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O GP da Alemanha 30.07.10
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Se Massinha não é o segundo piloto da Ferrari, então eu sou o primeiro e o Papai Noel é o chefe de equipe...

Carlos Ganhadeiro, São Paulo

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Schumi, hoje cedo, em Hungaroring
Amigos do GPTotal

Acho que quase uma semana depois do ocorrido e lendo a carta de muitos companheiros aqui do site, posso chegar a seguinte conclusão: as chances de ver um brasileiro ganhar um campeonato de pilotos pela Ferrari se acabaram naquela ultrapassagem de Hamilton sobre o Glock em Interlagos. Se ele não conseguiu ganhar daquela vez, agora é que não vai conseguir mesmo.

Concordo com a opinião do Walter, de São Paulo. Brasileiro não foi feito para pilotar Ferraris e sim derrotá-las.

Como comentei na minha carta anterior, as ordens de equipe todo mundo sabe que existe e que são muito mal camufladas. O certo mesmo é terminar com esta regra ridícula de proibição das ordens. Não questiono a existência delas e sim o momento da execução. E domingo, além de ser sem necessidade, foi totalmente fora de hora.

Acho que da minha parte, encerro os meus comentários sobre este assunto, até porque, os envolvidos com certeza não estão nem um pouco preocupados.

Um abraço

Alex Cristiano de Sá, Santo André

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Essa aqui é clássica: GP do Mexico 1964, três pilotos chegam a ultima prova com chances de serem campeões – Hill, com 39 pontos, Surtees, com 34, e Clark, com 30.

Detalhe da traseira do Ferrari - Clique para ampliar
Para o escocês era tudo ou nada. Se vencesse, seria campeão por ter mais vitorias que Hill. Surtees tinha reagido na últimas provas e ameaçava o inglês. Resumo da corrida: Clark, após liderar 63 das 65 voltas, tem problemas com o carro e vai ficando para trás. Com a volta 64 já completada, abrindo a última, Surtees está em quarto, posição essa que daria o título a Hill que, a essa altura, se arrastava pela pista após um toque em uma tentativa de ultrapassagem desastrada de Lorenzo Bandini.

Sem rádio, a comunicação era difícil mas quem vinha em terceiro era o companheiro de Sutees, o mesmo Bandini. Os mecânicos só conseguem avisar a ele já reta de chegada. O que o italiano faz: para seu carro e espera Surtees, que cruza em segundo e se torna campeão!

Não houve reclamações nem protestos. Graham Hill um grande piloto com toda fleuma inglesa ainda cumprimenta Lorenzo em vez de voar no seu pescoço!

Agora me surpreende os comentários indignados de alguns leitores com a atitude do Massa. O circo funciona assim desde que a F1 existe (Froilan Gonzalez também parou na linha uma vez para Fangio ganhar). O bagulho é simples: o cara assinou um contrato e tem que cumprir o que está escrito. Neguinho (e branquelo tb) só se dói porque mais uma vez é com um brasileirinho. Eu como grande admirador do piloto Rubens Barrichello fico aqui dando risada daqueles que achavam o Massa o cara e agora não têm como explicar o que não tem explicação.

Felipe, esse sim, pra mim, é mais um operador de joystick e agora com o filme queimado.

Marco Memoria, Rio de Janeiro

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Será que o Nelson Piquet faria o mesmo? Eu não acredito.

Será que Massa vai se transformar no novo Rubinho? Quem aguenta? É de dar nojo. Será que ainda vale apena assistir as corridas, ficar empolgado com um brasileiro na frente, e quando chegar perto da bandeirada ele sair da frente novamente frustrando a todos?

É nojento. A Ferrari, como sempre, é nojenta.

E não vai adiantar nada tanta nojeira, que o título desse ano é da Red Bull. Se perder, só perde para a McLaren.

Um abraço a todos.

Clayton Araujo, Salvador

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Fórmula 1 - Esporte ou somente business?

Sutil nos treinos de hoje, em Hungaroring - Clique para ampliar
Me parece que o episódio ocorrido na Alemanha envolvendo a entrega da vitória ao competidor Fernando Alonso expõe a própria inteligência, ou falta dela, de quem manda neste esporte, ou será negócio, ou ainda circo. Talvez circo seja, neste momento, a melhor definição, mas todos sabem quem são os palhaços - os fãs da categoria.

Acredito que, seja a categoria esporte ou negócio, a manobra de troca de posições entre Massa e Alonso ocorrida no GP da Alemanha de 2010, ou qualquer outro tipo de manipulação de resultado que já tenha ocorrido ou venha a ocorrer, é péssimo para a Fórmula 1.

Primeiro, se a categoria se considera um esporte não há que se falar em qualquer manipulação de resultado, seja ela como for. E tentar mascarar a manipulação como a Ferrari fez é subestimar demais os fãs deste esporte.

Segundo, se a categoria se considera um negócio, somente uma forma de obter renda, esta renda é tão maior quanto maior for o número de fãs que a categoria tiver. Permitir que estas manipulações ocorram é uma burrice digna de alguém dotado da inteligência que a Ferrari acredita que os fãs da Formula 1 possuem. Afinal de contas, separando um pequeno grupo de fãs do Fernando Alonso (não todos) que acreditam que uma vitória deste tipo foi válida, o restante dos seres humanos que assistem qualquer tipo de competição quer mesmo é ver um vencedor que ganhe por seus méritos, dotes, capacidade.

Sendo assim, corridas como a da Alemanha 2010, Áustria 2002 e tantas outras, afastam os atuais fãs da categoria e, pior, afastam a chegada de novos fãs: afinal de contas, ninguém quer ir a um autódromo ou ligar um aparelho de televisão para ser tratado como palhaço.

Penso que até mesmo, ou principalmente, para a Ferrari este episódio foi péssimo. A imagem da empresa foi, novamente, muito desgastada por este tipo de atitude. O negócio da Ferrari deveria ser entregar nas mãos do piloto o melhor carro, ganhar o título de construtores e provar com isto a eficiência da empresa, o piloto campeão do mundo deve ser definido pela capacidade de cada piloto em conduzir seu carro, não pela capacidade de gerar patrocínios, ou assinar contratos melhores, ou qualquer outra.

A categoria não deve se enganar, ninguém assiste corridas para ver quem consegue mais dinheiro, melhores patrocínios, ou melhores contratos. Os fãs da Formula 1 querem ter certeza que as corridas apontem no quem foi o melhor dentro da pista.

Fabiano Bastos das Neves, Itajaí

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Sobre a corrida...

Hockenheim, o atual, não é uma pista muito diferente da maioria do calendário, logo, a evolução da Ferrari pode significar que temos mais uma equipe brigando seriamente por vitórias em 2010. Considerando-se a maneira como os italianos enxergam o "jogo de equipe", Alonso pode até estar em vantagem numa luta contra as casas divididas de Red Bull e McLaren.

Rubinho em Hungaroring - Clique para ampliar
Ainda acho que a FIA (FOM?) não divulgaria em tantos detalhes uma jogada que, na letra da lei, é proibida se não fosse para punir os ferraristas (até multa já saiu), mas tudo é possível, principalmente se considerarmos que é Jean Todt o atual mandatário (e antigo mestre no jogo, na própria Ferrari). Sem punição, e com a recente evolução consolidada, a equipe e Alonso estão definitivamente de volta.

Azar da Red Bull, que parece ter perdido definitivamente a oportunidade de lutar pelo titulo com a vantagem que tinha no inicio do ano. Se já era difícil com superioridade de equipamento, sem ela a disputa parece estar ainda mais além das capacidades de um Vettel ainda verde e de Mark "nada mal para um segundo piloto" Webber.

Sorte para a dupla da McLaren. Hamilton parece já ter entendido que precisa ser um pouco mais cerebral para ser campeão e Button ainda parece ter quase tudo sob controle. Digo quase tudo porque Jenson precisa se ligar que Lewis está errando menos e ele vai ter de cerrar mais os dentes para vencer num campeonato que ainda impõe paradas de boxe artificiais, limitando as vantagens de seu estilo mais elegante e coerente de condução.

A Williams parece ter se consolidado no Q3, mas tem de largar melhor para se manter nos pontos. Barrichello tem uma possibilidade real de terminar o campeonato na frente de Schumacher, mas o carro ainda tem de melhorar um pouco mais...

Pablo Habibe, São Luis

http://pabloformula1.blogspot.com/


Comente 29.07.10
Escreva pra gente

Massa nos treinos de sábado - Clique para ampliar
Saudações!

Visito o site todos os dias e isso acontece há uns bons anos. Gosto de todos os colunistas e também de vários leitores que colaboram com o site.

Agora, quanto ao ocorrido no GP da Alemanha, faz com que venha à tona uma frase que ouvi: Piloto brasileiro não foi feito para pilotar Ferraris e sim derrotá-las.

Nossos 3 campeões fizeram isso com mestria.

Um abraço a todos do GPTotal.

Walter, São Paulo

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Sobre a coluna do Tiago Toricelli, Já vi esse filme!

Concordo plenamente com você, Tiago, pois para a Ferrari o mais importante é o campeonato de construtores, independe da posição de chegada de Alonso e Massa. Os pontos serão os mesmos, o que interfere realmente é o poderoso patrocínio do Santander que o espanhol levou para a equipe.

Creio que, se houver uma cláusula no contrato do Massa, que fragilize a sua posição dentro da equipe, ele deveria recusar, mas entendo que as circunstâncias (pós acidente), o levaram a aceitar. A Ferrari nada tem de boba, Barrichello que o diga.

Quanto a Barrichello, acho que ele foi de uma coragem muito grande, pois na época não existiam normas proibindo a manipulação da posição de chegada e ele deixou para fazer no último segundo, escancarando a todo mundo o que acontecia dentro da equipe. Gozado é que a multa milionária que a Ferrari pagou, foi pela troca de posição no pódio e não pela marmelada na chegada e acho que não foi uma vez só que ele entregou a posição para o Schumy.

Agora, a minha maior torcida (sei que é difícil acontecer) é para que a FIA desclassifique os 2 pilotos no GP da Alemanha, dê 2 corridas de suspensão para a equipe, assim o sonho dos campeonatos acaba para a Ferrari e para Alonso e serve de exemplo. A oportunidade é única.

Falando em Alonso, o cara está sempre metido em rolo, é amortecedor de massa ilegal, é espionagem industrial, é bloquear o companheiro no box, é acidente proposital do companheiro, é o companheiro obrigado a deixar passar, mais sujo que pau de galinheiro, e o pior, nunca sabe de nada, parece ... Deixa para lá.

Alvaro Junior, Ribeirão Pires

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Estou com o Tiago Toricelli em tudo o que ele disse em sua coluna.

Quando Felipe Massa foi para a Ferrari, sabia que os interesses da equipe sempre estão acima dos interesses do piloto. Os torcedores sabiam disso, o mundo inteiro sabia, pois a equipe nunca escondeu isso.

Não concordo com aqueles que disseram que Massa deveria desobedecer a ordem de equipe. Tinha mais era que cumprir mesmo, afinal a ordem veio de cima e ordens superiores foram feitas para serem cumpridas.

Luca Di Montezemolo foi bem claro em sua declaração a respeito do ocorrido. A equipe italiana anda mal das pernas, precisa se recuperar a todo custo e quando tem a chance vocês acham que ela não iria aproveitá-la da melhor forma possível? O GP da Turquia está aí para mostrar o que poderia ter acontecido se ambos os pilotos tivessem liberdade para disputar posições na pista a todo custo. Embora muitos não percebam isso, a Fórmula 1 é mais uma competição de equipes do que de pilotos. A competição entre pilotos fica em segundo plano, tanto que o prêmio recebido pelo campeão de construtores é muito maior que o prêmio do campeão de pilotos.

Nessa história toda só há uma coisa que eu não concordo. Eu já falei na minha carta anterior e repito: se a intenção era favorecer Alonso, deveriam ter combinado isso antes. Assim, Massa não faria papel de bobo defendendo sua posição à toa durante 49 voltas e já deixaria Alonso passar logo no início, o que evitaria a multa de US$ 100 mil e toda essa polêmica.

Lucas Rodrigo dos Santos, Ponta Grossa

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Edu, meu filho

mas será o Benedito? Todo mundo agora virou santo, pombas?

Seguinte: desde sempre, equipes de corridas de automóveis, tem sim um primeiro e um segundo pilotos. Sempre foi assim. TUDO para o primeiro e O QUE SOBRAR para o segundo, a não ser que eventualmente haja chances melhores para o segundo. Porém, já houve o caso de GRANDES equipes com dois grandes pilotos que deixavam a coisa rolar até certo ponto. Senna/Prost na McLaren, por exemplo (tem mais gente mas não vem ao caso), e neste ano, novamente a McLaren com Lewis/Button (não quero saber; os dois têm títulos mundiai).

Petrov - Clique para ampliar
Assim, fica por conta deles, pilotos, resolver a coisa até quando surja uma situação em que um deles esteja melhor no campeonato e aí sim, teremos um favorecido, se a equipe não for boba e quiser garantir o título. Mas a FIA resolveu então bancar a donzela inocente e não quer mais ordens expressas de trocas de posições, como vimos domingo. Lascou uma multa pífia, pelo menos para o budget da Ferrari, uma piada.

Se quiserem impor um mínimo de respeito a quem burlar esta ridícula regra, sugiro que penalizem o piloto infrator com segundos adicionais ou mesmo com sua desclassificação. Quer apostar,que ninguém mais troca de posição numa pista?

Mas aí, iriam acabar com a graça desta cachaça, chamada corrida de automóvel. Todos deveriam saber que corridas são a janela máxima do egoísmo. Quem não gostar, troque de esporte.

Um abraço

Alexandre, São Paulo

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Esta indignação toda se deve ao fato de que Felipe é brasileiro. Pois vamos aos fatos:

1) Alonso era nitidamente mais rápido que Felipe; 2) Vettel vinha se aproximando dos dois, o que poderia ser desastroso; 3) Massa não tem mais chances de ser campeão ou se tem, são remotíssimas. Já o espanhol está na briga; 4) A Ferrari, como qualquer outra equipe, deseja evitar bobagens como a que ocorreu com a dupla pateta Vettel/Webber. 5) A Ferrari pecou ao fazer a coisa muito escancarada. Talvez se Massa fosse dar uma voltinha na grama e retornasse a pista, ninguém ficaria tão chocado.

Se eu fosse chefe de equipe, pensaria primeiramente na escuderia, e qual seria o resultado mais conveniente para a Ferrari?

Mário Duarte, Anápolis

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Já tive inúmeras discussões com minha mãe, cujo o tema é “Todos tem um preço”. Ela, advogada como eu, sempre discordou de minha opinião que é taxativa: todos, todos sem exceção, tem um preço.

Sustenta minha mãe que ainda existem pessoas neste mundo que são corretas, honestas e que primam pela retidão de caráter e da ética, assim como ela. Do alto dos meus 41 anos, posso garantir que todos os seres humanos com higidez mental têm um preço, seja em dinheiro seja em outra coisa que lhes traga algum benefício. Do mais honesto ao mais corrupto, do mais novo ao mais velho, todos são passíveis de algum tipo de manipulação e de atos bastante questionáveis ao nível da ética, assim como todos os seres humanos mentalmente capazez, mentem. Tal assertiva não é motivo para nos acharmos corruptos ou não, honestos ou não. O que acontece é que a ética nos foi apresentada sob um prisma e uma visão, que deixam margem para dúbias interpretações, ou seja, nos foi passada pela visão de ética, através de outro ser humano, que é passível de erro.

Ora meus caros amigos, o que é ética ou honestidade?

Honesto é aquele gari que encontra uma sacola cheia de dinheiro e entrega ao dono mas, à noite, bate na mulher quando chega em casa, frustrado pela sua condição financeira e entorpecido pela cachaça que bebeu na esquina? Honesto e ético é o dono da empreiteira que dá inúmeros empregos e que gira a máquina da economia, mas que no entanto patrocina a campanha de determinado político para mais tarde ser beneficiado em alguma licitação? Ético é o magistrado que julga com imparcialidade e dentro do rigor da Lei mas que foi aprovado no concurso público porque é filho do Desembargador que também é Maçom?

A atitude esportiva do Massa foi antiética, correto? No entanto, a atitude contratual foi eivada da mais pura e absoluta ética.

Na minha opinião, não existem ética, moralidade, honestidade ou bons costumes. Existem, no entanto, inúmeras situações em que o ser humano será testado e colocado frente a frente com questões que sempre o interesse individual irá prevalecer.

Abraços aos amigos do GPTotal

Christian, São José

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O Force India de Liuzzi depois da batida nos treinos de sábado - Clique para ampliar
Estou publicando duas cartas abertas, à Shell e ao Santander, respectivamente, sobre o ocorrido em Hockenheim: http://cafe-expressivo.com/shell.txt e http://cafe-expressivo.com/santander.txt

Juliano Camargo, Curitiba

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Edu, boa tarde

Infelizmente o que aconteceu no domingo é lamentável, é o típico episódio onde procuraram satisfazer o ego de uma ou duas pessoas (O velhinho do Santander e/ou Alonso), que no caso são os donos do dinheiro (acredito que se o velhinho não estivesse lá não teria essa ordem de equipe), em detrimento ao esporte. Com essa atitude, Massa se suicidou mesmo, e para piorar, não terá nenhuma equipe Brawn onde possa se recuperar e mostrar para o mundo que ainda pode ser piloto de ponta.

Acho que a solução para acabarem de vez as ordens de equipe é limitar um carro por equipe, colocarem um teto orçamentário e aumentar o número de equipes no grid. Claro que teriam que adaptar os autódromos, para comportar a quantidade maior de equipes, mas isso é apenas na implantação desse sistema. Haveria uma queda de qualidade inicial das equipes, mas depois as coisas iam se ajustando, como tudo se ajusta na Fórmula 1.

Dessa forma, a Fórmula 1 continuaria sendo um esporte de equipe (mecânicos, piloto, projetistas etc.) e não haveria privilégios a um piloto em detrimento de outro. Acredito também que teríamos vencedores diversos, ocorreriam mais disputas com finais do tipo Webber e Vettel na Turquia e acabaria com essa pilantragem que presenciamos no domingo, enfim seria mais justo. Sobre os pontos do campeonato de Construtores, poderia definir, além dos pontos do piloto, mais alguns por menor tempo de trabalho no box, por exemplo.

O que vocês acham? Um grande abraço

Alexander A. Ferreira, , São Paulo

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Olá à todos os leitores,

após ter tido a oportunidade de andar de Ferrari 360 Spider, BMW M6 e, principalmente, Porsche GT3 na pista de Hockenheim, tinha a expectativa de assistir uma corrida interessante e honesta.

Infelizmente vimos novamente uma situação nojenta no esporte. Não há muito o que falar, o fato é tão repudiante que não é possível conjecturar uma única justificativa plausível para amenizá-la. A Ferrari realmente mostrou o seu lugar: o de menor equipe da Fórmula 1, talvez do esporte a motor mundial .

Sugiro mudar o nome da prova: de Grosser Preis von Deutschland para Grosser Chunchu von Deutschland.

Abraços

Christian Haertel, Blumenau

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DESPORTIVIDADE?

Rubinho, mais uma vez, perdeu uma bela chance de ficar calado, mas ele tem uma fixação em microfone, só comparável com o Parreira, o treinador de futebol. Ele, Rubinho, depois de estar correndo na Europa, veio correr uma prova no Brasil, só para ajudar o amigo Christian Fittipaldi a alcançar o título sul-americano, e ajudou bastante, não foi Rubinho.... Daí naturalmente o conceito de desportividade tem outra ótica, afinal era um brasileiro ajudando outro brasileiro e, vejam só, o Rubinho nem estava disputando o Campeonato Sul Americano, correu aquela prova só pra melar as pretensões dos argentinos que queriam tirar o título do Christian.

Pois agora dado o ocorrido com o Massa, veio a público, mais uma vez vomitar suas mágoas. Importante ter-se em consideração o seguinte, até o Rubinho ser contratado para sentar na segunda cadeira mais desejada da Fórmula 1, na época, a Ferrari tinha pouca visibilidade na imprensa brasileira, o que alterou-se naturalmente com a contratação do brasileiro, diga-se de passagem, contratado pela Ferrari por indicação de Michael Schumacher.

A gloriosa e incompetente imprensa especializada brasileira, logo levantou a lebre, dizendo que o Rubinho estava entrando na Ferrari em igualdade de condições com o "Barão Vermelho" e o Rubinho, mesmo sabendo não ser verdade, acreditou. Eu dizia que a imprensa deu as cartas, dizendo que na metade do campeonato, aquele que estivesse melhor pontuado teria o parceiro correndo para si. Mas tudo se resolve com um documento, do qual o Rubinho tem cópia, com certeza, o contrato que ele firmou com a Ferrari, e não com estas estórias da carochinha que o brasileirinho conta.

Hulkenberg - Clique para ampliar
Sim, a pequenez do Rubinho ficou estampada mais uma vez na sua atitude, de inequívoca ingratidão. O que é que ele quer? Perturbar a cabeça do Massa? Não vai conseguir, pois o novo brasileiro da Ferrari tem uma coisa que sempre faltou ao Rubinho: altivez para cumprir um contrato duas curvas depois da "ordem" vinda de seu engenheiro, no interesse de quem lhe paga o salário, a Ferrari, e não só na última volta, para expor o seu time a uma situação constrangedora.

Rubinho: em lugar de vociferar, tome uma atitude correta e exiba seu contrato com a Ferrari. Fica bem legal, Rubinho, e no dia que sair a lista dos 100 melhores pilotos da Fórmula 1 de todos os tempos, teu nome poderá ser lembrado. Outra pergunta, Rubinho: teu salário chega a 10% do que tu ganhavas na Ferrari? O que a Ferrari te pagava era para cumprir o contrato que tu tinhas com eles? Ou eles te pagavam pra tu dares aquela ridícula "sambadinha"?





Estou impressionado. Primeiro, estou impressionado pelo número de postagens no GPTotal. Segundo com o número de opiniões sobre a quebra das regras desportivas, ato atribuído à Ferrari. Terceiro, com a falta de conhecimento do que é automobilismo da maioria.

Dito isto, uma pergunta: quantos títulos tem o Brasil na Fórmula 1? Oito seria uma resposta óbvia mas o óbvio nem sempre reproduz a verdade. Sim, toquem as trombetas os corneteiros da desportividade: o Brasil, foi representado em apenas seis títulos mundiais da Fórmula 1.

E agora dirão que eu enlouqueci? Talvez, mas o fato desportivo é que os títulos do Emerson não são do Brasil e sim da Inglaterra ou se preferirem da Grã Bretanha. Mas essa é uma história que não interessa aos brasileiros e creio que muito poucos dos internautas, que criticam a desportividade da Ferrari desconhecem. Já quanto ao lance Alonso/Massa, fico com a opinião do Coulthard, ou se preferirem com a do Schumacher. Mude-se a regra absurda que impede a equipe de interferir...

Carlos Alberto Petry, Taquara

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Olá Amigos do GPTotal

Vou falar pela última vez sobre este assunto. Como Senna mesmo dizia, "o primeiro piloto a ser derrotado é o seu companheiro de equipe". E tenho certeza, que se fosse o contrário, o Alonso teria vencido a corrida, pois assim como Schumacher, Alonso já demonstrou varias vezes que é capaz de tudo pela vitória, assim como demonstrou nos treinos para o GP da Hungria de 2007 e Cingapura 2008. Por isso que dou razão para o M. Webber. Que se lasquem os interesses da equipe junto com seu companheiro, pois quem garante que tanto Webber e Massa vão ter outra chance de lutar pelo título?

Fittipaldi, Piquet e Senna demonstraram bem como se impor dentro de uma equipe, nuca abriram passagem para que um companheiro de equipe vencesse um GP, e tivesse condições de ser campeão em suas costas.

Infelizmente tanto Barrichello como Massa não conseguiram repetir esta força, e quando abriram caminho para seus companheiros de equipe, vestiram o n° 2 na equipe, e o que acho mais ridículo, é depois ficar com cara de bunda no pódio.

Vou repetir o ultimo parágrafo do excelente texto do Agresti, O destino de Massa: “Apesar da pouca competitividade de seu carro, apesar de seu companheiro incômodo, apesar de todos os pesares, o momento de mudar seu destino é agora”.

Infelizmente na F1, quem muito pensa nos interesses da equipe e de seu companheiro, acaba não conquistando nada, e temos vários exemplos disso na história desta categoria. Por isso que na F1 você tem que ser um baita PC e pensar somente em você!

Pra finalizar, Helio Castroneves foi roubado na Indy, uma vergonha! E que porrada na F-Truck. Graças a Deus ninguém se feriu.





Quando eu falo que as corridas dos anos 80 eram de uma F1 de verdade, era por isso aqui!



Graças a Deus, eu tive o privilégio de ter visto esta temporada, que saudades! Hoje, o que temos é uma bizarrice de uma F1 do século XXI, e que a cada GP o público vai deixando de acompanhar.

Para encerrar, só vou dizer uma coisa: Cevert, Peterson, e Gilles Villeneuve, por fidelidade deixaram para depois conquistar um título na F1, e todos aqui sabem o que aconteceu com ambos!

Abraço a todos

Mauro, Curitiba

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O Tio Bernie disse que as ordens de equipe são bem-vindas. Neste sentido, podemos esperar uma guerra empresarial envolvendo os grupos de mídia que controlam os direitos de transmissão da F1 com o Seu Ecclestone.

Esse Bernie tem mais é que se mandar da chefia da categoria pois ele governa a FOM e não a administra empresarialmente. Essa posição dele não passa de capricho imbecil e não tem nenhuma lógica racional nisso. Todo mundo sabe a idade dele e o que ele vem dizendo nos últimos dias sobre o GP de Mônaco, que ele ameaça tirar do calendário por questões econômicas. Já andou dizendo também que as ditaduras funcionam melhor que as democracias, ou seja, tá pra lá de Bagdad em se tratando de tomar frente de um evento tão importante que é a F1.

Não estou dizendo ser ele um gagá, pois isso é muito forte e desrespeitoso, mas as pessoas cansam com a idade e o Seu Bernie, que fez muito pelo automobilismo, já deve pensar em um substituto.

Iron, Belo Horizonte

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O jogo de equipe existe na Fórmula 1 há muito tempo. Eu concordo com ele. Não vejo nada de errado. Massa foi beneficiado em 2008. Raikkonen em 2007. Schumacher inúmeras vezes.

O que acho errado, como no caso de domingo e no já tradicional caso de 2002, é o momento. Não sei se era necessário. No caso Barrichello/Schummy era absolutamente desnecessário naquele momento. Entendo que foi apenas para o alemão mostrar quem mandava na equipe. No caso de domingo, a justificativa poderia ser um suposto ataque de Vettel ou a diferença de colocação no campeonato entre Massa e Alonso. Ou também pode ter sido apenas uma demonstração de poder do asturiano.

Hamilton - Clique para ampliar
O jogo de equipe em momentos cruciais de um campeonato é plenamente justificavel e, no meu entender, aceitável, justamente por tratar-se de uma equipe, o que significa trabalhar em conjunto. O que não se pode aceitar é casos como o de Regazzoni segurando Emerson, mesmo depois de uma bandeira preta para ajudar Lauda a ganhar o titulo. Isso não se justifica nunca.

Não acho que era necessária essa atitude na corrida da Alemanha. Acho que a Ferrari errou, mas estava no seu direito. Quanto ao Massa desrespeitar a ordem de seu patrão, ele poderia sim. No mesmo dia estaria desempregado e, muito provavelmente, com as portas fechadas na Formula 1. Mas poderia sair dizendo por aí que é macho prá caramba. Burro, mas macho prá caramba!

Rogerio Tófoli Kezerle, São Paulo

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Alguém aqui já deixou de bater a bolinha da semana ou cancelou a viagem do final de semana pra casa da vó ou chegou atrasado no aniversário do filho, da esposa, da mãe, porque teve que terminar aquele relatório, ou tinha uma reunião, uma apresentação...

Alguém? Ah, então você sabe o que o Massa passou no ultimo domingo... Ossos do ofício, caros amigos!

Loreno Menegotto, Belo Horizonte

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Gostaria de expressar o quanto fiquei decepcionado, para não dizer enojado, com o episódio do Grande Prêmio da Alemanha. É impressionante o descaso e a falta de respeito da Ferrari com todos aqueles que estão envolvidos com a Fórmula 1, desde os participantes, como pilotos e demais equipes, passando pelos patrocinadores, até chegarem até pessoas como eu, que acordam todos os domingos de corrida, de manhã ou de madrugada, para prestigiarem um esporte e acabam vendo uma armação, que na minha opinião, é tão grave e séria quanto a do Grande Prêmio de Cingapura de 2009, já que nessa vez, assim como naquela, houve uma clara e depravada manipulação do resultado da corrida.

Mas como essa não foi a primeira vez, e em se tratando de Ferrari também não será a última, em que vemos algo desse tipo, devo dizer, com todo o pesar do mundo, que estamos nos acostumando com isso. E a maior prova é o fato da dona FIA marcar esse julgamento apenas para o dia 10 de Setembro, fato que fará com esse lamentável acontecimento tenha quase que sido esquecido.

Mas também tenho que registrar aqui minha revolta com o Srs. Felipe Massa e Fernando Alonso, que pensam que todos os expectadores mundo a fora que amam este esporte, diferentemente deles, são idiotas. Já que Alonso diz que só efetuou a ultrapassagem por ter visto Felipe mas lento e aproveitou a chance para ultrapassá-lo. Enquanto que Felipe disse que a iniciativa de deixar Alonso ultrapassá-lo partiu dele próprio. Pior do que o fato de ter se submetido a essa situação vexatória e ainda sobrar da inteligência de todos com tais alegações.

E em cima disso, deixo aqui uma pergunta ao Sr Felipe. Se era para se sujeitar a essas situações, porque tanto esforço e dedicação para chegar a Fórmula 1 e a uma equipe como a Ferrari? Do que adianta dizer que corre pela equipe mais tradicional da categoria: abro parênteses (e é tradicional não apenas pelas conquistas que são de fato, extremamente importantes, mas porque os fãs que acompanham a equipe desde de 1950, os mesmos fãs que ela mais uma vez tratou como idiotas a fizeram ser o mito que é hoje) fecho o parênteses: se você não pode ganhar, se você é proibido de alcançar o único resultado que justifica arriscar a vida em um carro a mais de 300Km/h?

Acho que ninguém melhor do que o Felipe sabe do que estou falando, afinal a exatamente um ano atrás ele sofreu o pior acidente da carreira. Se for para correr pela Ferrari, sem ter a permissão de vencer, seria melhor ceder seu lugar à alguém que não se conforme com tal situação. E com relação ao Alonso, acho que suas palavras ao rádio, cobrando da equipe a atitude que tiveram, dizendo que a situação de disputar posição, em uma corrida, contra outro carro, era rídiculo, resumem bem o tipo de piloto que é, para não dizer pessoa. Pois nesse caso, curiosamente como o de Cingapura 2009, o único beneficiado na história foi ele, justo ele que em Valência, ao ver Hamilton terminar a corrida em segundo depois de sofrer uma penalização que foi claramente dada por pressão da Ferrari e dele Alonso, veio a público dizer que quem corria de maneira limpa, chegava em oitavo, enquanto outros chegavam em segundo. Bom, como vimos no último domingo e em Cingapura 2009, ele só pode estar de brincadeira!

Abraços

Rodrigo Cristiano Blanco, São Carlos

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Alguersuari - Clique para ampliar


Hipocrisia da FIA sempre existiu. Jogo de equipe sempre existiu. Não é preciso ter acesso ao contrato para supor que Massa é o segundo piloto. De acordo com histórias deste e de outros sites especializados, Emerson deixou a Lotus no final de 1973 pois não concordou com alguns decisões que haviam favorecido Peterson. Em 1987, na mesma Hockenheim, Piquet deu um chapéu no Mansell que estava sendo favorecido pela Williams.

Em Suzuka, 1990, Senna não aliviou na disputa com Prost (não disse que jogou o carro para cima do Prost, somente não aliviou). Domingo, Massa resolveu ser o funcionário do mês, obedecendo fielmente seus patrões da Ferrari. Não julgo a atitude de Massa pois ele tomou a decisão que achou ser a mais adequada. Arcará com as consequencias (boas ou ruins). Alguns querem ser campeões, outros somente participar e ganhar uma corrida aqui e outra ali (cada um sabe o que é melhor para si). A partir de agora, todo domingo de GP saberei o que Massa quer na F-1.

Vitor Lima, São Paulo


Comente 27.07.10
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Cineminha da tomada da primeira curva em Hockenheim - Clique para ampliar
Sabe o que me irrita no episódio Massa-Alonso? A falta de ambição.

P...! O Massa passou por poucas e boas depois da mola bater nele na Hungria no ano passado. Algumas pessoas nem sabiam se ele retornaria às pistas. Então ele volta e tem um ano do cão com todo tipo de problemas; toques, batidas, falta de velocidade, um companheiro de equipe mais forte etc. E agora, com a chance de vencer um ano após todo seu drama, ele entrega a vitória assim.

Quantos pilotos ótimos (não digo geniais) comem o pão que o diabo amassou na F1 e saem sem vencer uma prova sequer (Heidfeld, Amon, Bellof)? Quantos são aqueles que dariam tudo por uma vitória a mais? Quantos deixaram títulos escapar por uma vitória (Piquet-Adelaide 86, Prost-Suzuka 88, Hamilton-China 07, Alonso-Indy 07, Raikkonen-Nurburgring 03)?

Uma vitória pode mudar tudo. A vitória é a razão de tudo.

Alonso tem isso escrito no seu sangue. Senna também tinha. Schumacher se faz de bobo, mas largou sua gloriosa aposentadoria para arriscar toda sua reputação ao tentar vencer mais. E Massa, será que ele tem essa sede?

Será que a mera chance do Alonso ser campeão pela Ferrari vale mais que uma vitória e sua redenção?





Na boa, ainda bem que o Massa não foi campeão em 2008. Não dá para imaginar um campeão do mundo abrindo as pernas como o Massa fez. Até mesmo com o Schumacher, a situação foi completamente distinta.

Realmente, os campeões são feitos doutra fibra. Muito mais resistente e dura.

Érico, Brasília

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Meu prezado Edu

Saudações quadriculadas.

Foto 2 - Clique para ampliar
Me dei uma bandeirada no último domingo, GP da Alemanha. Basta de Ferrari! Basta de Formula 1! Basta de muita grana estragando toda e qualquer competição! Basta de interesses outros que não a vitória! Basta de contratos! Basta de palhaçada prá cima de mim!

Prá molecada que não sabe como eram as coisas: Campeonato de Pilotos, Fórmula 1, 1967. Sir Jack Brabham, fundador, dono, construtor e piloto da equipe Brabham tinha como 2° piloto o neozelandês Denny Hulme, seu antigo mecânico. Isso mesmo, seu antigo mecânico, que mostrou por a+b poder sentar num F1 e fazer bonito.

Naquele ano, 1967, só os dois somavam pontos com condições de brigar pelo título. Saíram de Monza, antepenúltima corrida, Hulme com 43, Brabham com 40. Faltavam ainda 2 GPs: Watkins Glen, nos USA e o GP do México.

O que vocês acham que aconteceu, quem foi o campeão de 1967?

O velho Jack deixou a disputa para as pistas. Nada de engenheiros, rádios e contratos e mensagens cifradas! Deu Hulme na cabeça: Jim Clark, sem condições de ser campeão, papou os dois GPs. Hulme foi 3° em Watkins Glen com Brabham em 5°. Na corrida final, no México, Hulme foi 3° e Brabham foi 2°.

Se Brabham fosse um canalha safado e Hulme um subalterno, este último teria abandonado no final da corrida. O patrão, dono, 1° piloto teria sido campeão. Questão de finesse, educação, fair-play ou o que seja. Coisa que não existe mais. Vieram os patrocínios, foram-se as disputas limpas. Foram-se os Brabhams, Stewarts, Bandinis, Surtees e Clarks, entraram os Schummys, Hamiltons, Alonsos e Massas. Sou da antiga! O que eu quero, do que eu gosto não tem mais.

Então, basta. Fico com as lembranças e outras corridinhas ingênuas, se é que ainda existem. Basta !

Abraço e vida longa para todos.

Manuel Carvalho, Santos

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Não existem mocinhos nem bandidos na Formula 1. Num esporte como esse, quem ganha sempre será aquele que conseguir reunir características como malandragem, força mental, concentração e velocidade. Se aproveitar de cada momento para conseguir as vitórias e os pontos necessários para o título mundial.

A Ferrari parou, pesou seus dois pilotos, analisou o desempenho dentro das pistas deles, e sua pontuação e decidiu que Fernando Alonso é o cara que pode levá-la ao título. Então, nada mais justo que mandar o Massa encostar para o Alonso passar.

Não é justo, não é esportivo. Mas se a Ferrari quer mesmo o título de pilotos e construtores, é necessário

Abraço, Dyeison Martins, Canoas

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Caro Agresti,
o destino de Massa, como sua coluna previa, foi definido na corrida de domingo.

Antes dela, há o discurso pela perda do parente depois de longa batalha contra o câncer e a promessa de lutar por uma grande corrida como homenagem. Gostaria de perguntar a este sem caráter: Que p$@#a de homenagem é esta? Será que ele não percebe que sua imagem junto a nós foi destruída em função dele na hora da batalha, pensar mais na sua conta bancária do que na promessa ao falecido? Sujeitinho falso.

Agora ficou fácil dimensionar seu caráter e provavelmente em função do ato de domingo, terá seu contrato renovado com o apoio de Alonso por mais trezentos anos. Vou torcer por Hamilton, que teve a conduta de corredor correta quando enfrentou e peitou Alonso, e não esta postura abjeta e covarde de Massa que depois da corrida achava que não tinha acontecido nada.

Este senhor não merece nenhuma consideração de nossa parte pois realmente não confia no seu talento. Bastava dizer não. Aliás, este é o caso do cara que atropelou o coitado dentro do túnel. Alias, é o caso do pai do cara que atropelou o coitado dentro do túnel. Faltou caráter, faltaram princípios. Bastava dizer não. Massa, tu és um bundão, este é o seu destino.

Paulo Oliveira, Alegre

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Foto 3 - Clique para ampliar
Prezados amigos do GPTotal

Na Fórmula 1, sempre houve vencedores designados pelas equipes, desde a mais remota corrida. Mencionarei só dois exemplos da década de 70. A equipe Tyrrell sempre optou pelo escocês Jackie Stewart, em relação ao seu companheiro o francês Françoise Cevert. Várias vezes Cevert tinha o carro melhor acertado, era mais veloz, mas se mantinha sempre atrás de escocês. Sua vez chegaria quando Stewart se aposentaria. Infelizmente nunca chegou.

A Lotus na temporada de 78 tinha um carro muito superior ao demais, o famoso modelo MK4, ou Lotus 79, que inovava e utilizava toda a vantagem do efeito solo, mas Chapman estipulou que o piloto 1 da equipe era Mário Andretti, e o rapidíssimo sueco Ronnie Peterson só ganharia se Andretti não tivesse chance de ganhar. E por ai vai.

As ordens de inversão de posições (mesmo que na tentativa de dissimular) como a de ontem choca, agride, é mau vista, pois barra no espírito do esporte, que é a competição pura. E por aí podemos concluir que a Fórmula 1, em especial, está longe de ser um esporte e sim um grande negócio. Foi mostrado pela TV, nos boxes da Ferrari um senhor vestindo uma camisa branca com o logo do Santander aplaudindo no momento que a Alonso se aproximava da linha de chegada para vencer a corrida. Era o presidente mundial do banco.





O GP da Alemanha, no meu ponto de vista foi monótono, até que o episódio Massa/Alonso/Ferrari, se tornasse o ponto mais interessante do GP. O Alonso, que sempre está envolvido em armações, escândalos, fofocas foi "ridículo" ao dizer "isso é ridículo", se referindo a disputa e a consequente defesa de posição por parte do Massa.

Isso mostra quão difícil vai ser a vida de Massa na Ferrari. Talvez o mais ridículo dessa história foi um engenheiro da Ferrari dizer que o Massa foi magnífico, magnânimo e, em seguida, pedir desculpa por ele ter recebido e obedecido a ordem de abrir por espanhol o ultrapassar.

Abraços

Bellissimo, São Paulo

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Olá Gepetos! Espero que estejam todos bem!

O GP da Alemanha foi vergonhoso! A Ferrari não precisava disso, Massa não precisava disso, mesmo sendo 2º piloto e, principalmente, Alonso não precisava disso! Na minha opinião, os dois pilotos deveriam ser desclassificados, a Ferrari perder os pontos e ainda pagar uma multa pesada, para nunca mais repetir esta pouca vergonha.

Quanto à transmissão da Globo, gostaria de ressaltar a atitude extremamente correta e profissional do Luciano Burti, que sacou a tramoia da Ferrari mas não a divulgou no ar, escrevendo um bilhete para o Reginaldo (segundo eles mesmos disseram) com suas impressões. Parabéns ao Burti e lamentável a atitude da Ferrari.

Abraços a todos

Marcos, Brasília

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Sempre haverá um aloprado de plantão que confunde fanatismo a uma pessoa com discernimento, que dirá que o Senna nunca faria isso que Massa fez.

Du-vi-dê-ó-dó, principalmente porque ele fez quando se sagrou campeão e a equipe o obrigou a dar a vitória ao Berger. Seus defensores dirão que ele foi magnânimo. Ah, tá. Não concordo com o que vi mas as opções de um Massa ou de um Barrichello sempre foram simples: ou aceitar o jogo ou passar para história como um Bernoldi, um Pizzonia, um Burti, pilotos que num momento de suas carreiras tomaram uma atitude e pagaram por elas. Não estou dizendo aqui que os citados foram rebeldes ou algo assim, estou falando sobre a dimensão do que poderiam ser e do que foram.

Durval Pereira, Salvador

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Pessoal,

Já que a Ferrari é culpada, vamos começar a boicotar os patrocinadores da Ferrari e parar de torcer por ela porque estamos sendo idiotas de assistir a Globo e torcer feito bestas neste esporte de marionetes! Os italianos só fazem algo se sentirem no bolso! Só assim!

Ao Marcel e ao Agresti, eu só queria saber onde fica a competitividade e esportividade? Como fica um campeão de Fórmula 1 se prestar a isso?

William, Maringá

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Foto 4 - Clique para ampliar
Perdedor moral, vencedor imoral

Massa foi quem mais perdeu, ficou clara sua fraqueza, por ter assinado a cláusula Barrichello. Como competidor não reconheço nenhum vencedor moral, caso contrario teríamos vários vencedores morais como Senna e Chandhock, Trulli e Kovalainen, Glock e Di Grasi, por conseguirem correr com aquelas dragas, e também Kubica que anda mais do que o carro. Senna (Ayrton) então seria tetra campeã (3 na pista 1 moral).

Quem entrega a posição como Massa fez não merece nenhum prêmio moral e sim imoral. Se pensarmos na equipe, houve uma troca de posições entre companheiros, então não houve alteração na pontuação de construtores, logo Massa cumpriu a cláusula Barrichello porque é segundo piloto. Jogo de equipe seria válido quando o piloto não tivesse mais chances.

Já Alonso mostrou que não aceita ser superado por ninguém dentro da equipe. Por isso saiu da McLaren e, diga-se de passagem, em outras equipes só teve galinhas mortas como companheiro. Será que a FIA vai aceitar a manipulação comentada por Alonso? Jean Todd será capaz de punir a Ferrari?

PS.: Felipe Massa tem que se explicar sim, não aos jornalistas, mas aos torcedores dele, que fazem fé, rezam e qualquer outra mandinga para benefício p/ vencedor imoral do GP da Alemanha de 2010.

Pablo Ros, Salvador

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Nada de anormal!

Na F1 sempre houve jogo de equipe. Sempre houve primeiro piloto sendo favorecido pelo segundo. Será que alguém está surpreso como fato do Massa ser o segundo piloto da Ferrari? Alguém acha que o Alonso foi para a Ferrari para disputar com o companheiro ou para trazer o título para a equipe?

A Ferrari errou na falta de descrição. Só!

Tenho certeza que se o beneficiado fosse um brasileiro não estaríamos diante de tanto nhenhenhém!

Saulo Caram, Brasília

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Hahaha! Pelo menos nas duas vezes, Áustria e Alemanha, Deus nos poupou da presença do Babão Bueno na narração. Mas podem esperar que ele volta com força total, disparando para todos os lados.

Agora, levando-se em consideração o que aconteceu na McLaren, é lógico que dessa vez o Alonso não deixaria de se precaver. Bobo de quem aceita se submeter. Só falta, agora, o Massa dizer que é o piloto 1B da Ferrari.

É patético, mas é como a grande descoberta que fez um cara aí. Disse ele: não se iluda. A F1 é feita de contratos. Só ele sabia disso.

Sabe o que é mais interessante? É que quando o piloto não se submete a assinar algo do tipo e algo foge às margens do combinado, ele pode abrir a boca e falar mesmo. Está aí o Webber de exemplo.

Rafael

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Foto 5 - Clique para ampliar
Neste GP tivemos a prova de que Fernando Alonso só conquistou o bicampeonato de pilotos por ter uma equipe inteira correndo pra ele. E se o retrato dessa corrida for igual ao do resto da temporada (Ferrari lutando de igual com Red Bull e colocando sete décimos na McLaren) teremos a grande chance de ver mais um piloto mediano ser (de novo) campeão mundial.

Quanto ao caso Felipe, ele é funcionário da Ferrari. Quem já desobedeceu a ordem de um supervisor da empresa e se deu bem pra contar história pode condena-lo, o restante não pode falar mal.

Márcio Reis, Carapicuíba

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Ferrari joga o esporte no lixo

É essa a frase? Para mim Massa foi indisciplinado. Ele e o mundo sabem que ele é o "segundo piloto" e que isso é contratual.

Fechou Fernando Alonso na pista, de forma limpa, e obrigou a Ferrari a lembrá-lo: "olha, está esquecendo que você é o segundo". (em outras palavras). Certamente Felipe vai tomar uma "baita de uma bronca" da equipe por ter feito de forma errada. Obrigou a Ferrari a dizer no rádio que ele teria que sair da frente.

Venho falando isso aqui, desde o momento que fiquei sabendo da assinatura do contrato do Alonso com a Ferrari. Fui duramente criticado por "colegas" incrédulos aqui. Não sou dono da verdade, mas entendo um pouco desse esporte que acompanho há mais de 20 anos.

Bom, e o que fazer agora? Quantos ainda irão defender o Felipe Massa.

Na minha opinião, quem menos tem culpa é Fernando Alonso. Ele realmente estava mais rápido, aliás, isso é muito frequente. Ele realmente precisava vencer a corrida, pois tem mais pontos e chances ainda reais de vencer o campeonato. Ele sabe do "contrato", ou seja, ele sabe que é primeiro piloto, ou seja, ele tem que brigar por posições na pista com as equipes adversárias, mas em casa, o segundo piloto tem que tirar o carro da frente, ou fingir que "perdeu uma marcha".

A coisa só não aconteceu "certinha", com o Felipe "perdendo uma marcha" na reta, por que Felipe demorou para entender que "é o segundo". Certamente vai "levar umas broncas do patrão", por ter obrigado a Ferrari a manifestar no rádio que "Fernando é mais rápido, você confirma que ouviu essa informação?".

E o Rubens Barrichello está falando o quê? Quem é Barrichello para falar alguma coisa do Felipe Massa, ou da situação? Os dois sabiam que a condição era essa ao assinar o contrato e concordaram. Não tem que reclamar. Tem que sair da frente e fingir que perdeu uma marcha. Se o dinheiro pesa mais do que a "vergonha", temos dois pilotos brasileiros ricos e felizes.

Se a dignidade é importante, o Felipe perdeu a grande chance de sua vida de mostrar ao mundo que ele não passaria pelo que Rubens passou. Bastava no rádio dizer: "não vou sair da frente. Se ele pode passar, que passe na pista".

E o que ele fez?

Parabéns Rubinho, ou seria Felipe Massa? Ou seria Rubinho? Ou seria Felipe Massa? Ou seria Rubinho?

Firmo Neto, Recife

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Ridículo!

Eu comecei a escrever esta mensagem logo após ao GP da Alemanha, porém eu estava tão afetado pelo que havia acontecido que não tive sequer ânimo para continuar.

Eu planejava reclamar de toda a palhaçada que a Ferrari arquitetou e das besteiras que Alonso tem feito na sua carreira, porém muito mais estava para vir no domingo automobilístico.

Me parece que os dirigentes da Indy não se contentaram em ver que a Fórmula 1 havia conquistado grande espaço na mídia com as manobras da Ferrari e resolveram buscar um pouco de atenção para sua categoria na base da polêmica. Para mim, olhando pelo lado dos pilotos, Castroneves deve estar se sentindo muito mais roubado do que o Massa, pois o piloto da Ferrari já deveria saber com antecedência que a equipe poderia tomar aquela decisão. Já Castroneves, até mesmo pela reação que teve, não contava que teria sua carteira batida de forma tão ridícula.



E aqui na primeira tomada do grampo - Clique para ampliar
Faltou dizer uma coisa, no final das contas: somado tudo o que aconteceu no GP da Alemanha, sinto como se alguém tivesse me subtraído meu precioso tempo de domingo com a família.

Acredito que ninguém sai de casa e vai a um autódromo ou liga sua TV e assiste a uma corrida para ver o vencedor sendo decidido por alguém que não esteja sentado atrás do volante de um carro da competição. Ainda mais quando a equipe que toma este tipo de atitude é o ícone maior da maior categoria deste esporte chamado de automobilismo. Pior ainda é a Ferrari subestimar a inteligência dos fãs, pois o estratagema utilizado foi ridículo.

Fiquei muito decepcionado com o Massa, torci muito para ele nos últimos anos. Não sei se conseguirei torcer por ele novamente.

Fabiano Bastos das Neves, Itajaí

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Olá amigos do GPTotal

Não tenho muito à declarar sobre a mais uma besteira da Casa de Maranello. Como é possível que uma equipe com tanta tradição na F1 se rebaixe a um nível tão baixo. E de novo. Quem não se lembra dos tão falados GPs da Áustria de 2001 e 2002? Por isto que pra mim, Ferrari, só de rua. A equipe de F1 eu quero que se exploda!

O que eu tiro como lição de tudo isto, é que para a Ferrari, esportividade está em último lugar. Usando como modelo uma frase dita pelo próprio Alonso há alguns anos atrás, quando se sentiu lesado pela Scuderia e pela FIA: Para mim, a F1 não é mais um esporte, no caso da Ferrari a frase seria: Para nós, a F1 não é um esporte. Não estou questionando ordens de equipe, todo sabemos que elas estão lá e existem, e são ridiculamente escondidas, porém, acredito que existem situações em que elas são válidas e situações em que não se aplicam. Domingo, não era o caso. Afinal, apesar do grande desempenho da Ferrari, a Scuderia ainda tem um carro inferior aos da Red Bull e da McLaren. E não seriam 7 pontos a mais que fariam Fernando Alonso se tornar favoritíssimo ao título. Vai ter que remar muito, principalmente se os concorrentes continuarem a pontuar, como ocorreu no GP.

Decepcionante também o posicionamento do Felipe Massa. Confesso que fiquei extremamente decepcionando com a passividade com a qual ele aceitou a ordem. Não questionou, não reclamou, não lutou pela vitória, não disse um simples não. Ele poderia alegar que o rádio quebrou e depois se entender com a equipe. Apenas recebeu e acatou as ordens como um simples nº 2 da equipe. Será que na renovação do contrato dele estava presente à tal clausula que o torna o 2º da equipe com Fernadinho sendo o nº 1? Vai saber...



Corrida discreta de Nico - Clique para ampliar


Gostaria de exaltar, assim como alguns amigos o fazem aqui no site, mais uma vez o desempenho de Valentino Rossi, agora no GP de Laguna Seca nos EUA, que ocorreu neste domingo. Simplesmente fantástico. O doutor mostra um carisma, uma força de vontade e uma habilidade em controlar a moto, mesmo reclamando de dores e de que a moto ficava com a frente leve, especialmente no início da curva do saca rolha, que o levava a forçar muito o ombro que também está lesionado. Controlou sua Yamanha de uma forma que realmente empolga qualquer um. Lembrando que enquanto alguns pilotos, como o Daniel Pedrosa que liderava a prova, caíram sozinhos na escorregadia curva 5, O doutor se manteve firme, segurou o 4º lugar na briga com Nick Hayden e Ben Spies e quando todos achavam que havia se contentado com a posição, desandou a acelerar de uma forma incrível, alcançou e ultrapassou Dovisioso e beliscou um pódio.

Na minha humilde opinião, não existe em nenhuma categoria do mundo, principalmente em termos de carisma, um piloto como ele. Ele é sensacional. Ainda bem que aquele lance com a Ferrari não deu certo. Vocês acham que a FIA, com seu ambiente sério e profissional, iria permitir as brincadeiras que ele faz em suas comemorações na MotoGP? Claro que não.

A verdade é que não é de hoje, mas, a F1 anda muito chata, principalmente nos bastidores.

Abraços a todos

Alex Cristiano de Sá, Santo André


Comente 26.07.10
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Massa e Alonso - Clique para ampliar
Roubado! Coitado!

Muitos dirão estas palavras para a situação vivida por Massa no GP da Alemanha. E com certa razão visto pela ótica esportiva. Porém cabe uma reflexão: quem é o maior culpado por esta situação? Minhas opiniões sobre os principais envolvidos neste episódio:

Entendo que Alonso é o menos culpado. Estava mais rápido, tentou passar o brasileiro e levou uma fechada daquelas. Estava vendo que Vettel vinha tirando a diferença e iria criar problemas. Fez valer sua condição de primeiro piloto e exigiu uma posição da Ferrari. Alguém tem dúvidas que ele assinou contrato com garantias de privilégios em determinadas situações?

Massa tem grande parcela de culpa, pois deixou Alonso passar. Se ele achava que tinha condições de vencer, que defendesse sua posição! Contrariasse as ordens da equipe! Foi um banana pior que Barrichello na Áustria. Nesta corrida Rubens lutou até o fim para vencê-la, talvez na última volta Todt tenha lhe lembrado o contrato e aí ele cedeu, mas mostrou para todos que era contrário à decisão da equipe.

Felipe não demonstrou esta insatisfação, ao contrário. Na primeira determinação deixou o companheiro passar, mostrando claramente que ele é segundo piloto da Ferrari. O lado bom desta atitude é que não temos ilusão de que a igualdade prevalece na equipe italiana. Esta história que Massa é bem visto na Ferrari pra mim é balela. Se a equipe confiasse nele não contrataria o Alonso. Ficaria com um piloto não campeão e investiria tudo no brasileiro.

Na minha opinião a Ferrari é a maior culpada. Sabendo que as conversas de rádio são liberadas, deveria ter um outro plano para estas decisões polêmicas, tipo mostrar uma placa com algum código de conhecimento dos pilotos. Assim não exporia seus pilotos à execração pública, um taxado de antidesportista e outro como banana.

Temos que lembrar que para as equipes os pilotos correm para elas, e não para eles mesmos. Jogos de equipe sempre vão ocorrer. Lembrem-se que Massa já foi ajudado pela Raikkonen na disputa do título de 2008, não só deixando o brasileiro passar na penúltima volta, como foi preterido pelo time a partir do GP da França.

Adriano Oliveira, São Paulo

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Mudaram o milho mas a pipoca continua.

Felipe Massa acaba de provar que é fruto de uma nova geração de pilotos brasileiros na Fórmula 1, a “Geração Brasileirinho”

Liderada pelo glorioso e lunático Rubinho Barrichello e que tem como seu discípulo Nelsinho Piquet, a geração acaba de ganhar mais um seguidor: Felipinho Massa. Agora só falta o Felipinho começar com a mesma papagaiada do Rubinho.... o tão famoso livro que esclarecerá TUDO!

Ricardo, Mogi Guaçu

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Hamilton - Clique para ampliar


Eu não entendo por que colocaram essa regra proibindo jogo de equipe. Afinal, o nome não é EQUIPE? Equipe trabalha em conjunto.

É uma coisa normal e natural. Em certas situações, podemos criticar as decisões das equipes sobre quem ganha e quem perde, como no caso de ontem. Mas eu, particularmente, discordo plenamente desta regra. Dentro da equipe o jogo deve, sim, ser liberado. Errado seria um jogo entre equipes.

Mas a corrida foi meia boca. Algumas coisas divertidas e mais nada.

O pessoal da Globo adora falar besteira. Citaram o caso do Hamilton e Button como exemplo de como uma equipe deve se comportar deixando os pilotos brigarem na pista. Só esqueceram que a McLaren mandou rapidamente o Button parar com o ataque. E esse, por sinal, ficou p... da vida com a ordem.

Agora que as coisas na Ferrari ficaram absolutamente claras, para nós, brasileiros, só resta escolher um piloto de outra nação para torcer.

Mais uma vez... Isso tá ficando chato.

Rogerio Tófoli Kezerle, São Paulo

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Queridos Gepetos

Eu escrevo mesmo antes de vocês abrirem o link do comentário do GP da Alemanha e com dois motivos:

1o. - Eu JAMAIS fui concordante com as teorias da conspiração e não foi o que aconteceu, na verdade foi jogado no lixo o regulamento desportivo. Massa sim, teve de deixar o Alonso passar e isso é claro e cristalino! E o Massa nem deveria resistir mesmo e deixar passar, bem claro.

2o. - A FIA é uma entidade contaminada e não merece ser a dirigente do esporte a motor. Jogou o esporte na lama, novamente.

A corrida.. é foi boa...

Abraços e desculpe o desabafo!

José Benedito Vizioli Libório, Piracicaba

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Senhores,

Sobre o que aconteceu nesse GP da Alemanha eu nem vou comentar se a ordem dada pela Ferrari para que Felipe Massa entregasse a posição para Fernando Alonso foi legal ou ilegal, justa ou injusta, desportiva ou anti-desportiva, necessária ou desnecessária e nem mesmo quais medidas devem ser tomadas pelas autoridades quanto a isso. Também não farei comparações com o acontecido em A1 Ring há oito temporadas atrás, pois estou certo de que nesta mesma página onde está publicada esta carta já deve haver outras falando disso.

O que há de concreto em tudo isso é o desrespeito da equipe em relação a Felipe Massa. Sim, pois todo o esforço do piloto para fazer uma boa largada - OK, ele não precisou nem tocar no volante para assumir a ponta após Vettel ter se focado apenas em Alonso e esquecer que haviam mais 22 carros na competição, mas todo piloto dá o melhor de si para largar bem - e a luta contra os pneus duros para conseguir manter a sua posição e se manter na pista não valeu de nada após a manobra ditada pela equipe. De que adiantou fazer tudo isso para no final entregar a posição dessa forma?

Se a intenção era favorecer o Alonso, tivessem combinado isso antes. Pelo menos assim o piloto brasileiro não precisaria fazer papel de bobo para a equipe na pista.

Sem mais.

Lucas Rodrigo dos Santos, Ponta Grossa

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Largada na Alemanha - Clique para ampliar


Caro Edu

A F-1 de hoje é uma grande palhaçada. Acabo de assistir a esta pseudo-corrida e me vêm a memória àquela coluna História de Pilotos lll, do dia 20 de janeiro de 2.010, que você escreveu sobre o jogo limpo de Stirling Moss e Mike Hawthorn no GP de Portugal de 58.

Isto não existe mais. Só como exemplo de duplas de equipe, será que Piquet aceitaria e deixaria Mansell ultrapassá-lo a pedido da Williams e do Sr Patrick Head naquela temporada de 87?

É... pelo jeito também os pilotos de antigamente eram bem diferentes. Sugeriria que a Confederação Brasileira de Automobilismo enviasse um documento a FIA repudiando e cobrando explicações para mais essa nova farsa da Ferrari. E que esta mesma Confederação também sugerissem aos nossos pilotos que não pilotassem mais carros da Ferrari na F-1.

Abraços a todos!

Flávio Chaves, Juatuba

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Ola amigos do GPTotal

Estive ausente esses tempos devido a muito trabalho que Graças a Deus está me ajudando muito! Peço desculpas aos organizadores desse conceituado site.

Venho aqui para declarar minha insatisfação e vergonha a toda poderosa Scuderia Ferrari, que como prêmio aos esforços do Guerreiro Felipe Massa (onde esse literalmente deu a própria vida pela equipe) deu esse presente de grego no GP da Alemanha.

É lamentável uma equipe de tamanha tradição ser capaz de um jogo tão sujo e deplorável como esse. Confesso que sempre gostei de tal equipe, mas a partir de agora declaro ódio mortal à Ferrari. Não é a Ferrari que não merece o Massa; é o Massa que não merece a Ferrari.

Fala-se que o jogo de equipe é normal, mas as atuais lideres do circo, Red Bull e McLaren provam que não é nada disso. Brigas por posição roda a roda. Isso sim é Formula 1! E não a pouca vergonha exercida pela scuderia de Maranello.

Como todo ano, vou ao GP do Brasil, e continuarem torcendo a Felipe Massa como sempre torci desde os tempos de Sauber. Mais do que isso, torço pro mesmo sai da equipe italiana. A Ferrari tem historia? Sim, muita historia. Mas essa historia também marca fatos negativos como o do ocorrido na Alemanha hoje e na Áustria em 2002, que infelizmente teve como vitima talentosos e brilhantes pilotos brasileiros.

Peço desculpas aos leitores e a todos do GPTotal. Grande abraço a todos

José Jurandir Junior, Ferraz de Vasconcelos

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Schumi - Clique para ampliar


Como é que esse FDP do Schumacher pode dar uma declaração dessas em público, sem nenhuma vergonha do que diz?

Então, quer dizer que fazer trapaça é legal, mas tem que disfarçar? Acho que esse cara é brasileiro...

Carlos Ganhadeiro, São Paulo

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Prezados Amigos do GPTotal

Inicialmente gostaria de registrar o meu respeito e empatia ao piloto Felipe Massa, pelo falecimento de seu tio, e que mesmo assim, fez uma excelente corrida e na minha opinião, foi o vencedor moral desta corrida.

Há longa data, venho apregoando que nossas opiniões, embora válidas, são apenas uma pálida parte da realidade total, do que acompanhamos à cerca da Fórmula 1, considerando à limitação que temos, em relação ao acesso à informações e fatos verdadeiros. Mesmo assim, fui vencido pela tentação de opinar, e comentei sobre o episódio envolvendo os pilotos Alonso e Kubica.

Logo após, o ilustre Colega Gpto, Lucas Rodrigo dos Santos, de Ponta Grossa, lançou luz sobre a questão, informando que teriam havido alertas imediatos, por parte da direção da prova em Silverstone, orientando e recomendando à Ferrari, que Fernando Alonso devolvesse imediatamente a posição conquistada, (mesmo que a intenção tenha sido evitar a batida) ao Kubica, o que , ainda segundo a informação divulgada, sequer foi repassada a Fernando Alonso, e por via de consequência, não foi obedecida tal orientação /ordem. Como resultado, veio a punição, a qual me pareceu injusta a princípio.

Como quase sempre acontece quando nos aventuramos à opinar sobre questões, às quais, não temos informações completas, "queimei a língua"!

Assim sendo, se a informação sobre os alertas da direção de prova for correta, reviso e faço a inversão imediata da minha opinião no sentido de ter julgado injusta a punição a Alonso, porém, ainda considero acertada a manobra, no sentido de evitar um acidente. De quebra, defendi (como se ela precisasse...) a Equipe Ferrari, questionando se ela teria mesmo influência política na Fórmula 1. Enfim, mera inocência e ingenuidade motivada pelo amor à Fórmula 1!





Hoje, em Hockenheim, ao que tudo indica, nova vergonha, semelhante à já ocorrida na época em que Rubens Barrichello corria pela Ferrari, ao ser dada uma ordem que fere o espírito esportivo e de competição.

Desta vez, serei mais cauteloso mas não resisto em deixar as seguintes perguntas: mesmo considerando a questão da pontuação no Campeonato 2010, se é proibido pelo regulamento e se Alonso estava tão mais veloz que Massa, por que não deixar a disputa na pista? Além de uma atitude antiesportiva, não seria o reconhecimento da impossibilidade técnica de ultrapassagens que ainda assola a Fórmula 1?

Para finalizar, fica o registro de mais uma corrida em um autódromo de verdade, apesar da falta que faz o trecho que cruza a Floresta Negra, e a necessidade de rever o regulamento técnico no que tange à aerodinâmica.

Forte abraço à Família GPTotal

Paulo C. Winckler, Porto Alegre

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Toque na família Toro Rosso - Clique para ampliar


Alonso está com a mão amarela...

O que acabei de ver no GP da Alemanha deste 25 de julho de 2010 é que certas coisas nunca mudam. O jogo de equipe, mais do que um método de trabalho introduzido por Ross Brawn, já faz parte da alma ferrarista. Como negar depois de dois raios caírem tão próximos?

Tudo pode ter se iniciado quando Didier Pironi e Gilles Villeneuve emularam Judá Ben Hur e o Tribuno Messala em San Marino, mas esta diretriz corporativa se colocou definitivamente na era Schumacher. Nelson Piquet já denunciava que a equipe italiana tentava barganhar salários mais baixos pela "honra" (cada vez mais relativa) de pilotar um de seus carros. Algo de uma equipe que se impõe sobre seus funcionários.

Vale lembrar que a Ferrari já demitiu Alain Prost por causa de alguns comentários a respeito do carro (seria um "caminhão" e o francês tinha razão) logo, não é surpresa que a equipe frite carreiras como a de Barrichello e Massa quando é do seu interesse. Por outro lado, num ano em que McLaren e Red Bull (para o bem e para o mal) permitiram que seus pilotos se batessem (não resisti, rsrs) na pista, é de se estranhar que o time do falecido Enzo tenha sido tão incompetente com relação à manobra e as conseqüências para a sua imagem.

Massa, menos piloto que Barrichello (e muito), deixou Alonso ultrapassá-lo e fez a mesma coisa que o "brasileirinho" em 2002, com a atenuante que não esperou a linha de chegada na ultima volta. A Ferrari vai ficando para a história como uma equipe desonesta enquanto as suas concorrentes diretas parecem (santa inocência Batman!) respeitar mais o publico e seus pilotos.

Acho bom Alonso ser campeão esse ano. Qualquer resultado inferior vai deixar um "por que" no ar.

Por falar em perguntas:

Por que a FIA colocaria no ar a "ordem" e depois o replay de seu cumprimento se não para punir a Ferrari?

Desde quando a FIA "persegue" a Ferrari?

Será que a FIA está querendo pegar a dupla Ferrari/Alonso no pulo, manipulando um resultado logo depois de acusar a entidade de fazer o mesmo?

Pablo habibe, São Luis

http://pabloformula1.blogspot.com/

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Assim o Galvão perde a pole das asneiras, e de quebra vai perder o primeiro lugar nos comentários sem sentido.

Esclarecendo, o primeiro reserva Galvânico, disse na abertura das transmissões do qualy em Hockenheim, que a principal atração de Hockenheim eram as nuvens!?

E o descabido comentário da cor dos olhos do Alguersuari, com respingos nos olhos do Mano Meneses, foi eu diria, quase romântico.

Carlos Alberto Petry,Taquara

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