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11.08.11 - Roberto Agresti |
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17.05.11 - Eduardo Correa |
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18.09.09 - Luis Fernando Ramos |
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12.12.08 - Alessandra Alves |
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27.10.08 - Luiz Alberto Pandini |
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29.07.11 - Carlos Chiesa |
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21.09.09 - Ernesto Rodrigues |
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| » » » 31.08.10 |
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Forever Spa-Francorchamps!
Abraço a todos
Mauro Santana, Curitiba
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Posso sugerir um nome para a coluna que falará do GP Belga desse ano? “Agora sim”.
Se em 2008 Hamilton venceu, mas não levou, agora não teve jeito. E foi numa prova tão dramática quanto a de dois anos atrás. Ele venceu, reassumiu a liderança do campeonato e mostrou que basta a McLaren empatar com a Red Bull que ele dá conta do recado. Quem necessariamente precisa da superioridade técnica para vencer são Webber e Vettel. E sequer preciso comentar a coletânea de erros do alemão na temporada.
Voltando ao Hamilton, tirando sua excursão pela brita (que deve ter me custado uns anos de vida por estresse imediato e altíssimo), ele comandou a corrida com uma segurança notável. Que salto a McLaren e ele deram da Hungria para cá. Será que finalmente acertaram a mão no ajusto de novo difusor? Não faz tanto tempo que a F1 passou por Silverstone e eles passaram longe de incomodar a Red Bull.
No mais, e aí Alonso? Foi para isso que pagam o Kimi uma fortuna exatamente para que ele não corra? Como se explica uma rodada boba daquela? Não bastasse colocar rodas na zebra, ele colocou o carro todo para ter certeza do acidente, só pode ter. Mas seu acerto não favorecia a pista molhada? Foi isso que disseram sábado ao final do Q3. Esse não é o mesmo piloto de 2005/2006 e já não estamos em 2007, em que ele se isolou na equipe. Bem pelo contrário, a Ferrari é sua e o carro não é ruim. Se não dá para vencer todas, dá para pontuar bem e marcar pódios. Seu nêmeses tem feito exatamente isso e olha só onde está.
Érico, Brasília
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Olá caros amigos do GPTO!
A corrida de Spa nesse domingo foi um pouco sem graça, na minha opinião. A largada do Webber foi uma falta de sorte (ou falta de competência) e acabou perdendo posições e não conseguiu chegar perto dos lideres da prova.
Hamilton foi sortudo e competente, nota 10 pela pilotagem. Pena que Button não teve a mesma sorte, atingido por um afobado Vettel, que estava fazendo uma boa corrida.
Massa por sinal fez uma corrida que faltou um pouco mais de objetividade e de ataque aos adversários. Ele contentou-se com um quarto lugar devido ao acidente de Button x Vettel.
Uma pena ver o Barrichello abandonar tão prematuramente, um acidente inesperado, pena que o carro escorregou na pista molhada. Virou um passageiro sem rumo. Ótima corrida do Kubica, levando sua Renault para um merecido 2º lugar; sobe aproveitar dos erros dos adversários na largada.
Estou achando que esse ano vai dar McLaren mais uma vez no campeonato, sendo o campeão mundial L.Hamilton até que merecidamente, pois está sendo um piloto constante em grande parte das provas. Para a Red Bull, é questão de total atenção, pois pode acabar não ganhando nada, sendo um cavalo paraguaio no campeonato. As lambanças de Vettel, estão mostrando que ele não tem paciência durante algumas corridas, sendo outras provas totalmente impecáveis. Já Webber, está constante, só que não pode cair na pilha do Vettel e da mídia, senão o campeonato vai pro ralo.
Sobre a turma do fundão, infelizmente não tem nem o que dizer, fica muito chato a diferença entre o pelotão da frente. Lembro-me do quase grande acidente que o Trulli ia provocar durante a corrida, que foi um dos melhores momentos da mesma.
Agora é aguardar no território italiano, onde tenho certeza que o motor Mercedes irá falar muito alto com a própria Mercedes, Force India e McLaren nas retas de Monza.
Grande abraço a todos!
Alexandre do Carmo Cheque, Itaquera, Cohab 2, São Paulo
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Barrica 300! Fantástico! Super super!
Autor: Jornal.Piloukos, 27/Ago 00h33
Ai ai! Esse cara é fantástico. Vai ser muito estranho no dia em que eu ligar a TV no domingo para assistir à velha, polêmica, criticada, ironizada, causadora de ódio e paixão, desdenhada amada e, irresistível Fórmula-1, e não ver naquele famoso crédito antes da corrida, o nome Rubens Barrichello, com uma miniatura da bandeira do Brasil ao lado e o tempo do Qualify antes de uma largada da Categoria.
Pensa um pouco: domingo pela manhã. Vamos para mais um GP.
A narração começa a descrever os detalhes da prova, trazendo também os resquícios do que aconteceu no sábado, seja de uma maravilhosa pole, uma incógnita terceira colocação ou uma decepcionante sexta fila no grid de largada. Seja lá como for, é marcante procurar o nome dele lá, e mais ainda, quando as luzes vermelhas se acendem, certificar-se no monitor 29 exatamente onde ele está para, tentar, acompanha-lo até a primeira curva, nem sempre dá certo, os cortes da FOM não ajudam, pois obviamente estão preocupados com o todo, e não apenas com ele. Daí você fica esperando a confirmação da primeira parcial com certo frio na barriga. Todos querem ver em que colocação ele estará confirmado.
Se largou na primeira opção dos resquícios de sábado, tá fácil saber, pois a FOM está em cima, se na segunda opção fica mais difícil, dependendo... se na terceira então... Têm-se apenas que torcer. Mas de qualquer maneira queremos saber onde ele está.
Isso é Barrichello: Folclórico. Intenso, à sua maneira Apaixonante. Seja de uma ou de outra forma.
Domingo esse inquestionável Piloto parte para sua corrida de número 300. Jamais alguém alcançará algo se quer parecido. Tenho certeza.
De qualquer maneira será muito estranho no primeiro domingo em que ligar o velho monitor 29 e não ver seu nome, que há quase vinte anos aparece nos créditos pré-corrida. Bom, legal é que, aparentemente ainda vai demorar a acontecer...
Acelera Barrica.
Daniel Medeiros, Planaltina
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Esperava mais da corrida, mas até que foi legal.
Duro foi aguentar GB. Domingo, ele estava especialmente inspirado. Até o Petkovic virou piloto de F1. Mais o pior é aguentar o cara falando no caso da Ferrari a cada 10 minutos. Haja paciência. Divertido foi ele procurando o Alonso na classificação, com o safety car na pista, por conta do acidente do Alonso...
Vettel precisa de um psicólogo urgente. Enfim, uma grande corrida de Schummy. Apesar de chegar atrás de Rosberg, ele foi muito bem, assim como o Petrov (vulgo Petkovic). Sutil e Rosberg também foram muito bem, Massa fez uma boa corrida, mas achei ele meio apagado.
Rubinho estava indo muito bem, até fazer aquela lambança toda.
Mas esperava bem mais, muito mais, de Spa
Rogerio Tófoli Kezerle, São Paulo
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Prezados Amigos do GPTotal
Não poderia deixar de fora meu registro de gratidão e júbilo pela notável marca de participação em 300 GPs na F1, de Rubens Barrichello.
Trata-se de uma respeitável marca, que torna ainda mais singular a participação de pilotos brasileiros na Fórmula 1 e ousaria dizer, marca esta que tem peso semelhante ao de um título mundial de Fórmula 1! Exagero de minha parte? Não! Com o devido e habitual respeito, o qual apresento a todos que discordam de minhas opiniões, penso que a marca de 300 participações em corridas de Fórmula 1, ao longo de 18 anos de atividade é uma marca muito difícil de se conseguir, quiçá , até mesmo mais difícil que ser campeão mundial de F1 .
Costumo dizer que em escala crescente de dificuldades, assim está:
1º - Se tornar piloto de competição;
2º - Manter-se piloto de competição!
Eis as grandes façanhas.
Se tornar campeão depende de muitos outros fatores, cujo controle , quase sempre, não está apenas nas mãos dos pilotos, já que é uma conjunção de várias circunstâncias.
Se por um lado Rubens Barrichelo ainda tem a conquistar o título de campeão mundial de Fórmula 1 (é possível sim) , o recorde absoluto de participações já é dele.
De qualquer modo, cada façanha tem seu próprio valor e, quem sabe, Rubens Barrichello ainda possa vir a ser campeão mundial de Fórmula 1. De qualquer modo, acredito que por longo tempo somente ele terá chegado a 300 Grandes Prêmios disputados.
Aproveito para parabenizar a coluna do Carlos Chiesa, 300, que expressa muito bem o significado da motivação de se pilotar um carro de F1 e propõe a reflexão sobre a validade da "juventude" na F1 ao mesmo tempo que questiona a limitação de idade, usando para isto, fortes argumentos , como o exemplo da participação dos pilotos Rubens Barrichello e Michael Schumacher .
Gostando ou não, dos dois citados pilotos, temos que admitir que eles não precisam provar mais nada e nem correr os riscos que correm participando de uma corrida de F1. Se lá estão, é por pura motivação e amor à velocidade e isto é louvável.
Por mais que se fale da segurança da Fórmula 1 atual ( o que é verdade ) não podemos esquecer que, ainda assim, é um esporte ou profissão de risco.
Para complementar, penso que o erro grosseiro do piloto Sebastian Vettel vem a confirmar que, digamos assim, o "excesso de juventude" esperada/exigida a um piloto de F1, já está beirando ao absurdo.
Percebam que o erro foi praticamente o mesmo que o próprio Vettel cometeu há poucos GPs "contra" o seu companheiro de equipe, Mark Webber: ao tentar realizar uma ultrapassagem pelo lado esquerdo, perde o controle do carro e choca-se contra o carro a ser ultrapassado. Com o carro equilibrado que tem, parece ter faltado mesmo competência, experiência, controle e suavidade na pilotagem.
Não tenho dúvidas quanto ao grande talento e velocidade de Vettel porém sua cota de erros está muito grande, principalmente considerando o excelente carro que tem nas mãos. Gostaria de ver Felipe Massa ou Barrichello campeões mundiais este ano mas, com os "pés no chão", torço para Mark Webber que penso ser quem mais mereça este campeonato este ano, por estar sabendo lidar com as pressões geradas pela provável preferência da equipe em relação à Vettel, por ter cometido menos erros e saber tirar o máximo proveito e rendimento do fantástico carro que tem.
Concluindo, acredito que Rubens Barrichello, juntamente com todos nós que amamos a automobilismo de competição, estamos de parabéns por mais este recorde, orgulhosamente ostentado.
Forte abraço à Família GPTotal
Paulo C. Winckler, Porto Alegre
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Como sempre, um belo GP da Bélgica. Só lamentei a última entrada do Safety Car. Acho que podia ter uma série de mudanças ou pelo menos um pouco mais de expectativa no final. Galvão... ê, Galvão... trocou Petrov por Petkovic! Fora a habitual estupidez com a Mariana Becker.
Em tempo, sobre a numeração dos carros: até 1972, os carros tinham numeração variável de corrida para corrida (Emerson, naquele ano, correu com os números 5, 6, 8, 20, 32...). Em 1973, começaram a ficar mais fixos (a Lotus foi 1 e 2, a Tyrrel 5 e 6 a temporada quase toda) e em 1974 a FIA determinou a numeração fixa dos carros, com base na posição das equipes no Campeonato de Construtores de 73.
Daí tivemos a Lotus (1 e 2), a Tyrrell (3 e 4), a McLaren (5 e 6), a Brabham (7 e 8), a March (9 e 10), a Ferrari (11 e 12) e por aí em diante, cabendo ao campeão o número 1. Como o campeão de 73 (Stewart) não correu em 74, o número 1 ficou mesmo com a Lotus, que naquele ano tinha Peterson e Ickx como pilotos.
A partir de então, o campeão sempre carregou o 1 consigo, mesmo quando mudava de equipe. Nesse caso, levava também o número 2 para o novo time, produzindo a troca com a equipe em que estava antes (exemplo: Lauda foi campeão com a Ferrari em 77 e foi para a Brabham em 78; a Scuderia ficou com os números 11 e 12, a Brabham com 1 e 2 e a McLaren, que tinha esses números em 1976, passou a correr com o 7 e 8).
Abraços a todos!
Humberto Luís Mendes, São Paulo
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Se o camarada ficar atrás, não serve para ser campeão, se passa a pressionar para dar emoção não pode por que ele erra. Então, porcaria, onde vai ter emoção?
Ô deuses do automobilismo, Sr. Galvião e seu chaverinho e agora o Luciano Burti.
Fica atrás, espera o outro quebrar para ser campeão.
Mario Pires, Belo horizonte
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Pessoas pequenas têm dificuldades para reconhecer grandes feitos. Os pequenos são invejosos, são mesquinhos, são megalomaníacos, são fanáticos e se não são nada disso têm algum outro defeito inconfessável, mas a bem da verdade talvez alguns tenham razão em suas afirmações sobre a carreira do Schumacher, quanto aos seus contratos.
Ele estreou na Jordan, onde somou a inigualável marca de uma corrida, substituindo o prisioneiro Gachot, tendo como companheiro de equipe Andrea de Cezaris no ano de 1991. Na sua estreia, largou na sétima posição - verdade que o circuito tinha um grau de dificuldade mínimo e era pouco desafiador, razão pela qual a maioria dos pilotos o amam tanto.
Já que o alemão era tão favorecido assim por seus contratos, deve ter sido por contrato que fazendo uma prova pela Jordan, o cara fez o sétimo tempo pra largada. É claro que os internautas sabem qual foi a melhor posição de largada da equipe Jordan no ano de 1991. Se não sabem, eu digo só pra que não fique nenhuma dúvida. Também nem é preciso não é mesmo?
Depois da estreia em Spa, o alemãosinho correu cinco provas pela Benetton, tendo como companheiro de equipe apenas um certo Nelson Piquet. Poderiam dizer alguns que, por acaso, era tricampeão mundial. Pois bem: o Schucrute largou em quatro dessas cinco provas na frente do Piquet, certamente favorecido pelo contrato, diriam alguns.
Não tenho nenhuma simpatia pessoal pelo Schumacher, também não tenho pelo Alonso ou pelo Senna ou ainda pelo Piquet, mas repudio os que não reconhecem os méritos de uns e outros e os que ficam ladrando enquanto a caravana passa.
Carlos Alberto Petry, Taquara
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