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11.08.11 - Roberto Agresti |
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17.05.11 - Eduardo Correa |
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18.09.09 - Luis Fernando Ramos |
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12.12.08 - Alessandra Alves |
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27.10.08 - Luiz Alberto Pandini |
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29.07.11 - Carlos Chiesa |
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21.09.09 - Ernesto Rodrigues |
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| » » » 29.06.10 |
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Perguntas pós Valência:
- desde quando o Alonso tem qualquer moral para falar de corridas manipuladas?
- é impressão ou o espanhol ainda não conseguiu tirar Hamilton de sua cabeça? Pelos comentários transmitidos durante a corrida, parecia que ele corria contra o Hamilton sem se importar com outros vinte e tantos pilotos, inclusive o vencedor Vettel.
- Webber voltou a ser o trapalhão?
- é o DNA da Honda que segura a Mercedes?
- até onde Barrichello pode levar a Williams?
- quieto, discreto e eficientíssimo, será que Button está aprontando algo como Prost-1986 bem diante de nossos olhos?
- a McLaren ainda tem poder de fogo para superar a Red Bull este ano?
Érico, DF
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Sinceramente, a punição imposta aos infratores da prova de Valência está mais pra anedota do que pra coisa séria. Em direito, diz-se que justiça tardia não é justiça. Dentro desta ótica, o Hamilton, mais uma vez, NÃO FOI PUNIDO.
Explicando, demoraram tanto pra puni-lo que quando a pena lhe foi imposta não o retardou de forma alguma na prova. Se a punição fosse imposta duas ou três voltas após a infração, ainda com o safety car na pista, ele cairia para uma possível última colocação. Mas eu já expressei meu ponto de vista: punir o Hamilton parece estar sendo interpretado como racismo, e daí graças a impunidade racial, outros oito pilotos receberam punições ridículas, com a intenção que me pareceu evidente de manter a indecente classificação obtida desonestamente pelos pilotos na pista.
Carlos Alberto Petry, Taquara
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Curioso como, após o anúncio, demoraram várias voltas para anunciar a punição ao Hamilton. Para uma infração que estava tão clara, a demora na decisão foi grande. Grande o suficiente para ele abrir a vantagem necessária para voltar à pista sem perder uma posição sequer.
Quanto ao acidente do Webber, além do fraquíssimo desempenho das equipes novatas, mostra o quanto é complicado pilotar em pistas sem pontos de ultrapassagem. Em outras palavras, pistas do Herman Tilke.
Rafael
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Corrida extremamente chata. Tirando um pouquinho de emoção na largada, mais nada a acrescentar.
Não sei se Hamilton chegou a pensar ou se a equipe o mandou passar o safety car. Ele dá uma diminuída e depois acelera. Resolveram arriscar. Quem disse que o crime não compensa? A punição pós corrida foi ridícula também. Como alguém da Ferrari falou: "na próxima, ninguém vai respeitar as regras.".
A Globo deu um show.
Galvão repetindo que Schumacher estava "se divertindo" foi de matar. O cara é recordista de tudo na F1, andando em décimo sexto e tava se divertindo? Me poupe. E quando apareceu que "incidente com o carro 2 sob investigação" e ele e o Reginaldo discutindo sobre o toque na largada. Meu Deus! 150 anos de Fórmula 1 e ainda não aprenderam que quando a investigação é sobre o toque entre dois carros a mensagem é : "Incidente ENTRE OS CARROS x e y sob investigação"?
E por que o Kova é obrigado a dar passagem quando não é retardatário? Webber calculou mal a ultrapassagem e se deu mal. Acontece.
Realmente a corrida de Barrichello foi boa, mas passar mais de hora questionando quando havia sido a última vez que a Williams tinha chegado em quarto lugar, foi de dar ânsia.
Seguindo a moda do Twiter: "cala a boca, Galvão".
Rogerio Tófoli Kezerle, São Paulo
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Sebastian Vettel cumpriu sua obrigação e venceu de ponta a ponta o GP da Europa. Não espero menos de quem tem - ainda - o melhor carro e larga na frente, mas cumpre acrescentar que ele manteve a corrida sob controle mesmo depois da bandeira amarela providenciada por seu companheiro de equipe.
Mark Webber não cansa de confirmar a opinião que eu tenho sobre ele - vocês sabem, um piloto apenas medíocre, que não consegue aproveitar o carro que tem. Largou muito mal e, tipicamente, se atrapalhou vergonhosamente ao ter de lutar na pista por posições. Em que pesem as enormes bobagens propaladas contra as equipes pequenas, a culpa do acidente foi única e exclusivamente o australiano. Bateu atrás, não foi?
Webber estava visivelmente tentando recuperar tudo o que sua incompetência havia jogado fora minutos antes e atropelou a Lotus de Kovalainen. Mark não tem mais idade pra fazer uma bobagem dessas. Está mais do que na hora da Red Bull procurar um lugar para ele nas equipes que mantêm em outras categorias pelo mundo.
Lewis Hamilton, por outro lado, é a sorte em pessoa, foi premiado por uma punição tardia. Depois de ultrapassar o safety car ilegalmente. Ele ainda se beneficiou da presença de Kamui Kobayashi entre ele e quem vinha atrás, abrindo uma vantagem grande o suficiente para que a punição soasse mais como um tapinha nas costas. Se o japonês tivesse parado nos boxes durante a bandeira amarela Lewis com certeza perderia, pelo menos, a posição para seu companheiro de equipe.
Jenson Button, por sua vez, continua bem no campeonato, mas tem de arriscar um pouco mais se quiser superar a boa vontade que os comissários da FIA tem com Lewis. Ainda é meu candidato para o titulo, mesmo sendo um dos maiores prejudicados pela regra que obriga a troca de pneus, dado seu estilo ao mesmo tempo rápido e econômico.
Outro prejudicado por este regulamento de gincana foi Kobayashi. Aparentemente confirmando o que a Bridgestone dizia a respeito de os Sauber serem os carros que menos desgastam a sua borracha, o japonês se manteve andando bem em terceiro, dando a impressão de que poderia chegar até o fim naquela posição sem fazer o seu pit stop obrigatório. Depois de parar nas ultimas voltas, Kamui voltou em nono e ainda teve tempo de ultrapassar Alonso e Buemi, terminando num merecido sétimo lugar. Foi o nome da prova.
Rubens Barrichello também apareceu muito bem, resistiu aos ataques de Robert Kubica e emplacou um quarto lugar em grande parte decorrente de sua atuação nos treinos classificatórios. Ainda é cedo para afirmarmos que a Williams mudou de patamar no campeonato, mas Nico Hulkenberg vinha bem até abandonar, indicando que, pelo menos em Valencia, a equipe saiu de sua inércia.
Pablo Habibe, São Luis
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