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11.08.11 - Roberto Agresti |
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17.05.11 - Eduardo Correa |
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18.09.09 - Luis Fernando Ramos |
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12.12.08 - Alessandra Alves |
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27.10.08 - Luiz Alberto Pandini |
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29.07.11 - Carlos Chiesa |
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21.09.09 - Ernesto Rodrigues |
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| » » » 23.06.09 |
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| O GP da Inglaterra |
23.06.09 |
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Edu
na transmissão da TV deu pra ficar claro o quanto os ingleses gostam e entendem de corridas de automóveis. E isso porque eles transmitiram o pega entre Alonso e Hamilton, que lutavam no final do grid. O que a princípio não interessava, porque não são posições que pontuam mas que tecnicamente era o que de melhor acontecia naquela fase da carreira. E essas imagens da briga dos dois, claro, era transmitida para todo o mundo mas acredito que o diretor da TV inglesa estava pensando e colocando as imagens que eram as melhores para eles - os ingleses.
Temos um ditado aqui, que diz que é pra inglês ver mas que foi totalmente desmentido. Assim a corrida teve para quem realmente gosta e é do ramo, imagens interessantes, dentro do que pode se definir como uma corrida previsível com Vettel (que é o máximo), despencado lá na frente. Rubinho que tem biologicamente idade para ser pai dele, foi muito bem obrigado e quero ver quem tem coragem de criticá-lo. E o campeonato vai ficar melhor ainda.
O racha na F1 não levará a nada, porque a F1 (ou tenha o nome que tiver) é a Ferrari e mais as outras todas. Tipo craque que se escalava antigamente, dizendo que jogava ele e mais 10, lembra disso? E ai do técnico que não concordasse, porque era isso mesmo. Assim, toda essa frescura não deve ser objeto de preocupação.
Ou você acha que alguém pagaria a mesma alta grana que se paga hoje, para ver uma corrida sem a Scuderia? Todo cara que gosta de automobilismo ama ou detesta a Ferrari e nos dois casos não abre mão de vê-la ganhando ou perdendo. Claro que outras coadjuvantes de peso também contam, então esse grupo de equipes é o que interessa. Esses caras que estão mandando hoje, amanhã nem terão importancia. Fo...-se eles. Falei.
Alexandre, São Paulo
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O Grande Prêmio da Inglaterra mostrou que a Red Bull está forte. A segunda dobradinha da equipe austríaca, com a vitória de Sebastian Vettel, deixa em aberto a disputa, pois Adrian Newey trouxe novidades no pacote do time.
Rubinho conseguiu ser 3º, à frente de Button, Felipe Massa conseguiu um bom quarto lugar, deixando Raikkonen para trás. O finlandês é outro que não consegue se consolidar na temporada, junto com sua equipe Ferrari.
O destaque negativo da semana foi novamente a McLaren, há quatro corridas sem pontuar, muito para um time grande. Os dois pilotos são culpados por isso, por não exigirem da escuderia em equipamento capaz de lutar pelas primeiras posições. E Kovalainen, esse anda falando demais. Na véspera da corrida, afirmou que brigaria para pontuar, e sequer ficaram entre os oito melhores durante a disputa. Pior ainda foi nos comentários após a corrida, quando falou que o carro estava bem. Não sei onde este carro estava bem, mas ri como uma piada. Se o carro estava bem, ele é muito ruim, deveria dar lugar a outro piloto e voltar para casa. Os carros prateados estão com o pior conjunto, sem sombra de dúvida.
Espero que a McLaren e a Ferrari reajam logo.
A Renault e a BMW também vão muito mal. Nelsinho ainda terminou à frente de Alonso, enquanto o time alemão destacou-se pelas disputas na pista, mas pelas posições intermediárias.
Quanto a crise política, Bernie Ecclestone e Max Mosley são os responsáveis por boa parte dos problemas com as escuderias. De 2003 para cá, mudaram de regulamento constantemente, pior eram os treinos oficiais, na qual cada piloto tinha direito a uma volta, um absurdo. Além disso, falam em redução de custos e criam novas regras que fazem as equipes a investirem ainda mais com novos componentes. A crise em 2007, entre McLaren e Ferrari, provocada pela duplinha, enquanto italianos e britânicos brigavam, Max e Bernie colocavam mais lenha na fogueira. Acho que está na hora de ambos darem lugar a outros dirigentes, visando uma renovação nos quadros da Federação.
Ambos têm méritos, mas ultimamente não têm feito nada para melhorar o esporte.
Abraços
Diego Wendhausen Passos, Florianópolis
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Li muita coisa sobre esta separação da FIA e da Fota e queria expor minha opinião e dúvidas. Tudo isso, na minha opinião se deve a:
1º. Teto de $40mi - as equipes pediram para que fosse de $100mi, já uma grande redução se comparado ao gasto das equipes hoje.
2º. Dois regulamentos - Um para quem aceitar o teto e outro para quem ir contra, o que é totalmente ridículo em uma competição, a não ser que seja às 24 horas de Le Mans ou Campeonatos de Rali, onde todos correm juntos mas cada um competindo em sua categoria.
3º. O campeonato ser conquistado pelo piloto com mais vitórias ou medalhas de ouro, prata e bronze - De tão ridículo não vou comentar muito, mas se querem valorizar a vitória podem retornar para o esquema de pontuação: 10, 6, 4, 3, 2, 1 ou modernizá-lo para: 12, 8, 6, 5, 4, 3, 2, 1.
Como o Flávio Gomes disse (http://colunistas.ig.com.br/flaviogomes/2009/06/19/a-f-1-acabou-3/), o campeonato de F-1 sem as montadoras parte para uma unificação de motores com o uso dos Cosworth e talvez um ou outro fabricante a mais que só não entrava para a F-1 para não fazer feio frente aos Grandes.
Se a FIA manter as padronizações e facilidades técnicas previstas para o regulamento de 2010, ajudará muito as novas equipes (e também a Williams e Force India), que se preocuparão mais em projetar os carros e isso também valorizará mais os projetistas e acertos do carro para as corridas (lembrando a F-Indy). O único problema neste campeonato seria a ausência dos maiores nomes das montadoras e pilotos de maior prestígio, pelo menos por enquanto.
Do outro lado, se a Fota conseguir criar um regulamento forte e se não houver brigas pelo poder poderão criar um campeonato muito forte do ponto de vista competitivo e organizacional e será a categoria top do automobilismo, mesmo, eventualmente não sendo aprovada pela FIA. Lá estarão os maiores nomes do automobilismo mundial e é isso que interessa e dá créditos a este novo campeonato.
Muitos se perguntarão onde eles irão correr... Bom, vão correr nas pistas que a F-1 não corre mais, e porque não em algumas das atuais? Pode ser a volta das pistas históricas a uma competição de grade nível. Acredito também que neste novo campeonato organizado pela Fota, talvez os pilotos tenham mais voz ativa, penso que se não acharem que uma corrida não está em condições de continuar, seja por mau tempo ou outro fator, serão mais ouvidos que hoje.
Então me perguntam, mas qual você assistiria? A resposta é: ambas, por isso espero que as datas ou horários das corridas não sejam os mesmos.
No final, tudo isso é pura especulação e um pouco de torcida de alguém que acompanha a F-1 regulamente há apenas 15 anos e nunca chegou a ver de perto um Grande Premio.
Abraços e obrigado pela paciência.
Leandro Giannetti Duarte, Fartura
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Olá Amigos do GPTotal!
Mais uma bela coluna Fota-se do Roberto Agresti, e o que parecia impossível aconteceu, mas o que nós, amantes da F1 poderemos fazer?
Na vida, a História nos prova que grandes impérios não duram para sempre e nem Max Mosley e nem Bernie Ecclestone vão durar para sempre no poder da F1, mas infelizmente, pela primeira vez na história, a F1 rachou, e não temos como saber se isso será positivo ou não, mas o que eu posso afirmar é que, eu fiquei com um sentimento estranho, como se, nós, o público e amantes deste esporte (se é que pode ser considerado esporte) tivéssemos sido traídos, feito de palhaços por pessoas que não sabem comandar e administrar uma categoria tão importante e especial com é a F1.
A F1 que eu conheci no início dos anos 80, deixou de existir há muito tempo, e como o Roberto Agresti mencionou, a fórmula da F1 estava esquisita, estranha, parecia estar perdendo a sua magia e seu charme, com carros cada vez mais feios e recheados de tecnologia, e com pilotos cada vez menos tendo que mostrar o seu potencial para fazer valer o direito de estarem dentro de um cockpit de um F1.
E uma coisa que eu não aceito é que, Bernie Ecclestone não é nenhum novato amador de F1 para agir desta forma, este senhor esta na categoria a décadas e será que não consegue ver com seus próprios olhos as burradas que vem cometendo por alguns anos?
E o Sr. Max Mosley?
Lembro–me muito bem quando Balestre deixou a presidência da FIA, eu e meu pai comentávamos que seria melhor com Mosley no poder, pois injustiças como a que Balestre fez com Senna em 1989 dificilmente ocorreriam, mas este senhor devagar devagarinho foi levando a F1 para um caminho estranho e talvez até sem volta.
E agora amigos do GPTotal, o que nós amantes deste esporte vamos fazer?
Assim como o Edu, na sua coluna Edu com medo, eu também estava com medo, e digo para todos que não sei o que fazer, pois perdi o rumo do que é certo e o que é errado na F1.
Que notícia triste esta de hoje!
Mauro Santana, Curitiba
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As F1 e os cartolas metidos a ditador se ferraram, e muito bem ferrado tem um monte de gente que apoiará a nova categoria da Fota incluído circuitos menospresados e chantageados pela dupla de bacanas Max Mosley e Bernie Ecclestone que foram boicotados da F1 sem motivo algum, lugares clássicos ignorados, que agora poderão fazer parte da nova categoria lugares como EUA, Canadá, Silverstone, França, África do Sul, México etc, sem contar patrocínios que iram acompanhar e é questão de tempo para essas equipes novas perceberem o barco furado que entraram e migrarem para a categoria da Fota.
Guilherme Maciel, Curitiba
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O Grande Prêmio da Inglaterra de Fórmula 1 foi uma prova chata. Durante o fim de semana inteiro, os carros de energéticos dominaram e sobraram na pista. Alguns até esperavam isso, mas a surpresa foi o fraco desempenho da Brawn GP.
O terceiro lugar de Rubinho coloca uma nova questão para ser pensada: Button só consegue ser rápido com um carro bem-acertado ou Barrichello se sobressai apenas com um chassi mal-acertado?
Ainda não encontrei a resposta certa para isso, mas não podemos negar que quando existem dificuldades, Rubinho consegue extrair mais desempenho do equipamento. Vamos ver o que acontece nas próximas corridas com o desempenho da Brawn. Acredito que na Alemanha os carros brancos com tinta marca-texto voltarão a dominar.
Sobre o racha entre FIA e Fota... Creio que até o final do ano os dois lados entrem em um acordo. Porque na verdade a briga é por dinheiro e por poder. As equipes querem derrubar Max Mosley da presidência da FIA e vão conseguir. Mosley acreditava que no fim das contas todos iriam aceitar suas insanidades. A F-1 não vai rachar. Um lado não tem pistas nem organização suficiente para acertar contratos de publicidades e transmissão pela tevê até o fim do ano. O outro não tem equipes. Williams e Force India não são suficientes para formar um grid e muitas das equipes interessadas em entrar na F-1 já retiraram suas intenções de correr.
Renato Monteiro, Curitiba
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Olá amigos,
a temporada de 2009 da Fórmula 1 está mais interessante e se for uma realidade esta atual supremacia das RBRs creio que teremos um 2º semestre de arrepiar. Pena que o unico brasileiro que na teoria poderia estar fazendo parte desta disputa já esteja justamente renegado a fazer o papel de 2º piloto, coisa aliás que ele sempre foi o melhor de todos os tempos na categoria.
Fernando Marques, Niterói
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GPtos,
Acordei feliz pois ia assistir a um GP que prometia. Mais feliz ainda porque o GB estava longe, lá na Africa do Sul. A felicidade durou muito pouco!
Com poucos minutos de corrida saí correndo da sala para procurar um rádio para ligar o som, pois nunca tinha ouvido tantas asneiras e informações erradas na minha vida! Para meu desespero o rádio não funcionou e tive que ouvir a transmissão do Kleber Machado, ajudado pelo Reginaldo e o Burti, até o final.
Tenho a impressão que foi a pior transmissão de todos os tempos!
Meu rádio já está na autorizada. Daqui a três semanas não vou passar por isso novamente.
Saulo Caram, Brasília
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Bom dia a todos,
alguém dúvida que Rubens será Campeão? Alguém dúvida que a F1 vai acabar? Alguém dúvida que FIA e equipes estão brigando para favorecer o esporte puro e uma competição desinteressada?
É cansativo ouvir críticas ao Rubens, tudo mundo sabe de suas limitações, que ficaram patentes ao longo de sua carreira. Tudo mundo sabe que as equipes querem derrubar Max e ganhar dinheiro ao invés de injetar mais grana, na verdade o dinheiro que gastam na F1 é pouco em relação ao total que gastam em publicidade.
Também é verdade que podem ir e vir quando quiserem, ao fim e ao cabo sabem que para montar um campeonato novo terão de gastar os tubos antes de terem retorno, como também a FIA sabe que sem as grandes marcas vai ser difícil emplacar audiência.
No fim vão derrubar Max e manter a F1.
A corrida na Inglaterra mostrou que o Sr. Jenson e a Brawn não são imbatíveis e que o campeonato ainda não terminou, é difícil o Sr. Sebastian reverter a situação, como também era difícil uma equipe novato ganhar 6 em 7 corridas.
O GP valeu pela disputa que ocorreu nas últimas posições, a dupla ultrapassagem do Sr. Giancarlo em cima do Sr Fernando e do Sr. Nick, foi excelente, as brigas pelos 14, 15, 16, 17, 18 e 19 lugares foi incrível com direito a barbeiragem do Sr. Heikki e do Sr. Sebastien, não tenho dúvidas que o Finlandês fez m..., e o Francês não teve habilidade para escapar.
Finalmente e heroicamente o Sr. Nelson conseguiu chegar a frente do Sr. Fernando, agradecimentos especiais ao Sr. Nick pelo feito.
Lá na frente tá difícil uma disputa na pista, não sei se são carros que não permitem ou os pilotos, nesta fico com o Sr. Lewis que sai da pista da to-tó e faz um monte de m..., mas tenta ultrapassar.
Fernando, São Caetano do Sul,
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Não assisti a corrida inteira, portanto não posso fazer muitos comentários sobre ela.
Rubens realmente não tem jeito. Quando o companheiro vai mal, aparecem duas Red Bull para acabar com sua alegria. Ficou satisfeitíssimo com o terceiro lugar. Deixa pra lá. Massa fez uma corrida muito boa mesmo. Piquezito conseguiu chegar à frente de Dom Alonso. Em função disto, a imprensa falou que ele fez uma ótima corrida. Largou em décimo quarto, chegou em décimo segundo. Acho que a imprensa anda pouco ambiciosa.
O que me animou foi a entrevista com Max Chicotinho. Parece que ele finalmente resolveu baixar a bola e a coisa se encaminha para um final feliz.
Rogério Tófoli Kezerle, São Paulo
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Exemplo de patriotada
O site Grande Prêmio, colocou no ar uma pesquisa interativa questionando quem venceria o GP da Inglaterra. Deu Rubinho com 65 %. Nem como piada de mau gosto desce.
FIA x Fota: as equipes já ganharam a briga, e o mundo nazi-porno poderá ganhar um grande intérpetre.
Carlos Alberto Petry, Taquara
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Até a pé nos iremos, com as grandes onde as grandes forem...
Não, não é o hino do Grêmio, é o mais novo lema da F1, tanto para os pilotos como Fernando Alonso & cia quanto para torcedores que amam esse esporte assim como eu.
É triste ver a F1 acabar assim por causa de orgulho de pessoas que irão durar bem menos aqui na terra que a mesma, é ridículo o fato de um esporte que está por completar 6 décadas de vida irá simplesmente perder o que há de melhor, com a saída das grandes, a F1 fica de vez nas mãos dos farofas Ecclestone e Mosley, a F1 perde nomes fortes que em muitas situações eram ouvidos e poderiam dar opiniões, agora apenas com equipes pequenas, que não tem força na palavra, a F1 fica nas mãos dos velhos babuínos.
Estão certas as equipes rebeldes em fazer o que estão fazendo, afinal, a F1 é um esporte em primeiro lugar e deve ser tratado como tal, o que será da F1 sem as lendárias, digo, lendárias Ferrari e McLaren, colocaria em outra situação até mesmo a Williams, porém, senhor Frank Williams & cia se mostraram pequenos ao quebrar o acordo e se inscreverem na F1, assim como a Force India, de que outra maneira indianos teriam algum espaço nesse esporte (sem preconceito claro), mais senão por dinheiro que os anciões da F1 acolheram os indianos, adorei ler que a Campos está quase por retirar sua inscrição da FIA e se juntar a Fota, na verdade, meu sentimento no momento é: que se ferrem Bernie e Max, eles que aprendam a lidar com o orgulho, e que se rastejem para que a Fota volte, pois a F1 é maior que isso, é maior que jogos políticos, é maior que a FIA, que a Fota, a essência da F1 está no esporte praticado por homens, e não por empresários, a essência da F1 está nas suas histórias, que tanto me fascinam desde que eu tinha a idade do filho mais velho de Rubens Barrichello, que o bom censo entre de uma vez por todas na mente desses dois velhos...E eu que pensava que o Jean-Marie Balestre era ruim. Deu no que deu.
Uma última pergunta, se nós vamos com as grandes, pra onde vai a Rede Globo? Fica a pergunta: hasta luego y que Díos nos bendiga.
Rômulo Rodríguez, São Paulo
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Por favor amigos do Gpto, não censurem meus comentários, basta apenas não publicá-los, mas se o fizerem, publique-os na íntegra. Afinal de contas, nossa Constituição nos permite a Liberdade de Expressão!
Alem do que, senhores, a massa ignara é alimentada diariamente com desinformação, razão pela qual não há motivo para censura.
Atenciosamente
Christian, São José
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Prezados Amigos do GPTOTAL
1 - Acredito que nesse momento (19.06.2009) seja, ainda, muito cedo para comentar sobre os rumos da Fórmula 1 e muito prematuro, especular sobre o Futuro da F1 e até mesmo, da possível futura Categoria de Fórmulas ( se for criada realmente ) pela Fota.
Certamente existem meandros que estão tremendamente longe do alcance de todos nós, por mais conhecedores/envolvidos/apaixonados por Automobilismo que possamos ser!
Quem por exemplo, tem informação privilegiada da suposta reunião acontecida entre os Srs. Bernie Ecclestone e Max Mosley, nas dependências do Motor-home do primeiro , estacionado em Silverstone? O que teriam eles conversado/decidido? Qual advogado especializado em contratos que regem a F1 e seus participantes em geral, poderá opinar? e mesmo conhecendo o assunto e seus detalhes, será possível comentar a respeito? Quais contratos prendem quem a quem? Acredito que somente o tempo dirá!
Também é cedo para afirmar que tenha havido a ruptura definitiva entre a Fia e a Fota. Existem interesses e contratos entre as partes e que deverão ser cumpridos , sob a ameaça de pesadas multas; e o maior dos prejuízos: quem perderá mais: a nova Fórmula (sic) Fota ... ou a antiga F1 esvaziada ?
São muitas perguntas e pouquíssimas respostas, essa é a única verdade para esse momento .
2 - Longe de nutrir simpatia pelos Srs. Bernie e Max, e em menor grau ainda, sem querer tomar a defesa de ninguém, proponho algumas reflexões:
- O Sr. Bernie Ecclestone tem o mérito de ter transformado a Fórmula 1 naquilo em que ela se tornou, pelo menos até o inicio do ano 2000, a partir de onde, em minha modesta opinião, teve uma vertiginosa queda em qualidade e até mesmo em interesse por parte dos fãs; Tem por outro lado, atribuído à sua pessoa, a característica da ganância , e que para muitos, reside nessa suposta ganância , a origem dos problemas atuais da F1; tem a seu favor , todos os méritos administrativos e de espírito empreendedor que profissionalizaram e impulsionaram a Fórmula 1, além de tê-la transformado no grande evento que É, até os dias de hoje ;
- Quanto ao Sr. Max Mosley, não há muito a comentar, a não ser sugerir a leitura do livro "Mais que um vencedor" do Piloto Alex Dias Ribeiro. Excelente obra literária e que retrata um pouco de que é o Sr. Max Mosley (pelo menos sob a ótica do autor) e alguns fatos do passado que, penso eu, ajudam a explicar melhor quem é o Sr. Max Mosley atualmente ;
- Do outro lado da questão, temos a recém criada Fota; Em princípio com intenções mais ilibadas em relação à "Nova Categoria de Fórmulas à ser criada, do que poderia justificar um noivo, ao seu futuro sogro, ou seja, a melhor das intenções possível !!!!
3 - Por outro lado, antes de tomarmos algum partido, seria muito conveniente lembrarmos das obras dos principais envolvidos, quer seja com a Marca Fórmula 1, quer seja com a Fia, quer seja com a Fota; Ora se do lado da F1 e da Fia temos pessoas cujas as obras são relativamente conhecidas de todos nós, que amamos o automobilismo de competição, por outro lado, ou seja, a Fota, temos as montadoras envolvidas na questão. E que experiência temos com as Montadoras (principalmente aqui no Brasil)?
- Especificamente no BRASIL temos como experiência negativa em relação às Montadoras, o abandono por parte das próprias, de diversas Categorias do Automobilismo de Competição Nacional ; Somente para lembrar as de maior expressão: Fórmula Volksvagem 1.300 e 1.600 e Fórmula Ford;
- No próprio automobilismo de competição internacional, temos também casos de abandono/desistência. Apenas para lembrar os mais recentes e na F1: Jaguar (Ford) e Honda.
4 - O que quero dizer?
- De imediato, podemos imaginar que uma ruptura raramente é benéfica, principalmente quando existem tantos interesses, história , dinheiro, tradição , etc... juntos ; Vale lembrar do quão ameaçadora chegou à ser a extinta Fórmula Cart - Indy em relação à própria F1, devido à grande qualidade à época, de suas Equipes, Pilotos, Carros, etc...; Hoje tenta reagrupar seus "pedaços" ressurgindo como Fórmula Indy, tentando evocar para sí mesma, Glórias de seu Passado.
- Os fãs do automobilismo tem noção quase perfeita e total dos acertos e erros da F1 (Bernie) e Fia (Max). mas o que se pode esperar da Fota e de sua (possível) nova categoria?
- Até quando as montadoras manterão a "Nova Fórmula"? Quantas permanecerão fieis à sua "nova fórmula" e quantas à abandonarão , a exemplo de praticas passadas e recentes ?
- Parece certo que a clareza de intenções dos Representantes da Fota são legítimas, mas não podemos esquecer os Srs Ross Brawn , Lucca de Montezemollo e Cia, representam os interesses das Montadoras e a pergunta que se impõem é : Até quando as vontades e extinções desses senhores coincidirão com as vontades e intenções de suas Empresas e Grupos (entenda-se montadoras)?
Por derradeiro e em virtude do extenso raciocínio exposto é que sugiro que tenhamos cautela ao eleger a descontinuidade da atual F1 como a melhor alternativa à ser tomada. Espero sinceramente, que o bom senso prevaleça e que a Fórmula 1 continue da forma que a conhecemos, porém, que esse grande susto sirva para sensibilizar e flexibilizar todos os envolvidos com a F1 ,para o bem e causa de sua própria perpetuação.
Boa sorte a todos nós.
Paulo C. Winckler, Porto Alegre
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Quanto ao racha da F-1, temos visto posições tanto favoráveis à FIA quanto a Fota. Eu acredita até então que a Fota tivesse razão, mas após ler os excelentes argumentos do jornalista Flávio Gomes em seu blog, que apresenta o histórico da briga, passei a pender ligeiramente para o lado so Sr. Max Mosley. Pois vejamos:
- O limite orçamentário se faz necessário para redução de custos na F-1. Em contrapartida, e desconsiderando a ideia estapafúrdia de dois regulamentos, irá ocorrer maior liberdade técnica. Isso incentiva a inventividade dos engenheiros sem incorrer em demasiados custos para a categoria, o que favorecia as montadoras. Nesse ponto, Mosley tem razão quando diz que a liberdade técnica e a financeira não podem cavalgar juntas, e somente com o teto orçamentário é possível voltar à fórmula usada na categoria nos anos 70/80, que premiava a competência dos engenheiros e demais funcionários das equipes.
- Todavia, há a ressalva no ponto acima que anula toda a teoria, que seria o fato dos gatos com recursos humanos estarem incluídos no teto orçamentário (salário do pessoal). Inclusive essa questão já foi abordada aqui no Gepeto. Se estiver, esqueçam! A F-1 é a categoria máxima do automobilismo. Se o salário do piloto, dos engenheiros e todos os demais estiverem restritas a um teto, pode valer muito mais para o profissional debandar para outra categoria. Pra quê ficar na F-1 se ela paga pouco? Com o salário livre da teto, o engenheiro pode ser bem remunerado para usar toda sua criatividade em soluções aerodinâmicas. Bem remunerado, o piloto continua na F-1, ao invés de debandar pra F-Indy, por exemplo.
Não vou me alongar mais. Tem vários outros pontos importantes de divergência, mas creio que esses dois são as questões inerentes ao novo regulamento que, se bem tratadas, resolveriam os problemas de competitividade para o ano que vem. A outra questão é financeira: Bernie Ecclestone continua mordendo uma fatia muito maior do bolo do que as equipes, e isso poderia ser mudado também. Na verdade, este deve ser o cerne da questão discutida, mas que pouco tem a ver com o regulamento do ano que vem, e sim com a assinatura do novo Pacto de Concórdia. Com a inscrição das equipes no campeonato sob o regulamento já aprovado e com o acordo de ambas as partes, as questões de distribuição de lucros viriam a serem discutidas depois...
Abraço!
Ivécio Filho, Jaguaruna,
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Os verdadeiros culpados.
É essa a pergunta que faço. Quem são os culpados?
A Fórmula 1 como conhecemos acabou em 18 de Julho de 2009, com o anúncio da criação de um campeonato paralelo com as oito equipes da Fota. Esse campeonato é uma represália à decisão unilateral da FIA de impor um teto de 40 milhões de libras para 2010, uma medida extremamente polêmica mas de concepção realista. Os tempos não são mais de vacas gordas, afinal.
Sempre tive uma única opinião a respeito disso: a favor do teto, contra o regulamento duplo. As equipes gastam quase 3 bilhões de dólares somados para colocar 20 parcos carros no grid. Isso em um momento em que montadoras vão anunciando prejuízos recordes e a maior de todas, a GM, anunciou pedido de concordata e acesso à Lei nº 11 de Falência da Constituição americana. Resumindo: a Fórmula 1 se tornou um esporte anacrônico. Bonito, luxuoso, sofisticado e irreal.
Na teoria, a culpa seria das montadoras. São elas o responsável pelo inflamento de preços e pelo caráter hermético da Fórmula 1. São elas, além disso, que querem tomar o poder da categoria e impor suas vontades, como a não-aceitação do teto. Mas, pensando bem, eles não são os culpados de verdade. Os culpados são os senhores Bernie Ecclestone, presidente da FOM, e Max Mosley, presidente da FIA.
Bernie Ecclestone é um astuto inglês que sempre buscou ganhar dinheiro em tudo que pôs a mão. Seu primeiro envolvimento com a Fórmula 1 ocorreu em uma má sucedida tentativa de largar em alguns GPs de 1958. Depois, retornou ao cenário da categoria como manager de Jochen Rindt e, em 1972, sem seu pupilo, acabou comprando a Brabham de Ron Tauranac. Lá, ele mostrou seu lado de negociante ferino, com contratos leoninos com seus pilotos (Nelson Piquet que o diga), economia severa nos gastos e cobranças. Até 1987, ele tocou a equipe enquanto teve sucesso. A partir do momento em que a equipe parou de dar frutos e seus negócios paralelos davam mais certo, ele simplesmente abandonou a Brabham. Assim.
Mas que negócios paralelos eram esses? Política esportiva.
Em 1974, ele fundou a Foca (Formula One Constructors Association), uma organização formada pelas equipes que buscava (veja só) uma maior profissionalização do esporte e uma maior participação das equipes. No ano seguinte, ele liderou uma batalha entre a Foca e a FISA que visava, pela primeira vez na história, uma repartição do dinheiro arrecadado pela federação a todas as equipes participantes. Exatamente a posição da Fota atualmente. Venceu. As equipes passaram a ser pagas.
A Foca ganhou muita força a partir daí, e Bernie passou a ser o diretor executivo da agremiação. Seu conselheiro era um amigo seu, de nome Max Mosley. Entre 1978 e 1982, Bernie mergulhou em nova disputa contra Jean-Marie Balestre, o presidente da FISA: quem era responsável pela venda dos direitos televisivos. Durante esses anos, a Fota reclamou para si essa participação, de modo a angariar para as equipes o dinheiro desses direitos. Foi assinado um Pacto de Concórdia entre ambos os lados em 1981 que teoricamente resolveria todos os impasses. A divisão do dinheiro televisivo seria a seguinte: 47% para as equipes, 30% para a FIA e 23% para Bernie Ecclestone por meio de sua empresa, a Fopa. Tudo bem até aí. Mas houve muita confusão ainda.
Ao mesmo tempo em que existiam problemas de ordem comercial, começou uma disputa entre a FISA e as equipes maiores não-montadoras. As equipes (com exceção das montadoras) reclamavam que a Fisa beneficiava as montadoras. Além do mais, elas eram visceralmente contra o regulamento comercial e técnico, que era maleável de acordo com o transgressor, não com a transgressão cometida.
Em 1982, a situação complicou, e passou a envolver uma nova classe. Os pilotos, insatisfeitos com as exigências do novo Pacto de Concórdia, que exigia entre outras coisas que os pilotos não corressem por outras equipes que não a estipulada por contrato, formaram sua própria organização, a GPDA. Essa, por sua vez, se apoiou à emergente Fota e ambas vieram a conversar com a Fisa sobre essas exigências. Nesse meio tempo, houve até uma ameaça de boicote por parte dos pilotos no GP da África do Sul daquele ano. Após as conversas e a ameaça, a Fisa aceitou refazer um novo Pacto sem as absurdas exigências. Mais uma vitória da Fota ao lado da GPDA e mais uma derrota da Fisa.
Porém, o clima péssimo continuava. O cume da disputa chegou ao ponto de haver um rompimento entre as equipes filiadas à Fota e as não-filiadas. O GP de San Marino de 1982 foi disputado apenas pelas montadoras, que não pertenciam á federação de times, e por algumas equipes dissidentes, amedrontadas devido a questões de patrocínio. A Fota alegou o boicote devido às desclassificações de Piquet (Brabham) e Rosberg (Williams) no GP do Brasil daquele ano.
A situação estava bastante complicada e, sabe-se lá como, Fota e FISA chegaram a um acordo, muito mais vantajoso para a primeira. As equipes passaram a cuidar da venda dos direitos televisivos e o Pacto de Concórdia, que já tinha sido aceito em 1981 por ambos os lados, passou a valer de verdade. O lado comercial da Fórmula 1, como conhecemos hoje, começou nesse imbróglio aí.
O caso é que o maior vencedor dessa batalha foi Bernie Ecclestone. Respeitado pelas equipes, liderando uma joint venture que negocia os direitos televisivos da categoria e promove o campeonato, ele passou a ser o homem mais temido e poderoso da categoria.
E Mosley? Max era basicamente um dos fundadores da March e conselheiro de Bernie Ecclestone na Foca. Sua participação política só se tornou relevante em 1991, quando foi eleito presidente da Fisa.
Mosley venceu o cambaleante Jean-Marie Balestre, acusado de autoritário e personalista, principalmente após suas rusgas com Ayrton Senna. Desde o começo de sua gestão, sua idéia foi profissionalizar o automobilismo, elitizá-lo e limpá-lo de toda aquela sujeirada. Entenda-se essa última expressão pelas equipes pequenas e, por que não, médias.
Logo no final de 1991, um anúncio relâmpago: as equipes de Fórmula 1 não mais poderiam terceirizar seus carros. Todo mundo que quisesse participar deveria construir seus próprios carros. Além do mais, as substituições de pilotos estariam limitadas a três por ano, para cada equipe. Essas medidas, somadas à natural inflação de custos na categoria e à recessão que assolava o mundo naquele momento, resultaram em quebradeira geral nas equipes. 33 pilotos terminaram o campeonato de 1991. 26 terminaram o de 1992. 24 terminaram o de 1993. 20 terminaram o de 1996. A F1 se elitizou, de fato.
Mas não foi só isso: a Fórmula 3000 se transformou em uma categoria extremamente cara e de péssima gestão promocional e comercial. Os grids se esvaziaram e, ano após ano, surgiam boatos de que ela acabaria. O extremamente bem-sucedido campeonato mundial de protótipos, organizado pela Fisa, foi simplesmente eliminado no final de 1992. O motivo? Era um forte concorrente para a Fórmula 1, veja só.
Mosley conseguiu o que quis: diminuiu os grids e trouxe apenas os mais ricos, de preferência as montadoras. Ele criou, em 1995, o ITC, um campeonato de turismo que substituiria o DTM alemão. Seria um campeonato mundial, com várias montadoras e pilotos consagrados. Porém, apesar das ótimas corridas, o campeonato era caríssimo e se inviabilizou após apenas dois anos. Tiro no pé.
Quanto à F1, aconteceu o que todos conhecem: Mosley e Ecclestone, visando a sofisticação e uma pretensa estabilidade, abriram as pernas para as montadoras a partir da segunda metade dos anos 90. Vieram várias: Honda, Toyota, Jaguar, a Renault retornou. Ao mesmo tempo, a FIA limitou o grid a 24 carros e instaurou uma caução em 1999: quem quisesse entrar no grid teria de pagar 48 milhões de dólares que seriam devolvidos em prestações. Além do mais, os interessados em entrar na categoria deveriam passar por um tortuoso processo burocrático de avaliação que incluiria até reuniões entre as outras equipes que decidiriam se elas deixariam alguém mais entrar. O fato é que desde 1998, apenas duas estruturas novas apareceram: a Toyota e a Super Aguri.
Mosley e Bernie superestimaram o poder das montadoras, em especial a Ferrari. Sabendo de sua óbvia importância histórica no automobilismo, ambos permitiram que a escuderia tivesse um poder que equipe nenhuma sonhou em qualquer esporte no mundo. Os diretores da equipe italiana conseguiram escapar quase incólumes de uma punição após o lamentável GP da Áustria de 2002, reverteram a decisão do GP da Malásia de 1999, que permitiria Irvine brigar pelo título na última corrida, e conseguiram banir o amortecedor de massa do carro da Renault em 2006. Nesses últimos tempos, surgiu um boato de que a Ferrari, e apenas ela, teria poder de veto sobre qualquer decisão da FIA ou de Bernie Ecclestone. Um pouco demais, na minha pequena concepção.
Isso é um resumo muito pouco detalhado do que aconteceu na Fórmula 1 até chegarmos aonde chegamos. Bernie Ecclestone deu poderes demais às equipes e transformou a Fórmula 1 em um poço infindável de decisões comerciais e políticas. Max Mosley inviabilizou a entrada de novas equipes durante muito tempo, implantou regulamentos confusos e estúpidos e se deixou levar pelas grandes equipes e montadoras por muito tempo.
Ambos perceberam o que fizeram e tentaram consertar com esse novo regulamento. Tarde demais. A culpa é de vocês dois, Bernie e Max.
Leandro Seiji Kojima, Campinas
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Meu caro, Firmo Neto de Recife
Suas justificativas são conscientes e tem respaldo. As evidências são claras e apontam para um resultado que parece ser inevitável: Jenson, campeão 2009!
Mas se Rubens reagir agora com certeza teremos surpresas e isso é um fato.
Como um bom brasileiro continuo acreditando, pois ele (Rubens) sabe que chance como essa de ser campeão, nem na Ferrari foi tão evidente e clara.
Ah, eu ia esquecendo: Eu acompanho Fórmula 1 desde 1980.
Abraços!
Charles Dantas, Manaus
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