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O GP do Canadá 15.06.10
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Gostei do texto do Lucas mas dizer que Button poderia ter atacado e vencido a corrida sobre o Hamilton é forçar a barra. Hamilton sentou a bota da volta 61 a 64 e foi mais rápido que Button em todas. Aquela foi uma clara demonstração que tinha a corrida perfeitamente sob controle. Carro, pneus, emocional etc, ele estava com tudo na mão e não deixaria a corrida escapar.

Leia http://www.fia.com/en-GB/mediacentre/f1_media/Documents/can-race-history.pdf

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Hamilton festeja sua vitória em Montreal - Clique para ampliar
O mais completo, o melhor. Hamilton está chegando lá.

De um piloto extremamente rápido, mas afoito, destruidor de pneus e errático, ele está se tornando simplesmente completo e bom, muito bom, em tudo. Sua vitória em Montreal exigiu de tudo um pouco ou muito. Colocou o carro na pole, fez uma boa largada, segurou a liderança enquanto pode. Depois dos boxes, ele foi oportunista e ultrapassou o Alonso (osso duríssimo de roer) pela liderança, imprimiu ritmo forte e ainda assim soube administrar pneus, preservar o equipamento e lidar com o tráfego e retardatários. Foi uma vitória completa que exigiu praticamente todas as habilidades possíveis. Só faltou chover.

A evolução da McLaren é nítida e impressionante, vide as duas dobradinhas consecutivas, e também é nítida a evolução do Hamilton.

A temporada começou sob o assombro da velocidade de Vettel e o RB6, mas erros e falhas transformaram o que deveria ser uma vantagem acachapante numa perseguição inglória e cheia de percalços. A continuar como anda, podemos nos assombrar com Hamilton e o MP4-25. Veremos.

Seja lá como for, mais uma temporada histórica se desenha com Hamilton e Mclaren com os p

apéis principais. Abraço

Érico, Brasília

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Muito boa a corrida no Canadá. O circuito, muito bom e com bons pontos de freada e aceleração, ofereceu a mais disputada e emocionante etapa até agora.

A McLaren conseguiu tirar a vantagem que a Red Bull tinha no início do ano, e passa a ser o time a ser batido. Hamilton foi muito rápido e combativo novamente, fazendo duas ultrapassagens, e Jenson Button, ao estilo burocrático, mas mostrando muito eficiência. Fernando Alonso andou muito bem, e a Ferrari teve melhoras em solo canadense. A corrida de Felipe Massa foi cheia de problemas, envolvendo-se em dois incidentes, com Liuzzi na largada, e com Schumacher, na parte final da disputa. A Red Bull ficou atrás da dupla de Woking e de

Alonso, sem muito destaque, ficaram em 4º e 5º.

Outro piloto que vem se destacando é Robert Kubica. O polonês, antes de chegar na BMW, trabalhou com os franceses. A Mercedes foi a decepção, ficando abaixo das expectativas. Michael Schumacher, em algumas ocasiões, não tem conseguido ir bem.

Force India e Buemi também tiveram atuação destacada. O suíço chegou a ocupar a liderança, mas foi para os boxes no momento que Hamilton passou Alonso. Ainda ficou em 8º lugar, conseguindo seus primeiros pontos nesta temporada.

Diego Wendhausen Passos, Florianópolis

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Alonso seguido por Button - Clique para ampliar
O Rubem Rodriguez tem uma certa razão

Está certo que todo mundo acha o Alonso um baita piloto. Mas comparando ao que temos no grid nos dias de hoje, ele pode ser eleito um dos melhores, sem duvida. É rápido, consistente, e sabe fazer política, coisa que todos os pilotos devem saber. Que a Ferrari tá uma carroça comparando com as McLarens e Red Bulls, todo mundo tá vendo.

Não veremos mais pilotos gênios. Gênios agora só os engenheiros e projetistas que fazem o melhor carro e montam o melhor conjunto. Não fosse isso o hiper mega giga campeããão Shummy, como muitos acham e dizem, não passaria de um simples bi campeonato, tá provando isso agora, provou isso quando chegou na Ferrari e as Willians eram um pouco melhores e tomou bastante pau do Mika Hakinen em 98 e 99 também. Bastou coloca-lo num carro mais ou menos que ele tá tomando passeio até do Petrov.

Então é isso. Fórmula 1 é isso: melhor carro ganha o campeonato independente de piloto. Não era assim no passado mas agora a realidade é essa, basta ter o melhor carro, fazer um feijão com arroz e o cara é campeão. Bota o Shumy, o Kubica, o Button, o Massa, qualquer um na Red Bull que é campeão!

Um abraço a todos

Clayton Araujo, Salvador

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Kobayashi bateu logo no começo da corrida - Clique para ampliar


Um GP para os brasileiros esquecerem. Ave Maria, que domingo zicado!

Um corrida bem legal, muito movimentada. Valeu a pena.

A melhora na Ferrari foi evidente, andou tanto quanto RBR e McLaren e, se não fosse o azar de Alonso pegar o Buemi e o Chandock pela frente em momentos errados, acho até que poderia vencer a corrida. E Massa, quando não estava batendo, andou muito rápido. Espero que não seja apenas o circuito que beneficiou a Ferrari e sim uma real melhoria, pois seria muito bom ter McLaren, RBR e Ferrari no mesmo ritmo.

De resto, vale destacar a horrível corrida de Schumacher.

Rogerio Tófoli Kezerle, São Paulo

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É em corridas como esta do Canadá que os melhores pilotos aparecem. Falo de Hamilton e Alonso. Hamilton tem o melhor carro, é rápido e abusado; Alonso, além de rápido, é guerreiro. Deem a ele uma Ferrari no nível da McLaren que esta briga vai pegar fogo!

Button e Massa são meros coadjuvantes nesta briga. O primeiro é burocrático demais e não ameaçará Lewis no final do campeonato. Massa está sentindo a pressão de correr ao lado de Alonso! A dupla da Red Bull está num nível inferior a Alonso e Hamilton; só serão campeões se o carro for muito melhor que o da concorrência.

Mário Duarte, Anápolis

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O que seria a antítese de racismo? Pois estou achando que a FIA e os comissários desportivos pensam e repensam punições ao Hamilton, para não encararem uma acusação de racismo.

O Hamilton faz o que quer, a McLaren então nem se fala. Ora! Se tem um tempo mínimo para o carro recolher-se aos boxes ao termino da classificação, estourado este tempo – punição! Mas em se tratando do colored, o mundo, o povo, o Hugo Chaves, o Evo Morales, o Armadinejar, poderão protestar, então parece ser melhor não punir. O problema é que agora é difícil punir o Schumacher porque não puniram o Hamilton na Malásia, por mudança de trajetória.

Carlos Alberto Petry, Taquara

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Shumi - Clique para ampliar
Prezados Amigos do GPTotal

Como de costume, tenho acompanhado atentamente ao nosso querido GPTotal e é com muita satisfação que constato que a maior parte (senão a totalidade) dos ilustres Gptos são realmente amantes do automobilismo de competição.

Ao que me parece, sentimos falta das mesmas coisas que fizeram do automobilismo, o objeto de desejo e de veneração, até mesmo, nos dias de hoje, porém sem o mesmo brilho do passado. Brilho do qual sentimos tanta falta.

Como já escrevi em outra opinião enviada, sei que ainda falta muito para o resgate total do que já foi a Fórmula 1, porém insisto em manifestar a minha opinião, no sentido de afirmar que julgo a F1 2010 um pouco melhor do que ela foi na temporada do ano 2009.

Não tenho dúvidas que o banimento do reabastecimento a tornou mais competitiva e segura, além do que reduziu as possibilidades da aquisição de vantagens na pista, conquistadas nas estratégias de pits-stop devido ao menor tempo de parada. Mas o caminho de volta é longo e há muito há ser feito.

Ao que parece, a busca desmedida pela forma aerodinâmica perfeita parece-me cada vez mais utópica, tanto em termos tecnológicos quanto sob a ótica da competitividade e que geram custos absurdos, principalmente se considerados os efeitos práticos em termos de competição, posto que ainda continuam atrapalhando, e muito, o equilíbrio dos carros durante às tentativas de ultrapassagem.

Percebam que curioso antagonismo: o fenômeno conhecido por vácuo (na verdade, uma forte turbulência acompanhada de uma zona de baixa pressão do ar) sempre foi, e ainda é, em várias categorias de automobilismo, onde o requinte aerodinâmico não é tão grande, um grande aliado das ultrapassagens. Já na Fórmula 1 moderna, a exacerbada importância dada à questão aerodinâmica acabou não apenas por anular esta vantagem como transformá-la em desvantagem e, pior ainda, em um grande obstáculo às ultrapassagens.

E mais ainda, é interessante perceber que ela interfere negativamente tanto nos carros de ponta quanto nos carros do fim do pelotão. Se por um lado as equipes que não tem túnel de vento não conseguem extrair mais velocidade final de seus carros por conta de uma mais refinada aerodinâmica (entre outros inúmeros fatores, é claro), esta mesma diferença não as torna "imunes" ao desequilíbrio produzido pelo vácuo do carro que vai à frente.

Concluindo: na minha opinião, os exageros em termos de pesquisa e aplicação aerodinâmica nos carros da Fórmula 1 atual é o próximo e mais urgente "vilão" a ser combatido e banido. Por via de consequência, os custos cairão bastante se houver esta preocupação em limitar o exagerado desenvolvimento aerodinâmico nos carros da Fórmula 1 atual.

Para encerrar, gostaria de agradecer aos Colegas Gptos , Sr. Claiton, de Poços de Caldas, por sua generosidade em comparar minhas modestas opiniões a de Roberto Agresti e Carlos Chiesa, bem como ao Sr.Cristiano Buratto, de Londrina, por se solidarizar com a minha revolta às interrupções na transmissão das 500 Milhas de Indianápolis e também por lembrar que a Fórmula 1 já sofreu com interrupções nas suas transmissões. Porém como ele mesmo lembra, foi em treino e de qualquer maneira, felizmente para nós amantes do automobilismo de competição, a Globo (até onde lembro) contabiliza muito menos interrupções das corridas de Fórmula 1, se comparadas com outras emissoras de TV que se aventuram em transmitir corridas automobilísticas.

Forte abraço à Família GPTotal

Paulo C. Winckler, Porto Alegre

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Petrov, Massa e Trulli - Clique para ampliar
A renovação do contrato de Felipe Massa com a Ferrari até o final de 2012 não surpreende. A equipe fez mais do que uma opção pela continuidade pura e simples; resolveu encarar seus problemas de frente, sabendo que é o carro, e não os pilotos, o que está deixando a desejar.

Em que pese o grande campeonato que tem feito Robert Kubica, trazê-lo agora seria jogar para a torcida. Da mesma maneira que um clube de futebol troca de técnico sem resolver problemas pendentes como centros de treinamento que dariam melhor condição de trabalho para todos, a Ferrari teria manchetes, mas poderia acabar com dois problemas ao invés de um.

Massa pode ter garantido a renovação ao lidar de maneira austera com a pequena crise gerada pela ultrapassagem que levou de Alonso na entrada dos boxes no GP da China. A Ferrari já fez a sua aposta para os próximos anos ao colocar o espanhol para pilotar seus carros e sabe que tem de ter a casa em ordem para voltar a vencer.

O incidente entre Vettel e Webber na Turquia, bem como o quase incidente entre Button e Hamilton na mesma prova, acabaram fortalecendo a posição de quem defende uma hierarquia clara dentro de uma equipe que quer ser hegemônica, formula mais que vencedora na história recente da Ferrari.

Pablo Habibe, São Luis
http://pabloformula1.blogspot.com/

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