andou bem, com certeza seu melhor fim de semana. Rosberg, tadinho, eu nunca havia visto antes um segundo piloto que tem mais pontos que o primeiro e ainda perdeu uma roda. A Mercedes anda mal das pernas, quer dizer, das rodas.
Falando em Mercedes, chega a ser humilhante para um cara na posição de Michael Schumacher a força que ele defendeu a posição contra Barrichello. Não é de hoje, claro, porém esse foi o fato mais absurdo que já vi: um piloto praticamente tentando tirar a vida do outro apenas por orgulho, Schumacher é um competidor ao extremo, ridículo, irresponsável. Toda corrida algum piloto reclama de alguma atitude do alemão, além de Rubens, Buemi também reclamou. Palmas para mais um recorde do Vigarista. A FIA deveria colocar Michael Schumacher sob observação por representar perigo aos demais pilotos.
Rubens Barrichello, que manobra! Vocês mais velhos podem discordar mas foi uma das mais belas ultrapassagens que eu já vi e sem dúvida a mais corajosa. Foi o momento da corrida e um dos mais tensos do ano. Infelizmente a tática do brasileiro não deu certo graças aquele safety car amigo.
Aos que apoiam a volta de Schumacher e mandam Barrichello se aposentar, a história é muito pelo contrário. Parabéns a Rubens Barrichello e ao puro e corajoso automobilismo.
Hasta luego.
Rômulo Rodríguez, São Paulo
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Schumacher, Paulo Coelho e um assunto requentado.
Uma vez eu li uma daquelas historinhas no estilo Alamanaque do Pensamento que o Paulo Coelho publicou em algum lugar.
Não sei se tinha alguém invisível ou não, mas a histórinha era mais ou menos assim:
Um rei decidiu que era hora de casar a princesa, sua filha. Decretou que seria feita uma disputa entre arqueiros e aquele que conseguisse disparar uma flecha e fazê-la passar por dentro de um anel colocado no alto de uma torre seria o escolhido. Como sempre acontece nestas histórias, compareceram ao torneio os melhores arqueiros dos quatro
cantos do mundo conhecido. (Se a princesa é bonita ou feia, ou se deseja ou não se casar, pouco importa nestes causos da sabedoria oriental; o que vale é o dote oferecido e a moral da história.)
Ninguém conseguia realizar o feito até que um sujeito apareceu, acertou o alvo, casou com a princesa e virou príncipe. Depois disso, o tal nunca mais lançou uma flecha sequer. Questionado do motivo, se havia demonstrado possuir tanta habilidade, respondeu que já havia tido
toda a sorte que lhe estava destinada como arqueiro e que era melhor deixar aquilo de lado e seguir com sua vida.
Mas, enfim, o Schumacher resolveu voltar a bordo de uma Flecha Prateada. Não consegue superar o filho do Rosberg e, pior, mancha ainda mais sua biografia - que já possui passagens pouco edificantes - tomando uma leve punição da FIA, dirigida pelo seu ex-chefe Todt, devido à uma tentativa de homicídio contra outro piloto. E toda santa corrida a gente tem que ouvir que o Schumacher "está se divertindo". Divertindo? Que graça um sujeito que se acostumou a ganhar corrida até pelo pit-lane deve estar achando em virar mais um coadjuvante? Só se ele gostar muito de chocolate! Antes de seu pit stop no GP da Alemanha, Schumacher estava na frente de Rosberg; o filho de Keke tirou a diferença na pista e voltou à frente depois do próprio pit, exatamente como Schumacher fazia com os outros. Não foi, ou estou confundindo o capítulo e os fatos? A tentativa de homicídio praticada no GP da Hungria numa disputa pelo décimo lugar leva-me a
desconfiança de que o cara não está se divertindo tanto assim.
Agora o assunto requentado:
- Nelson, Nigel está mais rápido que você. Desculpe.
- Ah, tá...
Duas voltas depois:
- Nelson, Nigel está mais rápido que você. Desculpe.
- Muito mais rápido?
Na outra:
- Nelson, Nigel está mais rápido que você...
- Então ele vai chegar mais cedo em casa.
Mais uma:
- Nelson, Nigel está mais rápido que você!
- ...O ..ádio ...stá ..om def..ito. ...ão ...tou ...scut...ndo ...ada
A Williams número seis rasga novamente a reta principal à frente da Red Five.
- Nelson, Nigel está mais rápido que você, casseta!
O piloto do carro 6 dá uns tapas na lateral do capacete, na direção do ouvido, como a sinalizar que o rádio quebrou.
Como muita gente, me pus a imaginar o que teria acontecido se uma ordem como aquela dada a Massa (e a Barrichello também) tivesse sido dada a um Nelson Piquet ou a outros grandes pilotos "de antigamente" mas como a mensagem enviada a Massa foi meio "em código", deu a entender que já havia um acordo prévio, que nem naquela batida no muro
de Cingapura, tempos atrás. Ainda bem que parei mesmo de levar Fórmula 1 a sério. Acompanho os treinos, assisto as corridas que passam em horário normal. Já pensou que desperdício de tempo ficar com raiva de mais esta marmelada da Ferrari e chegar até mesmo a pagar o mico de mandar e-mail para a Fiat ameaçando desistir da compra daquele Uno
Mille 1997 por causa disso?
Tem tanta câmera, tanto microfone em tudo quanto é lugar que mais está parecendo aquele tal de Big Brother Brasil. Numa semana, Alonso e a Ferrari foram para o paredão; na
semana seguinte, foi a vez do alemão. Aliás, já teve um "Alemão" que ganhou a disputa, não foi? Campeonato de Fórmula 1, Copa do Mundo, Olimpíada, Campeonato Brasileiro etc. Hoje já não são mais do que programas de televisão. Tudo vira reality show ou novela. Deve ser por
isso que eles querem pilotos simpáticos e cada vez com menos barba na cara. Webber, o mal barbeado, está a nos redimir!
E a repórter que fez o favor de lembrar ao Felipe Massa sobre o falecimento do tio minutos antes daquela largada? Estes repórteres, sempre querendo arrancar lágrimas...
Caco Bocchi, São Paulo
PS - Em 4 de outubro comemora-se o 40º aniversário da primeira conquista da Nação nas pistas da F1. Depois dela, vieram mais 65...
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Eu não acredito nessa história do Vettel ter "dormido" na relargada. Para mim foi uma ordem da equipe e que foi mal executada. Mas isso é só a minha opinião.
Webber foi realmente espetacular. Corridaça.
Agora, safety car por causa de um pedacinho de bico na pista? Pelo amor de Deus!
Alonso fez uma bela corrida. De resto, só a bagunça nos boxes e a "guerra" BarrichelloX Schummy. Schummy mostrou que seu carater não mudou muita coisa com a idade. Rubens resolveu ter um daqueles seus lampejos de "macho". Pena que isso ocorreu poucas vezes em sua carreira. Mas foi uma corridinha bem chatinha para variar.
Infelizmente, Galvão voltou. Sabem o que mais me incomoda? É a falta de humildade do cidadão. Ele dá uns chutes que só vão para fora e não se retrata de maneira alguma.
Quando apareceu a informação que Vettel estava sobre investigação, GB já começou a se vangloriar : "Eu disse que aquela manobra dos boxes iria ser punida!". Eu sempre brinco com a mnha mãe dizendo que ela tem a língua mais rápida que o cérebro. Galvão parece padecer do mesmo problema...
Rogerio Tófoli Kezerle, São Paulo
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Prezados Amigos do GPTotal
Mais uma grande vitória de Mark Webber, desta vez no GP da Hungria. Merece os parabéns pela velocidade e regularidade, além de ajudar a minimizar o mito da idade na Fórmula 1. É claro que existem limites, mas acredito que a prematuridade do início e final de carreira de um piloto de Fórmula 1, atualmente, já se aproxima perigosamente do absurdo!
Como era de se esperar e mais do que qualquer outro fator, se analisado de forma individual, a aerodinâmica tem sido a grande responsável pela raridade das ultrapassagens em pista. Está certo, muitos já devem estar irritados com a frequência com a qual abordo este tema, mas parece inevitável falar disto, quando percebemos o quanto as ultrapassagens estão sendo prejudicadas, pela falta de pressão aerodinâmica, o que praticamente anula, as vantagens do "aliado vácuo", outrora, grande facilitador das ultrapassagens.
Qual a solução? Simples: basta adotar um regulamento que induza a fazer projetos que privilegiem a aderência mecânica em detrimento da aderência aerodinâmica e certamente voltarão as ultrapassagens em pista, além é claro, de abolir os projetos de um certo alemão que projeta ótimos "shoppings centers" que alguns pensam se tratar de autódromos e circuitos de corridas de automóveis.
Já o grande destaque desta corrida foi Rubens Barrichello, com sua excelente largada, ganhando três posições e no final mais uma grande manobra de ultrapassagem a entrar para história de Hungaroring sobre ninguém mais, ninguém menos que Michael Schumacher!
Barrichello também ajuda a quebrar o paradigma da idade na Fórmula 1, além de ensinar como "quem está mais rápido" faz para ultrapassar outro piloto na pista e o fez em grande estilo, em cima do Schummy.
A manobra do Schummy... Bem,as imagens falam por si... Cada um que analise e opine.
Forte abraço à Família GPTotal
Paulo C. Winckler, Porto Alegre
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O que está valendo atualmente na F-1 é a largada um pouco mais da metade da prova. A corrida da Hungria mostrou isso, fica monótona e sem graça, se não é algum acidente ou as lambanças dos boxes, a prova fica sem emoção! Virou um negócio muito cheio de regrinhas, não tem uma liberdade de expressão maior para os pilotos.
Valeu pela ultrapassagem do Barrichello sobre o M. Dick Vigarista Schumacher. Ele foi desleal, poderia ter acontecido um grande acidente com proporções inimagináveis. Na minha opinião, era bandeira preta na hora, foi sem noção do perigo a atitude do Vigarista.
As McLaren não se encontraram nessa pista, uma corrida horrível de Button, o atual campeão, sorte dele que está com uma boa pontuação.
Agora é um período de férias na F-1, vamos ver o que vai acontecer nas próximas etapas. Fazia muito tempo que não enviava um comentário ao site, mas não deixo de acompanhar um dia da semana.
Grande abraço a todos os seguidores do GPTO!
Ótima semana!
Alexandre Cheque, Itaquera, Cohab 2, São Paulo
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Pilotada,
Aconteceu mais uma vez!
Vou repetir quantas vezes for necessário: open wheel é coisa do passado, tanto quanto correr sem cinto e sem capacete! Todos os Fórmula têm que passar a ser como os protótipos LMP1 cobertos, só que monopostos. O principal fundamento para a criação das corridas foi o desenvolvimento dos carros de rua. E quantos carros vemos nas ruas com as rodas descobertas e as pessoas com as cabeças de fora?
Carlos Ganhadeiro, Vassouras
http://esporte.ig.com.br/grandepremio/outrascategorias/fsuperliga/2010/ 08/01/video+acidente+forte+com+van+der+drift+marca+corrida+da+f+ superliga+em+brands+hatch++9552794.html
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