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O GP de Mônaco 28.05.09
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Caros amigos e amigas da família GPTotal,

Apenas como prestação de contas de uma aposta furada em minha coluna xx, informo-lhes que assim que Jenson conquistou impecável e incontestável vitória no Monte Carlo, comecei a preparação para devorar meu chapéu, minha refeição dominical no lugar de um belo conchiglioni rigati com recheio de ricota ao molho vermelho servido para o resto da família.

Apenas mudei a receita: como o azeite espanhol acabou, adicionei queijo ralado por cima do chapéu e coloquei ao forno, para gratinar. O prato foi complementado por um tinto malbec, o mais indicado como combinação.

Devo acrescentar que, como não gosto de ficar repetindo pratos, estou momentaneamente impossibilitado de fazer novas apostas para o GP da Turquia.

Um grande abraço,

Lucas Giavoni

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Max Mosley está levando a Fórmula 1 pro buraco. Onde isso vai parar?

Luis Fernando, Rio de Janeiro

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Nelsinho - Clique para ampliar
Não! Não quero desdenhar de Button mas sinceramente, apenas esse carro diferenciado e bem nascido o faz O Cara do atual grid, Nove anos pra desembestar a ganhar! Por mais fantástico que seja, é um grande lapso de tempo frente aos notórios Alonso, Kimi, Lewis, Massa, Vettel e nova geração e cia.

Mosley e Bernie: onde há esporte não dá pra ter política. Não foram os custos ou a tecnologia. Cada vez mais percebo que a política matou a F-1. A tradição se foi, GPs foram abandonados simplesmente por não serem tão rentáveis quando outros que surgiram nesses novos países ricos e emergentes. É um saco ter que ler toda semana notícias de politicagem, ideias absurdas, orçamentos, crise, ameaças, e nada de tempos, esporte, técnica, pista. É f...

Edu, tenho 20 anos e nem de longe tenho a experiência que eu vejo aqui nas colunas dos que escrevem no GPTotal, mas fico grato por saber que houve uma Lotus, uma Targa Florio, Le Mans incríveis, Ronnie Peterson, Gilles, Ickx, Emerson, Pace.

Obrigado a vocês pelo conhecimento e cultura que tanto falta a F-1.

Agora voltando ao normal, Edu, certa vez li que Paul Ricard pertencia a Bernie. Então nada mais lógico que ele não querer bancar um GP, pois os riscos caberiam ao seu cofre. Mas li que Paul Ricard poderia ser uma alternativa a um GP da França já para o próximo ano mas não citaram Bernie. Você tem alguma informação mais detalhada?

Abraços a todos!

Thiago Nanci, Minas Gerais






Oi Thiago

Obrigado pelos elogios. Sobre Paul Ricard e o GP da França, não tenho informações não.

Abraços (EC)

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Agora ficou difícil mesmo. Esperava que Mônaco fosse o começo de uma reação, em relação a vitórias, mas como disse Barrichello em seu site: o menino tá demais.

Agora, mesmo com a expectativa de pulverização dos pontos com o crescimento da Ferrari, não sei se ajudará ou atrapalhará o Rubens. De qualquer forma, acredito que ele não vai desistir, podendo até dar mais trabalho. O que fica é mais um ano na Fórmula 1 com uma participação destacada de um grande brasileiro, principalmente se pensarmos que somente um pode ser campeão durante o ano.

Se eu fosse especular diria que teremos um recorde de demissões no ano que vem começando pelo Kovalainen, que eu até fiz um pouco de fé no ano passado, mas acho que vendo todas as regalias indo para o Hamilton ele se acomodou (ao contrario do Rubens na Ferrari). Depois temos o Piquet. Fisico se aposenta. Buemi? Bourdais? Com certeza um dos dois. Kimi? Quem sabe? Nakajima. E olho no Weber. Parece que despertou com a ascensão do Vettel, que desde o início do ano brinca de perder pontos preciosos.

Durval Pereira, Salvador

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Espero não ofender ninguém.

Massa - Clique para ampliar
Outro dia postei uma mensagem sugerindo que o GPTotal não divulgasse mais mensagens absurdas, como a do leitor que acha que na Branwn, o Rubinho está se impondo ao Button. Como não gosto de ofender ninguém, estou de público me retratando, o que para outro leitor, ao que parece foi útil. Simplesmente parei de referir o nome dele, assim como seus comentários, e a realidade dele, hoje, é que suas opiniões têm sido consideráveis e interessantes e que orgulhariam seu avô...

Mas quero focar meu comentário na Helio Castro Neves, por quem torci muito na tarde de domingo.

Entre as muitas referências que ouvi sobre sua vitória espetacular, tem uma de que o Helinho nunca ganhou sequer nas categorias de base. Apesar de eu considerar o kart como categoria de base, e do Helinho ter o troféu conquistado em um brasileiro de kart em 1989, sou obrigado a concordar com quem fez esta afirmação, pois aquele título que supostamente o Helinho tem e que supostamente conquistou no kartódromo de Tarumã, em Viamão, no Rio Grande do Sul, foi subtraído do piloto Alessandro Monteiro, o qual embora tenha vencido na pista, foi desclassificado e posteriormente lhe foi atribuído novamente por decisão do STJD/CBA, mas que até o presente momento não foi oficializado pela CBA.

Seria de bom alvitre a nova administração do automobilismo brasileiro reparar este dado que se vem perpetuando ao já não menino Alessandro Monteiro. Outrossim, seria ético de parte do próprio Helio Castro Neves a retirada deste título de seu currículo, que por direito não lhe pertence.

Carlos Alberto Petry, Presidente da Comissão Disciplinar do TJD/FGA

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Ao abobrão Antonio Pessoa de Araraquara

Que papo é esse de picaretas, (Massa e Barrichello)? Podem não ser os melhores pilotos de F1 do mundo, podem até ser infelizes nas suas declarações. Especificamente, o Barrichello, infeliz quase sempre, mas picaretas, é demais. Eles são pilotos e lhe garanto, se estão na F1, são dos melhores do mundo, senão, não estariam lá.

Quanto ao Hélio Castro Neves, é sim senhor, um grande piloto (de Indy...), mas em relação ao que ele passou, deixe lhe dizer: não foi um escândalo financeiro, foi sonegação mesmo. Escapou porque tinha bons advogados e a opinião pública, de certa forma a seu favor. O que não tem nada a ver ter ganho a 500 Milhas, mérito evidente dele e da sua equipe.

Entendeu, abobrão?

José Maria Eça de Queiroz

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Olá Amigos do GPTotal!

Rubinho, quinta feira, em Mônaco - Clique para ampliar
Acho que as ultrapassagens voltarão ano que vem com o fim do reabastecimento, explico:

Quando o GB fala a famosa frase – “chegar é uma coisa, passar é outra!” - com o fim do reabastecimento isso tende a melhorar e muito, pois nem sempre quando um piloto chega atrás de outro piloto, este consegue a ultrapassagem logo de cara, são raros estes momentos, e, na maioria dos duelos, o que vem atrás leva algumas voltas, ou até mesmo uma corrida inteira para conseguir a tão esperada ultrapassagem.

Agora, com o carro de trás bem mais leve que o da frente, em muitos momentos não dá tempo para que esta disputa ocorra, pois logo logo ele tem que parar nos box para reabastecer.

Lembram da F1 até 1993?

Os pilotos só se preocupavam com os pneus, e tinham uma corrida inteira para conseguir ultrapassar, e elas aconteciam.

Agora, se no dia 29/05/09 não acontecer uma M bem grande, e o lunático do Mosley não tiver mais uma ou outra idéia tosca como o kers, poderemos voltar a assistir novamente corridas de F1 de verdade.

Abraço!

Mauro Santana Curitiba

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A Vitória de Helio Castroneves em Indy foi fantástica, parece que está em voga esportistas darem a volta por cima de volta triunfal! Que bom!

Queria abrir um parêntese para falar da transmissão. Todos nós adoramos defenestrar Galvão Bueno, que fala muita besteira, o que de fato é uma grande verdade, mas tem um outro profissional que deixa muito a desejar: Luciano do Valle.

A transmissão foi muito ruim, era notório como ele não reconhecia os carros, tudo bem que tem carros que só correm em Indy e que, na IRL, os carros mudam de cor de uma hora pra outra devido a mudança de patrocínios, mas mesmo assim, um profissional deve se informar. O Jorge Kajuru uma vez disse que ele é quase cego. Depois dessa transmissão, me inclino a concordar com ele. Sem falar no maior absurdo de todos: aquela história de trazer a IRL pra correr em Recife, esse tal projeto que ele tanto falou durante as transmissões jamais foi apresentado aos dirigentes da IRL, e ele sempre falando nas transmissões que era quase confirmado e tal. Acho que esse tipo de atitude é muito pior do que qualquer besteira que o Galvão possa dizer.

Bom mesmo é o Téo José que narra por outro canal.

Abraço,

Sidinei Gadelha

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Kimi - Clique para ampliar
A vitória de Hélio em Indy tem seu valor... relativo. Por que ovais são pistas enfadonhas e que me causam tontura (de ver e imagino que dariam em pilotar).

Pilotar dá prazer pela adrenalina de tangenciar para a esquerda, direita, subindo, descendo etc. Não há prazer em virar o volante para um lado só. É monótono, entediante. Não vejo sentido em participar de tédio a quase 400km/h.

Em verdade, as corridas de uma forma geral são uma estupidez (e sou um dos estúpidos que as aprecia), mas corridas em ovais passa dos limites do aceitável.

São provas de bigas do séc. XX.

abraços

Alexandre


Comente 26.05.09
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Nem Jenson Schumacher nem Michael Button...

O nome certo é Hélio Schumacher Castroneves.

Parabéns ao HELINHO. Grande corrida!

Rômulo Rodríguez, São Paulo

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Helio Castroneves, tricampeão em Indy
Então Edu

o que se passa é o seguinte: repito a citação de Jochen Rindt após ganhar mais uma corrida com o Lotus72: “com esse carro, até um macaco ganha corridas”. Isto posto, Button é o macaco da vez, assim como o foi Michael na Ferrari.

Não adianta: na F1 o que ganha corridas é o carro. Diziam que em Mônaco o negócio ia ser diferente porque ali a aerodinâmica nem conta. Mas o que se viu foi um carro vencedor dando um banho nos outros, de novo. Aliás, os dois carros da equipe. Que já ganhou e acabou.

Na minha opinião, a F1 sempre foi um campeonato de marcas e nunca de pilotos. Claro que só os melhores conseguem arrancar tudo dos carros de F1 mas assim, com carros tão diferentes, não é justa a competição. Se o Alonso (que é o melhor dos dias atuais) estivesse na Brawn, o que seria? Se o Schumacher tivesse guiado outro carro, não seria tão vitorioso como foi na Ferrari. Além do mais, Michael nunca teve adversários à sua altura, tecnicamente falando, exceto Mika em algumas ocasiões. Então, vamos assistir esse desfile da Brawn, que não tem os melhores pilotos, mesmo.

Agora, sobre a Indy 500, apesar do GPTotal não ser muito chegado na categoria, vamos admitir que foi como um filme. Salve HELINHO, assim mesmo com letras maiúsculas.







A Ferrari não pode faltar num campeonato de F1. É o mesmo que macarrão sem queijo e Copa do Mundo sem o Brasil. Duvido que a Scuderia fique de fora. Os caras não tem culhões pra isso. Eles vão tremer. Forza Ferrari e que se funfem os dirigentes. E chega dessa frescura.

E, como diria o Edu, boa semana a todos.

Alexandre, São Paulo

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Jenson Schumacher, mais uma coluna brilhante! Realmente estamos percebendo quanta diferença faz um carro nos dias atuais...

João Carlos de Souza Ferreira

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Nosso Barrichello, de agora em diante, terá mesmo que se conformar com o vice-campeonato. Essa é a minha opinião particular. E não será fácil, com o notório crescimento da Ferrari. Massa está em grande fase e Kimi vem melhorando. Isso significa uma disputa interessante pelo segundo posto que, no final das contas, deverá terminar com o piloto que tem o melhor carro, Rubens Barrichello.

Apenas não me peçam para comemorar mais um vice-campeonato para o Brasil. Uma coisa é ser vice-campeão como o Senna foi em 1989 e em 1993. Outra coisa é ser vice-campeão nas condições em que o Barrichello deverá ser em 2009. É outra história totalmente diferente. Rubens joga sua última cartada. Com o melhor carro, bastaria pare ele vencer seu companheiro de equipe que, cabe o registro, não é o Michael Schumacher.

Abraços

Firmo Neto, Recife

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Domingo, o ribeirão-pretano Helio Castroneves venceu pela terceira vez as 500 Milhas de Indianápolis, e o que isso significa?

Ah, certamente bem mais do que a maior atenção da imprensa e dos fãs sobre o 2° lugar e o 4° lugar de Rubens Barrichello e Felipe Massa, respectivamente, no GP de Mônaco da Fórmula Tédio... ops, Fórmula 1.

Significa tanto mais que um brasileiro está agora em pé de igualdade com monstros sagrados do automobilismo e da história de Indianápolis e da Fórmula Indy, como Louis Meyer (anos 20/30), Wilbur Shaw (anos 30), Johnny Rutherford (anos 70/80) e Bobby Unser (anos 60-80). Todos esses caras são Tricampeões das 500 Milhas e Hélio Castroneves se junta ao clube. Tá bom ou quer mais? Mais uma vitória na Maior Corrida do Mundo e ele passa a ser recordista em vitórias junto com A.J.Foyt (anos 60/70), Al Unser Sr (anos 70/80) e Rick Mears (anos 70-90).

E pela tradição dos últimos quatro anos (2005-2008) quem vence as 500 Milhas se sagra campeão da Indy Racing League. É só lembrar de Dan Wheldon (2005), Sam Hornish Jr (2006), Dario Franchitti (2007) e Scott Dixon (2008). E o Hélio ainda não tem títulos no automobilismo, nem nas categorias de base. Mais por falta de sorte mesmo, pois sempre teve competência para tanto. A hora pode estar chegando.

Só esse fato, de nosso país agora ter um Tricampeão da Maior Corrida do Mundo, já seria suficiente para enterrarmos de vez essa masturbação de expectativas em cima dos picaretas Felipe Massa e Rubens Barrichello, mas há mais fatores ao redor de Castroneves que colocam nosso herói brasileiro do automobilismo baseado nos EUA muito acima, em significância histórica, do que os vice-campeões tupiniquins na Fórmula $1,00.

Hélio Castroneves se tornou um exemplo de superação. Além de se tornar o segundo brasileiro com mais vitórias na F-Indy há um bom tempo (agora tem 21 vitórias contra 22 do pioneiro Emerson Fittipaldi), comemorar suas vitórias de forma espetacular escalando os alambrados dos autódromos assim que recebe a bandeirada e também ser um dos mais longevos e experientes (corre de F-Indy desde 1998, quando estreou na CART, e compete pela Penske desde o ano 2000, está em sua 10ª temporada na mesma equipe), passou por situações que lhe deram intenso destaque na imprensa americana, especializada e mundial.

Primeiro foi o concurso de dança que venceu na TV americana. Algo inusitado pelo fato de um brasileiro tê-lo vencido. Se fosse a Dança dos Famosos do Domingão do Faustão não seria inusitado, pois um brasileiro vencer concurso de dança da TV brasileira seria o mesmo que um americano vencer o equivalente na TV americana, mas um brasileiro ter obtido este êxito foi realmente diferente, e deu a Castroneves uma maior popularidade na terra de Barack Obama.



Posteriormente, cerca de um ano após esse concurso, iniciou na vida de Castroneves um inferno astral. Ele estava em sua melhor fase como piloto. Tinha sido vice-campeão da F-Indy pela segunda vez, tendo feito um final de temporada espetacular, com 2 vitórias nas 3 últimas corridas (e poderiam ter sido 3 vitórias em 3 corridas, se não fosse uma controversa punição no GP de Detroit de 2008), e justamente após o motor-home de sua equipe, a Penske, ter pegado fogo e incendiado seu carro titular em uma estrada do longínquo Wyoming, quando se dirigia para a Califórnia.

Castroneves chegou a Sonoma e venceu, após mais de ano e meio sem vitórias. Depois colocou seu Penske em uma disputa lado-a-lado com o campeão Scott Dixon nas últimas voltas da última corrida da temporada, em Chicago, e por 0s003 (cerca de 40 centímetros) venceu de forma espetacular e emocionante.



Um mês depois veio a tona um escândalo financeiro que quase o fez ir preso nos EUA. Acorrentado pelos pés no Fórum de Miami, teve que pagar US$ 10 milhões para não ir preso, sob acusação de sonegação fiscal e conspiração fraudulenta.

Foram seis meses de pesadelo, cujos detalhes sórdidos da acusação apareciam quase todos os dias na imprensa especializada. Isso o afetou de tal forma que a equipe Penske o afastou para pudesse se dedicar ao processo em tempo integral, e por conta disso não disputou a primeira corrida da temporada nem nas sessões de testes antes da temporada.

Sua volta por cima começou na sexta-feira dia 17 de Abril de 2009, quando o Tribunal de Miami o inocentou das sete acusações a qual tinha sofrido, e imediatamente retornou às pistas, cruzando os EUA em menos de 24 horas para estar em Long Beach, Califórnia, a tempo de se classificar para o GP, mesmo tendo perdido os treinos livres de sexta.

Voltou, deu a volta por cima, se superou, e venceu de forma brilhante as 500 Milhas apenas cinco semanas depois de se livrar desse terrível pesadelo e quase encerrou prematuramente sua carreira quando estava em seu auge. E de uma forma inusitada também, já que não se conhece algum outro piloto bem sucedido e vitorioso cuja carreira foi encerrada por ter sido condenado e preso. Toda essa história já deve fazer de Castroneves, pela lei natural das coisas e pelo amor ao esporte um ícone.

Mas provavelmente não será assim. A maioria dos ditos fãs de automobilismo continuarão a se importar mais com a Fórmula 1, somente com ela, e com as intrigas que cercam Felipe Massa e Rubens Barrichello, bem como as expectativas em cima das capacidades vazias desses dois picaretas vencerem, e o enorme talento que eles tem de frustrarem a torcida brasileira, seja por causa de contratos mal-feitos, ou por conta de campeonatos perdidos na frente da própria torcida brasileira.

A maioria da mídia especializada pode até tentar faturar um pouco encima, por tempo curto, encima da vitória de Hélio em Indianápolis, a mais brilhante de todas, mas em breve estará dando mais espaço para canalhas como Max Mosley e Bernie Ecclestone, com suas ridículas politicagens na pseudo categoria máxima do automobilismo.

E por fim, é até bom para Hélio que ele não seja um mega-star, como os robôzinhos ridículos que povoam os cockpits da Fórmula 1. Continue sendo um rapaz alegre e normal, um piloto brilhante e estratégico, e comemore suas vitórias escalando alambrados, dando alegrias aos poucos como eu que dão valor para ele e para sua categoria.

Só não é bom para quem só tem olhos para a Fórmula 1 e ficam esperando o dia que um brasileiro venha lhe dar as alegrias que um Ayrton Senna os trazia há mais de 15 anos. Se eles olhassem mais para o lado de cá do Atlântico, mais ao norte, já teria tido muitas, mas muitas dessas alegrias. E elas continuam acontecendo já faz um bom tempo...

Deixem eles. Bobinhos. Não sabem o que estão perdendo.

Antonio Pessoa, Araraquara

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Mônaco é Mônaco, sempre foi assim e sempre será. O GP mais glamuroso da temporada e um dos mais chatos, principalmente pelas características da pista.

O resultado foi normal, com exceção da Ferrari, que melhorou bastante. Não fosse ter largado com pneus duros, Kimi tinha chances de vencer, pelo ritmo que teve na corrida toda. Massa também foi bem, dentro de suas limitações...

Ouvi várias pessoas dizendo que não entende o domínio de Button e Brawn nessa temporada, que Button nunca foi bom piloto e a Brawn nasceu agora, e ainda sacaneia o Rubens, hehehe, chega até a ser engraçado. Button sempre foi um excelente piloto, e que nunca teve nas mãos um carro vencedor (o mais próximo disso foi o Honda de 2006) e ainda assim sempre andou bem. Não dá para se esquecer a quantidade de dinheiro que foi investida nesse carro, desenvolvido há um ano atrás, tendo Ross Brawn à frente do projeto.

O título de Button só não virá se acontecer algo de muito desastroso com ele ou a equipe, no mais, dificilmente alguém o faça frente. Ferrari e RedBull podem até incomodar, mas o título já está na mão.

Barrichello até que enfim se rendeu e assumiu a fase e a competência do companheiro na equipe. Ficou feliz com a 3ª colocação no grid e o segundo na corrida. Creio que vá vencer esse ano, em algum fim de semana inspirado, mas nada que incomode seu companheiro. Acho até que não fica nem com o vice...

Gostei de ver o Raikkonen esse fim de semana, parece que voltou a ser o verdadeiro Kimi, até reclamando da equipe. Se continuar assim pode conseguir o vice esse ano.

Falei tanto de Mônaco e esqueci das 500 milhas. Apesar de não ter muito o que falar, a corrida foi mais chata que Mônaco, coisa rara em se tratando de Indianápolis, mas teve o final mais justo que poderia acontecer. Grande virada do Helio, grande vitória! Agora, mais do que nunca, ele ficará para a história do automobilismo brasileiro e mundial, afinal, vencer 3 500 milhas não é para qualquer um. Seu feito só nos faz reverenciar mais ainda o cara que mostrou o Brasil para o automobilismo mundial, Emerson Fittipaldi. Muito obrigado ao Emerson por ter mostrado ao mundo que o Brasil sabe correr!

Júlio Rissa, Foz do Iguaçu

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Quem assistiria ao campeonato brasileiro se Flamengo, Botafogo, São Paulo, Corinthinas, Internacional, Cruzeiro e Vasco debandassem e fossem substituídos por times das 2as e 3as divisões?

É nisso que vai dar a F1 com teto orçamentária.

Não sou contra diminuir custos ou atrair mais equipes, mas não é disso que o teto orçamentário trata. Ele trata da disputa por poder entre Max e as equipes, FIA e FOTA, com Bernie dançando entre um lado e outro a procura de onde poderá maximizar seu retorno.

Quer cortar custos de verdade? Que tal o seguinte:

- limite o calendário a 16 provas;
- permita que chassis construídos por uma equipe sejam vendidos e repassados a outros, dividindo assim todo o custo de desenvolvimento dos carros. foi assim que a Williams começou, comprando um March, se não me engano;
- troque as sessões de testes por treinos livres nas 5as em semanas de GP, cortando os custos de mobilizar toda a equipe de testes e aproveitando todo o esforço logístico das equipes para os GPs;
- etc.

O teto orçamentário NÃO catapultará milagrosamente a F1 de volta aos anos 70. Ele no máximo criará uma categoria mutante em que Max reinará com poder absoluto.

Érico, Brasília

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Que corrida péssima para os brasileiros! Até o Massa perdeu para o Raikkonen. Que tal nós, fãs da F1, tentarmos colocar o GB no tal túnel que ele citou a corrida inteira e enviá-lo para outra dimensão?

E se eu fosse piloto de F1 e um gênio me oferecesse um único desejo, não teria a menor duvida: quero Rubens Barrichello como companheiro de equipe! O melhor segundo piloto de todos os tempos.

Piquezinho dessa vez pôde reclamar com razão. Buemi errou feio. Agora, ele deu uma entrevista antes da corrida que vou te falar... Ele disse que o objetivo dele é ficar de dois a três décimos atrás do Alonso. Vai pra casa, Nelsinho... Se o teu objetivo é perder de pouco, passa teu lugar para alguém mais ganancioso. Acho que tá aprendendo com o Rubinho.

E se a idéia meio esdrúxula das medalhas do tio Bernie já estivesse em vigor, Button já poderia começar a comemorar. Seria o Jenson das Medalhas.





Caro Durval Pereira,

Ninguém coloca o Button como favoritíssimo ao titulo pela diferença de pontos entre ele e Barrichello. A diferença não são os pontos. A diferença é a atitude, a performance. Tudo bem: vamos supor que na ultima corrida a Brawn ferrou o Barrica (o que acho perfeitamente cabível). Tirando esta, nas outras ele tomou um ralo do Button. Que está lá quietinho, fazendo o seu trabalho enquanto Rubens fica choramingando pelos cantos ou se contentando com as sobras.

Como escrevi antes comparando a atitude de Rubens com a de Valentino Rossi. Rubens não tem postura e atitude de campeão. Como fã dele lamento muito ter chegado a esta conclusão. Lamento muito todos os anos que acompanhei a carreira dele, desde o kart, acreditando estar frente a um novo fenômeno da F1. Lamento muito o tempo perdido em intermináveis discussões nas quais eu defendia suas qualidades como piloto.

Vou parafrasear o Tite, que colocou a seguinte frase sobre Alex Barros: “Bom, mas não ótimo!” Rubens não será campeão este ano e nem nunca.

Infelizmente.

Rogério Tófoli Kezerle, São Paulo

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Barrichello surpreendeu-se por NÃO ter feito a pole; Button surpreendeu-se por ter conquistado a pole. Na primeira "perna" da corrida, o carro de RB caiu de rendimento e permitiu a Button ampliar a vantagem e decidir a corrida antes do primeiro pit-stop. Tenho culpa se os fatos atiçam a imaginação da mesma maneira que as notícias atiçavam a imaginação do personagem vivido por Mel Gibson no filme "A teoria da conspiração"?

Lobo, lobo, lobo?

Caco, São Paulo

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Olá amigos

gostaria de dar minha opinião sobre este domingo tão especial de automobilismo.

Pra variar, no Principado, o Rubinho me faz uma corrida muito boa só que termina sempre atrás do companheiro. Na Indy muitos brasileiros acabaram no muro, inclusive o Kanaan que usou um capacete com as cores da Brawn para homenagear o aposentado em atividade Rubinho.

Mas o Helinho trouxe de volta a alegria de outros tempos e ganhou as 500 Milhas de forma brilhante. Quem sabe esta vitória de grande importância no cenário do automobilismo mundial sirva de inspiração para os nossos bons talentos lutarem por resultados significativos. Acredito que a F1, mais cedo ou mais tarde, vai novamente receber um grande talento brasileiro na F1, que para muitos já é o Felipe Massa.







A semana passada esteve recheada de discussões acerca da possibilidade da Ferrari sair da F1. Na minha opinião seria uma grande tragédia para a categoria a mais tradicional equipe sair do campeonato mundial de pilotos e contrutores de circuitos fechados. O que se vê é a incompatibilidade de se manter um campeonato extremamente caro (como quer a Ferrari) e a proposta da FIA de reduzir custos e com isso aumentar o grid.

Na minha opinião a FIA tem razão em tentar diminuir a gastança em tempos difíceis na economia mundial e a Ferrari deveria repensar sua conduta. A F1 sofreria um duro golpe com a saída dos carros vermelhos mas haveria espaço para mais outras equipes que poderiam se credenciar, como a Prodrive do David Richards, a Jordan e até mesmo (segundo boatos) a Penske americana. Para mim a Ferrari deveria reinar na F1 como a grande legenda entre as equipes mas isso não poderia ser em detrimento do automobilismo.

Um abraço

Iron , Belo Horizonte

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Olá Amigos do GPTotal

Parabéns ao Helio Castroneves por vencer pela terceira vez as 500 Milhas, realmente foi um show de corrida, totalmente diferente do que ocorreu no GP de Mônaco.

Por isso que a F1 esta cada dia mais perdendo a sua magia pois os que dirigem a categoria não param de fazer mudanças e mudanças, sendo que o tradicional é que basta, como ocorre na IRL e na NASCAR. Quem assistiu às duas corridas pode perceber muito bem a diferença, do bom tradicional, para o ruim experimentar de mais!

Volte ao seu passado F1!





Como se diz no futebol, que chocolate! Barrica está tomando de 5x0 para o Button! Parabéns Jenson, você sabe aproveitar e muito bem a oportunidade que esta tendo nesta temporada.

E tem gente que almoçou chapéu neste domingo!





Bela coluna Impasse profundo, do Marcio Madeira, e como eu já falei aqui, alguém tem que tirar este maluco do poder da FIA. Cadê a oposição? Quando teremos eleições? Max Mosley deixará a presidência da F1 somente quando passar para o andar de cima?

Este cara esta matando a F1, e a cada manhã que ele acorda, a impressão que nos dá é que ele altera as velhas regras e cria novas regras como se fosse uma brincadeira de criança mimada de jardim de infância, tipo, “cansei disso, agora vamos brincar daquilo!”

Na minha opinião, as pistas de corridas são para os garagistas, e as montadoras que se limitem somente nos fornecedores de motores! Espero que não, mas acho que vai dar uma M bem grande!





Vou deixar aqui a minha sugestão para o ano que vem. Que tal se voltar o sistema de descartes nos pontos no lugar de medalhas, pois medalhas são para esporte olímpico e não para a F1. Já o sistema de descarte premia o piloto mais vencedor na temporada.

E sou a favor de uma F1 mais barata em com velhas equipes conhecidas de volta aos GPs, seria fantástico!

Abraço!

Mauro Santana, Curitiba

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Horas antes de ser divulgada a decisão na corte francesa, a Ferrari divulgou um comunicado ironizando as novas participantes da F-1. Wirth Research, Lola, USF1, Epsilon Euskadi, RML, Formtech, Campos e iSport: estes são os nomes das equipes que podem competir nas duas divisões da Fórmula 1 pretendidas por Mosley. É possível um Mundial com equipes como essas ter o mesmo valor da atual Fórmula 1, questionou a equipe.

Não seria mais apropriado chamá-la de Fórmula GP3?, completou a Ferrari, referindo-se ao fato de algumas das pretendes disputarem as categorias menores do automobilismo, caso da GP2 (Campos e iSport) e Fórmula 3 Inglesa (Litespeed e Epsilon).

Acho que a Ferrari está jogando para perder, não vai voltar atrás, e a FIA também não (que deve ter uma carta na manga). Vejo pelo lado bom da situação: a F1 estava indo num patamar insuportável, engolida por grandes orçamentos, pausteurizada, mcdonaldizada; se as grandes saírem, acho que a emoção voltará a F1, tal como nos anos 70/80 (tanto que o período de ouro da F1 é de 81 a 91), em que o arrojo dos pilotos, as inovações e a perpicácia das equipes é que valiam, em detrimento de regulamentos, exigências e circuitos padronizados. A vida gira em 360 graus e tudo retorna ao seu início, ou seja, do pó viestes, ao pó retornarás!

Indago: será que a Ferrari não quer realmente sair da F1, e está se utilizando deste fato para sair por cima? Ou para atrair a atenção, e desviar do seu péssimo ano?

Se repararem, as cinco rebeldes são montadoras!

Marcos Roberto Banhara, São Bento do Sul

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Referente o teto orçamentário, acho-o desnecessário e na contra-mão da evolução do esporte. Prova disso é a temporada deste ano, onde uma Brawn GP quase sem recursos anda a frente de gigantes do orçamento como Ferrari e Toyota. Na verdade a própria Brawn agora anda mais que há um ano, quando era Honda. Outro exemplo que dinheiro não é tudo é a extinta Jaguar, que também contava com uma boa verba da Ford na época e foi um fiasco.

Outro detalhe: se os grandes precisam gastar dinheiro para ultrapassar a Brawn GP no campeonato, então deixem que eles gastem! É nessa brincadeira de gastar dinheiro/desenvolver soluções que muita coisa nova veio parar nos carros que dirigimos hoje nas ruas, então além de ser um esporte a Fórmula 1 serve de laboratório para aprimorar, para nós, os carros de rua de amanhã.

A Ferrari tem dinheiro, não? E os resultados? Ela está é seguindo o caminho de outros com muito dinheiro e pouca qualidade técnica (caiu muito o nível da Ferrari depois que saiu Todt e o próprio Brawn), então mais uma prova que dinheiro não influencia tanto assim nesse negócio, a ponto de ter de ser limitado dessa maneira.

E se não tiverem dinheiro para entrar na Fórmula 1 (caso citado da Peugeot, por exemplo) ou se essa for a desculpa (mais uma vez o exemplo da Brawn GP, que também não tinha dinheiro...) então acho que essa empresas devem procurar outra categoria, e não a F1. Se começam assim, choramingando, que é muito caro e não-sei-mais-o-quê, então não iriam muito longe também (se forem bons sim, e aí no caso não reclamam a falta de dinheiro. Vide Brawn GP.

Para igualar a Fórmula 1 sem ter de impedir o desenvolvimento do carro pode-se recorrer a um regulamento com regras mais inteligentes do que simplesmente impedir de gastar quem pode gastar. A idéia de abolir o abastecimento é uma boa, vão ter de desenvolver motores mais econômicos e partindo daí muita coisa nova pode aparecer (os grande gastariam milhões para criar um motor mais econômico no inicio, mas depois os pequenos iriam atrás e no final da história a solução viria para as ruas).

Sérgio Weege, Santa Catarina

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E aí galera? Tudo tranquilo?

Bom, mais uma vitória do Button. Das mais fáceis, diga-se de passagem. Meia corrida ele já ganhou quando fez a pole e deixou o Kimi em segundo e o Barrica só em terceiro. Para quem foi considerado carta fora do baralho pelo Barrica, até que se saiu bem. Não é verdade, Barrica?

A propósito, entra corrida e sai corrida, e o Barrica segue falando suas besteiras (para não dizer outra coisa). Primeiro falando que calaria a boca de algumas pessoas e depois dizendo que considerava o Button carta completamente fora do baralho. Acho que o Barrica precisa, antes de tudo, calar a própria boca. Depois, alguém precisa informar a este sujeito que se alguém dentro da Brawn é carta fora do baralho, esse alguém é ele mesmo. Bom, pelo menos o Button fez isso ao grampear a pole e ao vencer de forma incontestável. Respondeu na pista.

O Kimi que até então seguia dormindo, parece que abriu um olho. Que abra o outro e volte a ser aquele piloto da época da McLaren.

Rafael, São Paulo

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Prezado Sr. Rogério Nassif

não sei se te acho maluco, mas com certeza é destemido - que não é exatamente ser corajoso. Principalmente porque citar que:

1) Lola, Lotus e Ligier, para ficar só nestes exemplos, são equiparáveis à Ferrari é um destemor. A diferença entre destemor e coragem é que no primeiro não se sabe que é para se ter medo e no segundo, apesar do medo, assim mesmo se pratica algo.

2) Citar que a Brawn é um bom exemplo para a causa do teto, não é coerente, já que naquele carro jorrou mais dinheiro que na verba indenizatória dos nobres deputados e senadores do Congresso Nacional.

Legal, seria bem legal mesmo, se a gente pudesse mais equilíbrio na Fórmula 1. Mas fico com a opinião do Márcio Madeira: se a Formula 1 é a excelência da tecnologia, se o desenvolvimento da tecnologia custa dinheiro e faz parte da competição, então quem se der melhor para arrecadar tem mesmo que se dar melhor na corrida. Se é a inteligência do engenheiro ou a do cartola, bom, para mim tanto faz. Não dá é para enfiar tudo pela goela abaixo e jogar fora a tradição.

(Aposto que todo brasileiro se tivesse dinheiro comprava um Lola e não uma Ferrari, não é mesmo?)

Rafael de Paula, Brasília,

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